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- Halloween: Quer terror? Confira 4 filmes sul-coreanos que podem te assustar ainda hoje
Produções estão disponíveis no catálogo da Netflix, e são ideias para o Dia das Bruxas ou para os amantes do gênero do susto (Netflix/Divulgação) A comemoração do Dia das Bruxas está chegando ao fim neste domingo (31), mas ainda dá tempo de levar alguns sustos. Nisso, a Netflix pode ajudar com alguns filmes sul-coreanos, que podem interessar os amantes do terror e horror. Caso ainda espera se entreter com alguma produção do estilo que combine com o Halloween, esta lista é para você! Leia também: Halloween: Confira as 8 melhores dance practices para aproveitar o dia 31 Os quatro longas citados estão no catálogo do streaming, sendo três deles produções originais: ou seja, não sairão da Netflix depois de um tempo. Como o gênero do terror é atemporal, é possível conferir as dicas em qualquer época do ano, claro. Com isso, confira abaixo os filmes de terror recomendados pelo Café com Kimchi: Quatro filmes de terror para conferir no catálogo da Netflix 1- A Oitava Noite Na trama lançada este ano no streaming, um grupo de pessoas tenta deter a ressurreição de um espírito que esteve aprisionado durante séculos. Os personagens têm oito dias para conter a figura sobrenatural anteriormente aprisionada num selo, e um exorcista lidera esta caçada após anos de trabalho para manter a humanidade a salvo. 2- Alive Não poderia faltar um terror de zumbis na lista, não é? Alive foi lançado no ano passado na Netflix, e aborda a história de um rapaz que tenta escapar de um apocalipse. Após um vírus infestar as principais cidades do mundo e infectar a população, o personagem do ator Yoo Ahin não medirá esforços para encontrar uma saída de seu apartamento. O filme também traz a atriz Park Shinhye no elenco. 3- O Hospedeiro O Hospedeiro não é uma produção original da Netflix, mas está sempre no catálogo. Na história que mistura ficção científica com horror, uma substância tóxica gera a mutação de uma criatura gigante. Nisso, o proprietário de uma barraca de comidas precisa salvar sua neta, que foi sequestrada pelo monstro às margens do Rio Han. Aqui, o diretor Bong Joonho (Parasita) trabalha também com o ator Song Kangho. 4- O Mistério das Garotas Perdidas Neste filme, o público acompanha um pastor que investiga atividades suspeitas do culto religioso Deer Mount. Nisso, o personagem acaba conhecendo um policial que também está atrás de seita, recentemente conectada a um assassinato. Se você assistiu Round 6, irá reconhecer o ator Lee Jungjae no papel principal também. Leia também: Especial Halloween: veja 10 MVs com a temática do Dia das Bruxas para entrar no clima
- Universo Marvel: Conheça os atores de ascendência asiática que atuaram nos filmes de super-heróis
Com a chegada de Eternos aos cinemas brasileiros, relembre papéis interpretados por artistas asiáticos em um dos estúdios mais famosos da atualidade (Divulgação/ Total Film/ Reprodução/ Marvel) Quem foi ao cinema no último final de semana não deve ter ficado surpreso ao se deparar com os pôsteres de Eternos, o mais novo filme da Marvel que estreou quinta-feira, dia 4 de novembro. Mas a surpresa pode ter vindo ao notar três atores de ascendência asiática com tanto destaque no longa. A sino-britânica Gemma Chan, o paquistanês-americano Kumail Nanjiani e o coreano-americano Ma Dong Seok fazem parte do elenco principal do filme, que faturou mais de 160 milhões de dólares na sua estreia ao redor do mundo. Eternos reitera a proposta da Marvel de reinventar seu universo, afastando-o cada vez mais dos heróis cujas sagas já foram encerradas, como Homem de Ferro, Capitão América, Vingadores e outros. O filme reforça também o compromisso da marca de levar representatividade étnica e racial às produções. Eternos faz isso até fora das telas — além dos atores, o longa tem direção da chinesa Chloé Zhao, que venceu o Oscar de melhor diretora por Nomadland, ainda este ano. (Divulgação/ Total Film) Ainda em 2021, um pouco antes do lançamento de Eternos, outro longa trouxe força ao casting de atores asiáticos nos filmes da Marvel. Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, que estreou no Brasil no início de setembro, foi o primeira produção do estúdio a acompanhar a história de um herói chinês. O elenco, é claro, também foi composto majoritariamente por atores com ascendência chinesa. O protagonista Shang-Chi é interpretado pelo ator sino-canadense Simu Liu, e o casting principal tem a participação da atriz e rapper sino-coreana Awkwafina, e dos atores chineses Tony Leung Chiu-Wai, Fala Chen e Meng'er Zhang. A malaia Michelle Yeoh, que brilhou como a antagonista de Podres de Rico, também está no filme. (Reprodução/ Marvel) Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis levou representatividade não só às telonas, mas à trilha sonora do longa também. O álbum digital intitulado Shang-Chi, the Enhanced Album reúne o trabalho de mais de 20 artistas de várias nacionalidades, entre os quais estão Mark Tuan (do GOT7), Anderson Paak, NIKI e Keshi. Rich Brian, rapper sino-indonésio que introduz a coletânea no Spotify, diz que o álbum "é sobre celebrar a experiência asiática, [e] a experiência asiática-americana." Há alguns anos, a Marvel já trazia atores asiáticos em papéis secundários nas suas sagas. Vamos relembrar? Em Doutor Estranho e em dois filmes dos Vingadores (Guerra Infinita e Ultimato), o ator sino-britânico Benedict Wong interpretou o personagem que coincidentemente leva seu sobrenome, o mestre Wong, mentor do protagonista. Nos últimos dois filmes dos Vingadores e em Guardiões da Galáxia Vol. 2, Pom Klementieff atua no papel de Mantis. A atriz franco-canadense tem ascendência coreana por parte de mãe. No segundo e terceiro filme de Thor (Mundo Sombrio e Ragnarok), o ator japonês Tadanobu Asano interpreta o guerreiro Hogun, um dos fiéis amigos do protagonista. (Reprodução/ Marvel) Na última saga do Homem-Aranha, o ator americano-filipino Jacob Batalon interpreta o melhor amigo do herói teioso — o mais novo filme da trilogia, inclusive, deve estrear no Brasil no próximo mês, no dia 17 de dezembro. Em Vingadores: Era de Ultron, a atriz sul-coreana Claudia Kim viveu a cientista Helen Cho. E o ator também sul-coreano Park Seo Joon ainda não apareceu nas telonas do universo, mas está confirmado para o próximo filme da Capitã Marvel, que estreia em 2023. (Reprodução/ Marvel) Sentiu falta de algum ator ou atriz na lista? Conta pra gente no Twitter e Instagram do Café!
- Quer assistir só doramas e filmes coreanos? Confira os códigos da Netflix para encontrar no catálogo
Filtrando a busca do streaming, você pode encontrar K-dramas como Round 6, My Name, Profecia do Inferno e All of Us Are Dead (Reprodução/Netflix) A Netflix é um dos maiores serviços de streaming do mundo, responsável pela difusão de filmes e séries de diversos países — principalmente os que não têm inglês como língua nativa, o que é muito importante para trazer visibilidade para tais obras. Entre esses está a Coreia do Sul, que vai muito além do K-pop e investe fortemente em audiovisual e foi responsável por emplacar sucessos como Parasita e Round 6, que se tornou a série mais assistida da plataforma. Leia também — Plim-Plim na Coreia do Sul: 10 doramas parecidos com novelas da Globo Com um catálogo repleto de doramas sul-coreanos famosos como Hometown Cha-Cha-Cha, My Name e Profecia do Inferno, a Netflix é um prato cheio para quem é fã do audiovisual produzido na Coreia. No entanto, todos sabemos que o streaming carrega muitos conteúdos em seu núcleo e, com a entrega seletiva do algoritmo, podemos ter dificuldades em encontrar o exato tipo de entretenimento que procuramos. Mas isso deixará de ser um problema, porque o Café com Kimchi está aqui para te ajudar! Para isso, trouxemos uma lista de códigos que vão permitir filtrar os conteúdos da Netflix, de forma que você só acesse aos doramas e filmes coreanos. Para utilizar esses códigos numéricos, basta ir até a barra de pesquisa da sua conta na plataforma e digitar a sequência que mostraremos para cada categoria. Doramas coreanos (67879) (Reprodução/Netflix) Se você digitar o número 67879 na barra de pesquisas da Netflix, vai encontrar diversos K-dramas como O Rei Eterno, Vincenzo e Romance Is a Bonus Book — listado como um dos doramas leves e agradáveis de assistir. Embora o código não seja separado por gênero, você vai conseguir assistir a produções de diversos segmentos que vão desde romances de época até tramas envolventes de ação. Filmes coreanos (5685) (Reprodução/Netflix) Aos cinéfilos de plantão, é claro que vamos falar de filmes! Se você digitar o código 5685 na URL ou na barra de pesquisa da Netflix, vai encontrar longa-metragens produzidos na Coreia do Sul, como a atração de terror pandêmico #Alive, o romance Sintonizada em Você, Sweet & Sour e Em Silêncio, protagonizado por Gong Yoo. Outros filmes e séries asiáticas… (Reprodução/Netflix) Sabemos que os fãs de K-pop e doramas sul-coreanos também podem se interessar por outras produções audiovisuais da Ásia, como BL’s tailandeses, novelas turcas e dramas chineses. Por isso, trouxemos alguns códigos da Netflix para filtrar os conteúdos de acordo com o que você deseja assistir nesses nichos de atrações. Filmes Asiáticos de Ação: 77232 Filmes Chineses: 3960 Filmes Indianos: 10463 Filmes Japoneses: 10398 Filmes do Sudeste Asiático: 9196 Filmes Taiwaneses: 434295 Filmes e Séries Tailandeses: 107570 Animes japoneses (Reprodução/Netflix) Uma das atrações asiáticas mais amadas, os animes japoneses não poderiam faltar nessa lista. Por este motivo, separamos um tópico só para eles porque tais produções tiveram a sorte de virem separadas em categorias de gênero — para deixar o fã seletivo bem feliz! Vale mencionar que, por algumas questões de catalogação, podem ter animações de outros países que não são, necessariamente, o Japão. Mas estes aparecem com menos frequência, então, fiquem tranquilos sobre isso! Animes de Ficção Científica: 2729 Animes de Ação: 2653 Animes de Comédia: 9302 Animes de Drama: 452 Animes de Fantasia: 11146 Animes em Filme: 3063 Animes de Terror: 10695
- Amor Com Fetiche: Filme coreano na Netflix vai além das expectativas e diverte
Comédia romântica sobre BDSM protagonizada pela Seohyun (Girls' Generation) chegou ao catálogo da Netflix no dia 11; confira nossa crítica (Reprodução/Netflix) A febre de Cinquenta Tons de Cinza continua até os dias atuais. Páginas de fãs no Facebook e no Instagram ainda comentam sobre o romance de Christian e Anastasia, ignorando algumas questões de roteiro, gravação e até mesmo da obra original. O mesmo acontece com o ofensivo 365 Dias, possivelmente o filme mais problemático da Netflix, que, apesar das críticas e das avaliações baixíssimas, é amado por uma parcela dos espectadores. Em suma, sexo vende — ou pelo menos a imagem dele. Assim, não é difícil imaginar que Amor com Fetiche tenha sido ansiosamente esperado. Inspirado na webtoon Moral Sense, o filme traz a história de Jung Jiwoo (Seohyun) e Jung Jihoo (Lee Junyoung), colegas de escritório que, desde o primeiro encontro, já têm química. A similaridade dos nomes é o que dá início à trama, já que é com uma encomenda errada que Jiwoo descobre o segredo de seu colega: ele é parte da comunidade BDSM. Uma premissa simples e clichê traz à tona diversas questões sobre a prática desse estilo, relacionamentos no ambiente de trabalho, expectativas colocadas em parceiros românticos e ética moral, assim como o nome da inspiração sugere. Apesar de alguns percalços técnicos, o resultado é satisfatório, mesmo que deixe um quê de “só isso?” na boca. Inversão de arquétipos (Reprodução/Netflix) Diferente dos filmes supracitados, Amor com Fetiche brinca com o tradicional estereótipo dos doramas. Aqui, a protagonista não é uma menina colegial que fica de joelhos bambos quando vê o cara popular da escola; Jiwoo é conhecida por ser mandona e autoritária no trabalho — palavras usadas para descrevê-la quando, na verdade, é apenas eficiente no que faz — enquanto Jihoo, seu novo chefe, é todo sorrisos e resolve conflitos com carisma e assertividade e, é claro, amado por todos os empregados. Essa justaposição de personalidades traz mais personalidade à obra, e os dois atores (idols que já trabalharam com a Netflix em Private Lives e D.P. Dog Day, respectivamente) conseguem se encaixar perfeitamente nos papéis. Leia também: Quer assistir só doramas e filmes coreanos? Confira os códigos da Netflix para encontrar no catálogo O longa também aborda a misoginia no local de trabalho. O gerente da área, sr. Hwang, é a representação do chefe desrespeitoso. Nos primeiros cinco minutos, o longa já denuncia essa situação — Jiwoo faz uma sugestão que só é levada a sério quando repetida pelo novato Jihoo. Ele expressa seu descontentamento com o chefe e é nessa cena que temos a primeira visão do quanto Jiwoo se sente invalidada apenas por ser uma mulher no trabalho. Utilizando dos velhos clichês de comédias românticas, tendo a mãe e a amiga do trabalho como personagens de apoio, todos parecem esperar que Jiwoo flerte com seu interesse amoroso da maneira tradicional. Num diálogo, o olhar dela é comparado com o das outras mulheres que conversam com Jihoo: Jiwoo sempre se mostra dominante e fria, nunca doce como as outras. Isso serve como uma forma de foreshadowing — técnica de apresentar discretamente um elemento que vai ditar o restante da história — e de diferenciar Jiwoo do restante dos personagens. Num geral, Amor com Fetiche soube muito bem como surpreender espectadores, afinal, quase ninguém esperava uma comédia romântica fofa e feel good com aquela premissa. O trailer deu as dicas, mas a realidade pode ter sido um baque para aqueles que esperavam algo diferente. A todo momento, o filme brinca com as suas expectativas com doses de humor que chegam a causar vergonha alheia e faz você torcer pelos personagens enquanto sente vontade de pausar o filme; a experiência é divertida. Amor e coleiras (Reprodução/Netflix) Jiwoo é amiga de uma dona de uma creche de cachorros. Boa parte do filme se passa nesse cenário, no qual ela conversa sobre seu crush, vê o estagiário adestrando um cão e interage com os animais. Essa dinâmica é espelhada na primeira “cena” de BDSM do casal: o infame dog play. Ela ocorre num ponto da trama em que Jiwoo ainda é iniciante, sabendo nada além de algumas pesquisas feitas no Google, e a própria atividade é apresentada como um curso introdutório. A cena causa risadas e estranhamento, talvez até pelos latidos habilidosos do protagonista. “Eu procurei por vídeos de golden retrievers. A diretora disse que seria bom se eu pudesse ser um homem-cachorro, e golden retrievers sorriem de forma confortável e adorável, então eu usei esses vídeos como referência. Eu ganhei cerca de 9kg, comendo seis vezes por dia e fazendo pequenos lanches. Tentei ganhar massa comendo bastante e me exercitando.” Lee Junyoung (Jung Jihoo) sobre o preparo para o papel É fácil dizer que o filme não se leva a sério. Park Hyeonjin, a diretora, apostou muito claramente na parte cômica, tornando impossível não dar risadas da cena, chegando ao ponto de sentir vergonha pelos personagens. Aparentemente, eles sentem também, já que Jihoo decide planejar a próxima vez do casal, e é só a partir desse momento que eles começam a se sentir mais confortáveis com os papéis. Lee Junyoung cabe perfeitamente na pele de Jihoo, um cara um pouco bobo e fácil de se aproximar, se encaixando no estereótipo do “namorado golden retriever”, que era o objetivo da diretora desde o início. Seohyun também não fica para trás no quesito atuação. A idol, que já é experiente nesse ramo, entrou facilmente no papel da dominatrix iniciante e assertiva, trazendo mais personalidade para uma personagem que outrora poderia ficar presa em duas dimensões. As seguintes “cenas” de BDSM são retratadas com mais seriedade, chegando a apresentar quartos vermelhos e roupas de látex, mas sempre acompanhadas de uma trilha sonora desconexa, que destoa do que é mostrado na tela. A classificação +16 existe pela insinuação e discussão sobre sexo, mesmo que, em certas partes, o filme tente desviar completamente desse aspecto sensual. Apesar das tentativas, algumas cenas mostram de um jeito excepcional a química dos atores, como a do próprio quarto vermelho e a final. Quanto à discussão do que é o BDSM em si, pode-se dizer que ela não vai além da superfície. É um “BDSM para leigos” que, mesmo assim, faz um trabalho melhor que vários outros filmes do gênero ao abordar mais questões que somente a sexual, como a importância do consentimento para todas as práticas, ponto destacado diversas vezes pelo longa. Jiwoo é vista pesquisando e interagindo como veteranos da comunidade, assim como Jihoo, e, no final, descobrimos que até alguns conhecidos fazem parte dela. Leia também: Atores de Pousando No Amor vão se casar; conheça mais 5 casais de doramas que namoraram na vida real Relacionamentos, controle e clichês (Reprodução/Netflix) O monólogo de abertura e encerramento toca na questão: é possível entrar num relacionamento sem estabelecer dominância? Fora do trabalho, Jihoo e Jiwoo invertem as posições de chefe e subordinada. Isso traz uma dinâmica interessante para o casal, mas o desenvolvimento poderia ser melhor aproveitado. Logo na primeira interação, Jihoo já faz o ousado pedido a Jiwoo — “Você pode ser meu mestre?” —, mesmo sem saber se ela tem conhecimento da prática. Ações impulsivas como essa fazem com que Jihoo caia no estereótipo do “emocionado”, enquanto Jiwoo mantém a imagem fria e legal, como é descrita. Um ponto fraco do roteiro é justamente o mais importante em um filme de romance — o romance. Os protagonistas se aproximam muito rapidamente, quase fugindo do ritmo natural, e apesar do longa não se afastar dos velhos clichês das romcoms, o espectador sente falta da lentidão do namoro. Essa característica torna-se ainda mais perceptível quando se entende como Jiwoo e Jihoo são personagens realistas, cada um com suas individualidades, e é triste que o início de namoro de ambos não tenha sido exposto. Talvez esse aspecto seria melhor abordado por um dorama em vez de filme, mesmo com poucos episódios. Os personagens secundários também têm tramas interessantes e merecem um pouco mais de destaque. “[A personagem] Jung Jiwoo é charmosa. Ela é uma personagem que geralmente é criticada por ser direta e não agir de forma fofa ou não forçar sorrisos, mas Jihoo acha que ela é maneira. Eu pensei que pudesse contar uma história sobre a normalidade de estabelecer um namoro com uma personagem que está fora da 'mulher ideal' que é esperada e pedida.” Park Hyunjin, diretora, sobre Jung Jiwoo (Seohyun) Essa parte também é mal costurada na pós-produção do filme, com cortes bruscos de cenas que afetam a experiência. Apesar das duas horas de duração, a trama parece se arrastar ao mesmo tempo que é rápida demais. As situações caricatas não ajudam muito; temos o casal de protagonistas numa cena um tanto inapropriada para o local de trabalho, além do almoço com algemas no restaurante. Isso nos traz para o último ponto: o grand finale apressado que usa e abusa dos clichês. Uma caneta com microfone expõe não apenas os segredos de Jiwoo e Jihoo, mas também do restante do escritório, e tudo se resolve e encaminha para a felicidade como é típico de doramas e filmes de romance. O final bobo e esperado permite que os protagonistas finalmente revelem os sentimentos que nutrem um pelo outro, ficando juntos e oficializando o namoro. Vale dizer que o filme toca em um assunto importante, o impacto que diferentes gostos podem deixar. A ex-namorada de Jihoo termina o namoro por não aprovar o fetiche dele, e ela é uma personagem que poderia ter tido uma influência ainda maior na trama. Uma comédia romântica como qualquer outra (Reprodução/Netflix) No final do dia, Amor com Fetiche vale à pena? Sim. Se você, assim como eu, é fã de filmes bobinhos que não se levam a sério, essa é uma ótima forma de passar duas horas do seu dia. É importante dizer que ele não deve ser visto com altas expectativas — é um filme comum, que aborda um assunto inusitado e traz uma lição de moral (assim como o título da webtoon), e é divertido de assistir. Diferente dos cinquenta tons e dos 365 dias, Amor com Fetiche aposta em poucos números e pouco tempo para exibir uma história de romance com um diferencial. A química entre os atores é palpável, e a subcategoria 'Espirituosos', escolhida pela própria Netflix para descrever o filme, não poderia se encaixar melhor. Para uma produção que foge do que geralmente esperamos da Coreia do Sul, ainda que não entre de cabeça nessa direção, Amor com Fetiche é um passo inicial muito interessante.
- Além dos palcos: Shows, filmes e documentários de K-pop que chegaram aos cinemas
Permission to Dance, Super Show 8, BLACKPINK: The Movie e outros estiveram nas telonas e atraem um grande número de fãs (Reprodução: Hybe, Starship, YG e SM) Sala fechada, som alto, assentos escolhidos e pipoca. Quando se fala em cinema, logo se pensa nos filmes; mas já imaginou assistir a um show de K-pop ou documentário sobre seu grupo favorito nas telonas? Isso já foi possível para alguns fandoms. O sucesso de diversos grupos levou à produção de filmes e concertos direcionados ao cinema, trazendo uma experiência diferente ao público que antes só poderia ir aos shows presenciais ou assistir suas versões virtuais em casa. BLACKPINK, Monsta X, BTS, Super Junior e outros atos do K-pop já lançaram longas e documentários que fizeram sucesso nas bilheterias. O Café com Kimchi trouxe alguns exemplos de produções do tipo, que já passaram ou que ainda chegarão às salas do Brasil: BTS: Permission To Dance On Stage Depois de um longo período dos palcos, o BTS retornou em março com shows em Las Vegas, nos Estados Unidos, e em Seoul na Coreia com o Permission To Dance On Stage. Esse foi o primeiro show do grupo em dois anos e meio, tendo ficado afastados das apresentações devido à pandemia de covid-19. Os shows em Seoul foram nos dias 10, 12 e 13 de março de 2022, e o concerto do dia 12 foi transmitido ao vivo nos cinemas de vários locais do Brasil, totalizando 11 capitais. Leia também - Proof: Nostalgia em comeback do BTS nos leva para quando "éramos mais felizes" O show aconteceu no Estádio Olímpico de Seoul, e foi exibido nos cinemas poucas horas depois da apresentação na Coreia. Como protocolo de segurança da pandemia, foi recomendado evitar gritos e muito barulho, tanto nos shows presenciais no estádio quanto para os que estavam assistindo nos cinemas ao redor do mundo. A presença dos fãs nas salas cinematográficas rendeu ao grupo cerca de US$32,6 milhões. Além da versão inédita de transmissão do show nos cinemas, o BTS também levou outros filmes especiais às telonas, como as produções Burn The Stage, Break The Silence e Bring The Soul. Os títulos citados foram em formato de documentário, mostrando a rotina dos integrantes, bastidores das turnês mundiais e as performances marcantes. Monsta X: The Dreaming O Monsta X anunciou no fim do ano passado o lançamento de The Dreaming, que chegou ao cinemas de mais de 70 países em dezembro de 2021, incluindo o Brasil. O longa contou a história do grupo registrada durante seis meses, com entrevistas exclusivas e histórias dos bastidores de suas turnês pelo mundo. Além das performances especiais dos maiores sucessos do grupo, o longa-metragem fez uma ponte de referência com o segundo álbum em inglês do grupo, que viria logo em seguida intitulado com o nome do doc. Leia também - Voyager: Kihyun viaja para seu próprio universo musical em primeiro single álbum Feito como um presente ao fandom Monbebe, The Dreaming foi uma espécie de "filme-concerto", pré-gravado para sua apresentação nos cinemas; e a exibição aconteceu entre os dias 9 e 12 de dezembro de 2021. As promoções do lançamento foram feitas somente com os membros Jooheon, Kihyun, Hyungwon, I.M e Minhyuk, pois Shownu ainda estava prestando o serviço militar obrigatório sul-coreano. BLACKPINK: The Movie Lançado em 2021 em comemoração aos CINCO anos de carreira do girlgroup, BLACKPINK: The Movie é um documentário que mostra a rotina das integrantes de forma íntima, além de trazer os bastidores e performances ao vivo que o grupo realizou durante esse tempo. O BLACKPINK já havia lançado anteriormente o projeto Light Up The Sky, que está disponível na Netflix. O The Movie foi exibido em diversos cinemas ao redor do mundo, em sessões especiais que tinham três telas e com som que simulava o eco de um show ao vivo, tornando a experiência mais imersiva. A produção alcançou grande bilheteria e faturou cerca de US$4,8 milhões. O lançamento fez parte de um grande projeto do quarteto, chamado 4+1 Project, que prometia novidades durante o mês de aniversário do BLACKPINK. O documentário foi disponibilizado na Disney +, plataforma que vem investindo em produções leste asiáticas, principalmente sul-coreanas, para acrescentar em seu catálogo. Então, quem não conseguiu assistir nos cinemas, poderá conferir no streaming. Super Junior: Super Show 8 - Infinite Time O Super Junior, com mais de 16 anos de carreira e reconhecido na indústria do K-pop, já fez diversas turnês nacionais e internacionais. Em 2022, o Super Show 8: Infinite Time trouxe para os cinemas a gravação da oitava turnê internacional do boygroup, o que foi um grande presente para os fãs dos artistas. O longa traz detalhes sobre a tour, bastidores e apresentações feitas durante a promoção do álbum Time Slip, lançado em 2019. As exibições ocorreram em países como México, Chile e Argentina, e incluiu localidades no Brasil em fevereiro deste ano. O Super Show 8 começou com dois shows em Seoul na Coreia do Sul, e passou pelo Japão, China, Tailândia, Filipinas e Indonésia em seguida. Seventeen: Power Of Love - The Movie Aderindo a este formato, o grupo composto por 13 integrantes divulgou também o seu primeiro filme exibido nos cinemas. Intitulado Seventeen: The Power Of Love, a produção chegou às telonas em abril de 2022 em mais de 50 países, incluindo o Brasil. Descrito como “uma carta de amor em forma de filme”, o longa conta a trajetória do SEVENTEEN desde sua estreia, mostrando seus desafios, performances ao vivo, entrevistas e bastidores da vida agitada dos k-idols. Anteriormente, o grupo lançou o documentário Seventeen: Hit The Road que está disponível no canal do conjunto no YouTube, e no Weverse — plataforma com conteúdos exclusivos de diversos artistas, incluindo aqueles que estão sob o selo da empresa HYBE. Leia também - Attaca: Seventeen mostra mais uma vez porque é um dos maiores grupos de kpop da atualidade NCT Dream The Movie: In A Dream O mais recente lançamento nos cinemas é do NCT Dream, com o show NCT Dream The Movie: In A Dream. Seguindo a modalidade de filme-concerto, a produção acompanhará o grupo da SM em performances da sua recente turnê, a NCT Dream Tour - The Dream Show 2; além de cenas de bastidores com os integrantes. O segundo show do conjunto foi filmado no Estádio Olímpico de Seul, que é um dos maiores da Coreia e um dos maiores objetivos dos artistas na hora de organizar concertos grandes. O título chegará aos cinemas do Brasil com sessões nos dias 30 de novembro e 03 de dezembro.
- Dramaland e Barbieverso: 6 doramas parecidos com filmes da Barbie
A tendência Barbiecore vai vestir de rosa também os dorameiros: veja enredos coreanos que se parecem com as animações da boneca (Reprodução / Universal / tvN) Nas últimas semanas, a Internet tem enlouquecido de amores pela boneca mais famosa do mundo. A febre começou com as filmagens do live-action da Barbie e evoluiu para as tendências de moda — o famoso Barbiecore —, mas se engana quem pensa que este frenesi pink está perto de acabar. Agora é a vez do Café Com Kimchi trazer o Barbieverso para a Dramaland. Quem diria? A partir de 2001 com o lançamento de Barbie: O Quebra-Nozes, a boneca deixou de ser apenas um brinquedo icônico para alcançar também uma carreira no universo dos filmes. Como "atriz", a Barbie já estrelou em mais de 30 filmes de animação, e alguns deles resguardam similaridades com o plot de doramas. O Café reuniu 6 k-dramas que lembram — ainda que remotamente — o enredo dos filmes da loirinha. Confira após a publicidade. Leia Mais: Plim-Plim na Coreia do Sul: 10 doramas parecidos com novelas da Globo Fashion King X Barbie: Moda e Magia (Reprodução / Universal / SBS) Se despirmos o filme da Barbie de 2010 de toda a mágica, o que sobra? O enredo gira em torno de duas estilistas, a tia da Barbie e sua maior concorrente, a vilã da animação. Ambas trabalham em Paris, a Capital da Moda, e a competitividade neste meio é um dos temas centrais do filme, embora fique um pouco escondida por baixo de camadas de fantasia (fadas, armário mágico). Porém, é a rivalidade entre as duas boutiques é o que faz a trama avançar. A competição no mundo da moda é também o fio condutor do dorama Fashion King (2012). Nele, o título de melhor grife do país é disputado pelos estilistas Young Gul (Yoo Ah In) e Lee Gayoung (Shin Sekyung). Eventualmente, os dois se unem na trama, mas uma concorrente de luxo — por sinal, a antiga boutique da personagem Gayoung — torna a caminhada até o topo mais difícil. The King's Affection X Barbie: A Princesa e A Plebeia (Reprodução / Universal / KBS) No filme de 2004 inspirado em um clássico, as protagonistas são duas personagens idênticas, porém, com vidas bastante diferentes: uma é da realeza, a outra uma costureira sem nada de sangue azul. Quando a princesa é raptada, um funcionário do castelo chama a plebeia para substituí-la até que o mistério em torno do sequestro seja esclarecido. Esta é a porta de entrada para um plot cheio de aventura e muito romance. No dorama épico O Rei de Porcelana (2021), dois irmãos gêmeos são separados ao nascer e têm os mesmo destinos da Barbie na animação: um ocupa o trono e a outra cresce como uma plebeia. Quando o Rei morre, sua irmã viva Dam-yi (Park Eunbi) é convocada ao palácio para ficar no lugar dele. Para proteger o disfarce, Dam-yi se distancia de todos que possam reconhecê-la com uma fraude, mas acaba se apaixonando pelo tutor real Ji-woon (Rowoon). Leia Mais: 6 Doramas de época para maratonar na Netflix e no Viki Navillera X Barbie: As 12 Princesas Bailarinas (Reprodução / Universal / tvN) No encantador '12 Princesas' (2006), uma mensagem central é a paixão pela dança. Aqui, a Barbie divide o castelo com onze irmãs e o pai viúvo, o Rei. O amor pelo balé, segundo o pai, distrai as princesas dos deveres de realeza; por isso ele convida uma prima — a vilã Rowena — para orientar as jovens. A "educação" da Rowena é implacável, e o único alívio das irmãs é fugir para um mundo mágico e dançar a noite toda. Em Navillera (2021), a paixão pelo balé é também o que move Deok-chul (Park In-hwan), um carteiro aposentado de 70 anos, a se entregar a um sonho antigo e se matricular em uma escola de dança. Lá, ele conta com a ajuda do bailarino Lee Chae-rok (Song Kang). O dorama ainda aborda temas dramáticos como os desafios de envelhecer, o diagnóstico de Alzheimer e como manter um sonho vivo apesar das dificuldades. Achou pesado? Bem, há de se convir que, ao abordar o luto, dramas familiares e até uma tentativa de assassinato, '12 Princesas' também não é o filme mais "leve" da Barbie. Leia mais: Doramas pesados: 6 K-Dramas para assistir com calma Hwarang X Barbie: As Três Mosqueteiras (Reprodução / Universal / KBS) Um grupo de elite, organizado e muito bem treinado para proteger a realeza de inimigos que estão mais perto do que se pode imaginar. Esta é a premissa do filme da Barbie de 2009, uma releitura do romance histórico que traz três jovens garotas como a defesa mais eficiente da Coroa francesa. Na animação repleta de ação e aventura, Barbie é Corinne, filha do lendário mosqueteiro D'Artagnan. Um grupo de elite, organizado e muito bem treinado para proteger a realeza... Bem, esta também é a premissa de Hwarang (2016). No dorama que se destaca pelo super time de atores e de idols em cena — o V do BTS e o Minho do SHINee —, jovens guerreiros são preparados para defender a Dinastia Silla, sem saber que o futuro Rei também treina entre eles. É uma trama épica cheia de aventura e batalhas que todo bom dorameiro deve conferir. Painter Of The Wind X Barbie: Rapunzel (Reprodução / Universal / SBS) No filme de 2002 inspirado no conto de fadas, a Barbie é trancafiada em uma torre pela cruel madrasta. Seu contato com o mundo exterior só é possível graças a um pincel mágico — um presente do seu falecido pai — com o qual a protagonista pode viajar para qualquer cena que pintar. Com uma ambientação medieval, a animação também aborda temas como amizade e a descoberta do mundo pela ótica de uma jovem mulher. Painter Of The Wind (2008) também coloca a ótica de uma jovem pintora em destaque. Aqui, a protagonista é Shin Yun-bok (Moon Geun-young), artista importante da Dinastia Coreana Joseon e que — com a devida licença poética —, era uma mulher disfarçada de homem. Ela assume a identidade masculina para descobrir mais sobre o assassinato do pai e acaba conhecendo Kim Hong-do (Park Shin-yang), com quem desenvolve uma forte relação. 100 Days My Prince X Barbie: Princesa da Ilha (Reprodução / Universal / tvN) No filme musical de 2007, a Barbie é Ro, uma sobrevivente de um naufrágio que vive em uma ilha deserta com seu trio de amigos animais, com quem ela, surpreendentemente, consegue se comunicar. Com o desenrolar da trama, Ro volta à civilização a convite de um príncipe bonitão e explorador, e descobre que sua real identidade é Rosella, uma princesa perdida. O enredo ainda oferece muita aventura e romance. Do Kyungsoo (do EXO) também é um príncipe perdido e sem lembranças da sua vida real em 100 Days My Prince. Ele interpreta o personagem Lee Yul, o nobre que, durante uma tentativa de assassinato, perde a memória e acaba em um humilde vilarejo. Lá, Yul é obrigado a se casar — por um decreto que ele mesmo deixou como príncipe — com a única solteira da cidade, Yeon Hongshim (Nam Jihyun). Apesar de ninguém aqui falar com animais, o dorama entrega leveza, diversão e romance com esse casal fofo e inusitado. Lembrou de outro dorama que "combina" com um filme da Barbie? Conta no nosso Twitter e Instagram!
- Além de A Caminho do Céu, conheça outros doramas e filmes estrelados por Lee Je Hoon
Confira alguns trabalhos do ator que interpretou Sang Gu, protagonista no drama Move To Heaven disponível na Netflix (Reprodução / Netflix) Com mais de 30 produções audiovisuais no currículo e mais de 14 anos de carreira, é inegável o quão excepcional é o trabalho de Lee Je Hoon dentro da indústria cinematográfica coreana. O ator desde o início de sua carreira teve destaque em seu trabalho, já que em seu primeiro papel como protagonista em 2011 no filme Bleak Night ganhou o prêmio de Best Newcomer no Blue Dragon Awards, a maior premiação coreana da indústria cinematográfica. Um Fun Fact é que ele ganhou contra ele próprio nesta categoria, e foi indicado também pelo papel no filme The Front Line no mesmo ano. Conhecido por começar sua carreira com filmes indie, Je Hoon ganhou cada vez mais reconhecimento na indústria com diversos papéis em filmes comerciais e doramas que tiveram grande audiência. E neste último ano de 2021, pudemos presenciar um alavanque na carreira do ator que segue em alta demanda, sendo mais e mais requisitado pelas grandes empresas audiovisuais do país. Confira também: Calendário de maio de 2022: Confira as produções coreanas que chegam ao streaming este mês Com o dorama disponível na Netflix A Caminho do Céu, o ator ganhou destaque tanto na Coreia do Sul quanto internacionalmente ao interpretar o papel do protagonista Sang Gu ao lado de Tang Jung Sang, que interpreta Han Geu Ru. O K-Drama conta a história de Han Geu Ru, um jovem com Síndrome de Asperger – síndrome dentro do espectro autista – que perde seu pai precocemente fazendo com que seu tio, Sang Gu, que recentemente saiu da prisão. Sang Gu então fica responsável legalmente pelo garoto assim como da empresa em que ele e o pai geriam, a Move To Heaven. A história gira em torno da relação dos dois, na humanização da morte e também na relação das pessoas com o autismo. (Reprodução / Netflix) O dorama ganhou muita visibilidade pelo enredo e também pela atuação dos protagonistas que, de forma impecável, demonstraram a realidade, emocionando e tocando o coração dos telespectadores da obra. Por conta desse destaque de Je Hoon na produção, o Café com Kimchi decidiu selecionar alguns dos principais filmes e doramas que têm a participação do ator no elenco. Confira a lista abaixo! Taxi Driver (2021) Em Taxi Driver, Lee Je Hoon é o protagonista Do-Ki que foi um oficial das forças armadas. Sua mãe é assassinada por um serial killer e ele sofre muito com isso. Até que ele recebe a proposta de Jang Sung-Chul para trabalhar em sua empresa, a Rainbow Taxi que, na verdade, não é uma empresa convencional de serviço de transporte, mas um grupo de mercenários que busca vingança para quem não foi protegido pelas leis. No entanto, ao serem investigados pela promotora Kang Ha-Na as coisas ficam mais emocionantes. Ha-Na ao mesmo tempo que está furiosa com os crimes cometidos pela Rainbow Taxi, fica completamente perplexa com a capacidade que eles têm de resolverem coisas que a lei não resolve. O drama é baseado no webtoon The Deluxe Taxi e apresenta a busca de Do-Ki pelo verdadeiro significado de justiça. Tomorrow With You (2017) Neste dorama de romance, Je Hoon vive o protagonista Yoo So Joon, um CEO de uma empresa imobiliária super bem-sucedida. So Joon simplesmente tem a capacidade de viajar no tempo quando pega o metrô. Indo e voltando no tempo, ele vê seu eu futuro vivendo uma vida de muito sofrimento e desgraça e se desespera. Assim, ele começa a procurar formas para tentar mudar esse seu futuro trágico. Nesse vai e vem, So Joon decide então se casar com Song Ma Rin para tentar compensar seu futuro já fadado. Sua futura esposa, é uma fotógrafa muito alegre e que leva a vida de forma leve. Com o passar do tempo, So Joon aprende a amar Ma Rin e ao longo do dorama os acontecimentos facilmente os surpreendem. Leia também: Choro livre: 6 doramas para desidratar de chorar na Netflix Signal (2016) Em Signal, Je Hoon faz o papel de Park Hae Yeong que é um policial que estuda sobre comportamento de criminosos com o objetivo de identificar o perfil criminal destes. Mesmo sendo um policial, ele não confia em seus parceiros de profissão principalmente pelas suas experiências quando criança. Quando era estudante do ensino fundamental, há quinze anos, Hae Yeong presenciou o sequestro de uma jovem a caminho de casa e que foi encontrada morta dias depois. Na época, os policiais não conseguiram encontrar o assassino e, por isso, Hae Yeong começou a desconfiar que estavam envolvidos no crime. Em um ponto chave do drama, Hae Yeong encontra um walkie-talkie e se comunica com um homem. Ele descobre então, que este homem é Jae-Han, detetive que está investigando o caso da garota que Hae Yeong viu ser sequestrada há quinze anos. A questão é que Jae-Han é do ano 2000, não de 2015. Então, Hae Yeong começa a se comunicar com o policial do passado para juntos resolverem o intrigante caso. I Can Speak (2017) No filme, Je Hoon faz o personagem Min Jae, que é um estagiário do serviço público que forma amizade com Ok-Bun, interpretada por Na Moon Hee, uma senhora idosa que constantemente se queixa das coisas que acontecem ao seu redor no gabinete local onde Min Jae trabalha. Eles tornam-se amigos pois Ok-Bun vê Min Jae falar fluentemente em inglês e pede para que ele o ensine, já que ela quer muito aprender a língua. Então ele começa a ensiná-la e, enquanto estudam juntos, Min Jae descobre o passado doloroso que Ok-Bun viveu durante a Segunda Guerra Mundial. O filme é baseado na história real de mulheres coreanas que testemunharam perante a Câmara dos Representantes dos EUA em 2007, para a aprovação da Resolução da Câmara nº 121 que afirma que o Japão deveria formalmente reconhecer e se desculpar pela coerção de jovens que foram sexualmente escravizadas durante os tempos coloniais e na Segunda Guerra Mundial. O nome do filme "I Can Speak" – “eu posso falar” em português – não mostra apenas a capacidade de Ok-Bun de aprender o inglês, mas também simboliza a coragem e a força das vítimas da escravidão sexual de levantarem suas vozes para se defenderem. Leia também: Por que Business Proposal é tão bom? Confira 5 acertos do dorama que chegou à Netflix em abril Collectors (2020) Na comédia Collectors, Je Hoon é o personagem Kang Dong-Goo, um especialista em furtos de tumbas. O filme mostra a aventura de um grupo de ladrões experts nestes roubos que estão tentando obter tesouros preciosos como estátuas de ouro e bronze de Buddha em templos antigos e murais da tumba de Goguryeo. Então, Dong-Goo recebe uma oferta tentadora de um curador de arte e antiguidades, Yoon (Shin Hye Sun) para ir atrás de alguns objetos antigos com valor histórico alto. Completamente instigado pela missão ousada, ele elabora um plano minucioso para roubar as tumbas do período Goguryeo na China. Logo depois, ele se vê sondando a espada real de Yi Song-Gye, escondida em uma tumba do período Joseon, localizada no meio da capital sul-coreana, em Gangnam. O humor inicia quando Dong-Goo se junta ao Dr. Johns (Jo Woo Jin), especialista em murais de tumbas, e ao lendário escavador de túneis, Sabdari (Im Won Hee), para roubarem as relíquias e cada um tenta enganar o outro para ficar com os tesouros para si. Dessa forma, enquanto eles vão tentando passar a perna nos colegas de crime, usando de truques e peripécias, eles conseguem fazer quem assiste ao longa se divertir. Time to Hunt (2020) Situado em uma distópica Coreia do Sul, após uma forte crise financeira, Time to Hunt é um filme que mostra a vida de quatro jovens ladrões que decidem roubar um cassino subterrâneo. Lee Je Hoon estrela a produção como Jun-Seok, um jovem recém libertado da prisão, que planeja este roubo do cassino com o objetivo de melhorar a sua vida e a de seus familiares e amigos. Porém a expectativa de uma vida diferente é quebrada ao encontrarem um assassino impiedoso que começa a perseguir o grupo a fim de tirar suas vidas. Time to Hunt não é um simples filme de ação onde grande parte da emoção do enredo vem de sua habilidosa cinematografia e edição de som que criam uma atmosfera de tensão e suspense. O mundo apocalíptico que o filme apresenta reflete a sociedade coreana, trazendo uma crítica social ao que os jovens sul-coreanos vivenciam no país em que trabalhadores têm salários baixíssimos e condições de trabalho péssimas, embora vivam numa economia emergente. Assim como no filme Parasite (2019), em Time to Hunt, os amigos de Jun-Seok se veem incapazes de escapar da pobreza, por isso recorrem a medidas não tão boas para tentar melhorar suas vidas e acabam se encontrando em uma encruzilhada. Veja também: Quer assistir só doramas e filmes coreanos? Confira os códigos da Netflix para encontrar no catálogo
- In The Soop Friendcation: Conheça a carreira de cada integrante do Wooga Squad
A amizade que começou nos bastidores do dorama Hwarang é a grande protagonista de nova série do Disney+, que acompanha uma viagem do grupo (Reprodução / Park Seo-joon ) Que na indústria do entretenimento coreano a maioria dos famosos são amigos e interagem direto uns com os outros todo mundo sabe. E nesse ano, um dos grupos de amigos mais famosos do mundinho do k-drama, o Wooga Squad, está lançando semanalmente episódios de sua nova série com a JTBC e Disney+, o In The Soop: Friendcation. A nova série acompanha uma viagem de quatro dias com os cinco membros, em uma mansão no meio da floresta, todinha para eles. O primeiro episódio foi ao ar em 22 de julho, mas infelizmente o programa ainda não está disponível aqui no Brasil. A amizade de milhões começou nos bastidores do dorama Hwarang, que já está disponível na Netflix, inicialmente com os atores Park Hyung-sik, Park Seo-joon e V, membro do BTS, que atuaram juntos na mesma novela coreana. Com o tempo, foram chegando novos membros, o produtor Peakboy e o, também ator, Choi Woo-shik. Pensando no grande talento do grupo e também no lançamento dos episódios, trouxemos um resuminho da carreira de cada integrante do Wooga Squad para vocês conhecerem melhor o grupo e já entrarem no clima para quando o programa chegar no país. Leia também: Mais que amigos, friends: Conheça as amizades mais poderosas do K-pop Park Hyung-sik (Reprodução / JtBC) Você sabia que ele já foi um idol? Pois ele foi! Park Hyung-sik debutou no grupo ZE:A, sob o selo da Star Empire Entertainment, em 2010. O grupo entrou em um hiatus em 2017, e os membros disseram que não era um disband, e que o grupo poderia voltar algum dia caso fosse o momento certo. Já no ramo da atuação, Hyung-sik começou com pequenos papéis ainda em 2010, mas só ganhou reconhecimento em 2013 com seu personagem Jo Myung-soo em The Heirs. Depois disso, várias oportunidades surgiram pro ator, que atuou em vários doramas e até filmes, como High Society (2014) e Jurado 8 (2019). Park Hyung-sik fez uma pausa na carreira para se alistar no exército sendo dispensado no início de 2021, e já voltou a participar de algumas produções, como Happiness, da TvN. Leia também: Happiness aborda temáticas desgastadas mas não deixa de ser envolvente Park Seo-joon (Reprodução / TvN) Park Seo-joon é uma carinha bastante conhecida pelos dorameiros de plantão. Sua primeira aparição no audiovisual foi em um videoclipe de Bang Yong-guk, I Remember, em 2011. Ainda em 2011, fez sua estreia como ator, no filme Perfect Game, e no ano seguinte começou no mundo dos doramas em Dream High 2. Seo-joon tem uma carreira recheada de sucessos, como O Que Houve com a Secretária Kim?, que é por onde a maioria dos dorameiros começa, Itaewon Class, uma série original da Netflix que fez muito sucesso quando lançou, e Hwarang, onde os meninos se conheceram, e o filme Parasita, vencedor do Oscar de 2020. Tanto talento rendeu a ele prêmios como o de Melhor Ator Revelação em 2013 e de Prêmio de Nova Estrela em 2014. Além disso, já foi confirmado sua participação no novo filme da Capitã Marvel com lançamento previsto para 2023. Leia também: Universo Marvel: conheça os atores de ascendência asiática que atuaram nos filmes de super-heróis V do BTS ( Reprodução / HYBE Labels) O mais novo do grupo, Kim Taehyung, também tem uma bagagem profissional bem grande. Em 2013, com apenas 17 anos, ele debutou no BTS, com o nome artístico V, ao lado de Jin, RM, SUGA, J-Hope, Jimin e Jungkook. Ao longo desses 9 anos de carreira, o grupo lançou 295 músicas, sendo que Taehyung participou da produção de algumas delas, como por exemplo Boyz with Fun, Run e Stigma. Ele também lançou algumas músicas solo pelo soundcloud do grupo, com Sweet Night, que foi a OST de Itaewon Class, 4 o’clock, Winter Bear e Snow Flower, que foi produzida pelo Peakboy. No último álbum que o grupo lançou, foi lançada uma nova versão de Spring Day feita por V. A carreira dele como ator é mais curta, ele atuou apenas em Hwarang em 2016, embora não tenham faltado convites para outras participações. Peakboy (Reprodução / Peakboy) Peakboy é produtor musical desde 2012 e lançou seu primeiro single em 2017, que foi Gin & Tonic e seu primeiro álbum no ano seguinte. Seu sonho de criança era se tornar cantor, e para isso ele assinou com uma empresa e treinou para ser idol - já que tinha uma meta de debutar até os 22 anos. Com o passar do tempo ele desistiu, e só ficou na produção de músicas, e foi servir ao exército coreano. Em 2016 foi dispensado e resolveu correr atrás do seu sonho de novo, e em 2017 finalmente debutou sob o selo da Neuron Music. Ele lançou dois álbuns em 2019 e mais um em 2020, totalizando quatro álbuns na carreira, com uma média de cinco músicas por álbum. Choi Woo-shik (Reprodução / SBS) Choi Woo-shik completa a equipe de atores do grupo. Quando era mais novo, ele e sua família se mudaram para o Canadá, onde passou sua adolescência, até que decidiu que voltaria para a Coreia para ingressar na carreira de ator. Em 2011 debutou no dorama de época The Duo, e fez seu primeiro curta-metragem no mesmo ano, o “Etude, Solo”. Ele também participou de Parasita, junto com Seo-joon, Trem para Busan (2016), Okja (2017) e muitos outros títulos. Quem é o seu preferido do squad? Conta para o Café!
- Casais em Crise: Conheça 5 reality-shows parecidos para maratonar
O famoso programa de namoro conquistou o público e para quem gostou dessa proposta vale conferir produções similares tão boas quanto (Reprodução) Imagine estar em um relacionamento problemático e ter a oportunidade de viajar para uma ilha e conhecer novas pessoas para então decidir se continua o namoro ou recomeçar com outro alguém. Essa é a dinâmica de Casais em Crise, o reality sul coreano da Netflix que ganhou um grande público desde o lançamento de sua segunda temporada este ano. Nessa segunda parte do programa, 4 casais passam 12 dias juntos na famosa ilha de Jeju e cada episódio traz novidades e discussões que nos prendem ao caminhar do reality. De torcer para que um novo casal surja até se sentir mal após uma briga entre a dupla que gostamos, esse reality é puro entretenimento pra quem gosta de um bom reality de namoro. Se você está curtindo Casais em Crise com certeza vai gostar desses programas que seguem uma dinâmica parecida. Vem ver a lista que o Café com Kimchi separou! EXchange Este programa da emissora coreana TVing reúne quatro casais separados em uma casa em que no início não podem revelar aos outros quem são seus respectivos ex-companheiros. Enquanto fingem não conhecer seu ex-namorado e ex-namorada, seus batimentos cardíacos são monitorados, mostrando a tensão que os integrantes da casa estão passando, o que deixa tudo ainda mais interessante. Um detalhe importante é que nem mesmo o público sabe quem são os casais separados, tornando também um desafio para quem assiste descobrir. Enquanto interagem entre si, não se sabe se estão falando com um ex ou com uma pessoa que os interessa romanticamente. Se você curtiu De Férias Com o Ex, com certeza vai gostar desse reality! Single's Inferno O famoso reality show de namoro da Netflix em parceria com a JTBC não poderia ficar de fora né?! Dez homens e dez mulheres são levados a uma ilha deserta, onde se conhecem pela primeira vez, desenvolvendo relações entre si e tendo a oportunidade de sair do programa em um par romântico. Em Solteiros, Ilhados e Desesperados, nome brasileiro, a emoção é constante pois pode surgir um casal a qualquer momento e talvez aquela dupla que você achava que tinha uma química pode não terminar junta. O programa fez muito sucesso na Coreia do Sul e fora dela pelo elenco ser repleto de jovem adultos muito bonitos e dispostos a começar um relacionamento enquanto se conhecem. Heart Signal Este programa lançado em 2017 reúne 8 participantes, 4 mulheres e 4 homens em uma casa para conviverem juntos e se conhecerem melhor durante um mês. Assim como em Casais em Crise há muitos encontros entre os participantes, momento em que podem conversar fora do convívio com os outros participantes e talvez desenvolver sentimentos por alguém. Apesar de poderem desenvolver sentimentos uns pelos outros eles não podem demonstrar suas intenções diretamente e é aí que fica ainda mais interessante. Caso se interessem por alguém, eles devem escrever uma mensagem de forma anônima para a pessoa. Disponível na Disney Plus e no Viki o programa contém 3 temporadas, então pode aproveitar e maratonar a vontade. Leia também: 'In The Soop Friendcation: Tudo sobre o reality show com o Wooga Squad no Disney Plus.' I Am Solo Esse reality de 2021 conta com 12 participantes, 6 mulheres e 6 homens que estão em busca de um relacionamento duradouro e desejam casar. Com uma proposta similar a Casamento às Cegas, mas sem o mistério de não ver a pessoa e apenas conhecê-la pela voz em primeiro momento, os integrantes não utilizam seus nomes verdadeiros e só os revelam ao final do programa caso encontre seu parceiro. Eles são levados até o Solo World, lugar onde os participantes que convivem juntos passam a se conhecer melhor e quem sabe encontrar o parceiro que tanto procuram. A emoção de ver possíveis casais se formando torna o programa um ótimo entretenimento para quem gostou dessa temática, então se quiser assistir é só conferir pelo Kocowa. Love Catcher Você prefere ganhar uma grande quantia de dinheiro ou encontrar seu verdadeiro amor? É basicamente essa decisão que os integrantes desse reality tem que fazer. Dez participantes são divididos em dois grupos: os que querem ganhar dinheiro no programa e os que querem encontrar um parceiro. Separados assim então, eles são os love catchers e os money catchers, os que buscam amor devem fugir dos que estão interessados no prêmio de 50 milhões de won e os que buscam dinheiro só poderão levar o prêmio se escolherem um par romântico que está no programa em busca de um relacionamento. Outra regra interessante do programa é que caso duas pessoas interessadas no dinheiro se juntem, ambos são automaticamente eliminados. Essa dinâmica se passa no período de um mês onde todas as relações feitas são questionadas e duvidosas, sendo preciso ter cuidado com quem jura amor, mas na verdade só quer sair milionário. Leia também: Casais em Crise: Quais são os melhores casais do reality-show coreano na Netflix? E os piores?
- Casais em Crise: Conheça o reality-show coreano que está fazendo sucesso na Netflix
Crises de relacionamento em meio a uma ilha paradisíaca? Saiba tudo sobre o reality da Netflix que está dando o que falar (Reprodução/Netflix) Depois de doramas como o premiado Round 6 e o apocalíptico All of Us are Dead, a Netflix tem conseguido furar a bolha dos dorameiros que acompanham o streaming e atingir públicos cada vez mais diferentes. A "Onda Coreana" ou Hallyu tem marcado presença na plataforma, arrastando audiência também para um novo formato: o reality show. Um bom exemplo disso é o reality Casais em Crise, o mais novo sucesso da Netflix. O programa tem se mantido em alta no streaming, junto a outros títulos renomados como Uma Advogada Extraordinária (Extraordinary Attorney Woo) e Alquimia das Almas (Alchemy of Souls). Descubra mais sobre o show após a publicidade. Ao final do post você vai querer correr para assistir! Como funciona o reality? "Casais em Crise" está atualmente lançando sua 2ª temporada na Netflix. A dinâmica do show é a seguinte: 4 casais que estão passando por problemas no relacionamento viajam para uma ilha. Em um primeiro momento, imaginamos que eles vão para lá fazer muita terapia e resgatar o amor entre eles. Mas, não é bem assim… Mesmo comprometidas, as pessoas são livres para irem em a dates com pessoas de outros casais. No final, capa participante decide se quer optar por ficar solteiros, com o casal original ou com a outra pessoa que conheceu nos encontros. Inusitado, não é? Atualmente o show está na 2ª temporada e toda quinta sai um episódio novo. Corre para maratonar que no dia 11 de agosto sai o episódio final! Leia também: Casais em Crise: Quais são os melhores casais do reality-show coreano na Netflix? E os piores? Fofoca saudável A parte mais legal do reality é acompanhar as discussões dos casais e julgar as decisões e atitudes que cada um toma — sem contar a torcida para o nosso casal preferido dar certo! Mas o Café alerta: como nem tudo é perfeito, pode ser frustrante se decepcionar com casais que tinham tudo para dar certo mas que acabam separados. Apesar disso, o reality consegue ser emocionante, e é super fofo ver os casais em encontro e interações cheias de química. Ao mesmo tempo, é impossível fugir de sentir um pouco de vergonha alheia em determinados momentos. Se você já sentia vergonha alheia em alguns doramas, prepare-se para conhecer um novo nível de constrangimento! Leia também: O que é dorama? Entenda o significado da famosa palavra. Os casais têm muita química Um dos destaques de Casais em Crise é que quase não sentimos que os casais estão sendo artificiais ou seguindo algum roteiro. Pode até ser que estejam seguindo, mas o importante é que o sentimento de algo verdadeiro e real é passado para o público. Um dos pares favoritos da audiência é o formado por HyoGi e HuiHyeon. Fofos demais! (Reprodução/Netflix) Vale a pena assistir? É uma fonte de entretenimento muito boa, que deixa o público muito empolgado com diversos acontecimentos inusitados e é uma ótima desculpa para fofocar com os amigos que assistem. E quem não gosta de uma fofoca? Não seria exagero dizer que esse é um dos reality shows sul-coreanos mais legais e divertidos da Netflix. Pode assistir sem culpa que nós do Café só recomendamos coisa boa! Veja mais indicações no nosso Twitter e Instagram! Surte com a gente: BLACKPINK tem comeback marcado: O que as integrantes do grupo fizeram durante dois anos de hiatus?
- Casais em Crise: Quais são os melhores casais do reality-show coreano na Netflix? E os piores?
Seguindo o sucesso de Solteiros, Ilhados e Desesperados, o programa de namoro tenta salvar relacionamentos fadados ao término (Reprodução/Netflix) Os reality-shows coreanos estão com tudo! Depois do sucesso de Solteiros, Ilhados e Desesperados na Netflix, agora é a vez de Casais em Crise brilhar no catálogo do streaming. Com uma proposta ousada, o programa — atualmente na 2ª temporada — reúne quatro casais que estão prestes a se separar. Leia também — New World: Conheça 4 outros programas de variedades para você assistir e relaxar Nessa viagem de duas semanas, eles terão encontros com outras pessoas de dentro da casa (uma troca de casal), passando por situações românticas e, no fim do dia, discutem a relação com seus pares originais. Até o final do programa, precisam decidir se vão seguir com o relacionamento, se ficarão com a pessoa que conheceram no reality ou se vão embora sozinhos. Como bons apreciadores de Casais em Crise, o Café Com Kimchi fez um ranking com os melhores e piores casais do programa, incluindo os que já chegaram juntos e os que se formaram posteriormente em algum encontro armado pela equipe. Desde já fica o recado: está permitido discordar! Tanto que, no final dessa matéria, vamos deixar uma enquete para você votar no seu favorito! Do pior ao melhor casal que já estava formado Hyogi e Yunseul (Reprodução/Google) É difícil até achar uma boa foto dos dois juntos! Hyogi e Yunseul têm uma rachadura quase palpável no relacionamento e é só vê-los juntos, agindo como dois estranhos, que fica nítido o quanto precisam de um tempo. Eles mal conseguem olhar para o rosto do outro, não conversam, não se escutam, se expõem na frente dos outros como se fossem incapazes de lidar com seus problemas sozinhos. Quando tentam conversar, as mágoas tomam conta da situação e os ânimos se abalam, resultando em gritos e choradeira. O futuro não parece muito promissor para este relacionamento! Hyeyeon e Taewan (Reprodução/Netflix) Tanto Hyeyeon quanto Taewan são lindos, engraçados e conquistam facilmente o afeto de quem se aproxima. Mas, quando se trata um do outro, são frios e não conseguem manter um diálogo pacífico. Enquanto Taewan reclama de não receber atenção da namorada, Hyeyeon parece interessada em qualquer pessoa que não seja ele. Individualmente, são ótimos parceiros, mas não funcionam tão bem como casal. Jiyu e Dohyeong (Reprodução/Netflix) Jiyu elevou o nível do que chamamos de “ghosting”: ao invés de apenas sumir, ela também mudou de telefone e de casa no dia seguinte em que brigaram seriamente. Levou três anos para que Dohyeong a encontrasse novamente e reatassem o namoro. Mas, incapaz de conversar sobre o ocorrido, o casal parou de comunicar um ao outro o que sentia. Eles não falam sobre eventuais incômodos com medo de brigar, mas que relação vai à frente sem diálogo? No entanto, Jiyu e Dohyeong também demonstram amor em pequenas atitudes. Aparentemente, é um dos casais com mais chances de continuar junto. Huihyeon e Jeonghun (Reprodução/Netflix) É difícil falar apropriadamente sobre o melhor casal em um programa em que eles estão lutando para não se desfazer (ou para terminar definitivamente). Mas, apesar disso, Huihyeon e Jeonghun são os que lidam mais sobriamente com os problemas da vida a dois. Eles dialogam sobre questões incômodas, demonstram gostar um do outro e tentam fazer dar certo até mesmo quando tudo indica que o fim da dupla está próximo. Afinal, ele está indo para o exército, enquanto ela não quer demorar a casar. Estão em fases muito diferentes da vida e o fator financeiro pesa muito na decisão de ficarem juntos. No entanto, é nítido o quanto se amam e preservam os sentimentos um do outro. Melhores casais temporários formados no programa Para início de conversa, isso não é spoiler, viu? Não sabemos quem ficará ou não junto ao final do programa — principalmente porque, na data da publicação deste artigo, o reality ainda não terminou de ser exibido na Netflix. Mas, além de ter carinho pela jornada dos casais que chegaram juntos, também tivemos momentos de apego com alguns encontros de alma que rolaram no programa. E aqui estão: Hyeyeon e Dohyeong (Reprodução/Netflix) Se é química que vocês querem, Hyeyeon e Dohyeong estão sempre prontos para entregar! A dupla tem como namorados originais o Taewan e a Jiyu e, embora o namoro da primeira esteja em nítidos pedaços jogados ao chão, o do segundo tem grandes chances de dar certo. Mas, isso não impediu que Hyeyeon e Dohyeong se conectassem. Juntos desde o primeiro episódio, a afinidade e semelhança entre eles fez crescer a torcida por um futuro (e possível) relacionamento entre eles. Huihyeon e Taewan (Reprodução/Google) Huihyeon queria alguém que a empolgasse, que fizesse seu coração bater mais rápido (palavras dela) — e encontrou essa pessoa em Taewan. O contrário também aconteceu: o rapaz descobriu que também podia receber afeto após tanto tempo em um relacionamento frio. A conexão aconteceu dentro da casa e, quando foram ao primeiro encontro juntos, a proximidade se tornou ainda maior. Sorriram do início ao fim e tiveram um dos melhores dates do programa. O Café Com Kimchi encoraja a democracia, então aqui não é apenas a nossa opinião que vale. Por isso, como prometido nos parágrafos iniciais, trouxemos uma enquete para você votar no melhor casal aqui listado. Caso não consiga acessar à votação, entre diretamente pelo site e procure por essa matéria!
- Pachinko e Snowdrop: A representação da história coreana provoca rejeição do público nativo do país?
Espectadores sul-coreanos são zelosos com a forma pela qual suas histórias são contadas em doramas; confira a entrevista abaixo e entenda! (Divulgação JTBC / Apple TV+) A essência dos doramas está em servir os mais diversos temas e ter a capacidade de agradar todos os públicos. Romance, ação e dramas hospitalares são bem recorrentes entre os gêneros, mas também não podemos deixar de lado as tramas históricas, aquelas que abordam o passado da Coreia do Sul e são significativas para demonstrar, através de produções que unem a ficção e o mundo real, como o país se tornou o que é hoje. Os doramas de época retratam bem o contexto histórico da antiga Coreia, mostrando através de ambientações, vestimentas, poder e hierarquias e, frequentemente, abordam como funcionava o país durante as dinastias, principalmente a Joseon, estado coreano fundado pelo rei Taejo Yi Seon Gye que perdurou de 1392 até 1897. Porém, algumas produções fogem da conjuntura onde o aspecto histórico é apenas o cenário da trama, e passa a ser o foco central da história. O que há em comum entre esses dois tipos de narrativa é o fato de que elas precisam ser tratadas com sensibilidade, pois são assuntos delicados aos olhos dos nativos sul-coreanos. Snowdrop se enquadra nessa categoria, a história estrelada por Jisoo do Blackpink e Jung Haein é baseada nos manuscritos de um homem que fugiu da Coreia do Norte. Im Suho é um espião norte-coreano que aparece ferido no dormitório de uma faculdade na Coreia do Sul. O rapaz recebe cuidados da Eun Yeongro, que o acoberta, e eles acabam engatando em um romance. A trama se passa em 1987, quando o país sul coreano estava protestando em busca de democracia. Tal enredo, mesmo antes de seu lançamento, teve repercussão negativa por parte dos coreanos, resultando na criação de petição organizada pela Casa Azul, assinada por 300 mil pessoas que solicitaram que o drama não fosse desenvolvido. O dorama foi acusado de gerar controvérsias sobre a história coreana, resultando na perda de inúmeras marcas que patrocinariam a produção. A emissora JTBC, que esteve por trás da produção, justificou que seria uma trama ficcional, apesar de se passar em uma época importante para as definições políticas do país. Leia também: D.P. Dog Day: O quão realista é o dorama? Ex-soldados coreanos têm opiniões divididas [ENTREVISTA] A atração sofreu alterações em seu roteiro, e a personagem de Jisoo teve seu nome alterado para não ser relacionada com a ativista pró-democracia Chun Youngcho e consequentemente gerar um conflito político entre os espectadores. De acordo com Kim Ji Yun, nativa do país e professora do curso de coreano da USP, a grande preocupação dos coreanos é que a história sofra distorções e gere interpretações incoerentes. Ela explica: A rejeição pelo público é sobre interpretação errada que acontece em algumas obras midiáticas, não pelo conteúdo do passado. E acho que as distorções dos fatos históricos em favor da narrativa da ficção são fortemente criticadas mesmo que o conteúdo seja fictício. Neste contexto, é possível enxergar o zelo do povo coreano sobre sua própria história, embora a reação para com o k-drama não seja algo tão incomum. Portanto, a professora e coordenadora do curso da USP de Língua e Literatura Coreana, Yun Jung Im Park, reafirma o motivo da insatisfação e nega que exista uma rejeição do conteúdo. “Boa parte das polêmicas em torno de conteúdos históricos vem de posições políticas controversas no que tange à interpretação do passado. Por exemplo, se uma novela retrata o movimento estudantil da década de 80, vai acabar pisando em ovos: uma parcela da população acredita que eles sofreram lavagem cerebral por parte dos espiões norte-coreanos, enquanto que há uma outra parcela que os têm como heróis que ajudaram a construir a democracia plena que vive a Coreia hoje”, ela conta. "O problema para os conteúdos históricos tem sido a ascensão Hallyu" Mesmo que haja uma preocupação acerca de como a história será contada, a coordenadora levanta um ponto relevante sobre a importância de k-dramas que entreguem conteúdos mais densos e realistas como Snowdrop. Yun Jung Im ressalta que espectadores comuns se tornam melhor informados através desses e, em paralelo, a Coreia do Sul tem a chance de mostrar, para um público maior, o cenário que o país viveu em decorrência das suas condições geopolíticas. Em contrapartida, a especialista considera que tais produções estejam passando por um esgotamento, trazendo ao público histórias que entregam apenas a estética, sem nada além disso relacionado ao contexto histórico. “O problema maior para os conteúdos históricos tem sido a ascensão da hallyu, pois, com a explosão da demanda internacional, os produtores passaram a pensar nas novelas com o foco na exportação”, afirma. Tendo em vista esse raciocínio, mesmo que sejam histórias de ficção, manter a essência genuína do passado do país é imprescindível. O drama Pousando No Amor, muito querido por fãs internacionais, também foi alvo de críticas. A produção foi acusada, pelo Partido de Liberdade Cristã, de romantizar o estado recluso e mostrar soldados norte-coreanos de forma pacífica. Além disso, a emissora tvN, responsável pela trama, foi notificada pelo partido de, supostamente, violar a Lei de Segurança Nacional e retratar que a Coreia do Norte é a principal oponente da Coreia do Sul. Ainda, o partido de extrema direita afirmou que a lei de segurança do país deixa nítido que não devem simpatizar com organizações que promovem o anti-governo. (Divulgação / tvN) Leia também: Atores de Pousando No Amor vão se casar; conheça mais 5 casais de doramas que namoraram na vida real Em resposta, o produtor do dorama, Lee Jung Hyo, defendeu a história: "Sabemos que algumas pessoas estão desconfortáveis com o nosso assunto, mas não abordamos uma Coreia do Norte tão autêntica em nosso dorama. O cenário predominante é baseado em fantasia e apenas alguns aspectos refletem um panorama norte-coreano". Apesar da tentativa de boicote, Pousando No Amor teve uma boa audiência. De acordo com a agência de audiência Nielsen Korea, o dorama teve seu maior pico no episódio final, com 19.2%. Com enredo histórico, Joseon Exorcist também sofreu críticas. A produção da emissora SBS tinha a dinastia Joseon como cenário, porém o roteirista Park Kye Ok foi acusado de ter construído um roteiro para propositalmente "zombar" da história coreana através da sua base ficcional, onde o rei Lee Sung Kye, sucessor de Taejo Yi Seon Gye, decide converter seu reino budista em católico, e todos que se opõem são punidos. Ao contrário dos outros dois exemplos, o dorama foi cancelado após o segundo episódio. Assim como Snowdrop, uma petição foi criada, e atingiu mais de 100 mil assinaturas. A repercussão chegou até a Casa Azul e a emissora não pôde mais exibir a produção. Pachinko pode seguir pelo mesmo caminho? (Divulgação / Apple TV+) Enquanto algumas tramas sofreram desafios para seus lançamentos, Pachinko, baseado em livro homônimo da autora Min Jin Lee, teve uma boa recepção global. Até o fechamento desta reportagem, o k-drama recebeu avaliação de 98% de aprovação pelo site Rotten Tomatoes. O dorama original da Apple TV+ tem Lee Minho, Youn Yujung e Kim Minha no elenco e conta a história da jovem coreana Sunja, que migra para o Japão em busca de uma vida melhor. O enredo caminha por quatro gerações familiares que são marcadas pelo contexto histórico da época, envolvendo guerras e colonização. A atração tem uma premissa muito significativa para a população nativa na Coreia do sul, como afirma a YouTuber Carol Pardini, do canal Na Coreia Tem: "Pachinko dá voz a um povo que sofreu muito ao longo da sua história mas que segue firme, independente das adversidades, e com o drama a gente entende quão profundas foram essas adversidades". Tendo isso em vista, a adaptação cumpre bem a ideia central da roteirista Soo Hugh, que defende: "Esta é uma história e uma homenagem aos meus antepassados. É também uma história dedicada a todos os 'pioneiros' que existem na nossa história familiar." No ponto de vista mais generalizado, a coordenadora Yun Jung Im Park afirma que o dorama poderia despertar um sentimento anti-nipônico entre coreanos e provocar os japoneses que engrossam o movimento hate-Korea. Enquanto a professora Kim Ji Yun fala como foi o impacto de Pachinko em si mesma: "Li o romance e achei muito bom em vários sentidos, mas o que me impressionou mais foi a descrição detalhada sobre a cultura tradicional da Coreia de maneira tão exata e rica através dos personagens. Cada um carrega a cultura de cada espaço e época diferente. Enquanto lia a obra, sentia como se conhecesse os personagens na vida real". Mesmo gerando diferentes interpretações e reações, é indiscutível que produções que contextualizam o passado são imprescindíveis. Não apenas para entretenimento, mas, principalmente, para apresentar o momento histórico e cultural, seja da Coreia do Sul ou de qualquer outro país. "Acredito que através do entretenimento a gente consegue aprender demais sobre uma cultura e, principalmente, sobre a história dela. Obras audiovisuais podem e devem ser criativas, mas respeitando sempre o momento histórico e os fatos macros que aconteceram naquele período", afirma Pardini. Kim Ji Yun tem opinião similar e afirma que os conteúdos midiáticos permitem interpretações sobre histórias do passado da Coreia de maneira mais criativa, livre e variada do que é ensinado em sala de aula. "Mostram o fato de que o passado só existe através de determinado ponto de vista da interpretação, não como um único fato verdadeiro que aconteceu no passado", finaliza. Leia também: Vida longa aos fansubs! Conheça a realidade das equipes que democratizam doramas [ENTREVISTA]

















