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- A realidade do boxe é retratada em "My Lovely Boxer", novo drama da KBS
Com idols de K-pop, a produção é baseada em romance premiado no Kyobo Book Store Contest (Divulgação / KBS) A Coreia Sul presenteou os fãs que curtem dramas esportivos com uma obra que promete emocionar. Na manhã da última terça-feira (22), o Viki adicionou o drama “My lovely Boxer” ou "Minha Adorável Boxeadora" em português, ao catálogo. Produzida pela KBS, a produção promete mostrar a realidade do boxe através da história de uma boxeadora talentosa que, após um acontecimento trágico, desaparece da indústria, no auge da carreira. Inspirado em um romance "My Lovely Boxer Lee Kwon Sook", do escrito Choo Jong Nam, o drama de 12 episódios apresenta uma temática séria com crimes a serem solucionados, dramas familiares e um triangulo amoroso. A narrativa promete lágrimas, um bom romance e muitas reflexões, Confia após a publicidade, tudo que você precisa saber sobre esse drama. “My Lovely Boxer” traz um enredo de superação A premissa de "My Lovely Boxer", é sobre Lee Kwon Sook (Kim So Hye) uma boxeadora prodígio que ao 17 mostra ser um fenômeno no esporte atuante. Por um motivo traumático, ela larga a carreia no momento em que estava prestes a participar do grande campeonato do boxe. Longes dos holofotes há três anos, Kwon Sook muda de nome, agora é uma professora do jardim que tenta seguir a vida distante do esporte que tanto amava, até conhecer o perigoso agente esportivo Kim Tae Young (Lee Sang Yeob). Kim Tae Young (Lee Sang Yeob) é um agente arrogante conhecido por explora atletas talentosos, na qual recebe lucro alto em um curto período, os usando a ponto de fazê-los se aposentar precocemente. Agenciado por Kim Tae Young, Kim Hee-Won (Kim Jin-woo), jogador de beisebol e primeiro amor de Kwon Sook, se envolve em um esquema de manipulação de resultados promovida por Kim Oh Bok (Park ji Hwan), um operador de apostas esportivas ilegais. Por uma missão recebida, Kim Tae-Young terá que trazer Lee Kwon-Sook de volta aos ringues de boxe. O que faria Kwon-Sook aceitar a proposta? E qual o real motivo de ter abandonado o esporte no passado? Leia também: Streamer misteriosa pode estar envolvida com crime em "Mask Girl", novo drama coreano da Netflix Idol de K-pop no elenco (Divulgação / KBS) "My Lovely Boxer" além de ter uma história intrigante, tem um elenco com personalidades conhecidas no mundo da música sul-coreana. A protagonista da produção é interpreta por Kim So-Hye ex-IOI, grupo feminino de K-pop formado em 2016, no programa Produce 101 pela CJ E&M. A solista Jeon Somi e a atriz e cantora Kim Se-jeong conhecida por atuar em Pretendente Surpresa, faziam parte do conjunto. Após o fim do grupo em janeiro 2017, Kim So-Hye investiu na carreira de atriz. No currículo ela trabalhou no filme de terro "Guimoon: The Lightless Door" e no drama "The Best Chicken" ambos disponíveis no Viki. Além dela, outro idol em "My Lovely Boxer", é Kim Jin-woo, integrante do grupo masculino Winner, donos do sucesso de verão "I Love You". O cantor, atualmente está no programa de variedade "Heart Signal 4". No protagonismo também temos Lee Sang-Yeob conhecidos pelos papéis nos dramas "Enquanto Você Dormia" e "Eve", que marcou a volta de Seo Yeji à televisão, interpretando Kim Tae Young. Além de Park Ji Hwan; Kim Hyung Mook; Ha Seung Ri; Chae Won Bin; Choi Jae Woong, Kim Hee Chan e Yoon In Jo, que também compõem o elenco de "My Lovely Boxer". Empenho do elenco mostra a profundidade da trama (Divulgação / KBS) O drama com a direção de Hong Eun Mi e Choi Sang-Yeol, traz um elenco dedicado, em que os atores estudaram minuciosamente o roteiro, de Kim Min Joo, para transmitir o peso de uma história comovente. A própria Kim So Hye passou por um treinamento de boxe de alta intensidade em três meses para desempenhar a protagonista. A atriz afirma que algumas vezes se sentia insegura com a atuação no esporte. Embora a dificuldade, ela se mostrou satisfeita com a melhora apresentada. Ela comentou: “Espero que você fique de olho na minha jornada gradual de crescimento ao lado de Kwon Sook”. Ao relatar o enredo central de "My Lovely Boxer", ela o descreve como uma história sobre “a determinação de uma pessoa que foi lançada no infortúnio”. Kim So Hye ainda completa ao definir sua personagem. Para a atriz, a boxeadora é dura na queda, não impontando quantas vezes caia, vai sempre se levantar. Ela finaliza dizendo que espera empatia dos telespectadores com cada um dos personagens, e se junte a eles em sua jornada de crescimento. Quando perguntado a Kim Jin Woo o motivo de atuar em “My Lovely Boxer”, o ator explicou que: “A forma como cada personagem amadureceu, deixou uma impressão profunda. À medida que a história avança, Han Jae Min também mudará gradualmente e crescerá, e só espero mostrar diversos lados de mim através de Jae Min”. O cantor do Winner compartilhou que seu personagem é uma pessoa afetuosa e, ao mesmo tempo, fria, quando parece dar lugar a outra pessoa ao seu lado ele, não executa. Sobre o roteiro, Jin Woon complementa: “Enquanto lia o roteiro, imaginei as narrativas ocultas de Jae Min. Em particular, quando está com Kwon Sook, eu esperava que ele parecesse desajeitado com a emoção do amor, apesar de ter muita experiência em relacionamentos.” Ele conclui ao falar como se sentiu enquanto gravava o drama: "Os momentos em que filmei feliz com o diretor, os atores seniores e a equipe ainda são vívidos. Os espectadores poderão aproveitar o drama ainda mais ricamente ao focar nas histórias que cada personagem tem." Se curtiu a dica dá o play e não deixa de contar o que achou em nossas redes sociais.
- As melhores músicas japonesas do SEVENTEEN e que agora estão no álbum "Always Yours"
Novo álbum especial lançado nesta terça-feira, 22, reúne a discografia japonesa do grupo em dois CDs, com 27 faixas no total (Divulgação/ HYBE) Quem é fã do SEVENTEEN sabe que o talento do grupo não se limita a músicas em coreano ou em inglês; o ato agenciado pela HYBE também possui uma discografia japonesa impecável e que justifica o entusiasmo para seu mais novo projeto: o álbum especial "Always Yours". Divulgada nesta terça-feira (22), a coletânea reúne singles e faixas japonesas lançadas em mais de cinco anos de carreira do grupo (contados a partir do debut no Japão). O álbum no formato físico foi dividido em dois CDs, um deles com faixas lançadas originalmente em japonês, e o outro com as versões japonesas de músicas lançadas em coreano. São 27 no total, incluindo duas músicas inéditas. Uma das novidades é "Ima- Even if the World Ends Tomorrow", que ganhou um videoclipe lindo! Confira abaixo a nova música do SEVENTEEN. Com o SEVENTEEN possuindo uma das discografias japonesas mais ricas e emocionantes entre os grupos em atividade, o Café com Kimchi preparou uma lista com 5 lançamentos do grupo que merecem a sua atenção. 'Bora conferir? Melhores Músicas Japonesas do SEVENTEEN Call Call Call! (2018) Faixa título do primeiro mini álbum japonês do SEVENTEEN, "We Make You", "Call Call Call!" merece um lugar nessa lista pela irreverência sonora e pelo conceito de gangues de motoqueiros rivais. Os treze membros se enfrentam no music video, dando aos fãs uma das produções mais dinâmicas e divertidas do grupo! A introdução icônica do líder S.COUPS e a coreografia animada são outros destaques da música que, claro, também foi incluída no novo álbum "Always Yours". Happy Ending (2019) Um ano após "Call Call Call!", o SEVENTEEN desacelerou o ritmo com "Happy Ending", música que pertence e dá nome ao primeiro single álbum japonês do grupo. Mas certas coisas não mudam: se antes os membros ostentavam super motos, aqui uma boa parte do videoclipe gira em torno de carros de corrida! Melancólica e deliciosa de ouvir, a faixa foi um triunfo, conquistando o topo da Oricon (chart de vendas japonesa) além de um certificado de platina. "Happy Ending" ganhou uma versão coreana ainda em 2019 para o álbum regular "An Ode". 24H (2020) Essa faixa que tem todo o DNA do SEVENTEEN encabeça o projeto também intitulado "24H", segundo mini álbum japonês do grupo. No music video, os treze integrantes atestam seu amadurecimento através de visuais mais sóbrios e sensuais, que combinam perfeitamente com a pegada sexy da música. "24H" ganhou uma versão em coreano que não foi lançada oficialmente em nenhuma plataforma, sendo apenas apresentada durante o SBS Music Awards de 2020. Chilli (2020) Lançada originalmente em coreano, essa b-side da Hip-Hop Unit ganhou a sua versão japonesa também em 2020, no mini álbum "24H". A faixa possui uma construção simples e é envolvente, e os membros S.COUPS, Mingyu, Wonwoo e Vernon conseguem sustentar toda a malemolência e o tempero da proposta. Não é à toa que a faixa está sempre presente nas turnês do SEVENTEEN e foi incluída no novo álbum de músicas japonesas; ela faz o maior sucesso. Not Alone (2021) Também conhecida como — e chamada carinhosamente de — "Hitori Janai", a faixa pertence à "Not Alone", terceiro single álbum japonês. É uma das músicas mais emocionantes do grupo por trazer uma mensagem de agradecimento aos fãs. Além da letra super positiva, a melodia suave e o videoclipe com tons pastéis repleto de cenas fofas aquecem o coração de qualquer um, mesmo alguém que não faz parte do fandom CARAT. Qual a sua música japonesa favorita do SEVENTEEN? Conte aqui nos comentários, e aproveite para seguir o Café com Kimchi nas nossas redes sociais!
- Além de "Sorriso Real", conheça outros K-dramas estrelados por Lee Junho do 2PM
Um dos atores favoritos do momento está de volta às telinhas com a nova comédia romântica da JTBC que já se encontra disponível na Netflix! (Divulgação/JYP Entertainment) Lee Junho é um dos integrantes mais novos do grupo gerenciado pela JYP Entertainment composto atualmente por Jun.K, Taecyeon, Chansung, Nichkhun e Wooyoung. O ator, solista, dançarino, compositor e integrante do boygroup de K-pop 2PM fez sua estreia nos palcos no ano de 2008, com o lançamento do single "10 out of 10". Entretanto, o sucesso veio após o lançamento da segunda faixa, em meados de 2009, denominada "Again & Again", ambas pertencentes ao disco "Hottest Time Of The Day". Como solista, Junho fez sua estreia em 2013 com o álbum japonês denominado "Kimi no Koe", cujas faixas foram todas produzidas e compostas por ele. Somente em 2015, o cantor lançou seu primeiro álbum solo na Coreia do Sul, "One", um disco compilado de canções já lançadas e suas respectivas versões em coreano. Recentemente, em julho deste ano, Lee Junho fez seu retorno como solista com a faixa japonesa "Can I". Em 2013, Junho estreou seu primeiro papel na atuação com uma participação no filme de terror sul-coreano "Cold Eyes" e impressionou o público com sua atuação. Este foi o ponto de partida para uma sequência relevante e apaixonante de papéis que vieram a compor e consagrar Lee Junho como um dos atores mais bem quistos pelo público. E, mesmo com o alistamento militar obrigatório no ano de 2019, o artista segue sendo escalado para papéis cada vez melhores e de maior sucesso. Este foi o caso de seu mais recente K-drama "Sorriso Real" ("King The Land"), estrelado ao lado de Lim Yoona (SNSD), que virou febre na Netflix e ocupou por semanas a primeira posição entre as séries mais assistidas da plataforma. Leia também — Com final agridoce, 2ª temporada de D.P. Dog Day coloca o alvo no problema estrutural do exército Que tal conhecer alguns outros K-dramas do Junho e se apaixonar ainda mais por sua performance? O Café com Kimchi selecionou as melhores recomendações e você pode conferir logo após a publicidade. K-dramas imperdíveis estrelados por Lee Junho Good Manager Fugindo dos papéis dramáticos e clássicos de mocinho romântico, Lee Junho surpreendeu com sua atuação como vilão ambicioso e egoísta no drama de comédia corporativa "Good Manager" (ou "Chefe Kim"), lançado em 2017 e se encontra disponível na Netflix. O K-drama se trata de um dos papéis mais divertidos do ator, que de fato, não perdeu o charme nem mesmo sendo um corrupto vilão cujo objetivo é desviar dinheiro e manipular pessoas dentro da empresa, para crescer financeiramente cada vez mais. Na trama, o protagonista Kim Sungryong (Nam Goong Min) é um contador espertalhão que sonega impostos para mafiosos, mas que acaba enfurecendo o chefe e precisa fugir com urgência para não enfrentar a fúria do criminoso. Desta forma, o personagem acaba conseguindo uma vaga de emprego na TQ Group, uma grande empresa da capital, na intenção de desviar o máximo de dinheiro possível para fugir do país. Entretanto, a TQ Group acaba se mostrando como uma furada ainda pior, devido à quantidade absurda de corrupção e manipulação por parte de funcionários em cargo de liderança, fator que acaba impedindo Sungryong de concretizar seu plano. Porém, isso desenvolve um senso de justiça no contador e o leva a iniciar uma revolução na empresa em prol dos funcionários prejudicados. Em contraparte, Seoyool (Lee Junho) se mostra como o maior dos impedimentos, tanto para os planos do protagonista, quanto para a realização das mudanças estruturais na empresa no que se diz respeito aos direitos dos funcionários. O personagem do astro do 2PM é um ex-promotor corrupto, disposto a tudo para conseguir crescer às custas dos outros. De fato, Junho provou ser capaz de fazer o público criar uma relação de amor e ódio intensa com o personagem, semelhante ao caso de seu amigo e parceiro de grupo, Taecyeon, que viveu o vilão Jang Junwoo em "Vincenzo" (2021). Leia também — Dramaland e Barbieverso: 6 doramas parecidos com filmes da Barbie Just Between Lovers A proposta de "Just Between Lovers" já inicia no desastre do desabamento de um shopping, que acaba ceifando aproximadamente 48 vidas e alguns muitos sonhos no ano de 2005. A trama aborda as consequências da catástrofe para as vítimas diretas e indiretas e conecta três sobreviventes cujas histórias de vida estão interligadas. O personagem de Lee Junho neste drama é Lee Kang Doo, um rapaz que desde a infância sonhava em ser jogador de futebol. Porém, ele teve seus sonhos interrompidos pelo acidente após um grave ferimento na perna e o falecimento de seu pai, que era um dos técnicos operadores da obra do shopping. Após ter que lidar com a perda do patriarca e o fim de seu sonho, Kang Doo passa a viver uma vida dominada pela dor e pelos traumas deixados como sequela do incidente. O par romântico de Kang Doo, e também sobrevivente do acidente, Ha Moon Soo (Won Jin Ah) estava no shopping com a irmã mais nova no momento do acidente e acabou perdendo-a no desabamento. Assim como o protagonista, sua vida é dominada pela culpa e pela dor da perda e o reencontro dos dois é um dos pontos-chave para o desenvolvimento de uma relação complexa, na qual ambos compartilham entre si as angústias da vida e seus respectivos traumas. Ao lado de Seo Joo Won (Lee Ki Woo), outro sobrevivente filho de um engenheiro que trabalhava na obra do shopping, os três lidam com suas dúvidas e feridas de formas complexas e têm suas vidas interligadas graças ao projeto Biotown, que visa substituir o antigo shopping. O amor pode superar a dor e a busca pela verdade após uma grande tragédia que assola vidas até hoje? Descubra conferindo essa obra dramática que está disponível na Netflix e, sem dúvidas, é um dos K-dramas estrelados por Junho que mais recebeu elogios da crítica após o lançamento em 2017. Leia também — Vale a pena assistir "Além do Guarda-Roupa"? Primeiras impressões do drama brasileiro da HBO Max The Red Sleeve Para quem não resiste a um clássico drama de época, com direito a realeza e cenas de tirar o fôlego, "The Red Sleeve" definitivamente é a trama perfeita que realiza os sonhos das Hottest (nome dos fãs do 2PM) e da dramaland de ver Lee Junho no papel de rei, trajando as tradicionais vestes da realeza sul-coreana. A trama, lançada em 2022 e transmitida pelo canal sul-coreano MBC, marcou o grande retorno de Junho para as telinhas após o tão desejado comeback do 2PM em 2021, com o disco "MUST". O drama histórico foi um grande sucesso e quebrou o recorde de audiência da emissora, com um clássico romance proibido entre um rei indiferente e perfeccionista e uma serva da corte de espírito livre. A trama trabalha em paralelo às perspectivas individuais do rei Yi San (Lee Junho) e a humilde Sung Deok Im (Lee Seyoung), de forma que nos faz acompanhar conjuntamente as histórias de vida de cada um. Assim, testemunhamos um entrelace entre essas duas vidas, em um enredo que não prioriza somente uma simples história de amor, mas os arcos individuais de dois personagens intrigantes, cuja dinâmica foge completamente dos padrões de uma relação entre um rei e sua subordinada. Yi San e Deok Im estão sempre em posição de igualdade nesta trágica história de amor, que foi inspirada no romance de Kang Mikang, denominado "The Red Sleeve Cuff". Você pode conferir o drama disponível na plataforma Viki Rakuten, com legendas em português desde seu lançamento oficial. Leia também — Além de "King The Land", conheça mais 5 K-dramas com a Yoona do SNSD The Confession Se você gostou de "The Good Bad Mother", também vai curtir "The Confession", uma história que envolve um dilema ético enfrentado por Cha Dohyun (Lee Junho), um grande advogado que lida com questões envolvendo o pai, devido a um crime cometido no passado. Por este motivo, ele acaba dedicando sua vida aos estudos para se tornarem profissionais da área do Direito, na intenção de descobrir a verdade por trás do ocorrido. Assim como o personagem Choi Kang Ho (Lee Dohyun) de "The Good Bad Mother", Cha Dohyun acaba imerso em uma teia de problemas, em especial, envolvendo um complexo caso de homicídio que acaba sendo destinado a ele. Impressionantemente, o advogado consegue inocentar seu cliente. A questão se complica quando, anos depois, um crime muito semelhante é cometido e acaba colocando um grande questionamento na defesa de Dohyun. O drama é perfeito para quem aprecia tramas mais jurídicas, pois aborda de forma objetiva e realista questões factuais do Direito — sem apelar para uma história mais mirabolante e focada na ação, como é o caso de "Vincenzo" (2021) e "Lawless Lawyer" (2018). Este K-drama nos leva a um profundo dilema ético e uma série de dúvidas e questionamentos que deixam o telespectador eufórico. Mesmo tendo sido exibido pela emissora tvN em 2019, a obra se encontra disponível na plataforma Amazon Prime Video e conta com somente 16 episódios. Você já assistiu a alguns desses K-dramas ou assistiu a outros projetos do astro do 2PM? Conte para o Café Com Kimchi nas redes sociais sobre qual você mais gostou e quais papéis você gostaria de ver Lee Junho interpretar futuramente!
- De Wang Zihao para LE'V: Ex-participante do "Boys Planet" debuta pela gravadora de Lay Zhang, do EXO
LE'V lançou o EP "A.I.BAE", estreando como solista sob a gerência da Chromosome Entertainment (Divulgação/Chromosome Entertainment) No início de 2023, conhecemos 98 rapazes que disputaram por uma das nove vagas finais no “Boys Planet”. O programa survival da Mnet chegou ao fim, dando origem ao atual boygroup temporário ZEROBASEONE, mas também nos oferecendo a oportunidade de acompanhar o desenvolvimento de outros talentos e carreiras. Uma delas foi a de Wang Zihao, que agora se apresenta pelo stage name LE’V e estreou como solista sob a gerência da Chromosome Entertainment Group, empresa liderada por Lay Zhang, integrante do EXO. Em 18 de agosto, LE’V debutou com o EP “A.I.BAE”, cuja faixa-título homônima foi gravada em versão coreana e chinesa, além de acompanhar dois videoclipes nos referidos idiomas. O extended play também conta com a música “Exchange ID”, e ambas as canções foram produzidas por Lay Zhang e escritas por um timaço de profissionais reconhecidos no K-pop. Um dos destaques na composição de “A.I.BAE” é LDN NOISE, dupla britânica que esteve por trás de grandes hits lançados pelos artistas da SM Entertainment, como “Monster”, do EXO, “4 Walls”, do f(x), e “Dumb Dumb”, do Red Velvet. O EP também contou com Adrian Mckinnon (“Candy”, do Baekhyun), Jeremy Tay Jasper (“The 7th Sense”, do NCT U) e Cho Yoon Kyoung, que já trabalhou para a gigante da Big 3, para a JYP Entertainment e, também, para a HYBE. Leia também — 5 anos de debut solo de Lay: Como a carreira do solista evoluiu desde o álbum Lose Control? O caminho de Wang Zihao até se tornar LE’V (Divulgação/Chromosome Entertainment) Nascido em 6 de março de 2001, Wang Zihao é da província de Henan, considerada o berço da civilização chinesa. Metade de sua vida foi dedicada à arte: o rapaz é dançarino há 11 anos, se apresentava em eventos e festivais e chegou até a dar aulas de dança. Nesta modalidade, o jovem artista se encontrou no krump, chegando a receber treinamento de Trix, do PrimeKingz, respeitado especialista na área. Zihao é um dos trainees mais antigos do catálogo de talentos da Chromosome Entertainment Group e, além de ter mostrado altas habilidades na dança, também provou ser um ótimo vocalista e rapper em apresentações no “Boys Planet”. No programa, destacou-se nas apresentações de “Kill This Love”, do BLACKPINK, e em seu cover de “Veil”, de Lay Zhang. Na época de sua participação, o artista também chamou atenção em sua aparição no canal 1MILLION Dance Studio, no qual dançou “Apologies”, da Destiny Rogers. A história de Wang Zihao com o seu atual agente Lay Zhang é anterior ao seu recrutamento na Chromosome Entertainment Group. Em 2019, o artista fez diversos covers das músicas do integrante do EXO, incluindo “Give Me a Chance” e o remix “SHEEP Relift”. Se antes ele era fã, Zihao ascendeu, ganhando um espaço privilegiado ao lado do CEO no palco, em uma apresentação da faixa “Lit”. “Antes de entrar na empresa, eu estava aprendendo a dança do Sr. Zhang. Eu estava muito nervoso no mesmo palco com o Sr. Zhang pela primeira vez. Eu temia que, se não pudesse dançar bem, não atenderia aos requisitos do Sr. Zhang”, escreveu o rapaz em sua conta no Weibo, após a performance. Após sua saída do “Boys Planet” em abril, onde conquistou o 19º lugar na competição, Wang Zihao já preparava o terreno para sua estreia como LE’V. Em 10 e 11 de junho, o agora solista realizou o fanmeeting “Lock Your Heart, Just Do It!”, no centro de exposições Tokyo International Forum, junto com Hiroto, outro ex-participante do programa. A dupla lotou o local com 10 mil assentos e repetiu a dose no mês seguinte, com encontros de fãs em Osaka, também no Japão. O anúncio do debut solo de LE’V, com o EP “A.I.BAE” veio no final de julho. Já disponível nas plataformas digitais de streaming, o disco será amplamente promovido na Coreia do Sul e já é motivo de orgulho para Lay Zhang. Em publicação recente no Weibo, o CEO elogiou seu pupilo. “A transformação vem em troca do trabalho árduo realizado silenciosamente nesses últimos três anos. O primeiro filho da The Four Holy Beast [subsidiária da Chromosome] estreou e estou muito feliz por vê-lo brilhar no palco. Wang Zihao, receba o EP que foi feito sob medida para você e voe alto.”
- Oldboy, filme de Park Chanwook, ganha remaster em 2023 nos cinemas do Brasil e do mundo
Saiba mais sobre a obra do conceituado Park Chanwook e sua relevância para seu país (Divulgação / Show East) OLDBOY: Dias de Vingança, ou apenas OLDBOY é um conceituado filme coreano de 2003, baseado em um mangá de 1996, escrito por Garon Tsuchiya, e ilustrado por Nobuaki Minegishi. O longa-metragem estreou em 2003, como parte da Trilogia Vingança, dirigido pelo grande diretor Park Chanwook, que possui uma filmografia muito estimada. Após 20 anos de sua estreia, a produção será remasterizada e irá para as grandes telas de todo o mundo, no dia 21 de setembro. O enredo de Oldboy é vingança, e retrata a história de Oh Daesu, interpretado pelo ator Choi Minsik, que esteve em filmes como Lucy, O Almirante e no k-drama A Próxima Aposta. Esse homem é uma pessoa comum com uma família, que de repente desaparece, e passa 15 anos aprisionado sem saber o motivo. Ele descobre que é suspeito de assassinar sua esposa, e assim, libertado pelos seus prisioneiros, que dão um prazo de cinco dias para descobrir por que passou tanto tempo preso. É um filme cheio de ação, para aqueles que gostam. Leia também: A vingança não é plena? Descubra em My Name, City Hunter e mais doramas sobre vinganças A produção é o segundo longa da Trilogia Vingança, sendo o primeiro Mr. Vingança (2002), e o terceiro Lady Vingança (2005). Apesar de todos tratarem da mesma temática, não tem nenhuma relação direta, e não são sequenciais, podendo assim ser assistidos em qualquer ordem, e sem a necessidade de ver todos para fazer sentido. Entre os três filmes da franquia, Oldboy foi o mais bem recebido pela crítica, assim como seu sucessor, Lady Vingança. Ambos são conceituados internacionalmente, já que fizeram sucesso em festivais internacionais como Festival de Cannes, onde Old Boy ganhou o prêmio Grand Prix em 2004, e o terceiro filme da trilogia concorreu ao Golden Lion no Festival de Cinema de Veneza em 2005. O legado Oldboy tem grande relevância para o cinema coreano, mas também ao redor do mundo. O filme se tornou referência em suas cenas de ação, principalmente a icônica cena de luta que acontece em um corredor, que serviu de inspiração para uma sequência em específico, da série Demolidor da Marvel. Além disso, ganhou um remake americano em 2013, dirigido por Spike Lee e estrelado por Josh Broslin e Elizabeth Olsen. Leia também: Universo Marvel: Conheça os atores de ascendência asiática que atuaram nos filmes de super-heróis Quem é o diretor Park Chanwook tem uma lista ampla e bem reconhecida de filmes. Além da trilogia, ele também foi responsável pela produção de Expresso do Amanhã, protagonizado por Chris Evans e dirigido por Bong Joongho, diretor de Parasita e Okja. Ainda, dirigiu A Criada, trama LGBTQ+ estrelada por Kim Taeri e Kim Minhee. As brilhantes produções de Chanwook não param, o projeto mais recente dele é Decision To Leave, que estreia em outubro, e escolhido para representar a Coreia do Sul no Oscar de 2023. Ele já foi premiado pelo filme no Festival de Cannes, levando a estatueta de Melhor Diretor. No elenco, estão Park Haeil como protagonista e Tang Wei. Leia também: Decision to Leave: Conheça o novo filme de Park Chan-wook escolhido para o Oscar de 2023 Você pode conferir o filme nos cinemas de todo o Brasil, no dia 21 de setembro de 2023. Vale a pena, não?
- Jihyo, do TWICE, tem um affair de verão em "Killin' Me Good" e lança seu primeiro álbum solo "ZONE"
"Killin' Me Good" é a faixa principal do disco, que ainda conta com parcerias com a Heize e o americano 24kGoldn; veja nossa nota para o lançamento (Divulgação / JYP Entertainment) Líder de um dos maiores grupos de K-pop da atualidade, a Jihyo finalmente fez sua estreia oficial como solista! A cantora divulgou o álbum "ZONE" na madrugada desta sexta-feira (18), com sete músicas, incluindo a faixa título "Killin' Me Good". Para além de algumas OSTs, este é o primeiro disco solo da Jihyo, que debutou no TWICE em 2015 após seu bom desempenho no reality show "Sixteen". Seu último trabalho com o grupo foi o álbum "Ready To Be", lançado em março. Para "Killin' Me Good", Jihyo divulgou um videoclipe bem fresh que une cenas de um romance de verão a trechos da coreografia super elaborada. Na produção, a solista se apaixona, sai com as amigas em uma noite quente, relembra momentos fofos com o amado e até dança na chuva; mas o ápice é sequência final, quando Jihyo decide encerrar essa fase de domesticidade em sua vida e, literalmente, aparece de cropped e sai para reagir! Confira o MV após a publicidade e, em seguida, veja o que o Café achou do novo álbum da Jihyo, "Zone", em uma review faixa a faixa. "Zone", da Jihyo, é um hino do verão feito para seduzir "Killin' Me Good" abre o álbum e é tão poderosa sonoramente quanto é em seu music video. De toda a coletânea apresentada aqui, essa é talvez a faixa que melhor exprime o momento em que "Zone" foi lançado: o verão coreano. A música registra um frescor irresistível, é viciante e gruda na cabeça, em especial o trecho logo após o refrão, quando Jihyo canta "you're making me feel something new". Groovy e de fácil assimilação, a faixa realmente permite que Jihyo comece sua carreira solo trazendo novas sensações ao público. Você escutou um quê de Dua Lipa no comecinho de "Talkin' About It"? Pois é, a segunda faixa de "Zone" traz essa referência no início, mas consegue se reinventar antes de antes de atingir o refrão e se transforma em algo inteiramente original. Com trechos em que a voz da Jihyo se destaca por completo do instrumental, a música desperta nostalgia — com aquele electropop da década passada — e sedução, dando apenas uma prévia do que vem por aí no álbum. Vale ressaltar que "Talkin' About It" é toda cantada em inglês e é um feat internacional com o rapper americano 24kGoldn. A parceria é um grande acerto: o rapper não domina a música, a estrela continua sendo a solista, mas suas inferências dão uma boa quebra na repetição de oh-ohs e hum-hums do refrão. Jihyo participou na composição da faixa; na realidade, ela participou da produção de todas as faixas do álbum, com exceção da title que foi escrita por J.Y Park. Diva! "Closer" é a terceira faixa do projeto, e logo entendemos por que a Jihyo escolheu essa faixa para apresentar nos programas musicais junto da title. Sexy desde os segundos iniciais, ela ascende no refrão, com a batida mais marcada e impactante. A coreografia acompanha a proposta da música e instiga a audiência a fazer exatamente o que a letra sugere: se aproximar e se envolver cada vez mais. O único defeito da canção é ter apenas dois minutos e meio. Poxa, por que tão curtinha? Em "Zone", Jihyo se prova uma potência do K-R&B "Wishing On You", é mais lenta, forte no R&B e brinca com elementos sonoros quase aleatórios — como o som de um telefone chamando —, que equilibram a morosidade da quarta faixa. Embora mais suave, é também um a música sensual e coerente com a aposta de "Zone". Assim como em "Talkin' About It", o refrão registra a repetição de fonemas, dessa vez até de forma mais insistente, o que pode levar a faixa a se tornar enjoativa já na primeira escuta. Mas, ainda assim, ela não perde o seu brilho. "Don't Wanna Go Back", a quinta faixa, é um dueto com a Heize, que já colaborou também com o Chen do EXO, o I.M do MONSTA X, a Minnie do (G)I-dle e muitos outros artistas de K-pop. Em mais essa parceria de sucesso, as duas solistas dividem os holofotes — e as lines, com a Heize cantando toda a segunda estrofe — e encontram o tom perfeito para criar uma música emotiva, cativante e com fortes influências do R&B. Suas vozes se complementam e tornam esta uma das hidden gems do álbum "Zone". "Room" é a sexta música de "Zone" e transcende as demais já na introdução, com o K-R&B aliado a um toque de indie pop e pop alternativo. A faixa mostra que, apesar do vocal potente ser um dos grandes trunfos da Jihyo, ela não precisa usar desse artifício o tempo todo, e timbres mais neutros também lhe caem muito bem. Mas, se você é fã dela pelas típicas high notes, não se preocupe — elas voltam na ponte da canção. Em suma, uma faixa de construção simples, gostosa de ouvir e uma valiosa adição à tracklist. Agora, esqueça tudo o que falamos de verão! "Nightmare" encerra o álbum com notas frias de sedução e nostalgia, que remetem a referências como os lançamentos mais "obscuros" da SUNMI, anos 80 e até um pouco de rock. Se a faixa parece invernal e destoada da coletânea, há um bom motivo para isso — ela já havia sido apresentada aos fãs durante a última turnê do TWICE, indicando o solo da Jihyo que ainda estava por vir. Mesmo diferente, é uma música incrível, com momentos de impacto pontuais e definidos que valorizam a voz singular da solista. Uma estreia marcada por acertos Não há o que divagar sobre o talento e o vocal impecável da Jihyo — tudo isso já havia sido demonstrado antes da sua estreia solo, e o debut veio apenas para reiterar. Mas o novo álbum permite que a cantora explore novas sonoridades, dê mais de seu toque pessoal às músicas e brilhe ainda mais. Não restam dúvidas: "Zone" da Jihyo mostra que, além do seu lugar na história do K-pop como membro do TWICE, ela está pronta para conquistar uma cadeira cativa no gênero também como solista. Confira o álbum completo e a nota do lançamento abaixo. O que você achou da estreia da Jihyo, do TWICE, como solista? Conte para o Café nas nossas redes sociais!
- KINGDOM no Brasil: Ingressos, preços e tudo o que você precisa saber sobre o show do grupo de K-pop
A turnê "KINGDOM GRAND AMERICA TOUR" vem para São Paulo em setembro e, além do show, ainda conta com eventos de interação com os idols (Divulgação/GF Entertainment) O Brasil vai receber muitos grupos de K-pop este ano e o KINGDOM é um deles. O grupo masculino da GF Entertainment tem show marcado para 27 de setembro, no Carioca Club, em São Paulo. Os ingressos estão sendo vendidos pelo site Kpoptickets, a partir de 200 reais, e, além das entradas para o concerto, pacotes de benefícios extras também estão disponíveis. Formado por Dann, Arthur, Mujin, Louis, Ivan, Hwon e Jahan, KINGDOM estreou em 18 de fevereiro de 2021. O nome do grupo e de cada integrante faz jus ao conceito, que consiste em representar um rei diferente na história mundial. Desde o debut, eles têm lançado uma franquia de álbuns intitulada “History of Kingdom”, cujas parcelas são focadas em cada membro da realeza. O boygroup está vindo para o Brasil com a turnê “KINGDOM GRAND AMERICA TOUR”, que passará também por países vizinhos, incluindo Chile, Colômbia e México. Ficou interessado? O Café Com Kimchi trouxe informações sobre ingressos, mapa do local e pacotes repletos de benefícios para o show do grupo em São Paulo. Continue por aqui! Preços e tipos de ingresso para o show do KINGDOM ENTRADAS PARA O SHOW T1: R$450 (inteira) | R$225 (meia) T2: R$346 (inteira) | R$173 (meia) T3: R$280 (inteira) | R$140 (meia) T4: R$200 (preço único) (Divulgação/Studio PAV) PACOTES COM BENEFÍCIOS Ingresso VVIP: R$440 Benefícios: Fansign (sessão de autógrafos), pôster do fansign, foto em grupo, hi-touch, crachá e cordão VVIP, primeiro grupo a entrar no local do show Ingresso VIP: R$340 Benefícios: Foto em grupo, hi-touch, crachá e cordão VIP (entrada após o VVIP) Standard Snapshot Pick-A-Pose: R$166 Benefícios: Nesta modalidade de ingresso, oferecida exclusivamente pela produtora Studio PAV, o fã pode escolher um integrante e tirar uma foto polaroid só com ele. Como menciona o nome da categoria, o comprador também pode selecionar uma das poses pré-estabelecidas para o seu idol favorito realizar na foto. A imagem será feita instantaneamente, após o show, e entregue ao portador do ingresso. Aviso importante: Os pacotes VVIP e VIP, além da modalidade Snapshot Pick-A-Pose, são vendidos separadamente e, por isso, precisam ser complementados com o ingresso que garante a entrada do show — aqueles primeiros mencionados, que vão do setor T1 ao T4. Vale lembrar também que todos os preços acima estão sujeitos a taxa de conveniência do site responsável pela venda. Serviço: “KINGDOM GRAND AMERICA TOUR” Data: 27 de setembro (quarta-feira) Horário: 20h Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros — SP, 05407-004) Venda online: Kpoptickets
- NCT Dream, ATEEZ e mais: Shows de K-pop no Brasil confirmados para 2023
As atrações sul-coreanas confirmadas em 2023 marcam a retomada de investimento no público brasileiro pós-pandemia (Divulgação/SM Entertainment) O Brasil recebe shows de K-pop e artistas coreanos de outros gêneros há mais de uma década, mas, assim como no mundo todo, as atrações por aqui foram obrigadas a fazer uma pausa após a pandemia de COVID-19. Nos últimos dois anos, grupos como o BTS, KARD e NU'EST — que já são figurinhas carimbadas no Brasil — não puderam vir, mas isso já está mudando. O país que, em 2014, recebeu uma edição do Music Bank com SHINee, MBLAQ, INFINITE entre outros, reentrou no radar dos shows de K-pop. Com a diminuição nos casos de COVID-19, vários shows já foram confirmados em 2023, incluindo atrações que muitos fãs não esperavam, como NCT 127 e Super Junior. O Café Com Kimchi fez uma lista com as atrações já confirmadas. Vale mencionar que, até o final de 2023, este calendário de shows será constantemente atualizado, para garantir que as informações estejam corretas em qualquer período em que esta matéria for consultada por nossos leitores. Leia Também — 7 momentos em que o Chen do EXO provou ter uma voz única e potente no K-Pop NCT Dream (4 de julho) (Divulgação/SM Entertainment) Após a vinda do NCT 127, chegou o momento do NCT Dream fazer a alegria dos fãs. O grupo da SM Entertainment virão ao Brasil em 4 de julho, para um show único no Vibra SP, em São Paulo. Os preços dos ingressos da turnê "THE DREAM SHOW 2: In Your Dream" variam entre R$175 e R$950 e as vendas são efetuadas pelo site Uhuul. Asia Star Festival (7 de julho) (Divulgação/Highway Star) Há anos, a produtora Highway Star tem se comprometido em trazer shows de K-pop para o Brasil, já tendo realizado concertos de grupos como MONSTA X, Pentagon e Dreamcatcher por aqui. Agora, estão preparando seu primeiro festival, o Asia Star, com a intenção de trazer não apenas artistas sul-coreanos, mas honrará seu nome com cantores e grupos de outros países asiáticos. O evento acontecerá em 7 de julho e as vendas serão efetuadas pelo site da Eventim. WOODZ (14 de julho) (Divulgação/Yuehua Entertainment) O solista WOODZ, também conhecido pelos nomes Cho Seungyoun ou Luizinho, vem ao Brasil para um show único em São Paulo. Em 14 de julho, o cantor traz a turnê mundial "OO-LI" para o Terra SP. Os valores vão de R$150 a R$640 e o concerto ainda conta com pacotes VIP que garantem benefícios como foto em grupo e acesso ao soundcheck. As vendas estão sendo realizadas no site Shotgun. P1Harmony (21 e 23 de julho) (Divulgação/FNC Entertainment) P1Harmony é um dos boygroups que chegam ao Brasil em 2023. O sexteto fará dois shows no Brasil com a turnê "P1USTAGE H:P1ONEER". Os concertos vão acontecer em São Paulo, no Tokio Marine Hall, em 21 de julho, e em Porto Alegre, no Pepsi on Stage, no dia 23 do mesmo mes. O primeiro está sendo vendido no site da Eventim, enquanto o segundo pode ser adquirido no Sympla. Epik High (4 e 6 de agosto) (Divulgação/Woollim Entertainment) O icônico trio de hip-hop sul-coreano trará a turnê "ALL THE TIME HIGH" para o Brasil nos dias 4 e 6 de agosto, no Rio de Janeiro (Vivo Rio) e em São Paulo (Vibra SP), respectivamente. Os ingressos estão disponíveis no Sympla, cujos preços variam entre R$150 e R$800, no qual o pacote mais caro dá direito ao Meet&Greet e um espacinho privilegiado na área mais próxima do palco. ATEEZ (26 de agosto) (Divulgação/KQ Entertainment) ATEEZ já flertou com a América do Sul anteriormente, quando vieram ao Music Bank Chile em 2022. Agora, o grupo chega ao Brasil em alto estilo para um show no Allianz Parque, em São Paulo. O concerto da turnê "[THE FELLOWSHIP: BREAK THE WALL]" está marcado para acontecer em 26 de agosto e a venda de ingressos começa em 13 de junho, pela Eventim, enquanto os valores devem ser divulgados nos próximos dias. aespa (11 de setembro) (Divulgação/SM Entertainment) O Brasil definitivamente está no radar da SM Entertainment e, além dos boygroups da empresa que já vieram para o nosso país, o aespa também está confirmado. O quarteto traz a turnê "SYNK: HYPER LINE" para o Espaço Unimed, em São Paulo, no dia 11 de setembro. O valor dos ingressos varia entre R$245 e R$940. KINGDOM (27 de setembro) (Divulgação/GF Entertainment) Formado pelos integrantes Dann, Arthur, Mujin, Louis, Ivan, Hwon e Jahan, o boygroup KINGDOM conhecerá os fãs brasileiros pela primeira vez. Os rapazes trarão a turnê "KINGDOM GRAND AMERICA TOUR" para o show único em São Paulo, no Carioca Club, em 27 de setembro. Os ingressos estão sendo vendidos pela plataforma Bilheto e os preços variam entre R$200 e R$450, além dos eventos de interação com o grupo. Tabber (28 de outubro) (Divulgação/You.will.knovv) Não é K-pop, mas aqui também contemplamos a agenda de K-Hip-Hop. Dito isto, Tabber provocou alvoroço na plataforma X (antigo Twitter) após o anúncio de seu primeiro show em nosso país, com o concerto "TABBER FIRST LIVE IN BRAZIL". O rapper se apresentará no Jai Club, em São Paulo, no dia 28 de outubro. A venda está sendo realizada pela plataforma Clube do Ingresso. Eric Nam (20 de novembro) (Divulgação/CJ E&M) Empresário, apresentador, compositor, ator, cantor e por aí vai, Eric Nam é um talento inegável na indústria de K-pop e o Brasil vai sentir um gostinho de sua presença em 20 de novembro. Na data em questão, que cai em um feriado, o solista trará a turnê "House on a Hill" para o Cine Joia, em São Paulo. Os ingressos para o show estão a venda pelo Sympla. Shows de K-pop e KHH que já aconteceram no Brasil em 2023 Just B — 14 de janeiro, no Carioca Club Pinheiros (São Paulo) NCT 127 — 18 a 20 de janeiro, no Vibra SP (São Paulo) Super Junior — 9 de fevereiro, no Espaço Unimed (São Paulo) ONEUS — 15 de fevereiro, na Audio (São Paulo) BLOO — 18 de março, na Vip Station (São Paulo) VAPO — 25 de março, na Vip Station (São Paulo) The Rose — 26 de março, no Lollapalooza 2023 (São Paulo) OnlyOneOf — 19 e 21 de abril (Brasília e São Paulo) Jackson Wang — 15 de maio, no Espaço Unimed (São Paulo) Qual artista você ainda quer ver fazendo shows no Brasil? Conta nos comentários e já segue o Café nas nossas redes sociais!
- Por que a nova música do TripleS se chama "Girls' Capitalism"?
O tão esperado subgrupo da MODHAUS teve sua estreia e chamou atenção por escolher um título curioso para a faixa principal do álbum (Divulgação / MODHAUS) Na última quarta-feira (16 de agosto), o LOVElution, mais nova unit do grupo feminino TripleS, fez seu debut com o EP intitulado "ↀ" (lMuhan). Com a participação das integrantes Nien, Hyerin, Yubin, Kaede, Dahyun, Seoyeon, Sohyun e Xinyu, esse é o quarto subgrupo do projeto de 24 membros no total e, até agora, cinco units. A intenção do projeto é apresentar as múltiplas possibilidades e os múltiplos talentos de seus artistas. O último lançamento do TripleS foi o álbum "Assemble", em fevereiro deste ano e contou com a presença das dez primeiras integrantes escolhidas. A estreia desta semana, o EP de oito faixas inéditas e, aproximadamente, vinte minutos de duração, deixou o público super animado e também curioso, já que faixa principal recebeu um nome marcante: "Girls' Capitalism". Confira mais sobre a faixa após a publicidade. Leia também: TripleS: Conheça o promissor girlgroup formado por 24 membros selecionadas por votação "Girls' Capitalism" do TripleS foi produzida por El Capitxn, produtor conhecido no ramo e nome por trás de projetos do BTS, como o álbum "D-DAY" do rapper SUGA. A música registra uma melodia pop e um instrumental de pegada retrô. Ela foi definida pela SoHyun como uma canção que "pode transmitir uma energia positiva e te mostrar que você é linda sendo você mesma" (estilizado "beyoutiful"). O MV (music video) inicia com a entrada das integrantes para tirar a tradicional foto anual escolar como parte de um clube chamado "Mad Money Club For Sad Girls". Durante a produção que, até agora, acumula cerca de 10 milhões de views, as membros apresentam as dez regras do clube. Algumas regras, como "ler mais", "ter uma alimentação saudável" e "sonhar alto", são bem simples. Já outras, são inusitadas, como "não chore, seja rica" e "sem dinheiro, sem futuro." O grupo se utiliza de um conceito que é muito explorado no k-pop, o chamado girl crush, que busca passar uma mensagem positiva e de empoderamento feminino. Por mais que algumas pessoas tentem imaginar o verdadeiro significado no título escolhido para a estreia da unit, não há um sentido oficial anunciado pelo grupo ou empresa, mas é possível desenvolver interpretações através dos elementos, da narrativa e, principalmente, da letra. "Girls' Capitalism" parece falar das normas que são impostas para as mulheres, ditando como elas devem se portar, se alimentar, se vestir e até mesmo no que acreditar, coisas que podem ser conquistadas através do consumo. Mas, na faixa, as meninas falam sobre se sentir bem consigo mesma e encontrar a sua beleza interior — algo que não é preciso comprar. "Eu sou o meu próprio padrão. Oh, eu me amo" — Girls' Capitalism, TripleS Com a narrativa apresentada, pode-se dizer que o capitalismo das garotas (tradução literal do título "Girls' Capitalism") impõe regras ao sexo feminino, mas, com o avançar do MV, o TripleS / LOVElution se nega a segui-las e decide dar ouvido ao seu próprio coração, o que se conecta com o refrão simples e animado. Essa mensagem de superação não está apenas na letra, mas também em cenas do videoclipe. Uma delas é o momento em que as integrantes, com roupas básicas e "de cara limpa" dançam em um cenário com grandes bolsas de lojas e notas fiscais no fundo, mostrando que não seguem mais os ideiais de consumo e nem veem coisas "compráveis" como algo necessário para se sentir bem. (Reprodução / Youtube) Além de Girls' Capitalism do TripleS: mais músicas de empoderamento no Kpop Muitas artistas abordam a temática do empoderamento desde as primeiras gerações do k-pop, apostando no conceito girl crush e em mensagens de autoaceitação e amor próprio, seja em relação a padrões de beleza ou a seguir os sonhos. Essa também não é a primeira vez que o TripleS fala desses assuntos: na faixa título "Rising", presente no álbum "Assemble", o grupo canta sobre acreditar em si mesmo e não desistir, fazendo referência a sua grande estreia no MV. "Quanto mais forte a chuva, mais forte eu me torno" Outros grupos e solistas também têm trabalhos com esse conceito, como o ITZY com a famosa canção "Dalla Dalla", "HIP" do Mamamoo e "Woman" da cantora BoA, por exemplo. E aí, gostou da análise? Então segue o Café com Kimchi nas redes sociais para acompanhar mais conteúdos!
- "SAVAGE": A originalidade de aespa em forma de álbum
O girlgroup rookie finalmente lança o mini-álbum muito esperado pelo público e nos impressiona com sua singularidade (Reprodução / SM Entertainment) Depois do sucesso de Next Level, o grupo rookie feminino da SM Entertainment lançou seu primeiro mini-álbum intitulado SAVAGE no último dia 5. O compilado é um dos comebacks mais esperados pelo público, pois finalmente podemos ouvir mais cada voz singular das quatro integrantes – Winter, Karina, Giselle e NingNing — assim como definir seu estilo dentro do K-POP. O comeback do grupo vem chamando atenção desde o início de seu anúncio, com teasers passando de 200 mil likes no twitter, fotos chamativas e intrigantes, e o conceito bem único que nos faz enxergar a essência de aespa que se estende desde o debut do grupo. “Já faz um ano desde que debutamos. Parece que acabamos de apresentar (nosso single de estreia) ‘Black Mamba’ pela primeira vez ontem, mas o tempo voa (...) No início, me senti estranha e nervosa na frente da câmera, mas agora estou acostumada e posso aproveitar o palco. Sou grata aos nossos fãs.” – disse NingNing na coletiva de imprensa para ‘SAVAGE’. A música delas pega a base do K-POP e as pinta com uma paleta de diferentes influências musicais: um pouco de synth, trap, um pouco de EDM e referências de R&B. Pode parecer bagunçado para alguns, mas é super experimental e pode funcionar muito bem de uma maneira bem peculiar. Explorando o ‘Metaverse’ musical de aespa (Reprodução / SM Entertainment) O EP começa com aenergy nos introduzindo ao mundo construído especialmente para o conceito do grupo. É uma faixa cheia de energia, como seu próprio nome diz, com synth e cantos cativantes. Podemos imaginar perfeitamente um concerto iniciando com essa canção envolvendo e animando o público. A segunda faixa é a título Savage, que também nomeia o EP. A música tem a base no trap com vocais bem trabalhados que chamam atenção ao longo da canção. A música narra os esforços contínuos do grupo para desafiar a “Black Mamba” e elucida ainda mais o grupo e o “AE” (alter egos digitais das integrantes), que as leva para o mundo de Kwangya com a ajuda de “naevis” – um sistema de Inteligência Artificial que auxilia que as “AE” se comuniquem com as membros reais do grupo. Como esperado, a música é experimental, assim como tudo o que o grupo se propôs até agora. Sendo uma construção um pouco bagunçada, pode causar estranheza na primeira vez que se escuta, mas os vocais bem trabalhados das integrantes no pré-refrão pegam de surpresa e seguram a faixa com tudo o que tem e é, sem dúvidas, a melhor parte da música. A canção finaliza com high notes de Winter e NingNing – que não precisariam estar ali, já que no pré-refrão já foram realizadas notas altas que harmonizaram completamente com a melodia. O clipe da música conta, mais uma vez, a história das integrantes dentro do mundo de Kwangya com as “AE” refletindo a temática de ficção científica com um CGI de alto orçamento, criando uma experiência visualmente boa. Leia mais: Savage: conheça quem está por trás da produção do primeiro mini álbum do Aespa Seguindo pelo mini-álbum, temos a terceira música I’ll Make You Cry, escrita pela hitmaker KENZIE, é outra canção pop futurista, dançante e com sons de synth que juntos fazem da música uma bela bagunça e, como sempre, os vocais das integrantes se mostram fortes e bem trabalhados. Não é uma música tão envolvente quanto as duas primeiras faixas, mas se escutarmos várias vezes, podemos mudar de opinião. YEPPI YEPPI é a quarta canção do EP e começa com uma batida um pouco estranha e confusa, contém uma mistura de Deep House, Trance, Synth wave e trap, mas quando o refrão chega ele incrivelmente te contagia lembrando muito do old K-POP. A letra animada e positiva traz uma cor diferente para o compilado. A próxima faixa chama-se ICONIC e é um pouco mais simples que as anteriores, mas isso a faz ser notavelmente boa, contém adlibs incríveis das vocalistas – que é o ponto forte do grupo. O rap também tem destaque e possui um refrão super contagiante que não te faz esquecer que está escutando aespa. Por fim, Lucid Dream fecha o EP de forma especial. Indo na direção contrária a praticamente todo o compilado, essa faixa é mais calma, contendo um R&B futurístico que entrega um toque todo especial para os vocais e identidade de aespa. É, sem dúvidas, a melhor música do grupo até agora. Não é uma canção cheia de barulhos diferentes e nem um pouco bagunçada, ela foca bem no que o aespa tem de melhor e seria um ótimo enfoque para o grupo futuramente. Vale a pena colocar em sua playlist. Para descrever o primeiro EP de aespa em uma palavra, definitivamente usaria "único". Sua marca de K-POP futurista é algo que parece completamente novo, é original, extravagante e peculiar. SAVAGE é um mini-álbum de estreia super experimental, com um som ímpar que pode não ser agradável para todos, mas se você gosta de algum ruído e experimentação na sua playlist de K-POP, vai com certeza gostar. Leia mais: Lançamentos de K-Pop em outubro de 2021: Confira todos os comebacks do mês Quebrando recordes e ganhando espaço no K-POP A expectativa do público geral com o aespa foi personificada com seu sucesso quase instantâneo com SAVAGE. O grupo bateu o recorde de pré-vendas do álbum de estreia de um girlgroup com mais de 400 mil cópias reservadas, tornando-se, em seu segundo dia de vendas, o álbum de estreia mais vendido por um grupo feminino. (Reprodução / SM Entertainment) Como esperado, o sucesso nos charts foi indiscutível. Em 24h, obteve seu primeiro all-kill nos charts de tempo real – sendo o primeiro grupo da SM e da 4ª geração a obter esse feito. Espera-se que até o fim da primeira semana elas atinjam o primeiro PAK (perfect-all-kill) do grupo. Aespa também possui o TOP 3 de vídeo mais assistido nas primeiras 24h de lançamento no YouTube para os grupos da 4ª geração, com 30,7 milhões em SAVAGE, 25 milhões em Next Level e 21,4M em Black Mamba. E tudo isso nos deixa sem dúvidas de que aespa são definitivamente as rainhas da quarta geração.
- Combinando vocais de sereia e conceito tecnológico, aespa lança o single em inglês "Better Things"
O girlgroup da SM Entertainment virá ao Brasil em setembro para a turnê "SYNK: HYPER LINE" (Divulgação/Warner Music Brasil) Nesta sexta-feira (18), o aespa trouxe o frescor do verão para o nosso inverno brasileiro com o single “Better Things”. A nova música do quarteto agenciado pela SM Entertainment é totalmente em inglês e está disponível em todas as plataformas, incluindo o Youtube, no qual vem acompanhada de um videoclipe colorido e com o teor tecnológico que faz parte do conceito do grupo. Na letra de “Better Things”, aespa canta sobre a liberdade de já ter superado uma pessoa ou situação que as faziam mal, afirmando que têm “coisas melhores para fazer” com o tempo delas. Apesar de ser uma música nova, não é totalmente inédita, já que os fãs do grupo feminino de K-pop, conhecidos pelo nome “MY”, já tiveram a oportunidade de ouví-la em primeira mão nos shows da atual turnê “SYNK: HYPER LINE”. aespa vem para o Brasil em setembro Após quase três anos de estreia na indústria musical, aespa finalmente vai conhecer os fãs brasileiros em 11 de setembro, em show único da “SYNK: HYPER LINE” no Espaço Unimed, em São Paulo. A turnê começou em Seul, na Coreia do Sul, nos dias 25 e 26 de fevereiro deste ano e ganhou maior proporção ao ter outras datas anunciadas na América do Norte, Latina e Europa. Em 13 de agosto, o quarteto fez a primeira apresentação da “SYNK: HYPER LINE” fora do continente asiático, iniciando em Los Angeles. Agora, aespa tem outros concertos marcados nos Estados Unidos, além de também ter presença confirmada em países como México, Chile, Alemanha, Reino Unido e França. Leia também — O que é Kwangya? Conheça o multiverso da SM que engloba grupos como aespa, EXO e NCT Nos shows do aespa, o setlist conta com faixas como “Girls”, “Life’s Too Short” e “Illusion” do segundo mini-álbum de estúdio, além de músicas do EP “Savage”, como “aenergy” e “I’ll Make You Cry”. O disco mais recente do girlgroup, “MY WORLD”, lançado em maio deste ano, não ficou de fora, tendo as canções “I’m Unhappy”, “Spicy” e “Salty & Sweet” adicionadas na lista dos concertos. Vale lembrar que o grupo feminino da SM Entertainment acumulou alguns momentos virais nas redes sociais com a turnê “SYNK: HYPER LINE”. No início da série de concertos, em fevereiro, a integrante Winter se tornou assunto por seu solo de guitarra na abertura dos shows. Além disso, recentemente, Karina deu o que falar ao cantar a ponte de “Better Things” antes do lançamento oficial. O vídeo teve 18,2 mil curtidas e, até o momento, recebeu mais de um milhão de visualizações em uma única publicação na plataforma X (antigo Twitter). Confira:
- Savage: Conheça quem está por trás da produção do primeiro mini álbum do aespa
O disco conta com grandes compositores que marcaram a carreira de grupos como EXO, Twice e Red Velvet (Reprodução / SM Ent.) O tão esperado álbum do Aespa foi lançado nesta terça-feira (5). Savage apresenta um conceito bem autêntico e deixa claro a essência do grupo que chegou com tudo para marcar a 4ª geração do K-pop com o universo mágico de Kwangya e a singularidade de seu repertório. Costumamos estar sempre muito atentos ao conceito e a estrutura das músicas em si, mas quem será que está por trás da produção desse projeto? O álbum carrega uma construção bem diferenciada e arriscada, mesclando várias sonoridades em uma única faixa. Veja a seguir, pois o Café Com Kimchi te conta! Leia também: Colors from Ars: Antes do lançamento do álbum, relembre as melhores OSTs da carreira do Youngjae Produtores renomados reconhecidos por deixarem suas marcas em grandes faixas de artistas da SM Entertainment, não deixaram de participar das produções de Savage. O álbum já começa com uma canção escrita por Yoo Youngjin, intitulada Aenergy. Não é a primeira vez que o cantor e compositor aparece na discografia de Aespa, já que as meninas regravaram Forever, uma canção dele. A faixa título, que deu nome ao disco, também está creditada no nome de Youngjin. A solista Saay, conhecida por compor a faixa título Bambi, do terceiro mini álbum de Baekhyun e Good At Love, música do álbum japonês do grupo Twice, compôs a b-side YEPPI YEPPI. Nessa mesma música, Deez está na produção e composição, ele também produziu notáveis projetos de artistas da SM, como Retro de Shinee e Girls Are Back do grupo feminino Girls Generation. Leia também: "Formula of Love: O+T=<3": Twice estuda sobre o amor e apresenta um dos melhores álbuns da carreira Mas não para por aí, a compositora KENZIE escreveu a faixa Make You Cry. Ela é responsável por composições marcantes de diversos artistas da SM e está muito presente na discografia do grupo masculino EXO, entre as faixas, está Monster, Overdose, Obsession e a mais recente, Don’t Fight The Feeling. Ela também compôs Psycho, do grupo feminino Red Velvet. Aespa estreou também com uma participação internacional bem notável na composição de uma das músicas do mini álbum. Hayley Kiyoko, está presente na última faixa do disco, Lucid Dream. A atriz e cantora é conhecida por canções icônicas como Girls Like Girls e Curious e por estrelar um dos live-actions de Scooby Doo (2009) e Lemonade Mouth da Disney. Leia também: EXO vs X-EXO: relembre a batalha entre o grupo e seus clones














