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- Law Of The Jungle: Relembre 6 participações icônicas no programa
Variety show que chegou ao fim em 2021 coleciona momentos inesquecíveis com celebridades coreanas (Reprodução / SBS) Law Of The Jungle é um programa de variedades da emissora SBS, que esteve no ar por quase 10 anos, de 2011 a 2021, encerrando em seu 452 episódio. Com premissa muito envolvente, o programa possui características de reality show e documentário, e leva celebridades coreanas para diversas locações exóticas ao redor do mundo, seja em florestas e até no mar, sempre em contato com a natureza. Kim Byunman é o apresentador principal. O que torna Law Of The Jungle interessante é a presença dos idols de k-pop, atores e atrizes de k-dramas, que precisam lidar com situações fora de seus cotidianos, rendendo em cenas hilárias e também outras bem dramáticas. Confira algumas delas após a publicidade. Leia também: K-pop em dezembro: confira o calendário de lançamentos do mês ONEW (episódios 108 - 112) As aventuras de Onew do SHINee no Law Of The Jungle foram no Brasil! O cantor esteve na Floresta Amazônica, experimentando parte da cultura brasileira oferecida pelo local. No cut abaixo, o cantor come piranha e canta com seu grupo em frente a fogueira. Jin (episódios 247 - 251) Jin do BTS foi para Manado, na Indonésia. No cut, o cantor brinca com tinta de lula com sua equipe, e percebe que a fogueira que fizeram estava queimando o chão, em desespero, ele joga a tinta para tentar apagar o fogo. Leia também: 5 momentos que provam que o Jin do BTS não está pronto para fazer 30 anos Chorong e Bomi (episódios 288 - 292) A dupla ChoBom do grupo APINK, formada por Chorong e Bomi esteve no programa quando o apresentador Kim Byunman precisou se ausentar para se recuperar de um machucado. O duo foi para Fiji, e Chorong foi convocada para substituí-lo e ser a líder de todos os participantes, substituindo o líder oficial. Kim Sejeong (episódios 256 - 261) A estrela de Pretendente Surpresa também marcou presença no programa. A atriz e cantora foi com seu grupo para Sumatra, na Indonésia. No cut, Sejeong se diverte durante pescaria com sua equipe. Seulgi (episódios 320 - 323) A integrante do Red Velvet foi para Lacandon, uma selva mexicana e se saiu muito bem, encantando a todos pela sua dedicação com as atividades em equipe e sua curiosidade em conhecer a cultura local, coletando caramujos em um riacho e experimentando pimenta. Leia também: "Birthday" do Red Velvet: Relembre como a franquia dos álbuns The ReVe Festival começou Chanyeol (episódios 432 - 433) O main rapper do EXO apareceu no programa em 2013, 2015 e 2020. Chanyeol é muito competitivo, aventureiro e dedicado, e gosta de mostrar que é bom em tudo que se presta a fazer. Sua última participação foi em Gyeongsangbuk-do, na Coreia do Sul, e é muito memorável pois como sempre seu espírito aventureiro o guia. Confira o cantor dando tudo de si durante um mergulho noturno. Programas parecidos Para quem curte programas com pegada de sobrevivência como Law Of The Jungle, vale a pena conferir o novo reality show da Netflix, intitulado O Melhor da Coreia, com Lee Kwangsoo, Yu Jaeseok e Kim Yeonkoung. O trio viaja por toda a Coreia do Sul passando por diversas aventuras oferecidas pela cultura local na tentativa de conseguir o título de O Melhor. Outra produção no streaming com proposta parecida, é Twogether, protagonizado por Lee Seunggi e Jasper Liu. A dupla embarca em uma aventura por diversos países da Ásia, conhecendo culturas diferentes. Conte em nossas redes sociais qual seu momento preferido de Law Of The Jungle.
- Os 30 melhores álbuns de K-pop de 2022, segundo a redação do Café Com Kimchi
Dentre os diversos lançamentos do ano, a equipe do CCK fez a seleção de seus discos favoritos O ano de 2022 foi mais do que espetacular para o K-pop. Além do debut de rookies poderosos para a 4º geração, artistas já consagrados retornaram com discos impecáveis; e fica quase difícil citar todos. Apesar disso, o Café com Kimchi conseguiu selecionar os seus títulos preferidos dos últimos tempos. Em formato de Top 30, a equipe do site escolheu seus álbuns favoritos de 2022, dentre tanta coisa que saiu. Os álbuns foram dispostos num ranking em ordem decrescente, mas apesar disso, nenhum release é "mais" do que o outro; todos foram destaques para os administradores do CCK. Vale dizer que a lista contempla apenas full e mini albums. Confira logo abaixo os picks do Café com Kimchi para o K-pop este ano: Leia também - Retrospectiva 2022: Os 10 melhores doramas do ano, segundo os leitores do Café Com Kimchi Os 30 melhores lançamentos do K-pop de 2022, segundo o Café com Kimchi: 30) B.I - "Love or Loved, Pt. 1" Com Love or Loved, Pt. 1, B.I trouxe um álbum leve mas de ritmo contagiante, notório ao longo da tracklist. Cada música tem um forte potencial e disputam a atenção do público pela sonoridade harmoniosa entre a voz de B.I, os instrumentais e a letras profundas sobre diferentes situações no amor. - Samara Barboza 29) Itzy - "Cheshire" O retorno do Itzy em 2022, com Cheshire, trouxe uma title track que se diferencia um pouco dos trabalhos anteriores do grupo, mas que continua com força em voz e ao ser performada. O lançamento tem boas b-sides que criam certa harmonia com o conceito do release. - Stephany Mariano 28) Epik High - "Epik High Is Here (Part 2)" Saindo um pouco do pop, na continuação de seu disco de 2021, o Epik High retornou este ano mantendo a qualidade e a fineza de sua já extensa carreira. Com participações de Wonstein, LeeHi, Colde e Younha, Epik High Is Here cumpre o papel de manter a discografia do coletivo apoteótica e respeitável, disco após disco trazendo grandes colaborações e um hip-hop que discorre sobre a fama, a indústria, o amor e a mente humana em seus mais intrincados aspectos. O Epik High é um dos maiores atos da música coreana de todos os tempos. - Leonardo Fernandes 27) Bang Yongguk - "2" Sendo 2 o primeiro lançamento após sua dispensa militar, Bang Yongguk trás em um lado bem diferente do que vemos no seu álbum anterior, BANGYONGGUK (2019). As faixas com toque de rock e jazz combinam com as letras românticas, interpretadas pela voz marcante do rapper, e deixa a produção impecável. O MV da faixa principal é formado por um cenário surrealista, elemento bem explorado no disco. - Flávia Fernandes 26) ICHILLIN' - "Bridge of Dreams" Às vezes, um álbum se destaca não por ser bom em todas as faixas, mas por ter uma ou duas faixas muito boas, cuja qualidade é fora da curva. Bridge of Dreams do ICHILLIN' é um ótimo exemplo disso. A title Play Hide & Seek é tudo que um bom trabalho de girlgroup deve ser: divertida, inusitada, bem chicletão. Porém, é a faixa LA Luna que rouba a cena da coletânea. Com um toque retrô e super dançante, ela com certeza estaria na parte de cima de uma lista de melhores músicas de K-pop do ano. - Administradores do Café com Kimchi 25) Twice - "Between 1&2" Não há um único ano, desde seu debut, que TWICE não tenha lançado um hit memorável. O deste ano veio com Talk That Talk, faixa principal do disco BETWEEN 1&2. Neste mini álbum, o girlgroup revelou seu lado mais maduro, chegando a flertar até com um bom pop rock e apostando nas vocalistas poderosas que elas têm em sua formação. As nove integrantes conseguiram, como esperado, manter o nível de excelência pelo qual são conhecidas e entregar um trabalho interessante que pode ditar os próximos passos de sua discografia. - Nathalia Jesus 24) Treasure - "The Second Step: Chapter Two" O mini álbum do Treasure, The Second Step: Chapter Two, traz ao ouvinte músicas de sub-units do grupo, colocando os rappers sob os holofotes; além das músicas Volkno e Thank You serem bons destaques. A title do disco, Hello, contagia e faz o público ter vontade de dançar, e foi uma opção divertida para ser a faixa de destaque do lançamento. Ainda, Clap e Hold It On também acabam sendo canções viciantes. - Kamilly Macola 23) BIBI - "Lowlife Princess: Noir" O disco Lowlife Princess: Noir foi um dos álbuns mais impactantes de 2022 por conta da emoção de BIBI no release, especialmente em faixas como BIBI Vengeance, que parece ter uma história bem complicada por trás. O conceito do álbum também é incrível de se ver, e as músicas grudam na mente; do nada vem o ritmo ou a letra. - Ana Caparroz 22) Dreamcatcher - "Apocalypse: Save Us" Em Apocalypse: Save Us, os solos das meninas do Dreamcatcher impedem o álbum de ser tão bom quanto o primeiro full album delas. Contudo, faixas como Starlight e Locked inside a door entregam tudo o que esperamos das integrantes como grandes artistas do K-pop. - Vitor Cunha 21) Yena - "Smiley" A estreia solo de Yena é tão formidável, animada e meiga como a própria figura da idol. Com Smiley, a artista apostou num debut cheio de alegria, pop rock e bubblegum, indo contra a quantidade grande de femme fatale que foi visto no K-pop em 2022. A title com participação de BIBI permanece no replay dias a fio, e a paleta multicolorida de Yena poderia continuar por muito mais tempo. - Administradores do Café com Kimchi 20) Red Velvet - "The ReVe Festival 2022 - Birthday" Os lançamentos de fim de ano geralmente caem em um limbo de pouca expectativa, somada à atividade escassa da própria indústria que, nesta época, parece só se importar com os temáticos (e saturados) álbuns de Natal. Porém, o Red Velvet conseguiu contornar esses movimentos com The ReVe Festival: Birthday, um álbum refrescante que faz bom uso de elementos experimentais sem afastar a essência do grupo. Valeu a pena esperar um ano para conferir o retorno do quinteto e, porque não, a remissão de Feel My Rhythm. - Fernanda Santos 19) RM - "Indigo" Depois de anos esperando um trabalho completo do Namjoon (RM), o artista traz este grande presente para os fãs com Indigo. As faixas do release mostram mudanças de perspectiva e evolução do líder do BTS como artista. Um trabalho rico com músicas que provocam sentimentos no ouvinte do começo ao fim. - Vitor Cunha 18) J-Hope - "Jack In The Box" O primeiro álbum solo do rapper do BTS foi mais do que marcante para a carreira do artista. Além de possuir um conceito forte e que vai de encontro com a persona sustentada anteriormente, Jack In The Box explora a versatilidade de J-Hope no rap e também como vocalista. - Stephany Mariano 17) GOT7 - "GOT7" GOT7 fez um dos retornos mais importantes do ano, reafirmando, mais uma vez, que continuam juntos e assim seguirão. O que torna o EP autointitulado tão especial, porém, não é só a demonstração da união do grupo, mas a presença de músicas que mesclam o GOT7 que sempre conhecemos e a versão mais madura deles. Assim, temos em NANANA uma title com refrão viciante, como de costume, e b-sides tais como Two e Don't Care About Me que parecem reunir todas as personalidades dos trabalhos solos de cada integrante, imprimindo a identidade de um novo GOT7. - Administradores do Café com Kimchi 16) TXT - "Minisode 2: Thursday's Child" Ao longo de seus três anos de carreira, TOMORROW X TOGETHER mostrou que conseguem mudar de gênero musical a cada lançamento sem, necessariamente, perder a essência que torna seus trabalhos tão identificáveis. No EP minisode 2: Thursday’s Child, o boygroup da HYBE explorou uma produção mais intensa e ousada na faixa Good Boy Gone Bad, trazendo um conceito dark fora de época. Um dos pontos mais interessantes sobre o mini álbum é que todas as músicas destoam entre si, mas funcionam muito bem como um trabalho conjunto. Não tem nenhum skip! - Nathalia Jesus 15) Key - "Gasoline" Quem é fã sabe que o K-pop deve ser aproveitado não só como uma experiência sonora, mas visual também, e o álbum Gasoline do Key entregou excelência em ambas as esferas. Com uma estética extravagante e espetacular — além de um capricho extra nas técnicas de fotografia — o artista mostrou porque merece conquistar cada vez mais espaço na indústria e respeito como solista. Nas faixas, a união entre elementos contemporâneos e um toque de old K-pop fez do álbum um deleite para os ouvidos. - Administradores do Café com Kimchi 14) (G)I-DLE - "I Never Die" Definitivamente o álbum mais maduro e completo da carreira do girlgroup. A obra do atual quinteto consegue consolidar de vez a personalidade e a imagem empoderada do (G)I-DLE, e I Never Die deixa uma marca forte; mostrando todo o talento das artistas na indústria musical. - Roberta Melo 13) BTS - "Proof" A coletânea do BTS chegou ao mercado para relembrar a quantidade de hits que o grupo já lançou, e o disco se paga pela nostalgia que transborda a cada faixa. As canções inéditas de Proof também ganham notoriedade na vasta discografia do boygroup, que mesmo em pausa atualmente das atividades em conjunto, continua a fomentar uma legião de fãs de maneira vista em raros casos na indústria do K-pop. - Administradores do Café com Kimchi 12) Stray Kids - "Oddinary" Oddinary foi um dos melhores álbuns do ano pois as canções são viciantes, e quando menos se espera elas surgem na mente. Por conta do estilo hip-hop que é muito forte no disco, e que já é um dos gêneros predominantes do Stray Kids (e que muitas pessoas que acompanham o grupo gostam), o investimento em tal conceito é forte outra vez no boygroup. - Ana Caparroz 11) LE SSERAFIM - "Fearless" Todo o foco foi para o LE SSERAFIM com o lançamento de Antifragile, e quem ouviu o EP de estreia, FEARLESS, já tinha ideia do quão boas elas são. De canções calmas como Sour Grapes a faixas hyperpop como The Great Mermaid, o debut FEARLESS é um álbum que deu ao LE SSERAFIM uma vantagem logo no início. - Giovana Medeiros 10) Seventeen - "Face The Sun" O álbum Face The Sun, o quarto full da carreira do Seventeen, trouxe uma gama de músicas viciantes que fizeram com que o repeat no lançamento fosse quase diário. Não é à toa, que quando se fala num comeback do Seventeen, se espera o melhor deles por tamanho talento do grupo da Pledis. Faixas como Darling, Hot e Don Quixote estão em destaque no CD. - Kamilly Macola 9) Chungha - "Bare&Rare, Pt. 1" Chungha é, incontestavelmente, uma titã no K-pop. O retorno marcado por Bare&Rare, Pt. 1 traz músicas fortes, que usam e abusam do synthpop e do dance, e que denotam uma artista feita para as melhores pistas de dança. Chungha é o tipo de cantora que desejamos que performe para sempre, e o comeback de 2022 figura entre um dos melhores releases solo do ano que passou. - Leonardo Fernandes 8) BLACKPINK - "Born Pink" O disco Born Pink é surpreendente, e mescla inovação e essência por parte do BLACKPINK, um dos maiores grupos do K-pop hoje. Todas as faixas são ótimas, e o melhor do disco é que ele carrega um pouco de tudo. O lançamento agrada a todos os gostos, com baladas e também canções cheias de energia. É de fato uma obra muito completa. - Agnes Nobre 7) Nayeon - "Im Nayeon" Pop! é a estreia fresh e jovial da face do TWICE, Nayeon, quase como uma extensão do teen crush e bubblegum pop do grupo. Como um álbum, IM NAYEON traz a identidade para seu próprio nome, fazendo do EP um dos melhores debuts e lançamentos do ano. - Giovana Medeiros 6) Taeyeon - "Invu" O full album de Taeyeon mistura gêneros de forma coesa, com b-sides tão boas quanto o single principal. O disco INVU pode ser resumido como uma obra-prima visual, e alcançou todas as expectativas que o público tem da solista e membro do Girls' Generation. - Samara Barboza 5) Chen - "Last Scene" Last Scene foi impactante em 2022, ao marcar o retorno de Chen após um período turbulento como figura pública e também a realização do serviço militar, que demarcaram um longo período de espera pelos fãs. O álbum mais recente do artista passa confiança e conforto ao mesmo tempo, e Chen sempre faz escolhas que evidenciam bem o seu talento; mais uma vez conseguiu entregar uma obra sensacional. - Agnes Nobre 4) Xiumin - "Brand New" O lançamento de Brand New colocou Xiumin em evidência pela sua versatilidade e energia, ao divulgar um disco que mescla gêneros e que brinca com a ideia de "até onde" um k-idol pode ir sob o estrelato. A title track do EP é banhada numa produção respeitável com influências do miami bass, e nos ajuda a relembrar de uma das maiores motivações para gostarmos do K-pop: a diversão. - Administradores do Café com Kimchi 3) Girls' Generation - "Forever 1" Trazendo de volta características dos grupos da 2ª geração, com vocais bem destacados, batidas animadas e baladas envolventes, o álbum Forever 1 do Girls' Generation foi o lançamento que pegou os fãs de K-Pop de surpresa este ano, sendo o primeiro desde de 2017 com todas as membros participando. O MV da title de mesmo nome do álbum é uma verdadeira nostalgia, e remete aos outros videoclipes da carreira do girlgroup, com múltiplos cenários, cores alegres e figurinos marcantes. - Flávia Fernandes 2) Suho - "Grey Suit" O álbum de retorno do líder do EXO finda com maestria a imagem de solista de Suho, mostrando a evolução e amadurecimento do artista em cada parte de sua obra. Emoção, autenticidade e dedicação são as palavras que definem Grey Suit, que levou o artista ao status de rockstar. - Roberta Melo 1) NewJeans - "New Jeans" O que exaltar de NewJeans que ainda não foi exaltado neste ano? As rookies do momento fizeram por merecer o sucesso e o hype que conquistaram em pouquíssimo tempo. Em meio a muito do mesmo e a inúmeras tentativas falhas de criar algo inovador, revolucionário e escutável, o álbum de estreia New Jeans entregou qualidade de forma encantadora e despretensiosa, mostrando que, no fim do dia, é aí que está o valor: ouvir um álbum bom sem precisar inventar desculpas do porquê ele ser bom, pois a música, por si só, basta. - Fernanda Santos Conferiu a lista? Agora não se esqueça de seguir o Café com Kimchi também nas redes sociais!
- Manifesto Day 1: ENHYPEN aposta em uma pegada bad boy e volta com tudo
Comeback do ENHYPEN aconteceu no início de julho (4) e, hoje (20) teve lançamento do segundo MV do mini-álbum; confira a nota do lançamento ao final da crítica (Reprodução / BeLift Lab) ENHYPEN fez seu tão esperado comeback no início do mês, e os lançamentos não param. O grupo da HYBE lançou seu terceiro mini-álbum com seis faixas, com a faixa título Walk the Line, sendo mais uma introdução, e já estão disponíveis nas plataformas digitais. Na tarde dessa quarta-feira (20), o segundo MV dessa era, da música Paradoxxx Invasion. E, para os Engenes que esperavam muita ousadia e músicas viciantes, esse álbum cumpriu com as expectativas. Com um conceito mais casual, esportivo e até rebelde, como é de costume dos meninos do ENHYPEN, as músicas são cheias de presença, batidas gostosas e aquele tipo que gruda na cabeça e não sai mais. O próprio grupo, composto por Heeseung, Jungwoon, Ni-ki, Jay, Jake, Sunoo e Sunghoon entregam muita confiança, talento e presença de palco excelente no MV de Future Perfect (Pass the Mic). A segunda música do álbum é bem ousada, traz mais a vibe rebelde que vimos nas fotos promocionais, que combinam demais com o estilo dos meninos e com a proposta do comeback. Já nos primeiros segundos, com as primeiras batidas e letras a música já mostra sua força e conquista logo no início quem gosta de hip hop e rap. O refrão é muito gostoso de ouvir, e gruda tão rápido na cabeça que quando você menos espera tá cantando por ai. O MV é um experiência a parte, como sempre. O grupo aparece de início como, aparentemente, membros de gangue, e depois com uniformes mais despojados. Eles entregaram visuais de tirar o fôlego e figurinos perfeitos que combinam com cada um, além da coreografia ser muito satisfatória, bem marcada, com passos diferentes e dinâmicos, prende do início ao fim. Os cenários são muito bonitos e foram bem explorados, e complementou o conceito mais rebelde. Confira abaixo: Leia também: Red Velvet dá vida a obras de arte em Feel My Rhythm; veja as referências que aparecem no MV Um álbum com muito estilo, assim como o ENHYPEN O álbum inteiro vem com características de hip hop, e com faixas marcantes e inovadoras, como o grupo da BELIFT Lab, subsidiária da HYBE tem feito durante sua carreira e o que os fez se destacarem nessa 4° geração do K-pop. Os meninos provaram, mais uma vez, que não é preciso um full album para causar impacto e continuarem marcando seus nomes como grandes referências no mundo musical. A terceira faixa do álbum, Paradoxxx Invasion, ganhou clipe nessa quarta - feira, e veio com um estilo mais colegial, como já vimos em outras produções do grupo. Nessa música, são explorados tons mais claros e coloridos e uma vibe mais divertida. A música e a coreografia não decepcionaram, entregaram tudo que prometeram nos teasers e mais um pouco. Uma música bem a cara do dia-a-dia, para ouvir no caminho pro trabalho ou pra escola e com certeza foi um grande acerto desse álbum, tanto no quesito visual quanto sonoro. Confira o clipe abaixo: Em TFW - The Feeling When, o grupo deu uma travada com relação ao resto do álbum. Essa é uma faixa mais calminha, que não combina tanto assim com o resto do álbum, além de as batidas se destacarem demais em relação ao vocal em algumas partes. É uma música legal, mas, apesar de dar um respiro no hip hop do álbum, foge bem da proposta e causa uma ruptura não tão legal assim. Shoot Out já volta com a pegada mais de rock, que harmoniza melhor com o restante do álbum. Lembra um pouco o tipo de música de filme ou de série adolescente com banda, tem batidas boas e o vocal dos meninos ficou incrível, muito bem valorizado, além de um refrão bem chiclete e cativante. Ótima para ouvir durante as tarefas do dia e dar aquela animada. Foseshadow, a última faixa do mini - álbum, também foi uma travada do grupo. É uma faixa majoritariamente falada, em que os vocais só aparecem um pouco depois da metade do tempo. Apesar desse tempo, bem longo por sinal, considerando que essa é uma das menores músicas do álbum, assim que começam a cantar, eles entregam tudo nos vocais e a melodia é bem legal. Mas, de novo, isso não dura muito, porque mais falas substituem a canção, o que a torna uma música não tão boa assim de ouvir no dia-a-dia, por ser levemente enjoativa. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Está tudo bem concordar ou discordar da gente, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- Nabillera: Hyuna retorna com energia de sempre e faixas admiráveis
O comeback feito nesta quarta-feira (20) trouxe o 8° mini álbum da artista com direito a um MV extravagante, confira a crítica (Reprodução/ PNATION) Após cerca de 1 ano e 6 meses Hyuna retorna com Nabillera, seu 8° mini álbum. Apesar de já ter confessado que gostaria de lançar um álbum completo, a cantora afirmou em entrevista que está muito satisfeita com seu novo trabalho e chegou a se emocionar com as 5 faixas que compõem o EP. Independente do formato, a artista finalmente teve seu comeback e os fãs podem comemorar. Com faixas alegres e com a energia do estilo que Hyuna costuma trabalha, Nabillera apresenta uma ótima escolha de tracklist, mas nada tão impactante. Confira o que mais o Café com Kimchi achou dessa produção após a publicidade! A faixa principal de mesmo nome do álbum é a cara da Hyuna e comunica ao ouvinte de que se trata de uma música dela. Logo no início ela faz referência a RED, Bubble Pop e Hot Issue, seus grandes sucessos que trazem uma certa nostalgia para quem a acompanha há mais tempo. A música teve a participação do seu parceiro Dawn, do PSY e do cantor Daniel Caesar. A canção se desenvolve, cresce com a melodia, mas quando chega no refrão há uma queda. É um anti-drop que cria expectativa no ouvinte, mas entrega um ritmo grave com a presença de baixo e vocais. Esse artifício é bastante utilizado, mas aqui acabou deixando o refrão fraco e não é cativante. O uso da repetição de uma só palavra no refrão também é uma estratégia muito utilizada, principalmente no k-pop e ajuda a deixar a música chiclete, mas aqui parece que esse combo não funcionou muito bem. Leia também: Esse hit é de quem? Conheça os produtores musicais de K-pop Em contrapartida o MV é muito bonito, cheio de figurinos e cenários coloridos, onde a Hyuna performa com muita presença. Essa é uma característica que torna seus trabalhos incríveis, ela sempre demonstra confiança em tudo o que faz, então mesmo que a música não lhe agrade tanto a performance com certeza vai prender sua atenção. Em seguida temos Bad Dog que impressiona logo de cara trazendo um estilo pop rock bem vibe anos 2000. Essa música se destaca por ser um estilo diferente do que a cantora costuma fazer e parece que um pouco de rock lhe cai muito bem. Seria ótimo ouvir algo semelhante novamente. Picasso and Fernande Olivier, foi escrita e co-produzida por Hyuna. A música começa com um tic tac e com a voz mais lenta da cantora, mas logo transita para uma batida mais upbeat. O instrumental é muito interessante e o ritmo parece combinar com a estética do álbum. Aqui temos o refrão com repetição do título da música novamente, mas não ficou tão monótono quanto na faixa principal devido ao instrumental de fundo alegre. Leia também: "Jack In The Box: J-Hope mostra um novo lado artístico e criatividade em álbum conceitual" Whatever é leve, divertida e tem aquela atmosfera de música de verão. Foi produzida e escrita pela cantora Sunwoo Junga em parceria com outros artistas e se mostra como uma ótima escolha para o álbum. Seu instrumental é bem diferente e chama a atenção por incluir a sobreposição de diversos efeitos e drummers ao mesmo tempo e o refrão é animado. Por fim, Watch Me finaliza de forma alegre. O refrão da música é leve assim como Whatever e muito fácil de ouvir, sem causar estranheza. Mais uma vez foi utilizado a repetição de palavras no refrão, um artifício que apareceu em excesso no álbum, levando em consideração o total de faixas. O instrumental é simples, sem muitos elementos, mas é suficiente para a faixa sem tirar nem pôr. Ousaria dizer que esse foi um dos maiores acertos do álbum. Nabillera é definitivamente um trabalho que mostra as cores da Hyuna e o estilo que ela gosta de fazer. Apesar da faixa principal não ser uma das melhores da artista, a tracklist foi bem selecionada e as músicas conversam entre si, por isso não há faixas que causam tanta estranheza. As b-sides compensam com seu instrumental e ritmo alegre, mostrando que também há bons acertos aqui. Ouça Nabillera no player do Spotify logo abaixo: Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Está tudo bem concordar ou discordar da gente, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- We Need Love: StayC reafirma versatilidade e entrega o que o verão precisava
Terceiro single álbum do girlgroup foi lançado nesta terça-feira (19); confira nossa crítica! (Divulgação/High Up) O verão sul-coreano costuma ser movimentado, não é uma surpresa ver o mês de julho com tantos lançamentos, principalmente, de girlgroups. Depois de Chungha elevar o nível com Sparkling, aespa mostrar uma presença ainda mais poderosa em Girls e as características sonoras já conhecidas do ITZY em Sneakers, chegou a vez do StayC retornar com mais um lançamento de qualidade. O comeback do grupo feminino ocorreu nesta terça-feira (19), com o single álbum We Need Love, que acompanha a faixa-título Beautiful Monster. O grupo da High Up Entertainment, composto por Sumin, Sieun, Isa, Seeun, Yoon e J, retorna depois de cinco meses desde as promoções de Young-Luv.com, segundo EP do girlgroup. A empresa responsável pelo gerenciamento divulgou a data do retorno em 30 de junho, deixando altas expectativas entre um público que já está acostumado com trabalhos bem feitos. O novo single álbum tem no total quatro faixas, entre as b-sides ainda há o remix de RUN2U, para os mais apegados ao comeback anterior. Leia também: Estéticas perfeitas: conheça 5 álbuns visuais do k-pop Beautiful Monster: a coragem de amar e de se reinventar do StayC Beautiful Monster é um pop dance, que reflete as os fases do amor: medo, coragem e esperança. A letra pontua as incertezas escondidas atrás da felicidade de estar apaixonado. Além da coragem no amor, o single mostra um StayC sem inseguranças ao mudar de conceito. Diferente de RUN2U, o sexteto retorna com uma abordagem mais delicada, não chega a ser um cute concept, mas é leve e tranquilo. Se no comeback anterior, já podíamos considerá-las versáteis, Beautiful Monster veio para bater o martelo. Amor é o nome da coragem que eu preciso Um dos pontos altos da canção é sem dúvidas as notas altas do refrão. Logo de cara, Yoon chama atenção pelo seu vocal marcante e bem característico. A transição do pré-refrão de Seeun para as linhas de Yoon encaixam harmoniosamente, saindo de um trecho tranquilo para notas mais elevadas e mostrando um ganho de força ideal. Sieun acompanha o vocal de Yoon e as duas conseguem transformar a parte mais importante da música em um encaixe perfeito de suas vozes, ao mesmo tempo que surpreendem o público. O verão sul-coreano não sabia que precisava de Beautiful Monster até o StayC lançá-la. Em três minutos, o girlgroup consegue transmitir sensações que mais combinam com a estação do ano: uma sonoridade refrescante, livre e corajosa. A música segue por caminho distinto de canções de verão com refrãos chicletes e linhas repetitivas, na maioria das vezes, apenas com intuito de ser um viral. O StayC entregou um verão maduro e inesquecível, não por grudar na cabeça, mas por fazer o ouvinte querer escutar novamente. Em relação ao Music Video, o sexteto também trouxe novidades: para Beautiful Monster as cores vibrantes e cenários chamativos já vistos em projetos anteriores foram abandonados. Para substituí-los, o grupo optou por uma paleta mais suave e ambientes mais comuns, como natureza, casa e um cinema aberto. Essa junção pode facilmente entregar uma sensação aconchegante ao público. Leia também: Muito amor: confira as melhores músicas românticas de K-pop We Need Love e as incertezas no amor O single álbum tem essa aproximação com o público em toda a sua construção. A escolha do tema foi correto, afinal todos possuem inseguranças no que diz respeito ao amor. O StayC apresenta esse cenário e mostra que está tudo bem em uma sucessão de vocais reconfortantes e emotivos. Dando continuidade a tracklist, a primeira b-side é I Like It, é uma faixa positiva em que o StayC busca trazer conforto e sensibilidade para o público, como uma mensagem de "está tudo bem, não é sua culpa". A sonoridade é diferente de Beautiful Monster, com sons bem expressivos de instrumentos como bateria e baixo. A melodia dá bastante destaque as vozes das integrantes, porém, as notas altas foram deixadas para a música anterior. LOVE surge em seguida, e não tinha como abordar outro assunto que não o romance. A b-side retoma a sinceridade da paixão e relembra o primeiro amor. Na letra, as integrantes questionam "Por que o amor é tão difícil para mim?", uma situação já enfrentada por muitos. Em diversas trechos, a música mostra a sinceridade e os sentimentos confusos de uma desilusão amorosa. Mais uma vez, o StayC merece elogios por suas vozes. Em LOVE, a batida fica mais leve para dar maior destaque aos vocais do sexteto, o que funciona para surpreender ainda mais o público com as habilidades das integrantes. A dupla Sieun e Yoon volta a ter uma parte marcante juntas, com um pré-refrão em que se encaixam harmoniosamente. Porém, diferente de Beautiful Monster, LOVE não tem um refrão impactante, apenas um instrumental com uma linha repetida pelas membros. RUN2U, faixa-título do álbum anterior, já é bem conhecida. Dessa vez, a música retorna em We Need Love como um remix feito pelo produtor TAK. Ao contrário da versão original, essa apresenta uma sonoridade mais contida e tranquila, sem grandes explosões no instrumental. Leia também: Para mandar de indireta: músicas românticas de girlgroups para falar sobre seus sentimentos Em geral, dificilmente o StayC decepciona. A discografia é repleta destaques, mas o que faz o comeback perder algumas xícaras nesta crítica não é inferioridade a outros trabalhos, mas na analisar do conjunto que foi apresentado. A faixa-título está muito bem produzida, porém, as b-sides não conseguiram acompanhar. Por exemplo, a transição de Beautiful Monster para I Like It não é das melhores; entre as três novidades, a segunda b-side talvez seja a mais fraca e pode até passar despercebida quando LOVE começa a tocar. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Está tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- NO THANKS: Hyolyn traz o calor e a diversão para o verão sul-coreano
Comeback da ex-Sistar com mini-álbum 'iCE' aconteceu na segunda-feira (18); confira nossa crítica! (Reprodução / Brid3) O k-popper das antigas já sabe: falou em verão, falou em Sistar. O girlgroup, na época em que era ativo, era marca registrada no início da estação na Coreia do Sul, lançando hits sazonais que deixava toda a nação viciada em pouquíssimos dias, com coreografias fáceis e chicletes. De certa forma, após o disband, as integrantes seguiram por esse caminho, especialmente Hyolyn: See Sea é a cara do verão, e sua colaboração com Dasom, colega de grupo, Summer or Summer, é autoexplicativa. Entretanto, não há como esperar que um artista siga a mesma linha por toda a sua carreira, e inovações não são apenas esperadas como são encorajadas. Assim, era de se aguardar que a solista tivesse uma mudança de direção, especialmente após sua participação no Queendom 2. Será que iCE, novo lançamento da Hyolyn, entregou todo o carisma e talento da artista? Confira nossa resenha logo após a publicidade: Às vezes, é melhor o mais do mesmo (Reprodução / Brid3) Over you é a canção que abre o álbum. É um hino de superação — “Amor, não me ligue / Porque não estou solitária” — e funciona muito bem como a primeira faixa da lista, já que não é forte demais, inovadora demais nem fraca demais. É uma entradinha leve, que abre o apetite para o que vem em seguida, forrando o estômago de uma forma suave e gostosa. É uma pena que o próximo prato deixe um gosto tão insatisfatório na boca. NO THANKS é a estrela principal do comeback, sendo a faixa-título, e é um tanto insossa. O refrão é repetitivo de maneira ruim, sendo um eterno anti-drop que não sai do mesmo lugar nos três minutos de duração da faixa, e o break, tentativa falha de salvar a música, é mal colocado e muito mal aproveitado. Apesar das repetições de “No thanks, no thanks, no thanks” ficarem na sua cabeça, elas não são cativantes o suficiente para te deixar com vontade de cantar. Hyolyn salva o clipe da canção por conta de seu carisma. A coreografia é divertida e ela é uma performer incrível, conseguindo vender uma música que não chega aos pés do que ela pode entregar. BODY TALK já é um grito da Hyolyn que conhecemos e amamos. É um R&B sensual, que pega o ouvinte pela mão e o envolve numa dança um tanto agradável. Você encontraria essa faixa em playlists “chill”, porque é exatamente o tipo de clima que ela traz. Um dos destaques do álbum, com certeza, com o maior replay factor da lista devido à duração curta. Ah yeah vem logo após e é uma canção mais dançante, do tipo que tocaria em um pré-festa enquanto todos se arrumam. É animada e boa de se ouvir, apesar de não se destacar muito das outras. As duas próximas faixas são pré-releases já conhecidas do público. Layin' Low foi lançada no início deste ano, pouco antes da entrada da solista no Queendom 2, e é a continuação do que vimos em Dally. Hyolyn entrega o conceito sexy como ninguém; em Layin' Low, ela não somente sabe disso como usa e abusa do fato, desde a melodia e letra até a coreografia e impecável química com os dançarinos. Já Waka Boom foi a faixa lançada por ela na fase final do reality show, etapa em que todas as participantes deveriam divulgar uma canção inédita para os fãs. Apesar da letra motivadora e feel good — “Não quero estar no topo se eu precisar pisar nas costas de outros” —, Waka Boom é a Hyolyn empoderada e femme fatale em sua essência, com uma batida forte e autoritária. Isso, infelizmente, não significa que a canção vai ser extraordinária, e ela não é. Chega a ser uma transição brusca na tracklist, visto que Layin' Low é bem mais suave que sua sucessora. Infelizmente, iCE não empolga. É uma pena, já que Hyolyn tem um histórico impecável de singles e lançamentos-título, mas NO THANKS também não emplaca nenhum diferencial. Dessa vez, seria mais interessante ver a rainha do verão fazendo um lançamento comum de verão, mesmo sendo genérico, porque é sempre bom ter aquilo que temos certeza de que será excelente. Mesmo experimentando e pulando em caminhos novos, a essência da artista segue em suas b-sides, e os saudosistas vão precisar ficar satisfeitos com elas. Seguiremos no aguardo dos 40ºC e biquínis que ela trará da próxima vez. E aí, o que achou do comeback da Hyolyn? Não se esqueça de contar para o Café nas redes sociais! Ouça 'iCE', lançamento da Hyolyn, abaixo:
- Forever 1: Girls' Generation retorna alegre, colorido e melhor do que nunca
O muito aguardado retorno do SNSD ocorreu hoje (05); confira o que achamos do álbum (Reprodução / SM Entertainment) É difícil não gostar do Girls' Generation. A brilhante carreira do grupo completa 15 anos esse ano, e qual a melhor forma de comemorar se não um comeback depois de 5 anos de hiatus? Pensando exatamente dessa forma, as integrantes Taeyeon, Sunny, Tiffany, Hyoyeon, Yuri, Sooyoung, Yoona e Seohyun resolveram se encontrar para lançarem o sétimo álbum de estúdio do grupo. Alguns fanchants de K-pop são icônicos e se tornam conhecidos até para aqueles que não são fãs — esse é o caso do Girls' Generation. O canto de “Agora, SNSD / No futuro, SNSD / Para sempre, SNSD” é ouvido em todas as performances e se tornou uma marca registrada dos SONEs, fandom do grupo. Dessa forma, é difícil não pensar que Forever 1, nome da faixa-título e do álbum de retorno, é a resposta das integrantes para as palavras que as acompanharam nesses 15 anos de carreira. Leia também: Relembre: Grupos de k-pop que completam 10 anos em 2022 Forever 1 não precisava de muito, e ainda assim superou expectativas! Confira mais sobre o que achamos após a publicidade: Para sempre, Girls' Generation (Reprodução / SM Entertainment) No K-pop, uma faixa comemorativa geralmente tem dois caminhos para seguir: o sentimental e emotivo, buscando tirar emoções do ouvinte e deixá-lo pensativo sobre o motivo da comemoração, ou ser uma canção feita puramente para celebrar, e o Girls' Generation opta pela segunda opção pela segunda vez. Forever 1, desde o primeiro segundo, te convida para festejar os 15 anos de grupo junto delas. A canção é nostálgica, remetente ao que grupos de gerações antigas faziam, e os toques de synth adicionados aos versos e pré-refrão servem como uma antecipação para o refrão que está prestes a vir… E que refrão! Ele é grandioso e cantado em coro, característica principal de faixas-título da SM Entertainment, mas traz mais emoção nesse caso porque mostra que, depois de todo esse tempo, elas ainda estão cantando juntas — como a própria letra diz, “Meninas, nós somos para sempre”. Conforme apresentado no primeiro MV teaser, o sample da música de debut, Into The New World, pode ser ouvido durante a bridge, e todas essas adições singelas tornam Forever 1 ainda mais especial do que já é. O clipe é um complemento tão bom quanto a faixa para ela. Apesar de simples, ele carrega muito significado; diversos takes fazem referência às carreiras solo de cada uma, como Taeyeon cantando sozinha para uma plateia, Tiffany viajando em um avião e Hyoyeon atuando como uma DJ, e mostra que, ao final dessas jornadas, elas se juntam novamente. É um detalhe pequeno que pode passar despercebido, mas que adiciona ainda mais carga emocional ao lançamento. Lucky Like That é exatamente o tipo de faixa que você espera em um álbum como esse. A letra é composta por brincadeiras com alguns detalhes do grupo — o uso da palavra 소원 (sowon), que, traduzida, significa “desejo” e também é a pronúncia de SONE, além do verso “Nos encontramos no nosso novo mundo”, que é o conceito do debut —, entrando no tão conhecido clichê de canção especial para os fãs. A melodia é amorosa e confortável de ser ouvida, com um destaque especial para a guitarra ao final, que deixa a pergunta no ar: como seria um lançamento rock do SNSD? A que vem em seguida, Seventeen, também pode ser interpretada como uma mensagem para os SONEs, já que fala sobre se reencontrar com alguém e sentir como se tivesse 17 anos de novo, idade que a maioria das integrantes tinha na época da estreia. Essa dobradinha fecha com chave de ouro a parte do álbum que é obviamente direcionada aos fãs, sendo duas canções acima da média e que fazem sentido com o grupo. Villain, por outro lado, rompe com a série de músicas fofas para trazer o conceito femme fatale à tona. Pode até parecer uma mudança brusca, mas ela é tão boa que você se perde na experiência de ouvinte. Ela também entrega o uso da palavra Kwangya — será que podemos esperar o SNSD sendo as vilãs de um próximo capítulo? (Reprodução / SM Entertainment) “Me chame de vilã porque estou ocupada arrasando” é a transição perfeita para You Better Run, que vem logo em seguida. A primeira ouvida deixa uma sensação estranha devido às escolhas melódicas da produção, mas é uma faixa envolvente que te dá vontade de ouvir de novo para entendê-la, e é assim que o Girls' Generation vende a canção. Closer é a sexta faixa na tracklist, mas parece ser exatamente o ponto médio de todas as b-sides. Ela é mais suave que suas antecessoras e menos lenta que as sucessoras, trazendo um conforto e uma atmosfera muito agradável para o ouvinte. É o tipo de canção que combina com qualquer momento e qualquer lugar, podendo se encaixar em qualquer playlist. Os elementos de jazz ajudam a melodia a ser ainda mais envolvente. As próximas duas faixas são um pouco avulsas e ficam maçantes por estarem em ordem. Mood Lamp é uma mid-tempo um tanto ok, que perde parte do seu brilho por ser colocada logo após de Closer, que é acima da média. Summer Night é fofa, parecendo se encaixar perfeitamente no fundo de vídeos de viagem de férias, vlogs de rotina e no rádio de volta da praia, fazendo jus ao título. Freedom é a mais dançante das quatro, voltando ao conceito mais retrô que tomou o K-pop nesses últimos anos. Ela parece uma faixa que saiu diretamente da década de 80, só que um pouco mais moderna, e se encaixaria melhor se viesse um pouco antes na tracklist. Paper Plane é a que encerra o álbum, tendo uma melodia sonhadora e inspiradora que fecha perfeitamente esse conjunto de dez faixas. (Reprodução / SM Entertainment) O Girls' Generation não tinha nada para provar à ninguém. Elas são um grupo com 15 anos de carreira, representantes da onda Hallyu desde o início e já serviram tudo que precisavam para um girlgroup. Mesmo assim, elas escolheram dar o melhor delas nesse lançamento mais que especial. Forever 1 não é objetivamente perfeito, passando por percalços na ordem da tracklist e tendo mais canções que o necessário, mas nenhum desses detalhes é grande o suficiente para apagar o significado desse comeback, que é bom e puramente bom, sem precisar fazer malabarismos para se justificar. Mais uma vez, o Girls' Generation mostra ao que veio e ilustra porque são chamadas de o grupo da nação. Ouça "FOREVER 1", novo álbum do Girls' Generation, abaixo: E aí, o que achou do retorno do Girls' Generation? Não se esqueça de contar para o Café nas redes sociais!
- Be Aware: THE BOYZ traz comeback com conceito alegre que vai te deixar nas nuvens
Com "Whisper" faixa título do 7° mini-álbum, o boygroup retorna às atividades domésticas 9 meses após Maverick; confira nossa opinião (Reprodução/IST Entertainment) Nesta terça-feira (16), finalmente o retorno do The Boyz veio! Com o lançamento do MV de Whisper, faixa-título do 7° mini-álbum do grupo intitulado “Be Aware”, ficamos nas nuvens com esse comeback. É o primeiro lançamento doméstico do boygroup que, em maio, lançou o EP japonês “She’s the boss”, 9 meses após Maverick. O MV apresenta THE BOYZ explorando um mundo vibrante, cheio de plantas, doces e edifícios iluminados enquanto nuvens rosa giram em torno deles. Confira o MV de Whisper após a publicidade: Leia Mais: MAVERICK: THE BOYZ luta pela sobrevivência em Music Video e surpreende com b-sides promissoras. Além de 'Whisper', o novo mini-álbum inclui cinco B-sides adicionais, 'Bump & Love', 'C.O.D.E', 'Levitating', 'Survive The Night' e 'Timeless'. O membro Sunwoo co-escreveu todas as seis faixas do álbum, incluindo a título. Enquanto isso, os companheiros de grupo Jacob, Sangyeon, Hyunjae, New e Q também contribuíram com letras para as outras B-sides. O mini-álbum ‘Be Aware’ chega pouco depois do fim da turnê mundial do grupo “The B-Zone”. Anteriormente, o grupo lançou três teasers que compõem a divulgação de 'Be Aware'. Um deles, intitulado Wings of Desire, mostrou os membros todos emaranhados e conectados por uma linha preta. Além da expectativa pelo teaser, ficamos ansiosos para ver o Eric, que anunciou um hiatus temporário no início do ano, porém ele não participou desse comeback. Com a agenda ocupada do grupo, alguns membros da fanbase (The Bs ou Deobi), demonstraram preocupação com o lançamento do álbum logo após a turnê. Além disso, a agenda dos membros ainda conta com uma participação no Music Bank Chile 2022 e a KCON em Los Angeles no dia 21 de agosto. Porém, a entrega de 'Be Aware' não decepcionou, desde o trabalho de divulgação até a entrega. Conheça a obra após a publicidade. Comparando aos trabalhos anteriores do grupo, THE BOYZ já nos mostrou sua versatilidade através de um bom trabalho em diferentes conceitos. Porém, para os fãs de Thrill Ride (e a autora da review se inclui nessa lista) Be Aware veio para matar a saudade da estética colorida e alegre, que casa bem com o grupo. Todas as 6 tracks do álbum possuem um ritmo dançante. E vale ressaltar: as músicas do boygroup costumam trabalhar bem sua rap-line, que conta agora apenas com Sunwoo; e nesse álbum, ela volta a ser um ponto forte, principalmente em Whisper. Por fim, há uma semana tivemos o lançamento de Timeless, uma música feita especialmente para as fãs do grupo. Sangyeon, Hyunjae, New, Q e Sunwoo participaram da canção, que transmite uma mensagem do The Boyz para The Bs com uma letra sincera. Um baita presentão para a fanbase! Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- PINK VENOM: Pré-single do BLACKPINK gera expectativas para a nova era do grupo
A primeira música do comeback do girlgroup surpreende no estilo e gera curiosidade do que estar por vir no tão esperado álbum, confira a crítica (Divulgação / YG Ent.) Após longos meses em hiatus, o maior girlgroup da atualidade fez seu retorno! BLACKPINK entregou PINK VENOM, pré-single do segundo full album BORN PINK, que lança no dia 16 de setembro. A música é diferente do que o público espera do grupo, mas ainda entrega toda sua essência, e provou mais uma vez a personalidade que o quarteto tem, e como pode ser versátil através de seus projetos. Foram quase 2 anos de hiatus após o The Album, as meninas utilizaram esse tempo para focar em atividades individuais, trabalhando em projetos solo na música, no mundo da moda e nas telas. Seu retorno foi muito aguardado por todos, e organicamente vem com muito impacto, algo que é bem comum para o BLACKPINK. Batidas fortes e marcantes sempre foram parte da essência do quarteto, porém, dessa vez veio em formato diferente. Não apenas instrumentais modernos advindos de Teddy Park, o produtor que está sempre por trás de cada projeto de BLACKPINK, mas PINK VENOM tem como diferencial uma sonoridade tradicional da Coreia do Sul, causada pelo Geomungo, um instrumento de cordas que foi criado no século 5. Como descrito no artigo lançado pela YG Entertainment, o single é a junção de hip hop com batidas fortes e música tradicional coreana. Leia também: NewJeans é o momento: Grupo da HYBE acumula conquistas e é apontado como promessa do K-pop A busca por algo novo Pink Venom pode causar choque em sua primeira impressão, e gerar certas dúvidas, pois o público sempre espera batidas brutas com refrães explosivos. Dessa vez, a sonoridade tradicional maquia um pouco dessa parte da essência do grupo, e também a falta de um refrão agitado torna a música uma experiência inédita para quem está familiarizado com o som de BLACKPINK. Até mesmo as integrantes afirmaram durante a conferência de imprensa que ficaram animadas para testar algo novo. A música é bastante linear, e conforme os trechos passam, vem a sensação de que aquele refrão explosivo e animado vai chegar. Mas na verdade, o coro é bastante morno na sonoridade, porém na essência é quente, poderoso e memorável, depois de ouvir apenas uma vez você vai se pegar cantarolando por aí. O mesmo acontece com a ponte, mas que por sua vez é um pouco mais estrondosa e remete bem a identidade do grupo. O lançamento é o mais conceitual que o quarteto já proporcionou, não apenas musicalmente falando, mas na estética. O girlgroup teve o maior investimento da YG Entertainment para o MV, e entregou algo realmente impecável. Jisoo aparece tocando o Geomungo, Rosé toca guitarra – sendo até comparada pelos fãs com a icônica cena de Eddie Menson (Joseph Quinn), personagem de Stranger Thing tocando Master Of Puppets do Metallica. Enquanto isso, Jennie e Lisa dominam o rap que soa bastante como trecho de músicas dos anos 2000. Leia também: Moda Y2K no K-pop: Confira quais grupos e solistas aderiram à tendência irresistível dos anos 2000 Embora seja algo totalmente novo e diferente do que as meninas têm feito em seus 6 anos de carreira, o pré-single não deixa de mostrar a identidade do grupo que não é baseada apenas em batidas estrondosas, mas também em seu equilíbrio de ser poderoso e adorável ao mesmo tempo. O ponto principal do BLACKPINK não se perde, que é demonstrar confiança e autenticidade. Mas a curiosidade que fica, é se as outras faixas de BORN PINK seguirão esse mesmo conceito, ou parecidas com o que já conhecemos do grupo. O que sabemos sobre o álbum BORN PINK, o segundo full será lançado no dia 16 de setembro, acompanhado de uma turnê mundial que começa em outubro. O projeto foi anunciado em julho, e desde então já tem causado bastante ansiedade no fandom blink sobre o que está por vir nessa nova era de BLACKPINK. Em um artigo, a YG explica que o nome BORN PINK significa dignidade, confiança, sucesso e presença, características que o quarteto tem desde o debut. Representa a aura fatal do grupo, doce e poderosa. De fato o grupo não desonra essas palavras, tanto em questão de qualidade quanto em números, pois o grupo acumulou 1.5 milhões de cópias vendidas com 7 dias de pré-venda. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café! O que você espera de BORN PINK? Conte em nossas redes sociais.
- Mark Tuan lança primeiro álbum solo e Jay B impressiona com digital single
Membros do GOT7 exploram suas cores e habilidades artísticas em novos lançamentos; confira as novidades (Reprodução/DNZA/DNA Records) Em 2021 os membros do GOT7 surpreenderam o público ao decidirem não renovar seus contratos com a antiga empresa JYP Entertainment. Em meio à confusão, muitos fãs acreditaram que isso significava o fim do grupo, mas felizmente não foi o caso e desde o ocorrido os integrantes permanecem com seus nomes artísticos e o mesmo nome do grupo. Esse ano o grupo lançou seu primeiro álbum fora da antiga empresa, intitulado GOT7, demonstrando aos fãs que tudo se trata apenas de uma nova fase. Cada um dos membros continua com seus projetos individuais, e esse mês — para a alegria do Ahgase —, Mark Tuan lançou seu primeiro álbum solo The Other Side e JB seu digital single chamado Rocking Chair. Confira o que o Café com Kimchi achou das produções e saiba mais detalhes dos lançamentos! Na última sexta-feira (26), Mark Tuan divulgou o MV de Far Away, faixa título de seu primeiro álbum intitulado The Other Side. Após uma sequência de quatro singles digitais, o novo álbum marca sua estreia solo com o formato. O cantor esteve trabalhando no lançamento por cerca de um ano, e o disco contém 20 músicas. A faixa principal é melancólica e fala sobre um relacionamento que acabou não dando certo. Com acordes de guitarra que conduzem a maior parte da faixa, o ritmo é sutil em comparação a letra da música e conversa bastante com o estilo de suas produções anteriores. Já conferiu? The Other Side O álbum conta com imsysm, Lonely, My Life e Last Breath, todos singles digitais lançados anteriormente. Já as outras quinze faixas misturam a habilidade de rap com os vocais incríveis do Mark. O artista revelou em entrevista à Rolling Stone que este álbum foi como um playground onde ele teve a oportunidade de experimentar diferentes sons e contar sua história; isso fica nítido quando se escuta o álbum por completo. A escolha de faixas traz R&B, Hip Hop, Pop-Ballad e até mesmo EDM. Running Away abre a lista de músicas com um beat mais simples, mas que encanta, e No Tears se mantém no mesmo ritmo, porém com mais elementos no instrumental. Leia também: Sugar: Youngjae mostra o lado mais doce de si em novo álbum. Na sequência, Mark ostenta e fala sobre a vida de artista em Change Up e My Name. Ele reflete ainda sobre a diferença entre estar sozinho e estar solitário em sua Interlude: After Hours e Lonely. A presença do rap não o impediu de trazer faixas mais sentimentais, como At Low e Only Human, por exemplo, demonstrando que, de fato, esse trabalho explora diversos gêneros e aspectos do talento do idol. Rocking Chair Após o lançamento de dois singles e uma OST esse ano, Jay B liberou seu digital single no dia 24 de agosto. Com apenas voz e violão, o cantor entrega vocais preciosos em uma melodia leve e fácil de ouvir. Rocking Chair é sobre se dispor a ser um lugar de conforto para o outro em momentos difíceis. O artista revelou que a música é dedicada a uma pessoa próxima a ele, mas ele espera que a faixa seja um presente para os fãs também. O MV conversa com a energia passada pela letra da música, onde ele canta simplesmente sentado em uma mesa, sem troca de cenários ou figurinos como costumamos ver, deixando o ouvinte imerso na mensagem da canção. Rocking Chair lembra bastante o estilo de músicas de seu projeto JJ Project com Jinyoung, outro integrante do GOT7, com a presença de vocais marcantes e instrumental de R&B e Blues. Leia também: Who Are You: Bambam e Seulgi mostram sintonia perfeita em novo single De fato, a versatilidade e talento dos integrantes do GOT7 são nítidos em suas produções, e cada um deles tem explorado a liberdade artística ao seu máximo. A nova fase do grupo com certeza demonstra que eles ainda tem muito a entregar ao público, seja em conjunto ou individualmente.
- BETWEEN 1&2: TWICE traz uma conversa Y2K e divertida com "Talk that Talk"
O grupo da JYP Entertainment entregou seu comeback na madrugada da última sexta-feira (26); confira nossa crítica (Reprodução / JYP Entertainment) O TWICE parece estar ocupado sempre. Os seis anos de carreira do grupo são recheados de lançamentos e promoções de álbuns e, recentemente, até um debut solo da Nayeon. Mesmo assim, acompanhar o grupo nunca deixa de ser interessante. As nove integrantes estão sempre se empenhando para trazer inovação e músicas melhores a cada comeback, e é por isso que as expectativas para o novo álbum estavam altas. BETWEEN 1&2 foi anunciado junto de um opening trailer que trazia o TWICE com uma roupagem nova, adepto da estética Y2K, que vem tomando o K-pop por inteiro. Todas as cabeças se viraram na direção do grupo, e as fotos teaser lançadas em seguida só serviram para aumentar a ansiedade. O álbum e a faixa-título, Talk that Talk, finalmente estão entre nós! Confira após a publicidade o que o Café achou: As palavras doces do TWICE (Reprodução / JYP Entertainment) Sabe aquele tipo de conversa que você tem com um amigo que você conta como sua vida amorosa tem sido? Talk that Talk é exatamente isso. Apesar de o conceito da letra não ser exatamente esse, ela traz essa sensação de conforto com os acordes retrô e a melodia pegajosa, especialmente no refrão. Comandado por Jihyo e Nayeon, as principais vocalistas do grupo, ele complementa muito bem os versos, trazendo a sensação de um trabalho redondo e bem feito. O clipe também é excelente, entrando de cabeça na moda Y2K. As integrantes têm muito carisma e sabem disso, tirando proveito dos takes e do styling impecável. É um dos melhores trabalhos visuais do grupo em muito tempo, sendo um complemento muito bom para a canção. A parte importante é que eles não são muito dependentes um do outro: a faixa não precisa do acompanhamento, mas ele a torna ainda melhor, e isso é interessante. Queen of Hearts soa como se tivesse saído do Disney Channel. É uma canção inteiramente em inglês, conceito que o próprio TWICE já experimentou com The Feels. O instrumental puxado para o rock é muito bom, mas essa faixa talvez se tornasse mais propícia a ser ouvida se não tivesse vocais tão estridentes — se o tom diminuísse um pouco, a forma de cantar seria menos aguda e mais fácil de apresentar ao público. Basics é exatamente como seu nome: básica. Apesar de não trazer nada muito novo, ainda é agradável e mantém o conceito synth do álbum. Já Trouble é um mergulho completo no disco. O conceito retrô já foi utilizado por diversos outros artistas, inclusive pelo TWICE, e ele mostra porque ainda é tão consistente no K-pop. As canções sob esse gênero são geralmente muito boas, e Trouble não foge à regra. Brave é interessante; é mais lenta e começa a desacelerar a tracklist. É um pouco repetitiva e tem seu apelo, mas talvez soasse melhor em uma versão acústica. As últimas duas faixas não são exatamente especiais. Gone tem um início excelente, mas perde quase todo seu momento quando chega no refrão. Uma vantagem do refrão fraco é o rap que vem em seguida, que infelizmente não é suficiente para cobrir o dano da parte anticlimática. Também parece haver um problema na mixagem; os vocais são mais altos que o instrumental, o que estraga a experiência. When We Were Kids é fofa e parece com todas as outras canções de fim de álbum — lenta e parece ter sido feita para o final de um show. BETWEEN 1&2 não é o melhor que o TWICE pode fazer. Há percalços nas canções da tracklist, tendo algumas excelentes e outras medianas. Não há nenhuma inteiramente péssima, mas a junção de várias músicas que estão naquela faixa média traz o conjunto da obra para baixo. Nenhuma das b-sides chega ao ponto da canção-título. Talk that Talk é o grupo em toda sua essência, e ela traz uma pergunta cuja resposta é óbvia: quando o TWICE te chama para conversar, todos dizem sim. E aí, o que você achou do comeback do TWICE? Não se esqueça de contar para o Café nas redes sociais!
- Amor no ar: Melhores doramas de romance para assistir na Netflix
De Business Proposal a Crash Landing on You, o romance está em toda a parte na Netflix repleto de casais cheios de química (Reprodução) Os doramas de romance são o primeiro contato de grande parte da dramaland pela vasta lista de produções do gênero. De triângulos amorosos apaixonantes, protagonistas que se odeiam no início até casamentos arranjados, um pouco de romantismo é sempre bom para ajudar a escapar da realidade e sofrer pelos casais mais fofos. Muitos estão disponíveis de forma prática nas plataformas de streaming, entre elas, a Netflix tem uma vasta lista de produções. O catálogo da plataforma é repleto de obras audiovisuais sul-coreanas para diferentes gostos. Pelo alto volume de conteúdos, algumas estão escondidas e não são mostrados pelos algoritmos. Então, é sempre bom ter alguns códigos para filtrar com facilidade K-Dramas e filmes. Para os apaixonados por romances e precisam urgente maratonar um novo, o Café com Kimchi separou os melhores da plataforma: Clima do Amor (2022) Clima do Amor começa com uma história turbulenta. A meteorologista Jin Ha Kyung (Park Min Young) estava prestes a se casar com Han Gijun (Yoon Park), assessor da Administração Meteorológica da Coreia. Porém, seu mundo desmorona quando descobre que o noivo a traía com um jornalista do departamento, Chae Yoo Jin (Yura). Depois da descoberta, Ha Kyung precisa lidar com o infeliz fim do relacionamento, fofocas no trabalho e a nova função como diretora do departamento de meteorologia. Em meio a esse turbilhão de mudanças, ela conhece Lee Siu (Song Kang), um novato no setor, que também possui um passado com Chae Yoo Jin. Os dois são completos opostos na forma de trabalhar, mas precisam sintonizar as ideias para extraírem o melhor para o departamento. Lee Siu chega para marcar algumas mudanças no comportamento de Ha Kyung, uma delas será tirá-la de seu hábito organizado e ser levada por uma paixão. Pretendente Supresa (2022) Pretendente Surpresa é o assunto do momento e estourou quando chegou a Netflix, dominando o TOP 10 durante todas as semanas de abril. O drama teve muitos acertos, apostando em muito clichê e situações divertidas. Na trama, Shin Ha Ri (Kim Sejeong) trabalha em uma grande companhia e nutri um amor não correspondido pelo seu melhor amigo. Para ajudar uma amiga, ela aceitar ir em um encontro a cegas em seu lugar e com a intenção de terminar com o suposto pretendente. Porém, ela é surpreendida ao descobrir que o par é o seu chefe. Kang Tae Mu (Ahn Hyoseop) é CEO da empresa em que Ha Ri trabalha e está sendo pressionado pelo avô a participar do encontro. Para não prejudicar seus objetivos profissionais, ele decide que irá se casar com a primeira pessoa que conhecer. Leia também: Além de School 2015 e Coffee Prince: Doramas que tiveram remakes em outros países da Ásia Nosso Eterno Verão (2021) Baseado em um webtoon, Nosso Eterno Verão mostra as idas e vindas do amor seguindo uma linha estável, sem grandes reviravoltas, ideal para os que buscam por um romance calmo para relaxar. Na trama dois ex-namorados são reunidos para o aniversário de 10 anos de um documentário viral filmado quando estavam no colégio. A situação faz com que precisem se aproximar novamente tanto dentro, quanto fora das câmeras. Kook Yeon Su (Kim Dami, atriz de Itawon Class) era a melhor aluna da turma, por outro lado Choi Ung (Choi Woo Shik, ator de Parasita) era considerado o pior. A relação dos protagonistas inicia como cão e gato e desenvolve para um relacionamento de cinco anos, até um termino doloroso. O dorama divide-se em diferentes momentos da vida da dupla: escola, namoro e a vida adulta. Toque seu Coração (2019) Touch Your Heart chamou atenção por apresentar como protagonistas Lee Dong Wook — protagonista do dorama Bad and Crazy — e Oh In Na, que esbanjaram química quando trabalharam juntos pela primeira vez como casal secundário em Goblin. No drama de 2019, Jin Shim (Oh In Na) é um atriz famosa que viu sua carreira ladeirar após um escândalo. Algum tempo depois, ela recebe a oportunidade de retornar aos holofotes, caso consiga um papel como secretária. Dedicada a personagem, a atriz decide trabalhar temporariamente no escritório de advocacia de Kwon Jung Rok (Lee Dong Wook) para ganhar experiência. É fácil adivinhar que o advogado não ficou nenhum pouco feliz em ter alguém com complexo de estrela em seu escritório sério e rigoroso. A comédia romântica pode ser assistida na Netflix e no VIKI. Sua Vida Privada (2019) Fangirls também amam e podem viver um romance intenso. Sung Deok Mi (Park Min Young, atriz de Clima do Amor) possui duas vidas, uma de conhecimento público como uma profissional dedicada em uma galeria de arte. Já a outra como dona do principal fansite de Cha Shi An (Jung Jae Won), Deok Mi é a maior fã do idol e entrega cenas divertidas, que representam a relação de fãs com seus artistas favoritos. Deok Mi mantém esse segredo bem escondido de todos, mas tudo muda quando Ryan Gold (Kim Jae Wook), o novo diretor de arte da galeria e antigo pintor famoso, entra em sua vida e descobre sobre sua vida dupla. Pousando no Amor (2020) Pousando no Amor é um dos favoritos do público, sendo um dos mais curtidos da plataforma. Com uma mistura de enredo envolvente e protagonistas que esbanjam muita química, o K-Drama é uma verdadeira fórmula de sucesso. Son Yejin e Hyunbin dão vida ao casal principal que leva o telespectador das lágrimas até boas risadas e, inclusive, se casaram após a produção. Yoon Seri (Son Yejin) é uma herdeira forte e independente, que precisou aprender a sobreviver e a se defender desde nova dentro do próprio núcleo familiar. Um dia, em um voo de parapente, ela sofre um acidente causado por ventos fortes, levando-a até a Coreia do Norte. Lá, a chaebol conhece Ri Jung Hyuk (Hyunbin), um oficial norte-coreano, que concorda em esconde-la e ajudá-la a retornar à Coreia do Sul, mas a boa ação não será tão simples, nem mesmo a convivência. Porém, com o tempo, eles se apaixonam, apesar da divisão e disputa entre seus respectivos países. Leia também: Pachinko e Snowdrop: A representação da história coreana provoca rejeição do público nativo do país? Meu Romance Secreto (2017) Entre os romances não pode faltar o clichê favorito de muitos: CEOs arrogantes como protagonistas. Se tem milionários, quase sempre é indispensável que ele se apaixone pela mulher que trabalha ao seu lado. Nessa comédia romântica com protagonistas de dinâmica bem caótica, Cha Jin Wook (Sung Hoon) é um herdeiro festeiro que vai trabalhar em um resort como um castigo dado por seu pai. Lá, ele conhece Lee Yoo Mi (Song Jieun) uma jovem que estava de passagem para o casamento da mãe. Após uma noite juntos, Yoo Mi some sem explicações e ambos retornam para suas vidas normais. O caminho dos protagonistas volta a se cruzar três anos depois, quando Jin Wook descobre que a nova nutricionista da sua empresa é a mulher que conheceu no resort. Romance é um Bônus (2019) Nesse friends to lovers, Kang Dan Yi (Lee Na Young) era uma redatora famosa e premiada no passado, mas largou tudo pela família. Agora divorciada, sem emprego e com uma filha para sustentar, ela passa por dificuldades para se reerguer. Em uma dessas tentativas, ela decide mentir sobre seu passado para se candidatar a um cargo pequeno em uma editora. Nesse contexto, ela reencontra Cha Eun Ho (Lee Jong Suk) seu melhor amigo de infância, um escritor bem-sucedido e editor chefe dessa editora. A medida que se envolvem na vida um do outro, começam a se apaixonar. O K-Drama ainda conta com elenco formado por Eugene Jung de Snowdrop e Wi Ha Joon de Round 6 e Bad and Crazy, que formam o casal secundário. Leia também: De romance ao terror: Conheça os melhores doramas do KOCOWA no catálogo do streaming Qual seu dorama de romance favorito da Netflix? Conta pra gente em nosso Instagram e Twitter.














