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  • Casais em Crise: Conheça 5 reality-shows parecidos para maratonar

    O famoso programa de namoro conquistou o público e para quem gostou dessa proposta vale conferir produções similares tão boas quanto (Reprodução) Imagine estar em um relacionamento problemático e ter a oportunidade de viajar para uma ilha e conhecer novas pessoas para então decidir se continua o namoro ou recomeçar com outro alguém. Essa é a dinâmica de Casais em Crise, o reality sul coreano da Netflix que ganhou um grande público desde o lançamento de sua segunda temporada este ano. Nessa segunda parte do programa, 4 casais passam 12 dias juntos na famosa ilha de Jeju e cada episódio traz novidades e discussões que nos prendem ao caminhar do reality. De torcer para que um novo casal surja até se sentir mal após uma briga entre a dupla que gostamos, esse reality é puro entretenimento pra quem gosta de um bom reality de namoro. Se você está curtindo Casais em Crise com certeza vai gostar desses programas que seguem uma dinâmica parecida. Vem ver a lista que o Café com Kimchi separou! EXchange Este programa da emissora coreana TVing reúne quatro casais separados em uma casa em que no início não podem revelar aos outros quem são seus respectivos ex-companheiros. Enquanto fingem não conhecer seu ex-namorado e ex-namorada, seus batimentos cardíacos são monitorados, mostrando a tensão que os integrantes da casa estão passando, o que deixa tudo ainda mais interessante. Um detalhe importante é que nem mesmo o público sabe quem são os casais separados, tornando também um desafio para quem assiste descobrir. Enquanto interagem entre si, não se sabe se estão falando com um ex ou com uma pessoa que os interessa romanticamente. Se você curtiu De Férias Com o Ex, com certeza vai gostar desse reality! Single's Inferno O famoso reality show de namoro da Netflix em parceria com a JTBC não poderia ficar de fora né?! Dez homens e dez mulheres são levados a uma ilha deserta, onde se conhecem pela primeira vez, desenvolvendo relações entre si e tendo a oportunidade de sair do programa em um par romântico. Em Solteiros, Ilhados e Desesperados, nome brasileiro, a emoção é constante pois pode surgir um casal a qualquer momento e talvez aquela dupla que você achava que tinha uma química pode não terminar junta. O programa fez muito sucesso na Coreia do Sul e fora dela pelo elenco ser repleto de jovem adultos muito bonitos e dispostos a começar um relacionamento enquanto se conhecem. Heart Signal Este programa lançado em 2017 reúne 8 participantes, 4 mulheres e 4 homens em uma casa para conviverem juntos e se conhecerem melhor durante um mês. Assim como em Casais em Crise há muitos encontros entre os participantes, momento em que podem conversar fora do convívio com os outros participantes e talvez desenvolver sentimentos por alguém. Apesar de poderem desenvolver sentimentos uns pelos outros eles não podem demonstrar suas intenções diretamente e é aí que fica ainda mais interessante. Caso se interessem por alguém, eles devem escrever uma mensagem de forma anônima para a pessoa. Disponível na Disney Plus e no Viki o programa contém 3 temporadas, então pode aproveitar e maratonar a vontade. Leia também: 'In The Soop Friendcation: Tudo sobre o reality show com o Wooga Squad no Disney Plus.' I Am Solo Esse reality de 2021 conta com 12 participantes, 6 mulheres e 6 homens que estão em busca de um relacionamento duradouro e desejam casar. Com uma proposta similar a Casamento às Cegas, mas sem o mistério de não ver a pessoa e apenas conhecê-la pela voz em primeiro momento, os integrantes não utilizam seus nomes verdadeiros e só os revelam ao final do programa caso encontre seu parceiro. Eles são levados até o Solo World, lugar onde os participantes que convivem juntos passam a se conhecer melhor e quem sabe encontrar o parceiro que tanto procuram. A emoção de ver possíveis casais se formando torna o programa um ótimo entretenimento para quem gostou dessa temática, então se quiser assistir é só conferir pelo Kocowa. Love Catcher Você prefere ganhar uma grande quantia de dinheiro ou encontrar seu verdadeiro amor? É basicamente essa decisão que os integrantes desse reality tem que fazer. Dez participantes são divididos em dois grupos: os que querem ganhar dinheiro no programa e os que querem encontrar um parceiro. Separados assim então, eles são os love catchers e os money catchers, os que buscam amor devem fugir dos que estão interessados no prêmio de 50 milhões de won e os que buscam dinheiro só poderão levar o prêmio se escolherem um par romântico que está no programa em busca de um relacionamento. Outra regra interessante do programa é que caso duas pessoas interessadas no dinheiro se juntem, ambos são automaticamente eliminados. Essa dinâmica se passa no período de um mês onde todas as relações feitas são questionadas e duvidosas, sendo preciso ter cuidado com quem jura amor, mas na verdade só quer sair milionário. Leia também: Casais em Crise: Quais são os melhores casais do reality-show coreano na Netflix? E os piores?

  • Casais em Crise: Conheça o reality-show coreano que está fazendo sucesso na Netflix

    Crises de relacionamento em meio a uma ilha paradisíaca? Saiba tudo sobre o reality da Netflix que está dando o que falar (Reprodução/Netflix) Depois de doramas como o premiado Round 6 e o apocalíptico All of Us are Dead, a Netflix tem conseguido furar a bolha dos dorameiros que acompanham o streaming e atingir públicos cada vez mais diferentes. A "Onda Coreana" ou Hallyu tem marcado presença na plataforma, arrastando audiência também para um novo formato: o reality show. Um bom exemplo disso é o reality Casais em Crise, o mais novo sucesso da Netflix. O programa tem se mantido em alta no streaming, junto a outros títulos renomados como Uma Advogada Extraordinária (Extraordinary Attorney Woo) e Alquimia das Almas (Alchemy of Souls). Descubra mais sobre o show após a publicidade. Ao final do post você vai querer correr para assistir! Como funciona o reality? "Casais em Crise" está atualmente lançando sua 2ª temporada na Netflix. A dinâmica do show é a seguinte: 4 casais que estão passando por problemas no relacionamento viajam para uma ilha. Em um primeiro momento, imaginamos que eles vão para lá fazer muita terapia e resgatar o amor entre eles. Mas, não é bem assim… Mesmo comprometidas, as pessoas são livres para irem em a dates com pessoas de outros casais. No final, capa participante decide se quer optar por ficar solteiros, com o casal original ou com a outra pessoa que conheceu nos encontros. Inusitado, não é? Atualmente o show está na 2ª temporada e toda quinta sai um episódio novo. Corre para maratonar que no dia 11 de agosto sai o episódio final! Leia também: Casais em Crise: Quais são os melhores casais do reality-show coreano na Netflix? E os piores? Fofoca saudável A parte mais legal do reality é acompanhar as discussões dos casais e julgar as decisões e atitudes que cada um toma — sem contar a torcida para o nosso casal preferido dar certo! Mas o Café alerta: como nem tudo é perfeito, pode ser frustrante se decepcionar com casais que tinham tudo para dar certo mas que acabam separados. Apesar disso, o reality consegue ser emocionante, e é super fofo ver os casais em encontro e interações cheias de química. Ao mesmo tempo, é impossível fugir de sentir um pouco de vergonha alheia em determinados momentos. Se você já sentia vergonha alheia em alguns doramas, prepare-se para conhecer um novo nível de constrangimento! Leia também: O que é dorama? Entenda o significado da famosa palavra. Os casais têm muita química Um dos destaques de Casais em Crise é que quase não sentimos que os casais estão sendo artificiais ou seguindo algum roteiro. Pode até ser que estejam seguindo, mas o importante é que o sentimento de algo verdadeiro e real é passado para o público. Um dos pares favoritos da audiência é o formado por HyoGi e HuiHyeon. Fofos demais! (Reprodução/Netflix) Vale a pena assistir? É uma fonte de entretenimento muito boa, que deixa o público muito empolgado com diversos acontecimentos inusitados e é uma ótima desculpa para fofocar com os amigos que assistem. E quem não gosta de uma fofoca? Não seria exagero dizer que esse é um dos reality shows sul-coreanos mais legais e divertidos da Netflix. Pode assistir sem culpa que nós do Café só recomendamos coisa boa! Veja mais indicações no nosso Twitter e Instagram! Surte com a gente: BLACKPINK tem comeback marcado: O que as integrantes do grupo fizeram durante dois anos de hiatus?

  • Casais em Crise: Quais são os melhores casais do reality-show coreano na Netflix? E os piores?

    Seguindo o sucesso de Solteiros, Ilhados e Desesperados, o programa de namoro tenta salvar relacionamentos fadados ao término (Reprodução/Netflix) Os reality-shows coreanos estão com tudo! Depois do sucesso de Solteiros, Ilhados e Desesperados na Netflix, agora é a vez de Casais em Crise brilhar no catálogo do streaming. Com uma proposta ousada, o programa — atualmente na 2ª temporada — reúne quatro casais que estão prestes a se separar. Leia também — New World: Conheça 4 outros programas de variedades para você assistir e relaxar Nessa viagem de duas semanas, eles terão encontros com outras pessoas de dentro da casa (uma troca de casal), passando por situações românticas e, no fim do dia, discutem a relação com seus pares originais. Até o final do programa, precisam decidir se vão seguir com o relacionamento, se ficarão com a pessoa que conheceram no reality ou se vão embora sozinhos. Como bons apreciadores de Casais em Crise, o Café Com Kimchi fez um ranking com os melhores e piores casais do programa, incluindo os que já chegaram juntos e os que se formaram posteriormente em algum encontro armado pela equipe. Desde já fica o recado: está permitido discordar! Tanto que, no final dessa matéria, vamos deixar uma enquete para você votar no seu favorito! Do pior ao melhor casal que já estava formado Hyogi e Yunseul (Reprodução/Google) É difícil até achar uma boa foto dos dois juntos! Hyogi e Yunseul têm uma rachadura quase palpável no relacionamento e é só vê-los juntos, agindo como dois estranhos, que fica nítido o quanto precisam de um tempo. Eles mal conseguem olhar para o rosto do outro, não conversam, não se escutam, se expõem na frente dos outros como se fossem incapazes de lidar com seus problemas sozinhos. Quando tentam conversar, as mágoas tomam conta da situação e os ânimos se abalam, resultando em gritos e choradeira. O futuro não parece muito promissor para este relacionamento! Hyeyeon e Taewan (Reprodução/Netflix) Tanto Hyeyeon quanto Taewan são lindos, engraçados e conquistam facilmente o afeto de quem se aproxima. Mas, quando se trata um do outro, são frios e não conseguem manter um diálogo pacífico. Enquanto Taewan reclama de não receber atenção da namorada, Hyeyeon parece interessada em qualquer pessoa que não seja ele. Individualmente, são ótimos parceiros, mas não funcionam tão bem como casal. Jiyu e Dohyeong (Reprodução/Netflix) Jiyu elevou o nível do que chamamos de “ghosting”: ao invés de apenas sumir, ela também mudou de telefone e de casa no dia seguinte em que brigaram seriamente. Levou três anos para que Dohyeong a encontrasse novamente e reatassem o namoro. Mas, incapaz de conversar sobre o ocorrido, o casal parou de comunicar um ao outro o que sentia. Eles não falam sobre eventuais incômodos com medo de brigar, mas que relação vai à frente sem diálogo? No entanto, Jiyu e Dohyeong também demonstram amor em pequenas atitudes. Aparentemente, é um dos casais com mais chances de continuar junto. Huihyeon e Jeonghun (Reprodução/Netflix) É difícil falar apropriadamente sobre o melhor casal em um programa em que eles estão lutando para não se desfazer (ou para terminar definitivamente). Mas, apesar disso, Huihyeon e Jeonghun são os que lidam mais sobriamente com os problemas da vida a dois. Eles dialogam sobre questões incômodas, demonstram gostar um do outro e tentam fazer dar certo até mesmo quando tudo indica que o fim da dupla está próximo. Afinal, ele está indo para o exército, enquanto ela não quer demorar a casar. Estão em fases muito diferentes da vida e o fator financeiro pesa muito na decisão de ficarem juntos. No entanto, é nítido o quanto se amam e preservam os sentimentos um do outro. Melhores casais temporários formados no programa Para início de conversa, isso não é spoiler, viu? Não sabemos quem ficará ou não junto ao final do programa — principalmente porque, na data da publicação deste artigo, o reality ainda não terminou de ser exibido na Netflix. Mas, além de ter carinho pela jornada dos casais que chegaram juntos, também tivemos momentos de apego com alguns encontros de alma que rolaram no programa. E aqui estão: Hyeyeon e Dohyeong (Reprodução/Netflix) Se é química que vocês querem, Hyeyeon e Dohyeong estão sempre prontos para entregar! A dupla tem como namorados originais o Taewan e a Jiyu e, embora o namoro da primeira esteja em nítidos pedaços jogados ao chão, o do segundo tem grandes chances de dar certo. Mas, isso não impediu que Hyeyeon e Dohyeong se conectassem. Juntos desde o primeiro episódio, a afinidade e semelhança entre eles fez crescer a torcida por um futuro (e possível) relacionamento entre eles. Huihyeon e Taewan (Reprodução/Google) Huihyeon queria alguém que a empolgasse, que fizesse seu coração bater mais rápido (palavras dela) — e encontrou essa pessoa em Taewan. O contrário também aconteceu: o rapaz descobriu que também podia receber afeto após tanto tempo em um relacionamento frio. A conexão aconteceu dentro da casa e, quando foram ao primeiro encontro juntos, a proximidade se tornou ainda maior. Sorriram do início ao fim e tiveram um dos melhores dates do programa. O Café Com Kimchi encoraja a democracia, então aqui não é apenas a nossa opinião que vale. Por isso, como prometido nos parágrafos iniciais, trouxemos uma enquete para você votar no melhor casal aqui listado. Caso não consiga acessar à votação, entre diretamente pelo site e procure por essa matéria!

  • Pachinko e Snowdrop: A representação da história coreana provoca rejeição do público nativo do país?

    Espectadores sul-coreanos são zelosos com a forma pela qual suas histórias são contadas em doramas; confira a entrevista abaixo e entenda! (Divulgação JTBC / Apple TV+) A essência dos doramas está em servir os mais diversos temas e ter a capacidade de agradar todos os públicos. Romance, ação e dramas hospitalares são bem recorrentes entre os gêneros, mas também não podemos deixar de lado as tramas históricas, aquelas que abordam o passado da Coreia do Sul e são significativas para demonstrar, através de produções que unem a ficção e o mundo real, como o país se tornou o que é hoje. Os doramas de época retratam bem o contexto histórico da antiga Coreia, mostrando através de ambientações, vestimentas, poder e hierarquias e, frequentemente, abordam como funcionava o país durante as dinastias, principalmente a Joseon, estado coreano fundado pelo rei Taejo Yi Seon Gye que perdurou de 1392 até 1897. Porém, algumas produções fogem da conjuntura onde o aspecto histórico é apenas o cenário da trama, e passa a ser o foco central da história. O que há em comum entre esses dois tipos de narrativa é o fato de que elas precisam ser tratadas com sensibilidade, pois são assuntos delicados aos olhos dos nativos sul-coreanos. Snowdrop se enquadra nessa categoria, a história estrelada por Jisoo do Blackpink e Jung Haein é baseada nos manuscritos de um homem que fugiu da Coreia do Norte. Im Suho é um espião norte-coreano que aparece ferido no dormitório de uma faculdade na Coreia do Sul. O rapaz recebe cuidados da Eun Yeongro, que o acoberta, e eles acabam engatando em um romance. A trama se passa em 1987, quando o país sul coreano estava protestando em busca de democracia. Tal enredo, mesmo antes de seu lançamento, teve repercussão negativa por parte dos coreanos, resultando na criação de petição organizada pela Casa Azul, assinada por 300 mil pessoas que solicitaram que o drama não fosse desenvolvido. O dorama foi acusado de gerar controvérsias sobre a história coreana, resultando na perda de inúmeras marcas que patrocinariam a produção. A emissora JTBC, que esteve por trás da produção, justificou que seria uma trama ficcional, apesar de se passar em uma época importante para as definições políticas do país. Leia também: D.P. Dog Day: O quão realista é o dorama? Ex-soldados coreanos têm opiniões divididas [ENTREVISTA] A atração sofreu alterações em seu roteiro, e a personagem de Jisoo teve seu nome alterado para não ser relacionada com a ativista pró-democracia Chun Youngcho e consequentemente gerar um conflito político entre os espectadores. De acordo com Kim Ji Yun, nativa do país e professora do curso de coreano da USP, a grande preocupação dos coreanos é que a história sofra distorções e gere interpretações incoerentes. Ela explica: A rejeição pelo público é sobre interpretação errada que acontece em algumas obras midiáticas, não pelo conteúdo do passado. E acho que as distorções dos fatos históricos em favor da narrativa da ficção são fortemente criticadas mesmo que o conteúdo seja fictício. Neste contexto, é possível enxergar o zelo do povo coreano sobre sua própria história, embora a reação para com o k-drama não seja algo tão incomum. Portanto, a professora e coordenadora do curso da USP de Língua e Literatura Coreana, Yun Jung Im Park, reafirma o motivo da insatisfação e nega que exista uma rejeição do conteúdo. “Boa parte das polêmicas em torno de conteúdos históricos vem de posições políticas controversas no que tange à interpretação do passado. Por exemplo, se uma novela retrata o movimento estudantil da década de 80, vai acabar pisando em ovos: uma parcela da população acredita que eles sofreram lavagem cerebral por parte dos espiões norte-coreanos, enquanto que há uma outra parcela que os têm como heróis que ajudaram a construir a democracia plena que vive a Coreia hoje”, ela conta. "O problema para os conteúdos históricos tem sido a ascensão Hallyu" Mesmo que haja uma preocupação acerca de como a história será contada, a coordenadora levanta um ponto relevante sobre a importância de k-dramas que entreguem conteúdos mais densos e realistas como Snowdrop. Yun Jung Im ressalta que espectadores comuns se tornam melhor informados através desses e, em paralelo, a Coreia do Sul tem a chance de mostrar, para um público maior, o cenário que o país viveu em decorrência das suas condições geopolíticas. Em contrapartida, a especialista considera que tais produções estejam passando por um esgotamento, trazendo ao público histórias que entregam apenas a estética, sem nada além disso relacionado ao contexto histórico. “O problema maior para os conteúdos históricos tem sido a ascensão da hallyu, pois, com a explosão da demanda internacional, os produtores passaram a pensar nas novelas com o foco na exportação”, afirma. Tendo em vista esse raciocínio, mesmo que sejam histórias de ficção, manter a essência genuína do passado do país é imprescindível. O drama Pousando No Amor, muito querido por fãs internacionais, também foi alvo de críticas. A produção foi acusada, pelo Partido de Liberdade Cristã, de romantizar o estado recluso e mostrar soldados norte-coreanos de forma pacífica. Além disso, a emissora tvN, responsável pela trama, foi notificada pelo partido de, supostamente, violar a Lei de Segurança Nacional e retratar que a Coreia do Norte é a principal oponente da Coreia do Sul. Ainda, o partido de extrema direita afirmou que a lei de segurança do país deixa nítido que não devem simpatizar com organizações que promovem o anti-governo. (Divulgação / tvN) Leia também: Atores de Pousando No Amor vão se casar; conheça mais 5 casais de doramas que namoraram na vida real Em resposta, o produtor do dorama, Lee Jung Hyo, defendeu a história: "Sabemos que algumas pessoas estão desconfortáveis com o nosso assunto, mas não abordamos uma Coreia do Norte tão autêntica em nosso dorama. O cenário predominante é baseado em fantasia e apenas alguns aspectos refletem um panorama norte-coreano". Apesar da tentativa de boicote, Pousando No Amor teve uma boa audiência. De acordo com a agência de audiência Nielsen Korea, o dorama teve seu maior pico no episódio final, com 19.2%. Com enredo histórico, Joseon Exorcist também sofreu críticas. A produção da emissora SBS tinha a dinastia Joseon como cenário, porém o roteirista Park Kye Ok foi acusado de ter construído um roteiro para propositalmente "zombar" da história coreana através da sua base ficcional, onde o rei Lee Sung Kye, sucessor de Taejo Yi Seon Gye, decide converter seu reino budista em católico, e todos que se opõem são punidos. Ao contrário dos outros dois exemplos, o dorama foi cancelado após o segundo episódio. Assim como Snowdrop, uma petição foi criada, e atingiu mais de 100 mil assinaturas. A repercussão chegou até a Casa Azul e a emissora não pôde mais exibir a produção. Pachinko pode seguir pelo mesmo caminho? (Divulgação / Apple TV+) Enquanto algumas tramas sofreram desafios para seus lançamentos, Pachinko, baseado em livro homônimo da autora Min Jin Lee, teve uma boa recepção global. Até o fechamento desta reportagem, o k-drama recebeu avaliação de 98% de aprovação pelo site Rotten Tomatoes. O dorama original da Apple TV+ tem Lee Minho, Youn Yujung e Kim Minha no elenco e conta a história da jovem coreana Sunja, que migra para o Japão em busca de uma vida melhor. O enredo caminha por quatro gerações familiares que são marcadas pelo contexto histórico da época, envolvendo guerras e colonização. A atração tem uma premissa muito significativa para a população nativa na Coreia do sul, como afirma a YouTuber Carol Pardini, do canal Na Coreia Tem: "Pachinko dá voz a um povo que sofreu muito ao longo da sua história mas que segue firme, independente das adversidades, e com o drama a gente entende quão profundas foram essas adversidades". Tendo isso em vista, a adaptação cumpre bem a ideia central da roteirista Soo Hugh, que defende: "Esta é uma história e uma homenagem aos meus antepassados. É também uma história dedicada a todos os 'pioneiros' que existem na nossa história familiar." No ponto de vista mais generalizado, a coordenadora Yun Jung Im Park afirma que o dorama poderia despertar um sentimento anti-nipônico entre coreanos e provocar os japoneses que engrossam o movimento hate-Korea. Enquanto a professora Kim Ji Yun fala como foi o impacto de Pachinko em si mesma: "Li o romance e achei muito bom em vários sentidos, mas o que me impressionou mais foi a descrição detalhada sobre a cultura tradicional da Coreia de maneira tão exata e rica através dos personagens. Cada um carrega a cultura de cada espaço e época diferente. Enquanto lia a obra, sentia como se conhecesse os personagens na vida real". Mesmo gerando diferentes interpretações e reações, é indiscutível que produções que contextualizam o passado são imprescindíveis. Não apenas para entretenimento, mas, principalmente, para apresentar o momento histórico e cultural, seja da Coreia do Sul ou de qualquer outro país. "Acredito que através do entretenimento a gente consegue aprender demais sobre uma cultura e, principalmente, sobre a história dela. Obras audiovisuais podem e devem ser criativas, mas respeitando sempre o momento histórico e os fatos macros que aconteceram naquele período", afirma Pardini. Kim Ji Yun tem opinião similar e afirma que os conteúdos midiáticos permitem interpretações sobre histórias do passado da Coreia de maneira mais criativa, livre e variada do que é ensinado em sala de aula. "Mostram o fato de que o passado só existe através de determinado ponto de vista da interpretação, não como um único fato verdadeiro que aconteceu no passado", finaliza. Leia também: Vida longa aos fansubs! Conheça a realidade das equipes que democratizam doramas [ENTREVISTA]

  • Por dentro dos fansubs: Conheça a realidade das equipes que democratizam doramas

    Entenda como os fãs que legendam k-dramas trabalham para tornar a cultura asiática um pouco mais acessível no Brasil, e como lidam com os serviços por assinatura e outros desafios (Divulgação) Vivemos na era do streaming, e cada dia que passa observamos mais plataformas serem lançadas e junto desse crescimento, por ser um nicho tão grande e diverso, os doramas não são deixados de lado, e tem sido sempre requisitados pelos serviços por assinatura. Mas muito antes de vivermos num mundo em que serviços pagos dominam cada vez mais, os fansubs já eram grandes aliados da dramaland e se dedicam arduamente para entregar semanalmente os k-dramas mais recentes, o mais rápido possível. Kocowa, Viki, Netflix e até mesmo HBO Max, Disney+ e Apple TV+ não perdem tempo e têm investido em produções coreanas em seus catálogos. Esse feito certamente deu visibilidade para muitos doramas que consequentemente saíram da bolha dorameira, como por exemplo Round 6, que após meses de lançamento ainda é lembrado pelo público geral e grandes premiações de Hollywood. Embora o streaming por assinatura seja prático e variado, ter outros meios de consumir k-dramas, e ainda, ter pessoas por dentro desse nicho trabalhando para entregar esses conteúdos é fundamental. O trabalho dos fansubs são extremamente necessários para quem não está na terra das produções asiáticas e não tem a oportunidade de prestigiá-las na TV, como nós brasileiros fazemos com as novelas. Mas diversos fãs se dispõem a legendar séries e filmes, proporcionando a ótima sensação de recebê-los quase tão rápido quanto assisti-los durante uma transmissão de sua emissora. Esse ofício é de nível profissional, porém entregue por amadores que não esperam receber nada em troca, apenas o apoio a felicidade dos dorameiros, o que dá mais sentido a palavra, que significa nada mais que legendas feitas por fãs, para o entretenimento de outros fãs. Leia também:Qual é o futuro dos BLs coreanos? Central Boys Love comenta sobre produções para 2022 [Entrevista] (Divulgação / Netflix) "O que nós fansubs fazemos é a legenda, tentamos fazer o que dificilmente chegaria no Brasil, mas com o crescimento dos streams, quase tudo vem chegando", conta o tradutor o Life Fansubs. A realidade de cada equipe é uma, e cada uma delas lida com suas rotinas de sua forma e tem seus próprios métodos de traduzir, revisar e hospedar o conteúdo. Mas o aspecto mais comum entre elas é que todas reconhecem que é um serviço cheio de desafios, que deve ser valorizado. Os doramas têm sua popularidade no Brasil, e a ascensão dessas produções em diversos gêneros tem crescido constantemente, e os fãs que legendam trabalham duro para os tornar acessíveis. “O trabalho do nosso fansub é totalmente sem fins lucrativos, mas para legendar, nós temos um custo: a internet, a energia, nosso tempo, etc”, afirma um fansub em anonimato entrevistado pelo Café. Uma pesquisa do Ministério da Cultura, Esporte e Turismo realizada em 18 países pela Fundação Coreana para Intercâmbio Cultural Internacional em 2020, apontou o Brasil como o terceiro país que mais consumiu k-dramas durante a pandemia, ficando atrás apenas da Malásia e Tailândia. Não apenas os números apontam, mas os próprios tradutores sentem esse crescimento na pele. O Annyeong Fansubs afirma que essa evolução se deu por conta da qualidade dos doramas e também a inserção deles em português, seja através da legenda ou por dublagem. Já o fansub anônimo acredita que esse aumento de consumo dos doramas se deu através da ascensão do k-pop no país. “A onda do k-pop, com a popularização de grupos como BTS, Blackpink, EXO e etc., colocou a Ásia em evidência, tornando-se natural que o interesse pela cultura asiática crescesse cada vez mais. E, esperamos e desejamos, que isso continue”, afirma. Certamente esse aumento do interesse pela cultura midiática da Ásia, mais especificamente pelos dramas coreanos, reflete no trabalho dessas equipes, provocando altos e baixos para aqueles que legendam. Leia também: Por que doramas não costumam ter segunda temporada? Fansubs X Streaming Além dos desafios causados pela própria rotina de ter que dividir tempo entre as legendas e outras responsabilidades pessoais, os tradutores também têm que lidar com algumas preocupações, como o medo das emissoras e plataformas de streaming. Os fansubs tem seus meios de esquivar e continuar produzindo um trabalho bem feito para tornar os doramas acessíveis para além dos serviços por assinatura. "Nós apenas continuamos, tentando fazer as legendas da melhor maneira que um fã faria", declara o Life Fansubs. Embora fiquem receosos com as grandes plataformas, os tradutores entendem o investimento destas em k-dramas como algo positivo. O fansub anônimo conta que sua equipe fica muito felizes em saber que o gênero vem se tornando cada vez mais popular entre as pessoas "isso nos traz esperanças de que haja cada vez mais dramas pra gente assistir", continua. Mas também ressalta a via de mão dupla que é a situação para com o seu trabalho, com os streamings atentos aos trabalhos paralelos, eles temem perder todo o progresso de legendar e na pior das hipóteses, sofrerem um processo. Apesar do medo, as equipes sabem que estão na frente em muitos aspectos que os mantêm de pé, visto que nem sempre os grandes serviços entregam conteúdos com velocidade e acima de tudo, qualidade. Ser parte e estar em contato com a comunidade dorameira é o grande diferencial, somando a qualidade do serviço entregue, por isso a importância em contribuir e colaborar para que isso não mude. "A divulgação dos projetos, interação nos comentários são muito importantes. Para nós, administradores de fansubs, sabermos o que estão achando e o que precisamos melhorar. Assim, aumentando o nosso público", conta a equipe do Annyeong Fansubs. Embora seja financeiramente estratégico para as plataformas de stream ter doramas em seus catálogos, elas ainda não se sobressaem em alguns pontos, e a não simultaneidade é um dos aspectos que mais incomoda os dorameiros. Quando uma produção entra para um catálogo e já está muito avançado, grande parte do público está acompanhando por outros meios. Não há nada melhor que debater, estar por dentro e acompanhar uma história com outras pessoas com os mesmos gostos. Por que apoiar? (Divulgação / tvN) O apoio aos fansubs vem da forma mais pura possível e essa é a maneira de fazer com que eles continuem entregando o melhor com tanta responsabilidade. O essencial para as equipes, independente de qual seja seu foco principal, é receber como retorno o apoio do público que consome produções coreanas através de suas plataformas, como foi dito pelo tradutor do Life Fansubs: "Se você vai assistir algo através de um fansub, assista pelo meio que ele disponibiliza, pois vai ajudar a manter o trabalho ativo". É importante ressaltar que a percepção entre os fansubs e serviços de streaming são completamente diferentes, pois cada um elabora seu trabalho com um objetivo. Enquanto o primeiro se preocupa com o conteúdo e acessibilidade, as plataformas visam o lucro. Muitas pessoas têm as traduções gratuitas como única forma de acesso, o que já é motivo suficiente para se dedicarem nesse trabalho sem fins lucrativos. "Os fansubs surgem justamente para darem acesso à esses bens culturais elitizados, no sentido de serem bens culturais que têm um alto custo para serem acessados, e isso permanece", diz o fansub em anonimato. A dramaland defende os fansubs e sua importância, pois eles quem muitas vezes colaboram com o contato entre os fãs e a cultura midiática coreana, seja através de legendas para k-dramas ou para reality shows de grupos de k-pop. A democratização do acesso é indispensável para que essa ponte ocorra. "Ser capaz de entender uma nova cultura, comunicar com pessoas de diferentes países e estados, conviver diariamente com pessoas tão diferentes, tudo isso nos transforma em seres mais compreensivos com as diferenças e mais integrados ao mundo", conclui o fansub em anonimato. Leia também: D.P. Dog Day: O quão realista é o dorama? Ex-soldados coreanos têm opiniões divididas [ENTREVISTA]

  • Dos palcos para as telas: Conheça a trajetória do Rowoon do SF9 como ator

    O idol começou sua carreira na atuação em 2017 e já coleciona K-dramas de sucesso e prêmios no currículo (Reprodução / Viki Rakuten) O fato de já serem pessoas públicas acaba abrindo portas para que idols tenham oportunidades de expandir suas carreiras, como, por exemplo, dominando as telas e investindo em atuar. Além de muitos cantores terem dado super certo como atores, é interessante para que os fãs vejam os seus ídolos se desafiando em áreas novas, além de ser mais conteúdo para consumir, como é o caso de realities, como The Knowing Brothers e outros programas como o ISAC. Vários idols da terceira geração do k-pop têm apostado nessas novas experiências, como Joy do Red Velvet, Taehyung do BTS, Jennie e Jisoo do BLACKPINK, e também o Rowoon do SF9 não ficou para trás. Rowoon debutou no SF9 em 2016, ao lado de Youngbin, Inseong, Jaeyoon, Dawon, Zuho, Taeyang, Hwiyoung e Chani. Ao longo da carreira, o grupo lançou dois álbuns, sete mini-álbuns e um single. No grupo, todos os membros já experimentaram, em algum momento das duas vidas, explorar o lado ator que habita dentro deles, com exceção do Inseong e do Youngbin, que estão servindo no exército sul-coreano, então estão afastados das atividades do grupo. Como o Rowoon foi parar na dramaland? Rowoon começou sua carreira como ator dando pequenos passos. Seu primeiro papel foi um personagem coadjuvante menor na série da KBS, School 2017, ao lado de Kim Sejeong. Depois disso, aos poucos ele foi conquistando mais tempo de tela e papéis maiores. Em 2018, ele ganhou seu maior papel até então, atuando como o irmão da protagonista em Questão de Tempo (2018). No mesmo ano, foi anunciado que ele estrelaria o drama Onde As Estrelas Pousam (2018), junto com Chae Soobin, atriz que participou de Rookie Cops, uma série disponível no Star+. Desde então, Rowoon vêm se destacando no mundinho dramaland, e conquistando cada vez mais espaço no meio. Séries mais famosas de sua carreira (Reprodução / KBS2 / MBC ) Seu primeiro dorama, School 2017, faz parte de uma série com várias edições. Não, ela não tem temporadas propriamente ditas, mas são novas narrativas em anos diferente, mas que não tem ligações entre si. School tem sete temporadas, sendo as maios populares School 2013, School 2015, School 2017 e School 2021, as últimas lançadas pela KBS. Rowoon também participou de Extraordinária Você, um dorama baseado no webtoon July Found By Chance, interpretando Haru, o primeiro papel principal da sua carreira como ator. Nesse k-drama, ele atuou ao lado de Kim Hyeyoon, Lee Jaewook e Kim Young-dae, atores reconhecidos e experientes. Dois anos depois, o cantor ganhou o papel principal na série She Would Never Know, que está disponível na Netflix. Ao lado de Won Jina, Lee Joobin e Lee Hyunwook, Rowoon deu vida a Chae Hyun-seung, um novato que se apaixona pela sua colega de trabalho e decide a conquistar enquanto se adapta no time de marketing de uma empresa de cosméticos. Nos últimos dois anos, Rowoon estrelou em duas séries muito conhecidas que renderam ainda mais visibilidade para seu trabalho, tanto nos dramas quanto no k-pop. Ainda em 2021, ele participou de O Rei de Porcelana, um k-drama épico que fez muito sucesso na Coreia do Sul, como Jung Jiwoon, o tutor do príncipe Lee Hwi. Já em 2022, Tomorrow entrou para a lista de doramas famosos que Rowoon participou. Na pele de Choi Joon-woong, após muita procura por algum emprego, ele acaba sendo “contratado” para o time de gestão de crises dos Anjos da Morte. Prêmios que ele já ganhou como ator (Reprodução / SF9 via Twitter) Mesmo tendo pouco tempo de carreira, comparado com vários colegas de profissão, Rowoon já recebeu vários prêmios pela sua atuação. Em 2019, ele ganhou o prêmio de Melhor Novo Ator no Grimae Awards, uma premiação coreana promovida pela Associação de Produtores da Televisão Coreana, e no MBC Awards pela sua participação em Extraordinary You. Em 2020 ele recebeu o prêmio de Melhor Idol Ator do Ano na Brand of The Year Awards. Em 2021, mais prêmios foram parar na prateleira do Rowoon, como de Melhor Novo Ator, Prêmio de Ator mais Popular e Melhor Casal, durante a KBS Awards, todas com sua participação em Rei de Porcelana. No ano passado, ele não saiu de mãos abanando e recebeu o troféu de Melhor Idol Ator no Brand Customer Loyalty Awards. E aí, você sabia que o Rowoon tinha uma carreira tanto extensa assim na atuação e com tantos prêmios? Curte ele como ator? Conta pro Café nas redes sociais se tem mais alguma coisa que nós não trouxemos nessa matéria, vamos adorar saber!

  • K-pop Generation: Documentário desvenda os impactos da música pop coreana pelo mundo

    Kangta, TXT, IVE, 2PM e outras celebridades relatam esse grande universo através da perspectiva de suas carreiras (Divulgação / TVing) Lançada na última quinta-feira (26), a série documentário Kpop Generation, da emissora TVing, promete abordar diversos temas acerca da música popular coreana, que tem cada vez mais dominado o mundo através da onda hallyu. A série visa apontar diversas temáticas através do olhar dos próprios artistas das quatro gerações, que vivenciam na pele o que é o k-pop todos os dias, debatendo inclusive controvérsias e críticas através de seus próprios relatos pessoais. A produção levanta narrativas da perspectiva de idols de sucesso e também ouve fãs e artistas ao redor do globo inspirados pelo k-pop. Suho (EXO), Leeteuk (Super Junior), Minho (SHINee), Hwasa (Mamamoo), Doyoung (NCT 127) representam seus grupos e Kangta, IVE, TXT, Stray Kids aparecem para relatar suas experiências. Além deles, os grupos japoneses JO1 e NiziU o boygroup filipino SB19 também marcam presença para falar da influência e impacto do k-pop na indústria da música num contexto global. Leia também: Sucesso global do K-pop: O que torna o pop coreano tão bom? O documentário pode ser assistido através do Viki e terá seus episódios lançados semanalmente, sendo 8 no total. Muito será mostrado sob a perspectiva da própria Coreia do Sul e como os próprios artistas enxergam cada aspecto, porém um espaço também foi dado para os fãs globais, ressaltando o crescimento do k-pop pelo mundo. Além disso, críticos e executivos de empresas falam sobre as diversas camadas que englobam o k-pop, entre eles o poder dos grupos femininos, controvérsias da indústria, influências causadas pelos grupos, e artistas produtores de suas próprias músicas. Por que vale a pena assistir? O primeiro episódio já lançado se chama Cultura do Fandom, focado em falar sobre o papel dos fãs nas carreiras os grupos de k-pop. Através desse primeiro momento é possível perceber a profundidade que o documentário procura passar. Pessoas de diversos fandoms contam um pouco de sua rotina como fã, como organizam projetos, hobbies acerca disso, sua dedicação pelos seus idols preferidos e quais os impactos causados por eles em suas vidas. De cara é perceptível sua relevância, por abordar a temática com muita sensibilidade e realismo, por transpassar por várias fases de apreciar um artista, desde impacto econômico, inspirações, o carinho e até mesmo a desilusão causada após alguma polêmica. Ainda, é interessante ver os idols admirados com tanto carinho e também comparando a proximidade com seus fãs nos tempos passados e na atualidade, com avanços tecnológicos e novas ferramentas de comunicação. Documentários como esse não são importantes apenas para registrar a história do k-pop, mas também para lembrar sua evolução e sua grandiosidade ao redor do mundo, principalmente mostrando do ponto de vista de quem consome e de quem faz parte dessa indústria. Principalmente através das camadas apresentadas na produção de forma sólida e sincera. Leia também: [Opinião] Por que "Decisão de Partir" foi esnobado no Oscar 2023?

  • Jihyo: Acompanhe a evolução da líder do TWICE através das eras do grupo

    Jihyo assoprou velinhas no dia 1º de fevereiro e vem se mostrando uma artista cada vez mais completa ao longo dos anos; confira (Divulgação / JYP Ent.) A líder do TWICE e uma das maiores vocalistas do K-pop está fazendo aniversário! A Jihyo completou 26 anos nesta quarta-feira (1º de fevereiro), com direito a uma enxurrada de carinho dos fãs e declarações super amorosas das suas colegas de grupo. Seu aniversário também movimentou as redes sociais nesta semana, o que não é de se admirar: além de todo o sucesso da vocalista, a data foi celebrada em um momento de muita atividade no fandom ONCE. O TWICE lançou no último mês o pré-single em inglês 'Moonlight Sunrise'. Além disso, a unit japonesa do grupo finalmente deu seus primeiros passos com a divulgação de Bouquet, uma faixa única lançada também em janeiro. Mina, Momo e Sana ainda revelaram em entrevista recente que as integrantes devem realizar mais atividades individuais neste ano. Tudo isso só aumenta a nossa expectativa para o debut solo da Jihyo, não é? Leia Mais: O que esperar do K-pop em 2023? Confira as principais apostas para este ano Enquanto esperamos sua estreia como solista (e torcemos para que ela venha logo), o Café preparou uma lista com 6 fancams da Jihyo que acumulam milhões de visualizações e que mostram como a artista evoluiu ao longo dos anos. Confira após a publicidade. LIKEY (2017) Pra começar, que tal uma viagem ao passado? O TWICE lançou LIKEY em 2017, de dois anos após seu debut sob o selo da JYP Entertainment (empresa que administra a carreira das membros até hoje). A faixa no estilo bubblegum pop é do álbum Twicetagram, que repetiu o bom desempenho dos atos anteriores do grupo. Já nessa época, as integrantes transbordavam carisma, e Jihyo, com apenas 20 anos, mostrava que iria conquistar milhares de corações. Fancy (2019) Em 2019, o TWICE continuava a dominar a indústria e a se consolidar como um dos maiores nomes do K-pop. Foi nesse ano também que o grupo passou a investir em conceitos mais maduros, como os que serão mencionados a seguir. Fancy foi a faixa-título do sétimo EP do grupo, Fancy You, e marcou o início de uma era cheia de glamour e brilho nas produções. A líder Jihyo, com 22 anos à época, soube sustentar muito bem esse amadurecimento. Só um detalhe: a fancam abaixo acumula mais de 8 milhões de visualizações! Leia Mais: 15 coreografias de K-pop fáceis de aprender More & More (2020) No ano seguinte, o TWICE continuou a evoluir, a testar conceitos mais "adultos" e a colher os frutos do seu trabalho impecável. Em 2020, o girlgroup brincou com referências bíblicas com a divulgação de More & More, que pertence ao disco homônimo e é o nono mini álbum do grupo. Com uma pegada hippie nos figurinos e os primeiros flertes das integrantes com o estilo tropical house, o lançamento ainda apresentou aos fãs um novo visual da Jihyo que é aclamado e lembrado até os dias atuais. Alcohol-Free (2021) O estilo tropical house voltou com força no ano seguinte e ganhou também nuances de Bossa Nova. com o lançamento de Alcohol-Free. As titãs da indústria mostraram que não têm medo de ousar com essa faixa que está no décimo álbum do grupo, intitulado Taste Of Love. Misturando o melhor do verão, das altas temperaturas e da festividade da estação, Jihyo aparece resplandecente nessa era, no auge dos seus 24 anos. A fancam abaixo foi retirada de uma performance no Studio Choom e possui mais de 3,5 milhões de views. The Feels (2021) 2021 também foi especial para o TWICE pois foi o ano de lançamento do primeiro single em inglês do grupo. The Feels registrou várias conquistas e recordes em âmbito internacional, e um dos feitos a serem destacados foi a apresentação no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon — programa de talk-show americano da emissora NBC. Um marco assim com certeza afetou a confiança da Jihyo para a performance, e isso é notável na fancam abaixo. Ela está belíssima! Talk That Talk (2022) Para encerrar, nada mais justo do que falar do último álbum das divas, né? Between 1&2 foi lançada no segundo semestre do ano passado e aposta em músicas divertidas e referências à moda dos anos 2000 (Y2K). Além de qualidade de Talk That Talk, a faixa-título ganhou como apelo o visual irresistível das integrantes; e a Jihyo se destaca aqui com o bob hair que foi tendência em 2022. A fancam abaixo acumula mais de 2 milhões de visualizações. Qual a sua era favorita da Jihyo? Conta para o Café aqui nos comentários e já aproveita para seguir a gente no Instagram e no Twitter!

  • Por que "Decisão de Partir" foi esnobado no Oscar 2023? [Opinião]

    Com um desempenho de bilheteria e crítica excepcional, a audiência ainda não entendeu porque "Decision to Leave" não recebeu uma indicação (Reprodução / Korean Film Council) Apontado como um dos favoritos do ano da crítica especializada, o filme do aclamado diretor Park Chan-wook, responsável por sucessos como A Criada (2016) e Oldboy (2003), Decisão de Partir foi lançado em junho de 2022 e sua recepção tem sido avassaladora. Conquistando notas de destaque e uma enorme audiência, o filme foi escolhido para representar a Coreia do Sul nos Oscars de 2023. As expectativas, entretanto, não foram atendidas, e todos que apostaram em Decisão de Partir ficaram decepcionados quando, ao olhar a lista de indicados ao Oscar, o filme não foi contemplado com indicações em nenhuma das categorias, nem mesmo de Melhor Filme Internacional. Mas o que pode ter causado isso? O Café refletiu e pesquisou: por que um filme tão aplaudido por especialistas não foi capaz de segurar uma indicação? Leia mais sobre após a publicidade. Decisão de Partir: a não-indicação é uma oportunidade perdida (Reprodução / Korean Film Council) Os Oscars são, historicamente, uma premiação que dá preferência a obras estadunidenses e de língua inglesa. Em 23 edições, somente três filmes em língua não-inglesa receberam o principal prêmio da noite, Melhor Filme, um deles sendo Parasita (2019). A divisão entre os prêmios de Melhor Filme e Melhor Filme Internacional faz parecer que, enquanto premiação cinematográfica, a Academia só reconhece os longa-metragens de seu próprio país, quando a realidade é bem diferente — opções muito competentes são lançadas todo ano fora da bolha estadunidense, e muitas vezes são ignoradas. Leia também: Decisão de Partir: Conheça o novo filme de Park Chan-wook escolhido para o Oscar 2023 Nas principais categorias, como Melhor Filme e Melhor Direção, cerca de 89% das indicações foram dadas a pessoas brancas e 1.4% a pessoas asiáticas, segundo dados da própria Academia e do site IMDB. O afastamento, muitas vezes proposital, de filmes feitos, produzidos, dirigidos e protagonizados por pessoas racializadas não é de hoje, e essa razão é apontada por muitos fãs de Decisão de Partir e do cinema asiático em geral como o porquê do filme não ter recebido uma indicação. O sucesso de Decision to Leave foi igual, senão maior que o de outros indicados. Com uma bilheteria de aproximadamente 16 milhões de dólares (Conselho de Cinema Coreano, 2023), o romance foi exibido em diversos cinemas ao redor do mundo, inclusive em sessões especiais no Brasil. Além desses números, a crítica aclamou fervorosamente o trabalho de Park Chan-wook, rasgando elogios ao diretor. O filme foi exibido no Festival de Cannes, uma das premiações cinematográficas mais respeitadas da indústria e reconhecida por dar chance a obras fora do eixo estadunidense, e chegou a concorrer ao Palme D'Or, o prêmio mais importante da premiação. No site Rotten Tomatoes, dedicado às avaliações de críticos e da audiência sobre filmes, Decisão de Partir tem uma nota de 93% de aprovação pela crítica especializada. O filme é uma caixinha de compartimentos secretos; quando você acha que entendeu tudo, outra dimensão se abre. [O filme] é engraçado, às vezes, mas só até um certo ponto: em alguma parte do caminho, ele se transforma num trabalho sobriamente formal, com um dos finais mais louváveis que você verá no ano.” Stephanie Zacharek, crítica para a TIME Magazine A trama envolvente — roteirizada por Jung Seo-kyung, que já trabalhou com o diretor em A Criada (2016) — que mistura romance e mistério instigou a audiência, que perseverou durante as quase três horas de duração do longa-metragem e fez a experiência valer a pena. O trabalho dos atores principais, Park Hae-il e Tang Wei, merece mais do que somente palmas. Eles foram capazes de transmitir a angústia e as complicações do relacionamento entre detetive e suspeita para quem assiste, emendando tudo com uma química de cair o queixo e impressionar. Park Hae-il já é conhecido no cinema sul-coreano, tendo trabalhado em Memórias de Um Assassino (2003), do vencedor do Oscar Bong Joon-ho, e Tang Wei é uma atriz chinesa que também já atuou em filmes de sucesso. A escolha de uma atriz chinesa para uma produção sul-coreana é surpreendente, visto que os países têm um histórico de atrito, e a recepção positiva da atriz pela audiência sul-coreana é mais uma indicação que Park Chan-wook acertou em cheio. Leia também: Decisão de Partir: Filme sul-coreano traz um romance intrigante e complexo no enredo Se com todas essas honras e qualificações que, sob qualquer outra visão, seriam mais que suficientes para render uma indicação a ao menos uma categoria, por que a Academia resolveu não indicar Decisão de Partir? Uma possível resposta, apesar de clara e batida, ainda é triste: a aversão a produções não estadunidenses. O cinema sul-coreano não é novato na cena. Não é referência no ocidente como o francês, apesar de receber as mais diversas honras por todo o mundo e provar ano após ano que é mais que competente, mas ainda tem sua honra e seus elogios. A barreira da língua, entretanto, parece ser maior que a apreciação pela sétima arte, e os fãs das obras sul-coreanas se entristecem ao perceberem que as premiações dos Estados Unidos não mudam. Na última década, ao todo 74 pessoas racializadas foram indicadas. Em 2011 — em apenas um ano —, 72 criadores brancos foram indicados, segundo dados levantados pelo website Insider em 2021. Quando vocês superarem a minúscula barreira das legendas, vocês serão apresentados a muitos outros filmes incríveis.” Bong Joon-ho, 2020, em seu discurso ao ganhar o Globo de Ouro Decisão de Partir é um filme de mistério e romance que usa do clichê “Quem matou?” para avançar a trama, algo que Hollywood faz e ama. O filme também explora a dor da protagonista, cujo marido falece no início, além da divisão entre querer ajudar na investigação, ser a principal culpada e entender seus sentimentos pelo detetive. É o tipo de trama que, se protagonizada por atores estadunidenses e brancos, com certeza teria recebido mais aplausos e reconhecimento do que já recebeu. É uma pena que a visão da Academia ainda seja tão pequena e limitada que não consegue reconhecer talentos e obras excepcionais que lhe são apresentadas. Filmes como Parasita (2019) e Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo (2022) — que apesar de pertencer à A24, produtora estadunidense, traz um elenco chinês e partes do filme faladas em mandarim/cantonês — são exemplos de que, muito lentamente, a cabeça dos que comandam os Oscars está mudando. É triste, entretanto, que, a cada ano, os países precisam escolher quem terá o destaque daquela vez. Em suma, Decisão de Partir merecia um olhar mais benevolente por parte da Academia. Se um filme que atende os pré-requisitos e excede as expectativas da crítica não merece uma indicação, o quanto mais não estadunidenses precisam se esforçar para serem sequer considerados? Você assistiu Decision to Leave? Vem conversar com o Café nas redes sociais!

  • HBO Max: Quando e quais doramas vão entrar no catálogo do streaming? Por que a demora?

    Produções como "The Heirs" e "Dr. Romantic" estavam na mira da HBO para entrar na plataforma (SBS/WarnerMedia/Reprodução) A corrida dos streamings por k-dramas nunca esteve tão acirrada. Conforme mais títulos alcançam público e atingem amplas audiências, mais as plataformas estão buscando investir nas produções sul-coreanas para não ficar atrás. E depois da Netflix, com sucessos como Round 6, Profecia do Inferno, Pretendente Surpresa e muitos outros, agora o HBO Max também quer uma fatia do bolo. A HBO é uma das companhias a querer ingressar no audiovisual da Coreia do Sul, e trazer isso para o público ocidental. Mais recentemente, tivemos a Disney com algumas produções no Disney Plus (Snowdrop, Rookie Cops e mais), e também a Apple TV+, com Pachinko. Mas como o HBO Max vai investir nisso? Quais doramas vão entrar no streaming, e quando eles finalmente vão chegar? Ter informações concretas sobre a chegada dos dramas no catálogo está difícil. Contudo, já há algumas divulgações e anúncios que podem ajudar o público. HBO Max pretende, primeiro, trazer doramas da emissora SBS Até o momento, a HBO do Brasil anunciou três dramas que entraram no catálogo do HBO Max: The Heirs, Dr. Romantic e My Sassy Girl. Coincidência ou não, todos os títulos são produções da emissora SBS, então é provável que o streaming tenha adquirido os direitos da companhia em específico (a primeiro momento). Os três projetos foram adicionados à plataforma. Entretanto, mesmo que elas tenham aparecido nas listas de lançamentos que a HBO divulga periodicamente nas redes sociais, a dramaland está vendo navios com outros títulos mais novos. A mais recente promessa foi justamente Dr. Romantic, que tem 20 episódios no total e foi transmitido entre 2016 e 2017. Leia também: Netflix, Viki e Kocowa: Qual streaming de doramas vale mais a pena? Conheça os preços e os catálogos Doramas que podem entrar na HBO Max (atualizado): The Heirs (2013) - Entrou Dr. Romantic (2016 - 2017) - Entrou My Sassy Girl (2017) - Entrou Ou seja: mesmo que os três dramas citados sejam conhecidos, eles já são antigos. Inclusive, The Heirs já estava dentro da Netflix para ser assistido, sob o título de Herdeiros ("Inheritors"). Assim, vale pensar no que poderia ser o obstáculo para a HBO trazer produções mais recentes, ou então produzir dramas originais logo de cara — como os títulos chamados de Max Originals no streaming. Seria esta uma introdução inicialmente contida nos projetos sul-coreanos? Ainda, vale ressaltar que a WarnerMedia, uma subsidiária do grupo AT&T (da qual a HBO pertence), tem cerca de 2% das ações da emissora JTBC. Ainda não há informações sobre dramas desta companhia no HBO Max. O que poderia impedir a HBO Max de investir mais em doramas? Não só a HBO, como tantos outros serviços de streaming internacionais (Spotify, Disney Plus, YouTube Music e mais) estão enfrentando problemas na Coreia. Nesse sentido, as plataformas foram inseridas num mercado em que os próprios streamings do país, como o Melon e o Wavve, já são consolidados. No início do ano, o jornal The Korea Times divulgou gráficos mostrando a popularidade das plataformas lá. Foram considerados os usuários ativos mensalmente nos streamings de audiovisual, no mês de dezembro de 2021 (quando Disney Plus chegou na Coreia do Sul), e a porcentagem de presença de mercado nos serviços de música. Independente da divulgação, os produtos sul-coreanos ainda sobrepõem os importados. À esquerda, o número de usuários mensais em cada serviço de streaming popular. À direita, a porcentagem de cada serviço de música no mercado da Coreia do Sul. (The Korea Times/Reprodução) E em recente matéria do site Hypebeast, foi reportado que a HBO Max não entrará mais na Coreia do Sul em 2022. Os planos de ingressar no país com o streaming, o que também englobaria o incentivo às produções originais, ficaram para o futuro; e a HBO não prosseguiu com as entrevistas de emprego que fez com funcionários da futura sede sul-coreana, feitas no segundo semestre de 2021. De acordo com a notícia, a recente união da WarnerMedia com o grupo Discovery, e o desempenho ruim de outras plataformas estrangeiras fora a Netflix, são fatores levados em conta. Não só inserindo k-dramas já existentes nos catálogos que as companhias conseguirão sobreviver na Coreia do Sul. O público sul-coreano, que é atendido pelos streamings locais, espera que as empresas internacionais invistam em produtos originais também para que haja interesse nas assinaturas. Por mais que o mercado local e ocidental pareçam distantes, um aquece o outro para manter o gênero e as produções atrativas dentro do próprio prestador de serviços. O Disney Plus enfrentou uma queda expressiva de assinaturas nos últimos meses. A baixa quantidade de produções originais no streaming da Coreia, mesmo que haja interesse e programação da Disney para mais títulos, pode ter sido uma das razões. Segundo o site The Korea Bizwire, em janeiro de 2022, o Disney Plus mantivera pouco mais de 2 milhões de usuários ativos no país; muito atrás dos 12.41 milhões da gigante Netflix. Leia também: Idols em cena: 7 doramas com cantores de K-pop para assistir na Netflix Portanto, o HBO Max poderá ter uma futura entrada tímida na dramaland por vários fatores: a competição já consolidada com outras companhias; a missão de conquistar o público não só internacional, como da própria Coreia do Sul, para desenvolver projetos originais; o interesse, ou não, de trazer ao catálogo produtos recentes etc. Ainda, não há notícias novas sobre o acordo da WarnerMedia com a HYBE Labels. Em abril do ano passado, a Warner chegou a investir 500 bilhões de wons na empresa que detém contratos de grupos como BTS, Seventeen, TXT, Enhypen e mais. Contudo, conforme foi anunciado nesta semana, as produções do BTS irão para o Disney Plus; começando pela estreia do reality In The Soop: Friendcation. Maiores informações e atualizações serão adicionadas à publicação futuramente.

  • MAGIC MAN no Brasil: Ingressos, preços e tudo sobre o show de Jackson Wang

    O solista pisará em solo brasileiro pela primeira vez em maio de 2023; vendas de ingressos começam em fevereiro (Divulgação/Team Wang) Rumores de negociações para a passagem da turnê mundial de Jackson Wang, MAGIC MAN, pelo Brasil circulavam há alguns meses, mas agora é real! Na última sexta-feira (27), a plataforma de ingressos LivePass, a produtora de eventos Move Concerts e a casa de shows Espaço Unimed confirmaram o primeiro concerto de Jackson em solo brasileiro e revelaram detalhes. Agora, resta aos fãs aguardarem pela tão esperada venda de ingressos para terem a chance de ver o solista pessoalmente. Em um ano com diversos anúncios de shows internacionais, o Brasil voltou a ser um dos locais indispensáveis em turnês mundiais, e com os nomes do K-Pop não foi diferente. Os brasileiros tiveram a oportunidade de ver NCT 127 de perto, com os três concertos em São Paulo, e poderão presenciar Super Junior e ONEUS em fevereiro, além de preparações para festivais. Jackson Wang não esta relacionado ao K-Pop desde que o GOT7 decidiu sair da JYP e focar em projetos individuais por certo tempo, mas se ele tornou um dos principais nomes do C-Pop e ainda arrasta um público fiel no Brasil. Leia também: O que esperar do K-pop em 2023? Confira as principais apostas para este ano Depois de JayB, Jackson será o próximo membro do GOT7 a pisar pela primeira vez no Brasil como solista. A MAGIC MAN Tour teve inicio em novembro de 2022 na Tailândia e seu destino mais recente adicionado é a América Latina, começando pelo Brasil. Confira abaixo detalhes sobre o show de Jackson Wang no Brasil: Tudo o que precisa saber sobre a MAGIC MAN no Brasil (Divulgação/Team Wang) Jackson Wang estará em solo brasileiro em 15 de maio para um único show da turnê mundial MAGIC Man, no Espaço Unimed, casa de show localizada em Barra Fundo, zona oeste de São Paulo. O local tem capacidade para oito mil pessoas, dividida em setores de pista premium, pista comum, mezanino e camarote, com preços que variam de R$ 230 a R$ 1.200. Pista Premium: R$ 850 (inteiro) | R$ 425 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Pista Comum: R$ 460 (inteira) | R$ 230 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Camarote: R$ 1.200 (inteira) | R$ 600 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Mezanino: R$ 900 (inteira) | R$ 600 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Leia também: Fortes emoções: Músicas de K-pop com significados importantes para os fãs Além de prestigiar a setlist que reúne vários sucessos da carreira de Jackson e de seu último álbum, os fãs também podem adquirir outros benefícios nos Pacotes VIPs. No Meet & Greet, momento de interação mais próxima e individual entre fã e artista, será possível conhecer Jackson de perto e ainda tirar uma foto com ele. Também aparecem como benefícios: checagem de som antes do show, brindes oficiais da turnês e outras oportunidades exclusivas de interação com o solista. Os pacotes com benefícios diferentes possuem valores que vão de R$ 853,35 a R$ 2.166,66. Pacote VIP 1 THE ‘MAGIC MAN’: R$ 2.166,66 (inteira) | R$ 1.741,66 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Benefícios: Pista Premium, entrada antecipada, Meet & Greet, foto individual com Jackson Wang, Credencial com cordão VIP da Tour autografado, acesso VIP para um Soundcheck antes do show, ouça histórias inéditas do Jackson Wang sobre a turnê e presente VIP exclusivamente criado para os compradores do pacote VIP. Pacote VIP 2 THE ‘TEAM WANG’: R$ 1.583,34 | R$ 1.158,34 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Benefícios: Pista Premium, entrada antecipada, acesso VIP para um Soundcheck antes do show (inclui performance de Jackson Wang), ouça histórias inéditas do Jackson Wang sobre a turnê, presente VIP exclusivamente criado para os compradores do pacote VIP e credencial com cordão VIP da Tour. Pacote VIP 3 ‘CHAMPAGNE COOL’: R$ 1.083,35 (inteira) | R$ 835,35 (meia estudante, professora, PCD e idoso) Benefícios: Pista Comum, presente VIP exclusivamente criado para os compradores do pacote VIP e credencial com cordão VIP da Tour. As vendas de ingressos acontecerão no site da Livepass. Clientes do Cartão de Crédito Porto Seguro Bank terão acesso a pré-venda do concerto em 6 até 8 de fevereiro, às 10h no horário de Brasília, e 50% de desconto no valor do ticket. A venda geral de ingressos acontecerá em 8 de fevereiro, também às 10h. O parcelamento pode ser feito em até três vezes sem juros. Serviço - MAGIC MAN Data: 15 de maio (segunda-feira) Local: Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/SP) Horário: 21h | Abertura da Casa: 19h Classificação etária: -- Vendas online: Livepass Leia também: Lay faz 30 anos: 5 revelações sobre o membro do EXO contadas em seu livro biográfico

  • XG: Conheça o "Xtraordinary Girls", girlgroup japonês que tem chamado atenção dos fãs de K-pop

    O septeto da XGALX tem integrantes que já trabalharam juntas antes, fluentes em mais de um idioma e com talento inegável para música (Divulgação/XGALX) A quarta geração de K-pop trouxe diversos grupos femininos notáveis como aespa, IVE, Kep1er e as talentosas integrantes do STAYC. O girlgroup XG, também conhecido como Xtraordinary Girls, é tão recente quanto os mencionados anteriormente e está ganhando atenção na indústria sul-coreana — embora todas as integrantes sejam japonesas e cantem músicas em inglês. Inclusive, tal característica do grupo se tornou assunto em alguns fóruns coreanos recentemente, já que alguns internautas da Coreia do Sul acreditam que as músicas do girlgroup não deveriam ser consideradas K-pop. Por outro lado, o argumento está sendo refutado com a afirmação de que idols de K-pop também promovem seus trabalhos no Japão. Apesar das discussões, os lançamentos do XG estão sendo bem recebidos internacionalmente. Com sete integrantes, XG debutou em 18 de março de 2022 com o single Tippy Toes, sob a gerência da empresa XGALX. A estreia do grupo tem sido preparada desde 2017 e, finalmente, o resultado de tanto trabalho pode ser percebido logo no primeiro trabalho, que traz inspirações em Hip-Hop e R&B. A discografia do grupo ainda está sendo construída, tendo como base alguns poucos trabalhos como o single MASCARA e o recente lançamento SHOOTING STAR, lançado em 25 de janeiro. Se você ouviu falar no XG e caiu de paraquedas por aqui, o Café Com Kimchi pode te ajudar a conhecer cada uma das integrantes. Continue por aqui! Jurin (Divulgação/XGALX) Líder do grupo e rapper principal, Jurin foi a primeira integrante a ser revelada pela empresa. Japonesa nascida em Kanagawa, em 2002, já foi modelo e atleta profissional de snowboard — atividade que desempenha desde os três anos de idade. Ela estudou em uma academia de artes e todos os talentos adquiridos podem ser percebidos facilmente desde o single de estreia do XG. Chisa (Divulgação/XGALX) Nascida em 2002, em Osaka, Chisa é a vocalista principal do grupo. Em 2016, chamou atenção do público japonês ao vencer um prêmio de destaque na competição Tokyo Girls. Considerada a integrante que agita qualquer ambiente, a cantora tem como inspiração as artistas de R&B Kehlani e SZA. Hinata (Divulgação/XGALX) Nativa de Nagoya, Hinata é fluente em inglês e coreano — inclusive, seus avós são da Coreia do Sul. A sub-vocalista do XG é apaixonada por pop e R&B e, além de cantar, já mostrou suas ótimas habilidades como desenhista. Um fato interessante sobre a integrante é que ela supostamente foi trainee da YG Entertainment, crença que se fortaleceu quando foi vista nas proximidades do prédio da empresa, mas isso não passa de rumor até agora. Harvey (Reprodução/XGALX) Harvey é rapper principal do XG, mas também empresta sua voz como sub-vocalista. Filha de pai australiano e mãe japonesa, a jovem também participou do Tokyo Girls e trabalhou como modelo desde o ensino médio. Antes de ingressar em seu atual girlgroup, ela foi integrante de um grupo feminino chamado Shorty. Entre suas principais inspirações na música estão Mary J. Blige, Rihanna e SZA. Juria (Reprodução/XGALX) Também vocalista principal do XG, Juria tem certa experiência como idol, uma vez que estreou no grupo japonês Amorecarina. Inclusive, se hoje em dia podemos testemunhar seu talento, é graças à sua mãe, que a incentivou a se tornar cantora quando a jovem tinha 10 anos de idade. Não demorou muito até que começasse a tentar se encontrar na carreira precoce e, o que começou com comerciais de TV aos 11 anos, a levou a se tornar membro do XG atualmente. Maya (Divulgação/XGALX) Nascida em 2005, Maya participou das audições do tão comentado Tokyo Girls quando tinha apenas 12 anos de idade. Fluente em coreano e inglês, a integrante é conhecida por entregar performances poderosas de dança, além de mandar bem no rap e no vocal também. Cocona (Reprodução/XGALX) A integrante mais jovem do grupo é Cocona, cujo nome verdadeiro é Akiyama Kokona. Amiga de infância de Maya, que agora é sua colega de grupo, a integrante é obcecada por Tyler The Creator e Lauryn Hill. Em 2018, venceu uma competição musical após cantar um cover de Haru Haru, do respeitadíssimo BIGBANG. Então, o que você achou do XG? Já se considera um fã do grupo? Não se esqueça de acompanhar o Café com Kimchi também nas redes sociais!

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