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  • In The Soop Friendcation: Tudo sobre o reality do Wooga Squad que chegará no Disney+ Brasil

    Park Seo-joon, Choi Woo-shik, V do BTS, Park Hyung-sik e Peakboy se unem na atração do streaming, "In The Soop; Friendcation", que estreia em outubro por aqui (Disney Plus/Reprodução) Se há uma coisa que a gente gosta no entretenimento sul-coreano, são as amizades entre cantores e atores na indústria. E nisso, os atores Park Seojoon, Choi Wooshik e Park Hyungsik, o cantor e rapper Peakboy e o V do BTS são mais do que experts. A partir deste mês de julho, o grupo irá se reunir no programa In The Soop: Friendcation, atração do streaming Disney Plus que inaugura a parceria da empresa com a HYBE. Se você já está familiarizado com o In The Soop, a diversão pode estar garantida; mas caso não conheça, estamos aqui para te ajudar. O quinteto de amigos, também conhecido como Wooga Squad, vai se reunir pela primeira vez num reality show; mas essa não é a primeira vez em que os famosos se encontram na frente das delas. Leia também: Solteiros, Ilhados e Desesperados: Conheça 8 reality shows sul-coreanos de namoro igualmente bons Para conhecer mais a respeito do In The Soop: Friendcation, continue lendo o post abaixo e saiba tudo sobre o programa: Antes de tudo, como o Wooga Squad foi formado? Como dito acima, o Wooga Squad é formado por Seojoon, Hyungsik, Wooshik, Taehyung e Peakboy e existe desde meados de 2016. Na ocasião, Park Seojoon, Park Hyunshik e V se conheceram na época das gravações do dorama Hwarang, produção amplamente conhecida na dramaland e que vai entrar na Netflix em breve. Com isso, a amizade dos três se fortaleceu, e posteriormente Seojoon convidou Peakboy para integrar a galera; e Wooshik veio logo depois também. A relação entre os cinco já foi comentada em diversas ocasiões, e rendeu momentos em reality shows e registros nas redes sociais, e até mesmo interações em ocasiões ao vivo. Em entrevista feita para o jornal The Guardian, Park Seojoon comentou a respeito do quinteto e salientou a importância dos rapazes em sua vida, e o fato de seus interesses e ideias combinarem tanto: Eles são amigos muito bons e me confortam. Não só compartilhamos dos mesmos valores, pensamentos e perspectivas em relação às coisas, como também estamos em indústrias similares; e nisso somos capazes de dar conselhos uns para os outros. Assim, o público já pode esperar muitos momentos divertidos, fofos e de fraternidade com o Wooga Squad ao longo do In The Soop: Friendcation. Inclusive, vale ressaltar que o programa terá um total de quatro episódios, lançados semanalmente às sextas-feiras no Disney Plus, o que pode render muito material para se divertir com o grupo. Confira um dos trailers postados nas redes sociais do Disney Plus: Você pode gostar desta lista: Mais que amigos, friends: Conheça as amizades mais poderosas do K-pop O formato de reality show do In The Soop, criado pela HYBE O programa In The Soop surgiu como um programa especial com os grupos BTS e Seventeen, cada um com sua respectiva temporada; e o formato escolhido pela HYBE deu muito certo com os públicos dos boygroups. Para quem nunca assistiu, os cantores (ou celebridades em questão) viajam para um lugar distante das grandes cidades, e passam um período de tempo em espaços turísticos, pousadas e/ou hotéis no intuito de se entreter. Apesar disso, mesmo longe do barulho e do trabalho como idols em Seul, os protagonistas do In The Soop também precisam realizar tarefinhas para ficar no local de "férias" — todas envolvendo a diversão, claro. O V é o veterano da vez com o Wooga Squad, pois com o BTS, o cantor apareceu no In The Soop nos episódios de 2020 e 2021 e que estão disponíveis na plataforma Weverse. Uma curiosidade é que, no hangul, o "soop" do título na verdade é escrito como "숲" (sup), que significa "floresta"; o que tem tudo a ver com os destinos escolhidos no programa, sempre próximos de muita natureza. Vai passar In The Soop: Friendcation no Disney Plus do Brasil? Onde posso assistir? Sim! Em anúncio recente do Disney Plus Brasil, foi dito que o In The Soop: Friendcation será adicionado no catálogo do streaming logo mais. A atração com o Wooga Squad ficará disponível na plataforma brasileira a partir do dia 19 de outubro. Isso se deve ao fato de que o BTS, em anúncio de 2022, divulgou que fechou uma parceria com o streaming para o lançamento de alguns projetos especiais. E segundo a Walt Disney Company, tais conteúdos da HYBE serão inseridos no streaming do Brasil. Um deles é o concerto da Permission to Dance on Stage, que aconteceu em Los Angeles em novembro do ano passado. E além do show, o documentário "BTS Monuments: Beyond the Star" chegará ao Disney no ano que vem, com a ideia de mostrar um pouco mais sobre a história da carreira e música do BTS. E você, está animado para assistir ao In The Soop: Friendcation? Não se esqueça de comentar a novidade nas redes sociais do Café com Kimchi!

  • His Man: Conheça mais sobre o reality coreano de namoro gay

    A produção é o primeiro programa da Coreia do Sul a focar exclusivamente em casais masculinos; saiba mais detalhes (Divulgação) Seguindo o sucesso de outros realities de namoro como Casais em Crise, e Solteiros, Ilhados e Desesperados (Single’s Inferno), a Coreia decidiu apostar no público LGBTQ+. Um pouco antes de His Man ser lançado, estreou o programa Marry Queer, que conta sobre a realidade de casais da comunidade, sendo o primeiro do gênero. Com isso, o His Man é o primeiro reality de namoro gay coreano, e o lançamento destes programas foi impulsionado pelo crescimento na popularidade dos doramas Boys Love, e o aumento do interesse do público nesta temática. Além do mais, se você gosta de realities de namoro, o Café já fez uma lista com programas deste tipo. Agora, para ser mais sobre o His Man, continue lendo o texto abaixo! Leia Também - Casais em Crise: Quais são os melhores casais do reality-show coreano na Netflix? E os piores? O Programa His Man His Man começou no dia 15 de julho, e no programa, oito homens solteiros são colocados para dividir uma casa; onde irão conviver juntos, interagir e se conhecer melhor, passando oito dias na residência. Nisso, o reality tem a previsão de 11 episódios no total. Para quem estiver interessado em assistir, His Man está disponível na plataforma GagaOOLala, porém é preciso fazer uma assinatura paga — então grande parte do público está dependendo do trabalho dos fansubs. Reclamações do público sul-coreano O programa His Man começou envolto em reclamações do público da Coreia do Sul. Entre os argumentos, existe a fala de que "este tipo de conteúdo vai influenciar as crianças". His Man começou com o lançamento de dois episódios semanais; porém devido a tais constatações dos netizens coreanos, a produtora diminuiu temporariamente para um episódio semanal. Mas a mudança durou pouco, e para alegria dos fãs do reality, o duplo lançamento foi retomado. Leia Também - Uma Advogada Extraordinária: Conheça o sucesso da Netflix com a Park Eun-bin e que vai virar webtoon Conheça os participantes do reality show Os oito participantes do His Man são: Hyeok Jun que tem 35 anos e é cabeleireiro; Seon Yul que também tem 35 anos e é sommelier especialista em vinhos; Hokeep é dançarino e coreografo e completou 32 anos recentemente; Hyeon Lee é um artista drag que tem 31 anos; Kim Changmin tem 29 anos e é Dono de um restaurante; Eunchan é gerente de loja de departamento e tem 27 anos; Changyu é criador de conteúdo digital e tem 26 anos e por fim, o mais novo é Jeonghyeon que tem 21 anos e trabalha como maquiador e cabeleireiro. Leia Também - If You Wish Upon Me: Conheça o dorama com Sooyoung do SNSD inspirado em instituição beneficente Ficou interessado pelo programa? Comenta com o Café nas nossas redes sociais!

  • Retiro de Jovens Atores: Conheça o reality show coreano do Viki com astros de doramas

    Retiro de Jovens Atores reúne um elenco conhecido por sua atuação nos doramas Love in the Moonlight, Itaewon Class e The Sound of Magic (Divulgação/TVING) Realities Shows coreanos estão cada vez mais em alta, desde programas de relacionamentos, como Casais em Crise e Solteiros, Ilhados e Desesperados, até os musicais, como a franquia Produce e Girls Planet 999. Depois de tantos títulos de entretenimentos de sucesso, chegou a vez de Young Actors Retreat se arriscar reunindo atores dos doramas famosos, sendo eles, Love in the Moonlight (2016), Itaewon Class (2020) e The Sound of Magic (2022). A TVING é a responsável pela transmissão, que teve início nesta sexta-feira (9), com o lançamento de dois episódios, que deve seguir neste formato ao longo das próximas semana, até o encerramento em 21 de outubro. Para Young Actors Retreat, também conhecido como Youth MT ou Retiro de Jovens Atores, estão previstos oito episódios compostos pelos principais nomes que fizeram parte do elenco de três K-Dramas que marcaram a TV sul-coreana. O reality show pretende reaproximar celebridades que não se veem há meses ou anos, através do contato do cotidiano, jogos e competições. Embarcam para o campo de Youth MT 15 atores dos três doramas dirigidos por Kim Seong Yoon, também diretor do programa de entretenimento. Leia também: His Man: Conheça mais sobre o reality coreano de namoro gay Para os que desejam acompanhar, a plataforma VIKI disponibilizará os episódios legendados. Cada um deve ter em média duração de uma hora, com lançamentos previstos para sextas-feiras. Como funciona Young Actors Retreat? Na Coreia do Sul é comum que grupos de estudantes ou trabalhadores viagem para o campo, com objetivo de socializar e conhecer novas pessoas. Young MT decidiu testar como seria a convivência de 15 atores, conhecidos por seus papéis em Love in the Moonlight, Itaewon Class e o Som da Magia os reunindo em seu próprio retiro no campo. Os artistas serão organizados em grupos ao lado de seus ex-colegas de trabalho. Depois de meses ou até anos sem se verem, as celebridades terão a oportunidade de retomar uma amizade ou construir novas, reencontrar amigos sem as pressões da rotina de trabalho. Enquanto o público poderá ver interações entre seus atores favoritas e como eles se saem em situações inusitadas. Ao longo dos oito episódios estão previstas competições, jogos, situações comuns do dia-a-dia. Elenco de milhões Love in the Moonlight (2016) (Reprodução/TVING) Park Bo Gum Kim Yoo Jung Jung Jin Young Chae Soo Bin Kwak Dong Yeon Itaewon Class (2020) (Reprodução/TVING) Park Seo Joon Ahn Bo Hyun Kwon Na Ra Lee Joo Young O Som da Magia (2022) (Reprodução/TVING) Ji Chang Wook Ryu Kyung Soo Choi Sung Eun Hwang In Youp Ji Hye Won Kim Bo Yun Leia também: In The Soop Friendcation: Tudo sobre o reality show com o Wooga Squad no Disney Plus Como foram os primeiros episódios? No primeiro episódio, os elencos dos três doramas se reúnem para um viagem. Porém, desde o início Youth MT mostra que sair com um grupo de 15 pessoas não é uma tarefa simples. Os protagonistas de cada K-Drama foram nomeados como capitães, agora cabe a Park Seo Jun, Ji Chang Wook e Kim Yoo Jung encontrar seus colegas para irem juntos para o acampamento. O episódio foca na busca de cada capitão pelos outros atores que compõem a sua equipe, que estão escondidos em diferentes lugares, e mostra o reencontro depois de tanto tempo. No episódio seguinte, todos os 15 atores foram encontrados e estão reunidos no acampamento com base em Boryeong. Dessa vez, o novo desafio será quebrar o gelo, apesar de serem ótimos em diferentes papéis, nem todos são extrovertidos como mostram na frente das câmeras. Esse será um passo importante para a construção da convivência dos três times. Leia também: New World: conheça 4 outros programas de variedades para você assistir e relaxar O que achou de Young Actors Retreat? Pretende acompanhar? Conta para a gente em nosso Instagram e Twitter.

  • Casais em Crise: Quem fica com quem no final do reality-show coreano na Netflix?

    Depois do sucesso de Solteiros, Ilhados e Desesperados, mais um programa de namoro chegou ao fim. Qual casal ficou junto? (Reprodução/Netflix) Após 16 episódios intensos, Casais em Crise chegou ao final da segunda temporada na Netflix nesta quinta-feira (15). Para quem caiu de paraquedas aqui, o reality-show coreano acompanha quatro casais que não conseguem resolver os problemas do próprio relacionamento — ou estão quase cansados de tanto tentar. Leia também — Solteiros, Ilhados e Desesperados: Conheça 8 reality shows sul-coreanos de namoro igualmente bons Eles, então, partem para uma viagem de duas semanas na Ilha de Jeju. Lá, o programa gera dinâmicas que fazem com que tenham encontros com o parceiro do outro e, também, conversem assuntos desconfortáveis entre si para chegar na raiz do problema do casal. No final do programa, precisam decidir que continuam com seu relacionamento atual ou vão embora sozinhos. Também podem escolher ficar com o par romântico de outro. E, afinal, algum casal ficou junto? Se sim, quem são eles? Caso não tenham ficado, o que motivou a decisão? Essas e quaisquer outras perguntas que vocês possam ter sobre o desfecho do programa serão respondidas pelo Café Com Kimchi. Continua por aqui! Quem ficou junto no final de Casais em Crise 2? Hiuhyeon e Jeonghun (Reprodução/Netflix) O casal listado como o melhor da temporada decidiu dar uma chance para o amor. A questão que causava incertezas entre eles era se Huihyeon poderia esperar Jeonghun por dois anos, enquanto o rapaz cumpre o serviço militar obrigatório na Coreia. A princípio, descobrimos que Huihyeon estava desanimada com o relacionamento por motivos financeiros e indecisões sobre o futuro, chegando a dizer que gostaria de sentir o coração bater forte novamente. Jeonghun, no entanto, se manteve firme na decisão de ficar com Huihyeon durante quase todos os episódios da temporada, mas ficou balançado ao ouvir certos comentários na casa, em que quase todos os participantes diziam que não era possível um relacionamento sobreviver a dois anos de separação. O que fez Jeonghun voltar ao seu posicionamento inicial foi um conselho da própria namorada, que disse que ele deveria pensar mais em si mesmo, e não no quanto ela estaria sofrendo sem ele durante seu alistamento no exército. Por fim, ficaram juntos! Dohyeong e Jiyu (Reprodução/Netflix) No início do programa, a dupla quase carregava uma placa neon na testa, escrito “não tem mais jeito”. Houve muitos dias em que eles não conseguiam dialogar sobre os problemas do passado — questões essas que eram o maior fardo do relacionamento. A falta de conversa sincera e o medo de magoar o outro (ou piorar a situação) parecia o maior vilão do casal, mas eles decidiram ficar juntos no fim do programa. Ao longo dos episódios, vimos Jiyu amadurecer e olhar para dentro, percebendo que não precisava mais censurar os próprios sentimentos. Essa observação surgiu em um encontro com Jeonghun, quando ele disse que a jovem precisava pensar em si mesma. Nesse momento, ela e Dohyeong começaram a ter conversas sérias e tensas, gerando o diálogo que eles sempre quiseram ter. Taewan e Hyeyeon (Reprodução/Netflix) Dá para acreditar que Taewan e Hyeyeon ficaram juntos no final? Foi exatamente o que aconteceu! A dupla sofria com algumas questões: o excesso de indiferença da professora, que já tinha perdido a fé no relacionamento e achava que não podia contar com o namorado, e a necessidade alarmante do rapaz em receber afirmação do amor dela. Durante a segunda temporada do programa, vimos Hyeyeon parecer mais interessada em qualquer homem que não fosse Taewan, enquanto ele se mostrava imaturo para lidar com os sentimentos da namorada. Passaram diversos episódios se estranhando, discutindo e virando o rosto um para o outro. No entanto, tudo começou a se resolver quando os dois se esgotaram de verdade e passaram a ouvir as necessidades do outro, ao invés de apenas de falar. E o que aconteceu com Hyogi e Yunseul? (Reprodução/Netflix) Como podem imaginar, se o casal não foi mencionado nos parágrafos acima, significa que não ficaram juntos. A situação não terminou bem para Hyogi e Yunseul, principalmente porque os dois estavam em páginas diferentes: ela queria discutir os comportamentos agressivos do namorado durante as duas semanas de viagem, enquanto ele queria questioná-la sobre os 500 dias de namoro anteriores ao reality-show. A falta de contato visual, de diálogos decentes e de ouvir um ao outro foi quebrando o casal aos poucos. Ao contrário de Hyogi, Yunseul tentou salvar o relacionamento durante quase todo o programa, enquanto ele tinha poucos momentos de consciência sobre as próprias atitudes. Assim, a primeira a anunciar o término foi ela e o rapaz a seguiu na decisão. O surpreendente foi ver os dois vulneráveis no final de Casais em Crise, com cenas comoventes de choros e desabafos após o anúncio do fim do namoro. Você torcia para algum desses casais? Teve algum personagem que mais te surpreendeu nesse desfecho? Conta para o Café Com Kimchi por aqui ou nas nossas redes sociais!

  • Heechul em reality coreano de namoro? Conheça "O Jogo da Mentira", programa do catálogo da Star+

    Além do cantor de Super Junior, a atração também conta com ator do drama Pretendente Surpresa (Reprodução/Disney+) A Disney está aumentando o catálogo de produções coreanas! Desde que entrou na corrida para conquistar os fãs de k-dramas, o serviço de streaming lançou o reality show In The Soop: Friendcation e sua associada na América Latina, Star+, se tornou a casa de séries como Snowdrop, Rookie Cops: Os Novatos e Big Mouth. Agora, a plataforma ganha mais uma interessante adição. Para contemplar os fãs de reality shows de namoro, a nova produção do Star+ é O Jogo da Mentira. Intitulado originalmente como Pink Lie, o programa conta com comentaristas como Song Wonseok, ator de Pretendente Surpresa, a influencer RalRal e a atriz Lee Sunbin, de Work Later Drink Now. A atração também é comandada pelo cantor do Super Junior, Kim Heechul, considerado um dos maiores nomes da televisão coreana quando se trata de entretenimento e variedades. Como funciona O Jogo da Mentira? A premissa do reality show, a princípio, é parecida com o que já conhecemos sobre programas de relacionamento. Em O Jogo da Mentira, sete pessoas que não se conhecem (quatro homens e três mulheres) são colocados sob o mesmo teto para se conectarem e, quem sabe, se relacionarem. Todos eles têm diferentes estilos de vida e é exatamente isso que apimenta a proposta principal desta atração: eles precisam mentir sobre um dos aspectos de suas vidas, seja em relação à idade, profissão ou formação acadêmica. À medida que o programa avança, os participantes precisam descobrir o que é mentira ou verdade — e isso será essencial para decidirem se vão continuar o relacionamento. Ao longo do reality show, eles podem acabar conhecendo o possível futuro amor de suas vidas e, também, descobrirão se é possível ser amado pelo o que são, sem preconceitos relacionados a origem ou status social. Heechul teve um motivo divertido para aceitar ser MC do programa Além de sua voz potente e carisma inegável como membro do grupo Super Junior, Heechul é conhecido como a alma dos programas de variedades em que integra, sendo um deles os grandes sucessos Homens Com Missão (Knowing Bros) e Weekly Idol. O apresentador, no entanto, quase recusou a proposta de ser MC em O Jogo da Mentira. Em entrevista concedida à revista Bazaar de Singapura, Heechul disse que não assiste a programas de relacionamento, mas ficou interessado ao saber que teriam mentiras envolvidas na proposta central do reality show. “A princípio, não senti a necessidade de ver outras pessoas namorando quando tenho minha própria vida romântica para me virar. Mas, o criador me disse: ‘Heechul, isso vai ser diferente. Cada participante contará uma mentira. Todos irão.’” Leia também — Solteiros, Ilhados e Desesperados: Conheça 8 reality shows sul-coreanos de namoro igualmente bons Ao aceitar a proposta, o cantor admite que teve doses de autoconhecimento ao perceber que também julgava as pessoas com base em suas carreiras. “Enquanto assistia ao programa, percebi que tinha preconceito contra certas profissões, embora todos nós tenhamos crescido aprendendo que toda profissão tem valor e que não devemos julgar as pessoas com base em seu trabalho.” Achei que seria fácil ver como o programa se desenvolve porque me considero bastante livre de preconceitos quando se trata de ocupações, mas nunca percebi o quão seriamente preconceituoso eu realmente era. Todos os episódios de O Jogo da Mentira estão disponíveis no catálogo da Star+.

  • BLs coreanos: Confira a lista de lançamentos previstos para 2023

    Além dos doramas tradicionais, produções do tipo Boys Love vão encher o ano com conteúdo, para alegria dos fãs do gênero (Reprodução) A Coreia tem lançado cada vez mais K-Dramas Boys Love, tendo séries para todos os gostos. Tem BL para quem gosta de drama, para quem gosta de comédia, fantasia, enfim — para todos os públicos! 2022 foi um ano cheio de novos BLs e 2023 não será diferente; já iniciamos o ano com lançamentos como The Director Who Buys Me Dinner e The New Employee. Muitos desses BLs são adaptados de webtoons, como Heesu In Class 2 e A Shoulder To Cry On, porém, também há obras originais como Unintentional Love Story e Love Is Like a Cat. O Café com Kimchi separou os principais lançamentos que já estão confirmados para o ano de 2023. Leia após a propaganda. Leia Também - O Bonde: Drama aborda escândalo político e tem atriz de "Profecia do Inferno"; conheça 1. Unintentional Love Story (Divulgação) Quando o superior do Jin Won Young (interpretado por Gongchan membro do B1A4) foi demitido por um escândalo de corrupção, ele acabou sendo demitido também — mesmo sendo inocente. Ele tenta desesperadamente conseguir seu emprego de volta e, para isso, vai atrás do artista favorito de seu chefe, que vive em uma cidade remota. Logo fica claro que Yoon Tae Joon (Cha Seo Won, que atuou em Live or Die e 20th Century Boy and Girl) não quer ser encontrado. Jin decide, então, passar um tempo na cidade e reportar secretamente tudo que ele descobre sobre Tae Joon; porém, começam a surgir sentimentos entre os dois, e Won Young começa a questionar sua sexualidade, sua motivação e se ele quer realmente retornar a sua vida antiga em Seoul. O que irá acontecer quando Tae Joon descobrir que Won Young estava o espionando? Unintentional Love Story também conta com um rosto já conhecido pelos fãs de BL: o ator Won Tae Min, que interpretou o Jin Hong Seok no BL You Make Me Dance (2021) 2. Individual Circumstances (Divulgação) O BL teve início no dia 19 de Janeiro e contará com 8 episódios. Ele conta a história de Ha Yeon Woo, que já foi um promissor jovem diretor de cinema — cujo filme de estreia foi um hit na crítica e para os espectadores —, porém, após seu início empolgante, caiu em uma grande depressão. Agora Ha está apático e inseguro, com receio de não se tornar um diretor de alto nível. Um dia, ele reencontra Sung Woo Jae, um famoso autor de ficção que tem seus próprios demônios. Seu primeiro amor terminou de maneira triste, o que lhe trouxe inspiração para escrever, e fez ainda com que se tornasse um grande autor de web novel. Do encontro dos dois se inicia um romance apaixonante. Essa relação irá curar os machucados do Sung Woo e irá conseguir tirar o Yeon Woo de sua depressão? Woo Jae está sendo interpretado pelo Jun.Q, membro do boygroup MYNAME e que já atuou em doramas como Sh**ting Stars (2022). Ha Yeon Woo está sendo interpretado pelo Han Jung Wan, e o BL é seu primeiro trabalho como ator. Leia Também - Dos palcos para as telas: Conheça a trajetória do Rowoon do SF9 no dramaland 3. Heesu in Class 2 (Divulgação) Em 2023 também teremos a adaptação do popular Webtoon da autora Lily Zuzu, que deve conter 10 episódios. Na trama, a vida de Hee Su gira em torno do seu crush e melhor amigo, Chan Young. Ele não se importa em ser conhecido apenas como "Amigo do Chan Young", nem em ouvir até os desabafos amorosos do garoto; porém, tudo mudo quando ele começa a ouvir as pessoas falando seu nome durante o intervalo da escola. O motivo? Um boato estava correndo dizendo que ele era um ótimo conselheiro amoroso, capaz de solucionar qualquer crise em relacionamentos. Com isso, o protagonista se vê no centro das atenções... Mas como ele irá dar conselhos para os outros quando ele nem sabe o que fazer sobre a sua própria vida amorosa? No elenco temos Ahn Ji Ho interpretando Hee Su. Ele atuou em doramas como All Of Us Are Dead (2022) e Nobody Knows (2020). Jo Joon Young interpreta Chan Young, e seus trabalhos mais conhecidos estão em Dear. M (2022) e Live On (2020). 4. Love Is like a Cat (Divulgação) O novo artista Pino, chamado de Mr. Cat (Cat Prince), tem uma imagem fria e distante, e trabalha em um tipo de jardim de infância para cachorros, como um carismático diretor e mais dois funcionários. A sinopse mais detalhada ainda não foi divulgada, mas sabemos que este quarteto irá experimentar conflitos que desenvolverão a sua amizade. O elenco conta com Mew Suppasit, que já é um conhecido das fãs de BL: ele é um ator tailandês e já participou dos BLs Tailandeses What the Duck (2018) e TharnType (2019~2020). Na novidade, ele dará vida a Pino, juntam-se a ele no elenco Geonu, interpretando Ki Min, e JM, interpretando Dae Byeol — ambos fazem parte do grupo JustB. Kim Kyoung Seok dará vida a Joon Hyeok. Leia Também - Viagem no tempo, alienígenas e mais: 10 doramas de ficção científica na Netflix e outros streamings Pretende assistir a algum desses BLs este ano? Conte para o Café com Kimchi nas nossas redes sociais!

  • Além de Parasita: Conheça todos os filmes sul-coreanos escolhidos para representar o país no Oscar

    Desde 1962 a Coreia do Sul escolhe filmes para representa-la no Oscar; veja a lista completa de submissões sul-coreanas ao longo da história (Reprodução) É indiscutível como Parasita marcou 2019 e estendeu seu peso na indústria cinematográfica, desde a essência da obra até as conquistas que romperam barreiras da hegemonia estadunidense-europeia. O filme vencedor de seis estatuetas do Oscar, fez história ao vencer o prêmio principal da noite, Melhor Filme, se tornando a primeira produção não falada em inglês a conquistar a categoria. O longa de Bong Joon Ho abriu os olhos do ocidente para o cinema sul-coreano, que há anos vinha sendo ignorado por grandes premiações. Desde 1962, na ocasião a 35º edição do Oscar, busca um espaço entre a lista de indicados. Se uma indicação de Melhor Filme já é difícil para um competidor sul-coreano, Melhor Filme Estrangeiro também não é tão simples. Filmes são inscritos, porém, nunca passam pela avaliação. Antes de Parasita, Burning (2018) foi quem chegou mais próximo, mas não passou da pré-lista. Com o impacto de Parasite, esperava-se que o cenário se alterasse positivamente para os sul-coreanos na Academia. Porém, as duas edições seguintes mostram que a realidade é mais dura. The Man Standing Next (2020) e Escape from Mogadishu (2021), ambos com elenco principal renomado, não foram listados. Leia também: De SAG a Globo de Ouro: Todas as vitórias de Round 6 na temporada de prêmios em Hollywood Filmes da Coreia do Sul são facilmente esnobados pela Academia, mas os fãs de cinema conhecem bem o seu valor e o quanto a organização do evento, assim como outros ocidentais, permanece fechada a um determinado centro. Confira a lista de submissões sul-coreanas ao Oscar em cada ano: Mayumi (1990) (Reprodução) Mayumi é baseado no atentado real à bomba do Voo Korean Air 858 em 1987, que matou 115 pessoas. Na história, dois agentes norte-coreanos, portando passaportes japoneses com os nomes "Shinichi" (Lee Hakjae) e "Mayumi" (Jung Sora), planejam explodir um avião com destino a Seul no ar. Quando o avião cai, matando todos a bordo, os dois cometem suicídio. O Shinichi obtém sucesso, mas Mayumi é salva por médicos. 301/302 (1995) (Reprodução) Inspirado no poema 'The Cook and the Anorexic' do poeta e novelista Jang Jung Ill, o filme conduz duas mulheres obsessivo-compulsivas, uma chef e uma escritora anoréxica, vizinhas em um prédio. A chef, Song Hee (Pang Eunjin), mora no apartamento 301 e tenta convencer a vizinha a comer as refeições que ela cozinha. Mas Yun Hee (Hwang Shin Hye), moradora do 302, se recusa. Essa ação inicia um relacionamento turbulento que força as duas mulheres a relembrar seus passados tortuosos. Oasis (2002) (Reprodução) O filme retrata o amor entre um homem deficiente e uma mulher com paralisia cerebral. Hong Jonggu (Sol Kyung Gu) sai da prisão e volta para casa. Porém, os familiares não escondem que preferiam que ele não tivesse regressado. O ex-presidiário decide visitar a família do homem cujo atropelamento mortal o levou à cadeia. Antes de ser escorraçado, conhece Han Gongju (Moon SoRi), uma jovem com paralisia cerebral. Paralelo com a vida de Jonggu, a família dela também a coloca aparte e a abandona. Leia também: Reflexão e desconforto na Netflix: 5 doramas que exploraram temas sociais em 2021 Mother (2009) (Reprodução) 10 anos antes de Parasita, Bong Joon Ho já teve um filme escolhido pelo comitê especial do Conselho de Cinema da Coreia. Mas Mother não avançou para a lista de indicados. No longa, uma mulher viúva (Kim Hye Ja) cuida sozinha de seu filho único, Yoon Do Joon (Won Bin). Aos 28 anos, o homem é ingênuo, infantil e dependente da atenção materna. Um dia, ele é acusado do assassinato de uma adolescente, mas parece não compreender a acusação. Diante da incompetência do advogado de defesa, a mãe parte em busca do verdadeiro assassino, para provar a inocência de seu filho. The Throne (2015) (Reprodução) Seja em K-Dramas ou filmes, a Coreia do Sul gosta de resgatar suas raízes históricas e leva-las para as telas, como qualquer outro país. The Throne é ambientado na Coréia do século XVIII, governada pelo Rei Yeongjo (Song Kang Ho, ator de Parasita), o filme abordar acontecimentos da vida do príncipe herdeiro Sado (Ah In Yoo, protagonista do filme de terror #Alive), considerado impróprio para governar e condenado pelo pai a uma sentença rigorosa. The Age of Shadows (2016) (Reprodução) Em mais uma trama histórica e com atores de peso da indústria, The Age of Shadows reúne Song Kang Ho, Gong Yoo (protagonista da ficção cientifica da Netflix O Mar da Tranquilidade), Lee Byung Hun e Park Hee Soon (ator do K-Drama de ação My Name) na década de 1920, durante a ocupação japonesa na Coreia e na China. Um grupo de agentes secretos pertencentes à resistência coreana embarca em uma missão sigilosa para tentar contrabandear explosivos com o objetivo de destruir parte do exército japonês. Burning (2018) (Reprodução) Antes da obra de Bong Joon Ho, Burning havia sido o primeiro representante sul-coreano a passar para a pré-lista. Mas, mesmo com trama e elenco forte, o filme não avançou mais. Dirigido por Lee Chang Dong, mostra Lee Jong Soo (Ah In Yo, ator que também aparece no K-Drama Profecia do Inferno da Netflix), que reencontra uma antiga amiga, chamada Shin Hae Mi (Jeon Jong Seo). A jovem volta para casa na companhia de Ben (Steven Yeun, ator de The Walking Dead e Minari), um homem misterioso que conheceu em viagem. No entanto, o forasteiro tem um hobby peculiar, que está prestes a ser revelado aos amigos. The Man Standing Next (2020) (Reprodução) O suspense político é ambientado durante a ditadura da década de 1970 na Coréia do Sul. O filme aborda a vida do presidente Park Chung Hee (Lee Sun Min), 40 dias antes de seu assassinato. Kim Kyu Pyeong (Lee Byung Hun) embarca em uma missão aos Estados Unidos para silenciar Park Yong Kak (Kwak Do Won), ex-diretor da Agência Central de Inteligência Coreana (KCIA), que estava prestes a revelar ao mundo segredos da ditadura. Diante das descobertas da conjuntura da Coreia, o atual diretor da KCIA começa a questionar sua lealdade ao presidente. Confira outros filmes coreanos submetidos ao Oscar My Mother and the Roomer (1962) The Dumb Samyong (1964) Rice (1966) Descendants of Cain (1968) The Old Craftsman of Jar (1969) Mute Samyong (1973) Mulleya Mulleya (1984) Eoudong (1985) Eunuch (1986) Life and Death of the Hollywood Kid (1994) Chunhyang (2000)) Spring, Summer, Fall, Winter... and Spring (2003) Taegukgi (2004) Welcome to Dongmakgol (2005) King and the Clown (2006) Secret Sunshine (2008) Crossing (2009) A Barefoot Dream (2010) The Front Line (2011) Pietà (2012) Juvenile Offender (2013) Haemoo (2014) A Taxi Driver (2017) Parasite (2019) Escape from Mogadishu (2021) Leia também: Lee Jung Jae diz que 2ª temporada de Round 6 'está a caminho'; Netflix deu o sinal verde em janeiro Já assistiu algum dos filmes da lista? Conta para a gente em nosso Twitter e Instagram.

  • Coreia do Sul em Cannes 2022: Conheça os filmes coreanos selecionados no festival francês de cinema

    Depois do sucesso de A Criada, Park Chanwook está de volta com novo filme, enquanto outras produções listadas contam com IU, Song Kangho e Lee Jungjae (Reprodução/Google) A lista oficial de filmes selecionados para o Festival de Cannes 2022 foi liberada nesta quinta-feira (14). O evento francês é uma das cerimônias mais tradicionais da história do cinema e, além de abrir a porta para produções que podem ser indicadas ao Oscar do ano seguinte, também conta com o prestigioso prêmio Palma de Ouro para o melhor filme da temporada. Neste ano, o festival começa em 17 de maio e vai até dia 28 do mesmo mês. Leia também — Do cinema à música: 20 MVs de K-pop com referências a filmes Este ano, três filmes sul-coreanos estão na lista: Broker, Decision to Leave e Hunt. Os dois primeiros mencionados estão na categoria competitiva e disputam a Palma de Ouro, enquanto o último estará na exibição especial Midnight Screenings. Vale mencionar que, em 2019, Parasita fez história ao vencer o maior prêmio do festival francês. Com as atrações listadas acima, 2022 parece ser um ano tão promissor quanto para o cinema coreano! É um grande feito ter atrações da Coreia do Sul na lista e estes títulos são muito mais importantes do que parecem, portanto, o Café Com Kimchi vai te explicar o motivo! Confira abaixo o enredo de cada um dos longa-metragens e a importância dos nomes por trás deles. Broker Em competição no Festival de Cannes 2022, Broker é especial por muitos motivos! Um deles é o elenco poderoso formado pela cantora IU, Doona Bae (atriz de Sense8), Song Kangho (Parasita), Gang Dongwon (Invasão Zumbi 2: Península) e Kim Youngkwang (Olá? Sou Eu!). Com atores de produções importantes da Netflix e até indicados ao Oscar, já deu para perceber que não é pouca coisa, né? Este é o primeiro filme coreano dirigido pelo cineasta japonês Hirokazu Koreeda e está sendo produzido pela Spackman Entertainment Group, mesma empresa responsável pelo longa-metragem de terror da Netflix, #Alive, lançado em 2020. Vale mencionar também que, por causa de Broker, IU será a primeira atriz sul-coreana a comparecer ao festival francês com uma produção selecionada na categoria competitiva. O enredo de Broker é tão interessante quanto as informações mencionadas nos parágrafos acima. A história acompanha um grupo de indivíduos cujas vidas se entrelaçam em torno de uma misteriosa 'Baby Box', que é uma caixa projetada para permitir que pessoas incapazes de criar filhos depositem seus bebês anonimamente. Decision to Leave Também competindo pela Palma de Ouro, Decision to Leave é dirigido por um dos cineastas mais respeitados da Coreia do Sul — e, dessa vez, não estamos falando de Bong Joonho. Park Chanwook é o diretor do filme, também responsável por grandes sucessos no cinema como A Criada, Old Boy e Lady Vingança. O cineasta não é um novato quando se trata do Festival de Cannes. Em 2003, venceu o Grande Prix por Old Boy e, em 2009, venceu o prêmio do júri com Sede de Sangue, estrelado por Kim Okbin e Song Kangho. Agora, Chanwook está a caminho de mais uma vitória, prestes a estrear seu primeiro filme após A Criada, lançado há seis anos. Decision to Leave conta a história de um detetive da polícia que se sente atraído por uma misteriosa viúva. O problema é que ela também é a principal suspeita em sua mais recente investigação de assassinato. O filme é protagonizado por Park Haeil, Tang Wei, Lee Junghyun, Go Kyungpyo e Park Yongwoo. Hunt Um dos maiores nomes da televisão e do cinema sul-coreano desde os anos 90, Lee Jungjae agora ganha uma nova função. Hunt marca a estreia do artista como diretor. Isso mesmo! O filme selecionado para o Festival de Cannes é dirigido pelo protagonista de Round 6, a série de maior audiência na história da Netflix. Leia também — Round 6: Sabia que atriz da série interpreta personagem LGBTQ+ em filme com Hani de EXID? O ator — e, agora, diretor — comprou os direitos do filme e reescreveu o roteiro. Além de estar por trás das câmeras, também vai protagonizar a história ao lado do veterano Jung Woosung. Em entrevista à revista Variety, Lee Jungjae fez uma afirmação que pode ter tranquilizado a alguns fãs preocupados: “Só porque estou fazendo o trabalho de diretor neste filme não significa que vou desistir de atuar. Eu ainda gosto de atuar melhor e pretendo me concentrar nisso.” Quanto ao enredo do longa-metragem, Hunt se passa nos anos 80 e conta a história de dois agentes especiais do Serviço Nacional de Inteligência da Coréia, responsáveis, de forma independente, por cumprir a mesma missão: encontrar um espião norte-coreano dentro da agência. No decorrer de suas investigações, a dupla se depara com uma surpresa difícil de lidar, mas precisam seguir todas as ordens.

  • 5 filmes sul-coreanos baseados em histórias reais que você precisa assistir

    Você aprecia tramas inspiradas em fatos? Confira a lista com os melhores longas do gênero (Reprodução / IMDb) Que a indústria audiovisual da Coreia do Sul é muito aclamada, todos nós sabemos. Com um catálogo que vai dos doramas dos mais diversos gêneros, passando pelas lutas bem coreografadas dos de ação até a fofura de derreter corações dos de romance, e que produz filmes que chegam em festivais renomados, o país se estabeleceu como uma referência nesse ramo. Apesar de lançar filmes das mais diversas categorias, alguns dos que mais se destacam são aqueles inspirados em histórias verdadeiras. Se você se interessa por esse estilo, não pode perder o especial que o Café preparou! Cart (2014) Tendo o D.O. do EXO no elenco, Cart é inspirado num acontecimento de 2007. E.Land, uma rede de supermercados, demitiu os funcionários temporários — mulheres, em sua maioria —, e os substituiu com empregados terceirizados para conseguir burlar a lei que obrigava as empresas a efetivarem os funcionários após um período como temporários. Em luz das demissões, os trabalhadores iniciaram uma greve que perdurou por muito tempo. Hope (2013) Narrando o caso Nayoung, Hope conta a história de Sowon, uma menina de oito anos que, no caminho de volta para a casa, é abordada por um homem bêbado e abusada sexualmente. O filme aborda as sequelas físicas e psicológicas que ficaram com a vítima e aborda a questão das leis de crimes sexuais na Coreia do Sul. O caso Nayoung, ocorrido em 2008, traz muita discussão até os dias atuais sobre a impunidade nesses casos, como o do Nth Room. Memórias de um Assassino (2013) Dirigido pelo ganhador do Oscar Bong Joon-ho, Memórias de um Assassino é um clássico do suspense coreano. Durante a ditadura na Coreia, uma mulher é morta e, pouco tempo depois, outras são encontradas mortas com as mesmas marcas que a primeira — é o início dos crimes do assassino em série que ficou conhecido como “o assassino do zodíaco coreano”. O filme narra o processo de busca e descoberta do detetive Park Doo-man. Leia também: Kinnporsche é o BL do momento: Conheça o drama tailandês e confira algumas curiosidades Em Silêncio (2011) Em Silêncio é um dos vários filmes sul-coreanos disponíveis na Netflix. Com base no perturbador caso da Escola de Gwangju Inhwa, o filme conta a história dos vários alunos portadores de deficiência auditiva que foram abusados sexualmente por professores e funcionários. O longa-metragem, que foi produzido pelo criador de Round 6 e que possui Gong Yoo no elenco, causou mudanças na legislação do país, reforçando leis de proteção para crianças e adolescentes na escola. 1987: When The Day Comes (2017) Também se passa na ditadura militar da Coreia do Sul. 1987: When The Day Comes é um dos vários filmes históricos coreanos que foca na luta estudantil por democracia e transparência. Após o assassinato — e a cobertura — de um estudante de faculdade durante uma interrogação policial, um promotor estranha a causa de morte posta no laudo e inicia uma investigação a fundo. Nas cenas pós-créditos, é possível ver vídeos e imagens de pessoas reais que se envolveram no caso. Você já havia assistido ou conhecia algum desses? Não se esqueça de contar nas redes sociais do Café!

  • Dia dos namorados: Filmes coreanos de romance para ver agarradinho com seu amor

    De Turn In For Love a Amor com Fetiche, o dia 12 é ideal para maratonar filmes de romance ao lado da pessoa amada (Reprodução) No dia dos namorados há os que preferem passear, jantar fora ou ficar em casa agarradinho. Para os casais fãs das produções coreanas, não são só os doramas que possuem romances lindos, com direito a cenas de beijos memoráveis, casais cheios de química e momentos quentes. Desde clichês até dramas emocionantes para aproveitar a semana mais romântica do ano, há vários filmes sul-coreanos de romance para assistir com a pessoa amada. O Café com Kimchi preparou uma lista com 7 filmes de romance ideais para assistir com o seu amor. Solteiros podem assistir também, mas aconselhamos a preparar os lencinhos e abraçar o travesseiro. Confira a lista: Sweet & Sour (2021) A primeira obra da lista aborda assuntos mais maduros e foge do clichê dos romances, mostrando os lados doces e azedos de um relacionamento. Na trama, Jang Hyuk (Jang Ki Yong, ator de Now We are Breaking Up) e Da Eun (Chae Soo Bin, atriz de Rookies e Pirates 2) namoram há anos e começam a sentir o desgaste do tempo de relacionamento. Ambos começam a ser consumidos pelas rotinas exaustivas de seus respectivos trabalhos. A medida que se afastam, novos interesses amorosos surgem, como Bo Yeong (Krystal Jung, atriz de The Heirs), contratada para trabalhar no mesmo escritório de Jang Hyuk, conforme se aproximam, o rapaz se vê em meio a um triângulo amoroso e precisa decidir o que será mais forte, o recente interesse ou o amor de anos. Always (2011) Unindo um romance lindo e que pode levar qualquer um as lágrimas, em Always, Cheol Min (So Ji Sub) é um homem com um passado sombrio e misterioso, que consegue um emprego noturno como um atendente de estacionamento. Um dia, sentado em sua cabine e ele conhece Jung Hwa (Han Hyo Joo). Cheol Min percebe que a mulher é cega e está confundindo-o com o antigo atendente. Apesar da confusão ela continua o visitando para poder assistir aos seus dramas. Com o tempo juntos, os dois rapidamente se apegam um ao outro e se apaixonam, mas a história de amor do casal não será tão fácil e um incidente muda todo o rumo da história. Leia também: Mais que amigos: Conheça celebridades sul-coreanas que já foram ou são um casal Turn in For Love (2019) Em 1994, Mi Soo (Kim Go Eun, atriz de Goblin) conhece Hyun Woo (Jung Hae In, ator de Snowdrop), que acaba de sair de um centro de detenção juvenil. Os dois se conhecem em uma padaria, administrada por Mi Soo e sua irmã mais velha, e logo Hyun-Woo começa a trabalhar meio período na padaria. Apesar de, inicialmente, sentir medo do jovem, Mi Soo começa a se aproximar, e os dois começam a desenvolver sentimentos um pelo outro. Mas a relação não será tão simples, Hyun Woo ainda guarda um segredo: a pesada culpa por um incidente fatal que ocorreu em seu passado. Quando os amigos de Hyun Woo aparecem na padaria, Mi Soo acredita que ele não voltará. O relacionamento deles não termina aí e eles se cruzam várias vezes, lutando contra o tempo e as oportunidades que parecem querer separá-los. Where Your Eyes Linger (2020) Um Boys Love também é ótimo para assistir agarradinho com o seu amor. Em Where Your Eyes Linger, Han Tae Joo (Han Gi Chan) é um estudante do ensino médio e carrega a pressão de ser o único herdeiro do Grupo TB. Por esse motivo, está sob vigilância constante dos pais e possui dificuldades em aproveitar sua liberdade. Apesar dos obstáculos ainda possui um amigo próximo, que age como seu guarda-costas não oficial, Gang Gook (Jang Eui Soo), um aluno de comportamento impulsivo e durão. Porém, o tempo junto começa a fazê-los se questionar se é apenas uma amizade ou algo a mais. A situação se intensifica quando Hye Mi (Choi Gyu Ri) é transferida para o mesmo colégio e passa a ter interesse em Gang Gook, despertando emoções reprimidas em Tae Joo. Leia também: O amor está no ar: Confira os melhores BLs coreanos para assistir Amor com fetiche (2022) Inspirado no webtoon Moral Sense, apresenta os colegas de trabalho Jung Jiwoo (Seohyun, atriz de Private Life e membro do SNSD) e Jung Jihoo (Lee Junyoung). A similaridade dos nomes leva ao ponta pé inicial da trama, Jiwoo que é conhecida no escritório pela sua personalidade durona, é surpreendida por um encomenda para Jihoo que foi enviada a ela por engano. Esse erro faz com que ela descubra o segredo que o "Senhor Perfeito" prefere esconder: Jihoo é adepto ao BDSM. You Make Me Dance (2021) Song Shi On (Chu Young Woo) é um universitário prestes a se formar em dança contemporânea. Porém, não possui qualquer apoio da família, que o expulsa de casa após uma briga. Decidido a investir nos seus sonhos, ele acaba dividindo uma moradia com Jin Hong Seok (Won Hyung Hoon), um cobrador de dívidas da financeira Chachacha Capital. O tempo juntos faz com que Jin Hong Seok muda sua perspectiva de vida sobre sonhos e carreira. Não demora muito para que a dupla construa um vínculo forte e, posteriormente, sentimentos novos sejam despertados. Mas, a vida do casal não será tão simples, quando novas pessoas tentam interferir na relação. Leia também: Em clima de romance: 7 músicas de solistas femininas perfeitas para se declarar para o seu amor A Millionaire's First Love (2006) Não pode faltar um bom clichê com romances com milionários. A Millionaire's First Love trás Jae Kyung (Hyunbin, ator de Pousando no Amor), um jovem de 19 anos, que precisa retornar ao colégio para concluir os estudos e, por fim, colocar as mãos na herança deixada por seu avô. De volta ao ensino médio, ele conhece e passa a se interessar por Eun Hwan (Lee Yeon Hee), sua colega de classe, que esconde um segredo. Qual filme vai escolher para assistir no dia dos namorados? Conta pra gente em nosso Instagram e Twitter.

  • Mês do Orgulho: 7 filmes sul-coreanos com temática LGBTQ+

    O cinema sul-coreano tem expandido a representatividade em suas tramas, com filmes que abordam questões da comunidade (Reprodução) Junho é marcado por uma celebração muito importante durante todo o mês e que deve ser estender durante todo o ano, o Orgulho LGBTQIA+. Apesar de todos os problemas do conservadorismo já conhecido da sociedade sul-coreana, a representatividade está cada vez mais presente nas telas em todo o país, seja com idols demonstrando apoio a comunidade ou personagens LGBTQ+ em doramas. Nos filmes não é diferente, e o cinema sul-coreano tem expandido a as pautas da comunidade em suas tramas. Confira filmes com temática LGBTQIA+ para maratonar no mês do Orgulho: Young Adult Matters (2021) Se Jin (Lee Yoo Mi, atriz de Round 6 e All of Us Are Dead) é uma adolescente com uma vida turbulenta. Sozinha, a jovem precisa enfrentar o bullying na escola, porém, ela não se importa com os comentários negativos e as perseguições. No geral, Se Jin vive sem qualquer grande perspectiva e dá pouca importância para a vida. Um dia, ela decide fugir e acaba encontrando com Joo Young (Hani), outra adolescente que está vagando pela rua. Logo, Se Jin junta-se um grupo de jovens fugitivos e, com eles, passa a enfrentar uma série de dificuldades inesperadas nas ruas. Enquanto vive a nova vida, Se Jin precisa lidar com outro problema: uma gravidez indesejada. Leia também: 8 doramas com personagens femininas fortes e inspiradoras No Regret (2006) Considerado o primeiro filme sul-coreano com um casal gay, No Regret acompanha o Lee Soo Min (Lee Young Hoon), um jovem sem grandes ambições, mas que deseja estudar Artes. Para isso, dedica-se a dois empregos, motorista de limusine à noite e operário de fábrica de dia. Uma noite seu destino cruza com Song Jaemin (Kim Nam Gil), quando o leva bêbado para casa em seu trabalho como motorista. Logo no primeiro encontro, Jaemin demonstra interesse em Soo Min, que rejeita sua investidas. Porém, as coincidências estavam longe de terminar, principalmente, quando Jaemin é filho do dono da fábrica onde Soo Min trabalha e decide ajudá-lo a não perder o emprego. The Handmaiden (2016) Conhecido no Brasil pelo título em português "A Criada", o filme de 2016 é popular e muito comentado pela sua trajetória repleta de plot twists e muito mistério. A obra está situada em 1930, durante a ocupação japonesa. A jovem Sooke (Kim Tae Ri, atriz de Twenty-Five Twenty-One) é uma vigarista contratada para ser criada de Hideko (Kim Min Hee), uma herdeira que leva uma vida reclusa junto ao seu tio autoritário. O plano de Sooke é conquistar a confiança da patroa para roubar sua fortuna e trancá-la em um hospício. Porém, a estratégia segue por outro caminho quando ambas começam a desenvolver sentimentos uma pela outra. Man on High Heels (2014) Deixando o romance um pouco de lado, o próximo filme mistura muita ação e drama. Ji Wook (Cha Seung Won, ator de Hwayugi) é um detetive de sangue frio que é capaz de tudo para capturar criminosos. No entanto, o que muitos não sabem é que ele deseja fazer uma mudança de sexo. Porém, seus planos são interrompidos quando uma gangue que Ji Wook havia apreendido decide se vingar. O protagonista se vê em um dilema quando sua amiga Jang Mi (Esom) também fica em perigo e ele deve fazer uma escolha. Wish You (2021) Para os que gostam de filmes com idols, Wish You trás Kang In Soo do MYNAME e Lee Sang do IMFACT. Kang In Soo (Kang In Soo) é um cantor de espírito livre, cujo amor pela música o faz se apresentar nas ruas e seu objetivo é um dia construir uma carreira, o que não é fácil. Recusando-se a desistir de seus sonhos, In Soo continua tocando, dia após dia, enquanto seu melhor amigo, Choi Min Sung, grava suas performances e as envia no YouTube. Yoon Sang Yi (Lee Sang) é um tecladista que trabalha em uma grande gravadora e está sempre à procura de novos talentos. Quando Sang Yi encontra um dos vídeos de In Soo fica convencido que ele tem futuro na música. O novato logo recebe o convite de participar do novo projeto da empresa de Sang Yi. À medida que os dois convivem, seu relacionamento cresce e novos sentimentos começam a florescer. Porém, eles precisarão lidar com os obstáculos que interpõem em seu caminho. Leia também: Qual é o futuro dos BLs coreanos? Central Boys Love comenta sobre produções para 2022 [Entrevista] 301/302 (1995) Inspirado no poema 'The Cook and the Anorexic' do poeta e novelista Jang Jung Ill, o filme conduz duas mulheres obsessivo-compulsivas, uma chef e uma escritora anoréxica, vizinhas em um prédio. A chef, Song Hee (Pang Eunjin), mora no apartamento 301 e tenta convencer a vizinha a comer as refeições que ela cozinha. Mas Yun Hee (Hwang Shin Hye), moradora do 302, se recusa. Essa ação inicia um relacionamento turbulento que força as duas mulheres a relembrar seus passados tortuosos. O filme foi a submissão da Coreia do Sul ao Oscar em 1995. House of Hummingbird (2014) House of Hummingbird trata assuntos como a solidão na adolescência e a etapa de descobertas. Em 1994, Eun Hee (Park Ji Hu, atriz de All of Us Are Dead) vive com os pais e os irmãos em uma rotina turbulenta. Cada membro na família busca resolver seus próprios problemas e a convivência não é fácil. A adolescente vagueia pela cidade em busca de amor, tanto em meninos, quanto meninas. Seus horizontes se abrem quando uma nova professora é transferida para sua escola e parece ser o único adulto a entendê-la. Two Weddings and a Funeral (2011) Essa comédia-romântica apresenta dois casais homossexuais, um gay e outro lésbico, que se unem em um plano louco para esconderem seus segredos de suas famílias. Hyo Jin (Ryu Hyun Kyung) é uma obstetra que sonha em adotar um bebê com sua namorada Seo Young (Jung Ae Youn). Colega de trabalho de Hyo Jin e em um relacionamento com Seok (Song Yongjin), Min Soo (Kim Dong Yoon) decide ajudar o casal a realizar o sonho de ter um filho e também a esconder a sexualidade do quarteto de suas famílias. Para isso, Min Soo e Hyo Jin se casam e passam a morar juntos, enquanto Seo Young e Seok se mudam para a casa ao lado. No entanto, os pais intrusivos de Min Soo começam a se envolver um pouco demais com a vida do casal, ameaçando seu esquema. Leia também: Dia dos namorados: Filmes coreanos de romance para ver agarradinho com seu amor O que achou dos filmes da lista? Conta para a gente em nosso Twitter e Instagram.

  • Broker: Tudo sobre o filme sul-coreano premiado em Cannes com IU e atores de Parasita e Sense8

    Filme do diretor japonês Hirokazu foi aclamado no festival francês de cinema e levou prêmios de Melhor Ator e Melhor Filme (Reprodução/ CJ ENM) Com a expansão do Hallyu, a onda que espalha a cultura sul-coreana pelo globo, temos visto grandes artistas e suas obras ganhando espaço em locais que pouco ou nunca estiveram antes. A indústria musical não é exceção quando se fala nesse fenômeno, e a dramaturgia leste asiática vem mostrando todo o seu potencial com produções premiadas e aclamadas na Ásia e fora dela. Em 2019, o filme vencedor do Oscar, Parasita, impressionou tanto o público quanto os críticos do cinema. A obra-prima do diretor Bong Joon Ho fez história como o primeiro filme de língua não inglesa a vencer maior o prêmio da sétima arte e, desde então, as produções coreanas, vêm recebendo toda a atenção que merecem. Leia também: De SAG a Globo de Ouro: Todas as vitórias de Round 6 na temporada de prêmios em Hollywood Em maio deste ano ocorreu o Festival de Cannes, uma das maiores premiações do mundo do cinema e que reúne grandes artistas todos os anos na França. O filme sul coreano Broker teve sua estreia na premiação no Grande Teatro de Cannes Lumiere, e o longa encantou com elenco de peso, com a presença de Song Kang Ho, figura de destaque internacional por Parasita, Gang Dong Won, ator com longa carreira de filmes e dramas, a cantora e atriz IU e Le Joo Young, também renomada no mundo dos doramas. O diretor do filme, Koreeda Hirokazu, revelou que conheceu Song Kang Ho no Festival Internacional de Cinema de Busan e Kang Dong Won quando o ator foi ao Japão a trabalho. Hirokazu contou que conforme foram se conhecendo melhor surgiu o desejo de trabalharem juntos no futuro, resultando na produção que chegou aos cinemas da Coreia em junho. Broker conta a história de um homem que cria “caixas de bebês”, montadas e deixadas para pessoas que não podem mais sustentar seus filhos e decidem desistir deles anonimamente. Song Kang Ho e Kang Dong Won estrelam como os parceiros “corretores” Sang Hyun e Dong Soo. IU interpreta So Young, uma mãe nova que acaba se juntando à jornada dos corretores ao deixar seu filho em uma das caixas, mas se arrepende e o quer de volta. As detetives Soo Jin (Bae Doona) e Lee (Lee Joo Young) completam a trama. (Reprodução/ CJ ENM) Este é o primeiro filme sul-coreano feito pelo japonês Koreeda Hirokazu, que ganhou o prêmio Palma de Ouro de Cannes com Shoplifters em 2018. Com Broker, o diretor venceu o prêmio do júri ecumênico de Melhor Filme, e também viu, junto ao elenco, o longa ser ovacionado de pé por cerca de 12 minutos — a homenagem mais longa dada a um filme coreano em Cannes desde Thirst (2009) segundo a revista EDaily. Leia também: 5 filmes sul-coreanos baseados em histórias reais que você precisa assistir O júri ecumênico, formado por membros das organizações cinematográficas cristãs Interfilm e Signis, é responsável por selecionar o melhor filme da competição de Cannes desde 1974. O juri afirmou em comunicado que “o filme mostra, de maneira íntima, como família pode ser família sem laços de sangue”. O vencedor do ano passado, Drive My Car do diretor japonês Ryûsuke Hamaguchi, ganhou também o prêmio de melhor roteiro em Cannes e, em seguida, levou o Oscar de melhor filme internacional. A aclamação não acaba por aqui: Song Kang Ho levou o prêmio de Melhor Ator em Cannes, se tornando o primeiro ator sul-coreano a receber tal título. A primeira atriz coreana a vencer foi Jo Do Yeon em 2007 com Secret Sunshine. Song afirmou que não houveram barreiras de linguagem ou cultura no set ao trabalhar com Hirokazu e ainda acrescentou que o cinema japonês é muito familiar para os coreanos. Além disso, IU também teve seu destaque na premiação e foi escolhida pela revista VOGUE como a segunda celebridade mais bem vestida do evento, atrás apenas de Bella Hadid. Fãs da cantora estavam presentes no evento para vê-la, o que deixou sua recepção bem calorosa. (Reprodução/ CJ ENM) Para melhorar, Broker não foi o único filme coreano desta edição de Cannes: Decision To Leave, filme do diretor Park Chan Wook também esteve presente e levou o prêmio de Melhor Diretor pelo longa, sendo assim seu terceiro prêmio em Cannes e o segundo diretor sul-coreano a vencer nessa categoria. A presença dessas produções no festival foi histórica: foi a primeira vez que dois trabalhos coreanos ganharam prêmios na mesma cerimônia. Durante seu discurso, Chan Wook afirmou que a indústria do cinema se deparou com um momento marcado por cinemas vazios (referindo-se à pandemia), mas que também foi uma chance de todos reconhecerem a preciosidade desse lugar. Leia também: Coreia do Sul em Cannes 2022: Conheça os filmes coreanos selecionados no festival francês de cinema.

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