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  • Por dentro dos fansubs: Conheça a realidade das equipes que democratizam doramas

    Entenda como os fãs que legendam k-dramas trabalham para tornar a cultura asiática um pouco mais acessível no Brasil, e como lidam com os serviços por assinatura e outros desafios (Divulgação) Vivemos na era do streaming, e cada dia que passa observamos mais plataformas serem lançadas e junto desse crescimento, por ser um nicho tão grande e diverso, os doramas não são deixados de lado, e tem sido sempre requisitados pelos serviços por assinatura. Mas muito antes de vivermos num mundo em que serviços pagos dominam cada vez mais, os fansubs já eram grandes aliados da dramaland e se dedicam arduamente para entregar semanalmente os k-dramas mais recentes, o mais rápido possível. Kocowa, Viki, Netflix e até mesmo HBO Max, Disney+ e Apple TV+ não perdem tempo e têm investido em produções coreanas em seus catálogos. Esse feito certamente deu visibilidade para muitos doramas que consequentemente saíram da bolha dorameira, como por exemplo Round 6, que após meses de lançamento ainda é lembrado pelo público geral e grandes premiações de Hollywood. Embora o streaming por assinatura seja prático e variado, ter outros meios de consumir k-dramas, e ainda, ter pessoas por dentro desse nicho trabalhando para entregar esses conteúdos é fundamental. O trabalho dos fansubs são extremamente necessários para quem não está na terra das produções asiáticas e não tem a oportunidade de prestigiá-las na TV, como nós brasileiros fazemos com as novelas. Mas diversos fãs se dispõem a legendar séries e filmes, proporcionando a ótima sensação de recebê-los quase tão rápido quanto assisti-los durante uma transmissão de sua emissora. Esse ofício é de nível profissional, porém entregue por amadores que não esperam receber nada em troca, apenas o apoio a felicidade dos dorameiros, o que dá mais sentido a palavra, que significa nada mais que legendas feitas por fãs, para o entretenimento de outros fãs. Leia também:Qual é o futuro dos BLs coreanos? Central Boys Love comenta sobre produções para 2022 [Entrevista] (Divulgação / Netflix) "O que nós fansubs fazemos é a legenda, tentamos fazer o que dificilmente chegaria no Brasil, mas com o crescimento dos streams, quase tudo vem chegando", conta o tradutor o Life Fansubs. A realidade de cada equipe é uma, e cada uma delas lida com suas rotinas de sua forma e tem seus próprios métodos de traduzir, revisar e hospedar o conteúdo. Mas o aspecto mais comum entre elas é que todas reconhecem que é um serviço cheio de desafios, que deve ser valorizado. Os doramas têm sua popularidade no Brasil, e a ascensão dessas produções em diversos gêneros tem crescido constantemente, e os fãs que legendam trabalham duro para os tornar acessíveis. “O trabalho do nosso fansub é totalmente sem fins lucrativos, mas para legendar, nós temos um custo: a internet, a energia, nosso tempo, etc”, afirma um fansub em anonimato entrevistado pelo Café. Uma pesquisa do Ministério da Cultura, Esporte e Turismo realizada em 18 países pela Fundação Coreana para Intercâmbio Cultural Internacional em 2020, apontou o Brasil como o terceiro país que mais consumiu k-dramas durante a pandemia, ficando atrás apenas da Malásia e Tailândia. Não apenas os números apontam, mas os próprios tradutores sentem esse crescimento na pele. O Annyeong Fansubs afirma que essa evolução se deu por conta da qualidade dos doramas e também a inserção deles em português, seja através da legenda ou por dublagem. Já o fansub anônimo acredita que esse aumento de consumo dos doramas se deu através da ascensão do k-pop no país. “A onda do k-pop, com a popularização de grupos como BTS, Blackpink, EXO e etc., colocou a Ásia em evidência, tornando-se natural que o interesse pela cultura asiática crescesse cada vez mais. E, esperamos e desejamos, que isso continue”, afirma. Certamente esse aumento do interesse pela cultura midiática da Ásia, mais especificamente pelos dramas coreanos, reflete no trabalho dessas equipes, provocando altos e baixos para aqueles que legendam. Leia também: Por que doramas não costumam ter segunda temporada? Fansubs X Streaming Além dos desafios causados pela própria rotina de ter que dividir tempo entre as legendas e outras responsabilidades pessoais, os tradutores também têm que lidar com algumas preocupações, como o medo das emissoras e plataformas de streaming. Os fansubs tem seus meios de esquivar e continuar produzindo um trabalho bem feito para tornar os doramas acessíveis para além dos serviços por assinatura. "Nós apenas continuamos, tentando fazer as legendas da melhor maneira que um fã faria", declara o Life Fansubs. Embora fiquem receosos com as grandes plataformas, os tradutores entendem o investimento destas em k-dramas como algo positivo. O fansub anônimo conta que sua equipe fica muito felizes em saber que o gênero vem se tornando cada vez mais popular entre as pessoas "isso nos traz esperanças de que haja cada vez mais dramas pra gente assistir", continua. Mas também ressalta a via de mão dupla que é a situação para com o seu trabalho, com os streamings atentos aos trabalhos paralelos, eles temem perder todo o progresso de legendar e na pior das hipóteses, sofrerem um processo. Apesar do medo, as equipes sabem que estão na frente em muitos aspectos que os mantêm de pé, visto que nem sempre os grandes serviços entregam conteúdos com velocidade e acima de tudo, qualidade. Ser parte e estar em contato com a comunidade dorameira é o grande diferencial, somando a qualidade do serviço entregue, por isso a importância em contribuir e colaborar para que isso não mude. "A divulgação dos projetos, interação nos comentários são muito importantes. Para nós, administradores de fansubs, sabermos o que estão achando e o que precisamos melhorar. Assim, aumentando o nosso público", conta a equipe do Annyeong Fansubs. Embora seja financeiramente estratégico para as plataformas de stream ter doramas em seus catálogos, elas ainda não se sobressaem em alguns pontos, e a não simultaneidade é um dos aspectos que mais incomoda os dorameiros. Quando uma produção entra para um catálogo e já está muito avançado, grande parte do público está acompanhando por outros meios. Não há nada melhor que debater, estar por dentro e acompanhar uma história com outras pessoas com os mesmos gostos. Por que apoiar? (Divulgação / tvN) O apoio aos fansubs vem da forma mais pura possível e essa é a maneira de fazer com que eles continuem entregando o melhor com tanta responsabilidade. O essencial para as equipes, independente de qual seja seu foco principal, é receber como retorno o apoio do público que consome produções coreanas através de suas plataformas, como foi dito pelo tradutor do Life Fansubs: "Se você vai assistir algo através de um fansub, assista pelo meio que ele disponibiliza, pois vai ajudar a manter o trabalho ativo". É importante ressaltar que a percepção entre os fansubs e serviços de streaming são completamente diferentes, pois cada um elabora seu trabalho com um objetivo. Enquanto o primeiro se preocupa com o conteúdo e acessibilidade, as plataformas visam o lucro. Muitas pessoas têm as traduções gratuitas como única forma de acesso, o que já é motivo suficiente para se dedicarem nesse trabalho sem fins lucrativos. "Os fansubs surgem justamente para darem acesso à esses bens culturais elitizados, no sentido de serem bens culturais que têm um alto custo para serem acessados, e isso permanece", diz o fansub em anonimato. A dramaland defende os fansubs e sua importância, pois eles quem muitas vezes colaboram com o contato entre os fãs e a cultura midiática coreana, seja através de legendas para k-dramas ou para reality shows de grupos de k-pop. A democratização do acesso é indispensável para que essa ponte ocorra. "Ser capaz de entender uma nova cultura, comunicar com pessoas de diferentes países e estados, conviver diariamente com pessoas tão diferentes, tudo isso nos transforma em seres mais compreensivos com as diferenças e mais integrados ao mundo", conclui o fansub em anonimato. Leia também: D.P. Dog Day: O quão realista é o dorama? Ex-soldados coreanos têm opiniões divididas [ENTREVISTA]

  • Dos palcos para as telas: Conheça a trajetória do Rowoon do SF9 como ator

    O idol começou sua carreira na atuação em 2017 e já coleciona K-dramas de sucesso e prêmios no currículo (Reprodução / Viki Rakuten) O fato de já serem pessoas públicas acaba abrindo portas para que idols tenham oportunidades de expandir suas carreiras, como, por exemplo, dominando as telas e investindo em atuar. Além de muitos cantores terem dado super certo como atores, é interessante para que os fãs vejam os seus ídolos se desafiando em áreas novas, além de ser mais conteúdo para consumir, como é o caso de realities, como The Knowing Brothers e outros programas como o ISAC. Vários idols da terceira geração do k-pop têm apostado nessas novas experiências, como Joy do Red Velvet, Taehyung do BTS, Jennie e Jisoo do BLACKPINK, e também o Rowoon do SF9 não ficou para trás. Rowoon debutou no SF9 em 2016, ao lado de Youngbin, Inseong, Jaeyoon, Dawon, Zuho, Taeyang, Hwiyoung e Chani. Ao longo da carreira, o grupo lançou dois álbuns, sete mini-álbuns e um single. No grupo, todos os membros já experimentaram, em algum momento das duas vidas, explorar o lado ator que habita dentro deles, com exceção do Inseong e do Youngbin, que estão servindo no exército sul-coreano, então estão afastados das atividades do grupo. Como o Rowoon foi parar na dramaland? Rowoon começou sua carreira como ator dando pequenos passos. Seu primeiro papel foi um personagem coadjuvante menor na série da KBS, School 2017, ao lado de Kim Sejeong. Depois disso, aos poucos ele foi conquistando mais tempo de tela e papéis maiores. Em 2018, ele ganhou seu maior papel até então, atuando como o irmão da protagonista em Questão de Tempo (2018). No mesmo ano, foi anunciado que ele estrelaria o drama Onde As Estrelas Pousam (2018), junto com Chae Soobin, atriz que participou de Rookie Cops, uma série disponível no Star+. Desde então, Rowoon vêm se destacando no mundinho dramaland, e conquistando cada vez mais espaço no meio. Séries mais famosas de sua carreira (Reprodução / KBS2 / MBC ) Seu primeiro dorama, School 2017, faz parte de uma série com várias edições. Não, ela não tem temporadas propriamente ditas, mas são novas narrativas em anos diferente, mas que não tem ligações entre si. School tem sete temporadas, sendo as maios populares School 2013, School 2015, School 2017 e School 2021, as últimas lançadas pela KBS. Rowoon também participou de Extraordinária Você, um dorama baseado no webtoon July Found By Chance, interpretando Haru, o primeiro papel principal da sua carreira como ator. Nesse k-drama, ele atuou ao lado de Kim Hyeyoon, Lee Jaewook e Kim Young-dae, atores reconhecidos e experientes. Dois anos depois, o cantor ganhou o papel principal na série She Would Never Know, que está disponível na Netflix. Ao lado de Won Jina, Lee Joobin e Lee Hyunwook, Rowoon deu vida a Chae Hyun-seung, um novato que se apaixona pela sua colega de trabalho e decide a conquistar enquanto se adapta no time de marketing de uma empresa de cosméticos. Nos últimos dois anos, Rowoon estrelou em duas séries muito conhecidas que renderam ainda mais visibilidade para seu trabalho, tanto nos dramas quanto no k-pop. Ainda em 2021, ele participou de O Rei de Porcelana, um k-drama épico que fez muito sucesso na Coreia do Sul, como Jung Jiwoon, o tutor do príncipe Lee Hwi. Já em 2022, Tomorrow entrou para a lista de doramas famosos que Rowoon participou. Na pele de Choi Joon-woong, após muita procura por algum emprego, ele acaba sendo “contratado” para o time de gestão de crises dos Anjos da Morte. Prêmios que ele já ganhou como ator (Reprodução / SF9 via Twitter) Mesmo tendo pouco tempo de carreira, comparado com vários colegas de profissão, Rowoon já recebeu vários prêmios pela sua atuação. Em 2019, ele ganhou o prêmio de Melhor Novo Ator no Grimae Awards, uma premiação coreana promovida pela Associação de Produtores da Televisão Coreana, e no MBC Awards pela sua participação em Extraordinary You. Em 2020 ele recebeu o prêmio de Melhor Idol Ator do Ano na Brand of The Year Awards. Em 2021, mais prêmios foram parar na prateleira do Rowoon, como de Melhor Novo Ator, Prêmio de Ator mais Popular e Melhor Casal, durante a KBS Awards, todas com sua participação em Rei de Porcelana. No ano passado, ele não saiu de mãos abanando e recebeu o troféu de Melhor Idol Ator no Brand Customer Loyalty Awards. E aí, você sabia que o Rowoon tinha uma carreira tanto extensa assim na atuação e com tantos prêmios? Curte ele como ator? Conta pro Café nas redes sociais se tem mais alguma coisa que nós não trouxemos nessa matéria, vamos adorar saber!

  • K-pop Generation: Documentário desvenda os impactos da música pop coreana pelo mundo

    Kangta, TXT, IVE, 2PM e outras celebridades relatam esse grande universo através da perspectiva de suas carreiras (Divulgação / TVing) Lançada na última quinta-feira (26), a série documentário Kpop Generation, da emissora TVing, promete abordar diversos temas acerca da música popular coreana, que tem cada vez mais dominado o mundo através da onda hallyu. A série visa apontar diversas temáticas através do olhar dos próprios artistas das quatro gerações, que vivenciam na pele o que é o k-pop todos os dias, debatendo inclusive controvérsias e críticas através de seus próprios relatos pessoais. A produção levanta narrativas da perspectiva de idols de sucesso e também ouve fãs e artistas ao redor do globo inspirados pelo k-pop. Suho (EXO), Leeteuk (Super Junior), Minho (SHINee), Hwasa (Mamamoo), Doyoung (NCT 127) representam seus grupos e Kangta, IVE, TXT, Stray Kids aparecem para relatar suas experiências. Além deles, os grupos japoneses JO1 e NiziU o boygroup filipino SB19 também marcam presença para falar da influência e impacto do k-pop na indústria da música num contexto global. Leia também: Sucesso global do K-pop: O que torna o pop coreano tão bom? O documentário pode ser assistido através do Viki e terá seus episódios lançados semanalmente, sendo 8 no total. Muito será mostrado sob a perspectiva da própria Coreia do Sul e como os próprios artistas enxergam cada aspecto, porém um espaço também foi dado para os fãs globais, ressaltando o crescimento do k-pop pelo mundo. Além disso, críticos e executivos de empresas falam sobre as diversas camadas que englobam o k-pop, entre eles o poder dos grupos femininos, controvérsias da indústria, influências causadas pelos grupos, e artistas produtores de suas próprias músicas. Por que vale a pena assistir? O primeiro episódio já lançado se chama Cultura do Fandom, focado em falar sobre o papel dos fãs nas carreiras os grupos de k-pop. Através desse primeiro momento é possível perceber a profundidade que o documentário procura passar. Pessoas de diversos fandoms contam um pouco de sua rotina como fã, como organizam projetos, hobbies acerca disso, sua dedicação pelos seus idols preferidos e quais os impactos causados por eles em suas vidas. De cara é perceptível sua relevância, por abordar a temática com muita sensibilidade e realismo, por transpassar por várias fases de apreciar um artista, desde impacto econômico, inspirações, o carinho e até mesmo a desilusão causada após alguma polêmica. Ainda, é interessante ver os idols admirados com tanto carinho e também comparando a proximidade com seus fãs nos tempos passados e na atualidade, com avanços tecnológicos e novas ferramentas de comunicação. Documentários como esse não são importantes apenas para registrar a história do k-pop, mas também para lembrar sua evolução e sua grandiosidade ao redor do mundo, principalmente mostrando do ponto de vista de quem consome e de quem faz parte dessa indústria. Principalmente através das camadas apresentadas na produção de forma sólida e sincera. Leia também: [Opinião] Por que "Decisão de Partir" foi esnobado no Oscar 2023?

  • Jihyo: Acompanhe a evolução da líder do TWICE através das eras do grupo

    Jihyo assoprou velinhas no dia 1º de fevereiro e vem se mostrando uma artista cada vez mais completa ao longo dos anos; confira (Divulgação / JYP Ent.) A líder do TWICE e uma das maiores vocalistas do K-pop está fazendo aniversário! A Jihyo completou 26 anos nesta quarta-feira (1º de fevereiro), com direito a uma enxurrada de carinho dos fãs e declarações super amorosas das suas colegas de grupo. Seu aniversário também movimentou as redes sociais nesta semana, o que não é de se admirar: além de todo o sucesso da vocalista, a data foi celebrada em um momento de muita atividade no fandom ONCE. O TWICE lançou no último mês o pré-single em inglês 'Moonlight Sunrise'. Além disso, a unit japonesa do grupo finalmente deu seus primeiros passos com a divulgação de Bouquet, uma faixa única lançada também em janeiro. Mina, Momo e Sana ainda revelaram em entrevista recente que as integrantes devem realizar mais atividades individuais neste ano. Tudo isso só aumenta a nossa expectativa para o debut solo da Jihyo, não é? Leia Mais: O que esperar do K-pop em 2023? Confira as principais apostas para este ano Enquanto esperamos sua estreia como solista (e torcemos para que ela venha logo), o Café preparou uma lista com 6 fancams da Jihyo que acumulam milhões de visualizações e que mostram como a artista evoluiu ao longo dos anos. Confira após a publicidade. LIKEY (2017) Pra começar, que tal uma viagem ao passado? O TWICE lançou LIKEY em 2017, de dois anos após seu debut sob o selo da JYP Entertainment (empresa que administra a carreira das membros até hoje). A faixa no estilo bubblegum pop é do álbum Twicetagram, que repetiu o bom desempenho dos atos anteriores do grupo. Já nessa época, as integrantes transbordavam carisma, e Jihyo, com apenas 20 anos, mostrava que iria conquistar milhares de corações. Fancy (2019) Em 2019, o TWICE continuava a dominar a indústria e a se consolidar como um dos maiores nomes do K-pop. Foi nesse ano também que o grupo passou a investir em conceitos mais maduros, como os que serão mencionados a seguir. Fancy foi a faixa-título do sétimo EP do grupo, Fancy You, e marcou o início de uma era cheia de glamour e brilho nas produções. A líder Jihyo, com 22 anos à época, soube sustentar muito bem esse amadurecimento. Só um detalhe: a fancam abaixo acumula mais de 8 milhões de visualizações! Leia Mais: 15 coreografias de K-pop fáceis de aprender More & More (2020) No ano seguinte, o TWICE continuou a evoluir, a testar conceitos mais "adultos" e a colher os frutos do seu trabalho impecável. Em 2020, o girlgroup brincou com referências bíblicas com a divulgação de More & More, que pertence ao disco homônimo e é o nono mini álbum do grupo. Com uma pegada hippie nos figurinos e os primeiros flertes das integrantes com o estilo tropical house, o lançamento ainda apresentou aos fãs um novo visual da Jihyo que é aclamado e lembrado até os dias atuais. Alcohol-Free (2021) O estilo tropical house voltou com força no ano seguinte e ganhou também nuances de Bossa Nova. com o lançamento de Alcohol-Free. As titãs da indústria mostraram que não têm medo de ousar com essa faixa que está no décimo álbum do grupo, intitulado Taste Of Love. Misturando o melhor do verão, das altas temperaturas e da festividade da estação, Jihyo aparece resplandecente nessa era, no auge dos seus 24 anos. A fancam abaixo foi retirada de uma performance no Studio Choom e possui mais de 3,5 milhões de views. The Feels (2021) 2021 também foi especial para o TWICE pois foi o ano de lançamento do primeiro single em inglês do grupo. The Feels registrou várias conquistas e recordes em âmbito internacional, e um dos feitos a serem destacados foi a apresentação no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon — programa de talk-show americano da emissora NBC. Um marco assim com certeza afetou a confiança da Jihyo para a performance, e isso é notável na fancam abaixo. Ela está belíssima! Talk That Talk (2022) Para encerrar, nada mais justo do que falar do último álbum das divas, né? Between 1&2 foi lançada no segundo semestre do ano passado e aposta em músicas divertidas e referências à moda dos anos 2000 (Y2K). Além de qualidade de Talk That Talk, a faixa-título ganhou como apelo o visual irresistível das integrantes; e a Jihyo se destaca aqui com o bob hair que foi tendência em 2022. A fancam abaixo acumula mais de 2 milhões de visualizações. Qual a sua era favorita da Jihyo? Conta para o Café aqui nos comentários e já aproveita para seguir a gente no Instagram e no Twitter!

  • Por que "Decisão de Partir" foi esnobado no Oscar 2023? [Opinião]

    Com um desempenho de bilheteria e crítica excepcional, a audiência ainda não entendeu porque "Decision to Leave" não recebeu uma indicação (Reprodução / Korean Film Council) Apontado como um dos favoritos do ano da crítica especializada, o filme do aclamado diretor Park Chan-wook, responsável por sucessos como A Criada (2016) e Oldboy (2003), Decisão de Partir foi lançado em junho de 2022 e sua recepção tem sido avassaladora. Conquistando notas de destaque e uma enorme audiência, o filme foi escolhido para representar a Coreia do Sul nos Oscars de 2023. As expectativas, entretanto, não foram atendidas, e todos que apostaram em Decisão de Partir ficaram decepcionados quando, ao olhar a lista de indicados ao Oscar, o filme não foi contemplado com indicações em nenhuma das categorias, nem mesmo de Melhor Filme Internacional. Mas o que pode ter causado isso? O Café refletiu e pesquisou: por que um filme tão aplaudido por especialistas não foi capaz de segurar uma indicação? Leia mais sobre após a publicidade. Decisão de Partir: a não-indicação é uma oportunidade perdida (Reprodução / Korean Film Council) Os Oscars são, historicamente, uma premiação que dá preferência a obras estadunidenses e de língua inglesa. Em 23 edições, somente três filmes em língua não-inglesa receberam o principal prêmio da noite, Melhor Filme, um deles sendo Parasita (2019). A divisão entre os prêmios de Melhor Filme e Melhor Filme Internacional faz parecer que, enquanto premiação cinematográfica, a Academia só reconhece os longa-metragens de seu próprio país, quando a realidade é bem diferente — opções muito competentes são lançadas todo ano fora da bolha estadunidense, e muitas vezes são ignoradas. Leia também: Decisão de Partir: Conheça o novo filme de Park Chan-wook escolhido para o Oscar 2023 Nas principais categorias, como Melhor Filme e Melhor Direção, cerca de 89% das indicações foram dadas a pessoas brancas e 1.4% a pessoas asiáticas, segundo dados da própria Academia e do site IMDB. O afastamento, muitas vezes proposital, de filmes feitos, produzidos, dirigidos e protagonizados por pessoas racializadas não é de hoje, e essa razão é apontada por muitos fãs de Decisão de Partir e do cinema asiático em geral como o porquê do filme não ter recebido uma indicação. O sucesso de Decision to Leave foi igual, senão maior que o de outros indicados. Com uma bilheteria de aproximadamente 16 milhões de dólares (Conselho de Cinema Coreano, 2023), o romance foi exibido em diversos cinemas ao redor do mundo, inclusive em sessões especiais no Brasil. Além desses números, a crítica aclamou fervorosamente o trabalho de Park Chan-wook, rasgando elogios ao diretor. O filme foi exibido no Festival de Cannes, uma das premiações cinematográficas mais respeitadas da indústria e reconhecida por dar chance a obras fora do eixo estadunidense, e chegou a concorrer ao Palme D'Or, o prêmio mais importante da premiação. No site Rotten Tomatoes, dedicado às avaliações de críticos e da audiência sobre filmes, Decisão de Partir tem uma nota de 93% de aprovação pela crítica especializada. O filme é uma caixinha de compartimentos secretos; quando você acha que entendeu tudo, outra dimensão se abre. [O filme] é engraçado, às vezes, mas só até um certo ponto: em alguma parte do caminho, ele se transforma num trabalho sobriamente formal, com um dos finais mais louváveis que você verá no ano.” Stephanie Zacharek, crítica para a TIME Magazine A trama envolvente — roteirizada por Jung Seo-kyung, que já trabalhou com o diretor em A Criada (2016) — que mistura romance e mistério instigou a audiência, que perseverou durante as quase três horas de duração do longa-metragem e fez a experiência valer a pena. O trabalho dos atores principais, Park Hae-il e Tang Wei, merece mais do que somente palmas. Eles foram capazes de transmitir a angústia e as complicações do relacionamento entre detetive e suspeita para quem assiste, emendando tudo com uma química de cair o queixo e impressionar. Park Hae-il já é conhecido no cinema sul-coreano, tendo trabalhado em Memórias de Um Assassino (2003), do vencedor do Oscar Bong Joon-ho, e Tang Wei é uma atriz chinesa que também já atuou em filmes de sucesso. A escolha de uma atriz chinesa para uma produção sul-coreana é surpreendente, visto que os países têm um histórico de atrito, e a recepção positiva da atriz pela audiência sul-coreana é mais uma indicação que Park Chan-wook acertou em cheio. Leia também: Decisão de Partir: Filme sul-coreano traz um romance intrigante e complexo no enredo Se com todas essas honras e qualificações que, sob qualquer outra visão, seriam mais que suficientes para render uma indicação a ao menos uma categoria, por que a Academia resolveu não indicar Decisão de Partir? Uma possível resposta, apesar de clara e batida, ainda é triste: a aversão a produções não estadunidenses. O cinema sul-coreano não é novato na cena. Não é referência no ocidente como o francês, apesar de receber as mais diversas honras por todo o mundo e provar ano após ano que é mais que competente, mas ainda tem sua honra e seus elogios. A barreira da língua, entretanto, parece ser maior que a apreciação pela sétima arte, e os fãs das obras sul-coreanas se entristecem ao perceberem que as premiações dos Estados Unidos não mudam. Na última década, ao todo 74 pessoas racializadas foram indicadas. Em 2011 — em apenas um ano —, 72 criadores brancos foram indicados, segundo dados levantados pelo website Insider em 2021. Quando vocês superarem a minúscula barreira das legendas, vocês serão apresentados a muitos outros filmes incríveis.” Bong Joon-ho, 2020, em seu discurso ao ganhar o Globo de Ouro Decisão de Partir é um filme de mistério e romance que usa do clichê “Quem matou?” para avançar a trama, algo que Hollywood faz e ama. O filme também explora a dor da protagonista, cujo marido falece no início, além da divisão entre querer ajudar na investigação, ser a principal culpada e entender seus sentimentos pelo detetive. É o tipo de trama que, se protagonizada por atores estadunidenses e brancos, com certeza teria recebido mais aplausos e reconhecimento do que já recebeu. É uma pena que a visão da Academia ainda seja tão pequena e limitada que não consegue reconhecer talentos e obras excepcionais que lhe são apresentadas. Filmes como Parasita (2019) e Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo (2022) — que apesar de pertencer à A24, produtora estadunidense, traz um elenco chinês e partes do filme faladas em mandarim/cantonês — são exemplos de que, muito lentamente, a cabeça dos que comandam os Oscars está mudando. É triste, entretanto, que, a cada ano, os países precisam escolher quem terá o destaque daquela vez. Em suma, Decisão de Partir merecia um olhar mais benevolente por parte da Academia. Se um filme que atende os pré-requisitos e excede as expectativas da crítica não merece uma indicação, o quanto mais não estadunidenses precisam se esforçar para serem sequer considerados? Você assistiu Decision to Leave? Vem conversar com o Café nas redes sociais!

  • HBO Max: Quando e quais doramas vão entrar no catálogo do streaming? Por que a demora?

    Produções como "The Heirs" e "Dr. Romantic" estavam na mira da HBO para entrar na plataforma (SBS/WarnerMedia/Reprodução) A corrida dos streamings por k-dramas nunca esteve tão acirrada. Conforme mais títulos alcançam público e atingem amplas audiências, mais as plataformas estão buscando investir nas produções sul-coreanas para não ficar atrás. E depois da Netflix, com sucessos como Round 6, Profecia do Inferno, Pretendente Surpresa e muitos outros, agora o HBO Max também quer uma fatia do bolo. A HBO é uma das companhias a querer ingressar no audiovisual da Coreia do Sul, e trazer isso para o público ocidental. Mais recentemente, tivemos a Disney com algumas produções no Disney Plus (Snowdrop, Rookie Cops e mais), e também a Apple TV+, com Pachinko. Mas como o HBO Max vai investir nisso? Quais doramas vão entrar no streaming, e quando eles finalmente vão chegar? Ter informações concretas sobre a chegada dos dramas no catálogo está difícil. Contudo, já há algumas divulgações e anúncios que podem ajudar o público. HBO Max pretende, primeiro, trazer doramas da emissora SBS Até o momento, a HBO do Brasil anunciou três dramas que entraram no catálogo do HBO Max: The Heirs, Dr. Romantic e My Sassy Girl. Coincidência ou não, todos os títulos são produções da emissora SBS, então é provável que o streaming tenha adquirido os direitos da companhia em específico (a primeiro momento). Os três projetos foram adicionados à plataforma. Entretanto, mesmo que elas tenham aparecido nas listas de lançamentos que a HBO divulga periodicamente nas redes sociais, a dramaland está vendo navios com outros títulos mais novos. A mais recente promessa foi justamente Dr. Romantic, que tem 20 episódios no total e foi transmitido entre 2016 e 2017. Leia também: Netflix, Viki e Kocowa: Qual streaming de doramas vale mais a pena? Conheça os preços e os catálogos Doramas que podem entrar na HBO Max (atualizado): The Heirs (2013) - Entrou Dr. Romantic (2016 - 2017) - Entrou My Sassy Girl (2017) - Entrou Ou seja: mesmo que os três dramas citados sejam conhecidos, eles já são antigos. Inclusive, The Heirs já estava dentro da Netflix para ser assistido, sob o título de Herdeiros ("Inheritors"). Assim, vale pensar no que poderia ser o obstáculo para a HBO trazer produções mais recentes, ou então produzir dramas originais logo de cara — como os títulos chamados de Max Originals no streaming. Seria esta uma introdução inicialmente contida nos projetos sul-coreanos? Ainda, vale ressaltar que a WarnerMedia, uma subsidiária do grupo AT&T (da qual a HBO pertence), tem cerca de 2% das ações da emissora JTBC. Ainda não há informações sobre dramas desta companhia no HBO Max. O que poderia impedir a HBO Max de investir mais em doramas? Não só a HBO, como tantos outros serviços de streaming internacionais (Spotify, Disney Plus, YouTube Music e mais) estão enfrentando problemas na Coreia. Nesse sentido, as plataformas foram inseridas num mercado em que os próprios streamings do país, como o Melon e o Wavve, já são consolidados. No início do ano, o jornal The Korea Times divulgou gráficos mostrando a popularidade das plataformas lá. Foram considerados os usuários ativos mensalmente nos streamings de audiovisual, no mês de dezembro de 2021 (quando Disney Plus chegou na Coreia do Sul), e a porcentagem de presença de mercado nos serviços de música. Independente da divulgação, os produtos sul-coreanos ainda sobrepõem os importados. À esquerda, o número de usuários mensais em cada serviço de streaming popular. À direita, a porcentagem de cada serviço de música no mercado da Coreia do Sul. (The Korea Times/Reprodução) E em recente matéria do site Hypebeast, foi reportado que a HBO Max não entrará mais na Coreia do Sul em 2022. Os planos de ingressar no país com o streaming, o que também englobaria o incentivo às produções originais, ficaram para o futuro; e a HBO não prosseguiu com as entrevistas de emprego que fez com funcionários da futura sede sul-coreana, feitas no segundo semestre de 2021. De acordo com a notícia, a recente união da WarnerMedia com o grupo Discovery, e o desempenho ruim de outras plataformas estrangeiras fora a Netflix, são fatores levados em conta. Não só inserindo k-dramas já existentes nos catálogos que as companhias conseguirão sobreviver na Coreia do Sul. O público sul-coreano, que é atendido pelos streamings locais, espera que as empresas internacionais invistam em produtos originais também para que haja interesse nas assinaturas. Por mais que o mercado local e ocidental pareçam distantes, um aquece o outro para manter o gênero e as produções atrativas dentro do próprio prestador de serviços. O Disney Plus enfrentou uma queda expressiva de assinaturas nos últimos meses. A baixa quantidade de produções originais no streaming da Coreia, mesmo que haja interesse e programação da Disney para mais títulos, pode ter sido uma das razões. Segundo o site The Korea Bizwire, em janeiro de 2022, o Disney Plus mantivera pouco mais de 2 milhões de usuários ativos no país; muito atrás dos 12.41 milhões da gigante Netflix. Leia também: Idols em cena: 7 doramas com cantores de K-pop para assistir na Netflix Portanto, o HBO Max poderá ter uma futura entrada tímida na dramaland por vários fatores: a competição já consolidada com outras companhias; a missão de conquistar o público não só internacional, como da própria Coreia do Sul, para desenvolver projetos originais; o interesse, ou não, de trazer ao catálogo produtos recentes etc. Ainda, não há notícias novas sobre o acordo da WarnerMedia com a HYBE Labels. Em abril do ano passado, a Warner chegou a investir 500 bilhões de wons na empresa que detém contratos de grupos como BTS, Seventeen, TXT, Enhypen e mais. Contudo, conforme foi anunciado nesta semana, as produções do BTS irão para o Disney Plus; começando pela estreia do reality In The Soop: Friendcation. Maiores informações e atualizações serão adicionadas à publicação futuramente.

  • MAGIC MAN no Brasil: Ingressos, preços e tudo sobre o show de Jackson Wang

    O solista pisará em solo brasileiro pela primeira vez em maio de 2023; vendas de ingressos começam em fevereiro (Divulgação/Team Wang) Rumores de negociações para a passagem da turnê mundial de Jackson Wang, MAGIC MAN, pelo Brasil circulavam há alguns meses, mas agora é real! Na última sexta-feira (27), a plataforma de ingressos LivePass, a produtora de eventos Move Concerts e a casa de shows Espaço Unimed confirmaram o primeiro concerto de Jackson em solo brasileiro e revelaram detalhes. Agora, resta aos fãs aguardarem pela tão esperada venda de ingressos para terem a chance de ver o solista pessoalmente. Em um ano com diversos anúncios de shows internacionais, o Brasil voltou a ser um dos locais indispensáveis em turnês mundiais, e com os nomes do K-Pop não foi diferente. Os brasileiros tiveram a oportunidade de ver NCT 127 de perto, com os três concertos em São Paulo, e poderão presenciar Super Junior e ONEUS em fevereiro, além de preparações para festivais. Jackson Wang não esta relacionado ao K-Pop desde que o GOT7 decidiu sair da JYP e focar em projetos individuais por certo tempo, mas se ele tornou um dos principais nomes do C-Pop e ainda arrasta um público fiel no Brasil. Leia também: O que esperar do K-pop em 2023? Confira as principais apostas para este ano Depois de JayB, Jackson será o próximo membro do GOT7 a pisar pela primeira vez no Brasil como solista. A MAGIC MAN Tour teve inicio em novembro de 2022 na Tailândia e seu destino mais recente adicionado é a América Latina, começando pelo Brasil. Confira abaixo detalhes sobre o show de Jackson Wang no Brasil: Tudo o que precisa saber sobre a MAGIC MAN no Brasil (Divulgação/Team Wang) Jackson Wang estará em solo brasileiro em 15 de maio para um único show da turnê mundial MAGIC Man, no Espaço Unimed, casa de show localizada em Barra Fundo, zona oeste de São Paulo. O local tem capacidade para oito mil pessoas, dividida em setores de pista premium, pista comum, mezanino e camarote, com preços que variam de R$ 230 a R$ 1.200. Pista Premium: R$ 850 (inteiro) | R$ 425 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Pista Comum: R$ 460 (inteira) | R$ 230 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Camarote: R$ 1.200 (inteira) | R$ 600 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Mezanino: R$ 900 (inteira) | R$ 600 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Leia também: Fortes emoções: Músicas de K-pop com significados importantes para os fãs Além de prestigiar a setlist que reúne vários sucessos da carreira de Jackson e de seu último álbum, os fãs também podem adquirir outros benefícios nos Pacotes VIPs. No Meet & Greet, momento de interação mais próxima e individual entre fã e artista, será possível conhecer Jackson de perto e ainda tirar uma foto com ele. Também aparecem como benefícios: checagem de som antes do show, brindes oficiais da turnês e outras oportunidades exclusivas de interação com o solista. Os pacotes com benefícios diferentes possuem valores que vão de R$ 853,35 a R$ 2.166,66. Pacote VIP 1 THE ‘MAGIC MAN’: R$ 2.166,66 (inteira) | R$ 1.741,66 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Benefícios: Pista Premium, entrada antecipada, Meet & Greet, foto individual com Jackson Wang, Credencial com cordão VIP da Tour autografado, acesso VIP para um Soundcheck antes do show, ouça histórias inéditas do Jackson Wang sobre a turnê e presente VIP exclusivamente criado para os compradores do pacote VIP. Pacote VIP 2 THE ‘TEAM WANG’: R$ 1.583,34 | R$ 1.158,34 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Benefícios: Pista Premium, entrada antecipada, acesso VIP para um Soundcheck antes do show (inclui performance de Jackson Wang), ouça histórias inéditas do Jackson Wang sobre a turnê, presente VIP exclusivamente criado para os compradores do pacote VIP e credencial com cordão VIP da Tour. Pacote VIP 3 ‘CHAMPAGNE COOL’: R$ 1.083,35 (inteira) | R$ 835,35 (meia estudante, professora, PCD e idoso) Benefícios: Pista Comum, presente VIP exclusivamente criado para os compradores do pacote VIP e credencial com cordão VIP da Tour. As vendas de ingressos acontecerão no site da Livepass. Clientes do Cartão de Crédito Porto Seguro Bank terão acesso a pré-venda do concerto em 6 até 8 de fevereiro, às 10h no horário de Brasília, e 50% de desconto no valor do ticket. A venda geral de ingressos acontecerá em 8 de fevereiro, também às 10h. O parcelamento pode ser feito em até três vezes sem juros. Serviço - MAGIC MAN Data: 15 de maio (segunda-feira) Local: Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/SP) Horário: 21h | Abertura da Casa: 19h Classificação etária: -- Vendas online: Livepass Leia também: Lay faz 30 anos: 5 revelações sobre o membro do EXO contadas em seu livro biográfico

  • XG: Conheça o "Xtraordinary Girls", girlgroup japonês que tem chamado atenção dos fãs de K-pop

    O septeto da XGALX tem integrantes que já trabalharam juntas antes, fluentes em mais de um idioma e com talento inegável para música (Divulgação/XGALX) A quarta geração de K-pop trouxe diversos grupos femininos notáveis como aespa, IVE, Kep1er e as talentosas integrantes do STAYC. O girlgroup XG, também conhecido como Xtraordinary Girls, é tão recente quanto os mencionados anteriormente e está ganhando atenção na indústria sul-coreana — embora todas as integrantes sejam japonesas e cantem músicas em inglês. Inclusive, tal característica do grupo se tornou assunto em alguns fóruns coreanos recentemente, já que alguns internautas da Coreia do Sul acreditam que as músicas do girlgroup não deveriam ser consideradas K-pop. Por outro lado, o argumento está sendo refutado com a afirmação de que idols de K-pop também promovem seus trabalhos no Japão. Apesar das discussões, os lançamentos do XG estão sendo bem recebidos internacionalmente. Com sete integrantes, XG debutou em 18 de março de 2022 com o single Tippy Toes, sob a gerência da empresa XGALX. A estreia do grupo tem sido preparada desde 2017 e, finalmente, o resultado de tanto trabalho pode ser percebido logo no primeiro trabalho, que traz inspirações em Hip-Hop e R&B. A discografia do grupo ainda está sendo construída, tendo como base alguns poucos trabalhos como o single MASCARA e o recente lançamento SHOOTING STAR, lançado em 25 de janeiro. Se você ouviu falar no XG e caiu de paraquedas por aqui, o Café Com Kimchi pode te ajudar a conhecer cada uma das integrantes. Continue por aqui! Jurin (Divulgação/XGALX) Líder do grupo e rapper principal, Jurin foi a primeira integrante a ser revelada pela empresa. Japonesa nascida em Kanagawa, em 2002, já foi modelo e atleta profissional de snowboard — atividade que desempenha desde os três anos de idade. Ela estudou em uma academia de artes e todos os talentos adquiridos podem ser percebidos facilmente desde o single de estreia do XG. Chisa (Divulgação/XGALX) Nascida em 2002, em Osaka, Chisa é a vocalista principal do grupo. Em 2016, chamou atenção do público japonês ao vencer um prêmio de destaque na competição Tokyo Girls. Considerada a integrante que agita qualquer ambiente, a cantora tem como inspiração as artistas de R&B Kehlani e SZA. Hinata (Divulgação/XGALX) Nativa de Nagoya, Hinata é fluente em inglês e coreano — inclusive, seus avós são da Coreia do Sul. A sub-vocalista do XG é apaixonada por pop e R&B e, além de cantar, já mostrou suas ótimas habilidades como desenhista. Um fato interessante sobre a integrante é que ela supostamente foi trainee da YG Entertainment, crença que se fortaleceu quando foi vista nas proximidades do prédio da empresa, mas isso não passa de rumor até agora. Harvey (Reprodução/XGALX) Harvey é rapper principal do XG, mas também empresta sua voz como sub-vocalista. Filha de pai australiano e mãe japonesa, a jovem também participou do Tokyo Girls e trabalhou como modelo desde o ensino médio. Antes de ingressar em seu atual girlgroup, ela foi integrante de um grupo feminino chamado Shorty. Entre suas principais inspirações na música estão Mary J. Blige, Rihanna e SZA. Juria (Reprodução/XGALX) Também vocalista principal do XG, Juria tem certa experiência como idol, uma vez que estreou no grupo japonês Amorecarina. Inclusive, se hoje em dia podemos testemunhar seu talento, é graças à sua mãe, que a incentivou a se tornar cantora quando a jovem tinha 10 anos de idade. Não demorou muito até que começasse a tentar se encontrar na carreira precoce e, o que começou com comerciais de TV aos 11 anos, a levou a se tornar membro do XG atualmente. Maya (Divulgação/XGALX) Nascida em 2005, Maya participou das audições do tão comentado Tokyo Girls quando tinha apenas 12 anos de idade. Fluente em coreano e inglês, a integrante é conhecida por entregar performances poderosas de dança, além de mandar bem no rap e no vocal também. Cocona (Reprodução/XGALX) A integrante mais jovem do grupo é Cocona, cujo nome verdadeiro é Akiyama Kokona. Amiga de infância de Maya, que agora é sua colega de grupo, a integrante é obcecada por Tyler The Creator e Lauryn Hill. Em 2018, venceu uma competição musical após cantar um cover de Haru Haru, do respeitadíssimo BIGBANG. Então, o que você achou do XG? Já se considera um fã do grupo? Não se esqueça de acompanhar o Café com Kimchi também nas redes sociais!

  • NCT 127: "NEOCITY: THE LINK" no Brasil é o concerto de K-pop que os fãs brasileiros precisavam

    Boygroup da SM esteve em São Paulo nos dias 18, 19 e 20 de janeiro, e entregou um dos melhores shows do gênero em solo nacional Por Stephany Mariano, Samara Barboza, Nathalia Jesus, Leonardo Fernandes e Roberta Melo. A agenda de shows de K-pop de 2023 começou muito positiva. No mês de janeiro, dos dias 18 a 20, o NCT 127 desembarcou em São Paulo para três apresentações na capital, como parte a turnê NEOCITY: The Link. Com grande público na casa de shows Vibra São Paulo e músicas cantadas a plenos pulmões pelo fandom NCTzen, o boygroup da SM Entertainment deixou sua marca nos concertos do gênero no Brasil. O line-up das apresentações contou com alguns dos maiores sucessos do grupo, e a Vibra foi tomada por pessoas com lighsticks verdes — o que também foi presente no dress code formado por coincidência na turnê do NCT 127. A noite daquela sexta-feira (20) ficará na memória dos presentes, e nas ideias das produtoras que planejam dar continuidade ou superar as impressões que o ato da SM deixou no país. Quer saber mais ou relembrar o que aconteceu no último dia de show do NCT 127? O Café com Kimchi reuniu as opiniões de alguns dos redatores que estiveram por lá; confira mais logo abaixo! Tarde de chuva em São Paulo não atrapalhou os fãs do NCT 127 na fila da NEOCITY: The Link O terceiro e último dia de show do NCT no Brasil foi repleto de expectativas por parte dos fãs que estavam ali para vê-los pela primeira vez, os que já tinham ido em outros concertos do grupo e, até mesmo, os NCTzens que não compareceram e acompanharam o evento pelas redes sociais. O concerto seria um atestado de sucesso definitivo para fechar com chave de ouro a digníssima passagem do boygroup da SM pelo país. A fila contava com fãs de diversos estados, afinal, era uma sexta-feira, o dia da semana mais possível para viajar e, quem sabe, passar sábado e domingo em São Paulo. Um mar verde neon se formava na parte externa do Vibra São Paulo, a mesma casa que recebeu o solista Jay B em novembro do ano passado. Os NCTzens esbanjavam seus visuais extravagantes que chamaram atenção de Jaehyun, por exemplo, e da mídia sul-coreana, uma vez que se espalhou o "efeito Mandela" de que os fãs do NCT em todo o mundo costumavam trajar verde nos shows. Aparentemente, essa tendência mostrou-se muito mais brasileira do que uma cultura internacional do fandom. Naquela tarde, a chuva incomodava um pouco, mas não intimidou nenhum dos presentes — mais preocupados em mentalizar um lugar bom para enxergar todos os membros no palco do que com algumas gotas d'água. Por fim, o grande momento chegou e a maré verde neon inundou o Vibra São Paulo próximo das oito da noite. Leia também: NCTzen de primeira viagem? Confira 5 programas para conhecer melhor o NCT Ato da SM Entertainment honrou o próprio nome com performances impecáveis Fazendo jus aos artistas da SM Entertainment, todos os integrantes do NCT 127 possuem uma incrível presença de palco e vocais impressionantes, conforme visto nas performances do dia. Durante as apresentações em conjunto, como nas canções Favorite e Sticker, a sintonia do grupo foi mais do perceptível logo de cara; e os NCTzens cantaram os hits num coro que ultrapassava o microfone dos artistas. A sincronia que o público está acostumado a ver nas coreografias de dance practices e apresentações de music shows é de fato entregue no palco. Mesmo no terceiro e último dia do show, os integrantes do NCT 127 entregaram uma performance completa, o que demonstra o quanto eles se esforçam e treinam para mostrar algo visualmente bonito. Um dos pontos mais positivos da turnê NEOCITY: The Link foi o fato de que as apresentações solo tornaram todo o show algo ainda mais interessante. Foram momentos em que os fãs puderam focar nos movimentos e voz de um só integrante por vez, e enxergar melhor suas habilidades individuais, algo que as performances em conjunto não permitem com tamanho foco. Nesse aspecto, Mark foi um dos integrantes do NCT que mais se destacou durante todas as apresentações. Não surpreende o fato dele ser o rapper principal do grupo, e por ter passagem pelas diferentes units do NCT, sendo um dos rostos mais conhecidos do boygrupo. Sua presença de palco é inata, e Mark sabe o tempo e momento certo de cada passo. O membro hipnotiza com sua versatilidade, seja no vocal ou no rap. O vocalista principal do grupo, Taeil, tem um controle vocal capaz de impressionar qualquer um. Mesmo depois de longas performances, passadas mais de duas horas de concerto, o artista estava lá com uma estabilidade e controle que exigem muito treino. Os high notes gravados em estúdio e que você escuta nas músicas? Ele entrega nos palcos. Taeil sabe utilizar técnicas que enaltecem ainda mais a sua voz e deixam suas apresentações ainda mais fantásticas. O show do NCT 127 no Brasil foi o que os fãs do Brasil precisavam viver Os concertos do NCT 127 foram a experiência que os fãs brasileiros precisavam vivenciar. Abrindo a temporada de shows de 2023, o boygroup da SM pegou todos de surpresa antes e durante o evento. De primeira, os fãs consideraram pequeno o local escolhido para concentrar as elaboradas performances da unit; mas o NCT soube contornar essa situação com maestria. Grandiosas apresentações, como Love On The Floor e Focus, que precisam de maquinários específicos, foram executadas como nos shows anteriores em outros países. Em três dias seguidos e no mesmo local, o NCT 127 não apresentou um show monótono, apesar de certamente estarem cansados com toda a maratona de turnê. Os integrantes conversaram com os fãs durante quatro momentos e conseguiram mostrar a carisma que os NCTzens já conheciam por acompanhá-los de longe. As conversas foram acompanhadas por traduções simultâneas, e vale destacar o trabalho preciso da tradutora presente, que repassava as falas ditas pelos sul-coreanos quase que instantaneamente. Leia também - Candy: NCT Dream homenageia a memorável faixa do grupo H.O.T em seu novo mini álbum Os integrantes se esforçaram bastante ao tentar palavras e frases em português. Desde termos mais comuns como "olá" e "eu te amo" até "vocês são quentes" e "estão preparados?", e o que mais chocou o público: "vocês lacraram", vindo de Taeil no momento dos agradecimentos ao final. Os cantores foram contagiados pela energia dos fãs brasileiros, principalmente em um momento bem específico em que todos decidiram gritar "NCT" enquanto o grupo se posicionava para uma nova música, e na mesma hora Yuta se virou para os fãs e gritou de volta "Brasil!" várias vezes. Em relação ao membros, sem dúvidas Yuta é um dos, senão o mais, integrantes populares entre os brasileiros, e isso foi perceptível pelas reações dele. O cantor japonês foi ovacionado em todos os momentos em que as câmeras dos telões focaram nele, com direito a gritos como "olê, olê, olê, olá! Yuta, Yuta!". Mark sempre é descrito com uma ótima presença de palco e esta afirmação é mais do que certa, pois Mark Lee é isso e mais um pouco, conseguindo com facilidade dominar o palco e captar todas as atenções para si. Ele, que é um dos membro mais novos do NCT, deixou isso ainda mais evidente durante seu solo e no duo com Taeyong. Johnny também pode ser considerado um dos destaques da noite. Conhecido como um dos cantores mais carismáticos do grupo, ele mostrou toda a sua "dualidade" muito comentada no fandom, transitando do conceito maduro e sensual de suas performances para o Johnny acolhedor quando conversava com os NCTzens. Além disso, com certeza o seu solo na caixa de vidro soube passar uma grande impressão e deixar todos boquiabertos. Fora isso, Jungwoo também levantou gritos de alegria da plateia com sua fofura e talento no solo, e Doyoung arrasou com seus vocais mais do que maravilhosos — e um dos melhores do K-pop hoje. Na última conversa entre grupo e fãs, os integrantes estavam visivelmente emocionados, assim como os NCTzens, após vivenciar toda a experiência grandiosa e tão aguardada. Quando a câmera passou por cada um dos integrantes, foi possível ver que os olhos brilhavam e que eles olhavam com carinho para os fãs. O NCT 127 prometeu retornar ao Brasil, na próxima vez em um lugar maior e acompanhado de Haechan, que não foi esquecido em nenhum momento do show. Ao final do show, o NCT 127 foi embora tão surpresos quanto os fãs As apresentações na Vibra São Paulo mostraram que os fãs do NCT 127 estavam contando as horas para conferir o boygroup em solo nacional. E para além disso, o próprio grupo da SM deixou o país com impressões positivas a respeito de seus seguidores para além das fronteiras da Coreia: o fandom NCTzen cantou quase todas as músicas do grupo em si, e se emocionou com as performances, fosse chorando, gritando, pulando ou dançando. A energia entregue pelo público na Vibra São Paulo impactou os performers e também as redes sociais, ao que diversas postagens comentando sobre o público brasileiro encheram a web. Contudo, os concertos da NEO CITY: The Link foram uma enorme dica para o que as produtoras de shows de K-pop devem fazer futuramente. O público K-popper no Brasil é estrondoso, e o concerto do NCT 127 foi um evento de grande porte que acontece no país em raras ocasiões; demanda um espaço maior e uma organização a nível de headliners de grandes shows. Na internet, fãs do grupo também relataram questões a respeito da organização da fila, por exemplo, e tratamentos com projetos de fã-bases. Apesar disso, o NCT 127 trouxe alegria, carisma e diversão até para quem não é fã. O ato da SM Entertainment dançou conforme a tradição da empresa Big 3, com suas performances marcantes e momentos de tirar o fôlego, e deixaram um gosto de "quero mais" para qualquer um que esteve presente. Atualmente finalizada, a turnê NEO CITY: The Link pode ser considerada um marco na carreira do grupo, e o Brasil sem sombra de dúvidas deixou sua identidade nos artistas que compõem o boygroup coreano. Caso o NCT retorne ao território brasileiro, é mais do que certo afirmar que uma casa maior será necessária para comportar tamanha explosão de talento e musicalidade entregue pelos garotos.

  • Music Shows: Artistas do pop ocidental que já se apresentaram nos programas musicais coreanos

    Artistas de outros países também tiveram seu debut nos famosos programas musicais dos idols de kpop (Reprodução/ Grammy/ Billboard/ NBC) Os Music Shows já são bem conhecidos entre os kpopers de longa data. Transmitidos semanalmente, são programas musicais da Coreia do Sul nos quais artistas solo ou em grupo vão para se apresentar para promover seus trabalhos mais recentes, os famosos comebacks. Esses programas geralmente contam com a participação de artistas de kpop como apresentadores, o que torna tudo ainda mais interessante para o público, gerando mais audiência. Os fãs também podem comparecer aos estúdios, mediante alguns pré-requisitos, e assistir à gravação das apresentações de perto, fazendo parte dos fan-chants de fundo, (as partes especificas em que os fãs cantam acompanhando a letra da música). Mas não se trata somente de uma mera apresentação transmitida na televisão: esses programas também premiam os artistas com um título e troféu simbólicos, através de alguns critérios de votação em que os fãs podem participar. Sabe o first win que muitos falam por ai? É nesses programas que ele pode acontecer para os idols, sendo sua primeira vitória em um programa musical. (Reprodução KBS WORLD/ Tenor Gif) Alguns dos programas mais conhecidos são: Music Bank, Music Core, MCountdown, Inkigayo, Show Champion e The Show. Cada um deles com seus horários, regras e dinâmica, já se tornaram algo bem comum para quem consome kpop e gosta de acompanhar as atividades e performances de seus artistas favoritos. Music Shows: veja os principais stages de kpop do dia 15/11 ao dia 21/11 Apesar de serem dominados pelos idols coreanos, alguns artistas estrangeiros também já se apresentaram em programas como esses, saindo um pouco do padrão e do que se costuma ver por lá. Conheça, então, alguns dos cantores gringos que já fizeram sua estreia em Music Shows: 1. Christina Aguilera No início dos anos 2000, a cantora performou a música What A Girl Wants no Inkigayo, programa da emissora coreana SBS. Enquanto alguns dos idols de kpop ainda nem sonhavam em se tornar artistas e outros tampouco tinham nascido, Aguilera já se apresentava na Coreia do Sul com seu grande sucesso, que havia ficado duas vezes consecutivas em primeiro lugar na Hot 100 da US Billboard. 2. Usher O cantor e rapper norte-americano Usher lançou Yeah em 2004, tornando-se uma de suas músicas mais famosas. A faixa ficou no topo dos charts ao redor do mundo, do Reino Unido a Alemanha. Todo esse sucesso chegou à Coreia também, rendendo ao artista uma perfomance especial ao vivo no Inkigayo, no mesmo ano de lançamento da música. Com coreografias típicas do rapper, o público cantou e vibrou durante toda a apresentação, com direito a uma pequena fala do cantor em coreano. Neste ano, artistas como TVXQ já estavam na ativa e o grande grupo da SM Entertainment, Super Junior, estrearia no ano seguinte, perfomando nos palcos dos programas musicais coreanos assim como o Usher. 3. Lady Gaga Em 2008, foi lançado Just Dance de Lady Gaga com participação do cantor Colby O'Donis e, assim como aconteceu com os outros artistas internacionais que se apresentaram nos programas musicais, a canção da cantora havia estourado em diversos países. Sucesso mundial, a música alcançou o top 40 do Gaon, chart digital da Coreia do Sul, o que resultou no convite para se apresentar no MCountdown em um stage especial no Japão em 2009. Nesse momento grupos como Shinee, 2PM e Big Bang já estavam ganhando espaço na indústria da música coreana com seus looks chamativos, com inspirações do Pop e Hip-Hop internacional. Além disso, o grupo 2Ne1 teve seu debut neste mesmo ano. Já pensou em como seria incrível uma perfomance em parceira com a Lady Gaga? Sua apresentação também contou com a presença do público, coreografias e um look preto digno de premiação. Leia também: 11° Gaon Chart Music Awards: confira a lista de indicados da premiação de kpop Atualmente, as apresentações mais frequentes tem sido a dos artistas coreanos, e faz um tempo que cantores internacionais não aparecem mais por lá. Tem algum cantor estrangeiro que você gostaria de ver em um desses programas? Talvez performando solo ou com um grupo de kpop? Conta para o Café!

  • Além de Alice in Borderland: Conheça outras produções japonesas na Netflix

    Para você que gosta de live-action baseados em mangás e animes, outras produções do streaming podem chamar sua atenção; confira a lista (Divulgação / Netflix) Alice In Borderland é baseada no mangá chamado Imawa no Kuni no Alice escrito por Haro Aso. A série é de sobrevivência e suspense e conta a história de Arisu (Kento Yamazaki), um garoto japonês que é super inteligente, viciado em videogames e que não quer saber de estudar, muito menos trabalhar. A produção se passa em Tóquio que, ao longo do enredo, se transforma em uma cidade totalmente diferente do que Arisu e seus amigos conheciam. A cidade vira um universo paralelo e torna-se um verdadeiro campo de batalha, com desafios e jogos de vida ou morte, sorte e azar, que ditam o futuro dos que estão vivendo ali. Esses jogos são articulados por cartas de baralho com níveis e significados diferentes, fazendo com que os jogadores precisem prestar muita atenção em todos os detalhes já que sua vida está em jogo, literalmente. Leia também: Para fechar o mês com chave de ouro: 5 doramas que chegam na Netflix no dia 31 de janeiro Com o lançamento da segunda temporada recentemente pela Netflix, o interesse em mais séries na mesma pegada cresceu no público do streaming e dos consumidores de produções asiáticas. Por isso, o Café com Kimchi separou algumas produções live-action japonesas na plataforma, baseadas em mangás e animes, para você conferir: Death Note (2017) Comandada pelos mesmos produtores de Stranger Things, a série Death Note foi anunciada pela Netflix em 2017. O mangá escrito por Tsugumi Ohba conta a história de Light Yagami, um aluno de ensino médio que acha um caderno com poder sobrenatural: se o dono do caderno escrever o nome de alguém nele ao mesmo tempo que imagina o rosto de tal pessoa, ela automaticamente morre. Dessa forma, o protagonista começa a decidir quem irá matar. Samurai X: A Origem (2021) Em 2021, a Netflix lançou o filme live-action baseado em um mangá chamado Rurouni Kenshin, escrito por Nobuhiro Watsuki, que conta a história de um famoso espadachim japonês, e também assassino, conhecido como Hitokiri Battousai. Ao longo da história o protagonista conhece Tomoe Yukishiro e, a partir daí, o rumo de suas ações começam a mudar. A produção é um “prólogo” para entender os outros filmes já lançados sobre a história de Battousai. Saiba mais: MAGIC MAN no Brasil: Ingressos, preços e tudo sobre o show de Jackson Wang Erased (2017) Boku Dake Ga Inai Machi, conhecido como Erased, é um anime que foi transformado em live-action pela Netflix. A produção conta a história de Satoru Fujinuma, um homem de 29 anos que subitamente consegue o poder de voltar ao tempo, como se tivesse ganhado uma segunda chance, um tipo de “revival”. Após a morte de sua mãe, ele decide, então, voltar 18 anos no tempo para tentar impedir um sequestro e evitar uma tragédia que resultou na morte de três colegas seus. A atração teve algumas adaptações em seu curso, mas ainda assim teve uma resposta positiva entre críticos e o público. Confira outras 5 produções live-action japonesas da Netflix baseadas em animes: Fullmetal Alchemist (2017) Bleach (2018) Kakegurui (2018) Attack On Titan (2015) Ghost in the Shell (2017) Veja também: The Last Of Us: 6 doramas com zumbis para quem está assistindo a nova série da HBO Max

  • K-dramas em janeiro de 2023: Confira o primeiro calendário de lançamentos de doramas coreanos do ano

    O primeiro mês do ano promete entregar as melhores produções nos streamings, como a segunda parte de Alchemy Of Souls e novos episódios do BL The New Employee (Divulgação / Netflix) Feliz ano novo, dramaland! O ano de 2022 foi marcado por produções inesquecíveis, como o memorável Business Proposal, Vinte e Cinco, Vinte e Um, As Três Irmãs e filmes como Decisão de Partir e Garota do Século 20. Mas agora estamos em outro capítulo, torcendo para que o ano de 2023 seja repleto de k-dramas de qualidade e para todos os gostos. Vamos conferir alguns dos primeiros lançamentos nos serviços de streaming desse ano? Veja todos eles após a publicidade. Leia também: Retrospectiva 2022: Os 10 melhores doramas do ano, segundo os leitores do Café Com Kimchi Netflix O Bonde (9/01) Originalmente intitulado Trolley, O Bonde conta a história de Kim Hye Ju (Kim Hyun Joo), esposa de um político que precisa lidar com uma situação trágica após a vida privada do casal ser revelada ao mundo, incluindo um passado polêmico e escândalo de família. Alquimia das Almas | Alchemy Of Souls 2 (21/01) Dando sequência a primeira temporada, Alchemy Of Souls: Light And Shadow conta quando Jang Uk (Lee Jaewook) retorna dos mortos e se torna caçador de metamorfos, e ainda, precisa ajudar Naksu (Go Yoon Jung), uma prisioneira em sua própria casa, alcançar sua liberdade. Jung-e (20/01) Situado no século 22, num futuro pós apocalíptico, o filme sci-fi Junge mostra um cenário onde as mudanças climáticas deixam o planeta inabitável, por isso os humanos passam a viver em um abrigo, onde ocorre uma guerra. A solução para o fim desse conflito possivelmente está na clonagem cerebral de Jung Yi (Kim Hyun Joo), através de uma pesquisa desenvolvida por Seohyun (Kang Soo Yeon). Leia também: Reflexões e desconforto na Netflix: 5 doramas que exploraram temas sociais em 2021 Outros lançamentos da plataforma: Dia e Noite (20/01) Investimento de Risco (26/01) Be Melodramatic (31/01) O Drama da Minha Vida (31/01) Radiante (31/01) O Vento Sopra (31/01) Legal High (31/01) Os Casamenteiros de Joseon (31/01) Meus Dezoito Anos (31/01) Waikiki - 2ª temporada (31/01) Leia também: Idols de K-pop e atores que serão dispensados do exército em 2023 Viki Poong, o psiquiatra de Joseon 2 | Poong, the Joseon Psychiatrist 2 (11/01) Essa produção dá sequência a primeira temporada do dorama de época que fala sobre Yoo Se Poong (Kim Minjae), um psiquiatra que atende a família real, mas acaba sendo expulso por uma falsa acusação. O Novo Funcionário | The New Employee (novos episódios) Um romance de escritório baseado em webtoon de mesmo nome, esse bl conta a história de Seung Hyun (Moon Ji Yong), um rapaz sem qualquer experiência amorosa ou profissional, já nos seus 30 anos. Mas tudo muda quando ele consegue o estágio dos sonhos em uma empresa de publicidade renomada, onde também acaba encontrando um possível interesse amoroso de quem ele precisa correr, já que essa pessoa é Jong Chan (Kwon Hyuk), seu chefe. Leia também: A Shoulder to Cry On: Tudo sobre o BL com membros do OMEGA X e o futuro do drama Outros lançamentos na plataforma: Individual Circumstances (19/01) Kokdu: Season Of Deity (27/01) Disney+ Super Junior: The Last Man Standing (18/01) O documentário comemora os 18 anos de carreira do boygroup, apresentando a trajetória do Super Junior até aqui, suas conquistas e também como se tornaram os "reis da onda hallyu". O documentário promete mostrar o que o grupo busca para oferecer de novo ao k-pop. Leia também: Super Show 9 no Brasil: Ingressos, preços e tudo sobre o concerto do Super Junior em 2023 Lançamentos fora do streaming: Brain Cooperation (02/01) Run Into You (04/01) The Director Who Buys Me a Dinner (05/01) Payback: Money and Power (06/01) Agency (07/01) Crash Course in Romance (14/01) Can We Be Strangers? (18/01) Leia também: K-pop em janeiro de 2023: De NewJeans a TXT, confira o calendário de lançamentos do mês

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