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- Inspirado em Aladdin? Conheça "Desbloqueando o Chefe", novo drama de fantasia na Netflix
Com doze episódios, dorama estreia na plataforma com enredo que reúne romance de escritório, mistério e comédia (Divulgação / ENA) Abrindo a temporada de novidades na Netflix em março de 2023, Desbloqueando o Chefe (ou Unlock My Boss) estreia no catálogo do streaming nesta segunda-feira, 6. Com doze episódios de, em média, uma hora cada, a produção da emissora ENA chega à plataforma já completa. O dorama começou a ser exibido em dezembro do ano passado e foi concluído em janeiro. O título também está disponível no catálogo do VIKI Rakuten. Na trama que mistura comédia, suspense e mundo dos negócios, Kim Sun Joo é o CEO de uma grande empresa de TI cuja vida parece perfeita. No entanto, o magnata se torna vítima de um assassinato misterioso, e seu espírito encontra um destino peculiar — fica preso em um aparelho celular. Quem encontra o telefone é Park In Sung, um recém-formado desempregado que vê nas mãos a chance de mudar de vida e virar o novo CEO da empresa de Kim. Leia Mais: 10 Doramas Mais Curtidos na Netflix: confira os títulos que receberam o novo selo do streaming Confira o trailer do k-drama abaixo. In Sung e Sun Joo fazem um acordo: enquanto o ex-desempregado desfruta da posição de CEO temporário, ele também ajuda seu mentor a descobrir quem está por trás do seu assassinato. Porém, o plano esbarra na secretária Jung Se Yeon, cuja missão é se adaptar às trapalhadas do chefe novato. A série é baseada em um webtoon homônimo, criado por Park Seong Hyun, e que tem inspiração na história de Aladim — ou, mais especificamente, no personagem Gênio, que vive preso em uma lâmpada mágica. Elenco de Desbloqueando O Chefe O elenco de Desbloqueando o Chefe é liderado pelo veterano Park Sung Woong no papel do CEO Sun Joo. O ator tem uma carreira extensa tanto nos dramas quanto no cinema, e foi indicado a um Blue Dragon Award pelo filme New World (2013) com o Lee Jung Jae. Também com o astro de Round 6, ele participou de Operação Chromite (2016), filme inspirado na Batalha de Incheon e com o ator indicado ao Oscar Liam Neeson. Leia Mais: 5 filmes sul-coreanos baseados em histórias reais que você precisa assistir Completa o elenco principal Chae Jong Hyeop, no papel do protagonista In Sung. Ele também está "em cartaz" na Netflix nos doramas Mito de Sísifo (2021) e Nevertheless, ou Apesar de Tudo, Amor (2021), em que contracena com Han So Hee e Song Kang. Ao lado dele, a atriz Seo Eun Soo interpreta a secretária metódica da empresa de TI. Ela também possui no currículo doramas populares, como Dr. Romantic (2016) e Duel (2017). Apesar de pertencer ao gênero da fantasia, Desbloqueando o Chefe flerta com elementos de ficção científica, como a possibilidade de fazer um back-up da identidade de alguém em uma nuvem de arquivos. Porém, na conferência de lançamento do dorama que ocorreu em dezembro, o diretor Lee Ha Cheol preferiu destacar as demais facetas da série que, como ele mesmo cita, possui um gênero complexo. "Há um mistério acerca do porquê [o CEO Sun Joon] ficou preso, e um romance entre dois protagonistas maravilhosos." Vai conferir a estreia do dorama Desbloqueando o Chefe na Netflix? Conta pra gente aqui embaixo nos comentários, e já segue o Café com Kimchi no Instagram e Twitter.
- "A Lição" trouxe Song Hye-kyo de volta aos holofotes! Conheça a carreira da atriz do drama
The Glory é um novo capítulo na carreira da atriz — e a parte 2 já está disponível no catálogo da Netflix (Divulgação/KBS2/Netflix) A Lição finalmente está de volta para a segunda parte, após o desfecho eletrizante da primeira parcela. No k-drama, disponível na Netflix, a atriz Song Hyekyo interpreta a protagonista Moon Dongeun, uma mulher que cresceu com marcas — físicas e emocionais — do bullying que sofreu na época da escola. Com um desejo de vingança que ditou o rumo de sua vida, se torna professora de uma escola infantil e dá aula para a filha de sua principal agressora. Na primeira parte, os espectadores viram os planos de Dongeun ganhando forma, graças à sua determinação e a ajuda de dois cúmplices. Já a segunda leva de episódios finalmente traz os resultados de sua vingança contra o grupo de bullies, cujos personagens são interpretados por Lim Jiyeon, Park Sunghoon, Kim Hieora, Cha Jooyoung e Kim Gunwoo. Leia também — 15 doramas leves para assistir quando estiver triste e quiser esquecer os problemas Atualmente, a produção está no Top 10 de séries mais assistidas no Brasil e, conhecendo os fãs ávidos de k-dramas, a Parte 2 de A Lição será consumida rapidamente em maratonas de, no máximo, um fim de semana. Pensando nisso, o Café Com Kimchi trouxe alguns detalhes sobre a carreira da protagonista Song Hyekyo para os que vão sentir falta de vê-la na frente das telinhas. Primeiros trabalhos de Song Hye-kyo (Divulgação/KBS2) Antes de sonhar em ser atriz, Song Hyekyo seria patinadora artística, habilidade que ela estava treinando desde a escola primária até a oitava série. Sua primeira importante aparição pública veio pouco depois disso, quando foi vencedora do concurso Sunkyung Smart Model Contest e se tornou modelo de uma marca de uniformes escolares. Esse momento foi essencial para levá-la até seu trabalho de estreia: o drama First Love, lançado em 1996, no qual fez uma pequena participação. No ano seguinte, esteve em dramas com papéis menores como em Wedding Dress (1997) e White Nights 3.98 (1998), mas seu crescimento no mercado televisivo doméstico aconteceu nos anos 2000, com o lançamento de Autumn in My Heart — sua primeira experiência como protagonista. Na produção, a atriz estrelou ao lado de Song Seungheon (Black) e Han Chaeyoung (Boys Over Flowers), interpretando uma personagem que foi trocada na maternidade, teve uma mudança brusca em seu padrão de vida e reencontrou com o passado anos depois. Em 2003, mais uma história melancólica tomou conta de seu currículo com o drama All In, no qual co-estrelou com Lee Byunghun (Mr. Sunshine), consolidando ainda mais seu nome — que ficaria maior ainda no ano posterior, por sua performance em Full House, ao lado do cantor e ator Rain. Da televisão para o cinema (Divulgação/Starfish Pictures) A carreira de Song Hyekyo ganhou mais uma ramificação quando a atriz fez seu primeiro trabalho no cinema em 2005, intitulado Minha Garota e Eu, um romance recriado a partir do filme japonês Crying Out Love from the Centre of the World. Nessa época, ela tinha retornado recentemente de San Francisco, na Califórnia, onde esteve por uns meses para estudar inglês. Não demorou muito até que fizesse seu debut em Hollywood. Seu primeiro trabalho nos Estados Unidos veio em 2008, com o filme Fetish, no qual interpreta uma imigrante sul-coreana que se interessa pela vida do casal de vizinhos de seu prédio. Song Hyekyo também esteve no longa-metragem chinês The Crossing e na produção O Grande Mestre, do respeitadíssimo diretor Wong Kar-Wai (Anjos Caídos), que se trata de uma biografia de Bruce Lee. O cineasta já tinha demonstrado interesse em trabalhar com ela desde 2004, no Festival Internacional de Cinema de Busan (BIFF). Por dominar bem o mandarim e o cantonês, os idiomas não foram um problema para a atriz. Auge e o começo do fim (Divulgação/KBS2) Vinte anos de carreira depois e Song Hyekyo experimentaria novamente o auge de seu nome na Coreia do Sul. Estamos falando de Descendants of the Sun, um dos mais famosos k-dramas da última década. Lançada em 2016, a produção já era uma promessa de hit por ter uma poderosa dupla de personagens principais, formada pela atriz e seu co-protagonista, Song Joongki (Vincenzo) — que voltara recentemente do exército naquela época. A história acompanhava o romance entre uma médica e um capitão das Forças Armadas e essa contradição entre uma pessoa que tirava vidas com outra que salvava, além do caráter “novelão” do drama, chamou atenção do público e da crítica especializada. Não à toa, a produção e a dupla de protagonistas venceu inúmeros prêmios, incluindo os daesangs no KBS Drama Awards e Baeksang Arts Awards. Um ano depois, o público descobriu que o popular casal das telinhas se tornou uma realidade: Song Joongki e Song Hyekyo se casaram. O romance, no entanto, não durou muito tempo por motivos que iam desde “personalidades muito distintas” às imposições da suposta família controladora do ator. Em 2019, eles anunciaram o fim da união e a situação se agravou para o lado da atriz quando surgiram boatos de que Park Bogum, que protagonizou o drama Encontro (2018) com ela, era o pivô da separação. O rumor foi oficialmente negado, mas a imagem de Hyekyo já estava comprometida com o público. “A glória” veio novamente — dessa vez, no streaming (Divulgação/Netflix) Após dois anos longe das telas, Song Hyekyo retornou ao trabalho em 2021, como protagonista do drama Agora Terminamos (Now, We Are Breaking Up), ao lado de Jang Kiyong. Na época, alcançou significativos picos de audiência na Coreia do Sul e, de acordo com a Nielsen Korea, o episódio final consolidou a produção como a mais assistida de seu horário. Não satisfeita, a atriz emplacou um projeto ainda maior: o drama A Lição, na Netflix — provavelmente o motivo pelo qual você, leitor, está conferindo esta matéria. Intitulado internacionalmente como The Glory, a produção realmente trouxe uma dimensão gloriosa para o trabalho de Song Hyekyo, em proporções globais. A primeira parte foi lançada em 30 de dezembro e na primeira quinzena de janeiro já era a série de língua não-inglesa mais assistida da Netflix naquele período. Agora, a segunda parcela está em terceiro lugar no ranking global da plataforma — e contando. Esta tem sido a incrível reviravolta na carreira de Song Hyekyo.
- 7 momentos em que SUGA do BTS demonstrou ser um produtor incrível
O rapper que está de aniversário já participou e produziu músicas para IU, Halsey, PSY e muitos outros (Divulgação / HYBE) O rapper, produtor e compositor do BTS está fazendo aniversário: SUGA, também conhecido pelos fãs como Yoongi (nome de nascimento), completa 30 anos em sua idade coreana nesta quinta-feira, 9 de março. Dez desses anos foram dedicados às atividades com o BTS! Como de costume, o fandom ARMY está utilizando as redes sociais para enviar seu carinho e desejos de felicidades para ele. Está participando da festa? Com o anúncio da nova fase do grupo e os lançamentos do J-Hope, RM e, em breve, o primeiro álbum do Jimin, cada integrante do BTS tem se dedicado a projetos individuais. No caso do SUGA, o idol estreou o programa de entrevistas SuChwiTa, no qual ele conversa com outros artistas de forma descontraída e amigável, demonstrando suas habilidades de apresentador. Além disso, ele deve sair em turnê em abril, com o show Agust D. Leia também: K-pop em março de 2023: Confira todos os lançamentos agendados para o mês Para além do talento como rapper e de ser conhecido por suas composições — sendo creditado em mais de 100 músicas de seu grupo —, SUGA também possui destaque como produtor. Sob o nome artístico de Agust D, ele é a pessoa por trás de lançamentos de diversos artistas, inclusive internacionais! Se você ainda não conhecia esse lado dele, se prepare: o Café com Kimchi separou sete momentos em que o SUGA mostrou ser um ótimo produtor. Confira a matéria completa! 7 Músicas produzidas pelo SUGA (BTS) Eight - IU Lançado em 2020, Eight é um single da solista IU em parceria com SUGA que, além de ter a sua parte na música, também foi responsável pela produção. A música fala sobre as preocupações que surgem quando se atinge os 28 anos e tem um instrumental nostálgico, voltado para o pop rock. Em entrevista, IU contou que decidiu trabalhar com o rapper para apresentar algo novo, diferente do já vinha revelando aos fãs. SUGA também comentou sobre a collab durante uma live, afirmando que a parceria com a solista ocorreu de forma suave e descomplicada. Wine - Suran Lançada em 2017, esta foi a primeira produção do SUGA fora de sua empresa. Wine da Suran feat. Changmo tem um instrumental com aspectos do R&B e um hip-hop mais sutil e groovy. A música fez sucesso entre os críticos e recebeu prêmios em eventos como o Melon Music Awards, Golden Disc Awards e Soul Music Awards. Antes dessa collab, SUGA e Suran já haviam trabalhado juntos em uma mixtape do rapper; durante uma sessão no estúdio dele, a solista ouviu um trecho não finalizado e pediu a música para o membro do BTS. O resto é história! That That - PSY Além de contar com a participação de SUGA, a faixa título do 9° álbum de estúdio do PSY foi produzida pelo rapper do BTS. Como é clássico nas músicas do PSY, a música tem um refrão e uma coreografia chiclete capaz de grudar na mente de qualquer um. That That foi produzida no estilo funky com um instrumental super agitado, e ela ainda conta com rap do SUGA que viralizou e virou trend nas redes sociais. Stay Alive - Jungkook Stay Alive é trilha sonora do webtoon 7 Fates: Chakho, que foi lançado em parceria com o NAVER, portal de pesquisa da Coreia do Sul. A música conta com os vocais de Jungkook, também membro do BTS, e foi produzida pelo colega de grupo. Liberada em fevereiro de 2022, Stay Alive tem uma energia misteriosa, além de uma melodia sentimental, e a letra complementa a história contada nos quadrinhos. We Don’t Talk Together - HEIZE A música em parceria com o rapper Giriboy, conta com a produção do SUGA e foi lançada como single em 2019. Essa é mais uma faixa R&B para a lista de produções do rapper. We Don’t Talk Together fala sobre reencontrar uma pessoa do passado e perceber que não possuem mais coisas em comum. Nesse caso, SUGA participou não só da composição musica, mas também da composição da letra da collab. Leia também: Segunda chance: Conheça "Peak Time", o reality show para idols que já debutaram SUGA’s Interlude - Halsey Feat internacional? Temos também! A cantora estadunidense Halsey já havia participado da música Boy With Luv do BTS, e o lançamento de seu álbum Maniac foi o momento para uma nova parceria. A faixa SUGA’s Interlude leva o nome do rapper (chiquérrimo!) e foi lançada em 2020, no terceiro álbum da cantora. Com o toque mágico do SUGA na produção musical e na letra, a canção fala sobre as lutas de uma figura pública em forma de desabafo. Eternal Sunshine - Epik High Eternal Sunshine foi a primeira produção de SUGA de uma faixa de hip-hop e foi lançada em 2019, como parte do álbum Sleepss In do trio Epik High. A música fala sobre problemas enfrentados durante a vida, mas também tem um lado otimista, focado na espera por dias melhores. Essa é uma collab muito significativa, pois, em uma entrevista em 2013, SUGA disse que foi depois de ouvir o trio que ele desejou se tornar um rapper. Já imaginou trabalhar com um de seus ídolos? O SUGA certamente já teve esse privilégio! E aí, sabia que o SUGA tinha produzido essas músicas? Conta para o Café com Kimchi nas redes sociais quais você já conhecia!
- O que esperar de "Rover", o novo comeback do Kai do EXO?
Conceito e estética carregados de teorias, a busca por novos gêneros musicais marcam o terceiro álbum solo do main dancer (Divulgação / SM Entertainment) Após um 1 ano e 3 meses do lançamento de Peaches, Kai fará o seu retorno com Rover, marcado para o dia 13 de março, sendo muito aguardado pelos fãs de k-pop. O projeto é seu terceiro mini álbum, e tudo indica que terá um conceito original e memorável em termos musicais e de estética também, como seus anteriores. Versatilidade nunca foi uma novidade para o main dancer do EXO, que sempre entregou o melhor de si, e dessa vez não deve ser diferente. Nas duas últimas semanas a SM Entertainment, tem postado através do perfil oficial do boygroup, teasers que revelam como será a estética e a descrição de cada faixa do álbum, causando muita euforia e suposições entre os fãs. Tudo indica que mais uma vez, Kai entregará o seu melhor em Rover, e nós não podemos esperar para ver com quais produtores ele decidiu trabalhar, como serão as coreografias, as promoções do solo e o estilo que o álbum deve seguir. Através do que foi lançado pela empresa, é possível saber um punhado de informações do que será o projeto, e o que esperar de Rover. Confira após a publicidade. Leia também: K-pop em março de 2023: Confira todos os lançamentos agendados para o mês Explorando novos estilos Rover contará com seis faixas, e prometem entregar um novo conceito e boas coreografias. As músicas são descritas com os gêneros, R&B e até mesmo reggaeton, mostrando que Kai procura explorar novos estilos. Os produtores e compositores ainda não foram revelados, mas seus projetos anteriores podem ser analisados para ter uma base de quem pode ou não estar presente. Anteriormente Kai trabalhou com o compositor e produtor Alawn, que produziu suas duas faixas título: Mmmh e Peaches. O produtor é sem dúvidas muito versátil, já que as duas músicas são bem diferentes entre si, e também compôs Get You Alone de Baekhyun e trabalhou para NCT 127, SuperM e outros. Seu retorno para Rover seria com certeza um grande feito. Entre outros grandes produtores presentes nos primeiros álbuns do main dancer está Cha Cha Malone, que compôs Ride or Die, faixa do KAI. Ele já está familiarizado com projetos da SM, já que trabalhou em músicas para Baekhyun e Red Velvet. Além dele também está a dupla Blaq Tuxedo, que compôs e produziu To Be Honest de Peaches, para Rover, eles produziram a faixa Say You Love Me. O duo de produtores é responsável por Streets da rapper Doja Cat, e no k-pop trabalharam com Xiumin, Lay e Taeyeon. Vale ressaltar que uma das músicas de Rover, intitulada Bomba, foi descrita como reggaeton, prometendo uma pegada latina. O estilo já está presente no k-pop há algum tempo com alguns grupos, como Lo Siento do Super Junior e mais atualmente, Antifragile do Le Sserafim. Leia também: K-Pop X Artistas Latinos: 10 'collabs' incríveis que uniram Coreia do Sul e América Latina Conceito consolidado Existe uma cultura de criar teorias acerca dos comebacks do EXO ou de qualquer um de seus membros, e dessa vez não foi diferente, a foto que anunciou o projeto mostra Kai em movimento em uma circunferência, e nas imagens seguintes, ele está em vários pontos dos círculos, e os exo-ls - fandom do grupo, interpretam como se tivesse se duplicado ou então teletransportado, o que faz mais sentido para o seu super poder de teletransporte - parte do conceito inicial do EXO. Esse fator também esteve presente em KAI, seu primeiro álbum, no MV de Mmmh ele aparece se teletransportando para vários pontos da cena e também para outros universos. Para quem é fã do boygroup, consegue também perceber que no conceito de Rover, apesar de inovador, o cantor também resgatou lembranças de eras passadas de sua carreira. Kai apresenta faces que conflitam entre si, como um anjo com semblante mais leve e o outro lado mais sombrio. Em outras fotos ele aparece em trajes pretos, cabelo azul e um dos olhos está vermelho, assemelhando muito com a ideia da era Obsession, que mostra a luta entre EXO e X-EXO, representando o bem e o mal. O olho vermelho indica a presença da Red Force, os “vilões” que batalham contra o grupo, dentro do universo criado para o conceito do EXO desde seu debut. Estética e sonoridade sombrias Em seu primeiro solo, o álbum homônimo, Kai veio com um conceito refinado e fashion, já em Peaches, tanto a estética quanto a sonoridade são mais leves e calmas, com cores suaves e até mesmo românticas, representando um lado mais sensível do cantor. Mas para Rover, o que parece é que ele optou por uma estética mais sombria e misteriosa, assim como apresentado nos teasers. Esse efeito é causado pela escolha de cores, edição e até mesmo pela postura de Kai nas fotos. Ele passa sensação de imponência, segurança, e ainda mistura dois lados do cantor, aquele angelical e um Kai cheio de atitude e autoconfiança. A estética costuma ser escolhida para conversar com o que o álbum propõe, e essa tem causado muita curiosidade sobre o que o artista preparou. O retorno de Film: Kai O projeto cinematográfico Film: Kai, que foi apresentado durante o debut solo de Kai, tornou seu primeiro álbum uma obra visual. É um compilado com um trecho de cada faixa do mini álbum, com cenário específico para cada uma delas. Cada parte do vídeo é perfeitamente elaborada, composta por coreografias intensas, figurinos e ambientação. Film: Kai é uma vontade do próprio artista de poder performar a coreografia de todas as faixas como um digno main dancer, porém durante a era Peaches o tempo foi curto e ele não pôde preparar uma segunda edição. Agora em Rover com mais tempo para elaborar a obra, ele não abriu mão de presentear seu fandom com o vídeo, que lança após o lançamento do álbum, no dia 20 de março. Alistamento militar Apenas dois dos membros do EXO não se alistaram, Kai e Sehun, já que são os mais novos do grupo e ainda estão em tempo. Mas tudo indica que esse será seu último projeto solo antes de se alistar, além também do fanmeeting de aniversário de 11 anos do EXO, que ocorre em abril e o novo álbum do boygroup, que foi confirmado pelo líder Suho. Recentemente em uma live no seu Instagram, Kai afirmou que não resta tanto tempo antes de ir, e que quer aproveitar o máximo de seu tempo com seus fãs para compensar sua ausência temporária. Leia também: Idols de K-pop e atores que serão dispensados do exército em 2023 Mas não precisa ficar triste, ultimamente os membros do grupo tem aparecido em vídeos durante as promoções solo de outros integrantes, reagindo aos MVs da era, ou mostrando apoio de alguma forma. Ainda, o grupo está atualmente inteiro completo e tem ainda muito a oferecer. Ansiosos para Rover? Conte em nossas redes sociais. Leia também: Novo álbum do TWICE traz músicas em inglês e composições de Dahyun; o que esperar de READY TO BE
- EXO vs X-EXO: relembre a batalha entre o grupo e seus clones
O 6º álbum entregou um dos conceitos mais aclamados pelos EXO-Ls e rendeu diversas teorias (Divulgação / SM Ent.) “Seres questionáveis foram vistos ao redor do globo, causando atividades anormais. Foi testemunhado por várias pessoas, que esses indivíduos irradiando uma energia vermelha, se movem e criam fenômenos além dos níveis humanos [...] Suas formas apresentam semelhança com o EXO, seres que foram rastreados há muito tempo.” Assim foi apresentada a era Obsession, referente ao 6º full album, que logo de cara rendeu muitas teorias entre os EXO-Ls, mesmo sem saberem exatamente do que se tratava. O álbum lançado no dia 27 de novembro de 2019, colocou o grupo em conflito com seus clones, portanto era o EXO contra o X-EXO. O segundo, diferente do original, passa uma imagem ameaçadora, como se eles estivessem determinados e prontos para destruir seus adversários. Com base nesse conceito, houve uma movimentação diferente nas redes sociais do EXO, além das contas oficiais, seus clones também ganharam o próprio Twitter e Instagram e os teasers eram publicados em seus respectivos perfis, criando uma batalha virtual e dividindo o fandom, já que cada um escolhia seu lado. O tom das postagens variava, enquanto o EXO fazia a linha simpática e mantendo sua personalidade usual, o X-EXO esbanjava sarcasmo, sempre muito seguro de si, provocando os originais e tentando mostrar que são melhores em tudo. Como mostram os tweets abaixo, ambas as contas deram a mesma notícia, porém com uma linguagem diferente. Um conceito duradouro Esse conflito não gerou apenas uma discussão forte entre os fãs em termos de competição entre os dois lados do grupo nas redes sociais, mas permitiu que os EXO-Ls remetessem essas teorias aos lançamentos anteriores. Obsession trouxe um conceito inusitado para a história e discografia do EXO, que desde o seu debut, já entregava um conceito muito envolvente e complexo, onde cada membro possui um super poder, todos eles são seres vindos do Exoplanet e agora habitando no planeta Terra, estão numa batalha intensa contra a Red Force, vilões que tentam fazer de tudo para roubar seus poderes e usá-los para o mal. A história do EXO é reproduzida desde o início em seus videoclipes, alguns com o conceito mais aparente e outros, de forma mais subjetiva. Já é natural para os fãs do grupo criarem conexões em cada lançamento, na esperança de estarem certos sobre o que pode vir posteriormente. O fandom abusa na criatividade, cria teorias e especulações a respeito dos comebacks, e com Obsession não foi diferente. O grande diferencial de Obsession é que o conceito está inserido não apenas na parte visual do álbum, mas também na sua estrutura musical. A homônima faixa título casa perfeitamente com a proposta visual do álbum. Em seus versos, eles querem se afastar de alguém que os fez mal, mas por outro lado, alguns trechos mostram o contrário, a necessidade de estar próximo, a verdadeira obsessão reforçada pelo verso “I want you, I want you, want you”, cantada repetidamente. Por mil noites, eu repeti tantas vezes / Um ciclo vicioso de pesadelos que vai acabar agora / A luz de saída está apagada / Saia de perto de mim agora Outra faixa que entrega bem o conceito é Jekyll, seguindo a mesma linha de Obsession, como uma conversa entre o grupo e alguém que os fez mal, mas dessa vez parece mais claro que o EXO está em conflito com X-EXO. O título da música é baseado na obra literária Strange Case of Dr Jekyll and Mr. Hyde, traduzido para o português como O Médico e o Monstro. A ficção gótica de Robert Louis Stevenson tem como aspecto principal de sua premissa, mostrar em uma mesma pessoa, mais de uma personalidade: o bem e o mal. Reforçando que na verdade, os clones são o lado ruim de cada membro do grupo. É interessante também notar as teorias dos fãs acerca disso. Obsession foi o primeiro comeback do grupo com ausência dos membros coreanos devido ao alistamento militar, então o lançamento que merecia a formação completa, foi feito apenas com Suho, Baekhyun, Chen, Chanyeol, Kai e Sehun, faltando D.O., Xiumin e o membro chinês Lay, que está promovendo suas atividades solo no país de origem. Ter o grupo incompleto, por qualquer motivo que seja, é sempre ruim. É inevitável imaginar como seriam os outros membros dentro do conceito dos clones e como seriam suas vozes nas músicas, porém por outro lado, foi interessante ver o grupo trabalhar em uma dinâmica diferente. EXO-Ls esperam que o grupo reviva o conceito quando os membros finalizarem o serviço militar obrigatório. Xiumin, que lamentou em seu Instagram a impossibilidade de estar nesse comeback, quando retornou, não pôde deixar de experimentá-lo de alguma forma. Durante o Xiuweet Time, fanmeeting online, ele performou a música título caracterizado de clone, o X-Xiumin e atualizou a conta dos diabinhos depois de algum tempo inativa. Don’t Fight The Feeling, o comeback mais recente do EXO, entregou muitas similaridades ao 4º álbum do grupo, The Power of Music, que tem Power como faixa título. Eles resgatam um conceito voltado para uma viagem intergaláctica e conflitos no espaço. Quem sabe, futuramente com os nove integrantes presentes, o grupo não possa trazer os clones de volta? Você gostaria de ver?
- Vingança é um prato que se come frio? Conheça "Pandora", novo thriller do Disney Plus
"Pandora: Beneath the Paradise" será adicionado ao streaming neste mês de março, e K-drama trará enredo com pitadas de suspense (Divulgação / TvN) Como o único drama a ser lançado no Disney+ neste mês de março, Pandora: Beneath the Paradise já está quase entre nós. A nova série da tvN estreia no dia 11 de março, na Coreia do Sul, e terá lançamento simultâneo na plataforma do Disney da Austrália e Nova Zelândia. A série terá 16 episódios, e serão liberados dois episódios por semana, aos sábados e domingos; e até o momento, não foi divulgada nenhuma outra data de lançamento para outros países com acesso ao streaming. Apesar disso, já podemos conhecer a atração! A produção está por conta do Studio Dragon, responsável por muitas séries renomadas da indústria, como Connect, Our Blooming Youth e Blind. O K-drama pertence aos gêneros ação, thriller e, óbvio, drama, além de um pouco da vibe vingativa que os fãs costumam receber muito bem. Além do mais, Pandora marca a estreia da roteirista sul-coreana Hyun Ji-min, e conta com a direção de Choi Hyeon-hun, responsável por High Society (2015), que teve o ator Park Hyun-sik no elenco. Leia também - "Eu sou rica!": Conheça 6 doramas com ricos e a alta sociedade coreana no enredo Segredos, mentiras e vingança estão em Pandora: Beneath the Paradise Hong Tae-ra (Lee Ji-a) é casada com Pyo Jae-hyun (Lee Sang-yoon), um desenvolvedor de tecnologias que estuda novas formas de correção neural, e que decide concorrer à presidência da Coreia - a qual ele tem muitas chances de vencer. Tae-ra tem a vida perfeita com seu marido bem-sucedido e sua filha amada, mas tem um problema: ela não tem memórias do seu passado. Seus pais morreram em um acidente na França, e como consequência desse acidente, ela perdeu sua memória. Entretanto, em certo momento, suas lembranças começam a voltar, e a personagem se vê cara-a-cara com o seu passado angustiante, o que a faz perceber que a sua vida não é tão perfeita assim. Go Hae-soo (Jang Hee-jin) é a melhor amiga de Tae-Ra, e é âncora de notícias na emissora fictícia YBC. As duas têm uma amizade bem próxima, como se fossem irmãs; mas o passado recém-descoberto de Tae-Ra pode fazer com que a relação das duas caia por terra. Para completar o enredo de Pandora, em suas memórias, Hong Tae-ra relembra sua vida como uma assassina chamada Oh Young, e enquanto isso, sua amiga Hae-soo investiga o assassinato do seu pai. Confira o trailer do dorama logo abaixo: Leia mais - True Crime coreano: Conheça o Caso Nth Room e outros crimes chocantes que viraram documentários Durante uma entrevista online sobre a série, a atriz Lee Ji-a disse: "como Hong Tae-Ra foi criada como uma assassina, eu treinei para ter um corpo definido para a ação. Eu perdi cerca de cinco a seis quilos desde que filmei 'The Penthouse'". Além disso, Ji-a também falou um pouquinho sobre a sua personagem, com essa dualidade de ser uma mulher rica e com uma vida boa, mas que esconde um passado que até mesmo ela desconhece - até então: "A história é sobre essa personagem que está se vingando daqueles que manipualram seu próprio destino. Ela foi criada como uma mercenária, e viveu como uma assassina antes de perder sua memória. Agora ela está vivendo o que os outro vêem como uma vida feliz e uma família perfeita". Elenco com muitos prêmios na prateleira (Reprodução / TvN) A tvN investiu bastante nos atores de Pandora: Beneath the Paradise, trazendo profissionais com muitos prêmios ganhos e muitas séries reconhecidas nos currículos. Lee Ji-a, escalada como a personagem principal da trama, foi muito premiada - e exaltada, com motivos - por sua atuação nas três temporadas de Penthouse (2020), além de ter feito também The Ghost Detective (2018), este o último sendo um drama de terror - caso você tenha curiosidade de conhecer. Ela coleciona prêmios de Melhor Nova Atriz, Atriz Mais Popular e Atriz de Máxima Excelência em seu currículo. O ator Lee Sang-yoon foi escalado, também devido ao seu incrível talento na atuação, para formar o casal principal do drama do Disney Plus. Na longa lista de séries e filmes dos quais já participou, dois destaques são V.I.P (2019) e One The Woman (2021). Ainda, na sua prateleira, Sang-hoon possui prêmios de Excelência, Ator Popular, Melhor Novo Ator e muitos outros. Além dos dois, Jang Hee-Jin completa o time principal de atores e também não fica para trás. Ela participou de My Shy Boss (2017) e de Flower Of Evil (2020); e assim como os colegas, também tem o Prêmio de Excelência para chamar de seu. Você está com vontade de ver Pandora? Não se esqueça de acompanhar o Café com Kimchi também nas redes sociais!
- Novo álbum do TWICE traz músicas em inglês e composições de Dahyun; o que esperar de READY TO BE
Comeback acontece nesta sexta-feira, 10 de março, como parte de estratégia de lançamento (Divulgação/JYP Entertainment) A agenda do TWICE nunca esteve tão agitada! Primeiro, foi a turnê mundial de III, que começou em dezembro de 2021, em Seul, e acabou só em maio de 2022, em Los Angeles. Em seguida, a renovação de contrato com a JYP Entertainment, em julho de 2022. Em agosto, as meninas lançaram o lançou o miniálbum BETWEEN 1&2. Na semana passada, elas se tornaram o primeiro ato de K-pop a receber o prêmio de Artista Revelação no Billboard Women in Music, também em Los Angeles. Mesmo assim, estão prontas para mais um comeback, o álbum Ready To Be! Nesta sexta-feira (10), o grupo de K-pop formado por Nayeon, Jeongyeon, Momo, Sana, Jihyo, Mina, Dahyun, Chaeyoung e Tzuyu chega com READY TO BE, o 12º mini-álbum de sua carreira. O anúncio foi feito em janeiro de 2023, cinco meses depois de BETWEEN 1&2. E junto veio o segundo single em inglês após o hit The Feels, de 2021: Moonlight Sunrise, com um MV que soma quase 70 milhões de visualizações. Leia também: K-pop em março de 2023: Confira todos os lançamentos agendados para o mês Dois mundos em um só conceito São sete canções em READY TO BE, sendo a faixa-título Set Me Free, que terá versão em coreano e em língua inglesa. Na segunda-feira (6), um teaser do clipe foi divulgado, prometendo ser bastante libertário, como o próprio título diz. As nove aparecem tirando a maquiagem, os cílios postiços e batom, em um gesto "cara limpa". No fim, surgem todas de jeans e top branco, com um visual mais natural. Na terça-feira (7), mais uma prévia de Set Me Free foi compartilhada nas redes sociais. Dessa vez, as garotas estão em cenário totalmente diferente, futurista e galáctico. O vídeo marca uma mudança total de tom em relação ao primeiro teaser. Fazendo todos questionarem o que vem por aí. O TWICE também divulgou um trailer do mini-álbum em que cada integrante está em um cenário que remetem a outras canções do grupo, fazendo referência ao Feel Special, I Can't Stop Me e MORE & MORE. Será que você consegue identificar mais referências? Confira o vídeo a seguir: Leia também: [ENTREVISTA] Conheça TE.O, cantor de K-R&B que produz as próprias músicas de forma independente Pois bem, com Moonlight Sunrise e Set Me Free já temos três músicas. As quatro restantes são as B-sides, duas assinadas por Dahyun, que faz parte da rap line ao lado de Chaeyoung e Momo. São elas: Blame It On Me e Crazy Stupid Love. As demais são Got The Thrills e Wallflower e Crazy Stupid Love. Portanto, ONCE, prepare-se! O lançamento de READY TO BE será às 14h de sexta-feira no fuso horário da Coreia do Sul, o que, para nós brasileiros, corresponde às 2h (da madrugada). E se você (o que é difícil) ainda não escutou Moonlight Sunrise ou assistiu ao MV, aqui está: Ansiosos pelo TWICE? Conte em nossas redes sociais! Leia também: FOX AND THE CITY TOUR: Ingressos, preços e tudo sobre o show do rapper BLOO no Brasil em 2023
- A Shoulder to Cry On: Tudo sobre o BL com membros do OMEGA X e o futuro do drama
Produção com integrantes do boygroup foi adiada após polêmica com CEO da empresa SPIRE Entertaiment (VIKI/Divulgação) Neste segundo semestre de 2022, mais um BL coreano estava para ser lançado, e pela primeira vez haveria um dorama em que os protagonistas fazem parte de um mesmo grupo de K-pop: o OMEGA X. Porém, a produção A Shoulder to Cry On foi adiada por conta da polêmica envolvendo denúncias de abuso por parte da SPIRE Entertainment, empresa que administra o grupo que os cantores Jae Han e Ye Chan fazem parte. O webdrama boys love, que seria lançado em novembro, é baseado no webtoon de mesmo nome, que foi divulgado entre 2020 e 2021. O Café com Kimchi separou abaixo as principais informações sobre o acontecimento com os membros do OMEGA X, e também a respeito da produção BL. Leia Também - Jay B no Brasil: Show energético e emocionante marca primeira vez de um membro do GOT7 no país Obra A Shoulder to Cry On segue o enredo clichê (e também muito lido) dos enemies to lovers (Dongmul/Reprodução) Na trama do BL, o personagem Lee Da Yeol (feito por Kim Jae Han no drama) é um jovem solitário, totalmente impopular, e sua única alegria é o tempo que passa no clube de arco e flecha. Ele é um talentoso arqueiro, e tal habilidade possibilitou que conseguisse uma bolsa de estudos. Da Yeol não se importa em não ser popular, contanto que possa continuar no clube e sua reputação não influencie nos estudos. Contudo, um encontro com o diabolicamente belo Jo Tae Hyun (Shin Ye Chan) coloca tudo em risco: ele é um dos estudantes mais populares e se aproveita de uma liberdade incomum para um mero aluno. Assim, Tae Hyun consegue se livrar de qualquer problema em que se envolve. Leia Também - Antes dos K-dramas, Jung Haein quase foi biotecnólogo; conheça a carreira do ator para além de D.P. Um dia, Da Yeol flagra dois garotos se beijando na enfermaria do colégio, e no meio de uma confusão, Tae Hyun diz aos enfermeiros que Da Yeol tentou ficar com ele. A escola inteira acredita facilmente no aluno-problema, e antes que Da Yeol pudesse esclarecer tudo, o rumor se espalha e sua bolsa de estudos fica em risco. Para piorar toda a situação, Tae Hyun não demonstra o mínimo remorso e começa a perseguir e perturbar Da Yeol. Em A Shoulder to Cry On, os protagonistas começam a andar na fina tênue entre o amor e o ódio, proporcionando mais uma obra enemies to lovers com as interações clássicas dessa trope. Adiamento do BL e agenda do boygroup OMEGA X (Divulgação/SPIRE Entertainment) No dia 23 de outubro, foram postadas na internet gravações da CEO da empresa SPIRE Entertainment abusando verbal e fisicamente dos membros do OMEGA X. Ao longo do mês citado, a companhia que administra o grupo publicou um comunicado oficial sobre o caso, alegando que o momento registrado estava relacionado à agenda dos membros — pois todos estavam "no limite" de sua saúde diante do trabalho como k-idols. Após isso, no dia 16 de novembro, o OMEGA X realizou uma coletiva de imprensa para falar a respeito do fato. Segundo os cantores, eles não recebiam o tratamento adequado dentro da ESPIRE, e eram constantemente ofendidos pela CEO; além de serem forçados a ingerir bebidas alcoólicas e atender ligações de trabalho após compromissos da agenda. A situação também englobava ameaças por parte de tal administradora. Os membros relataram que "aguentavam tudo isso" pois não queriam que suas respectivas carreiras fossem prejudicadas. Tal polêmica afetou diretamente o lançamento de A Shoulder to Cry On. Apesar de tudo, os integrantes demonstraram desejo de continuarem como parte do OMEGA X. Até o momento, não há maiores informações sobre como será o futuro do boygroup, mas os cantores puderam contar com o apoio de fãs nas redes e também da equipe do BL que Jaehan e Yechan gravaram. Quando A Shoulder to Cry On poderá ser lançado? (VIKI/Divulgação) A companhia Picturesque, que desenvolveu o webdrama, chegou a publicar no início de novembro uma nota em apoio ao grupo, afirmando que um posicionamento era necessário diante da preocupação acerca das denúncias, e como o fato poderia afetar o lançamento do drama. A produtora esclareceu pelas redes sociais na época, que o ocorrido influenciou no plano original de estreia, que estava previsto para novembro de 2022, porém finalmente temos uma data de estreia: dia 14 de Março, com uma temporada de sete episódios com 30 minutos de duração, distribuídos também pelo VIKI. Os responsáveis por A Shoulder to Cry On desejaram que tudo se resolvesse da melhor forma possível. A Picturesque também elogiou o trabalho de Jaehan e Yechan, que "colocaram todo esforço no projeto", e incentivaram na nota um melhor tratamento para com os dois atores e os demais membros do OMEGA X. Leia Também - Copa do Mundo 2022: Idols de K-pop que seriam ótimos jogadores de futebol e dariam show nos gramados
- FOX AND THE CITY TOUR: Ingressos, preços e tudo sobre o show do rapper BLOO no Brasil em 2023
O cantor de Downtown Baby vem pela primeira vez ao Brasil para um concerto único em São Paulo em março (Divulgação / Warner Music Korea) O ano de 2023 vem sendo marcado pela passagem de diversos artistas sul-coreanos pelo Brasil, além de grupos e solistas de K-POP – por exemplo NCT 127, Super Junior, Jay B, DPR – os músicos do K-R&B e do K-HipHop não ficam de fora. No dia 18 de março o rapper BLOO marcará presença pela primeira vez em terras brasileiras promovendo a sua tour FOX AND THE CITY que passará também em outros países da América Latina como México e Chile. Daniel ou Hyunwoong Kim, mais conhecido como BLOO ou então BadBoy – como se intitula, tem a carreira na música marcada por um hip-hop underground com temas como solidão, auto-destruição, melancolia e decepções amorosas. Nascido em 1994, o rapper mudou-se da Coreia do Sul para os Estados Unidos ainda quando criança e foi lá que começou a se interessar pelo hip-hop. Começou sua carreira no rap juntando-se à Young Creation, comunidade de K-HipHop americana, onde conheceu o rapper coreano Nafla, amigo e também parceiro de música. Saiba mais: The Vapo X Concert: Ingressos, preços e tudo sobre o show inédito do Vapo no Brasil Após o fim da Young Creation, BLOO formou o Crew42 junto de Nafla e outros rappers. Foi assim que também conheceu o famoso rapper Loopy que é importante na cena do rap sul-coreano e que virou amigo próximo de Daniel. Em 2015 todos eles retornaram à Coreia do Sul e a partir de 2016 BLOO dá início à sua carreira no país ao ingressar na MKIT Rain e desde então vem ganhando cada vez notoriedade no meio dos músicos de K-HipHop. O artista é conhecido pelos hits Downtown Baby e I’m The One e se apresentará em São Paulo no Vip Station com previsão de início às 19h e promete trazer um grande show para seus fãs brasileiros. O concerto está sendo produzido pela Far Music Entertainment e contará também com soundcheck, foto em grupo ou individual. (Divulgação / Far Music Entertainment) Fique por dentro: Idealizadoras da Hit!Magazine falam sobre a primeira revista física de K-Culture do Brasil Informações e valores dos ingressos: VIP: possui entrada antecipada na pista, pulseira numerada, credencial VIP, direito a foto individual e ao Soundcheck e ganha um photocard exclusivo. Os valores são R$800 para inteira e R$400 meia-entrada. Premium: entrada após setor VIP, pulseira numerada, credencial Premium, direto a foto em grupo (6 fãs por foto) e ao Soundcheck e também ganha photocard exclusivo. Os preços são de R$600 para a inteira e R$300 meia-entrada. Pista: R$370 inteira e R$185 meia-entrada Camarote: R$450 inteira e R$225 meia-entrada Você pode garantir sua meia-entrada social levando 1kg de ração ou de alimentos não perecíveis, mas a quantidade desses ingressos é limitada. Leia também: [ENTREVISTA] Conheça TE.O, cantor de K-R&B que produz as próprias músicas de forma independente
- Boys Planet: Por que chineses buscam carreira como idols de K-pop na Coreia do Sul?
Boys Planet ascendeu discussões em torno dos participantes chineses, que por tantos anos fazem parte da história do K-Pop (Reprodução/Mnet) Boys Planet está quase há um mês no ar e tem repercutido entre o público. Com uma dinâmica em que os membros são separados por K-Group, trainees nascidos nas Coreia do Sul, e G-Group, trainees globais, o programa deixou em evidência um tópico importante, ídolos estrangeiros, sobre tudo, chineses, no K-Pop. Afinal, o que os motiva a investirem em uma carreira em solo sul-coreano? As duas primeiras temporadas do Produce 101 contaram com pelo menos uma vaga para trainees não-coreanos, Zhou Jieqiong, mais conhecida como Pinky, fez sua estreia no I.O.I, enquanto Lai Kuanlin ingressou no Wanna One. No Produce 48, a Mnet teve uma proposta mais ousada, um girlgroup formado coreanas e japonesas, o projeto funcionou, por mais que o número de representantes do Japão no IZONE tenha sido menor do que se esperava a princípio. Leia também - Inspirado por Baekhyun, Choi Suhwan do Produce X 101 trilha carreira solo no R&B Survival shows da Coreia do Sul têm buscado serem mais inclusivos com membros estrangeiros — ainda que seja apenas na teoria —, com ao menos um membro de origem não-coreana. Girls Planet dividiu suas participantes pelas nacionalidades: coreanas, chinesas e japonesas, e seu programa irmão, Boys Planet, segue a premissa, dessa vez, com todos os estrangeiros em um único grupo, o G-Group. (Reprodução/Mnet) Chineses no K-Pop K-Pop tem nomes notáveis vindos da China e a presença desses ídolos em grupos não se tornou algo fora do comum desde que Super Junior quebrou essa barreira. O boygroup foi o primeiro da indústria a ter um membro estrangeiro em sua formação, Hangeng debutou em 2005 ao lado dos integrantes coreanos. Mas romper tradições é um verdadeiro desafio, e o cantor passou por grandes dificuldades até ser pelo menos minimamente aceito pelo público, como ataques xenofóbicos e enfrentar a regra de que estrangeiros só poderiam aparecer em três emissoras. (Divulgação/SM Entertainment) Ao longo dos anos, o ambiente se tornou menos hostil, mas não totalmente receptivo. Após Hangeng mostrar que era possível, mais ídolos chineses alcançaram seus sonhos, Zhoumi e Henry debutaram na unit chinesa do Super Junior, F(x) estreou em 2009 sob a liderança de Victoria Song, Miss A apresentou duas membros chinesas ao lado de duas coreanas e o EXO debutou com a divisão de EXO-K e EXO-M, com fortes promoções na China ao lado de três membros nativos do país. Pode-se dizer que a SM era um cartão portal esperançoso para crianças chinesas que sonhavam em ingressar no K-Pop, mesmo que o tratamento e distribuição de linhas não acompanhasse essas oportunidades. Ano após ano, talentos chineses ingressam em programas de sobrevivência ou empresas de entretenimento na Coreia do Sul. Esse interesse em buscar carreira no K-Pop é reflexo de uma série de antecedentes, desde a relação do mercado musical entre os dois países até as características particulares do gênero. (Divulgação/JYP) Relação do mercado musical entre China e Coreia do Sul Não é segredo que uma das maiores fontes de lucro da música sul-coreana é a China. Empresas como a SM Entertainment investem para inserirem seus artista no país e caírem no gosto do público. Um dos maiores fatores que fazem a relação entre K-Pop e China terem laços tão estreitos é esta prosperidade. Como consequência, o publico chinês é exposto a cada vez mais conteúdos do gênero em seu país, através de turnês, fanmeetings, músicas inteiras em seu idioma e mais. Muitos idols constroem uma base sólida de fãs na China, que se tornam a maior responsável pelas vendas de álbuns e outros conteúdos. EXO, NCT e BTS são alguns exemplo de boygroups com grandes fanbases na China, as famosas Bars. O mercado musical chinês já foi muito mais receptivo com o K-Pop, mas desde o Hallyu Ban, ídolos sul-coreanos enfrentam mais dificuldades de inserirem na China, ainda que não seja tão simples para o governo chinês frear os avanços desses grandes fãclubes. A China tem buscado preservar e expandir o seu mercado. Desde 2016, o C-Pop conta com o retorno do astros que fizeram sucesso no país vizinho, Lay Zhang do EXO, Cheng Xiao do WJSN e Victoria Song do F(x) são alguns exemplos que participaram do "Êxodo Hallyu", uma vez que as promoções dentro da China, após o Hallyu Ban se tornou a prioridade de grande parte dos artistas chineses que atuavam fora do país. Leia também: 5 anos de debut solo de Lay: Como a carreira do solista evoluiu desde o álbum Lose Control? O mercado musical chinês Hallyu Ban e os Produces O retorno de grandes estrelas para promoções dentro da própria China estimulou mudanças, com influências vindas do K-Pop. Uma das importações foram os famosos programas de sobrevivência para a criação de grupos, com o formato dos famosos reality shows lançados pela Mnet, a franquia Produce. O Idol Producer (2018) abriu essas portas e logo na estreia trouxe um elenco de mentores de peso: Lay Zhang do EXO, Jackson Wang do GOT7, Cheng Xiao do WJSN e Zhou Jieqiong do Pristin, ídolos experientes na indústria do K-Pop, que teriam a responsabilidade de usar esses conhecimentos para conduzir um programa que formaria um novo boygroup. (Reprodução/IQIYI) A partir de 2018, programas do sistema Produce se espalharam como nunca na China. No total foram, uma temporada de Idol Producer, três de Youth With You — nome pelo qual o Idol Producer passou a ser chamado depois do fim da edição de estreia —, quatro de Chuang e o We Are Young, além de outros realities com menos destaque em outras emissoras, até a suspensão em 2022, após decisões do governo chinês. No geral, estes programas foram um dos principais responsáveis por formar grandes grupos ídolos e deixar em evidência outros que não recebiam tanta atenção do público de fora do seu circulo de fãs, como foi o caso do SNH48 após aparições das integrantes no Youth With You 2 e Chuang 2020. Desenvolvimento do mercado de ídolos na China O segmento do entretenimento sul-coreano e chinês obviamente possuem suas peculiaridades. Por mais que nos últimos anos o C-pop tenha recebido influências do K-Pop, as características que atraem tanto futuros artistas e fãs está longe de ser totalmente encontrada na China. O investimentos de ídolos começou de forma mais tardia. É difícil apontar qual foi o primeiro grupo de C-Pop, porém, é inegável que o estouro veio com TFBOYS em 2013, formado pelo trio Wang Junkai, Wang Yuan e Yi Yingqianxi. O boygroup é considerado o mais popular da China e essa influência se expandiu para outros países asiáticos. (Divulgação/TF Entertainment) Agências de entretenimento chinesas costumam investir e ter mais recursos para projetos individuais, como a atuação. É comum que membros de grupo passem muito tempo nas telonas e cinema do que muitas vezes no palco, como é o caso de Yu Shuxin, ex-membro do The9, que em três anos protagonizou nove C-Dramas e está confirmada para mais quatro. Não há tantos recursos para ídolos chineses passarem tanto tempo nos palcos quando realizam novos lançamentos. É claro que há as famosas premiações e festivais de emissoras de fim de ano — no K-Pop seria o equivalente ao MAMA e aos Gayos, respectivamente. Porém, ocorrem em um período específico e muitas celebridades não têm locais para apresentarem suas canções com maior frequência para um público de fora da sua bolha de fãs. Já houveram tentativas de estabelecer programas musicais semanais em emissoras chinesas, porém, sem sucesso. Como foi o caso do Yo! Bang!, que durou apenas três meses. Trainees chineses no K-Pop atualmente e o Boys Planet É inegável que a indústria musical chinesa é lucrativa e está em constante expansão. Porém, trainees chineses ainda buscam por carreiras fora de seu país de origem justamente pela China ser uma das principais consumidoras do K-Pop e pelos anos de uma forte influência do gênero no país. Artistas experientes e trainees cresceram consumindo esse conteúdo e acompanhando nomes que fizeram história. Inclusive, artistas sul-coreanos sempre são mencionados entre boygroups e girlgroups do C-Pop. Por exemplo, Yi Yingqianxi do TFBOYS é fã do BIGBANG e Xu Jiaqi do SNH48 é uma apoiadora de Jennie do BLACKPINK. É comum que queiram viver esta experiência e se identifiquem com ela após tantos anos de expostos a esta indústria. Eles são fãs como todos nós e sonham terem seus talentos aperfeiçoados por empresas responsáveis pela criação de grandes ídolos que eles acompanharam por tanto tempo, se apresentarem constantemente em programas musicais e lotarem turnês. Astros como Hangeng, Lay Zhang, Wang Yibo, Victoria e mais, provaram para esses jovens que é possível se inserir dentro da indústria sul-coreana e servem de inspiração para a nova geração, que deseja seguir os passos deles em grupos de K-Pop. (Divulgação/Mnet) Ainda que as leis chinesas busquem frear a influência do gênero dentro do país, já é tarde demais. A nova geração de trainees deseja viver a realidade do K-Pop, mesmo que tenham que realizar sacrifícios, como é visto no primeiro episódio do Boys Planet. Os participantes globais, presentes no G-Group, desistiram de oportunidades grandiosas para estarem na competição. Winnie poderia ter ingressado em uma universidade prestigiada na Tailândia, Chen Kuan Jui é um dançarino reconhecido por grandes apresentações em Taiwan e Zhang Rao poderia lecionar música na China. Eles são a prova de que o sonho de integrar o K-Pop não está restrito apenas aos sul-coreanos, graças ao crescimento do mercado musical do país, que expandiu para a China e logo para países vizinhos. E quem poderia julgá-los por almejarem fazer parte da indústria? Eles são fãs que tem a oportunidade de integrá-la. Então, por que não tentar? Xenofobia do público no Boys Planet É um engano acreditar que a situação para esses participantes tenha se tornado mais amistosa depois de tantos anos de compatriotas na indústria. A sinofobia não deu trégua e, dessa vez, não vem apenas dos coreanos. O Hallyu Ban criou uma desconfiança entre aqueles que não buscam compreender esse jogo político, que está muito além do que artistas e agências podem manejar. Ou não aceitam que a indústria sul-coreana não é perfeita e justa com os artistas estrangeiros. O Boys Planet ascendeu novamente está sinofobia e revelou que ela não apenas dentro da Coreia do Sul. Recentemente, uma cena no terceiro episódio do programa criou uma discussão nas redes sociais, quando um grupo formado, majoritariamente, por integrantes nascidos na China recorreram a língua nativa para decisões do time em um determinado momento. Vale lembrar que a conversa tinha um intermédio de um participante que traduziu para os companheiros que não falava mandarim ou inglês. Porém, uma simples situação não surpreendentemente foi usada de forma manipulada pela Mnet, conhecida pelas famosas "evil edits" e os membros chineses foram alvo de críticas, que ultrapassaram os limites. Comentários xenofóbicos mascarados de opinião invadiram as redes e abriu uma grande margem para desinformação a cerca de trainees, ídolos e o mercado chinês. Leia também: [Opinião] MAMA: Por que os fãs de K-Pop odeiam a premiação? Falas como "Só não falarem seu idioma nativo enquanto estiverem na gravação de um programa coreano" e "se não concordarem basta voltarem para a China" estão longe de serem taxadas como opinião e mais próximas do que nunca da sinofobia. É uma tentativa de apagamento cultural de artistas estrangeiros pelo simples fato de estarem inseridos em um país distinto. O quão longe esse comportamento está de comentários de sul-coreanos que são criticados por fãs internacionais há tantos anos? Temos que concordar que a discussão não é tão feroz quando grupos já debutados decidem buscar novos horizontes em outros países. Não há questionamentos sobre o quão fluente em inglês, japonês ou mandarim, os membros são. Além disso, quando esta fluência é cobrada, não demora para que o primeiro posicionamento da comunidade seja apontar a xenofobia por trás dessa exigência. Mas onde está o mesmo tratamento neste momento com estes participantes do Boys Planet e por que a escolha deles de ingressar na indústria é tão questionada? O K-Pop é um mercado lucrativo na China e fez parte da construção da antiga, atual e futura geração de jovens chineses apaixonados pelo gênero. Não há como privá-los de buscarem um espaço. Assim como os sul-coreanos, muitos desistiram de grandes oportunidades, até mais estáveis do que ser apenas participante de um reality show, para buscarem este sonho maior. Julgar essas motivações e tratá-los de forma diferente pela nacionalidade é compartilhar a sinofobia de parte do público sul-coreano, que por tantos anos era alvo de criticas pelo fandom internacional.
- Segunda chance: Conheça "Peak Time", o reality show para idols que já debutaram
O programa dá uma nova chance para k-idols já debutados e traz importantes artistas como jurados (Divulgação / JTBC) Diversos grupos famosos do K-pop foram originados em programas de sobrevivência, como o I.O.I, Wanna One, X1 e Iz*ONE, criados nos programas survival da franquia Produce. Além disso, o TWICE veio do reality show Sixteen, o grupo Treasure veio do YG Treasure Box, e há vários outros exemplos que podem ser usados na indústria — e hoje em dia existe o Peak Time. Cada vez mais surgem novos reality shows de sobrevivência musical. Em 2017 tivemos o programa The UNIT, que teve uma premissa parecida com o Peak Time, debutando dois grupos no final do programa, um grupo masculino e um feminino. Assim como Peak Time, o programa tinha o intuito de dar uma segunda chance para idols que já debutaram anteriormente. Ficou curioso para entender mais sobre Peak Time? O Café separou as principais informações sobre o programa, leia após a publicidade. Leia Também - Boys Planet: Como votar e onde assistir? Saiba tudo sobre o novo survival show de K-pop Qual a dinâmica do programa? Muitos idols perderam seus grupos devido à pandemia, saíram dos holofotes durante os anos ou se separaram por diversos motivos como problemas com as empresas, porém isso não quer dizer que eles desistiram e mesmo assim eles ainda querem mostrar suas habilidades. O programa consiste em dois grupos, onde um é composto por participantes solo, e o outro por grupos já formados originalmente fora do reality. A premissa não é necessariamente debutar um conjunto novo, e sim de reviver aqueles que já disbandaram, ou de promover rookies, porém que não são tão conhecidos. Porém, no meio de tudo isso eles também estarão competindo. Sob a orientação de algumas das mais brilhantes estrelas da indústria, os participantes terão uma chance de aprender com grandes artistas. Mas, a maneira como eles irão usar o que lhes for ensinado vai determinar se eles conseguirão ou não um lugar de destaque. Quem são os jurados? (Divulgação/JTBC) Peak Time tem um elenco de peso como jurados, sendo eles Mino (Winner), Tiffany (Girls' Generation), Eunhyuk (Super Junior), Lee Gi Kwang (Highlight), Moon Byul (MAMAMOO), Sung Gyu (Infinite), e o solista Jay Park, além do produtor e compositor Ryan S. Jhun. Tendo também o ator Lee Seung Gi como apresentador. Leia Também - [ENTREVISTA] Conheça TE.O, cantor de K-R&B que produz as próprias músicas de forma independente Quem são os participantes? Os participantes do programa são grupos já formados, como DKB, In2It, 24K e MASC, dentre diversos outros, sendo os dois últimos grupos já conhecidos do Brasil, pois já fizeram shows em terras brasileiras. E membros que foram de maneira independente, como o Jong Up que era membro do B.A.P, BJOO membro do XENO-T (anteriormente conhecido como TOPP DOGG), GON do ARGON, Yoo Hee Do do B.I.G e The King do BLACK6IX. Onde Assistir Peak Time? O programa está disponível no streaming Viki Rakuten, os episódios serão liberados semanalmente toda Quinta-Feira e têm quase 2 horas de duração. O programa começou no dia 15 de Fevereiro, estando previsto para ter 10 episódios e é uma produção do canal JTBC. Pretende assistir Peak Time? Para quem está torcendo? Conta para o Café nas nossas redes sociais! Leia Também - The Vapo X Concert: Ingressos, preços e tudo sobre o show inédito do Vapo no Brasil
- 10 anos de EXO! Relembre alguns momentos emocionantes da carreira do grupo
O maior boygroup da SM Entertainment coleciona, desde seu debut, diversas conquistas e um legado que marcou gerações do K-POP (Divulgação / SM Ent.) No dia 8 de abril de 2012, há 10 anos, a SM Entertainment debutava um novo projeto com um conceito original, que viria a ser um dos grandes boygroups da 3ª geração do k-pop: o EXO. Anos se passaram e, ao longo desse tempo, o grupo tem acumulado diversas conquistas — reconhecimento, prêmios, recordes e mais, e além disso, memórias emocionantes que reafirmam o amor dos membros uns pelos outros; e claro, pelo fandom EXO-L. Por isso, esse dia especial o Café com Kimchi não poderia deixar passar batido, e reuniu uma série de momentos marcantes da carreira dos "reis do k-pop". Leia também: EXO-L de primeira viagem? Confira 6 programas para conhecer melhor o EXO 10 momentos marcantes dos dez anos do EXO: 1 - First win O primeiro win do grupo foi conquistado em julho de 2013 com a música Wolf, faixa do álbum XOXO. A conquista ocorreu durante o Music Bank e foi um momento muito emocionante para todos os membros, que não conseguiram conter o choro; resultando no comovente vídeo abaixo. Em comemoração, o líder Suho agradece aos pais, aos sunbaenims, aos membros, staff e fãs pelo prêmio em meio às lágrimas. "Obrigado por este grande prêmio", ele diz. 2 - O sucesso de Growl A faixa-título do album repackage de XOXO lançado em 2013, fez com que o EXO decolasse. O sucesso de Growl resultou na venda de mais de 1 milhão de cópias físicas do projeto, entregando o título de million seller para o grupo, após 12 anos sem que alguma banda alcançasse tal feito. Além disso, o EXO recebeu com o disco seu primeiro daesang e bonsang. A música ainda é marcante com o público sul-coreano, já que até mesmo nos dias de hoje, os artistas são lembrados por ela; e precisam dançar um trecho da faixa por onde quer que vão, em variety shows e realities. 3 - A música Promise No ano de 2014, motivados pelos maus tratos por parte da SM Entertainment, os membros chineses Luhan, Kris Wu e Tao deixaram o grupo. Tal separação resultou em momentos de incertezas para os fãs, e aflição para os outros integrantes. Esses acontecimentos colocaram o EXO em sua formação atual, com nove membros. Nisso, para reafirmar o amor pelo fandom e como o grupo permaneceria unido, eles lançaram Promise (약속), uma música emocional que se tornou símbolo da união entre os membros e os fãs. Vale lembrar que a letra, composição e produção foram creditadas aos membros Lay, Chanyeol e Chen. Leia também: Park Chanyeol: Conheça a carreira multitalentosa do cantor e compositor do grupo EXO 4 - A faixa Power em Burj Khalifa Em 2017, Power, a title track do álbum The Power of Music, foi transmitida na Burj Khalifa em Dubai. Tal transmissão consistiu num sistema de fontes coreografadas, que ficam localizadas no polo turístico mais popular dos Emirados Árabes. A apresentação de músicas na fonte já é algo comum, mas Power foi a primeira música sul-coreana a tocar no monumento. 5 - A performance do EXO nas Olimpíadas de Inverno de 2018 Um dos momentos mais memoráveis da carreira do EXO está na performance na cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Inverno, que ocorreram em PyeongChang em 2018. O grupo entregou uma apresentação impecável de seus hits, iniciada pelo main dancer do grupo, Kai, em trajes tradicionais coreanos. Em seguida, os artistas performaram seus sucessos Growl e Power com um show de luzes no estádio. Leia também: Peaches: segundo EP de Kai representa a capacidade de inovação do solista 6 - Membros surpreendem Xiumin em fanmeeting solo No ano de 2019, o grupo iniciou o período de alistamentos. Xiumin, por ser o membro mais velho do EXO, foi o primeiro a servir o exército coreano e planejou uma despedida para os fãs, reunindo-os no fanmeeting solo intitulado Xiuweet Time. Durante o evento, o integrante foi surpreendido pelos outros rapazes com palavras reconfortantes para que ele servisse o exército sem preocupações. Lay, que estava na China, fez uma ligação durante a cerimônia para que pudesse se despedir de Xiumin também. 7 - Lay vai para o alistamento de D.O. Ainda relembrando os alistamentos, D.O. foi o segundo membro do EXO a cumprir o serviço militar obrigatório. E como parte da tradição do grupo, eles se reuniram para tirar a famosa foto com as mãos na carequinha do membro alistado. Apesar da agenda ocupada na China, Lay não deixou de marcar presença nessa reunião e foi apoiar o amigo; mas pelo seu tempo corrido, ele precisou sair às pressas para não perder o voo de volta ao país. 8 - Vídeo especial de Chanyeol no último show da turnê Exploration O último show que o EXO realizou em grupo até então ocorreu em 31 de dezembro de 2019, durante a turnê Exploration. O concerto foi visto como uma ocasião comovente, pois marcou a última tour do grupo antes do período de hiatus — visto que o período de alistamentos já havia começado. Dessa forma, para expressar seu carinho pelos integrantes e o companheirismo, Chanyeol escreveu uma carta para o EXO e a transformou num vídeo com vários registros do boygroup. A homenagem foi transmitida num VCR durante o encore do concerto. Mais tarde, o vídeo foi postado no NNG, canal do estúdio de Chanyeol no YouTube. 9 - Suho e Kai se emocionam com cartas dos EXO-Ls Por conta do serviço militar, o EXO tem tido mais oportunidade de fazer atividades individuais dos mais diversos tipos; inclusive lançar álbuns solo. Chen, Baekhyun, D.O. e Lay lançaram álbuns para expressar suas individualidade; Kai fez o seu tão esperado debut solo e não conseguiu conter as lágrimas enquanto lia cartas dos fãs em live de countdown; e Suho seguiu o mesmo caminho, ao se emocionar com EXO-Ls que o esperaram nos dois anos em que ele esteve fora. 10 - Baekhyun expressa amor pelo EXO e fãs no Twitter Baekhyun é um dos integrantes que está prestando serviço obrigatório hoje. Apesar disso, o cantor não deixa de expressar sua saudade através de vídeos que são postados mensalmente no canal oficial do EXO, além de aparecer nas redes sociais de vez em quando. Nisso, Baekhyun tira um tempo da rotina para conversar com os fãs no Twitter. Recentemente, o artista usou sua conta no app para mostrar aos EXO-Ls que sente tanta falta quanto eles sentem: em um dos tweets, o membro postou o lema do grupo, e nos seguintes, compartilhou alguns vídeos antigos com os rapazes. Comemore com o Café e nos conte: qual é o seu momento preferido do EXO?

















