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  • "Nenhuma música é fácil de escrever": WOODZ revela processos criativos e experiência com a turnê

    [OO-LI] World Tour é o atual trabalho do conhecido Luizinho, baseado em seu último álbum homônimo (Divulgação/EDAM Entertainment) Luizinho para uns, Cho Seungyoun para outros, ou simplesmente WOODZ. O artista sul-coreano tem tantos nomes quanto talentos, já tendo exibido charmes como cantor, compositor e produtor de seus próprios trabalhos. O mais recente deles é o álbum “OO-LI”, lançado em abril deste ano e responsável por abrir uma nova era de sua turnê mundial — que também passou pelo Brasil nesta sexta-feira (14). Segundo o próprio cantor, o nome do álbum é uma romanização da palavra “우리” (uri), que significa “nós”. Em coletiva de imprensa realizada na última quinta-feira (13), na qual o Café Com Kimchi esteve presente, WOODZ explicou a ideia por trás do disco. “Eu passei por vários processos de mudança e considero todas essas etapas. Apesar de ter começado apenas como um álbum, eu peguei o nome ‘OO-LI’ e adotei como o nome da turnê mundial. Concentrei todas as características nessa palavra 'Uri' que, em coreano, significa 'nós'. É uma palavra muito forte para indicar união.” “Eu também queria deixar um significado muito grande nessa palavra, entre eu e os MOODZ (fãs), para estabelecermos uma conexão através de shows e turnês." O álbum, que conta com sete faixas, é o que o cantor considera como uma junção de tudo o que ele é como pessoa e artista. “Eu queria colocar o significado de cada etapa, cada característica minha, cada pensamento, tudo isso eu queria ter envolvido nesse projeto, mostrando não somente o que passei e sou, mas também o meu futuro. [...] Quero sempre me representar dentro do álbum, da música, e quero sempre colocar o que eu sinto e o que eu sou. Me mostrar através da música." A música “Journey” foi a escolha principal para as promoções do álbum e, de acordo com o WOODZ, foi uma das mais difíceis de concluir. "Nenhuma música é fácil de escrever, de compor. Dentre sete músicas, seis músicas são difíceis. Dentro dessas músicas do álbum, a mais difícil de terminar foi 'Drowning'. Por outro lado, a faixa-título do álbum também foi difícil, porque muitas pessoas curtiram muito o outro álbum anterior a esse, então foi difícil pensar em como poder agradar a todo mundo depois do sucesso do último álbum.” Como WOODZ se preparou para a turnê mundial [OO-LI]? A aguardada WOODZ World Tour [OO-LI] começou em 20 de maio, em Seoul, e até agora já passou pela China, Indonésia, Malásia, Filipinas, Japão, Tailândia, México, Peru, Chile e, finalmente, Brasil. "A turnê se deu logo depois que eu terminei as atividades do meu álbum. Eu fiquei muito ocupado durante esse tempo”, contou. “Uma das coisas que eu considero mais importantes em um show é o som, então eu me preocupei bastante com essa questão." Segundo ele, a sensação de subir ao palco vai ficando menos assustadora conforme conquista mais confiança enquanto um artista que está há muitos anos na indústria. "Nervosismo é uma palavra um pouco forte para mim. No primeiro show, eu me senti um pouco nervoso, mas depois fui me adaptando e ficando mais relaxado. A cada ano que passa, a gente fica mais velho e ganha mais experiência, então eu acabo me divertindo mais do que ficando nervoso." Para conseguir se manter firme nos palcos e cuidar de si nesse período em que está viajando e trabalhando muito, WOODZ não abre mão dos exercícios físicos. "Eu considero não só a questão de saúde, mas também de corpo. Então, para me cuidar, eu considero importante ficar cansado. Durante a turnê, é difícil ficar indo todo dia para a academia, mas eu ainda tento e acho importante fazer isso.” No dia da coletiva de imprensa, o cantor revelou ter comido os famosos pães de queijo tão adorados pelos estrangeiros que vêm ao Brasil. “Em relação à alimentação, não estou fazendo dieta porque tenho que aproveitar os alimentos de cada país, comer a comida local”, continuou. “Então, ao invés de fazer a dieta, estou exercitando mais.” Quando Cho Seungyoun era mais Luizinho do que WOODZ Dono do adorável bordão “te amo você”, WOODZ é conhecido por muitas fases de sua vida, tanto na música quanto em sua breve carreira como jogador de futebol. Após terminar o ensino fundamental, ele veio para o Brasil e morou em Santos e Penápolis, em São Paulo, onde jogou no time de base do Corinthians. Nesse período, ganhou o nome de Luizinho. "Na época, eu já estava dividido entre ser cantor e ser jogador de futebol — e estava mais decidido a ser jogador. Só que o Brasil é energia, música, diversão… E ouvindo as músicas brasileiras da época, eu comecei a alimentar um pouco mais o sonho de me tornar cantor." Atualmente, o cantor tem poucas memórias de como falar português, mas afirmou que ainda lembra de algumas muitíssimo importantes. Dessa vez, não vai ter quote em texto. Vamos ouvir da própria boca do WOODZ em vídeo registrado pelo Café Com Kimchi.

  • Asia Star Festival trouxe Jeff Satur, MIYAVI e mais artistas da Ásia para São Paulo

    Durante seis horas, o evento reuniu diversos artistas, idiomas, países e culturas no Espaço Unimed para celebrar a música asiática (Reprodução/HIGHWAY STAR) Já estamos com saudade do Asia Star Festival! O festival ocorreu no dia 07 de julho no Espaço Unimed em São Paulo. A festa teve mais de 6 horas de duração e contou com artistas como BOY STORY, CLASS:y, TRI:BE, 2Z, Jeff Satur e MIYAVI. Com destaque para a diversidade, o evento trouxe headlines de diferentes países da Ásia e gêneros musicais do Pop ao Rock. Sobrou espaço até para covers de artistas brasileiros e estrangeiros, além de diversos momentos de interação com o público — muitos deles em português! Relembre os destaques de cada apresentação abaixo. Leia também esta cobertura: Show do NCT Dream no Brasil transportou fãs para um verdadeiro sonho Como foram os shows do Asia Star Festival em São Paulo? BOY STORY O grupo Chinês BOY STORY abriu o festival com muita energia. O sexteto, formado por uma parceria da gravadora coreana JYP Entertainment e da chinesa Tencent Music Entertainment, eletrizou o público com as performances das músicas What's Poopping, Hands Up e WW. Teve também uma apresentação fofa de Razões e Emoções do NXZERO. O grupo, que estreou em 2018, ainda se arriscou no desafio de Love Love, faixa brasileira da Melody com o Naldo Benny. Super entrosados na nossa cultura, né? Os membros do BOY STORY contaram à plateia que, desde antes do período da pandemia, eles já desejavam vir ao Brasil e a outros países, e que a apresentação no Asia Star Festival foi a melhor apresentação da vida deles. Queridos! (Reprodução/Letícia Mota) CLASS:y Em seguida, foi a vez das meninas do CLASS:y subirem ao palco. O grupo coreano que debutou em maio de 2022 cativou o público com sua fofura e carisma, apresentando músicas como Tick Tick Boom, CLASSY e ZEALOUS. Elas também apresentaram um cover, e a música escolhida foi Power do girlgroup britânico Little Mix. O Espaço Unimed inteiro se empolgou e cantou com as integrantes! No intervalo entre as performances, durante aquele momento em que as membros conversam diretamente com a audiência, o grupo fez questão de mostrar que aprendeu um pouco de português antes de vir para o Brasil. Uma das palavras mais repetidas pelas integrantes foi linda, usada para descrever o público paulistano do Asia Star Festival. Fofas! (Reprodução/Letícia Mota) TRI:BE Sob fortes gritos dos fãs, o girlgroup coreano TRI:BE subiu ao palco e apresentou alguns de seus sucessos como We Are Young, Loca e DOOM DOOM TA, que é a música de debut do grupo. As sete membros, que estrearam em janeiro de 2021, encantaram o Asia Star Festival e contaram que estavam muito felizes por estarem no Brasil. Em um dos momentos mais fofos do evento, as integrantes relataram que, apesar de ser a primeira vez do grupo no país, elas conseguiam sentir a energia e paixão dos Trues (nome do fandom) brasileiros. A troca de energia com o público foi contagiante, e parecia ser impossível ficar parado durante as performances. O grupo ainda revelou que este dia ficaria para sempre em sua memória — e também prometeram voltar! (Reprodução/Letícia Mota) 2Z Os fãs de bandas coreanas também tiveram seu momento de glória no Asia Star Festival com a presença do 2Z. A banda, que debutou em 2020 e já veio ao Brasil em turnê em 2022, levou o público a loucura com toda a sua empolgação e músicas pop-rock; além de um repertório super especial para os brasileiros, que incluiu covers de Admirável Chip Novo da Pitty e A Queda de Glória Groove. (Reprodução/Letícia Mota) Porém, não foi só com as músicas que eles surpreenderam. Os membros subiram ao palco do Asia Star Festival com roupas que faziam referência às bandeiras do Brasil e da Coreia “Eu tenho 27 estrelas na minha manga para vocês, estou representando a bandeira brasileira,” disse o baixista Junghyun. Emocionou demais! Jeff Satur O ator e cantor tailandês Jeff Satur foi o penúltimo artista a subir ao palco. Um dos artistas mais aguardados da noite, ele foi recepcionado por fortes gritos do público, e esses gritos duraram toda a apresentação. O artista brincou com o fato das fãs brasileiras o chamarem de Jefferson: "eu percebi que, aqui no Brasil, vocês me chamam de Jefferson. Eu... serei o seu Jefferson e vocês serão minhas saturdays, não?”. No palco do Asia Star Festival, Jeff apresentou pela primeira vez versão em inglês da sua canção Lucid, além, de encantar com um cover da canção Unholy de Sam Smith com Kim Petras. (Reprodução/Letícia Mota) Jeff também decidiu surpreender com uma música em português: De Quem é a Culpa?, da rainha da sofrência Marília Mendonça. Ao fim do show, o artista disse que queria cantar mais e que veria os fãs brasileiros numa próxima vez. Já estamos contando os dias para esse reencontro! (Reprodução/Letícia Mota) MIYAVI Encerrando o Asia Star Festival com muito rock, o ator, cantor e guitarrista japonês MIYAVI mostrou seus 20 anos de experiência nos palcos, fazendo todo mundo ignorar o cansaço após 6 horas de shows e pular desde o momento em que ele subiu no palco até o momento em que ele saiu. Entregando uma apresentação intensa, ele ainda prometeu voltar para o Brasil. Como não poderia faltar em um show seu, MIYAVI pediu por água gelada (em português!) para jogar nos fãs. O cantor já veio ao Brasil 6 vezes, sendo a última vez em 2020, pouco antes da pandemia. Referenciando esse período, ele disse: "nós sobrevivemos a este período e estamos aqui para comemorar." Com o nome "Guitarrista Samurai" nos telões, MIYAVI mostrou que quer lutar contra a tristeza com o poder da música; e que, mesmo que os artistas do festival e o público falem línguas diferentes, todos lá estavam unidos e se comunicando através da música. Um encerramento digno de um festival que promoveu tanta diversidade. Valeu, Asia Star Festival! (Reprodução/Letícia Mota) Gostou da publicação? Não se esqueça de acompanhar o Café com Kimchi também nas nossas redes sociais!

  • Chama o bombeiro! "Seven" marca estreia solo do Jungkook com letra quente e viciante

    Integrante entrega MV divertido e caótico com participação de Han Soo Hee em seu lançamento individual (Divulgação / HYBE) Depois do sucesso de “Dreamers”, single oficial da Copa do Mundo, Jungkook fez oficialmente sua estreia como solista com a faixa Seven, na última sexta-feira (14/07), em parceria com a rapper norte-america Latto. O maknae (membro mais novo) do BTS é o sexto integrante a estrear solo desde o anúncio oficial do hiato do grupo, em outubro do ano passado, devido ao alistamento militar obrigatório na Coreia do Sul que obrigou os membros a focarem em projetos individuais até o retorno previsto para 2025. Até agora, J-hope, Jin, RM, Jimin e Jungkook tiveram trabalhos lançados, faltando apenas V, ainda sem previsão de sua estreia como solista. O último lançamento do grupo foi o álbum antológico Proof, em comemoração aos 10 anos de carreira. O debut solo de Jungkook trouxe aos fãs um clipe divertido, uma nova faceta do artista, além de apresentar uma dualidade entre a letra e sonoridade. Confira o que o Café com Kimchi achou do single Seven logo após a publicidade. Jungkook traz dualidade em novo hit de verão (Divulgação / HYBE) Diferente das canções “Still With You" e “My You”, trabalhos anteriores de Jungkook, Seven traz uma pegada mais madura do artista. A canção de um amor quente e avassalador narra a história de um cara disposto a reconquistar a amada todos os dias da semana. Com vocais impecáveis, JK mostra porque faz parte da vocal-line do BTS, tanto nos falsetes angelicais e delirantes, quanto nas famosas high notes, evidenciando a potência vocal do cantor e a estabilidade que conhecemos do maknae de apenas 25 anos. O clímax do solo vem no refrão chiclete, que, com certeza, vai deixar o ouvinte cantarolando os dias da semana na cabeça o dia todo. Na lista de compositores de Seven temos Andrew Watt, vencedor do Grammy em 2021, na categoria melhor produtor. Andrew é famoso por produzir para artistas como Osbourne e Miley Cyrus. De presente para os armys, Jungkook disponibilizou duas versões da letra: Uma versão explícita, que faz qualquer temperatura subir, e uma versão clear, para escutar com a família ou ouvir quando eles estiverem por perto. Enquanto a letra picante é capaz de aquecer até em um inverno com temperaturas negativas, a sonoridade de Seven traz o frescor de um sorvete gelado em um dia de calor extremo, acima de 40 graus. A batida do solo envolvente é inspirada no gênero garage, comum nos anos 80 e 90 nos Estados Unidos, que contagia na primeira ouvida e, pela melodia alegre e viciante, convida o ouvinte entrar em uma pista de dança. Esse hit do Jungkook, com certeza, vai tocar muito nas rádios! O sucesso imediato de Seven O novo single solo do Jungkook já quebrou recordes mundiais. Até o momento, Seven alcançou o Top 1 no ITunes com apenas duas horas de lançamento, tornando o cantor o primeiro solista a alcançar tal marca na plataforma. JK também entrou para história como a maior estreia em streaming de um ato asiático, ao conquistar o topo do Spotify Global com 15.9 milhões de streams. Atuação de milhões de Jungkook e Han Soo Hee O clipe de Seven, que alcançou 35 milhões de visualizações nas primeiras 24h, conta com a participação de Han Soo Hee, atriz conhecida pelos dramas My Name, exibido na Netflix, e Soundtrack #1, disponível no Disney Plus. Ao longo do MV, vemos o Jungkook tentando reconquistar sua namorada em cenários caóticos, como um vendaval, pendurado em um trem e em uma lavanderia inundada, provando que independente no tempo ou circunstância ao redor deles ele não desistiria de sua amada. Também vemos cenas divertidas como a cena do funeral, em que Jungkook ressuscita trazendo alívio a namorada, mas também desconforto por tal atitude. No final, depois de todos os cenários catastróficos, os dois se reconciliam e saem de mãos dadas na chuva. Seven, primeiro ato oficial solo de Jungkook, contrasta bem entre letra e sonoridade, executa de forma perspicaz a representação de como um single de verão de fato deve ser, refrescante e contagiante, além de trazer equilíbrio ao videoclipe sendo caótico e divertido ao mesmo tempo. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • Gênios da música! Conheça os 5 maiores compositores do K-pop atualmente

    Lista de grande compositores tem integrantes de grupos conhecidos e de diferentes gerações do K-pop (Divulgação/ HYBE / GROOVL1n / YG) Não é novidade que o mundo do K-pop é cheio de artistas talentosos e que, além de cantar, eles também impressionam com suas habilidades na dança, liderança, rap ou até mesmo como instrumentistas. Mas, como se essas áreas não bastassem, alguns idols também são compositores, ou seja, estão nos bastidores da produção de grandes hits, escrevendo suas próprias músicas e as de outros artistas da indústria. No mercado competitivo da música coreana, fazer parte do processo de composição é um detalhe que põe esses artistas em destaque. Todos os anos, novos nomes surgem para integrar a lista de compositores do K-pop. O Café com Kimchi listou os artistas com o maior número de músicas creditadas em seu nome de acordo com o KOMCA, coletivo sul-coreano que administra os direitos autorais. Você conhece todos os nomes da lista? Confira os 5 maiores compositores do K-pop após a publicidade! Top 5 Maiores Compositores do K-pop 5. ZICO (Block B) (Divulgação / KOZ Entertainment) Com o número de 170 canções sob seu nome, o rapper, produtor, cantor, compositor e líder do grupo Block B marca presença entre os maiores compositores do K-pop. Além de também ser o fundador da KOZ Entertainment, ZICO escreve bastante e é responsável por sucessos do seu grupo como HER, Very Good e TOY, lançamentos que ajudaram a conquistar ainda mais fãs. Já na estreia do grupo em 2011, ZICO deu sua canetada em Wanna B, presente no álbum Do U Wanna Be?. Como solista, ele conquistou o prêmio de Canção do Ano com Boys and Girls em 2016 e com Any Song em 2020. Esta última, famosa por ter iniciado os desafios virais do TikTok, lhe rendeu três vezes o mesmo prêmio: no Gaon Chart Music Awards, no Genie Music Awards e no Golden Disc Awards. Leia também: [CRÍTICA] "Youth in the Shade" mostra que ZEROBASEONE não chegou no K-pop para brincar 4. GDRAGON (BIGBANG) (Divulgação/ YG Entertainment) O ícone da segunda geração também é um dos maiores compositores do K-pop. Líder e rapper do BIGBANG, G-DRAGON possui uma longa trajetória na música e suas letras já estavam presentes na estreia do grupo em 2006, com a faixa We Belong Together que ele assina com o T.O.P. Em 2009, o rapper lançou seu primeiro trabalho solo e compôs para o álbum Heartbreaker. Desde então, o artista escreveu muitas obras, tanto como solista quanto para o quinteto. G-DRAGON compôs músicas de sucesso do grupo como BANG BANG BANG, Fantastic Baby e BAE BAE, que lhe renderam prêmios de Canção do Ano nas premiações Mnet Asian Music Awards — o famoso MAMA —, Melon Music Awards, Korean Music Awards e muitas outros. 3. PSY (Divulgação/ Pnation) Um dos nomes mais conhecidos da indústria não ficou de fora! Além de ser o cantor responsável pelo hit Gangnam Style — que, na época do lançamento, atingiu o marco de clipe mais assistido do Youtube — e de atualmente ser o CEO da Pnation, PSY também é compositor. Sua música de estreia, inclusive, foi escrita por ele. O artista conta com 201 faixas sob o seu nome; dentre elas está THAT THAT, faixa-título do seu último álbum lançado em 2022 e que foi uma collab com o SUGA do BTS. Leia também: Idols de K-pop que fizeram transição de carreira e se tornaram atores em tempo integral Hyuna, Dawn e Jessi também contaram com a participação do PSY em seus trabalhos. Além disso, ele já escreveu músicas para o iKON, Momoland e até mesmo o solista Rain. Sua trajetória como um dos compositores do K-pop lhe rendeu muito reconhecimento, mas Gangnam Style segue sendo seu trabalho mais famoso, destacando-se pelas vitórias em premiações coreanas e internacionais. 2. RM (BTS) (Divulgação / HYBE) Atualmente, o rapper, compositor, produtor e líder do grupo de sucesso mundial BTS possui o número impressionante de 217 músicas registradas em seu nome. Conhecido por compor a maior parte das faixas do grupo, RM está presente no processo de criação desde o debut com No More Dream em 2013, que foi escrita por ele ao lado dos integrantes SUGA e J-HOPE. Mesmo antes de estrear com o BTS, ele já figurava entre os compositores do K-pop, tendo colaborado em uma das faixas do 2AM, grupo da JYP. O rapper também está por trás da música de outros artistas como TXT. Em 2021, ele deu sua canetada no sucesso LOVE SONG(I KNOW I LOVE YOU), lançada em 2021 pelo grupo. Para o BTS, RM escreveu Boy With Luv — escolhida a Música do Ano pelo Golden Music Awards — e Butter, que rendeu ao grupo quatro prêmios no Billboard Music Awards, Melhor Música Pop no AMA’s além de uma indicação ao Grammy pela performance. 1. RAVI (Divulgação / GROOVL1n) E no topo da lista de compositores do K-pop temos o RAVI! O rapper, produtor, compositor e ex-integrante do grupo VIXX possui 238 músicas creditadas em seu nome. Ele esteve presente nas composições do seu antigo grupo em músicas como Error e Chained Up, que nomearam os álbuns lançados em 2014 e 2015. Foram músicas que também deram destaque ao VIXX na época, conquistando prêmios no Golden Music Awards e Seoul Music Awards. Porém, uma boa parte das composições do RAVI está em seus trabalhos solos e mixtapes. Seu último projeto individual foi no ano passado com o álbum LOVE & HOLIDAY. Assim como outros compositores do K-pop citados nessa lista, o rapper também já emprestou seu talento com a caneta à outros artistas, tendo escrito para idols como Gugudan e Melody Day. Imaginava ver algum desses nomes por aqui? Conte para o Café com Kimchi nas redes sociais!

  • Conheça "Celebrity", K-drama da Netflix que aborda o lado negativo da vida de influencer

    Estrelado por Park Gyu-young de "Dali and Cocky Prince", a produção mostra uma jovem que fica famosa por conta da internet Entre os lançamentos que a Netflix divulgou durante o TUDUM em junho, o dorama Celebrity aparece como opção para quem curte acompanhar influenciadores e o mundo da internet. Na história, a atriz Park Gyu-young interpreta uma jovem que, por meio das redes sociais, adquire fama e reputação estrondosas; mas é claro que nem tudo é o que parece. E para saber o que vem por aí, o público já pode sintonizar no streaming. Mas sobre o que é Celebrity? Se quer entender mais a respeito da história, e conhecer o elenco da série da Netflix, continue lendo o texto abaixo! Se você gosta de tramas que abordam milionários e muita fofoca (como alguns outros dramas que já indicamos aqui no site), confira as informações que o Café com Kimchi selecionou: O Celebrity é um K-drama mostra o luxo (e o lixo) do mundo dos influenciadores digitais: No enredo de Celebrity, o espectador acompanha a trama da enigmática Seo A-ri (Gyu-young), uma jovem que misteriosamente se tornou famosa por conta da internet. Ao se expor nas redes sociais, A-ri adquiriu prestígio na web e agora tem o status de influencer, com milhões de seguidores; sua vida mudou da noite para o dia. Contudo, Seo A-ri não vive apenas o luxo de ser uma celebridade virtual, e o mar de rosas do mundo dos influenciadores também pode ter espinhos. Nas prévias de Celebrity, é possível ver a protagonista adquirindo "rivais" no meio dos famosos, e alguns que até mesmo não a conhecem de verdade — como uma anônima foi capaz de ficar extremamente conhecida do nada? É isso que o drama novo da Netflix pretende mostrar. Confira o trailer: Além disso, a personagem de Park Gyu-young parece esconder um enorme segredo. Para os seus mais de um milhão de seguidores, a influencer divulga uma transmissão ao vivo num momento chocante: quando ela deveria estar no túmulo. Como ela foi de uma desconhecida para uma A-list? Como alguém, que pretendia tirar Seo A-ri do mapa das celebridades, planejou sua suposta morte? Será que ela de fato está viva, ou tudo foi um planejamento para ser divulgado postumamente? Essas e outras perguntas serão respondidas em Celebrity, K-drama que mostrará o lado negativo de ser uma personalidade das redes sociais atualmente, e como este mundo também pode conter trapaças, golpes e complôs, além de muita fofoca. Nesse sentido, até a forma com que Seo A-ri ascendeu à fama foi "burlando" o algoritmo; e para entender como isso tudo aconteceu, será preciso conferir os episódios no streaming. Leia também este post: Da vida real para a ficção: K-dramas com personagens idols — e que desvendam a indústria de K-pop Além de Park Gyu-young, Kang Min-hyuk do CNBLUE e Lee Chung-ah também estão no elenco Já mencionada acima, a atriz Park Gyu-young é a figura central de Celebrity, ao interpretar a alpinista social Seo A-ri. Além da produção inédita, Gyu-young apareceu nos dramas "Dali and Cocky Prince", na primeira temporada de "Sweet Home" (e também estará na segunda e terceira), "Romance Is a Bonus Book" e em "Tudo Bem Não Ser Normal" (It's Okay to Not Be Okay). A atriz, inclusive, também entrou para o elenco da segunda temporada de Round 6, divulgada durante o Netflix TUDUM. Celebrity é completo por Kang Min-hyuk, ator e baterista da banda CNBLUE, que esteve na temporada de 2017 da série de dramas escolares "School" e em "The Heirs". No caso, Min-hyuk interpretará Han Joon-kyung, um herdeiro chaebol que se sente atraído por A-ri. E a atriz Lee Chung-ah, de "Because This Is My First Life" e "V.I.P", fará a socialite Yoon Shi-hyun, casada com um membro de uma firma de advogados. É válido mencionar que Celebrity teve direção de Kim Cheol-kyu, que foi responsável por títulos como "Flower of Evil", "Chicago Typewriter" e "Confession". O diretor, inclusive, foi premiado pelo seu trabalho em "Flower of Evil" no ano de 2021, na cerimônia do Baeksang Arts Awards. Pelo visto, a produção de Celebrity também está imperdível! O drama tem 12 episódios ao todo, e já está disponível. É verdade que Celebrity vai ter uma 2º temporada? Até o momento, o streaming não informou se haverá uma próxima temporada para Celebrity. Por enquanto, a Netflix mantém a produção com uma leva única de capítulos, mas isso não impediu o seriado coreano de conquistar o público: ele chegou a figurar no Top 10 de séries da Netflix, ao lado de outros K-dramas também. Você vai assistir ao drama da Netflix? Não se esqueça de acompanhar o Café com Kimchi também nas redes sociais!

  • [CRÍTICA] "Youth in the Shade" mostra que ZEROBASEONE não chegou no K-pop para brincar

    O boygroup formado no survival show Boys Planet entrega álbum de debut consistente e divertido Se é um divisor de águas entre a 4ª e 5ª geração do K-pop, é mais complexo e bem cedo para dizer, mas que ZEROBASEONE fez um trabalho no mínimo muito bom em seu debut, isso é perceptível. O boygroup formado no survival show Boys Planet fez sua estreia na última segunda-feira (10) com o mini álbum Youth In The Shade, com muitas expectativas geradas por toda sua trajetória desde a formação durante o reality. O grupo mal chegou na indústria e já se tornou million seller com um álbum que definitivamente vale todas as cópias vendidas. Leia também: O ditado chinês se reafirma e o EXO retorna com "EXIST", um álbum de tirar o fôlego Kim Ji Woong, Zhang Hao, Sung Han Bin, Seok Matthew, Kim Tae Rae, Ricky, Kim Gyu Vin, Park Gun Wook e Han Yu Jin são os nove garotos que formam o novo boygroup. O noneto, agora gerenciado pela empresa WakeOne Entertainment, entregou tudo de si em Youth in the Shade, formando um álbum bem sólido e divertido, repleto de talento e um fácil gerador de expectativas acerca dos próximos passos do grupo na indústria musical. Vocais bem alinhados e faixas cativantes são alguns dos aspectos que marcam Youth In The Shade, o primeiro mini álbum de ZB1 - como também são conhecidos. De cara, o boygroup mostra que tem características muito únicas, e que pelo menos neste primeiro projeto, tem diferenças bem marcantes do que a 4ª geração costuma entregar - mas talvez não revolucionário o suficiente para dar início a uma nova geração, o que não é importante quando se tem talento. Youth In The Shade é composto por seis faixas muito sólidas que harmonizam muito bem juntas, e definitivamente não possui nenhum skip, desde a faixa título até as b-sides. É um álbum perfeito para quem gosta de pop, com toques de R&B cheio de leveza nos vocais e no ritmo também. Cada track é memorável, cheia de personalidade e dá vontade de colocar no repeat até cansar. Leia também: Estreia, integrantes e tudo que sabemos sobre o debut de ZB1, grupo do Boys Planet Faixa a faixa Resumindo cada faixa em poucas palavras, Back to ZEROBASE abre muito bem o álbum, sugerindo que o melhor ainda está por vir, e de fato está. Em seguida, In Bloom, a faixa título, mantém a consistência do projeto, com a presença sucinta do sample do clássico da década de 80, Take On Me do a-ha, sem tirar a personalidade do grupo, é a música perfeita para ficar por dias na cabeça. New Kidz on the Block é a terceira faixa, tão animada e no mesmo nível de suas antecessoras e sucessoras. And I e Our Season são faixas em que a rap line do grupo tem mais presença, já que até então tem se mostrado mais tímida e leve, característica que é mais uma vez, pouco parecida com o que os boygroups da 4ª geração propõem, raps mais pesados e presentes. Always é leve, fofa e romântica, e encerra bem o álbum de forma muito sólida e agradável, enchendo o coração daquela vontade de ter mais algumas músicas para ouvir. Para além das faixas muito bem estruturadas e ótimos vocais, ZB1 também não peca na estética. Youth in the Shade foi apresentado através de um spoiler film super elaborado e misterioso. O conjunto do audiovisual para o projeto mostra todo o carisma que o grupo tem, além de deixar claro que eles estão confortáveis em explorar conceitos dos mais diversos. Vale ressaltar também a coreografia bem sincronizada e bem divertida. ZB1 com certeza tem futuro Analisando o projeto como um todo, é notável que foram usados elementos bem convencionais em suas faixas, nada de fato inovador, e sim focado em algo mais racional, simples e bastante lúcido, e dessa forma eles de fato acertaram. E é assim, que através de cada faixa, ZEROBASEONE te convence de que vieram pra se destacar. É fácil dizer que todas as expectativas colocadas acerca do ZB1 foram bem atendidas, mas além disso, também vem aquela vontade e ansiedade para saber o que mais o boygroup rookie tem para oferecer, e o que eles tem vontade de explorar. E claro, torcer para que se mantenha com álbuns tão bons quanto Youth in the Shade. Leia também: [Opinião] Idols muito jovens e debut precoce no K-pop: Quando números vão além dos charts

  • O ditado chinês se reafirma e o EXO retorna com "EXIST", um álbum de tirar o fôlego

    Após 4 anos de hiatus, o boygroup faz seu retorno provando que nunca é tarde demais para entregar o que faz de melhor Nesta segunda-feira (10/07), o EXO lançou seu sétimo álbum de estúdio, EXIST, provando que sua existência segue firme e forte apesar dos longos anos sem promoções devido ao alistamento militar dos membros nascidos até 1993. Mesmo com o alistamento repentino de Kai durante a produção do álbum, o grupo se provou resiliente e lançou dois pré-singles inéditos e seus respectivos MVs. O retorno do grupo é algo que movimenta veículos de notícia desde a apresentação dos membros no SMCU Palace @Kwangya que marcou o início de 2023 com a primeira aparição do EXO como grupo após longos anos de hiatus. Após o retorno de Baekhyun em fevereiro deste ano, as expectativas quanto ao retorno do grupo foram elevadas até a data ser oficialmente anunciada junto ao calendário de lançamentos, que surpreendeu EXO-Ls com a proposta de lançar duas canções e seus respectivos clipes como pré-lançamentos, algo que não era feito pelo EXO desde o debut. Apesar da longa espera, o grupo atendeu as grandes expectativas daqueles que ansiavam pelo grande retorno. Confira o que o Café com Kimchi achou de Let me In, Hear me Out e das outras faixas logo após a publicidade. Leia também: [Crítica] Ídolo dos ídolos, KAI transborda sensualidade em "Rover" Uma nostalgia com um toque de novidade A faixa Let Me In foi o primeiro pré-lançamento da nova era do EXO, cujo MV e as músicas vieram ao ar nas plataformas digitais no dia 12/06, a música já havia sido apresentada pelo grupo no fanmeeting comemorativo de 11 anos de carreira, o EXO’ CLOCK. A canção toca os corações de fãs com uma letra sentimental que fala sobre a espera, a sinceridade quanto aos sentimentos e a vontade de estar próximo da pessoa amada. Acompanhada de uma melodia leve, sem apelar para a lentidão em uma ballad que abusa dos vocais, que são a especialidade do grupo, e uma sequência de rap com um novo flow que alterna entre Chanyeol e Sehun, demonstrando amadurecimento e a evolução constante dos membros quanto se trata de mostrar novos lados do grupo. O MV não deixa de lado o bom e velho conceito do grupo, com pequenas demonstrações dos poderes de cada membro que, para leigos, podem parecer até mesmo imperceptíveis enquanto cenas que demonstram a solidão em um cenário pré-apocalíptico no qual o mundo parece acabar ao redor dos membros. E posteriormente, o reencontro que inverte o fim do mundo e parece colocar tudo de volta em seu lugar. Na sequência temos Hear Me Out, uma música que reúne do R&B Contemporâneo, o K-pop e um clássico Funk norte-americano em uma batida leve, que carrega animação sem se exaltar. A faixa contempla o lado mais jovem e divertido do EXO, semelhante a feitos já apresentados pelo grupo no disco Don’t Fight The Feeling, no qual podemos citar como exemplo a canção Paradise, que possui uma energia semelhante. Além da surpreendente sequência de rap de Sehun, que abre a canção de forma inusitada e prova as capacidades do integrante em um flow suave que dialoga com os vocais leves que fazem da canção uma b-side interessante e harmoniosa, mas não diria que é um pré-single ideal para um disco cuja proposta é remeter ao calor do verão e o retorno oficial de um grupo que passou tantos anos longe dos palcos. O MV, por sua vez, pode nos levar a questionar essa opinião ao mostrar um EXO divertido, que comemora e brinca em três cenários diferentes que, muito provavelmente são ambientes em que o grupo facilmente se reuniria em momentos de descontração. Primeiro, os membros acordam de ressaca após uma festa em casa, a estética e a paleta de cores das roupas dialoga bem com o cenário e a iluminação matinal, que fazem os integrantes parecerem ainda mais jovens. No boliche, as roupas mudam mas a curtição permanece, e com direito a breves cenas de dança em que o grupo parece despreocupado e dedicado a apenas viver bons momentos juntos através de uma dança simples, que pode tranquilamente vir a se tornar uma tendência do TikTok, como foi no caso de Paradise do álbum anterior. Ao final, a sensação de nostalgia vai longe ao levar o grupo para o mesmo cenário de campo aberto no qual foram realizadas as gravações e fotografias do disco The War, lançado no ano de 2017 e conhecido por ser o grande hit de verão do EXO. Leia também: Ouça antes do "EXIST": As 15 melhores b-sides do EXO que provam que escondido é mais gostoso! Cream Soda: O clímax da sensualidade do EXO, uma ode ao conceito sexy e maduro Não seria verão se não houvesse o EXO, e não existe verão para o grupo sem um bom conceito sexy e refrescante, mas desta vez, a maturidade assumiu seu devido lugar na nova era e prova que não existe idade para continuar entregando o melhor que a indústria do k-pop pode proporcionar. A canção é um pop dance com sons refrescantes de metais, teclado e bateria e conta com uma harmonização energética de vocais, aproveitando muito bem das notas mais agudas e dos potentes vocais do grupo que vão de timbres mais graves como Sehun e Chanyeol até os graciosos agudos de D.O., Kai, Chen, Suho, Baekhyun e Xiumin. A letra refrescante e quente carrega a sensualidade e a doçura de uma paixão repentina associando a sensação de provar a bebida gelada que carrega o título da música. A energia dançante e revigorante é o ponto destaque que torna a música um bom hit de verão sem abandonar as raízes que seguem muito bem fincadas na 3ª geração do k-pop. O clipe, por sua vez, consegue passar muito bem a energia transmitida pela canção, abusando da sensualidade e de visuais arrojados com um toque audacioso de sofisticação que poderia muito bem acabar quebrando a proposta de transmitir a energia do verão, o que não foi o caso. Mesmo sem apelar para gravações ao ar livre e o clássico filtro de saturação que ressalta as cores quentes, o EXO conseguiu nos mostrar um verão mais noturno e luxuoso, com cores quentes e frias alternadas de forma que permite a sensualidade de construir todo o clima caloroso e ao mesmo tempo refrescante da faixa. Para os saudosistas, o grupo não deixa de lado detalhes que podem ser facilmente encontrados em Lotto, faixa-título do repackage de EX’ACT, lançada em 2016. As cartas de baralho, a paleta de cores e a luxuosa mesa de jantar que conta com a adorável inclusão de uma plaquinha escrito ‘Kai’ que marca o lugar do membro à mesa, mesmo com sua ausência no clipe devido ao alistamento militar obrigatório. Leia também: Debut do ZB1, comeback do EXO e mais lançamentos estrondosos de K-pop em julho de 2023 As tão aguardadas e misteriosas b-sides de EXIST que dão sequência a paixão avassaladora de Cream Soda Nem sempre, a proposta de um álbum de k-pop é contar uma história com começo, meio e fim. Contudo, de certa forma é possível perceber que o EXO soube contar uma boa história de amor através de EXIST, mesmo que de forma não intencional, as letras das b-sides dialogam muito bem com a canção principal, assim como os ritmos que apesar de diversos ainda mantém um certo apego ao R&B, o que foi bem favorável na construção sonora do disco. Além disso, apesar desse artigo não fazer uso da ordem de músicas estabelecida no disco, é necessário ressaltar a importância de ouvir as canções na ordem para entender a narrativa contada pelo grupo neste novo álbum. Na faixa Regret It o EXO prova estar atento às tendências e nos leva a uma viagem estilo máquina do tempo aos anos 90, com uma batida clássica das canções energéticas da década que marcou a música pop. Através de uma batida digna de um bom single do H.O.T é empolgante e faz jus a proposta de ser refrescante sem perder a essência, o rap que abre a faixa honra o título de energetic R&B, de fato, uma música digna de uma performance empolgante e divertida como Tender Love. A letra, por sua vez, trata sobre a vontade de entrar de cabeça em um relacionamento, mas com a garantia da outra parte de que não haverão arrependimentos. Podemos dizer que a primeira sessão do álbum segue uma linha semelhante, são músicas mais dançantes e Private Party dá continuidade a proposta, retomando a sensualidade da faixa principal em mais uma R&B, dessa vez com uma proposta mais dançante, algo que provavelmente seria um grande sucesso em baladas e festas. Ao retomar a proposta da sensualidade, a música faz um bom trabalho sem deixar de lado a boa e velha estética musical dos anos 90, cuja letra aborda uma paixão que surge em uma festa privativa. Uma das faixas mais impressionantes e, provavelmente, a irmã delicada da memorável Bad Dream, uma canção que leva o grupo ao ápice das habilidades vocais e da harmonização, o EXO mais uma vez se consagra como um dos melhores vocais de toda indústria. Pode entrar, Cinderella que sem sombra de dúvidas foi o ápice do álbum e um belo exemplo de como a junção de um instrumental pop sintetizador agradável pode valorizar vocais, especial, os de Chen, que são o centro dessa b-side, que se une a Peter Pan na ainda curta coletânea de músicas do grupo que remetem a contos de fantasia. A sequência fica ainda melhor com a presença de No Makeup, que cria um clímax com batidas de trap e uma letra sensual e romântica sobre beleza natural e o ato de se despir da maquiagem. O duplo sentido parece tomar conta de algumas das músicas com essa essência do conceito sexy, essa questão foi muito comentada entre EXO-Ls após a divulgação das letras e traduções. Entretanto, sem qualquer conteúdo apelativo, a canção entrega o que promete e derrete corações com a proposta romântica e digna de uma boa fanfic. A paixão avassaladora parece se aprofundar ainda mais em Love Fool que nos faz mergulhar em um amor tão profundo que faz a pessoa parecer uma tola apaixonada. A profundidade da letra consegue ser até mesmo surpreendente para uma faixa pop aparentemente simples, mas sentimentalmente rica ao ponto de arrancar suspiros. De fato, a canção não seria a mesma sem a harmonização das vozes, dando um destaque para as partes de Kai, que sem sombra de dúvidas expressam amadurecimento e dedicação. Por fim, mas não menos importante Another Day, que provavelmente é uma das canções mais experimentais do EXIST, remetendo a leveza um tanto quanto diversa de Butterfly Effect do álbum Obsession, lançado em 2019 antes do hiatus oficial do grupo. O instrumental pop alternativo entra em contraste com vocais mais delicados em uma canção genuinamente romântica que entrega tranquilidade, uma perfeita transição para Let Me In que encerra o disco com chave de ouro. "Existe um ditado na China…" Para aqueles que imaginavam que o grupo não faria um retorno oficial e com direito a promoções tão cedo devido ao alistamento militar dos integrantes, o álbum EXIST foi mais do que uma prova de que o EXO existe e continuará existindo por bons anos, seja em atividade ou não. O grupo entregou uma sequência de faixas icônicas e dignas de permanecer por muito tempo no imaginário não somente de EXO-Ls, como também para aqueles que em algum momento escutarem qualquer uma das músicas do recém lançado disco. Além disso, Cream Soda se consagra como uma das melhores canções de verão do grupo, abusando da maturidade e da sensualidade que o EXO domina como ninguém. O lançamento de EXIST nos faz lembrar do famoso discurso do integrante chinês Lay em 2016, após o grupo conquistar o prêmio de Melhor Álbum no MAMA (o famoso Daesang), com o disco EX’ACT, no qual o membro afirma: “[...]Há um ditado na China que diz: As ondas de trás irão mover as ondas da frente (sobre a nova geração substituir a antiga), mas eu espero que o EXO trabalhe duro para mudar a segunda parte do ditado: que as ondas da frente sempre ficarão no ponto mais alto!” A profecia de Lay se prova mais do que correta com o patamar no qual o EXO provou estar, sem abrir mão da identidade própria e dos valores e particularidades que fazem do grupo o que ele sempre foi: um dos carros chefe da 3º geração do K-pop. E, sem sombra de dúvidas, um grupo que jamais permitirá ser sobreposto, independente de estarmos na 4ª ou 5ª geração do K-pop. O que você achou de "EXIST" do EXO? Conte para o Café no nosso Twitter e Instagram! Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • Show do NCT Dream no Brasil transportou fãs para um verdadeiro sonho

    Na primeira passagem em solo brasileiro, o boygroup e seus fãs mostraram que são grandes demais para o local escolhido A agenda de K-Pop para 2023 está longe de acabar, principalmente em relação aos grupos da SM Entertainment. Depois de NCT 127, Super Junior e o anúncio de aespa, o NCT Dream se tornou o mais recente artista da empresa a pisar em solo brasileiro; e a segunda sub-unit do NCT em um espaço de tempo de quase seis meses. Os sete cantores desembarcaram em São Paulo na última terça-feira (4) para um show único no Vibra São Paulo, como parte da turnê mundial THE DREAM SHOW2 : In YOUR DREAM. Com um show diferenciado, a unit do NCT mostrou aos fãs daqui as suas próprias cores ao vivo. Isso, inclusive, enquanto o público retribuía com a energia que o grupo jamais vai esquecer. A noite daquela terça-feira ficará marcada para produtores — e a própria SM — para dar continuidade aos grandes atos de K-Pop no país com mais frequência. O Café com Kimchi esteve presente para sentir toda a energia do NCT Dream no Brasil, e você pode conferir nossas impressões logo abaixo: O verde neon invadiu o Vibra São Paulo com o NCT Dream no Brasil A casa de shows localizada na Vila Almeida foi tomada pela cor verde neon, tanto nos lightsticks quanto no dress code dos fãs. Este era um visual que até poderia surpreender os dreamies — como os integrantes são carinhosamente chamados pelo seu fandom — como o Jaehyun do NCT 127 não deixou escapar quando esteve no Brasil em 20 de janeiro. No dia 4 de julho, o NCT Dream trouxe uma setlist recheada das canções mais famosas, e que fizeram o Vibra São Paulo ficar ainda menor para a cantoria fervorosa do público. O show era um momento que os NCTZens brasileiros estavam ansiosos para vivenciar, algo nítido desde a exaustiva compra de ingressos (que muito se assemelhava ao método do "o mais rápido sobrevive") até o sold out um dia antes da apresentação. (Reprodução/Samara Barboza) Quando os portões do local foram abertos e a maioria do público estava dentro — após enfrentar a exaustiva fila caracol na cançada —, uma playlist de MVs do boygroup acompanhada da voz dos fãs preencheu o local. Contudo, era importante poupar fôlego para as horas seguintes. Leia também: NCTzen de primeira viagem? Confira 5 programas para conhecer melhor o NCT Performances que os fãs sonhavam em ver ao vivo Pontualmente, as luzes se apagaram às 20h (horário de Brasília), dando início a um VCR que apenas aumentou a ansiedade dos fãs; estes que presenciaram o primeiro instante em que os sete membros subiram aos palcos do Brasil. Neste momento, celulares e lighsticks foram para o alto, e gritos foram vistos e ouvidos. O NCT Dream iniciou com uma sequência poderosa de músicas: Glitch Mode, Countdown (3, 2, 1) e Stronger, e deixou claro desde o início que dança é realmente um dos grandes fortes do grupo. O público talvez só tenha redescoberto como respirar na pausa para o primeiro ment. (Reprodução/Samara Barboza) A segunda parte do show deve ter sido o momento em que muitas lágrimas rolaram, com faixas como Dreaming, My First and Last e Bye My First. No geral, o show do NCT Dream no Brasil foi uma montanha-russa de emoções, conduzida pela setlist variada: dependendo da música, uma hora todos pulavam e na outra o público ficava mais parado e emotivo. A canção Sorry, Heart, inclusive, acalmou os ânimos com os vocais de Haechan, Renjun e Chenle, e ouvi-los ao vivo é realmente uma experiência diferenciada. (Reprodução/Samara Barboza) Com certezam, para muitos dos presentes, um dos pontos altos da noite foi a tão aguardada performance de Chewing Gum, e ver ao vivo uma música de debut é sempre de arrepiar — com esta não foi diferente. Outro momento do NCT Dream no Brasil que merece destaque foi a apresentação de Hello Future, que ajudou com a atmosfera em que os fãs pareciam certamente maravilhados com o momento. Bastava olhar para os lados e prestar atenção em como o público acompanhava as linhas da faixa. Leia também: 5 projetos do NCT Dream que vão te fazer conhecer melhor o grupo de K-pop e se apaixonar Em relação aos integrantes, em certas canções os membros tinham maior liberdade para brincar com os NCTzens, e em outras eles estavam mais atentos em seguir a coreografia. A forte presença de palco dos sete membros do NCT Dream deixou o pequeno palco do Vibra menor do que já é. Aliás, o tão esperado português foi ouvido da boca dos integrantes em frases longas durante interações. Os integrantes pareciam tão à vontade, que o Brasil conseguiu arrancar algo do Chenle: um aegyo — do jeitinho dele, é claro — para se despedir antes de soltar um "te amo". Jaemin foi um dos que se soltou rapidamente também, e deixou visível a personalidade que os fãs costumam ver em lives, de um "Nana" brincalhão e super espontâneo. Renjun parecia maravilhado com o público brasileiro, e quem observasse bem seu olhar poderia perceber isso; ainda mais depois que ele confirmou que o Brasil fora o seu lugar favorito da turnê. Além disso, Jisung estava leve e disposto a dar o máximo de si para o público, e não escondeu o orgulho de si quando conseguiu falar uma frase longa no nosso idioma. Mark deixou aparente que estava familiarizado com o público brasileiro, dessa vez em sua segunda vez no país em seis meses. O rapper estava mais solto do que o normal enquanto conduzia os ments. Haechan estava com muita energia, e colocou os fãs para gritarem ainda mais com o "czennie aigoo" que deve ter ecoado para fora do Vibra, além de ter proporcionado um momento único para o público daqui: a música Broken Melodies acapela durante o show. Aind, Jeno foi um verdadeiro representante do fandom: o rapper apontou que o Vibra São Paulo era pequeno demais para eles, e que voltariam em um lugar maior. Inclusive, em muitos momentos, os integrantes pareciam querer deixar claro que pretendem voltar em breve. (Reprodução/Samara Barboza) Caloroso talvez seja a melhor forma de resumir o show do NCT Dream, e de alguma forma, eles fizeram o público se sentir em casa em sua companhia. Era impossível esconder sorrisos maravilhados durantes os ments, e os sete membros transformavam os momentos em uma quase roda de conversa entre amigos. Momentos estes que passaram tão rápido, que o público ficou com gosto de "quero mais". Com Jisung e Jaemin devidamente trajados com a camisa do Brasil, o grupo brincou que a música My Youth seria a última da noite, mas não enganaram ninguém: eles retornaram para preencher o palco com o conceito fofo característico do grupo com Candy, a melhor escolha de encerramento. Antes de partir, os meninos fizeram as últimas considerações aos NCTzens brasileiros de forma rápida e divertida. Falhas na estrutura e organização Apesar de todos os bons momentos proporcionado pelos dreamies, e que com certeza ficarão na memória do público, nem todos conseguiram aproveitar da mesma forma. Infelizmente, a desorganização do local é um ponto a ser destacado na cobertura do NCT Dream, e um dos responsáveis por prejudicar a experiência de parte do público. A temida superlotação da pista premium não foi apenas uma especulação. Quem esteve no local, como a repórter desta matéria do Café com Kimchi, sentiu como não havia espaço o suficiente. Logicamente, "empurra-empurra" é algo comum neste tipo de setor; não é algo que surpreenda tanto, mas que conseguiu ir além graças à divisão feita pela organização. Na teoria, a pista premium é um setor que deve ser menor do que a pista comum, para que os clientes paguem um valor maior para ter a experiência mais próxima do artista. Ou seja, são disponibilizados menos ingressos para o setor mais caro. Tal lógica não foi o que aconteceu no Vibra São Paulo. Durante o show, tanto para quem estava presente quanto para as fotos de fãs nas redes sociais, é observada a clara discrepância de tamanho entre os dois setores. A pista comum teve o tamanho reduzido, enquanto a pista premium era composta por um mar de pessoas. Vale ressaltar que os valores de PP do NCT Dream variavam de R$ 570 e R$ 1140 (taxa inclusa), meia e inteira, respectivamente. Infelizmente, alguns fãs pagaram uma experiência de pista comum com valor de premium, e na plateia a situação também foi estressante: ao chegarem no Vibra São Paulo, as pessoas relataram na web depois que não existia uma fila exclusiva para o setor. A desorganização e despreparo do Vibra não se limitou apenas aos lugares. Na fila preferencial da PP, fãs relataram que sofreram com indelicadezas dos seguranças na momento da verificação do direito de entrada. Durante o show, pessoas passaram mal e a ajuda não chegava de maneira tão prestativa por parte do grupo encarregado de ajudá-los. Nestas ocasiões, os NCTzens tinham que ajudar uns aos outros para conseguir sair. Leia também: O que é Kwangya? Conheça o multiverso da SM que engloba grupos como aespa, EXO e NCT Parte desses episódios infelizes poderiam ser evitados com algo simples: verdadeira preocupação com o bem-estar do cliente. Não era possível entrar com água no evento, e aqueles que entraram no horário marcado de abertura dos portões ficaram quase quatro horas em um espaço tumultuado. Dessa maneira, não é preciso juntar A mais B para imaginar qual seria o resultado. Em determinado momento, a produtora disponibilizou água para o público, mas novamente foi preciso que os fãs ajudassem uns aos outros para beber e repassar o produto. Vale ressaltar que a críticas citadas na cobertura, em nenhum momento, são para comprometer o show do Dream em si. Os sete membros realizaram uma performance impecável, e seu trabalho no palco foi feito com primor. O intuito é chamar a atenção para que as produtoras e casas de shows repensem suas organizações para evitar que estes incidentes ocorram e, consequentemente, prejudiquem a experiência de fãs que sonham em ver seus artistas favoritos de perto.

  • Além do Guarda-Roupa: O que você precisa saber sobre o "drama brasileiro" da HBO Max?

    Com gravações no Brasil e presença de idols do kpop no elenco, a HBO Max anunciou uma série inspirada nos doramas coreanos (Reprodução/ HBO Max) Não é mistério que os dramas coreanos são um grande sucesso e que ganharam um grande público ao redor do mundo. Por conta desse crescimento, as plataformas de streaming tem investido cada vez mais nesse tipo de conteúdo, seja adicionando em seu catálogo ou desenvolvendo suas próprias produções, como a Disney com SnowDrop e Roookie Cops e a Netflix com sucessos como Round 6 e Vicenzo por exemplo. A HBO Max não ficou de fora e tem mostrado interesse em trazer para seu catálogo as produções sul-coreanas que já são famosas entre o público. No início do ano a plataforma revelou a possibilidade da entrada de alguns dramas e agora no fim de abril anunciou a sua mais nova produção. Além do Guarda Roupa será o primeiro “dorama brasileiro”, uma série inspirada nos dramas que já conhecemos, mas com alguns toques de brasilidade. Qual é a sinopse de Além do Guarda-Roupa? No drama Sharon Cho interpreta Carol, uma jovem brasileira que é filha de imigrantes coreanos e que repulsa tudo relacionado à Coreia e a sua cultura desde que foi abandonada pelo seu pai. Como um truque de mágica, seu guarda-roupa se transforma em um portal que a leva até o dormitório do ACT, o maior grupo de Kpop do mundo e que entra na vida da protagonista virando tudo de ponta cabeça. ACT é composto por atores que foram ou são idols de kpop na vida real. Contando com Kim Woojin, ex integrante do Stray Kids, como Kyung; Jin Kwon do New Kidd como Dae Ho; Lee MinWook como Sang Mok e JaeChan do DONGKIZ como Chul Woo. A protagonista então se vê no meio de pessoas com costumes, culturas e hábitos diferentes dos seus, algo que com o tempo deve lhe ajudar a se reconectar com sua própria cultura, questões pessoais e seu passado. Com lançamento marcado para o dia 20 de julho de 2023, contará com 10 episódios e as gravações estão sendo feitas no Brasil, no bairro Bom retiro em São Paulo, um local que possui uma grande comunidade coreana e vários aspectos que remetem à cultura, como as lojas e restaurantes de comida típica e o centro cultural Coreano, por exemplo. Os atores coreanos já estão no Brasil e alguns já publicaram fotos nas redes sociais, deixando quem espera pela estreia ainda mais ansioso. Leia também: Choro livre: 6 doramas para desidratar de chorar na Netflix Além disso, o youtuber e ex BBB Pyong Lee, publicou em seu Instagram uma foto junto com os integrantes do fictício ACT, revelando sua participação na produção e afirmando estar feliz em participar de algo tão inovador e diferente. O que esperar de Além do Guarda-Roupa? Os dramas — ou como melhor conhecemos, os doramas — fazem parte da cultura japonesa e coreana, possuindo este segundo nome específico, justamente por se tratar de obras produzidas nesses locais. No caso do Brasil o formato mais próximo que temos dos doramas são as séries ou minisséries. O lançamento da HBO pode ser visto como um "dorama brasileiro" por uma parte do público, mas na realidade trata-se de uma série brasileira inspirada nos famosos k-dramas, se diferenciando das demais séries. Leia também: Conheça "Celebrity", K-drama da Netflix que aborda o lado negativo da vida de influencer Tomás Yankelevich, chefe de entretenimento e conteúdo da Warner Bros comentou que todo o cuidado e qualidade característicos das produções Max Originals podem ser esperados e afirmou saber da existência de milhares de fãs da cultura coreana na América Latina. Em entrevista à revista Veja, Sharon Cho, afirmou que é fácil de se identificar com a história da protagonista quando se é filho de imigrantes e completou “Na adolescência, a maioria dos filhos de imigrantes passa por essa fase de descoberta da identidade e tenta se afastar da cultura dos pais”. Conheça melhor os protagonistas Carol A personagem principal é um jovem tímida, que ensaia balé e tenta passar despercebida quando está na escola. No entanto, ela é a única aluna com ascendência coreana da sua sala em meio ao fenômeno do kpop, o que torna a sua situação um pouco complicada. Depois que os integrantes do ACT chegam na sua vida as coisas ficam ainda mais difíceis e ela precisa conviver com os ídolos coreanos. Kyung Kyung é o líder do ACT, um dos grupos de kpop mais famosos do mundo. Enquanto se sente pressionado e sem inspiração para escrever um novo sucesso musical, ele prefere se esconder no Brasil do que ter que enfrentar a cobrança de seus agentes. Nayara Administradora do impACTadas, Nayara é uma super fã do grupo ACT e tem uma imaginação fértil capaz de criar ótimas fanfics. Mas por conta disso, seu maior problema é se conectar com o mundo real e criar coragem para conhecer Luca, seu namorado virtual. Ela se torna melhor amiga de Carol sem saber que essa nova amizade tem o seu grupo favorito dentro do guarda-roupa. DaeHo Este integrante do grupo é conhecido como o representante do estilo "Flower Boys". Daeho é um verdadeira galã que encanta o público como um verdadeiro príncipe. Melhor amigo de Kyung, ele tem uma personalidade protetora e a pessoa responsável por tentar manter o ACT sempre unido. Mas tudo muda quando ele conhece Carol. E ai, tá ansioso para este lançamento? Então segue o Café com Kimchi para ficar por dentro de tudo!

  • [Crítica] SUGA entrega faixas impactantes e cheias de qualidade em terceiro álbum solo "D-DAY"

    Membro do BTS divulga seu terceiro trabalho solo com direito a turnê para promover a novidade; confira a resenha faixa a faixa (Reprodução/ Big Hit Music) No dia 21 de abril, Suga, rapper do BTS, lançou "D-Day", seu primeiro álbum solo sob a persona de Agust D. O álbum apresenta 10 faixas e finaliza a trilogia de trabalhos do solista que conta com “Agust D” e “D-2”, ilustrando musicalmente a jornada pessoal do rapper como solista. Para promover a novidade, SUGA está em turnê desde o dia 26 com seu primeiro show solo, a "D-DAY Tour", que passa pelos Estados Unidos e a Ásia. Mesmo em poucos dias no mercado,o novo álbum conquistou recordes impressionantes. No primeiro dia do debut do álbum, D-day acumulou mais de 21 milhões de streams no contador do Spotify. Em questão de vendas, o primeiro álbum do Agust D fechou a primeira semana com mais de 1 milhão de cópias vendidas no chart da Hanteo. Além disso, o D-day debutou nas melhores posições nos charts de álbuns de vários países — Top #4 na Austrália, Top #3 na Alemanha, Top #2 nos Estados Unidos e Top #1 na França (primeiro solista coreano e o segundo álbum coreano a ocupar a posição). D-Day: história em forma de música O álbum foi promovido com 2 singles, “People Pt. 2”, com a gigante IU, e “Haegeum”. Depois do debut, Agust D lançou um MV para a faixa “AMYGDALA.” Todas as faixas foram compostas por Agust D. A maioria teve participação de outros artistas, sendo “Haegeum” a única inteiramente composta e produzida pelo rapper. Quanto às produções, houve participação dele também nas tracks “HUH?!”, “SDL”, “Polar Night” e “Interlude: Dawn”. Preparamos um pequeno review para as faixas que consideramos dignas de um destaque. Vamos conferir? Leia também: Conheça melhor o P1Harmony, boygroup que vem ao Brasil para shows em julho #1 D-day Faixa fortemente influenciada pelo trap, subgênero do rap. Ela é atual e registra o auto-tune e o beat típico, usado em grande parte do cenário do trap mundial. Notamos bastante 808, a amostra de percussão eletrônica popularmente conhecida por “grave" do beat. O refrão é bem melódico e de fácil assimilação #2 Haegeum Mais uma peça de trap, com beat sombrio e bastante 808. Idealmente, músicas desse gênero tendem a ser mais curtas e apresentarem menor intervalo entre os refrões. Agust D trouxe seu diferencial nas líricas, ilustrando sua jornada pessoal de libertação e consagrando o que já aconteceu no passado para se voltar ao futuro. #3 HUH?! (feat. j-hope) Faixa muito bem produzida no somatório de beat e lírica e na forma com que a poesia é estruturada. É uma música coerente com a mensagem que o álbum passa, porém, não apresenta muitos diferenciais. Destaca-se, no conjunto da tracklist, por ser um trabalho de Suga com J-HOPE, seu colega de grupo há mais de 10 anos, e só isso já foi o suficiente para deixar os fãs felizes. #4 AMYGDALA Faixa extremamente contemplativa, e talvez a mais eficiente em passar a mensagem de fechamento de uma trilogia focada no amadurecimento do artista. Ouvir essa faixa gera a impressão de que Agust D materializou tudo que estava em seu coração na forma da poesia. Ainda um trap, os primeiros segundos da música já cria um tom de jornada com momentos altos e baixos. Em um primeiro momento, há um sentimento melancólico. Porém, com o drop do beat, se é criado um tom mais energético e de superação. Vai ser a música favorita de muitos Armys! #5 SDL Clássica love song que não podia faltar, esta talvez seja a melhor performance vocal que Agust D trouxe no álbum. A faixa despertou a curiosidade dos Armys para descobrir de quem é o background vocal. Nós do Café buscamos para poder contar para vocês! Segundo o site Genius, foi confirmado nos stories da ADORA, artista solo da AURA Entertainment, que a voz é dela. Além disso, a versão do Agust D de Life Goes On também teve o background vocal dela. No passado, ela já forneceu backing vocals para “Trivia 轉: Seesaw” do LOVE YOURSELF: 結 ‘Answer’, álbum do BTS. #6 People Pt.2 ft. IU A querida da IU sempre rouba a cena nos feats em que aparece. Nesta faixa, não foi diferente, ainda que nas linhas do Suga, o rapper tome a evidência de volta. A música já começa com a IU tomando conta do refrão com o timbre e equilíbrio vocal incrível que conhecemos. O nível da música fica alto, e o Suga mantém a alta qualidade. Essa música provavelmente vai estar na playlist de todo mundo e vai ser a queridinha dos karaokês! Leia também: 6 músicas do Xdinary Heroes para conhecer melhor a banda de rock alternativo da JYP Síntese da obra "D-day" é um álbum de hip-hop feito por um artista maduro que soube explorar diferentes tipos de sentimento ao longo das 10 faixas. É isso que se espera de artistas de alto nível como Min Yoon-gi, seja através da sua persona Agust-D ou Suga. Quando o mercado recebe um novo álbum com essa qualidade, é um bom sinal, trazendo o tom a ser seguido pelos solistas e artistas do segmento. É um álbum curto, com pouco mais de 30 minutos de duração. Recomendamos que o público o escute dando atenção a todos os detalhes. Lírica, beat, musicalidade, conceito, à história contada e curtindo bastante a faixa interlúdio importante para criação da atmosfera do álbum. Leia também: Blackpink, Jackson e DPR brilham no Coachella 2023; confira o que rolou no festival Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • Sample do a-ha e recorde inédito do ZEROBASEONE; O que esperar do álbum "Youth in the Shade" do ZB1?

    O grupo, formado no programa "Boys Planet", lançará o álbum de debut em 10 de julho (Reprodução/WakeOne Entertainment) ZEROBASEONE, também conhecido como ZB1, detém o título de uma das estreias mais aguardadas no K-pop. O grupo nasceu no programa survival “Boys Planet”, da Mnet, no qual nove integrantes foram escolhidos pelo público e pelos jurados. Assim, os membros Zhang Hao, Han Yujin, Sung Hanbin, Kim Jiwoong, Seok Matthew, Kim Taerae, Ricky, Kim Gyuvin e Park Gunwook conquistaram um cobiçado lugar no boygroup. Leia também — Boys Planet: Por que chineses buscam carreira como idols de K-pop na Coreia do Sul? A proposta por trás do nome do grupo carrega a ideia de que o público acompanhará o grupo indo de uma jornada do zero, do nada, até se tornar uma unidade completa — e, definitivamente, já é possível vê-los chegando perto do tão esperado “um”. Isso porque, antes mesmo da estreia, o ZEROBASEONE já bateu um recorde inédito: o álbum “Youth in the Shade”, seu trabalho inicial, já vendeu mais de um milhão de cópias na pré-venda (necessariamente 1,8 mi, em 13 dias, de acordo com a distribuidora Genie Music). O ato pode consagrar o ZB1 como o primeiro grupo “million seller” logo no álbum de debut. Para entender o impacto deste título, EXO, em 2013, foi o grupo que reviveu o termo “million seller” no K-pop, em 2013, quando venderam um milhão de cópias do álbum “XOXO” após 12 anos desde a última vez que o número foi alcançado na indústria. Mesmo assim, o boygroup da SM Entertainment não chegou a esta conquista logo no primeiro disco. Já o ZEROBASE, sim. O ZB1 estabelece um novo marco na indústria com o “Youth in the Shade”, e, certamente, há grande curiosidade sobre o álbum, que chega às plataformas digitais em julho. Pensando nisso, o Café Com Kimchi reuniu algumas informações sobre o primeiro disco do ZEROBASEONE. “Youth in the Shade” traz title ambiciosa para o ZB1 O primeiro trabalho do ZB1 estreia em 10 de julho, às 6h da manhã no horário de Brasília. O álbum “Youth in the Shade” conta com seis músicas ao total: “In Bloom”, que será a faixa-título desta era, “Always”, “Our Season”, “and I”, “New Kidz on the Block” e “Back to ZEROBASE”. De acordo com a WakeOne Entertainment, a música principal do álbum, a title “In Bloom”, sintetiza a identidade do disco, “já que esta faixa provoca os primeiros passos do ZEROBASEONE, que estão incompletos e imaturos, mas vão florescer linda e brilhantemente.” Inclusive, a empresa já lançou o teaser da canção, que, logo nos primeiros segundos, revela que “In Bloom” é construída a partir de um sample de “Take on Me”, a famosa música da banda norueguesa a-ha, lançada em 1985. Confira o vídeo abaixo: Produtores do álbum têm um currículo invejável É possível prever o sucesso de um álbum ou a qualidade de uma música de K-pop só pela equipe de produtores que está por trás dos projetos. No caso de “Youth in the Shade”, o disco conta com mais de 15 nomes na produção e na composição — e a maioria deles criou grandes hits do pop sul-coreano. Im Suho, nome listado nos créditos de “In Bloom”, “New Kidz on the Block” e “Always” fez muitas colaborações para a discografia do GFRIEND, sendo responsável por produzir faixas como “Me Gustas Tu” e “Navillera”. Cho Yoonkyung esteve por trás de hits como “Love Shot” e “Call Me Baby”, do EXO. Yi Yijin foi essencial para o álbum do TXT, “Minisode 2: Thursday’s Child”, ao escrever as músicas “Opening Sequence” e “Trust Fund Baby”. Entre outras faixas de sucesso no currículo dos produtores do “Youth in the Shade”, também destacam-se “Love Dive”, do IVE, “Antifragile”, do Le Sserafim, “Rover”, do Kai, e “Yes or Yes”, do TWICE. Como é possível notar, há muitos especialistas em girlgroups na construção do álbum do ZEROBASEONE. E aí, quais são as expectativas para o debut do ZB1? Conta para a gente por aqui e nas redes sociais do Café Com Kimchi.

  • Do melancólico ao dark pop, confira 5 músicas do Jun do SEVENTEEN para adicionar na playlist

    Cantor surpreende fãs desde o seu primeiro lançamento; venha conhecer um pouco mais do trabalho de Jun como solista Com o anúncio de um single surpresa, o Jun, integrante do SEVENTEEN, lançou no último dia 3 a faixa solo PSYCHO, que trouxe ousadia no conceito do hyper-pop, e similaridades ao seu lançamento anterior, “LIMBO”. As referências, inclusive, apareceram desde os teasers até o MV Escrita e composta pelo próprio Jun, a faixa é cantada em seu idioma nativo, chinês, e explora bem o inglês também. O clipe traz um lado mais sombrio, punk, e até mesmo sexy do artista, que não poderia deixar de apresentar suas atuações e interpretação impecáveis quando ele entra no personagem da música. Confira logo abaixo: Mais posts com o SEVENTEEN - Três nunca é demais: 10 grupos de K-pop no formato de trio que você precisa conhecer Um fato curioso é que o Jun é o membro do SEVENTEEN com mais músicas solos — sem contar OST's e covers; E por que não falar sobre suas obras? Confira, agora, uma seleção dos lançamentos desde a sua estreia como solista! Músicas solo do Jun do SEVENTEEN que você precisa conhecer: 1- Can You Sit By My Side? A estreia do Jun nos solos, não muito oficial, aconteceu em 2018 com Can You Sit By My Side?, uma música repleta de poesia e metáforas românticas. Ela retrata a busca por alguém que possa preencher o vazio emocional, e trazer uma sensação de paz para o eu lírico. Além disso, a faixa também expressa o desejo de encontrar a pessoa com quem o artista possa compartilhar seus sentimentos mais íntimos, enquanto enfrenta os desafios da vida. 2- Dream Dream é um cover imperdível — muito recomendado pelo Jun, inclusive — da música de Paul Kim para a trilha do K-drama “The King: Eternal Monarch”, e que também está disponível na versão chinesa feita pelo próprio Jun. A música transmite uma sensação de esperança e encorajamento para os ouvintes, dando o incentivo de seguir seus sonhos sem ter medo. Com sua voz suave e emotiva, o membro do SEVENTEEN entrega uma interpretação apaixonada, reforçando ainda mais seu talento como vocalista em ambas as versões. Outros solos do K-pop para ler: "Euphoria" e outras músicas solo do Jungkook para conhecer antes do lançamento de “SEVEN” 3- Crow Se tem uma música que você precisa adicionar na sua playlist, essa música é Crow! Com uma letra poderosa, Jun expressa a determinação de enfrentar desafios e superar obstáculos na busca de seus objetivos. Sua voz mais do que característica transmite uma sensação de confiança e força, e deixa um gostinho de “quero mais” para quem está conhecendo os projetos dele. 4- Silent Board Gate E com o fandom Carat querendo mais, é claro que Jun entregaria tudo. Crow foi o pré-lançamento para o single “Silent Board Gate”, que é de deixar a marca na alma. Com um tema lírico melancólico, o integrante do boygroup mostra sentimentos de saudade e nostalgia, que tocam o coração de quem ouve. 5- LIMBO E ao inovar em cada lançamento, a já citada LIMBO traz o conceito é sexy e dark, voltado ao r&b e o pop. A faixa apresenta um lado de Jun que os fãs ainda não tinham visto, e mostra sua capacidade de explorar diferentes gêneros musicais e transmitir emoções profundas por meio de sua música. Nas versões coreana (originalmente) e chinesa, a letra de LIMBO expressa o desejo de escapar de uma situação de indecisão e encontrar um senso de direção e propósito. Outros solos imperdíveis do Jun E na lista, é claro que não poderia faltar ECHO, uma faixa especial para o concerto da turnê Ideal Cut em Seul, e Fall In Love, que conta com um lyric video no canal oficial do YouTube do SEVENTEEN. Se você se interessou mais ainda pelo vocal do Jun, não deixe de ouvir os covers que ele faz para" Crazy For You" (Mindy Quah), "I’m Sorry, I Love You" (1983组合), "Down In Sandbar" (LaLa Hsu), e "Yakimochi" (Takahashi Yuu). Corra agora para a sua playlist e adicione as músicas do Jun do SEVENTEEN; temos certeza de que não irá se arrepender!

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