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  • Idols de K-pop que completam 10 anos de debut solo em 2023

    Grupos como 2NE1 e SISTAR estiveram em atividade ao mesmo tempo em que estabeleciam grandes solistas de K-pop em 2013 (Very Cherry/Brid3) O ano de 2023 já começou e, enquanto grupos de K-pop se preparam para debutar com tudo — como é o caso do aguardado girlgroup BABYMONSTER —, outros completam uma década de existência. No ano passado, celebramos os dez anos de artistas que abriram honrosamente a terceira geração do K-pop, como EXO, BTOB e EXID. Agora, uma nova leva está prestes a fazer aniversário, incluindo BTS, Ladies’ Code e a banda N.Flying. Leia também — 10 anos de EXO! Relembre alguns momentos emocionantes da carreira do grupo Um ponto interessante a considerar sobre 2013, no entanto, é que, ao contrário de 2012, este foi um ano que consolidou grandes solistas da indústria de K-pop. Pensando nisso, o Café Com Kimchi preparou uma lista com artistas que iniciaram suas carreiras solo há dez anos. CL (Reprodução/Very Cherry) Ícone fashionista que já marcou presença no MET Gala e líder do saudoso 2NE1, CL debutou como solista em 28 de maio de 2013, com o single The Baddest Female. No ano seguinte, estreou nos Estados Unidos com a música Lifted. Apesar de ter emplacado hits em períodos espaçados, como a energética Hello Bitches, a rapper só foi lançar seu primeiro álbum completo em 2021, intitulado +ALPHA+. Eric Nam (Reprodução/CJ E&M) Anteriormente conhecido como o rosto do programa After School Club, ao lado de Jamie, Eric Nam é um cantor coreano-americano e debutou em 23 de janeiro de 2013, com o mini-álbum Cloud 9. Sua trajetória na música é bem versátil, tendo atuado como letrista, compositor e vocalista. No meio do K-pop, já colaborou com artistas como Wendy, do Red Velvet, as solistas Jeon Somi e Cheeze, e MONSTA X. Sunmi (Reprodução/Abyss Company) Ex-integrante do Wonder Girls, Sunmi é um case de sucesso quando se fala em solistas que conseguiram conquistar um público fiel fora de seu grupo original. Em 26 de agosto de 2013, a cantora estreou com o digital single 24 Hours, mas o ápice de sua carreira solo veio mesmo em 2017, quando lançou o smash hit Gashina, uma das músicas de K-pop mais relevantes naquele ano. A artista também ficou conhecida por outros grandes lançamentos como as faixas Heroine e Noir. Kim Jaejoong (Reprodução/CJeS Entertainment) De toda a lista, Kim Jaejoong é, certamente, o artista mais experiente na indústria de K-pop. O cantor debutou com o quinteto TVXQ, em 2003 — sim, estamos falando de 20 anos de história. Após deixar o grupo definitivamente em 2010, reuniu-se com os outros ex-integrantes Junsu e Yoochun e formou o trio JYJ. Como solista, debutou em 17 de janeiro de 2013, com o mini-álbum I. Hyolyn (Reprodução/Brid3) Dona de uma das vozes femininas mais potentes do K-pop, Hyolyn foi integrante do SISTAR e, em 26 de novembro de 2013, trilhou os primeiros passos de sua carreira solo com o álbum Love & Hate. Ao longo de sua trajetória como solista, lançou canções como SAY MY NAME e a famosa faixa Dally, em colaboração com GRAY. Além de ser conhecida por seus ótimos vocais, já se arriscou como rapper no Unpretty Rapstar e, recentemente, foi uma das competidoras do programa Queendom 2. Kang Seungyoon (Reprodução/YG Entertainment) Dessa aqui nem todos sabem, mas lá vai: Antes de debutar como integrante do WINNER, Kang Seungyoon — mais conhecido como Yoon — estreou como solista. O líder e maknae do boygroup da YG Entertainment lançou seu primeiro trabalho solo em 16 de julho de 2013, o single It Rains. No mês seguinte, participou do survival WIN: Who Is Next, vencendo a competição que formaria o boygroup em que está atualmente. Trabalhando ativamente no WINNER, o vocalista continuou seu trabalho solo e chegou a lançar seu primeiro álbum completo em 2021, intitulado PAGE. Junho (Reprodução/JYP Entertainment) Fechando a lista com mais um nome da segunda geração, Junho, do 2PM, iniciou a carreira solo há dez anos, no dia 24 de junho de 2013. No entanto, ao contrário de todos aqui citados, o vocalista fez sua estreia como solista no Japão, antes de ser lançado na Coreia do Sul dois anos depois. Sua primeira música foi Kimi No Koe e, depois disso, sua trajetória foi marcada pelo lançamento de álbuns como ONE e DSMN, além de turnês solo anualmente em terras japonesas — até 2018, antes de seu alistamento militar.

  • Relembre: Grupos de k-pop que completam 10 anos em 2022

    Confira a retrospectiva de debuts que farão 10 anos neste ano que se inicia (Reprodução) 2012 foi o ano de grandes lançamentos como Gangnam Style do Psy, Fantastic Baby do Big Bang e The Chaser do Infinite. Esta mesma época também marcou a data de grandes debuts, como EXO, BTOB, AOA e mais. Ficou curioso para saber quais outros grupos debutaram neste ano? Quer saber como estes grupos estão atualmente? O Café Com Kimchi preparou uma lista de alguns grupos que fizeram ou farão aniversário de 10 anos em 2022, para você relembrar ou conhecer. EXO EXO é um grupo sino-coreano que estreou em 8 de abril de 2012, com 12 membros separados em dois subgrupos, EXO-K e EXO-M, performando músicas em coreano e mandarim, respectivamente. Sua estreia oficial ocorreu com o lançamento do single "Mama" do EP homônimo. Atualmente, ele é composto por nove membros: Xiumin, Suho, Lay, Baekhyun, Chen, Chanyeol, D.O., Kai, e Sehun. O grupo originalmente continha mais 3 membros chineses em sua formação: Luhan, Kris e Tao, porém eles saíram do grupo após abrirem processos contra a S.M. Entertainment em 2014 e 2015 respectivamente. Exo é um dos grupos de kpop mais populares da sua geração e emplacaram diversos sucessos como "Love Shot", "Monster", "Call Me Baby" e principalmente "Growl", que foi lançada em 2013 e ainda hoje é muito popular. Seu último álbum foi "Don’t Fight the Feeling", lançado no dia 7 de junho de 2021, com apenas 7 membros. Devido ao fato dos membros estarem servindo no exército, eles estão promovendo principalmente como solistas ou com sub-unit. Hello Venus O grupo fez seu debut com Venus, no dia 9 de maio de 2012. Hello Venus debutou com 6 integrantes: Alice, Nara, Lime, Yoo Ara, Yoonjo, Yooyoung. Yoo Ara e Yoonjo saíram e Seoyoung e Yeoreum entraram em 2014. Em 26 de abril de 2019, a Fantagio anunciou o disband do grupo. Seu último comeback foi Mysterious em 2017. Todas as ex-membros do grupo seguem carreira na atuação, menos Seoyoung e Yoo A Ra, que não atua desde 2015. B.A.P B.A.P (Best Absolute Perfect) debutou com 6 membros em 27 de janeiro de 2012, com "No Mercy". O último comeback foi "Hands Up" lançado em dezembro de 2017. O grupo fez sucesso com músicas que falavam sobre saúde mental e críticas sociais, como "Warrior", "Wake Me Up" e "One Shot". Em 18 de fevereiro de 2019, a TS Entertainment anunciou o disband do grupo. Atualmente Jongup, Zelo, DaeHyun e Yongguk seguem como solistas enquanto Youngjae segue como solista e ator. FIESTAR O grupo debutou em 31 de agosto de 2012, com o álbum single "Vista", com 6 membros: Cao Lu, Jei, Linzy, Hyemi, Cheska e Yezi. Cheska deixou o grupo em 2014. Yezi foi semi-finalista do Unpretty Rapstar 2 em 2015. O último lançamento do grupo foi "Apple Pie", em Maio de 2016, sendo esta uma das faixas mais populares da carreira do Fiestar. O grupo disbandou oficialmente em maio de 2018, quando as membros decidiram não renovar o contrato com a LOEN Entertainment. Hyemi e Yezi seguem atualmente como solistas. Linzy agora é atriz de musical. Leia também: Conexão Brasil-Coreia: Os melhores exemplos de bossa nova no K-pop VIXX VIXX debutou no dia 24 de maio de 2012, com a música "Super Hero". Seu último comeback oficial foi "Scentist", lançado em 2018, porém eles fizeram um lançamento especial chamado "Walking", no início de 2019. Conhecidos como os reis do conceito, eles emplacaram sucessos como "Error", "Chained Up" e "VOODOO DOLL". N recentemente esteve no k-drama "Bad and Crazy". Ele também participou do K-drama "É Tudo Meu" em 2021, que está disponível na netflix. Ravi tem uma carreira consolidada como solista, lançando em fevereiro seu 2º full album. Leo também segue como solista. Hyuk segue atuando, participou da 2ª temporada do dorama BL "Color Rush". Já Ken foi dispensado do exército recentemente, no dia 5 de janeiro de 2022. Hongbin, que deixou o grupo em 2020, também tem carreira como ator, ele participou de doramas como "Moorim School" e "O Sorriso Deixou Seus Olhos", disponível no Viki. Crayon Pop Crayon Pop debutou em 19 de julho de 2012, com "Saturday Night". Originalmente como um quinteto, o grupo inicialmente era constituído pelas membros: Soyul, Geummi, Ellin, Choa e Way. Conhecidas pelos conceitos diferentes, músicas animadas e coreografias únicas, o grupo obteve sucesso com o lançamento de "Bar Bar Bar". Seu último lançamento foi "Evolution Pop Vol 1", com o single "Vroom Vroom". 100% 100% debutou com o single "Bad Boy" em setembro de 2012 com 7 membros: Minwoo, Rockhyun, Jonghwan, Chanyong, Changbum, Hyukjin e Sanghoon. Em 2014, Sanghoon decidiu deixar o grupo, pois queria viver uma vida normal. Já em 2016, Changbum deixou o grupo. No ano de 2018, o líder Minwoo morreu devido a um ataque cardíaco. Em 23 de setembro de 2021, a TOP Media anunciou que os membros não renovariam seus contratos, portanto o grupo iria desbandar. No mesmo mês, eles lançaram um último single chamado "Beautiful Girl". Antes dos membros servirem no exército, lançaram o álbum "re:tro" em março de 2019, com a faixa título "Still Loving You". Em maio de 2022, os integrantes anunciaram pelas redes sociais que os 4 membros irão re-debutar em julho no Japão sob o nome de Fave1 pela empresa KissEnt. EXID Exceed In Dreaming, ou apenas EXID, debutou em 16 de fevereiro de 2012 com "Whoz That Girl". O grupo estreou com 6 membros LE, Hani, Junghwa, Dami, Yuji e Haeryeong. Em abril de 2012, Dami, Yuji e Haeryeong deixaram o grupo e Solji e Hyerin se juntaram, formando agora um quinteto. O grupo ficou conhecido após o sucesso de "Up & Down", logo após lançaram diversos sucessos como "Ah Yeah", "Hot Pink", e "DDD". Em 2019, foi anunciado hiatus indefinido devido à saída das membros da empresa Banana Culture, porém elas ainda continuaram com atividades no Japão por mais um ano. BTOB BTOB (Born To Beat) debutou em 21 de março de 2012 com o single "Insane". O grupo consiste em Eunkwang, Minhyuk, Changsub, Hyunsik, Peniel e Sungjae. Originalmente um grupo de sete membros, Ilhoon deixou o grupo em dezembro de 2020. BTOB lançou sucessos como "WOW", "Movie" e "I'll Be Your Man". O último lançamento do grupo foi o álbum "4U: Outside" com a sub-unit BTOB 4U, pois Sungjae e Hyunsik estavam no exército na época. O grupo está com o lançamento do álbum especial de 10 anos, marcado para 21 de fevereiro, chamado "Be Together". AOA AOA (Ace of Angels) debutou em 30 de julho de 2012 com a faixa Elvis. O grupo debutou com 7 membros e, destas, apenas Hyejeong, Seolhyun e Chanmi seguem no grupo. Choa, Mina, Jimin e Yuna anunciaram a saída do grupo em 2017, 2019, 2020 e 2021, respectivamente. AOA emplacou sucessos como "Good Luck", "Bingle Bangle", "Like a Cat" e "Heart Attack". O grupo está em hiatus desde 2020, quando a ex-membro Mina acusou a ex-colega, Jimin, de bullying. Seu último comeback foi Come See Me em novembro de 2019. Leia também: 12 músicas de K-pop que completam 10 anos em 2022 NU'EST New Establish Style Tempo, ou apenas NU'EST, debutou em 15 de março de 2012 com o single "Face", o grupo possui 5 membros: JR, Aron, Baekho, Minhyun, e Ren. O grupo, que veio diversas vezes ao brasil, explodiu após a participação do de 4 integrantes no programa Produce 101, com o membro Minhyun ficando dentro do TOP 11, debutando no Wanna One. Em 19 de abril de 2021, lançaram seu segundo álbum de estúdio, Romanticize, com a música título "Inside Out". Qual foi o seu debut favorito de 2012? Conte para o Café nas nossas redes sociais.

  • De 2gether a Bad Buddy: Entenda o sucesso dos BL tailandeses

    O gênero Boys Love segue conquistando fãs ao redor do mundo, e as produções da Tailândia tem o protagonismo no mercado (Reprodução/ Google) Nos últimos anos, a Coreia tem investido e produzido cada vez mais em doramas BL (Boys Love). Recentemente, o Café com Kimchi fez uma entrevista com a Central Boys Love sobre os BLs coreanos. Porém, não é apenas a Coreia que aposta no universo BL: outros países como Japão, Taiwan e principalmente Tailândia têm produzido cada vez mais doramas BL. Ficou curioso e quer saber mais sobre? Separamos as informações mais importantes para você conhecer a indústria BL da Tailândia. Leia também: Cherry Blossoms After Winter: Drama de BL coreano sairá no fim do ano; saiba mais. O início da indústria BL (Divulgação/ GMMTV) Love Sick foi lançado em 2014 e pode-se dizer que, apesar de Love Sick não ter sido a primeira série a ter como foco personagens gays na Tailândia, ela moldou o que viemos a conhecer nas futuras produções. O BL segue uma premissa simples, porém cativante de dois personagens que precisam fingir que estão namorando. Phun (White) já tem uma namorada, mas seu pai quer que ele namore a filha de um amigo político importante. Ele tenta fazer sua irmã acreditar que ele namora Noh (Captain), pois ela é fã de BL/Yaoi e pode conseguir convencer seu pai. Phun convence Noh a ajudá-lo em troca de ajuda no clube de música do colégio. O sucesso da série foi tanto que no ano seguinte foi lançada a 2ª temporada, com mais 36 episódios. A série também conta com alguns Spin Offs. Com a popularidade de Love Sick, outros BLs no mesmo estilo foram lançados como Make it Right. Leia Também - KinnPorsche The Series é o BL do momento: Conheça o drama tailandês e confira algumas curiosidades O lançamento de Sotus em 2016 ajudou a popularizar mais o gênero. Tendo um orçamento maior, a produção aparentava ser mais profissional do que Love Sick. Pelo fato de todos os atores fazerem parte da mesma produtora, a GMMTV, a promoção do BL foi facilitada, com shows e fan meetings por grande parte da ásia. Sotus também moldou um dos maiores clichês dentro do universo BL Tailandês, os estudantes de engenharia. A engrenagem é um símbolo importante dos estudantes do curso. No entanto, para se obter a insígnia, os calouros devem passar pelo S.O.T.U.S. Arthit (Krist), aluno do 3º ano e líder do trote, abusa do poder que o sistema lhe oferece. Os calouros ficam a mercê das vontades dos veteranos, até que Kongpob (Singto) os enfrenta. Os dois brigam o tempo todo, no entanto, esses embates e encontros constantes começam a mudar seu relacionamento. Efeito 2gether Em 2020 estreou 2gether, que ajudou muito na popularização dentro do gênero e fora da ásia. A série foi sucesso instantâneo, alcançando marcas que nenhum outro BL Tailandês tinha conseguido antes. É atualmente considerado o BL mais popular entre os fãs internacionais, e é muito popular em países como Japão e Filipinas. Até o lançamento de 2gether, o lançamento dos BLs eram feitos pensando exclusivamente no público tailandês. Após o sucesso da série, a GMMTV começou a dar mais atenção para o público internacional. Inicialmente, o público internacional só conseguia ter acesso aos BLs Tailandeses de forma ilegal, com as legendas feitas através de fansubs. Atualmente grande parte dessas produções são disponibilizadas no youtube de maneira oficial, com legendas em inglês em todas as obras, porém apenas algumas obras têm legendas em português. (Divulgação/ GMMTV) 2gether: The Series conta a história de Tine (Win), que tem um admirador não tão secreto, chamado Green (Gun). Para que Green desista dele, Tine é convencido por seus amigos a pedir ajuda de Sarawat (Bright) para que ele finja ser seu namorado. A série teve duas temporadas, a primeira com 13 episódios foi lançada em fevereiro de 2020. A segunda temporada, chamada de Still 2gether tem 5 episódios e foi lançada em Junho de 2020. Em Novembro de 2021 também foi lançado um filme, denominado 2gether: The Movie, que estreou nos cinemas da Tailândia e do Japão. Últimos Lançamentos 2021 foi um ano com lançamentos importantes no país como 1000 Stars, Fish Upon The Sky e Lovely Writer. Porém o mais recente sucesso tailandês foi Bad Buddy, que demonstra estar seguindo os mesmos passos de 2gether. O BL é sucesso absoluto, principalmente no Brasil. Toda semana eles provavam sua popularidade com a Hashtag do episódio ficando nos assuntos mais falados do Twitter, em diversos países, por várias horas. (Divulgação/ GMMTV) Bad Buddy conta a história de Pran (Nanon) e Pat (Ohm). A família dos dois se odeiam a muitos anos, e por isso os dois cresceram competindo, porém em algum momento esses sentimentos de raiva passaram a mudar. A série possui 12 episódios e foi ao ar de 29 de Outubro de 2021 e 21 de Janeiro de 2022. Bad Buddy contou com a direção de Aof, que dirigiu obras como Still Together, 1000 Stars e Dark Blue Kiss. Leia Também: Sabia que atriz de Round 6 interpreta personagem LGBTQ+ em filme com Hani de EXID? Afinal, o que diferencia os BLs da Coreia e Tailandia? Diferente da Coréia, a Tailândia tem uma indústria dos BLs, na qual se adota um sistema parecido com os idols na Coreia. Grande parte dos atores também cantam e participam de programas de variedade. Eles estão presentes em diversas áreas, além da atuação. Leia Também - O amor está no ar: Confira os melhores BLs coreanos para assistir Geralmente os atores do BL fazem parte da mesma empresa, o que facilita esse trabalho de promoção. A GMMTV costuma fazer eventos com seus artistas se apresentando, aumentando a visibilidade das séries. Além disso, o casal não termina com o final da série. Os atores participam de eventos juntos e muitos chegam a participar de mais de uma produção, como Max e Tul (Together with me e Manner of Death), Off e Gun (Theory of Love, Not Me) O casal em si vira um produto, não apenas a série, o que faz com que, mesmo que o BL tenha acabado, o duo ainda seja comerciável. Outro fator importante é que um casal secundário pode acabar conseguindo uma série própria, como aconteceu com os personagens Fiat (First) e Leo (Ja) de TharnType, em que eles eram coadjuvantes, e depois protagonizaram uma série deles, chamada Don't say no. Outra diferença entre os BLs Coreanos e os Tailandeses, é o fato dos BLs Coreanos seguirem o formato de webdrama, não sendo transmitidos na TV. Já os Tailandeses são transmitidos na TV, às vezes com alguns cortes, e também são exibidos na internet de forma completa. Pelos BLs Coreanos seguirem este formato de webdrama, eles costumam ser mais curtos, durando entre 10 à 20 minutos, tendo por volta de 10 episódios, além de terem apenas uma temporada. Uma linha fora da curva é To My Star, que está com a 2ª temporada em produção, e Color Rush que teve a estreia da 2ª temporada no dia 21 de Janeiro de 2022. Já os Tailandeses costumam ter entre 12 à 16 episódios com 30 minutos à 1 hora de duração, e muitas vezes têm mais de uma temporada. Leia Mais: Por que doramas não costumam ter segunda temporada? Enquanto os BLs coreanos, por serem curtos, não conseguem ter plots muito complexos. Os BLs tailandeses têm começado a apostar em enredos diferentes dos clichês dentro da universidade. Como em Not Me, que começou em Dezembro de 2021 e tem previsão de término em Março de 2022. (Divulgação/ GMMTV) A trama de Not Me gira em torno de White (Gun) se disfarçar como seu gêmeo Black (Gun), a fim de descobrir quem o traiu e o colocou em coma, nisso ele começa a participar da gangue que seu irmão fazia parte, nela ele conhece Yok (First), Gram (Mond), Gumpa (Papang) e Sean (Off), que aparenta odiar Black, qual deles será o responsável pelo ataque ao Black? A série apostou em muitas críticas sociais. Abordando temas como desigualdade social e os direitos de pessoas com deficiência. Além disso, a produção levou à série, pessoas que realmente militam e lutam sobre os temas abordados na produção. Leia Também - Semantic Error: Tudo o que você precisa saber sobre o webdrama BL Mas, e para você, qual é o seu BL Tailandês favorito? Conta pro Café nas redes sociais!

  • Fashionistas: 8 idols de K-pop que fazem sucesso no mundo da Moda

    Membros do BTS, EXO e BLACKPINK são alguns dos maiores trendsetters no meio artístico; confira a lista (Divulgação/ Gucci/ Instagram) Os universos do K-pop e da Moda inevitavelmente colidem na construção do figurino de um videoclipe, nas roupas de um stage e nas exuberantes noites de premiações, mas se engana quem pensa que o encontro desses nichos para por aí. A cultura pop sul-coreana é também grande responsável por lançar inúmeras tendências pelo mundo afora. Nesse sentido, os ídolos do K-pop (idols) se apresentam como grandes influenciadores, além de muitos serem representantes de marcas de luxo. O Café Com Kimchi preparou uma lista com 8 artistas que frequentemente são citados como algumas das vozes mais influentes da Moda a nível mundial. Vamos lá? Leia após a publicidade. Jennie (BLACKPINK) Reconhecida como a maior It Girl da Coreia do Sul, a Jennie coleciona momentos de uma verdadeira fashionista como, por exemplo, sentar ao lado da Anna Wintour, editora da Vogue, na primeira fila de um desfile de moda. Além de criar tendências com frequência, Jennie é Embaixadora Global da grife francesa Chanel, e também uma das modelos da marca americana Calvin Klein. Jennie ainda possui sua própria coleção de óculos em parceria com a coreana Gentle Monster. Rosé (BLACKPINK) Queridinha de Anthony Vaccarello, estilista belga e diretor da marca francesa Yves Saint Laurent, a Rosé é estrela de algumas campanhas da grife e frequentadora assídua de desfiles. Rosé é também Embaixadora Global da joalheria americana Tiffany & CO, e fez história ao lado da veterana CL como a primeira artista feminina de K-pop a comparecer ao prestigioso Met Gala, considerado o maior evento da Moda (vestindo YSL). Kai (EXO) Embaixador Global da Gucci — o primeiro coreano a ter este feito —, Kai tem a sua própria coleção com a grife italiana, com peças que se esgotaram tão logo foram colocadas à venda. No ano passado, Kai foi eleito a pessoa mais influente no mundo da Moda pelo relatório da rede britânica especializada LYST. Também em 2021, o membro do EXO foi escolhido novamente como Embaixador Global, dessa vez para o Seoul Fashion Week. Sehun (EXO) Primeiríssimo Embaixador Global da francesa Dior House para a Dior Men, o Sehun tem no currículo mais momentos de fashionista do que selfies no Instagram (infelizmente é verdade). Ele foi eleito o Homem Mais Bem-Vestido pela revista Vogue em dois anos seguidos para o desfile da Louis Vuitton no Paris Fashion Week (2017 e 2018), e também já esteve associado às marcas Valentino, Moncler e Berluti, entre outras. G-Dragon (BIGBANG) Um dos pioneiros a unir o universo do K-pop ao mundo da Moda, G-Dragon é Embaixador da francesa Chanel desde 2016, quando a grife ainda era comandada pelo lendário estilista Karl Lagerfeld, amigo próximo do GD. Com influências tão impactantes quanto essa, o líder do BIGBANG criou sua própria marca também em 2016, a Peaceminusone. As peças feitas em colaboração com a americana Nike são alguns dos itens mais cobiçados do mundo, com sold-outs em até 0.06 segundos! CL (Lee Chaerin) Desde os tempos de 2NE1, a CL se destaca pela personalidade forte que se traduz em um estilo único e irreverente. Em 2021, a solista lançou ALPHA, seu primeiro álbum solo, e surpreendeu ao dispensar estilistas renomados e optar por trabalhar com novatos do mundo da Moda. Sempre valorizando elementos tradicionais na composição dos seus looks, CL foi a primeira artista feminina de K-pop (junto à Rosé) a comparecer ao Met Gala, vestindo um hanbok jeans reinventado, desenhado pelo estilista Alexander Wang. V (BTS) Apesar de não ter filiação oficial com a marca, o integrante do BTS é chamado de Gucci King pelos fãs por um bom motivo! V nunca escondeu seu apreço pelas peças da grife italiana, e já provou inúmeras vezes que sabe muito bem como montar um look. No ano passado, o V foi nomeado junto ao BTS como Embaixadores Globais da francesa Louis Vuitton, conquista que foi registrada com ensaios nas revistas Vogue e na GQ Korea. IU (Lee Ji Eun) Embaixadora doméstica da Gucci desde 2020, a solista IU protagonizou várias campanhas da marca italiana, sendo a mais recente delas a seleção de presentes de fim de ano para a temporada de 2021. IU também é reconhecida por levar elegância e um estilo autêntico às suas produções musicais, que não raramente acabam inspirando o visual outras solistas, grupos femininos e até influencers. Uma verdadeira trendsetter!

  • Você sabia que o V do BTS toca instrumento, fotografa e é pai de pet? Confira 7 talentos do astro

    Kim Taehyung está fazendo 27 anos nesta sexta-feira, 30 de dezembro. Que tal conhecer mais do idol fora dos palcos? (Reprodução/HYBE) Depois de Jin no dia 4 dezembro, chegou a vez de o sétimo e último membro do BTS apagar as velinhas em 2022. Hoje, dia 30, é aniversário de Kim Taehyung, mais conhecido como V, que está completando 27 primaveras. Segundo a tradição sul-coreana, ele já tinha essa idade desde o início do ano. Mas, por aqui, podemos enfim dizer que ele se igualou a Jimin, seu parceiro no grupo de K-pop. Nascido em Daegu, em uma família humilde, Tae foi praticamente criado pela avó paterna enquanto os pais trabalhavam como agricultores. Agora um artista de sucesso mundial, foi na adolescência que começou a sonhar em ser cantor. Sua vida, que provavelmente também seria dedicada à fazenda, virou de cabeça para baixo em 2011, quando foi selecionado em uma das audições da HYBE (antiga Big Hit). Tae não chegou a se inscrever. Estava lá apenas para acompanhar um amigo – e assim teria sido se uma funcionária da empresa não o tivesse notado, convencido a participar do teste e até obtido a autorização de seus pais. Daquela leva, Tae foi o único aprovado. Se em algum momento ele acreditou não ter chances, desde que o BTS debutou, em junho de 2013, não há mais dúvidas de que merece muito seu lugar na vocal line. Dono de um timbre grave e um amplo alcance vocal, Tae consegue ser delicado e expressivo ao mesmo tempo, casando perfeitamente com o registro mais agudo dos demais vocalistas. Porém, sua arte não está somente na voz. Na verdade, a criatividade de Tae extravasa para diversas áreas, o que faz dele uma figura bastante eclética e sofisticada. Quer saber mais? Então confira 7 talentos do idol fora dos palcos: Pai de Pet Tae não resiste a animais fofinhos. Além de um gato chamado Kkanji, ele tem três cachorros – Soonshin, Ssyongssyong e Yeontan, este último um lulu da pomerânia que pegou filhote em dezembro de 2017. Foi durante uma live de aniversário de Jin que Tae apresentou aos fãs seu mais novo mascote. Volta e meia, Yeontan (que significa "briquete de carvão" em português) aparece ao lado de Tae nas redes sociais. As interações sempre incluem lambidas na boca de seu dono – como se vê a partir de 02:10 no vídeo abaixo, um cover de "It's Beginning to Look a Lot Like Christmas", lançado recentemente por Tae. Ator (Reprodução/KBS2) O ano de 2016 marcou a estreia de Tae como ator. Ele foi escalado para o drama Hwarang, que acompanha um grupo de jovens guerreiros encarregados de protegerem o rei na Coreia de 2 mil anos atrás. Tae pôde contracenar com outros nomes consagrados do país, como Go Ara, Park Hyungsik e Park Seojoon – estes dois últimos seus amigos próximos, parte do "Wooga Squad". A performance de Tae como o ingênuo e dócil Hansung foi apreciada não só pelo ARMY, como pelo público em geral. Se você ainda não o prestigiou, aproveite que a série está disponível na Netflix. Saxofonista Na segunda metade do ensino fundamental, Tae resolveu seguir o conselho de seu pai: todo cantor deveria tocar pelo menos um instrumento. No seu caso, o escolhido foi o saxofone, ao qual dedicou três anos de sua vida. Depois de muito treino, Tae conquistou o primeiro lugar em uma competição regional. No entanto, seu desejo de ser músico logo deu lugar ao de se tornar idol. Em novembro de 2016, já sete anos sem tocar, Tae confirmou ser um saxofonista competente durante o programa de TV sul-coreano Star Show 360. Como era a primeira vez que mostrava suas habilidades diante da câmera, começou enferrujado até engatar algumas músicas. Veja a seguir: Fotógrafo Cuidar de pet, gravar novela e arrasar no sax não são os únicos atributos de Tae. Ele também se interessa por fotografia, sendo especialmente fã do fotógrafo australiano Ante Badzim. Foi inspirado nele que Tae se arriscou a fazer seus próprios registros, alguns dos quais compartilhou no Twitter do grupo, com a hashtag #Vante. A brincadeira que junta seu nome artístico, V, ao do australiano virou um de seus muitos apelidos. E tanto pegou que chamou a atenção do profissional, que retribuiu com uma imagem dedicada a Tae. Como o BTS está sempre viajando para cumprir a agenda de shows, eventos e premiações, Tae costuma aproveitar para fotografar as paisagens por onde passa. Ele gosta de capturar a natureza, mas também os meninos e seus momentos espontâneos. Artsy Fotografia é a ponta do iceberg, porque, na verdade, Tae é apaixonado por arte como um todo. Talvez a obra que mais tenha citado seja "A Noite Estrelada", quadro de Van Gogh que, inclusive, ficava pendurado em sua parede no dormitório, em Seul. Tae se interessa por outros pintores como o austríaco Gustav Klimt, o francês Claude Monet, o americano Roy Lichtenstein e o belaruso-francês Marc Chagall. Quando o BTS estava em turnê pela América do Norte, em 2017, Tae procurou ter o máximo de contato com a arte e a cultura dos países visitados. Nos EUA, foi ao MoMa (Museu de Arte Moderna), em Nova York, e ao Instituto de Arte de Chicago, acompanhado de RM nesta última ocasião. Em setembro de 2018, Tae aumentou sua coleção particular ao adquirir duas telas do artista independente Marc Dominus, durante um passeio pela Kettle Art Gallery, na cidade americana de Dallas. Vale lembrar que o grupo estava novamente em turnê, com dois shows esgotados no estado do Texas. Já em janeiro de 2019, Tae surpreendeu os fãs ao mostrar que não apenas compra quadros, como se aventura com os pincéis. Pelo Fancafe do BTS, ele compartilhou imagens de sua arte e de seu estúdio, com a seguinte mensagem: "Eu vou fazer o que gosto. Hobby bom." (Reprodução/BTS' Fancafe) Fashionista Além de artsy, Tae é fashionista, com um estilo único que mistura o formal e o street, o elegante e o excêntrico, o romântico e o descolado. Quando se trata de moda, ele definitivamente não segue a maioria, preferindo imprimir em seu visual essa dualidade que tanto o caracteriza. No Billboard Music Awards de 2017, foi considerado pela revista Vogue "o mais bem-vestido" do grupo. Se Tae customizava suas próprias camisas e calças jeans no início da carreira, hoje ele tem em seu armário peças das maiores e melhores grifes do mundo. Não é segredo sua obsessão pela Gucci, que vai das roupas aos acessórios (anéis, relógios e óculos escuros). Isso lhe rendeu outro apelido, o de "Gucci Humano". Tigres e cobras já apareceram inúmeras vezes nos looks de Tae, assim como as listras azuis e vermelhas da marca italiana. Em 2018, por exemplo, ele e os meninos foram todos de Gucci para seu segundo ano no BBMAs. No MV de "Dynamite", lançado em 2020, os sete também estão vestindo Gucci. (Reprodução/Getty Images) Fada sociável Não que sociabilidade seja exatamente um talento, mas é inegável o carisma de Tae. Seu trabalho como ator lhe permitiu muitos encontros no mundo da TV e do cinema, bem como algumas amizades duradouras. Tae já foi flagrado diversas vezes ao lado de outras celebridades e idols – entre eles Sungjae, do BtoB; Minho, do SHINee; Park Kyung, do Block B; e o rapper Jang Moon Bok. O já citado "Wooga Squad" também faz parte dos amigos que Tae fez fora do BTS. Além de Park Hyungsik e Park Seojoon, completam o grupo o rapper e produtor Peakboy e o ator Choi Wooshik (Parasita, Nosso Eterno Verão). O quinteto tem, inclusive, um programa de TV chamado In the Soop: Friendcation, disponível no Disney+. Se você ainda não está convencido de que Tae é uma "fada sociável", fica aqui a prova: no Grammy deste ano, uma vez terminada a cerimônia, ele foi até Lady Gaga para professar sua admiração. É claro que o momento rendeu muitas fotos e memes nas redes sociais! Gostou de conhecer os talentos de V fora dos palcos? Então não se esqueça de acompanhar as redes sociais do Café com Kimchi para mais conteúdos do mundo do K-pop!

  • Idols de K-pop e atores que serão dispensados do exército em 2023

    Artistas como Taemin, Baekhyun e Shownu do Monsta X poderão retornar aos palcos no ano que vem (Divulgação/SM / Starship) Quem é fã de K-pop e K-drama — em especial, dos artistas masculinos — sabe que nem tudo nesse mundo são flores: uma hora ou outra, é preciso dizer até breve para seu ídolo enquanto ele participa do serviço militar obrigatório. Isso porque todos os homens sul-coreanos fisicamente aptos devem se alistar ao completarem 18 anos de idade. O momento do alistamento pode ser escolhido por cada um, mas o limite vai até os 28 anos. A dinâmica de alistamento coreano é muito similar à do Brasil, porém, na Coreia, esse compromisso é inescusável. Em outras palavras, não tem como um "fugir" do alistamento. O serviço militar é também levado muito a sério pela população, simbolizando honra e respeito pela pátria, e por conta disso nem mesmo os artistas ficam de fora. O serviço militar dura de 12 a 18 meses e exige dedicação integral dos civis. Os artistas ficam impedidos de atuar ou se apresentar até o fim desse período. Com a chegada da idade limite, muitos artistas se alistaram em 2022, como o MJ (ASTRO), Kang Tae Oh (Uma Advogada Extraordinária), e Jin (BTS) que havia adiado seu alistamento obrigatório por mais dois anos (através do recurso que ficou conhecido como ‘Lei BTS’). Para esses, ainda há um bom tempo de espera até o retorno aos palcos. Então, vamos falar de quem deve ser dispensado em 2023? Confira a lista abaixo. Jang Ki Yong: Fevereiro (Divulgação/ YG Entertainment) O ator e modelo sul coreano que participou de obras como It's Okay, That's Love e My Roommate is A Gumiho, se alistou em 23 de agosto de 2021. Sua dispensa está prevista para fevereiro do ano que vem. Baekhyun (EXO): Fevereiro O grande vocalista do EXO se alistou na data do seu aniversário, no dia 6 de maio de 2021 — o que tornou o processo ainda mais doloroso para o fandom! Mas logo ele será liberado; sua dispensa está prevista para fevereiro de 2023. Pouco antes de se alistar, ele lançou o álbum Bambi. Leia também: Como o Chanyeol do EXO transformou seu alistamento militar em uma das maiores eras de sua carreira? Young K, Dowoon e Wonpil (Day6): Abril - Novembro O baixista, vocalista e rapper da banda DAY6 se alistou em outubro de 2021 e tem dispensa prevista para abril de 2023. Ele impressionou o público ao ingressar na KATUSA, a divisão militar que trabalha em conjunto com os Estados Unidos, e ainda ganhar um prêmio de ‘Melhor Soldado’. Dowoon, o baterista da banda, também está alistado desde 17 de janeiro de 2022 e deve ser dispensado do exército em julho. Por fim, o Wonpil deve ser liberado em novembro de 2023, e assim todos os membros da banda terão completado a obrigação. O último trabalho do DAY6 antes do alistamento dos membros citados acima foi o álbum Entropy, lançado em 2019. Shownu (MONSTA X): Abril (Divulgação/ Starship Entertainment) Alistado em julho de 2021, o líder e vocalista do MONSTA X deve ser liberado do exército em abril do ano que vem. A Starship Entertainment anunciou que ele trabalharia como servidor público devido a questões médicas. Seo Kang Joon: Maio (Divulgação/ Fantagio) O ator de Cheese In The Trap e Are You Human Too iniciou seu serviço militar obrigatório em 23 de novembro de 2021 e deve ser liberado em maio de 2023. Leia também - Retrospectiva 2022: Os 10 melhores doramas do ano, segundo os leitores do Café Com Kimchi Taemin (SHINee): Primeiro semestre Alistado em maio de 2021, o vocalista do SHINee deveria ter retornado aos palcos em 2022, mas a SM Entertainment anunciou que ele completaria suas funções no exército como assistente social por questões de saúde. O artista deve retornar então no primeiro semestre de 2023. Seu último trabalho antes do hiatus foi Advice. Gong Myung: Junho (Divulgação/ Fantagio) O ator conhecido por suas participações em A Noiva de Habaek e Céu Vermelho se alistou em dezembro de 2021 e sua dispensa está prevista para junho do ano que vem. P.O (Block B) - Setembro (Divulgação/Mnet) O rapper do Block B iniciou o serviço militar obrigatório em março desse ano e serviu como soldado ativo, com previsão de dispensa em setembro de 2023. Ele é o último integrante do grupo a completar o compromisso militar. E aí, vai poder matar a saudade do seu artista favorito no ano que vem ou ainda vai precisar esperar mais um pouco? Conte para o Café nas redes sociais!

  • Luzes interativas em shows: Por que estão atribuindo uma tendência do K-Pop ao Coldplay?

    As pulseiras de luz chamaram a atenção em determinados nichos após os shows do Coldplay, mas a prática é bem mais antiga entre os fãs de K-Pop (Reprodução/Johnny Louis & xoxo804) O The Town, festival sediado em São Paulo em 2023, anunciou em meados de dezembro a distribuição de pulseiras de led interativas para o público. A atitude rapidamente foi associada por muitos ao Coldplay, que tem inserido o item em seus concertos. Considerada inovadora, a prática recebeu destaque ao ser apresentada nos eventos da banda no Brasil, como no Rock in Rio. Porém, os shows de luzes não começou com os artistas britânicos, na verdade, é uma das práticas mais antigas com origem no K-Pop. A tecnologia proporciona um visão de um verdadeiro oceano de luzes. O item permite que as cores e intensidade sejam sincronizadas com as batidas das músicas, aumentando a interatividade da experiência entre público e artista. Não é uma surpresa que as pessoas que nunca tiveram contato com esse tipo de prática fiquem maravilhadas ao vê-las pela primeira vez. Para proporcionar esta interatividade, o Coldplay utiliza as Xylobands, uma pulseira distribuída em seus concertos e que só podem ser ativadas pela produção do evento. O acessório possui sete cores diferentes de led e é feito de plástico, desenvolvido por Jason Regler, um fã inspirado pela música Fix You (2005), um dos sucessos dos britânicos. Durante os shows no Brasil eram comuns grandes elogios sobre a produção, considerando-a inovadora. Porém, esta interatividade vista como única, nada mais é do que parte da rotina dos shows e fandoms de K-Pop. Como esperado, fãs de música sul-coreana sentiram-se incomodados pela atenção em torno da prática apenas a partir do momento em que foi replicada pelos europeus. (Reprodução/Multishow) Os apoiadores da banda saíram em defesa e afirmaram que a pulseira é usada desde a turnê Mylo Xyloto, há cerca de 11 anos, ou seja, também não deve ser considerada uma ação recente. Porém, as lightsticks e K-Pop estão lado a lado bem antes, desde 2006. Sejamos justos e demos os créditos corretos a quem merece. A ação de remeter ao Coldplay um ato tão comum entre os fandoms de música sul-coreana não tem agradado nada este nicho — e com razão. Leia também: Orbits x BBC: Por que os fãs estão boicotando o comeback do LOONA? Lightsticks: Quando surgiram? Um dos principais produtos de consumo no K-Pop nasceu a partir da mente perspicaz de G-Dragon, líder do BIGBANG. Em 2006, o rapper foi ousado, e logo no primeiro ano de estreia do boygroup, nem imaginava que realmente faria história. Na ocasião, GD tinha a intenção de conseguir reconhecer seus fãs em grandes eventos, como premiações e festivais. Para iss,o ele criou o primeiro bastão de luz para as VIPs (fandom do BIGBANG). (Reprodução/MyBIGBANGCollection) A ideia teve uma recepção positiva do público e logo foi aderida por outros grupos. Atualmente, é impossível pensar em K-Pop sem as lightsticks e se tornou quase uma tradição que os cantores tenham as suas, desde os mais famosos aos que estão em início de carreira. Inclusive, é comum que alguns apoiadores criem suas próprias versões para apoiar os artistas em determinadas ocasiões. Ao longo dos anos, os bastões evoluíram e receberam novos formatos, funções e se tornaram mais tecnológicos. Há designers desde martelo, como o do BLACKPINK, até bastão de beisebol, caso do iKON. Além do formato tradicional, que pode ser carregado na mão, também já foram projetadas pulseiras e tiaras. Mas a função principal permanece: apoiar o ídolo. Desde 2006, os bastões de luzes, junto com as cores oficiais são as marcas de identidade de cada fandom. No K-Pop, sempre foi comum que cada um deles tenha uma identidade, que os torne reconhecíveis. O uso de cores para distingui-los também é uma forma, por exemplo, o SHINHWA é quase um pioneiro nesse quesito, tendo o laranja como cor oficial há 24 anos. A lightstick se junta a esses itens que marcam a identidade. O acessório é realmente levado a sério — vale lembrar quando a Mnet despertou a revolta do público ao proibir o uso de lightsticks individuais no MAMA para distribuir uma padrão no evento. Leia também: Fãs de K-Pop e de futebol podem ter mais em comum do que parece; entenda as similaridades! Lightsticks x Xyloband: Há diferenças? (Reprodução/@buoshixun & XylobandsUSA) Os dois itens tem suas diferenças. O design da lightstick é individual para cada fandom e para obtê-los é preciso comprar. É um produto feito para ser duradouro, logo, basta bateria suficiente para que o consumidor consiga ativa-la a qualquer momento do dia. No caso da Xyloband, ela é dada em concertos, então, o público não gasta nada. Porém, no final do evento, precisam devolve-las. A pulseira também não possui utilidades sem ser em shows, uma vez que não será possível liga-la. As diferenças são singelas, mas a função permanece a mesma: interagir com o show proporcionando um conjunto de luzes para apoiar o artista no palco. Por que o show de luzes recebeu tanta atenção apenas agora? A resposta é simples: o que vier do Ocidente, especialmente, de países norte-americanos e europeus sempre será mais bem aceito e consumido com maior facilidade. O K-Pop se expandiu globalmente nos últimos anos, mas ainda há um longo caminho a percorrer para a verdadeira aceitação, como ocorre com conteúdos ocidentais. Porém, aqueles que tanto criticam e usam uma xenofobia mascarada de opinião são os mesmos que constantemente tomam para si as principais inovações vindas do gênero musical sul-coreano. O K-pop atribui tendências que são replicadas em diversos países, por mais que ainda tentem apagar esta relevância e pioneirismo. É assim na indústria da moda e da beleza, por exemplo, Jennie do BLACKPINK tornou-se uma das principais ditadoras de tendências, que são muito consumidas pelos ocidentais, como o retorno dos corset como parte do figurino e o estilo de cabelo Money Piece. Há também G-Dragon, que popularizou o corte mullet e o uso do chapéu pescador. (Reprodução/YG & Dear G) Leia também: K-pop na Broadway: Musical foi motivado por "Parasita" e conta com idols da vida real no elenco A verdade é, o K-Pop vai muito além do seu próprio nicho pelas ideias diferentes daquelas encontradas na indústria musical do Ocidente. Ele se expande com facilidade por diferentes segmentos, por mais que muitas vezes não receba os devidos créditos. A indignação dos fãs perante a propagação de falsas origens do show de luzes é compreensível e reflexo de anos de apagamento silencioso que conteúdos de origem asiática recebem da indústria ocidental.

  • Park Hyungsik: Conheça alguns papéis interpretados pelo ator e "Happiness", seu recente dorama

    O dorama de 2021 marcou o retorno do ator para as telas após sua dispensa militar (Divulgação / tvN) Hyungsik foi dispensado de seu serviço militar em janeiro de 2021 e passou meses escondido, até ser confirmado para interpretar Jung Yihyun, como parte do elenco principal de Happiness ao lado de Han Hyojoo e Jo Woojin. O drama é uma das séries coreanas marcadas para estrear no mês de novembro, disponível no Viki e tem um enredo bem promissor, com potencial para ser um grande destaque na filmografia do ator. Leia também: Lançamentos de K-pop em novembro de 2021: Confira o calendário de todos os comebacks do mês Happiness é um k-drama de gênero suspense e tem como cenário um futuro apocalíptico em que as pessoas ficam isoladas em seus apartamentos após uma doença infecciosa começar a se alastrar pela cidade. A produção promete balancear um lado mais agitado com algo bastante sensível, já que coloca em pauta o que cada pessoa entende como significado de sua felicidade individual, e como o valor de cada coisa simples pode se perder e intensificar em consequência de um cenário bem assustador como o de uma pandemia. Além de tudo, o drama da emissora tvN promete intrigar e levar agonia para o espectador, mas ao mesmo tempo passar uma ideia de algo palpável. “É sobre pessoas comuns que fazem o melhor para sobreviver. É difícil dizer quem está infectado ou não e é difícil ver uma saída dessa situação. Eu queria trazer dilemas bem humanos para situações como essas”, afirma o roteirista Han Sangwoo sobre as características marcantes da história. As faces de Hyungsik Para Happiness, Hyungsik interpretará Jung Yihyun, um determinado e corajoso detetive da polícia do departamento de crimes violentos. Mas antes de conhecê-lo mais a fundo nessa história, vale a pena relembrar um pouco dos papéis que o ator já interpretou. É válido ressaltar que além de estar nas telas, Hyungsik também já esteve nos palcos com seu grupo ZE:A, que debutou em 2010 porém está inativo desde 2015. Desde então, o foco tem sido atuar. Leia também: Happiness aborda temáticas desgastadas mas não deixa de ser envolvente Os Herdeiros (2013) Esse drama sobre a elite coreana conta com um elenco bem promissor, Park Hyungsik interpreta Jo Myungsoo, filho do CEO do maior escritório de advocacia da cidade. O enredo trata de jovens ricos estudantes do ensino médio que tem como futuro assumir as empresas bem sucedidas de suas famílias. No elenco também estão Lee Minho, Park Shinhye, Kim Woobin e Krystal Jung. O papel de Hyungsik é de um jovem brincalhão que não tem muito interesse em herdar os negócios familiares. Mulher forte, Do Bongsoon (2017) Se em Os Herdeiros ele não queria ser CEO, dessa vez não deu para escapar. Nesse dorama de temática leve e tranquila, Park Boyoung interpreta Do Bongsoon, uma jovem com poder hereditário de super força que se torna guarda-costas de An Minhyuk, diretor-chefe da Ainsoft, uma empresa de jogos, sofrendo ameaças e perseguição. Embora lide com o perigo, ele é um jovem divertido e bem humorado, também muito centrado em seu trabalho. Suits Korea (2018) Esse é um dos inúmeros remakes das séries coreanas e foi o último trabalho de Hyungsik como ator, antes do alistamento militar. Bem como na série original, o advogado Choi Kangseok, interpretado por Jang Donggun contrata um jovem com a memória brilhante porém - que não é formado em direito, para sua agência de advocacia. Curiosos para saber o que Park Hyungsik é capaz de interpretar com seu talento de atuação? Não deixem de conferir em Happiness. Leia também: Mr. Handy, Mr. Hong: a comédia romântica que inspirou Hometown Cha-Cha-Cha

  • SMCU Palace: Novo álbum de inverno da SM é divertido ao se firmar como um supérfluo ordinário

    Lançamento de 2022, que segue os já tradicionais releases de fim de ano, não agrega nada aos artistas, mas sim à marca (SM Entertainment/Divulgação) O ano de 2022 passou, e a SM Entertainment não desistiu de reunir a SM Family para mais um lançamento anual. Neste mês de dezembro, logo após o Natal (26), a empresa divulgou nas plataformas o disco 2022 Winter SMTOWN: SMCU Palace, que segue o já padrão conjunto de músicas colaborativas dos artistas do selo. Por mais um ano, a big 3 do K-pop tentou empurrar para os fandoms um lindo comercial de margarina da família SMTOWN; e agora, o resultado está um pouco mais tragável. No disco de inverno anterior, a SM prometeu uma homenagem ao próprio legado com covers do S.E.S. e do H.O.T. na tracklist, mas o resultado foi um desastre nesse sentido. Por isso, talvez para não soar tão enfadonha este ano, a empresa decidiu apesar lançar um projeto mais genérico em conceito e músicas — um grande "palácio" em que os cantores da SM Entertainment se reúnem para se divertir. Bem, a falta de esforço da vez foi mais proveitosa e digerível. O álbum inicia com uma composição da orquestra oficial da SM, que ambienta o ouvinte na atmosfera "filme da Disney" do SMCU Palace. Em seguida, a primeira música vocalizada do disco é The Cure, que conta com a participação dos líderes dos grupos da empresa. A canção tem influência do gospel e se mistura com o hip-hop no meio, e não é uma das mais interessantes do CD; apesar da ideia meiga de introduzir a SM Family pela liderança de seus atos musicais. Leia também: - NCT 127: O que esperar da turnê "The Link", que terá shows no Brasil em janeiro de 2023? As coisas mudam logo na faixa Hot & Cold, terceiro título do SMCU Palace e com apenas quatro vozes. Kai (EXO), Karina (aespa), Seulgi (Red Velvet) e Jeno (NCT Dream) ficam responsáveis pela música que é pop puro — e a presença dos quatro queridos, membros da seleção de idols mais populares da SM atualmente, foi bem pensada para uma vitrine jovem e cool do disco. Inclusive, Hot & Cold foi uma das únicas músicas a ganhar um vídeol, que é uma performance dos artistas feita durante a pré-gravação do futuro especial de fim de ano da SM; e a apresentação é fofa de se ver no que diz respeito às mínimas interações dos idols entre si. E falando em interações, o SMCU Palace nos relembra um dos únicos motivos para tal lançamento existir: o fanservice que a SM oferece durante a divulgação. A música Beautiful Christmas, por exemplo, foi lançada um pouco antes do Natal pelo Red Velvet e o aespa, que proporciona uma união graciosa dos dois girlgroups mais recentes da empresa. A canção, que é um tema natalino perfeito para tocar em alto falantes de shoppings, não é grandiosa em nada; mas e daí? O rápido momento das cantoras juntas faz com que a batida da faixa seja aturável. A faixa Jet e os vocais impecáveis da SMTOWN são destaque no SMCU Palace Jet, por sua vez, traz os membros das rap lines dos grupos numa das músicas mais divertidas do SMCU Palace. A SM sempre foi muito boa em produzir faixas que envolvem elementos do EDM, e Jet tem pitadas da música eletrônica juntas do hip-hop já recorrente do selo (não à toa, a b-side foi criada pelo famoso duo de produtores LDN Noise). E o mesmo acontece com Priority, uma balada r&b com os vocais sempre instigantes de Changmin (TVXQ), Taeyeon e Winter, do aespa. Essa e o jazz carol Time After Time (com Wendy, BoA e Winter outra vez) aparecem para relembrar que, quando se trata da SM, os idols sabem fazer as coisas com o microfone ligado; com high notes ou não. A música pode ser a mais enfadonha já criada, mas os artistas vão cantá-la com emoção e harmonizar. E é interessante pensar em como tais canções do SMCU Palace poderiam se encaixar em discos dos artistas em si, ao invés de inseridas num release natalino que acaba sendo potencialmente deixado de lado depois. Where You Are e Happier encerram o run de músicas das vocal lines da SM, e são aconchegantes aos ouvidos assim como as duas anteriores. Assim como no álbum de 2021, as ballads são um dos pontos fortíssimos da vez — e os artistas da empresa dão o nome nisso. O vocal powerhouse do selo é uma peça ímpar que nem todas, ou pouquíssimas empresas de K-pop, poderiam oferecer com facilidade; e independente da época, pelo menos um vocalista da SM será lembrado em listas de vocal lines da indústria. Numa época em que tantos artistas debutam e forma carreiras em grupos com vozes de péssima qualidade, a SM Entertainment nunca passará fome em tal aspecto. Good to Be Alive encerra o lançamento de fim de ano com música eletrônica e uma melodia animada, com a presença dos DJs do selo Scream Records. Hyoyeon, Key, Chen, Johnny e Ningning se misturam com produtores como o DJ Raiden — o principal nome da Scream Records e neto de família chaebol — e o resultado é um fechamento decente para um disco que, comparado ao do ano anterior, foi muito mais positivo. Mesmo com uma boa tracklist, ainda é difícil de imaginar objetivos maiores aos winter specials da SM O álbum SMCU Palace não possui tantas pontas soltas quanto o antecessor. Entretanto, não há como pensar numa longevidade ou em algo memorável acerca desse e outros discos natalinos da SMTOWN (no caso, os que mesclam os artistas como no comercial de fim de ano da Globo). A empresa é, entre as maiores companhias do K-pop, a mais tradicional em lançamentos de inverno: são mais de vinte anos divulgando projetos que reúnem os idols da Family para uma confraternização musical, isso desde a época do SHINHWA. Mas qual a razão deles existirem, afinal? Em 2022, a homenagem da SM aos seus clássicos foi mais certeira: o NCT Dream divulgou o EP Candy, com uma nova versão do clássico do H.O.T. para a geração atual. Ao invés de enfiar o tributo dentro do winter special como ocorreu em 2021 com Hope, também do H.O.T., houve uma divulgação separada dessa vez. Mas o foco da crítica não está nos álbuns de inverno dos grupos, mas sim no da SMTOWN. Um ano depois, continua complicado enxergar objetivos maiores para esses lançamentos a não ser o lucro sobre dezenas de versões de um mesmo CD, e uma possível venda desenfreada de photocards especiais dos cantores favoritos do público. O SMCU Palace é vibrante em seus teasers e um deleite aos olhos com as interações dos idols, mas não consegue superar a barreira de um conceito sucateado como o multiverso de Kwangya (que felizmente esteve em menor evidência este ano). Todavia, o álbum pode ser um sampler do que a SM tem de melhor: artistas com muito talento, bons visuais e que sempre estarão na boca do público. Talvez alguém possa não gostar dos grupos da companhia, mas uma coisa é certa: a maioria irá atrás para formar uma opinião, seja ela boa ou ruim. Em diferentes graus de buzz, a SM Entertainment atravessa as décadas no K-pop com uma estabilidade de conjuntos que chamam a atenção e formam fã-bases muito expressivas ano após ano. Leia também - Super Show 9 no Brasil: Ingressos, preços e tudo sobre o concerto do Super Junior em 2023 E tais fãs provavelmente darão pelo menos um play no SMCU Palace, só para se certificar de que o fave teve algum verso cantado no álbum (mesmo que o disco não faça a menor diferença para nenhum dos artistas presentes). O winter special é bobo? Pode ser, mas é uma tradição brega que a SM manterá firme e forte por tempo incalculável, com o Lee Soo-man vivo ou não. O fortalecimento da marca é, sobretudo, o mais importante, nem que seja para divulgar o álbum mais supérfluo do ano. O autor da resenha escutará algumas músicas por mais alguns dias antes do CD cair no duto do esquecimento do Spotify. Por ora, os fãs podem aproveitar as migalhas de interatividade dos idols entre si, e as centenas de fotos teaser com que a SM encheu as redes sociais. Depois disso, todos voltarão às discografias de seus respectivos grupos preferidos como se nada tivesse acontecido; isso pelos próximos doze meses, até o Natal seguinte chegar. O disco 2022 Winter SMTOWN: SMCU Palace é um esteticamente belo "tanto faz", porém dá para tirar uma onda com ele.

  • RM: Conheça alguns dos hobbies do Namjoon, líder do BTS

    Cultura e esporte são as atividades preferidas do cantor quando tem um tempo livre; confira mais (HYBE/Divulgação) Kim Namjoon, também conhecido como RM, é o líder do BTS. Poucos sabem, mas sua paixão pela música vem de bem antes dele se tornar o primeiro membro de formação do grupo lá em 2010, quando participou de uma das audições para a empresa que é conhecida atualmente como HYBE Entertainment. Ele costumava ser um rapper underground; pouco conhecido pelo público em geral de início, mas que já compunha suas próprias músicas ainda no ensino médio. Desde que se tornou membro do BTS, o artista nunca mais parou mais de compor, estando por trás dos grandes hits do grupo. Além de seu papel como líder e as atividades em conjunto, RM também já lançou duas tapes, RM em 2015 e Mono em 2018, e em dezembro de 2022 lançou o tão aguardado álbum Indigo. Sua trajetória é bem conhecida pelos ARMYS de longa data, e para alguns é até mesmo possível se identificar com a personalidade e gostos do líder. Parte disso é devido ao fato de poderem acompanhar sua rotina nas redes sociais. Só no Twitter, são 40 milhões de seguidores nas contas do BTS, e os integrantes compartilham desde o jantar até seus passeios e viagens. Se você é um ARMY que acompanha tudo, já deve ter visto esses momentos; mas você conhece com detalhes alguns dos hobbies do RM? Leia também: 5 momentos que provam que o Jin do BTS não está pronto para fazer 30 anos Para conhecê-lo ainda melhor, confira 4 das atividades relaxantes que o artista costuma fazer quando não está com sua agenda lotada: Visitar museus RM é um amante da arte e gosta de visitar museus, e no Twitter há vários posts do cantor em diversa exposições ao redor do mundo, como na Itália, em Nova Iorque, no Canadá e na Coreia também, é claro. Durante o filme Break The Silence em que o grupo fala sobre suas vidas, medos e experiências, RM confessa que ir a museus e fazer outras atividades o ajuda a passar pelos momentos difíceis que é ser um artista. Sendo assim, sua admiração por arte mostra-se não só como um hobbie, mas também como algo especial para ele. (Reprodução / Twitter) Leia também - Um ano de BE: relembre o álbum do BTS que emocionou os fãs durante o pico da pandemia de COVID-19 Ler A leitura é um hábito que faz parte da vida do cantor e ele às vezes até recomenda suas leituras aos fãs. Durante o In The Soop reality em que o grupo passa alguns dias de férias longe da cidade grande, ele sempre era visto lendo em algum canto da casa. Uma curiosidade é que algumas músicas e álbuns do grupo já foram inspirados em livros que ele leu. O livro Demian do autor Hermann Hesse, por exemplo, foi fonte de inspiração durante a produção do segundo álbum de estúdio, Wings. Resultando em algumas referências ao livro no MV de Blood, Sweat & Tears e nos short films promocionais do álbum em 2016. Andar de bicicleta Como não possui carteira de motorista, Namjoon se desloca de bicicleta para vários lugares e isso é motivo de brincadeira entre os membros. O cantor já afirmou que vai para o trabalho de bicicleta e passeia pela cidade sempre que pode. Como sempre, esses momentos também são compartilhados nas redes sociais. Em 2021 ele lançou um single chamado "Bicycle", onde fala sobre o amor pelo hobbie e diz no refrão "se você está triste, vamos andar de bicicleta". (Reprodução / Twitter) Leia também - "Euphoria": Saiba mais sobre o solo de Jungkook do BTS, do lançamento ao recorde no Spotify Compor RM já compôs um número expressivo de músicas para o grupo. Ele faz lives contando aos ARMY, como é seu processo de escrita. Seu estúdio, onde passa horas compondo e produzindo, já é bem conhecido pelos que acompanham o cantor. Na edição do Innovator Awards 2020 da revista WSJ Magazine, compartilhando sobre o processo de composição de cada membro, ele contou “leva muito tempo pra mim, então dói de corpo e alma quando tenho que descartar uma”. (Reprodução / Twitter) Se identificou com algum dos hobbies dele? Conta para o Café com Kimchi qual atividade você gosta de fazer em momentos de lazer!

  • BLACKSWAN x RaNia: Entenda as controvérsias do girlgroup de K-pop com integrantes estrangeiras

    Com uma ideia inovadora, o intuito era entrar no mercado ocidental, e os planos pareciam estar indo bem — até os problemas começarem (Reprodução/ DR Music) Você, provavelmente, já ouviu sobre do grupo feminino RaNia (também conhecido como BP RaNia), que há alguns anos ganhou atenção por estrear a primeira idol negra, Alex Reid, no final de 2015. O girlgroup estreou em 2011 e desde então enfrentou uma série de infortúnios ao longo de sua trajetória, até o momento em que foi renomeado BLACKSWAN. Sobre o label da DR Music, a ideia do RaNia era inovadora para época, um grupo globalizado que visava expandir o k-pop para o mundo. Os planos tinham tudo para dar certo, até que a execução foi rodeada de imprevistos. Para entender o contexto em que se deu essa “renomeação” que levou ao BLACKSWAN, que conhecemos atualmente, o Café traz uma linha do tempo para exemplificar a história do grupo. Confira após a publicidade: Leia Mais: RIKA: Após impressionar em audição para a HYBE, cantora brilha em carreira independente Pré-debut (2010-2011) O grupo foi originalmente programado para estrear em meados de 2010. A formação original consistia em Saem (mais tarde conhecida como Yina), Joy, Jooyi, Sarah, Riko, Di, T-ae e Xia. RaNia (라니아) é abreviação de ‘Regeneration Idol of Asia’. A estreia do grupo foi adiada no início de janeiro. Logo no início, Sarah decidiu deixar o grupo, substituída por Yijo. Estreia e mudanças (2011) RaNia fez sua estreia em 6 de abril de 2011 com o single Teddy Riley, The First Expansion In Asia com uma formação de oito membros composta por Saem, Joy, Jooyi, Yijo, Riko, Di, T-ae e Xia. Porém, Yijo não participou das promoções, mais tarde foi revelado que ela teve problemas com seu visto. Ela deixou o grupo logo depois. O grupo lançou Dr. Feel Good no M Countdown. No entanto, o MV causou polêmica na Coreia, pelo conceito sexy, que não provocou uma boa impressão, mesmo que na época o conceito estivesse no auge. Em 17 de novembro de 2011, RaNia lançou seu primeiro mini-álbum Time to Rock da Show, com Pop Pop Pop sendo faixa-título. Just Go e EUA (2012-2013) Em 12 de setembro de 2012, aconteceu o lançamento do single Style, produzido por Yang Hyun Suk da YG Entertainment. Sendo a primeira vez que ele produziu um single para um artista que não faz parte da YG. Em outubro de 2012, foi anunciado que RaNia faria sua estreia nos EUA, após assinar contratos exclusivos com a Empire Records. Elas deveriam visitar os EUA no início de novembro para suas primeiras promoções. Em março de 2013, o grupo retornou com o mini-album Just Go. O álbum foi produzido pela equipe KNS, que produziu músicas para artistas americanos como Lady Gaga, Britney Spears e 50 Cent. No mesmo dia, a DR Music anunciou que Riko faria uma pausa temporária nas promoções para se concentrar em seus estudos. Posteriormente, ela deixou o grupo em 2014. Leia também: Music Shows: estrangeiros que já se apresentaram nos programas musicais coreanos Demonstrate / Chegada de Alex (2015) Em 30 de outubro de 2015, o grupo anunciou que faria seu primeiro retorno em dois anos com um novo álbum intitulado Demonstrate. Em 3 de novembro, foi revelado que Saem e Jooyi haviam deixado o grupo e Seulji e Hyemi se juntariam com novos membros. No dia seguinte, a DR Music anunciou a adição de Alex (Alexandra), a primeira idol afro-americana a estrear em um grupo coreano. (BP RaNia/ DR Music) BP RaNia, saída de Yina e saída de Alex (2016–2017) Em 27 de outubro de 2016, a DR Music anunciou que o RaNia estaria passando por mudanças na formação. Além dos membros originais, trainees seriam selecionadas para se juntar ao grupo. Em 23 de dezembro de 2016, uma imagem teaser com as silhuetas de sete membros foi lançada, com quatro novos membros para se juntar ao grupo. A ex-membro Saem, voltou ao grupo sob o novo nome artístico Yina, no dia 27. No mesmo dia, um teaser foi lançado do mini-álbum intitulado Start A Fire. No dia seguinte, a DR Music anunciou que o grupo havia mudado seu nome para BP (Black Pearl) RaNia. Durante as promoções de sua faixa b-side Make Me Ah, a agência anunciou que Alex faria um hiato temporário após receber uma oferta de atuação de uma produtora bem estabelecida, alegaram que ajudaria á alavancar o grupo. A agência assegurou aos fãs que Alex ainda era membro e voltaria às agendas do grupo assim que ela retornasse à Coreia. Em 8 de junho de 2017, Yina anunciou em seu Instagram que estava deixando o grupo, novamente, para se concentrar em sua carreira de atriz. Em 19 de agosto, DR Music anunciou que Alex não era mais um membro e que o grupo continuaria a promover com cinco integrantes. A formação muda outra vez (2018) Em 30 de maio de 2018, a DR Music anunciou a saída de Yumin do grupo. Também foi anunciado que RaNia estava se preparando para um retorno em junho. Mais tarde naquele mesmo dia, Namfon foi apresentada como membro do grupo. Blackswan (2020) Em 26 de junho de 2020, a integrante Hyemi anunciou através de seu SNS que por ser a única integrante que restou do grupo, seria estranho lançar um álbum sob o nome RaNia. Devido a isso, o grupo começaria de novo sob o nome e que em breve lançariam um novo álbum. O plano para este novo grupo era, finalmente, entrar no mercado ocidental. Como resultado, o grupo RaNia se separou oficialmente em junho de 2020, com a integrante Hyeme anunciando via Instagram que o grupo seria renomeado como BLACKSWAN com dois novos membros, uma sendo a segunda idol negra a estrear na indústria do K-Pop, e a outra idol brasileira Leia. Fatou Samba é originalmente do Senegal e estava trabalhando como modelo na Cineline Entertainment antes de se juntar à programação do BLACKSWAN e preencher o papel de rapper principal e dançarina principal. O anúncio de sua adição ao grupo mais uma vez despertou bastante intriga, com isso tivemos o álbum completo de “debut” Goodbye RANIA. O nome mudou e a polêmica ficou (2021) Em 30 de setembro de 2021, foi anunciado que o grupo lançaria seu primeiro álbum "Close to Me" em 14 de outubro. Em 12 de novembro, um tweet, vindo de uma fan-base da Leia, afirmou que a cantora estava sendo intimidada pela colega Fatou. A informação era supostamente de um parente. Dois dias depois, em 14 de novembro, Fatou refutou as alegações e afirmou que Leia não era a vítima. Membros coreanas deixam o grupo (2022) Em 26 de maio de 2022, a DR Music anunciou Gabi, com Sriya, como as novas membros do BLACKSWAN. Recentemente, no dia 31 de julho, a agência anunciou oficialmente que Youngheun e Judy deixaram o grupo. Sendo assim, atualmente, a formação não conta com nenhum membro coreano. O que você acha dessa história? Conta pra gente, através das redes sociais do Café.

  • Orbits x BBC: Por que os fãs estão boicotando o comeback do LOONA?

    Grupo da Blockberry Creative estava com comeback marcado para a primeira semana de 2023, mas o boicote adiou o lançamento (Reprodução / Blockberry Creative) Já faz um tempo que os fãs do girlgroup LOONA, administrado pela Blockberry Creative (subsidiária da Polaris Ent.), estão insatisfeitos com a gravadora. Essa insatisfação foi intensificada no último mês por conta de atitudes da produtora — em especial pelo tratamento dispensado às artistas —, o que culminou em um boicote da parte dos fãs. Nessa semana, o boicote deu frutos e o comeback do grupo com o álbum The Origin Album [0], marcado para dia 3 de janeiro, foi adiado por tempo indeterminado. Leia também: Fim do V LIVE: Para onde vão os conteúdos do aplicativo a partir de 2023? LOONA debutou em 2018 com 12 integrantes — HeeJin, HyunJin, HaSeul, YeoJin, ViVi, Kim Lip, JinSoul, Choerry, Yves, Go Won, Chuu e Olivia Hye — e, desde então, passou por vários problemas envolvendo sua agência. Por conta do descaso, que não foi pouco, os fãs iniciaram um plano de boicote à empresa, tencionando que as integrantes se livrassem dos contratos abusivos da BBC. Algumas das ações tomadas pelos Orbits (fãs do LOONA) foram não comprar álbuns físicos ou digitais, não consumir conteúdos pagos e não dar streaming nas músicas do girlgroup. Se você ainda está perdido no que levou os Orbits — e as próprias cantoras — a apoiarem o boicote, fizemos uma pequena linha do tempo, baseada em um tweet do Orbits Brasil (@OrbitsBrasil), para ajudar. Confira após a publicidade. Setembro de 2021: Crise financeira Em setembro de 2021, a Blockberry Creative foi parar nos holofotes da mídia coreana porque a crise financeira interna da empresa havia atingido níveis preocupantes, e isso acendeu uma espécie de “luz vermelha” sobre as atividades do grupo. A dívida da BBC estava acima dos milhões de wons, impossibilitando pagamentos de colaboradores terceirizados, contas básicas e o salário de funcionários. A falta de pagamento por tanto tempo forçou vários trabalhadores, como maquiadores e cabeleireiros, a interromperem seus serviços. Março de 2022: Processo da Chuu contra BBC Um portal de notícias coreano divulgou em março que a Chuu havia aberto um processo contra a BBC para encerrar o contrato de exclusividade que mantinha com a empresa. A artista estaria insatisfeita com a divisão financeira que estava acontecendo; no contrato, estava acordado uma divisão de lucros em 7 por 3 - a empresa ficava com 70% e a artista com 30%, mas as despesas eram divididas em 50/50. Nessa situação, as dívidas do grupo apenas crescia, enquanto as membros não viam lucro algum. No caso da Chuu — conhecida por ser a representante de várias campanhas e marcas —, ela também não recebia o montante referente aos trabalhos realizados "por fora" do LOONA. Leia também: Sucesso rápido e futuro incerto: Relembre os 4 grupos temporários de K-Pop formados no Produce 101 Apesar disso, Chuu aceitou assinar um anexo ao contrato que redividia os lucros entre as partes. Todas as promoções feitas em grupo seriam repartidas entre a empresa e as artistas, enquanto todos os trabalhos individuais teriam o valor integral destinado à própria. Além da resolução financeira, Chuu conseguiu com o anexo maior autonomia em sua carreira, podendo decidir em quais ações ela participaria com o grupo (o que em tese impediria um novo episódio "Queendoom 2", reality em que a artista disse não querer ter participado, mas foi obrigada pela BBC para promover com o restante do grupo). Junho de 2022: Turnê Mundial sem a Chuu (Reprodução / Blockberry Creative) No final de maio, a empresa anunciou a primeira turnê mundial do grupo depois de 4 anos de debut. Os fãs estavam ansiosos para ver todas as 12 integrantes pessoalmente, mas, nas vésperas da abertura de venda dos ingressos (literalmente 30 minutos antes), a Blockberry Creative publicou uma nota anunciando que a Chuu não participaria da turnê por conta de compromissos da agenda particular da artista. Leia também: MIRAE: Ingressos, preços e tudo o que você precisa saber sobre a turnê do grupo de K-pop no Brasil Agosto e setembro de 2022: Descaso durante a tour Quando as datas da turnê foram divulgadas, os fãs perceberam que havia algo errado com a agenda do grupo. Os shows estavam marcados com datas muito próximas umas das outras e com pouquíssimo tempo de descanso entre as apresentações. Durante os shows na América, as membros praticamente não tiveram descanso, e só foram parar antes da ida para a Europa, quando tiveram 7 dias de folga. Além dos shows regulares da turnê, LOONA também se apresentou no KCON LA. Leia mais: Não perca as esperanças: Grandes shows de K-pop que já aconteceram na América do Sul O excesso de trabalho começou a cobrar seu preço, e aí as coisas pioraram. No dia 11 de agosto, em Chicago, Kim Lip não participou de um Meet & Greet por questões de saúde. Alguns dias depois, na Cidade do México, Yeojin desmaiou no meio do show, ao que a empresa respondeu ser por conta da diferença de altitude da cidade. Antes de irem para a Europa, a BBC anunciou que duas integrantes não participariam dos shows no continente europeu, sendo elas a Choerry e Haseul. Além desses casos, a Yves também teve que se ausentar de eventos em Amsterdã por conta de problemas de saúde. Novembro de 2022: Expulsão da Chuu por “abuso de poder” e boatos de mais processos dentro da BBC (Reprodução / @OrbitsBrasil via Twitter) No dia 25 de novembro, a Blockberry Creative anunciou no fan cafe do grupo que a Chuu estava sendo expulsa do LOONA por “abuso de poder e linguagem violenta” contra um staff. Na nota publicada, a BBC disse o seguinte: Depois de ser recentemente informado sobre a linguagem violenta de Chuu e o uso indevido de poder em relação à nossa equipe, a verdade foi encontrada após investigação. Os representantes da agência estão se desculpando e confortando a equipe, e decidimos assumir a responsabilidade por isso e remover Chuu do LOONA.” Três dias depois, a artista se pronunciou sobre a expulsão do grupo nos stories da sua conta particular do Instagram (@chuuo3o). No seu depoimento, Chuu disse que ainda estava tentando digerir os últimos acontecimentos e que não tinha sido avisada de nenhuma decisão da empresa até tudo ser noticiado. Vários artistas, críticos e pessoas que já trabalharam com o LOONA prestaram apoio à Chuu nas redes sociais, por conta das declarações absurdas da gravadora. No mesmo dia da declaração da Chuu, começaram boatos de que outras nove integrantes teriam entrado com processos contra a empresa para encerrarem seus contratos. Um fã mandou mensagem no FAB — aplicativo de interação entre artista e fã — dizendo que gostaria que as meninas ficassem livres da BBC, ao que a Hyunjin respondeu “eu também”. Dezembro de 2022: Anúncio de comeback e boicote (Reprodução / Blockberry Creative) No início do mês, foi confirmado pela BBC que o LOONA faria o seu próximo lançamento no dia 3 de janeiro de 2023; o primeiro com apenas 11 integrantes. Nesse ponto, os Orbits já estavam extremamente decepcionados com a administração do grupo e a forma como as artistas estavam sendo tratadas pela empresa. Por isso, foi criado o plano de boicote ao comeback e ao próprio grupo. Assim que o álbum The Origin Album [0] foi anunciado, várias fanbases reforçaram o boicote em todas as redes sociais, pedindo para as lojinhas brasileiras aderirem e não disponibilizarem o álbum para venda. Além disso, os fãs pararam de dar streaming em toda a discografia do LOONA como forma de protesto, mostrando para a empresa que, enquanto as membros forem tratadas com descaso, ela não teriam retorno nenhum. Alguns dias depois vieram os primeiros sinais de que o boicote estava dando frutos: em 20h de pré-venda, apenas 93 álbuns foram vendidos. A queda é expressiva se comparada às vendas do álbum anterior: 5 mil cópias no mesmo período. Mas o resultado mais drástico do boicote em massa foi o adiamento do comeback por tempo indeterminado, considerado uma vitória para a cauda dos Orbits. Leia também: Fãs de K-Pop e de futebol podem ter mais em comum do que parece; entenda as similaridades! Com essa linha do tempo de erros da Blockberry Creative na administração do LOONA fica fácil entender o motivo do boicote e porque os fãs estão tão engajados em “livrar” as artistas do selo da gravadora, não acha? Mas e você, também está apoiando o boicote?

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