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  • O que esperar dos shows do BTS no Brasil: setlist, músicas surpresas e os detalhes da turnê ARIRANG

    Após sete anos de espera, o grupo retorna ao Brasil para três apresentações em São Paulo, saiba todos os detalhes do que esperar desse reencontro histórico Por Bianca Damas (Divulgação / Big Hit) O BTS está prestes a desembarcar no Brasil com a turnê mundial ARIRANG, marcando a aguardada reunião dos sete membros em solo brasileiro nos dias 28, 30 e 31 de outubro de 2026. A poucos dias das apresentações, a expectativa entre os fãs é gigante para os shows no Estádio do Morumbis, cujos ingressos para todas as datas se esgotaram em menos de uma hora durante as vendas pela Ticketmaster. Para ajudar quem garantiu presença no estádio, e também quem vai acompanhar a transmissão ao vivo pelo nos cinemas, o Café com Kimchi separou os principais destaques da apresentação, a setlist e o que aguardar de cada uma das apresentações do BTS no Brasil. Leia também: Está chegando a hora! Show do BTS da "Arirang World Tour" será transmitido nos cinemas do Brasil A setlist: o repertório e a dinâmica da turnê Com cerca de duas horas de duração, a construção da setlist nessa nova fase do grupo aposta no dinamismo e na conexão direta com o público, alternando performances intensas com momentos de pausa e interação. A estrutura da setlist traz quase todas as faixas do álbum ARIRANG, ficando de fora apenas One More Night e No. 29. Para completar a setlist, o grupo combina novos arranjos e remixes exclusivos de clássicos da carreira. - Hooligan - Aliens - Run BTS -They Don’t Know ’Bout Us - Like Animals - Fake Love - Swim - Merry Go Round - 2.0 - Normal - Not Today - Mic Drop - FYA - Fire - Body to Body - IDOL - Come Over - Butter - Dynamite - Música Surpresa 1 - Música Surpresa 2 - Please - Into The Sun (Divulgação / Big Hit) Leia também: BTS no Brasil: Como se preparar para um dos shows mais esperados do ano Músicas surpresas: as apostas e os maiores pedidos do ARMY brasileiro Com o espaço reservado para duas faixas surpresas no encore, a expectativa em torno do repertório para os shows de São Paulo é enorme. Entre os palpites mais fortes da fanbase, se destacam Airplane pt.2 e BTS Cypher PT.3: Killer, duas músicas que têm uma conexão direta com o país por mencionarem o Brasil e a cidade de São Paulo em suas letras. Por outro lado, o público brasileiro também tem se mobilizado para pedir grandes sucessos como Outro: Wings e So What. Interação e surpresas no palco (Divulgação / Big Hit) Ao longo das paradas da turnê, O grupo tem adaptado pequenos detalhes das apresentações ao país em que se apresenta. É comum que os integrantes subam ao palco vestindo camisas da seleção do país ou peças com referências à cultura local nos blocos finais do show. A expectativa para essa passagem pelo país ganha um destaque especial por conta do calendário, a última apresentação em São Paulo acontece exatamente no dia 31 de outubro, noite de Halloween. A coincidência faz com que o público já aguarde figurinos ou interações temáticas no palco para fechar a data. Com datas esgotadas em poucas horas e uma estrutura planejada para maximizar a proximidade com a plateia, a turnê chega a São Paulo para atender a anos de expectativa. A combinação de faixas inéditas, clássicos de ritmo acelerado e surpresas em cada noite consolida o dinamismo dessa fase, entregando uma produção de alto nível para marcar o retorno aos estádios. Leia também: BTS, Stray Kids e todos os shows de K-pop confirmados no Brasil em 2026

  • SM fora da SM? Conheça o A2O LITE, girlgroup de Lee Soo-man criado com os alicerces do legado da Big 3

    Grupo faz parte da A2O Entertainment, ambicioso projeto do produtor para lançar atos inéditos no K-pop; saiba mais! (A2O Entertainment/Reprodução) Três anos após deixar a SM Entertainment e vender suas ações da empresa à HYBE, Lee Soo-man retornou à indústria do K-pop. E além da fundação de sua nova empresa, a A2O Entertainment, o produtor iniciou em 2026 seu próximo projeto ambicioso: o debut dos grupos A2O LITE e A2O SOUL, sua mais nova geração de idols. Pórem, apenas mencionar as estreias é subestimar o impacto da novidade. Focando no A2O LITE, o girlgroup de nove integrantes (soa familiar?) estreou nos dias 12 e 13 de outubro com o single NEON, que rapidamente chamou a atenção dos públicos coreano e internacional. A faixa subiu nas paradas musicais da Coreia do Sul, com direito a all-kill, e deixou todo mundo curioso sobre as influências de Lee Soo-man para elas. E a resposta para isso? Soo-man basicamente utilizou da "fórmula" criada por ele mesmo que transformou a SM numa das maiores potências da história do K-pop. Conheça mais sobre o A2O LITE no texto abaixo: O que é a A2O Entertainment e quando Lee Soo-man a fundou? Tudo começou em 2023, quando Lee Soo-man oficialmente saiu da SM após uma disputa judicial complexa que envolvia a gestão e reestruturação da empresa na época. Com o fim do processo, o produtor vendeu suas ações da organização para a HYBE, que inicialmente desejava adquirir a SM Entertainment. No fim das contas a HYBE desistiu do projeto, e Soo-man já havia assinado um acordo que demarcava um período de três anos em que não pudesse interferir (fosse lançando projetos ou gerenciando artistas) na indústria do entretenimento sul-coreano. Nisso, em 2024, Lee Soo-man fundou a empresa A2O Entertainment para que pudesse voltar ao mercado fonográfico, mas em outro território: na China. Dessa forma, naquele mesmo ano surgiu o grupo feminino A2O MAY, composto por cinco integrantes e que ainda está ativo no país. Agora, em 2026, Lee Soo-man retornou aos seus projetos focados no mercado do K-pop a partir do A2O LITE, e sua contraparte masculina, o A2O SOUL. O showcase dos grupos aconteceu no dia 12 de outubro, intitulado WELCOME TO SOULITE From A2O SOUL A2O LITE, e no dia seguinte os singles de debut entraram nas plataformas digitais do mundo todo. Os grupos da A2O Entertainment possuem uma lore de "universos compartilhados" Como estamos falando de Lee Soo-man, não poderia faltar uma narrativa que fizesse parte de um grupo tão cheio de exepctativas. Durante o showcase dos artistas, o produtor introduziu o universo ficcional ACE, abreviatura de A2O Cosmic Epic, e o A2O LITE conta com uma "cor única" para cada integrante representando suas emoções e personalidades; e quando as cores se unem, "algo novo pode ser formado". Na prática, isso dá espaço para as membros do A2O LITE participarem de múltiplos projetos e colaborações menores dentro do grupo. Por enquanto, nenhuma unit do girlgroup foi anunciada, mas para quem criou o NCT e seus grupos distintos, o céu é o limite. O A2O LITE e suas integrantes Como mencionado antes, o A2O LITE possui nove integrantes, apresentadas oficialmente na semana de estreia do grupo. No início de 2026, A A2O Entertainment anunciou a abertura de audições globais para jovens cantores, com foco na adição de membros tanto para o girlgroup quanto para o A2O SOUL. Dessa forma, o line-up oficial de membros do A2O LITE no debut foi: Young (2008) - sul-coreana Himeki (2009) - japonesa Vora (2010) - sul-coreana Xili (2010) - chinesa Rada (2011) - tailandesa Merci (2011) - chinesa Ayune (2013) - sul-coreana OA (2013) - japonesa-americana Aijing (2013) - chinesa (A2O Entertainment/Reprodução) No MV de NEON, Xili e Aijing são as integrantes que realizam o break do início da coreografia, e OA é quem aparece cantando na música após as duas. Inclusive, para efeito de curiosidade: OA viralizou muito nas redes sociais durante o debut por conta de sua similaridade com Jessica, solista e integrante original do Girls' Generation. E falando no SNSD, a Sunny está na A2O Entertainment: a membro do Girls' Generation assinou um contrato de exclusividade com a empresa em abril de 2025 para atuar como produtora e mentora dos trainees da marca de Lee Soo-man. Por que NEON do A2O LITE soa tão "familiar"? Digamos que Lee Soo-man usou da própria influência que deixou na SM Entertainment para moldar o A2O LITE. O debut das meninas, elogiado na internet pela sonoridade parecida com os grupos das 2ª e 3ª gerações do K-pop, traz um ar de verossimilhança aos K-poppers que acompanharam os auges do Girls' Generation, do f(x) e do Super Junior, por exemplo. A faixa dance-pop NEON foi produzida por figuras veteranas e emblemáticas para o som identitário da SM: a dupla Dem Jointz, que está por trás de múltiplos comebacks da empresa, e o produtor Yoo Young Jin, que passou a integrar a A2O Entertainment ao lado de Soo-man. Por isso não é à toa que NEON lembra muito o passado da SM Entertainment: quem produziu para EXO, NCT, S.E.S., BoA, SHINee e mais, também está produzindo para o A2O. E para completar a composição, coreografia e estrutura musical tradicional da canção, Lee Soo-man compartilhou no showcase do grupo informações sobre a tecnologia utilizada no debut. Segundo ele, o sistema de gravação 4DGS (4D Gaussian Splatting), desenvolvido em parceria com a Samsung e usado no MV de NEON, permitiu que as cenas filmadas fossem digitalizadas em três dimensões. Isso significa que o público não ficaria preso aos ângulos fixos de um MV gravado de forma tradicional, pois a tecnologia nova cria uma experiência tridimensional onde é possível "navegar" pelo cenário e assistir à performance de múltiplos pontos de vista. Essa diversidade de câmeras simultâneas transforma o mv em um ambiente virtual dinâmico, dando uma liberdade muito maior para a edição do diretor e para a imersão da pessoa que vê o resultado final. O 4DGS é a evolução direta de uma tecnologia de congelamento de câmeras em 360º que Lee Soo-man havia testado e aperfeiçoado anos atrás, quando ainda era da SM Entertainment. Ainda é impossível imaginar o sucesso que o A2O LITE pode conquistar, mas NEON já é um sucesso dos charts coreanos em 2026 e Lee Soo-man está no caminho de reconquistar o público do K-pop. Se ele fez uma vez, poderá fazer de novo: sua expertise na construção de um império como a SM Entertainment agora estará em outro lugar.

  • Tudo o que você precisa saber sobre “The Scandal”, o K-drama com Ji Chang-wook e Nana

    Com direção renomada e trama envolvente, o projeto da Netflix promete ser um dos grandes destaques do ano Por Bianca Damas Divulgação / Netflix Lançada mundialmente pela Netflix em 18 de setembro de 2026, a série original sul-coreana The Scandal (Escândalo e Intriga) traz uma abordagem madura sobre dilemas pessoais e convenções sociais da época. Com direção de Jung Ji-woo, a produção de 8 episódios reúne um elenco de peso liderado por Son Ye-jin, Ji Chang-wook e Nana. A obra é baseada no romance francês do século XVIII As Ligações Perigosas de Pierre Choderlos de Laclos, história que já inspirou adaptações como o filme Segundas Intenções (1999) e o clássico cinema sul-coreano Untold Scandal (2003). Leia também: K-dramas de outubro: calendário de lançamentos nos streamings Qual é a história de "The Scandal"? Ambientada na era Joseon, a narrativa gira em torno de uma perigosa e tentadora aposta de sedução movida por jogos de poder e ambição. Lady Cho (Son Ye-jin) é uma mulher de charme, inteligência e habilidade política brilhantes, mas que se sente profundamente limitada e tem suas ambições podadas pelas restrições impostas às mulheres na época. Para se divertir ela propõe um desafio ao seu primo e antigo afeto, Cho Won (Ji Chang-wook). Cho Won é conhecido como o maior sedutor da época, um homem atraente e cínico que não acredita no amor, rejeita cargos públicos e a moral tradicional para viver apenas em busca de prazeres e intrigas. Para vencer a aposta de Lady Cho, ele aceita o desafio de quebrar a castidade de Ahn Hui-yeon (Nana), uma jovem e virtuosa viúva que jurou permanecer fiel à memória de seu falecido marido e vive reclusa praticando secretamente ensinamentos do catolicismo. No entanto, o que começa como uma fria e calculada aposta de manipulação se transforma em um conflito avassalador quando sentimentos reais e não planejados começam a vir à tona. Quem são os personagens? Divulgação / Netflix Lady Cho / Cho Yun (Son Ye-jin): Uma mulher elegante, fria e estrategista impecável. Impossibilitada de exercer o poder publicamente na era Joseon, ela usa sua inteligência para articular bastidores. A atriz revelou ter trabalhado cada detalhe da personagem para mostrar a dor de uma mulher de grande talento sufocada pelas barreiras do seu tempo. Divulgação / Netflix Cho Won (Ji Chang-wook): Nobre de grande prestígio que abriu mão da carreira pública para viver como o maior sedutor da época. Suas atitudes são guiadas por um sentimento complexo que mistura fascínio, afeto e um ressentimento acumulado do passado em relação a Lady Cho. Divulgação / Netflix Ahn Hui-yeon (Nana): Viúva reclusa que perdeu o noivo antes mesmo do casamento ser consumado. Crescida de forma tímida e desconfiada, sua rotina regrada é abalada pelo jogo de Cho Won, o que a força a passar por um intenso conflito interno e desperta, pela primeira vez, sua autonomia e desejos próprios. A trama ganha ainda mais camadas com Han Sun-hwa no papel de Bun-hui, uma ambiciosa comerciante de tabaco em busca de ascensão social, Kang Chan-Hee (SF9) como o jovem Kwon In-ho, Shin Yoon-Ha como So-ok, além de uma participação especial de Kim Soo-hyun interpretando o Rei Jeongjo. Leia também: De maquiadora a celebridade por mais de 14 anos: Conheça a carreira de Nana, atriz de Mask Girl O que muda na nova versão? De acordo com o diretor Jung Ji-woo na coletiva de imprensa oficial, o grande diferencial da série em relação ao filme de 2003 é a profundidade das relações. A nova versão expande significativamente o vínculo e a dinâmica entre Lady Cho e a viúva Hui-yeon, criando um eixo narrativo focado na redescoberta, na autonomia e nos desejos velados das mulheres diante da repressão da época. A produção também se destaca por sua riqueza estética e cultural. Os figurinos trazem peças exclusivas criadas pela estilista de hanbok moderno Tchai Kim, inspiradas em detalhes de minhwas tradicionais. Além disso, a trilha sonora e a estrutura narrativa do drama foram construídas em torno do Pansori (narrativa musical tradicional coreana), trazendo uma camada poética única para a história. Leia também: Remakes: conheça 4 doramas que inspiraram ou foram inspirados em outras obras

  • Ji Chang Wook é um sucesso nas telas e nos palcos, conheça a carreira do ator

    Saiba tudo sobre a trajetória profissional do astro dos K-dramas (Divulgação / Glorious Entertainment) Protagonista em diversos dramas icônicos, Ji Chang Wook é a estrela de dramas de sucesso. Sua carreira relevante mostra como ele tem sido muito versátil e bem preparado em seus papéis e se mostra muito talentoso em tudo que propõe, seja nas telas ou palcos, através de sua voz ou atuação. Leia também: Wi Hajoon já era relevante antes de estrelar "Round 6"; conheça a carreira do ator Chang Wook é um rosto muito memorável na dramaland, com grandes K-dramas e filmes entre seus feitos. Mas antes de se tornar um ator popular nas telas, ele passou pelos palcos em diversos musicais, carregado de talento tanto para atuar, quanto para cantar. Sua primeira peça foi Fire and Ice, em 2007, mas não demorou para que tivesse que se dedicar ao meio televisivo, já que a partir do ano seguinte, passou a estar também nas telas, com menos aparições no teatro. Com a agenda bem movimentada, em 2008, o ator protagonizou o longa-metragem Sleeping Beauty e a série You Stole My Heart, porém sempre com o coração aberto para voltar aos espetáculos. Mesmo dedicando mais de seu tempo aos dramas, o teatro nunca ficou totalmente de lado e continua sendo uma constância em sua vida profissional, embora participe com menos frequência. Gradativamente a carreira de Ji Chang Wook começou a deslanchar, e ele passou a receber mais destaque. Um ano após sua estreia em K-Dramas, fez seu primeiro papel principal em My Too Perfect Sons. Seu primeiro drama de sucesso foi lançado em 2010, Smile Again o levou a ser indicado como Melhor Ator, e receber o prêmio de Excellence Award no KBS Drama Awards. Para além das produções citadas, o ator também esteve em outras marcantes, como Healer, ao lado de Park Min Young e Yoo Ji Tae (La Casa de Papel: Coreia) e The K2, com Yoon Ah (Sorriso Real). Nesse meio tempo, Chang Wook também fez alguns filmes, entre eles Fabricated City, e o mais recente Hard Hit. Leia também: Além de "Sorriso Real", conheça mais 5 k-dramas com a Yoona do SNSD Mas seu talento não para por aí, por ter iniciado em musicais ele também demonstra saber cantar muito bem. Mas apesar de nunca ter lançado um álbum, como poderia fazer, Chang Wook já cantou diversas OSTs de K-Dramas que estrelou, como To The Butterfly de Empress Ki, e também a discografia de The Sound of Magic que conta com várias faixas em sua voz. Do teatro para os K-Dramas (Divulgação / SportsQ) Em 2017, o ator precisou pausar sua carreira para cumprir o serviço militar, e seu último projeto foi Suspicious Partner. Mesmo servindo ao exército, Chang Wook não deixou a oportunidade de retornar aos espetáculos passar batido, e, ao lado de ONEW (SHINee), Kim Min Ho e Go Eun Sung, ele participou do Shinheung Military Academy, musical militar. A peça foi muito aclamada pela audiência e passou por doze cidades coreanas durante sua turnê. Shinheung Military Academy é inspirado em musicais da Broadway como Hedwig - Amor, Rock e Traição e A Gentleman’s Guide to Love and Murder. Seu intuito é comemorar os 70 anos do Exército da Coreia do Sul e o centenário do Movimento Primeiro de Março, que representa a independência da Coreia do Império Japonês. Leia também: K-pop na Broadway: Musical foi motivado por "Parasita" e conta com idols da vida real no elenco Atualmente, seu foco está nas telas, embora vez ou outra retorne aos palcos. Seu último feito no teatro foi esse ano, de julho a setembro, reprisando The Days, peça que, pela terceira vez, está em cartaz entre os espetáculos coreanos, em comemoração de 10 anos de sua estreia. Junto a ele, na última edição da peça, estiveram Youngjae do GOT7, Yoo Joon Sang (Caçadores de Demônios), Kim Gun Woo (A Lição), Kim Ji Hyun (Thirty-nine e Hometown Cha Cha Cha) e Lee Jin Hee. The Days se trata de um tributo ao cantor Kim Kwang Seok e suas memoráveis músicas. E merecidamente, o musical foi muito bem aclamado pela crítica, recebeu dezenas de prêmios e acumulou um total de espectadores. Consequentemente, em 2013, Ji Chang Wook recebeu seu primeiro prêmio de Best New Actor na premiação The Musical Awards. Leia também: Quem é Park Chanwook, diretor de "Oldboy" e outros grandes sucessos do cinema sul-coreano? Novos projetos no radar Seu retorno pós-alistamento foi bastante movimentado e com agenda bem cheia, já marcando presença como protagonista em Melting Me Softly, ao lado de Won Jin Ah (Life e Hellbound), o web-drama Lovestruck in the City e o drama de fantasia e musical The Sound of Magic. Desde então Chang Wook não tem parado, e já tem projetos direcionados para 2024. Um dos projetos é o drama de época Queen Woo. Nele, o rei Gogukcheon falece, e sua morte se torna uma batalha pelo trono, em que exigem que um novo rei seja coroado em 24 horas. The Hooligans também está por vir, e será um K-Drama baseado em webtoon homônimo, nos gêneros aventura e ação, ambientado nos anos 70. O ator interpreta Hee Dong, e ao lado do seu tio Gwan Seok (Ryu Seung Ryong), viaja para o Ocidente para escapar e vender coisas falsificadas.

  • Tudo sobre o ator Lee Jun Young, protagonista do drama "Quatro Mãos, Duas Sonatas"

    Do início no K-pop aos dramas de sucesso, confira um guia completo sobre a vida, a carreira e o momento atual do ator Por Bianca Damas (Divulgação / MBC) A estreia do K-drama Quatro Mãos, Duas Sonatas colocou Lee Jun Young novamente no centro das atenções, com a produção liderando os rankings de popularidade na Coreia do Sul e o ator entre os nomes mais comentados da temporada ao lado de Song Kang. O sucesso do drama é marcante por acontecer enquanto o artista cumpre seu serviço militar obrigatório, tendo deixado o projeto gravado antes de se alistar. Esse destaque recente reflete o ritmo de uma carreira diversificada, construída desde a sua estreia no K-pop até os papéis de protagonismo nas telas e no streaming. O Café com Kimchi reuniu todos os detalhes sobre sua trajetória, a filmografia e a história por trás do artista! Leia também: "Quatro Mãos, Duas Sonatas" é um BL? Entenda o drama com Song Kang e Lee Jun Young Conheça a carreira de Lee Jun Young Do K-pop à primeira oportunidade na TV Nascido em 22 de janeiro de 1997, em Seul, Lee Jun Young cresceu ao lado de sua irmã mais nova. Seu nome de batismo foi escolhido por seu pai com o significado de "viver uma vida gloriosa e ser atencioso". O interesse pela arte começou na infância após assistir ao musical A Ballerina Who Loves a B-Boy, levando ele a atuar como dançarino de rua e back-up dancer sob a tutela da renomada coreógrafa Hong Young-joo. Aos 17 anos, em 2014, cantou Blue do BIGBANG em uma audição secreta e foi aprovado por unanimidade pelos membros do U-KISS, estreando no grupo sob o nome artístico Jun. Sua transição para a atuação nasceu de um choque de realidade nos bastidores, ao reparar que levava o dobro do tempo dos colegas para gravar um videoclipe por falta de naturalidade, ele se trancou na sala de ensaios para praticar monólogos e expressões no espelho. Após fazer testes a partir de 2015 e enfrentar o preconceito da indústria com idols atores, conquistou sua estreia na TV em Avengers Social Club. Sua atuação como o jovem articulador do grupo de vingança foi muito elogiada pela crítica, marcando o início de sua consolidação nas telas. O triunfo no The Unit e o nome definitivo No final de 2017, Lee Jun Young buscou uma nova oportunidade na música ao participar do programa de sobrevivência The Unit, da KBS. Mesmo enfrentando o reality com uma lesão no tornozelo, sua dedicação o levou ao 1º lugar na votação do público, se tornando o center do grupo temporário UNB, que esteve ativo até o início de 2019. Essa fase marcou sua evolução musical, transitando da posição de rapper no U-KISS para a de vocalista principal no UNB e protagonista de musicais. Com o encerramento do UNB e a transição gradual fora do U-KISS, o artista focou definitivamente na carreira de ator. Em 1º de novembro de 2019, antes de lançar seu primeiro projeto musical solo, oficializou Lee Jun Young como seu nome artístico definitivo em todas as áreas do entretenimento. Método de atuação e preparação técnica Sua preparação técnica para cada papel virou sua assinatura, para Avengers Social Club, aprendeu o sotaque de Gyeongsang do zero, e tirou habilitação em 2020 apenas para realizar cenas de direção sem dublês. Para interpretar um sociopata em Class of Lies, treinou comer com a mão esquerda para criar maneirismos para o personagem. Nos palcos, conquistou o prêmio de Melhor Ator Revelação no Korean Musical Awards por Swag Age: Shout Out, Joseon!. Em Amor com Fetiche, engordou cerca de 9 kg e estudou vídeos de Golden Retrievers a pedido da direção. Faixa preta em artes marciais (Taekwondo, Hapkido e Artes Marciais Especiais), treinou boxe e MMA na academia de Ma Dong-seok para dispensar dublês em cenas de ação. Em Quatro Mãos, Duas Sonatas, treinou exaustivamente para executar ao piano peças de Chopin, Rachmaninoff e Schubert sem o uso de dublês. Confira os projetos essenciais em sua filmografia Avengers Social Club (2017) Sua estreia marcante na televisão como Lee Soo-gyum, o jovem e articulador filho ilegítimo que se une a três mulheres de origens distintas para formar um clube de vingança, conquistando o público por sua atuação madura. Goodbye to Goodbye (2018) Interpretou Han Min-soo, um universitário lidando com dilemas e responsabilidades da paternidade precoce. Seu desempenho no drama de amadurecimento o rendeu o prêmio de Ator Revelação no MBC Drama Awards. (Divulgação / MBC) Class of Lies (2019) Deu vida a Yoo Beom-jin, um estudante prodígio de elite que esconde uma personalidade fria e sociopata por trás de uma fachada perfeita, sendo um dos papéis de maior destaque em sua transição para antagonistas complexos. Amor com Fetiche (2022) Protagonizou a comédia romântica da Netflix como Jung Ji-hoo, abordando preferências sexuais e BDSM com leveza, sensibilidade e carisma ao lado de Seohyun. Leia também: Amor Com Fetiche: Filme coreano na Netflix vai além das expectativas e diverte Weak Hero Class 2 (2025) Entrou para o elenco da aguardada sequência interpretando Geum Sung-je, papel no qual explorou sua bagagem em artes marciais para entregar sequências de ação e combate de alta intensidade. Reborn Rookie (2026) Deu vida a um jovem executivo que ganha uma segunda chance para reescrever sua trajetória profissional e pessoal, se destacando pela transição equilibrada entre o drama corporativo, a comédia e momentos de vulnerabilidade. Autonomia profissional e o serviço militar Em busca de maior controle sobre sua carreira, Lee Jun Young participou da fundação de sua própria agência de gerenciamento, a Jflex, em 2021. Após a fusão e expansão da empresa, a estrutura passou a se chamar BILLIONS, consolidando uma plataforma sólida para gerenciar não apenas seus trabalhos como ator, mas também seus projetos na música, nas artes visuais e em outras frentes do entretenimento. Em julho de 2026, iniciou seu alistamento no exército sul-coreano, garantindo que o público continuará acompanhando produções inéditas deixadas por ele enquanto aguarda seu retorno e os próximos capítulos de sua carreira. Leia também: Setembro coreano: Confira 8 filmes para assistir na Samsung TV Plus

  • 7 K-dramas com música nos enredos para quem amou "Quatro Mãos, Duas Sonatas"

    Se você acompanhou a história com Song Kang e Lee Jun-young, confira essas dicas disponíveis nos streamings (Netflix/Reprodução) O drama Quatro Mãos, Duas Sonatas terminou, mas com certeza ficará na lista dos títulos de destaque de 2026. A trama da Netflix, protagonizada por Song Kang e Lee Jun-young, encantou o público com o enredo de dois pianistas que crescem sob as pressões do mundo da música clássica, das rivalidades e da educação de elite. E o que podemos assistir a seguir? Há diversas produções sul-coreanas que abordam o mundo da música, ou a paixão por ela, nas suas histórias. Elas estão presentes na comédia, na aventura e até nas séries médicas; as opções são variadas! Leia também: Quem é Song Kang? Saiba tudo sobre o ator mais queridinho da Netflix O Café com Kimchi separou alguns títulos que trazem essa premissa, disponíveis nos catálogos dos streamings. Confira logo abaixo: K-dramas sobre o universo ou a paixão pela música para ver depois de Quatro Mãos, Duas Sonatas: Melancia Cintilante (VIKI) Em Melancia Cintilante, o jovem Ha Eun-yeol (Ryeoun) tem o sonho de se tornar um músico profissional, e além da rotina na escola, ele tem aulas às escondidas para melhorar suas habilidades artísticas. Sua vida toma um rumo inesperado quando seu segredo é revelado à família, e Eun-yeol é misteriosamente transportado para os anos 90. Lá, ele conhece seu pai numa versão muito mais jovem, que está em busca de um guitarrista para montar uma banda. Hospital Playlist (Netflix) Com duas temporadas e um spin-off, o dorama Hospital Playlist insere a música na vida de um grupo de médicos e amigos de longa data. Aqui, os cinco médicos inseparáveis Ik-jun (Jo Jung-suk), Jeong-won (Yoo Yeon-seok), Jun-wan (Jung Kyung-ho), Seok-hyeong (Kim Dae-myung) e Song-hwa (Jeon Mi-do) compartilham uma amizade profunda que começou no primeiro dia da faculdade. Agora, na casa dos 40 anos e trabalhando juntos no mesmo hospital, eles enfrentam a intensa rotina de salvar vidas e lidar com as alegrias e tragédias de seus pacientes. Assim, a válvula de escape para tudo isso ganha um ritmo especial quando eles decidem reviver a antiga banda que possuíam. Leia também: Além de "Resident Playbook", conheça mais 10 K-dramas imperdíveis com médicos Do You Like Brahms? (VIKI) Na trama de Do You Like Brahms?, a dedicada estudante Chae Song-ah (Park Eun-bin) enfrenta o último ano da prestigiada faculdade de música lutando para provar seu valor como violinista, já que começou a tocar bem mais tarde que os colegas. Enquanto isso, o seu caminho se cruza com o de Park Joon-young (Kim Min-jae), um pianista prodígio e mundialmente famoso que, apesar do sucesso, carrega um enorme vazio emocional e o peso das expectativas alheias. Unidos pela música clássica, eles começam a compartilhar suas inseguranças, frustrações e amores. Dream High (VIKI, KOCOWA) Trazendo o gostinho da nostalgia de eras passadas do K-pop, Dream High leva o espectador para os corredores da Escola de Arte Kirin. Lá, acompanhamos a jornada de seis estudantes: Go Hye-mi (Bae Suzy), Song Sam-dong (Kim Soo-hyun), Jin Guk (Ok Taecyeon), Yoon Baek-hee (Ham Eun-jung), Jason (Jang Woo-young) e Kim Pil-sook (IU). O núcleo passa por diversas situações envolvendo rivalidades, primeiros amores e inseguranças, e os personagens de origens completamente diferentes precisam superar os problemas para alcançar o sonho de se tornarem grandes artistas. Navillera (Netflix) Inspirado no webtoon homônimo, Navillera acompanha a trajetória de Sim Deok-chool (Park In-hwan), um carteiro aposentado de 70 anos que decide finalmente correr atrás do sonho de aprender balé. No estúdio, ele conhece Lee Chae-rok (Song Kang, que está em Quatro Mãos, Duas Sonatas), um jovem prodígio da dança que enfrenta crises financeiras e pensa em desistir de tudo. Quando o rapaz se torna o relutante professor de Deok-chool, eles formam uma amizade que transforma ambas as suas vidas. Aqui, a música se faz presente nos passos sobre os palcos. The Heavenly Idol (VIKI) A trama de The Heavenly Idol acompanha um poderoso sumo sacerdote (Kim Min-kyu) que é transportado para a Coreia moderna e acorda no corpo de Woo Yeon-woo, membro do grupo de K-pop fracassado Wild Animal. Perdido nesse universo, o protagonista recebe a ajuda de Kim Dal (Go Bo-gyeol), a maior fã do cantor, que se torna manager do boygroup. Juntos, eles enfrentam a indústria musical enquanto buscam um jeito dele finalmente retornar para casa. Idol I (VIKI) A história de Idol I foca na advogada criminalista Maeng Se-na (Soo-young do Girls' Generation) que esconde ser a maior fã do cantor Do Ra-ik (Kim Jae-young), do grupo Gold Boys. Contudo, quando seu ídolo é acusado de um assassinato, ela imediatamente assume a defesa do caso para provar sua inocência. Essa reviravolta aproxima os dois, transformando a antiga relação distante de fã e estrela em uma perigosa busca pela verdade. Qual drama da lista você já viu? Acesse o Café com Kimchi para outros conteúdos envolvendo K-dramas!

  • Suho no Brasil: confira data, ingressos e tudo sobre a fan-con do líder do EXO

    Pela primeira vez no Brasil, cantor se apresenta em São Paulo, com ingressos a partir de R$ 225 e pacotes VIP que incluem foto e soundcheck (Divulgação/SM Entertainment) Um dos grandes nomes do K-pop, Suho se prepara para sua primeira passagem pelo Brasil. O líder do EXO desembarca no país em 20 de dezembro para a fan-con "2026 K-pop Chronicle Live Suho Fan-Con", no Komplexo Tempo, em São Paulo. Os ingressos começam a ser vendidos amanhã (9), às 19h, pela plataforma Sympla. Em presença inédita no Brasil, Suho apresentará uma dinâmica diferente com a fan-con, formato que combina apresentações musicais com momentos de interação com o público. A 2026 K-pop Chronicle Live Suho Fan-Con promete proporcionar uma experiência especial aos fãs, unindo música, performances e oportunidades de interação. Esta será a primeira vez de Suho no Brasil, mas não na América Latina. O cantor já se apresentou no Chile e no México e, após a passagem pelo território brasileiro, retornará ao país mexicano para encontrar os fãs locais com a fan-con nos dias 22 e 23 de dezembro. Leia tambén: EXO-L de primeira viagem? Confira 6 programas para conhecer melhor o EXO Com quase 15 anos de carreira, Suho consolidou seu nome na indústria musical como líder do EXO, grupo da SM Entertainment que estreou em 2012 e se tornou um dos principais representantes da terceira geração do K-pop. Entre os sucessos do boygroup estão Growl, The First Snow e Monster. Em carreira solo, o artista lançou seu primeiro mini-álbum, Self-Portrait, em 2020, acompanhado do single Let's Love. Desde então, Suho vem explorando sua identidade musical para além das atividades com o EXO. O cantor vem ao Brasil em evento organizado pela produtora W+, responsável por outros shows de K-pop e fanmeetings de K-dramas no país, como The Rose, WOODZ e, em breve, o ator Hwang In-Youp. Com a aproximação das vendas de ingressos, o Café com Kimchi reuniu as principais informações para ajudar os fãs do Taemin que estão ansiosos para o show no Brasil. SUHO no Brasil: Tudo sobre a fan-con em São Paulo (Divulgação/SM Entertainment) Quais são os valores do ingresso, setores e formas de pagamento? SUHO estará no Brasil em de 20 de dezembro de 2026, com show único em São Paulo, no Komplexo Tempo, localizado na Zona Leste da capital paulista. Os preços do concertos variam de R$ 225 a R$ 1600, além da taxa de serviço de 10% do Sympla. O local está dividido entre os setores pista e mezanino, além de dois pacotes VIPs. Segundo a plataforma Sympla, as formas de pagamento aceitas incluem Pix, carteira digital e cartão de crédito. Confira os preços dos ingressos para os shows do Suho (sem taxas virtuais): VVIP: R$ 1.600 VIP 1: R$ 1.100 Pista: R$ 450 (inteira) | R$ 225 (meia entrada) Mezanino: R$ 520 (inteira) | R$ 260 (meia entrada) Leia também: SUHO do EXO reencontra suas cores em Grey Suit, seu segundo mini-álbum Benefícios de cada pacote: VVIP: inclui ingresso de Pista, entrada antecipada, soundcheck, foto individual com Suho e Hi-Bye Session. VIP: inclui ingresso de Pista, entrada antecipada, soundcheck, foto em grupo com Suho (1:10) e Hi-Bye Session. Serviço: 2026 K-POP Chronicle Live SUHO Fan-Con Data: 20 de dezembro de 2026 (domingo) Local: Komplexo Tempo (Av. Henry Ford, 511 - Parque da Mooca, São Paulo - SP) Horário: 20h Classificação: 16 anos (menores devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis legais) Venda de ingressos online: Sympla O texto será atualizado conforme novas informações sobre o show do SUHO no Brasil saírem!

  • [Resenha] Livro “As irmãs de amarelo” traz retrato incômodo da juventude no Japão dos anos 90

    Em novo romance da Intrínseca, Mieko Kawakami questiona até onde uma escolha pode ser realmente livre em meio a amizade, pobreza e criminalidade (Divulgação / Intrínseca / Reiko Toyama) Lançado no Brasil pela editora Intrínseca, As irmãs de amarelo, de Mieko Kawakami, chegou ao país ao longo de setembro de 2026. O romance, publicado originalmente no Japão em 2023, combina elementos de ficção literária e do romance policial para contar uma história sobre pobreza, amizade, desigualdade e relações entre mulheres. Vencedora do Prêmio Yomiuri de Literatura em 2024, Kawakami volta a explorar questões sociais que atravessam parte de sua obra, desta vez tendo como cenário principal a Tóquio do final dos anos 1990. Em vez de apresentar a pobreza apenas como pano de fundo da narrativa, Kawakami faz dela uma força que interfere diretamente nas relações, nos desejos e nas decisões de suas personagens. Trabalho, dinheiro e sobrevivência aparecem constantemente associados à possibilidade, ou à impossibilidade, de construir uma vida diferente. Leia também: [Resenha] "Limbo" mostra a delicada jornada de Deb JJ Lee pela identidade e pertencimento É justamente nessa combinação entre questões sociais e uma narrativa de suspense que está uma das características mais interessantes do livro. As irmãs de amarelo não apresenta respostas simples sobre quem está certo ou errado. Pelo contrário, conforme a história avança, as fronteiras entre vítima e responsável, proteção e manipulação, amizade e dependência tornam-se cada vez menos claras. O papel de Hana, Kimiko e o Lemon em As irmãs de amarelo A história começa em abril de 2020 no início da pandemia de covid-19, quando Hana, aos 40 anos, encontra no noticiário o nome de uma pessoa que pertence ao seu passado. Kimiko Yoshikawa, então com 60 anos, está sendo julgada por agredir e manter uma jovem em cárcere privado. A notícia faz com que Hana volte às lembranças de sua adolescência e aos acontecimentos que marcaram sua vida mais de duas décadas antes. O leitor é levado então a 1998, quando Hana tinha apenas 15 anos e vivia na periferia de Tóquio com a mãe, que trabalhava como atendente em um bar. Por esse motivo, Hana crescia em um ambiente com pouco dinheiro, além de pouca segurança e perspectivas para o futuro. É nesse contexto que Kimiko, uma conhecida de sua mãe, surge em sua vida. A presença de Kimiko transforma a rotina da adolescente. Assim, as duas passam a administrar o Lemon, um pequeno bar localizado no bairro de Sangenjaya. Ao lado de Lan e Momoko, outras duas jovens que passam a integrar aquele círculo, Hana encontra algo que até então parecia faltar em sua vida: um grupo ao qual pertencer. O estabelecimento se transforma não apenas em fonte de renda, mas também numa espécie de casa e ponto de encontro para aquelas mulheres. A sensação de segurança, porém, não dura para sempre. Depois que o Lemon deixa de funcionar, as personagens precisam encontrar novas maneiras de conseguir dinheiro. Dessa forma, Hana acaba entrando em esquemas criminosos envolvendo cartões, passando gradualmente de adolescente vulnerável a alguém que também exerce poder sobre outras pessoas. A transformação é importante para compreender a complexidade da protagonista: ela não permanece simplesmente no lugar de vítima, mas também passa a tomar decisões que afetam as pessoas ao seu redor. Uma protagonista que também não é totalmente confiável Um dos recursos mais interessantes utilizados por Kawakami é a construção de Hana como narradora pouco confiável. A história é contada a partir das lembranças da personagem, décadas depois dos acontecimentos. Isso significa que aquilo que o leitor conhece é filtrado pela memória de uma mulher que carrega ressentimentos, afetos e interpretações próprias sobre o passado. A escolha faz com que a relação entre Hana e Kimiko permaneça cercada de dúvidas. Para Hana, Kimiko pode representar a mulher que apareceu em um momento de vulnerabilidade e ofereceu uma possibilidade de mudança. Ao mesmo tempo, suas atitudes também podem ser interpretadas como manipulação. Porém, o livro não entrega imediatamente uma resposta definitiva sobre essa relação. Essa ambiguidade se estende às outras personagens. A amizade entre Hana, Lan e Momoko não é retratada como uma relação idealizada de sororidade em que todas estão sempre dispostas a proteger umas às outras. Existem conflitos, disputas por dinheiro, ressentimentos e diferenças de poder. A convivência funciona, em determinados momentos, como uma família improvisada, mas também pode se transformar em uma fonte de tensão. Pobreza, gênero e sobrevivência em As Irmãs de Amarelo A desigualdade social é um dos principais eixos do romance. O dinheiro está presente o tempo todo, seja nas dificuldades enfrentadas por Hana e sua mãe, seja nos negócios do Lemon ou nas atividades criminosas que surgem posteriormente. Para as personagens, dinheiro não significa simplesmente poder consumir mais. Ele representa segurança, autonomia e a possibilidade de escolher o próprio caminho. Essa perspectiva também se relaciona diretamente à condição das mulheres retratadas por Kawakami. Hana, Kimiko, Lan e Momoko vivem em diferentes posições dentro de uma sociedade que oferece poucas alternativas para aquelas que não possuem recursos ou uma rede de proteção. O trabalho aparece como necessidade de sobrevivência, e não necessariamente como realização pessoal. Nesse sentido, o livro questiona a ideia de que todas as pessoas possuem as mesmas possibilidades de escolha. Quando uma personagem aceita uma situação perigosa porque precisa pagar uma conta, por exemplo, a decisão pode ser jurídica ou moralmente questionável, mas não pode ser analisada sem considerar as circunstâncias que a produziram. É nessa zona de desconforto que a trama encontra boa parte de sua força. Mieko Kawakami e a literatura japonesa contemporânea Nascida em Osaka, no Japão, Mieko Kawakami é uma das autoras de destaque da literatura japonesa contemporânea. Atualmente vivendo em Tóquio, a escritora ganhou reconhecimento internacional principalmente após a publicação de Peitos e ovos, romance que se tornou best-seller e recebeu destaque do New York Times e da revista Time. (Divulgação / Amazon) Entre suas outras obras está Paraíso, que foi finalista do International Booker Prize de 2022. A autora também escreveu Todos os amantes da noite, finalista do National Book Critics Circle Award de 2023, na categoria ficção. Seus livros foram traduzidos para mais de 40 idiomas, o que ampliou a sua presença no mercado editorial internacional. Kawakami costuma utilizar experiências e observações pessoais como matéria-prima para suas histórias, embora isso não signifique que seus romances sejam autobiográficos. Em entrevista à revista Quatro Cinco Um, a escritora afirmou que, ao escrever, busca suas próprias memórias e sentimentos, mas ressalta que não escreve sobre si mesma. A declaração ajuda a compreender uma característica recorrente de sua produção: o interesse pelo modo como as experiências individuais podem revelar questões sociais mais amplas. Junto dos títulos Peitos e ovos, Paraíso, Todos os amantes da noite e As irmãs de amarelo, a autora possui uma produção que inclui romances, contos e poesia. Sua literatura é frequentemente associada a discussões sobre gênero, classe, corpo feminino e ética. Nisso, no Brasil, parte importante dessa produção vem sendo publicada pela Intrínseca. Uma obra sobre escolhas que nunca são completamente livres, e que merecem atenção As irmãs de amarelo não é, portanto, uma leitura que entrega tudo de imediato. A alternância entre passado e presente, os saltos temporais e a quantidade de informações apresentadas aos poucos fazem parte de uma construção que só se revela completamente conforme a história avança. É preciso acompanhar Hana com alguma paciência antes de entender onde Kawakami pretende chegar. Conforme as relações entre as personagens ficam mais claras e novos elementos começam a modificar acontecimentos já conhecidos ao longo do livro, a história ganha outro ritmo. O leitor deixa de buscar apenas respostas para o que aconteceu e passa a se interessar pelas pessoas por trás daqueles acontecimentos, suas motivações, contradições e as circunstâncias que ajudaram a moldar as escolhas das jovens. Dessa maneira, o romance se distancia de uma história policial convencional. O crime está presente, mas não é o verdadeiro centro da narrativa. Kawakami usa a investigação para falar sobre pobreza, desigualdade, amizade, pertencimento e, principalmente, sobre os limites da liberdade. Hana, Kimiko e as demais personagens não são apresentadas como boas ou más de maneira definitiva. Essa ambiguidade torna suas trajetórias mais humanas e impede que o livro ofereça respostas fáceis. Leia também: [Resenha] Apesar de afobada, Mina Finch traz um AURA mais potente e maduro nos livros 3 e 4 de “K-pop Academy” Talvez seja justamente essa a maior força de As irmãs de amarelo: a história não termina quando o mistério é esclarecido. As perguntas mais importantes permanecem depois dele. Até que ponto uma pessoa é livre para escolher quando suas alternativas são determinadas pela pobreza? Quanto de responsabilidade existe quando sobreviver é a prioridade? E o quanto realmente conhecemos as pessoas, ou até nós mesmos, quando olhamos para acontecimentos do passado? As irmãs de amarelo é um livro sobre mulheres, escolhas e sobrevivência, mas também sobre a maneira como nossas lembranças e circunstâncias ajudam a construir quem somos. Se você procura uma história que combine suspense com crítica social e personagens difíceis de definir, vale dar uma chance a Kawakami.

  • "Quatro Mãos, Duas Sonatas" é um BL? Entenda o drama com Song Kang e Lee Jun Young

    Série da tvN exibida na Netflix explora as pressões do mundo clássico e a construção de uma parceria intensa entre dois pianistas opostos Por Bianca Damas Divulgação / tvN Lançado em 29 de agosto como um título original da tvN, e transmitido globalmente pela Netflix, o K-drama Quatro Mãos, Duas Sonatas conta com 12 episódios no total, lançados semanalmente aos sábados e domingos. A produção rapidamente liderou o ranking de popularidade na Coreia do Sul, colocando Song Kang e Lee Jun Young nos primeiros lugares entre os atores mais comentados da temporada. O sucesso imediato gerou debates intensos entre os espectadores devido à forte química da dupla nas telas. No entanto, a produção não é um BL (Boys' Love), mas sim uma história focada em um intenso bromance e no amadurecimento de dois jovens de realidades completamente opostas. A narrativa acompanha uma construção detalhada e cuidadosa ao longo de uma década inteira, dos 17 aos 27 anos, mostrando a transição gradual dos personagens entre a fase escolar de descobertas e a vida adulta no exigente circuito internacional de concertos, onde a rivalidade da juventude se transforma em respeito profissional e profunda cumplicidade. Para te ajudar a entender o sucesso da série, o Café com Kimchi separou as informações essenciais e o que esperar dessa história! Música, pressão e o peso das expectativas Ambientada em uma escola de artes de elite para prodígios da música, a série acompanha dois jovens pianistas cujas vidas passam a se entrelaçar profundamente por meio da paixão compartilhada pelo piano, enquanto eles navegam pelas turbulentas águas da amizade, rivalidade e amadurecimento. Ao longo dessa jornada, o enredo explora os contrastes entre a busca pela perfeição técnica e a expressão artística espontânea. De um lado está Kang Pi-o, um pianista prodígio de elite que passou a vida em um caminho constante rumo à perfeição. Impulsionado por uma obsessão inabalável pela música, ele parece impecável e confiante por fora, mas esconde um mundo silencioso de ansiedade e pressão. Em contraste, Choi Jeong-yo é um talento tardio que persegue o sonho de tocar piano apesar de uma infância difícil. Livre, intenso e sem filtros, ele possui uma espontaneidade que dá origem a um tipo de genialidade musical marcantemente diferente. Elenco e Personagens O enredo é conduzido por três personagens centrais: Divulgação / tvN Kang Pi-o: Um pianista prodígio de elite que passou a vida em um caminho constante rumo à perfeição. Impulsionado por uma busca inabalável pela excelência, Pi-o parece impecável e confiante por fora, mas esconde um cenário silencioso de ansiedade, solidão e forte pressão familiar. Leia também: Quem é Song Kang? Saiba tudo sobre o ator mais queridinho da Netflix Divulgação / tvN Choi Jeong-yo: Um talento natural e intuitivo que precisou se afastar da música durante anos devido a severas dificuldades financeiras. Livre, intenso e sem filtros, Jeong-yo possui uma espontaneidade calorosa que dá origem a uma genialidade musical diferente da abordagem tradicional. Leia também: TODOS os dramas coreanos que chegam na Netflix em 2026 Divulgação / tvN Hong Jae-in: Violista de audição extremamente sensível e amiga de infância de Pi-o. Jae-in é quem reconhece o talento cru e negligenciado de Jeong-yo, atuando como a ponte que o incentiva a ingressar na escola de artes e conectando diretamente o destino e os conflitos dos dois pianistas. O que esperar de “Quatro Mãos, Duas Sonatas"? A trama se destaca por ser um projeto 100% original escrito diretamente para a televisão, sem base em webtoons. A construção do enredo faz com que a própria música clássica atue como um segundo protagonista da história, associando cuidadosamente cada peça executada aos sentimentos mais ocultos, dilemas e vulnerabilidades dos personagens em cena. Essa oposição ganha ainda mais força no contraste intencional da fotografia e da paleta de cores da série, as cenas de Pi-o utilizam tons frios, iluminação rígida e enquadramentos simétricos, enquanto Jeong-yo é envolvido por tons quentes, luz natural e câmeras mais livres. Esse cuidado visual simboliza suas diferenças antes que seus estilos se fundam nos duetos. Além disso, a cena de abertura em que Pi-o e Jeong-yo sentam juntos para tocar piano a quatro mãos funciona como o grande ponto de virada da história. Dividir a mesma banqueta e o mesmo teclado carrega um significado profundo, força dois pólos opostos a invadirem o espaço pessoal do outro, abrindo mão do controle solo para construir uma harmonia única. Você já assistiu ao K-drama? Acompanhe o Café com Kimchi para mais conteúdos sobre o audiovisual sul-coreano!

  • Está chegando a hora! Show do BTS da "Arirang World Tour" será transmitido nos cinemas do Brasil

    O "BTS World Tour ‘Arirang’ Live Viewing" será exibido nas telonas brasileiras nos dias 24 e 25 de outubro (Cine Araújo/Divulgação) A hora está cada vez mais próxima, ARMY! No dia 24 de outubro, redes de cinemas de todo o Brasil vão exibir o BTS World Tour ‘Arirang’ Live Viewing: uma transmissão ao vivo do show do BTS que acontecerá em Buenos Aires, Argentina, pouco antes dos concertos do grupo no nosso país. O evento dará ao público brasileiro a oportunidade de acompanhar, nas telonas do cinema, a apresentação dos cantores de uma maneira diferente e especial. Além disso, esse show do BTS também terá reexibições no dia 25, conforme a programação de cada rede e cidade participante. A pré-venda já está rolando, então não perca tempo! Conforme mencionado acima, o BTS aterrissará no Brasil para shows nos dias 28, 30 e 31 de outubro, todos no Estádio do MorumBIS em São Paulo. A disputa pelos ingressos, na época da abertura das vendas, foi bastante acirrada e esgotou rapidamente. Leia também: Qual conceito do ARIRANG, novo álbum do BTS, e o que a palavra significa em coreano? Redes de cinema, como a Cine Araújo, terão brindes exclusivos do show do BTS Para quem adora colecionar, a rede Cine Araújo distribuirá para os fãs um brinde exclusivo da exibição do show de Buenos Aires. No caso, serão duas versões do brinde, preparadas como modelos diferentes para cada transmissão: a do dia 24, e a reexibição do dia 25. Por enquanto, o mimo ainda é um segredo; mas será uma forma diferenciada e única do fandom guardar essa ida ao cinema na memória. (Cine Araújo/Divulgação) Para saber mais, consulte as redes sociais ou o site da Cine Araújo, e para conferir a disponibilidade de ingressos para o BTS World Tour ‘Arirang’ Live Viewing, recomendamos a consulta no site da Ingresso.com. Você pode gostar de saber: Relembre os momentos mais icônicos do BTS em solo brasileiro em passagens anteriores

  • Filme "Hope - O Primeiro Impacto" estreia em 8 de outubro nos cinemas brasileiros

    Indicado à Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2026, longa-metragem sul-coreano é estrelado por Hoyeon, Hwang Jung-min e Zo In-sung (Divulgação/Imagem Filmes) Depois de passar pelo Festival de Cannes 2026, o filme Hope - O Primeiro Impacto estreia em 8 de outubro nos cinemas brasileiros. O novo longa do diretor sul-coreano Na Hong-jin, conhecido por The Wailing (2016), chega ao Brasil com distribuição da Imagem Filmes em parceria com a MUBI. O longa mistura ficção científica, suspense e terror e traz um elenco de peso, incluindo Hoyeon, estrela de Round 6 (2021), além de Hwang Jung-min (O Veterano) e Zo In-sung (Flor Congelada). A produção também conta com Michael Fassbender (Bastardos Inglórios), Alicia Vikander (A Garota Dinamarquesa), Taylor Russell (Até os Ossos) e Cameron Britton (Mindhunter). A história se passa em Hope, uma vila remota localizada próxima à Zona Desmilitarizada, região que separa as duas Coreias. O local, cercado por uma área de natureza preservada, começa a ser tomado pelo medo quando moradores relatam a aparição de uma criatura misteriosa. Cabe ao chefe de polícia Bum-seok (Hwang Jung-min) e à policial novata Sung-ae (Hoyeon) investigar o caso. Com os reforços ocupados combatendo incêndios florestais e as comunicações interrompidas, a dupla precisa lidar sozinha com a ameaça. Ao mesmo tempo, um grupo de caçadores liderado por Sung-ki (Zo In-sung) parte em busca da criatura. O problema é que eles logo descobrem que podem ter deixado de ser os caçadores para se tornarem as próprias presas. O que começa como uma investigação sobre uma possível fera se transforma em um conflito cada vez mais intenso, envolvendo os moradores e os caçadores e culminando em uma tragédia de proporções cósmicas. Leia também: Destaque em festivais de cinema, filme queer Voo Noturno está disponível no catálogo do FILMICCA Com roteiro assinado pelo próprio Na Hong-jin, Hope - O Primeiro Impacto marca o quarto longa-metragem do diretor e chega aos cinemas brasileiros em 8 de outubro. No Rio de Janeiro, a produção é uma das atrações do Festival do Rio, e por isso chegará mais cedo as telonas, com sessão amanhã, 7 de outubro.

  • LISA, NCT WISH, NMIXX e mais: confira os comebacks de K-pop de outubro de 2026

    Grupos focam no lançamento de EPs ao longo do mês; veja a lista completa dos retornos (LLOUD/SM Entertainment/JYP Entertainment/Reprodução) Chegamos no último trimestre do ano, e os comebacks de K-pop de outubro de 2026 prometem muito, com EPs bastante esperados para as próximas semanas! LISA do BLACKPINK, NCT WISH, NMIXX, ILLIT e outro artistas compõem a lista da vez, e é hora de você ficar por dentro das datas desses lançamentos. Por isso, confira abaixo a relação completa de releases e já anote na agenda para acompanhar de perto o comeback do seu fave. Por acaso faltou algum lançamento? Conte para o Café com Kimchi nos comentários! Os principais comebacks de K-pop de outubro de 2026 para ficar de olho: Xdinary Heroes (12 de outubro) Vai um rock aí? Entre os lançamentos deste mês, o grupo Xdinary Heroes retorna com o seu nono EP, IMPULSE, previsto para o dia 12 de outubro. O último comeback da banda da JYP ocorreu em abril deste ano com o mini DEAD AND, acompanhado pela title track Voyager. NCT WISH (12 de outubro) Conhecidos por mesclar os conceitos boy crush e cute nos CDs, o NCT WISH está nos comebacks de K-pop de outubro com o álbum I SPY, também para o dia 12. Este ano, o boygroup lançou seu primeiro full album, Ode To Love, e também o single duplo japonês YO-I-DON / BOY MEETS GIRL, que tornou-se um viral nas redes sociais. NMIXX (19 de outubro) E voltando aos grupos dos selos da JYP, o NMIXX divulga seu próximo mini-álbum, Strange Muse, em 19 de outubro. Este ano, as meninas lançaram o disco Heavy Serenade, e realizaram uma turnê mundial que atravessou 2026; fora a vinda ao Brasil para divulgar sua parceria com Pabllo Vittar, TIC TIC, em fevereiro durante as celebrações de Carnaval. SEVENTEEN JxJ - Jeonghan x Joshua (19 de outubro) Enquanto as atividades em grupo do SEVENTEEN estão pausadas por conta dos alistamentos militares, os meninos seguem com as promoções em sub-units ou solos; e a mais recente delas é a dupla Jeonghan e Joshua. No dia 19 de outubro, os artistas divulgam o EP DREAMSCAPE como estreia da unit JxJ, destacando as vozes que integram a vocal unit do boygroup. Leia também: CxM, nova unit do SEVENTEEN, estreia com mini-álbum HYPE VIBES LISA (23 de outubro) O single SaWaDiKa foi só o começo do aguardado retorno de LISA. Dentre os comebacks do mês, a solista e membro do BLACKPINK divulga o EP PRESS PLAY no dia 23, pouco tempo depois que levar para casa a estatueta de Best Pop na cerimônia do VMAs 2026. IVE (26 de outubro) O IVE também marca presença na lista de retornos, dessa vez com o mini-álbum Looks Can Kill no dia 26. Além disso, em 19 de outubro, elas fazem o esquenta para o comeback com o single homônimo do EP. Também em 2026 o girlgroup divulgou seu segundo full, Revive+, no final de fevereiro. ILLIT (26 de outubro) E dentre os girlgroups, o ILLIT carimba presença com a chegada do EP BREAK EVEN, o quinto desde o debut em 2024. Com quatro faixas ao todo, o release chegará pouco depois da parceria das integrantes com o grupo HANA no single japonês I Got Your Back, que saiu em julho. BÔNUS: Nayeon, TWICE & Alok (2 de outubro) Apesar de não ser um comeback propriamente dito, o TWICE não deixou outubro passar: a Nayeon colaborou com o DJ brasileiro Alok no single Bye Bye Inhibitions, divulgado nas plataformas digitais no dia 2! A faixa foi apresentada pela primeira vez por Alok no Rock in Rio 2026, como um anúncio surpresa durante seu set no festival, marcando sua primeira parceria com um artista do K-pop. Todos os álbuns de K-Pop de outubro de 2026: 01/10 - TIOT – 5º Mini Álbum: Time for Us 06/10 - KickFlip – 5º Mini Álbum: KICK OFF THE WALL Pt. 1 06/10 - X:IN – 1º Studio Álbum: Chain Reaction 06/10 - YESUNG (Super Junior) – 2º Álbum: Where We Are 08/10 - N.Flying – 9º Mini Álbum: Still 08/10 - YUQI (I-DLE) – 2º Mini Álbum: 二十七 (27) 12/10 - MODYSSEY – 1º EP: 2.Multitude: How We Bloom 12/10 - NCT WISH – 4º Mini Álbum: I SPY 12/10 - SUNG HAN BIN (ZEROBASEONE) – 1º EP: DEAD:ALIVE 12/10 - Xdinary Heroes – 9º Mini Álbum: IMPULSE 13/10 - V01D – 2º Mini Álbum: YOUTHQUAKE 14/10 - DAILY:DIRECTION – 1º Mini Álbum: WHICH WAY 14/10 - FLARE U – 2º Mini Álbum: LOVEHOOD 14/10 - LEE HAN GYUL – 1º Mini Álbum: NOISE 14/10 - NAM WOO HYUN (INFINITE) – 2º Álbum: 2X8 14/10 - YUJU – 4º Mini Álbum: file. 07 15/10 - TEEN TOP – Mini Álbum: DON'T STOP 19/10 - Jeonghan x Joshua (SEVENTEEN JxJ) – 1º Mini Álbum: DREAMSCAPE 19/10 - NMIXX – Mini Álbum: Strange Muse 20/10 - ONEW (SHINee) – 1º Single Álbum: 착각 (Illusion / Delusion) 23/10 - LISA (BLACKPINK) – Mini Álbum: PRESS PLAY 26/10 - ILLIT – Mini Álbum: BREAK EVEN 26/10 - IVE – 5º EP: Looks Can Kill 28/10 - XLOV – Mini Álbum: i=! Para qual lançamento você mais está animado? Acesse o Café com Kimchi para outras notícias do mundo do K-pop!

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