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  • Forever 1: Girls' Generation retorna alegre, colorido e melhor do que nunca

    O muito aguardado retorno do SNSD ocorreu hoje (05); confira o que achamos do álbum (Reprodução / SM Entertainment) É difícil não gostar do Girls' Generation. A brilhante carreira do grupo completa 15 anos esse ano, e qual a melhor forma de comemorar se não um comeback depois de 5 anos de hiatus? Pensando exatamente dessa forma, as integrantes Taeyeon, Sunny, Tiffany, Hyoyeon, Yuri, Sooyoung, Yoona e Seohyun resolveram se encontrar para lançarem o sétimo álbum de estúdio do grupo. Alguns fanchants de K-pop são icônicos e se tornam conhecidos até para aqueles que não são fãs — esse é o caso do Girls' Generation. O canto de “Agora, SNSD / No futuro, SNSD / Para sempre, SNSD” é ouvido em todas as performances e se tornou uma marca registrada dos SONEs, fandom do grupo. Dessa forma, é difícil não pensar que Forever 1, nome da faixa-título e do álbum de retorno, é a resposta das integrantes para as palavras que as acompanharam nesses 15 anos de carreira. Leia também: Relembre: Grupos de k-pop que completam 10 anos em 2022 Forever 1 não precisava de muito, e ainda assim superou expectativas! Confira mais sobre o que achamos após a publicidade: Para sempre, Girls' Generation (Reprodução / SM Entertainment) No K-pop, uma faixa comemorativa geralmente tem dois caminhos para seguir: o sentimental e emotivo, buscando tirar emoções do ouvinte e deixá-lo pensativo sobre o motivo da comemoração, ou ser uma canção feita puramente para celebrar, e o Girls' Generation opta pela segunda opção pela segunda vez. Forever 1, desde o primeiro segundo, te convida para festejar os 15 anos de grupo junto delas. A canção é nostálgica, remetente ao que grupos de gerações antigas faziam, e os toques de synth adicionados aos versos e pré-refrão servem como uma antecipação para o refrão que está prestes a vir… E que refrão! Ele é grandioso e cantado em coro, característica principal de faixas-título da SM Entertainment, mas traz mais emoção nesse caso porque mostra que, depois de todo esse tempo, elas ainda estão cantando juntas — como a própria letra diz, “Meninas, nós somos para sempre”. Conforme apresentado no primeiro MV teaser, o sample da música de debut, Into The New World, pode ser ouvido durante a bridge, e todas essas adições singelas tornam Forever 1 ainda mais especial do que já é. O clipe é um complemento tão bom quanto a faixa para ela. Apesar de simples, ele carrega muito significado; diversos takes fazem referência às carreiras solo de cada uma, como Taeyeon cantando sozinha para uma plateia, Tiffany viajando em um avião e Hyoyeon atuando como uma DJ, e mostra que, ao final dessas jornadas, elas se juntam novamente. É um detalhe pequeno que pode passar despercebido, mas que adiciona ainda mais carga emocional ao lançamento. Lucky Like That é exatamente o tipo de faixa que você espera em um álbum como esse. A letra é composta por brincadeiras com alguns detalhes do grupo — o uso da palavra 소원 (sowon), que, traduzida, significa “desejo” e também é a pronúncia de SONE, além do verso “Nos encontramos no nosso novo mundo”, que é o conceito do debut —, entrando no tão conhecido clichê de canção especial para os fãs. A melodia é amorosa e confortável de ser ouvida, com um destaque especial para a guitarra ao final, que deixa a pergunta no ar: como seria um lançamento rock do SNSD? A que vem em seguida, Seventeen, também pode ser interpretada como uma mensagem para os SONEs, já que fala sobre se reencontrar com alguém e sentir como se tivesse 17 anos de novo, idade que a maioria das integrantes tinha na época da estreia. Essa dobradinha fecha com chave de ouro a parte do álbum que é obviamente direcionada aos fãs, sendo duas canções acima da média e que fazem sentido com o grupo. Villain, por outro lado, rompe com a série de músicas fofas para trazer o conceito femme fatale à tona. Pode até parecer uma mudança brusca, mas ela é tão boa que você se perde na experiência de ouvinte. Ela também entrega o uso da palavra Kwangya — será que podemos esperar o SNSD sendo as vilãs de um próximo capítulo? (Reprodução / SM Entertainment) “Me chame de vilã porque estou ocupada arrasando” é a transição perfeita para You Better Run, que vem logo em seguida. A primeira ouvida deixa uma sensação estranha devido às escolhas melódicas da produção, mas é uma faixa envolvente que te dá vontade de ouvir de novo para entendê-la, e é assim que o Girls' Generation vende a canção. Closer é a sexta faixa na tracklist, mas parece ser exatamente o ponto médio de todas as b-sides. Ela é mais suave que suas antecessoras e menos lenta que as sucessoras, trazendo um conforto e uma atmosfera muito agradável para o ouvinte. É o tipo de canção que combina com qualquer momento e qualquer lugar, podendo se encaixar em qualquer playlist. Os elementos de jazz ajudam a melodia a ser ainda mais envolvente. As próximas duas faixas são um pouco avulsas e ficam maçantes por estarem em ordem. Mood Lamp é uma mid-tempo um tanto ok, que perde parte do seu brilho por ser colocada logo após de Closer, que é acima da média. Summer Night é fofa, parecendo se encaixar perfeitamente no fundo de vídeos de viagem de férias, vlogs de rotina e no rádio de volta da praia, fazendo jus ao título. Freedom é a mais dançante das quatro, voltando ao conceito mais retrô que tomou o K-pop nesses últimos anos. Ela parece uma faixa que saiu diretamente da década de 80, só que um pouco mais moderna, e se encaixaria melhor se viesse um pouco antes na tracklist. Paper Plane é a que encerra o álbum, tendo uma melodia sonhadora e inspiradora que fecha perfeitamente esse conjunto de dez faixas. (Reprodução / SM Entertainment) O Girls' Generation não tinha nada para provar à ninguém. Elas são um grupo com 15 anos de carreira, representantes da onda Hallyu desde o início e já serviram tudo que precisavam para um girlgroup. Mesmo assim, elas escolheram dar o melhor delas nesse lançamento mais que especial. Forever 1 não é objetivamente perfeito, passando por percalços na ordem da tracklist e tendo mais canções que o necessário, mas nenhum desses detalhes é grande o suficiente para apagar o significado desse comeback, que é bom e puramente bom, sem precisar fazer malabarismos para se justificar. Mais uma vez, o Girls' Generation mostra ao que veio e ilustra porque são chamadas de o grupo da nação. Ouça "FOREVER 1", novo álbum do Girls' Generation, abaixo: E aí, o que achou do retorno do Girls' Generation? Não se esqueça de contar para o Café nas redes sociais!

  • Be Aware: THE BOYZ traz comeback com conceito alegre que vai te deixar nas nuvens

    Com "Whisper" faixa título do 7° mini-álbum, o boygroup retorna às atividades domésticas 9 meses após Maverick; confira nossa opinião (Reprodução/IST Entertainment) Nesta terça-feira (16), finalmente o retorno do The Boyz veio! Com o lançamento do MV de Whisper, faixa-título do 7° mini-álbum do grupo intitulado “Be Aware”, ficamos nas nuvens com esse comeback. É o primeiro lançamento doméstico do boygroup que, em maio, lançou o EP japonês “She’s the boss”, 9 meses após Maverick. O MV apresenta THE BOYZ explorando um mundo vibrante, cheio de plantas, doces e edifícios iluminados enquanto nuvens rosa giram em torno deles. Confira o MV de Whisper após a publicidade: Leia Mais: MAVERICK: THE BOYZ luta pela sobrevivência em Music Video e surpreende com b-sides promissoras. Além de 'Whisper', o novo mini-álbum inclui cinco B-sides adicionais, 'Bump & Love', 'C.O.D.E', 'Levitating', 'Survive The Night' e 'Timeless'. O membro Sunwoo co-escreveu todas as seis faixas do álbum, incluindo a título. Enquanto isso, os companheiros de grupo Jacob, Sangyeon, Hyunjae, New e Q também contribuíram com letras para as outras B-sides. O mini-álbum ‘Be Aware’ chega pouco depois do fim da turnê mundial do grupo “The B-Zone”. Anteriormente, o grupo lançou três teasers que compõem a divulgação de 'Be Aware'. Um deles, intitulado Wings of Desire, mostrou os membros todos emaranhados e conectados por uma linha preta. Além da expectativa pelo teaser, ficamos ansiosos para ver o Eric, que anunciou um hiatus temporário no início do ano, porém ele não participou desse comeback. Com a agenda ocupada do grupo, alguns membros da fanbase (The Bs ou Deobi), demonstraram preocupação com o lançamento do álbum logo após a turnê. Além disso, a agenda dos membros ainda conta com uma participação no Music Bank Chile 2022 e a KCON em Los Angeles no dia 21 de agosto. Porém, a entrega de 'Be Aware' não decepcionou, desde o trabalho de divulgação até a entrega. Conheça a obra após a publicidade. Comparando aos trabalhos anteriores do grupo, THE BOYZ já nos mostrou sua versatilidade através de um bom trabalho em diferentes conceitos. Porém, para os fãs de Thrill Ride (e a autora da review se inclui nessa lista) Be Aware veio para matar a saudade da estética colorida e alegre, que casa bem com o grupo. Todas as 6 tracks do álbum possuem um ritmo dançante. E vale ressaltar: as músicas do boygroup costumam trabalhar bem sua rap-line, que conta agora apenas com Sunwoo; e nesse álbum, ela volta a ser um ponto forte, principalmente em Whisper. Por fim, há uma semana tivemos o lançamento de Timeless, uma música feita especialmente para as fãs do grupo. Sangyeon, Hyunjae, New, Q e Sunwoo participaram da canção, que transmite uma mensagem do The Boyz para The Bs com uma letra sincera. Um baita presentão para a fanbase! Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • PINK VENOM: Pré-single do BLACKPINK gera expectativas para a nova era do grupo

    A primeira música do comeback do girlgroup surpreende no estilo e gera curiosidade do que estar por vir no tão esperado álbum, confira a crítica (Divulgação / YG Ent.) Após longos meses em hiatus, o maior girlgroup da atualidade fez seu retorno! BLACKPINK entregou PINK VENOM, pré-single do segundo full album BORN PINK, que lança no dia 16 de setembro. A música é diferente do que o público espera do grupo, mas ainda entrega toda sua essência, e provou mais uma vez a personalidade que o quarteto tem, e como pode ser versátil através de seus projetos. Foram quase 2 anos de hiatus após o The Album, as meninas utilizaram esse tempo para focar em atividades individuais, trabalhando em projetos solo na música, no mundo da moda e nas telas. Seu retorno foi muito aguardado por todos, e organicamente vem com muito impacto, algo que é bem comum para o BLACKPINK. Batidas fortes e marcantes sempre foram parte da essência do quarteto, porém, dessa vez veio em formato diferente. Não apenas instrumentais modernos advindos de Teddy Park, o produtor que está sempre por trás de cada projeto de BLACKPINK, mas PINK VENOM tem como diferencial uma sonoridade tradicional da Coreia do Sul, causada pelo Geomungo, um instrumento de cordas que foi criado no século 5. Como descrito no artigo lançado pela YG Entertainment, o single é a junção de hip hop com batidas fortes e música tradicional coreana. Leia também: NewJeans é o momento: Grupo da HYBE acumula conquistas e é apontado como promessa do K-pop A busca por algo novo Pink Venom pode causar choque em sua primeira impressão, e gerar certas dúvidas, pois o público sempre espera batidas brutas com refrães explosivos. Dessa vez, a sonoridade tradicional maquia um pouco dessa parte da essência do grupo, e também a falta de um refrão agitado torna a música uma experiência inédita para quem está familiarizado com o som de BLACKPINK. Até mesmo as integrantes afirmaram durante a conferência de imprensa que ficaram animadas para testar algo novo. A música é bastante linear, e conforme os trechos passam, vem a sensação de que aquele refrão explosivo e animado vai chegar. Mas na verdade, o coro é bastante morno na sonoridade, porém na essência é quente, poderoso e memorável, depois de ouvir apenas uma vez você vai se pegar cantarolando por aí. O mesmo acontece com a ponte, mas que por sua vez é um pouco mais estrondosa e remete bem a identidade do grupo. O lançamento é o mais conceitual que o quarteto já proporcionou, não apenas musicalmente falando, mas na estética. O girlgroup teve o maior investimento da YG Entertainment para o MV, e entregou algo realmente impecável. Jisoo aparece tocando o Geomungo, Rosé toca guitarra – sendo até comparada pelos fãs com a icônica cena de Eddie Menson (Joseph Quinn), personagem de Stranger Thing tocando Master Of Puppets do Metallica. Enquanto isso, Jennie e Lisa dominam o rap que soa bastante como trecho de músicas dos anos 2000. Leia também: Moda Y2K no K-pop: Confira quais grupos e solistas aderiram à tendência irresistível dos anos 2000 Embora seja algo totalmente novo e diferente do que as meninas têm feito em seus 6 anos de carreira, o pré-single não deixa de mostrar a identidade do grupo que não é baseada apenas em batidas estrondosas, mas também em seu equilíbrio de ser poderoso e adorável ao mesmo tempo. O ponto principal do BLACKPINK não se perde, que é demonstrar confiança e autenticidade. Mas a curiosidade que fica, é se as outras faixas de BORN PINK seguirão esse mesmo conceito, ou parecidas com o que já conhecemos do grupo. O que sabemos sobre o álbum BORN PINK, o segundo full será lançado no dia 16 de setembro, acompanhado de uma turnê mundial que começa em outubro. O projeto foi anunciado em julho, e desde então já tem causado bastante ansiedade no fandom blink sobre o que está por vir nessa nova era de BLACKPINK. Em um artigo, a YG explica que o nome BORN PINK significa dignidade, confiança, sucesso e presença, características que o quarteto tem desde o debut. Representa a aura fatal do grupo, doce e poderosa. De fato o grupo não desonra essas palavras, tanto em questão de qualidade quanto em números, pois o grupo acumulou 1.5 milhões de cópias vendidas com 7 dias de pré-venda. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café! O que você espera de BORN PINK? Conte em nossas redes sociais.

  • Mark Tuan lança primeiro álbum solo e Jay B impressiona com digital single

    Membros do GOT7 exploram suas cores e habilidades artísticas em novos lançamentos; confira as novidades (Reprodução/DNZA/DNA Records) Em 2021 os membros do GOT7 surpreenderam o público ao decidirem não renovar seus contratos com a antiga empresa JYP Entertainment. Em meio à confusão, muitos fãs acreditaram que isso significava o fim do grupo, mas felizmente não foi o caso e desde o ocorrido os integrantes permanecem com seus nomes artísticos e o mesmo nome do grupo. Esse ano o grupo lançou seu primeiro álbum fora da antiga empresa, intitulado GOT7, demonstrando aos fãs que tudo se trata apenas de uma nova fase. Cada um dos membros continua com seus projetos individuais, e esse mês — para a alegria do Ahgase —, Mark Tuan lançou seu primeiro álbum solo The Other Side e JB seu digital single chamado Rocking Chair. Confira o que o Café com Kimchi achou das produções e saiba mais detalhes dos lançamentos! Na última sexta-feira (26), Mark Tuan divulgou o MV de Far Away, faixa título de seu primeiro álbum intitulado The Other Side. Após uma sequência de quatro singles digitais, o novo álbum marca sua estreia solo com o formato. O cantor esteve trabalhando no lançamento por cerca de um ano, e o disco contém 20 músicas. A faixa principal é melancólica e fala sobre um relacionamento que acabou não dando certo. Com acordes de guitarra que conduzem a maior parte da faixa, o ritmo é sutil em comparação a letra da música e conversa bastante com o estilo de suas produções anteriores. Já conferiu? The Other Side O álbum conta com imsysm, Lonely, My Life e Last Breath, todos singles digitais lançados anteriormente. Já as outras quinze faixas misturam a habilidade de rap com os vocais incríveis do Mark. O artista revelou em entrevista à Rolling Stone que este álbum foi como um playground onde ele teve a oportunidade de experimentar diferentes sons e contar sua história; isso fica nítido quando se escuta o álbum por completo. A escolha de faixas traz R&B, Hip Hop, Pop-Ballad e até mesmo EDM. Running Away abre a lista de músicas com um beat mais simples, mas que encanta, e No Tears se mantém no mesmo ritmo, porém com mais elementos no instrumental. Leia também: Sugar: Youngjae mostra o lado mais doce de si em novo álbum. Na sequência, Mark ostenta e fala sobre a vida de artista em Change Up e My Name. Ele reflete ainda sobre a diferença entre estar sozinho e estar solitário em sua Interlude: After Hours e Lonely. A presença do rap não o impediu de trazer faixas mais sentimentais, como At Low e Only Human, por exemplo, demonstrando que, de fato, esse trabalho explora diversos gêneros e aspectos do talento do idol. Rocking Chair Após o lançamento de dois singles e uma OST esse ano, Jay B liberou seu digital single no dia 24 de agosto. Com apenas voz e violão, o cantor entrega vocais preciosos em uma melodia leve e fácil de ouvir. Rocking Chair é sobre se dispor a ser um lugar de conforto para o outro em momentos difíceis. O artista revelou que a música é dedicada a uma pessoa próxima a ele, mas ele espera que a faixa seja um presente para os fãs também. O MV conversa com a energia passada pela letra da música, onde ele canta simplesmente sentado em uma mesa, sem troca de cenários ou figurinos como costumamos ver, deixando o ouvinte imerso na mensagem da canção. Rocking Chair lembra bastante o estilo de músicas de seu projeto JJ Project com Jinyoung, outro integrante do GOT7, com a presença de vocais marcantes e instrumental de R&B e Blues. Leia também: Who Are You: Bambam e Seulgi mostram sintonia perfeita em novo single De fato, a versatilidade e talento dos integrantes do GOT7 são nítidos em suas produções, e cada um deles tem explorado a liberdade artística ao seu máximo. A nova fase do grupo com certeza demonstra que eles ainda tem muito a entregar ao público, seja em conjunto ou individualmente.

  • BETWEEN 1&2: TWICE traz uma conversa Y2K e divertida com "Talk that Talk"

    O grupo da JYP Entertainment entregou seu comeback na madrugada da última sexta-feira (26); confira nossa crítica (Reprodução / JYP Entertainment) O TWICE parece estar ocupado sempre. Os seis anos de carreira do grupo são recheados de lançamentos e promoções de álbuns e, recentemente, até um debut solo da Nayeon. Mesmo assim, acompanhar o grupo nunca deixa de ser interessante. As nove integrantes estão sempre se empenhando para trazer inovação e músicas melhores a cada comeback, e é por isso que as expectativas para o novo álbum estavam altas. BETWEEN 1&2 foi anunciado junto de um opening trailer que trazia o TWICE com uma roupagem nova, adepto da estética Y2K, que vem tomando o K-pop por inteiro. Todas as cabeças se viraram na direção do grupo, e as fotos teaser lançadas em seguida só serviram para aumentar a ansiedade. O álbum e a faixa-título, Talk that Talk, finalmente estão entre nós! Confira após a publicidade o que o Café achou: As palavras doces do TWICE (Reprodução / JYP Entertainment) Sabe aquele tipo de conversa que você tem com um amigo que você conta como sua vida amorosa tem sido? Talk that Talk é exatamente isso. Apesar de o conceito da letra não ser exatamente esse, ela traz essa sensação de conforto com os acordes retrô e a melodia pegajosa, especialmente no refrão. Comandado por Jihyo e Nayeon, as principais vocalistas do grupo, ele complementa muito bem os versos, trazendo a sensação de um trabalho redondo e bem feito. O clipe também é excelente, entrando de cabeça na moda Y2K. As integrantes têm muito carisma e sabem disso, tirando proveito dos takes e do styling impecável. É um dos melhores trabalhos visuais do grupo em muito tempo, sendo um complemento muito bom para a canção. A parte importante é que eles não são muito dependentes um do outro: a faixa não precisa do acompanhamento, mas ele a torna ainda melhor, e isso é interessante. Queen of Hearts soa como se tivesse saído do Disney Channel. É uma canção inteiramente em inglês, conceito que o próprio TWICE já experimentou com The Feels. O instrumental puxado para o rock é muito bom, mas essa faixa talvez se tornasse mais propícia a ser ouvida se não tivesse vocais tão estridentes — se o tom diminuísse um pouco, a forma de cantar seria menos aguda e mais fácil de apresentar ao público. Basics é exatamente como seu nome: básica. Apesar de não trazer nada muito novo, ainda é agradável e mantém o conceito synth do álbum. Já Trouble é um mergulho completo no disco. O conceito retrô já foi utilizado por diversos outros artistas, inclusive pelo TWICE, e ele mostra porque ainda é tão consistente no K-pop. As canções sob esse gênero são geralmente muito boas, e Trouble não foge à regra. Brave é interessante; é mais lenta e começa a desacelerar a tracklist. É um pouco repetitiva e tem seu apelo, mas talvez soasse melhor em uma versão acústica. As últimas duas faixas não são exatamente especiais. Gone tem um início excelente, mas perde quase todo seu momento quando chega no refrão. Uma vantagem do refrão fraco é o rap que vem em seguida, que infelizmente não é suficiente para cobrir o dano da parte anticlimática. Também parece haver um problema na mixagem; os vocais são mais altos que o instrumental, o que estraga a experiência. When We Were Kids é fofa e parece com todas as outras canções de fim de álbum — lenta e parece ter sido feita para o final de um show. BETWEEN 1&2 não é o melhor que o TWICE pode fazer. Há percalços nas canções da tracklist, tendo algumas excelentes e outras medianas. Não há nenhuma inteiramente péssima, mas a junção de várias músicas que estão naquela faixa média traz o conjunto da obra para baixo. Nenhuma das b-sides chega ao ponto da canção-título. Talk that Talk é o grupo em toda sua essência, e ela traz uma pergunta cuja resposta é óbvia: quando o TWICE te chama para conversar, todos dizem sim. E aí, o que você achou do comeback do TWICE? Não se esqueça de contar para o Café nas redes sociais!

  • Amor no ar: Melhores doramas de romance para assistir na Netflix

    De Business Proposal a Crash Landing on You, o romance está em toda a parte na Netflix repleto de casais cheios de química (Reprodução) Os doramas de romance são o primeiro contato de grande parte da dramaland pela vasta lista de produções do gênero. De triângulos amorosos apaixonantes, protagonistas que se odeiam no início até casamentos arranjados, um pouco de romantismo é sempre bom para ajudar a escapar da realidade e sofrer pelos casais mais fofos. Muitos estão disponíveis de forma prática nas plataformas de streaming, entre elas, a Netflix tem uma vasta lista de produções. O catálogo da plataforma é repleto de obras audiovisuais sul-coreanas para diferentes gostos. Pelo alto volume de conteúdos, algumas estão escondidas e não são mostrados pelos algoritmos. Então, é sempre bom ter alguns códigos para filtrar com facilidade K-Dramas e filmes. Para os apaixonados por romances e precisam urgente maratonar um novo, o Café com Kimchi separou os melhores da plataforma: Clima do Amor (2022) Clima do Amor começa com uma história turbulenta. A meteorologista Jin Ha Kyung (Park Min Young) estava prestes a se casar com Han Gijun (Yoon Park), assessor da Administração Meteorológica da Coreia. Porém, seu mundo desmorona quando descobre que o noivo a traía com um jornalista do departamento, Chae Yoo Jin (Yura). Depois da descoberta, Ha Kyung precisa lidar com o infeliz fim do relacionamento, fofocas no trabalho e a nova função como diretora do departamento de meteorologia. Em meio a esse turbilhão de mudanças, ela conhece Lee Siu (Song Kang), um novato no setor, que também possui um passado com Chae Yoo Jin. Os dois são completos opostos na forma de trabalhar, mas precisam sintonizar as ideias para extraírem o melhor para o departamento. Lee Siu chega para marcar algumas mudanças no comportamento de Ha Kyung, uma delas será tirá-la de seu hábito organizado e ser levada por uma paixão. Pretendente Supresa (2022) Pretendente Surpresa é o assunto do momento e estourou quando chegou a Netflix, dominando o TOP 10 durante todas as semanas de abril. O drama teve muitos acertos, apostando em muito clichê e situações divertidas. Na trama, Shin Ha Ri (Kim Sejeong) trabalha em uma grande companhia e nutri um amor não correspondido pelo seu melhor amigo. Para ajudar uma amiga, ela aceitar ir em um encontro a cegas em seu lugar e com a intenção de terminar com o suposto pretendente. Porém, ela é surpreendida ao descobrir que o par é o seu chefe. Kang Tae Mu (Ahn Hyoseop) é CEO da empresa em que Ha Ri trabalha e está sendo pressionado pelo avô a participar do encontro. Para não prejudicar seus objetivos profissionais, ele decide que irá se casar com a primeira pessoa que conhecer. Leia também: Além de School 2015 e Coffee Prince: Doramas que tiveram remakes em outros países da Ásia Nosso Eterno Verão (2021) Baseado em um webtoon, Nosso Eterno Verão mostra as idas e vindas do amor seguindo uma linha estável, sem grandes reviravoltas, ideal para os que buscam por um romance calmo para relaxar. Na trama dois ex-namorados são reunidos para o aniversário de 10 anos de um documentário viral filmado quando estavam no colégio. A situação faz com que precisem se aproximar novamente tanto dentro, quanto fora das câmeras. Kook Yeon Su (Kim Dami, atriz de Itawon Class) era a melhor aluna da turma, por outro lado Choi Ung (Choi Woo Shik, ator de Parasita) era considerado o pior. A relação dos protagonistas inicia como cão e gato e desenvolve para um relacionamento de cinco anos, até um termino doloroso. O dorama divide-se em diferentes momentos da vida da dupla: escola, namoro e a vida adulta. Toque seu Coração (2019) Touch Your Heart chamou atenção por apresentar como protagonistas Lee Dong Wook — protagonista do dorama Bad and Crazy — e Oh In Na, que esbanjaram química quando trabalharam juntos pela primeira vez como casal secundário em Goblin. No drama de 2019, Jin Shim (Oh In Na) é um atriz famosa que viu sua carreira ladeirar após um escândalo. Algum tempo depois, ela recebe a oportunidade de retornar aos holofotes, caso consiga um papel como secretária. Dedicada a personagem, a atriz decide trabalhar temporariamente no escritório de advocacia de Kwon Jung Rok (Lee Dong Wook) para ganhar experiência. É fácil adivinhar que o advogado não ficou nenhum pouco feliz em ter alguém com complexo de estrela em seu escritório sério e rigoroso. A comédia romântica pode ser assistida na Netflix e no VIKI. Sua Vida Privada (2019) Fangirls também amam e podem viver um romance intenso. Sung Deok Mi (Park Min Young, atriz de Clima do Amor) possui duas vidas, uma de conhecimento público como uma profissional dedicada em uma galeria de arte. Já a outra como dona do principal fansite de Cha Shi An (Jung Jae Won), Deok Mi é a maior fã do idol e entrega cenas divertidas, que representam a relação de fãs com seus artistas favoritos. Deok Mi mantém esse segredo bem escondido de todos, mas tudo muda quando Ryan Gold (Kim Jae Wook), o novo diretor de arte da galeria e antigo pintor famoso, entra em sua vida e descobre sobre sua vida dupla. Pousando no Amor (2020) Pousando no Amor é um dos favoritos do público, sendo um dos mais curtidos da plataforma. Com uma mistura de enredo envolvente e protagonistas que esbanjam muita química, o K-Drama é uma verdadeira fórmula de sucesso. Son Yejin e Hyunbin dão vida ao casal principal que leva o telespectador das lágrimas até boas risadas e, inclusive, se casaram após a produção. Yoon Seri (Son Yejin) é uma herdeira forte e independente, que precisou aprender a sobreviver e a se defender desde nova dentro do próprio núcleo familiar. Um dia, em um voo de parapente, ela sofre um acidente causado por ventos fortes, levando-a até a Coreia do Norte. Lá, a chaebol conhece Ri Jung Hyuk (Hyunbin), um oficial norte-coreano, que concorda em esconde-la e ajudá-la a retornar à Coreia do Sul, mas a boa ação não será tão simples, nem mesmo a convivência. Porém, com o tempo, eles se apaixonam, apesar da divisão e disputa entre seus respectivos países. Leia também: Pachinko e Snowdrop: A representação da história coreana provoca rejeição do público nativo do país? Meu Romance Secreto (2017) Entre os romances não pode faltar o clichê favorito de muitos: CEOs arrogantes como protagonistas. Se tem milionários, quase sempre é indispensável que ele se apaixone pela mulher que trabalha ao seu lado. Nessa comédia romântica com protagonistas de dinâmica bem caótica, Cha Jin Wook (Sung Hoon) é um herdeiro festeiro que vai trabalhar em um resort como um castigo dado por seu pai. Lá, ele conhece Lee Yoo Mi (Song Jieun) uma jovem que estava de passagem para o casamento da mãe. Após uma noite juntos, Yoo Mi some sem explicações e ambos retornam para suas vidas normais. O caminho dos protagonistas volta a se cruzar três anos depois, quando Jin Wook descobre que a nova nutricionista da sua empresa é a mulher que conheceu no resort. Romance é um Bônus (2019) Nesse friends to lovers, Kang Dan Yi (Lee Na Young) era uma redatora famosa e premiada no passado, mas largou tudo pela família. Agora divorciada, sem emprego e com uma filha para sustentar, ela passa por dificuldades para se reerguer. Em uma dessas tentativas, ela decide mentir sobre seu passado para se candidatar a um cargo pequeno em uma editora. Nesse contexto, ela reencontra Cha Eun Ho (Lee Jong Suk) seu melhor amigo de infância, um escritor bem-sucedido e editor chefe dessa editora. A medida que se envolvem na vida um do outro, começam a se apaixonar. O K-Drama ainda conta com elenco formado por Eugene Jung de Snowdrop e Wi Ha Joon de Round 6 e Bad and Crazy, que formam o casal secundário. Leia também: De romance ao terror: Conheça os melhores doramas do KOCOWA no catálogo do streaming Qual seu dorama de romance favorito da Netflix? Conta pra gente em nosso Instagram e Twitter.

  • Gasoline: KEY lança álbum vibrante com destaque para a qualidade técnica e visual do MV

    O membro do SHINee está de volta com um álbum solo dinâmico que mistura terror e excentricidade; veja a nota ao fim da review (Reprodução/ SM Entertainment) Ele está de volta! O KEY, rapper do SHINee, lançou nesta terça-feira (30) o seu 2º álbum como solista, intitulado 'Gasoline'. A novidade chega às plataformas digitais quase um ano após seu último lançamento no formato (o álbum 'BAD LOVE') e conta com onze faixas, incluindo um feat com o Jeno, membro do NCT DREAM. Além de aguardado pelos fãs da música, o álbum também aguçou as expectativas de quem curte um conceito grandioso e com visual marcante. A title, também chamada 'Gasoline', ganhou um MV que impressiona pela fotografia e estética impecável. Confira após a publicidade e leia o que achamos do álbum completo na resenha abaixo. Só um spoiler: ele está maravilhoso! Um álbum versátil e vibrante Ao escutar 'Gasoline' (o álbum) na íntegra, o ouvinte pode acabar esbarrando no clichê de considerar cada nova faixa a sua favorita. Realmente, todas as músicas são muito boas e expressam as cores ímpares do KEY. Neste lançamento, o cantor se mostra mais uma vez como um artista versátil e dinâmico. São justamente essas características que o colocam na prateleira de cima dos solistas do K-pop, por assim dizer. Aqui, seu dinamismo e versatilidade ganham aliados interessantes: um toque de conceito futurista — muito explorado nos lançamentos na vibe Y2K — e uma pegada de terror. Inusitado, mas dá certo! Algumas faixas de 'Gasoline' lembram os hits do artista americano Sub Urban. São músicas vibrantes, que trabalham com o pop misturado ao rap, rock, metal e hip-hop. Um álbum como esse consegue materializar nas músicas — principalmente na title — o que o KEY tem de melhor e, ao mesmo tempo que é fiel à sua originalidade, manifesta-se como um grande sucesso. Leia também: Mark Tuan lança primeiro álbum solo e Jay B impressiona com digital single Impecável para além do áudio Neste lançamento específico, o apoio visual é tão impactante quanto a produção sonora. O MV da title homônima é uma bela representação audiovisual do que Gasoline' propõe. Quanto à direção de arte, um grande destaque é o figurino — KEY aparece usando vários looks excêntricos e arrasadores, como vemos abaixo. Difícil escolher um preferido! (Reprodução/Youtube) Por outro lado, o figurino ser um destaque não tira o protagonismo da direção de fotografia e cenografia. Em alguns videoclipes, ou os cenários são bons, mas não são tão valorizados pelo enquadramento da fotografia, ou acontece o contrário. É difícil alinhar os dois e fazê-los "conversarem", porém, esta qualidade técnica pode ser vista do MV de ''Gasoline'. Aqui, cenas épicas são enquadradas da melhor forma possível, e isso sem mencionar os movimentos de câmera usuais do K-pop que, junto das transições da montagem como um todo, criam a sensação de imersão para o público. No final, a direção do MV fez um ótimo trabalho; mesmo nos detalhes, 'Gasoline' é coerente, assertivo e fiel ao conceito. Vale destacar também o êxito nas filmagens de dança. A sequência de movimentos cheia de pontos-chave é transpassada para a tela de forma também arrasadora, o que deve fazer sucesso entre aqueles fãs que amam as danças e não veem a hora de aprender mais uma coreografia de K-pop. Esse é o seu caso? (Reprodução/Youtube) Leia também: Confira tudo sobre o Music Bank no Chile de 2022. A recepção dos fãs diz tudo Quanto às críticas dos fãs, basta rodar os comentários do videoclipe no YouTube para ver a unanimidade de elogios. 'Gasoline' entrega para os entusiastas do gênero tudo aquilo que já era esperado: uma track poderosa que encanta no visual e agrada até mesmo os ouvintes mais exigentes. Porém, isso passa longe de significar que o KEY se manteve na zona de conforto. Atender à expectativa dos fãs é, na verdade, um sinal de que o solista soube trabalhar muito bem o conceito, definindo e explorando os limites dele com uma excelência acima da média. Confira o álbum completo no player do Spotify abaixo. Leia também: Shows de K-pop no Brasil: Quais grupos e solistas deveriam vir? Produtora de eventos quer saber! Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é sempre apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Está tudo bem concordar ou discordar da gente, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • MAGIC MAN: Jackson Wang faz "mágica" em seu novo álbum

    O lançamento do álbum do membro do GOT7 ocorreu no dia 09; confira a review do comeback do talentoso cantor de Hong Kong (Reprodução / TEAM WANG) Um dos lançamentos mais aguardados desse mês, MAGIC MAN, terceiro álbum de estúdio de Jackson Wang, finalmente está entre nós. Ele foi lançado no dia 9 de setembro e traz dois pré-lançamentos, Blow e Cruel, além do mais recente single, Blue, na tracklist, que conta com mais sete faixas inéditas. Esse é mais um trabalho do solista que iniciou sua carreira solo ainda no GOT7, boygroup que pertencia à JYP Entertainment, e que encerrou o contrato com a empresa no início de 2022. Era de se esperar que Jackson entregasse um trabalho impecável. O contrato com a empresa TEAM WANG permite total controle criativo sobre seus lançamentos em inglês e promoções nos Estados Unidos. Também era esperado que os gêneros utilizados no álbum fossem parecidos com rock e eletrônico, conforme visto nos pré-lançamentos. O artista conseguiu entregar um trabalho satisfatório mesmo passando por alguns percalços no caminho. Confira a crítica do Café Com Kimchi logo após a publicidade: Leia também: Music Bank na América do Sul: Relembre os melhores momentos do festival de K-pop O místico em MAGIC MAN (Reprodução / TEAM WANG) Blow abre o álbum com excelência. A guitarra é constante e a bateria é agressiva, ecoando o sentimento que a letra busca passar. Sendo uma canção já conhecida pelo público, lançada em primeira mão no mês de março, ela dita o ritmo da tracklist e é acompanhada por um videoclipe teatral e intenso como a faixa. Em seguida, temos Cruel, uma canção um pouco mais lenta que sua antecessora e mais inclinada para o lado sensual. A partir dela, podemos perceber uma temática na tracklist do álbum — aqui, o rock comanda o conceito e está presente em todas as faixas. O clipe de Cruel é mágico e traz um cenário distópico de batalha. As cenas de luta foram muito bem coreografadas e os efeitos especiais fazem a diferença na versão final. Infelizmente, a partir desse momento, as músicas passam a se misturar entre elas. Por possuírem sonoridades parecidas, encontrar diferenças palpáveis e particularidades se torna uma tarefa difícil. Champagne Cool e Go Ghost são interessantes quando ouvidas separadamente, ambas trazendo uma mistura do eletrônico com o rock, mas quando postas na ordem da tracklist, perdem o brilho e suas características mais únicas. Drive It Like You Stole It é diferente, entregando mais um pop digno de ser tocado em uma boate ou festa. É um dos destaques do álbum e se parece com faixas antigas do próprio Jackson, como 100 Ways e Pretty Please. Come Alive vem em seguida e é tão boa quanto a anterior, mantendo o alto nível de canções eletrônicas e melódicas. Apesar de ter faixas que funcionam muito bem quando isoladas, o álbum ainda sofre com sua homogeneidade extrema. Just Like Magic muda o ritmo um pouco, apresentando versos lentos e um refrão acelerado, e a diferença a torna ainda mais interessante. É uma pena que seja tão curta assim como sua sucessora, All The Way, que também está na lista de melhores faixas. O refrão explosivo e com bastante reverb nos vocais torna a canção mais única e menos parecida com as outras. Dopamine começa a desacelerar e nos levar para o final do álbum, e o caminho até ele só é bom por causa dessa faixa. O instrumental realmente remete à um shot de dopamina, se encaixando perfeitamente com a letra e a energia que o conjunto transmitiu por esses 25 minutos de duração. Finalmente, chegamos em Blue, último single lançado. Apesar de soar um pouco morna, a canção é o encerramento perfeito para o álbum, deixando um gosto relaxado e satisfatório. MAGIC MAN tem alguns erros de estrutura. Os gêneros utilizados são muito parecidos entre si, fazendo com que o álbum se assemelhe a uma grande massa homogênea. Em alguns casos, isso pode ser bom; nesse, é apenas uma lástima. Entretanto, as canções conseguem se sustentar sozinhas e proporcionam uma boa experiência para o ouvinte, especialmente se consumidas independentemente do álbum, o que faz MAGIC MAN ganhar pontos. Jackson Wang conseguiu fazer mágica e se mostrar merecedor do sucesso que aparece em seu caminho. Ouça MAGIC MAN, do Jackson Wang, abaixo:

  • Born Pink: BLACKPINK experimenta novos estilos em segundo full álbum

    O girlgroup da YG traz letras poderosas e inovação para novo comeback, superando o primeiro; leia a crítica (Divulgação / YG Ent.) Nesta sexta-feira (16), faltando poucas semanas para The Album completar 2 anos de lançamento, BLACKPINK entrega seu segundo full album, BORN PINK. O projeto contém 9 faixas, incluindo o pré single PINK VENOM, a title Shut Down e mais outras incríveis músicas que mostram a essência do grupo em aspectos que já esperávamos, mas também em novos ares. Jisoo, Jennie, Rosé e Lisa se reuniram para atividades em grupo após meses se dedicando em seus projetos individuais, e provaram que BLACKPINK pode sempre se superar, caminhando entre suas raízes e algo novo. O bom R&B que está nas músicas do grupo desde seu início, retrô, pop são os gêneros musicais que marcam cada faixa do BORN PINK. Leia também: Gasoline: KEY lança álbum vibrante com destaque para a qualidade técnica e visual do MV Faixa por faixa A primeira faixa é PINK VENON, single de pré-lançamento que deixou o público dividido por ser muito divergente das canções enérgicas que BLACKPINK costuma fazer. A música é um hip-hop bem morno porém dançante, que harmonizou bem com o álbum, e funcionou bem com a função de pré-single, causando curiosidade sobre o que esperar no projeto como um todo. Shut Down, a faixa título e segunda do álbum é um tiro certeiro, principalmente para quem gosta de ver BLACKPINK cantando seu bom e imponente hip-hop. La Campanella, canção de 1838 do violinista romancista Paganinni foi utilizada como sample. A mescla da sonoridade clássica e refinada do violino com a magnitude das batidas do hip-hop deram vida a algo que o girlgroup nunca tinha feito. O MV é tão envolvente quanto a música, seu orçamento superou o de PINK VENOM, sendo assim o maior investimento da YG Entertainment em um videoclipe. A produção é um conjunto de referências, com cenas de outros MVs do grupo como parte de cada cena, trazendo nostalgia aos fãs, mas também relembrando seus grandes sucessos. Typa Girl seria uma boa candidata para pre-single, ela se assemelha bastante a Money, b-side de LALISA, projeto solo de Lisa. Com sonoridade parecida, a música também é um hip-hop com letra confiante e ambiciosa, um conjunto que a deixa bastante poderosa. É uma faixa sincera, em que o grupo canta sobre sua reputação e sucesso. Yeah Yeah Yeah é uma composição de Jisoo e Rosé, é sobre se apaixonar, estar naqueles primeiros momentos que causam dúvidas e ansiedade, reproduzidas no gênero pop e um refrão bem retrô, remetendo bem aos anos 80. É uma música divertida e nostálgica, uma boa representante para o lado "pink" do BLACKPINK. Hard to Love é cantada inteiramente por Rosé, uma das main vocals do grupo. É um pop com guitarra bem evidenciada. Esta remete bem a essência da cantora tanto em seus instrumentais quanto na letra, já que é bem romântica e melancólica como seu álbum solo - R -. O timbre de sua voz coloca essa melancolia em evidência, enquanto o ritmo pop trabalha para maquiar a música como feliz. The Happiest Girl prova que BLACKPINK também sabe fazer baladas, e que esse estilo musical não pode faltar em seus álbuns. O título engana, pois faz contraste com a verdadeira mensagem da música que na verdade é bem emotiva, sua essência é o piano em harmonia com as vozes das vocalistas. Tally mescla três gêneros, a predominância é o pop, porém rock e hip-hop também estão bem presentes. Seu ponto alto é a letra, sobre ser livre e se sentir confortável sobre si próprio, tudo isso, cantada de forma irreverente e ousada, representando bem a identidade do grupo. A música Ready For Love é um house-pop e EDM que foi descarte do primeiro full album, e foi oficialmente lançada a pedido dos fãs, e veio antes do lançamento de BORN PINK através de uma parceria do grupo com o PUBG. Descartá-la do The Album foi uma boa escolha, a música harmoniza melhor com as outras faixas do álbum. Leia também: Além de K/DA: 5 vezes que o Kpop invadiu o universo dos Games O projeto, que já é million seller no Hanteo, com mais de um milhão de cópias vendidas no primeiro dia, é sinônimo de mudanças e possibilidades, pois projeta expectativas de ver o grupo passeando por outros estilos. Ainda, é sobre confiança e evolução, já que esboça a sensação de que o girlgroup pareceu confortável em fazer algo novo. O tempo de espera valeu a pena, BLACKPINK entregou um projeto bem diferente do seu primeiro, com faixas bem trabalhadas, cada uma em seu estilo, porém que harmonizam muito bem como conjunto. BORN PINK mostra que sair da zona de conforto é algo fácil para elas, e que pode agradar qualquer público. Leia também: Você acha que BLACKPINK só tem música igual? Conheça as b-sides mais diferentes do grupo Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • DICE, do NMIXX, aposta em explosão de cores e referências à Alice No País Das Maravilhas

    Seis meses após O.O, as rookies estão de volta com um álbum super colorido que organiza a bagunça do debut, veja a crítica (Divulgação / JYP Ent.) Seis meses após o debut peculiar com O.O, o NMIXX está de volta. O grupo rookie lançou na manhã desta segunda-feira (19) o segundo single álbum ENTWURF, composto por 4 faixas, entre as quais está a title DICE. Este é o primeiro come back do mais novo ato feminino da JYP Entertainment — famosa pelos acertos em girlgroups como o TWICE, ITZY e Wonder Girls. Seja qual for a sua opinião sobre a estreia das meninas — se amou ou odiou O.O —, DICE chega como uma espécie de rendição. A faixa preserva escolhas arriscadas do trabalho de debut, como as mudanças bruscas de ritmo, mas também apresenta características coerentes, como uma linearidade palpável e a agressividade mais controlada. Confira o que achamos da novidade após a publicidade. Leia Mais: Born Pink: BLACKPINK experimenta novos estilos em segundo full álbum Caótico mas coerente O grupo de sete integrantes aparece enérgico no videoclipe de DICE que, assim como O.O, também aposta em uma explosão de cenários, cores e figurinos. Elementos que reforçam as teorias particulares do fandom — como o barco nas nuvens que rendeu comparações ao conceito do ATEEZ —, foram mantidos, e outros foram adicionados, como as referências à obra Alice no País das Maravilhas. As meninas estão mesmo maravilhosas! Confira abaixo. No âmbito sonoro, DICE faz bom uso do Electro Pop para servir momentos de impacto, mas sem deixar a musicalidade de lado. Para os ouvintes que curtem uma mudança repentina no ritmo, a faixa apresenta o recurso após o primeiro refrão; mas até quem não gosta do break consegue tolerá-lo, já que se faz presente em um trecho pontual e não interfere tanto na linearidade da música. Além disso, é super dançante! Em suma, é uma faixa vibrante e cheia de personalidade. Como a própria letra afirma no pré-refrão, é "ousada, mas controlada". A letra de DICE, aliás, também merece destaque. O NMIXX canta aqui sobre o entusiasmo de se aventurar no 'vasto universo' e jogar os dados para a vida e seus desafios — uma mensagem muito apropriada para as rookies que estão apenas começando a sua caminhada na empresa 'BIG 3' e pioneira do k-pop. (Divulgação / JYP Ent.) Se DICE já surpreende e causa uma boa impressão, COOL (Your rainbow), a segunda faixa do álbum, é ainda mais encantadora. Lenta e mais romântica, ela coloca o holofote sobre um lado inédito das membros, ou melhor, quase inédito. O talento para músicas mais suaves já havia sido apresentado durante o pré-debut, mas ficou escondido debaixo de várias camadas caóticas. Ele reaparece com uma vibe nostálgica aqui, comprovando a versatilidade do grupo. As demais faixas no álbum são os instrumentais de DICE e COOL (Your Rainbow). Leia Mais: Gasoline: KEY lança álbum vibrante com destaque para a qualidade técnica e visual do MV É claro que ainda há um longo caminho a ser trilhado, e o NMIXX ainda precisa se encontrar. O pré-lançamento de DICE foi marcado, mais uma vez, por comentários sobre a originalidade do conceito, comparado-o a trabalhos do EXO e Red Velvet, e a sonoridade experimental segue não sendo um diferencial na geração de grupos como Stray Kids, aespa e outros. Contudo, ENTWURF consegue redimir boa parte dos erros do debut e já não agride o ouvinte na primeira escuta. Ele deixa claro porque o NMIXX merece a nossa atenção apesar do início frustrante com o álbum AD MARE. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • Brand New: Com debut solo, Xiumin do EXO mostra versatilidade sob o calor do verão

    Mini álbum do artista foi lançado no dia 26; tracklist é diversa e entrega title track de produção segura e public-friendly (SM Entertainment/Divulgação) Nos aproximamos do final de 2022, e parece que (quase) todos os membros do EXO estão com solos garantidos. Dessa vez, o Xiumin foi o escolhido para lançar um projeto individual, e o release é ambicioso: Brand New, mini álbum de cinco faixas que é diverso, agradável para quem não é fã e multicolorido — tanto no conceito quanto no carisma esbanjado por Kim Minseok ao sem provar digno de um solo. O disco chegou às plataformas digitais na segunda-feira (26), e a mensagem é clara: já estava na hora do Xiumin estrear como solista. Com uma carreira que traz diversos trabalhos na bagagem, a pergunta que ficava era: por que a SM Entertainment o manteve longe do holofote individual por tanto tempo? Bem, está aí uma pergunta que só o Lee Soo-man poderia responder... O EP de estreia abre com Brand New, uma title track que é segura em sua criação. Não é inovadora em estilo; mas para o Xiumin é. Até hoje, o membro do EXO havia lançado majoritariamente ballads de forma individual, e a música-título quebra a regra; é direta ao ponto e animada, e tem semelhança com contemporâneos de Xiumin como Kai e Baekhyun. Ainda, a produção da canção fica por conta do duo Blaq Tuxedo, que foi a escolha perfeita da SM para uma title que deita e rola no hip-hop moderno. Leia também - 28 Reasons: Prestes a debutar solo, conheça a carreira e os talentos da Seulgi do Red Velvet O MV da música também é cheio de referências ao EXO e a Kwangya, o universo compartilhado da SM. No videoclipe, Xiumin tem direito a tudo: dançarinos, coreografia no estilo TikTok, um refrão que gruda na mente e vários momentos de close na câmera. Este é o momento do Minseok brilhar, e o MV de Brand New sabe como fazê-lo — ainda mantendo o "babyface" e os trejeitos que tornaram Xiumin um querido no K-pop. Além do mais, Brand New poderia ser uma canção de hit no próprio TikTok, ao que ela não foge muito de lançamentos no estilo Y2K que têm dominado a indústria. Até mesmo as fotos promocionais no EP dizem isso. É surpreendente ver o Xiumin estreando sozinho com uma música mega influenciada pelo Miami bass, e indo no reverso da maré de baladas como You, de 2019. "Feedback" e "How We Do", esta com Mark do NCT, parecem estabelecer onde Xiumin irá ficar Seguindo no mini álbum, as músicas Feedback e How We Do continuam a atmosfera iniciada por Brand New com batidas pesadas e o hip-hop que gira ao redor dos três releases. Enquanto a primeira é uma produção do cantor de neo-soul Daniel Caesar, a segunda é uma parceria com o Mark do NCT 127; artista com quem Xiumin tem uma amizade de anos. Foi legal ver que Minseok decidiu colocar Mark, que o conhece desde a época do SM Rookies, para formar o featuring. Até esse ponto de Brand New, a summer vibe prometida por Xiumin é mantida. Contudo, o álbum tem uma mudança a partir da quarta música, com Love Letter: uma ballad que faz jus à voz de Minseok já conhecedora das músicas românticas no K-pop. Para alguns, esta queda drástica de ritmo pode ser uma barreira, mas esta suposta "queda de temperatura" do começo ao fim do EP parece ser proposital. Isso mostra que Xiumin é capaz de transitar entre estilos com certa facilidade. E o mini álbum termina com Serenity, canção que funcionou como uma música promocional antes do lançamento oficial no stream. Xiumin já coleta algumas performances da faixa, que também denota a facilidade que Kim Minseok tem de se adaptar a gêneros diversos; do dance-pop às baladas em extremos que, afinal, formam um ciclo. Apesar disso, o autor da resenha não teve dificuldades em escolher suas favoritas: Brand New e How We Do são músicas poderosas dentro da gama de lançamentos recentes do EXO. Xiumin optou por trabalhos que agradam o público de modo geral, e continuou sua trilha numa das coisas que o seu boygroup já faz com excelência: entregar projetos dance-oriented que conquistam mais e mais fãs a cada comeback anunciado. Brand New encanta com a vivacidade de Xiumin, e sua vontade de se divertir Sempre considerei o Xiumin como uma peça-chave dentro dos projetos do EXO. E não só apenas com suas habilidades de canto e dança, como também com a identidade que ele transmite nas entrelinhas: divertida e animada, que combina com qualquer música pop ou faixa romântica sentimental. A formação do boygroup da SM, que completou dez anos em 2022, é feita de camadas e mais camadas de estilos e vozes, que se complementam no final das contas; e Brand New mostra que Xiumin está disposto a nadar contra a corrente daqueles que, por alguma razão sem sentido, duvidam dele. A faixa Brand New traz bons elementos do hip-hop e fascina ao colocar o intérprete num pedestal que ele sempre mereceu. Seja pelo seu jeito meigo e carismático, ou pela sua facilidade em encantar a audiência, Xiumin é um k-idol em sua essência; e seu debut solo é um prato cheio para quem ainda não o conhece. O momento "altos e baixos" do mini álbum, com a divergência de faixas do meio pro final, pode ser questionada; mas a title track é um dos lançamentos mais confortavelmente atraentes do K-pop em 2022 — sem depender de fanservices exagerados, ou tentar abusar do noise music que (alguns) grupos masculinos já deveriam ter repensado à essa altura. O verão brasileiro está chegando, e Brand New é indispensável para a sua playlist. Ouça Brand New do Xiumin logo abaixo: Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • EXID: Girlgroup retorna com "X" e comemora os 10 anos de aniversário

    Depois de três anos longe dos palcos, o grupo fez seu comeback na última quinta-feira (29) e encanta com conceito marcante (Reprodução/ Sony Music) Na última quinta-feira o EXID fez seu comeback com o single álbum intitulado X. O lançamento é em comemoração aos 10 anos de carreira do grupo, que coleciona diversos prêmios e um fandom fiel. O álbum conta com 3 faixas e uma versão em inglês da faixa título. Este é seu primeiro lançamento desde a saída das integrantes de sua antiga empresa, a Banana Culture. A integrante LE participou da composição e letra de todas as faixas que apresentam um lado já característico do grupo, mas apostando em ritmos diferentes que impressionam com transições criativas. Saiba o que mais o Café com Kimchi achou deste álbum após a publicidade! Fire (불이나) é a faixa título do álbum de aniversário, e começa com um instrumental que chama a atenção. O estilo e conceito apresentados são a cara do EXID, com looks marcantes e um MV sensual e bem girl power. A canção ganhou uma versão em inglês. A música traz ainda algumas batidas que lembram o funk brasileiro, que tem ganhado reconhecimento internacionalmente e que com certeza foi uma boa aposta, deixando a música mais interessante. O pré refrão cria um crescendo com vocais incríveis de Hyelin e Solji, no entanto o momento do refrão em si é bom mas não impressiona muito. IDK (I Don’t Know) é a segunda faixa do álbum e tem um ritmo super animado, com elementos de disco dos anos 80. Os vocais mais uma fez abrem o refrão que é muito contagiante. A canção lembra faixas lançadas pelo grupo anteriormente, sendo um grande acerto e poderia facilmente ser a faixa título. Com um instrumental upbeat LEGGO é um uma música feita para os fãs e que diferente do que muitos grupos costumam fazer apostando em ritmos mais calmos e baladas românticas, o EXID trouxe um som completamente pop e agitado. Na letra as integrantes agradecem pelo amor do fandom e expressam a vontade de ficarem juntos por muito tempo. No conjunto o grupo apresentou o que sabe fazer de melhor e faixas que mostram que se trata do EXID, um grupo experiente e com um estilo próprio. A faixa título é boa, mas as b-sides entregaram elementos que faltaram na escolha principal. X é simples, mas contém muitos acertos, com escolhas de faixas que se completam. O grupo impressiona com os vocais e o rap chamativo das integrantes e ainda consegue dar um presente para o fandom que esperava por um retorno. Leia também: Brand New: Com debut solo, Xiumin do EXO mostra versatilidade sob o calor do verão Ouça ao álbum "X" do EXID logo abaixo: Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

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