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- [Entrevista] Após impressionar em audição para a HYBE, RIKA brilha em carreira independente
Também conhecida como Erica Kim, a artista fez audições para a HYBE e JYP, enfrentando o tribunal da internet antes mesmo de lançar seu primeiro EP (Divulgação/RIKA) A música sul-coreana não é apenas feita de pop, embora os menos entendedores tendam a crer que sim. Em uma indústria bilionária, comandada por grandes companhias de entretenimento, talentos jovens e músicos independentes tentam conquistar seu próprio espaço e fazer sua arte chegar ao público geral. RIKA é uma dessas artistas. A cantora e compositora de R&B ganhou notoriedade na internet em 2020, com um vídeo feito para a audição da BE:LIFT, empresa formada pela união da HYBE com a CJ ENM, em 2020, conquistando incríveis 3,4 milhões de visualizações. Apresentando-se com um rap escrito por ela mesma, a artista Erica Kim (ou Kim Sihyun, em seu nome coreano) acabou não sendo aprovada, mas deixou uma boa impressão a quem assistiu. RIKA não se deixou afetar pela negativa e começou a produzir suas músicas autorais, resultando no recente EP intitulado TOXIC. Lançado em 29 de julho, o trabalho conta com quatro canções e se baseia em experiências pessoais. O Café Com Kimchi teve a oportunidade de entrevistar a cantora e descobrir as motivações por trás de sua recente carreira independente, seu amor por música e aspirações para o futuro. “Relacionamentos tóxicos em todas as perspectivas” TOXIC conta com as faixas "Genie", "Motels & Cheap Wine", "Addicted" e "Goodbye", todas escritas e interpretadas por ela. Este é o seu primeiro EP, após ter escrito outros singles como "Playboy" e "baby in blue", abrindo caminho para a expansão de sua carreira independente. Nas letras do álbum, utilizou os dois idiomas que mais domina (inglês e coreano) para expressar suas conflituosas vivências românticas. Antes de tudo, gostaria de saber o que fez você se apaixonar por música e aprender habilidades como cantar e compor? “Acho que sempre amei música desde criança! Eu tenho cantado desde que comecei a falar – embora não tenha sido a melhor. No entanto, sou do tipo que sempre termina as coisas em que me dedico e acho que a música era um desses casos. Eu realmente não tive nenhum treinamento musical formal, mas continuei até que comecei a soar decente. Eu fiz poesia falada (slam) no ensino médio e, eventualmente, acabei combinando meu amor por escrever e pela música. E aqui estamos hoje!” De que forma você preparou o conceito para o seu primeiro EP "TOXIC" e como foi o processo para obter o resultado que você queria? “TOXIC é sobre relacionamentos tóxicos de todas as perspectivas. Às vezes eu sou, às vezes o outro é, e às vezes nós dois somos. Eu tenho uma longa história de namoro e envolvimento romântico com pessoas tóxicas e acho que esse EP foi uma maneira de expressar todos esses sentimentos e experiências.” “Em termos de processo, sou uma grande perfeccionista e trabalhei muito de perto tanto com meu produtor/gerente, Aeon, quanto com meu engenheiro de som, Nomichit, para obter cada detalhe como eu queria. Devo muito a estes dois e todo este projeto não teria sido possível sem eles.” Audições para a HYBE e JYP (Divulgação/RIKA) RIKA tem tentado emplacar a carreira como cantora profissional desde 2019. Sua primeira aposta foi na audição Plus Global Audition, promovida pela HYBE (antiga Bighit), empresa responsável por grupos como BTS e TXT. Ao ser convocada, fez uma viagem de oito horas de Bay Area, onde nasceu na Califórnia, até Los Angeles. Após anos focada apenas em artistas masculinos, a HYBE finalmente estava recrutando meninas para a criação de um novo girlgroup, e essa foi a oportunidade que RIKA encontrou de adentrar à indústria. Nascida em 2002, tinha 17 anos na época e acredita ter sido considerada muito mais velha do que as demais concorrentes, que beiravam entre os 13 e 14 anos. Ao ser reprovada na audição, tentou a sorte no ano seguinte, mas dessa vez na JYP, companhia que emplacou grandes grupos de K-pop como TWICE, 2PM e GOT7. Para a seleção, publicou um vídeo no TikTok, cantando How You Like That, do BLACKPINK, com o rap reescrito por ela mesma. Além de não ter passado, também foi vítima de ataques online, em que pessoas questionaram seu talento e a música escolhida. Sua última e mais recente tentativa aconteceu em 2020, em audição global e virtual para o novo girlgroup da BE:LIFT, também da HYBE e responsável pelo debut do ENHYPEN. O vídeo ganhou muita atenção no YouTube, fazendo com que os espectadores lamentassem pela sua terceira reprovação na seleção para se tornar uma idol de K-pop. O mercado sul-coreano pode ser desafiador para artistas que estão começando de forma independente, sem o apoio de grandes empresas de entretenimento. Como você enxerga sua posição nesse cenário atualmente? “Com a ascensão da mídia coreana no ocidente, a indústria coreana de entretenimento se tornou ainda mais competitiva do que antes. Há tantas pessoas que são artistas independentes neste espaço e eu meio que vejo isso como algo que não está inteiramente em minhas mãos.” “Eu coloco tudo de mim na minha música e adoro conhecer meu público, mas, no fim do dia, não consigo decidir quem gosta ou não da minha música. Apenas confio que o que quer que aconteça deve acontecer e, até então, estou aqui apenas para aproveitar a jornada para me tornar uma artista melhor.” Em 2020, você se tornou viral com um vídeo de sua audição para a BE:LIFT. Naquela época, o que passava pela sua cabeça quando você começou a chamar a atenção de tantas pessoas na internet? Teve alguma consequência negativa? “Quando publiquei aquele vídeo de audição, não levei muito a sério. Eu escrevi o rap apenas algumas horas antes e o filmei às três da manhã. Não fazia ideia que tanta gente iria assistir e muito menos me apoiar. Embora menor em comparação com a quantidade de amor que recebi, também recebi muita atenção negativa.” “Eu tenho feito conteúdo nas redes sociais há muito tempo e acho que acabei me acostumando com a ideia de que nenhuma atenção é má atenção e, se eu tenho haters, significa que eu consegui. Eu criei uma camada protetiva para esse tipo de coisa. Você não precisa que as pessoas gostem de você ou te odeiem, porque, no final do dia, se você está tão na mente delas a ponto de sentirem a necessidade de expressar isso, elas são fãs.” Atualmente, o TikTok tem sido uma importante plataforma para aumentar o alcance de novos artistas e suas músicas. Como você tem usado isso a seu favor? “Na verdade, comecei toda a minha “carreira” online no TikTok. Sou criadora e consumidora ávida de conteúdo desde 2019 e tive a chance de entender como a música tende a ser notada. Graças ao meu empresário Aeon, eu fiz um cronograma de postagem de conteúdo todos os dias até o lançamento do meu EP, para que ele fosse notado pelo algoritmo.” “Eu sabia que meu EP não seria para todos, então fiz muito conteúdo tentando despertar o interesse dessa comunidade especial de amantes do R&B coreano, “sad girls”, e qualquer pessoa que me conhecesse como uma personalidade online.” RIKA está mais interessada na jornada do que no destino (Divulgação/RIKA) “Lembre-se do meu nome e do meu rosto, porque se eu colocar minha mente nisso, posso fazer qualquer coisa.” Esse é um dos trechos mais marcantes de seu vídeo para a audição na BE:LIFT. E, podem acreditar: ela está muito determinada em levar sua música para todo o mundo. Apesar de entender as dificuldades do que é ser uma artista independente, RIKA está criando seu império gradativamente, trabalhando em músicas autorais e colaborando com cantores que compartilham do mesmo sonho que o seu. No R&B, quais foram suas maiores inspirações? “Tenho tantos artistas favoritos dos quais me inspiro. Quanto aos artistas coreanos, eu amo BIBI, Leebada, DEAN e JUNNY, admiro muito eles. Já em relação aos artistas ocidentais, sou uma grande fã de NIKI, SZA e Lolo Zouai.” O que você gostaria de vivenciar em sua carreira no futuro e qual é a sua maior ambição como artista? “Eu sempre digo que tendo a sonhar grande porque sou de Peixes. Astrologia à parte, eu tenho muitos objetivos realmente ambiciosos, como me apresentar em um local cheio de pessoas que ouvem minha música e poder ouvir a multidão cantar junto. Eu adoraria lançar um álbum completo em um futuro próximo também e quero escrever mais em coreano.” “Outro sonho muito grande e meio trivial meu é ter alguém me notando em público ou assinar um autógrafo. Acho que isso seria uma loucura. Outra coisa que eu gostaria de trabalhar como meta de longo prazo é ter sucesso o suficiente para comprar uma casa nova para minha mãe e colocar minha irmãzinha na faculdade.”
- [Entrevista] Omega X declara vontade de vir ao Brasil e revela expectativas para o futuro
O grupo promove seu álbum "Story Written In Music" nos Estados Unidos e compartilha em entrevista coletiva o que pretendem alcançar; confira (Divulgação / Spire Entertainment) Com turnê em andamento nos Estados Unidos, Omega X tirou um tempo em sua agenda para uma roundtable em que o Café pôde participar e conversar com os integrantes. Na sexta-feira (21), o grupo rookie contou um pouco sobre sua trajetória durante o primeiro ano em conjunto, como é estar em turnê e suas expectativas para o futuro, incluindo os países que deseja visitar. Conheça mais sobre o boygroup e o que eles têm vivido desde sua estreia. Jaehan, Yechan, Kevin, Xen, Hangyeom, Hwichan, Hyuk, Jehyun,Taedong, Junghoon e Sebin formam o grupo agenciado pela SPIRE Entertainment, e é a junção de integrantes que já fizeram parte da formação de outros grupos ou que participaram de survival shows, agora eles têm uma nova chance na carreira. Os rapazes já estão fazendo seu nome no k-pop e criando memoráveis feitos, como composições próprias e a primeira turnê internacional, que tem sido uma experiência divertida mas também desafiadora. “O processo de se locomover, ir de um lugar para o outro é um pouco desafiador para mim, pois acontece muito rápido, mas quando penso nos amor que os fãs tem por nós, tudo vale a pena”, conta Hwichan. Atualmente o boygroup encerrou sua turnê nos Estados Unidos, passando por 11 cidades. Além do país da América do Norte, os membros mostram animação para conhecer outros países, como foi citado por alguns deles, Paris, Espanha e também o Brasil, que junto com outros países da América do Sul tiveram a presença do grupo cancelada. Os concertos estavam previstos para ocorrer em setembro, e o grupo estaria em São Paulo no dia 28 daquele mês.“Quando descobrimos que nos apresentaríamos no Brasil, ficamos muito animados, principalmente Jaehan que já esteve no país. Estávamos muito ansiosos, infelizmente tivemos que cancelar, espero que possamos ir em breve conhecer e performar para nossos fãs brasileiros”, conta Hangyeom ao Café. A tour Connect: Don’t Give Up promove a discografia do grupo, principalmente seu projeto mais recente, Story Written In Music, um álbum com 12 faixas assinadas por alguns dos integrantes. Compor já é uma atividade que tem se tornado mais comum entre os idols, e isso não tem sido diferente para Omega X, que mesmo completando apenas um ano de lançamento, já estão por trás dos versos das faixas. Leia também: DPR: Grupo coloca Audio a baixo com performance explosiva da "The Regime World Tour"; saiba mais A subunit dos sonhos do Omega X e outros desejos Embora esse seja um feito animador, os membros são bem ambiciosos e também buscam alcançar outros aspectos dos bastidores e produção, tanto dos álbuns quanto dos shows. “No momento de criar o design de um álbum é muito importante focar nas tendências atuais, tenho certeza de que eu poderia fazer isso muito bem, escolher conceitos minimalistas, sustentáveis e simples, eu amaria participar do design dos nossos próprios álbuns”, idealiza Sebin enquanto Hangyeom pensa que gostaria de decidir o que poderia estar por trás do conceito de um álbum e Yechan, deseja fotografar os membros. O grupo valoriza muito a liberdade em poder compor músicas e torcem para dar um passo à frente para desenvolverem as habilidades citadas. Os integrantes também demonstraram muita empolgação com a ideia de se dividirem em subunits, já que alguns já estão familiarizados a produzirem músicas juntos, eles se imaginam em conjunto em sub grupos, onde surgiu várias sugestões de nomes para as subdivisões, levando os sobrenomes dos integrantes. Seja cantando ou compondo, o grupo é muito satisfeito pelas suas conquistas até agora, relembrando que esse ano em junho fizeram o primeiro aniversário de seu debut. Eles afirmam que foi um ano de altos e baixos, em que trabalharam e continuam trabalhando incansavelmente, “são os fãs que nos motivam a seguir em frente, por eles estamos performando, cantando e produzindo sem parar!, conta Junghoon, e os outros membros concordam. É uma oportunidade na vida que nem todos têm a chance de experimentar, então somos muito gratos aos nossos fãs por isso. Nem sempre a vida de uma estrela é fácil, e como qualquer pessoa, os membros do grupo também se sentem cansados, mas também lutam contra alguns momentos difíceis que os deixam a ponto de desistir. Lembrando que o nome da tour é Connect: Don't Give Up, eles respondem em conjunto que além de serem guiados pelo amor dos fãs, ver o trabalho duro um do outro também é motivador. Não desistir um pelo outro é o nosso lema durante a turnê. Muitas expectativas são criadas conforme os corações de mais fãs são conquistados, então o boygroup não deixou de citar o que pretendem alcançar no próximo ano. "Gostaria de viajar o mundo todo, essa é nossa prioridade. Mas ganhar prêmios seria incrível também, claro que temos que trabalhar duro para que isso aconteça", planeja Sebin. Leia também: MAMA 2022: Confira a lista completa de indicados na premiação de K-pop Quem são os membros? (Reprodução / SPIRE Ent.) Cada membro do grupo tem seu passado já como artista antes de se tornarem Omega X, muitos estiveram em outras boybands e chegaram a participar de realities de sobrevivência, outros ainda fazem parte de conjuntos que estão em hiatus, e assim podem se dedicar ao grupo atual. Jaehan e Taedong participaram da 2ª temporada do Producer 101, Hyuk, Junghoon e Kevin fizeram parte do grupo ENOI, que disbandou em janeiro enquanto Xen e Jehyun estiveram no 1TEAM, que teve seu disband anunciado em março. Mas não só na carreira musical, alguns deles estão presentes nas telas. Sebin fez pequenas aparições em filmes como Cart (2014) e Mourning Grave (2014). Além disso, Yechan e Jaehan estão confirmados para contracenar juntos no BL coreano A Shoulder To Cry On, que está previsto para sair esse ano, ainda sem data oficial. Esse é Omega X, que tem seguido à risca o título da turnê Connect: Don't Give Up, e correndo atrás de seus objetivos. Não deixe de acompanhar nossas redes sociais para saber mais sobre o boygroup. Saiba também: Jay B: Saiba tudo sobre a turnê "Tape: Press Pause" do solista e membro do GOT7 no Brasil
- [Entrevista] Hanuel está mirando sucesso no R&B coreano e sonha em fazer parceria com Jay Park
O cantor está lançando seu primeiro EP, Run It, e já foi notado por Keshi; conheça! (Divulgação) Quem ama a cultura coreana, principalmente o mundo da música, sabe que além do glamouroso mundo do K-POP, existem diversos gêneros com grande notoriedade no país, como o K-R&B e o K-Hip-Hop. A maioria dos artistas de ambos os gêneros são independentes ou têm muita liberdade artística aprovada pela empresa que são agenciados. No meio disso tudo, muitos destes cantores tentam se destacar entre milhares de artistas talentosos e conquistar seu espaço na indústria da música. Entre eles está Hanuel. Nascido na Coreia do Sul, Hanuel é cantor, compositor e produtor que vive hoje no Canadá. O artista faz sua música com foco nos gêneros R&B e Hip-Hop, inspirado em grandes cantores sul-coreanos como Keshi, DEAN e Jay Park. Hanuel tem o objetivo de influenciar seu público a refletir sobre sentimentos e emoções através de suas canções, por isso ele adiciona seu toque pessoal ao produzir e compor suas faixas. O cantor ganhou certa popularidade depois que o seu cover de somebody de Keshi foi notado pelo próprio artista que elogiou a voz de Hanuel nos comentários do vídeo em seu canal do YouTube. Muitas oportunidades começaram a surgir para ele desde então, como por exemplo, ter sido convidado pelo artista de K-R&B JUNNY para fazer a abertura da sua turnê que passaria por Vancouver, cidade em que mora. Leia também: Omega X declara vontade de vir ao Brasil e revela expectativas para o futuro (Entrevista) No dia 7 de outubro de 2022, Hanuel lançou seu primeiro EP intitulado Run It. A obra contém 4 faixas que falam sobre experiências difíceis em relacionamentos tóxicos e sobre amor. O cantor trabalhou ao lado de Yelloasis e Justin Tecson, da banda DACEY, que o auxiliaram a produzir um compilado de músicas que expressassem da melhor forma a visão de Hanuel sobre o amor de forma melancólica e impactante. O Café com Kimchi teve a chance de entrevistar o artista e saber um pouco mais sobre o que ele busca transmitir com suas canções e quais suas aspirações para a carreira no futuro. Confira a entrevista após a publicidade. Para começar, nos conte um pouco sobre como você descobriu seu amor pela música e pelo gênero em que está trabalhando. “A música sempre foi uma parte de mim, desde criança. Criado em uma igreja, naturalmente comecei a cantar, tocar violão e bateria. Mas foi só ao fim do ensino médio que decidi fazer a minha própria música. Eu me apaixonei pela ideia de poder me expressar para as pessoas sem falar diretamente com eles.” Como foi o processo de produção de seu EP de debut Run It? Como você decidiu o conceito e alcançou seus objetivos com ele? “Foi bastante estressante. Tiveram diversas mudanças enquanto eu fazia esse EP, mas com a ajuda dos meus talentosos amigos eu fui capaz de passar [pelas dificuldades] e finalmente lançá-lo. O produtor executivo do EP foi Justin Tecson que é alguém que me ajudou a chegar até aqui e também a encontrar meu próprio som. Ele faz parte de uma banda chamada DACEY e eles são uma das minhas bandas favoritas. Provavelmente a única que eu escuto com frequência.” “O conceito foi bem fácil de decidir. Eu queria mostrar meus sentimentos, emoções e experiências. Então, depois de ouvir todas as músicas juntas, [o conceito] simplesmente veio. Acho que executamos da melhor maneira que conseguimos com pouco tempo e recursos limitados. Estou orgulhoso da equipe que fez parte dele e orgulhoso do trabalho que pudemos realizar.” (Capa do EP Run It / Divulgação) Você está promovendo o seu EP Run It apenas online? Você está fazendo alguma promoção offline? “No momento, apenas online, mas eu espero conseguir fazer shows num futuro próximo para que eu possa apresentar minhas músicas. O visualizador é minha principal forma de mostrar ao público o que eu pretendia com esse EP.” Qual foi o passo mais importante que você tomou na sua carreira? Quais são suas aspirações daqui em diante? “Eu sinto que gravar covers definitivamente me ajudou a evoluir. Eu aprendi como outros artistas juntam as vozes, harmonias e a forma que eles cantavam para específicas emoções.” “Acho que algo que eu quero alcançar num futuro próximo é fazer mais shows. Eu quero ganhar mais experiência performando e também me colocar lá fora.” (Divulgação) Quais são os tópicos que você mais ama escrever e cantar? O que te inspira? “Eu acho que qualquer coisa que vem na minha cabeça no momento. Eu realmente não escolho um assunto e escrevo. Eu gosto de fazer onde estou e quase que freestyle. Mas algo que me ajuda [a escrever] são minhas experiências. Relacionamentos e outras situações que aconteceram na minha vida. Realmente apenas tentando mostrar quem eu sou. Como você se sentiu quando soube que Keshi assistiu ao seu cover de somebody que viralizou? “Foi definitivamente um momento que eu nunca vou esquecer. Eu trabalhava das nove da manhã às cinco da tarde e estava bem estressado tentando equilibrar a música e o trabalho. Então, ver alguém que eu admiro elogiando minha voz foi uma sensação muito legal. Eu não sei como ele viu meu vídeo, mas eu sou muito grato por ele ter visto.” Nós sabemos o quão desafiador é para novos artistas crescerem no mercado musical da Coreia do Sul, principalmente sem o apoio de grandes empresas; você pretende focar sua música lá, internacionalmente ou em ambos? “Meu sonho é me tornar um artista aqui no Canadá/America. Mas, ao mesmo tempo, a Coreia do Sul seria também muito legal. No momento eu estou focando no mercado internacional, mas nunca se sabe. Estou mantendo a mente aberta para possibilidades.” Agora, conta pra gente, qual colaboração seria a sua collab dos sonhos? “Jay Park e Keshi são dois artistas que eu sonho em colaborar. [Eles são] Duas das minhas maiores inspirações, espero estar em um disco com eles em breve.”
- [Entrevista] Inspirado por Baekhyun, Choi Suhwan do Produce X 101 trilha carreira solo no R&B
Ex-participante do survival da Mnet lançou o single Left On Read em 11 de dezembro e compartilha um pouco sobre seu caminho na indústria musical (Divulgação / Studio Persephone) No ano de 2019, o Produce X 101, famoso reality show de sobrevivência da Mnet, teve sua quarta edição, que, ao fim, debutou o grupo X1. Neste programa, um dos participantes foi Choi Suhwan, cantor e letrista sul-coreano, foi eliminado do programa no episódio 11, ficando em 28º lugar na competição. Apesar da eliminação, em 2020, o cantor lançou seu single pré-debut Starry Night, para no ano seguinte debutar com New Hero, iniciando, assim, a carreira solo e independente pela LYNNA Entertainment. Neste ano de 2022, Suhwan lançou dois singles: Chance, em 18 de julho, e Left On Read, no dia 11 deste mês — a última sendo uma faixa R&B, característica do artista na indústria musical sul-coreana. O cantor participou da composição e escrita da música, com o objetivo de criar uma canção que retrata um homem que espera pacientemente que o coração da pessoa amada desenvolva sentimentos românticos por si. Choi Suhwan é um músico extremamente dedicado e talentoso, com múltiplos talentos: ele canta, dança, toca instrumentos, atua e compõe suas próprias canções. Recentemente, participou do Festival Woori na França e chamou muita atenção do público, deixando sua marca no evento. Preparado para dar tudo de si em sua carreira musical, Suhwan conversou com o Café com Kimchi e contou um pouquinho sobre como vem sendo sua experiência na indústria. Confira a entrevista após a publicidade. Leia também: Candy: NCT Dream homenageia a memorável faixa do grupo H.O.T em seu novo mini álbum Antes de tudo, conte-nos um pouquinho sobre você e a importância do Produce X101 para a sua carreira. “Sou Choi Suhwan, um artista solo. Fui trainee individual no programa Produce X 101, onde apresentei-me para o público pela primeira vez, e ainda estou ativo constantemente lançando músicas, tocando e me apresentando. Antes de aparecer no programa, eu era apenas mais um trainee, então acho que foi significativo estar no programa [para minha carreira]. Pude deixar as pessoas saberem quem eu sou e, graças a isso, posso fazer atividades como esta (ou seja, lançar músicas). Se houver uma chance, gostaria de aparecer novamente em um programa de concurso.” Como foi o processo de produção do seu último lançamento Left On Read? O que te inspirou a escrevê-lo e escolher o conceito por trás dele? “Quando recebi o guia de músicas, estava em inglês e a letra ainda não estava completa, mas o título estava lá 'Left On Read'. Dei uma olhada no significado em coreano (읽씹), que significa ler, mas não responder, então pensei que poderia expressar [a canção] com emoções da minha idade. Então escrevi a letra sobre um rapaz que tem um crush por uma garota e cria coragem para convidá-la para sair, mas ele não consegue nenhuma resposta, então está lá esperando ansiosamente por ela. Entre todas minhas canções, apenas esta é sobre amor, então eu não queria falar sobre [o amor] de apenas um ponto de vista. Em termos de amor, acho muito importante respeitar o outro (emoção, sentimento, ideia, etc). Dessa forma, eu não queria retratar um homem que estivesse pressionando a garota para um encontro sem ter respeito por ela, quis mostrar que pode-se esperar calmamente por uma resposta, assim como olhar para trás e analisar seu próprio comportamento a respeito daquilo.” Como estão indo as promoções do seu último lançamento? O que seus fãs devem esperar? “Atualmente, estou promovendo meu álbum principalmente por meio de buskings. Quase não há transmissões de música em dezembro, então estamos tentando fazer essas transmissões e outros conteúdos diversos em janeiro.” (Divulgação / Studio Persephone) Qual é o passo mais importante que você deu em sua carreira? O que mudou para você? “Acho que o maior ponto de virada para mim foi estar no Produce X 101. Por meio desse programa, pude conhecer fãs que gostam de mim e me acompanham até hoje. Caso contrário, teria sido difícil continuar meu sonho de ser cantor, não é mesmo?” Quais são os temas que você mais gosta de escrever e cantar? “Acho que gosto de músicas fáceis de ouvir, em vez de um determinado tema ou tópico particular. Quando escrevo letras, costumo colocar muito significado nelas. Espero que quem escuta minhas músicas possa ser confortado pelas letras que escrevi e espero que [o que escrevi] não machuque ninguém. Acho que [os sentimentos do público] é algo que as pessoas criativas sempre precisam se lembrar [na hora de compor].” Saiba mais: MIRAE: Ingressos, preços e tudo o que você precisa saber sobre a turnê do grupo de K-pop no Brasil Quais são suas esperanças para o futuro de sua carreira solo? “Espero poder aparecer em muitos shows e performar constantemente. Dessa forma, deixo o público saber mais sobre mim e também quero ver meus fãs com mais frequência.” Você tem algum artista solo ou grupo da Coreia do Sul que te inspira? Quem? “Eu gosto de Baekhyun, do EXO, quando se trata de cantar. Como cantor internacional de pop, Justin Bieber tem muitas músicas ótimas. Quanto à dança, eu costumo gostar da dança do Kai, do EXO, e do Jimin, do BTS.” Agora conta pra gente qual é a sua collab "dos sonhos"? Escolheria um artista sul-coreano ou estrangeiro? “Se chegar o dia em que eu puder colaborar com artistas que admiro, acho que será uma situação em que realmente realizarei todos os meus sonhos! [Mas], eu gostaria de poder colaborar com Justin Bieber.” Leia também: 15 anos de KARA: Conheça mais artistas de K-Pop que lançaram álbuns de aniversário
- O que esperar de "FACE", primeiro álbum solo do Jimin do BTS?
Projeto que marca o debut solo do vocalista tem estética de dualidade que mostra sua versão mais íntima e vulnerável (Divulgação/ HYBE) O mundo dos ARMYS está mais agitado do que nunca! Após o primeiro álbum individual do integrante J-hope, álbum do líder RM e anúncio de turnê de SUGA, agora Jimin terá finalmente seu debut solo. Depois de muito esperar, o álbum intitulado FACE está com data marcada para o dia 24 de março e o público está ansioso para conhecer um novo lado do vocalista. Seguindo o cronograma que foi divulgado no fim de fevereiro, a HYBE tem liberado imagens e vídeos teaser que revelam um pouco sobre a estética e conceito do lançamento, demonstrando que Jimin irá entregar um projeto marcante e intimista. Além disso, no próximo dia 17, o pré-single Set Me Free part.2 será liberado com direito a MV para dar um gostinho ainda maior do que vem por aí. Com as prévias e entrevistas feitas pelo famoso it-boy, nós mal podemos esperar para conhecer todas as faixas, ver as performances e promoções solo típicas de todo lançamento. A chegada do tão esperado álbum (Divulgação/ HYBE) Já se foi o tempo em que os lançamentos eram feitos apenas em grupo. Os projetos individuais dos integrantes de grupos de k-pop, se tornaram algo recorrente e natural, dando a oportunidade de conhecer melhor os talentos e cores de cada membro. Os rappers do BTS vem explorando esse tipo de lançamento desde 2015 e com isso os ARMYS começaram a esperar por projetos feitos pelos vocalistas. Depois do anúncio da nova fase do grupo, focando em projetos solo e a chegada dos álbuns de RM e J-hope as expectativas em relação a isso só aumentaram. No fim de fevereiro Jimin revelou que estava trabalhando em seu álbum e em seguida foi divulgado com o vídeo teaser conceitual de FACE. Leia também: Crítica: TWICE retorna mais potente do que nunca com "SET ME FREE" FACE irá contar com 6 faixas, incluindo o pré-single Set Me Free part.2, que ganhou teaser essa semana e será liberado no dia 17 de março e a faixa título Like Crazy que também terá uma versão em inglês. O produtor, letrista e compositor Pdogg, que trabalha com o BTS desde o seu debut em 2013, está presente na produção do novo álbum e além disso, duas músicas contam com a participação de RM, fato que deixou os fãs ainda mais empolgados. Tudo indica que a espera vai valer a pena, não é?! Um conceito intimista e sincero Com o anúncio de um lançamento logo pensamos no MV, nas músicas e principalmente no conceito que pode ser usado. No cronograma de FACE foram indicadas duas versões de fotos conceituais para divulgar o projeto, hardware e software. As palavras trazem sentidos opostos que conversam o conceito de dualidade visto nas fotos. Hardware se refere a parte física de um computador, o que é tocável, já o software se trata da parte interna como aplicativos e dispositivos virtuais, algo que precisa ser acessado. Assim como as palavras são opostas, as imagens também enfatizam essa diferença e demonstram como o conceito foi pensado com atenção e entregam dois lados de Jimin, o que é visto de fora e o seu verdadeiro eu, o interior. (Divulgação/ HYBE) Em um comunicado a HYBE informou que “as imagens retratam a resolução de Jimin de seguir em frente após enfrentar a si mesmo por completo." Além disso, o slogan de FACE também complementa o estilo que deve ser visto futuramente e diz que se trata do “reflexo de mentes vulneráveis e feridas expostas” confirmando a teoria dos ARMYS de que o álbum irá entregar um lado mais intimista do vocalista. Nas últimas semanas, a revista Vogue Korea tem liberado vídeos e imagens promocionais para divulgar sua edição especial com Jimin que conta com uma entrevista onde ele fala sobre FACE e confessa que tentou olhar para dentro de si e ser o mais honesto possível com o álbum. “Muito dele é baseado em minhas próprias experiências, mas espero que todos que ouvirem o considerem reconhecível e reconfortante” acrescentou ele. Trabalhos anteriores Apesar deste ser o seu primeiro álbum de estúdio, Jimin já tem um histórico de pequenos projetos e singles liberados ao longo de sua carreira e que vão de música clássica, a um pop mais latino e até mesmo balada romântica, então FACE também pode ser uma caixinha de surpresas. A primeira vez que o público pôde presenciar o vocalista em uma música individual foi com Lie no álbum WINGS do BTS e ele aparece sozinho novamente em Serendipity, intro do álbum Love Yourself Her e em Filter, faixa presente no álbum Map Of The Soul:7. Em 2018 ele presenteou os fãs com Promise, primeiro single composto por ele e com a parceria de RM na composição. Durante entrevista para a Vogue Korea ele confessou “eu escrevi esta música em 2018 como uma promessa a mim mesmo de que nunca esquecerei as inúmeras pessoas que me amam e me apoiam de todas as maneiras que podem.” E não para por aí, Jimin já lançou uma música especial de Natal e também participou de OST de dorama. Christmas Love foi liberada em 2020 e With You feat. Ha Sung Woon é a trilha sonora do drama Our Blues que aconteceu em 2022. E por fim, seu lançamento mais recente é VIBE sua participação na música de Taeyang do BIGBANG em janeiro deste ano e que com certeza ficou no repeat da playlist de muitos fãs. E aí, você também está ansioso para esse lançamento? Então siga o Café com Kimchi nas redes sociais para não perder!
- Super Junior entende de palco como poucos, e prova que "Super Show" não é só o nome da turnê
Reis da Hallyu voltaram ao Brasil em fevereiro de 2023 e entregaram um concerto divertido e cheio de energia (Divulgação/SM Entertainment) Após dez anos desde a primeira vez que Super Junior se apresentou no Brasil, os Reis da Hallyu retornaram na última quinta-feira (9) com a turnê Super Show 9: The Road e mostraram como um concerto de K-pop deve ser! O sentimento de estar presenciando um momento histórico para a música sul-coreana em nosso país era percebido desde a fila, composta por pessoas de vários estados e até mesmo de outras partes da América do Sul, como Uruguai e Paraguai. As horas de espera, no entanto, valeram a pena quando o Espaço Unimed, em São Paulo, recebeu um mar azul de E.L.F.s (nome carinhosamente dado aos fãs do grupo), e, graças à longa plataforma central instalada, a sensação era de que todos estavam muito perto do Super Junior, independente do setor indicado no ingresso. O Café Com Kimchi esteve por lá e, como diversas outras testemunhas oculares, viu que os quase 18 anos de carreira deles têm sabor da safra mais nobre de qualquer vinícola. Conteúdo e interação com os fãs Assistir a um concerto é um pacote completo que engloba visuais, apresentações ao vivo e, especialmente nos shows de K-pop, os VCRs. Estes materiais audiovisuais são muito bem construídos com momentos divertidos, alguma história que faz parte do conceito do universo do grupo e, às vezes, um spoiler para o que está por vir. Além disso, também é importante para os cantores conseguirem trocar os figurinos e retocar a maquiagem. Como espectadores, às vezes é um pouco cansativo assistir a tantos VCRs durante o show, mas não foi isso que aconteceu no show do Super Junior. Os vídeos eram mais curtos e objetivos, aparentemente não atrapalhando as diversas trocas de looks do grupo. Isso resultou em um concerto mais fluido e dinâmico, no qual a densidade do conteúdo estava mais concentrada no palco do que em quaisquer outras distrações. Leia também — The Last Man Standing: Pioneiros do K-pop, Super Junior também inventou a definição de "eternos" Inclusive, que palco, hein! A plataforma em formato de T permitiu que todo o Espaço Unimed se sentisse preenchido pela energia do icônico grupo, sendo possível vê-los de perto até nos setores mais afastados. O mérito também é deles, já que Super Junior soube como explorar bem o espaço e se dedicou em interagir com os fãs em tempo integral, graças ao fortíssimo carisma dos integrantes e coreografias adaptadas para unir performance e situações de proximidade com o público. História do K-pop na frente de nossos olhos A setlist do Super Show 9 aqui no Brasil ganhou adições de músicas com pegada mais latina, como a gigante Lo Siento, Otra Vez e a versão completa de Mamacita (que só era tocada em medley em outros países fora da América do Sul). Um aspecto importante sobre a escolha de canções, no entanto, é o compilado digno de uma coletânea Greatest Hits. Além de adicionarem faixas recentes dos álbuns The Road: Keep on Going e The Renaissance, Super Junior fez entregas excelentes dos maiores hits da carreira, como Bonamama, Sorry, Sorry e Mr. Simple. O sentimento, provavelmente coletivo, de presenciar tais performances foi como ver a história do K-pop criar forma física, se materializando na frente de centenas de brasileiros, levando ao frisson qualquer pessoa minimamente apaixonada pelo gênero sul-coreano. Por fim, pernas e vozes cansadas eram apenas as do público. Já o Super Junior manteve a energia no ápice, se divertiam como se fosse o último show de suas vidas e mostraram, ao vivo, o motivo pelo qual se tornaram uma peça essencial nas engrenagens do K-pop. Enquanto muitos grupos infelizmente não têm a sorte de se manterem ativos por mais de uma década, os Reis da Hallyu continuam nos entretendo com a vitalidade e empenho de um rookie — algo que estão longe de ser há, pelo menos, 18 anos.
- De dietas a tensões no set, como Song Hye-kyo se preparou para o K-drama "A Lição"?
Em entrevistas, a protagonista da série da Netflix relatou as situações e decisões que tomou para viver Moon Dong-eun (Netflix/Divulgação) Neste mês de março, a dramaland enfim recebeu na Netflix os novos episódios de A Lição ("The Glory"), que concluem a trama protagonizada pela atriz Song Hye-kyo. A produção, que entra para a lista de dramas renomados da carreira de Hye-kyo, chegou ao streaming no dia 10; mas muito antes disso, a preparação da estrela para o seu papel não foi fácil. Em diferentes entrevistas para promover The Glory, Song Hye-kyo contou experiências vividas no set e durante os ensaios. Desde dietas rígidas até cenas que levaram suas emoções ao limite, a atriz relatou os passos que deu para viver a personagem Moon Dong-eun, que na trama planeja se vingar daqueles que lhe praticaram bullying no passado. No post do Café com Kimchi, você pode conferir algumas das curiosidades que Song Hye-kyo revelou a respeito de sua preparação para A Lição: Leia também - "Eu sou rica!": Conheça 6 doramas com ricos e a alta sociedade coreana no enredo O objetivo de Song Hye-kyo em "A Lição" não era parecer "bonita" para a audiência Em entrevista divulgada pela Netflix Korea, Song Hye-kyo revelou que seu objetivo não era de ter a aparência artificialmente simpatizada pelos espectadores. Nesse sentido, a atriz não queria parecer apenas "bonita" para quem visse The Glory; ela queria que o público fosse impactado pelos aspectos físico e psicológico de Moon Dong-eun, após anos de abuso sofrido por ela. Segundo Hye-kyo, durante as filmagens de uma cena entre ela e a atriz Li Ji-yeon (que interpreta a personagem Park Yeon-jin), ela não quis se monitorar demais em relação à atuação ou visual. Apesar de ser comum que atores revejam cenas que gravaram, para o caso de quererem refazê-las, Song Hye-kyo preferiu seguir naturalmente com o roteiro e aceitar o desempenho que saísse daquele momento. "Eu não fiquei me vigiando quando filmamos naquela época, então eu não vi como me saí no set. Fiquei preocupada de acabar me colocando 'numa caixa' se me visse no personagem, então decidi não me monitorar durante a cena." Leia também - 3 motivos para assistir “Island”, drama do Prime Video protagonizado por Cha Eunwoo Como dito acima, Hye-kyo queria que a simpatia do público viesse com o fato de que, em decorrência de sua trajetória no enredo, Dong-eun não tinha energia para cuidar de si mesma em nenhum aspecto. "Pensei que não deveria parecer bonita (na cena em questão). Antes de tudo, depois que consegui o papel de Dong-eun, não achei que deveria parecer bonitinha em nenhum momento. Ela (a personagem) não teve tempo ou energia para cuidar de sua aparência, e pensei que ela não estivesse se cuidando nem como ser humano." Hye-kyo realizou dietas restritivas para adquirir a magreza da personagem principal Além de não se monitorar em relação às cenas feitas, Song Hye-kyo fez dietas rígidas para ser Moon Dong-eun. A partir do roteiro de A Lição, a atriz perguntou para a roteirista Kim Eun-sook se ela poderia emagrecer para uma cena da série, quando Dong-eun expusesse seu corpo para mostrar as cicatrizes de queimaduras. Eun-sook informou Hye-kyo que a cena seria importante, mas que era preciso que a artista estivesse confortável em fazê-la. Também em entrevista para a Netflix Korea, Kim Eun-sook revelou que a ideia da dieta veio da atriz, e que Hye-kyo teria alguns meses para tal preparação. "Ela me pediu para dar dois meses, e perguntei se ela se exercitaria, e Hye-kyo disse, 'não, eu preciso perder mais peso'. Ela queria parecer fraca e pequena ao invés de bonita na cena, e ela de fato o fez", disse a roteirista. Eun-sook falou para a Netflix que se sentiu emocionada com o esforço da atriz, e que os sentimentos foram mistos: "Fiquei tão grata pelo esforços dela, mas também me senti mal. Então fiquei com os olhos marejados quando vi a cena completa." Conforme revelado na coletiva de imprensa de A Lição 2 feita em março, a dieta de Hye-kyo também envolveu apenas bananas nas refeições, durante três dias; e no dia anterior à gravação, a estrela não bebeu água. A atriz precisava de quatro a cinco horas nos bastidores para aplicar a maquiagem de efeitos especiais, e tal maquiagem chegou a afetar sua pele depois. Momentos no set de A Lição envolveram até mesmo um tapa na cara Na primeira coletiva de imprensa de The Glory, Song Hye-kyo comentou que um dos momentos mais marcantes das gravações envolveu um tapa no rosto. No caso, Moon Dong-eun é estapeada numa cena pela personagem de Im Ji-yeon, e Hye-kyo diz que sua mente ficou "em branco" no momento da filmagem. "Eu me lembro vividamente da cena em que levo um tapa de Ji-yeon. Foi quando eu também deveria dar um tapa (no rosto) nela. Não foi uma cena fácil", comenta. A atriz explicou que a direção esperava que as duas dessem o tapa apenas uma vez juntas; e Hye-kyo disse que nunca havia sido estapeada antes na indústria dos K-dramas. "Até mesmo esqueci minhas falas, e eu não lembrava o que falar em seguida". No intervalo das filmagens, Hye-kyo se olhou no espelho e viu uma marca de mão no rosto, e o mesmo ocorreu com Ji-yeon. Antes que retomassem as gravações, as atrizes utilizaram um pouco de gelo para aliviar a dor, e esperaram a tensão no set diminuir. Você sabia desses detalhes sobre The Glory? Os episódios finais do dorama estão disponíveis na Netflix! Se você quiser mais dicas de dramas de vingança, veja a lista especial feita aqui no site.
- Inspirado em Aladdin? Conheça "Desbloqueando o Chefe", novo drama de fantasia na Netflix
Com doze episódios, dorama estreia na plataforma com enredo que reúne romance de escritório, mistério e comédia (Divulgação / ENA) Abrindo a temporada de novidades na Netflix em março de 2023, Desbloqueando o Chefe (ou Unlock My Boss) estreia no catálogo do streaming nesta segunda-feira, 6. Com doze episódios de, em média, uma hora cada, a produção da emissora ENA chega à plataforma já completa. O dorama começou a ser exibido em dezembro do ano passado e foi concluído em janeiro. O título também está disponível no catálogo do VIKI Rakuten. Na trama que mistura comédia, suspense e mundo dos negócios, Kim Sun Joo é o CEO de uma grande empresa de TI cuja vida parece perfeita. No entanto, o magnata se torna vítima de um assassinato misterioso, e seu espírito encontra um destino peculiar — fica preso em um aparelho celular. Quem encontra o telefone é Park In Sung, um recém-formado desempregado que vê nas mãos a chance de mudar de vida e virar o novo CEO da empresa de Kim. Leia Mais: 10 Doramas Mais Curtidos na Netflix: confira os títulos que receberam o novo selo do streaming Confira o trailer do k-drama abaixo. In Sung e Sun Joo fazem um acordo: enquanto o ex-desempregado desfruta da posição de CEO temporário, ele também ajuda seu mentor a descobrir quem está por trás do seu assassinato. Porém, o plano esbarra na secretária Jung Se Yeon, cuja missão é se adaptar às trapalhadas do chefe novato. A série é baseada em um webtoon homônimo, criado por Park Seong Hyun, e que tem inspiração na história de Aladim — ou, mais especificamente, no personagem Gênio, que vive preso em uma lâmpada mágica. Elenco de Desbloqueando O Chefe O elenco de Desbloqueando o Chefe é liderado pelo veterano Park Sung Woong no papel do CEO Sun Joo. O ator tem uma carreira extensa tanto nos dramas quanto no cinema, e foi indicado a um Blue Dragon Award pelo filme New World (2013) com o Lee Jung Jae. Também com o astro de Round 6, ele participou de Operação Chromite (2016), filme inspirado na Batalha de Incheon e com o ator indicado ao Oscar Liam Neeson. Leia Mais: 5 filmes sul-coreanos baseados em histórias reais que você precisa assistir Completa o elenco principal Chae Jong Hyeop, no papel do protagonista In Sung. Ele também está "em cartaz" na Netflix nos doramas Mito de Sísifo (2021) e Nevertheless, ou Apesar de Tudo, Amor (2021), em que contracena com Han So Hee e Song Kang. Ao lado dele, a atriz Seo Eun Soo interpreta a secretária metódica da empresa de TI. Ela também possui no currículo doramas populares, como Dr. Romantic (2016) e Duel (2017). Apesar de pertencer ao gênero da fantasia, Desbloqueando o Chefe flerta com elementos de ficção científica, como a possibilidade de fazer um back-up da identidade de alguém em uma nuvem de arquivos. Porém, na conferência de lançamento do dorama que ocorreu em dezembro, o diretor Lee Ha Cheol preferiu destacar as demais facetas da série que, como ele mesmo cita, possui um gênero complexo. "Há um mistério acerca do porquê [o CEO Sun Joon] ficou preso, e um romance entre dois protagonistas maravilhosos." Vai conferir a estreia do dorama Desbloqueando o Chefe na Netflix? Conta pra gente aqui embaixo nos comentários, e já segue o Café com Kimchi no Instagram e Twitter.
- "A Lição" trouxe Song Hye-kyo de volta aos holofotes! Conheça a carreira da atriz do drama
The Glory é um novo capítulo na carreira da atriz — e a parte 2 já está disponível no catálogo da Netflix (Divulgação/KBS2/Netflix) A Lição finalmente está de volta para a segunda parte, após o desfecho eletrizante da primeira parcela. No k-drama, disponível na Netflix, a atriz Song Hyekyo interpreta a protagonista Moon Dongeun, uma mulher que cresceu com marcas — físicas e emocionais — do bullying que sofreu na época da escola. Com um desejo de vingança que ditou o rumo de sua vida, se torna professora de uma escola infantil e dá aula para a filha de sua principal agressora. Na primeira parte, os espectadores viram os planos de Dongeun ganhando forma, graças à sua determinação e a ajuda de dois cúmplices. Já a segunda leva de episódios finalmente traz os resultados de sua vingança contra o grupo de bullies, cujos personagens são interpretados por Lim Jiyeon, Park Sunghoon, Kim Hieora, Cha Jooyoung e Kim Gunwoo. Leia também — 15 doramas leves para assistir quando estiver triste e quiser esquecer os problemas Atualmente, a produção está no Top 10 de séries mais assistidas no Brasil e, conhecendo os fãs ávidos de k-dramas, a Parte 2 de A Lição será consumida rapidamente em maratonas de, no máximo, um fim de semana. Pensando nisso, o Café Com Kimchi trouxe alguns detalhes sobre a carreira da protagonista Song Hyekyo para os que vão sentir falta de vê-la na frente das telinhas. Primeiros trabalhos de Song Hye-kyo (Divulgação/KBS2) Antes de sonhar em ser atriz, Song Hyekyo seria patinadora artística, habilidade que ela estava treinando desde a escola primária até a oitava série. Sua primeira importante aparição pública veio pouco depois disso, quando foi vencedora do concurso Sunkyung Smart Model Contest e se tornou modelo de uma marca de uniformes escolares. Esse momento foi essencial para levá-la até seu trabalho de estreia: o drama First Love, lançado em 1996, no qual fez uma pequena participação. No ano seguinte, esteve em dramas com papéis menores como em Wedding Dress (1997) e White Nights 3.98 (1998), mas seu crescimento no mercado televisivo doméstico aconteceu nos anos 2000, com o lançamento de Autumn in My Heart — sua primeira experiência como protagonista. Na produção, a atriz estrelou ao lado de Song Seungheon (Black) e Han Chaeyoung (Boys Over Flowers), interpretando uma personagem que foi trocada na maternidade, teve uma mudança brusca em seu padrão de vida e reencontrou com o passado anos depois. Em 2003, mais uma história melancólica tomou conta de seu currículo com o drama All In, no qual co-estrelou com Lee Byunghun (Mr. Sunshine), consolidando ainda mais seu nome — que ficaria maior ainda no ano posterior, por sua performance em Full House, ao lado do cantor e ator Rain. Da televisão para o cinema (Divulgação/Starfish Pictures) A carreira de Song Hyekyo ganhou mais uma ramificação quando a atriz fez seu primeiro trabalho no cinema em 2005, intitulado Minha Garota e Eu, um romance recriado a partir do filme japonês Crying Out Love from the Centre of the World. Nessa época, ela tinha retornado recentemente de San Francisco, na Califórnia, onde esteve por uns meses para estudar inglês. Não demorou muito até que fizesse seu debut em Hollywood. Seu primeiro trabalho nos Estados Unidos veio em 2008, com o filme Fetish, no qual interpreta uma imigrante sul-coreana que se interessa pela vida do casal de vizinhos de seu prédio. Song Hyekyo também esteve no longa-metragem chinês The Crossing e na produção O Grande Mestre, do respeitadíssimo diretor Wong Kar-Wai (Anjos Caídos), que se trata de uma biografia de Bruce Lee. O cineasta já tinha demonstrado interesse em trabalhar com ela desde 2004, no Festival Internacional de Cinema de Busan (BIFF). Por dominar bem o mandarim e o cantonês, os idiomas não foram um problema para a atriz. Auge e o começo do fim (Divulgação/KBS2) Vinte anos de carreira depois e Song Hyekyo experimentaria novamente o auge de seu nome na Coreia do Sul. Estamos falando de Descendants of the Sun, um dos mais famosos k-dramas da última década. Lançada em 2016, a produção já era uma promessa de hit por ter uma poderosa dupla de personagens principais, formada pela atriz e seu co-protagonista, Song Joongki (Vincenzo) — que voltara recentemente do exército naquela época. A história acompanhava o romance entre uma médica e um capitão das Forças Armadas e essa contradição entre uma pessoa que tirava vidas com outra que salvava, além do caráter “novelão” do drama, chamou atenção do público e da crítica especializada. Não à toa, a produção e a dupla de protagonistas venceu inúmeros prêmios, incluindo os daesangs no KBS Drama Awards e Baeksang Arts Awards. Um ano depois, o público descobriu que o popular casal das telinhas se tornou uma realidade: Song Joongki e Song Hyekyo se casaram. O romance, no entanto, não durou muito tempo por motivos que iam desde “personalidades muito distintas” às imposições da suposta família controladora do ator. Em 2019, eles anunciaram o fim da união e a situação se agravou para o lado da atriz quando surgiram boatos de que Park Bogum, que protagonizou o drama Encontro (2018) com ela, era o pivô da separação. O rumor foi oficialmente negado, mas a imagem de Hyekyo já estava comprometida com o público. “A glória” veio novamente — dessa vez, no streaming (Divulgação/Netflix) Após dois anos longe das telas, Song Hyekyo retornou ao trabalho em 2021, como protagonista do drama Agora Terminamos (Now, We Are Breaking Up), ao lado de Jang Kiyong. Na época, alcançou significativos picos de audiência na Coreia do Sul e, de acordo com a Nielsen Korea, o episódio final consolidou a produção como a mais assistida de seu horário. Não satisfeita, a atriz emplacou um projeto ainda maior: o drama A Lição, na Netflix — provavelmente o motivo pelo qual você, leitor, está conferindo esta matéria. Intitulado internacionalmente como The Glory, a produção realmente trouxe uma dimensão gloriosa para o trabalho de Song Hyekyo, em proporções globais. A primeira parte foi lançada em 30 de dezembro e na primeira quinzena de janeiro já era a série de língua não-inglesa mais assistida da Netflix naquele período. Agora, a segunda parcela está em terceiro lugar no ranking global da plataforma — e contando. Esta tem sido a incrível reviravolta na carreira de Song Hyekyo.
- 7 momentos em que SUGA do BTS demonstrou ser um produtor incrível
O rapper que está de aniversário já participou e produziu músicas para IU, Halsey, PSY e muitos outros (Divulgação / HYBE) O rapper, produtor e compositor do BTS está fazendo aniversário: SUGA, também conhecido pelos fãs como Yoongi (nome de nascimento), completa 30 anos em sua idade coreana nesta quinta-feira, 9 de março. Dez desses anos foram dedicados às atividades com o BTS! Como de costume, o fandom ARMY está utilizando as redes sociais para enviar seu carinho e desejos de felicidades para ele. Está participando da festa? Com o anúncio da nova fase do grupo e os lançamentos do J-Hope, RM e, em breve, o primeiro álbum do Jimin, cada integrante do BTS tem se dedicado a projetos individuais. No caso do SUGA, o idol estreou o programa de entrevistas SuChwiTa, no qual ele conversa com outros artistas de forma descontraída e amigável, demonstrando suas habilidades de apresentador. Além disso, ele deve sair em turnê em abril, com o show Agust D. Leia também: K-pop em março de 2023: Confira todos os lançamentos agendados para o mês Para além do talento como rapper e de ser conhecido por suas composições — sendo creditado em mais de 100 músicas de seu grupo —, SUGA também possui destaque como produtor. Sob o nome artístico de Agust D, ele é a pessoa por trás de lançamentos de diversos artistas, inclusive internacionais! Se você ainda não conhecia esse lado dele, se prepare: o Café com Kimchi separou sete momentos em que o SUGA mostrou ser um ótimo produtor. Confira a matéria completa! 7 Músicas produzidas pelo SUGA (BTS) Eight - IU Lançado em 2020, Eight é um single da solista IU em parceria com SUGA que, além de ter a sua parte na música, também foi responsável pela produção. A música fala sobre as preocupações que surgem quando se atinge os 28 anos e tem um instrumental nostálgico, voltado para o pop rock. Em entrevista, IU contou que decidiu trabalhar com o rapper para apresentar algo novo, diferente do já vinha revelando aos fãs. SUGA também comentou sobre a collab durante uma live, afirmando que a parceria com a solista ocorreu de forma suave e descomplicada. Wine - Suran Lançada em 2017, esta foi a primeira produção do SUGA fora de sua empresa. Wine da Suran feat. Changmo tem um instrumental com aspectos do R&B e um hip-hop mais sutil e groovy. A música fez sucesso entre os críticos e recebeu prêmios em eventos como o Melon Music Awards, Golden Disc Awards e Soul Music Awards. Antes dessa collab, SUGA e Suran já haviam trabalhado juntos em uma mixtape do rapper; durante uma sessão no estúdio dele, a solista ouviu um trecho não finalizado e pediu a música para o membro do BTS. O resto é história! That That - PSY Além de contar com a participação de SUGA, a faixa título do 9° álbum de estúdio do PSY foi produzida pelo rapper do BTS. Como é clássico nas músicas do PSY, a música tem um refrão e uma coreografia chiclete capaz de grudar na mente de qualquer um. That That foi produzida no estilo funky com um instrumental super agitado, e ela ainda conta com rap do SUGA que viralizou e virou trend nas redes sociais. Stay Alive - Jungkook Stay Alive é trilha sonora do webtoon 7 Fates: Chakho, que foi lançado em parceria com o NAVER, portal de pesquisa da Coreia do Sul. A música conta com os vocais de Jungkook, também membro do BTS, e foi produzida pelo colega de grupo. Liberada em fevereiro de 2022, Stay Alive tem uma energia misteriosa, além de uma melodia sentimental, e a letra complementa a história contada nos quadrinhos. We Don’t Talk Together - HEIZE A música em parceria com o rapper Giriboy, conta com a produção do SUGA e foi lançada como single em 2019. Essa é mais uma faixa R&B para a lista de produções do rapper. We Don’t Talk Together fala sobre reencontrar uma pessoa do passado e perceber que não possuem mais coisas em comum. Nesse caso, SUGA participou não só da composição musica, mas também da composição da letra da collab. Leia também: Segunda chance: Conheça "Peak Time", o reality show para idols que já debutaram SUGA’s Interlude - Halsey Feat internacional? Temos também! A cantora estadunidense Halsey já havia participado da música Boy With Luv do BTS, e o lançamento de seu álbum Maniac foi o momento para uma nova parceria. A faixa SUGA’s Interlude leva o nome do rapper (chiquérrimo!) e foi lançada em 2020, no terceiro álbum da cantora. Com o toque mágico do SUGA na produção musical e na letra, a canção fala sobre as lutas de uma figura pública em forma de desabafo. Eternal Sunshine - Epik High Eternal Sunshine foi a primeira produção de SUGA de uma faixa de hip-hop e foi lançada em 2019, como parte do álbum Sleepss In do trio Epik High. A música fala sobre problemas enfrentados durante a vida, mas também tem um lado otimista, focado na espera por dias melhores. Essa é uma collab muito significativa, pois, em uma entrevista em 2013, SUGA disse que foi depois de ouvir o trio que ele desejou se tornar um rapper. Já imaginou trabalhar com um de seus ídolos? O SUGA certamente já teve esse privilégio! E aí, sabia que o SUGA tinha produzido essas músicas? Conta para o Café com Kimchi nas redes sociais quais você já conhecia!
- O que esperar de "Rover", o novo comeback do Kai do EXO?
Conceito e estética carregados de teorias, a busca por novos gêneros musicais marcam o terceiro álbum solo do main dancer (Divulgação / SM Entertainment) Após um 1 ano e 3 meses do lançamento de Peaches, Kai fará o seu retorno com Rover, marcado para o dia 13 de março, sendo muito aguardado pelos fãs de k-pop. O projeto é seu terceiro mini álbum, e tudo indica que terá um conceito original e memorável em termos musicais e de estética também, como seus anteriores. Versatilidade nunca foi uma novidade para o main dancer do EXO, que sempre entregou o melhor de si, e dessa vez não deve ser diferente. Nas duas últimas semanas a SM Entertainment, tem postado através do perfil oficial do boygroup, teasers que revelam como será a estética e a descrição de cada faixa do álbum, causando muita euforia e suposições entre os fãs. Tudo indica que mais uma vez, Kai entregará o seu melhor em Rover, e nós não podemos esperar para ver com quais produtores ele decidiu trabalhar, como serão as coreografias, as promoções do solo e o estilo que o álbum deve seguir. Através do que foi lançado pela empresa, é possível saber um punhado de informações do que será o projeto, e o que esperar de Rover. Confira após a publicidade. Leia também: K-pop em março de 2023: Confira todos os lançamentos agendados para o mês Explorando novos estilos Rover contará com seis faixas, e prometem entregar um novo conceito e boas coreografias. As músicas são descritas com os gêneros, R&B e até mesmo reggaeton, mostrando que Kai procura explorar novos estilos. Os produtores e compositores ainda não foram revelados, mas seus projetos anteriores podem ser analisados para ter uma base de quem pode ou não estar presente. Anteriormente Kai trabalhou com o compositor e produtor Alawn, que produziu suas duas faixas título: Mmmh e Peaches. O produtor é sem dúvidas muito versátil, já que as duas músicas são bem diferentes entre si, e também compôs Get You Alone de Baekhyun e trabalhou para NCT 127, SuperM e outros. Seu retorno para Rover seria com certeza um grande feito. Entre outros grandes produtores presentes nos primeiros álbuns do main dancer está Cha Cha Malone, que compôs Ride or Die, faixa do KAI. Ele já está familiarizado com projetos da SM, já que trabalhou em músicas para Baekhyun e Red Velvet. Além dele também está a dupla Blaq Tuxedo, que compôs e produziu To Be Honest de Peaches, para Rover, eles produziram a faixa Say You Love Me. O duo de produtores é responsável por Streets da rapper Doja Cat, e no k-pop trabalharam com Xiumin, Lay e Taeyeon. Vale ressaltar que uma das músicas de Rover, intitulada Bomba, foi descrita como reggaeton, prometendo uma pegada latina. O estilo já está presente no k-pop há algum tempo com alguns grupos, como Lo Siento do Super Junior e mais atualmente, Antifragile do Le Sserafim. Leia também: K-Pop X Artistas Latinos: 10 'collabs' incríveis que uniram Coreia do Sul e América Latina Conceito consolidado Existe uma cultura de criar teorias acerca dos comebacks do EXO ou de qualquer um de seus membros, e dessa vez não foi diferente, a foto que anunciou o projeto mostra Kai em movimento em uma circunferência, e nas imagens seguintes, ele está em vários pontos dos círculos, e os exo-ls - fandom do grupo, interpretam como se tivesse se duplicado ou então teletransportado, o que faz mais sentido para o seu super poder de teletransporte - parte do conceito inicial do EXO. Esse fator também esteve presente em KAI, seu primeiro álbum, no MV de Mmmh ele aparece se teletransportando para vários pontos da cena e também para outros universos. Para quem é fã do boygroup, consegue também perceber que no conceito de Rover, apesar de inovador, o cantor também resgatou lembranças de eras passadas de sua carreira. Kai apresenta faces que conflitam entre si, como um anjo com semblante mais leve e o outro lado mais sombrio. Em outras fotos ele aparece em trajes pretos, cabelo azul e um dos olhos está vermelho, assemelhando muito com a ideia da era Obsession, que mostra a luta entre EXO e X-EXO, representando o bem e o mal. O olho vermelho indica a presença da Red Force, os “vilões” que batalham contra o grupo, dentro do universo criado para o conceito do EXO desde seu debut. Estética e sonoridade sombrias Em seu primeiro solo, o álbum homônimo, Kai veio com um conceito refinado e fashion, já em Peaches, tanto a estética quanto a sonoridade são mais leves e calmas, com cores suaves e até mesmo românticas, representando um lado mais sensível do cantor. Mas para Rover, o que parece é que ele optou por uma estética mais sombria e misteriosa, assim como apresentado nos teasers. Esse efeito é causado pela escolha de cores, edição e até mesmo pela postura de Kai nas fotos. Ele passa sensação de imponência, segurança, e ainda mistura dois lados do cantor, aquele angelical e um Kai cheio de atitude e autoconfiança. A estética costuma ser escolhida para conversar com o que o álbum propõe, e essa tem causado muita curiosidade sobre o que o artista preparou. O retorno de Film: Kai O projeto cinematográfico Film: Kai, que foi apresentado durante o debut solo de Kai, tornou seu primeiro álbum uma obra visual. É um compilado com um trecho de cada faixa do mini álbum, com cenário específico para cada uma delas. Cada parte do vídeo é perfeitamente elaborada, composta por coreografias intensas, figurinos e ambientação. Film: Kai é uma vontade do próprio artista de poder performar a coreografia de todas as faixas como um digno main dancer, porém durante a era Peaches o tempo foi curto e ele não pôde preparar uma segunda edição. Agora em Rover com mais tempo para elaborar a obra, ele não abriu mão de presentear seu fandom com o vídeo, que lança após o lançamento do álbum, no dia 20 de março. Alistamento militar Apenas dois dos membros do EXO não se alistaram, Kai e Sehun, já que são os mais novos do grupo e ainda estão em tempo. Mas tudo indica que esse será seu último projeto solo antes de se alistar, além também do fanmeeting de aniversário de 11 anos do EXO, que ocorre em abril e o novo álbum do boygroup, que foi confirmado pelo líder Suho. Recentemente em uma live no seu Instagram, Kai afirmou que não resta tanto tempo antes de ir, e que quer aproveitar o máximo de seu tempo com seus fãs para compensar sua ausência temporária. Leia também: Idols de K-pop e atores que serão dispensados do exército em 2023 Mas não precisa ficar triste, ultimamente os membros do grupo tem aparecido em vídeos durante as promoções solo de outros integrantes, reagindo aos MVs da era, ou mostrando apoio de alguma forma. Ainda, o grupo está atualmente inteiro completo e tem ainda muito a oferecer. Ansiosos para Rover? Conte em nossas redes sociais. Leia também: Novo álbum do TWICE traz músicas em inglês e composições de Dahyun; o que esperar de READY TO BE
- EXO vs X-EXO: relembre a batalha entre o grupo e seus clones
O 6º álbum entregou um dos conceitos mais aclamados pelos EXO-Ls e rendeu diversas teorias (Divulgação / SM Ent.) “Seres questionáveis foram vistos ao redor do globo, causando atividades anormais. Foi testemunhado por várias pessoas, que esses indivíduos irradiando uma energia vermelha, se movem e criam fenômenos além dos níveis humanos [...] Suas formas apresentam semelhança com o EXO, seres que foram rastreados há muito tempo.” Assim foi apresentada a era Obsession, referente ao 6º full album, que logo de cara rendeu muitas teorias entre os EXO-Ls, mesmo sem saberem exatamente do que se tratava. O álbum lançado no dia 27 de novembro de 2019, colocou o grupo em conflito com seus clones, portanto era o EXO contra o X-EXO. O segundo, diferente do original, passa uma imagem ameaçadora, como se eles estivessem determinados e prontos para destruir seus adversários. Com base nesse conceito, houve uma movimentação diferente nas redes sociais do EXO, além das contas oficiais, seus clones também ganharam o próprio Twitter e Instagram e os teasers eram publicados em seus respectivos perfis, criando uma batalha virtual e dividindo o fandom, já que cada um escolhia seu lado. O tom das postagens variava, enquanto o EXO fazia a linha simpática e mantendo sua personalidade usual, o X-EXO esbanjava sarcasmo, sempre muito seguro de si, provocando os originais e tentando mostrar que são melhores em tudo. Como mostram os tweets abaixo, ambas as contas deram a mesma notícia, porém com uma linguagem diferente. Um conceito duradouro Esse conflito não gerou apenas uma discussão forte entre os fãs em termos de competição entre os dois lados do grupo nas redes sociais, mas permitiu que os EXO-Ls remetessem essas teorias aos lançamentos anteriores. Obsession trouxe um conceito inusitado para a história e discografia do EXO, que desde o seu debut, já entregava um conceito muito envolvente e complexo, onde cada membro possui um super poder, todos eles são seres vindos do Exoplanet e agora habitando no planeta Terra, estão numa batalha intensa contra a Red Force, vilões que tentam fazer de tudo para roubar seus poderes e usá-los para o mal. A história do EXO é reproduzida desde o início em seus videoclipes, alguns com o conceito mais aparente e outros, de forma mais subjetiva. Já é natural para os fãs do grupo criarem conexões em cada lançamento, na esperança de estarem certos sobre o que pode vir posteriormente. O fandom abusa na criatividade, cria teorias e especulações a respeito dos comebacks, e com Obsession não foi diferente. O grande diferencial de Obsession é que o conceito está inserido não apenas na parte visual do álbum, mas também na sua estrutura musical. A homônima faixa título casa perfeitamente com a proposta visual do álbum. Em seus versos, eles querem se afastar de alguém que os fez mal, mas por outro lado, alguns trechos mostram o contrário, a necessidade de estar próximo, a verdadeira obsessão reforçada pelo verso “I want you, I want you, want you”, cantada repetidamente. Por mil noites, eu repeti tantas vezes / Um ciclo vicioso de pesadelos que vai acabar agora / A luz de saída está apagada / Saia de perto de mim agora Outra faixa que entrega bem o conceito é Jekyll, seguindo a mesma linha de Obsession, como uma conversa entre o grupo e alguém que os fez mal, mas dessa vez parece mais claro que o EXO está em conflito com X-EXO. O título da música é baseado na obra literária Strange Case of Dr Jekyll and Mr. Hyde, traduzido para o português como O Médico e o Monstro. A ficção gótica de Robert Louis Stevenson tem como aspecto principal de sua premissa, mostrar em uma mesma pessoa, mais de uma personalidade: o bem e o mal. Reforçando que na verdade, os clones são o lado ruim de cada membro do grupo. É interessante também notar as teorias dos fãs acerca disso. Obsession foi o primeiro comeback do grupo com ausência dos membros coreanos devido ao alistamento militar, então o lançamento que merecia a formação completa, foi feito apenas com Suho, Baekhyun, Chen, Chanyeol, Kai e Sehun, faltando D.O., Xiumin e o membro chinês Lay, que está promovendo suas atividades solo no país de origem. Ter o grupo incompleto, por qualquer motivo que seja, é sempre ruim. É inevitável imaginar como seriam os outros membros dentro do conceito dos clones e como seriam suas vozes nas músicas, porém por outro lado, foi interessante ver o grupo trabalhar em uma dinâmica diferente. EXO-Ls esperam que o grupo reviva o conceito quando os membros finalizarem o serviço militar obrigatório. Xiumin, que lamentou em seu Instagram a impossibilidade de estar nesse comeback, quando retornou, não pôde deixar de experimentá-lo de alguma forma. Durante o Xiuweet Time, fanmeeting online, ele performou a música título caracterizado de clone, o X-Xiumin e atualizou a conta dos diabinhos depois de algum tempo inativa. Don’t Fight The Feeling, o comeback mais recente do EXO, entregou muitas similaridades ao 4º álbum do grupo, The Power of Music, que tem Power como faixa título. Eles resgatam um conceito voltado para uma viagem intergaláctica e conflitos no espaço. Quem sabe, futuramente com os nove integrantes presentes, o grupo não possa trazer os clones de volta? Você gostaria de ver?



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