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- Se você gostou de "Kill Boksoon", conheça 5 K-dramas com enredos de vida dupla
Produções como "Flower of Evil", "My Name" e outras podem ser boas dicas para quem gostou do filme Netflix (Netflix/Divulgação) No final de março, aconteceu a estreia de "Kill Boksoon", filme da Netflix sobre uma super assassina de aluguel que, além de trabalhar em uma empresa especializada em mortes contratadas, tem um grande desafio: ser uma mãe presente e conseguir se comunicar com sua filha adolescente. O filme, também foi transmitido na 74ª edição do Berlinale, consagrado Festival Internacional de Cinema Alemão, e o Café com Kimchi já falou sobre o longa antes. Em Kill Boksoon, o ponto alto é o segredo que a personagem-título interpretada por Jeon Do-yeon (que apareceu em Intensivão do Amor) consegue guardar: sua vida dupla. Enquanto trabalha para a MK, a agência de matadores, a protagonista esconde sua verdadeira identidade de Kim Yeong-ji, sua filha. (Netflix/Reprodução) “Vida dupla” é um tema recorrente nos K-dramas e nas tramas em geral no audiovisual. Quem nunca se surpreendeu, já quase no final de um filme, com a revelação bombástica de que um dos personagens principais se revela como o vilão por trás de tudo? Nesses tipos de enredo, é normal encontrar muito suspense, ação, confusões e até mesmo um pouco de romance. Por isso, o Café preparou uma lista com dicas para você entrar no mundo de vidas duplas e identidades secretas, se surpreendendo a cada episódio com os mais diferentes plot twists que esse tema pode oferecer. Ah, mas atenção aos spoilers! Por serem tramas muito baseadas no suspense para segurar o telespectador até o final, é possível ter informações cruciais das tramas no texto a seguir. Extracurricular (Netflix/Reprodução) Quebrando padrões dos clássicos dramas colegiais coreanos, em Extracurricular não há um romance fofinho, nem adolescentes com dúvidas sobre o que querem ser quando crescer. O ator Kim Dong Hee interpreta um aluno super conceituado em sua classe, Oh Ji Soo; e aparentemente, Ji Soo é só mais um rapaz estudioso e tímido, que se esforça juntando dinheiro para pagar sua faculdade. Porém, o que ninguém espera é que a forma com que ele trabalha para isso envolve crime e violência: Ji Soo faz parte de um esquema de proteção e agendamento para prostituição. Assim, com a ajuda de Park Ju Hyun — colega de classe que se vê envolvida nessa rede após roubar o celular de Ji Soo —, eles seguem tentando esconder do mundo o que realmente acontece nessa grande rede criminosa, vivendo como simples estudantes durante o dia, e criminosos a noite. Apesar de não ter cenas explícitas, são tratados em Extracurricular assuntos sérios como suicídio, tráfico sexual, abusos e violência. Dessa forma, o seriado não é indicado para menores de 18 anos. O drama se encaixa na lista de produções com teor pesado também. Flower of Evil (Netflix/Divulgação) Lançado em 2020, o K-drama Flower of Evil tem um exemplo perfeito de vida dupla: Baek Hee Sung, interpretado por Lee Joong Gi, que mantém sua real identidade em segredo de sua família por anos. Com medo de revelar que, ao invés de um marido e pai carinhoso, é na verdade um criminoso procurado pela polícia há 15 anos, o homem se vê num beco sem saída quando é descoberto por um antigo amigo de escola. Além disso, sua esposa, que é detetive de homicídios, chega cada vez mais perto de descobrir com quem é realmente casada. Flower of Evil traz uma das melhores atuações de Lee Joong Gi, que consegue retratar com maestria um personagem multifacetado que surpreende a cada cena. Entre expressões faciais super pontuadas e cenas de ação bem trabalhadas, o K-drama consegue trazer a cada episódio a angústia de viver uma vida dupla. Leia também - Calientes: Confira 5 doramas com cenas de sexo e momentos picantes no enredo My Name (Netflix/Divulgação) Como um dos K-dramas mais bem-recebidos da Netflix nos últimos anos, My Name vem para entregar protagonismo feminino na lista. Guiada pela vingança, a personagem Yoon Ji Woo entra para o mundo do crime para encontrar o assassino de seu pai. Na jornada, a heroína interpretada por Han So Hee vive uma vida dupla como Oh Hye Jin, uma policial infiltrada na unidade de narcóticos da polícia; e ao mesmo tempo faz parte da gangue de mafiosos de Choi Mujin, interpretado pelo ator Park Hee Soon. Assim, em conjunto com seu mais novo parceiro policial, Jeon Pil Do, interpretado por Ahn Bo Hyun, Han So Hee entrega uma protagonista super original e focada em seus objetivos — mesmo que, para isso, ela tenha que passar por cima das suas próprias convicções. A atuaçãode So Hee, inclusive, foi muito bem recebida pelo público na época, por diferir muito de outros papéis que a atriz já tinha feito; como foi mencionado na review do drama aqui no Café com Kimchi. Black (Netflix/Divulgação) Ainda na temática de ação, a penúltima indicação da lista traz uma trama rodeada de fantasmas, sustos e romances proibidos. No K-drama Black, o ator Song Seun Heon interpreta o personagem-título, que é um ceifador. A história começa quando Black toma o corpo do detetive Han Moon Gang, no objetivo de encontrar um fugitivo do além. Porém, nessa busca, ele acaba descobrindo a verdade por trás de vários assassinatos de anos atrás, e com a ajuda de Kang Ha Ram, médium feita pela atriz Go Ah Ra, o justiceiro decide investigar os casos e quebrar as regras do "além". Apesar de sobrenatural, o K-drama também entrega vários momentos divertidos, protagonizados por Han Moong Gang e outros ceifadores do submundo, enquanto eles tentam esconder sua verdadeira identidade. Her Private Life (Netflix/Divulgação) Mudando um pouco o cenário de lutas, violência e crimes, em Her Private Life há um bom exemplo de uma vida dupla mais próxima da nossa realidade: Sung Deok Min, uma curadora de artes, que também é uma fã profissional de Cha Shi An, idol de K-pop interpretado por One (que também é um idol na vida real). Super competente em ambos os cargos, a vida dupla de Deok Min é interrompida por Ryan Gold, novo diretor do museu em que a moça trabalha. Sendo considerado um homem egoísta e pouco simpático, Ryan descobre o segredo de Deok Mi, o que bagunça a relação dos dois cada vez mais. Você pode gostar de saber - Da vida real para a ficção: K-dramas com personagens idols — e que desvendam a indústria de K-pop Num dos dramas mais fofos protagonizados pela Park Min Young, Her Private Life é repleto de momentos fofos entre os protagonistas, e também traz para o telespectador uma boa aula de artes; seja pela ambientação das cenas dentro das salas do museu, ou pela direção de arte, feita especialmente para diferenciar esses dois mundos em que a protagonista se divide: uma hora como curadora de artes, e em outra dentro de seu apartamento, completamente decorado por merchandises, fotos e decorações de seu idol favorito. E aí, curtiu a lista? Conhece mais doramas que abordam esse tema de segredos e vidas-duplas? Não se esqueça de acompanhar o Café com Kimchi também nas redes sociais!
- Ingressos, locais, datas e outras informações sobre os shows do OnlyOneOf no Brasil
Boygroup de k-pop vem ao Brasil com a turnê "OnlyOneOf Grand America Tour" para shows nos dias 19 e 21 de abril (Divulgação/ 8D Entertainment) Cada vez mais shows de grupos de K-Pop estão acontecendo no Brasil, como os shows do NCT 127, Super Junior e Oneus. E outros que estão programados para acontecer nos próximos meses, como Moonbin & Sanha - sub-unit do Astro e MIRAE, porém finalmente chegou o momento de alegria das lyOn - fandom do OnlyOneOf, o grupo chega ao Brasil com a turnê OnlyOneOf Grand America Tour para dois shows, um em Brasília no dia 19 de abril, e outro em São Paulo, no dia 21. O Café separou as principais informações sobre os shows no Brasil, leia após a propaganda. Leia Também: Apink faz comeback com "SELF" e aqui está tudo que você precisa saber sobre o grupo Quem é o OnlyOneOf? OnlyOneOf é um grupo masculino de K-pop formado pela 8D Entertainment. Também conhecido como OOO, o grupo é atualmente composto por seis integrantes: KB, Rie, Yoojung, Junji, Mill e Nine. OnlyOneOf debutou oficialmente em 28 de Maio de 2019 com os singles savanna e time lap como parte do seu primeiro mini álbum chamado dot point jump. Savanna foi um sucesso de lançamento, fazendo eles serem considerados um dos principais grupos rookies de 2019. Eles são conhecidos por ter uma abordagem experimental e inovadora, incorporando elementos de diversos gêneros musicais, seu estilo musical é descrito como R&B Alternativo, tendo letras sensuais que exploram as vivencias e conflitos da juventude. Suas coreografias são consideradas como ousadas. Alguns de seus singles mais populares incluem a sOng Of ice & fire, dOra maar, libidO e picassO. Setores e Preços da turnê no Brasil Com a turnê OnlyOneOf Grand America Tour, o grupo passará por vários países e o Brasil contará com duas paradas, uma em Brasília no dia 19 de abril, no espaço Toinha Brasil Show, e a seguinte no dia 21 em São Paulo, no VIP Station. Leia Também - Se você gostou de "Kill Boksoon", conheça 5 K-dramas com enredos de vida dupla O show ainda terá eventos especiais, incluindo fansign, sessão de fotos em grupo com os integrantes, sessão de high-touch, credencial exclusiva com cordão e entrada prioritária. O preço dos ingressos varia entre 500 e 150 reais e o valor dos pacotes varia entre 450 e 250 reais. Ingressos T1: R$ 500,00 (+ R$ 50,00 taxa) T2: R$ R$ 420,00 (+ R$ 42,00 taxa) T3: R$ 370,00 (+ R$ 37,00 taxa) T4: R$ 300,00 (+ R$ 15,00 taxa) Pacotes VVIP: R$ 450,00 Inclui: fansign + sessão de foto em grupo com os integrantes + High-Touch + credencial exclusiva com cordão + entrada prioritária VIP: R$ 250,00 Inclui: sessão de foto em grupo com os integrantes + High-Touch + credencial exclusiva com cordão + entrada prioritária após o VVIP Vendas: Kpop Tickets Serviço — OnlyOneOf Grand America Tour Show em Brasília (Divulgação) Data: 19/04/2023 Horário: 20h Local: Toinha Brasil show (Sof Sul Q 2, 06/08 - Brasília, DF) Classificação etária: 16 anos. Menores de 16 anos só podem entrar com pais ou responsáveis legais. Vendas online: Sympla Show em São Paulo (Divulgação) Data: 21/04/2023 Horário: 20h Leia Também: Vai viajar? Confira os melhores lugares para K-poppers e dorameiros visitarem na Coreia do Sul Local: Vip Station (Rua Gibraltar, 346, Santo Amaro - São Paulo, SP) Classificação etária: 16 anos. Menores de 16 anos só podem entrar com pais ou responsáveis legais. Vendas online: Sympla
- Conheça Paper Moon, novo drama de suspense com Kim Seo Hyung baseado em novel do Japão
Envolvendo crimes e baseado em um novel japonês, o dorama da ENA estreia no dia 10 de abril; saiba mais sobre o lançamento (Divulgação / ENA) Paper Moon ou Pale Moon é o mais novo drama de gênero thriller da rede de televisão sul coreana ENA e pode ser a produção perfeita para quem gosta de um bom suspense. A história irá contar com o protagonismo da atriz Kim Seo Hyung, que possui uma longa carreira e já participou de produções como Sky Castle (2018) e É Tudo Meu (2021). O lançamento está previsto para o dia 10 de abril na Coreia do Sul e terá 10 episódios. Baseado na novel japonesa do escritor Kami no Tsuki, a história já havia ganhado uma adaptação para o audiovisual com o filme japonês Pale Moon em 2014 e agora terá uma versão para a dramaland também, com a direção de Yoo Jeong Seon and Jung Won Hee. Veja mais sobre o dorama que estreia neste mês após a publicidade. Leia também: Se você gostou de "Kill Boksoon", conheça 5 K-dramas com enredos de vida dupla Qual é a sinopse de Paper Moon? A protagonista Yoo Yi-Hwa, interpretada pela atriz Kim Seo Hyung, vive uma vida monótona com seu marido Choi Ki Hyun (Gong Jung Hwan) que não lhe dá a devida atenção. Sua rotina como dona de casa é tediosa e a faz questionar seu verdadeiro valor. Depois de conseguir um emprego em um banco, as coisas saem um pouco do rumo na vida de Yi-Hwa, e ela começa a desviar fundos de seus clientes VIPS e se envolver em um problemas dos grandes. No auge dessa nova situação, a protagonista se encontra repetidamente com Yoon Min Jae (Lee Si Woo), um jovem inocente que parece ter um forte interesse amoroso por Yi-Hwa, criando uma atmosfera misteriosa e romântica para a trama. Suas melhores amigas, Kang Seon Young (Seo Young Hee) e Rye Gaeul (Yoo Sun) deixam a história ainda mais emocionante com suas personalidades completamente opostas. O elenco conta também com a participação especial de Yoon Bora, atriz e ex-integrante do grupo SISTAR, que interpreta uma funcionária do banco que observa todos os passos da protagonista. A produção ainda não possui previsão para a chegada em catálogos brasileiros de streaming. Outras histórias baseadas em obras japonesas Desde que os k-dramas conquistaram o coração do público e ganharam popularidade ao redor do mundo, lançamentos têm chegado em grande quantidade todos os mês — o que é um verdadeiro paraíso para quem é fã e adora maratonar nas plataformas de streaming. Muitas dessas histórias são baseadas em obras já existentes, como é o caso de doramas como All Of Us Are Dead, Yumi’s Cells, Itaewon Class e muito outros, inspirados nos famosos webtoons coreanos. Dentro desse universo, os mangás e novels japoneses também já ganharam adaptações para as telas coreanas. Alguns exemplos são o clássico Boys Over Flowers (2009), baseado no mangá de Yoko Kamio, e City Hunter (2014) baseado na história homônima do autor Tsukasa Hojo; ambos os dramas têm o protagonismo do ator Lee Minho. As duas histórias também registraram ótima recepção do público e garantiram prêmios ao elenco. Será que Paper Moon irá repetir a trajetória de sucesso? Por aqui, já estamos na torcida! Ficou ansioso para assistir? Então, siga o Café com Kimchi nas redes sociais para saber quando o drama chega no streaming!
- 6 K-dramas com tragédias e acontecimentos da história da Coreia do Sul em seus enredos
"Snowdrop", "Pachinko" e outros inseriram eventos históricos no plot, que marcaram a trajetória do país (Netflix/Apple TV+/Divulgação) Além da ficção, os dramas coreanos também podem abordar acontecimentos que marcaram a historicidade da Coreia. No caso, há produções hoje que contém em suas tramas fatos históricos do país, do passado e da contemporaneidade; o que pode ajudar o espectador a entender um pouco mais a respeito da História do país que exporta os K-dramas para o mundo. Nisso, títulos como Pachinko, Move to Heaven e mais entram na lista de dramas que possuem acontecimentos da realidade no plot. Seja envolvendo conflitos mundiais ou crises econômicas, tais séries coreanas utilizam do audiovisual para trazer sensibilidade e seriedade aos fatos retratados, misturando-os aos enredos das produções. Vale dizer que, nesses casos, as tramas que abordam tais assuntos não são leves e engraçadas o tempo todo — há carga dramática inseridas nesses dramas que podem não ser para todos os públicos. Além disso, alguns desses dramas geraram discussões na Coreia do Sul pelas representações feitas. Confira abaixo a lista de doramas inspirados na vida real, e têm acontecimentos da História da Coreia do Sul no enredo, e também saiba onde assistir cada um deles. Atenção: o texto abaixo pode conter spoilers dos enredos! Dramas com fatos reais da Coreia do Sul para conhecer 1. Move to Heaven (Netflix) A primeiro momento, o drama Move to Heaven (ou A Caminho do Céu) não parece conter um fato histórico, pois ele é visto mais para o final da produção. No enredo geral, um ex-presidiário chamado Cho Sang-gu (feito pelo ator Lee Je-hoon) recebe a missão de se tornar guardião do sobrinho, Han Geu-ru (Tang Joon-sang), após a morte do pai do rapaz. Nisso, Sang-gu descobre que Geu-ru tem a síndrome de Asperger, e que o jovem administrava com o pai a empresa Move to Heaven: serviço responsável por limpar e reorganizar ambientes e pertences de pessoas que faleceram. O fato real em questão é visto na reta final do drama. Após passarem o dia juntos, Sang-gu descobre que Geu-ru estava, na verdade, concluindo um percurso que fazia com o pai periodicamente: visitar um parque de diversões, ir a certos restaurantes, e fazer uma oração numa estação de trem. Depois de uma breve discussão, Sang-gu conclui que o irmão havia sido vítima do desabamento da loja de departamentos Sampoong, e que o pai de Geu-ru não havia cumprido sua promessa com Cho Sangu-gu por conta da tragédia. O desabamento em Sampoong aconteceu após o prédio da loja em questão colapsar no dia 29 de junho de 1995. Inaugurado cinco anos antes em Seul, a loja de departamentos começara a apresentar problemas em sua infraestrutura em abril, e no dia do desabamento, a administração não emitiu avisos formais aos clientes e lojistas de que era preciso evacuar o prédio horas antes. Perto das seis da tarde, colunas da ala sul do shopping caíram e ocasionaram a destruição, matando 502 pessoas e ferindo cerca de 900, e mais de mil clientes ficaram soterrados. Lee Joon, então presidente do Grupo Sampoong, foi sentenciado a dez anos e seis meses de prisão por negligência criminal — fora ele quem havia decidido mudar as colunas de sustentação da loja na época da construção, e que barrou o alerta de evacuação no dia 29, com receio de que o shopping perderia lucro e clientes com o assunto. Sua pena foi posteriormente diminuída para sete anos e seis meses. Seu filho, Lee Han-sang, que era CEO da loja, foi sentenciado a sete anos de prisão por homicídio culposo e corrupção. A tragédia teve forte repercussão no país, com protestos organizados pela população sul-coreana e uma revisão geral do regulamento de segurança dos prédios da capital. O desabamento da Sampoong foi abordado não só em A Caminho do Céu, como também nos dramas Reply 1994, Faça Chuva ou Faça Sol e Chocolate. O diretor Park Chan-wook produziu um curta-metragem sobre o incidente em 1999. A adição do fato histórico ao drama com Lee Je-hoon mostra que, em graus maiores ou menores, o acontecimento impactou a sociedade coreana. 2. Snowdrop (Star+) O drama Snowdrop deu o que falar em sua época de exibição em 2021 e no início de 2022. Isso porque o título sugere retratar eventos ligados à luta contra o regime do ditador Chun Doo-hwan no plot. Aqui, a produção aborda o encontro entre uma estudante universitária chamada Eun Youngro (feita pela Jisoo do BLACKPINK, que debutou solo recentemente) e um rapaz chamado Im Suho (Jung Hae-in), que na verdade é um espião da Coreia do Norte. Conforme o assunto foi discutido no período de transmissão do K-drama, a emissora JTBC, responsável por Snowdrop, divulgou nota explicando que a trama não possuía ligações com o Movimento Democrático da época, mais precisamente o ano de 1987. Entretanto, a companhia disse que elementos históricos da Coreia do Sul do período, como a eleição presidencial e a atuação da Agência de Segurança Nacional na ditadura, seriam mostrados superficialmente. A JTBC declarou que o roteiro do drama havia sido tirado do contexto pelos netizens. A primeira sinopse de Snowdrop também chegou a divulgar que a série era inspirada nas memórias de um espião da Coreia do Norte, ajudado na realidade por uma estudante da nação Sul, após fugir de um campo de prisioneiros políticos. Mas tal relato foi modificado pela JTBC no roteiro para evitar maior backlash da audiência. Leia também - Narco-Santos: Novo dorama da Netflix é baseado em fatos reais? Conheça tudo sobre a série 3. Pachinko (Apple TV+) Baseado no livro da coreana-americana Min Jin Lee, Pachinko foi o primeiro drama produzido pelo streaming da Apple TV+. O enredo é fortemente inspirado na vida real, ao retratar a vida da personagem Sunja (feita na série pela atriz Kim Min-ha) do nascimento à velhice, e sua luta pela sobrevivência com a família. Nisso, a produção mostra como a protagonista sai de uma pequena vila em Yeongdo em direção ao Japão, no período em que a Coreia (até então uma nação única nos anos 1910) tornou-se território submisso ao império nipônico. O chamado Tratado de Anexação Japão-Coreia foi assinado em 22 de agosto de 1910, no qual o imperador coreano Gojong forçadamente deveria ceder seus direitos de soberania ao império de Mutsuhito. O tratado foi resultado de um plano do Japão de anexar a Península Coreana ao seu domínio, na época em que o governo japonês pretendia fortificar seu expansionismo. A Coreia, inclusive, já era território protetorado do Japão desde 1905, após a assinatura do Tratado de Eulsa. A ocupação japonesa na Coreia durou até 1945, quando a nação nipônica foi enfraquecida pelos acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, após a queda das bombas nucleares em Hiroshima e Nagazaki. Apesar disso, nos 35 anos de domínio, o governo japonês instaurou um regime de opressão e violência à população da Coreia, que incluíram diversos atentados socio-culturais: instauração de campos de trabalho forçado; prostituição e escravidão de cidadãs coreanas; supressão da língua, música e literatura local; e imposição de uma identidade japonesa aos coreanos, com a utilização de nomes advindos da nação (na época) opressora. Após a Segunda Guerra, o país enfrentou ainda os conflitos que ocasionaram a Guerra da Coreia e a divisão entre Coreia do Sul e do Norte, vigente hoje. A história da personagem Sunja ocorre durante toda essa época; e é apresentado em Pachinko a forma com que o povo coreano foi marginalizado e carregou sequelas de tais implementações forçadas. Em 1965, o Japão e a Coreia do Sul assinaram um acordo que tornou os tratados citados ilegais, e em 2010, o então primeiro-ministro japonês Naoto Kan fez um pedido de desculpas público ao povo coreano, por tudo que aconteceu nos mais de 30 anos de ocupação. 4. Mr. Sunshine - Um Raio de Sol (Netflix) Outro dorama que entra para a lista é Mr. Sunshine - Um Raio de Sol, que explora eventos históricos de um período anterior a Pachinko: a época da expedição dos Estados Unidos na Coreia em 1871 (chamada de Shinmiyangyo), durante o final da Era Joseon. Entre os dias 10 e 11 de junho de 1871, ocorreu na Coreia a chamada Batalha de Ganghwa, quando as forças da dinastia Joseon lutaram contra forças militares estadunidenses. A presença dos EUA em território coreano se deu pelo fato de que a nação americana, com navios do Esquadrão Asiático, previamente estava no país para tratar de reuniões diplomáticas envolvendo o desaparecimento do navio mercante General Sherman. A Batalha de Ganghwa aconteceu quando a marinha coreana atacou dois navios dos Estados Unidos em 1º de junho daquele ano (que iriam resgatar os marinheiros da navegação SS Sherman), alegando que o país ocidental havia quebrado leis territoriais ao enviar navegações armadas para as águas da Coreia. Os EUA decidiram por não reconhecer a quebra da lei, e travaram o conflito perante a falta de uma retratação formal do governo das forças armadas coreanas. Nisso, a viagem diplomática virou a batalha retratada no início de Mr. Sunshine — o personagem Eugene Choi (feito por Lee Byung-hun) foge da escravidão na Coreia durante a batalha das expedições, e viaja em direção aos Estados Unidos, onde se torna cidadão e oficial da Marinha. Anos depois, Eugene volta à Coreia durante uma missão, e se depara com um grupo revolucionário que pretende deter o plano do império do Japão de ocupar a Coreia; o que, historicamente, aconteceria anos mais tarde. Outro personagem do núcleo de protagonistas de Mr. Sunshine também é envolvido na Batalha de Ganghwa. Além dos fatos ocorridos em 1871, o drama também aborda o governo do Imperador Gojong, o Tratado de Eulsa e a Guerra Hispano-Americana de 1898. Mr. Sunshine é um prato cheio para quem busca K-dramas com assuntos históricos entrelaçados à trama principal. 5. Vinte e Cinco, Vinte e Um (Netflix) Apesar de um dos focos de Vinte e Cinco, Vinte e Um ser o romance, há fatos reais abordados no enredo do drama também. A história, que foca na juventude da jovem Na Hee-do (interpretada por Kim Tae-ri) e do garoto Baek Yi-jin — um dos últimos papéis de Nam Joo-hyuk antes do alistamento militar em 2023 —, entrelaça com a crise dos Tigres Asiáticos de 1997. Ocasionada, segundo estudos, por uma inicial desvalorização da moeda tailandesa, em decorrência de políticas que afetaram o câmbio do país, a crise financeira de 97 causou um efeito dominó nas nações do Leste Asiático. Rapidamente, a Coreia do Sul teve o won desvalorizado no mercado financeiro, e precisou recorrer ao FMI em busca de empréstimos para se salvar da quebra. Na época, o país chegou a pegar mais de 50 bilhões de dólares do Fundo Monetário Internacional. A crise afetou drasticamente a Coreia, suas companhias e empresários: o desemprego cresceu junto da desigualdade social, a política de afastamento foi adotada no país, e diversas empresas fecharam as portas. Isso acontece com a família de Baek Yi-jin em Vinte e Cinco, Vinte e Um, que durante a crise perdeu tudo e foi de um núcleo chaebol para a pobreza; o que leva o personagem de Nam Joo-hyuk a se separar dos pais e irmão e viver por conta, enquanto cobradores o buscam para ter suas dívidas pagas após a falência do pai. A trama da protagonista Na Hee-do também se desenvolve a partir da crise financeira. A personagem muda de colégio para seguir o sonho de ser esgrimista depois que o clube de sua própria escola é fechado, numa ação de contenção de gastos e financiamento de projetos estudantis. Como dito acima, Vinte e Cinco, Vinte e Um mostra não só a relação entre Hee-do e Yi-jin, como também os dilemas enfrentados por ambos em decorrência da crise dos anos 90, que é motivo de debate em relação às causas até hoje. Leia também: 3 motivos para assistir “Island”, drama do Prime Video protagonizado por Cha Eunwoo 6. A Juventude de Maio (VIKI) Também com a luta pela democracia na Coreia do Sul no enredo, o drama A Juventude de Maio (ou Youth of May em inglês) mistura a história de estudantes universitários com os acontecimentos que assolaram a cidade de Gwangju em 1980. Os personagens, como do ator Lee Do-hyun, vivenciam os fatos que reverberaram no massacre que demarcou o país. Em maio daquele ano, protestos contra a ditadura e a lei marcial de Chun Doo-hwan ocuparam as cidades sul-coreanas, depois do político tomar o governo que estava nas mãos do também ditador Park Jung-hee. Gwangju foi um dos polos estudantis em que sindicatos, criados por professores e alunos, foram estabelecidos para organizar manifestações contra o golpe feito por Doo-hwan em dezembro de 1979, e a favor da liberdade de expressão e democratização do país. Em Gwangju, os cidadãos tomaram o controle da região no dia 18 de maio, mas foram brutalmente contidos pelo exército, o que ocasionou em diversas mortes e prisões dos protestantes (mais de 1300 pessoas foram presas pelo governo). O massacre de Gwangju é visto como um símbolo da Coreia do Sul contra a ditadura, e influenciou diversos outros protestos ocorridos no país na década de 80 em prol da democracia. A data de 18 de maio na Coreia serve para homenagear as vítimas. Qual outro drama deveria entrar na lista? Não se esqueça de acompanhar o Café com Kimchi também nas redes sociais. ___ FONTE: Netflix, Rakuten VIKI, Memorial da Democracia, AsianWiki, Relações Exteriores (.com), Radioagência Nacional, VOI
- Apink faz comeback com "SELF" e aqui está tudo que você precisa saber sobre o grupo
Com quase onze anos de carreira, conheça mais sobre o girlgroup estreou nos palcos e, hoje, também faz sucesso nas telinhas (Divulgação / IST Ent.) O girlgroup Apink fez seu aguardado comeback ontem, 5 de abril, apenas alguns dias antes do aniversário de 12 anos do grupo. O novo mini-álbum SELF é o décimo da carreira das membros — ele contém cinco músicas inéditas e já vendeu mais de 40 mil cópias. As integrantes debutaram em 2011, durante a segunda geração do kpop, sob o selo da Play A Entertainment, com o mini-álbum Seven Spring of a Pink de cinco músicas, incluindo "I Don't Know" e "It Girl". Pensando no último comeback e em toda a trajetória do grupo — afinal, 12 anos de carreira não são para qualquer um — o Café com Kimchi trouxe um pouquinho da história do girlgroup e das membros atuais, para que você conheça o Apink um pouco melhor. Quem sabe você vira um fã? Confira abaixo: Leia mais: Com Kep1er, IVE, nova unit do NCT e mais, confira a agenda de K-pop para abril 12 anos de história juntas (Reprodução / Acube Ent.) O grupo Apink debutou no dia 21 de abril de 2011, sob o selo da Acube Ent. — que posteriormente se tornou a IST Ent. e também é conhecida como Play A Entertainment. Na sua estreia, contava com sete integrantes: Chorong, Bomi, Eunji, Naeun, Namjoo, Hayoung e Yookyung. No mesmo ano que lançaram seu primeiro mini-álbum, elas participaram de um reality show junto com o grupo Infinite, o Birth of a Family, no qual eles cuidavam de animais abandonados e/ou mal tratados. Em novembro do mesmo ano, as membros fizeram seu primeiro comeback, com o mini-álbum Snow Pink. No início de 2012, tiveram seu primeiro win da carreira no M!Countdown, com My My, e em março já lançaram seu primeiro álbum de estúdio, o Une Annee. Em 2013, o Apink teve sua primeira redução de integrantes quando Yookyung decidiu deixar o grupo para poder se dedicar aos estudos. No ano seguinte, as integrantes remanescentes fizeram um dos maiores — se não o maior — lançamento de suas carreiras: Mr. Chu, que ficou conhecido em toda a Coreia e até hoje é a música mais conhecida do grupo. Depois disso, as meninas ficaram cada vez mais conhecidas e mais relevantes no mundo do kpop, tendo entrado na lista de celebridades mais poderosas da Forbes Korea em 2015. Elas terminaram aquele ano como o segundo girlgroup no ranking de vendas, com o retorno dos álbuns Pink Luv e Pink Memory. Leia também: "Cupid" e mais 10 músicas de K-pop que viralizaram no TikTok Em 2017, o Apink passou por uma repaginada no conceito do grupo, indo de uma estética delicada, inocente e feminina a um conceito maduro e sofisticado, acompanhando o próprio amadurecimento das membros. Já em 2021, em comemoração aos dez anos juntas, o Apink lançou o single digital Thank You, em agradecimento aos fãs. Apenas alguns dias depois, a empresa anunciou que Naeun decidiu não renovar o contrato, mas que isso não impediria que o grupo continuasse com seis integrantes. Ao longo desses 12 anos de carreira, foram lançados quatro álbuns de estúdio, três álbuns de estúdio japoneses, 10 mini-álbuns e mais de 30 singles. De cantoras a atrizes Todas as membros do Apink, mesmo as que já saíram do grupo, se aventuraram na dramaland, e colecionam alguns títulos nas carreiras individuais. Por isso, selecionamos algumas informações importantes, e curiosas talvez, sobre cada integrante para você conhecê-las melhor. Park Chorong Chorong nasceu em 1991, é a mais velha do grupo — a unnie — e também a líder. Seu pai tinha uma academia de hapkido (uma arte marcial focada em defesa pessoal) e, por isso, ela pratica o esporte desde pequena e possui faixa preta de terceiro grau. Em 2010, ela fez sua primeira tentativa na atuação na sitcom All My Love e depois na série Reply 1997. Seu primeiro papel grande foi na comédia romântica Plus Nine Boys, dando vida à Han Soo-ah, a menina popular e misteriosa do ensino médio. Ela também é creditada como compositora em nove músicas do Apink, como Eyes, Cliche e The Wave. Yoon Bomi Nascida em 1993, ela é a segunda membro mais velha do grupo. Assim como Chorong, ela também tem faixa preta de terceiro grau, mas em taekwondo. Ela também participou de Reply 1997, e em 2015 estrelou a série Love Profiler K, como a superstar Yuna. No ano seguinte, Bomi participou de We Got Married, no qual seu marido virtual era Choi Tae-joon. Em 2017, ela teve um papel coadjuvante em Porque Esta é Minha Primeira Vida, e em 2020 esteve no elenco principal de Oppa Will Date Instead. Ela também é creditada em três músicas do Apink, Dear, Lost Piece e Thank You. Ela e Chorong lançaram uma música juntas em 2022, Copycat, e o duo recebeu o nome de CHOBOM. Jung Eunji Também de 1993, Eunji vem para completar a unnie line do Apink. Ela treinou apenas dois meses antes de debutar no grupo em 2011, e foi a quarta integrante anunciada. Assim como as companheiras de grupo, ela também fez uma pontinha em Reply 1997, e foi muito aclamada por seu talento na atuação, especialmente em se tratando de uma novata; ela inclusive foi premiada por isso. Depois, atuou nos musicais Legalmente Loira, como Elle Woods, e em uma adaptação da comédia Três é Demais. Também atuou em Backstreet Rookie (2020), Blind (2022), e ganhou cerca de nove prêmios de atuação. Son Naeun Nascida em 1994, ela é a mais velha da maknae line. Depois de debutar com o Apink, ela fez sua grande estreia como atriz em 2012, na série histórica The Great Seer, e no mesmo ano já estreou nos cinemas, no quinto filme da franquia Marrying The Mafia. Ela também fez alguns papéis de apoio em Childless Confort (2012-13) e em Twenty Again (2015). De 2013 a 2014, Naeun participou de We Got Married, assim como Bomi, e seu parceiro foi o Taemin, do SHINee. Em 2016, co-estrelou a série Cinderela e os Quatro Cavaleiros e no ano seguinte foi a grande estrela do filme de terror The Wrath. Depois de decidir não renovar o contrato com a IST Ent., ela assinou junto a YG Entertainment. Hong Yookyung (Reprodução / Dispatch) Pertencente ao '94 line, ao lado de Naeun, Yookyung foi a primeira a deixar o grupo, e depois disso abandonou a vida pública para seguir seu futuro nos estudos. Ela terminou seu ensino médio na School of Performing Arts (SOPA), onde muitos artistas também estudaram, e emendou seus estudos na Universidade Chung-Ang (UCA), formando-se em 2018. Leia também:K-pop com Reggaeton? Conheça 10 músicas coreanas que flertam com o ritmo caribenho Kim Namjoo A cantora, nascida em 1995, participou de vários comerciais em 2007, antes do debut no Apink e quando ainda era uma criança. Em 2014, ela e Bomi formara a primeira subunit do grupo, Pink BnM, e lançaram o single My Darling. Em 2015, Namjoo fez sua estreia como atriz na série do Naver, Investigator Alice, e em 2017 participou de Bad Boys Detective. Em 2017 ela também estrelou o musical Romeu e Julieta, no qual interpretou a Julieta. Namjoo tem nove trabalhos solos listados na sua carreira como cantora, sendo, na verdade colaborações com outros artistas, inclusive a Bomi. Oh Hayoung A maknae do grupo, da '96 line, foi a terceira membro a ser apresentada e foi a responsável por escrever a música What Boys Want, lançada em 2015 no segundo álbum de estúdio do Apink. Em 2017, ela fez sua estreia como atriz na série Find Her, que foi sua primeira e única aparição em algum produto televisivo. Ela participou de alguns reality shows, como Law of the Jungle e The Masked Singer. O que você achou do comeback do Apink? Já era fã do grupo? Conta pro Café nas redes sociais!
- K-pop com Reggaeton? Conheça 10 músicas coreanas que flertam com o ritmo caribenho
Grupos como BTS, Red Velvet, KARD e EXO já usaram elementos do Reggae e do Reggaeton em faixas que fizeram o maior sucesso (Divulgação / JYP Ent. / SM Ent.) O pop coreano se consagrou no mercado mundial como uma mistura por vezes inusitada de gêneros. Rock, Bossa Nova, Eletrônico e o próprio Pop são algumas das referências presentes nessa indústria bilionária, avaliada, mais precisamente, em 5 bilhões de dólares, segundo o portal Seoulspace. E nessa salada mista, dois ritmos não poderiam faltar: o Reggae e o Reggaeton. O Reggaeton é um gênero derivado do Reggae que surgiu na América Central, no Panamá. Ele ganhou força no Porto Rico, quando, reunindo elementos do ritmo reggae jamaicano com influências do hip-hop, encontrou espaço para dominar os territórios caribenhos na década de 90 e posteriormente se expandir para todo o globo. Agora, ele está presente até nas produções da península coreana, e é sobre elas que iremos falar agora. Após a publicidade, confira os detalhes de 5 músicas de K-pop que utilizam influências do Reggae e do Reggaeton e, ao fim da matéria, veja a lista completa com mais de dez faixas. Don't Be Shy - PRIMARY feat. ChoA, IRON Que tal começar por uma música que, apesar de pouco conhecida, com certeza não nega as origens? "Don't Be Shy" é uma faixa do músico e produtor PRIMARY para o seu álbum "2-3", lançado em 2015. Ela conta com os vocais da ChoA (ex-AOA) e do rapper IRON (falecido em 2021). Viciante como só uma música de reggaeton consegue ser, ela é parada obrigatória para quem conhecer facetas mais tropicais do K-pop! Why So Lonely - Wonder Girls Até mesmo um leigo em gêneros musicais consegue identificar traços caribenhos na música "Why So Lonely" do grupo Wonder Girls. Ela é a principal faixa de um single álbum homônimo lançado em 2016 pelo quarteto feminino. Uma curiosidade sobre a música é que ela marca o aniversário de 10 anos do grupo e é o primeiro single do Wonder Girls que não foi escrito pelo fundador da JYP Ent. (J. Y. Park). Sendo assim, as integrantes Sunmi, Yubin e Hyerim assinam a composição desse reggae delicioso. Ko Ko Bop - EXO Falou de Reggaeton no K-pop, falou dela: "Ko Ko Bop"! Lançada em 2017, a faixa do EXO foi a estrela do álbum "The War", que posteriormente venceu o prêmio de Melhor Álbum no MAMA (Mnet Asian Music Awards) no mesmo ano. Além do ritmo evidente nos versos, toda a estética do álbum brincou com referências alinhadas ao Reggae, como cenários tropicais e roupas coloridas. Os membros Chen, Baekhyun e Chanyeol — conhecidos popularmente como "Beagle Line" — participaram da composição da faixa Don't Flirt - WINNER O WINNER não perdeu tempo: já no seu primeiro trabalho em 2014, o então quinteto usou de elementos do Reggae para debutar. A terceira faixa do álbum "2014 S/S" intitulada "Don't Flirt" traz à tona as cores únicas e inconfundíveis do gênero caribenho, mas de um jeito descontraído, aliado à imagem jovem do grupo. Os membros da rapper line Mino e Hoony compuseram a letra da faixa, que ainda ganhou uma coreografia cheia de momentos divertidos. Demente - Chungha Cantando em espanhol — sim, é isso mesmo que você leu — a Chungha conquistou seu espaço nessa lista com a música "Demente", uma collab especial com o rapper porto-riquenho Guaynaa. O feat com o artista latino foi lançado em 2021 e pegou muitos fãs da solista de surpresa. Chungha explicou que aprendeu espanhol para conversar com seus amigos mexicanos durante o período em que morou em Dallas. O idioma deu um quê a mais de autenticidade para a faixa que é puro reggae! Lista Completa: Mais de 10 músicas de K-pop com Reggae e Reggaeton Don't Be Shy - PRIMARY feat. ChoA, Iron Why So Lonely? - Wonder Girls Ko Ko Bop - EXO Don't Flirt - WINNER Demente - Chungha feat. Guaynaa Give me more - VAV feat. De La Ghetto, Play-N-Skillz** Flower (You) - VAV Any Song - ZICO Go Go - BTS Rumor - KARD Sunny Side Up - Red Velvet Fancy - Favorite
- HallyuConn 2023: Festival de K-pop no Brasil é cancelado e produtora responsável emite nota oficial
A HallyuConn Summer Edition traria uma line-up compostar por artistas como CRAXY e o integrante do BLOCK B, U-Kwon (Reprodução/Google) Atualização feita em 03/04/2023: A HallyuConn Summer Edition foi cancelada. A produtora Far Music Entertainment, responsável pelo evento, publicou uma nota oficial para os fãs, explicando questões relacionadas e reembolso e, também, o motivo pelo qual o concerto não vai acontecer. "Apesar de uma nova proposta de line-up em processo de negociação, a produção percebeu que diante das novas exigências do mercado de shows de K-pop, bem como, a diversidade de grupos do segmento vindo ao país, não atingiríamos as expectativas do público, nem conseguiríamos entregar a melhor experiência para todos." Confira a nota na íntegra: Matéria original Os eventos de K-pop estão voltando com tudo! Além do retorno presencial da SMTOWN e o Music Bank no Chile, agora um festival está chegando em terras brasileiras. A HallyuConn Summer Edition, em parceria com a Far Music Entertainment, chega para sua terceira edição em 22 de abril (antes, tinha sido agendado para 21 e 22 de janeiro na VIP Station, em São Paulo). As atrações confirmadas para shows e sessões de autógrafo são os solistas Hello Gloom, From 20, U-KWON e WooSoo, além do girlgroup CRAXY e do boygroup TAN. Leia também — Não perca as esperanças: Grandes shows de K-pop que já aconteceram na América do Sul O evento conta com três modalidades de ingressos, incluindo o Fansign, que conta com sessões de autógrafos e interação com todos os artistas presentes. Já o Group Photo é para os fãs tirarem foto com os solistas, CRAXY e TAN, além do Super Pack VIP, que abrange muitos benefícios como foto individual e acesso ao show que acontecerá em 22 de abril Para te deixar por dentro da programação detalhada, o Café Com Kimchi preparou um guia com preços, instruções e tudo o que você precisa saber sobre a HallyuConn Summer Edition 2023. Ingressos e preços do Fan Event Day Fansign: R$250 Group Photo: R$190 Super Pack Vip: R$850 Ingressos e preços do Concert Day O concerto de todos os artistas acontece em 22 de abril e conta com mais de três horas de música, incluindo apresentações individuais e especiais entre todos os artistas da line-up. Ao contrário do primeiro dia de HallyuConn, este tem a opção de meia-entrada comum e social — a última é válida para quem levar 1kg de alimento não-perecível ou 1kg de ração. Vale mencionar que, até a publicação desta matéria, todos os ingressos estão no 2º lote. Pista (meia-entrada): R$200 Pista (meia-entrada social): R$200 Pista (inteira): R$400 Camarote (meia-entrada): R$250 Camarote (meia-entrada social): R$250 Camarote (inteira): R$500 Quem tem direito a meia-entrada na HallyuConn? — Estudantes do território nacional de instituições públicas ou privadas em todos os níveis de capacitação — Pessoas com deficiência e acompanhante — Jovens de 15 a 29 anos de idade com comprovação de baixa renda (ID Jovem) — Pessoas com idade igual ou superior a 60 anos — Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais — Professores da rede pública estadual de ensino Qual é a idade mínima para participar do evento? Antes de comprar os ingressos, é importante saber se é possível entrar. De acordo com o site oficial de vendas, pessoas a partir de 14 anos podem entrar desacompanhados tanto no show quanto na sessão de autógrafo. Os menores de 14 precisam do acompanhamento dos pais ou responsáveis legais maiores de 20 anos. Assim, será necessário que o menor e o acompanhante tenham ingresso para o evento. Vale lembrar também que a idade mínima para entrar na HallyuConn é 12 anos. No caso de quaisquer participantes menores de 14 que estejam sem a presença dos pais, estes podem entrar com um adulto maior de 21 anos, desde que tenha uma autorização assinada pelos responsáveis legais autenticada em cartório.
- MIRAE: Ingressos, preços e tudo o que você precisa saber sobre a turnê do grupo de K-pop no Brasil
Boygroup da DSP Media, mesma companhia responsável pelo KARD, chega ao país no segundo semestre e passará por quatro estados brasileiros (Divulgação/DSP Media) O que os fãs brasileiros mais ouviram nas últimas semanas foi: “2023 será o ano do K-pop no Brasil”. E tudo indica que é verdade! Já tem shows confirmados neste ano e um deles é o do boygroup MIRAE. Nos dias 8, 10, 13 e 15 de setembro, o grupo realizará sessões de autógrafo (também conhecidas como fansign), no Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza e São Paulo, e terminará a turnê por aqui no dia 16. O grupo viria ao Brasil em março, mas as datas foram modificadas. Em 31 de janeiro, a produtora Highway Star publicou um comunicado em que afirmava que a decisão de adiar o show do MIRAE foi conforme os interesses da DSP Media, empresa que cuida da carreira deles. O motivo da mudança de datas é para que a equipe pudesse "adequar questões internas de produção e possibilitar que a turnê pudesse receber um número maior de participantes". No anúncio, ainda afirmaram que a ideia é fazer com que a turnê seja realizada em um período que coincida com as promoções do próximo álbum do MIRAE. Os fãs que já compraram ingressos na data antiga e não consiguirem comparecer na nova agenda, podem pedir reembolso. Caso contrário, os ingressos já adquiridos continuam valendo. Confira abaixo o que você precisa saber sobre a passagem dos rapazes por aqui! Conheça o MIRAE Na indústria desde 17 de março de 2021, o MIRAE é agenciado pela DSP Media, mesma empresa que gerencia as carreiras de grupos como Kara e KARD. O nome do boygroup é derivado do coreano 미래소년 (Mirae Sonyeon), que significa “garotos do futuro”. Ao total, tem sete integrantes, no qual alguns participaram de survival shows — programas de competição musical — como Produce X 101 e Under Nineteen, antes de se tornarem membros do grupo em que estão atualmente. O MIRAE é formado pelos integrantes Lee Junhyuk, Son Dongpyo, Khael, Park Siyoung, Lien, Jang Yubin e Yoo Douhyun, que debutaram com o mini-álbum KILLA. Até agora, lançaram quatro discos, o mais recente deles intitulado Ourturn, que chegou às plataformas de streaming em setembro. Ingressos e setores para a turnê do MIRAE Para as sessões de autógrafo, os participantes poderão tirar foto com os integrantes e realizar o hi-touch, interação em que os fãs podem cumprimentar os ídolos com um toque de mãos. Vale mencionar que a classificação indicativa é para maiores de 12 anos. Já o show único em São Paulo, maiores de 16 anos podem entrar sozinhos, enquanto menores precisam de acompanhante — também pagante. O pagamento dos ingressos pode ser feito por PIX ou cartão de crédito em até 12x pelo site Shotgun. Fansign do MIRAE Rio de Janeiro Data: 8 de setembro (sexta-feira) Horário: 17h30 Local: Teatro Dercy Gonçalves (R. Prof. Valadares, 262 – Grajaú) Classificação: 12 anos. Sessão de autógrafos + Pôster: R$150 Foto Individual: R$200 Salvador Data: 10 de setembro (domingo) Horário: 17h30 Local: Teatro Salesiano (Praça Conselheiro Almeida Couto, 347 - Nazaré) Classificação: 12 anos. Sessão de autógrafos + Pôster: R$150 Foto Individual: R$200 Fortaleza Data: 13 de setembro (quarta-feira) Horário: 17h30 Local: Teatro Celina Queiroz (Av. Washington Soares, 1321 - Edson Queiroz) Classificação: 12 anos. Sessão de autógrafos + Pôster: R$150 Foto Individual: R$200 São Paulo Data: 15 de setembro (sexta-feira) Horário: 17h30 Local: Teatro São Francisco (Av. Reg. Feijó, 412 - Vila Reg. Feijó) Classificação: 12 anos. Sessão de autógrafos + Pôster: R$150 Foto Individual: R$200 Show único do MIRAE Data: 16 de setembro (sábado) Horário: 18h (abertura de portões às 15h para participantes da foto em grupo e às 16h30 para o público em geral) Local: Terra SP (Av. Salim Antônio Curiati, 160 - Campo Grande) Classificação: 16 anos. Valores dos ingressos Pista Premium: R$250 (meia-entrada) | R$260 (promocional) | R$500 (inteira) Pista: R$120 (meia-entrada) | R$130 (promocional) | R$240 (inteira) Camarote 1: R$200 (meia-entrada) | R$210 (promocional) | R$400 (inteira) Camarote 2: R$180 (meia-entrada) | R$190 (promocional) | R$360 (inteira) Hi-touch: R$100 Foto individual + Entrada prioritária*: R$200
- Moonbin & Sanha no Brasil: Ingressos, preços e tudo sobre a turnê da sub-unit do ASTRO
A dupla virá ao Brasil pela primeira vez para a turnê "DIFFUSION FAN CON" (Reprodução/Fantagio) A lista de shows de K-pop no Brasil só cresce e, para a felicidade do fandom AROHA, dois integrantes do ASTRO estão inclusos! Estamos falando da unit Moonbin & Sanha — cujos membros presentes já são autoexplicativos. A dupla vai se apresentar em um show único no Terra SP, em 5 de junho, durante a primeira turnê mundial “DIFFUSION FAN CON TOUR 2023”. Leia também — Dos palcos às telas: Entenda a ascensão do Eunwoo do ASTRO na atuação Os shows da dupla começaram em Seul, na Coreia do Sul, no dia 18 de março. Já as preparações para o concerto aqui no Brasil iniciaram antes, com o início das vendas em 7 de março. Os preços variam entre 230 e 1450 reais; para saber mais especificidades de cada ingresso, confira o guia que o Café Com Kimchi preparou! O que você precisa saber sobre a unit Moonbin & Sanha? O dancer e o maknae (membro mais jovem) do ASTRO se reuniram para formar a primeira sub-unit do grupo em 14 de setembro de 2020, com o mini-álbum In-Out, cuja faixa-título foi “Bad Idea”. Menos de dez dias após o lançamento, tiveram a primeira vitória no The Show, consolidando-se como a dupla mais rápida a vencer um prêmio em um programa musical coreano. Eles ficaram um pouco mais de um ano sem promover como dupla e retornaram em fevereiro de 2022 com o pré-lançamento do single “Ghost Town”. No mês seguinte, 15 de março, lançaram o mini-album REFUGE. A sub-unit ainda lançou uma OST para o Kakao Webtoon “Since I Met You”, intitulada “Dive Into You”. O trabalho mais recente de Moonbin & Sanha é o álbum INCENSE, que chegou às plataformas de streaming em 4 de janeiro de 2023 e vendeu 60 mil cópias no mês de estreia. Setores e preços da turnê no Brasil AROHA Vip: R$1450 Benefícios - Sessão de Boas-Vindas + Soundcheck + 2 photocards autografados + Entrada prioritária + local exclusivo para pessoas que usam cadeira de rodas. Camarote: R$900 - R$450 (meia-entrada) Benefícios - Local exclusivo para pessoas que usam cadeira de rodas. Premium: R$800 - R$400 (meia-entrada) Mezanino: R$460 - R$230 (meia-entrada) Foto em grupo: R$649 (preço único) Importante: O ingresso de foto em grupo não inclui entrada para o show. A foto em grupo é limitada para duas pessoas por click. (Divulgação/Beom Produções) Quais músicas vão tocar na Diffusion Fan Con Tour? A pergunta mais comum quando um artista vem fazer show no Brasil, além dos preços, é o setlist. Pensando nisso, consultamos algumas playlists da Diffusion Fan Con Tour internacionalmente e, apesar de algumas diferenças de música e tempo de duração do evento, aqui está um balanço de quais faixas estão sendo tocadas no concerto da dupla. WHO Bad Idea DIA Distance Wish Perfumer Desire Madness Chup Chup Alone Dream Catcher BOO All I Wanna Do Your day Serviço — DIFFUSION FAN CON TOUR Data: 5 de junho (segunda-feira) Local: Terra SP (Av. Salim Antônio Curiati, 160 — Campo Grande, São Paulo - SP, 04690-050) Classificação etária: 16 anos. Menores de 16 anos só podem entrar com pais ou responsáveis legais. Vendas online: Clube do Ingresso
- Com Kep1er, IVE, nova unit do NCT e mais, confira a agenda de K-pop para abril
Mês ainda registra o retorno do Apink, grupo feminino com mais de dez anos de carreira; veja o calendário completo (Divulgação / Plan A Ent. / SM Ent. / Mnet) Março trouxe aos fãs do pop coreano uma enxurrada de música boa e quebras de recordes. Entre os lançamentos do mês, destacam-se o retorno do KAI (EXO) com seu terceiro álbum solo "Rover", o novo álbum do TWICE "Ready to Be", e o debut do JIMIN (BTS) como solista com o álbum "FACE." Também em março, o quarteto rookie FIFTY FIFTY se tornou o ato de K-pop mais rápido a emplacar uma música no chart Hot 100 da Billboard com o viral "Cupid." Vai ser difícil superar o mês de março, mas abril já chega com um line-up de peso para a alegria dos k-poppers. Tem estreia de sub-unit, retorno de um grupo de veteranas e novidades entre os girlgroups mais famosos do momento. Quer saber o que vem por aí no mundinho K-pop? Confira alguns destaques após a publicidade e a lista completa ao final da matéria. Retorno do Apink - 5/4 Doze anos após a estreia em 2011 e um ano após o special EP "Horn", o Apink volta aos palcos para promover seu décimo mini álbum intitulado "SELF." O retorno conta com a participação das membros ativas Chorong, Bomi, Eunji, Namjoo e Hayoung. Com previsão de lançamento para 5 de abril, os teasers divulgados até aqui resgatam um pouco da trajetória do grupo, como o panda cor-de-rosa, que dá nome ao coletivo de fãs (Pink Panda) e é também a referência para o lightstick oficial em formato de ursinho. Fofo demais! (Divulgação / Plan A Ent.) IVE e Kep1er - 10/4 Dois dos maiores grupos femininos da atualidade — IVE, da Starship Ent., e o Kep1er, formado pelo reality da Mnet "Girls' Planet 999" — estão com comebacks marcados para o mesmo dia: 10 de abril. O IVE, inclusive, já divulgou um pré single no início dessa semana para dar um gostinho aos fãs do que vem por aí. Confira após a publicidade o MV de "KITSCH." A faixa deve estar presente no primeiro álbum do grupo (até aqui, o IVE só lançou single álbuns), intitulado "I've IVE." Participam do novo trabalho todas as membros: Wonyoung, Rei, Leeseo, Liz, Yujin e Gaeul. O lançamento será no dia 10 de abril. Também em 10 de abril, o Kep1er apresenta ao público seu quarto mini álbum, "LOVESTRUCK" (estilizado 𝕃𝕆𝕍𝔼𝕊𝕋ℝ𝕌ℂ𝕂). A nova era foi confirmada em 1º de março e, a princípio, todas as nove membros irão participar das promoções. O álbum terá cinco faixas, entre as quais está "Giddy," a faixa principal. Vale destacar: a faixa principal conta com a composição da artista brasileira Isa Guerra. Leia mais aqui: Conexão Brasil-Coreia: Os melhores exemplos de bossa nova no K-pop DoJaeHyun (NCT) - 17/4 O NCT é um grupo formado por várias units e está prestes a ganhar mais uma: a DoJaeJung, formada pelos membros Doyoung, Jaehyun e Jungwoo. Os artistas passarão a compor uma longa lista de sub-units do K-pop no formato de trio, algo muito comum na indústria e em especial na SM Entertainment. Curioso para ver o que esses três vocalistas irão entregar? Então, anota na agenda: o debut está marcado para o dia 17 de abril com o mini álbum "Perfume." Confira abaixo uma prévia do lançamento. Confira a lista completa de lançamentos de K-pop agendados para abril: 3/4 DreamNote - Blue (pré-single) 4/4 WE:A - 24/7 (debut japonês) 5/4 Apink - SELF (mini álbum) 5/4 from20 - Bad Revenge (single) 10/4 IVE - I've IVE (álbum) 10/4 Kep1er - LOVESTRUCK (mini álbum) 12/4 DreamNote - Lemonade (single álbum) 12/4 Lee Chae Yeon - Over The Moon (mini álbum) 12/4 Park Jihoon - Blank or Black (mini álbum) 16/4 BOL4 - 사랑.zip (mini álbum) 17/4 NCT DoJaeJung - Perfume (debut/ mini álbum) 24/4 SEVENTEEN - FML (mini álbum) 26/4 WOODZ - OO-LI (mini álbum) 26/4 EPEX - Prelude of Love Chapter 2. "Growing Pains" (álbum)
- Jisoo é a nova solista do Blackpink! Conheça 5 lados da cantora que acaba de lançar seu álbum solo
Jisoo fez seu debut solo com o álbum "ME", depois de sete anos de carreira com o Blackpink; confira abaixo mais facetas da idol (Divulgação / YG Ent.) Movimentando o mundo do kpop, a Jisoo do Blackpink finalmente lançou seu primeiro álbum nessa sexta-feira, 31 de março. A última do grupo a fazer seu debut solo, Jisoo entregou para os fãs o primeiro mini-álbum de sua carreira com uma identidade visual única, que combina perfeitamente com a idol. O mais novo produto da artista da YG Entertainment é o single album "ME", que conta com duas músicas: Flower e All Eyes On Me. A novidade registrou mais de 500 mil pré-vendas globais em apenas dois dias até a grande estreia. No videoclipe, é possível ver o alto investimento para que Jisoo florescesse individualmente, como as locações em hotel caro, danças coreografadas, muitas flores, um gatinho fofo e peças da grife Dior. Mas você sabia que, além de ser membro do girlgroup queridinho da Coreia do Sul e de ser reconhecida como uma das vozes mais únicas do país, a vocalista tem muito mais experiências na sua carreira? Veja a seguir 5 facetas da Jisoo que reafirmam o seu talento. Jisoo estreou como atriz há mais de 8 anos (Reprodução / Kocowa / JTBC / TvN ) Já é de conhecimento geral que Jisoo fez barulho como atriz em 2021, na série Snowdrop da emissora JTBC. No drama, Jisoo interpreta uma estudante que ajuda um homem que está fugindo do governo no ano de 1987, um ano da história coreana com muitas lutas políticas contra a ditadura que ameaçava o país. Mas bem antes de Snowdrop, Jisoo já fez algumas pontinhas como atriz em The Producers (2015), da KBS2, e em Arthdal Chronicles (2019), da TvN. Na primeira, foi apenas uma aparição bem rápida, interpretando ela mesma; na segunda, Jisoo teve uma aparição um pouco maior, e sua personagem se chamava Sae Na-rae. Leia também: Quem é o FIFTY FIFTY, novo girlgroup de K-pop elogiado pela crítica especializada? Coloca muita modelo por aí no chinelo! (Reprodução / Mise En Scène / Kia Motors / Adidas) Desde o início da carreira, Jisoo e as outras membros do Blackpink fazem campanhas e posam para marcas grandes. A lista é grande e inclui os mais diversos ramos que você possa imaginar, desde produtos de cabelo e maquiagem até alimentação. Algumas das marcas que ela já trabalhou foram as gigantes Adidas, Puma, Kia Motors, Sprite, Oreo, Samsung, Kiss Me e Mise En Scène. Embaixadora da Dior e da Cartier (Reprodução / Dior / Cartier) Em 2018, Jisoo atraiu os olhares dos gigantes da indústria da moda e acabou se tornando embaixadora local da Dior no ano seguinte. Dois anos depois, ela foi "promovida" à embaixadora global da grife. Hoje, a vocalista é vista em vários eventos, tanto de moda quanto da indústria musical, usando itens da marca de luxo, sempre sendo associada ao papel de representante da Dior. Em 2022 foi a vez de outra grande marca de luxo crescer os olhos para cima da artista, a Cartier. Ela se juntou a uma comunidade selecionada a dedo pela marca de joias, como Annabelle Wallis, Ella Balinska, Chang Chen, Mariacarla Boscono e outras referências do mundo da moda. Jisoo hoje em dia é presença mais do que confirmada nos eventos da Cartier com seus acessórios que custam milhões de dólares. Leia também: "Cupid" e mais 10 músicas de K-pop que viralizaram no TikTok Jisoo é uma instrumentista No início do MV de Pink Venom, vemos Jisoo tocando um instrumento nativo da Coreia do Sul, o Geomungo. Datado do século V, o instrumento é conhecido por possuir um som bem diferenciado — o que combinou muito bem com a faixa, aclamada como um dos trabalhos mais diferentes das pinks. Também sabemos que a Jisoo sabe tocar piano, tambor tradicional coreano e um pouco de violão. Uma artista completa! Gamer nas horas vagas (Reprodução / PUBG / Blackpink) Em alguns programas de variedade, lives e posts no Weverse, Jisoo já deixou bastante claro o quanto gosta de jogar videogame. Seus jogos favoritos são Cookie Run, Brawl Stars, Clash Royale, PUBG Mobile e Overwatch, que ela revelou jogar com a Jennie de vez em quando. Leia mais: Dia do Gamer: Confira 9 idols do K-Pop que são viciados em jogos E ai, tinha alguma faceta da Jisoo que você não conhecia? Aproveita e conta para o Café lá nas nossas redes sociais o que achou do debut da Jisoo!
- Outubro de 2022: Confira o calendário de lançamentos de doramas nas plataformas de streaming
Paramount+ estreia "Yonder", sua primeira produção sul-coreana, Netflix, Viki e HBO Max atualizam catálogos com k-dramas inéditos e já antigos (Divulgação / KBS) Setembro foi marcado por grandes estreias para a dramaland, Park Minyoung retornou às telas com a comédia romântica Love In Contract e o drama de sucesso As Três Irmãs, que estreou pela emissora coreana, finalmente chega à Netflix Brasil em outubro junto com diversas produções. Ainda além da Netflix, o Viki, HBO Max e até mesmo Paramount+ terão seus catálogos plenos de novidades para os dorameiros. Fiquem ligados e anotem seus doramas de interesse na lista de lançamentos de outubro do Café. Leia também: E Big Mouth?: Star+ anuncia novos doramas da Disney no catálogo; veja quais entram ou ficam de fora Netflix Anomalia - 07/10 Glitch ou Anomalia marca o retorno de Jeon Yeobeen após o grande sucesso Vincenzo da Netflix. A atriz interpreta Hong Jihyo, que se une a Heo Bora (Nana), uma streamer de acontecimentos misteriosos, em busca do namorado perdido, que desaparece após um evento não identificado causado por luzes desconhecidas, suspeitos de serem relacionados a ufologia. As Três Irmãs - 08/10 Já em transmissão na emissora coreana, As Três Irmãs é baseado na obra Mulherzinhas, de Louisa May Alcott. A história une as estrelas Kim Go Eun de Goblin e Yumi's Cells, Nam Jihyun de 100 Days My Prince e Park Jihu, de All Of Us Are Dead. Elas vivem respectivamente as irmãs Oh In Joo, In Kyung e In Hye, que tem um passado difícil e precisam lidar com um grande escândalo envolvendo grande quantia de dinheiro, e precisam lidar com Won, a família mais rica e influente da Coreia. Take 1 - 14/10 Take 1 é um reality show musical coreano em que coloca artistas renomados do país para prepararem e performarem uma música sua em apenas um take, mas o desafio é fazer com que seja a performance mais memorável de suas carreiras. O programa contará com idols como Rain, Lena Park, e grupos como AKMU e Mamamoo. Outras produções na plataforma: Missing: The Other Side - 12/10 Garota do Século 20 - 21/10 Viki Cheer Up! - 03/10 Cheer Up! é um dorama em cenário universitário, e tem como diferencial abordar a rotina da tradicional equipe de líderes de torcida da universidade Yeonhe, o squad Teyia. Do Haeyi (Han Jihyun) se torna uma das integrantes do time por interesse financeiro, já que passou dificuldades. Ela começa a curtir a vida no campus, e conhece Bae Young Woong (Park Jungwoo), que financia a equipe. Bad Prosecutor - 05/10 D.O. do EXO faz seu retorno como ator após completar o serviço militar representando o promissor personagem Jin Jung, um promotor irreverente e delinquente. Ele quer combater a corrupção utilizando métodos não convencionais de seu cargo, optando pela forma mais fácil e menos burocrática, apenas através de péssimas maneiras. Leia também: Do K-pop à Dramaland: 5 idols que também deram certo na atuação Outras produções na plataforma: Game Of Witches - 11/10 The Love In Your Eyes - 03/10 Love Is For Suckers - 05/10 Paramount+ Yonder - 14/10 Yonder é a primeira produção sul-coreana da plataforma se passa em 2040, e conta a história de Jaehyun (Shin Hakyun), um homem que perde a mulher para o câncer e não consegue seguir em frente. Ele recebe uma proposta anônima de deixar seu corpo para reencontrar sua esposa, em uma realidade em que a vida eterna existe, sem precisar lidar com a morte. HBO Max Angel’s Last Mission: Love - 19/10 Após a promessa de inserir doramas em seu catálogo, HBO Max traz mais uma produção para a plataforma, dessa vez Angel's Last Mission: Love, lançada em 2019. O k-drama aborda a história de Lee Yeonseo (Shin Hyesun), uma bailarina que precisa desistir de seu sonho após um acidente. Ela conhece o anjo Kim Dan (Kim Myungsoo), que recebe a missão de encontrar o amor para Yeonseo. Dorama fora dos streamings: Bride Of Thyphoon - 10/10 May I Help You - 19/10 Curtain Call - 31/10

















