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  • 3 motivos para assistir “Island”, drama do Prime Video protagonizado por Cha Eunwoo

    Segunda parte da produção coreana estreia no dia 3 de março na plataforma de stream (Divulgação / TVING) Para quem gosta de um bom suspense e fantasia caminhando juntos, Island é uma boa opção! O dorama da TVING, também distribuído pelo Prime Video une os dois temas em uma aventura promissora, e chegou no Brasil pela plataforma hoje, 24 de fevereiro. Protagonizado por Cha Eunwoo, Kim Nam Gil e Lee Da Hee, a produção ganha sua segunda parte no dia 3 de março, com mais 4 episódios, totalizando 12. Leia também: Em "The Heavenly Idol", Kim Minkyu se torna idol fracassado e vive mistura de K-pop com fantasia A série é baseada em webtoon homônimo lançado em 2016, e se passa em Jeju, onde Won Minho (Lee Da Hee) é enviada pelo seu pai, dono de uma grande empresa, após a jovem cometer um erro causado por sua arrogância e egoísmo. Quando chega na ilha, ela é designada a trabalhar como professora no ensino médio, mas acaba precisando lidar com algo inesperado, o mal que circula Jeju. Ao lado de Minho, está Van (Kim Nam Gil), que foi treinado para se tornar uma arma que defende o mundo de todo o mal, matando pessoas possuídas. E Johan (Cha Eunwoo), destinado a purificar o mundo através do exorcismo de pessoas possuídas. Juntos, eles se unem e precisam lutar contra esse algo sombrio. Leia também: Doramas em fevereiro de 2023: Calendário de k-dramas nas plataformas de streaming este mês Por que assistir? Island já vem sendo exibido desde o dia 30 de dezembro na televisão coreana, porém agora se juntou às poucas produções coreanas na plataforma de streaming da Amazon no Brasil e tem ótimos motivos para receber atenção da dramaland. Confira abaixo algumas dessas razões, e depois nos conte se alguma delas te convenceu. Dorama de fantasia e terror A produção possui um tom sombrio e misterioso, e de fato é. Para quem gosta de histórias onde o suspense e a fantasia falam mais alto que romance, comédia e ação, por exemplo, essa é para você. Criaturas perigosas, forças sobrenaturais, habilidades especiais, conflito entre o bem e o mal são aspectos fortíssimos em Island, e o que tornam um tanto quanto original em sua proposta. Cha Eunwoo é um padre exorcista Fora de doramas de época, intérprete de mocinhos bonzinhos ou em tramas mais descontraídas, dessa vez o integrante do Astro aparece interpretando um papel bem diferente dos que está acostumado a protagonizar, algo mais sombrio. O padre Johan compõe bem a série com seu tom misterioso e sério, dedicado em seu serviço religioso. Seu papel é fundamental para desenvolver a história, já que está conectado com os outros personagens e nele há certa autoridade e necessidade de descobrir o que há de errado na ilha. Elenco de estrelas X Personagens cativantes Além de Eunwoo, o dorama conta com outros ótimos atores. Lee Da Hee é apresentadora do reality show Solteiros, Ilhados e Desesperados, do survival show Queendom, e também é uma atriz de longa filmografia, estando presente em produções como Beleza Interior e Search: WWW. Kim Nam Gil não fica para trás, ele esteve no filme Os Piratas, Operação Hunt e suspenses como Memórias de Um Assassino e O Armário. Não apenas um elenco competente, mas os personagens são determinados e cativantes. Minho, apesar do medo se torna uma grande heroína tomada pela coragem para sobreviver, Van carrega arrependimento, mas é um caçador de monstros na tentativa de eliminar o mal do mundo. Johan é a força divina que se sente responsável por proteger as pessoas, para que não sejam afetadas pelo que há de mais terrível. Gostou da trama? Conte o que espera da segunda parte em nossas redes sociais. Leia também: Operação Hunt: Filme protagonizado e dirigido por Lee Jung Jae retrata eventos reais

  • Em "The Heavenly Idol", Kim Minkyu se torna idol fracassado e vive mistura de K-pop com fantasia

    Ator de "Pretendente Surpresa" será uma divindade e um k-idol ao mesmo tempo nesta comédia que está no VIKI (Divulgação/tvN) Depois do sucesso como Cha Sung Hoon em Pretendente Supresa (2022), Kim Minkyu retorna para mais um trabalho, desta vez, como protagonista. The Heavenly Idol, ou O Ídolo Celestial, estreou nesta quarta-feira (15) com uma ideia audaciosa: poderia uma divindade lidar com o mundo moderno caso trocasse de corpo com um artista? Na pele de Pontifex Lembrary e Woo Yeon Woo, o ator viverá uma série de situações inusitadas neste K-Drama que mistura fantasia e K-Pop. Lançado pela emissora tvN, o drama será exibido semanalmente todas as quartas e quintas-feiras. A previsão é que siga o formato de duração padrão das teledramaturgias sul-coreanas, em torno de 16 episódios. The Heavenly Idol pode ser acompanhado no VIKI. Leia também: Dos palcos às telas: Entenda a ascensão do Eunwoo do ASTRO na atuação Pontifex Lembrary terá que lidar com os desafios da vida artística e demônios (Divulgação/tvN) O Ídolo Celestial pretende entregar muita comédia e situações inusitadas ao acompanhar Pontifex Lembrary (Kim Min Kyu) uma divindade extremamente poderosa, até que uma luta contra um demônio o transfere para um mundo e corpo diferente. Na nova realidade, Pontifex Lembrary acorda como Woo Yeon Woo, líder do grupo masculino fracassado Wild Animal. Com a nova identidade, ele sobe ao palco com suas escassas habilidades de idol e sem querer salva o grupo do disband, atraindo a atenção que o boygroup buscava por três anos. Agora, com a fama batendo a porta, ele se vê ainda mais perdido ao tentar desenvolver ações comuns na vida de qualquer ídolo, como atuar, dançar, subir ao palco para performances e lidar com as rígidas dietas. Pontifex Lembrary contará com a ajuda da maior fã de Woo Yeon Woo, Kim Dal (Go Bo Gyeol), que se torna a nova produtora do Wild Animal. Porém, não é apenas com a vida de artista de K-Pop que a divindade precisa lidar, uma vez que não foi o único a ser transferido para aquela realidade. Atores mais jovens e ídolos de K-Pop compõem o elenco O K-Drama é composto por um elenco com um currículo mais singelo: muitos tem títulos de peso no histórico, mas em papeis menores. , que interpreta Cha Hae Gyeol,, faz sua estreia como ator em The Heavenly Id e seu grupo o acompanhou em cenas no primeiro episódio, com direto a agradecimento especial no final do dorama. o Gyeol começou com papeis pequenos em tramas como Rainha por Sete Dias (2017) e Crônicas de Arthdal (2018), até receber o papel secundário em Olá Adeus Mamãe (2020). (Divulgação/tvN) Lee Jang Woo interpreta o vilão Shin Jo Woon, vice-presidente de uma grande empresa e que se encontra possuído pelo Rei das Trevas. Jang Woo protagonizou os K-Dramas I Do I Do (2012), Rosy Lovers (2014), My Only One (2018) e Homemade Love Story (2020), cujas atuações o renderam prêmios de Melhor Ator. Leia também: Casal protagonista de Pretendente Surpresa está de volta? Conheça o drama Office Romance Recipe Com uma trama centrada na vida de idols, não poderiam faltar representantes da indústria. Ao lado de Kim Minkyu está Shin Kyu Hyun, que interpreta Cha Hae Gyeol membro do Wild Animal. Kyu Hyun debutou em 2021 com o boygroup ENOi, disbandado dois anos depois. Choi Jae Hyun dá vida a Cash e possui uma tentativa curta de ingressar na indústria musical como participante do reality show Boys24 (2016). Oh Jin Seok está no papel de um personagem do segmento do entretenimento e, assim como Jae Hyun, esteve entre os participantes do Boys24. Jin Seok teve sucesso no survival show e fez sua estreia na Unit Black em 2017. (Divulgação/tvN) Para competir com o Wild Animal, o K-Drama apresenta o Evil Boys, grupo masculino formado por cinco integrantes também interpretados por ídolos. Won Jun do E'LAST faz sua estreia como ator em The Heavenly Idol e seu grupo o acompanhou em cenas no primeiro episódio, com direto a agradecimento especial no final do dorama. Sunghyun, ex-IN2IT, também é um dos integrantes do grupo rival; além do boygroup em que debutou, ele teve passagens por Boys24 e Produce X (2019). Em 2018, Minhyuk fez sua estreia com o D-CRUSH, porém, o boygroup chegou ao fim em 2022. Leia também: Do K-pop à Dramaland: 5 idols que também deram certo na atuação Assistiu os primeiros episódios de The Heavenly Idol? Conta para gente em nosso Instagram e Twitter.

  • Em guerra contra a HYBE, SM se opõe à formação de monopólio com agência do BTS

    Em novo vídeo, SM Entertainment reitera preocupação com conflito de interesses e repudia a tentativa da HYBE de dominar o K-pop (Reprodução / SM Ent. / HYBE) Gigante do entretenimento sul-coreano e pioneira do K-pop, a SM Entertainment divulgou na noite desse domingo (19) um vídeo em que se posiciona contra a aquisição de ações da sua empresa pela HYBE. No vídeo de 15 minutos, o CFO da SM Ent. Cheol Hyuk Jang revela que, enquanto a empresa se preparava para lançar um mega projeto, o fundador e maior acionista da SM, Lee Soo-Man, vendeu suas ações para uma agência concorrente, e uma "tomada de poder hostil" se iniciou. Segundo o executivo, essa tomada ignora os esforços de mais de 600 funcionários da SM que sonhavam em ser a empresa de K-pop número um do mundo, e também fere os valores que o conglomerado tem defendido para os fãs e artistas. O vídeo conta em detalhes e através de gráficos a posição da SM sobre a situação. Confira abaixo os principais argumentos da SM para se apresentar contra o movimento corporativo da HYBE. Conflito de interesses Em 9 de fevereiro a HYBE se tornou a maior acionista da SM Ent., após comprar 14,8% da ações empresa que estavam sob a posse do seu fundador, o produtor Lee Soo-Man. Posteriormente, a HYBE revelou interesse em adquirir cerca de 40% das ações totais da SM em março, quando as ações entrarão em oferta pública. Segundo o CFO da SM, essa movimentação configura uma hostil tentativa de tomada de poder. A HYBE teria garantido independência à diretoria da SM, mas essa declaração foi considerada uma "promessa vazia e difícil de cumprir." O mais provável é que a HYBE use sua posição de maior acionista para exercer controle sobre o quadro de diretores. Essa movimentação também é descrita como um empecilho para a SM se desvincular do passado "com um certo acionista", referindo-se a Lee Soo-Man e os supostos escândalos de corrupção do que vieram a público na última semana. Lee foi acusado de evasão e fraude fiscal, manipulação e enriquecimento ilícito. De acordo com a Dispatch, os lucros ilegais de Soo-Man chegaram a 570 milhões de dólares. Partindo desse pressuposto, o CFO questiona o fato da HYBE não exigir da SM evidências de integridade durante a compra das ações (M&A process). A HYBE teria que fazer um empréstimo de curto prazo de 1 trilhão de wons para financiar a compra, e um empréstimo desse valor deveria ser discutido entre os executivos da HYBE. Assim, é um mistério como a empresa resolveu seguir com essa transação caríssima sem apresentar evidências de legalidade da parte da SM. Esta não é uma prática comum em negócios dessa magnitude, e o CFO da SM chama o processo de "longe de ser racional." No primeiro gráfico apresentado no vídeo (acima), o CFO destaca que a gerência da SM passa a ser de um concorrente direto da empresa, o que implica conflito de interesses. Para além do prejuízo aos demais acionistas (queda no valor das ações e a não-proteção dos seus interesses), os efeitos mais tangíveis são a queda drástica nos lançamentos de artistas da SM — já que a HYBE já está saturada de idols, os artistas da SM não seriam tratados como prioridade —, a mudança de plataformas e a perda de novas oportunidades, tais como a SM 3.0, que deve passar para as mãos da antiga Big Hit. Bom para quem? Após a aquisição de parte da SM, a HYBE teria divulgado que aposta em fortes estratégias de sinergia para os negócios, termo que significa que as duas empresas serão mais fortes juntas do que separadas. Porém, a SM alega que os benefícios só serão vistos para os acionistas da HYBE. No gráfico a seguir, o representante da SM mostra como a aquisição só traz malefícios ao grupo sob um ponto de vista técnico, ou não altera em nada a situação da SM. Em suma, as plataformas da SM e da HYBE não são compatíveis e a SM seria forçada a migrar para o Weverse. Além disso, a HYBE usa um sistema separado/terceirizado para monetizar o IP das suas labels, já a SM possui um sistema próprio. Com a aquisição das ações, a HYBE pode "aproveitar" o sistema da SM — um caso em que a HYBE sai ganhando e a situação da SM não muda em nada. A HYBE também comprou de Soo-Man as ações dos times de marketing SM Brand e DREAM TEAM, cujo único cliente é a SM. Agora, o lucro desses times passa a pertencer a HYBE. Declínio do K-pop A SM alega que a compra das suas ações pela HYBE criaria um monopólio capaz de levar ao declínio do K-pop. As duas empresas são as maiores no ramo do entretenimento sul-coreano e, juntas, elas dominam mais de 66% do mercado (gráfico abaixo). Seria insalubre manter uma parcela tão grande do mercado sob uma única companhia — ainda que não se fale na fusão das empresas —, e o movimento poderia minar a diversidade no K-pop. Juntas, SM e HYBE também dominam o mercado de vendas de álbum/músicas (70%), de venda de performances e shows (89%) e detém mais artistas no ranking de Top 100 álbuns mais vendidos (64%). Para os concorrentes, seria uma competição injusta. Para os fãs, o impacto do monopólio seria sentido no bolso. Isso porque, segundo o CFO, a SM coloca preços razoáveis nos ingressos paras shows, e o comparativo entre as duas empresas mostra que a HYBE passou a elevar exponencialmente os preços de ingressos a partir de 2019. Hoje, é mais caro assistir a um show de um artista da HYBE do que o de um artista da SM, e a HYBE é apontada como a responsável pela escalada astronômica no preço dos ingressos. Irregularidades na compra pela HYBE O representante da SM diz ainda que, além dos problemas no "resultado" da compra, existem também problemas no processo, especulando diretamente sobre a legalidade da operação acionária. A compra de ações (via Soo-Man) ocorreu simultaneamente à sinalização de interesse na oferta pública, portanto, elas deveriam ser consideradas um evento único e submetidas à revisão da FTC (Fair Trade Comitee/ Comitê de Transações Limpas) — o que não aconteceu. O CFO da SM acredita que a HYBE "dividiu" a compra para evadir a fiscalização, garantir as ações e ganhar um prazo a mais para redigir o relatório de merger filing, que é um requisito legal da transação. Se a porcentagem de ações ultrapassasse 15%, a antiga Big Hit teria que entregar o relatório em um mês após a compra; mas, como a empresa adquiriu só 14,8% e o restante deve ser comprado apenas em março, a HYBE terá até abril para preparar esse relatório. Essa movimentação, segundo o executivo da SM, parece ser um plano pré calculado. A revisão da FTC ainda pode ocorrer e resultar em três hipóteses: 1) anular o negócio com a HYBE, o que seria maléfico para a SM porque faria o preço das ações despencarem; 2) exigir condições para a aprovação, algo também negativo, pois forçaria a SM a adptar — e possivelmente diminuir— seus negócio para cumprir as exigências; e 3) a revisão ser adiada, o que adiaria também a agenda de trabalhos da SM. Posição dos empregados A maioria dos funcionários da SM Ent. já havia se manifestado contrária à aquisição pela HYBE em uma carta-aberta divulgada na última semana. A posição foi reiterada no vídeo, que expôs uma enquete virtual na qual 85% dos empregados votaram em oposição à HYBE. Além deles, Co-CEOS e executivos da SM que completam o quadro de 25 maiores acionistas (com exceção da HYBE) também foram contrários à tomada de poder da concorrente. A SM também liberou um cronograma com documentos que se tornarão públicos a partir dessa semana —começando com a receita da empresa em 2022 — e que devem fortalecer a imagem do conglomerado até março, quando suas ações entrarão em oferta pública. O CFO da SM encerra o vídeo reconhecendo a contribuição de Soo-Man para a indústria do K-pop, mas confirmando que a decisão do fundador de vender suas ações veio como um choque. O vídeo termina com um comunicado do Conselho de Funcionários que afirma, em meio às acusações de corrupção de Soo-Man, que 208 empregados da SM foram usados pelo executivo e que Soo-Man "fugiu e abandonou" a empresa. O Conselho reforça o compromisso de continuar protegendo a empresa e reafirma oposição à tomada de poder pela HYBE.

  • Conheça "Summer Strike", série que chega na Netflix durante o Carnaval

    Dorama chega no streaming para embalar o Carnaval do Bloco do Sofá e, óbvio, os dorameiros de plantão (Divulgação / Genie TV) Se você é parte do Bloquinho do Sofá, vai ficar muito feliz de saber que tem série nova chegando no catálogo da Netflix. É o dorama Summer Strike, que deve entrar no streaming na segunda-feira, 20 de fevereiro, em pleno Carnaval. Se você não curte sair para blocos ou festinhas e prefere aproveitar o feriado colocando as séries em dia, não deixe de incluir esse romance na sua lista. O kdrama é baseado no webtoon I Don't Feel Like Doing Anything, do escritor Joo Young-hyun. Pausa de Verão (título em português) tem 12 episódios com duração de 50 minutos cada, e todos os episódios entrarão de uma vez só na plataforma. O drama foi desenvolvido pelo KT Studio Genie, da gigante de telecomunicações KT Corp., e foi produzido e escrito por Hong Moon-pyo e Lee Yoon-jung. Se você está curioso e pensando se vale a pena, continue lendo para saber mais sobre o drama e o elenco. Um encontro de almas perdidas Lee Yeo Reum (Kim Seol-hyun) é uma jovem que estava passando por um momento muito bom na sua vida: ela acaba de assinar um contrato permanente na empresa que trabalha e tem um namorado que a ama. Mas, aos poucos, o trabalho começa a ficar estressante e Yeo Reum se vê em uma espiral de azar. Sua mãe morre em um acidente de carro logo após ter sido largada pelo seu namorado. Com isso, ela se sente extremamente abatida e esgotada. Aí, ela decide largar tudo e ir para o litoral, ficar sozinha e fazer absolutamente nada — pelo menos enquanto recarrega suas baterias e se recupera psicologicamente. Ela se muda para uma cidadezinha chamada Angok, e lá conhece An Dae Beom (Im Si-wan), um bibliotecário que também lida com seus próprios demônios. Quando era mais novo, ele era um prodígio da matemática e tinha um futuro acadêmico brilhante, mas as circunstâncias o forçaram a se afastar da vida na cidade e da vida escolar. Será que o encontro dessas duas almas perdidas conseguirá curar seus sofrimentos? Só assistindo à trama para saber. Leia também: Em "The Heavenly Idol", Kim Minkyu se torna idol fracassado e vive mistura de k-Pop com fantasia Dos palcos para as telinhas (Divulgação / Genie TV) Interpretando a personagem principal está a ex-AOA, Kim Seol Hyun. Ela debutou em 2012 como parte do girlgroup e no mesmo ano foi escalada para ser parte do drama da KBS2 "Minha Filha SeoYoung", e já participou de vários outros programas, como Gangnam Blues (2014) e Lista de Compras de um Assassino (2022). Para completar a dupla principal, Im Si Wan foi escalado como o parceiro de Seol Hyun. Assim como a colega, Si Wan começou sua carreira como idol, no grupo masculino ZE:A, ao lado de Park Hyun Sik, e fez seu debut como ator em 2014. Ele já participou dos programas Na Direção do Amor (2021), Strangers From Hell (2019) e Reply 1997 (2012), que fez 10 anos em 2022. Ambos são atores premiados com Melhor Ator e Atriz mais Popular, elevando o nível do elenco. Leia também: Single's Inferno e muito mais: Novos realities sul-coreanos estão chegando na Netlfix Vai acompanhar a novidade? Conte aqui nos comentários, no Twitter e no Instagram do Café!

  • Suspense da Netflix "Na Palma da Mão" vai fazer você jogar seu celular fora

    Saiba tudo sobre o filme de terror psicológico que promete mexer com a paranoia de quem carrega a vida no aparelho celular (Divulgação / Netflix) Já imaginou perder um celular com todos os seus dados pessoais e, ao encontrá-lo de volta, descobrir que um hacker está de olho em você? Essa história de terror para muitos resume bem a sinopse de "Na Palma da Mão", o longa de suspense que estreia na Netflix nesta sexta-feira (17). O filme é uma produção original da Netflix e terá lançamento simultâneo em todos os países em que o streaming atua. E aí, já preparou a pipoca? Na Palma da Mão (ou Unlocked) acompanha o drama de Na-mi, uma jovem que perde seu celular enquanto volta para casa. O smartphone é encontrado por Jun-yeong, um homem misterioso que devolve o celular à Na-mi depois de instalar um spyware (vírus espião) no aparelho. Em posse das informações pessoais da jovem, sua localização, seus hobbies e até de imagens em tempo real, Jun-yeong passa a persegui-la e a transformar sua vida em um inferno. Confira o trailer da produção abaixo. Leia: Doramas em fevereiro de 2023: Calendário de k-dramas nas plataformas de streaming este mês A Netflix não é nenhuma novata com histórias de stalkers. Um dos seus principais títulos é a série "You", que, por sinal, ganha uma nova temporada ainda este mês. E assim como "You", "Na Palma da Mão" também é inspirada em uma obra literária. O longa-metragem é baseado no livro japonês Stolen Identity de Akira Teshigawara. Esta é a segunda vez que o livro vira filme — a primeira foi em 2018, no Japão. Para a versão coreana, a Netflix apostou em um elenco premiado. A protagonista será vivida pela atriz Chun Woo-hee, vencedora de um Blue Dragon pelo filme Han Gong-ju (2013). Quem dá vida ao stalker da trama é Yim Si-wan, também vencedor de um Blue Dragon Award por The Attorney (2013). Ele é reconhecido pelo seu papel em Strangers From Hell (2019) e pela posição no grupo de K-pop ZE:A. Leia Mais: Do K-pop à Dramaland: 5 idols que também deram certo na atuação (Divulgação / Netflix) Quem completa o elenco principal é o ator Kim Hee-won, que, na trama, vive o detetive Ji-man, responsável por investigar uma série de assassinatos nos quais as vítimas têm o dedo indicador (dedo geralmente usado para desbloquear o celular) cortado. A direção e o roteiro são assinados por Kim Tae-joon. A Coreia do Sul registrou em 2020 mais de 200 mil casos de crimes virtuais, incluindo fraudes, pornografia, ataques de hackers e cyber stalking (dados da Polícia Coreana Nacional/ KNPA). Com a válida premissa da fragilidade dos usuários, "Na Palma da Mão" promete ser um thriller psicológico impactante, ao ponto de levar a audiência querer jogar seu celular fora — ou ao menos trancar suas redes sociais. Seguindo a tendência de abordar temas reflexivos nas suas produções, a Netflix amplia o debate sobre privacidade online, os perigos da super-exposição nas redes e crimes digitais, como o Caso Nth Room. A tradução literal do título do longa ("Eu Só Derrubei Meu Smartphone") ressalta como um descuido tão simples pode resultar em consequências trágicas. E não adianta chamar de paranoia: os métodos de hacking retratados no filme são todos reais! Leia Mais: True Crime coreano: Conheça o Caso Nth Room e outros crimes chocantes que viraram documentários E você, vai encarar o longa? Conta para o Café aqui nos comentários, e já aproveita para seguir a gente no Instagram e no Twitter.

  • TRI.BE se apresentará no Asia Star Festival, conheça o grupo que virá ao Brasil pela primeira vez

    O girlgroup lançou seu segundo mini álbum intitulado We Are Young e será uma das atrações do festival e k-pop (Divulgação / TR Entertaiment) O Asia Star Festival está cada vez mais perto, já com todas as atrações confirmadas, sendo elas artistas de várias partes da Ásia. Entre os grupos coreanos confirmados para o evento de k-pop da Highway Star, que ocorre em São Paulo no dia 7 de julho, está o TRI.BE, girlgroup que acabou de fazer seu comeback intitulado W.A.Y, mini álbum lançado na última terça-feira (14). O projeto antecede o aniversário de estreia do grupo, que ocorre no dia 17 de fevereiro, comemorando 2 anos de debut. Ainda não conhece as estrelas que em breve pisará no Brasil? Leia tudo sobre elas após a publicidade. Leia também: Após sucesso de Poppy, STAYC retorna com "Teddy Bear" e dose extra de fofura W.A.Y é o segundo mini álbum do grupo, sucessor de Veni Vidi Vici. São 5 faixas inéditas, entre elas a música título We Are Young, canção enérgica, noisy e divertida que já faz parte da essência do girlgroup que possui uma discografia repleta de singles, como o single álbum Da Loca, com a faixa título DOOM DOOM TA. O grupo é carismático e tem como proposta um conceito cheio de autoconfiança. Essa autoconfiança vem já do próprio nome do grupo, Tri.be une duas palavras: triângulo abreviada, para simbolizar a forma da perfeição, e “be” de ser/existir em inglês, portanto, o conceito é de ser a existência perfeita. Enquanto isso, o fandom também tem um significado profundo, True, que significa verdade em inglês, é a abreviação para “Tri.be with us forever”, TR para o nome do grupo, U de us e E de forEver. Sendo assim “Tri.be para sempre conosco”. Leia também: Super Junior entende de palco como poucos e prova que Super Show não é só o nome da turnê Quem forma o Tri.be? Tri.be é agenciado pela TR Entertainment, Universal Music Korea e Mellow Entertaiment e é composta por sete integrantes, porém atualmente o grupo promove com seis delas. Desde maio de 2022, Jinha está afastada temporariamente por conta de problemas de saúde, e desde então não participa das atividades do grupo. O grupo foi anunciado no dia 4 de janeiro de 2021 para ser lançado no dia 17 do mês seguinte. A primeira anunciada foi a integrante Mire, seguida de Kim Hyunbin, a membro taiwanesa Jia. Em seguida Bang Soeun, Kim Jinha, a taiwanesa Kelly e Kim Songsun foram anunciadas, completando o septeto, formação original de Tri.be. A faixa etária das integrantes varia entre 16 anos a 25 anos, sendo Mire a mais nova e Songsun a mais velha. Kelly anteriormente já participou do survival show Youth With You 2, e Hyunbin e Songsun fizeram parte do girlgroup Banana Culture Newkid, que disbandou em seu pré-debut em 2019. Leia também: Boys Planet: Como votar e onde assistir? Saiba tudo sobre o novo survival show de K-pop Além de seus mini álbuns e singles, Tri.be também participou do 2021 Now N New, organizado pela Associação Coreana de Produtores de Entretenimento, em função de promover esperança durante a pandemia de COVD-19. O projeto contou com a participação de artistas como Doyoung do NCT 127, Park Bom e Seulgi do Red Velvet. Ainda, o grupo tem uma OST para a animação We Baby Bears, spin-off de Urso Sem Curso, da emissora Cartoon Network. Ficou animado para ver o grupo ao vivo? Conte em nossas redes sociais.

  • Taeyeon, Key, Seventeen e mais: Veja o calendário de K-pop para fevereiro de 2023

    Segundo mês do ano registra debuts, retorno aos palcos e estreia da versão masculina do reality show que revelou o Kep1er; confira (Divulgação / Pledis Ent. / SM Ent.) Quem aí também teve a impressão de que janeiro demorou para passar? Em meio a tantos lançamentos incríveis — single em inglês do TWICE, retorno do NewJeans e novo álbum do TXT, por exemplo —, o primeiro mês do ano pareceu se estender por mais tempo do que o normal, mas, agora, fevereiro está batendo à porta. É hora de conferirmos, então, as novidades que irão fazer a alegria dos fãs de K-pop nessa próxima temporada. O calendário de fevereiro está tomado por lançamentos e comebacks super aguardados. O mês traz ainda a estreia do novo reality da Mnet que irá formar um grupo masculino de K-pop. BOYS PLANET será a versão masculina do GIRLS PLANET 999 (que resultou no debut do Kep1er no ano passado) e começa a ser exibido em 2 de fevereiro. Entre os nomes já consolidados na indústria, KEY e TAEYEON também irão apresentar novidades aos fãs neste mês. Confira todas as novidades programadas para fevereiro após a publicidade. Leia Mais: Fim do V LIVE: Para onde vão os conteúdos do aplicativo a partir de 2023? BSS - SECOND WIN (6/2) Além do talento ímpar, o SEVENTEEN é conhecido pela divisão dos treze integrantes em units de vocal, performance e hip-hop. Agora, porém, o grupo irá retornar com uma unit especial, formada pelos membros DK, Seungkwan e Hoshi. A estreia será em 6 de fevereiro com o single álbum 'SECOND WIN'. Este será o primeiro trabalho do grupo desde Face the Sun, e deve ter as participações especiais de Peder Elias e Lee Young Ji. Já queremos ver o que esse trio irá aprontar! Taeyeon - Nights Into Days (2/2) Que a Taeyeon é uma artista incrivelmente versátil, todo mundo já sabe. A solista e membro do Girls' Generation sempre se destaca, seja no pop, no R&B ou nas ballads — e os fãs deste último têm um bom motivo para ansiar pela chegada de fevereiro. No dia 2, a Taeyeon irá lançar o single Nights Into Days, produzido pelo Naul (ex-Brown Eyed Soul). Enquanto espera pelo lançamento, confira um teaser da faixa abaixo. Leia Mais: INVU: Taeyeon se torna Ártemis em trágica história de amor KEY - Killer (13/2) Um grande amigo da Taeyeon também já tem data marcada para voltar aos palcos. O KEY deve lançar 'Killer' no dia 13 de fevereiro; o álbum será o repackage de 'Gasoline', divulgado em agosto de 2022. A expectativa é que a novidade acompanhe a boa qualidade sonora e visual dos demais trabalhos do artista, que fez seu debut solo em 2021 com o álbum 'Bad Love'. Confira o cronograma de teasers no tweet abaixo. STAYC - Teddy Bear (14/2) Depois de surpreenderem com um single japonês icônico, as meninas do STAYC irão apostar em um retorno doméstico, com lançamento marcado para 14 de fevereiro. O single álbum 'Teddy Bear' foi anunciado há pouquíssimo tempo e não sabemos muito sobre ele, mas uma coisa é certa: se repetirem a fórmula usada em 'POPPY', o sexteto feminino terá outro sucesso em mãos! Veja o pôster oficial para a novidade abaixo. Confira a lista completa de lançamentos previstos para fevereiro de 2023: Epik High - Strawberry (1º/2) Taeyeon - Nights Into Days (2/2) BSS (SEVENTEEN) - Second Win (6/2) NCT DREAM - Best Friend Ever (8/2) (álbum japonês) KEY - Killer (13/2) TripleS - Assemble (13/2) STAYC - Teddy Bear (14/2) TRI.BE - W.A.Y (14/2) LIMELIGHT - Honestly (14/2) (debut) JAY B (GOT7) - Special CD (15/2) Purple Kiss - Cabin Fever (15/2) TNX - I Need U (15/2) OnlyOneOf - chrOme arts (15/2) (álbum japonês) The Boyz - Be Awake (20/2) Stray Kids - The Sound (22/2) (álbum japonês) WOODZ - ABYSS (22/2) CLASS:y - Target (22/2) (álbum japonês)

  • Romance de escritório: Conheça a série "Investimento de Risco" da Netflix

    O novo k-drama do streaming trás problemas reais com os quais é possível se identificar (Divulgação JTBC/Netflix) As vezes, tudo que precisamos é de uma maratona de dramas para assistirmos com o lencinho do nosso lado. Nisso, a produção The Interest of Love (ou Investimento de Risco) da Netflix pode se encaixar nesse estilo, trazendo problemas e situações reais que podem nos pegar em cheio nos momentos em que estamos mais sensíveis. Como é comum nos lançamentos sul-coreanos, a Netflix adotou o lançamento semanal dos episódios, que tiveram início no streaming no dia 26 de janeiro. Até março, o dorama terá um total de 16 episódios. A produção foi lançada originalmente pela emissora JTBC no dia 21 de dezembro de 2022, e terminou no início deste mês de fevereiro. Leia Também - Enemies to lovers e namoro por contrato: Conheça “Love To Hate You”, o novo dorama da Netflix Investimento de Risco traz uma trama sobre romance no ambiente de trabalho Investimento de Risco se passa no banco fictício Nara Yeongpo Branch, que está comemorando seu 99º aniversário de fundação, e tem como foco o escandaloso romance de escritório entre Ha Sang Soo (Yoo Yeon-seok, de Hospital Playlist), Ahn Soo Young (Moon Ga-young), Park Mi Kyung (Geum Sae-rok) e Jung Jong Hyun (Jung Ga-ram). Sang Soo é o chefe sênior da equipe de consulta do banco, e ele ocupa tal posição já há três anos. O personagem é bonito, inteligente e uma pessoa forte que não se derruba pelas dificuldades da vida, e embora seja uma pessoa correta, ele não é frio e nem muito formal; Sang Soo possui um coração grande e tem um ótimo humor. Já Soo Young é a caixa-chefe do banco, sendo conhecida como a "deusa" da filial de Yeongpo, visto que ela possui um visual belo e uma voz marcante. Soo Young começou como uma profissional de meio período, e agora já está em seu quarto ano no cargo atual, mas ela sente que está presa em tal nível da hierarquia profissional. No caso de Mi Kyung, a personagem vem de uma família rica. Ela é bem aberta com relação as seus próprios sentimentos, e quando encontra alguém que gosta, Mi Kyung faz a pessoa ficar ao seu lado não importa o quê. E em relação a Jong Hyun, o rapaz está estudando para se tornar um policial, e ele sempre se esforça para ser o melhor em tudo, apesar de não viver uma boa situação na vida atualmente. As quatro histórias vão se encontrar em Investimento de Risco, e tais personagens vão se entrelaçar com suas respectivas tramas. Elenco completo na produção da Netflix (Divulgação JTBC) O elenco principal de Investimento de Risco é composto por Moon Ga-young, que já participou de produções como True Beauty (2020), Welcome To Waikiki 2 (2019), que entrou recentemente na Netflix, e Find Me in Your Memory (2020). Além dela, o ator Yoo Yeon-seok interpreta Sang Soo, e antes disso participou de títulos como Hospital Playlist (2020-2021), Mr. Sunshine (2019) e Reply 1994 (2013). Geum Sae-rok, que faz Mi Kyung, atuou em dramas como The Fiery Priest (2019), Class Of Lies (2019) e Youth of May (2021). Por fim, temos Jung Garam, que interpreta Jong Hyun e participou de Love Alarm (2019-2021) e When the Camellia Blooms (2020). Vale dizer que Investimento de Risco é baseado no livro homônimo do escritor Lee Hyuk-jin, e a série foi dirigida pelo diretor Jo Yeong-min com roteiro de Lee Seo-hyun e Lee Hyeon-jung. Leia Também - Single's Inferno e muito mais: Novos realities sul-coreanos estão chegando na Netlfix A paixão da atriz Moon Ga-young pela personagem Soo Young foi seu principal motivo para aceitar o papel (Divulgação JTBC/Netflix) A atriz Moong Ga-young revelou em entrevista de Investimento de Risco o principal motivo de ter aceitado interpretar Ahn Soo-young: a forma como ela se sentiu cativada pela personagem. Ga-young comentou que, quando recebeu o script, o dorama em si já pareceu atraente; porém ela se sentiu atraída principalmente por Soo Young. Segundo Ga-young, a protagonista suporta firmemente sua dura realidade, além de ser alguém com uma personalidade forte. Apesar disso, a atriz disse ver algo instável nela, no sentido de que o espectador não consegue pressentir quando ela vai "quebrar" em meio à trama. A primeira impressão que Moon Ga-young teve da personagem de Investimento de Risco foi a de que Soo Young passa a imagem de alguém que poderia "sumir" se você tentar se aproximar sem cautela, mas que é ao mesmo tempo uma "pessoa preciosa". Leia Também - Operação Hunt: Filme protagonizado e dirigido por Lee Jung Jae retrata eventos reais Ficou com vontade de assistir? Investimento de Risco já está disponível no catálogo da Netflix!

  • Enemies to lovers e namoro por contrato: Conheça Love To Hate You, o novo dorama da Netflix

    O novo k-drama de comédia romântica da plataforma de streaming mistura dois temas bem populares na dramaland (Divulgação / Netflix) Empoderada, independente e irredutível são boas características para definir Yeo Miran, a nova personagem de Kim Ok Bin, enquanto isso o ator Nam Kang Ho (Yoo Tae Oh) não leva desaforo para casa. Essas são as definições do casal principal de Love To Hate You, novo dorama da Netflix que chega ao Brasil nesta sexta-feira, dia 10 de fevereiro. A trama se mostra bem descontraída e divertida através dos seus trailers. Conheça um pouco mais sobre essa produção. Leia também: Doramas em fevereiro de 2023: Calendário de k-dramas nas plataformas de streaming este mês Love To Hate You promete oferecer tudo que mais gostamos, uma comédia romântica que começa cheio de atritos entre o casal principal, e uma protagonista feminina cheia de força e determinação. A história se trata de uma moça que por toda a vida foi decepcionada por homens, então além de não querer de forma alguma depender deles, ela se esforça para nunca estar abaixo ou perder para qualquer pessoa do sexo masculino. Por isso, ela faz de tudo para se sobressair sempre, tanto no âmbito profissional quanto em termos de força física, se preparando através de artes marciais. Do outro lado está um homem que não confia nas mulheres devido a um trauma. Nam Kang Ho tem uma notória carreira de ator que cresce cada vez mais, e assim ele acaba se tornando muito popular na Coreia do Sul interpretando personagens em filmes de ação, já que prefere evitar qualquer envolvimento que seja com mulheres, mesmo que de forma profissional. Mas tudo muda quando conhece Miran. A atriz diz se identificar muito com seu papel, e por isso está animada por interpretá-la. Yoo Tae Oh também se sente parecido com seu personagem e certos aspectos, “Se tem algo que eu e Nam Kang Ho temos em comum é que ambos somos bons com papéis românticos”, ele afirma. Ela quer destruir a carreira dele, e ele quer a colocar em seu devido lugar, o dorama promete ser um enemies to lovers cheio de competitividade com um toque de ação. Mas tudo vira de cabeça para baixo quando Miran aceita um contrato para namorar o ator por 3 meses, o que esperar desse casal que conseguiu juntar dois temas adorados pela dramaland? Suspicious Partner, Touch Your Heart e outras produções icônicas com trama enemies to lovers. Namoros e casamento por contrato também rende diversas histórias, como a mais atual Amor Em Contrato e outras como Marriage Contract, Fated To Love You e Bride Of The Century. Leia também: Casamentos arranjados: 12 doramas com protagonistas obrigados a se casarem Quem está em cena? (Reprodução) A protagonista Kim Ok Bin possui produções memoráveis em sua carreira, como Sede de Sangue, dirigido por Park Chan-wook, diretor de Decisão de Partir e A Criada, onde protagonizou ao lado de Song Kang-ho de Parasita. Já o seu par, o ator Yoo Tae Oh, nascido na Alemanha protagonizou Leto, o filme russo que conta a história do músico Viktor Tsoi. Além dos protagonistas, os personagens secundários prometem muito carisma, e quem sabe roubem a cena como Cha Sunghoon (Kim Minkyu) e Jin Youngseo (Seol Inah) de Pretendente Surpresa. Os melhores amigos do casal principal são Do Won Joon (Kim Jihoon de La Casa de Papel: Coreia), o CEO da agência de Kang Ho e seu conselheiro amoroso. Shin Naeun (Go Wonhee de Bem-vindos a Waikiki) fortaleceu a amizade com a protagonista quando descobriram que as duas namoravam o mesmo cara, que as enganava, ela tem características inversas de sua amiga, seu coração se amolece quando vê um rosto bonito. Os personagens te convenceram a assistir essa produção? Conte em nossas redes sociais. Leia também: Por que "Decisão de Partir" foi esnobado no Oscar 2023? [Opinião]

  • 4 razões para assistir Intensivão de Amor, k-drama com tema escolar lançado na Netflix

    Intitulado internacionalmente como Crash Course in Romance, o dorama tem Jeon Do-yeon e Jung Kyung-ho nos papéis principais Entre os lançamentos de K-dramas para fevereiro, a produção Crash Course in Romance (que chegou ao Brasil sob o título Intensivão de Amor) entrou na plataforma da Netflix para quem gosta de comédias românticas. A série apresenta a atriz Jeon Do-eyon e o ator Jung Kyung-ho nos papéis principais, e ainda dá tempo de assistir ao drama enquanto ele ainda está sendo adicionado no streaming. Quer saber mais a respeito? Continue lendo abaixo para saber mais informações sobre Intensivão de Amor, com algumas razões para você dar uma chance ao drama que chegou ao Brasil Você já está assistindo? Não se esqueça de comentar também nas redes sociais do Café com Kimchi! O porquê de você assistir "Intensivão de Amor" na Netflix: A história possui como pano de fundo o universo escolar e do pré-vestibular Na trama de Crash Course in Romance, o público conhece a personagem Nam Haeng-seon (Jeon Do-yeon), uma ex-atleta de handebol que administra um restaurante de porções de comida. Apesar de ter sido uma jogadora de sucesso no país, Haeng-son deixou a carreira de lado para cuidar da família após o falecimento da mãe; mas ela fará de tudo para ajudar a todos, principalmente sua filha, Nam Hae-e (Roh Yoon-seo, que estreou nos doramas em Amor e outros Dramas). Enquanto Nam Hae-e está no ensino médio, a garota estuda para os exames de admissão das universidades por conta própria, mas suas notas baixas em testes a fazem repensar como sua rotina de estudos seguirá. Dessa forma, ela tentará se tornar aluna do tutor Choi Chi-yeol (Jung Kyung-ho), que é amplamente conhecido no mundo da educação particular e que é considerado um workaholic. Nisso, Haeng-seon tentará ao máximo conquistar a vaga da filha entre os estudantes tutorados por Chi-yeol. Assim como mostrado na trama de Intensivão de Amor, o mundo educacional na Coreia do Sul é um campo de competitividade, e os pais de alunos se envolvem com grande intensidade nos estudos dos filhos. Assim como no Brasil, os vestibulares na Coreia são provas importantes para milhares de jovens todos os anos, e há casos em que famílias até fazem dívidas para que os adolescentes possam ter tutores e professores reconhecidos. De uma maneira mais bem-humorada, o drama da Netflix apresenta esse universo com suas avaliações, testes e expectativas, e entra para a lista de títulos com esse tipo de enredo. O elenco traz Kyung-ho e Do-yeon como casal principal Os já citados Jung Kyung-ho e Jeon Do-yeon dão o ar da graça em Crash Course in Romance como o casal protagonista, o que já diz muito sobre o elenco. No caso de Kyung-ho, o ator já esteve em vários títulos conhecidos pela dramaland, como Manual do Presidiário, Missing 9, Batendo Novamente, Pousando no Amor e as duas temporadas de Hospital Playlist. Ainda, ele aparece em produções cinematográficas desde 2005. E no caso de Jeon Do-yeon, o currículo da diva vem desde os anos 1990, ao que atuou em dramas e filmes com papéis que foram premiados. Do-yeon apareceu em doramas como The Good Wife, On Air e alguns outros do início dos anos 2000, e Intensivão de Amor é o terceiro título protagonizado pela atriz nas últimas duas décadas (junto com The Good Wife em 2016 e Lost em 2021). Você também pode gostar de - Amor no ar: Melhores doramas de romance para assistir na Netflix (TVING/Divulgação) O elenco de Intensivão de Amor também conta com nomes como Oh Eui-sik (Big Mouth, Hometown Cha-Cha-Cha,True Beauty), Kim Mi-kyung (Match VIP, 18 Again, Clima do Amor), Lee Bong-ryun (Sweet Home, Narco-Santos) e muitos outros. O K-drama tem direção e roteiro assinados por criadores famosos E fora o elenco, Crash Course in Romance já indicava cair nas graças do público com sua direção e roteiro. O drama é dirigido por Yoo Je-won, responsável por Hometown Cha-Cha-Cha e Oh My Ghost, e possui roteiro de Yang Hee-seung, mente por trás de Once Again, Weightlifting Fairy Kim Bok-joo e Oh My Ghost também. Imagens da leitura de roteiro de Intensivão de Amor foram divulgadas em novembro de 2022, com o icast tendo contato com o script pela primeira vez. (TVING/Reprodução) Leia também - The Last Of Us: 6 doramas com zumbis para quem está assistindo à nova série da HBO Max A audiência de Intensivão de Amor cresceu a cada episódio lançado na Coreia do Sul Conforme estreou na Coreia na metade de janeiro, Crash Course in Romance tem crescido a cada lançamento de episódio na televisão. De acordo com dados da TVING divulgados à imprensa coreana, o drama teve uma audiência de 4.0 em seu primeiro episódio na média nacional, e ficou em primeiro lugar no seu horário de programação dentre todos os canais do país (incluindo televisão por assinatura e TV aberta). E na semana de exibição do dia 5 de fevereiro, Intensivão de Amor chegou na metade de seu enredo como a minissérie (drama curto) mais vista aos domingos no horário nobre, com uma audiência de 11.8 percentuais. Com isso, dá pra perceber que a Netflix fez certo em trazer o dorama coreano para o streaming do Brasil. Os dados são da agência Nielsen Korea. Os episódios de Crash Course in Romance serão lançados aos domingos direto na plataforma da Netflix, de fevereiro a março de 2022.

  • Disney+ e K-dramas: Investimento em doramas marca o streaming em 2022, e chega ao Brasil

    O serviço da Disney foi lançado na Coreia do Sul no fim de 2021; companhia planejava lançar 20 produções sul-coreanas neste ano (Disney Plus/Divulgação) O ano de 2021 foi marcado por um cenário altamente aquecido pelos k-dramas internacionalmente. Já bastante conhecidos no ocidente e com um público fiel, os seriados sul-coreanos tiveram grandes títulos no ano passado que fizeram sucesso generalizado: Round 6, Vincenzo, Profecia do Inferno e tantos outros. Assim, foi a vez do Disney Plus entrar neste mercado, com lançamentos programados para acontecer ao longo de 2022. Nisso, é interessante notar que estes três títulos citados acima foram veiculados pela Netflix, a gigante do streaming — que já mantém um catálogo amplo e rotativo de produções. Como um novo serviço para divulgar doramas inéditos ao público, a Disney já está com títulos em veiculação, e outros que ainda virão. O drama Snowdrop, por exemplo, já é transmitido no streaming de lá e também no Brasil pelo Star+. Em 2022, a companhia pretendia lançar mais de 20 conteúdos sul-coreanos, sendo 12 deles originais. E vale destacar que os lançamentos do Disney Plus não contemplam apenas as produções da Coreia do Sul, mas também japonesas, chinesas, indonésias e mais. São títulos de gêneros variados, voltados para estes mercados; e no caso do Brasil, será preciso conferir a disponibilidade local do Star +, que já trouxe alguns títulos para cá. O que a Disney pretende fazer é alcançar novos nichos, e expandir sua diversidade de catálogo e produtos. Isso tudo, claro, dentro da competitividade com a Netflix e outras empresas, já a Apple TV+ também está com produções na fila. Alguns títulos de produções sul-coreanas que entrarão no Disney Plus em 2022 O drama Rookie Cops foi um dos primeiros a ser lançado no streaming, em janeiro deste ano. Aqui, o cantor Kang Daniel protagoniza a produção como o calouro Seunghyun, que entra numa academia de polícia como o melhor de sua turma. Nisso, a personagem Eungang, feita pela atriz Chae Soobin, também integra a equipe de policiais novatos para se aproximar de alguém que ela gosta. Rookie Cops tem um total de 16 episódios divulgados no streaming do Disney, e no Brasil, ele recebeu o nome de Rookie Cops: Os Novatos. Outro dorama que estava na lista do Disney Plus é Moving, que seria uma adaptação do webcomic de mesmo nome. E no elenco do projeto, há nomes como Jo Insung (It's Okay That's Love, That Winter The Wind Blows), Han Hyojoo (Happiness, Pirates 2) e Cha Taehyun (Police University, Along With The Gods: The Two Worlds). Na trama, jovens acabam descobrindo poderes incomuns conforme crescem, e um garoto com o poder de voar conhece uma garota com habilidades de cura. A leitura de script de Moving ocorreu em agosto deste ano, e ainda não há previsão de estreia. Fora isso, o k-drama Big Mouth foi um grande sucesso dentro do catálogo do Disney+/Star+. A produção com Lee Jong-suk e Yoona (SNSD) cativou o público com sua trama de suspense, que ficou disponível para o público brasileiro em setembro, com o nome de Big Mouse: De Vigarista a Vingador. Outros doramas que o Disney Plus disponibilizou no Brasil com o Star+: 1- Soundtrack Nº 1 2- Kiss Sixth Sense 3- Com a Permissão do Tribunal 4- Grid União entre dramas e astros do K-Pop pode ser chave para o Disney Plus/Star Plus na Coreia do Sul Com os primeiros lançamentos de seu catálogo sul-coreano em 2022, o Disney Plus pode ter como objetivo atingir dois espaços de uma vez. Astros do K-Pop e atores muito conhecidos da dramaland estão em suas produções, e esta escolha de casting pode ter sido certeira para receber atenção e interesse do público. Ainda não se sabe quando mais as produções entrarão no catálogo brasileiro do Star+. Apesar disso, conforme mais títulos entram na lista de lançamentos, é possível que a Disney também os disponibilize no Brasil pouco tempo depois; assim como aconteceu com o reality In The Soop: Friendcation recentemente.

  • Operação Hunt: Filme protagonizado e dirigido por Lee Jung Jae retrata eventos reais

    Ator de grandes sucessos, como Round 6, fez sua estreia como diretor em seu mais recente filme de ação e suspense político (Divulgação/ Megabox) Operação Hunt (2022) estreou em 2 de fevereiro em cinemas brasileiros e mostrou-se como uma forte produção de ação e suspense sul-coreana. Protagonizado, dirigido e roteirizado por Lee Jung Jae, ator renomado e experiente por trabalhos como Round 6 (2021), o filme marca a estreia do ator como diretor. Além disso, comprova que os anos de trabalhos no cinema ao lado de diferentes diretores o moldaram para entregar um primeiro longa com excelência. Conhecido internacionalmente apenas como Hunt, o filme estreou em seu país natal em 10 de agosto de 2022 e esteve entre os convidados do Festival de Cannes no começo do mesmo ano. A produção de Lee Jung Jae o rendeu um debut positivo no segmento pelas conquistas, como prêmio de Melhor Diretor Estreante no Blue Dragon Film Awards 2022 e o título de quarta maior bilheteria de 2022 de um filme coreano, com 4.352.390 ingressos e mais de $ 36 milhões bruto. Leia também: Broker: Tudo sobre o filme sul-coreano premiado em Cannes com IU e atores de Parasita e Sense8 A corrida contra o tempo para encontrar o espião Na década de 1980, em meio ao governo totalitário de Chun Doo Hwan, um plano de assassinato ao presidente sul-coreano deixa as tensões aflorarem na KCIA, a Agência de Segurança Nacional. Park Pyong Ho (Lee Jung Jae) e Kim Jung Do (Jung Woo Sung) são agentes de elite que lideram unidades diferentes dentro da KCIA. Colegas de trabalho e rivais, a dupla é responsável por capturar o espião infiltrado da Coreia do Norte, conhecido como Donglim, mas ao longo dessa busca, eles descobrem verdades por trás dos objetivos um do outro. Enquanto Pyong Ho é chefe da Unidade Estrangeira, Jung Do é quem comanda a Unidade Doméstica. Desde as primeiras cenas é possível notar a explícita rivalidade entre os agentes, que possuem fortes divergências tanto na área de atuação de suas unidades, quanto na forma de lidarem com o trabalho. Essa inimizade é estimulada como jogada estratégica pelo superior dos protagonistas, que os instiga a investigarem um ao outro. Logo, os dois se viram um contra o outro com objetivo de encontrar o espião. Porém, essas atitudes afetam seus respectivos subordinados e criam uma visível ruptura na KCIA. Desde a primeira cena, o filme não dá tempo para o telespectador respirar, com uma sequência de perseguições, tiros e explosões. Jung Woon Sung sabe como manter elevada a rivalidade entre os dois agentes, fazendo que o público fique dividido em relação as intenções de cada um dentro da organização. Ao longo da trama, os chefes Park e Kim percebem um objetivo comum, apesar escolherem alcançá-lo por caminhos diferentes. (Divulgação/ Megabox) A trama se desenvolveu e centrou nos problemas internos do Sul e a forte rivalidade histórica entre as duas Coreias. Essa decisão certeira foi capaz de apresentar o público mais de perto verdades sobre um período específico da Coreia do Sul, com a retratação de episódios marcantes, que podem ser desconhecidos entre os que não possuem tanto contato com o país. Lee Jung Jae entrega atuação que se espera da sua vasta experiência, mas é sua direção e roteiro que arrancam reações surpresas do público. Em sua estreia como diretor, Operação Hunt reafirma o quanto a Coreia do Sul sabe entregar tramas de ação envolventes e não perdem nenhum pouco para filmes de Hollywood. A produção manteve a tensão ao longo de toda a narrativa, que aumenta cada vez que o público se aproxima do que eles são levados a acreditar como verdade, até que são surpreendidos por uma série de reviravoltas. Sem dúvidas, os plot twists roteirizados por Jung Jae são um dos pontos chaves da produção. Leia também: Por que "Decisão de Partir" foi esnobado no Oscar 2023? [Opinião] Elenco reconhecido, mas núcleos desperdiçados Operação Hunt apresenta um elenco forte, desde os protagonistas até os coadjuvantes que compõem as unidades da KCIA. Lee Jung Jae chamou atenção internacional em 2021 pelo seu papel no sucesso da Netflix, Squid Game, que acumulou uma série de vitórias em Hollywood. Além da série de suspense, Jung Jae é dono de uma extensa lista de trabalhos para o cinema e televisão. (Divulgação/ Megabox) Ao lado do ator, Jung Woo Sung, que assume também o papel de protagonista, é tão experiente quanto o colega, com diversos trabalhos, principalmente, para o cinema. Com passagens por diferentes gêneros de produções, Woo Sung protagonizou filmes como The King (2017) e Innocent Witness (2019), que inclusive, o rendeu um Blue Dragon e Daesang naquele ano. Para dar vida ao braço direito astuto do personagem vivido por Jung Jae, o filme apresenta Jeon Hye Jin. Assim como os colegas, tem décadas de atividade como atriz, tendo sido premiada no Blue Dragon Film Awards por sua atuação em The Throne (2016). Em meio a tantos nomes que estão há anos na indústria, surge Go Youn Jung em sua estreia no cinema. A atriz possui uma lista mais singela de trabalhos, mas chamou atenção por sua performance em Sweet Home (2020) e Law School (2021). (Divulgação/ Megabox) Os nomes citados até aqui podem ser considerados o núcleo que realmente teve presença no filme. Porém, os atentos em teledramaturgia e cinema sul-coreana notaram rostos familiares, que podem ter passado quase despercebidos pela falta de aproveitamento de suas performances. Enquanto os personagens de Lee Jung Jae e Jung Woo Sung estavam em um embate interminável, ao redor deles haviam suas unidades da KCIA, que participaram de algumas missões, mas nada que colocasse o rosto desses atores realmente em evidência. Heo Sung Tae, conhecido internacionalmente por seu personagem controverso em Round 6, estava presente no filme como Jang Cheol Sung, membro da Unidade Doméstica KCIA. Jo Woo Jin, protagonista de Ligação Explosiva (2022) e conhecido por atuações nos K-Dramas Happiness (2021) e Narco-Santos (2022) passou quase despercebido como agente da KCIA, assim como Park Sung Woong, ator de Remember: War of Son (2025) e Snowdrop (2021). Abordagem de eventos reais É comum que a Coreia do Sul aposte em retratar eventos reais de sua história em produções, principalmente, em enredos de ação, que envolvam espionagem e política. Em muitos momentos, isso os leva a resgatar seu passado histórico ditatorial, como ocorreu em Snowdrop (2021) e em certos filmes submetidos ao Oscar para representar o país. Leia também: Pachinko e Snowdrop: A representação da história coreana provoca rejeição do público nativo do país? Com Operação Hunt não é diferente, muitos dos momentos retratados no longa fazem parte da história sul-coreana. A produção apresentou três momentos históricos da década de 1980: o Movimento de Democratização de Gwangju em 18 de maio de 1980, a deserção do piloto norte-coreano Lee Ung Pyeong em 1983 e o ataque terrorista de Rangum no mesmo ano. Além de acontecimentos específicos, o filme conta com cenas explicitas de torturas em prisioneiros da KCIA, recorrentes em um Estado totalitário. Todos os episódios ocorreram durante o governo de Chun Doo Hwan, quinto presidente da Coreia do Sul, que contribuiu com o golpe de Estado de seu antecessor e subiu ao poder da mesma forma. Doo Hwan teve oito anos de governo marcados pela brutalidade e forte repressão, o presidente golpista fechou universidades e controlou a mídia. O filme tem início em 1983, com o plano de assassinato de Doo Hwan, que conta com a proteção da KCIA. O Movimento de Democratização de Gwangju em 1980, também conhecido como a Revolta de Gwangju ou o Massacre de Gwangju, surge na narrativa em forma de flashbacks. O movimento se desenvolveu em meio a revolta da população de Gwangju contra a ditadura, quando os cidadãos tomaram o controle da cidade, mas foram contidos pelo exército sul-coreano. Estima-se que o número de mortos possa superar a marca de 2 mil. (Divulgação/ Megabox) A deserção do piloto norte-coreano Lee Ung Pyeong em fevereiro de 1983 também foi retratada no longa. No fato real, o piloto tinha alta patente em seu país natal e voou com seu MIG-19 por uma zona desmilitarizada até o Sul. O motivo da decisão do ex-capitão da Força Aérea da Coreia do Norte teria sido estimulada pelo forte regime repressivo do Norte e pela aposentadoria forçada do seu pai no exército. A tentativa de assassinato contra Chun Doo Hwan é o ponto chave do filme. Na história da Coreia do Sul, o ocorrido é conhecido como o Atentado de Rangum em 9 de outubro de 1983. Na ocasião, o ataque planejado pela Coreia do Norte pretendia utilizar explosivos improvisados para assassinar o presidente em Rangum na Birmânia. A estratégia falhou e o político escapou com vida, porém, estimam-se 21 morte e 46 feridos, enquanto dois suspeitos foram capturados, entre eles, o capitão do exército norte-coreano, Kang Min Chol, que confessou a autoria.

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