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- [Crítica] Cignature retorna após longa ausência e reúne o melhor da 4ª geração com "AURORA"
As sete integrantes do grupo de K-pop trouxeram uma pitada de rock e muita cor em um único EP (Divulgação/J9 Entertainment) Em novembro de 2021, cignature presenteou o K-pop com o mini-álbum Dear Diary Moment, que jogou os holofotes sob o single Boyfriend. Sem esperar completar dois anos de “ausência” desde o último lançamento, o girlgroup está de volta com o aguardado EP intitulado My Little Aurora. De 2021 até agora, o cignature passou por algumas mudanças em sua formação, como a saída das integrantes Ye Ah e Sunn, e a chegada de Chloe e Do Hee ao grupo. Assim, voltaram a ser um septeto, ao lado das membros Chaesol, Jee Won, Seline, Semi e Belle, que já compunham o girlgroup da J9 Entertainment anteriormente. Mas, se há algo que não mudou na essência do cignature foi sua capacidade de entregar canções cativantes e enérgicas, cujos refrões grudam na mente e todo o restante da composição provoca a vontade de dançar. A nova title AURORA, a qual o Café Com Kimchi teve oportunidade de ouvir antes do lançamento, se encaixa perfeitamente no molde descrito. Desde os materiais apresentados como teaser, já era de se esperar um videoclipe colorido e visuais compatíveis com o que é tendência na quarta geração. Obviamente, pelo menos uma das integrantes estaria com peças felpudas, “marias chiquinhas” de coque e tudo o que remete à moda dos anos 2000. O MV de AURORA nos apresenta a cenários que em nada se conecta e nem contam histórias a quem não conhece a letra da música. Mesmo assim, nos satisfazemos de informações visuais que estimulam nosso interesse em assistir até o final. A coreografia da faixa-título é simples, sem movimentos mirabolantes, mas entretém pela alegria em que o septeto performa. E, afinal, muito vale o carisma e o potencial de empolgar o espectador em uma dança de K-pop. My Little Aurora começa em um lugar inesperado (Divulgação/J9 Entertainment) O ouvinte que começa a experiência do My Little Aurora pela title AURORA — certamente a maioria —, vai perceber que mais da metade do EP tem músicas que ornam entre si e têm uma boa sintonia em conjunto. A faixa principal é composta pelo o que chamaríamos de “pop perfection” em uma canção de K-pop: refrão pegajoso, com trechos facilmente reproduzíveis, independente de nossa proficiência em coreano, uma montanha-russa de ritmos contagiantes e vocais marcantes. No geral, as b-sides do My Little Aurora trazem uma energia parecida, nada muito fora da curva, exceto a faixa que abre o álbum. Aqui, vale lembrar que a experiência de ouvir o EP, na ordem correta, antes de conferir a title, mudará tudo o que se espera do disco de play estendido. Isso porque a primeira faixa, intitulada I’m Okay, é um delicioso pop rock que foge da curva dos trabalhos do cignature, mostrando-se eficiente em cativar o ouvinte desde o primeiro momento. Afinal, enquanto os grupos de épocas anteriores apostaram no pop disco, R&B e EDM, o grande charme desta recente geração de K-pop é o flerte com a personalidade rockstar. A música em questão impressiona por vocais afiados, de alto alcance, e um instrumental mais rebelde do que o esperado do girlgroup. O retorno do cignature é marcado por b-sides encantadoras e uma faixa-título, excelente em suas proporções, que evidencia o motivo pelo qual foi escolhida como o carro-chefe do disco. É fato que não inventaram a roda com este lançamento — e, no K-pop, quem tem feito isso nos últimos meses, afinal? Outra consideração irrefutável é que AURORA estaria na boca do público geral, distribuindo seu boost de serotonina mundo afora, se o público se permitisse sair do mainstream e desse o devido reconhecimento a artistas que, apesar de seu menor alcance, entenderam exatamente do que a 4ª geração de K-pop é feita — e reproduzem a fórmula com maestria. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- Ingressos, datas e tudo o que você precisa saber sobre os shows do Epik High no Brasil
O trio de hip-hop coreano virá em agosto para concertos no Rio de Janeiro e em São Paulo (Divulgação/Woollim Entertainment) Um dos maiores nomes do hip-hop sul-coreano está vindo para o Brasil. O Epik High vai passar pelo Rio de Janeiro e São Paulo, nos dias 4 e 6 de agosto, com a turnê ALL TIME HIGH TOUR. O trio, formado por Tablo, Mithra Jin e DJ Tukutz, tem influenciado o cenário underground há 20 anos e, em sua longa discografia, conta também com colaborações importantes com artistas como TAEYANG, do BIGBANG, CL e ZICO. O grupo fez história ao ser o primeiro ato coreano a se apresentar no Coachella, em 2016, e ainda foram convidados mais duas vezes, em 2020 (edição que não chegou a acontecer, devido à pandemia de coronavírus) e, posteriormente, em 2023. Agora, com a nova turnê, o trio colocou a América do Sul no radar e vai passar pela Argentina, Chile, Peru e México, além do Brasil, obviamente. Confira tudo o que você precisa saber sobre a passagem do Epik High por aqui. Show do Epik High no Rio de Janeiro Em terras cariocas, o trio se apresentará no Vivo Rio. O show conta com três diferentes setores e quatro modalidades de ingresso que incluem inteira, meia entrada, inteira promocional — disponível para quem doar 1 kg de alimento — e desconto de 25% para clientes da operadora Vivo. Vale mencionar que o pagamento pode ser parcelado em até 12x no cartão de crédito. Confira os preços abaixo: Meet&Greet + Pista Vip: R$800 (preço único) Camarotes em Pé: R$560 (inteira) | R$280 (meia e inteira promocional) | R$420 (clientes da Vivo) Pista Vip: R$500 (inteira) | R$250 (meia e inteira promocional) | R$375 (clientes da Vivo) Pista Comum: R$360 (inteira) | R$180 (meia e inteira promocional) | R$270 (clientes da Vivo) Data: 4 de agosto, sexta-feira Local: Vivo Rio (Av. Infante Dom Henrique, 85 — Parque do Flamengo) Horário: 21h — abertura da casa: 19h Classificação: Maiores de 14 anos Leia também — NCT Dream, ATEEZ e mais: Shows de K-pop no Brasil confirmados para 2023 Show do Epik High em São Paulo Meet&Greet + Pista Vip: R$800 (preço único) Camarotes: R$560 (inteira) | R$280 (meia) Pista Vip: R$500 (inteira) | R$250 (meia e inteira promocional) Pista Comum: R$370 (inteira) | R$185 (meia e inteira promocional) Data: 06 de agosto, domingo Local: Vibra São Paulo (Av. das Nações Unidas, 17955 — Vila Almeida) Horário: 20h — abertura da casa: 18h30 Classificação: Maiores de 14 anos Como funciona o ingresso Meet&Greet + Pista Vip? Os fãs que comprarem o pacote ficarão na Pista Vip durante o concerto e o encontro com o Epik High acontecerá após o show. Além disso, também ficarão em uma fila exclusiva para a entrada e terão direito a tirar uma foto com um grupo de dez pessoas e o trio. No entanto, vale mencionar que não será permitida a entrega de presentes e também não será possível utilizar o próprio celular ou câmera fotográfica para registrar o momento. As fotos serão tiradas pelo fotógrafo oficial da turnê e enviadas em até 15 dias após o evento, por e-mail. Quem tem direito a meia-entrada? Como na maioria dos shows no Brasil, terão direito a meia-entrada os estudantes do território nacional — em quaisquer níveis de ensino, do fundamental ao técnico profissionalizante —, e pessoas com deficiência e seu acompanhante. Também poderão desfrutar do benefício as pessoas de 15 a 29 anos de baixa renda inscritos no CadÚnico com renda mensal de até dois salários mínimos e idosos com ou acima de 60 anos. Por fim, diretores, professores, coordenadores e supervisores em escolas estaduais ou municipais também pagam meia, assim como pessoas aposentadas. Além dos benefícios por lei nacionalmente, menores de 21 anos pagam meia nos shows no Rio de Janeiro. Vale mencionar que a venda dos ingressos para ambos os shows está sendo realizada pelo site Sympla.
- Quem é o FIFTY FIFTY, novo girlgroup de K-pop elogiado pela crítica especializada?
Quarteto recebeu de revista renomada a nota mais alta que um ato feminino já ganhou na publicação; saiba mais sobre as integrantes e seu debut 2022 foi, com toda certeza, um ano próspero para os girlgroups. Atos femininos como o NewJeans, IVE, Le Sserafim e tantos outros foram destaque nos últimos tempos, e 2023 parece continuar trazendo projetos interessantes para diversas cantoras do K-pop. E nisso, o grupo FIFTY FIFTY aparece como um dos nomes que se deve ter no radar para este ano, após as meninas terem sido divulgadas no cenário com o EP de estreia The Fifty. E você já conhece o FIFTY FIFTY? Além de serem rookies, as artistas também são de uma empresa relativamente nova no mercado. Ficou curioso? O Café com Kimchi separou as principais informações a respeito do FIFTY FIFTY logo abaixo, que te ajudarão a se tornar fã do quarteto! Leia também: O que esperar do K-pop em 2023? Confira as principais apostas para este ano FIFTY FIFTY debutou em novembro de 2022 com um mini álbum elogiado Como dito acima, o FIFTY FIFTY teve seu debut em 2022 no mês de novembro, com um EP composto por quatro faixas. The Fifty é o mini álbum que introduz o girlgroup ao K-pop com o conceito de "duplo" — as músicas representam tanto a "realidade" quanto um universo "acima" do nosso. Além do mais, as meninas também já possuem um nome para o fandom: Hunnies (ou Hunny), que além de remeter à palavra "honey" em inglês, também é uma abreviação para o número cem em coreano (já que elas mais os fãs, juntando os 50% de cada lado, formam o todo). O EP de estreia do FIFTY FIFTY foi lançado com um vídeo para cada faixa, que são Tell Me, Lovin' Me, Higher e Log In. Tal projeto visual do grupo engloba tanto MVs quanto vídeos de performance, o que é uma vitrine para quem pretende conhecer mais delas. Os vídeos são acompanhados pela variedade de estilos musicais que o FIFTY FIFTY já apresenta. O EDM, o city pop e o disco são gêneros presentes de maneiras diferentes nas canções, que não fogem da trend atual do K-pop ao mesmo tempo que destacam as habilidades vocais do grupo. Os visuais foram um acerto da empresa ATTRAKT Creative Group, que é nova no mercado do K-pop, mas não no entretenimento coreano como um todo. Nesse sentido, a ATTRAKT possui parceria com outras empresas e emissoras da Coreia do Sul, como a emissora JTBC e o selo da Warner Music no país, e a varejista Interpark; e até o DJ brasileiro Alok já teve um projeto comandado pela companhia (como consta no site oficial). A IZM Magazine, revista coreana especializada em música, elogia debut do FIFTY FIFTY Um fato do debut do FIFTY FIFTY é que o girlgroup foi recebido de maneira positiva pela crítica especializada. Na Coreia, por exemplo, o disco The Fifty recebeu uma nota de 4.5 de 5 estrelas da revista IZM. A IZM é um veículo que existe há mais de vinte anos no país, que inclui resenhas de lançamentos musicais feitas por críticos. Com a nota do EP, o quarteto se tornou o girlgroup de K-pop que recebeu a nota mais alta na história da IZM; o que não é algo fácil de conseguir com a crítica do periódico online. A revista destacou os vocais das integrantes, e também as colocou como um exemplo de grupo com vozes que podem ser bons representantes da quarta geração. Segundo a IZM, o FIFTY FIFTY é "um exemplo de como boas canções e boas cantoras se encontram". Leia também: TRI.BE se apresentará no Asia Star Festival; conheça o grupo que virá ao Brasil pela primeira vez A razão do porquê elas (FIFTY FIFTY) estão chamando atenção é clara por conta das músicas boas (...), interpretadas com excelentes habilidades de canto, o que é a base para todo cantor. As vozes das membros se dão bem com as canções. Já entre os sites ocidentais, O FIFTY FIFTY apareceu na lista da PAPER Magazine das "15 melhores b-sides de K-pop" do ano passado, com a faixa Tell Me. No site oficial do Grammys, inclusive, as artistas constam na lista de girlgroups novos para acompanhar em 2023. Saiba quem são as integrantes do FIFTY FIFTY Saena (ATTRAKT Creative Group/Divulgação) Saena é a líder do grupo. A cantora chegou a participar do variey show Dancing High, transmitido pela KBS em 2018, e tem como role model o BLACKPINK. A membro nasceu em 2004. Keena (ATTRAKT Creative Group/Divulgação) Keena é a main rapper do FIFTY FIFTY, e sua carreira data de antes do grupo: ela participou da OST de um drama. No caso, Keena esteve na trilha sonora da produção The Running Mates, creditada na canção Take Back My Life com seu nome verdadeiro, Song Jagyeong. Sio (ATTRAKT Creative Group/Divulgação) Sio é uma das duas membros mais jovens do girlgroup, e ocupa a posição de vocalista principal. Em um concept film anterior do FIFTY FIFTY, a cantora disse querer ser uma autora/escritora caso não fosse idol. Aran (ATTRAKT Creative Group/Divulgação) Aran, a maknae do quarteto, também é uma das rappers. Entre os artistas nos quais se inspira, a cantora já citou Dean, Loco e Ariana Grande; além de já ter dito querer ser uma voice actress caso não tivesse ingressado no K-pop. Para começar a curtir as músicas do FIFTY FIFTY, basta dar o play no EP The Fifty do grupo nas plataformas digitais. Além disso, o quarteto realizou seu primeiro comeback no mês de fevereiro de 2023, com o single Cupid; e a canção fez um sucesso enorme no TikTok e nas paradas musicais. Confira o MV logo abaixo: Gostou do FIFTY FIFTY? Não se esqueça de acompanhar mais notícias do K-pop nas redes sociais do Café com Kimchi!
- Conheça "Cães de Caça", a série coreana sobre agiotagem que alcançou o Top 5 da Netflix
Bloodhounds reúne astros do cinema e do K-pop e toca em uma ferida aberta da sociedade coreana: o submundo da agiotagem (Divulgação/ Netflix) Se você acessou a Netflix neste fim de semana, provavelmente se deparou com "Cães de Caça" (ou "Bloodhounds") em destaque na plataforma. O título é o mais novo k-drama original da produtora e, apenas um dia após sua estreia global (sexta-feira, 9 de junho), a série entrou para o Top 10 brasileiro do streaming, ocupando a quinta posição. O dorama chegou ao catálogo com um elenco renomado e já completo, com oito episódios de, em média, uma hora. "Cães de Caça" é mais um lançamento da Netflix baseado em um webtoon. Aqui, os quadrinhos que inspiraram a história são de autoria do escritor coreano Chan Jeong, e a produção para as telinhas está a cargo do showrunner Jason Kim, responsável pelos filmes Midnight Runners (2017) e The Divine Fury (2019). Confira a sinopse, elenco e tudo sobre o novo drama da Netflix após a publicidade. Qual a sinopse de Cães de Caça? "Cães de Caça" acompanha dois jovens boxeadores que se envolvem no mundo da agiotagem. Além de parceiros no ring, os personagens Kim Geon-woo e Hong Woo-jin também são ex-militares, membros da Marinha da Coreia — o que só promete trazer mais ação à trama. Os dois se aliam a um "agiota bonzinho" para derrubar um concorrente impiedoso, cujos negócios consistem na exploração de pessoas em situação de vulnerabilidade. Confira o trailer abaixo. A série se passa nos dias atuais e toca em uma ferida aberta da sociedade coreana: o submundo dos empréstimos ilegais e dos chamados "loan sharks", os chefões da agiotagem (ou tubarões do empréstimo, em tradução literal). Pessoas sem margem para crédito por meios legais ou em situações de desespero recorrem a esses chefões em busca de dinheiro fácil; no entanto, elas acabam colocando suas vidas nas mãos de criminosos, além da vida de familiares e amigos. Uma reportagem do Korea JoongAng Daily apontou que a primeira exigência de um agiota é que o devedor passe o contato de dez pessoas próximas, amigos e parentes que possam ser contatados a qualquer momento. O devedor também deve entregar os endereços de residência e o local de trabalho. "O agiota diz que não há porquê se preocupar, desde que os pagamentos do empréstimo sejam feitos no prazo," afirma a reportagem. Astros do Cinema e do K-pop no elenco de Cães de Caça Woo Do-hwan (de Mad Dog) é quem dá vida ao protagonista Kim Geon-woo, ao lado do ator Lee Sang-yi (de Hometown Cha-Cha-Cha) que vive seu parceiro Hong Woo-jin. Os atores veteranos Park Sung-woong (Snowdrop) e Huh Joon-ho (Kingdom) também estrelam a produção, ambos como líderes de organizações rivais, com foco em empréstimos ilegais. Os dois possuem, respectivamente, mais de 20 e 30 anos na indústria da teledramaturgia coreana. Completando esse elenco de peso está Siwon Choi, mais conhecido por integrar o grupo de K-pop Super Junior. Seu personagem é um empresário e herdeiro de um conglomerado, além do irmão mais novo de um respeitado investigador. Outros trabalhos de Siwon nas telinhas são os doramas She Was Pretty (2015) e Love Is For Suckers (2022). Leia Mais: Do K-pop à Dramaland: 5 idols que também deram certo na atuação (Divulgação/ Netflix) O showrunner Jason Kim esteve com o elenco no lançamento promocional de "Cães de Caça" e destacou como a história se comunica com a realidade da Coreia. "A história original [webtoon] se passa durante a pandemia de COVID-19 e toca em dores reais. (...) Durante a produção, ouvimos falar de muitas histórias com loan sharks da vida real. Eu quis transmitir uma mensagem de esperança e justiça." O diretor também prometeu à audiência muitas cenas de tirar o fôlego — cerca de dez vezes mais ação do que em seu filme de maior sucesso Midnight Runners. Vai assistir à série Cães de Caça na Netflix? Conta para o Café aqui nos comentários, e já segue a gente no Twitter e Instagram!
- Além de "SHALALA", confira outros trabalhos solo do Taeyong do NCT
O líder do NCT 127 fez seu debut como solista em junho, mas mesmo antes da estreia oficial, o rapper já mostrou seu potencial neste aspecto Reprodução/SM Entertainment Após quase seis anos desde o debut como parte do NCT, Taeyong fez sua estreia como solista com o EP SHALALA. Na segunda-feira (5), o rapper apresentou um music video extravagante, que deixou em evidência a essência que construiu ao longo dos anos como artista e o fez brilhar ainda mais, agora com os holofotes todos sobre si. O mini album não é seu primeiro trabalho; ele acumula uma lista de projetos versáteis, capazes de agradar a todos os gostos. SHALALA é o primeiro EP solo do Taeyong, composto por seis músicas, todas creditas pelo artista que, logo em sua estreia, entregou a forte presença já esperada dele. Para os fãs da famosa unit GD&TOP (duo de rappers do BIGBANG), pode-se dizer que o líder do NCT entregou um prato cheio, que lembra a sonoridade e estética da dupla que costumava incendiar palcos quando promoviam novas canções. Taeyong fez sua estreia em 2016 na primeira unit rotativa do NCT, o NCT U, com a canção 7th Sense. No mesmo ano, mais um sub-grupo teria a presença do rapper, o NCT 127, de formação fixa. Líder da unit conhecida pelo gênero de hip-hop, o integrante se tornou uma figura requisitada em outros projetos que englobam a união de todas as units da marca NCT, como o retorno em outros momentos ao sub-grupo U. Leia também: Jaehyun do NCT encanta com Forever Only; Confira outras músicas do projeto STATION: NCT LAB Fora do boygroup o cenário não é diferente: o rapper extremamente ativo é convidado com frequência para performances de dança solo em eventos e feats. Em meio a tantos projetos, Taeyong também integra a formação do SuperM, grupo masculino composto por alguns dos principais artistas da segunda e terceira geração de ídolos masculinos da SM Entertainment. Precisamos admitir que, com esse grande histórico, era apenas uma questão de tempo para que Taeyong fizesse sua estreia nos palcos sozinho e se tornasse o primeiro solista oficial do NCT. O artista acumula parcerias com grandes nomes como Yunho do TVXQ e Baekhyun do EXO, além de músicas não tão conhecidas que compõem suas mixtapes mais intimistas. Para os que gostaram de SHALALA e querem conhecer mais de Lee Taeyong, o Café com Kimchi separou diferentes trabalhos do solista, que esperamos que possam agradar diferentes nichos. Afinal, há muito o que apreciar na carreira do rapper. Confira abaixo: Hitchhiker x Taeyong - Around Em uma das primeiras participações de Taeyong em projetos fora do boygroup, ao lado de Hitchhiker em Around, o rapper entregou uma faixa audaciosa. Oito ou oitenta é uma boa forma de classificar a canção lançada em 2017: alguns amam, outros nem tanto, é preciso ouvir para definir. A música possui um instrumental bem forte de eletrônico graças ao DJ Hitchhiker, conhecido por ter trabalhado com outras celebridades da SM. Long Flight O grande projeto STATION deu a chance de Taeyong mostrar um novas cores em 2019. Long Flight é leve, tranquila e harmoniosa, diferente do rap potente e agressivo que o idol costuma desenvolver em outras canções em grupo. O rap característico de Taeyong está lá, mas moldado de forma que se encaixa perfeitamente com a sonoridade romântica de Long Flight, que mostrou um Taeyong bem "boyfriend". Ao exibir ainda mais versatilidade, o líder do NCT ainda surpreende ao dar espaço para seu vocal. Leia também: NCTzen de primeira viagem? Confira 5 programas para conhecer melhor o NCT Ghost O ano de 2022 foi movimentado para o integrante do NCT. Entre seus diversos trabalhos, Taeyong serviu ainda mais conceito com Ghost. Para os que preferem canções em que ele consegue mostrar suas habilidades de dança, está é a música certa, além de contar com uma estética mais obscura para os fãs de dark concept. Moonlight Aqueles que acompanharam ou compareceram o NEO CITY: THE LINK, turnê do NCT 127, sabem que Moonlight é uma das canções que integraram a setlist. A música é um solo em que Taeyong mostra ao vivo suas habilidades de dança e presença de palco. Fez sucesso durante a breve passagem do grupo no Brasil e com certeza fez também para NCTzens diferentes partes do mundo! BLUE Quer mais vocal do Taeyong? BLUE é a indicação correta. Com um instrumental mais tranquilo e leve, a voz potente do ídolo fica totalmente em evidencia, além de ter um refrão tão impactante que consegue pegar o ouvinte de surpresa. O single pode ser encontrado entre as mixtapes do artista, e por isso não é um trabalho tão conhecido, mas pela qualidade, sem dúvidas, todos merecem ouvi-la. Em BLUE, Taeyong consegue surpreender e inovar ao mostrar um lado que boa parte do seu público não está acostumado a ver. Leia também: Quem é o FIFTY FIFTY, novo girlgroup de K-pop elogiado pela crítica especializada? U-Know feat Taeyong - City Lights Participação em um álbum do TVXQ não é para qualquer um e essa importante tarefa foi confiada a Taeyong em 2018, que entregou o trabalho com maestria. Em City Lights, ele divide linhas com U-Know, e enquanto o líder do duo apresenta um harmonioso vocal, o integrante do NCT é responsável pelo rap potente. A participação é curta, mas não dá para negar que é memorável. Fine Fine foi o último solo lançado até a chegada de SHALALA. Provando mais uma vez que sabe usar a versatilidade ao seu favor, Taeyong entregou uma balada intensa e sensível, que adiciona um toque a mais de emoção graças ao seu vocal e como conduz a canção. Qual é o seu trabalho favorito do Taeyong? Conta para gente em nosso Instagram e Twitter!
- Tudo sobre "THE FELLOWSHIP: BREAK THE WALL", o primeiro show do Ateez no Brasil
Datas, locais e mais informações sobre a turnê que passará por 4 cidades da América Latina (Divulgação) Inaugurando a passagem do grupo pelo país, a turnê latinomericana do Ateez chega ao Brasil no dia 26 de Agosto desse ano. Depois de visitar a América do Sul durante o festival Music Bank que aconteceu em 2022, no Chile o boygroup volta para o continente com turnê própria, intitulada “The Fellowship: Break the Wall”, como anunciaram na última sexta feira, 02, nos perfis oficiais. A tour passará pela Cidade do México, Santiago, Bogotá e em São Paulo. Até o momento, a 30E, produtora responsável pela logística do show, não divulgou os preços dos ingressos ou setores disponíveis, porém, a notícia que deixou os atinys muito felizes foi que o grupo performará no Allianz Park, um dos maiores estádios do país. Vale ressaltar que é a primeira vez do Ateez em um estádio, seguindo o mesmo caminho que outros grandes nomes como Taylor Swift, Twenty One Pilots, Katy Perry, Coldplay e Paul Mccartney. O grupo, juntamente ao BTS, será o único ato de K-pop que já performou no local. Confira também: NCT Dream, ATEEZ e mais: Shows de K-pop no Brasil confirmados para 2023 O boygroup que já tem 5 anos de existência, é o primeiro de sua empresa, a KQ Entertainment, formado por Wooyoung, Jonho, Younho, Hongjoon, San, Yeosang, Mingi e Seonghwa está atualmente se preparando para o próximo comeback, marcado para 16 de junho. O álbum, The World Ep2: Outlaw sucede o The World EP1: Moviment, que esteve no Top 10 da Billboard’s Top Album Sales, alcançando a segunda posição em 2022. O Café já deu a opinião sobre o último álbum, inclusive. Quais são os preços dos ingressos e os setores? Os ingressos serão vendidos pela Eventim, e as vendas online serão abertas às 10h da manhã, no dia 13 de junho, e, as físicas, no dia 14 de junho, também às 10h, na bilheteria do Allianz Parque. O Allianz Parque divulgou recentemente o mapa do show, contendo a separação dos setores e os preços de cada área no estádio, que tem capacidade para cerca de 43 mil pessoas. O evento será dividido em 4 setores, sem contar com duas áreas para PDC: PIT A e PIT B, que funcionam como uma pista premium, Pista normal e cadeira inferior. PIT A e B: R$990,00 (inteira) | R$495,00 (meia entrada) Pista: R$690,00 (inteira) | R$345,00 (meia entrada) Cadeira inferior: R$390,00 (inteira) | R$195,00 (meia entrada) (Divulgação / Eventim) Para compras online, no site da Eventim, os valores terão uma taxa de 20%, além do valor normal do ingresso, que poderá ser parcelado em até 10x com juros, a partir das 10h do dia 13/06. Já na bilheteria, um dia após as vendas online, o ingresso poderá ser comprado sem taxa, e com um parcelamento em até 3x sem juros, de 10h às 17h, a partir do dia 14/06. Cada comprador terá direito a 06 ingressos por CPF, porém, com a limitação de 2 meias. Confira abaixo uma simulação da compra dos ingressos pela Eventim, já com a taxa de 20% aplicada. PIT A ou B: R$1.188,00 (inteira) | R$594,00 (meia entrada) Pista: R$828,00 (inteira) | R$414,00 (meia entrada) Cadeira inferior: R$468,00 (inteira) | R$234,00 (meia entrada) Importante lembrar: a The Fellowship: Break the Wall terá classificação de 16 anos, sendo permitida a entrada de pessoas de 5 a 15 anos somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais - e, para crianças mais novas que isso, não será permitida a entrada. Serviço - ATEEZ – “THE FELLOWSHIP: BREAK THE WALL” Data: 26 de agosto (sábado) Local: Allianz Parque; R. Palestra Itália, 200, Água Branca. São Paulo – SP Abertura das vendas de ingressos: 13 de junho Classificação etária: 16 anos. Adolescentes e crianças, de 5 a 16 anos, apenas acompanhados dos pais ou representantes legais. A entrada não será permitida para menores de 5 anos. Canal de vendas online: Eventim Vendas na bilheteria: Bilheteria do Portão B (apenas no dia 14 de junho): Avenida Francisco Matarazzo, 1705 - Água Branca - SP. Horário de funcionamento: terça a sábado, das 10h às 17h Bilheteria do Portão A (a partir do dia 15 de junho): Rua Palestra Itália, 200 - Perdizes - SP. Horário de funcionamento: terça a sábado, das 10h às 17h.
- 7 músicas para conhecer o WOODZ, solista de K-pop que morou no Brasil e jogou no Corinthians
Cantor tem quase 10 anos de carreira e faixas que vão do R&B ao rock alternativo; confira as músicas mais representativas da sua discografia (Divulgação/ EDAM Entertainment) Quem consome músicas sul-coreanas para além dos grupos de K-pop deve acompanhar também o trabalho de solistas. Nessa esfera, vale destacar um artista cuja trajetória passou até pelos gramados e estádios do Brasil. Estamos falando do WOODZ, conhecido carinhosamente como Luizinho. Desde que iniciou sua carreira solo em 2016, ele tem explorado diferentes gêneros musicais e conquistado fãs do mundo todo. Nesta quarta-feira (22), o solista liberou o MV de Abyss, pré single do seu quinto mini álbum que, até o momento, não possui nome e nem data marcada. É a primeira vez que os fãs ouvem algo novo do cantor desde o seu último EP, Colorful Trauma, que foi lançado em maio de 2022 e flerta com elementos do rock grunge e alternativo. Cho Seung-youn (nome natural) começou sua vida de idol em 2014 no UNIQ, grupo da Yuehua Entertainment composto por outros quatro membros. Assim que iniciou sua carreira solo, ele adotou o nome de Luizy e posteriormente escolheu WOODZ como seu selo artístico. E você sabia que ele já morou aqui no Brasil antes de ingressar no mundo do K-pop? Durante a adolescência, o cantor morou em Santos e em Penápolis (São Paulo) para se dedicar ao sonho de jogar futebol. Ele chegou a jogar no time de base do Corinthians, e foi nessa época que adotou o nome Luizinho, ainda usado pelos fãs de forma carinhosa. Inclusive, o solista está vindo para o Brasil mais uma vez para um show único da turnê "OO-LI", que acontecerá no Terra SP, em 14 de julho. Se você ainda não o conhece, o Café com Kimchi trouxe um pouco mais sobre o seu novo lançamento e mais 6 músicas para conhecer a carreira do solista. Confira abaixo! Leia também: Três nunca é demais: 10 grupos de K-pop no formato de trio que você precisa conhecer ABYSS O videoclipe de Abyss, o mais recente lançamento do WOODZ, é intimista e parece falar sobre a relação entre fã e artista. A música começa de maneira sutil, com um instrumental mais lento e que acompanha os vocais do idol. Ao caminhar para o refrão a música fica mais agitada e ganha acordes de guitarra um pouco parecidos com as faixas de seu último EP. O cantor compôs e escreveu a letra que conta uma história pessoal, sobre como ele realmente se sente em relação ao público. Nela, WOODZ afirma que não espera que o público o conheça por completo. Conheça o WOODZ através de sua discografia versátil Different (2018) Different é a primeira faixa oficial de Luizinho como solista e apresenta um estilo mais voltado para o R&B — estilo que ele explora por bastante tempo no início de sua carreira. A melancolia da faixa se traduz na letra, que fala sobre um término e o desafio de reconhecer as diferenças e os caminhos tomados por cada parte em um relacionamento. O clipe brinca com transições criativas entre as imagens, luzes e cores fortes. Love me harder (2020) Faixa principal do álbum EQUAL lançado em 2020, Love Me Harder alcançou o 7° lugar nos charts da Genie (plataforma sul-coreana de música) e expandiu o trabalho do cantor para um público maior. Se você curte o estilo pop, deve gostar da música que tem um refrão chiclete muitos acordes de baixo e guitarra — algo que, até hoje, se faz presente em lançamentos do cantor. Accident (2020) Se você é fã de vocais marcantes e não faz distinção entre titles e b-sides, Accident é a canção para você. A faixa é uma b-side do álbum EQUAL e possui um instrumental simples, mas que ajuda a destacar a voz de WOODZ. A música fala sobre medo e indecisão no contexto de um relacionamento. Leia também: Após sucesso de Poppy, STAYC retorna com "Teddy Bear" e dose extra de fofura FEEL LIKE (2021) Em 2021, WOODZ lançou um single álbum com 3 faixas e impressionou o público pela mudança de estilo musical — agora, mais agressivo e intenso. FEEL LIKE ganhou um MV performático, mostrando as habilidades do cantor também como dançarino. Além disso, destacam-se os efeitos animados de transição, mudança de cenários e figurinos. Tudo o que um clipe de música de K-pop merece! WAITING (2021) O lançamento de seu terceiro mini álbum Only Lovers Letf trouxe a faixa principal WAITING com um MV intenso cuja história se encaixa com a temática do álbum. A música permanece no pop, mas com claras influências de rock, gênero que abre espaço para a mudança visual do artista nos seus trabalhos futuros. I Hate You (2022) Também tem música para quem curte um rock raiz: Em Colorful Trauma a faixa principal I Hate You mergulha com vontade no grunge rock ao estilo dos anos 90 e 2000. O MV possui uma estética mais agressiva e nostálgica, e a música fala sobre uma relação tóxica com a qual WOODZ acha que não irá conseguir viver sem. Qual dessas faixas é a sua favorita? Conta para o Café com Kimchi nas redes sociais o que você achou!
- FIFTY FIFTY está na trilha sonora de "Barbie"! Veja outras músicas de K-pop que estão em filmes
O grupo feminino não foi o único que ultrapassou fronteiras e pousou em Hollywood; confira mais exemplos! O grupo FIFTY FIFTY tem quebrado recordes nos últimos tempos, e as cantoras chegaram em Hollywood, diretamente para um dos filmes mais aguardados do ano: Barbie. O FIFTY FIFTY fez sua grande estreia em novembro de 2022, mas só teve seu primeiro grande hit este ano com a música Cupid, que viralizou no TikTok e se tornou um grande sucesso na web. E com isso, foi uma grande surpresa que um grupo sul-coreano tenha ganhado espaço na trilha sonora de Barbie, especialmente um grupo tão recente no cenário musical. A participação do FIFTY FIFTY no longa será com a música Barbie Dreams, uma parceria com a rapper norte-americana Kali, e o álbum será lançado mundialmente com o filme no dia 21 de julho. Agora, o quarteto entra para a lista de cantores do K-pop que já tiveram músicas tocadas em filmes. Estes músicos contribuíram para as trilhas com participações bem interessantes, fosse com canções originais ou alguma adaptação de uma faixa já lançada. O Café com Kimchi, separou algumas das músicas do K-pop que se encaixam no tema, para você conhecer ou relembrar. Confira logo abaixo! Músicas do K-pop que já apareceram em trilhas sonoras do cinema: BLACKPINK em "Liga da Justiça" (2017) Mesmo que você tenha assistido a esse filme de 2017, talvez não se lembre que essa cena realmente aconteceu. Nela, o Bruce Wayne (Batman), interpretado por Ben Affleck, está no esconderijo do Barry Allen (Flash), feito por Ezra Miller, para debater uma missão da Liga da Justiça. Quando Barry apaga as luzes de seu escritório, é possível ver as imagens que estão passando nos monitores, e o clipe de As If It's Your Last do BLACKPINK está sendo transmitido. Claramente Barry é um blink de carteirinha! O filme está disponível no catálogo da HBO MAX. BLACKPINK em "Par Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você" (2020) Uma cena clássica deum filme que muitos amam! No segundo longa da franquia Para Todos os Garotos que Já Amei, a Lara Jean (Lana Condor) está se arrumando para dar apoio ao seu agora namorado, Peter Kavinsky (Noah Centineo), antes de um jogo importante. Então, como se estivesse se preparando para a guerra - já que todos sabem que não é da personalidade da Lara Jean acompanhar esportes -, a música escolhida foi Kill This Love do BLACKPINK. Para ver ou rever a produção, basta acessar o catálogo da Netflix. 2NE1 em "Dançarina Imperfeita" (2020) Uma das músicas mais famosas da história do K-pop também não ficaria de fora da lista. I Am The Best, do 2NE1, apareceu no filme Dançarina Imperfeita durante uma competição de dança. O personagem Julliard Pembroke (Keiynan Lonsdale) é o líder do grupo de dança fictício Thunderbirds, e é uma pessoa muito confiante e até soberbo, certo de que ele é o melhor dançarino da escola. A música combina bastante com sua figura, já que o refrão é praticamente o lema dele! O filme está disponível na Netflix. V e Jimin do BTS em "Eternos" (2021) No terceiro filme da 4° fase da Marvel, houve uma menção ao BTS em um dos filmes de super-heróis. Em Eternos, o personagem Kingo, interpretado por Kumail Nanjiani, se mistura entre os habitantes da Terra como um astro de Bollywood; e em uma cena específica, ele é convocado a se reunir com os seus "amigos da faculdade", também conhecidos como os outros Eternos. Contudo, o personagem responde dizendo que o BTS estaria no set de filmagens de seu próximo longa. Também foi divulgado em outra ocasião, pela Marvel, que o BTS existe no universo compartilhado de filmes; será que eles aparecerão em algum momento? Mais sobre o BTS - Park Jimin: Entenda por que o membro do BTS é considerado o "It Boy" da Coreia aespa em "Tetris" (2023) Essa é a primeira aparição do aespa em uma trilha sonora de filme. A música Hold On Tight foi lançada no final de março e produzida em cima da trilha sonora original de Tetris, game que serviu de base para a produção da Apple TV+. O longa fala sobre a vida do empresário Henk Rogers, interpretado por Taron Egerton, um alemão que tentou popularizar o jogo russo para um público mundial. O filme se passa na Rússia, durante a Guerra Fria, quando o Henk arrisca tudo e enfrenta a KGB a favor da invenção que revolucionou o mundo dos jogos eletrônicos. Jimin do BTS em "Fast and Furious X" (2023) Em maio, foi lançada a mais nova música de K-pop presente em trilhas sonoras. O recente filme da franquia Velozes e Furiosos teve a participação do Jimin entre as canções com Angel Pt.1, uma colaboração com os artistas estadunidenses NLE Choppa, JVKE, Kodak Black e Muni Long. O rapper NLE Choppa disse em entrevista ao site PopSugar que trabalhar com o Jimin era algo que ele rezou para que acontecesse. O astro da franquia de corridas, Vin Diesel, levou uma caixinha de som para o tapete vermelho da estreia do filme, e quando foi perguntado qual seria a música tema do seu personagem no lançamento, ele tocou Angel Pt.1 na resposta. É importante lembrar que o Jimin já disse diversas vezes o quanto é fã da saga, e que já tinha assistido a todos os filmes várias vezes! E aí, qual é o seu filme favorito da lista? Conhece mais algum que não trouxemos? Conte pro Café lá nas nossas redes sociais.
- [Crítica] No mundo real, o aespa está de volta com "MY World", um excelente mini álbum
Girlgroup da SM Entertainment fez seu retorno após 10 meses de hiatus; confira nossa crítica faixa por faixa (Reprodução / SM Entertainment) Nesta segunda-feira (08/05), o aespa lançou seu terceiro mini álbum, MY WORLD. O EP vem após dez meses de hiatus, quando o grupo se manteve ocupado com outras atividades, como shows e festivais, mas agora, elas estão de volta! A faixa-título, Spicy, assim como outras da tracklist, foram reveladas ao público alguns meses atrás durante os concertos da turnê SYNK: HYPER LINE, ocorrida no início de 2023. Os MYs, fãs do aespa, esperavam um full álbum, mas o terceiro EP veio. Felizmente, esse trabalho mantém a qualidade que o grupo mostra nas title tracks e a estética que o público tanto associa com Karina, Giselle, Winter, e Ningning. O último lançamento do grupo, Girls, teve uma recepção morna. Dessa vez, o grupo voltou ainda melhor. Confira o que o Café com Kimchi achou de Spicy, MY WORLD, e das outras faixas logo após a publicidade. Um pequeno adeus a Kwangya (Reprodução / SM Entertainment) Numa direção diferente do que estamos acostumados a ver, o aespa, dessa vez, não fala sobre Flat, P.O.S, Kosmos, SYNK… O grupo está no mundo real. A faixa que abre o mini álbum, Welcome To MY World (feat. nævis), foi usada como pré-lançamento e funciona também como um prelúdio do que está por vir. A capitalização em “my” é proposital, indicando que elas estão vindo para o mundo dos fãs. Sem referências ao lore, Welcome to MY World abre o álbum muito bem, trazendo uma sensação parecida com assistir a um filme coming of age, sentimento auxiliado pelo music video. Leia também: ‘SAVAGE’: a originalidade de AESPA em forma de álbum Em seguida, temos Spicy, a faixa título do EP. Se a entrada foi calma, o prato principal é mais… picante. O instrumental lembra as title tracks passadas do aespa, com batidas mais fortes e evocando um pop mais pesado. As integrantes brilham no MV super colorido e com várias referências ao K-pop dos anos 2000. O refrão é super grudento e divertido de cantar, trazendo uma tagline que vai ficar na cabeça dos ouvintes, principalmente por causa do challenge no TikTok. (Reprodução / SM Entertainment) O aespa está utilizando de duas estratégias promocionais interessantes: a criação de uma conta no Pinterest para postar imagens exclusivas e o lançamento de track videos curtos para as b-sides do álbum. Essas ações criam uma proximidade maior do grupo para com os fãs, além de trazer a oportunidade de lançamentos exclusivos e o aumento de ansiedade para o lançamento oficial do álbum. A conta aespicyclub toma inspiração do próprio fandom, que introduziu o conceito de aespacore — imagens que lembram a estética do grupo que têm uma qualidade menor e não são super produzidas —, em forma de publicidade. Após a apresentação nos shows do início do ano, as b-sides foram muito aguardadas pelos fãs, e Salty & Sweet acabou virando a favorita. Ela incorpora os mesmos elementos de Spicy, como a mesma temática na letra, e o mesmo conceito girl crush. Mesmo com sua grandiosidade, ela não ultrapassa Thirsty, a estrela do EP. Thirsty é a segunda edição de Lucid Dream, faixa do primeiro EP, uma canção de paixonite que traz os mesmos sentimentos. Num ritmo quase sensual, o aespa te leva para uma viagem de apenas três minutos, mas que parece durar muito mais e não cansa. O track video desta também é interessante, mostrando as integrantes em situações de sitcom e fazendo referência à série Friends. I'm Unhappy é o segundo destaque do álbum. Ela demonstra as qualidades vocais de cada membro de uma forma super interessante, com um refrão excelente e versos ainda melhores. 'Til We Meet Again é o encerramento clássico, uma balada mid tempo um pouco morna, mas que serve como um “até logo” para o mundo real. Talvez ela sirva como um indicativo de que o aespa voltará para seu lore no próximo comeback, uma promessa de que veremos aquele vocabulário em muito breve. MY World é um trabalho excelente. Spicy e 'Til We Meet Again podem demorar um pouco a se entrelaçarem com o restante da tracklist, mas olhando o álbum como um todo, o saldo é mais que positivo. O EP é perfeito para os ouvintes que querem uma introdução ao aespa ou para aqueles que preferem um conceito menos chamativo. E aí, o que você achou do álbum? Conte para o Café com Kimchi nas redes sociais! Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café! Ouça MY WORLD, terceiro mini álbum do aespa, abaixo:
- 6 K-dramas políticos para quem gostou de "Queenmaker" da Netflix
Com enredos que abordam competição, relações de interesse e corrupção, as séries coreanas da lista mostram mais do mundo da política Além dos romances clássicos e das histórias cheias de fantasia, os K-dramas que abordam política nos enredos também fazem muito sucesso com o público. Queenmaker, lançado pela Netflix em abril deste ano, chamou a atenção de quem gosta das produções do gênero, ao apresentar protagonismo feminino, muita tensão e conflitos com figuras envolvidas em assuntos do governo. Em Queenmaker, Hwang Do Hee (feita pela atriz Kim Hee-ae) é uma respeitada consultora de relações-públicas que trabalha na campanha política de Oh Seung Sook (Moon So-ri), uma advogada de direitos trabalhistas, que pretende vencer a disputa para se tornar prefeita de Seul. E caso você já tenha conferido o dorama, o Café com Kimchi pode te ajudar a conhecer outros títulos tão bons quanto em estilo parecido! Confira a lista logo abaixo: Leia também - "Eu sou rica!": Conheça 6 doramas com ricos e a alta sociedade coreana no enredo Designated Survivor: 60 Days (2019) Após um atentado trágico no parlamento da Coreia do Sul que ocasionou a morte do presidente, o ministro da pasta de Meia Ambiente, Park Mu-jin (Jin Jin-Hee) precisa governar o país em meio ao caos, além de tentar restabelecer a ordem como o único do gabinete que sobrou na linha de sucessão. O ministro, que não tem muita ambição na política, tem apenas 60 dias para manter as coisas em ordem até o início das eleições gerais. Enquanto isso, o líder da oposição cria armadilhas na tentativa de movimentar um impeachment, e a imprensa espera pela oportunidade de qualquer erro que possa derrotar Mu-jin. O drama Designated Survivor: 60 Days, da emissora tvN, possui 16 episódios e está disponível na Netflix. Chief of Staff (2019) Na produção da JTBC, o premiado ator Lee Jung-jae, de Round 6, interpreta Jang Tae-joon, um homem ambicioso que trabalha na Assembleia Nacional e que possui influência sobre os companheiros ao seu redor; algo que colabora para suas tentativas de chegar ao topo e enfrentar a corrupção. Para isso, o protagonista nem sempre joga limpo no ambiente político. Chief of Staff mergulha em conflitos governamentais, jogos de estratégia, corrupção e as relações de interesse de Tae-joon com os demais personagens. A história possui 10 episódios e está no catálogo da Netflix, e vale dizer que a atriz Shin Min-A, protagonista drama Hometown Cha-cha-cha, está na série. Quer saber as próximas novidades dos K-dramas? Confira o que vai estrear nas plataformas de streaming em junho de 2023 Assembly (2015) Na história de Assembly, quando o personagem Jin Sang-pil (Jung Jae-young) e seus colegas de trabalho são demitidos, ele assume a frente do sindicato para defendê-los e tentar recuperar seus respectivos empregos. Mas o bom desempenho na luta trabalhista faz com que ele acabe ganhando um posto na Assembleia Nacional, e passe a enfrentar desafios que não esperava. Com pouco experiência, Sang-pil conta com a ajuda de Choi In-kyung (Song Yun-ah), uma assessora inteligente que o orienta e ensina táticas para trazer mudanças significativas dentro do governo. Disponível para stream no Viki, Kocowa e Apple TV, Assembly possui 20 episódios no total. O Bonde (2022) Com dilemas morais e intrigas, o drama da Netflix O Bonde, lançado em 2022, acompanha a trama de Kim Hye-joo (Kim Hyun-joo), a esposa de um membro da Assembleia Nacional coreana que se envolve em um incidente gravíssimo para sua reputação, e que coloca a família sob os holofotes da mídia. Quando a polêmica revela um segredo do passado que influencia o casal, isso afeta totalmente a carreira do esposo de Hye-joon, que é um deputado promissor no governo do país. A relação de ambos fica fragilizada, e suas vidas privadas são expostas; o que leva os dois a lidarem com as consequências juntos. O Bonde tem 16 capítulos no total. Leia também sobre este outro drama - O que você precisa saber sobre "O Advogado de Divórcio", Netflix The K2 (2016) Na produção The K2, Kim Je-ha (Ji Chang Wook) é um soldado fugitivo que guarda um segredo de algo aconteceu durante sua estadia no Iraque. Ao retornar para a Coreia do Sul, ele é contratado para trabalhar como guarda-costas da família de um candidato à presidência. Durante o novo trabalho, Je-ha se envolve com os problemas dos familiares que acabou de conhecer, que incluem traição, traumas, manipulação da mídia e várias intrigas. A produção da tvN possui 16 episódios, e você pode maratonar hoje na Netflix. Mr. Sunshine (2018) Também é possível aproveitar um bom dorama de época e ainda assim viciar num enredo político. Na trama de Mr. Sunshine, Eugene Choi (Lee Byung-hun) é um escravo refugiado da Coreia no período Joseon, que se torna um militar em missão diplomática nos Estados Unidos. Ao voltar para o país de origem, se depara com um cenário político caótico e uma guerra iminente. Nisso, Eugene conhece Go Ae-shin (Kim Tae-ri), uma nobre revolucionária que luta pela Coreia em segredo, indo contra os papéis impostos pela sociedade para as mulheres. Você pode maratonar os 24 episódios na Netflix, e Mr. Sunshine entra para a lista de dramas que envolvem fatos reais da história da Coreia do Sul. Gostou das dicas? Não se esqueça de conferir os demais conteúdos do Café com Kimchi, e nos seguir nas redes sociais!
- Asia Star Festival: Preço dos ingressos, artistas da line-up e mais; Saiba tudo sobre o evento
A produtora Highway Star está realizando a primeira edição do evento, que conta com cantores da Coreia do Sul, Japão, Tailândia e China (Divulgação/Highway Star) É real: o K-pop está marcando presença no Brasil em 2023 — alguns retornando, tal qual Super Junior, e outros pela primeira vez, como NCT 127 e ONEUS. Mas, além dos sul-coreanos, a música asiática vai ganhar mais destaque ainda por aqui, graças ao Asia Star Festival, evento marcado para acontecer em 7 de julho deste ano. Produzido pela Highway Star, que já trouxe ao Brasil alguns grupos de K-pop como BTS, MONSTA X e PENTAGON, o festival terá sua primeira edição no Espaço Unimed, em São Paulo. Dessa vez, ao contrário de uma programação estritamente focada em música coreana, o Asia Star Festival terá artistas da China, Tailândia, Japão e, também, Coreia do Sul. Ao total, seis artistas vão se apresentar em um único dia no festival, cuja duração conta com mais de cinco horas de música. Quanto aos gêneros, podemos esperar uma seleção eclética que vai do pop ao rock. A line-up completa já está quase entre nós e, para te ajudar a se situar, o Café Com Kimchi preparou um guia com as informações que você precisa saber sobre o evento da Highway Star. Quem são os artistas da line-up? Jeff Satur (Divulgação/Warner Music Thailand) Jeff Satur foi o primeiro confirmado na line-up do festival. O ator e cantor tailandês ganhou atenção do público brasileiro por interpretar o personagem Kim Theerapanyakul no famosíssimo BL KinnPorsche. Como cantor, além de ser o dono da OST do próprio drama Boys Love citado anteriormente, também mostra seu talento vocal nos singles Fade, Stranger e Hide, todos disponíveis em sua conta oficial no Spotify. BOY STORY (Divulgação/JYPE China) Os jovens rapazes do BOY STORY também vão se apresentar no festival. O sexteto chinês, gerenciado pela JYPE China e a imponente Tencent Music Entertainment, chegou à indústria quando os membros eram crianças, em 2017, através do Real! Project. O debut veio em 2018 e, desde então, o grupo lançou o primeiro álbum intitulado WE e singles como Oh My Gosh, Handz Up e Too Busy — este último com a participação especial de Jackson Wang, que também virá ao Brasil este ano. 2Z (Divulgação/GOGO2020) Uma das primeiras atrações sul-coreanas anunciadas, a banda 2Z estará no Asia Star Festival. O grupo esteve no Brasil em 2022, para a turnê A Crash Landing, e agora retorna para a primeira edição do evento da Highway Star. O quinteto debutou em 2020 e, no ano seguinte, lançou o primeiro álbum completo, intitulado ACT1, com alguns hinos de pop-rock como Doctor e 1822. TRI.BE (Divulgação/TR Entertainment) O primeiro girlgroup anunciado no festival é o TRI.BE. Idols de K-pop desde 2021, estrearam com o single álbum Da Loca. O septeto é formado pelas integrantes Songsun, Kelly, Jinha, Hyunbin, Jia, Soeun e Mire, cuja curta discografia conta com o álbum VENI VIDI VICI e singles como KISS e RUB-A-DUM, além de Memu Aagamu, faixa com quem dividem com o cantor indiano Armaan Malik. CLASS:y (Divulgação/M25) O grupo feminino CLASS:y está na line-up. A carreira delas iniciou-se no programa My Teenage Girl, da emissora MBC, e o debut aconteceu em maio de 2022. O septeto é gerenciado pela M25 na Coreia do Sul e Universal Music Japan no Japão — como muitos grupos atuais, suas promoções são focadas em ambos os países. As jovens cantoras são donas de músicas como Tick Tick Boom, SUPER COOL e DIVIN' INTO YOU. MIYAVI (Divulgação/Universal Music LLC) Vai ter rock, bebê! O cantor, ator e guitarrista japonês MIYAVI fecha a line-up do Asia Star Festival, tendo sido o último anunciado e, agora, um dos mais aguardados. Ex-integrante da banda Dué le Quartz, o solista ganhou notoriedade no rock com singles como Pop Is Dead, Senor, Senora, Senorita e Selfish Love. Seus trabalhos mais recentes incluem os álbuns MIYAVIVERSE, Imaginary e Holy Nights. Ingressos e preços do Asia Star Festival Para a felicidade dos fãs, haverá a possibilidade de comprar ingressos meia-entrada social, categoria explicada nos parágrafos abaixo. A pré-venda começa em 8 de fevereiro, na quarta-feira, para clientes do Clube Fidelidade Galaxie, da Highway Star, às 15h. Já a venda para o público geral terá início em 10 de fevereiro, sexta-feira, às 19h. Agora, vamos ao que interessa: os preços, setores e mapa do festival! Pista Premium: R$420 (meia-entrada) | R$440 (social) | R$840 (inteira) Pista: R$230 (meia-entrada) | R$250 (social) | R$460 (inteira) Mezanino: R$490 (meia-entrada) | R$510 (social) | R$980 (inteira) Camarote (A ou B): R$495 (meia-entrada) | R$515 (social) | R$990 (inteira) (Divulgação/Highway Star) Quem tem direito a meia-entrada? O Asia Star Festival terá o benefício das entradas sociais, em que os ingressos poderão ser comprados na modalidade de meia-entrada, desde que 1kg de ração para cachorro e gato seja entregue na portaria do evento — desde que o pacote esteja lacrado e com validade em dia. É como se o alimento complementasse o valor da entrada. No entanto, sabemos que a quantidade de cada setor é limitada. Por isso, há outras formas de garantir um ingresso mais barato. Como na maioria dos shows no Brasil, terão direito a meia-entrada os estudantes do território nacional — em quaisquer níveis de ensino, do fundamental ao técnico profissionalizante —, e pessoas com deficiência e seu acompanhante. Também poderão desfrutar do benefício as pessoas de 15 a 29 anos de baixa renda inscritos no CadÚnico com renda mensal de até dois salários mínimos e idosos com ou acima de 60 anos. Por fim, diretores, professores, coordenadores e supervisores em escolas estaduais ou municipais também pagam meia, assim como pessoas aposentadas. Além dos benefícios por lei, os membros do Clube de Vantagens Galaxie, poderão comprar ingressos pela metade do preço. Serviço: Asia Star Festival Data: 7 de julho de 2023 (sexta-feira) Local: Espaço Unimed (R. Tagipuru, 795 — Barra Funda, São Paulo) Horário: A partir das 16h | Abertura dos portões: 14h Classificação etária: Acima de 16 anos. Menores, entre 12 e 15 anos, somente acompanhados pelos pais ou responsável legal Vendas Online: Eventim
- Conheça o P1Harmony, boygroup de K-pop que fará shows no Brasil em julho
Em sua primeira turnê na América Latina, o sexteto irá visitar dois estados brasileiros; veja ingressos e locais (Divulgação / FNC Entertainment) A essa altura, se você é fã de K-pop, deve ter percebido que vários grupos do gênero decidiram visitar o Brasil em um curto período de tempo. Com isso, shows de artistas como NCT 127, Super Junior, DPR e muito outros aumentaram as expectativas dos fãs de poder ver seu grupo favorito em solo brasileiro; e agora, chegou a vez do boygroup P1Harmony vir ao país! O conjunto da FNC Entertainment é formado pelos garotos Keeho, Theo, Jiung, Intak, Soul e Jongseob. Com debut realizado em 2020, o grupo já possui uma longa discografia, e em breve entrará em sua segunda turnê internacional. Além disso, por serem um grupo da quarta geração do K-pop, a maioria dos integrantes se destacam nas redes sociais divulgando seu cotidiano e conquistando muitos fãs ao redor do mundo, com intimismo e carisma. Quem é o P1Harmony? Composto por integrantes bem jovens, nascidos entre 2001 e 2005, o P1Harmony tem demonstrado muito talento com pouco tempo de carreira. Antes de serem lançados como um sexteto, o filme P1H: A New World Begins introduziu uma história onde os membros tinham poderes valiosos para salvar o mundo. Nisso, o curta-metragem ajudou a criar a identidade do boygroup e levantar teorias e universos na internet, o que é algo comum e incentivado nos fandoms de K-pop. Se você gosta de músicas marcantes, estilo bad boy e coreografias intensas, então talvez goste de conhecer as produções do P1Harmony. O EP de estreia do grupo, Disharmony: Stand Out, trouxe a faixa-título SIREN com um MV agitado e apresentou um conceito cheio de atitude, que se repete como característica do grupo em outros lançamentos. E em 2021, o grupo retornou com a continuação Disharmony: Break Out; mesmo ano em que o sexteto recebeu indicações em premiações como o Seoul Music Awards, o MAMA e o Asian Artist Awards. Em 2022, o mini álbum Disharmony: Find Out finalizou a trilogia Disharmony do grupo, e teve como canção promocional a title Do It Like This, uma música que empodera e convida a demonstrar seu verdadeiro poder, com um ritmo chiclete e muita influência do hip hop. Leia também - Dez meses após "Girls", aespa anuncia novo álbum; veja o que o grupo fez durante o hiatus Com o início da era Harmony, os álbuns Harmony: Zero In e Harmony: Set In foram divulgados no ano passado também, mesma época em que o P1Harmony anunciou sua primeira turnê mundial com menos de dois anos de carreira. O MV mais recente do grupo é Back Down, faixada lançada em novembro de 2022. A música reafirma o estilo forte e energético do grupo, se destacando pelo rap característico, e deixa suas produções ainda mais completas. Ingressos, locais e datas do show do P1Harmony no Brasil Com a turnê P1ustage H: P1ONEER, o grupo irá se apresentar no Canadá e na América Latina, e para a alegria dos P1eces - como são nomeados os fãs do grupo -, a passagem pelo Brasil está confirmada com duas datas. Organizada pela produtora Studio PAV, o boygroup também irá se apresentar em países como Equador, Colômbia e Chile. Em São Paulo, a apresentação do P1Harmony será no dia 21 de julho na Tokio Marine Hall, local com capacidade para cerca de 4 mil pessoas. Já em Porto Alegre, o show será no 23 de julho, na Pepsi on Stage, local com capacidade para pouco mais de 5 mil pessoas. Ambos os espaços são divididos em quatro áreas, que vão da mais perto à mais distante do palco. Para o estado de São Paulo, as vendas serão realizadas pelo site da Eventim, e para Porto Alegre, será pela Sympla. Ambas ocorrerão a partir do dia 12 de maio às 14h, e com preços que variam entre R$145 e R$510, além dos pacotes de benefícios. Confira os valores: T1: R$490 (inteira) | R$245,00 (meia entrada) T2: R$440 (inteira) | R$220 (meia entrada) T3: R$390 (inteira) | R$ 195 (meia entrada) T4: R$340 (inteira) | R$170 (meia entrada) T5: R$290 (inteira) | R$ 145 (meia entrada) Camarote: R$410 (inteira) | R$205 (meia entrada) PCD: R$ 230 Pacote de benefícios do P1Harmony no Brasil: VVIP: R$510 - Pôster com assinaturas impressas; photocard com assinatura aleatória; sound heck; foto em grupo; sessão de despedida. VIP: R$380 - Pôster; photocard aleatório; foto em grupo; sessão de despedida. Estes pacotes poderão ser adquiridos através do site kpoptickets.com. Vale ressaltar que os ingressos do tipo T1, T2, T3, T4, T5, CAMAROTE ou PCD são necessários para acessar os pacotes VVIP e VIP no dia do evento, vendidos separadamente. Os preços não incluem impostos e taxas aplicadas no momento da compra. Serviço: P1Harmony no Brasil Data: 21 (sexta-feira) e 23 de julho (domingo) de 2023 Local: Tokio Marine Hall (São Paulo) | Pepsi on Stage (Porto Alegre) Vendas Online: Eventim (São Paulo) | Sympla (Porto Alegre)






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