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- Como o SEVENTEEN dominou o público geral da Coreia e está alcançando patamares globais?
Say The Name! Conheça a trajetória de sucesso do boygroup e entenda como o grupo vêm conquistando mais e mais corações no mundo inteiro Colecionando números históricos, desbancando recordes, e tomando o primeiro lugar da lista de grupos com maior número de pré-vendas e vendas no K-pop, o SEVENTEEN lançou no dia 23 de outubro seu 11º mini álbum, SEVENTEENTH HEAVEN. Mas, afinal, o que leva o grupo a alcançar marcas cada vez maiores? A Café com Kimchi reuniu fatores que somam e mostram a popularidade do boygroup. A trajetória do SEVENTEEN até aqui Há quem diga que o SEVENTEEN salvou a Pledis Entertainment da falência. A empresa, que já tinha os famosos grupos NU'EST e After School, estava passando por uma crise na época. Com pouca renda até mesmo para debutar o novo grupo, o CEO decidiu investir, e grande foi a luta para conquistar seu espaço. Formados pelo reality 17PROJECT, o boygroup da Pledis teve sua estreia no dia 25 de maio de 2015, composto pelos membros S.COUPS, Jeonghan, Joshua, Jun, Hoshi, Wonwoo, Woozi, DK, Mingyu, THE8, Seungkwan, Vernon e Dino. Colecionando momentos, histórias e muito bom humor, o mundo está hoje testemunhando os feitos do grupo. Novos olhares se voltaram ao boygroup quase um ano após o debut do SEVENTEEN. A música Pretty U, faixa-título do álbum Love & Letter, trouxe o primeiro prêmio do conjunto em um show de promoção, e o tão esperado e "1st win" emocionou a todos durante o Show Champion do dia 4 de maio de 2016. De pouco em pouco, o SEVENTEEN se estabeleceu na indústria do K-pop. Talvez você já deve ter parado e se perguntado: por que "SEVENTEEN", se são 13 membros? A explicação é fácil: o grupo se divide em 3 units, a Hip-Hop, Performance e Vocal. Agora, usando um pouco da matemática, 13 membros + 3 unidades + que formam 1 único grupo = 17. Porém, antes de chegar a esse cálculo e explicação, o grupo contava com 17 trainees na época de pré-debut, incluindo o solista Samuel Kim e o ator Kim Minkyu, de Business Proposal. Se você deslizar para a vida do diamante, entrará para o fandom CARAT, que são os quilates brilhantes do diamante mais radiante, o próprio SEVENTEEN. O nome foi anunciado após uma votação pública — que continha opções como Tinker Bell, Tinvely, Wish, Same, Wennie, e CARAT — durante o primeiro concerto do grupo "LIKE SEVENTEEN - Boys Wish" em fevereiro de 2016. "Vocês que nos fazem brilhar tanto. A partir de agora, vocês se chamarão CARATs", anunciou o líder S.COUPS. Além de tantas informações ao longo do caminho, algo que não podemos esquecer de citar é que o SEVENTEEN é um grupo autoprodutor. Ou seja, os integrantes seu próprio conteúdo em termos que falam mais que a produção musical. Produzindo, escrevendo e arranjando, há sempre a assinatura de um membro nos créditos de alguma canção — e até mesmo fora do SEVENTEEN, como em Downpour, música de disband do girlgroup I.O.I, que foi produzida pelo Woozi. Leia também: MAMA 2023 resgata grandes nomes de gerações anteriores do K-pop; confira a lista de indicados O programa Going SEVENTEEN e variedades Depois das tão queridas novelas coreanas — K-dramas, para os mais íntimos —, outro conteúdo de grande alcance mundial são os programas de variedades. E quando falamos de variedade, é claro que os títulos na versão web protagonizados pelos ídolos do K-pop estão inclusos. O SEVENTEEN possui o próprio programa no YouTube: o Going SEVENTEEN. O que antes era uma série de vlogs de bastidores do dia a dia de trabalho (ou folga) dos membros, mas foi se adaptando aos poucos até chegar no que é hoje. Com o sucesso do episódio especial TTT (MT SVT Reality) em 2018, em que foi mostrado um lado mais humano e descontraído dos cantores e que fugiu da rotina de ídolos, o conjunto da Pledis anunciou o conceito "Going Entertainment" no ano seguinte. Além disso, com sugestões de conteúdo dadas pelos próprios membros, o Inside SEVENTEEN passou a trazer o tópico de bastidores e a nova identidade do GoSe (abreviação para Going SEVENTEEN) foi sendo criada e adaptada. Assim, eles foram ganhando popularidade e alcançando números incríveis para uma web-variedade, como nos episódios The Tag, Insomnia-Zero, TTT #2 Hyperrealism Ver. e outros. Sucesso tão notável foi esse, que gerou uma linha de seguidores apenas do show — CUBICS é a nomeação dada ao fandom exclusivo do GoSe. Esses fãs, junto aos CARATs, passaram a manifestar o interesse pela transmissão de episódios na TV nacional da Coreia, que foi para frente e no começo de 2021 a rede JTBC exibiu os seis principais episódios na sua programação. Além de todo o reconhecimento, o SEVENTEEN também tem fama de viralizar em outros shows televisivos e de streaming. Com participações em grandes shows de variedades como Running Man, Amazing Saturday e Knowing Bros, os meninos se tornam assunto por momentos e feitos específicos com frequência, que trazem maior reconhecimento para o grupo e ao programa em que foram convidados. Seguindo este caminho, o Seungkwan, por exemplo, é muito conhecido por isso: o artista já participou de incontáveis programas e hoje está fazendo sucesso na Netflix no elenco do reality The Devil's Plan. Já o Joshua teve uma participação especial no web-drama A-TEEN também. Ainda, em tempos de pandemia, o grupo teve seu documentário distribuído legalmente no YouTube, o HIT THE ROAD. Para concluir, até nas telonas do cinema mundial eles já chegaram com o filme documental Power Of Love e a exibição do concerto Be The Sun. As vendas dos álbuns nos comebacks Não deixe de conferir o novo MV do grupo, God Of Music! Contabilizando mais de 5,2 milhões de vendas só na pré-venda mais recente, o boygroup entrou mais uma vez para a história de marcos alcançados na indústria do K-pop com o EP SEVENTEENTH HEAVEN. E antes disso, sua primeira conquista de million seller (um milhão de vendas) começou há pouco, em 2020, com o sétimo mini-álbum Heng:gar', que atingiu a marca de 1,06 milhões de cópias pré-vendidas. Depois da marca, eles nunca mais pararam: os discos seguintes do SEVENTEEN venderam muito bem, atingindo facilmente a marca do milhão. Isso marcou ainda mais a história do grupo, pois o registro na história do K-pop viria logo depois. Não só batendo o maior número de pré-vendas, como já mostrado anteriormente, o EP FML de 2023 deu um spoiler da capacidade de compras do fandom CARATs: 4,6 milhões de pré-vendas e mais de 6 milhões de cópias. O número ultrapassou o recorde de 2020 do BTS, com o Map Of The Soul: 7; e nas pré-vendas, o álbum 5-Star do Stray Kids ficou à frente naquele período. Agora, o SEVENTEEN alcançou esta marca recordista novamente. Leia também este post: Participantes precisam mostrar seu verdadeiro "eu" no polêmico reality show "O Jogo do Diabo" A paixão pela música e pelos fãs faz qualquer um derreter de amores pelo grupo. Portanto, esses pontos podem justificar o motivo do SEVENTEEN ser tão popular na atualidade; e para conquistar os corações do público geral, conhecer e entender a trajetória do boygroup já ajuda nesse caminho. Para completar essa matéria cheia de amor, que tal contar um pouco mais sobre o que você ama nessa jornada de sucesso do SEVENTEEN?! O Café com Kimchi adoraria saber!
- "Only Friends", o BL Tailandês que tem desafiado as convenções do gênero
Produção une atores conhecidos e surpreende fãs do gênero por fugir dos estereótipos e entregar muita química nas atuações (Divulgação/GMMTV) A indústria dos Boys Love feitos na Tailândia sofre muito preconceito, seja pela temática das narrativas, atuações ou pelo próprio fato de retratar relacionamentos homossexuais, as produções são consideradas de má qualidade por muitos. E, apesar de terem bases parecidas, os BLs tailandeses são tratados de forma bem diferente das produções coreanas. Porém, cada vez mais, essa mesma indústria tem contornado as críticas e evoluindo positivamente em sua forma. Entre várias produções que furaram a bolha, como Kinnporsche e Bad Buddy, já citadas aqui no Café, temos um ótimo exemplo dessa evolução: Only Friends, o BL mais recente produzido pela GMMTV. Estando em sua última semana de exibição, Only Friends tem deixado todos os fãs orgulhosos do trabalho feito - tanto pelas atuações, quanto pelo time de roteiristas e a direção dos episódios. Pelo elenco de peso, que conta com vários nomes já conhecidos por consumidores de BLs, como os atores Khaotung, First, Book e Force, e com tantas críticas positivas, a produção foge do lugar comum de tramas polêmicas, porém rasas, e têm entregado muito entretenimento para os amantes do gênero. Vale a pena conferir: Estes são os 5 melhores BLs coreanos de 2023 até agora! A novela perfeita (Reprodução/GMMTV) Assemelhando uma mistura de Malhação com novela das nove, em Only Friends temos grandes amigos que, a todo tempo, testam as barreiras entre amizade e romance. Mew (Book), Ray (Khaotung), Boston (Neo) e Namchueam (Lookjun) são um grupo de amigos que se juntam para fundar e gerenciar um hostel juntos, como um TCC do curso de Administração e Economia. Namchueam e sua namorada April (Nonnie) tem, até então, o único relacionamento do grupo que é estável. Mew é o mais reservado de todos, sempre muito focados nos estudos e nunca se relacionou com ninguém, até que conhece Top (Force), um conhecido de seu amigo Boston, que chega com o pretexto de ajudar na parte de arquitetura e design do hostel. Entre drinks e conversas, Top acaba se interessando por Mew, e começa uma jornada para conquistar seu coração. Porém, o que quase ninguém sabe é que Top e Boston já tiveram um rolo no passado, e que esse encontro vai gerar mais problemas do que o previsto. Enquanto isso, Ray, que tem um crush antigo em Mew, se sente cada vez pior com o desenrolar dos eventos, e, enquanto não consegue transformar sua amizade em romance, acaba se interessando por Sand (First), um jovem cantor que sempre está por perto no bar que frequentam. A história dos dois fica cada vez mais complexa, quando um caso de uma noite começa a se transformar em uma relação cheia de sentimentos e responsabilidades emocionais - Ray tem um sério problema com bebidas, e Sand não consegue se desvencilhar de seu novo amigo. E, por fim, temos Boston, um jovem aspirante a fotógrafo e que não tem problema algum em assumir que gosta de casos de uma noite só. Ao conhecer Nick (Mark), um técnico de informática, eles entram em um relacionamento de “amigos com benefícios”. Porém, Nick acaba desenvolvendo mais sentimentos do que o combinado, e essa relação entre os dois é testada a todo momento. Entre idas e vindas, em Only Friends, as amizades se confundem com sentimentos conflituosos, e é isso que traz vida e entretenimento pra narrativa. A todo episódio, o espectador se vê surpreendido com os acontecimentos da história, além da intensidade dos personagens. É um drama perfeito se você curte intrigas, bate boca e muita química entre os atores! Elenco de milhões (Reprodução/GMMTV) A indústria dos BLs tailandeses é muito famosa por ter um sistema de entretenimento parecido com o que vemos entre os idols de k-pop, como já explicamos aqui no Café. Assim, empresas grandes de produção de BL’s, como Be On Cloud, Nadao Bangkok, Studio Wabi Sabi e principalmente a GMMTV, promovem suas obras não apenas através narrativa, mas também pelo elenco. Por exemplo, imagine só se o BTS fosse escalado para estrelar um K-drama? O sucesso seria certo. E, tendo esse pensamento, os produtores escalam os “casais” - que podem ser duplas já conhecidas pelo público, como podem também ser uma nova - e todo o marketing em cima da divulgação é muito centrado nesse casal que protagoniza a trama. Porém, inovando na indústria, Only Friends tem não apenas uma, mas três duplas conhecidas pelo público, em que todos são os protagonistas da trama. Como coadjuvantes, temos aparições especiais de outros atores também já conhecidos, como Jennie Panhan, Mond e Drake. Assim, juntando um bom orçamento, uma ótima escolha e preparação de elenco, o resultado em tela e nas redes sociais acaba sendo bem positivo, o que incentiva à equipe de produção à continuar desenvolvendo obras que agradem o público, uma vez em que as repercussões nas redes, para os produtores tailandeses, é uma grande fonte de confiança para testar o produto sendo lançado. KhaoFirst (Divulgação/GMMTV) Como um dos casais mais populares, Khaotung e First interpretam Ray e Sand, em Only Friends. Ambos tem sido muito elogiados pelos seus respectivos personagens, e a evolução da dupla pode ser vista pelos fãs, que os acompanham desde 2022, quando estrelaram juntos o BL “The Eclipse”. Antes de receber destaque, First teve como seu primeiro projeto “The Shipper”, em 2020, seguido pelo sucesso “Not Me”, em 2021, e “Moonlight Chicken”, em 2023 - sendo este último, mais um ao lado de Khaotung, como coadjuvantes. Já Khaotung teve sua estreia na indústria em 2018, em “Cause You’re My Boy”, e foi protagonista de “Tonhon Chonlatee”, em 2020. Em entrevista para a revista Panorama, Khao explica como o relacionamento dos dois evoluiu. “Desde que começamos a trabalhar juntos, nos sentimos muito confortáveis um com o outro, e confiamos muito também em nossa relação”. “Na realidade, nos tornamos amigos depois de tudo, então é algo bem suave e confortável”, ele afirma. Sobre o que mudou desde seu primeiro trabalho juntos, em The Eclipse, para em Only Friends, Khao completa: “Em termos de trabalho, sinto que crescemos muito. Comparado com o ano passado (2022), esse ano, sinto que somos mais adultos, e que podemos aguentar mais coisas”, diz. Em Only Friends, eles vivem um casal de amigos/namorados e têm entregado muita química, choro e risadas para o público. ForceBook (Divulgação/GMMTV) Além de um casal “novo” na indústria, Force e Book são também amigos de infância. Porém, sua primeira aparição juntos foi no BL “Enchanté”, de 2022. E, no início de 2023, eles também ganharam outro BL em que foram protagonistas, “A Boss and a Babe”. Também em entrevista para a revista Panorama, o casal explica como foi a transição de amigos para colegas de trabalho. "Foi bem surpreendente para mim", explica Force. "Para mim foi quase a mesma coisa. Nos conhecemos desde o jardim de infância, e acabamos interpretando esses papeis juntos. Mas por sermos amigos de longa data, tudo pareceu bem mais fácil, porque pudemos nos comunicar melhor, por exemplo, quando tivemos alguma discussão ou até mesmo para entender melhor os personagens", Book completa. Entregando muita química e uma dinâmica de personagens cativante, em Only Friends eles interpretam Mew e Top, um casal que passa por primeiras vezes, traições, vinganças e muita confusão para conseguirem se conciliar. NeoMark (Divulgação/ Amazon) Já Neo e Mark, que interpretam, respectivamente, Boston e Nick, estreiam como primeiro interesse amoroso um do outro - se é que podemos chamar assim. Neo está na indústria dos BLs desde 2018, e assim como Khatung, também atuou em “Cause You’re My Boy”. Construindo uma carreira de personagens coadjuvantes em mais de doze dramas diferentes, Neo chegou em Only Friends com uma grande chance de apresentar sua evolução na atuação, e tem entregado tudo o que prometeu e mais um pouco, com um personagem fácil de ser odiado, mas que todos amamos odiar. Mark, assim como seu colega, teve sua primeira aparição em I Promised You The Moon, em 2021, e, desde então, tem feito alguns papéis coadjuvantes. Seu personagem em Only Friends, Nick, tem conquistado o coração dos fãs, e muito disso é por sua dedicação ao personagem: Nick passa por poucas e boas para conseguir conquistar o coração de Boston, entregando muitas cenas de cortar o coração. Leia mais: E se uma fanfic virasse realidade? Conheça "Why R U?", primeiro remake coreano de um BL tailandês Equipe de diretores e roteiristas em sincronia (Instagram / @ninewpinya) Como toda grande produção, além do elenco, a equipe por trás das câmeras é fundamental para que o resultado final seja o melhor possível. Em Only Friends, temos um time de diretores, roteiristas e preparadores de elenco especialmente pensada para oferecer um BL que foge um pouco de várias convenções vistas na indústria. É muito comum tramas com muita diversão e relacionamentos entre amigos de forma rasa. Porém em Only Friends, vemos que cada personagem tem uma intensidade específica, um background que funciona para que cada um tenha sua própria personalidade e que entregue tanto na dinâmica de amizade entre eles, quanto também que passe veracidade para o espectador. E essa escrita tem os créditos de "Den" Panuwat Inthawat e “Best” Kittisak Kongka, roteiristas da série. Den, além de roteirista, também foi o preparador de elenco de Kinnporsche, BL fortemente aclamado pela atuação e pelo desenvolvimento dos personagens. ATENÇÃO: O texto abaixo pode conter SPOILERS da produção. Ele também está escrevendo a Novel, que será lançada após a finalização da série. E em seu perfil no Twitter, conta que se inspirou nos personagens de Only Friends pensando também em suas experiências pessoais. “Tenho que admitir uma coisa: quando Ray dirige bêbado, tem que passar por um julgamento no tribunal e recebe a sentença de fazer trabalho comunitário, isso também foi minha experiência 3 meses antes de começar a escrever Only Friends”, ele relata após a exibição do penúltimo episódio, em que o público vê um pouco mais do personagem em trabalho comunitário em função do acontecimento relatado pelo roteirista. “Graças a Jojo [diretor], pude colocar no script. Por favor, não bebam e dirijam, pessoal”, ele aconselha. Além disso, Best também foi um dos roteiristas de outros BLs aclamados pelo público, como Moonlight Chicken e Bad Buddy. A combinação de Best e Den com certeza foi um grande acerto para a trama de Only Friends, que, diferente de outros produzidos pela GMMTV, foi pensada para retratar assuntos mais polêmicos de uma forma menos estereotipada. Parcerias antigas (Instagram / @jojo_tichakorn) “Jojo” Tichakorn Phukhaotong também é um grande fator para o sucesso do BL por ser diretor e participar da escrita do roteiro. Abertamente gay, o cineasta começou sua carreira em 2016, na websérie Gay OK Bangkok, que focava na vida de seis homens, gays, vivendo em Bangkok. Desde então, ele participou de outras produções emblemáticas no universo BL, como Mama Gogo (2020), que reúne um elenco de peso, e Never Let Me Go (2022). Além disso, o Jojo tem uma boa parceria com outro diretor famoso , Backaof “Aof” Noppharnach, que é diretor de produção de conteúdo da GMMTV, e foi responsável pelas produções de Bad Buddy (2021), A Tale of Thousand Stars (2021), e, lá no começo, de Gay OK Bangkok. Assim, nessa parceria, os dois buscam trazer para suas produções representações diferentes do que se vê normalmente, buscando inspiração em suas próprias experiências e das pessoas ao seu redor, tirando a imagem de que personagens gays sempre são representados de certa forma ou que tenham um passado trágico, por exemplo. Leia também: Bad Buddy: Conheça outros trabalhos do elenco do dorama BL Repercussão com o público (Reprodução / GMMTV) Tendo lançamentos de episódios semanalmente pelo Youtube (a versão sem cortes pode ser vista em fansubs), os fãs de Only Friends acompanharam a evolução da trama com muito afinco nas redes sociais, principalmente, no Twitter. Após a exibição do episódio 10, inclusive, o Brasil ficou em primeiro lugar nos Trending Topics, e o BL acumulou mais de 272K de tuítes em vários países. Esse alcance do Brasil com os BLs não só tailandeses, como também os coreanos, tem resultado em várias oportunidades para os fãs brasileiros: só nesse ano, tivemos fanmeeting do elenco de ChocoMilkShake, a tour Wabi Love Latin com os atores Boun, Earth e Santa e, em dezembro, São Paulo sediará um encontro com First e Khaotung, promovido pela Highway Star. Além disso, em entrevista ao portal The Standard, o CEO da GMMTV, Sataporn Panichraksapong, revelou que a presença e o engajamento dos fãs nas redes sociais é muito importante como um “termômetro” dos projetos que a empresa leva pra frente, ou não, como o modelo de empreendimento deles. “[...] Sempre que discutimos sobre trabalho, [os investidores] não perguntam mais sobre a avaliação da série. Eles perguntam qual o feedback da série. E incluindo nisso estão os eventos em shoppings, por exemplo, quando um grande número de pessoas compareceu. Essa é também uma das medidas que avaliam”, explica. E novidade para os fãs brasileiros: o Brasil entrou na lista de países presentes no mapa de eventos internacionais da empresa, ou seja, espera-se que, no próximo ano, mais fanmeetings e outros eventos sejam anunciados pela GMMTV, no Brasil. O último episódio de Only Friends vai ao ar esse sábado, 28/10, e você pode conferir tanto pelo canal oficial da GMMTV, no Youtube, como nos fansubs. E aí, se interessou pelo BL? Já está acompanhando as intrigas do grupo de amigos mais complicado da Tailândia? Deixa aí pra gente nos comentários sua opinião sobre a produção!
- Alter-egos e versatilidade marcam a história e a carreira de DPR IAN
Após se desatrelar da indústria do K-pop, o cantor coreano-australiano expressa sensibilidade através de suas músicas; conheça a trajetória do artista (Reprodução / Dream Perfect Regime) Talento e determinação são aspectos indispensáveis para falar da carreira de DPR IAN, e não poderia ser diferente em seu novo projeto, Dear Insanity... O EP lançado no dia 6 de outubro é um disco completamente autoral, cheio de intensidade e também muito pessoal, e claro, não falta com qualidade. A competência dele como artista não é nenhuma surpresa, porém para chegar até aqui, ele percorreu um grande trajeto que talvez não seja tão conhecido por muitas pessoas. Confira um pouco mais sobre DPR IAN desde seu surgimento até aqui. DPR IAN, ou Christian Yu nasceu em 6 de setembro de 1990, em Sidney, Austrália, sendo assim um australiano-coreano. Desde novo, ele sempre mostrou ambição de se tornar um artista, com a música presente de forma muito notória em sua vida, o acompanhando como uma amiga. Durante o ensino médio, IAN fez parte de uma banda de heavy metal e quando se formou na escola criou um canal no YouTube onde postava vídeos com o nome artístico B Boy B.yu. O cantor fez seu ensino médio na escola Wollongong High School of the Performing Arts. E quando se formou, por um ano estudou ciência e arte na Universidade de Sydney, até que decidiu se mudar para a Coreia do Sul com o intuito de focar em sua carreira musical. Foi assim que sua vida mudou, e começou a moldar o artista que conhecemos hoje e sua trajetória na música começou a ganhar força. Leia também: O que vem antes do MITO? DPR IAN vai lançar EP com novo capítulo para a construção de sua narrativa Quando Rome se torna DPR IAN Apesar de se mudar para a Coreia para focar em sua carreira, Christian nunca de fato planejou estar em um grupo de K-pop. Ele foi descoberto por um agente da empresa Yedang Entertainment e chamou atenção pelas suas habilidades como dançarino, e foi assim que debutou no grupo C-Clown em 2012, onde ficou conhecido como Rome, por conta de seu nome coreano Ba-rom. Além de líder, ele também ficou com as posições de main dancer e main rapper do boygroup. Com ele, Siwoo, Ray, Kang Jun, T.K e Mari também formavam C-Clown, que debutou com o mini-album Not Alone. Seguido do debut, vieram os projetos Young Love e Shaking Heart. Porém a carreira do grupo durou pouco tempo, seu último lançamento foi Let’s Love, em 2015, antes do grupo repentinamente disbandar sem um argumento sólido, após apenas três anos de existência e cada membro seguiu seu próprio caminho. Rome, que voltou a atender apenas por Christian, atualizou suas redes sociais com seu nome real e lamentou pelo fim do grupo. Após o fim de C-Clown, DPR IAN permaneceu alguns anos longe da vida de artista, e retornou apenas em 2021, quando se tornou diretor criativo do coletivo Dream Perfect Regime, ou DPR. Ele se juntou ao DPR Live, DPR Cream, DPR Ren e Cline para o projeto que hoje em dia o dá maior liberdade criativa para expor seu talento e executar suas ideias. Dentro da empresa, o artista já desenvolveu MVs para cantores como Mino, Loco e Taeyang. Com sua entrada para a DPR, ele fez seu debut como solista com o EP Moodswings in This Order, que foi quando fez suas primeiras declarações sobre seu tempo na indústria de K-Pop. O cantor, já conhecido pelo nome DPR IAN, em entrevista para a Teen Vogue contou que durante seu tempo no C-Clown, tudo acontecia muito rápido, principalmente pela pressão de estar em um contrato abusivo, descrevendo o tratamento da empresa para com os integrantes como uma experiência muito traumática. Leia também: Idols de K-pop que completam 10 anos de debut solo em 2023 O EP Moodswings in This Order, um álbum sensível, que foi todo inspirado por sua convivência e desafios com o transtorno bipolar. Ainda para a Teen Vogue, ele declarou que o projeto é o resultado de ter visto seus momentos ruins como parte de uma outra pessoa, e que a melhor forma de lidar com ela é trazendo a vida com a música. Através do projeto, surgiu MITO, um alter-ego de DPR IAN que de acordo com o cantor, expõe seu lado mais sombrio. Já em 2022, veio o full-album Moodswings In To Order, que ainda faz parte do universo The Other Side, onde MITO faz parte. O projeto esboça os talentos do astro com a cinematografia, além de sua liberdade criativa, já que foi totalmente produzido por ele, dessa forma, se dedicou em fazer um filme para tornar a experiência ainda mais palpável e sensível. Com o lançamento de ambos os álbuns, IAN veio ao Brasil para a The Regime World Tour. O concerto único ocorreu no dia 16 de outubro de 2022 em São Paulo, em função de promover não apenas os projetos do cantor, mas também todos os projetos individuais de seus colegas do coletivo DPR, cada qual apresentando seus trabalhos. Leia também: DPR: Grupo coloca Audio a baixo com performance explosiva da "The Regime World Tour"; saiba mais "Dear Insanity…" é constância e coerência Seu projeto mais recente é Dear Insanity…, um EP de sete faixas que formam a prequela de seu debut, tão intenso quanto o primeiro álbum. IAN desfrutou dos gêneros pop, R&B, rock e eletrônico e os mesclou em um sólido compilado totalmente composto e produzido por ele mesmo. O álbum da vida ao Mr. Insanity, um outro alter-ego de DPR IAN, que se propõe ser mais extrovertido que MITO, apresentando mais uma reflexão acerca de seu transtorno bipolar. Peanut Butter & Tears e So I Danced são músicas do projeto que foram previamente apresentadas por IAN, que fez questão de tornar Dear Insanity… um álbum cinematográfico. Com o lançamento do álbum no dia 6 de outubro, a faixa Don’t Go Insane também ganhou um MV tão bem trabalhado quanto os anteriores, que expressam muito bem a mensagem que Christian quer passar com sua história e seu alter-ego. Além de tudo, o álbum Dear Insanity… mostra que, para ser cantor, compositor, diretor criativo e produtor de seus trabalhos, DPR IAN preza pela sua própria criatividade e ideias inseridas e envolvimento completo. Diferente do que a indústria de música coreana, bem como aquelas que agenciam grupos de K-pop, costuma a propor, que nem sempre são produtos com a participação de idols no processo, e sim pensados pelas próprias empresas. IAN é um artista multifacetado com projetos autorais e sensíveis.
- "A verdadeira alegria veio quando nos reagrupamos": EVNNE fala sobre Boys Planet, debut e mais
O novo boygroup comentou sobre o processo desafiador até o debut e as mensagens por trás do seu primeiro EP; confira a entrevista (Reprodução/Jellyfish Entertainment) A quinta geração do K-Pop pode dar as boas vindas a mais um talento promissor, EVNNE. O boygroup gerenciado pela Jellyfish Entertainment estreou em 19 de setembro, com a faixa Trouble, parte do EP Target:ME. O grupo formado por sete integrantes é conhecido pela passagem notória no reality show Boys Planet, que foi ao ar no primeiro semestre de 2023 e revelou a line-up do ZB1 como vencedora. Graças ao destaque recebido ao programa, mais jovens talentos tiveram a oportunidade de fazer sua estreia. Grupos formados em realities shows de sobrevivência são recorrentes na Coreia do Sul. Apesar da reformulação sofrida pelo pioneiro Produce, o novo survival show da Mnet se mostrou com um sucessor a altura. Depois do Girls Planet, responsável por formar o KEP1ER em 2022, a versão masculina, Boys Planet apresentou popularidade suficiente para debutar não só um, mais dois grupos. O ZB1 é composto pelos nove vencedores do programa, enquanto o EVNNE reúne os participantes que alcançaram a final, mas não estrearam no grupo final. Leia também: "Nossa turnê mundial é o nosso verdadeiro começo", diz TXT em detalhes sobre documentário no Disney+ Em coletiva de imprensa realizada no final de setembro, na qual o Café Com Kimchi esteve presente, o grupo explicou detalhes sobre os momentos desafiadores do processo de estreia. "Embora tenhamos ganhado experiência de palco durante o programa, nunca havíamos filmado um videoclipe ou interagido com nossos fãs. O aspecto mais desafiador foi a nossa falta de experiência nessas áreas", explicou Hanbin. O sonho do debut pós Boys Planet e os preparativos para a estreia (Reprodução/Jellyfish Entertainment) O resultado do Boys Planet não foi um ponto final para os fãs do programa. A popularidade estimulou tanto a emissora quanto a empresa responsável a darem continuidade ao projeto. Com o fim do reality show, o público ansiava por mais um grupo e o pedido foi atendido. No final de julho, começaram a circular as noticias de que os trainees eliminados na semifinal formariam um novo boygroup. Os sete integrantes se conheceram no survival show em que precisavam competir uns contra os outros para se sobressair para o público e alcançarem a final. Um ambiente cuja pressão é inevitável, levando em consideração que estes jovens colocam seus sonhos acima de tudo. Dessa forma, alguns podem ter dificuldades em estabelecer laços, mas o EVNNE parece não ter sido atingido por essa atmosfera. "Inicialmente, não houve quaisquer desafios. A verdadeira alegria veio quando nos reagrupamos após o show e pudemos praticar juntos de todo o coração", pontua Jihoo. Keita, Park Hanbin, Lee Jeonghyeon, Ji Yunseo, Yoo Seungeon, Mun Junghyun e Park Jihoo se reagruparam no EVNNE. Os membros assumiram novos papéis na formação e criaram um vínculo maior, agora, sem desafios semanais e a competitividade de um programa de sobrevivência. Com diferentes vivências, cada integrante tem um ponto a acrescentar no time. Por exemplo, Keita e sua experiência em palcos anteriores ao Boys Planet, com sua passagem pelo reality show YG TREASURE BOX (2018) e como membro do Ciipher desde 2020. O integrante agora utiliza estas habilidades ao coordenador os demais membros como líder. A experiência de Keita é reconhecida pelos outros seis membros e mostrou-se importante durante o período de preparação para o debut, como nas gravações do Music Video. Junghyun relembrou que atuar no MV os deixou nervosos pela falta de prática nesta área, mas receberam vários conselhos de Keita. "Quando assumi o papel de líder tive dúvidas se conseguiria cumprir o papel de forma eficaz. Com o passar do tempo, percebi que todos os outros membros são artistas incrivelmente apaixonados e talentosos. Não descreveria isso como se eu estivesse liderando o grupo, em vez disso, estamos coletivamente forjando um novo caminho e progredindo juntos", explicou o integrante japonês. Leia também: [Entrevista] Zoom in TRENDZ! Grupo está de volta para virar tendência da Geração Z mais uma vez O período de aproximação após Boys Planet e preparação para o debut foi crucial para o desenvolvimento do EVNNE. Keita revelou que se sente constantemente motivado em liderá-los e conta com um forte apoio de outro membro, Park Hanbin, que mostrou fortes habilidades de liderança durante o survival show da Mnet. Em uma conversa sobre o que os integrantes haviam aprendido uns com os outros durante a preparação para a estreia, o atual líder contou que reconhece e valoriza esse apoio do colega. Além do contato uns com os outros, Seungeon explicou que artistas sêniores também os ajudaram neste desenvolvimento. "Passar tempo com colegas que compartilham o mesmo sonho e com ídolos experientes proporcionaram uma grande aprendizagem. Obtive informações valiosas sobre a mentalidade e os preparativos necessários antes de subir ao palco, como abordar as sessões práticas, maneiras de olhar para a câmera e etiqueta de palco", disse Seungeon. Em momentos de descontração durante a coletiva, os membros revelaram que acreditam que podem contribuir ao grupo de outras formas, além das habilidades de artistas, como através de seus hobbies. Yunseo contou que todos compartilham o hábito de malhar e praticar esportes, como futebol e basquete, e acredita que essas atividades são uma forma alternativa de ajudar no crescimento como grupo. "Praticar esportes juntos, suar muito e passar bons momentos fortalece nosso trabalho em equipe e é uma ótima maneira de aliviar qualquer estresse que possamos estar sentindo." As diferentes cores do EVNNE em TARGET: ME (Reprodução/NEWS1) O EVNNE estreou em 19 de setembro com o EP Target:ME, composto por seis músicas e descrito como a forma dos membros de "exibirem seus encantos diferentes, eles pretendem se tornar o “alvo” da atenção de todos". Preparados para mostrar novos lados, o álbum é composto por diferentes estilos. Os integrantes discutiram sobre qual a melhor forma de definir o álbum de debut e todos pontuaram a propostas similares. "O descreveria como um arco-íris. Cada faixa tem seu charme único, variando de forte e intenso a divertido e refrescante. É uma mistura colorida de estilos", comenta Jeonghyeon. "Acredito que a palavra-chave seria “uma reviravolta”, esse álbum mostra imagens diferentes das que apresentamos anteriormente ao público", conclui Hanbin em referência as apresentações realizadas no Boys Planet. Leia também: [Entrevista] Adorável energia da juventude: O cignature retorna com o mini-álbum “Us in the Summer” Trouble é a escolhida para representar o EP e abrir as portas para o EVNNE na indústria. A faixa principal é cheia de energia e, de fato, monstra um lado não tão explorado durante o reality show. O boygroup construiu a imagem de "bad boy" que vai da canção até o Music Video, com cenas em que os membros jogam juntos e invadem um local. "Estas cenas pretendem retratar-nos como encrenqueiros que pretendem trazer mudanças ao mundo. É um dos detalhes dignos de nota em nosso videoclipe", explica Seungeon. O EP ainda conta com duas canções com participações dos integrantes no processo de criação. Yunseo e Jeonghyeon estivaram ativos na letra de Jukebox, Yunseo ainda esteve presente na última canção do álbum Even More ao lado de Keita. Durante a coletiva, Yunseo contou como foi o processo, desde o espaço oferecido a eles até o desenvolvimento. "Desde meus tempos de trainee sonho em estar envolvido no processo criativo e escrever letras para um álbum. Quando surgiu a oportunidade de contribuir, aceitei imediatamente. Especificamente, para a música Jukebox, conversei com Jeonghyeon sobre a mensagem da música. Nosso objetivo era criar letras que encorajassem os ouvintes a fugir da realidade e a se divertirem ao máximo sempre que ouvissem", relembrou Yunseo. Jukebox tem uma sonoridade retro pop brilhante para combinar com a letra. A b-side carrega a mensagem de esperança para quando o ouvinte se sentir exausto na dura realidade ainda possa aproveitar o momento e seguir em frente. A última canção do álbum, Even More, é destinada aos fãs do boygroup. A faixa é um synth-pop com elementos de balada e foco nos vocais. A letra expressa o primeiro desejo de EVNNE de gravar no coração do fandom em cada momento que passam juntos. "Queríamos que as letras transmitissem todas as mensagens e sentimentos que temos para nossos fãs, mas que talvez não tenhamos expressado totalmente antes. Colocamos nossa sinceridade nas letras", explica Keita. Além de Trouble, Jukebox e Even More outra canção que se destaca no EP é Role Model. Com uma sonoridade hip-hop dos anos 90 e 2000,a canção é capaz de fazer o ouvinte sentir uma certa nostalgia. A mensagem é baseado na definição básica de ídolo, mostra o desejo de se tornar o modelo de alguém. Um termo usado com frequência no K-pop, principalmente, em entrevistas com ídolos novatos. A faixa não esta no álbum por acaso, mas reflete o desejo do EVNNE em se tornar o modelo para os artistas que vierem depois deles e de seus fãs. "Espero que as pessoas se lembrem de nós não apenas pelos nossos papéis individuais no grupo, como vocalista principal, dançarino principal e rapper principal, mas como um grupo versátil onde cada membro pode se destacar em todas as posições", pontua Jihoo. Desde a estreia em 19 de setembro, a agenda do boygroup está movimentada e este fato não é uma novidade. Como esperado, os novos artistas têm se apresentado em programas semanais para promover o EP e mostrado seus diferentes lados para o público. Por mais que os sete estejam relativamente acostumados com os palcos graças ao Boys Planet, a pressão de uma apresentação pós debut certamente é diferente e adiciona uma dose maior de ansiedade. "Nossa primeira vez em uma palco tão grande foi no Idol Radio in Seoul e estávamos bastante nervosos com o nosso desempenho. Depois do show percebemos que era realmente muito divertido e pessoalmente me senti menos ansioso do que esperava. O palco revelou-se menos intimidante e mais emocionante do que eu imaginava. Também nos proporcionou uma excelente oportunidade de nos conectarmos mais com nossos fãs", relembrou Junghyun. Os fãs devem ter mente aberta para o futuro (Reprodução/Jellyfish Entertainment) Apesar de apenas um mês desde a estreia, os integrantes pareceram animados para novos trabalhos no futuro. Jihoo revelou que está ansioso para explorar diferentes conceitos, desde brilhantes aos mais nostálgicos. Este é apenas o primeiro passo para o EVNNE que reforçou Target: ME é apenas o começo e pretendem mostrar aos fãs uma constante evolução. Os integrantes esperam que o fandom os acompanhe nesse nesse processo. Não apenas os membros estão abertos a mudanças, mas avisaram para os fãs manterem este pensamento em mente. Yunseo reforçou que devem se manter a imaginação aberta para os futuros lançamentos e avisou que não deseja que se limitem a uma imagem específica. "A força da nossa equipe reside na nossa versatilidade e na nossa capacidade de nos destacarmos em qualquer conceito. Não quero que nos limitemos a um estilo ou imagem específica. Em vez disso, espero que possamos evoluir continuamente e explorar possibilidades ilimitadas." Querem conhecer mais sobre o EVNNE? Acompanhe em nossas redes sociais.
- Quem é Jeon Jong Seo, atriz do novo filme da Netflix "A Bailarina"?
A atriz começou sua carreira, de muito sucesso, apenas cinco anos atrás, em 2018 (Reprodução / Harper's Magazine) A Netflix lançou um novo filme de thriller e ação no início do mês, A Bailarina. A recepção do público foi estrondosa, pela qualidade do filme e do bom enredo apresentado, mas o que de fato chamou atenção dos telespectadores foi a atriz principal Jeon Jong Seo. A atriz também atuou na versão coreana de La Casa de Papel, outra produção da Netflix, e a sua aparência e talento fizeram com que as pessoas questionassem: “quem é ela e como não conhecemos antes?”. E o Café responde essas perguntas hoje. O drama estreou no dia 6 de outubro na plataforma, mas teve sua grande estreia oficial no dia 5 de outubro no 28th Busan International Film Festival e chegou a alcançar o primeiro lugar em filmes mais assistidos da Netflix. A Bailarina tem como tema principal a vingança, e, nesse contexto, Jong Seo interpreta uma guarda-costas que tenta acabar com o chefe do tráfico sexual que causou a morte de uma das suas melhores amigas. Vale a pena conferir o filme e assistir Jong Seo atuando. Confira abaixo mais um pouco sobre a carreira dela: Leia mais: Doona! e outros lançamentos de K-Dramas que chegam aos streamings em outubro de 2023 Estreia com indicação ao Oscar (Reprodução / W) Jeon Jong Seo começou sua carreira nas artes cênicas a partir do estudo, diferente de alguns artistas do ramo - que começam a trabalhar e depois decidem aprofundar os conhecimentos nas universidades. Ela fez ensino médio na famosa Anyang Arts High School e logo em seguida foi para a Universidade Sejong estudar cinema. No meio da graduação ele decidiu largar a universidade e ir para a indústria para poder desenvolver livremente seu talento. Seu primeiro trabalho da vida foi o que alguns podem chamar de sorte de principiante, mas por aqui chamamos de talento mesmo. Sua primeira audição foi para o filme Burning (2018), no qual ela passou e contracenou com Steven Yeun, conhecido por seu papel em The Walking Dead (2016). Esse filme foi o primeiro grande sucesso de Jeon, já que em 2018 concorreu ao Palme D’Or do Festival de Cannes, e também foi o primeiro filme coreano a entrar na pequena lista de Melhor Filme de Língua Estrangeira no Oscars. Leia também: Primeiras impressões: Em "Doona!", K-drama com Bae Suzy, uma estrela do K-pop está em queda livre Jong Seo de cara foi aclamada pelos críticos por sua atuação, especialmente por seu debut nas telas. Ela também garantiu o prêmio de Melhor Nova Atriz no Asian Film Critics Association Awards e foi incluída na lista das “15 Talentos Emergentes Internacionais”, do "The Hollywood Reporter”. Logo depois ela participou do filme The Call (2020), que também foi muito bem recebido pelo público e lhe rendeu mais um prêmio na carreira, o de Melhor Atriz no Baeksang Drama Awards. Rainha do Suspense Os seus principais trabalhos são dos gêneros suspense, thriller e ação e, por isso, fizemos uma seleção com alguns desses trabalhos para você poder ver Jong Seo em ação e conhecer um pouquinho mais sobre a atriz. Confira as sinopses: Burning (2018) Jong Soo (Yoo Ah-In) é um entregador, e um dia, durante o trabalho, encontra sua amiga de infância, Hae Mi (Jeon Jong Seo). No encontro, Hae Mi pede um favor ao seu amigo de longa data: cuidar do seu gato enquanto ela parte em uma viagem para o exterior. Na volta, ela traz consigo Ben (Steven Yeun), um cara que ela conheceu na África e que aparentemente é um cara legal e decente, mas ele tem um hobby peculiar - que em breve será revelado a todos. O filme é um thriller e suspense e possui classificação indicativa proibida para menores de 14 anos. Ele não está disponível em nenhuma plataforma de streaming, mas deve ser possível encontrar em algum fansub ou outra plataforma de filmes e séries. Leia também: Alerta vermelho! 5 K-dramas com protagonistas red flags e por que eles são questionáveis A Ligação (2020) Seo Yeon (Park Shin Hye) é uma mulher solitária que recebe um telefonema estranho um dia, e essa ligação acende esperanças de que ela possa reencontrar seu pai. A parte estranha é que apesar de a ligação estar acontecendo no presente, a voz com quem ela fala é de 20 anos atrás. Agora, Seo Yeon se encontra envolvida em um mistério conectada por uma casa e a um assassinato cometido por uma mente psicopata. Ela então decide investigar mais a fundo o caso e entender o que está acontecendo e, principalmente, fugir dos perigos que a espreitam. O filme é dos gêneros suspense e thriller e possui classificação indicativa para 16 anos. Ele está disponível na Netflix. Leia mais: 5 filmes sul-coreanos baseados em histórias reais que você precisa assistir La Casa de Papel - Coreia (2022) A série é um remake da série espanhola La Casa de Papel e acompanha um grupo de ladrões super engenhosos que decidem orquestrar o maior assalto da península coreana. Nesse mundo, a Coreia do Sul e do Norte são unificadas e, por isso, se viu a necessidade da criação de uma nova moeda - que a princípio parecia uma ideia ótima e promissora. Mas a realidade era bem diferente. Os mais ricos continuavam acumulando riquezas, enquanto os mais pobres ficavam cada vez mais pobres, e para se rebelar contra o sistema, o Professor (Yoo Ji Tae) reúne um grupo com as mais variadas habilidades para essa missão. O drama possui 12 episódios es está disponível na Netflix. Lembrando que possui classificação indicativa, também para 16 anos. A Barganha (2022) Nessa série, pessoas que não se conhecem, ou possuem qualquer vínculo, são atraídas para encontros de sexo em um motel, e tudo devido a um grande esquema de tráfico de órgãos. Quando um dos grupos está prestes a ser assassinado, acontece um terremoto que derruba o hotel onde eles estavam e acaba com os planos dos traficantes. De repente, eles se veem tendo que lutar por suas sobrevivências em meio às adversidades do terremoto ao lado das pessoas que há pouco tempo estavam tentando matá-los. O drama foi premiado em Cannes e conta com seis episódios, estando disponível no Paramount+. A série possui classificação indicativa e é proibida para menores de 18 anos. Gostou de conhecer os projetos da atriz? Siga o Café nas redes sociais para mais conteúdos
- Alerta vermelho! 5 K-dramas com protagonistas red flags e por que eles são questionáveis
Confira algumas tramas em que protagonistas são duvidosos e casais polêmicos (Reprodução / Netflix) Uma das maiores qualidades dos dramas sul-coreanos é a variedade de gêneros, além de enredos e histórias intrigantes que cativam qualquer um, mas apesar das diferentes opções algumas coisas costumam se repetir. Quem nunca assistiu um drama com um casal um tanto quanto tóxico? ou um personagem com características que te ligam o nosso alerta para a famosa red flag? Nos últimos anos as chamadas red flags (bandeiras vermelhas) têm sido um assunto muito debatido, principalmente quando se pensa na saúde mental das pessoas que se encontram em algum relacionamento prejudicial. Quando se consome muito essas produções podemos não perceber, mas existem sim protagonistas com comportamentos bem questionáveis, e nem os ditos mocinhos ficam fora dessa. Se ainda não veio ninguém na sua mente, o Café com Kimchi preparou uma lista cheia de figuras do mundinho da dramaland e que apesar de gostarmos, possuem algumas bandeiras vermelhas ao redor. Dê uma olhada! Seis dramas com protagonistas red flag Apesar de Tudo, Amor (2021) Como mencionar essa temática e não colocar Nevertheless na lista? Lançado em 2021, a produção ganhou o título brasileiro de Apesar de Tudo, Amor e gerou discussões na internet devido ao casal principal que foi visto como tóxico por parte do público. Na trama, Yoo Na-Bi (Han So Hee) é uma estudante de arte que passou por um término complicado, onde seu antigo companheiro não a respeitava, fazendo com que ela não acreditasse mais no amor. No entanto ela acaba conhecendo Park Jae-Eon (Song Kang), um estudante da sua universidade que aparenta ser simpático com as pessoas ao seu redor. Leia também: Han Sohee: Conheça outros trabalhos da atriz além de Yu Nabi e Yoon Jiwoo Porém Jae Eon se mostra como uma pessoa indiferente e sem interesse algum em um relacionamento romântico e quando Na-bi desenvolve sentimentos por ele as coisas não funcionam muito bem. Jae Eon costuma mentir para ela, manipular seus sentimentos e flertar com outras pessoas. Há quem diga que o casal como um todo era problemático, pois Na-bi ignorava todas as red flags e não estava preparada para outro relacionamento. Cheese In The Trap (2016) Mais um relacionamento que surge na universidade. Cheese In The Trap ou Queijo na Ratoeira (nome sugestivo de que não vem coisa boa por aí) é uma produção de 2016 baseada em uma webtoon homônima de 2010. O drama apresenta Kim Go-Eun (Goblin e As Três Irmãs) como a estudante Hong Seol, uma menina tímida, vinda de uma família pobre, que acaba desenvolvendo sentimento por seu veterano Yoo Jung interpretado por Park Hae-Jin (The Killing Vote). Yoo Jung é um típico veterano popular, bonito, conhecido por todos e simpático, mas que possui um lado misterioso. Alguns desentendimentos fazem Seol se irritar com ele, mas quando Yoo Jung consegue um ano de estudo gratuito para ela, seus sentimentos ficam balançados sem entender se seu veterano gosta dela ou não. Eles acabam criando uma relação confusa onde Yoo Jung é possessivo, manipulador e apesar das brigas entre eles serem constantes, Seol continuava ao seu lado, sem questionar seu comportamento, mesmo quando ele faz questão de que ela se afasta de um de seus melhores amigos In ho (Seo Kang-joon). Tudo Bem Não Ser normal (2020) Um dos grandes sucessos da Netflix em 2020 também gerou discussões na internet por conta da protagonista. Tudo Bem Não Ser Normal conta a história de Ko Moon-Young (Seo Ye-Ji) uma escritora de conto de fadas famosa que possui um transtorno de personalidade antissocial. Ela acaba conhecendo o gentil cuidador de um hospital psiquiátrico, Moon Kang-Tae (Kim Soo-Hyun) e fica obcecada por ele. Moon-Young desenvolve sentimentos por ele e faz de tudo para receber sua atenção, seguindo-o em praticamente todos os lugares, o que deixa Kang-Tae desconfortável. Depois de muito insistir eles acabam se aproximando e o relacionamento complicado acaba trazendo à tona os problemas pessoais de ambos, iniciando um processo delicado de autoconhecimento, criação de limites e uma vivência cheia de oscilações, onde eles se afastam e se reaproximam constantemente. Extracurricular (2020) Este thriller lançado pela Netflix em 2020 deu o que falar, misturando crimes e estudantes do ensino médio. Extracurricular acompanha a vida do jovem Ji-Soo (Kim Dong-Hee) um estudante exemplar, que acaba se desviando e tomando uma decisão ruim para conseguir pagar a mensalidade de sua universidade. Longe de grandes suspeitas por seu comportamento e boas notas, Ji Soo passa a administrar um grupo de mulheres disponíveis para serviço sexual e em troca de uma parte do dinheiro que elas ganham, ele oferece proteção para suas clientes. No entanto, nenhuma das pessoas envolvidas nesse esquema sabe que a pessoa responsável é um estudante menor de idade. Pouco depois, Min-Hee (Jung Da-Bin) e Kyu-Ri (Park Joo-Hyun), estudantes da mesma escola descobrem o esquema e se juntam a ele para conseguir dinheiro e em troca não desvendam o segredo de Ji Soo. Com o tempo, ele se envolve demais e comete crimes que vão além do que ele imaginava ser capaz de fazer. The Flower Of Evil (2020) Misturando mistério e romance, The Flower Of Evil, possui um protagonista manipulador, mentiroso e com um passado sombrio. Na história, Baek Hee Sung (Lee Joon Gi) é um artesão, um pai atencioso e parece ser um marido ideal, mas ele possui um lado que nem mesmo sua esposa e detetive Cha Ji Won (Moon Chae Won) foi capaz de perceber. Ji Won trabalha no departamento de homicídios e quando começa a investigar um caso especialmente intrigante, ela faz de tudo para capturar o criminoso responsável, apenas para descobrir que ele estava ao seu lado o tempo todo. Hee Sung mudou sua identidade, escondeu seu passado da esposa e fingiu ser uma pessoa que não é, manipulando as pessoas ao seu redor. Leia também: 5 dramas para conhecer Lee Joon Gi, ator que estará em "Arthdal Chronicles" E aí, acha que falta algum personagem nessa lista? Então segue o Café com Kimchi nas redes sociais e nos conte!
- Conheça mais sobre "Doona", K-drama da Netflix com Bae Suzy que já é um sucesso
Série sul-coreana do diretor de "Romance is a Bonus Book" e "Pousando no Amor" retrata vida de uma K-idol (Divulgação/ Netflix) Na sexta-feira (20) chegou ao catálogo da Netflix a tão aguardada série Doona. O K-drama do diretor Lee Jung-hyo, que dirigiu o sucesso Pousando no Amor, conta com nove episódio e foi lançado no streaming já com dublagem inclusa. E nisso, o drama marca a volta de Suzy Bae como protagonista numa produção, conhecida pelos seus papéis em Apostando alto e Retaliação. Inclusive, já falamos das nossas primeiras impressões aqui no site! Na composição do elenco, além de Suzy, há também os atores Yang Se-jong (que participou do drama médico Dr. Romântico), Shin Ha-young, Park Se-wan (do K-drama Me Tira Daqui), Kim Min-ho, Joo Yeon-woo, Baek Ji-hye, Lee Yoo-bi e Lee Chan-hyung. Para os que ainda estão em dúvida se darão o play em Doona, o Café com Kimchi separou as principais informações a respeito da série para você conferir! Leia logo abaixo: Com narrativa realista, Doona é um K-drama que mostra a vida dos idols de K-pop Baseado no webtoon chamado The Girl Downstairs, Doona acompanha a história da personagem Lee Doona, uma idol de K-pop que se aposentou. Na trama, a cantora era membro do grupo fictício Dream Sweet, que estava no auge da carreira; mas a artista anuncia a sua saída de forma inesperada. Aliás, a novidade da Netflix complementa a nossa lista de K-dramas que falam sobre idols. Após o anúncio, Doona se refugia em uma república universitária, que é onde encontra Won Jun (Yang Se-jong). Para completar, ambos descobrem que são vizinhos e a protagonista desconfia que o estudante, na verdade, seja um stalker. Apesar disso, a relação dos dois se desenvolve enquanto os protagonistas convivem diariamente, mesmo sendo de mundos diferentes, o que desperta um sentimento entre eles. Além de ser um drama de romance, Doona também explicita a realidade vivida por artistas na indústria do K-pop, e é possível observar tanto no mundo real quanto no fictício que as cobranças comportamentais, cyberbullying, comparações e competições geram uma sobrecarga física e emocional nessas pessoas. Montanha russas de emoções: elenco de Doona conta sobre o que esperar do drama Em coletiva de imprensa feita pela Netflix, os atores e o diretor de Doona compartilharam um pouco sobre a trama e seus personagens. Lee Jung-hyo, diretor da obra, expõe a relação dos protagonista no enredo: Doona exprime certa complexidade em se expressar, enquanto Won Jun acha desafiador entendê-la. O diretor ainda complementa: "nós retratamos a relação entre esses dois personagens seguindo-a do ponto de vista de Won Jun. Isso permitirá que [os espectadores] entendam as perspectivas de Doona e Won Jun". A Suzy também contou um pouco sobre Lee Donna, figura que interpreta na estreia. A atriz comenta que "Doona é honesta e franca, mas também tem um (coração) ferido e solitário, então ela se sente como um gato de garras afiadas. Porém, na realidade, ela é como um 'gato parecido com um cachorro', que gosta de pessoas”. Ao abordar a relação da idol aposentada com o estudante universitário, Suzy fala sobre como se desenvolveu a conexão de Doona por Won Jun. Suzy diz: "ela inicialmente se aproxima dele com o desejo de saber mais sobre Won Jun, e construir uma amizade com ele. Mais tarde, à medida que Doona desenvolve sentimentos por ele, ela gradualmente testa seus sentimentos por Won Jun à sua própria maneira". O interprete de Won Jun, Yang Se-jong, também comentou a respeito da evolução dos sentimentos do estudante: "conforme o relacionamento de Won Jun e Doona se aprofunda na parte final da série, ele se torna mais cativado por ela e aprende a abraçar suas emoções em evolução natural". Suzi revive vida de idol com clipe do girlgroup "Dream Sweet" Para promoção de Doona, o K-drama da Netflix ganhou um MV para a música The Whispering Spell do grupo fictício da produção, o Dream Sweet. O single, lançado durante o auge da carreira de Lee Doona na trama, apresenta as dançarinas Go Ah Sung, Simeez e Rian da equipe de dança La Chica (participante do reality show Street Woman Fighter), e a solista Janet Suh como as quatro outras membros do girlgroup. Suzy ocupa a posição de cantora principal do grupo, e dá aos fãs que assistirem à produção uma leve nostalgia. Aos que só conhecem sua carreira como atriz, Bae Suzy integrava o Miss A, grupo da JYP Entertainment, antes mesmo de ingressar na dramaland. O grupo debutou em 2010 e ficou em atividade até 2017, e lançou grandes sucessos como Bad Girl, Good Girl, Only You e Hush. Bateu saudade, né! Confira logo abaixo o MV do Dream Sweet: Você já assistiu aos episódios de Doona na Netflix? Não se esqueça de seguir o Café com Kimchi nas redes sociais!
- Os 7 melhores K-dramas originais da Netflix para maratonar e que pouca gente conhece
Vincenzo e Uma Advogada Extraordinária são exemplos de sucesso absoluto, mas separamos títulos para aqueles que desejam sair do óbvio (Reprodução/Netflix) A praticidade das plataformas de streaming tem aberto caminhos para pessoas que não costumavam consumir tanto K-Dramas e facilitado a vida de fãs antigos destas produções. Com o sucesso no Ocidente, o investimento da Netflix em drama sul-coreanos se tornou inevitável e ano após ano a plataforma tem produzido sucessos, que alcançam públicos fora da bolha da dramaland. A Netflix tem apresentado diversos títulos de destaque. Nomes como Round 6 (2021), My Name (2021) e A Lição (2022) se tornaram famosos internacionalmente, com o enredo de violência e vingança cativando diferentes nichos. Outras obras mais voltadas para os gêneros de comédia e romance também se tornaram muito comentadas, como Pousando no Amor (2019), Nosso Eterno Verão (2021) e Uma Advogada Extraordinária (2022). Leia também: 6 doramas de época para maratonar na Netflix e no Viki A lista de originais da plataforma é bastante expressiva, mas entre tantos títulos, há aqueles que não são tão comentados e algumas vezes são deixados de lado — o que não significa que a qualidade é inferior. Fugindo do óbvio, o Café com Kimchi separou uma lista com os melhores doramas originais da Netflix que não são tão comentados pelo publico. Então, não espere por Vincenzo (2021), Todos Nós Estamos Mortos (2022) ou Pretendente Surpresa (2022). Trinta e nove (2022) Trinta e nove é uma produção leve e ideal para quem deseja assistir um drama mais tranquilo, apesar de ser inevitável escapar de chorar ao assisti-lo. A história gira em torno da forte amizade de três mulheres de 39 anos. Cha Mijo (Son Yejin) é uma médica dermatologista de berço de ouro adotivo, Chan Young (Jeon Mido) é uma professora de atuação e Jang Joo He (Kim Ji Hyun) trabalha em um shopping e sonha em se casar. A vida normal do trio é interrompida pelo diagnostico de câncer de Chan Young. A doença está em estado avançado, mas elas desejam apenas se lembrarem de momentos felizes. A produção apresenta equilíbrios de momentos do passado e presente, felizes e tristes, deixando o público a par dos motivos desta amizade ser tão leal e a dinâmica entre as mulheres. Aos fãs de romances, também há doses de amor no ar em Trinta e Nove. Loucos Um Pelo Outro (2021) Lee Min Kyung (Oh Yeon Seo) e No Whi Oh (Jung Woo) têm passados dolorosos e atravessam um caminho de superação enquanto se apaixonam, mas antes terão muitos conflitos. Logo no primeiro encontro os dois se desentendem por Min Kyung acreditar que Whi Oh estava a perseguindo na rua. Para completar, os dois descobrem que são vizinhos e frequentam a mesma psiquiatra. Vale destacar que o K-Drama ressalta a importância da saúda mental, pelos protagonistas frequentarem um psiquiatra para superar seus traumas e, mesmo com o namoro, mostram que o amor não pode curar tudo. Além de ter o plot que muitos adoram: enemies to lovers. Leia também: 11 doramas policiais para assistir na Netflix, Viki e Kocowa A Caminho Do Céu (2021) O K-Drama que promete tirar muitas lágrimas do público chama atenção pelos simbolismos e por retratar assuntos delicados. Geu Ru (Tang Joon Sang) é um jovem com síndrome de Asperger. Ele trabalha com o pai no "Caminho do Céu", organizando itens deixados por pessoas falecidas. O objetivo é ajudar os familiares em seus lutos. Quando o pai de Geu Ru morre, seu tio Sang Gu (Lee Je Hoon) aparece inesperadamente como seu guardião. Sang Gu é um homem frio que costumava dominar artes marciais e lutar em brigas clandestinas. O ex-presidiário vê o sobrinho como uma nova fonte de ganhar dinheiro. Geu Ru lidam de formas diferentes com a morte e o luto. Com visões opostas, agora os dois dirigem o "Caminho do Céu" juntos. Caçadores de Demônios (2020) Pretendente Surpresa não foi o primeiro título original da Netflix protagonizado por Kim Sejeong. Caçadores de Demônios é baseado em um webtoon e foi elogiado pela fidelidade com a obra original. A trama gira em torno de um grupo de pessoas com habilidades especiais, que possuem objetivo comum de caçar espíritos malignos. Para manter a discrição, eles se disfarçam de funcionários de um restaurante de macarrão. So Mun (Jo Byeong Gyu) tem uma vida difícil desde o acidente que matou seus país e o deixou com uma fratura permanente na perna. No dia do seu aniversário, uma situação inusitada ocorre e une seu destino ao dos caçadores. A partir disso, So Mun começa seu treinamento para despertar sua habilidade e enfrentar espíritos malignos. Leia também: Idols em cena: 7 doramas com cantores de K-pop para assistir na Netflix Uma Segunda Chance (2020) O enredo acompanha Cha Yuri (Kim Tae Hee), uma fantasma há cinco anos, que ainda não conseguiu fazer a passagem para outro plano. Em sua morte precoce, ela deixou para trás seu marido Jo Kang Hwa (Lee Kyu Hyung) e sua filha, Jo Seo Woo (Seo Woo Jin), mas desde sua morte ela acompanha a vida da sua família. A morte despedaçou toda o núcleo familiar, os pais de Yuri não tem contato com a neta, Jo Kang Hwa mudou de personalidade e se tornou distante. Inesperadamente, ela recebe uma chance de se tornar humana novamente em um projeto de reencarnação de 49 dias. Aos poucos ela busca se inserir na vida daqueles que deixou no mundo dos vivos, principalmente, de sua filha. Apesar da trama dramática, o K-Drama também entrega boas cenas de comédia e histórias emocionantes para os demais personagens. Somebody (2022) Kim Sum (Kang Hae Lim) é desenvolvedora do aplicativo de relacionamento “Somebody”, que tem feito sucesso entre jovens. Porém, uma série de assassinatos emergem e os envolvidos, vítima e assassino, parecem estar envolvidos com Somebody. As amigas de Kim Sum, Im Mok Won (Kim Yong Ji) e Yeong Gi Eun (Kim Soo Yeon), começam a investigar o caso, enquanto a desenvolvedora cria um estranho laço com Seong Yun O (Kim Young Kwang), um homem atraente, mas que esconde um segredo sombrio. Dra. Cha (2023) A Coreia do Sul possui uma coleção de K-Dramas associados a vida médica. Este título original Netflix reúne um elenco experiente na atuação. Na trama, Cha Jeong Suk (Uhm Jung Hwa) é casada com Seo In Ho (Kim Byung Chul), um cirurgião-chefe em um hospital universitário. Depois de ter desistido da carreira médica durante os anos de residência, Jeong Suk se dona de casa em tempo integral há 20 anos. Agora ela está decidida a voltar a ativa e reiniciar o curso de residência médica, enquanto lida com outras reviravoltas em sua vida. Qual seu original da Netflix favorito? Conta para gente em nossas redes socias.
- Como a Chuu do LOONA construiu sua carreira individual antes mesmo do debut solo?
Você viu essa mulher? Nós apostamos que sim! A estreia da cantora ganhou repercussão não somente devido aos memes, como também ao carisma imbatível. Kim Jiwoo, popularmente conhecida como Chuu, é a estrela que dominou a internet e promete dominar os charts com “Howl” seu EP de estréia como solista após o fim conturbado do contrato com a Blockberry Creative. O disco já vendeu mais de 30 mil cópias físicas contabilizadas pelo Hanteo Charts somente em seu primeiro dia de vendas, tal feito é apenas uma pequena parcela do sucesso que Chuu vem fazendo desde seus tempos como integrante do LOONA. Apesar do fim prematuro do LOONA, é inegável que as integrantes conseguiram recuperar suas carreiras de diferentes formas, seja como grupos a parte ou como solistas. Entretanto, é inegável que Chuu foi um destaque não somente durante sua estreia no grupo com o single solo “Heart Attack” em 2017, que surpreendeu devido a personalidade contagiante da cantora e seus vocais impressionantes. Entretanto, a carreira da Chuu vai muito além do sucesso musical ou dos memes disseminados por fãs e leigos ao redor do mundo. Conheça um pouco mais da carreira da Chuu e entenda o porquê de seu sucesso! Leia Também: Debut solo da CHUU, comeback do TXT e todos os lançamentos de K-pop em outubro de 2023 Uma ascendente trajetória em busca do sucesso A multiartista de apenas 23 anos de idade iniciou sua trajetória no entretenimento logo cedo ao ingressar na Hanlim Multi Art School, uma escola de artes sul-coreana conhecida por seu histórico de admissão de celebridades e trainees. No ano de 2016, a cantora chegou a ser trainee de empresas como a FNC Entertainment — responsável por grupos como AOA e SF9 — e Music Works, uma subsidiária da CJ ENM Music Performance Division. Porém, acabou não conseguindo estrear por nenhuma das duas, entretanto, o acúmulo de experiência veio a valer a pena no ano seguinte. Em 2017, Chuu foi revelada como integrante do Loona, mais novo girlgroup da Blockberry Creative composto originalmente por 12 integrantes que foram anunciadas mensalmente, sendo cada uma revelada junto a um single solo exclusivo. No dia 28 de dezembro o music video do single “Heart Attack” foi revelado e entregou uma breve amostra da potência vocal surpreendente de Chuu e seu carisma incomparável. Poucos meses antes da estreia oficial do LOONA como grupo completo, Chuu chegou a compor a subunit LOONA/yyxy composta por 4 integrantes, que estreou no dia 30 de maio de 2018 com o disco “Beauty&The Beat”. O projeto teve como title a icônica “love4eva” em parceria com a cantora canadense Grimes. O grupo estreou oficialmente no dia 20 de agosto do mesmo ano com o disco “++” e a formação completa que incluía: HeeJin, HyunJin, HaSeul, YeoJin, ViVi, Kim Lip, Jinsoul, Choerry, Yves, Chuu, Go Won e Olivia Hye. Loona conquistou certa notoriedade entre fãs internacionais e acumulou hits memoráveis ao longo da curta carreira de apenas 4 anos. As atividades solo de Chuu iniciaram logo em 2020 com sua participação no Masked Singer — famoso reality show sul-coreano — e rendeu certo interesse por parte do público de consumir cada vez mais conteúdos da integrante que se destacava dentre as outras devido ao carisma inabalável e seu sorriso contagiante. A personalidade alegre de Chuu rendeu um programa de variedades próprio naquele mesmo ano, cujos episódios eram publicados em um canal do YouTube. O conhecidíssimo “Chuu Can Do It” ou “Chuu Protect the Earth” foi um programa de variedades idealizado pela Blockberry Creative em parceria com a DIA TV da CJ ENM e veio ao ar oficialmente em janeiro de 2021. O programa consistia em incentivar formas de cuidar do planeta através de jogos e atividades e foi um marco na carreira da artista como apresentadora de variedades e a consagrou como uma figura querida pelo público sul-coreano. Isso resultou em um contrato como embaixadora e modelo da marca de isotônicos Pocari Sweat naquele ano. Leia Também: Com "Sensitive", Loossemble traz memórias do LOONA, mas entrega sua própria essência Porque os sul-coreanos gostam tanto da Chuu? A cantora demonstrou suas diversas habilidades desde sua estreia em 2017, sem sombra de dúvidas o ápice foi em 2020 com as participações de Chuu em programas de variedades que renderam boas impressões de sua personalidade e capacidade de entreter o público sem demonstrar maus hábitos ou quaisquer traços de personalidade forçada. Tanto na frente e por trás das câmeras, Chuu exala carisma e carinho com aqueles que interagem com ela, desde outras celebridades até staffs elogiaram seu cuidado com o outro e sua personalidade divertida no dia-a-dia. É inegável que tais fatores tornaram a artista uma figura singular no que diz respeito a divertir e entreter sem faltar com respeito independentemente de quem a acompanhe. Além disso, suas capacidades vocais renderam um sucesso significativo e até boas OSTs de K-Dramas, filmes e Webtoons — Memorials (2020), Fling at Convenience Store (2021), Revolutionary Sisters (2021), Daily JoJo (2022), Ditto (2022) — lançadas de 2020 a 2022. A participação no Masked Singer foi uma forma de mostrar ao público que ainda não consumia conteúdos musicais do LOONA que havia um grande potencial a ser explorado. E por fim, a artista demonstra ser uma figura com boas aspirações e um bom exemplo para aqueles que a assistem, sendo adequada para crianças e adultos de forma divertida e não muito infantil. A mensagem passada pela websérie “Chuu Can Do It’” é um ótimo exemplo de construção de imagem atrelada a uma causa de interesse comum. Leia Também: MAMA 2023 resgata grandes nomes de gerações anteriores do K-pop; confira a lista de indicados “Você já viu essa mulher? Se não viu, agora está vendo!”: Chuu domina a internet ao redor do mundo Quando a Blockberry Creative publicou as fotos individuais das integrantes do LOONA para anunciar a estréia do grupo com o disco “++”, a estética das fotos estilo 3x4 era nada mais do que uma forma de seguir o conceito colegial juvenil que o grupo tinha proposto. Contudo, a foto de Chuu acabou fazendo um sucesso inesperado entre fãs ao redor do mundo, em especial, os fãs brasileiros que passaram a utilizar a imagem como meme de diversas formas. O ápice da brincadeira foi em 2022 quando estudantes passaram a imprimir cartazes com a imagem incluindo a frase “Você já viu essa mulher? Se não viu, agora está vendo!”, sempre acompanhado de algum código do spotify que levava a canções do LOONA ou solos da Chuu, os cartazes foram espalhados por diversas universidades e escolas do Brasil ao ponto de chamarem a atenção até mesmo de pessoas que não acompanham artistas de k-pop. A brincadeira surgiu como uma forma de divulgar o LOONA e, posteriormente, o solo da Chuu que veio a deixar o grupo no dia 25 de novembro de 2022 após ser expulsa pela Blockberry Creative sob falsas acusações de abuso de poder. A saída da Chuu foi o estopim para que as outras integrantes viessem a entrar com pedidos de encerramento de contrato por diversos motivos, dentre eles, a má administração da antiga empresa. A revolucionária Chuu do LOONA agora segue carreira solo com o mesmo nome artístico e promete seguir entregando entretenimento e boas canções nessa nova era que se iniciou com o disco “Howl” composto por apenas 5 canções incluindo a faixa-título de mesmo nome. O álbum é um bom exemplo de como a voz de chuu se encaixa em qualquer produção ao misturar uma ballad melancólica com batidas eletrônicas envolventes. Além disso, o MV é adorável e se assemelha a um filme de aventura infanto-juvenil, que faz Chuu parecer ainda mais fofa do que já é. Também adora a Chuu do LOONA e já escutou “Howl”? Comente com o Café com Kimchi em nossas redes sociais!
- MAMA 2023 resgata grandes nomes de gerações anteriores do K-pop; confira a lista de indicados
O Mnet Asian Music Awards 2023 está entre nós, nomeando grupos como EXO, TWICE, TOMORROW X TOGETHER, NewJeans e aespa (Divulgação/Mnet) Terror de uns, mas que conta com o engajamento de grande parte dos fandoms anualmente, o MAMA está de volta para mais uma edição. A premiação de K-pop, reconhecida como uma das maiores da indústria, acontecerá no estádio japonês Tokyo Dome, nos dias 28 e 29 de novembro. Para os maiores prêmios da honraria, o Mnet Asian Music Awards tem como critério de avaliação os votos dos jurados, downloads e streaming de músicas em plataformas digitais e vendas de álbuns físicos. Além disso, a votação por parte dos fãs também é importante e deverá ser feita pelo aplicativo Mnet Plus. Leia também — MAMA: 10 performances incríveis dos últimos 10 anos da premiação Na lista de indicados deste ano, divulgada nesta quinta-feira (19), nomes da segunda e terceira geração do K-pop apareceram com mais frequência entre os novatos, incluindo EXO, Taeyang, SEVENTEEN, TWICE, AKMU e BTOB. Confira abaixo a seleção completa de grupos e solistas nomeados ao MAMA 2023: Grupos e solistas de K-pop indicados ao MAMA 2023 Melhor Novo Artista Masculino BOYNEXTDOOR EVNNE RIIZE xikers ZEROBASEONE Melhor Nova Artista Feminina ADYA EL7Z UP KISS OF LIFE LIMELIGHT tripleS Melhor Grupo Masculino EXO NCT DREAM SEVENTEEN Stray Kids TREASURE TXT Melhor Grupo Feminino aespa (G)I-DLE IVE LE SSERAFIM NewJeans TWICE Melhor Artista Masculino Jimin Jungkook Lim Young Woong Parc Jae Jung Taeyang V Melhor Artista Feminina Choi Ye Na Hwasa Jeon Somi Jihyo Jisoo Lee Chae Yeon Melhor Performance de Dança Solo Masculina Jimin – “Like Crazy” Jungkook – “Seven (Feat. Latto)” Kai – “Rover” Taeyang – “VIBE (Feat. Jimin)” Taeyong – “SHALALA” Melhor Performance de Dança Solo Feminina Hwasa – “I Love My Body” Jeon Somi – “Fast Forward” Jihyo – “Killin’ Me Good” Jisoo – “FLOWER” Lee Chae Yeon – “KNOCK” Melhor Performance de Dança de Grupo Masculino NCT 127 – “Ay-Yo” NCT DREAM – “Candy” SEVENTEEN – “Super” Stray Kids – “S-Class” TXT – “Sugar Rush Ride” ZEROBASEONE – “In Bloom” Melhor Performance de Dança de Grupo Feminino aespa – “Spicy” (G)I-DLE – “Queencard” IVE – “I AM” LE SSERAFIM – “UNFORGIVEN (Feat. Nile Rodgers)” NewJeans – “Ditto” STAYC – “Teddy Bear” Melhor Performance Vocal Solo DAWN – “Dear My Light” Lee Mujin – “Ordinary Confession” Lim Young Woong – “London Boy” Parc Jae Jung – “Let’s Say Goodbye” V – “Love Me Again” Melhor Performance Vocal em Grupo AKMU – “Love Lee” BTOB – “Wind And Wish” BTS – “Take Two” M.C the MAX – “Eternity” MeloMance – “A Shining Day” Melhor Performance de Rap & Hip-Hop Agust D (Suga) – “People Pt.2 (Feat. IU)” ASH ISLAND – “Goodbye (Feat. Paul Blanco)” J-Hope – “on the street (with J.Cole)” Jay Park – “Candy (Feat. Zion.T)” Zior Park – “CHRISTIAN” Melhor Colaboração Anne-Marie, Minnie – “Expectations” BIG Naughty – “Hopeless Romantic (Feat. Lee Suhyun)” BSS (SEVENTEEN) – “Fighting (Feat. Lee Young Ji)” Jungkook – “Seven (Feat. Latto)” Taeyang – “VIBE (Feat. Jimin)” Melhor OST (trilha sonora original) BIG Naughty – “With me” (“Investimento de Risco” OST) BTS – “The Planet” (“BASTIONS” OST) Lim Jae Hyun – “Heaven (2023)” (“It Was Spring” OST) Paul Kim – “You Remember” (“A Lição” OST) TXT – “Goodbye Now” (“Love Revolution” OST) Melhor MV (videoclipe) (G)I-DLE – “Queencard” IVE – “I AM” Jisoo – “FLOWER” Jungkook – “Seven (Feat. Latto)” SEVENTEEN – “Super” Stray Kids – “S-Class” Música do Ano aespa – “Spicy” Agust D (Suga) – “People Pt.2 (Feat. IU)” AKMU – “Love Lee” Anne-Marie, Minnie – “Expectations” ASH ISLAND – “Goodbye (Feat. Paul Blanco)” BIG Naughty – “Hopeless Romantic (Feat. Lee Suhyun)” BIG Naughty – “With me” (“The Interest of Love” OST) BSS (SEVENTEEN) – “Fighting (Feat. Lee Young Ji)” BTOB – “Wind And Wish” BTS – “Take Two” BTS – “The Planet” (“BASTIONS” OST) DAWN – “Dear My Light” (G)I-DLE – “Queencard” Hwasa – “I Love My Body” IVE – “I AM J-Hope – “on the street (with J.Cole)” Jay Park – “Candy (Feat. Zion.T)” Jeon Somi – “Fast Forward” Jihyo – “Killin’ Me Good” Jimin – “Like Crazy” Jisoo – “FLOWER” Jungkook – “Seven (Feat. Latto)” Kai – “Rover” LE SSERAFIM – “UNFORGIVEN (Feat. Nile Rodgers)” Lee Chae Yeon – “KNOCK” Lee Mujin – “Ordinary Confession” Lim Jae Hyun – “Heaven (2023)” (“It Was Spring” OST) Lim Young Woong – “London Boy” M.C the MAX – “Eternity” MeloMance – “A Shining Day” NCT 127 – “Ay-Yo” NCT DREAM – “Candy” NewJeans – “Ditto” Parc Jae Jung – “Let’s Say Goodbye” Paul Kim – “You Remember” (“The Glory” OST) SEVENTEEN – “Super” STAYC – “Teddy Bear” Stray Kids – “S-Class” Taeyang – “VIBE (Feat. Jimin)” Taeyong – “SHALALA” TXT – “Goodbye Now” (“Love Revolution” OST) TXT – “Sugar Rush Ride” V – “Love Me Again” ZEROBASEONE – “In Bloom” Zior Park – “CHRISTIAN” Artista do Ano ADYA aespa BOYNEXTDOOR Choi Ye Na EL7Z UP EVNNE EXO (G)I-DLE Hwasa IVE Jeon Somi Jihyo Jimin Jisoo Jungkook KISS OF LIFE LE SSERAFIM Lee Chae Yeon Lim Young Woong LIMELIGHT NCT DREAM NewJeans Parc Jae Jung RIIZE SEVENTEEN Stray Kids Taeyang TREASURE tripleS TWICE TXT V xikers ZEROBASEONE Escolha dos Fãs Internacionais aespa AKMU ATEEZ BOYNEXTDOOR BTOB BTS CIX CRAVITY ENHYPEN EVNNE EXO fromis_9 (G)I-DLE H1-KEY Highlight ITZY IVE Jisoo Jeon Somi Kep1er LE SSERAFIM Lee Chae Yeon Lee Mujin Lim Young Woong MONSTA X n.SSign NCT 127 NCT DREAM NewJeans NMIXX ONEUS P1Harmony Parc Jae Jung Red Velvet RIIZE SEVENTEEN SHINee STAYC Stray Kids Super Junior Taeyang TEMPEST THE BOYZ TXT TREASURE TWICE Xdinary Heroes xikers ZEROBASEONE Zior Park
- [Entrevista] Monge Han aborda ancestralidade, família e pertencimento em "Vozes Amarelas"
Livro do quadrinista foi publicado em agosto pela editora HarperCollins, com cinco histórias inspiradas em vivências e descendências (HarperCollins Brasil/Divulgação) Quem nós somos de verdade? Talvez existam respostas diferentes para esta pergunta, mas um fato existe para todos nós: a pluralidade das pessoas que nos cercam atinge e influencia cada um para sempre. E esse é um dos temas tratados no livro Vozes Amarelas, lançado pelo escritor e quadrinista Monge Han em agosto deste ano pela HarperCollins Brasil. O quadrinho é um compilado de cinco histórias — três lançadas digitalmente antes, e duas inéditas — que, juntas, percorrem a trajetória de personagens racializados, originários ou descendentes de sul-coreanos, que muito têm a ver com o próprio Monge Han: ele é um dos protagonistas do livro. As ilustrações feitas pelo autor são cheias de vida, e a narrativa traz muito sentimento; o público lerá a vivência de alguém que, com sensibilidade, passou para as páginas de Vozes Amarelas experiências que marcaram sua família e a forma de se ver no mundo. O Café com Kimchi pôde falar com o Monge Han a respeito do livro, antes do autor embarcar numa turnê de lançamento para Vozes Amarelas, que incluiu a Bienal do Livro de 2023 no Rio de Janeiro. Para conhecer mais a respeito, continue lendo a entrevista abaixo! O interesse pelas artes fez Monge Han, autor de "Vozes Amarelas", chegar até aqui Na conversa sobre Vozes Amarelas, Monge Han relata que o interesse pela arte veio desde criança, na época do colégio. A paixão pelo desenho caminhou ao seu lado com o passar dos anos, e ele sempre soube que era isso que queria fazer. "Quando tive que decidir um caminho, eu já sabia que queria fazer quadrinhos, mas não sabia se seria algo possível. Acabei estudando Design Gráfico, e hoje em dia trabalho em muitas coisas diferentes, mas meu trabalho pessoal é muito focado em HQs", conta. O artista diz que seus projetos evoluíram e se adaptaram com o tempo, mas os quadrinhos sempre estiveram ali, ao alcance da mão. E falando nisso, o Monge diz que os mangás também são parte de sua realidade. A partir do gosto por desenhar e das primeiras referências em bandas desenhadas, o autor evoluiu seu trabalho até chegar no período em que produziu as primeiras histórias que compõem o livro inédito: Criança Amarela, Hamoni e Criança Amarela Colorida. Os três contos citados foram lançamentos que ajudaram a definir a figura de Monge Han como quadrinista na internet, em decorrência da viralização e receptividade que tais histórias tiveram nas épocas em que foram postadas online. E desse modo, por trás da criação, houve um período de reflexão do artista relacionado a sua própria forma de se enxergar em sociedade. "Uma coisa que me fez entender que era muito importante falar sobre esses temas, foi quando eu estava com vinte e poucos anos, e vi um vídeo de uma YouTuber falando sobre a emasculação do homem asiático. Era um vídeo falando a respeito disso, e na época, era um assunto não tão abordado no Brasil para pessoas de fora do meio acadêmico". Leia também este post - Além de As Três Irmãs: Veja outros K-dramas que foram baseados em livros Quando vi isso, pensei sobre várias coisas da minha vida que aconteciam por eu ser amarelo, e foi aí que percebi que eu não era de fato um rapaz branco. Quando notei que quase ninguém na web falava sobre o assunto, tive a ideia de contar isso nos quadrinhos. A realização de Monge Han a respeito de sua própria imagem perante a sociedade, como alguém amarelo e racializado, tomou forma e cores a partir das histórias que estão em Vozes Amarelas. Para além de produzir algo que fosse representativo, o quadrinista quis colocar suas percepções de mundo nas produções; mas isso não o impediu de entender que, no macro, os quadrinhos também eram retratos sociais de uma experiência coletiva. "Quando eu estava escrevendo Criança Amarela, lá em 2018, eu quase não o publiquei. Eu pensava coisas como, 'se eu publicar isso, as pessoas vão achar nada a ver', e ficava muito receoso", diz o Monge. Contudo, a publicação de Criança Amarela fez com que as páginas do Monge Han crescessem nas redes, e o assunto viralizasse. Os projetos do artista nunca foram apenas a respeito de sua vida como um descendente de sul-coreanos, mas eventualmente as ideias relacionadas à pauta ganharam espaço em suas obras. Hamoni veio um tempo depois, sobre a avó do artista, e então Criança Amarela Colorida, que aborda um primo do Monge nas descobertas de sua racialidade e sexualidade. Na tentativa de falar de experiências singulares, o artista acabou, de forma não-planejada, representando a experiência de várias pessoas — "muito maior do que eu", segundo Monge Han. "Eu não sabia como e o quanto (o projeto) seria aceito, mas todo esse assunto hoje já é mais discutido em certo nível. O Vozes Amarelas vem como uma compilação de toda a minha trajetória". Livro explora a relação de coreanos com a guerra, e de crianças imigrantes com ambientes escolares do Brasil A família de Monge Han, em Vozes Amarelas, é uma figura onipresente: os membros são as faces das reflexões. Em uma das histórias inéditas, Suni, o quadrinista relata uma experiência vivida pela mãe na infância num colégio estadual de São Paulo. O autor conta que ela veio para o Brasil ainda muito nova, e que uma das primeiras memórias da mãe é a de sua viagem no barco da imigração. A dupla-nacionalidade, carregada de culturas e impressões de mundo díspares, é um ponto levantado pelo Monge na entrevista. "É como você ser coreano e brasileiro ao mesmo tempo, e também não ser nenhum dos dois. Minha mãe viveu muito isso, e ela foi ter a consciência social de ser uma pessoa amarela quando comecei a publicar histórias sobre". Você pode se interessar em saber: 6 K-dramas com tragédias e acontecimentos da história da Coreia do Sul em seus enredos "Quando um assunto não é falado, sem nomes e referências atrelados a ele, ele parece virar algo que não existe", fala o artista. A sensação de "não-lugar" se torna palpável, e Vozes Amarelas surge como uma forma de ajudar quem vive uma realidade em que o pertencimento e a ancestralidade ainda não são visíveis. Além do mais, Gajok é outra das histórias novas do livro lançado pela HarperCollins: o relato de uma família na Coreia que é separada durante a Guerra das Coreias, com uma mãe sobrevivendo ao lado dos filhos. O quadrinho histórico toca na pauta da imigração, com que os leitores poderão entender o porquê (dentre tantos porquês) do Brasil ser um país em que imigrantes do leste da Ásia se estabeleceram e compartilharam culturas. "É uma tentativa de fazer com que pessoas amarelas possam saber o que nossos antepassados viveram e como foi a fundação de nossas famílias, e também de conscientizar um pouco aqueles que não sabem", explica Monge Han. Uma das principais coisas que me fez ter vontade de contar a história de "Gajok" , foi aquilo de muitas pessoas perguntarem: "você é japonês?", e eu responder que "não, sou coreano". E então as pessoas questionavam se eu era "coreano do Norte ou do Sul", pois segundo elas, ser "do Norte era algo ruim". Quando meus avós saíram da Coreia, o país tinha acabado de ser separado, e a Coreia unificada é algo que não existe mais. O processo para escrever e reunir as histórias de Vozes Amarelas foi complexo, pois segundo Monge Han, registrar nos desenhos os relatos de seus familiares acabou sendo algo tocante e até dolorido. Em Suni, ao registrar a história de sua mãe, o escritor conta que foi doído: "às vezes, estava desenhando uma memória em que ela sofria várias vezes. Suni foi um dos quadrinhos mais emotivos que criei para o livro, e lacrimejei em diversos momentos. A memória contada pela minha mãe já me era antiga, mas ao desenhar, você está traçando pessoas reais — era a minha mãe naquelas páginas". "Quando se está desenhando algum personagem, você acaba transmitindo e compartilhando sentimentos com ele", conta. O monge também fala que Gajok contou com muita pesquisa para a ambientação, e que a mãe do quadrinista o auxiliou muito nesse aspecto; a integração entre as memórias dos parentes com a própria vida do artista formaram o que está no livro hoje. "A experiência mais legal foi esse sentimento de conexão e entendimento". Monge Han deseja que Vozes Amarelas seja um ponto de referência àqueles que precisam Publicar um livro por métodos tradicionais tem sido algo inédito para o Monge Han, e o autor tem focado mais especificamente na reação de cada um que está lendo. Segundo o desenhista, os relatos que já viu tem sido muito bonitos. "Sinto que cumpri minha missão nesse sentido (de representar a família e as experiências dela). A própria reação da minha mãe foi algo legal, pois agora ela tem uma história sobre ela; e apesar da minha avó já ter falecido, ela (a mãe do Monge) pode vê-la no livro. Sempre vejo minha mãe muito emocionada, e quando a vejo tocada pela obra, é o que mais me realiza", explica. Ainda, Monge Han acredita que Vozes Amarelas pode trazer uma lição para alguém. Aos olhos do escritor, o livro pode servir como um ponto de referência para as discussões sobre o que é ser um amarelo brasileiro, com o relato vindo de alguém que o é: Para aquela pessoa amarela que estava procurando algum referencial àquilo que ela passa, ou ao que ela vive, o livro será o ponto de referência. Para aquela pessoa branca que tem um amigo amarelo, e que vê ele passando por coisas que ela não sabe definir, também. E até para a pessoa que transmite preconceitos sem saber o que eles significam, ele (o livro) será uma forma de chamar sua atenção para se informar. "Eu vejo essas histórias como um primeiro passo, e uma porta de entrada para essas coisas, pois o debate racial é algo complexo. Uma pessoa que se interessa em saber do assunto não deve ficar apenas no meu livro, e vai buscar por artigos, filmes e mais que abordam isso, pois há muitos detalhes a serem explorados da nossa vivência como pessoas descendentes de asiáticos no Brasil. O quadrinho pode ser um início para tal conhecimento", diz Monge Han. O escritor fala que Vozes Amarelas pode, inclusive, ser um referencial para pessoas mais novas, e que o livro poderia ser incluso em escolas e bibliotecas. O alcance do material às mãos dos jovens pode, talvez, auxiliar no entendimento de crianças e adolescentes sobre quem eles são em aspectos raciais e culturais — neste recorte, os jovens amarelos. "Se isso acontecer, eu cumpri meu papel". A respeito dos dramas e demais produtos culturais da Coreia do Sul, que chegam ao público brasileiro com maior intensidade hoje, Monge Han os vê como boas ferramentas para fazer com que a potência asiática não seja mais vista como "exótica" ou avessa; mas é importante que tais produções sejam assistidas e ouvidas com o olhar crítico e atento, para que o espectador não fetichize um povo. "Acho legal que as pessoas discutam mais sobre esses produtos, e que quem consuma também olhe com mais carinho e compaixão para as pessoas sul-coreanas brasileiras". Vozes Amarelas é geracional e, cronologicamente, ajudou o Monge Han a enxergar a própria família de maneira mais ampla. O quadrinista, durante o bate-papo, disse que a criação do livro o auxiliou a entender com maior profundidade o que seus avós passaram, e como sua árvore genealógica chegou até aqui: no autor que homenageia a ancestralidade e a existência de uma comunidade que está nas entranhas do povo brasileiro, nas páginas vívidas, empáticas e verossimilhantes do importante e necessário Vozes Amarelas — nada disso seria possível sem o coletivo e a multifacetada existência do ser humano. Você pode seguir o Monge Han nas redes sociais, e acompanhar o Café com Kimchi nelas também!
- Cherry Blossoms After Winter: Quem são os atores que farão Taesung e Haebom no BL?
Adaptação do manhwa de Banwoo foi finalmente lançado; ator da YG está no projeto (W Story/Tapytoons / Divulgação) O drama boys love Cherry Blossoms After Winter, baseado no webtoon de mesmo nome, já chegou ao público. Assim, muitas pessoas podem ficar curiosas para conhecer mais da produção, como no caso do elenco. Nisso, os atores Kang Hui e Ok Jinwook são os que interpretam os protagonistas Jo Taesung e Seo Haebom, respectivamente; e os dois já viraram queridos do público. Leia também: Tudo o que você precisa saber sobre "Semantic Error", o mais recente webdrama BL de sucesso Apesar disso, você sabe mais a fundo quem são os atores que farão o casal protagonista? Saiba um pouco mais sobre Hui e Jinwook logo abaixo, que podem conquistar o grande público com a adaptação do famoso boys love. Kang Hui, que interpreta Jo Taesung, é administrado sob o selo da YG Entertainment Nascido em 1991, Kang Hui é um ator e modelo contratado da YG, que já tem projetos no catálogo desde 2016. Entre 2020 e 2021, Hui participou dos webdramas Life of Jung, Lee, Ro, and Woon e Ending Again, e este último está disponível no catálogo do VIKI para conferir. Nas redes sociais, o ator de mais de 1,80 de altura (o que combina com a caracterização de Taesung) compartilhou fotos do set na época das filmagens. Na adaptação de Cherry Blossoms After Winter, a atmosfera do ensino médio retratada continua, apesar dos atores não pintarem os cabelos para imitar os personagens (algo que, de fato, não costuma acontecer nas produções BL). Leia também: Conheça doramas "enemies to lovers", com protagonistas que se odeiam no início Ok Jinwook é cantor, e faz parte de um quinteto de trot Ok Jinwook está no início de sua carreira como ator, e em 2021, o artista estreou nos doramas com a produção Be My Dream Family, da KBS. Isso se deve ao fato de Jinwook, na verdade, ser parte do Super Five: um grupo de trot escolhido a dedo pela cantora Jang Yoojung, a “Rainha do Trot” na Coreia do Sul. Além de Jinwook, o Super Five é formado pelo MJ do ASTRO, o Hui do Pentagon, Park Hyungsuk e Choo Hyukjin, que fazia parte do grupo A.cian. Os rapazes foram unidos durante o programa Favorite Entertainment da emissora MBC, e divulgaram dois singles do gênero trot até então. Cherry Blossoms After Winter já está sendo transmitido, e terá oito episódios no total Lançado em fevereiro, Cherry Blossoms After Winter terá oito episódios baseados no manwha original, e irá adaptar até certa parte da história. O BL pode ser conferido no VIKI também, e até agora (abril de 2022) foram transmitidos seis capítulos. Para quem ainda não conhece, em Cherry Blossoms After Winter conhecemos Haebom e Taesung, dois estudantes do ensino médio que convivem juntos desde a infância. Depois de perder os pais, Haebom muda-se para a casa de Taesung sob os cuidados da mãe do amigo, mas a falta de comunicação entre os garotos faz com que a relação deles enfraqueça com o tempo. Imagens dos bastidores de "Cherry Blossoms After Winter" (W Story/Divulgação) O boys love apresenta o amadurecimento dos meninos, e mostra como um reconquista a confiança do outro na transição entre a juventude e a fase adulta.













![[Entrevista] Monge Han aborda ancestralidade, família e pertencimento em "Vozes Amarelas"](https://static.wixstatic.com/media/0df885_203d66407de94ff28c2d5148f49025d0~mv2.jpg/v1/fit/w_176,h_124,q_80,usm_0.66_1.00_0.01,blur_3,enc_auto/0df885_203d66407de94ff28c2d5148f49025d0~mv2.jpg)
