top of page

Search this site

1445 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Com final agridoce, 2ª temporada de D.P. Dog Day coloca o alvo no problema estrutural do exército

    Os novos episódios da série estrelada por Jung Haein chegaram ao catálogo da Netflix com uma trama ainda mais incisiva; confira a crítica! (Divulgação/Netflix) “Esses homens se juntaram ao exército para defender que tipo de país?” Após dois anos desde o lançamento, "D.P. Dog Day" retorna para uma 2ª temporada fervorosa, sintetizada facilmente pela pergunta feita no início do texto — uma citação exata da fala de um dos personagens do K-drama. O objetivo da nova parcela de episódios parece mais focado em apontar flechas em direção à estrutura cruel que sustenta o sistema militar sul-coreano, ao invés de apenas mostrar realidades de indivíduos seletos. A segunda parte da série não demora muito para unir a narrativa atual com o gancho que a conecta com os últimos episódios lançados em 2021. Se na primeira temporada acompanhamos a dupla Ahn Jun Ho (Jung Haein) e Han Ho Yeol (Koo Gyohwan) na busca pelos desertores, agora o escopo da missão é denunciar, a nível nacional, o motivo pelo qual essas pessoas abandonam seus postos no exército. Leia também — D.P. Dog Day: O quão realista é o dorama? Ex-soldados coreanos têm opiniões divididas É quase visível na trajetória de Jun Ho, brilhando como luzes neon em todo o seu corpo, o momento em que ele começa a entender o quão esmagador é o poder de seus superiores. Para que tal percepção o alcançasse, foi muito importante que o personagem Kim Ru Ri ganhasse o holofote nesta nova temporada. Aqui, destacamos a impressionante atuação de Moon Sanghoon, que esteve nos episódios 5 e 6 da primeira parte e se tornou fundamental para tirar a temática de "D.P. Dog Day" da superfície. O personagem interpretado pelo ator levantou um debate com muitas camadas a serem exploradas. Se um soldado que sofria bullying revida, após inúmeros pedidos de ajuda não atendidos, a responsabilidade é apenas dele ou do Estado que o colocou ali? Esse é o ponto central da maioria dos eventos que guiam o K-drama em direção ao alvo mais certeiro: a cultura tóxica do exército, que antecede o alistamento e até o nascimento dos militares da série. O sistema que é maior e anterior a todos eles. A partir daí, a série assume um tom mais realista e interessante para que o espectador comece a pensar por si próprio e até mesmo a desenvolver teorias. Protagonismo compartilhado entre o elenco (Divulgação/Netflix) O grande trunfo da temporada, no entanto, não é a história cada vez mais direcionada à raiz do problema — embora isso seja muito positivo. O destaque está nas mãos do elenco e da distribuição de protagonismo que tornou a narrativa ainda mais dinâmica e menos tediosa. A dupla principal continua tendo seu espaço, mas agora dividem espaço com personagens que são tão importantes para a história quanto eles. Neste sentido, é impossível não mencionar participações brilhantes como a de Choi Hyunwook. O astro mostrou talento cômico em “Vinte e Cinco, Vinte e Um” e, em "D.P. Dog Day", soube segurar com maestria as cenas de intensidade emocional — a ponto de entregar uma das atuações mais memoráveis da temporada. Além disso, a rápida passagem de Bae Nara pelo elenco, interpretando a drag queen Nina, garantiu uma estreia louvável para o ator no primeiro K-drama de sua carreira. Ahn Jun Ho e Han Ho Yeol não deixam de ser importantes em nenhum momento, mas descentralizar o foco deles trouxe mais propósito para a história e explorou ângulos que naturalmente estariam fora do campo de visão da dupla. Assim, pudemos presenciar os bastidores da corrupção corporativa, guerras de ego entre os líderes no exército, a cobertura da mídia e a opinião pública sobre as questões que afetam a todos os soldados alistados, não somente os desertores ou os membros da D.P. A 2ª temporada de "D.P. Dog Day" foi intensa, de causar inquietação a quem assiste. Com sequências de ação bem coreografadas, novos personagens e um desfecho divisivo e agridoce, o K-drama cumpre o objetivo de cutucar a ferida e incomodar. A série não é um conto de alegrias, mas foi certeira em trazer pequenos momentos de leveza para suavizar a experiência do espectador. Por fim, o maior êxito do enredo é conseguir transmitir emoções do início ao fim. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • Debut solo da Jihyo, comeback do THE BOYZ e mais lançamentos de K-pop em agosto de 2023

    O calendário do mês ainda conta com mais comebacks como os de STAYC, EVERGLOW e U-KNOW (Reprodução/ JYPE/ IST Entertainment) Após um julho repleto de lançamentos importantes, como o comeback do EXO, NewJeans, Jungkook e o debut do ZEROBASEONE, agosto também promete novidades quentíssimas. No oitavo mês de 2023, o K-pop conta com o retorno de MAMAMOO+, sub-unit formada por Moonbyul e Solar, o segundo álbum completo do THE BOYZ, a estreia de Jihyo como solista e muito mais! Como de costume, o Café Com Kimchi trouxe um calendário de lançamentos do mês no K-pop — lista que sempre chega ao site junto com as novidades de K-dramas. Confira os principais destaques musicais de agosto, e, logo abaixo, uma seleção completa de datas e tudo o que te espera na indústria fonográfica sul-coreana. MAMAMOO+ — 3 de agosto (Reprodução / RBW Entertainment) O duo integrado por Moonbyul e Solar, nas posições de rapper e vocal, respectivamente, está de volta! Após lançar singles como “Better” e “Chico Malo”, MAMAMOO+ retorna com o primeiro mini-álbum da sub-unit, intitulado “Two Rabbits”. O disco conta com cinco músicas ao total, sendo “dangdang” a faixa-título. O lançamento chega às plataformas digitais em 3 de agosto. BB Girls — 3 de agosto (Reprodução / Warner Music Korea) Para quem não está familiarizado, BB Girls é o nome do antigo Brave Girls, donas do imprevisível hit “Rollin”. Após o rebranding (reformulação de marca), o girlgroup está em uma nova fase da carreira e se prepara para debutar novamente em 3 de agosto, com o single álbum “One More Time” que, em português, é traduzido como “mais uma vez”. Nome bem sugestivo, né? THE BOYZ — 7 de agosto (Reprodução / IST Entertainment) “REVEAL” foi o primeiro full álbum do THE BOYZ após três anos de debut, trazendo faixas memoráveis como “Scar” e “Salty”. Agora, o boygroup está prestes a lançar mais um disco completo. Estamos falando de “Phantasy Pt.1 Christmas in August”, que, como o título já adianta, será lançado em agosto, no sétimo dia do mês. STAYC — 16 de agosto (Reprodução / HIGHUP Entertainment) STAYC girls, it’s going down! Mal podemos esperar para ouvir o famoso slogan do grupo em mais uma nova música. Seis meses após o comeback delas com “Teddy Bear”, o sexteto lançará o mini álbum “TEENFRESH”, cuja faixa-título se chama “Bubble”, em 16 de agosto. A considerar os teasers e a estação atual na Coreia do Sul, o disco trará uma vibe toda trabalhada no verão. Será que vem aí o hit da temporada? Jihyo — 18 de agosto (Reprodução / JYP Entertainment) TWICE está se ramificando. Após o bem-sucedido debut solo de Nayeon e a estreia do trio japonês MISAMO, agora é o momento de Jihyo brilhar sozinha! A líder do grupo feminino da JYP Entertainment lançará o mini-álbum “ZONE” em 18 de agosto, com o total de sete músicas, incluindo a faixa-título “Killin’ Me Good”. Vale mencionar que, em uma das canções, a vocalista fará dueto com a solista Heize. As expectativas estão lá no alto! Todos os lançamentos de K-pop em agosto de 2023 01/08: XEED, “”— mini álbum 02/08: xikers, “House of Tricky: How To Play”— mini álbum 02/08: The Wind, “Ready: 여름방학 (Summer Vacation)” — single álbum 02/08: Kwon Eunbi, “The Flash” — single álbum 02/08: Lapillus, “Who’s Next” — single japonês 03/08: MAMAMOO+, “Two Rabbits” — mini álbum 03/08: NINE.i, “NEW MIND” — mini álbum 03/08: BB Girls, “One More Time” — debut single álbum 03/08: BXB, “Chapter 1. Our Youth” — single álbum 03/08: ABLUE, “FAKE LOVE” — single álbum 04/08: LIMELIGHT, “MADELEINE” — single 07/08: THE BOYZ, “Phantasy Pt.1 Christmas in August” — full álbum 07/08: Jeon Somi, “Game Plan” — mini álbum 07/08: U-KNOW, “Reality Show” — mini álbum 09/08: n.SSign, “Birth of Cosmo” — debut álbum 09/08: Jo Yuri, “” — mini álbum 09/08: Yena, “SMILEY” — debut single japonês 10/08: ARTBEAT v, “DUBI DUBI” — single álbum 10/08: Kwon Jin Ah, “Love Me Love Me” — digital single 11/08: TAN, “TAN MADE” — mini álbum 16/08: STAYC, “TEENFRESH” — mini álbum 17/08: Lucy, “열” — mini álbum 17/08: LOVElution (sub-unit do tripleS), “<ↀ>” — single 17/08: CHEN, "Polaris" — álbum japonês 18/08: Jihyo, “ZONE” — debut mini álbum 18/08: EVERGLOW, “All My Girls” — single álbum 23/08: Yerin, “Ready, Set, LOVE” — mini álbum 23/08: SEVENTEEN, “JAPAN BEST ALBUM Always Yours” — álbum japonês 23/08: LE SSERAFIM, “UNFORGIVEN” — single japonês 29/08: cignature, “Us In The Summer” — mini álbum 30/08: H1-KEY, "Seoul Dreaming" — mini álbum

  • Antes dos K-dramas, Jung Haein quase foi biotecnólogo; conheça a carreira do ator para além de D.P.

    Protagonista do dorama Connect e do grande sucesso Snowdrop, o ator estrelou muitos romances e tem mostrado sua excelência em streamings globais (GQ Korea/Netflix) Dono de um olhar sutil e expressivo nas telinhas, Jung Haein é um dos atores mais promissores da geração. No último ano, ganhou os holofotes por sua performance no drama D.P. Dog Day e em Snowdrop, onde brilhou como protagonista ao lado da Jisoo, vocalista do BLACKPINK. Embora tenha conquistado maior notoriedade do público internacional através dessas produções que chegaram ao streaming, o artista já era um rosto bem conhecido na televisão sul-coreana. Jung Haein, a princípio, não planejava ser ator e a televisão quase o perdeu para a faculdade de Biotecnologia. Quando terminou a escola, se alistou aos 21 anos de idade, só porque os amigos também foram para o exército. Após cumprir o serviço militar obrigatório, assinou contrato com a empresa de entretenimento FNC Entertainment, responsável por grupos de K-pop como P1Harmony e SF9, além de ser a agência de atores — Rowoon, de O Rei de Porcelana, é um dos nomes envolvidos no casting. Ator teve que correr, enquanto outros andavam (Reprodução/GQ Korea) É comum que cantores e atores na indústria sul-coreana comecem a se preparar desde cedo, ainda no início da adolescência, quando desejam estrear como artistas na grande mídia. Jung Haein, no entanto, não viveu essa realidade e precisou correr, enquanto outros agenciados ainda andavam. Tudo começou quando ele foi abordado na rua por um olheiro e isso despertou seu interesse em atuar. Em entrevista ao Happy Together 4, em 2019, afirmou que o ofício parecia encantador. “Na época, eu não era muito bom em estudar e só precisava de algo para trabalhar, então convenci meus pais a me deixar continuar atuando. Apenas o ato de ler algo e expressá-lo foi revigorante e chocante para mim. Eu me apaixonei por isso, então, de repente, mudei minha carreira." Foi quando começou a faculdade para se dedicar aos estudos da arte teatral, mesmo contra a vontade de seus pais. Segundo ele, a sensação era de que “não seria capaz de ter sucesso a menos que trabalhasse mais do que todos os outros”. Assim, teve sua estreia como ator aos 26 anos, consideravelmente mais tarde do que a esmagadora maioria. Seus primeiros trabalhos na televisão aconteceram em 2014, incluindo o drama Bride of the Century, centrado em uma família de alta classe, e The Three Musketeers. No mesmo ano, estreou nos cinemas com um papel menor no filme The Youth, estrelado por Lee Donghae, do Super Junior. Ainda no início da carreira, teve participações em k-dramas como Blood, That's How It Is e Reply 1988. Construindo um currículo invejável (Reprodução/JTBC) Jung Haein tem um currículo formado por diversas produções famosas e memoráveis para o público sul-coreano até hoje. Os primeiros sinais de seu sucesso começaram a aparecer em 2017, quando estrelou Enquanto Você Dormia (While You Were Sleeping), ao lado de grandes estrelas da televisão como Bae Suzy e Lee Jongsuk. Seu nome ficou em evidência entre este e o seu k-drama seguinte, Prison Playbook — onde trabalhou com Park Haesoo, estrela de Round 6, Krystal e Jung Kyoungho. Os holofotes viraram para Haein, de fato, quando protagonizou Something in the Rain. Ao lado de Son Yejin, o ator viveu um dos personagens masculinos mais bem desenvolvidos já testemunhados pela autora que vos escreve. O romance acompanhava o relacionamento entre uma mulher mais velha com um rapaz no auge de seus vinte anos, abordando temáticas como discriminação por classe social, machismo e assédio no ambiente profissional. O papel fez com que garantisse o prêmio de Melhor Performance Emotiva no Asia Artist Awards (AAA). Devido ao excelente trabalho desempenhado, no ano seguinte, o público sul-coreano pôde presenciar o ator em Uma Noite de Primavera, dos mesmos diretores e roteirista de Something in the Rain. A produção rendeu-lhe mais dois prêmios no AAA. Seu próximo papel nas telinhas foi em A Piece of Your Mind, em 2020, cujo alcance de audiência esperado não foi alcançado e o fracasso nas telas fez com que a produção reduzisse o número de episódios. Se antes teria 16, a versão final foi ao ar com apenas 12. A partir daí, sua carreira teve uma virada surpreendente. O rosto dos streamings globais (Reprodução/Netflix) Em 2019, Jung Haein protagonizou o filme original da Netflix, Sintonizada em Você, vivendo um par romântico com Kim Goeun, conhecida por trabalhos como Yumi’s Cells, Cheese in the Trap e o recente drama As Três Irmãs. Distribuído em escala global, o longa-metragem ganhou atenção do público e da indústria, rendendo nomeações a prêmios importantes como Baeksang Arts e, finalmente, sua primeira indicação ao Blue Dragon Awards, comparável a um “Oscar sul-coreano”. Após a falha em A Piece of Your Mind e a inserção do ator na gigante do streaming, um novo k-drama chegaria para quebrar as barreiras de nacionalidade e idioma: D.P. Dog Day. Na trama lançada em 2021, Jung Haein dá vida a um soldado que precisa buscar desertores do exército, descobrindo as diversas razões dolorosas que os fizeram fugir. O drama fomentou discussões acaloradas sobre a realidade dos homens sul-coreanos durante o alistamento militar obrigatório. Além disso, garantiu cinco indicações no Baeksang Arts Awards, incluindo as categorias de atuação, direção e, a principal, Melhor Drama de TV. No final do mesmo ano, Jung Haein estaria na boca do público novamente. Dessa vez, negativamente. O ator foi escalado como protagonista de Snowdrop, drama ambientado no período do Movimento Democrático na Coreia do Sul, durante a década de 80. A trama foi acusada de imprecisão histórica e um abaixo-assinado com mais de 280 mil pessoas solicitava o cancelamento da produção. Na época, os internautas questionaram a escolha do astro, afirmando que ele estaria “arruinando a própria carreira” e que seu “valor de marca estava diminuindo”. O que não sabiam é que gato cai em pé e Haein não pararia por ali. O que vem por aí? (Reprodução/Disney+) Depois de sua brilhante atuação ao lado de Kim Jisoo, do BLACKPINK, o ator tem mais um projeto a estrear no streaming — agora, na Disney+. Jung Haein é o protagonista do drama Connect, assinado pelo experiente diretor japonês Takashi Miike (JoJo’s Bizarre Adventure: Diamond is Unbreakable). Aqui, o olhar "sutil e expressivo", mencionado no início do texto, está corrompido. Na trama, o ator vive Ha Dongsoo, um homem que é sequestrado por um grupo de traficante de órgãos humanos e tem um olho roubado de seu rosto. Não demora muito até descobrir que a pessoa que está com seu olho é um serial-killer e que ele pode enxergar tudo o que o criminoso vê. Com tal possibilidade, o protagonista vai atrás do assassino para impedi-lo de matar mais pessoas. O k-drama chega ao catálogo da Disney+ em 7 de dezembro. Em 2023, as atividades continuam e o artista já está escalado para viver uma nova história nas telonas. Ele estará em Veteran 2, atuando ao lado de grandes nomes do cinema sul-coreano como Hwang Jungmin, que está em Hunt e Narco-Saints, e Oh Dalsu, mestre do gênero policial na ficção. Vale mencionar que, por ser uma produção recém-anunciada, os detalhes sobre o enredo ainda não foram revelados. E aos preocupados com o andamento e o futuro da carreira de Jung Haein, podem ficar tranquilos! Aparentemente o ator não pretende parar de atuar tão cedo. Em entrevista à revista GQ Korea, em 2021, revelou o que o motiva a continuar o seu trabalho nas telas, afirmando já ter se questionado sobre isso muitas vezes desde o início de sua trajetória. “Desde a minha estreia, sempre me pergunto: 'Por que Jung Haein atua? Por que você está fazendo esse tipo de trabalho? Por que você continua fazendo isso?’ Em última análise, é porque é divertido, agradável e me deixa feliz. No entanto, quanto mais faço isso, descubro que não quero apenas ser feliz sozinho, mas também quero que as pessoas que assistem e as pessoas com quem trabalho se sintam felizes comigo. No final das contas, não é algo que você faz sozinho.” Felizmente, essa jornada não tem data de validade.

  • Além de "Seven", do Jungkook, confira outros MV's de K-pop estrelados por atores de K-drama

    "Seven", do Jungkook, e "Last Scene", do Chen, são alguns dos MV's com participação de atores (Reprodução) O mundo do K-pop e dos K-dramas costuma sempre andar junto, desde cantores do gênero emprestando a voz para músicas de trilha sonora televisiva, ou idols atuando em dramas, até a participação de atores em MV's de K-pop. A união de ambos os ofícios é benéfica para os artistas e, principalmente, para os fãs. No mais recente dos casos, um integrante do BTS contracenou com uma das atrizes mais notáveis da Coreia do Sul na atualidade e a resposta foi positiva. Pensando nisso, o Café Com Kimchi separou alguns desses MV's para conhecer ou relembrar momentos em que a junção de atores e cantores de K-pop chegou em nossas telinhas. Confira a lista completa após publicidade! Leia também — "Nossa turnê mundial é o nosso verdadeiro começo", diz TXT, em detalhes sobre documentário no Disney+ Han Sohee em "Seven" — Jung Kook No MV de "Seven", Jungkook tenta de tudo para reconquistar a personagem de Han Sohee, inclusive em diversas situações caóticas e até engraçadas. Será que, após muito resistir, ela cederá aos encantos dele? Vale o clique no videoclipe abaixo! Para quem não reconheceu de primeira pelo nome, a atriz já atuou em K-dramas como o sucesso da Netflix "My Name" (2021), "Nevertheless" (2021) e "The World of the Married" (2020). Seo In Guk, Ahn Jae Hyun e Dasom em "Please Don't..." — K.Will K.Will é um grande solista e dono de um dos MV's mais falados no mundinho K-pop: o clipe da música "Please Don't...", lançado em 2011. O vídeo tem participação dos atores Seo In Guk, Ahn Jae Hyun e a ex-integrante do girlgroup SISTAR, e também atriz, Dasom. O MV é famoso pelo plot twist com relação aos sentimentos do personagem do Seo In Guk. Leia também — De goblin a raposa! 6 K-dramas inspirados no folclore sul-coreano para conferir no streaming Vale mencionar que, recentemente, Ahn Jae Hyun atuou em "The Real Has Come" (2023), além de "Blood" (2015) e "Cinderela e os Quatro Cavaleiros" (2016). Já Seo In Guk participou de K-dramas como "Desgraça ao seu Dispor" (2021), "The Smile Has Left Your Eyes" (2018) e "Shopping King Louie" (2016). Por fim, temos Dasom, que já atuou em dramas como "He Is Psychometric" (2019), "Was It Love" (2020) e "Kokdu: Season Of Deity" (2023). Park Haesoo em "Last Scene" — Chen Chen fez seu primeiro comeback, após o retorno do exército, em grande estilo! O MV de "Last Scene" foi lançado em novembro de 2022 e tem participação do ator Park Haesoo, que já atuou em K-dramas como o gigantesco "Round 6" (2021), "La Casa de Papel: Coreia" (2021) e "Narco-Santos" (2022). Emocionando não apenas com sua voz, o clipe do solista e membro do EXO também provoca um quentinho no coração. No vídeo, vemos Haesoo dirigindo e relembrando momentos de seu relacionamento. Hong Kyung em "Can't Control Myself" — Taeyeon O MV de "Can't Control Myself", da Taeyeon, uma das maiores vocalistas da Coreia do Sul, tem a participação de Hong Kyung. O videoclipe, lançado em janeiro de 2022, é ambientado em um teatro, mostrando uma dupla que funciona nos palcos, em exposição, porém, fora dele, tem um relacionamento conturbado e complicado. O ator em ascensão atuou em K-dramas como "Weak Hero" (2022), "D.P. Dog Day" (2021) e "Revenant" (2023). Kim Soohyun em "Ending Scene" — IU O ator e amigo da cantora foi chamado pessoalmente por ela para participar do MV, sendo o interesse amoroso dela em "Ending Scene", lançado em 2017. No clipe, eles vivem uma paixão não-correspondida. Antes da existência do clipe da cantora, os dois já trabalharam juntos em dramas como "Dream High" (2011) e "The Producers" (2015). Além disso, Kim Soohyun fez uma pequena participação especial em "Hotel Del Luna" (2019), no qual IU também está presente no elenco. Leia também — IU além da música: Melhores doramas da cantora de K-pop para assistir no streaming Park Minyoung em "HARU HARU" — BIGBANG Em 2008, o icônico BIGBANG lançou "HARU HARU", considerada uma das músicas mais tristes do K-pop até hoje, O MV conta com a participação de Park Minyoung, ainda no início de sua carreira, sendo o pivô de uma briga entre G-Dragon e T.O.P., pois ambos estão apaixonados por ela — e o final dessa história não é nada feliz. Repleta de sucessos em seu currículo, a atriz participou de dramas como "O Que Há de Errado Com a Secretária Kim?" (2018), "Clima do Amor" (2020) e "Her Private Life" (2019). Choi Wooshik em "Congratulations" — DAY6 Choi Wooshik ficou reconhecido mundialmente após o filme "Parasita", vencedor do Oscar em 2020. Porém, antes do sucesso mundial, ele participou do MV de debut da banda DAY6, em 2015. Em "Congratulations", protagonizou trágica história de amor. No currículo do ator, constam produções como o filme "Time to Hunt" (2020) e o drama "Nosso Eterno Verão" (2021). Leia também — FIFTY-FIFTY foi do auge à rápida queda; Entenda o que está acontecendo com o girlgroup

  • "Nossa turnê mundial é o nosso verdadeiro começo", diz TXT em detalhes sobre documentário no Disney+

    O quinteto comentou sobre cenas presentes no longa, seus sentimentos em relação ao ACT:LOVESICK e a pressão do Lollapalooza; confira a entrevista (Reprodução/HYBE) Series documentais sobre K-pop têm ganhado espaço nas plataformas de streaming, e depois de Super Junior e J-Hope, é a vez de TOMORROW X TOGETHER, ou apenas TXT. “TOMORROW X TOGETHER: Our Lost Summer” chegou ao catálogo da Disney+ nesta sexta-feira (28). O documentário acompanha o grupo durante sua primeira e tão aguardada turnê mundial "ACT: LOVESICK", que iniciou no ano passado, mostrando os bastidores dos shows, viagens e a trajetória até o desafiador palco do Lollapalooza em julho. O boygroup da HYBE sofreu com o que muitos grupos da quarta geração passaram: limitações inesperadas devido a pandemia da COVID-19. O grupo estreou em março de 2019 e teve apenas um ano de promoções até que toda a indústria de K-Pop precisasse buscar outros meios para produzir conteúdos durante a onda de contágios pela doença. Em 2020, o minisode1: Blue Hour (2020) expôs os sentimentos desse período, com um conceito atrelado as relações à distância. Entre as perdas do verão está a turnê mundial prevista para 2020, adiada até a retomada da rotina normal. A estação é marcante na trajetória do TXT, desde Our Summer, parte do EP de debut The Dream Chapter: Star (2019). O documentário mostra o boygroup reescrevendo esse tão sonhado verão de Our Summer, mas perdido em We Lost The Summer, faixa b-side do "minisode1". Em coletiva de imprensa realizada na última terça-feira (25), na qual o Café Com Kimchi esteve presente, o grupo explicou mais sobre a origem do nome do documentário, "Our Lost Summer", e a conexão com suas canções. "We Lost the Summer é uma música sobre a pandemia. Foi como uma analogia, porque durante a pandemia perdemos muitas coisas, não pudemos conhecer nossos fãs pessoalmente e foi uma crise e tanto para nós. Queríamos supera-la e é isso que é capturado no documentário, por isso o nome Our Lost Summer. Em Our Summer, a letra diz que se estamos juntos é verão. Então eu pensei que, quando estávamos unidos e no palco com os fãs, sentíamos que era verão e por causa disso que gostávamos de nos apresentar. Acho que é por isso que temos esses títulos diferentes sobre o verão", explicou Taehyun. O documentário acompanha o quinteto desde o começo da ACT:LOVESICK, dando a visão dos bastidores e aproximando os telespectadores dos ídolos, mostrando que a vida não é apenas a perfeição vista nos palcos. "Our Lost Summer" trouxe Yeonjun, Soobin, Beomgyu, Taehyun e Hueningkai mais humanizados em meio as dificuldades do trabalho e revelou como lideram para superar esses obstáculos e entregar experiências que marcaram a vida de tantos fãs. O boygroup explicou o que tentou passar para os telespectadores, tanto fãs quanto inscritos da Disney+, com a obra. "Quando nos veem nos palcos ou fazendo apresentações, geralmente só é possível observar os destaques da nossa performance ou as partes brilhantes. Mas, assistindo o documentário, terão acesso aos nossos momentos por trás das câmeras", pontuou Yeonjun. "Há muitos momentos por trás das câmeras e também confissões de nossos verdadeiros sentimentos. Tentamos ser muito francos e sinceros e espero que vocês conheçam nossos encantos e conheçam mais nossos nomes", completou Soobin. Um novo verão em "ACT:LOVESICK" (Reprodução/HYBE) "ACT:LOVESICK" iniciou em 2 de julho de 2022 com o primeiro show em Seoul, capital da Coreia do Sul. Além do país natal, a primeira turnê mundial do grupo desembarcou em Estados Unidos, Japão, Filipinas, Tailândia e Indonésia, até finalizar em 28 outubro do mesmo ano em Manila. Depois de muito tempo, o quinteto pode ouvir as vibrações dos fãs pessoalmente, ao invés de realizar apresentações para assentos vazios. Esses espaços deram lugar aos gritos ansiosos para vê-los novamente ou pela primeira vez nos palcos. Em determinado momento do primeiro episódio, Beomgyu menciona que vivia em uma bolha e, agora que está no mundo, precisa abrir mais seus olhos. A intrigante frase do integrante chamou atenção dos presentes e ele explicou o que quis dizer naquele momento. "Pouco depois do nosso debut a pandemia aconteceu e não tivemos muita oportunidades de ter concertos e atividades para crescer como artistas, você sabe, fazer shows. Mas depois que tivemos nossa turnê mundial no último ano, essa foi a nossa chance de conhecer os MOAs pessoalmente e ir em palcos maiores. Eu pensei que aquele é o nosso verdadeiro começo, quero ter certeza que estamos focados e que podemos mostrar tudo no palco." Leia também: "Nenhuma música é fácil de escrever": WOODZ revela processos criativos e experiência com a turnê Além dos momentos intensos de preparação para cada show e seus sentimentos em relação a todos esses acontecimentos, os fãs podem observá-los em situações de descontração pelas cidades visitadas. Yeonjun costumava morar com os tios nos Estados Unidos quando era criança, o membro mais velho certamente foi um dos que mais se emocionou ao ser tomado pelas lembranças de sua infância ao visitar seu antigo bairro para ver seus parentes que ainda residiam no local. Ele relembra que seus primos adoravam K-pop naquele época, então ele foi tomado por esse interesse também. "Cerca de 10 anos atrás, eu fiquei na casa da minha tia e meus primos adoravam K-Pop. Então, eu também fiquei interessado, mas naquela época eu não poderia imaginar em meus sonhos mais loucos que o K-pop se tornaria tão popular e atingiria as paradas musicais em todo o mundo. Agora é enorme e como um artista estou muito grato e animado por também fazermos parte disso." Em meio as risadas, os membros concordaram que estão todos estavam ansiosos para o lançamento do documentário. Beomgyu e Taehyun acreditam que a palavra "juventude" é a que melhor descreve o longa-metragem e todos que assistirem podem perceber isso pela captura de momentos juvenis dos cinco membros juntos. O documentário é uma doce lembrança para os fãs que acompanharam o grupo desde 2019. A primeira metade do primeiro episódio mostra algo que está ainda fresco na mente de muitos, a Showcase Tour nos Estados Unidos, a primeira experiência internacional do boygroup meses depois da estreia. A pequena turnê causa uma misto de nostalgia e orgulho para o fandom quando comparada com a atual "ACT:LOVESICK". De um palco minúsculo nas principais cidades estadunidenses para casas de shows de maior capacidade e uma estrutura mais avançada. (Reprodução/HYBE) As melhorias acompanham o crescimento do TXT, que tem cada vez mais demandas. Atualmente, o quinteto está em meio a mais uma turnê, "ACT: SWEET MIRAGE", iniciada em 25 de março de 2023 e com previsão de conclusão em 13 de agosto, com a última passagem em Balucan, nas Filipinas. No total, a turnê é composta por 27 shows, sete a mais do que a "ACT:LOVESICK". Apesar da recente estreia do "Our Lost Summer", o boygroup não descarta a possibilidade de mais um longa sobre as próximas turnês. "Estamos em turnê agora e olhando para o último ano, sinto que é como se fosse nossa vida passada. Faz tanto tempo, mas quando assisti ao documentário, que registra tudo, senti como se estivesse revivendo aquele momento e viajando no tempo. Então, se tivermos a chance, eu adoraria fazer outro documentário que seja ainda mais franco e sincero do que Our Last Summer", disse Taehyun. A pressão do palco do Lollapalooza (Reprodução/Lollapalooza) Lollapalooza foi um grande momento na carreira do TXT no último ano. O quinteto subiu ao palco de um dos maiores festivais do mundo, se tornando o primeiro grupo de K-pop a se apresentar no evento em Chicago. Em cerca de 30 minutos de performance, o boygroup preencheu o palco de energia e tudo o que sabem fazer de melhor, acompanhados de uma setlist composta por "Good Boy Gone Bad", "Anti-Romantic", "Cat & Dog", "Frost", "Magic" e "Thursday’s Child Has Far To Go". Taehyun relembrou do misto de emoções que sentiu naquele momento e classificou o evento como o de maior impacto registrado pelo documentário. Leia também: TXT nos convida à inconsequência juvenil com 'Good Boy Gone Bad' Na produção do Disney+, os cinco membros comentaram sobre o nervosismo que antecedeu a performance. Naquele momento, este era o grande desafio do TXT, que sairiam da bolha de seus fãs fiéis para se apresentarem para uma vasta multidão em que nem todos seriam MOAs. Em falas intercaladas com cenas da apresentação, os membros pontuaram que o objetivo seria fazer com aquelas pessoas que não os conheciam se tornarem apoiadores também. Ao analisar imagens da plateia, há grandes chances de confirmar que tiveram sucesso nessa estratégia, uma vez que o público acompanhou bem a performance e retribuiu à altura a empolgação dos cinco ídolos. "Depois que terminamos de nos apresentar, ainda me lembro das expressões faciais nos rostos de nossos membros. Foi um palco tão grande que nunca estivemos. No dia anterior e pouco antes de subirmos ao palco, meu nervosismo atingiu o pico. Depois de perceber que uma performance tão grande foi feita, me deu arrepios na espinha e fiquei muito feliz em ver em seus rostos tanta emoção", relembrou Beomgyu. Desafios e união dos integrantes (Reprodução/Disney+) Sob o olhar das câmeras, os fãs puderam ter um vislumbre de como os integrantes se relacionam dentro e fora dos palcos. A confiança e união do quinteto mostram-se como os pilares para que o TXT se desenvolva. "ACT:LOVESICK" teve desafios, como qualquer outra turnê, mas, para ídolos inexperientes nesse tipo de atividade passar por essas dificuldades pela primeira vez, isso costuma ser estressante. Os integrantes comentaram sobre quais momentos acharam os mais desafiadores e cansativos nesse processo. Taehyun explica que sair e entrar em vôos e questões de imigração são as mais estressantes. Já Yeonjun afirma que há momentos durante a pré-produção de cada show que os torna bastante cansativos, principalmente quando é pela primeira vez. "No começo, foi fisicamente difícil fazer todas as 20 músicas da setlist, mas como agora ensaiamos muito, estamos nos acostumando e pegando o jeito", tranquiliza o integrante mais velho no final. Soobin completa que foi difícil como estreantes em turnês mundiais, uma vez que o mais próximo que o grupo chegou de algo assim foi o Showcase de 2019 e, ainda assim, é imensurável a distância entre a estrutura e organização de ambos os eventos. O líder acredita que atualmente, na segunda turnê, estão mais preparados. "Ano passado foi nossa primeira turnê global, éramos novos em tudo e não encontramos nada muito familiar. Mas agora na segunda, sinto que estamos agindo com mais naturalidade e nos tornando mais profissionais", aponta o líder. Leia também: Fã de Zayn Malik e até de famosos matemáticos: Conheça curiosidades sobre Taehyun do TXT O profissionalismo do boygroup é nítido, principalmente em cenas de pré e pós-ensaios. Nas sequências da produção, vemos que Taehyun monitorou as performances para poder analisar quais pontos poderiam ser melhorados, e os quatro membros restantes se mostram bastante confiantes em relação aos conselhos do segundo integrante mais jovem. Beomgyu também estava alerta nos ensaios, fazendo pedidos para a equipeo do show para melhorar a qualidade do som de seus microfones. Ainda que o cantor estivesse passando por problemas de saúde, ele não deixou que isso o afastasse. "Quanto mais fazemos turnês, mais nos envolvemos, porque há coisas que queremos expressar, há certos sentimentos que queremos transmitir de forma especial para essa turnê. Conversamos muito com a equipe de design do estado para podermos dar a nossa opinião", comenta Taehyun sobre a cena em que dialoga com Yeonjun sobre os cenários dos palcos. O documentário mostra um TXT mais vulnerável Em "Our Lost Summer", os fãs estiveram imersos nas notícias que foram informados pelas redes sociais, como o mal-estar de Beomgyu, que o impediu de subir no palco por alguns minutos em um dos shows, ou os incômodos que Yeonjun sentiu na garganta durante a preparação em outro momento. Nessas situações, os outros membros ao redor eram que os ajudavam a continuar em meio as dificuldades, seja na tentativa de preencher o palco para minimizar uma ausência temporária ou um abraço caloroso que tentava transmitir uma mensagem tranquilizante. Beomgyu relembrou que há outros momentos como esses que não aparecem no longa e que aconteciam com mais frequência com as câmeras desligadas. "Durante a turnê do ano passado, houveram momentos em que me senti em uma crise emocional. Mas, toda vez que isso acontecia, os membros vinham para me apoiar, me davam um tapinha nas costas e alguns conselhos. Eles só fizeram isso quando a câmera não estava rodando. Então, é uma pena que isso não tenha sido captado e espero que a maioria saiba que houve aqueles momentos bons e carinhosos." O quinteto não esquece de mencionar o fandom, que tem os acompanhado nessa longa trajetória. Hueningkai relembra a importante posição dos fãs na carreira do grupo e como cada membro evoluiu em diferentes aspectos em apenas um ano. "Se não fosse pelos MOAs, não teríamos chegado tão longe, sou muito grato a eles. Somos gratos a nossas famílias, amigos, membros e MOAs por nos fazerem seguir em frente. O documentário foi filmado há apenas um ano, mas parecemos bem diferentes e acho que crescemos desde então, tanto mentalmente quanto fisicamente", diz o integrante mais novo. "Eu sinto que todos nós estamos experimentando crescimento pessoal e artístico porque tivemos shows em diferentes países e, também, no palco do Lollapalooza. Acho que cada marco tem um papel importante. Então, espero que vocês continuem nos observando daqui para frente", completou Beomgyu.

  • De goblin a raposa! 6 K-dramas inspirados no folclore sul-coreano para conferir no streaming

    As narrativas baseadas em lendas antigas são populares na dramaland e misturam a fantasia com romance, drama e até comédia (Divulgação/ tvN) Quem nunca teve medo do saci-pererê ou da mula sem cabeça quando criança? O folclore brasileiro é cheio de criaturas e histórias que inspiraram produções audiovisuais e na Coreia do Sul não é diferente. Alguns dos nossos queridos dramas fogem das clássicas tramas e acrescentam um pouco de fantasia utilizando as lendas do país. Você já deve ter escutado falar no famoso goblin que foi interpretado pelo ator Gong Yoo e na raposa de nove caudas, já retratada em inúmeras obras. Para mergulhar ainda mais nesse universo, o Café Com Kimchi listou seis dramas repletos de criaturas do folclore sul-coreano e que são tão assustadoras quanto as que conhecemos no Brasil. Continue lendo para conferir! Goblin (2016) Como mencionar as produções baseadas nas lendas sul-coreanas sem mencionar "Goblin", drama lançado em 2016 e que teve o protagonismo do ator Gong Yoo e da atriz Kim Go Eun. Baseado na criatura de mesmo nome, também conhecida como dokkaebi, sua lenda possui diferentes versões, podendo ser um duende ou um espírito capaz de tomar a forma de objetos inanimados como uma vassoura ou cadeira. Sendo assim, um goblin pode ser bom com quem merece ou um pouco traiçoeiro. No drama, Kim Shin (Gong Yoo) é um ser imortal responsável por proteger as almas humanas, mas ele sofre de uma maldição que só pode ser quebrada quando se casar com alguém. Então, ele utiliza as suas táticas para conquistar Eun-tak (Kim Go-eun). Com 16 episódios, você pode assistir no Viki Rakuten e na Disney+! Leia também: Explorando papéis marcantes, conheça a jornada do ator Gong Yoo em seus melhores doramas e filmes Meu Colega de Quarto é Um Gumiho (2021) Lançado em 2021, este drama conta a história de um gumiho, que no folclore sul-coreano é uma raposa de nove caudas que se alimenta da energia de humanos. Na produção, o personagem Shin Woo Yeo (Jang Ki Yong) já vagou pela terra por cerca de 999 anos, coletando energia em seu pingente, e agora se sente preparado para abandonar sua forma de raposa e se tornar humano por completo. No entanto, trabalhando como um professor universitário, ele vê seus planos irem por água abaixo por conta de uma aluna desengonçada que acaba engolindo o precioso pingente de Woo Yeo, adiando o momento do seu grande sonho. Você pode assistir aos 16 episódios dessa saga no Viki. A Noiva de Habaek (2017) Inspirado na mitologia do país, este K-drama traz a figura de Habaek, o deus da água. Na história, o ator Nam Joo Hyuk ("Vinte e Cinco, Vinte e Um") interpreta Habaek, um deus que precisa ir ao mundo dos humanos em busca de pedras divinas que só podem ser encontradas por lá. Para isso, ele precisa contar com a ajuda de Yoon Soo-ah (Shin Se Kyung), uma psiquiatra predestinada a servi-lo, mas que não sabe disso, tornando as coisas um pouco complicadas. Disponível no Viki e na Netflix, o drama possui 16 episódios e o elenco conta ainda com atores como Krystal Jung, ex-integrante do grupo f(x), e Gong Myung, que já apareceu em obras como "Céu Vermelho" (2021) e "Revolutionary Love" (2017). Tale Of The Nine Tailed 1938 (2023) Também inspirada na lenda da raposa, "Tale Of The Nine Tailed 1938" é a sequência do drama de mesmo nome que foi lançado em 2021. A segunda temporada trouxe de volta o protagonismo de Lee Dong Wook como Lee Yeon, que viaja no tempo e é transportado para o ano de 1938. Nos 12 episódios que compõem a trama, Lee Yeon tenta se adaptar ao novo cenário enquanto tenta retornar para o seu tempo, mas, para isso, ele precisa enfrentar deuses e criaturas poderosas. O elenco também reúne artistas como Kim So-Yeon, Kim Bum e Ryoo Kyung-Soo, que já apareceu em "Profecia do Inferno" e "Jung-e". Tomorrow (2022) Os "jeoseung saja" são uma espécie de ceifadores, seres responsáveis por guiar as almas para o além depois da morte. "Tomorrow" (ou "Amanhã", em português) conta a história do jovem Choi Jun-woong interpretado por Rowoon do SF9, que se envolve em um incidente e acaba morrendo no momento errado, atrapalhando o funcionamento da equipe de ceifadores responsável pelo Departamento de Gerenciamento de Crises. Por não ser o dia de sua morte, ele se torna meio humano e meio espírito e se junta à equipe de anjos da morte para realizar missões especiais. Disponível para assistir na Netflix, possui 16 episódios. Vale ressaltar que este K-drama trata sobre temas sensíveis e que podem ser gatilhos para algumas pessoas. Leia também: Dos palcos para as telas: Conheça a trajetória do Rowoon do SF9 como ator Oh My Ghost (2015) Os fantasmas são muito comuns em obras de suspense ou terror, mas no folclore existe um tipo específico de fantasma que aparece em lendas urbanas. Chamadas de "cheonyeo gwishin", elas são fantasmas virgens que mantém seus cabelos soltos e despenteados e vestem roupas tradicionais de luto. Em "Oh My Ghost", a tímida assistente Na Bong Seon (Park Bo Young) é possuída pelo fantasma de Soon Ae (Kim Seul Gi), uma menina que faleceu jovem e, por isso, não teve a oportunidade de ter um namorado e tampouco perder a virgindade. Na Bong Seon se torna, então, a ponte para que a fantasma possa satisfazer seu desejo, deixando Bong Seon mais agitada do que nunca. Disponível para maratonar na Netflix e no Viki, o drama tem 16 episódios. Você já conheceu alguma dessas lendas? Conte para o Café Com Kimchi nas redes sociais qual te impressionou mais!

  • "Our Lost Summer": Documentário do TXT nos lembra de algo que, como fãs, esquecemos o tempo todo

    A nova produção do Disney+ acompanha o TOMORROW X TOGETHER na tão sonhada turnê "ACT: LOVESICK" (Reprodução/Disney+) “TOMORROW X TOGETHER: Our Lost Summer” chegou ao catálogo do Disney+ nesta sexta-feira (28), fazendo companhia a outras produções documentais sobre K-pop no streaming. O longa-metragem acompanha a rotina do grupo da HYBE em sua primeira turnê mundial “ACT: LOVESICK” e traz relatos emotivos e íntimos sobre a experiência de encontrar os fãs após tanto tempo mantendo uma agenda remota. O Café Com Kimchi teve acesso ao material antes do lançamento e aqui estão algumas observações sobre o aguardado filme. Leia também — [ENTREVISTA] "Nossa turnê mundial é o nosso verdadeiro começo": TXT revela detalhes sobre documentário no Disney+ O TXT debutou em março de 2019 e suas atividades presenciais não duraram um ano completo antes que a pandemia de coronavírus nos obrigasse a ficar na segurança de nossos lares. Em termos de indústria, este foi um problema que limitou mais a 4ª geração de K-pop do que as anteriores, uma vez que muitos chegaram ao show business sem dividir espaços físicos com os fãs. O quinteto da HYBE obviamente teve o mesmo destino, até que o ano de 2022 redefiniu tudo o que os integrantes poderiam esperar de suas carreiras massivamente acompanhadas através das telas. “Our Lost Summer” mostra um TXT além dos palcos (Divulgação/HYBE) Como fãs, vimos uma “ACT: LOVESICK” acontecer, e, agora, o documentário traz outro ponto de vista que dificilmente teríamos acesso. Estar por dentro dos bastidores da preparação do TOMORROW X TOGETHER para a turnê é uma experiência imersiva que nos coloca na posição de encarar o que dificilmente percebemos enquanto amantes de música: fazer um show é parte do emprego deles. Esta é uma constatação óbvia, a princípio. Mas, com que frequência esse fato é lembrado? O documentário faz com que o espectador testemunhe um pouco do que é o trabalho de um artista fora dos cuidados e da proteção do fã. A pressão da fama e de ter superiores esperando pelos seus resultados é quase palpável na atmosfera de “Our Lost Summer”. Vemos Soobin, Yeonjun, Taehyun, Beomgyu e Hueningkai em constante estado de alerta e necessidade de controle, não somente porque uma turnê é algo novo em seu escopo de tarefas, mas, também, porque são avaliados o tempo todo. Leia também — [CRÍTICA] Last Man Standing: Pioneiros do K-pop, Super Junior também inventou definição de "eternos" Cada mínimo movimento é calculado e observado por staffs que, no fim do concerto, vão até eles dar feedbacks — e tal cobrança também parte dos próprios integrantes, que sempre checam o desempenho depois de cada show. Isso nos faz lembrar que, por mais que eles exerçam funções mais especiais do que qualquer outro tipo de emprego, isso ainda é um emprego. Depois que os artistas se divertem nos shows e dão aos fãs o melhor dia de suas vidas, eles retornam aos seus supervisores e conversam sobre resultados. Na primeira metade do documentário, o sentimento é agridoce e sufocante. Quem quer assistir ao seu artista querido sendo criticado por um desempenho que, para os fãs, foi perfeito? Não parece ser a intenção do longa-metragem mostrar a rotina do grupo de maneira negativa, como algo exaustivo e difícil, mas as imagens falam mais que palavras. No entanto, não demora muito para o espectador perceber o profissionalismo do TOMORROW X TOGETHER na prática. É o tipo de produção capaz de mudar, mesmo que momentaneamente, a percepção do fã sobre o ofício do artista. No fim do dia, eles são apenas pessoas em seus ambientes de trabalho. Pessoas de carne e osso “TOMORROW X TOGETHER: Our Lost Summer” é muito bem-sucedido em humanizar os cinco rapazes que, por trás do glamour da fama, são jovens sonhadores e repletos de sentimentos para externalizar. Todos os integrantes recebem destaque o suficiente para expôr seus pensamentos, dores, medos e alegrias — momentos que, muito provavelmente, vão arrancar lágrimas dos fãs. O documentário expõe fragilidades que fazem o coração pulsar com leveza. E, às vezes, com pesar. Acompanhamos momentos calorosos como o retorno de Yeonjun a San Jose, na Califórnia, após 12 anos, para visitar a tia com quem conviveu entre os nove e onze anos de idade. Também ouvimos preocupações como a de Soobin sobre a elogiada apresentação do grupo no Lollapalooza 2022, que foi uma noite linda para todos os envolvidos, mas dolorosa para ele. Os relatos são diversos. Em um pouco mais de uma hora, é possível entrar na intimidade de um dos maiores grupos de K-pop da atualidade e essa aproximação nos coloca de frente a cinco pessoas extraordinárias, mas de carne e osso como todos nós. É uma produção indispensável para atravessar a superfície e ter acesso a uma porcentagem do que o TOMORROW X TOGETHER é feito.

  • TXT: Tudo sobre a carreira do grupo conhecido como líder da 4ª geração

    Com conceitos impactantes e versatilidade desde o debut em 2019, TOMORROW X TOGETHER é um dos melhores projetos da HYBE (Divulgação/HYBE) O Music Bank Chile 2022 promete ser dominado pela quarta geração e nada mais justo do que o TXT, também conhecido como TOMORROW BY TOGETHER, integrar a tão aguardada line-up. Ao lado de ATEEZ, The Boyz, STAYC e mais, o boygroup subirá no palco do evento em 12 de novembro. O quinteto fez sua estreia em 2019 e desde então vem construindo uma forte carreira e se destaca entre os artistas da sua geração. O festival de K-pop, Music Bank retorna depois de quase dois anos de hiatus, devido a pandemia da Covid-19. Após tanta espera dos fãs pelo retorno das atividades de turnês, o Music Bank já tem destino confirmado, o Chile. Esta será a segunda vez do festival pelo país, sendo a primeira em 2018. Vale lembrar que o Brasil também fez parte da lista de países que já receberam o evento, com diversos artistas sul-coreanos em 2014, no Rio de Janeiro. O TXT está entre as atrações do dia 12 de novembro e para aqueles que ainda não conhecem o quinteto, ainda dá tempo para saber tudo sobre a trajetória. Confira abaixo informações importantes organizadas pelo Café com Kimchi: Dos primeiros anos até 2022: Debut, primeira turnê e mais (Divulgação/HYBE) No começo de 2019, a HYBE apresentou o seu primeiro boygroup desde a estreia do BTS em 2013. Anos separam os dois grupos e o público se dividia em ansiedade e incertezas do que esperar dos novos artistas. Sob a pressão e altas expectativas da indústria, o TOMORROW X TOGETHER, composto por Yeonjun, Soobin, Beomgyu, Taehyun e Hueningkai, fez seu debut em 5 de março com o EP The Dream Chapter: STAR. A faixa-título CROWN acompanhou um Music Video simples e retornou com o cute concept entre os boygroups da geração. Ao longo dos meses seguintes, o TXT aumentou rapidamente sua videografia, com MVs para as quatro b-sides do seu álbum. A empresa soube como investir fora do país de origem. Em maio, o quinteto partiu para o Estados Unidos para realizar sua primeira turnês, o SHOWCASE: STAR in USA, com passagem por seis estados estadunidenses de 9 a 24 de maio. Na ocasião, foram esgotados 12.300 ingressos. No mês seguinte, se tornou o primeiro grupo de K-Pop a se apresentar no Wango Tango, festival do iHeart Radio. O TXT teve um ano movimentado, mas seu comeback seguinte demorou para sair do papel. Em meio a uma agenda apertada e problemas de saúde dos membros, o primeiro comeback foi lançado em 21 de outubro, com o Full Album The Dream Chapter: MAGIC, que apresentou a faixa título Run Away. Com tantas atividades e conquistando o público por onde passava, o resultado não poderia ter outro, o prêmio que os membros tanto almejavam foi conquistado, o Rookie of The Year, não uma, mas 13 vezes, os tornando o grupo masculino com mais vitória na categoria e o título de Grand Slam Rookie, quando um artista conquista as principais prêmiações sul-coreanas (MMA, MAMA, GDA, Gaon e SMA). Em janeiro de 2020, o foco foi o Japão, o grupo fez sua estreia com Magic Hour e realizou uma série de atividades pelo país. O sucesso rendeu mais dois discos em solo japonês: Still Dreaming (2021) e Chaotic Wonderland (2021). Além de canções para animes, como Everlasting Shine em Black Clover e Force em World Trigger. De volta a Coreia do Sul, com conceito sombrio, o TXT estreou o álbum que encerraria a trilogia iniciada no debut, o The Dream Chapter: ETERNITY. Poucos meses depois, em outubro, foi apresentado um comeback totalmente diferente do anterior. Se Cant You See Me? era rodeada por uma atmosfera misteriosa, Blue Hour quebrou essa sensação com o conceito fantasia e sonoridade empolgante. O single integrou o EP minisode1: Blue Hour. O ano de 2021 foi de maior crescimento para o boygroup, com o inicio de uma nova série de álbuns, o The Chaos Chapter. Não só em álbuns, mas em sonoridade, o quinteto mostrou que aquele ano seria de mais uma inovação, mostrando ao público que o rock é um dos fortes do grupo. O TCC: FREEZE foi lançado em 31 de maio, com 0X1=LOVESONG (I Know I Love You), mas o grande hit inesperado não veio de outra canção, Anti-Romantic, que dominou o Tik Tok e levou o trabalho do TXT para além da bolha do K-Pop. A HYBE não poderia perder a oportunidade do nome do seu artista em alta daquela forma. Três meses depois o primeiro álbum Repackage, o TCC: Fight or Escape, acompanhou o single LOSER=LOVER e deu continuidade ao pop rock que funcionou tão bem no lançamento anterior. No ano seguinte, o minisode se tornou uma duologia, com o Minisode 2: Thursday's Child (2022). A faixa-título Good Boys Gone Bad mostrou que, até aquele momento, a mistura do pop e do rock seria mais explorado nos trabalhos do grupo. Pouco depois, para a empolgação do fandom, a HYBE informou o início da primeira World Tour a partir de julho. Leia também: THE STAR SEEKERS: O que você precisa saber sobre o webtoon do TXT? Do cute ao pop rock: os conceitos e discografia versátil O TXT se destaca pelas propostas ousadas, o grupo mostra que não tem medo de arriscar a cada comeback, deixando o público curioso sobre qual novidade passará a integrar a discografia versátil. A discografia é composta pela trilogia The Dream Chapter, a duologia minisode e o The Chaos Chapter. Com passagens por diversos gêneros musicais e conceitos, o quinteto iniciou a carreira com CROWN. O debut com cute concept, resgatou essa essência para o K-pop quando muitos boygroups já haviam a abandonado. Do TDC: STAR ao ETERNITY, a discografia foi composta por gêneros como New Jack Swing, R&B, Synth Pop, House-pop, Hip-Hop e Soul. Em três lançamentos principais o grupo mostrou que possuía diferentes propostas. O ETERNITY se apresentou como uma das propostas mais ousadas para o quinteto até aquele momento. A era TDC começou com o cute concept e terminaria com o dark. O The Chaos Chapter, iniciado em 2021, dá indicios para uma nova série de álbuns. Até o momento é composta apenas por FREEZE e seu repackage FIGHT or ESCAPE, ambas lançadas no mesmo ano. Com a dupla de álbuns, o quinteto soube mostrar que conseguem trazitar pelo rock com maestria, com os singles 0x1 LOVESONG e Loser=Lover. As b-sdes também acompanham os gêneros Trap e pop punk. A duologia minidose foi aberta pelo minisode1: Blue Hour, retomando um pouco o lado alegre do TXT, com uma dose de fantasia. O minisode chama atenção por contar a primeira faixa disco do TXT, com o Blue Hour. Seguido de outros gêneros como rock indie, pop rock e future R&B. É inegável que o mini álbum tem um peso de significados, justamente por apresentar esperança em meio a solidão. Mas se o minisode 1 teve foco em fantasia disco, sua continuação iria pelo caminho oposto. O minisode 2: Thursday's Child convida o público a apreciar o seu pop punk de Good Boys Gone Bad, que conseguiu ser ainda mais intenso do que em The Chaos Chapter. Logo no debut, o grupo estabeleceu um padrão conceitual alto. Em The Dream Chapter: STAR, o TXT pontua o processo de auto aceitação e a sua importância. A abordagem de tópicos importantes se estendeu para os lançamentos seguintes, com as dificuldades da adolescência, solidão, amizade e até os dilemas da pandemia. O grupo soube mostrar ao seu público, que possui um perfil, majoritariamente mais jovem, de que eles não estão sozinhos quando atravessam em momentos específicos e sempre haverá alguém para ajudar no processo. Há um chifre crescendo na minha cabeça / Mas eu o amo / Você se tornou minha coroa (Divulgação/HYBE) Leia também: ATEEZ: Conheça a carreira e os maiores sucessos do grupo que se apresenta no Music Bank Chile 2022 Os integrantes Apresentados ao público pela primeira vez em 10 de janeiro de 2019, cada membro teve uma apresentação individual especial, com um intervalo entre elas para atiçar a curiosidade do público. Soobin, Yeonjun, Beomgyu, Taehyun e Hueningkai compõem grupo jovem, com uma faixa-etária entre 20 a 23 anos, sendo Hueningkai o mais novo e o Yeonjun o mais velho. O quinteto não conquista o público apenas em talento, mas também em carisma, a personalidade de cada membro tem trazido cada vez mais adeptos ao MOA — fandom do boygroup. O TOMORROW X TOGETHER pode ser acompanhado ainda mais de perto em seus diversos conteúdos, como o TO:DO, Talk Today e mais. As grandes emissoras da Coreia do Sul também ESTAVAM de olho nessa desenvoltura do TXT. Não é atoa que o Soobin foi MC do KBS Music Bank e, atualmente, Yeonjun é quem lidera o SBS Inkigayo, ambos grandes programas semanais de K-Pop. O duo não foi o único a despertar o interesse, o trio dos mais novos também já foram convidados como MCs especiais e mostraram que a diretoria das emissoras fez a escolha certa em convida-los naqueles momentos. Yeonjun (Divulgação/HYBE) Choi Yeonjun nasceu em 13 de setembro de 1999 em Seul. É o membro mais velho, dançarino, rapper e vocalista. Apesar de ser bem conhecido pelas suas linhas de rap marcantes nas músicas, Yeonjun assume com facilidade a posição de vocalista. Não é atoa que ele recebeu o título de "Legendary Trainee" da HYBE, por não ter saído do primeiro lugar do ranking da avaliação mensal dos trainees. Em atividades individuais, o integrante já fez participação no episódio 8 do K-Drama K-On e, atualmente, é MC do SBS Inkigayo. Soobin (Divulgação/HYBE) Choi Soobin assume o papel de líder e vocalista do grupo. Ele nasceu em 5 de dezembro de 2000. Soobin revelou que seu processo de audição para a HYBE de reviravoltas, já que ele pensou que não iria passar e para se consolar comprou cinco sorvetes na volta para casa. A vida artista desenvolveu as habilidades de comunicação de Soobin, que no começo da carreira era mais tímido, porém, o tempo como MC do Music Bank o permitiu se desenvolver mais e conquistar todos os entrevistados. Beomgyu (Divulgação/HYBE) Choi Beomgyu nasceu em 13 de março de 2001 em Daegu. Apesar de certa distância, não foi Beomgyu que entrou em contato com a HYBE primeiro para tentar uma audição, a empresa que foi até ele em busca de solicitar a presença dele em Seul. Supreendentemente, Beomgyu negou devido a prova que teria no mesmo dia. Mas a empresa mostrou que não desistira tão fácil e foram pessoalmente até ele para que a audição fosse feita. No fim, deu certo e anos depois Beomgyu assumiu as posições de vocalista, dançarino e rapper, o membro também possui habilidades com violão e já esteve em uma banda de rock. Taehyun (Divulgação/HYBE) Kang Taehyun não teve grandes dificuldades para ter acesso as empresas de entretenimento por ter nascido em Seoul desde 5 de fevereiro de 2002. As empresas souberam aproveitar a oportunidade, Taehyun revelou ter sido recrutado para cerca de 20 agências, mas no fim escolheu a HYBE. O integrante certamente encantou pelas suas habilidades vocais, no TXT, é o responsável pelas notas mais altas das canções e assume a responsabilidade com excelência. Hueningkai (Divulgação/HYBE) Hueningkai fez barulho quando foi anunciado, principalmente, no Brasil quando o público descobriu que o pai do integrante é brasileiro. Porém, Hueningkai não sabe falar português como muitos idealizaram, mas tem aprendido certas palavras com o pai, quem sabe uma preparação para um show futuro. Hueningkai nasceu longe do Brasil, no Hawaii em 14 de agosto de 2002, mas logo viajou para a Coreia do Sul e, então, para a China, onde passou alguns anos até retornar para solo sul-coreano. Sua história com a HYBE iniciou quando um olheiro se interessou pelas habilidades e atualmente, ele é um dos vocalistas do TXT. Hueningkai tem duas irmãs, uma delas é Huening Bahiyyih, membro do KEP1ER. (Divulgação/HYBE) Nem todos os momentos foram flores, o grupo passou pelos seus altos e baixos, bem conhecidos pelos fãs, quando parcela do grupo questionava a sua capacidade de entregar tudo o que era esperado deles. Mas o TXT soube dar a volta por cima e cair no gosto até entre os mais relutantes em dar uma oportunidade ao quinteto. O TXT recebeu diversos títulos ao longo desses quase cinco anos de carreira, e há quem ainda insista que é fantasia do fandom. As nomeações que o grupo recebe nada mais são do que reflexo de como a mídia, tanto sul-coreana, quanto internacional, os enxerga. De "Líderes da quarta geração" a "It Boys da quarta geração", segundo a Rolling Stones, Mnet Music Awards, Grammy e mais . O boygroup mostrou um crescimento orgânico ao longo desses quatro anos, começando por pequenas vitórias em programas semanais coreanos até os 13 prêmios de Rookie of the Year. Pode-se dizer que 2019 foi um grande ano para o TXT em vendas e premiações e o grupo não parou. O TXT acumulou uma longa lista de marcos, principalmente, em ser o primeiro boygroup ou grupo em geral a alcançar uma meta específica. Recentemente, os fãs têm comemorado a conquista de 1 milhão de cópias vendidas pelo minisode 2: Thursday’s Child. Leia também: E'Last: Conheça o boygroup que vem ao Brasil em 2022 Animado para ver o TXT no palco do Music Bank Chile? Conta o que acha do boygroup em nosso Instagram e Twitter.

  • J-Hope In The Box: Melhores interações e momentos em seu documentário no Disney+

    Rapper do BTS que está completando 29 anos ganha documentário na plataforma de streaming sobre sua trajetória solo (Divulgação/ Lollapalooza) O aniversário é do J-hope, mas os fãs é que ganham presente! Lançado na última sexta-feira (17), o documentário ‘J-hope In The Box’ chegou na Disney+ e mostra um lado mais pessoal do artista, que está completando 29 anos em sua idade coreana neste dia 18 de fevereiro. O longa-metragem acompanhou o rapper durante o processo criativo do seu primeiro álbum solo, assim como sua apresentação no Lollapalooza no ano passado e muitos outros momentos marcantes dessa trajetória solo. Na Coreia, o seu aniversário foi comemorado na sexta-feira, devido ao fuso horário adiantado, mas por aqui ainda é aniversário do J-hope e por isso reunimos os melhores momentos e interações do documentário para você conhecer mais sobre o integrante do BTS. Leia também: The Last Man Standing: Pioneiros do K-pop, Super Junior também inventou a definição de "eternos" Trabalhando no estúdio e gravações para o álbum Após o lançamento do álbum Proof, em comemoração aos nove anos de carreira do BTS em 2022, o grupo anunciou uma pausa para realizar o serviço militar dos integrantes e focar em projetos individuais. Com a nova fase, J-Hope anunciou o lançamento de seu primeiro álbum solo, Jack In The Box e deixou alguns fãs mais tranquilos. No documentário, ele conta como trabalhou mais diretamente na produção e nas escolhas musicais e visuais do álbum. Por estar encarregado de todo o processo, o rapper foi sincero dizendo que era muito difícil, mas viu como uma chance de crescer como artista e fez um trabalho minucioso. Se você assistiu ao documentário deve ter reconhecido o estúdio em que ele aparece, pois é o mesmo em que ele costuma fazer suas lives – inclusive, onde fez sua live de aniversário com a presença do Jimin na plataforma Weverse. (Divulgação/Disney Plus) Visitando a casa dos pais Quando se é um artista mundialmente conhecido, alguns detalhes sobre a vida pessoal não são mostrados ao público, algo muito comum, mas que naturalmente gera muita curiosidade, certo? Em uma das cenas J-hope faz uma viagem para Gwangju para visitar a casa dos seus pais, onde ele ainda tem seu próprio quarto e faz um tour mostrando os detalhes da casa. Se você acompanha as redes sociais do integrante já deve conhecer o Mickey, cachorro do rapper que fica na casa de seus pais e que chega feliz para recebê-lo. A casa é cheia de quadros e fotos do J-hope e a sua mãe guarda itens como revistas, álbuns e fotografias do filho em uma estante de vidro. Bem coruja né? Aproveitando a visita, ele mostra alguns locais de sua cidade natal e a escola onde estudava. Leia também: Indigo: Álbum de RM abraça sua trajetória com curadoria que registra os vinte anos do cantor Listening Party No dia do lançamento de seu álbum, J-hope organizou uma festa para escutar as faixas com a presença de alguns convidados. Mas se tratando de uma celebridade os convidados também eram celebridades e seus amigos. Como estava fazendo parte de todos os processos, ele escolheu a decoração, a comida, montou as caixas de presente para os convidados e ligou para cada um deles. No dia da festa artistas como Zico, Sunmi, Taeyang, Jessi, Cha Eun Woo, BIBI, Hyuna, Dawn e muitos outros estavam presentes, além dos outros integrantes do BTS é claro! (Reprodução/Instagram / HYBE) Apresentação e preparativos para o Lollapalooza Um dos momentos mais marcantes da trajetória solo do J-hope foi sua apresentação no Lollapalooza, sendo o primeiro artista sul-coreano individual como atração principal do evento. O documentário mostra os preparativos, ensaios e organização para a apresentação que aconteceu em Chicago nos Estados Unidos. Ele afirmou sentir o peso daquele momento e apesar de se sentir preparado estava muito nervoso. Mas para deixar as coisas mais leves, Jimin foi até Chicago para acompanhar seu amigo nesse momento tão importante, demonstrando seu carinhoso e motivando o rapper a todo momento. Como outros artistas estavam na cidade para se apresentar no evento, J-hope teve a oportunidade de conhecer o rapper e cantor J.Cole e mostrou que também tem o seu lado de fã como a gente. Outra grande surpresa do evento foi a cantora Becky G que se apresentou com J-hope no palco cantando a música Chicken Noodle Soup, uma parceria que foi lançada em 2019. A amizade dos artistas costuma ser muito comentada pelos fãs pois sempre que ambos se encontram em eventos fazem questão de se cumprimentar e demonstrar o carinho um pelo outro. E aí, já assistiu o documentário? Conta para o Café nas redes sociais o que você achou! Leia também: Super Junior entende de palco como poucos e prova que Super Show não é só o nome da turnê

  • FIFTY-FIFTY foi do auge à rápida queda; Entenda o que está acontecendo com o girlgroup

    Depois de um sucesso estarrecedor com Cupid no início do ano, o grupo está enfrentando uma batalha judicial contra a sua atual empresa, ATTRAKT (Divulgação / ATTRAKT) Nos últimos meses, o grupo feminino FIFTY FIFTY, composto por Keena, Saena, Sio e Aran, conquistou milhões de fãs ao redor do mundo, e emplacou o hit Cupid na Billboard Top 100 — um chart que só contabiliza plays nos Estados Unidos Os feitos do grupo não param por aí, já que as meninas foram convidadas para participarem da trilha sonora do filme "Barbie", que lançou na semana passada, e continuam na referida parada musical até essa semana. Mas, apesar de parecer uma carreira muito promissora, o grupo se envolveu em polêmicas com a sua atual empresa, a ATTRAKT. Embora os números estejam bem positivos, especialmente com o lançamento do filme Barbie, a confusão com a ATTRAKT tem chamado bastante a atenção dos fãs. Isso porque as meninas pararam de promover suas músicas, de início sem qualquer explicação, e também por conta de boatos de que o grupo pode entrar numa espécie de lista de restrição na indústria do K-pop. Fizemos um compilado das principais informações para você entender melhor o que aconteceu até o momento, confira após o anúncio. Leia também — Shownu e Hyungwon do MONSTA X lançam primeira sub-unit do grupo, com o mini álbum “THE UNSEEN” O início do conflito (Reprodução / ATTRAKT / WARNER MUSIC KOREA) No início de junho, os fãs já estavam se incomodando com a falta de notícias e promoções por parte do grupo, ainda mais com o lançamento de Barbie, e da nova música delas, se aproximando, e começaram a cobrar a empresa por respostas. No dia 23 de junho, o CEO Jeon Jong Hoon publicou um esclarecimento nas redes sociais explicando o motivo para o “sumiço” do FIFTY FIFTY. Entre os motivos, foram listados o estado de saúde de uma membro, que teve que passar por uma cirurgia em maio, e aproveitaram para dar uma folga para as que as outras meninas também pudessem se cuidar. Outra razão mencionada foi a “influência de forças externas” que estariam tentando fazer com que os contratos exclusivos do grupo com a empresa fossem rescindidos. Confira um trecho da declaração: Através de acusações caluniosas contra nós e bajulações glorificadas sobre si mesmos, essas influências externas estão cometendo um ato ilegal de induzir nossos artistas da agência a tomar a decisão errada para ignorar seus contratos de exclusividade válidos e assinar contratos com eles. Embora tenhamos começado como uma pequena empresa, tivemos um sonho mais ousado do que qualquer outra pessoa e, apesar das situações financeiras difíceis, superamos a adversidade e escrevemos uma nova história no K-pop. Como esse ato pelas influências externas é um ato que pisa no puro amor dos fãs, pode prejudicar muito a imagem e o potencial desses artistas que estrearam há apenas sete meses e, além disso, têm um sério efeito adverso no K-pop como um todo. Embora não possamos conter nossa raiva pelos atos ilegais dessas influências externas impuras que estão tentando extorquir o incrível milagre alcançado por uma agência pequena e impotente, responderemos com firmeza e deliberadamente e lutaremos até o fim sem qualquer compromisso com essas influências externas para responsabilizá-las legalmente. Após a publicação dessa nota, a ATTRAKT anunciou que iria processar a Warner Music Korea, a gravadora do grupo, por estarem incentivando as meninas a deixarem sua agência atual e estarem tentando um “buyout”. O termo é utilizado para denominar a prática na qual algum artista é recrutado por uma gravadora ou empresa, mesmo que ainda exista um contrato vigente, e é feito um pagamento para que o contrato seja encerrado antes do prazo. Leia também — Sucesso rápido e futuro incerto: Relembre os 4 grupos temporários de K-Pop formados no Produce 101 Bate-rebate de processos Alguns dias depois, em 27 de junho, a empresa anunciou que processaria também o diretor criativo de Cupid, Ahn Sung Il, e a empresa na qual ele é CEO, a The Givers, por fraude, violação de deveres e obstrução de negócios. Nesse momento, Sung Il se pronunciou, e disse que iria processar de volta a ATTRAKT por calúnia. Aqui já tinha virado um bate-rebate de processos, mas, até então, nenhuma das meninas tinham se pronunciado. Confira um trecho da declaração da The Givers: The Givers gostariam de esclarecer que a empresa em questão não tentou interferir de forma alguma nos assuntos entre a ATTRAKT e o FIFTY FIFTY, e quaisquer rumores de ‘caça furtiva’ não têm relação com nossa equipe. Em 27 de junho, o CEO Jeon Hong Joon denunciou The Givers à polícia, divulgando simultaneamente o relatório aos meios de comunicação. Desde o início da parceria com a ATTRAKT, The Givers cumpriram rigorosamente todos os serviços contratados. Mesmo quando a ATTRAKT recebeu uma notificação legal dos membros do FIFTY FIFTY solicitando a suspensão de seu contrato de exclusividade, o CEO Ahn Sung Il e seu representante legal se reuniram com o CEO Jeon Hong Joon da ATTRAKT para mediar entre o FIFTY FIFTY e a agência do grupo. Mesmo com todo o conhecimento desses fatos, o CEO Jeon Hong Joon optou por espalhar informações falsas sobre The Givers, difamando gravemente o nome de nossa empresa e prejudicando nossas operações. No mesmo dia, o Fancafe do grupo foi desativado sem explicações. A ATTRAKT informou aos fãs que, novamente “forças externas”, estariam tentando sabotar o grupo, mas que já tinham retomado o acesso à plataforma e iriam trabalhar mais para que o incidente não se repetisse. Na nota, eles finalizaram pedindo desculpas aos fãs pelo acontecimento. No dia seguinte, 28 de junho, o FIFTY FIFTY fez um pronunciamento através da assessoria jurídica, e veiculado através do site SOOMPI, anunciando um processo contra a empresa, pedindo a anulação dos contratos exclusivos. Na nota do escritório de advocacia, foi dito que os motivos para o processo eram a perda de confiança e falta de transparência nas transações. Sintetizando: elas queriam saber para onde estava indo o dinheiro das promoções e contratos, e a companhia não estava repassando essas informações. Além disso, as meninas expressaram seu descontentamento com a divulgação da cirurgia de uma delas sem uma conversa ou aviso prévio. Leia também — Com nova roupagem, NewJeans impressiona no mini álbum "GET UP" Nas redes sociais, as opiniões dos fãs ficaram bem divididas. Alguns acham que foi a melhor coisa a se fazer e no melhor momento, já que elas não têm tantas músicas ainda e antes que vire uma situação bem maior, como foi o caso do LOONA com a Blockberry Entertainment. Confira algumas reações no Twitter: As consequências da batalha judicial (Divulgação / Mattel) De acordo com o portal sul-coreano Ilgan Sports, o FIFTY FIFTY perdeu algumas oportunidades de trabalhos por conta do processo e, como a ATTRAKT publicou, por “circunstâncias internas que foram reportadas à mídia recentemente”. Houve também o cancelamento de vários compromissos já agendados, por conta da atmosfera conturbada que se criou com a briga judicial. Dentre os projetos cancelados, estão a gravação do MV de Barbie Dreams, as participações em eventos de promoção do filme na Coreia do Sul, junto com a Margot Robbie, e a apresentação do grupo na KCON Los Angeles, que estava marcado para o dia 19 de agosto. O site Ilgan Sports também informou que a ATTRAKT havia cancelado um contrato com uma marca global de eletrônicos, uma propaganda ao lado de um atleta famoso e várias participações em programas de variedades que estavam no radar. No dia 11 de julho, o CEO Jeon Hong Joon deu uma entrevista exclusiva ao portal Star News Korea falando sobre a relação com as membros e o processo. Ele reforça que o seu desejo no momento é poder reencontrar com as meninas pessoalmente e conversar sobre a situação e ambas as partes se resolverem, pedirem desculpas uns aos outros e retomar as atividades do grupo. Ele disse ainda que "duas das meninas ainda são menores de idade e seus pais não estão familiarizados com o setor [da música]. Como eles poderiam saber sobre essas situações? É compreensível as atitudes deles". Leia também — Gênios da música! Conheça os 5 maiores compositores do K-pop atualmente O que você acha sobre essa batalha judicial entre FIFTY FIFTY e a empresa? Por aqui no Café estamos acompanhando todo o desenrolar da ação judicial. Conta pra gente nas redes sociais a sua opinião.

  • Blue Dragon Awards: A fascinante história da premiação considerada o 'Oscar' da Coreia do Sul

    Conheça a história da prestigiosa premiação Blue Dragon Awards, que homenageia as estrelas da cinematografia sul-coreana! Fazendo história a seis décadas, o Blue Dragon Film Awards carrega o título de uma das premiações mais grandiosas do cinema coreano. Esse tão importante evento, que já se tornou um ícone da indústria cinematográfica da Coreia do Sul, tem sido uma luz de reconhecimento e celebração para artistas e cineastas do país ao longo dos anos. Tudo começou em 1963, quando a Sports Chosun — emissora afiliada do jornal impresso The Chosun Ilbo — tirou os planos do papel e criou a premiação com o objetivo de homenagear talentos da cinematografia coreana. Com nome e símbolo inspirados na figura mitológica do Dragão Azul, representa a força que vem das montanhas e o desejo de boa sorte para o futuro, o prêmio carrega consigo a esperança de que seus participantes e vencedores sejam abençoados com sucesso e poder em próximos trabalhos. Leia também: Blue Dragon Series Awards 2022: Confira a lista de vencedores da premiação Evoluindo a cada ano, a premiação, que antes só premiava filmes, passou a reconhecer séries televisivas, abrindo espaço para obras que não tinham o devido reconhecimento. Iniciado em 2022, o Blue Dragon Series Awards se tornou aquele empurrãozinho para novos e mais experientes talentos dos K-dramas — e até mesmo programas de variedades —, alavancando carreiras e gerando fama internacional. Ganhar um troféu Dragão Azul, se tornou um símbolo daqueles que brilharam pelo sucesso nas telas do mundo inteiro. Confira agora a lista de vencedores da segunda edição, realizada em 2023, dessa nova, porém muito honrosa, premiação! Quando o assunto é K-drama em 2023… Melhor Drama: Big Bet Melhor Ator: Ha Jungwoo, com Narco-Saints Melhor Atriz: Suzy, com Anna Melhor Ator Coadjuvante: Lee Donghwi, com Big Bet Melhor Atriz Coadjuvante: Lim Jiyeon, com The Glory Melhor Ator Novato: Park Jihoon, com Weak Hero Class 1 Melhor Atriz Novato: Shin Yeeun, com Revenge of Others Prêmio de popularidade de OST: “Our Season”, Jaechan (DKZ) Whynot Award: Choi Hyun Wook, com Weak Hero Class 1 Quando o assunto é variedade em 2023… Melhor Programa de Variedades: Siren: Survive the Island Melhor Entertainer Masculino: Yoo Jaesuk, com PLAYou Level Up Melhor Entertainer Feminina: Joo Hyunyoung, com SNL Korea Melhor Entertainer Novato: Dex, com Bloody Game 2 Melhor Entertainer Novata: Kim Ahyoung, com SNL Korea Prêmio de popularidade: Cha Eun Woo do ASTRO, Jaechan do DKZ, Lee Kwangsoo e Kim Yeon Koung Leia também: Quer assistir só doramas e filmes coreanos? Confira os códigos da Netflix para encontrar no catálogo Menção honrosa ao grande prêmio (daesang) da noite! Digno de prêmio e merecidamente reconhecido, a atriz Hyekyo levou o mais importante da noite com sua marcante atuação em The Glory. A série que esteve no TOP 10 séries mais assistidas nacionalmente no catálogo da Netflix diversas vezes, marcou a volta da atriz às telas depois de dois anos. Desde o divórcio com o ator Song Joongki, em 2019, sua imagem perante ao público sul-coreano foi prejudicada e Hyekyo entrou em uma pausa. Em 2021, a atriz retornou e protagonizou "Now, We Are Breaking Up" ao lado de Jang Kiyong, em um romance adulto, que, segundo ela mesma, significou um avanço na sua carreira em termos de melhoria na atuação. Em entrevistas, Hyekyo já expressou seu medo em estragar a série de alguma forma, mas sua grande presença diante das câmeras a levou ao feito de brilhar durante a premiação.

  • Shownu e Hyungwon do MONSTA X lançam primeira sub-unit do grupo, com o mini álbum “THE UNSEEN”

    A dupla do boygroup estreou nesta terça-feira (25) com o projeto provocante e sensual. Confira essa novidade! Com o MONSTA X em hiatus temporário devido ao cumprimento das atividades militares dos integrantes, o grupo tem aproveitado para focar em atividades solo. Mas além disso, a Starship Entertainment anunciou a estreia da primeira subunit, exatamente 8 anos após a estreia do boygroup. Confira logo após a publicidade tudo que sabemos sobre o debut de Shownu e Hyungwon como uma dupla e detalhes do mini-álbum ‘THE UNSEEN’, que foi lançado na última terça-feira (25)! Leia também: ‘MONSTA X: músicas autorais e visual de cowboys do asfalto marcam Rush Hour, a nova era do grupo’ O hiatus do grupo foi anunciado devido ao recente alistamento de Joohoney e o serviço militar em andamento de Minhyuk. Por isso o grupo deu início a uma sequência de atividades individuais após o lançamento de ‘Reason’, mini-álbum recente que celebra o retorno de Shownu e ao mesmo tempo se despede dos fãs para a pausa temporária. Ainda no primeiro semestre do ano, os integrantes ativos se dedicaram majoritariamente a atividades solo, I.M. lançou seu mini-álbum ‘OVERDRIVE’ e Joohoney debutou como solista com o EP denominado ‘LIGHTS’ pouco tempo antes de se afastar para cumprir seus deveres com o exército coreano. Um projeto impressionante e cheio de personalidade Após o retorno de Shownu no início deste ano o projeto acabou saindo do papel e tomando vida através de uma sub-unit cujo foco é direcionado especialmente em boas performances e canções tão impressionantes quanto, sem deixar de lado na sensualidade, que se mostra como um ponto-chave da dupla através dos teasers recentes. A faixa título ‘Love Me a Little’ reflete muito bem a estética sonora e visual do disco, que foi produzido e gravado com muita dedicação por se tratar da primeira experiência dos dois artistas como uma dupla, de longe, algo mais complexo do que trabalhar na pré-produção com um grupo composto atualmente por seis integrantes. Leia também: ‘Não perca as esperanças: Grandes shows de K-pop que já aconteceram na América do Sul’ A individualidade combinada ao trabalho coletivo Ainda assim, a subunit prometeu e entregou seu melhor de acordo com a proposta de dedicar canções que favorecessem boas performances sem abrir mão de vocais de altíssima qualidade. Em uma entrevista recente para a Revista Quem, Hyungwon comenta que optou por se dedicar as canções, que contam com algumas composições dele, e deixou a parte da dança e coreografia sob o cuidado de Shownu devido a qualidade impressionante de sua performance como dançarino desde o debut, fazendo jus a função de main dancer do MONSTA X. O disco ‘THE UNSEEN’ da subunit conta com um total de cinco faixas, sendo estas: “Love Me a Little”,“Love Therapy”,“Roll With Me”, “Play Me” e “Slow Dance”. O álbum já se encontra disponível em todas as plataformas de streaming desde o dia 25 de julho e o MV de ‘Love Me a Little’ foi liberado no mesmo dia. As faixas dialogam entre si de forma única e empolgante, ao ponto de conseguir transmitir perfeitamente a estética entregue nos ensaios fotográficos e no MV da canção principal. Levando em consideração a proposta de expressar sensualidade e maturidade, além de canções bem construídas e uma coreografia de tirar o fôlego, a dupla promete entregar um período de promoções capaz de aliviar a saudade das fãs e, futuramente, mais projetos conjuntos que prometem expressar a evolução de Shownu e Hyungwon como artistas. E aí, o que achou desse debut quente? Conta para a gente por aqui e nas redes sociais do Café Com Kimchi.

bottom of page