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  • Park Hyungsik: Conheça alguns papéis interpretados pelo ator e "Happiness", seu recente dorama

    O dorama de 2021 marcou o retorno do ator para as telas após sua dispensa militar (Divulgação / tvN) Hyungsik foi dispensado de seu serviço militar em janeiro de 2021 e passou meses escondido, até ser confirmado para interpretar Jung Yihyun, como parte do elenco principal de Happiness ao lado de Han Hyojoo e Jo Woojin. O drama é uma das séries coreanas marcadas para estrear no mês de novembro, disponível no Viki e tem um enredo bem promissor, com potencial para ser um grande destaque na filmografia do ator. Leia também: Lançamentos de K-pop em novembro de 2021: Confira o calendário de todos os comebacks do mês Happiness é um k-drama de gênero suspense e tem como cenário um futuro apocalíptico em que as pessoas ficam isoladas em seus apartamentos após uma doença infecciosa começar a se alastrar pela cidade. A produção promete balancear um lado mais agitado com algo bastante sensível, já que coloca em pauta o que cada pessoa entende como significado de sua felicidade individual, e como o valor de cada coisa simples pode se perder e intensificar em consequência de um cenário bem assustador como o de uma pandemia. Além de tudo, o drama da emissora tvN promete intrigar e levar agonia para o espectador, mas ao mesmo tempo passar uma ideia de algo palpável. “É sobre pessoas comuns que fazem o melhor para sobreviver. É difícil dizer quem está infectado ou não e é difícil ver uma saída dessa situação. Eu queria trazer dilemas bem humanos para situações como essas”, afirma o roteirista Han Sangwoo sobre as características marcantes da história. As faces de Hyungsik Para Happiness, Hyungsik interpretará Jung Yihyun, um determinado e corajoso detetive da polícia do departamento de crimes violentos. Mas antes de conhecê-lo mais a fundo nessa história, vale a pena relembrar um pouco dos papéis que o ator já interpretou. É válido ressaltar que além de estar nas telas, Hyungsik também já esteve nos palcos com seu grupo ZE:A, que debutou em 2010 porém está inativo desde 2015. Desde então, o foco tem sido atuar. Leia também: Happiness aborda temáticas desgastadas mas não deixa de ser envolvente Os Herdeiros (2013) Esse drama sobre a elite coreana conta com um elenco bem promissor, Park Hyungsik interpreta Jo Myungsoo, filho do CEO do maior escritório de advocacia da cidade. O enredo trata de jovens ricos estudantes do ensino médio que tem como futuro assumir as empresas bem sucedidas de suas famílias. No elenco também estão Lee Minho, Park Shinhye, Kim Woobin e Krystal Jung. O papel de Hyungsik é de um jovem brincalhão que não tem muito interesse em herdar os negócios familiares. Mulher forte, Do Bongsoon (2017) Se em Os Herdeiros ele não queria ser CEO, dessa vez não deu para escapar. Nesse dorama de temática leve e tranquila, Park Boyoung interpreta Do Bongsoon, uma jovem com poder hereditário de super força que se torna guarda-costas de An Minhyuk, diretor-chefe da Ainsoft, uma empresa de jogos, sofrendo ameaças e perseguição. Embora lide com o perigo, ele é um jovem divertido e bem humorado, também muito centrado em seu trabalho. Suits Korea (2018) Esse é um dos inúmeros remakes das séries coreanas e foi o último trabalho de Hyungsik como ator, antes do alistamento militar. Bem como na série original, o advogado Choi Kangseok, interpretado por Jang Donggun contrata um jovem com a memória brilhante porém - que não é formado em direito, para sua agência de advocacia. Curiosos para saber o que Park Hyungsik é capaz de interpretar com seu talento de atuação? Não deixem de conferir em Happiness. Leia também: Mr. Handy, Mr. Hong: a comédia romântica que inspirou Hometown Cha-Cha-Cha

  • SMCU Palace: Novo álbum de inverno da SM é divertido ao se firmar como um supérfluo ordinário

    Lançamento de 2022, que segue os já tradicionais releases de fim de ano, não agrega nada aos artistas, mas sim à marca (SM Entertainment/Divulgação) O ano de 2022 passou, e a SM Entertainment não desistiu de reunir a SM Family para mais um lançamento anual. Neste mês de dezembro, logo após o Natal (26), a empresa divulgou nas plataformas o disco 2022 Winter SMTOWN: SMCU Palace, que segue o já padrão conjunto de músicas colaborativas dos artistas do selo. Por mais um ano, a big 3 do K-pop tentou empurrar para os fandoms um lindo comercial de margarina da família SMTOWN; e agora, o resultado está um pouco mais tragável. No disco de inverno anterior, a SM prometeu uma homenagem ao próprio legado com covers do S.E.S. e do H.O.T. na tracklist, mas o resultado foi um desastre nesse sentido. Por isso, talvez para não soar tão enfadonha este ano, a empresa decidiu apesar lançar um projeto mais genérico em conceito e músicas — um grande "palácio" em que os cantores da SM Entertainment se reúnem para se divertir. Bem, a falta de esforço da vez foi mais proveitosa e digerível. O álbum inicia com uma composição da orquestra oficial da SM, que ambienta o ouvinte na atmosfera "filme da Disney" do SMCU Palace. Em seguida, a primeira música vocalizada do disco é The Cure, que conta com a participação dos líderes dos grupos da empresa. A canção tem influência do gospel e se mistura com o hip-hop no meio, e não é uma das mais interessantes do CD; apesar da ideia meiga de introduzir a SM Family pela liderança de seus atos musicais. Leia também: - NCT 127: O que esperar da turnê "The Link", que terá shows no Brasil em janeiro de 2023? As coisas mudam logo na faixa Hot & Cold, terceiro título do SMCU Palace e com apenas quatro vozes. Kai (EXO), Karina (aespa), Seulgi (Red Velvet) e Jeno (NCT Dream) ficam responsáveis pela música que é pop puro — e a presença dos quatro queridos, membros da seleção de idols mais populares da SM atualmente, foi bem pensada para uma vitrine jovem e cool do disco. Inclusive, Hot & Cold foi uma das únicas músicas a ganhar um vídeol, que é uma performance dos artistas feita durante a pré-gravação do futuro especial de fim de ano da SM; e a apresentação é fofa de se ver no que diz respeito às mínimas interações dos idols entre si. E falando em interações, o SMCU Palace nos relembra um dos únicos motivos para tal lançamento existir: o fanservice que a SM oferece durante a divulgação. A música Beautiful Christmas, por exemplo, foi lançada um pouco antes do Natal pelo Red Velvet e o aespa, que proporciona uma união graciosa dos dois girlgroups mais recentes da empresa. A canção, que é um tema natalino perfeito para tocar em alto falantes de shoppings, não é grandiosa em nada; mas e daí? O rápido momento das cantoras juntas faz com que a batida da faixa seja aturável. A faixa Jet e os vocais impecáveis da SMTOWN são destaque no SMCU Palace Jet, por sua vez, traz os membros das rap lines dos grupos numa das músicas mais divertidas do SMCU Palace. A SM sempre foi muito boa em produzir faixas que envolvem elementos do EDM, e Jet tem pitadas da música eletrônica juntas do hip-hop já recorrente do selo (não à toa, a b-side foi criada pelo famoso duo de produtores LDN Noise). E o mesmo acontece com Priority, uma balada r&b com os vocais sempre instigantes de Changmin (TVXQ), Taeyeon e Winter, do aespa. Essa e o jazz carol Time After Time (com Wendy, BoA e Winter outra vez) aparecem para relembrar que, quando se trata da SM, os idols sabem fazer as coisas com o microfone ligado; com high notes ou não. A música pode ser a mais enfadonha já criada, mas os artistas vão cantá-la com emoção e harmonizar. E é interessante pensar em como tais canções do SMCU Palace poderiam se encaixar em discos dos artistas em si, ao invés de inseridas num release natalino que acaba sendo potencialmente deixado de lado depois. Where You Are e Happier encerram o run de músicas das vocal lines da SM, e são aconchegantes aos ouvidos assim como as duas anteriores. Assim como no álbum de 2021, as ballads são um dos pontos fortíssimos da vez — e os artistas da empresa dão o nome nisso. O vocal powerhouse do selo é uma peça ímpar que nem todas, ou pouquíssimas empresas de K-pop, poderiam oferecer com facilidade; e independente da época, pelo menos um vocalista da SM será lembrado em listas de vocal lines da indústria. Numa época em que tantos artistas debutam e forma carreiras em grupos com vozes de péssima qualidade, a SM Entertainment nunca passará fome em tal aspecto. Good to Be Alive encerra o lançamento de fim de ano com música eletrônica e uma melodia animada, com a presença dos DJs do selo Scream Records. Hyoyeon, Key, Chen, Johnny e Ningning se misturam com produtores como o DJ Raiden — o principal nome da Scream Records e neto de família chaebol — e o resultado é um fechamento decente para um disco que, comparado ao do ano anterior, foi muito mais positivo. Mesmo com uma boa tracklist, ainda é difícil de imaginar objetivos maiores aos winter specials da SM O álbum SMCU Palace não possui tantas pontas soltas quanto o antecessor. Entretanto, não há como pensar numa longevidade ou em algo memorável acerca desse e outros discos natalinos da SMTOWN (no caso, os que mesclam os artistas como no comercial de fim de ano da Globo). A empresa é, entre as maiores companhias do K-pop, a mais tradicional em lançamentos de inverno: são mais de vinte anos divulgando projetos que reúnem os idols da Family para uma confraternização musical, isso desde a época do SHINHWA. Mas qual a razão deles existirem, afinal? Em 2022, a homenagem da SM aos seus clássicos foi mais certeira: o NCT Dream divulgou o EP Candy, com uma nova versão do clássico do H.O.T. para a geração atual. Ao invés de enfiar o tributo dentro do winter special como ocorreu em 2021 com Hope, também do H.O.T., houve uma divulgação separada dessa vez. Mas o foco da crítica não está nos álbuns de inverno dos grupos, mas sim no da SMTOWN. Um ano depois, continua complicado enxergar objetivos maiores para esses lançamentos a não ser o lucro sobre dezenas de versões de um mesmo CD, e uma possível venda desenfreada de photocards especiais dos cantores favoritos do público. O SMCU Palace é vibrante em seus teasers e um deleite aos olhos com as interações dos idols, mas não consegue superar a barreira de um conceito sucateado como o multiverso de Kwangya (que felizmente esteve em menor evidência este ano). Todavia, o álbum pode ser um sampler do que a SM tem de melhor: artistas com muito talento, bons visuais e que sempre estarão na boca do público. Talvez alguém possa não gostar dos grupos da companhia, mas uma coisa é certa: a maioria irá atrás para formar uma opinião, seja ela boa ou ruim. Em diferentes graus de buzz, a SM Entertainment atravessa as décadas no K-pop com uma estabilidade de conjuntos que chamam a atenção e formam fã-bases muito expressivas ano após ano. Leia também - Super Show 9 no Brasil: Ingressos, preços e tudo sobre o concerto do Super Junior em 2023 E tais fãs provavelmente darão pelo menos um play no SMCU Palace, só para se certificar de que o fave teve algum verso cantado no álbum (mesmo que o disco não faça a menor diferença para nenhum dos artistas presentes). O winter special é bobo? Pode ser, mas é uma tradição brega que a SM manterá firme e forte por tempo incalculável, com o Lee Soo-man vivo ou não. O fortalecimento da marca é, sobretudo, o mais importante, nem que seja para divulgar o álbum mais supérfluo do ano. O autor da resenha escutará algumas músicas por mais alguns dias antes do CD cair no duto do esquecimento do Spotify. Por ora, os fãs podem aproveitar as migalhas de interatividade dos idols entre si, e as centenas de fotos teaser com que a SM encheu as redes sociais. Depois disso, todos voltarão às discografias de seus respectivos grupos preferidos como se nada tivesse acontecido; isso pelos próximos doze meses, até o Natal seguinte chegar. O disco 2022 Winter SMTOWN: SMCU Palace é um esteticamente belo "tanto faz", porém dá para tirar uma onda com ele.

  • RM: Conheça alguns dos hobbies do Namjoon, líder do BTS

    Cultura e esporte são as atividades preferidas do cantor quando tem um tempo livre; confira mais (HYBE/Divulgação) Kim Namjoon, também conhecido como RM, é o líder do BTS. Poucos sabem, mas sua paixão pela música vem de bem antes dele se tornar o primeiro membro de formação do grupo lá em 2010, quando participou de uma das audições para a empresa que é conhecida atualmente como HYBE Entertainment. Ele costumava ser um rapper underground; pouco conhecido pelo público em geral de início, mas que já compunha suas próprias músicas ainda no ensino médio. Desde que se tornou membro do BTS, o artista nunca mais parou mais de compor, estando por trás dos grandes hits do grupo. Além de seu papel como líder e as atividades em conjunto, RM também já lançou duas tapes, RM em 2015 e Mono em 2018, e em dezembro de 2022 lançou o tão aguardado álbum Indigo. Sua trajetória é bem conhecida pelos ARMYS de longa data, e para alguns é até mesmo possível se identificar com a personalidade e gostos do líder. Parte disso é devido ao fato de poderem acompanhar sua rotina nas redes sociais. Só no Twitter, são 40 milhões de seguidores nas contas do BTS, e os integrantes compartilham desde o jantar até seus passeios e viagens. Se você é um ARMY que acompanha tudo, já deve ter visto esses momentos; mas você conhece com detalhes alguns dos hobbies do RM? Leia também: 5 momentos que provam que o Jin do BTS não está pronto para fazer 30 anos Para conhecê-lo ainda melhor, confira 4 das atividades relaxantes que o artista costuma fazer quando não está com sua agenda lotada: Visitar museus RM é um amante da arte e gosta de visitar museus, e no Twitter há vários posts do cantor em diversa exposições ao redor do mundo, como na Itália, em Nova Iorque, no Canadá e na Coreia também, é claro. Durante o filme Break The Silence em que o grupo fala sobre suas vidas, medos e experiências, RM confessa que ir a museus e fazer outras atividades o ajuda a passar pelos momentos difíceis que é ser um artista. Sendo assim, sua admiração por arte mostra-se não só como um hobbie, mas também como algo especial para ele. (Reprodução / Twitter) Leia também - Um ano de BE: relembre o álbum do BTS que emocionou os fãs durante o pico da pandemia de COVID-19 Ler A leitura é um hábito que faz parte da vida do cantor e ele às vezes até recomenda suas leituras aos fãs. Durante o In The Soop reality em que o grupo passa alguns dias de férias longe da cidade grande, ele sempre era visto lendo em algum canto da casa. Uma curiosidade é que algumas músicas e álbuns do grupo já foram inspirados em livros que ele leu. O livro Demian do autor Hermann Hesse, por exemplo, foi fonte de inspiração durante a produção do segundo álbum de estúdio, Wings. Resultando em algumas referências ao livro no MV de Blood, Sweat & Tears e nos short films promocionais do álbum em 2016. Andar de bicicleta Como não possui carteira de motorista, Namjoon se desloca de bicicleta para vários lugares e isso é motivo de brincadeira entre os membros. O cantor já afirmou que vai para o trabalho de bicicleta e passeia pela cidade sempre que pode. Como sempre, esses momentos também são compartilhados nas redes sociais. Em 2021 ele lançou um single chamado "Bicycle", onde fala sobre o amor pelo hobbie e diz no refrão "se você está triste, vamos andar de bicicleta". (Reprodução / Twitter) Leia também - "Euphoria": Saiba mais sobre o solo de Jungkook do BTS, do lançamento ao recorde no Spotify Compor RM já compôs um número expressivo de músicas para o grupo. Ele faz lives contando aos ARMY, como é seu processo de escrita. Seu estúdio, onde passa horas compondo e produzindo, já é bem conhecido pelos que acompanham o cantor. Na edição do Innovator Awards 2020 da revista WSJ Magazine, compartilhando sobre o processo de composição de cada membro, ele contou “leva muito tempo pra mim, então dói de corpo e alma quando tenho que descartar uma”. (Reprodução / Twitter) Se identificou com algum dos hobbies dele? Conta para o Café com Kimchi qual atividade você gosta de fazer em momentos de lazer!

  • BLACKSWAN x RaNia: Entenda as controvérsias do girlgroup de K-pop com integrantes estrangeiras

    Com uma ideia inovadora, o intuito era entrar no mercado ocidental, e os planos pareciam estar indo bem — até os problemas começarem (Reprodução/ DR Music) Você, provavelmente, já ouviu sobre do grupo feminino RaNia (também conhecido como BP RaNia), que há alguns anos ganhou atenção por estrear a primeira idol negra, Alex Reid, no final de 2015. O girlgroup estreou em 2011 e desde então enfrentou uma série de infortúnios ao longo de sua trajetória, até o momento em que foi renomeado BLACKSWAN. Sobre o label da DR Music, a ideia do RaNia era inovadora para época, um grupo globalizado que visava expandir o k-pop para o mundo. Os planos tinham tudo para dar certo, até que a execução foi rodeada de imprevistos. Para entender o contexto em que se deu essa “renomeação” que levou ao BLACKSWAN, que conhecemos atualmente, o Café traz uma linha do tempo para exemplificar a história do grupo. Confira após a publicidade: Leia Mais: RIKA: Após impressionar em audição para a HYBE, cantora brilha em carreira independente Pré-debut (2010-2011) O grupo foi originalmente programado para estrear em meados de 2010. A formação original consistia em Saem (mais tarde conhecida como Yina), Joy, Jooyi, Sarah, Riko, Di, T-ae e Xia. RaNia (라니아) é abreviação de ‘Regeneration Idol of Asia’. A estreia do grupo foi adiada no início de janeiro. Logo no início, Sarah decidiu deixar o grupo, substituída por Yijo. Estreia e mudanças (2011) RaNia fez sua estreia em 6 de abril de 2011 com o single Teddy Riley, The First Expansion In Asia com uma formação de oito membros composta por Saem, Joy, Jooyi, Yijo, Riko, Di, T-ae e Xia. Porém, Yijo não participou das promoções, mais tarde foi revelado que ela teve problemas com seu visto. Ela deixou o grupo logo depois. O grupo lançou Dr. Feel Good no M Countdown. No entanto, o MV causou polêmica na Coreia, pelo conceito sexy, que não provocou uma boa impressão, mesmo que na época o conceito estivesse no auge. Em 17 de novembro de 2011, RaNia lançou seu primeiro mini-álbum Time to Rock da Show, com Pop Pop Pop sendo faixa-título. Just Go e EUA (2012-2013) Em 12 de setembro de 2012, aconteceu o lançamento do single Style, produzido por Yang Hyun Suk da YG Entertainment. Sendo a primeira vez que ele produziu um single para um artista que não faz parte da YG. Em outubro de 2012, foi anunciado que RaNia faria sua estreia nos EUA, após assinar contratos exclusivos com a Empire Records. Elas deveriam visitar os EUA no início de novembro para suas primeiras promoções. Em março de 2013, o grupo retornou com o mini-album Just Go. O álbum foi produzido pela equipe KNS, que produziu músicas para artistas americanos como Lady Gaga, Britney Spears e 50 Cent. No mesmo dia, a DR Music anunciou que Riko faria uma pausa temporária nas promoções para se concentrar em seus estudos. Posteriormente, ela deixou o grupo em 2014. Leia também: Music Shows: estrangeiros que já se apresentaram nos programas musicais coreanos Demonstrate / Chegada de Alex (2015) Em 30 de outubro de 2015, o grupo anunciou que faria seu primeiro retorno em dois anos com um novo álbum intitulado Demonstrate. Em 3 de novembro, foi revelado que Saem e Jooyi haviam deixado o grupo e Seulji e Hyemi se juntariam com novos membros. No dia seguinte, a DR Music anunciou a adição de Alex (Alexandra), a primeira idol afro-americana a estrear em um grupo coreano. (BP RaNia/ DR Music) BP RaNia, saída de Yina e saída de Alex (2016–2017) Em 27 de outubro de 2016, a DR Music anunciou que o RaNia estaria passando por mudanças na formação. Além dos membros originais, trainees seriam selecionadas para se juntar ao grupo. Em 23 de dezembro de 2016, uma imagem teaser com as silhuetas de sete membros foi lançada, com quatro novos membros para se juntar ao grupo. A ex-membro Saem, voltou ao grupo sob o novo nome artístico Yina, no dia 27. No mesmo dia, um teaser foi lançado do mini-álbum intitulado Start A Fire. No dia seguinte, a DR Music anunciou que o grupo havia mudado seu nome para BP (Black Pearl) RaNia. Durante as promoções de sua faixa b-side Make Me Ah, a agência anunciou que Alex faria um hiato temporário após receber uma oferta de atuação de uma produtora bem estabelecida, alegaram que ajudaria á alavancar o grupo. A agência assegurou aos fãs que Alex ainda era membro e voltaria às agendas do grupo assim que ela retornasse à Coreia. Em 8 de junho de 2017, Yina anunciou em seu Instagram que estava deixando o grupo, novamente, para se concentrar em sua carreira de atriz. Em 19 de agosto, DR Music anunciou que Alex não era mais um membro e que o grupo continuaria a promover com cinco integrantes. A formação muda outra vez (2018) Em 30 de maio de 2018, a DR Music anunciou a saída de Yumin do grupo. Também foi anunciado que RaNia estava se preparando para um retorno em junho. Mais tarde naquele mesmo dia, Namfon foi apresentada como membro do grupo. Blackswan (2020) Em 26 de junho de 2020, a integrante Hyemi anunciou através de seu SNS que por ser a única integrante que restou do grupo, seria estranho lançar um álbum sob o nome RaNia. Devido a isso, o grupo começaria de novo sob o nome e que em breve lançariam um novo álbum. O plano para este novo grupo era, finalmente, entrar no mercado ocidental. Como resultado, o grupo RaNia se separou oficialmente em junho de 2020, com a integrante Hyeme anunciando via Instagram que o grupo seria renomeado como BLACKSWAN com dois novos membros, uma sendo a segunda idol negra a estrear na indústria do K-Pop, e a outra idol brasileira Leia. Fatou Samba é originalmente do Senegal e estava trabalhando como modelo na Cineline Entertainment antes de se juntar à programação do BLACKSWAN e preencher o papel de rapper principal e dançarina principal. O anúncio de sua adição ao grupo mais uma vez despertou bastante intriga, com isso tivemos o álbum completo de “debut” Goodbye RANIA. O nome mudou e a polêmica ficou (2021) Em 30 de setembro de 2021, foi anunciado que o grupo lançaria seu primeiro álbum "Close to Me" em 14 de outubro. Em 12 de novembro, um tweet, vindo de uma fan-base da Leia, afirmou que a cantora estava sendo intimidada pela colega Fatou. A informação era supostamente de um parente. Dois dias depois, em 14 de novembro, Fatou refutou as alegações e afirmou que Leia não era a vítima. Membros coreanas deixam o grupo (2022) Em 26 de maio de 2022, a DR Music anunciou Gabi, com Sriya, como as novas membros do BLACKSWAN. Recentemente, no dia 31 de julho, a agência anunciou oficialmente que Youngheun e Judy deixaram o grupo. Sendo assim, atualmente, a formação não conta com nenhum membro coreano. O que você acha dessa história? Conta pra gente, através das redes sociais do Café.

  • Orbits x BBC: Por que os fãs estão boicotando o comeback do LOONA?

    Grupo da Blockberry Creative estava com comeback marcado para a primeira semana de 2023, mas o boicote adiou o lançamento (Reprodução / Blockberry Creative) Já faz um tempo que os fãs do girlgroup LOONA, administrado pela Blockberry Creative (subsidiária da Polaris Ent.), estão insatisfeitos com a gravadora. Essa insatisfação foi intensificada no último mês por conta de atitudes da produtora — em especial pelo tratamento dispensado às artistas —, o que culminou em um boicote da parte dos fãs. Nessa semana, o boicote deu frutos e o comeback do grupo com o álbum The Origin Album [0], marcado para dia 3 de janeiro, foi adiado por tempo indeterminado. Leia também: Fim do V LIVE: Para onde vão os conteúdos do aplicativo a partir de 2023? LOONA debutou em 2018 com 12 integrantes — HeeJin, HyunJin, HaSeul, YeoJin, ViVi, Kim Lip, JinSoul, Choerry, Yves, Go Won, Chuu e Olivia Hye — e, desde então, passou por vários problemas envolvendo sua agência. Por conta do descaso, que não foi pouco, os fãs iniciaram um plano de boicote à empresa, tencionando que as integrantes se livrassem dos contratos abusivos da BBC. Algumas das ações tomadas pelos Orbits (fãs do LOONA) foram não comprar álbuns físicos ou digitais, não consumir conteúdos pagos e não dar streaming nas músicas do girlgroup. Se você ainda está perdido no que levou os Orbits — e as próprias cantoras — a apoiarem o boicote, fizemos uma pequena linha do tempo, baseada em um tweet do Orbits Brasil (@OrbitsBrasil), para ajudar. Confira após a publicidade. Setembro de 2021: Crise financeira Em setembro de 2021, a Blockberry Creative foi parar nos holofotes da mídia coreana porque a crise financeira interna da empresa havia atingido níveis preocupantes, e isso acendeu uma espécie de “luz vermelha” sobre as atividades do grupo. A dívida da BBC estava acima dos milhões de wons, impossibilitando pagamentos de colaboradores terceirizados, contas básicas e o salário de funcionários. A falta de pagamento por tanto tempo forçou vários trabalhadores, como maquiadores e cabeleireiros, a interromperem seus serviços. Março de 2022: Processo da Chuu contra BBC Um portal de notícias coreano divulgou em março que a Chuu havia aberto um processo contra a BBC para encerrar o contrato de exclusividade que mantinha com a empresa. A artista estaria insatisfeita com a divisão financeira que estava acontecendo; no contrato, estava acordado uma divisão de lucros em 7 por 3 - a empresa ficava com 70% e a artista com 30%, mas as despesas eram divididas em 50/50. Nessa situação, as dívidas do grupo apenas crescia, enquanto as membros não viam lucro algum. No caso da Chuu — conhecida por ser a representante de várias campanhas e marcas —, ela também não recebia o montante referente aos trabalhos realizados "por fora" do LOONA. Leia também: Sucesso rápido e futuro incerto: Relembre os 4 grupos temporários de K-Pop formados no Produce 101 Apesar disso, Chuu aceitou assinar um anexo ao contrato que redividia os lucros entre as partes. Todas as promoções feitas em grupo seriam repartidas entre a empresa e as artistas, enquanto todos os trabalhos individuais teriam o valor integral destinado à própria. Além da resolução financeira, Chuu conseguiu com o anexo maior autonomia em sua carreira, podendo decidir em quais ações ela participaria com o grupo (o que em tese impediria um novo episódio "Queendoom 2", reality em que a artista disse não querer ter participado, mas foi obrigada pela BBC para promover com o restante do grupo). Junho de 2022: Turnê Mundial sem a Chuu (Reprodução / Blockberry Creative) No final de maio, a empresa anunciou a primeira turnê mundial do grupo depois de 4 anos de debut. Os fãs estavam ansiosos para ver todas as 12 integrantes pessoalmente, mas, nas vésperas da abertura de venda dos ingressos (literalmente 30 minutos antes), a Blockberry Creative publicou uma nota anunciando que a Chuu não participaria da turnê por conta de compromissos da agenda particular da artista. Leia também: MIRAE: Ingressos, preços e tudo o que você precisa saber sobre a turnê do grupo de K-pop no Brasil Agosto e setembro de 2022: Descaso durante a tour Quando as datas da turnê foram divulgadas, os fãs perceberam que havia algo errado com a agenda do grupo. Os shows estavam marcados com datas muito próximas umas das outras e com pouquíssimo tempo de descanso entre as apresentações. Durante os shows na América, as membros praticamente não tiveram descanso, e só foram parar antes da ida para a Europa, quando tiveram 7 dias de folga. Além dos shows regulares da turnê, LOONA também se apresentou no KCON LA. Leia mais: Não perca as esperanças: Grandes shows de K-pop que já aconteceram na América do Sul O excesso de trabalho começou a cobrar seu preço, e aí as coisas pioraram. No dia 11 de agosto, em Chicago, Kim Lip não participou de um Meet & Greet por questões de saúde. Alguns dias depois, na Cidade do México, Yeojin desmaiou no meio do show, ao que a empresa respondeu ser por conta da diferença de altitude da cidade. Antes de irem para a Europa, a BBC anunciou que duas integrantes não participariam dos shows no continente europeu, sendo elas a Choerry e Haseul. Além desses casos, a Yves também teve que se ausentar de eventos em Amsterdã por conta de problemas de saúde. Novembro de 2022: Expulsão da Chuu por “abuso de poder” e boatos de mais processos dentro da BBC (Reprodução / @OrbitsBrasil via Twitter) No dia 25 de novembro, a Blockberry Creative anunciou no fan cafe do grupo que a Chuu estava sendo expulsa do LOONA por “abuso de poder e linguagem violenta” contra um staff. Na nota publicada, a BBC disse o seguinte: Depois de ser recentemente informado sobre a linguagem violenta de Chuu e o uso indevido de poder em relação à nossa equipe, a verdade foi encontrada após investigação. Os representantes da agência estão se desculpando e confortando a equipe, e decidimos assumir a responsabilidade por isso e remover Chuu do LOONA.” Três dias depois, a artista se pronunciou sobre a expulsão do grupo nos stories da sua conta particular do Instagram (@chuuo3o). No seu depoimento, Chuu disse que ainda estava tentando digerir os últimos acontecimentos e que não tinha sido avisada de nenhuma decisão da empresa até tudo ser noticiado. Vários artistas, críticos e pessoas que já trabalharam com o LOONA prestaram apoio à Chuu nas redes sociais, por conta das declarações absurdas da gravadora. No mesmo dia da declaração da Chuu, começaram boatos de que outras nove integrantes teriam entrado com processos contra a empresa para encerrarem seus contratos. Um fã mandou mensagem no FAB — aplicativo de interação entre artista e fã — dizendo que gostaria que as meninas ficassem livres da BBC, ao que a Hyunjin respondeu “eu também”. Dezembro de 2022: Anúncio de comeback e boicote (Reprodução / Blockberry Creative) No início do mês, foi confirmado pela BBC que o LOONA faria o seu próximo lançamento no dia 3 de janeiro de 2023; o primeiro com apenas 11 integrantes. Nesse ponto, os Orbits já estavam extremamente decepcionados com a administração do grupo e a forma como as artistas estavam sendo tratadas pela empresa. Por isso, foi criado o plano de boicote ao comeback e ao próprio grupo. Assim que o álbum The Origin Album [0] foi anunciado, várias fanbases reforçaram o boicote em todas as redes sociais, pedindo para as lojinhas brasileiras aderirem e não disponibilizarem o álbum para venda. Além disso, os fãs pararam de dar streaming em toda a discografia do LOONA como forma de protesto, mostrando para a empresa que, enquanto as membros forem tratadas com descaso, ela não teriam retorno nenhum. Alguns dias depois vieram os primeiros sinais de que o boicote estava dando frutos: em 20h de pré-venda, apenas 93 álbuns foram vendidos. A queda é expressiva se comparada às vendas do álbum anterior: 5 mil cópias no mesmo período. Mas o resultado mais drástico do boicote em massa foi o adiamento do comeback por tempo indeterminado, considerado uma vitória para a cauda dos Orbits. Leia também: Fãs de K-Pop e de futebol podem ter mais em comum do que parece; entenda as similaridades! Com essa linha do tempo de erros da Blockberry Creative na administração do LOONA fica fácil entender o motivo do boicote e porque os fãs estão tão engajados em “livrar” as artistas do selo da gravadora, não acha? Mas e você, também está apoiando o boicote?

  • Rainha do K-pop: Conheça a carreira da solista veterana BoA

    Ativa na indústria há 22 anos e a inspiração de muitos idols, a cantora é uma das figuras mais bem-sucedidas do cenário do K-pop (Reprodução / SM Entertainment) Ela fez aniversário de mais de 10 anos de carreira, a canção Only One está presente em todo SMTown e as apresentações em premiações de fim de ano são confirmadas sempre. BoA não é somente uma solista — ela é, provavelmente, a maior solista do K-pop, inspirando idols até os dias atuais e mantendo sua imagem e legado intactos. Tendo feito comeback recentemente com Forgive Me, a carreira da BoA continua num caminho exponencial até o estrelato, e ela já se firmou como uma das lendas da indústria. Mas quem é BoA e como ela se tornou esse fenômeno que conhecemos hoje? O Café com Kimchi trouxe uma matéria especial para você relembrar a trajetória da solista! Confira após a publicidade: Início da carreira e além da Coreia (Reprodução / SM Entertainment) Kwon BoA iniciou sua carreira sem intenções de ter uma. Seu irmão, que fez audição para a SM Entertainment, uma empresa Big3, para se tornar um dançarino, a levou junto com ele. Os jurados das audições viram BoA e perceberam potencial nela, pedindo que ela se apresentasse. Apesar de nervosa, ela tentou e conseguiu um contrato na mesma noite. Os pais estavam preocupados em deixar a menina de 11 anos se afastar da escola para construir uma carreira, mas eventualmente cederam. Assim, BoA começou seu treinamento na empresa: dois anos repletos de aulas de canto, dança, inglês e japonês. Ela debutou em 2000 aos 13 anos com ID; Peace B, uma canção hip-hop que evoca o ritmo da época. O álbum foi bem recebido pelo público, mas o grande sucesso viria um ano depois, com seu debut no Japão. BoA se tornou a primeira artista sul-coreana a conseguir um nº 1 nas paradas musicais japonesas. Com esse sucesso comercial, a SM Entertainment resolveu focar grande parte de sua carreira, ainda no início, naquela área. A solista significou o avanço da cultura coreana no Japão, um feito especialmente extraordinário tendo em vista que bloqueios em relação à importação e exportação de produtos culturais entre os países — algo parecido com o banimento da onda Hallyu na China — estavam em voga, mapeando o cenário pós Segunda Guerra Mundial. BoA conseguiu ultrapassar esse obstáculo aos 14 anos com o álbum Valenti, que vendeu mais de 1,3 milhão de cópias. Mudança na imagem e entrada nos Estados Unidos (Reprodução / Divulgação) Os álbuns My Name, de 2004, e Girls on Top, de 2005, viraram a chave de sua carreira: “Eu sou eu, ninguém pode tomar meu lugar / Não sou de deixar as coisas passarem tão fácil / Eu quero que minha imagem seja forte.” A canção-título do último álbum foi diferente das anteriores, trazendo um conceito mais agressivo, confiante e até sensual para a solista, agora aos 19 anos com já 5 anos de carreira. A estreia nos EUA chegou em 2008 com o single Eat You Up, ainda na veia de Girls on Top, após BoA iniciar com a subsidiária estadunidense da SM Entertainment. Ela chegou a lançar um álbum e uma coletânea sob a subsidiária, mas dada a falta de sucesso e a dificuldade em fazer sua carreira americana ganhar tração, BoA retornou ao Japão em 2010 para lançar seu sétimo álbum japonês. Meu objetivo não é ser a mais famosa. Números são importantes, mas eu realmente quero aprender mais sobre a indústria musical dos Estados Unidos, e eu quero trabalhar com produtores de alto nível e bons coreógrafos. Ainda tenho muito a estudar para encontrar inspirações [aqui].” BoA, 2009, em entrevista ao The Japan Times Produções próprias e impacto na indústria (Reprodução / SM Entertainment) Para comemorar os 15 anos de carreira em 2015, BoA lançou Kiss My Lips, o primeiro álbum inteiramente produzido e escrito por ela, trabalhando junto com os produtores Stereotypes. O concerto BoA Special Live 2015: Nowness foi realizado no Japão e na Coreia do Sul, e a solista foi a primeira cantora feminina a realizar um show solo no Sejeong Center for the Performing Arts. Ela se tornou jurada da segunda temporada do Produce 101 masculino em 2017, parte da bancada do The Voice Korea em 2020, e jurada do reality de dança da Mnet, Street Woman Fighter. Durante todo esse tempo, ela seguiu lançando músicas e saindo em turnês, além de trabalhar internamente na SM Entertainment como diretora criativa e auxiliar novos trainees com assuntos relacionados à saúde mental. Com uma carreira de 22 anos, BoA segue deixando sua marca no mundo do K-pop. Apesar de às vezes sair como desconhecida para ouvintes novatos e casuais, seu impacto na indústria não deve ser subestimado. Com entradas nas paradas musicais do Japão, China e Estados Unidos, além de ter sido uma completa revolução dentro da própria Coreia do Sul, é fácil dizer que BoA abriu portas para inúmeros solistas, grupos e artistas femininas traçarem suas carreiras. Agora BoA é homenageada por idols que, no início, a tinham como inspiração. Ações da SM Entertainment, como a remasterização de MVs antigos, inserção da artista em novas produções, e o projeto Our Beloved BoA, são maneiras que a empresa encontra de seguir honrando a solista que não mostra intenções de parar por aqui, visto a participação no super-grupo GOT the Beat e seu recente comeback, Forgive Me. BoA sempre será a best of Asia, não importa quanto tempo passe, e existem inúmeras razões para tal. Eu acho que quero ser conhecida como alguém que é simplesmente boa no que faz, seja canto, dança, ou performance. Ainda há tanta coisa que eu quero fazer, que eu quero alcançar. Eu tenho muita paixão pelo que eu faço, e espero que, no futuro da minha carreira, as pessoas continuem a me ver como alguém que elas sempre esperam coisas novas.” BoA, 2020, em entrevista a Forbes Idols que já citaram BoA como inspiração Taeyeon, Sunny, Tiffany, Hyoyeon, Seohyun (Girls' Generation) Key (SHINee) Sehun (EXO) Irene (Red Velvet) Tsuki (Billlie) Chungha (ex-I.O.I, solista) Karina e Winter (aespa)

  • K-pop em dezembro de 2022: De RM a NewJeans, fique por dentro do calendário de lançamentos do mês

    Retorno do RM do BTS, dos veteranos do SHINWHA e lançamentos de natal são alguns dos destaques; confira lista ao fim da matéria (Divulgação / HYBE Ent. / SM Ent. ) Além de abrigar as maiores premiações do ano, o mês de novembro também presenteou os fãs de K-pop com lançamentos imperdíveis. Teve single japonês virando hit com as meninas do STAYC, o retorno da franquia The ReVe Festival com o comeback do Red Velvet, show do Jay B (GOT7) no Brasil e ainda o novo álbum do CHEN (EXO), Last Scene. Qual foi seu lançamento favorito? Dezembro já começa com o retorno de grandes nomes da indústria, como o RM (BTS), que lançou seu álbum solo INDIGO na primeira semana (02/12), e o THE BOYZ, que divulgou um single especial e super emocionante intitulado All About You (06/12). Os lançamentos tradicionais com a temática de Natal também integram o calendário do mês. Confira a agenda completa do K-pop em dezembro ao fim da matéria e alguns destaques abaixo. RM - Indigo (02/12) O novo álbum do líder do BTS abre a lista de trabalhos do mês com dez faixas inéditas que consagram a carreira do RM como solista. Destacam-se na tracklist as parcerias variadas, que aparecem em oito músicas, como, por exemplo, Still Life com o músico Anderson .Paak, e Hectic com o Colde. A faixa-título é Wild Flower, que conta com a participação de youjeen. Confira o videoclipe abaixo. Leia Mais - Kim Namjoon: conheça alguns dos hobbies do líder do BTS SHINHWA WDJ - Flash (06/12) Agora, um presente para os fãs das primeiras gerações do K-pop. Os veteranos (e lendas) do SHINHWA — grupo que debutou em 1998 — estreiam em dezembro a sua primeira unit: WDJ. Composto e nomeado com as iniciais dos membros Lee Min Woo, Jun Jin e Kim Dong Wan, o trio debuta com o mini álbum intitulado 'Como To Life', que tem cinco faixas. Uma delas, Tomorrow, já havia sido divulgada em novembro como um pré-single. A música título é Flash, confira o MV abaixo. Leia Mais: A esperança é a última que morre no K-pop: Comebacks inesperados que aconteceram em 2022 MINHO - CHASE (06/12) Aguardado por milhares de Shawols, o álbum de debut solo do MINHO também chega em dezembro. O integrante do SHINee faz sua estreia com o mini álbum CHASE, que contém seis faixas. O lançamento do EP digital foi em 6 de dezembro, mas o álbum na versão física e o videoclipe da faixa-título — também chamada CHASE — só devem ficar disponíveis em 12 de dezembro. Veja o trailer da produção abaixo. Leia Mais: 14 anos de SHINee: Relembre os maiores sucessos do grupo NCT DREAM - Candy (19/12) Ninguém está mais preparado para o Natal do que os meninos do NCT Dream! Honrando a tradição de lançamentos natalinos do K-pop, o grupo irá lançar um mini álbum especial intitulado Candy. A divulgação das faixas só acontece em 19 de dezembro, mas a faixa-título já ganhou uma prévia e um challenge — aquelas dancinhas que a gente ama e fazem muito sucesso. Confira abaixo o trecho liberado para os fãs treinarem os passos de dança. Leia Mais: Natal 2021: Veja os lançamentos que grupos como BugAboo, Purple Kiss e Twice prepararam para os fãs Lista completa de Lançamentos de K-pop em dezembro: XEED (debut) - Dream Land (01/12) RM (BTS) - Indigo (02/12) NiziU - Blue Moon (02/12) Yein (Lovelyz) - Bus (02/12) TAN - Beautiful (OST) (03/12) The Boyz - All About You (06/12) MINHO - Chase (06/12) WEi - Gift For You (álbum de Natal) (13/12) SUPER JUNIOR - Celebrate (15/12) NCT Dream - Candy (19/12) NewJeans - Ditto (19/12)

  • Enemies to lovers: doramas com protagonistas que se odeiam no início

    Até lindos casais como os de Touch Your Heart, Suspicious Partner e Mad for Each Other já se odiaram um dia. (Divulgação/Kakao TV) Mesmo que você goste de doramas leves e saudáveis, uma coisa é certa: casais que se apaixonam rápido demais, por vezes, são entediantes para alguns públicos. Pode-se dizer que é um bom desafio ver dois personagens, que não se suportam no iniciam, fazerem com que o público acompanhe ambos abaixarem as barreiras para construir um relacionamento. Enemies to lovers é um tipo de romance atrativo, no meio dos K-Drama não é diferente. Por isso, o Café com Kimchi separou 10 doramas com protagonistas que começam odiando um ao outro. Touch Your Heart (2019) Touch Your Heart chamou atenção por apresentar como protagonistas Lee Dong Wook — protagonista do dorama Bad and Crazy — e Oh In Na, que esbanjaram química quando trabalharam juntos pela primeira vez como casal secundário em Goblin. No drama de 2019, Jin Shim (Oh In Na) é um atriz famosa que viu sua carreira ladeirar após um escândalo. Algum tempo depois, ela recebe a oportunidade de retornar aos holofotes, caso consiga um papel como secretária. Dedicada a personagem, a atriz decide trabalhar temporariamente no escritório de advocacia de Kwon Jung Rok (Lee Dong Wook) para ganhar experiência. É fácil adivinhar que o advogado não ficou nenhum pouco feliz em ter alguém com complexo de estrela em seu escritório sério e rigoroso. A comédia romântica pode ser assistida na Netflix e no VIKI. Suspicious Partner (2017) Com 40 episódios, Suspicious Partner é uma comédia romântica que foi ao ar em 2017. Nesta drama, Eun Bong Hee (Nam Ji Hyun) é uma estudante de Direito, forte e determinada que cruza o caminho de Noh Ji Wook (Ji Chang Wook), um temido promotor, que largou o cargo para trabalhar escritório de advocacia. O primeiro encontro dos protagonistas acontece quando Bong Hee causa Ji Wook injustamente no metrô e os dois discutem. A dupla tem outros encontros caóticos, até que Bong Hee começa a estagiar no escritório de Ji Wook. Mas a história do drama não gira em torno da simples convivência de estágio. O personagem de Chang Wook se torna responsável pelo caso da estagiária quando ela é acusada de assassinar o ex-namorado. That Winter, the Wind Blows (2013) Para quem prefere um K-Drama mais maduro e não tem problemas em se emocionar, a produção de 2013 é a certa. That Winter, the Wind Blows tem como casal principal Oh Young (Song Hye Kyo, atriz de Now, We are Breaking Up) e Oh Soo (Jo In Sung), os dois são totalmente o oposto um do outro, mas tem algo em comum: não acreditam no amor. Oh Soo é um órfão e Oh Young é uma herdeira. Ela não confia nele, e com razão, o homem a vê como uma oportunidade para ganhar dinheiro fácil. Ele é confundido com o irmão morto da herdeira, que também se chamava Oh Soo, e levado para a mansão da família. Parece absurdo, mas o verdadeiro filho dos Oh, não tinha contato com nada relacionado ao pai desde os oito anos. Com a confusão, Soo decide manter a mentira e assumir a identidade do irmão morto de Young, com o objetivo de conseguir dinheiro para quitar sua dívida. Mas colocar seu plano em prática não será tarefa fácil quando terá que enfrentar a força da herdeira. O drama está disponível no Viki. Leia também: Além de Nevertheless na Netflix: Confira 5 doramas feitos para o público adulto It's Okay to Not Be Okay (2020) Uma das melhores produções de 2020, It's Okay to Not Be Okay fez uma grande sucesso na sua estreia na Netflix. Na trama, Goo Moon Young (Seo Ye Ji) é uma escritora de livros infantis antissocial, enquanto Moon Gang Tae (Kim Soo Hyun) é um enfermeiro da ala psiquiátrica. Os dois tem um começo, pelo menos que se recordam, trágico. Além disso, a personalidade de Moon Young não ajuda Gang Tae a ter uma boa primeira impressão. Mas o tempo os transforma no típico casal que quando um ainda está no enemies, o outro já está no lovers. Moon Young adquire uma obsessão por Gang Tae, enquanto ele faz de tudo para afastá-la. Essa relação de gato e rato dos dois garante cenas divertidas para o público, principalmente, porque Moon Young não é alguém que desiste fácil. Ao mesmo tempo, o casal embarca em uma jornada para superarem seus traumas. The King 2 Hearts (2012) Casamento arranjado é comum em um enemie to lovers. O plot e traz uma Coréia do Sul diferente, em que o país é governado por uma monarquia. O príncipe Lee Jae Ha (Lee Seung Gi) não tem interesse em se tornar Rei e vive como um típico playboy. Do outro lado, Kim Hang Ah (Ha Ji Won) é a filha de um general norte-coreano e instrutora de Forças Especiais do seu país. A obra que completa 10 anos em 2022, em determinado momento cruza os caminhos dos protagonistas ao serem inscritos no Concurso Mundial de Oficiais para representar o Sul e o Norte. Durante a sessão de treinamento, os dois se envolvem em uma série de desentendimentos. Mas quando pensam que se livraram da presença um do outro com o fim do torneio, o destino tem outros planos. Mad for Each Other (2021) Na produção da Kakao TV de 2021, Lee Min Kyung (Oh Yeon Seo) e No Whi Oh (Jung Woo) tem passados dolorosos e atravessam um caminho de superação enquanto se apaixonam, mas antes terão muitos conflitos. Logo no primeiro encontro os dois se desentendem por Min Kyung acreditar que Whi Oh estava a perseguindo na rua. Para completar, os dois descobrem que são vizinhos e frequentam a mesma psiquiatra. Vale destacar que o K-Drama ressalta a importância da saúda mental, pelos protagonistas frequentarem um psiquiatra para superar seus traumas e mesmo com o namoro, mostram que o amor não pode curar tudo. Mad for Each Other está disponível na Netflix. So I Married an Anti-fan (2021) So I Married an Anti-fan é um romance, com adaptações para quadrinhos e um filme chinês. No K-Drama de 2021, Lee Geun Young (Choi Soo Young, membro do Girls Generation) é uma repórter que vê sua carreira e nome entrarem em declínio depois de um incidente caótico com uma celebridade e se torna o assunto mais comentado. O idol em questão é Hoo Joon (Choi Tae Joon), que não mostra a melhor das personalidades quando encontra a mulher. Sem emprego e perseguida pelas fãs de Hoo Joon, Geun Young resolve fazer um protesto em frente a casa do famoso. A situação faz com os dois sejam convidados para um reality show chamado "Então eu me casei com uma anti-fã", onde passam a conviver como casados. O K-Drama de 16 episódios está disponível no catalogo do VIKI. Leia também: Lançamento de doramas em novembro de 2021: Confira o calendário de estreias na Netflix e Viki You’re Beautiful (2009) Para quem é novo no dramaland, You’re beautiful é um clássico que vale a pena colocar na lista. Trazendo um elenco muito conhecido, a trama se concentra em uma proposta inusitada, que torna o dorama divertido de acompanhar. Mi Nyu (Park Shin Hye) é uma jovem freira que um dia recebe uma oferta incomum, assumir a identidade de seu irmão gêmeo enquanto ele precisa viajar por algum tempo devido a uma cirurgia plástica mal sucedida. O jovem em questão é Go Mi Nam, membro da famosa boyband A.N.Jell. Ao aceitar a proposta, Min Nyu terá que enganar e se adaptar aos outros três membros da banda, entre eles Hwang Tae Kyung (Jang Geun Suk), com quem logo de cara tem várias desavenças. Se tem algo que Tae Kyung parece determinado é em infernizar Min Nyu, acreditando que é Mi Nam, por não aceitá-lo no grupo. As atitudes do vocalista não ajudam a jovem a ter uma boa impressão dele, o que gera incansáveis brigas entre os dois. It's Okay, That's Love (2014) Se amor à primeira vista existe, será que ódio também? Isso aconteceu entre o famoso romancista e DJ de rádio Jang Jae Yeol (Jo In Sung) e a psiquiatra Ji Hae Soo (Gong Hyo Jin) quando participavam de um talk show. Os dois instantaneamente se irritam um com o outro quando Hae Soo discorda da maneira que a psicopatologia do personagem do livro de Jae Yeol foi retratado. A rivalidade entre eles só aumenta ao longo do programa após não conseguirem concordar em nenhum tema. Mas quando os protagonistas pensam que aquele seria o único encontro desagradável entre eles, o destino tinha uma surpresa. Depois de ser acusado de plágio injustamente, Jae Yeol precisa sumir dos holofotes por um tempo e vai morar justamente no mesmo apartamento que Hae Soo. It's Okay, That's Love é a opção ideal para aqueles que preferem um dorama mais adulto. Princess Hours (2006) Em uma Coreia governada pela monarquia, o príncipe herdeiro Lee Shin (Ju Ji Hoon) precisa melhorar a imagem pública da Família Real, enquanto se prepara para uma possível sucessão ao trono após o Rei adoecer. Para isso, Shin precisa se casar com uma pessoa comum, Shin Chae Kyung (Yoon Eun Hye), ambos frequentam a mesma escola de artes e conhecem um ao outro por uma briga no corredor do colégio. A convivência do casal não será fácil pelas personalidades opostas e péssimo começo que tiveram. Para piorar, Shin é apaixonado por Min Hyo Rin (Song Ji Hyo) e não deseja qualquer aproximação com Chae Kyung, ao mesmo tempo que o príncipe Lee Yul (Kim Jeong Hoon), primo de Shin, regressa da Inglaterra e se apaixona pela nova princesa da família. Para aqueles que se interessam por doramas de casamento arranjado e Família Real, Princess Hours e The King 2 Hearts formam um combo forte. Qual seu dorama enemies to lovers favorito? Conta para a gente em nosso Instagram e Twitter.

  • MAVERICK: THE BOYZ luta pela sobrevivência em Music Video e surpreende com b-sides promissoras

    Sobrevivência e determinação para traçar o próprio caminho marcam o 2º comeback coreano do boygroup em 2021. (Divulgação/Cre.ker) O THE BOYZ abre os comebacks do mês de novembro, com MAVERICK, seu 3º Single Album. Lançado nesta segunda-feira (1), trouxe apenas três músicas, mas bem distintas uma das outras, que podem alcançar os diferentes gostos de seu público. No novo álbum, Sangyeon, Jacob, Younghoon, Hyunjae, Juyeon, Kevin, New, Q, Haknyeon, Sunwoo e Eric misturam o hip-hop já conhecido entre alguns boygroups na faixa-título e b-sides de forte potencial. THE BOYZ é conhecido por canções alegres e Music Videos de cores vibrantes, mas há algum tempo tons mais escuros tem feito parte da paleta de cores. É claro, que o grupo não esquece totalmente suas origens, e em agosto, trouxe THRILL RIDE, um hip-hop contagiante para o verão. O grupo resgatou o gênero para seu novo comeback, porém o visual está totalmente o oposto, o MV colorido cedeu espaço a uma aura misteriosa, que preencheu o conceito de MAVERICK. MAVERICK é apresentada como um hip-hop com ritmo envolvente, além de ter vocais harmônicos, característicos do The Boyz. Mas a escolha de refrão não mostrou nada distinto, tanto na discografia do grupo, quanto em comparação a outros boygroups, com uma sonoridade que lembra, por vezes, fórmulas já usadas. Em compensação, as combinações de vocais de New, Hyunjae e Sangyeon, assim como a high note do líder, sem dúvidas, são os pontos altos da canção. Sobre o MV, o THE BOYZ não decepcionou na produção, e trouxe os 11 membros encarcerados e usando um colar escrito MVR abreviação de MAVERICK. Em uma luta pela sobrevivência, os integrantes aparecem em várias disputas para ser o último de pé. O clima repleto de suspense atiçou a curiosidades dos Deobis - fãs do grupo - para teorias. Mas muito além da busca pela sobrevivência na história, a letra carrega a mensagem de determinação para seguir seu próprio caminho e encontrar algo distinto dentro de si. "Quando estão todos tentando ser iguais / Eu existo como sou" Leia também: "Dimension: Dilemma": Enhypen vai do EDM ao rock em novo álbum e entrega seu melhor Porém, para aqueles que não ficaram satisfeitos com o single, não é hora de desanimar. O THE BOYZ trouxe duas b-sides que seguem caminhos opostos da title. A segunda música do álbum, Hypnotized, combina elementos de R&B, com foco em explorar os vocais do grupo, junto com um instrumental bem marcante e diferenciado. Na letra, há uma atmosfera sonhadora, a pessoa executa ações inconscientemente e não consegue fugir, como se estivesse hipnotizado. A terceira e última faixa, Russian Roulette, faz uma mistura gêneros musicais de forma dinâmica e mostra um toque enigmático. A letra aposta em formas de correr riscos enquanto se arrisca. Uma mensagem que combina perfeitamente com a dinâmica de produção da canção, já que a combinação de gêneros, tal como foi apresentada, é arriscada, mas foi uma aposta certa feita pelo grupo. Leia também: Lançamentos de K-pop em novembro de 2021: Confira o calendário de todos os comebacks do mês O Single Album marca o segundo comeback do grupo em 2021. Mas em termos de elementos de hip-hop em suas canções, talvez não tenha conseguido superar seus antecessores. MAVERICK de fato combina como title, pela perspectiva de ter um refrão forte e, consequentemente, potencial para ser lembrada. Por outro lado, é difícil dizer que é a melhor entre as três opções. Hypnotized e Russian Roulette são bons exemplos de quando b-sides superam a faixa-título.

  • Studio Choom: 8 idols escolhidos para o Artist Of The Month em 2021

    Projeto do Studio Choom conta com um represente por mês; veja os idols que realizaram performances pelo AOTM em 2021 (Divulgação/Studio Choom) Desde seu lançamento em janeiro de 2019, o Studio Choom se tornou um dos canais no YouTube essenciais para os fãs de K-Pop, que anseiam pela participação de seus grupos e solistas favoritos. Individualmente, o Artist of the Month (Artista do Mês) divulga a cada mês um artista para realizar uma apresentação de dança, usufruindo de tudo que o Studio tem de melhor para uma grande performance. O projeto teve início em outubro de 2020, com Lee Chaeyeon, ainda como membro do IZ*ONE, ao som de 16 Shots de Stefflon Don. Ao todo 11 artistas - oito em 2021 - passaram pelo Artista do Mês, com vídeos cada vez mais chamativos e performáticos. Porém, depois do lançamento de janeiro do ano passado, o AOTM só voltou em março. Após isso, ficou dois meses estagnado novamente, até retornar em junho e, a partir disso, ter um representante a cada mês, initerruptamente. Leia também: Além de Kep1er: cinco grupos de kpop que foram formados em realities Entre os convidados do último ano, os grupos que compõem a quarta geração do K-Pop ocuparam sete dos oito meses disponibilizados. Além disso, apenas três mulheres receberam o convite: Yeji, Chaeryeong e Ryujin, conhecidas por formarem a forte dance line do ITZY. Por outro lado, em relação aos homens não houveram repetições de membros do mesmo grupo. Confira as performances lançadas pelo AOTM: 8. U-KNOW (TVXQ) - 854 mil visualizações O ano foi aberto por Yunho, também conhecido por seu nome artístico U-Know, como o representante de janeiro. Os covers de my strange addicition de Billie Eilish e Vice de John Splithoff acompanharam as promoções do comeback solo do veterano na indústria. 7. Yeji (ITZY) - 32,1 milhões visualizações Em março, Yeji se tornou a primeira idol da quarta geração no AOTM. A membro do ITZY transformou o seu lançamento em um sucesso e se tornou o grande nome do projeto, sendo a única com mais de 30 milhões de visualizações até o momento. Com River de Bishop Briggs, Yeji mostra o que todos esperam dela: a combinação ideal dança e presença de palco. 6. Wooyoung (ATEEZ) - 12,4 milhões visualizações Dois meses depois, Wooyoung marcou o retorno do Artist of The Month do período de inatividade. Bad de Christopher foi escolhido como cover de junho, tornando o membro do ATEEZ o primeiro artista masculino da quarta geração a ser convidado. 5. Yeonjun (TOMORROW X TOGETHER) - 12,1 milhões visualizações O TOMORROW BY TOGETHER, também conhecido como TXT, não poderia faltar e Yeonjun foi escolhido para julho. Watermelon Sugar, sucesso de Harry Styles, e BLOW de Ed Sheeran, fizeram o idol se juntar a Yunho como os únicos a apresentarem duas músicas. O AOTM de Yeonjun se destaca pela produção, combinando a construção de uma narrativa breve com suas habilidades de dança. Leia também: “Minisode1: Blue Hour”: TXT mostra crescimento musical e oferece esperança em meio a solidão 4. Chaeryeong (ITZY) - 11,9 milhões visualizações Em agosto, o ITZY recebeu novamente espaço para uma de suas integrantes, quando Chaeryeong realizou a apresentação de Cry for Me de Camila Cabello. A dançarina principal do girlgroup alcançou as expectativas de carregar a posição no grupo, ao dominar o cenário do estúdio, mesmo quando está sem as back dancers. 3. Juyeon (THE BOYZ) - 5,8 milhões visualizações Setembro foi a vez de Juyeon do THE BOYZ apresentar you should see me in a crown de Billie Eilish. O membro do grupo vencedor do Road to Kingdom, reality show da Mnet, tem recebido visibilidade pelo talento com a dança e grandes performances. 2. Hyunjin (STRAY KIDZ) - 17,1 milhões visualizações Outubro foi dominado por Hyunjin e sua performance poderosa de Motley Crew, canção do Post Malone. Assim como Yeji, ele mostra números expressivos em relação a metas. O membro do Stray Kids tem o segundo AOTM mais visto, ficando atrás apenas da companheira de agência. 1. Ryujin (ITZY) - 13,2 milhões visualizações Novembro encerrou os covers do ano no canal com Therefore I Am de Billie Eilish executado por Ryujin. Apesar de ter sido o último lançamento de 2021, o sucesso é evidente ao analisar o quão rápido a membro do ITZY alcançou certas metas. Por exemplo, em apenas cinco dias chegou a 1 milhão de curtidas e 14 dias bateu a marca de 10 milhões de reproduções. Qual é o seu Artist Of The Month favorito? Conta pra gente em nosso Twitter e Instagram.

  • Halloween: Confira as 8 melhores dance practices para aproveitar o dia 31

    Os grupos de K-POP não deixam o Halloween passar despercebido e sempre surpreendem os fãs com uma dance practice especial. (Reprodução/HYBE, WM, CUBE e JYP) No K-POP, as dance practices temáticas são quase uma tradição, principalmente, quando se trata do Halloween. De BTS a ITZY, não importa o tempo de carreira, a maioria dos grupos já se apresentaram, ao menos uma vez, fantasiados. O mês de outubro carrega altas expectativas para a divulgação dos vídeos especiais para entreter seu público. Um ponto positivo para os fãs, que esperam ansiosamente para ver as escolhas de customização de seus idols. Com o Dia das Bruxas chegando, o Café com Kimchi separou os oito melhores vídeos de dança para você aproveitar a data maratonando e dançando com seu artista favorito. Dolphin - OH MY GIRL No último ano, a música escolhida para o Halloween do Oh My Girl foi a b-side Dolphin, grande sucesso do grupo em 2020. Apesar de ser um vídeo especial para o dia 31, o novo visual não impediu as integrantes executarem a apresentação de forma carismática. Ainda aproveitaram para deixar a seriedade de lado e dar um toque divertido, enquanto revezavam em performar e brincar umas com as outras. Será que o Oh My Girl tem algo preparado para esse ano também? Thunderous - Stray Kids O Stray Kids resolveu adiantar um pouco o Halloween e em setembro deste ano lançou uma vídeo especial para Thunderous, com os oito membros vestidos de vampiros. O Stray Kids é um dos grupos que não perdem a oportunidade de fazer vídeos especiais com fantasias. Quem sabe o boygroup não tenha mais uma surpresa para os próximos dias. Not Shy - ITZY O ITZY também não ficou de fora da comemoração e no ano passado decidiu lançar o seu vídeo mais cedo. O quinteto inspirou-se em vilões do universo da Disney para a versão especial de Not Shy. A escolha de representar figuras fortes combinou com a música poderosa do girlgroup. Mas é claro, um pouco da personalidade das integrantes não poderia ficar de fora, trazendo um clima descontraído para a sala de prática. Com certeza, o fandom deve estar torcendo para LOCO seguir pelo mesmo caminho. Regular - NCT 127 O Halloween de 2018 foi a última vez que o NCT 127 teve uma dance practice desse tipo. Em fantasias bem diversificadas, que vão de Monalisa até Tigrão, os membros apresentaram Regular, com um toque que chega a ser cômico, ao incorporarem seus personagens enquanto dançam. Em seu recente comeback, Favorite (Vampire), os integrantes aparecem como vampiros. Talvez as NCTzens tenham grandes expectativas para o Dia das Bruxas. Leiam também: Festa de Halloween da SM: relembre dez fantasias icônicas do evento Put It Straight (Nightmare Ver) - (G)-IDLE Em 2019, o (G)-IDLE acertou na produção do seu vídeo especial. O girlgroup incorporou bem o espírito da celebração e entregou muitos elementos de terror, apostando em personagens conhecidos como Coringa, Múmia e Freira. A sala de prática da CUBE se transformou, brevemente, em um cenário de filme de terror para Put It Straight (Nightmare Ver). O (G)-IDLE não poderia ter escolhido uma música melhor para a ocasião. MMM - TREASURE O TREASURE fez a sua estreia em 2020, com 3 lançamentos em 1 ano, a música escolhida para apresentação de Halloween foi MMM. No vídeo, os 12 membros aparecem vestidos de diferentes personagens. O que torna mais divertido é a dificuldade de alguns integrantes em executarem os passos por conta das roupas. O boygroup está sem comeback desde My Treasure, em janeiro de 2021. Será que as fãs podem apostar em um vídeo especial de Halloween esse ano? BOCA - Dreamcatcher Falou em Halloween, não pode faltar Dreamcatcher. A marca do girlgroup são Music Videos com conceitos inclinados para o terror e suspense, e por isso, não poderia ficar de fora desta lista. No último ano, os fãs foram surpreendidos com o dance video de BOCA na versão zumbi. Nele, as integrantes aparecem vestidas com roupas tradicionais coreanas, assim como seus dançarinos zumbis. Seria uma referência ao famoso K-Drama Kingdom? Leia também: Especial Halloween: veja 10 MVs com a temática do Dia das Bruxas para entrar no clima GO GO - BTS Um dos grupos que tradicionalmente utilizavam seu espaço na sala de prática para o Dia das Bruxas era o BTS. O Bangtan Bomb, vídeos curtos publicados no canal do grupo, era acompanhado do especial de Halloween. A última vez que os Armys presenciaram esse momento foi em 2017, com GO GO, quando os seis membros apareceram vestidos de anões da Branca de Neve e V se fantasiou de princesa. Os fãs devem estar com saudades desses momentos. Leiam também: Halloween 2021: Quer terror? Veja 4 filmes sul-coreanos que podem te assustar ainda hoje Depois dessa lista, você está pronto para ter uma ótima maratona de Halloween. Compartilhe com o Café com Kimchi qual é a sua dance practice favorita.

  • “Minisode1: Blue Hour”: TXT mostra crescimento musical e oferece esperança em meio a solidão

    Há um ano o TXT retornava com seu terceiro EP, com os desafios da COVID-19, buscou confortar os fãs por meio da música. (Divulgação/HYBE) Há um ano, o TOMORROW X TOGETHER, mais conhecido como TXT, lançava o seu terceiro EP intitulado de minisode1: Blue Hour. O álbum marcou a nova era do boygroup composto pelos integrantes: Soobin, Yeonjun, Beomgyu, Taehyun e HueningKai, como o primeiro após o fim da trilogia The Dream Chapter, apresentada desde o debut. O quinteto explorou histórias do cotidiano, com intuito de se tornar um refúgio para as pessoas durante situações difíceis. A lista de conquistas do minisode1 é extensa. Colecionando #1 em diferentes categorias no Hanteo, Gaon, Oricon e Billboard, o TXT novamente mostrou que não pretende decair, quebrou os próprios recordes e estipulou novos na quarta geração do K-pop. Se consagrou como o grupo masculino da geração que mais vendeu na primeira semana da Hanteo (300 mil cópias) em 2020 e a maior estreia de um grupo da 4º geração na Gaon (415 mil cópias). Em outubro, as promoções da nova fase iniciaram. Junto com o single Blue Hour, a faixa We Lost the Summer esteve presente nos Music Shows, com o lançamento do MV em novembro. As promoções do single se estenderam até 11 de novembro no Show Champion e cederam espaço para um breve divulgação da b-side. Confortando os fãs por meio da música Muito além dos feitos numéricos, os Moas - fandom do TXT - podem se orgulhar da qualidade e a representação do minisode1: Blue Hour. O disco soube abordar a solidão em diferentes ocasiões da vida, seja em lugares familiares ou na amizade. A pandemia da COVID-19, impactou severamente o mundo e exigiu diversas mudanças. O quinteto acertou ao separar uma música justamente para falar sobre o isolamento social. O diálogo é ainda mais imersivo por se tratar de uma narrativa a partir de suas perspectivas como jovens, servindo como uma fonte de exemplo aos seus fãs. O conceito focou em refletir esse estado que o mundo atravessava. Para os teasers, foi preciso selecionar pontos chaves, como “casa” e “virtual”, devido às limitações da quarentena. Pensando nisso, as fotos para a divulgação, divididas “R”, “VR” e “AR”, enfatizaram as barreiras, mas ainda assim, comprovaram que seria possível passar bons momentos e interagir com os amigos. O crescimento musical ficou evidente, o grupo arriscou mais e apostou na mistura de diferentes gêneros, muitos deles, estreantes na discografia. Além disso, os integrantes mostraram a confiança que possuem da empresa, estando presentes na composição de três das cinco faixas. Uma surpresa é a participação da cantora e compositora britânica Charli XCX entre os escritores da música We Lost The Summer. (Reprodução/HYBE) A faixa de abertura, Ghosting, é uma balada rock-indie dos anos 80. A música combina vocais harmônicos com um refrão vintage e nostálgico. “Ghosthing” deriva da palavra inglês “ghost” que significa “fantasma”, é um forma comum de denominar o encerramento de uma relação sem explicações na era digital. A letra aborda o assunto que passa despercebido na vida de muitos adolescentes, a perda de contato com um amigo que simplesmente some. Ele desaparece como um fantasma, deixando para trás uma pessoa que anseia por uma mensagem que nunca chega. Consequentemente, o vazio e a angústia também o transformam em um fantasma na sua própria realidade. Ele tenta lidar com o fim do relacionamento, ao mesmo tempo em que ainda tem esperanças de retorno. A faixa título do álbum, Blue Hour, também conhecida como 5시 53분의 하늘에서 발견한 너와 나, é a primeira disco do grupo. A música traz vocais suaves, som alegre e contagiante. O horário, 5:53 PM, no nome em coreano é uma referência ao pôr do sol que acontece na cidade de Seul em outubro. O grupo utiliza a metáfora dessa visão para explorar sentimentos conflitantes de estranheza e isolamento, mesmo em ambientes familiares. A música passa uma mensagem reconfortante, enfatizando que apesar da solidão nestes tempos, ainda há esperança de se sentir da mesma maneira que as outras pessoas. A letra representa o anseio de escapar para um mundo imaginário e congelar o tempo para não retornar as dificuldades do real. O Music Video tem cores vibrantes e cenários fantasiosos de um universo mágico, que marcam essa fuga da realidade. Mas a aventura do quinteto desaparece com o pôr do sol. A faixa seguinte chamou atenção por falar do assunto de preocupação mundial, a COVID-19. Em We Lost The Summer, o boygroup buscou trazer um pouco de conforto aos seus fãs, evidenciando que não estão sozinhos neste cenário difícil. A partir da narrativa de um adolescente, a letra enfatiza as mudanças causadas pela pandemia. Além de resgatar sentimentos de saudades com pessoas que não podem se ver devido ao isolamento social. O TXT também apostou em sua influência, enquanto figura pública, para incentivar a importância dos protocolos de segurança. Elementos do novo normal durante a pandemia, como máscaras, espera pela vacina e isolamento social aparecem na letra da música. Os cuidados também são ilustrados no Music Vídeo, onde os membros aparecem separados, cada um em suas residências, depois do decreto de quarentena. Para se conectarem, os cinco jovens fazem chamadas de vídeo e adaptam suas vidas para atividades caseiras. Entre as cinco faixas, Wishlist substitui o vazio pela vontade de presentear uma pessoa especial. Mas a tentativa se torna um grande desafio, quando o presenteado não revela o que deseja. A letra retrata as dificuldades em escolher um presente de aniversário e as diferentes tentativas de encontrar o ideal. O conflito faz o menino passar noites em claro e implorar por uma lista de desejos do aniversariante. A música combina elementos empolgantes de pop-rock. A última faixa do álbum Way Home é uma Future R&B, em que o quinteto apresenta a solidão e saudades no caminho de volta para casa ao fim das aulas. A letra narra um menino perdido em meio a recordações e incertezas. Mas apesar do conflito, a mensagem transmitida pela música é que independentemente de tudo, ele ainda poderá estar junto ao amigo da sua memória, enquanto se lembrarem um do outro. Leia também: ‘+ALPHA+’ é a materialização do poder de CL Leia também: 5 anos de WINGS: o disco que definiu a carreira de BTS Lidando com os conflitos amplificados pelo período pandêmico, o minisode1: Blue Hour oferece conforto e esperança. Realça que os jovens não estão sozinhos com esse turbilhão de sentimentos. Mantendo a abordagem característica do quinteto, o minisode1 cumpriu o prometido e se destaca na discografia pela carga de significados que o acompanha. O boygroup compartilhou com êxito um EP que dialoga com o seu contexto. Inclusive, como dito pelos próprios membros, essas são histórias que apenas eles poderiam contar. Percebe-se que o TXT vem para mostrar que a quarta geração está em boas mãos.

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