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  • Conheça outros 6 K-dramas com monstros e criaturas sobrenaturais além de "My Demon"

    Curte tramas com suspense e seres de outro mundo? O Café preparou uma lista exclusiva para você conhecer dramas nessa temática (Reprodução/Netflix) Lança ainda essa semana, no dia 24 de Novembro, um dos K-dramas mais aguardados do mês: My Demon. Traduzido para o Brasil como “Meu Demônio Favorito” pela Netflix, o drama traz os atores Song Kang e Kim Yoo Jung nos papeis principais como Jung Koo Won e Do Do Hee. Em My Demon, Kim Yoo Jung, atriz de Love in the Moonlight (2016) e Clean with Passion for Now (2018), interpreta Do Do Hee, sucessora do grupo “Future”. Sendo uma pessoa de personalidade forte e que não acredita no amor, Do Do Hee acaba fazendo um contrato de casamento com Jung Koo Won, interpretado por Song Kang, ator de Nevertheless (2021) e Sweet Home (2020). O que a garota não esperava era que ele seria um demônio e, ao fechar esse acordo, pegou todo o poder da criatura. Assim, para não perder seus poderes e não morrer, Jung Koo Won precisa continuar com Do Do Hee e a proteger a todo custo. A produção vem deixando os fãs com muita expectativa principalmente pelo elenco que, além dos protagonistas, conta também com Lee Sang Yi, ator de muitos K-dramas como Bloodhounds (2023), Crash Course in Romance (2022) e Hometown Cha-Cha-Cha (2021), e Kim Hae Sook, de Strong Girl Nam Soon (2023) e Inspector Koo (2021). Leia também: O passado vem cobrar! Além de "Nosso Destino", conheça outros 6 K-dramas com enredos de maldição My Demon promete ser uma das produções com terror, suspense, romance e fantasia com mais audiência da Netflix em 2023. Se interessa por dramas com essa temática? Então, confira a seguir uma lista com seis indicações que o Café preparou para você. Caçadores de Demônios (Reprodução/ Netflix) Se você curte uma trama com mais ação, Caçadores de Demônios é a indicação para você. Recheado de cenas de luta, o drama traz a história de um grupo de caçadores de demônios, que vivem disfarçados de trabalhadores em um restaurante de rámen. Cada integrante, para virar um caçador, passou por uma situação de quase morte e a principal condição para continuar vivendo é conseguir livrar o mundo de almas demoníacas, que possuem o corpo de indivíduos que, por algum motivo, tem tendências para fazer o mal. O K-drama conta como protagonistas: Cho Byeong Kyu, de Hot Stove League (2019); a atriz e cantora ex-IOI, Kim Se Jeong, que também protagonizou o drama Business Proposal em 2022; e os veteranos, Yoo Joon Sang, de Alchemy of Souls (2022), Yeom Hye Ran, de The Glory (2023) e Ahn Suk Hwan, de Love in Contract (2022). Caçadores de Demônios tem duas temporadas, e ambas estão disponíveis pela Netflix. Revenant (Divulgação/ Disney+) Falando em elenco de peso, em Revenant temos a atriz de 2521 e The Handmaiden, Kim Tae Ri como a personagem principal, Ku San Young, uma promotora pública que é possuída por um demônio quando é mais nova, e carrega o acontecimento até os dias atuais. Sua vida muda quando San Yeong se vê envolvida em uma série de assassinatos e quando conhece Yeom Hae Sang (interpretado por Oh Jung Se, ator de Tudo Bem Não Ser Normal), um exorcista e professor que consegue ver espíritos. Os dois se juntam para investigar os casos sobrenaturais juntamente à unidade de investigação de crimes violentos comandada por Le Hong Sae (Hong Kyung, ator de Weak Class Hero 1). Revenant é um dos mais assistidos thrillers psicológicos de 2023, e promete deixar o telespectador vidrado na tela, sem conseguir fazer mais nada além de acompanhar o desenrolar da história. Duty After School (Divulgação/ Viki) Adaptado de um webtoon de 2012 com mesmo nome, Duty After School é uma mistura perfeita de drama do ensino médio com a presença de alienígenas. O K-drama mostra a realidade de um mundo em que alienígenas invadem o planeta terra, e todos precisam passar por um treinamento militar - incluindo os adolescentes estudantes. O elenco jovem possui muitos atores novos, que entregam atuações ótimas e eletrizantes, enquanto Shin Hyun Soo, ator de Eulachacha Waikiki (2018), faz o papel do Líder do pelotão. O cenário apocalíptico da série em meio aos bairros de Seul trazem uma novidade para os fãs do gênero, e, apesar do final não ter alegrado muitos os telespectadores, o drama possui uma trama bem original e efeitos visuais muito bem produzidos. Dever Após a Escola foi dividido em duas partes, e ambas você pode conferir pelo Viki. Leia também: Além de All of Us Are Dead: conheça 4 produções coreanas apocalípticas A Noiva de Habaek (Divulgação/ Netflix) Mudando um pouco o clima e adicionando romance e comédia na fantasia e suspense, temos A Noiva de Habaek. O drama lançado em 2017 chamou muita atenção em seu lançamento com a promessa de ser um “sucessor” de um dos maiores líderes de audiência da Coreia do Sul e do mundo, Goblin, lançado em 2016. Contando com um elenco de peso, A Noiva de Habaek traz a história de Ha Baek, o Deus da Água, que vai até o mundo dos humanos para conhecer a pessoa que seria sua serva, segundo um grande legado familiar que passou de geração à geração: Yoon So Ah, uma psiquiatra que não acredita em deuses e muito menos em Ha Baek. O elenco é uma atração a parte: o drama traz como os protagonistas Nam Joo Hyuk como Ha Baek e Shin Sae Kyeong como Yoon So Ah. Ambos atores são bem conhecidos na dramalandia, e já protagonizaram outros K-dramas como Run On (2022) e Arthdal Chronicles: The Sword of Aramun, no caso da atriz. Já Nam Joo Hyuk pode ser visto em 2521 (2022), Start-up (2020) e em seu mais novo trabalho, Vigilante (2023). Ainda, A Noiva de Habaek também traz a cantora e atriz Krystal e Im Joo Hwan, de Uncontrollably Fond (2016). Um K-drama emocionante e super divertido para quem gosta de tramas que tenham um pouco de tudo: romance, comédia, enemies to lovers, amores proibidos, e muita aventura! O drama você confere também na Netflix. Lovers of the Red Sky (Divulgação/Viki) Agora, se você for do time dos K-dramas históricos, também poderá curtir Lovers of the Red Sky. O drama se passa no período de Joseon, e conta a história de Hong Chun Gi, a única pintora mulher daquele tempo, que um dia magicamente tem sua visão restaurada, depois de passar a vida inteira sendo cega, desde o nascimento. Ao mesmo tempo, temos também Ha Ram, um astrólogo renomado, um dos braços direitos do Rei, que, apesar de conseguir ler as estrelas, perde a visão após um acidente. A história de Lovers of the Red Sky se inicia quando o caminho dos dois se cruzam. Ao longo do tempo, o telespectador entende que, mais do que um romance histórico, a trama está envolvida em misticismo, seres fantasiosos, lendas e demônios, que trazem pras telas muita ação, suspense e, porque não, romance. O drama foi adaptado de uma novel de mesmo nome, e, além de trazer figurinhas repetidas como Kim Yoo Jung (que também protagoniza My Demon), no papel de Chung Gi, e Ahn Hyo Seop (A Business Proposal), como Ha Ram, ele também possui em sua trilha sonora músicas interpretadas por Baekhyun, do EXO, Solar, do Mamamoo, entre outros. Leia também: Lovers of The Red Sky: OST tem Baekhyun do EXO, Ailee e Solar do Mamamoo Sweet Home (Divulgação/Netflix) Para encerrar nossa lista de recomendações, não poderíamos deixar pra trás Sweet Home. Assim como em My Demon, Song Kang é o protagonista desse drama, que conta a história de Cha Hyun Soo, um estudante orfão que mora em um pequeno apartamento sozinho. Em um dia normal, o caos se instala no mundo, quando humanos começam a se transformar em monstros que refletem seus mais profundos defeitos e desejos. Assim, Hyun Soo se junta aos residentes do prédio para tentarem sobreviver aos demônios e lutar em busca de um lugar seguro. Em 10 episódios, Sweet Home entrega muita ação, suspense, terror e efeitos visuais muito bem produzidos. Além disso, no elenco, também temos nomes como Lee Do Hyun (The Glory), Lee Si Young (Grid), Go Min Si (Youth of May), entre tantos outros conhecidos. O drama, que foi lançado em 2020, teve mais duas temporadas confirmadas pela Netflix esse ano - a segunda com data de estreia para dezembro, e é uma ótima aposta se você curte a temática de monstros e cenários apocalípticos. Tem mais indicações de K-dramas com monstros ou outras criaturas sobrenaturais? Deixa aí pra gente nos comentários!

  • O K-pop invade a final do Campeonato Mundial de League of Legends com NewJeans, HEARTSTEEL e mais!

    A final do Worlds 2023, sediado este ano na Coreia do Sul, garantiu a audiência não somente de torcedores e jogadores, como também de fãs de pop sul-coreano No último domingo (19) ocorreu a Grande Final do Worlds 2023, sediado este ano na Coreia do Sul com direito a uma cerimônia de abertura de tirar o fôlego e participações de grandes nomes como o NewJeans com uma performance da faixa “GODS” — lançada especialmente para celebrar o mundial deste ano —, e o debut stage do boygroup “HEARTSTEEL” — composto por personagens do jogo —, que conta com Baekhyun (EXO) na voz do personagem Ezreal. A ligação entre a comunidade do League of Legends está historicamente ligada a indústria do k-pop e suas nuances de diversas formas. Seja através de colaborações memoráveis com a criação do K/DA — primeiro girlgroup composto por personagens do jogo — até a presença de artistas da indústria em eventos oficiais do jogo. Por se tratar de um fenômeno muito respeitado na Coreia do Sul, o LoL acaba atraindo não somente a audiência comum, como também idols de k-pop que se interessam pelo jogo e pelo cenário competitivo que se assemelha a esportes tradicionais no que diz respeito ao prestígio. Jogadores e idols se encontram frequentemente na posição de ídolo e fã, o que acaba gerando momentos divertidos e curiosos. Desta vez, o poder da união entre o jogo da Riot Games e a indústria que mais tem movimentado a imagem da Coreia do Sul no âmbito internacional se mostrou capaz de ir além, entregando não somente uma das mais icônicas aberturas de final da história do Worlds, como também ao movimentar dois tópicos que parecem tão distintos entre idols, pro-players e fãs. Confira alguns detalhes do que rolou na Grande Final do Worlds 2023 em Seul! Leia também: Campeão do CBLOL pela LOUD e fã do NewJeans: Conheça o jogador coreano Croc! A união entre o K-pop e o League of Legends se prova mais forte do que nunca Antes mesmo da grande final ocorrer, a ansiedade para o evento como um todo consumiu fãs, idols e jogadores profissionais de League of Legends com o lançamento da faixa “GODS” do NewJeans, lançada exclusivamente para celebrar a edição deste ano. Com a canção, a possibilidade de uma performance do girlgroup na Grande Final deste ano tornou-se um tópico quente, ao ponto do suporte da T1, conhecido pelo nickname “Keria”, revelar que sua maior motivação para chegar na final era ver o NewJeans performar. O renomado time sul-coreano de fato chegou a final e Keria pôde realizar seu sonho de ver suas ídolas de perto, assim como também garantiu interações adoráveis com Hanni, Danielle, Haerin, Hyein e Minji durante os ensaios para a cerimônia. Mais tarde, com o anúncio do primeiro boygroup do LoL composto pelos personagens Yone, Aphelios, Sett, Ezreal, K’Sante e Kayn, a surpresa de ter Baekhyun (EXO) entre os artistas escolhidos para dar voz aos personagens foi algo que abalou completamente os EXO-Ls que já conhecem o histórico do artista enquanto parte da comunidade de League of Legends e jogador ativo. O “HEARTSTEEL” fez sua estreia nas plataformas digitais com a faixa “Paranoia” que conta com artistas internacionais em uma formação um tanto quanto inusitada que deu incrivelmente certo. De acordo com a própria Riot Games, o boygruoup conta com Ezreal (Baekhyun) como vocalista, Kayn (Cal Scruby) como rapper e instrumentalista, Yone como produtor, K’Sante (Tobi Lou) como co-líder e também vocalista, Sett (ØZI) como líder e rapper e Aphelios como instrumentista e compositor. Assim como o NewJeans, o grupo foi uma das atrações da Grande Final e fez seu debut stage no palco do Worlds 2023 com a presença dos artistas que dão voz a cada personagem em uma performance icônica e cheia de referências ao jogo. A canção foi lançada em língua inglesa devido a formação global que abarca artistas de diversos países, mas é um bom exemplo de canção de k-pop devido a estética e construção musical. Leia também: Além de K/DA: 5 vezes que o Kpop invadiu o universo dos Games Um embate histórico As apresentações de tirar o fôlego não foram o único ponto alto da noite que encerrou o Worlds 2023. A disputa acirrada estava nas mãos da sul-coreana T1, considerada uma das maiores organizações de LoL do mundo devido ao impressionante histórico de vitórias e por ser o time de “Faker”, o melhor jogador de LoL do mundo. Do outro lado, a organização chinesa Weibo Gaming disputou sua primeira final do Worlds em um embate histórico entre Coreia do Sul e China. A rivalidade se dá desde os Jogos Asiáticos de 2018, no qual a seleção chinesa de LoL derrotou a Coreia do Sul, garantindo a medalha de ouro naquele ano. Além disso, a dominância da Liga Sul-Coreana de League of Legends (LCK) em relação a Liga Chinesa de League of Legends (LPL) nos campeonatos mundiais do jogo é uma pauta constante que motiva torcedores e jogadores nas disputas que envolvem as duas regiões. Ao final, a T1 garantiu a vitória após 7 anos sem vencer um Worlds, tornando-se a primeira organização tetracampeã mundial de LoL. A vitória rendeu reações de diversos idols sul-coreanos que assistiram a final e celebraram a vitória do time sul-coreano que costuma ser o favorito entre as celebridades. Assim como, os fãs de k-pop acabaram participando das interações online, reagindo não somente às apresentações de seus artistas favoritos, como também às reações deles à Grande Final do Worlds 2023. Leia também: Army x Gamers: A isenção militar para pro-players de League of Legends e como isso afeta o BTS Também acompanhou a cerimônia de abertura? Comente com o Café com Kimchi em nossas redes sociais!

  • Em "ROCK-STAR", Stray Kids chuta a cara de boygroups e não abandona identidade no comeback

    Grupo da JYP decide seguir o que já faz de melhor ao invés de se render às tendências fraudulentas de 2023 (JYP Entertainment/Divulgação) É inexplicável a forma com que, da maneira autofágica que funciona, o K-pop consegue saturar qualquer tendência que encosta. Ao longo do ano, diversos boygroups exploraram o conceito Y2K numa tentativa de simular uma nostalgia da qual os próprios cantores não fizeram parte — resultando em vários mousses que se tornaram grandes piadas. Contudo, o Stray Kids em ROCK-STAR fez o contrário disso, em prol de um comeback no mínimo triunfal. ROCK-STAR, o oitavo mini álbum coreano do Stray Kids, promete nada mais que o essencial; que já é de tirar o fôlego. Com oito canções no total, sendo seis delas inéditas, o boygroup foi capaz de entregar um projeto que segue a "receita de bolo" do octeto e que ainda assim é tão empolgante quanto o (até então insuperável) 5-STAR e o divertidíssimo MAXIDENT. A cada lançamento, o Stray Kids reitera que se manter conceitualmente firme à sua proposta artística é o mais seguro, e também o que mais denota autenticidade. Enquanto isso, outros atos masculinos do K-pop continuam atirando para todos os lados na tentativa de achar seu próprio "X-factor" — o que o SKZ já possui. O Stray Kids, em ROCK-STAR, quer fazer um testamento de liderança É divertido notar como o Stray Kids gosta de iniciar álbuns com músicas que soam como chutes na porta. E isso não é diferente com MEGAVERSE, a canção que inicia ROCK-STAR: empolgante, forte e que te deixa biruta. A música, com sua letra que empodera o próprio grupo numa espécie de diss track melódica, tem um twist no refrão que poucos artistas poderiam fazer similar e usar de onomatopeias cantadas, que deixam tudo mais divertido. Como explicar a intro desse disco? Soa como um exército entoando um grito de guerra. E a title track LALALALA é o que fortifica ainda mais essa sensação. É uma canção explosiva, contagiante e que não escapa do blueprint do Stray Kids — um electronic trap que se mescla com o pop, acompanhado por um MV de grande produção com momentos cômicos, coreografias e uma narrativa. No videoclipe, é notável que o grupo quer transmitir a mensagem de protagonismo, diversão e resiliência diante de grandes obstáculos. Leia esta resenha também: “Agassy” marca um recomeço convicto e cheio de possibilidades para Soojin Quando descobri que o Stray Kids é um grupo que se produz e compõe tudo, é claro que passei a enxergar os lançamentos dos cantores de outra forma. LALALALA é uma faixa que, numa visão macro, outros boygroups poderiam ter algo parecido; mas a forma com que o SKZ a executa tem uma identidade incomparável. Devo dizer que são poucos os artistas que me convencem no uso do autotune, uma ferramenta que não fica esquisita na title track do ROCK-STAR. Além disso, a canção equilibra bem os raps intensos com uma vocal line que transmite sensibilidade nos seus tons caracteristicamente agudos; ela é soft, e se encaixa com as faixas-título dançantes em abundância do Stray Kids. Se estava faltando algo "nostálgico" em ROCK-STAR, o Stray Kids resolve o problema É claro que, para não ficar completamente descolados da trend, o Stray Kids inseriu BLIND SPOT na tracklist do álbum — uma faixa toda no estilo "rock" que o título do projeto, numa interpretação muito básica, sugere. O disco tem uma musiquinha "Y2K" para chamar de sua, com clara inspiração em bandas como Simple Plan e All Time Low, e o conceito nostálgico para por aí, sem exageros. BLIND SPOT é, inclusive, uma das minhas favoritas do comeback por inserir um estilo a mais na lista de canções. E logo em seguida, COMFLEX retoma a sequência advinda de MEGAVERSE e LALALALA. A faixa urban dá ênfase a um lado mais ousado das músicas do Stray Kids, e também segue o estilo já conhecido do boygroup. Talvez seja a música mais esquecível na seleção da trackist, porém, é positivamente seguro inserir uma canção que mantenha o hype da title track após a "quebra" com BLIND SPOT. Então, um lado mais sensível do Stray Kids aparece no ROCK-STAR com Cover Me, uma balada que deixa um ar mais sereno no comeback e mostra como o SKZ também pode fazer canções que fogem do noise music do qual são bastante conhecidos. A versatilidade é posta à prova outra vez, e Leave complementa a música anterior com um estilo que lembra OSTs de K-dramas — bebendo um pouco do estilo acústico (mesmo não sendo), e evidenciando vozes que, para os fãs mais ferrenhos, fazem emocionar. Mas o Stray Kids não estava fugindo da trend? Leave é uma boa forma de encerrar a sequência de músicas inéditas do ROCK-STAR, e o Stray Kids conclui a missão primorosa de fazer um disco identitário e empolgante. Após isso, há duas outras músicas: a versão coreana de Social Path, parceria com a artista japonesa LiSA, e a versão "rockeira" de LALALALA. Ambas não apresentam novidade ao release, mas são bons complementos à tracklist recém-ouvida pelo público. "Café, mas o Stray Kids lançou um álbum com pop-rock? Vocês não disseram que eles estavam fugindo da trend Y2K e do que os demais artistas fazem?" — sim, o Stray Kids colocou um pouco de rock no (sem intensão de trocadilhos) ROCK-STAR, mas é óbvio o trabalho do boygroup em se banhar no gênero musical sem que fique forçado. O X da questão está exatamente na habilidade do conjunto de simular estilo de uma forma que soe natural e parte do caleidoscópio de músicas exploradas. Apesar de acoplarem uma parcela do pop com guitarras em alta no K-pop hoje, o Stray Kids faz algo que está em falta na indústria: integrar gêneros que conversem com a proposta inicial de um grupo, e não mudar simplesmente porque "precisam" mudar. O Stray Kids é um grupo de músicas estrondosas que inflam as caixas de som, com letras fortes e uma produção primorosa do 3RACHA. O trunfo da originalidade de um artista no K-pop está, muitas vezes, na capacidade daquele nome de se reinventar sem abandonar suas origens; e ainda assim apresentando-se como alguém especial. Você pode curtir esta resenha: ZB1 retorna pela primeira vez com “Melting Point”, um caloroso álbum de inverno Enquanto exploram sutis camadas da moda atual, o Stray Kids em ROCK-STAR não abandona a originalidade e criatividade afloradas que me atraíram a eles. O comeback é um álbum seguro de si, e existe sentindo-se em segurança; ele não avança nem breca demais, e segue firme na proposta de mostrar um lado do SKZ de verdadeiros rockstars (talvez no sentido literal da palavra, mas principalmente ao impactar o coração dos Stays). Não é preciso mudar por completo para que as pessoas te abracem: é melhor ser você e explorar novas partes de si ainda não descobertas, que é o que o Stray Kids faz. E por mais que eu não goste de tudo que eles façam, me sinto satisfeito em poder tirar o chapéu sempre que os oito membros me surpreendem com sua arte e talento.

  • “Twinkling Watermelon”, K-drama do Viki, traz a vivacidade da juventude com trama sensível

    Drama de fantasia com temática juvenil traz Choi Hyun Wook em enredo nostálgico e inclusivo (Divulgação / tvN) Twinkling Watermelon, ou Melancia Cintilante em português, chegou ao catálogo do Viki na primeira segunda-feira de outubro. Roteirizado por Jin Soo Wan, de Chicago Typewriter, e dirigido por Son Jung Hyun, o drama da tvN apresenta com 16 episódios disponíveis. Com um enredo que equilibra o humor e o drama, a série conquistou público devido aos personagens que carregam vivências reflexivas. Com Ryeoun, Choi Hyun Wook,Shin Eun Soo, Seol In Ah e Bong Jae Hyun no elenco, Twinkling Watermelon traz a magnitude da juventude de forma leve e espirituosa, além de apresentar os dilemas vividos nessa fase da vida. O K-drama também mostra, com suas figuras centrais, como a comunidade surda é vista socialmente num mundo em que ainda persistem tantos preconceitos. ATENÇÃO: O texto abaixo pode conter SPOILERS da produção. Twinkling Watermelon equilibra enredo caloroso com dilemas da juventude no plot Com temática escolar, Melancia Cintilante conta a história de Ha Eun Gyeol (Ryeoun), um CODA (que, na sigla, significa ser filho de pais surdos). Ao longo dos dois primeiros episódios, a narrativa esboça as dificuldades e o preconceito vividas pelos pais do protagonista, Yoon Cheong Ah (Seo Young Hee) e Ha Yi Chan (Choi Won Young) por serem deficientes auditivos. Apesar da realidade difícil, é possível enxergar o vínculo amoroso e otimista da família que se apoia. No desenrolar da trama, Eun Gyeol que de tem boa relação com os pais, guarda um segredo: Eun Gyeol leva uma vida dupla. Na presença da família, ele é uma criança exemplar que tira boas notas na escola; às escondidas, o menino aprende música com um senhor, dono de uma loja de instrumentos musicais. Para Eun Gyeol, a música é um lugar de refúgio, em que pode expressar os sentimentos que não consegue transmitir. Com o passar dos anos, o protagonista de Twinkling Watermelon se depara com novos desafios em sua vida. Eun Gyeol ainda tem com o sonho ardente de ser músico, porém cada vez mais sufocado com a culpa de esconder tal objetivo dos pais. A reviravolta do drama ocorre quando o segredo de Eun Gyeol é revelado, os acontecimentos da trama levam o personagem para um colégio no ano de 1995! E de forma intrigante, o pai do protagonista, Ha Yi Chan (interpretado na versão jovem por Choi Hyun Wook) está no auge da sua juventude e está à procura de um guitarrista para montar uma banda: seu pai, na verdade, não nasceu com a surdez. Agora Eun Gyeol se encontra em um tempo diferente sem saber ao certo o proposito de estar ali e de como voltar para seu tempo atual. Assim começa a premissa da série e a jornada do protagonista de alto conhecimento e alguns com mistérios a serem solucionados por ele. A realidade da comunidade surda retratada em Melancia Cintilante de forma sensível e inclusiva (Divulgação / tvN) Assim como foi falado, os pais do protagonista são deficientes auditivos e ao longo da história acompanhamos presente com adversidades e um passado doloroso repleto de cicatrizes. Ao olharmos para vida de Yoon Cheong Ah, mãe de Eun Gyeol, entendemos um pouco de uma luta contra o abuso e preconceitos vividos na juventude. Apesar de uma ser uma mãe gentil e alegre, ela esconde um passado difícil e triste. Separada de sua mãe quando criança, a personagem tenta lidar com o afastamento abruto e encara com uma familiar abusiva, madrasta e irmãos, na qual a proibiu de aprender linguais de sinas. Além disso, a trama expões abusos sofridos por Yoon Cheong Ah, realizado por sua madrasta e professora que a força a falar, pois segundo ela caso descubram a deficiência da menina seria uma vergonha para a família. Com um pai omisso que vive viajando, e que não sabe das atrocidades que acontece na própria casa, e Cheong Ah é maltratada e trancafiada em casa e sofre bullying na escola que pertence a própria família. É nas pinturas e leituras de arte que a garota encontra refugio até encontrar o Ha Yi Chan, futuro esposo, e o filho Eun Gyeo. A partir do encontro desses personagens, o sol começa a iluminar a vida de Cheong Ah de uma maneira singela e muito bonita. Com a intervenção de Eun Gyeo a talentosa artista tem a oportunidade de se comunicar com mundo através das línguas de sinas. O drama acerta perfeitamente com enredo sensível e a gentileza do personagem Yi Chan ao aprende libras para se comunicar com Cheong Ah. (Só digo uma coisa, a melhor e mais sensível declaração de amor acontece nesse drama). É emociante acompanhar essa jornada de inclusão e libertação da Cheong Ah em que é apresentado a ela a possibilidade de sonhar e fazer amigos, algo que ela sempre almejou. Também é importante ressalta que apesar da personagem apresentar um passado triste, isso não a impediu de ser mãe amorosa, alegre e gentil no presente. Leia também este texto: Com final agridoce, 2ª temporada de D.P. Dog Day coloca o alvo no problema estrutural do exército Um elenco comprometido em passar emoção (Divulgação / tvN) Melancia Cintilante apresenta um elenco que se encaixa perfeitamente na premissa da série. Os artistas transmitem ao telespectador a essência dos personagens. Em coletiva de impressa sobre o K-drama, Ryeoun (que também compões o elenco de A Pousada Romântica Secreta) comentou sobre a preocupação de transmitir os sentimentos ao público e como trabalhou para construir o personagem. “Mesmo no meu dia a dia, continuei pesquisando e praticando sempre que possível, porque meu personagem é proficiente em linguagem de sinais, violão e canto. Pensei muito sobre retratar o personagem, pois quero não apenas memorizar as falas, mas também passar totalmente a gama diversificada de emoções de Eun Gyeol", diz. Com maestria, o ator Choi Hyun Wook interpreta a versão mais nova do pai de Eun Gyeol e consegue ser um ótimo alívio cômico; ele expressa bem todo o carisma, gentileza e pureza do personagem. Além disso, o ator conseguiu transmitir toda emoção de Ha Chan em cenas emociantes e protagonizou diálogos reflexivos. Fora isso, a atuação da colega de trabalho e par romântico não foi diferente! Shin Eun Soo também entregou, carisma e emoção ao interpretar os sentimentos de Yoon Cheong Ah na juventude. A personagem, com deficiência auditiva, se comunicava por meio do olhar em decorrência de ter sido impedida de aprender a língua de sinais quando criança. Seol In Ah, de Pretendente Surpresa, dá um show de atuação ao protagonizar duas personagens completamente diferentes, mostrando seu talento como atriz. Por que assistir Twinkling Watermelon no VIKI? (Divulgação/ tvN) Twinkling Watermelon acompanha a perspectiva de Eun Gyeol em um conflito interno em mostrar o "verdadeiro eu". Além disso, a trama mostra de forma saudável o vínculo familiar do protagonista, na qual todos se apoiam e se encorajam igualmente, independente das dificuldades. É de deixar o coração quentinho! Ainda, é inegável a nostalgia que Choi Hyun Wook trouxe ao interpretar Yi Chan, e é impossível não sentir saudade dos tempos em que curtíamos a vida sem qualquer preocupação. Além disso, construção relacional retratada no drama é impecável! O telespectador se prende facilmente com aos dilemas dos personagens ao mesmo tempo que traz reflexões de vida que se assemelham a realidade de quem assiste. Amizade entre Eun Gyeol e Yi Chan, pai e filho, é algo tão bem desenvolvido na trama que não tem como não torce por um final feliz dessa família. Ao mesmo tempo, é lindo ver como Eun Gyeol encontrou na música uma forma de transmitir as emoções e sentimentos oprimidos dentro de si, assim como ir para ao passado foi uma jornada de amadurecimento ao personagem. Ao vê o passado dos pais e tomar decisões para tentar mudar o que esta ao seu alcace, Eun Gyeol percebe que a vida toda tentou carregar um fardo que não era seu. Melancia Cintilante aborda de forma, divertida e sensível o que é viver no auge da juventude e a importância de viver esse período da vida da forma mais vigorosa possível. O drama também traz a reflexão acerca das decisões a serem tomadas nessa fase da vida, e fardos que aparecem ao longo da estrada. A narrativa apresenta com excelência família saudável, amizade, inclusão à comunidade surda, e ainda acrescenta um enredo nostálgico com muita música, sonhos juvenis e superação das dificuldades da vida. No fim, drama dá um sopro de esperança e um alerta: não se prenda a fardos que não são seus, não se pode carregar o mundo nas costas, apenas viva a vida com muito vigor! “Viva a la Vida”. Você assistiu ao drama Melancia Cintilante? O que achou? Conte para a gente nos comentários, e não se esqueça de acompanhar o Café com Kimchi nas redes sociais!

  • Gostava de ver "Casos de Família"? Confira 5 K-dramas com pais no papel principal

    Conheça produções com maternidade, abandono paterno e outros desafios familiares que vão te fazer refletir (Divulgação / tvN) Apesar de serem dominados por cenários e situações vivenciadas por jovens, nem sempre os K-Dramas apresentam somente esse tipo de enredo. Muitas produções também colocam em cena protagonistas que são pais, onde se tem, na maioria das vezes, as dificuldades da maternidade, abandono paterno, a dificuldade dos genitores para manter seus filhos e críticas da sociedade coreana a isto. Sendo assim, os dramas podem plots dignos de Casos de Família, repleto de linhagens barraqueiras. Com isso, o Café com Kimchi preparou uma lista com alguns títulos para quem deseja ver produções com pais e mães no enredo! Confira após a publicidade. Leia também: "My Demon", série nova com Park Bo-young e outras estreias de K-dramas em novembro de 2023 Go Go Waikiki (2018) A série se passa em uma pequena pousada chamada Waikiki em Itaewon, a qual é administrada por três rapazes muito diferentes, entre eles Dong Goo (Kim Jung Hyun), Joon Ki (Lee Yi-kyung) e Doo Shik (Son Seung Won), onde muitos estrangeiros se hospedam. Porém, nem tudo são flores, os amigos não sabem como conduzir o negócio e acabam recebendo ajuda da irmã de Dong Goo, Seo Jin (Go Won Hee), e acabam conseguindo duas hóspedes Soo Ah (Lee Joo Hoo), e Yoon Ah (Jung In Sun), uma mãe solteira com seu bebê. A primeira temporada se torna divertida com as personalidades dos personagens principais e se torna fofa com a chegada do bebê. A série acompanha os romances, desafios e amizade. O k-drama conta com 20 episódios e está disponível no Viki. Mother (2018) Soo Jin (Lee Boyoung) é uma professora temporária em uma escola de ensino fundamental. Com toda sua percepção por ser a responsável pela sala, Soo Jin acaba percebendo o jeito desleixado e comportamento estranho de Hye Na (Heo Yool). Com isso, ela acaba descobrindo que a estudante é abusada pela sua mãe, e sem muito o que fazer, acaba ficando perturbada com isso, sentimento a necessidade de proteger sua aluna. Soo Jin acaba cuidando da menina para que ela não sofresse mais. Mother é um remake de um drama japonês, de 2010, com o mesmo título. A série está disponível no Viki e no Kocowa. Leia também: “Twinkling Watermelon”, K-drama do Viki, traz a vivacidade da juventude com trama sensível Never Twice (2019) Geum Bak Ha (Park Se Wan) é uma jovem que vive uma vida perfeita com o seu marido e seu filho e tem uma personalidade brilhante, porém a morte inesperada de seu amado fez com que ela perdesse o seu brilho e se mudasse para uma antiga pousada majestosa que fica no coração de Seul chamada Nakwon. Durante sua hospedagem, ela conhece várias pessoas, porém Na Hae Jun (Kwak Dong Yeon), um sucessor do Koosung Hotel, um hotel cinco estrelas. Ele se encanta e a ajuda a cuidar do bebê durante alguns momentos do dia. Never Twice foi produzido pela emissora MBC em 2020 e conta com 72 episódios com a duração de 30 minutos cada. É um ótimo k-drama para quem gosta de maratonar e para quem aprecia uma boa série com bastante drama. Birthcare Center (2020) Oh Hyun Jin (Uhm Ji Won) é uma mulher muito bem-sucedida no conselho executivo e é viciada em trabalhar até mesmo quando estava na última parte de gestação. Ao dar à luz, Hyun Jin fica em choque, pois ela irá enfrentar uma nova vida, diferente do que ela está acostumada. Mesmo que saiba como lidar com seu trabalho, não tem a menor ideia de como cuidar de sua criança. Depois de receber alta do hospital, ela se dirige a uma casa de cuidados pós-parto e conhece outras mães. As dificuldades de Oh Hyun Jin são transmitidas a cada episódio e se torna algo que as futuras mamães ou as que já são mãe vão ou já passaram. A série está disponível completa na Netflix com seus 8 episódios. The Penthouse (2020) The Penthouse acompanha a história de famílias que moram em um arranha-céu, no centro da capital, chamado Hera Palace, onde há muitos segredos e ambições. Cho Seo Jin é uma cantora de ópera muito famosa e obcecada pelo colégio de arte, Cheong Ah. Ela tem a ambição de que sua filha seja uma das melhores cantoras assim como ela. Já Bae Ro Na é uma jovem pobre, a qual a mãe tenta realizar todos seus desejos, até consegui entrar no Hera Palace para sua filha ter privilégio na Cheong Ah Arte. A série de sucesso da SBS foi roteirizada por Kim Soon Ok, responsável por dramas como The Last Empress e dirigida por Joo Dong Min, The Space Of The Seven: War for Survival. The Penthouse está disponível no Kocowa. Leia também: Conheça mais 10 K-dramas de comédia com enredos de época, além de "Os Casamenteiros"

  • De naufragada à diva da música, conheça "Castaway Diva", novo K-drama com a Park Eun-bin

    Com diretor e roteirista de “Apostando Alto” e "Enquanto Você Dormia", drama com estreia na Netflix promete emocionar o público (Divulgação/ TVN) O novo K-drama da emissora tvN, Castaway Diva (ou Diva à Deriva em português), apresentará o retorno de Park Eun-bin para a dramaland! Com estreia global prevista para o dia 28 de outubro, a produção de 12 episódios entrará na catálogo da Netflix aos sábados e domingos quando chegar ao Brasil; isso no dia 11 de novembro, um pouco depois da premiere na Coreia do Sul. Por trás da tão aguardada obra, há dois nomes de peso no mercado sul-coreano com múltiplos sucessos na carreira: no roteiro e direção estão Oh Choong-hwan e Park Hye-ryun, que trabalharam juntos outra vez para contar a história de uma mulher naufragada que ficou perdida em uma ilha deserta por quinze anos. Anteriormente, a dupla colaborou nas produções aclamadas Apostando Alto e Enquanto Você Dormia. E tem mais: o diretor Choong-hwan é responsável também pelas produções Hotel del Luna, protagonizada pela cantora IU, e Big Mouth, estrelada por Lee Jong Suk e a Yoona do Girl's Generation. Aos que tiverem a curiosidade aflorada por Castaway Diva, o Café com Kimchi separou as principais informações do drama, como enredo e elenco, além do motivo da Park Eun-bin ter escolhido interpretar a protagonista na série. Confira logo após a publicidade: Enredo de Castaway Diva propõe uma narrativa cativante com protagonista resiliente Na história de Diva à Deriva, acompanhamos a vida de Seo Mok-ha (Eun-bin), uma menina que almeja ser uma cantora famosa. Contudo, durante o ensino médio, Mok-ha desaparece e acaba presa em uma ilha deserta. Sem opções, a garota tenta sobreviver, até que quinze anos depois é finalmente regatada. Após o resgate, a protagonista de Castaway Diva tenta se reabilitar à civilização, e claro, ir atrás de realizar o grande sonho de ser uma diva musical. Além disso, o caso peculiar de Seo Mok-ha chama a atenção de algumas pessoas no enredo. Ela a desperta curiosidade em Kang Woo-hak (feito pelo ator Cha Hak-yeon), um repórter do jornal fictício YGN, que começa a acompanhá-la para entender o ocorrido. Na narrativa, além de lidar com o jornalista, Seo Mok-ha também tem um encontro inesperado com um diretor de produção chamado Kang Bo-geol (interpretado por Chae Jong-hyeop), irmão mais novo de Woo-hak. Leia também este texto: Uma Advogada Extraordinária vai ganhar 2ª temporada! Veja o que já sabemos No elenco de Castaway Diva, além de Park Eun-bin, Cha Hak-yeon e Chae Jong-hyeop, há também os atores Kim Joo-heon e Kim Hyo-jin. Diva à Deriva promete trazer muita comédia na trama, além de romance, fortes emoções e, claro, mistérios em torno do desaparecimento de Seo Mok-ha. Preparem os lencinhos, pois a Park Eun-bin sempre emociona! Confira abaixo o trailer do drama: A força que almejava: Park Eun-bin explica a escolha do papel em Castaway Diva (Divulgação/ tvN) Após o sucesso global de Uma Advogada extraordinária, os fãs estavam esperançosos para o próximo papel de Park Eun-bin. A atriz de 31 anos possui uma carreira consolidada, e trabalhos premiados como em O Rei de Porcelana: drama que levou o Emmy Internacional na categoria "Melhor Novela" em 2022. Este ano, a Eun-bin aparece indicada de novo no prêmio, dessa vez com a série de sucesso da advogada Woo Young-woo. Em entrevista à revista Harper’s Bazaar Korea, Eun-bin revelou o que a fez escolher interpretar Seo Mok-ha em Castaway Diva. Na ocasição, a atriz comentou: “Enquanto filmava 'Uma Advogada Extraordinária', tive muito tempo para refletir sobre mim mesma. Na verdade, foi um momento muito solitário para mim. Mas quando li o roteiro de “Diva à Deriva”, senti que o personagem Seo Mok-ha seria capaz de superar as dificuldades do ser humano Park Eun-bin (no caso, os desafios enfrentados pela própria artista). Recebi muitas ofertas boas naquela época, mas a principal razão pela qual escolhi 'Diva à Deriva' foi porque queria ganhar a força de Seo Mok-ha". E aí, está ansioso para o retorno da diva Park Eun-bin? Conte para a gente nos comentários, e não esqueça de seguir o Café com Kimchi nas redes sociais!

  • Conheça mais 10 K-dramas de comédia com enredos de época, além de "Os Casamenteiros"

    Sr. Rainha, 100 Days My Prince, My Sassy Girl e outros títulos apresentam histórias que se passam na Coreia antiga (tvN/KBS2/Divulgação) Um gênero muito popular de séries coreanas é a comédia, que está sempre em alta. As produções desse estilo, que são recorrentes ao longo dos anos, apresentam personagens em situações inusitadas para tirar risos do público — mesmo que os enredos sejam, no geral, dramáticos. E nisso, os K-dramas de romance e os "de época" (das Eras Goryeo ou Joseon) também se misturam com o estilo cômico, como em Os Casamenteiros. Com o título original de The Matchmakers, o drama com o Rowoon e a Cho Yi-hyun mostra um príncipe viúvo cujo destino se entrelaça ao de uma casamenteira da Era Joseon. Ao longo da história, os dois precisam se unir para formar diferentes casais na Coreia antiga. Caso você curta esse título do VIKI, nós sabemos de mais K-dramas que podem ser do seu gosto! Continue lendo o post abaixo para conhecer outros dramas de comédia romântica e históricos, disponíveis no streaming. Há algum que ficou de fora da lista? Comente aqui no site ou nos diga nas redes sociais do Café com Kimchi. Confira: K-dramas de comédia com enredos históricos para ver e dar risada: 1- My Sassy Girl (HBO Max) Com mais de 30 episódios de meia hora cada (que também entra para a lista de doramas longos), My Sassy Girl tem a atriz Oh Yeon-so no papel de Hye Myung, uma princesa que se mete em várias confusões. Ela se torna aluna do acadêmico Gyeon Woo (feito por Joo Won) a pedido do rei naquele período da Era Joseon, após um mal-entendido entre o estudante e Vossa Alteza; mas ele não esperava que fosse também virar o protetor da princesa, quando algumas pessoas surgem para atrapalhar sua futura posição como rainha. O K-drama de comédia My Sassy Girl, além de estar na HBO Max, pode ser visto na Netflix e no VIKI. 2- 100 Days My Prince (Netflix & Apple TV+) Já muito conhecido pela dramaland, a série 100 Days My Prince colocou o D.O. (Do Kyungsoo) do EXO para interpretar um príncipe mimado e egocêntrico. Na história, o herdeiro do trono Lee Yul sofre uma tentativa de assassinato logo no começo do K-drama, e acaba parando num humilde vilarejo do reinado de seu pai. Lá, ele conhece uma jovem chamada Yeon Hong-shim (feita pela atriz Nam Ji-hyun) que pode lhe ajudar, mas há um detalhe: ao fugir dos bandidos, Lee Yul se machuca e perde as memórias acerca de sua verdadeira identidade. Assim, enquanto fica na vila com auxílio de Hong-shim e a família dela, o príncipe se casa com a moça por conta de uma lei que ele mesmo estabeleceu anteriormente; e seu caráter vai mudar ao longo do tempo. Confira também: SooSoo Company e outros casos de idols que abriram suas próprias empresas de K-Pop 3- Mr. Queen, ou "Sr. Rainha" (Netflix) A produção Mr. Queen (Senhor Rainha) apresenta o já clássico enredo de viagens no tempo em K-dramas. A história mostra a saga do personagem Jang Bong-hwan, um chefe de cozinha da Casa Azul que, misteriosamente, é transportado para a Era Joseon no corpo de uma mulher. Ao viajar para o passado, Bong-hwan está na pele da Rainha Kim So-yong (interpretada pela atriz Shin Hye-sun), casada com o monarca Cheol Jong (Kim Jung-hyun). Contudo, mesmo que seja o rei vigente, seu governo é comandado por Sun Won, a rainha anterior que foi casada com o falecido Rei Sunjo, e que se aproveitou do caráter de Cheol Jong. Agora, So-yong descobrirá os maiores segredos a respeito do marido, que esconde mais do que as pessoas conseguem enxergar. 4- Inspetor Real Secreto e Joy (VIKI) Se você gosta de K-dramas de comédia que envolvem ação e investigações, Inspetor Real Secreto e Joy pode ser a escolha da vez! Aqui, um inspetor do serviço secreto chamado Ra Yi-yeon (feito pelo Ok Taecyeon do grupo 2PM) está a caminho de sua primeira investigação nas províncias da antiga Coreia, um pouco contra seus objetivos iniciais: antes de passar no Exame Nacional, Yi-yeon queria ser apenas um homem comum com uma banquinha de dumplings. Porém, sua vida se torna ainda mais emocionante quando conhece Kim Joy (Kim Hye-yoon), uma jovem cujo pensamento e desejos vão além de um mero casamento. Com a vontade de se divorciar do marido e seguir uma nova trajetória, Joy se une a Yi-yeon nas investigações do inspetor inexperiente. Outra dica de drama nesse estilo: Investigações e romance compõem a trama de "A Pousada Romântica Secreta", do VIKI 5- O Rei de Porcelana (Netflix) Com a Park Eun-bin e o Rowoon nos papéis principais, O Rei de Porcelana foi o primeiro K-drama a ganhar uma estatueta no Emmy Internacional. Na trama, a herdeira do trono Lee Hwi retorna ao palácio real já adulta, depois de ter sido separada do irmão gêmeo ao nascer. Enquanto o irmão viveu ao lado do rei, a protagonista teve uma infância humilde; mas tudo muda quando o príncipe morre. Nisso, Lee Hwi precisará substituí-lo no castelo, para acobertar o falecimento do ex-futuro rei. Porém, a moça também terá que se esquivar da aproximação de Jung Jiun, professor do príncipe, que terá contato diário com a tal "farsante" (e que talvez desenvolva sentimentos maiores por ela). 6- Escândalo em Sungkyunkwan (VIKI) Presente no catálogo do VIKI, a produção Escândalo em Sungkyunkwan apresenta a atriz Park Min-young como a garota Yoon Hee, que finge ser o irmão ao ingressar numa prestigiada universidade da Era Joseon. Ao ser desafiada a fazer o exame de aprovação, a protagonista consegue entrar no mundo acadêmico de Sungkyunkwan — mas ela ainda precisará fingir ser um rapaz para prosseguir na carreira que deseja. Este drama, que já tem mais de 13 anos de lançamento, coloca a Park Min-young em cena com outros nomes famosos na dramaland. Nesse sentido, atores como Park Yoo-chun, Song Joong-ki, Yoo Ah-in e Seo Hyo-rim estão neste K-drama de comédia. 7- Love In The Moonlight (Apple TV+) Seguindo uma linha parecida da dica anterior, Love In The Moonlight também traz o enredo de uma heroína que precisa fingir ser um homem. Na trama, Hong Ra-on (Kim Yoo-jung, que estará no drama My Demon) trabalha com o envio de cartas contendo conselhos amorosos, enquanto se disfarça com características masculinas para não ser descoberta. No envio de uma das cartas, ela conhece o Príncipe Hyomyeong (um dos personagens do ator Park Bo-gum), que não sabe que Ra-on é, na verdade, uma mulher; ao mesmo tempo em que ela também não sabe que ele é o príncipe herdeiro. Nisso, seus caminhos vão se cruzar e uma relação se inicia. 8- O Rei Apaixonado (VIKI) Presente no VIKI, O Rei Apaixonado se passa durante a Dinastia Goryeo, que existiu centenas de anos antes da Dinastia Joseon. Na história, o príncipe herdeiro Wang Won (Im Si-wan) tem Wang Rin (Hong Jong-hyun) como seu inseparável melhor amigo, que inclusive é seu guarda-costas. Nisso, os dois conhecem na mesma época a jovem Eun San, que é filha de um homem extremamente rico da época. A personagem, feita pela Yoona do Girls' Generation, desenvolve uma amizade com os dois rapazes, mas as coisas podem ficar mais tensas quando ambos passam a nutrir sentimentos por ela. Como será que esse triângulo amoroso vai terminar? Confira as dicas desta lista: Além de "Sorriso Real", conheça mais 5 k-dramas com a Yoona do SNSD 9- Os Casamenteiros de Joseon (Netflix) O título desta dica pode ser parecido com o de Os Casamenteiros, mas este K-drama de comédia com enredo histórico é um pouco diferente. Em Os Casamenteiros de Joseon, o ex-ferreiro Lee Soo é o atual rei de Joseon, mas tanto poder não o ajudou a se casar com a moça que mais amava: Gae Dong, de quem Lee Soo se distanciou por conta da vida no palácio. Para reverter este fato e poder seguir com sua paixão, o rei decide contratar a melhor agência de casamenteiros da região, que fará com que a pretendente de Lee Soo se torne uma membro da nobreza coreana. No elenco, estão nomes como Kim Min-jae, Gong Seung-yeon, Seo Ji-hoon, Park Ji-hoon e Byeon Woo-Seok. 10- Hwarang (Netflix) Quando falamos de dramas históricos, o mega-sucesso Hwarang é quase que obrigatório! A produção, transmitida entre 2016 e 2017, traz nomes muito conhecidos no elenco: Park Seo-joon, Park Hyung-sik, Go A-ra, Minho do SHINee e o V do BTS são alguns deles. O K-drama mostra um grupo de guerreiros da Dinastia Silla (mais antiga ainda que a Era Goryeo) chamados de "hwarangs", que tem a missão de proteger o futuro rei que comandará a região. Tais guerreiros existiram de verdade na Coreia, e a séries tem o objetivo de mostrar uma versão mais ficcional dessas figuras históricas. Nós falamos muito mais sobre Hwarang no post especial só sobre o drama. Quais outros K-dramas de comédia, com enredos históricos e de romance, poderiam estar na lista do Café com Kimchi?

  • [Entrevista] Invencíveis: tripleS EVOLution fala sobre o debut, preparação do álbum e mais

    A nova unit do Triple S comentou a respeito das alegrias de sua estreia e a mensagem por trás de seu primeiro EP (Reprodução / Modhaus) Entrando para a lista de grupos com formação dinâmica, o Triple S chegou com um conceito ousado, e realizou o debut de sua quinta sub-unit no mês de outubro. Depois de serem escolhidas a partir de votação do público, as integrantes YooYeon, Mayu, NaKyoung, Kotone, ChaeYeon, JiWoo, SooMin e YeonJi fizeram sua tão esperada estreia no K-pop com o tripleS EVOLution, lançando a faixa Invincible junto do álbum ⟡(Mujuk). O girlgroup da Modhaus, composto por 24 integrantes ao todo, foi anunciado em 2022 e explora a interação do público com os idols; dando aos fãs o poder de decidir os subgrupos, nomes e até mesmo os tipos de conteúdo produzidos para as artistas. Tudo isso é feito por meio dos chamados Objekts, que são photocards em NFT que permitem os votos nos eventos interativos do tripleS. Na coletiva de imprensa realizada em outubro, na qual o Café com Kimchi esteve presente, as membros do tripleS EVOlution expressaram a alegria de terem sido escolhidas para estrear, os bastidores para a preparação do álbum, e muito mais! "O nosso time é formado de acordo com a decisão dos fãs, então nos esforçamos para nos comunicarmos como grupo para criar ligações fortes e apoiar umas às outras” expressou YooYeon. A preparação do tripleS para o debut e a sintonia do grupo (Divulgação / Modhaus) Depois do lançamento da primeira formação do grupo, chamada Acid Angel from Asia (AAA), em outubro de 2022, o tripleS ganhou outras três sub-units posteriormente: +(KR)ystal Eyes, Acid Eyes e LOVElution. Sendo assim, o EVOLution se torna a quinta unit a debutar na formação, e apesar de já ter uma certa trajetória, para algumas integrantes essa foi a primeira oportunidade de poder se unir e receber o carinho dos fãs pessoalmente. Inclusive, este foi o caso de Mayu, que confessou que este momento foi a realização de um sonho que possuía desde a infância. “Estou incrivelmente feliz agora. Mas é apenas o começo. Eu estou empenhada em trabalhar duro e me tornar uma artista que traz felicidade e alegria para muitas pessoas”, disse a cantora. Tal sensação também foi parecida para YeonJi, que teve sua primeira estreia no EVOLution e relembrou que uma das etapas mais interessantes do pré-debut foi a gravação do MV. A membro relatou que nunca havia ficado à frente das câmeras para uma tarefa como aquela, e confessou ter enfrentado alguns desafios durante o processo. Leia também este post: Por que a nova música do TripleS se chama "Girls' Capitalism"? Com uma formação dinâmica como a do tripleS, manter a conexão e o alinhamento na hora de trabalhar pode ser uma tarefa difícil. Por isso, as integrantes revelaram na entrevista que buscam fazer reuniões regulares para dar feedback e garantir que todas estão trabalhando juntas de forma eficaz. Porém, no dia a dia também existem muitas vantagens que fazem o grupo ser único na hora de explorar conceitos, talentos e formações, por exemplo. Durante a conversa, YooYeon comentou que essa característica permite que o tripleS apresente estilos singulares, tenha trocas entre as integrantes de diferentes units, além de poder mostrar uma faceta variada dos seus talentos a cada vez que se unem. “Inclusive, como cada membro tem seu charme único, os fãs não conseguem escapar deles”, explica YooYeon. A mensagem do álbum e a relação do tripleS EVOlution com os fãs (Reprodução / Modhaus) O tripleS EVOlution fez sua estreia no dia 11 de outubro com o mini álbum ⟡(Mujuk), composto por oito faixas. Nesse contexto, o lançamento foi descrito como uma obra que “pretende representar um diamante”, fazendo menção ao símbolo utilizado junto ao nome e a palavra mujuk (무적), que em coreano significa “invencível”. Enquanto conversavam sobre uma definição do disco, YooYeon explicou que a intenção era de passar e enfatizar uma mensagem de amor-próprio. “Assim como os diamantes, que são difíceis de quebrar, superar dificuldades e desafios só tornará (o ouvinte) mais forte”. Não à toa, Invincible foi a title track escolhida para o debut: uma música acelerada, com um instrumental que chama a atenção e uma coreografia dinâmica. No clipe oficinal, a força que as integrantes do EVOlution conquistam é capaz de ultrapassar todos os obstáculos e fazê-las brilhar. Além disso, a mensagem mencionada por elas está clara na letra. “Brilhe a luz para sempre, mesmo no escuro eu sou confiante. Vivo e morro pelo meu sonho". Conforme o tripleS explora diferentes conceitos e enfrenta desafios, a membro Jiwoo entrou ao máximo na mensagem transmitida no CD. Ela disse acreditar que, com este álbum, o girlgroup realmente se tornou invencível. Em um momento mais descontraído da entrevista, YeonJi revelou o que faria se tivesse um poder como este: “se eu fosse invencível por um dia, romperia paredes para chegar ao meu destino mais rapidamente". Confira também: Comeback do Jungkook, debut solo da SOOJIN e mais lançamentos de K-pop em novembro de 2023 Mujuk contou com a participação de artistas talentosos no processo de produção, assim como os produtores Monotree, BADD e o diretor criativo e CEO da Modhaus, Jaden Jeong. Para YooYeon, poder colaborar com tais nomes da indústria do K-pop lhe ajudou a aprimorar suas habilidades e a experimentar vários gêneros musicais. “O foco deles em elevar a qualidade do álbum, além do que podemos alcançar como grupo, produz consistentemente resultados excelentes. Além disso, pessoalmente, trabalhar com eles expandiu os meus horizontes artísticos", fala YooYeon. Mostrando seu talento criativo, a faixa Moto Princess, por exemplo, foi escrita por SoHyun, que por conta de seu envolvimento com as promoções do LOVElution na época, não teve a oportunidade de participar da gravação e produção no estúdio. Entretanto, segundo Kotone, o papel da colega foi essencial na elaboração da letra. Durante a conversa, outras integrantes do tripleS também confessaram ter interesse em compor, e gostariam de tentar se tiverem a chance. As expectativas do tripleS EVOlution para o futuro Com apenas um mês desde seu debut, as integrantes do EVOLution se mostraram animadas com a experiência. Para algumas, é algo muito novo, e para outras é uma chance de se aproximar ainda mais do público. Kotone expressou seus sentimentos e seus desejos em relação ao grupo com fala: “como membro da EVOLution, quero que mais pessoas nos reconheçam. Particularmente, espero ouvir nossas músicas sendo tocadas em vários lugares". Como o público possui um papel fundamental no caminho trilhado pelo tripleS, a integrante também refletiu sobre a importância de seus fãs e os definiu como o real motivo de terem chegado onde estão. “Os fãs são a fonte de energia que nos mantém em movimento, e com eles esperando por nós, isso nos permitiu fazer estrear. Esperamos ter mais oportunidades de conhecer nossos fãs pessoalmente, e sentir o apoio deles me inspira a dar o meu melhor, mesmo durante os treinos". Você já conhecia o tripleS? Não se esqueça de conferir os projetos do grupo, e também acompanhar os demais conteúdos do Café com Kimchi!

  • 10 dramas de fantasia histórica para quem gostou de "Alquimia das Almas"

    Com enredos que vão do terror ao romance, conheça doramas que apresentam as dinastias da Coreia como um lugar de magia e maldições (Divulgação / tvN / Netflix) Figurando no "Top 10" da Netflix desde que foi lançada por aqui, a série Alquimia das Almas conquistou uma verdadeira legião de fãs. Muito disso se deve à proposta da trama, que une elementos de fantasia a uma saga épica. Esse formato de dorama histórico (também conhecido como "Sageuk") é um dos queridinhos da dramaland, e não faltam obras nesse estilo para quem quer se aventurar no gênero. Em Alchemy of Souls, a guerreira de elite Nak-su (interpretada por Jung Soo Min) acaba presa a um corpo frágil, e sua nova realidade a coloca como mestre do nobre Jang Uk (Lee Jae Wook). Em meio às lições sobre magia e a habilidade de trocar de almas, os dois magos se apaixonam. Conheça agora 10 doramas que devem agradar quem curtiu o sucesso da tvN de 30 episódios (lista completa ao final da matéria). Kingdom (2019) No original da Netflix que já foi comparado a Game Of Thrones, os zumbis são o destaque. A trama de 12 episódios — além de um especial — acompanha o a saga do príncipe Lee Chang (interpretado pelo ator Ju Ji Hoon), que vive, simultaneamente, uma tentativa de golpe de estado e o surgimento de uma praga sobrenatural, que transforma os mortos em zumbis. A história se passa no século XVI, em uma versão fictícia da Coreia dinástica. Lovers of the Red Sky (2021) Traduzido para o português como Céu Vermelho, o k-drama da SBS apresenta o romance entre a pintora Hong Chun Gi (Kim Yoo Jung) e o astrólogo Ha Ram (Ahn Hyo Seop). Os dois vivem durante a dinastia de Joseon, em uma era em que fantasmas, deuses e demônios participam ativamente do cotidiano dos humanos. O próprio Ha Ram tem um quê de sobrenatural em si: ele nasceu com visão, mas perdeu o sentido na infância e acabou adquirindo a habilidade de ver o futuro. Com 16 episódios, a série está disponível no VIKI. Mr. Queen (2020) Este dorama histórico da tvN é outro que, após a sua estreia na Netflix em fevereiro, não deixou o "Top 10" do streaming por longas semanas. Baseado em uma web série chinesa, Sr. Rainha conta a história de um chefe de cozinha playboy dos dias atuais que, após quase perder a vida, viaja ao passado e acorda no corpo da rainha Cheorim (Shin Hye Sun). Na pele da monarca, ele descobre que os jogos de poder no reino não são o que parecem, e que o rei Cheoljeong (Kim Jung Hyun) possui um lado obscuro. O k-drama possui 20 episódios. Arang e o Magistrado (2012) Também com 20 episódios, a série da MBC traz uma releitura do folclore coreano de Arang, em que uma jovem morre injustamente e volta como um fantasma para descobrir as circunstâncias da sua morte. A protagonista (Shin Min Ah) é brutalmente assassinada e perde sua memória, por isso ela não consegue encontrar o descanso eterno. Então, Arang se une ao nobre Eun-oh (Lee Joon Gi) e a uma equipe de magistrados para encontrar seu assassino. O título está disponível no VIKI. (Divulgação / MBC) The Scholar Who Walks the Night (2015) Após zumbis, videntes e fantasmas, é a vez de vampiros tomarem conta dos doramas históricos. Em O Erudito que Caminha pela Noite, o vampiro Gwi (Lee Soo Hyuk) governa sobre os reis da Dinastia Joseon há séculos, mas seu reinado pode acabar quando um erudito chamado Lee Sung Yeol (Lee Joon Gi) também adquire poderes de vampiro. A série foi produzida pela MBC e possui 20 episódios, todos disponíveis no VIKI. Confira um trecho abaixo. Lista Completa: 10 Doramas de Fantasia Histórica para quem gostou de Alquimia das Almas Kingdom (2019) - Disponível na Netflix Sr. Queen (2020) - Disponível na Netflix Crônicas de Arthdal (2019) - Disponível na Netflix Lovers of The Red Sky (2021) - Disponível no VIKI Arang e o Magistrado (2012) - Disponível no VIKI O Erudito que Caminha pela Noite (2015) - Disponível no VIKI The Moon Embracing the Sun (2012) - Disponível no VIKI, KOCOWA Gu Family Book (2013) - Disponível no VIKI, KOCOWA Jeon Woo-chi (2012) - Disponível no KOCOWA Moon Lovers: Scarlet Heart Ryeo (2016) - Disponível em Fansubs Você gosta de doramas históricos (Sageuk) com um toque de fantasia, ou prefere a realidade nua e crua? Conta pra gente aqui nos comentários, e já segue o Café no Instagram e Twitter!

  • “Agassy” marca um recomeço convicto e cheio de possibilidades para Soojin

    Após dois anos de hiatus, solista procura sua personalidade em novo mini-álbum de debut (Reprodução / BRD Entertainment) Dois anos após deixar o girlgroup (G)I-dle, Soojin dá início a sua carreira solo com um dos lançamentos mais esperados do mês de novembro. A mais nova solista da BRD Entertainment fez seu debut com o mini-álbum Agassy, que veio ao mundo na última quarta-feira (8). Ainda nova no campo musical fora de um girlgroup, e após dois anos de hiatus, através do projeto, ela sugere um pouco do que pretende explorar neste mundo vasto de possibilidades que a música pode oferecer. Soojin fez parte do (G)I-dle desde o debut do grupo, que ocorreu em 2018 até 2021, quando deixou o girlgroup após controvérsias envolvendo práticas de bullying nos tempos de escola. Porém, após dois anos afastada das atividades de idol, ela mostra que vem com força e determinação, e entrega um projeto que promete exibir várias das suas faces, e que pretende demonstrar versatilidade e abertura para novas descobertas. Em seus dois anos afastada, Soojin teve a oportunidade de escolher qual caminho seguir para seu primeiro projeto solo, que vem carregado de muita expectativa, já que a cantora partiu de um grupo tão popular quanto o (G)i-dle. Tendo isso em vista, ela afirmou em entrevista para o veículo Star News que se preocupou em apresentar letras relacionáveis e pede desculpa aos fãs pela longa espera, se atentando com o retorno que poderia receber a respeito do projeto. O fato de ter estado afastada intensificou as expectativas do público acerca do lançamento. Leia também: ZB1 retorna pela primeira vez com “Melting Point”, um caloroso álbum de inverno Conceitos bem definidos Para sua carreira solo, Soojin assinou com a empresa BRD Entertainment, que promete dar liberdade a cantora para explorar os campos da música. Antes da era Agassy começar, no dia 23 de outubro, Soojin lançou um vídeo performance de uma nova música, intitulada Black Forest. A faixa não faz parte do mini-álbum, porém dá início a uma fase mais conceitual e expressiva da performer, e seu primeiro projeto não ficou muito diferente disso. Agassi é composto por seis faixas, cada uma com sua essência, porém harmonizam bem para o álbum. Em termos estéticos, Soojin escolheu um conceito charmoso e clássico, que combina com cada música, misturando elementos ancestrais sul-coreanos e o k-pop que conhecemos. É perceptível que a cantora quer investir em algo muito estético e glamoroso. O mesmo pode ser visto através dos teasers que promovem Agassy, a dança vem com bastante peso, com movimentos na coreografia bem delicados e marcantes, e cores fortes e intensas. Já em termos melódicos, desde Flowering, que é a primeira faixa, até bloodbedroses, que é a última, o álbum perpassa por diferentes estilos de música, todas em função de algo misterioso e carismático. Leia também: [Opinião] A Era de Ouro do K-pop não volta mais? Entenda o motivo da ausência de grandes hits Em busca de experimentos e identidade O fato de Soojin estar bem no início de sua carreira solo é muito positivo para que explore o conceito que deseja, já que ainda não explorou todas as suas facetas. Ela conta que quer que as pessoas escutem sua voz de forma diversificada, e isso é nítido no álbum, já que de uma canção para outra, ela interpreta muito bem de acordo com o perfil mais compatível com a música. Sempre é um momento ideal para um artista buscar seu autoconhecimento profissional, mas principalmente quando ainda não lapidou seu caminho, como no caso dela, teve que recomeçar, e mesmo com toda carga, é algo gratificante para quem a acompanha nessa jornada. De um modo geral, o álbum é bem completo em todos os termos, carrega um conceito estético e coloca as facetas de Soojin em vários estilos musicais. Para o Star News, a cantora conta que seu desejo era entregar um projeto carismático e forte, e com base no que já vimos, a Soojin conseguiu absorver isso. Porém, mesmo que possa evoluir em todos os aspectos é visível que, com seu talento e dedicação, qualquer ideia que propor estará ao seu favor. Leia também: SooSoo Company e outros casos de idols que abriram suas próprias empresas de K-pop Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • ZB1 retorna pela primeira vez com “Melting Point”, um caloroso álbum de inverno

    Após a bem sucedida estreia no mês de julho, o boygroup retorna com um EP quente demais para a temporada mais fria do ano. O primeiro boygroup da franquia “Planet 999” da Mnet estreou este ano com grandiosas expectativas e resultados mais do que surpreendentes ao conquistar o tão desejado million seller com o disco de debut “Youth in the Shade” lançado no início de Julho de 2023. O EP disputou nas paradas com comebacks grandiosos de artistas veteranos e se saiu muito bem, ao ponto de colocar o grupo em um novo patamar em meio aos estreantes da 5ª geração do k-pop. O ZEROBASEONE retornou pela primeira vez neste dia 6 de novembro — apenas 3 meses depois do debut — com o disco de inverno “Melting Point” cuja estética celebra a neve e agasalhos cheios de estilo sem ceder a canções frias. O disco cumpre o que promete e se mostra capaz de derreter a neve e aquecer os ouvidos dos fãs com faixas impressionantes e um tanto quanto inovadoras. Neste disco, Hanbin, Taerae, ZhangHao, Matthew, Jiwoong, Gyuvin, Gunwook, Ricky e Yujin mostraram ao público que o ZB1 é capaz de muito mais ao entregar “CRUSH”, uma faixa principal poderosa que abusa do experimental e de performances ousadas, um bom contraponto em relação a canção “In Bloom” que marcou o debut com uma atmosfera mais sóbria e juvenil. Confira mais detalhes de “Melting Point” e nossa análise a seguir! Leia também: [CRÍTICA] "Youth in the Shade" mostra que ZEROBASEONE não chegou no K-pop para brincar Adentrando novos caminhos Mesmo que esta não seja a primeira, ou se quer a segunda faixa a compor a estrutura estabelecida por “Melting Point”, pode-se dizer que por se tratar da canção principal escolhida para representar este álbum, seu papel precisa ser destacado em uma sessão exclusiva e inicial, rompendo a tradição da análise de faixas na ordem já estabelecida pelos artistas. Ao fazer uso do pop experimental, com influências que remetem a artistas do experimental como SOPHIE e Arca, a canção “CRUSH” surpreende com uma batida eletrizante alternada ao ritmo pop contemporâneo predominante, é uma faixa tão empolgante que poderia ser facilmente single do NCT 127. Claramente foi uma bela e perspicaz tentativa — muito bem sucedida, por sinal — de demonstrar os diversos lados do ZB1 para além do debut e do que já foi mostrado durante o “Boys Planet”. Os integrantes abusam de suas habilidades como dançarinos e o destaque dos vocais ficam para o center ZhangHao, o líder Hanbin e um dos vocalistas mais impressionantes da atual geração, Kim Taerae. Quanto aos visuais, sem dúvidas se encaixam de forma harmônica com a coreografia e a canção, o conjunto da obra resultou em algo belo, impactante e que remonta aos tempos áureos do k-pop. Leia também: Para além do Boys Planet e do ZEROBASEONE, conheça alguns BL's estrelados por Jiwoong Faixa após faixa, o ZB1 expressa sua capacidade de nos aquecer em pleno inverno As b-sides aparentam ser nada mais do que canções com grande potencial para serem faixas principais que por algum motivo foram escaladas para o posto secundário. Obviamente, uma b-side não é necessariamente menos importante do que uma faixa-título, mas obviamente não recebem o nível de divulgação e dificilmente são reconhecidas por não-fãs do artista. No caso de “MELTING POINT”, a canção que dá nome ao disco, sua estética mais invernal é expressa de forma adorável através de uma canção pop com vocais poderosos e uma energia mais fofa, que dialoga melhor com a versão mais invernal do disco físico. Em “Take My Hand”, temos um ótimo exemplo de como uma faixa secundária pode se destacar no disco mesmo estando entre duas canções tão poderosas. A faixa pop com sintetizadores e um “quê” de experimental é um bom exemplo do trabalho impressionante que vem sendo promovido pelo ZB1. A quarta canção na ordem estabelecida é “Kidz Zone” que pode ser vista como a faixa irmã da primogênita “New Kidz On The Block” por trazer uma visão mais ingênua e adorável, mas desta vez, tratando diretamente do amor. Pode-se dizer que o disco em si foca mais no amor juvenil como sentimento principal, diferentemente do primeiro álbum que parece focar mais no início da jornada dos integrantes como artistas em um grupo novato da indústria musical. A faixa final “Good Night” encerra o álbum com chave de ouro através de uma ballad que parece dar valor a voz de cada integrante nas passagens certas, de forma fofa e sem ser tediosa. Na verdade, trata-se de um exemplo muito bom de como grupos mais juvenis podem construir boas baladas sem necessariamente torná-las tediosas. A música que tem como proposta ser uma espécie de “canção de ninar” com uma leve energia natalina não dá sono, mas sim um nostálgico sentimento de esperança pelo dia seguinte — e obviamente, por mais lançamentos do ZEROBASEONE —, que torna a faixa ainda mais fofa. Leia Também: [Opinião] A 5ª geração do K-pop realmente começou ou é complô da indústria? ZB1 prova a cada dia que não veio para brincar Com mais um disco bem sucedido após conquistar o título de grupo mais jovem a ter dois álbuns com mais de 1 milhão de cópias vendidas na história do k-pop, o ZB1 mostrou ser uma grande potência na indústria e provavelmente o grupo mais bem sucedido da franquia “Planet 999”. Após conquistar 10 milhões de visualizações em menos de dois dias no MV da faixa “CRUSH” os aces da 5ª geração se provaram mais uma vez e prometem entregar bons resultados nas votações dos music shows. O fenômeno do grupo não é somente resultado do sucesso do “Boys Planet” como um todo, mas também do poder que idols internacionais possuem para além das fronteiras sul-coreanas. O grupo que conta com 3 membros estrangeiros parece ter conquistado a boa sorte de grupos como “EXO” e “Seventeen” através das generosas e incansáveis fãs chinesas. O poder dos fãs chineses se mostrou ao grupo desde antes da estreia com a surpreendente vitória do integrante ZhangHao na 1º posição mesmo após passar vários episódios entre o 2º e 3º lugar. O center é o primeiro chinês a vencer um programa de sobrevivência da Mnet na primeira posição e é um dos integrantes com maior popularidade desde sua participação no programa ao lado de Ricky, que também é chinês. Superando os ainda remanescentes preconceitos da indústria do k-pop com os artistas chineses, o ZEROBASEONE vem mostrando a cada dia seu potencial e sua capacidade de tornar a passagem do grupo pela indústria algo memorável e digno de admiração. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • RIIZE, o novo boygroup da SM Entertainment, promete debut cheio de ambição

    Ex-membros do NCT se unem a rookies da empresa em grupo pouco conceitual; conheça o boygroup (Divulgação / SM Entertainment) Anos após o debut do seu último boygroup criado, WayV, e toda a movimentação acerca dos membros das units do NCT, a SM Entertainment está prestes a debutar RIIZE, formado por sete membros. O grupo estreia no dia 4 de setembro e nós não podemos esperar para saber o que eles trarão de novo para o K-pop. Confira tudo que sabemos até então sobre RIIZE, e sua movimentada agenda pré-debut. RIIZE vem com ambição de realização de sonhos, já que significa growth e realize - crescer e conquistar, se traduzido para o português, com a ideia de que “um grupo que cresce junto, conquista em conjunto”. O grupo conta com integrantes já familiarizados para quem acompanha os conjuntos da SM Entertainment, visto que Shotaro e Sungchan, que fizeram parte do NCT, debutarão novamente, e dessa vez, no septeto. Além deles, novos artistas da empresa que fizeram parte do projeto SMRookies 2022, formam o RIIZE: Eunseok, Wonbin, Sohee, Anton e Seungchan. A formação oficial do RIIZE foi exibida na última quarta-feira (9), através de um vídeo de apresentação e uma performance de Siren, que dá um gostinho do carisma e presença que os garotos buscam entregar. E no dia 4 de setembro, seu primeiro single álbum será lançado, intitulado Get A Guitar. Mas além do lançamento, o grupo já está marcando presença em alguns eventos, como o festival K-Con em Los Angeles, no dia 20 de agosto, e o SM Town em Jakarta, no dia 23 de setembro. Leia também: Qual é o nome do fandom do RIIZE? Se você já virou fã, precisa saber como ser chamado Além da agenda cheia, as promoções em cima do RIIZE estão a todo vapor. O grupo também terá seu próprio webtoon, intitulado Rise & Realize, lançado a partir do dia 18 de agosto. A obra foi escrita por No Gon e desenhada por Nak Di, e será publicada semanalmente através do Kakao Webtoon, aos sábados. Seu enredo abordará os integrantes do grupo como personagens lidando com os desafios da vida, num total de 8 episódios de história. Leia também: Por que a Natty, do Kiss of Life, está sendo chamada de "Baby BoA?" Saiba tudo sobre a cantora Quem são os membros de RIIZE? (Divulgação / SM Entertainment) Em fevereiro, ao apresentar os planos da empresa para 2023, a SM anunciou que um novo grupo masculino estava entre as novidades. E em maio, a saída de Shotaro e Seungchan foi informada já com a notícia de que eles fariam parte do novo projeto, junto a membros de nacionalidade coreana e norte-americana. Mas quem são os novos rapazes? Shotaro Começando por Shotaro, que já tem mais tempo de casa, e também o integrante mais velho do grupo. Osaki Shotaro, nascido em Kanagawa, no Japão, debutou na SM Entertainment pelo projeto NCT 2020, tendo como primeira faixa Make A Wish (Birthday Song) do álbum RESONANCE pt. 1. Antes de ingressar no RIIZE, embora tivesse posição de dancer e rapper, ele não fazia parte de nenhuma unit definida do NCT, aparecendo apenas em projeto do NCT U. Sungchan Jung Sungchan, nascido em Seul, na Coreia do Sul, também tem mais tempo de SM, já que debutou junto ao Shotaro no ano de 2020, também passando pelo NCT, na mesma situação que o colega, presente apenas nos projetos do NCT U. Ele foi apresentado na faixa Misfit, que também faz parte do full álbum RESONANCE pt.1, na posição de rapper. Sungchan também debutou pelo projeto NCT 2020. Leia também: NCT: Entenda como funcionam as sub-units do grupo de uma vez por todas Eunseok Song Eunseok, nascido em Bucheon, Coreia do Sul, é um dos integrantes que fará seu primeiro debut através do RIIZE. Ele entrou para a SM a partir do projeto SMRookies e tem ambição de se tornar também, um ator no futuro. Wonbin Park Wonbin nasceu em Ulsan, também na Coreia do Sul. Junto aos novos membros, ele também debutou através do SMRookies e foi descrito pela agência como um integrante com ótimas performances e muito habilidoso ao tocar violão. Sua posição é de main dancer e center. Seunghan Hong Seunghan é mais um dos membros sul-coreanos do RIIZE, nascido em Ilsan. A SM Entertainment o anunciou como um bom dançarino e ótimos vocais. Ele está na vocal e dance line do grupo. Sohee Lee Sohee nasceu em Siheung, Coreia do Sul. Ele foi descrito pela SM, como muito talentoso, com vocais que se destacam por sua versatilidade, sendo anunciado pela empresa como o main vocal do grupo. Anton Lee Chanyoung ou Anton Lee é o membro coreano-americano, nascido em Boston, nos Estados Unidos. Ao o apresentar, a agência o descreveu com um senso musical único, com talento em composição, ele é da vocal line, além de ser maknae do grupo. Qual será a dinâmica do grupo? Diferente do EXO, que possui um conceito consolidado desde seu debut, com super poderes, o NCT com sua rotatividade e estilos bem definidos para cada unit, e o girlgroup aespa, que tem seu próprio mundo, o AE, RIIZE ainda não apresentou esse tipo de identidade. Geralmente, a SM já apresenta o grupo com sua essência definida, mas pelo que parece, o mais novo boygroup não seguirá nessa mesma linha, que já é comum entre artistas da empresa. Mas tal fator não impede que o grupo entregue tudo a partir de seu talento, carisma e dedicação. Animados para conhecer RIIZE? Nos conte em nossas redes sociais. Leia também: O que é Kwangya? Conheça o multiverso da SM que engloba grupos como aespa, EXO e NCT

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