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  • Run BTS entrará em pausa: Relembre 5 melhores momentos do programa de entretenimento

    De acordo com o Weverse, o último episódio (por enquanto) será lançado nesta terça-feira. Como recordar é viver, relembre alguns divertidos episódios da atração! (Reprodução/HYBE) Surpreendendo aos fãs neste fim de semana, a plataforma Weverse anunciou a pausa do Run BTS. Nascido em 2015, o programa tem sido uma atração indispensável para que as admiradoras do grupo (também conhecidas como ARMY) acompanhem BTS em uma série de brincadeiras, revelações e momentos de diversão entre eles. De acordo com o comunicado do Weverse, o episódio 154 será a última exibição de Run BTS antes do hiatus e chega à plataforma nesta terça-feira (5). Há seis anos, o programa começou com dinâmicas mais simples e com orçamento menor, e só foi crescendo ao longo das temporadas, trazendo novos cenários e, consequentemente, outros ângulos da química de BTS enquanto um grupo. Confortáveis com as câmeras e com o relacionamento entre si, a amizade de BTS chama atenção pela tamanha intimidade, que nos garante ótimos momentos de diversão, e também pela sinceridade com que se permitem expor seus pensamentos mais profundos com o grupo — e com os fãs, obviamente. Em homenagem à trajetória do programa, o Café Com Kimchi separou alguns momentos incríveis de Run BTS que valem a pena recordar. Afinal, relembrar é viver! BTS já enfrentou zumbis no programa (Reprodução/Vlive) Se tem um segmento do entretenimento sul-coreano que jamais falha em nos divertir é, sem dúvidas, brincadeiras com teor sobrenatural, como casas mal-assombradas e zumbis. No episódio 24 de Run BTS, vemos o grupo em uma competição menos bizarra que Round 6, mas ainda sim, assustadora. No jogo, os integrantes acham que vão participar de um “safári noturno”, mas quando chegam lá, são cercados por pessoas fantasiadas e zumbis e precisam completar as missões, apesar de todos os obstáculos. E quando V deixou todo o grupo aos berros... (Reprodução/Weverse) No episódio 140 de Run BTS, V (cujo nome verdadeiro é Kim Taehyung) fez BTS gritar de tanta indignação. No jogo em questão, RM, Jin, Suga, J-Hope, Jimin, V e Jungkook tinham que identificar as personalidades famosas com base nas imagens apresentadas a eles. Na competição aparecem nomes como Billie Eilish e Yoo Jaesuk, porém, quando Robert Downey Jr., intérprete de Homem de Ferro, aparece na tela, V não o reconhece. Neste momento, todo o grupo começa a gritar — e Jungkook dá uma sequência de pulos em meio aos berros —, gerando um divertido caos. Inúmeras revelações de sentimentos (Reprodução/Weverse) É impossível não mencionar a leva de episódios entre os 53 e 56 de Run BTS. Em um acampamento, que se desenrolou entre idas ao mercado juntos, brincadeiras e karaokês, a viagem relaxante termina em uma série de desabafos, na qual eles escrevem poemas revelando os sentimentos sinceros que têm um pelo outro. Ao longo do programa, BTS também expõe seus pensamentos sobre carreira, medos, futuro, passado e todos os fatores que os tornaram as pessoas que atualmente são. Surgimento de bordões inesquecíveis (Reprodução/HYBE) Se você não assistiu aos episódios 39 e 41, provavelmente não sabem que foram essenciais para a consolidação do meme “lajiborara”. O momento aconteceu em meio aos jogos de entretenimento quando BTS iniciou uma brincadeira em que todos os membros tinham que usar um fone de ouvido com música alta e repassar uma palavra até a primeira pessoa da fila — tipo o nosso famoso telefone sem fio. Usando leitura labial, Jimin interpretou a palavra “carbonara” como “lajiborara”, que é algo totalmente inexistente. Além disso, também somos agraciados pelo carisma de Jin como apresentador dos jogos, que faz toda a diferença durante os dois episódios. Revisitando momentos divertidos de programas antigos (Reprodução/Weverse) No episódio 62, BTS aparece em uma sauna tradicional coreana, onde precisam descobrir enigmas enquanto estão suando no local aquecido. As dinâmicas são divertidíssimas e até mesmo o revezamento para tomar banho é capaz de te arrancar gargalhadas. O curioso deste episódio é que nos remete à lembrança da era do American Hustle Life, lançado em 2014, e as brincadeiras da época como “X-Men” e “Máfia”, que resultava em integrantes do BTS comendo as piores comidas possíveis — ou Jungkook sendo punido ao ter que comer ramen quente dentro de uma sauna (ainda mais quente).

  • Além de New World: Conheça outros programas de variedades para assistir e relaxar

    Reality shows como Master Key e Busted estão disponíveis no Viki e Netflix (Divulgação / Netflix / SBS) New World - ou Novo Mundo em português, foi uma das produções a estrear na Netflix no mês de novembro. O programa de variedades ainda em transmissão, reúne Kai, Heechul, Lee Seunggi, Park Narae, Cho Boah e Eun Jiwon, seis personalidades do entretenimento coreano muito divertidas em uma ilha paradisíaca para realizar diversas tarefas e conquistar moedas digitais, que eventualmente se tornarão dinheiro de verdade. Programas de variedade são um gênero bastante comum na televisão coreana e o repertório é bem diversificado. A popularidade e relevância desses shows para a Coreia do Sul é equiparável aos programas de auditório e realities no Brasil, bem como os k-dramas estão para as novelas brasileiras. Sempre voltado para o entretenimento, essas produções são carregadas de humor, adrenalina e competitividade, já que muitos se resumem em colocar celebridades em competições e tarefas hilárias que arrancam boas risadas. Conheça alguns deles aqui no Café. Leia também: KAI 2021: Com 100M de views em "Mmmh", o que vem por aí do integrante do EXO? Disponíveis da Netflix Busted - O Jogo do Detetive (2018 - 2021) Busted é capaz de provocar boas risadas através de suas 3 temporadas. A série, já terminada, coloca em cena celebridades de vários campos do entretenimento, bem como personalidades dos programas de humor, atores de k-dramas e idols de k-pop. Eles interpretam sete detetives que precisam investigar diversos casos que desvendam respostas sobre um mistério chamado “Projeto D”. A produção mistura humor e suspense, realidade e ficção, causando um choque de reações. Além do elenco fixo quase inalterado durante sua transmissão, os personagens secundários também entregam muita diversão. Twogether (2020) Humor e aventura são as principais características desse reality show. Os amigos Lee Seunggi e Jasper Liu viajam pela Ásia vivendo momentos inesquecíveis de pura adrenalina e conhecimento cultural. A série com apenas uma temporada ocasiona em seus oito episódios, momentos impressionantes conectados à natureza, desde pesca submarina até explorar cavernas. Além de provocar aquela vontade imensa de sair viajando pelo mundo e descobrir o que um cenário diferente do que estamos acostumados, pode nos proporcionar. Disponíveis no Viki Master Key - A Chave Mestra (2017 - 2018) Neste programa de variedade de apenas uma temporada, quem decide o destino dos jogadores são os espectadores. A Chave Mestra é uma daquelas produções que esbanjam competitividade e adrenalina, já que é interativa e coloca celebridades em equipes para competirem umas contra as outras. O papel da “plateia” é decidir quem terá mais votos e benefícios durante a competição, e essas habilidades são conquistadas através do carisma e esforço dos participantes. Lei da Selva - Law of The Jungle (2017) Lei da Selva é intenso e aventureiro e mescla os gêneros reality com documentário. Essa produção lembra bastante os programas de sobrevivência do Discovery Channel, já que coloca atores de doramas e idols de k-pop em situações desafiadoras em locais inusitados, e ali precisam experimentar por completo como é a vida na selva e se alimentar através da pesca, caça e acampar. Seu programa de variedade preferido ficou de fora? Conta pra gente qual é!

  • De BBB a Jornal da Globo: Confira 10 vezes em que o K-Pop invadiu programas da TV aberta brasileira

    A passagem do participante Vyni no Big Brother Brasil 22 trouxe mais uma vez o holofote ao gênero musical sul-coreano (SM Ent. / GShow / JYP Ent.) Na noite de ontem (terça-feira, 15), fãs do Big Brother Brasil acompanharam a mais uma eliminação do programa. Dessa vez, quem abandonou o sonho de ganhar 1,5 milhão de reais foi o Vyni, participante natural de Crato, no Ceará. Gostando ou não do jogo do eliminado, uma coisa é certa — o brother representou e levou muito K-pop ao horário nobre da maior emissora do país. Vyni dançou, ensinou coreografias fáceis e cantou muito no BBB, mas sua participação não foi primeira vez que o pop sul-coreano conquistou um espaço na nossa TV aberta. Ora em trilhas sonora, ora em assuntos sérios ou até em situações aleatórias, o K-pop vem marcando presença na grade das emissoras, e o Café Com Kimchi preparou uma lista com 10 programas para você assistir. Preparados? Começa após a publicidade. Sábado Total (Rede TV) Para começar, um momento cômico: em 2013, o programa Sábado Total apresentou um quadro com covers de dança de K-pop. Até aí, nada de especial. O que rouba a cena, porém, são os comentários por vezes equivocados do apresentador Gilberto Barros, que ainda tenta introduzir política internacional na entrevista com os dançarinos. Para encerrar o quadro, um sósia do PSY apresentou Gangnam Style, música que completa uma década neste ano. Programa Raul Gil (SBT) Em 2016, o programa fez um concurso de dança só com atos de K-pop. As apresentações incluíram covers de VIXX, BTS e outros. A grande final teve a presença do grupo 24K, que estava em turnê no Brasil. No ano seguinte, o programa voltou a receber um k-group — o KARD. Porém, a participação do quarteto foi marcada negativamente por uma série de posturas inconvenientes e comentários xenofóbicos do apresentador. Que vergonha! Programa da Sabrina (Record) Em 2016, a atração da Sabrina Sato na Record levou o grupo UNIQ às ruas de São Paulo. O programa quis proporcionar ao quinteto um "choque de cultura", o que rendeu aos fãs alguns momentos divertidíssimos. Em um único segmento, foi possível ver os membros experimentando coxinha, feijoada, dançando a hits brasileiros como Lepo Lepo do Psirico e Bang da Anitta e encontrando fãs. Veja mais após a publicidade. Globo Repórter (Globo) Em 2018, uma edição do Globo Repórter dedicada à Coreia deu um destaque especial à indústria do entretenimento, com ênfase no pop sul-coreano. Na reportagem, foi revelado que o gênero movimenta cerca de 16 bilhões de reais por ano. Outro enfoque da matéria foi a disciplina no trabalho de ser um k-idol, e o mercado como "uma fábrica de produção de artistas em série." Rolou até uma mini entrevista com o NCT 127! (Reprodução/ Globo Play) Conversa com Bial (Globo) A indústria e o fanatismo por K-pop também foi o tema de um programa da série Conversa com Bial em 2019. Na ocasião, o apresentador Pedro Bial recebeu a escritora Babi Dewet e o pesquisador Ronaldo Lemos para conversarem sobre o gênero musical que acumula cada vez mais fãs no Brasil. Achou que acaba aí? O programa também contou com a participação do Busters — grupo da Yeseo do Kep1er — que estava em turnê pelo país. (Reprodução/ Globo Play) Fantástico e Profissão Repórter (Globo) O show do BTS no Brasil em 2019 rendeu uma reportagem para o Fantástico sobre o que um fã pode fazer por um ídolo. A reportagem entrevistou ARMYs que ficaram três meses acampadas na espera pelo show (vídeo). O assunto ainda foi pauta, no mesmo ano, do programa Profissão Réporter; agora sob uma lente ainda mais profunda que investigou também a paixão dos brasileiros pela dança e o frenesi na apresentação do Bangtan. Jornal da Globo (Globo) Os bastidores obscuros do mercado do K-pop e a pressão imposta sobre os artistas foi assunto de uma reportagem no Jornal da Globo em 2019, que teve o gancho da morte do cantor e ator Cha In Ha — a quarta morte na indústria em apenas seis meses. A notícia também trouxe uma contextualização breve acerca do gênero musical, e ainda falou sobre a rotina de trabalho severa e o bullying virtual. São Paulo TV (SPTV - Globo) Provando que brasileiro é zoeira, a Naeyeon do TWICE apareceu na primeira edição do SPTV, um dos maiores telejornais do Brasil. A participação dela, porém, não foi autêntica: um fã se passou pela cantora do grupo formado em reality e postou na redes sociais como se a Nayeon estivesse assistindo ao jornal. Aí, a sorte favoreceu os Onces brincalhões e a foto dela foi transmitida para todo o estado de São Paulo. Que trote, hein! Quanto Mais Vida Melhor (Globo) Em 2021, a faixa Pretty Savage do primeiro full álbum do BLACKPINK virou trilha sonora! A música é tema da personagem Flávia, uma dançarina na novela das 7 Quanto Mais Vida Melhor. No ar desde 2021, a inclusão da faixa nas telinhas da Globo foi celebrada no Twitter assim que saíram as prévias da novela. E falando em novela, você sabia que algumas tramas da teledramaturgia brasileira se assemelham muito a doramas? Mais Você (Globo) Já virou uma piada interna no fandom EXO-L que o programa da Ana Maria Braga promove mais o EXO do que a própria SM Ent. Ora através da música de abertura, ora com reportagens especiais, o grupo já "apareceu" várias vezes no programa. A última participação indireta foi em 2021, em uma matéria sobre fãs da cultura coreana, com destaque na valorização dos álbuns físicos. Gostou de ver o K-pop ocupando esses espaços na TV aberta? Segue a gente no Instagram e no Twitter do Café Com Kimchi pra ficar ligado em mais matérias assim!

  • EXO-L de primeira viagem? Confira 6 programas para conhecer melhor o EXO

    EXO Showtime, EXO's Ladder e outros ótimos reality-shows para se tornar fã do grupo da SM Entertainment (Divulgação) Este ano o EXO está completando 10 anos, porém nunca é tarde para virar fã e conhecer um grupo novo. Os programas de variedade são uma ótima porta de entrada para se conhecer sobre os grupos e os membros, além das músicas. Ao longo da carreira, o EXO teve poucas participações em programas de variedades. Apesar disso, houveram aparições reconhecidas do grupo em atrações do tipo, como SHOWTIME e EXO Ladder, e também participações de membros solo em programas como Busted, com Sehun, e New World com Kai, ambos disponíveis na Netflix. Leia também: O que é Kwangya? Conheça o multiverso da SM que engloba grupos como aespa, EXO e NCT EXO's Ladder (2018~2022) O Travel the World on EXO’s Ladder (Viagem ao Mundo na Escada do EXO) segue o conceito do jogo coreano de escada da sorte. Os membros desenham nessa escada e deixam o “destino” decidir suas viagens e escolhas. O programa conta com diversos jogos e momentos divertidos entre os membros. A primeira temporada foi lançada em 2018, com a sub-unit CBX (Chen, Baekhyun e Xiumin) no Japão, tem 40 episódios de 10 minutos cada. A segunda temporada foi lançada em 2019 e teve a participação dos 8 membros indo ao Vietnã. Tem 50 episódios com 13 minutos cada. Para a alegria das EXO-Ls, o grupo recentemente filmou a terceira temporada, com os 5 membros que estavam livres, na Coreia. EXO Arcade (2018-2021) A 1ª temporada, lançada em 2018 conta com o Lee Soo Geun (Ask Us anything) como MC. Nesse programa nós vemos o EXO jogando, dançando, respondendo perguntas e se divertindo. Teve a participação dos oito membros. A 2ª temporada, lançada em 2021 teve a participação de apenas 6 membros, pois o Lay estava na China e o Chen e o Suho já estavam cumprindo o alistamento militar. Essa temporada segue o mesmo modelo da temporada anterior, com jogos e premiações para os vencedores e punições para o time perdedor. Leia também: Bird: relembre o single japonês do EXO que emocionou os fãs durante o hiato do grupo EXO SHOWTIME (2013-2014) Showtime teve várias temporadas com grupos como APINK, EXID, SISTAR, INFINITE, Highlight (antigo BEAST) e a última temporada lançada foi com GFRIEND e MAMAMOO, em 2016. A temporada com o EXO foi a primeira, lançada entre novembro de 2013 e fevereiro de 2014. Teve 12 episódios de 50 minutos cada. É um dos programas mais amado pelos fãs por ter sido o primeiro programa de variedades deles, é muito divertido e também é um dos poucos programas que contou com a participação dos 12 membros. Os episódios contaram com muitos jogos e brincadeiras, e também momentos emocionantes com os membros. Sim For You (2019-2020) Sim For You é um reality que aborda histórias da vida de cada membro do EXO, mostrando um pouco da vida diária deles. Cada temporada segue um membro específico. A 1ª seguiu o Xiumin mudando para seu novo apartamento, a 2ª seguiu o Chen em suas aventuras em shows no formato busking. A 3ª temporada teve o Suho com um pouco dos bastidores de seu disco de debut solo, e a 4ª, até o momento a última temporada, seguiu o Chanyeol realizando desafios "de sobrevivência" no estilo survival na floresta. Leia também: Red Velvet dá vida a obras de arte em Feel My Rhythm; veja as referências que aparecem no MV Participações em programas Ask Us Anything/Knowing Bros (2015~) Ask Us Anything, ou Homens Com Missão é um programa que está disponível na Netflix e consiste em os convidados fazerem perguntas para o elenco do programa para que eles respondam e a partir disso acontecem jogos e brincadeiras divertidas. É um ótimo programa para conhecer mais dos seus grupos favoritos e ver eles em situações engraçadas. O EXO fez 3 participações no programa como grupo. Participaram do episódio 85 em 2017 promovendo o álbum The War com 8 membros, do episódio 159 em 2018 promovendo o álbum Love Shot e do episódio 208 em 2019. Também tiveram participações solo, como a do Xiumin no episódio 306 em 2021 e o episódio 309 com o Kai em 2021 também. O episódio 208 trouxe o épico momento do Kai durante a brincadeira "gritando no silêncio". Eles foram para o programa para promover o álbum Obsession, com os 6 membros ativos no período. Master Key (2017-2018) O programa que teve 12 episódios, teve a participação do Baekhyun e do Chanyeol em 2 episódios. Baekhyun participou no primeiro episódio e Chanyeol no episódio 4. O programa consistia em diversos jogos, onde eles iam atrás da Chave Mestra. Um dos pontos principais do programa eram as interações com os espectadores, decidindo através de votos em quem teria alguns benefícios durante a competição da semana. Um dos melhores pontos do programa era a interação de diversos outros idols e artistas, como Daniel e Ong Seong-wu, que na época faziam parte do Wanna One, Jinyoung e Jackson do GOT7, Key e Taemin do Shinee, Seungkwan e Mingyu do Seventeen, dentre muitos outros participantes. Leia também: O que é Big 3 no K-pop? Conheça o legado das três principais empresas de entretenimento Já assistiu algum? Qual seu favorito? Conta nas redes sociais do Café!

  • NCTzen de primeira viagem? Confira 5 programas para conhecer melhor o NCT

    Nunca é tarde para acompanhar um novo grupo e os programas de variedade são ideais para conhecer melhor os integrantes (Reprodução/SM) Em cinco meses de 2022, o NCT já mostrou ter um ano bem movimentado. Não é nenhuma surpresa, que com tantos conteúdos recentes, novas pessoas se interessem pelo grupo, afinal, nunca é tarde para se tornar fã. Uma forma do conhecer melhor cada membro, ainda mais um grupo com tantos integrantes como o NCT, são os programas de variedades. O NCT fez sua estreia em 2016, com a primeira unit, o NCT U. Ao longo dos anos novas foram surgindo, como as com membros fixos NCT 127, NCT Dream e WayV. Juntas, formam o boygroup NCT, que atualmente está com 23 integrantes. O último projeto que reuniu todas as units foi o álbum Universe. Para os que não estão acostumados ou nunca acompanharam um grupo tão grande como o boygroup da SM, pode parecer confuso e difícil de lembrar de tantos nomes. Porém, os programas de variedades servem para dar uma ajuda a quem deseja saber mais sobre os integrantes. Para a felicidade dos NCTzens de primeira viagem, o grupo possui muitos conteúdos diversificados. Leia também: EXO-L de primeira viagem? Confira 6 programas para conhecer melhor o EXO Pensando nisso, o Café com Kimchi separou os cinco melhores programas de variedades para conhecer melhor o NCT. NCT Life O NCT Life é praticamente obrigatório para qualquer pessoa que deseja conhecer o NCT. Nele, é mostrada a rotina dos membros, o que permite uma aproximação maior com o público, mostrando mais da personalidade de cada integrante, seus gostos e interações entre eles. O programa possui até o momento oito temporadas, cada uma gravada em uma cidade asiática diferente, apresentando as aventuras dos participantes por pontos turísticos e atividades propostas. Além de ter sido o primeiro reality show do grupo masculino, ao longo das temporadas há a aparição dos membros de todas as units, com exceção do WayV, que apenas teve a participação de Lucas, Kun, Ten e WinWin. NCT School Dream Mate NCT School Dream Mate conta com o envolvimento de apenas seis membros do grupo, Jaemin na ocasião não pôde participar devido a problemas de saúde. Os integrantes restantes foram enviados para uma escola simulada, onde exploram diferentes áreas, como arte e jogos. O programa é curto, episódios com em média dez minutos de duração. Leia também: Army de primeira viagem? confira 5 programas para conhecer melhor o BTS WayVision O WayV não possui temporadas exclusivas no NCT Life, como outras units, e os membros Hendery, YangYang e Xiaojun não tiveram participações até o momento. Porém, o boygroup possui seus próprios conteúdos, entre eles, o WayVision, que possui duas temporadas. A primeira edição do reality show segue os membros durante uma viagem de 2 noites e 3 dias à província de Gangwon, na Coreia do Sul. Leia também: Não é apenas mais uma de amor: músicas de k-pop que fogem do romance com temas sociais Analog Trip NCT 127: Escape From Magic Island Diferente de muitos realities do grupo, Analong Trip do NCT 127 mostra um enredo diferente e posiciona o grupo em uma jornada fantasiosa. Na trama, o grupo embarca em uma viagem para a bela e misteriosa ilha de Somuuido. Mas a empolgação com a paisagem pitoresca não dura muito — eles estão presos sozinhos e a ilha guarda um grande segredo. Com a ajuda de um velho diário deixado por um capitão de navio, os idols precisam encontrar cinco tesouros em 72 horas para escapar. The NCT Show in The NCT Universe Um dos programas mais recentes do NCT, reúne diferentes séries em um conteúdo próprio no qual os membros aparecem em várias combinações para mostrar diferentes atividades, ou seja, é possível ver integrantes de diferentes units interagirem mais entre si. São vários mini programas no The NCT Show in The NCT Universe; como o 'NCT NEWS', que oferece notícias e atualizações dos membros e 'A Cup of Coffee Part.3', um conteúdo de conversa entre os membros, que se transformam em estudantes universitários. Já o 'MUSIC SPACE' apresenta histórias musicais dos membros. Os episódios são lançados mensalmente no canal do NCT no YouTube. Por qual programa pretende começar? Conta para a gente em nosso Instagram e Twitter.

  • Master Key e K-idols competindo em uma ideia mal executada: Por que o programa de variedades acabou?

    Transmitido entre 2017 e 2018, o programa tinha tudo para ser um dos maiores shows de variedade da Coreia do Sul; entenda o que aconteceu! (Reprodução/SBS) Inspirado no jogo “Máfia” em que os jogadores têm o objetivo de descobrir a identidade dos outros, os participantes do Master Key precisavam adivinhar quem era o dono da Chave Mestra (tradução literal do nome do programa). Para isso, aconteciam vários jogos em que a verdadeira identidade dos jogadores poderia ficar mais clara para os demais. O programa criou o conceito de um game show psicológico e de estratégia, com a presença ilustre de idols. Ofereceu para o público celebridades do Hallyu no mais alto nível de competitividade e criou um hype absurdo nos amantes da TV Coreana. Imaginar nossos idols preferidos do k-pop e artistas dos doramas reunidos se divertindo, dando risadas e sendo competitivos parece quase um sonho, né? Mas a dúvida que surge é: por que esse game show não foi pra frente? O que aconteceu no meio do caminho que fez ele perder força entre o público coreano? Descubra após a publicidade. Estratégia ou sorte? Antes do jogo em si, o elenco escolhido para participar era divulgado e o público podia votar no seu preferido. O mais votado começava a partida com um bônus, mas parte da audiência considerou isso como favoritismo. Além disso, ao desenrolar do jogo, mesmo sabendo corretamente o dono da Chave Mestra, a falta de sorte do participante poderia fazer com que ele perdesse. Parece justo para você? O jogo também não tinha um elemento “touché”, algo que pudesse premiar o participante após boas tomadas de decisões e raciocínio inteligente. Parte do público também achou a lacuna deste fator algo frustrante, até porque muitos dos melhores jogadores não ganharam nada. Confira nosso review sobre o remake coreano de "La Casa de Papel", da Netflix Faltou naturalidade? Sabemos que a maioria das coisas que vemos na TV é combinada. Mas se o público percebe a falta de naturalidade no desenrolar do programa, isso é um problema. É preferível que as partes combinadas não fiquem claras para a audiência, que vai tender a perder interesse no programa. Isso aconteceu muito nos primeiros episódios de Master Key — eles ficaram com um tom artificial. Mas, mesmo assim, o programa rendeu vários momentos legais e divertidos que nós adoramos como, por exemplo, as interações entre a Sana e o Mino. Confira o compilado abaixo. E o Chanyeol enganando todo mundo? Ok, isso foi maravilhoso! Aproveita e se atualiza com os lançamentos de Julho da Netflix e do VIki! No final, o programa valeu a pena Passados 4 anos desde que o último episódio foi ao ar, o Master Key é lembrado de forma positiva pelos fãs. Pensado para entreter, o projeto nasceu para ser um programa de variedades divertido e acabou cumprindo esse papel. Por outro lado, o formato e várias mudanças feitas nele ao longo dos episódios foram um obstáculo. Também, pesou negativamente o fato de o jogo ser bem complexo. Talvez esses tenham sido os motivos das avaliações terem sido baixas e de o programa não ter ido para frente. Pode ser que um jogo estilo “máfia” seja mais legal se for mais simples e mais fácil de entender. Mas, no final das contas, o que realmente importa são os momentos divertidos e as risadas que o programa rendeu. E se você estiver buscando isso, com certeza vale a pena ver ou rever o Master Key! Confira outras dicas de programas de variedades aqui!

  • Law Of The Jungle: Relembre 6 participações icônicas no programa

    Variety show que chegou ao fim em 2021 coleciona momentos inesquecíveis com celebridades coreanas (Reprodução / SBS) Law Of The Jungle é um programa de variedades da emissora SBS, que esteve no ar por quase 10 anos, de 2011 a 2021, encerrando em seu 452 episódio. Com premissa muito envolvente, o programa possui características de reality show e documentário, e leva celebridades coreanas para diversas locações exóticas ao redor do mundo, seja em florestas e até no mar, sempre em contato com a natureza. Kim Byunman é o apresentador principal. O que torna Law Of The Jungle interessante é a presença dos idols de k-pop, atores e atrizes de k-dramas, que precisam lidar com situações fora de seus cotidianos, rendendo em cenas hilárias e também outras bem dramáticas. Confira algumas delas após a publicidade. Leia também: K-pop em dezembro: confira o calendário de lançamentos do mês ONEW (episódios 108 - 112) As aventuras de Onew do SHINee no Law Of The Jungle foram no Brasil! O cantor esteve na Floresta Amazônica, experimentando parte da cultura brasileira oferecida pelo local. No cut abaixo, o cantor come piranha e canta com seu grupo em frente a fogueira. Jin (episódios 247 - 251) Jin do BTS foi para Manado, na Indonésia. No cut, o cantor brinca com tinta de lula com sua equipe, e percebe que a fogueira que fizeram estava queimando o chão, em desespero, ele joga a tinta para tentar apagar o fogo. Leia também: 5 momentos que provam que o Jin do BTS não está pronto para fazer 30 anos Chorong e Bomi (episódios 288 - 292) A dupla ChoBom do grupo APINK, formada por Chorong e Bomi esteve no programa quando o apresentador Kim Byunman precisou se ausentar para se recuperar de um machucado. O duo foi para Fiji, e Chorong foi convocada para substituí-lo e ser a líder de todos os participantes, substituindo o líder oficial. Kim Sejeong (episódios 256 - 261) A estrela de Pretendente Surpresa também marcou presença no programa. A atriz e cantora foi com seu grupo para Sumatra, na Indonésia. No cut, Sejeong se diverte durante pescaria com sua equipe. Seulgi (episódios 320 - 323) A integrante do Red Velvet foi para Lacandon, uma selva mexicana e se saiu muito bem, encantando a todos pela sua dedicação com as atividades em equipe e sua curiosidade em conhecer a cultura local, coletando caramujos em um riacho e experimentando pimenta. Leia também: "Birthday" do Red Velvet: Relembre como a franquia dos álbuns The ReVe Festival começou Chanyeol (episódios 432 - 433) O main rapper do EXO apareceu no programa em 2013, 2015 e 2020. Chanyeol é muito competitivo, aventureiro e dedicado, e gosta de mostrar que é bom em tudo que se presta a fazer. Sua última participação foi em Gyeongsangbuk-do, na Coreia do Sul, e é muito memorável pois como sempre seu espírito aventureiro o guia. Confira o cantor dando tudo de si durante um mergulho noturno. Programas parecidos Para quem curte programas com pegada de sobrevivência como Law Of The Jungle, vale a pena conferir o novo reality show da Netflix, intitulado O Melhor da Coreia, com Lee Kwangsoo, Yu Jaeseok e Kim Yeonkoung. O trio viaja por toda a Coreia do Sul passando por diversas aventuras oferecidas pela cultura local na tentativa de conseguir o título de O Melhor. Outra produção no streaming com proposta parecida, é Twogether, protagonizado por Lee Seunggi e Jasper Liu. A dupla embarca em uma aventura por diversos países da Ásia, conhecendo culturas diferentes. Conte em nossas redes sociais qual seu momento preferido de Law Of The Jungle.

  • Os 30 melhores álbuns de K-pop de 2022, segundo a redação do Café Com Kimchi

    Dentre os diversos lançamentos do ano, a equipe do CCK fez a seleção de seus discos favoritos O ano de 2022 foi mais do que espetacular para o K-pop. Além do debut de rookies poderosos para a 4º geração, artistas já consagrados retornaram com discos impecáveis; e fica quase difícil citar todos. Apesar disso, o Café com Kimchi conseguiu selecionar os seus títulos preferidos dos últimos tempos. Em formato de Top 30, a equipe do site escolheu seus álbuns favoritos de 2022, dentre tanta coisa que saiu. Os álbuns foram dispostos num ranking em ordem decrescente, mas apesar disso, nenhum release é "mais" do que o outro; todos foram destaques para os administradores do CCK. Vale dizer que a lista contempla apenas full e mini albums. Confira logo abaixo os picks do Café com Kimchi para o K-pop este ano: Leia também - Retrospectiva 2022: Os 10 melhores doramas do ano, segundo os leitores do Café Com Kimchi Os 30 melhores lançamentos do K-pop de 2022, segundo o Café com Kimchi: 30) B.I - "Love or Loved, Pt. 1" Com Love or Loved, Pt. 1, B.I trouxe um álbum leve mas de ritmo contagiante, notório ao longo da tracklist. Cada música tem um forte potencial e disputam a atenção do público pela sonoridade harmoniosa entre a voz de B.I, os instrumentais e a letras profundas sobre diferentes situações no amor. - Samara Barboza 29) Itzy - "Cheshire" O retorno do Itzy em 2022, com Cheshire, trouxe uma title track que se diferencia um pouco dos trabalhos anteriores do grupo, mas que continua com força em voz e ao ser performada. O lançamento tem boas b-sides que criam certa harmonia com o conceito do release. - Stephany Mariano 28) Epik High - "Epik High Is Here (Part 2)" Saindo um pouco do pop, na continuação de seu disco de 2021, o Epik High retornou este ano mantendo a qualidade e a fineza de sua já extensa carreira. Com participações de Wonstein, LeeHi, Colde e Younha, Epik High Is Here cumpre o papel de manter a discografia do coletivo apoteótica e respeitável, disco após disco trazendo grandes colaborações e um hip-hop que discorre sobre a fama, a indústria, o amor e a mente humana em seus mais intrincados aspectos. O Epik High é um dos maiores atos da música coreana de todos os tempos. - Leonardo Fernandes 27) Bang Yongguk - "2" Sendo 2 o primeiro lançamento após sua dispensa militar, Bang Yongguk trás em um lado bem diferente do que vemos no seu álbum anterior, BANGYONGGUK (2019). As faixas com toque de rock e jazz combinam com as letras românticas, interpretadas pela voz marcante do rapper, e deixa a produção impecável. O MV da faixa principal é formado por um cenário surrealista, elemento bem explorado no disco. - Flávia Fernandes 26) ICHILLIN' - "Bridge of Dreams" Às vezes, um álbum se destaca não por ser bom em todas as faixas, mas por ter uma ou duas faixas muito boas, cuja qualidade é fora da curva. Bridge of Dreams do ICHILLIN' é um ótimo exemplo disso. A title Play Hide & Seek é tudo que um bom trabalho de girlgroup deve ser: divertida, inusitada, bem chicletão. Porém, é a faixa LA Luna que rouba a cena da coletânea. Com um toque retrô e super dançante, ela com certeza estaria na parte de cima de uma lista de melhores músicas de K-pop do ano. - Administradores do Café com Kimchi 25) Twice - "Between 1&2" Não há um único ano, desde seu debut, que TWICE não tenha lançado um hit memorável. O deste ano veio com Talk That Talk, faixa principal do disco BETWEEN 1&2. Neste mini álbum, o girlgroup revelou seu lado mais maduro, chegando a flertar até com um bom pop rock e apostando nas vocalistas poderosas que elas têm em sua formação. As nove integrantes conseguiram, como esperado, manter o nível de excelência pelo qual são conhecidas e entregar um trabalho interessante que pode ditar os próximos passos de sua discografia. - Nathalia Jesus 24) Treasure - "The Second Step: Chapter Two" O mini álbum do Treasure, The Second Step: Chapter Two, traz ao ouvinte músicas de sub-units do grupo, colocando os rappers sob os holofotes; além das músicas Volkno e Thank You serem bons destaques. A title do disco, Hello, contagia e faz o público ter vontade de dançar, e foi uma opção divertida para ser a faixa de destaque do lançamento. Ainda, Clap e Hold It On também acabam sendo canções viciantes. - Kamilly Macola 23) BIBI - "Lowlife Princess: Noir" O disco Lowlife Princess: Noir foi um dos álbuns mais impactantes de 2022 por conta da emoção de BIBI no release, especialmente em faixas como BIBI Vengeance, que parece ter uma história bem complicada por trás. O conceito do álbum também é incrível de se ver, e as músicas grudam na mente; do nada vem o ritmo ou a letra. - Ana Caparroz 22) Dreamcatcher - "Apocalypse: Save Us" Em Apocalypse: Save Us, os solos das meninas do Dreamcatcher impedem o álbum de ser tão bom quanto o primeiro full album delas. Contudo, faixas como Starlight e Locked inside a door entregam tudo o que esperamos das integrantes como grandes artistas do K-pop. - Vitor Cunha 21) Yena - "Smiley" A estreia solo de Yena é tão formidável, animada e meiga como a própria figura da idol. Com Smiley, a artista apostou num debut cheio de alegria, pop rock e bubblegum, indo contra a quantidade grande de femme fatale que foi visto no K-pop em 2022. A title com participação de BIBI permanece no replay dias a fio, e a paleta multicolorida de Yena poderia continuar por muito mais tempo. - Administradores do Café com Kimchi 20) Red Velvet - "The ReVe Festival 2022 - Birthday" Os lançamentos de fim de ano geralmente caem em um limbo de pouca expectativa, somada à atividade escassa da própria indústria que, nesta época, parece só se importar com os temáticos (e saturados) álbuns de Natal. Porém, o Red Velvet conseguiu contornar esses movimentos com The ReVe Festival: Birthday, um álbum refrescante que faz bom uso de elementos experimentais sem afastar a essência do grupo. Valeu a pena esperar um ano para conferir o retorno do quinteto e, porque não, a remissão de Feel My Rhythm. - Fernanda Santos 19) RM - "Indigo" Depois de anos esperando um trabalho completo do Namjoon (RM), o artista traz este grande presente para os fãs com Indigo. As faixas do release mostram mudanças de perspectiva e evolução do líder do BTS como artista. Um trabalho rico com músicas que provocam sentimentos no ouvinte do começo ao fim. - Vitor Cunha 18) J-Hope - "Jack In The Box" O primeiro álbum solo do rapper do BTS foi mais do que marcante para a carreira do artista. Além de possuir um conceito forte e que vai de encontro com a persona sustentada anteriormente, Jack In The Box explora a versatilidade de J-Hope no rap e também como vocalista. - Stephany Mariano 17) GOT7 - "GOT7" GOT7 fez um dos retornos mais importantes do ano, reafirmando, mais uma vez, que continuam juntos e assim seguirão. O que torna o EP autointitulado tão especial, porém, não é só a demonstração da união do grupo, mas a presença de músicas que mesclam o GOT7 que sempre conhecemos e a versão mais madura deles. Assim, temos em NANANA uma title com refrão viciante, como de costume, e b-sides tais como Two e Don't Care About Me que parecem reunir todas as personalidades dos trabalhos solos de cada integrante, imprimindo a identidade de um novo GOT7. - Administradores do Café com Kimchi 16) TXT - "Minisode 2: Thursday's Child" Ao longo de seus três anos de carreira, TOMORROW X TOGETHER mostrou que conseguem mudar de gênero musical a cada lançamento sem, necessariamente, perder a essência que torna seus trabalhos tão identificáveis. No EP minisode 2: Thursday’s Child, o boygroup da HYBE explorou uma produção mais intensa e ousada na faixa Good Boy Gone Bad, trazendo um conceito dark fora de época. Um dos pontos mais interessantes sobre o mini álbum é que todas as músicas destoam entre si, mas funcionam muito bem como um trabalho conjunto. Não tem nenhum skip! - Nathalia Jesus 15) Key - "Gasoline" Quem é fã sabe que o K-pop deve ser aproveitado não só como uma experiência sonora, mas visual também, e o álbum Gasoline do Key entregou excelência em ambas as esferas. Com uma estética extravagante e espetacular — além de um capricho extra nas técnicas de fotografia — o artista mostrou porque merece conquistar cada vez mais espaço na indústria e respeito como solista. Nas faixas, a união entre elementos contemporâneos e um toque de old K-pop fez do álbum um deleite para os ouvidos. - Administradores do Café com Kimchi 14) (G)I-DLE - "I Never Die" Definitivamente o álbum mais maduro e completo da carreira do girlgroup. A obra do atual quinteto consegue consolidar de vez a personalidade e a imagem empoderada do (G)I-DLE, e I Never Die deixa uma marca forte; mostrando todo o talento das artistas na indústria musical. - Roberta Melo 13) BTS - "Proof" A coletânea do BTS chegou ao mercado para relembrar a quantidade de hits que o grupo já lançou, e o disco se paga pela nostalgia que transborda a cada faixa. As canções inéditas de Proof também ganham notoriedade na vasta discografia do boygroup, que mesmo em pausa atualmente das atividades em conjunto, continua a fomentar uma legião de fãs de maneira vista em raros casos na indústria do K-pop. - Administradores do Café com Kimchi 12) Stray Kids - "Oddinary" Oddinary foi um dos melhores álbuns do ano pois as canções são viciantes, e quando menos se espera elas surgem na mente. Por conta do estilo hip-hop que é muito forte no disco, e que já é um dos gêneros predominantes do Stray Kids (e que muitas pessoas que acompanham o grupo gostam), o investimento em tal conceito é forte outra vez no boygroup. - Ana Caparroz 11) LE SSERAFIM - "Fearless" Todo o foco foi para o LE SSERAFIM com o lançamento de Antifragile, e quem ouviu o EP de estreia, FEARLESS, já tinha ideia do quão boas elas são. De canções calmas como Sour Grapes a faixas hyperpop como The Great Mermaid, o debut FEARLESS é um álbum que deu ao LE SSERAFIM uma vantagem logo no início. - Giovana Medeiros 10) Seventeen - "Face The Sun" O álbum Face The Sun, o quarto full da carreira do Seventeen, trouxe uma gama de músicas viciantes que fizeram com que o repeat no lançamento fosse quase diário. Não é à toa, que quando se fala num comeback do Seventeen, se espera o melhor deles por tamanho talento do grupo da Pledis. Faixas como Darling, Hot e Don Quixote estão em destaque no CD. - Kamilly Macola 9) Chungha - "Bare&Rare, Pt. 1" Chungha é, incontestavelmente, uma titã no K-pop. O retorno marcado por Bare&Rare, Pt. 1 traz músicas fortes, que usam e abusam do synthpop e do dance, e que denotam uma artista feita para as melhores pistas de dança. Chungha é o tipo de cantora que desejamos que performe para sempre, e o comeback de 2022 figura entre um dos melhores releases solo do ano que passou. - Leonardo Fernandes 8) BLACKPINK - "Born Pink" O disco Born Pink é surpreendente, e mescla inovação e essência por parte do BLACKPINK, um dos maiores grupos do K-pop hoje. Todas as faixas são ótimas, e o melhor do disco é que ele carrega um pouco de tudo. O lançamento agrada a todos os gostos, com baladas e também canções cheias de energia. É de fato uma obra muito completa. - Agnes Nobre 7) Nayeon - "Im Nayeon" Pop! é a estreia fresh e jovial da face do TWICE, Nayeon, quase como uma extensão do teen crush e bubblegum pop do grupo. Como um álbum, IM NAYEON traz a identidade para seu próprio nome, fazendo do EP um dos melhores debuts e lançamentos do ano. - Giovana Medeiros 6) Taeyeon - "Invu" O full album de Taeyeon mistura gêneros de forma coesa, com b-sides tão boas quanto o single principal. O disco INVU pode ser resumido como uma obra-prima visual, e alcançou todas as expectativas que o público tem da solista e membro do Girls' Generation. - Samara Barboza 5) Chen - "Last Scene" Last Scene foi impactante em 2022, ao marcar o retorno de Chen após um período turbulento como figura pública e também a realização do serviço militar, que demarcaram um longo período de espera pelos fãs. O álbum mais recente do artista passa confiança e conforto ao mesmo tempo, e Chen sempre faz escolhas que evidenciam bem o seu talento; mais uma vez conseguiu entregar uma obra sensacional. - Agnes Nobre 4) Xiumin - "Brand New" O lançamento de Brand New colocou Xiumin em evidência pela sua versatilidade e energia, ao divulgar um disco que mescla gêneros e que brinca com a ideia de "até onde" um k-idol pode ir sob o estrelato. A title track do EP é banhada numa produção respeitável com influências do miami bass, e nos ajuda a relembrar de uma das maiores motivações para gostarmos do K-pop: a diversão. - Administradores do Café com Kimchi 3) Girls' Generation - "Forever 1" Trazendo de volta características dos grupos da 2ª geração, com vocais bem destacados, batidas animadas e baladas envolventes, o álbum Forever 1 do Girls' Generation foi o lançamento que pegou os fãs de K-Pop de surpresa este ano, sendo o primeiro desde de 2017 com todas as membros participando. O MV da title de mesmo nome do álbum é uma verdadeira nostalgia, e remete aos outros videoclipes da carreira do girlgroup, com múltiplos cenários, cores alegres e figurinos marcantes. - Flávia Fernandes 2) Suho - "Grey Suit" O álbum de retorno do líder do EXO finda com maestria a imagem de solista de Suho, mostrando a evolução e amadurecimento do artista em cada parte de sua obra. Emoção, autenticidade e dedicação são as palavras que definem Grey Suit, que levou o artista ao status de rockstar. - Roberta Melo 1) NewJeans - "New Jeans" O que exaltar de NewJeans que ainda não foi exaltado neste ano? As rookies do momento fizeram por merecer o sucesso e o hype que conquistaram em pouquíssimo tempo. Em meio a muito do mesmo e a inúmeras tentativas falhas de criar algo inovador, revolucionário e escutável, o álbum de estreia New Jeans entregou qualidade de forma encantadora e despretensiosa, mostrando que, no fim do dia, é aí que está o valor: ouvir um álbum bom sem precisar inventar desculpas do porquê ele ser bom, pois a música, por si só, basta. - Fernanda Santos Conferiu a lista? Agora não se esqueça de seguir o Café com Kimchi também nas redes sociais!

  • Manifesto Day 1: ENHYPEN aposta em uma pegada bad boy e volta com tudo

    Comeback do ENHYPEN aconteceu no início de julho (4) e, hoje (20) teve lançamento do segundo MV do mini-álbum; confira a nota do lançamento ao final da crítica (Reprodução / BeLift Lab) ENHYPEN fez seu tão esperado comeback no início do mês, e os lançamentos não param. O grupo da HYBE lançou seu terceiro mini-álbum com seis faixas, com a faixa título Walk the Line, sendo mais uma introdução, e já estão disponíveis nas plataformas digitais. Na tarde dessa quarta-feira (20), o segundo MV dessa era, da música Paradoxxx Invasion. E, para os Engenes que esperavam muita ousadia e músicas viciantes, esse álbum cumpriu com as expectativas. Com um conceito mais casual, esportivo e até rebelde, como é de costume dos meninos do ENHYPEN, as músicas são cheias de presença, batidas gostosas e aquele tipo que gruda na cabeça e não sai mais. O próprio grupo, composto por Heeseung, Jungwoon, Ni-ki, Jay, Jake, Sunoo e Sunghoon entregam muita confiança, talento e presença de palco excelente no MV de Future Perfect (Pass the Mic). A segunda música do álbum é bem ousada, traz mais a vibe rebelde que vimos nas fotos promocionais, que combinam demais com o estilo dos meninos e com a proposta do comeback. Já nos primeiros segundos, com as primeiras batidas e letras a música já mostra sua força e conquista logo no início quem gosta de hip hop e rap. O refrão é muito gostoso de ouvir, e gruda tão rápido na cabeça que quando você menos espera tá cantando por ai. O MV é um experiência a parte, como sempre. O grupo aparece de início como, aparentemente, membros de gangue, e depois com uniformes mais despojados. Eles entregaram visuais de tirar o fôlego e figurinos perfeitos que combinam com cada um, além da coreografia ser muito satisfatória, bem marcada, com passos diferentes e dinâmicos, prende do início ao fim. Os cenários são muito bonitos e foram bem explorados, e complementou o conceito mais rebelde. Confira abaixo: Leia também: Red Velvet dá vida a obras de arte em Feel My Rhythm; veja as referências que aparecem no MV Um álbum com muito estilo, assim como o ENHYPEN O álbum inteiro vem com características de hip hop, e com faixas marcantes e inovadoras, como o grupo da BELIFT Lab, subsidiária da HYBE tem feito durante sua carreira e o que os fez se destacarem nessa 4° geração do K-pop. Os meninos provaram, mais uma vez, que não é preciso um full album para causar impacto e continuarem marcando seus nomes como grandes referências no mundo musical. A terceira faixa do álbum, Paradoxxx Invasion, ganhou clipe nessa quarta - feira, e veio com um estilo mais colegial, como já vimos em outras produções do grupo. Nessa música, são explorados tons mais claros e coloridos e uma vibe mais divertida. A música e a coreografia não decepcionaram, entregaram tudo que prometeram nos teasers e mais um pouco. Uma música bem a cara do dia-a-dia, para ouvir no caminho pro trabalho ou pra escola e com certeza foi um grande acerto desse álbum, tanto no quesito visual quanto sonoro. Confira o clipe abaixo: Em TFW - The Feeling When, o grupo deu uma travada com relação ao resto do álbum. Essa é uma faixa mais calminha, que não combina tanto assim com o resto do álbum, além de as batidas se destacarem demais em relação ao vocal em algumas partes. É uma música legal, mas, apesar de dar um respiro no hip hop do álbum, foge bem da proposta e causa uma ruptura não tão legal assim. Shoot Out já volta com a pegada mais de rock, que harmoniza melhor com o restante do álbum. Lembra um pouco o tipo de música de filme ou de série adolescente com banda, tem batidas boas e o vocal dos meninos ficou incrível, muito bem valorizado, além de um refrão bem chiclete e cativante. Ótima para ouvir durante as tarefas do dia e dar aquela animada. Foseshadow, a última faixa do mini - álbum, também foi uma travada do grupo. É uma faixa majoritariamente falada, em que os vocais só aparecem um pouco depois da metade do tempo. Apesar desse tempo, bem longo por sinal, considerando que essa é uma das menores músicas do álbum, assim que começam a cantar, eles entregam tudo nos vocais e a melodia é bem legal. Mas, de novo, isso não dura muito, porque mais falas substituem a canção, o que a torna uma música não tão boa assim de ouvir no dia-a-dia, por ser levemente enjoativa. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Está tudo bem concordar ou discordar da gente, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • Nabillera: Hyuna retorna com energia de sempre e faixas admiráveis

    O comeback feito nesta quarta-feira (20) trouxe o 8° mini álbum da artista com direito a um MV extravagante, confira a crítica (Reprodução/ PNATION) Após cerca de 1 ano e 6 meses Hyuna retorna com Nabillera, seu 8° mini álbum. Apesar de já ter confessado que gostaria de lançar um álbum completo, a cantora afirmou em entrevista que está muito satisfeita com seu novo trabalho e chegou a se emocionar com as 5 faixas que compõem o EP. Independente do formato, a artista finalmente teve seu comeback e os fãs podem comemorar. Com faixas alegres e com a energia do estilo que Hyuna costuma trabalha, Nabillera apresenta uma ótima escolha de tracklist, mas nada tão impactante. Confira o que mais o Café com Kimchi achou dessa produção após a publicidade! A faixa principal de mesmo nome do álbum é a cara da Hyuna e comunica ao ouvinte de que se trata de uma música dela. Logo no início ela faz referência a RED, Bubble Pop e Hot Issue, seus grandes sucessos que trazem uma certa nostalgia para quem a acompanha há mais tempo. A música teve a participação do seu parceiro Dawn, do PSY e do cantor Daniel Caesar. A canção se desenvolve, cresce com a melodia, mas quando chega no refrão há uma queda. É um anti-drop que cria expectativa no ouvinte, mas entrega um ritmo grave com a presença de baixo e vocais. Esse artifício é bastante utilizado, mas aqui acabou deixando o refrão fraco e não é cativante. O uso da repetição de uma só palavra no refrão também é uma estratégia muito utilizada, principalmente no k-pop e ajuda a deixar a música chiclete, mas aqui parece que esse combo não funcionou muito bem. Leia também: Esse hit é de quem? Conheça os produtores musicais de K-pop Em contrapartida o MV é muito bonito, cheio de figurinos e cenários coloridos, onde a Hyuna performa com muita presença. Essa é uma característica que torna seus trabalhos incríveis, ela sempre demonstra confiança em tudo o que faz, então mesmo que a música não lhe agrade tanto a performance com certeza vai prender sua atenção. Em seguida temos Bad Dog que impressiona logo de cara trazendo um estilo pop rock bem vibe anos 2000. Essa música se destaca por ser um estilo diferente do que a cantora costuma fazer e parece que um pouco de rock lhe cai muito bem. Seria ótimo ouvir algo semelhante novamente. Picasso and Fernande Olivier, foi escrita e co-produzida por Hyuna. A música começa com um tic tac e com a voz mais lenta da cantora, mas logo transita para uma batida mais upbeat. O instrumental é muito interessante e o ritmo parece combinar com a estética do álbum. Aqui temos o refrão com repetição do título da música novamente, mas não ficou tão monótono quanto na faixa principal devido ao instrumental de fundo alegre. Leia também: "Jack In The Box: J-Hope mostra um novo lado artístico e criatividade em álbum conceitual" Whatever é leve, divertida e tem aquela atmosfera de música de verão. Foi produzida e escrita pela cantora Sunwoo Junga em parceria com outros artistas e se mostra como uma ótima escolha para o álbum. Seu instrumental é bem diferente e chama a atenção por incluir a sobreposição de diversos efeitos e drummers ao mesmo tempo e o refrão é animado. Por fim, Watch Me finaliza de forma alegre. O refrão da música é leve assim como Whatever e muito fácil de ouvir, sem causar estranheza. Mais uma vez foi utilizado a repetição de palavras no refrão, um artifício que apareceu em excesso no álbum, levando em consideração o total de faixas. O instrumental é simples, sem muitos elementos, mas é suficiente para a faixa sem tirar nem pôr. Ousaria dizer que esse foi um dos maiores acertos do álbum. Nabillera é definitivamente um trabalho que mostra as cores da Hyuna e o estilo que ela gosta de fazer. Apesar da faixa principal não ser uma das melhores da artista, a tracklist foi bem selecionada e as músicas conversam entre si, por isso não há faixas que causam tanta estranheza. As b-sides compensam com seu instrumental e ritmo alegre, mostrando que também há bons acertos aqui. Ouça Nabillera no player do Spotify logo abaixo: Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Está tudo bem concordar ou discordar da gente, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • We Need Love: StayC reafirma versatilidade e entrega o que o verão precisava

    Terceiro single álbum do girlgroup foi lançado nesta terça-feira (19); confira nossa crítica! (Divulgação/High Up) O verão sul-coreano costuma ser movimentado, não é uma surpresa ver o mês de julho com tantos lançamentos, principalmente, de girlgroups. Depois de Chungha elevar o nível com Sparkling, aespa mostrar uma presença ainda mais poderosa em Girls e as características sonoras já conhecidas do ITZY em Sneakers, chegou a vez do StayC retornar com mais um lançamento de qualidade. O comeback do grupo feminino ocorreu nesta terça-feira (19), com o single álbum We Need Love, que acompanha a faixa-título Beautiful Monster. O grupo da High Up Entertainment, composto por Sumin, Sieun, Isa, Seeun, Yoon e J, retorna depois de cinco meses desde as promoções de Young-Luv.com, segundo EP do girlgroup. A empresa responsável pelo gerenciamento divulgou a data do retorno em 30 de junho, deixando altas expectativas entre um público que já está acostumado com trabalhos bem feitos. O novo single álbum tem no total quatro faixas, entre as b-sides ainda há o remix de RUN2U, para os mais apegados ao comeback anterior. Leia também: Estéticas perfeitas: conheça 5 álbuns visuais do k-pop Beautiful Monster: a coragem de amar e de se reinventar do StayC Beautiful Monster é um pop dance, que reflete as os fases do amor: medo, coragem e esperança. A letra pontua as incertezas escondidas atrás da felicidade de estar apaixonado. Além da coragem no amor, o single mostra um StayC sem inseguranças ao mudar de conceito. Diferente de RUN2U, o sexteto retorna com uma abordagem mais delicada, não chega a ser um cute concept, mas é leve e tranquilo. Se no comeback anterior, já podíamos considerá-las versáteis, Beautiful Monster veio para bater o martelo. Amor é o nome da coragem que eu preciso Um dos pontos altos da canção é sem dúvidas as notas altas do refrão. Logo de cara, Yoon chama atenção pelo seu vocal marcante e bem característico. A transição do pré-refrão de Seeun para as linhas de Yoon encaixam harmoniosamente, saindo de um trecho tranquilo para notas mais elevadas e mostrando um ganho de força ideal. Sieun acompanha o vocal de Yoon e as duas conseguem transformar a parte mais importante da música em um encaixe perfeito de suas vozes, ao mesmo tempo que surpreendem o público. O verão sul-coreano não sabia que precisava de Beautiful Monster até o StayC lançá-la. Em três minutos, o girlgroup consegue transmitir sensações que mais combinam com a estação do ano: uma sonoridade refrescante, livre e corajosa. A música segue por caminho distinto de canções de verão com refrãos chicletes e linhas repetitivas, na maioria das vezes, apenas com intuito de ser um viral. O StayC entregou um verão maduro e inesquecível, não por grudar na cabeça, mas por fazer o ouvinte querer escutar novamente. Em relação ao Music Video, o sexteto também trouxe novidades: para Beautiful Monster as cores vibrantes e cenários chamativos já vistos em projetos anteriores foram abandonados. Para substituí-los, o grupo optou por uma paleta mais suave e ambientes mais comuns, como natureza, casa e um cinema aberto. Essa junção pode facilmente entregar uma sensação aconchegante ao público. Leia também: Muito amor: confira as melhores músicas românticas de K-pop We Need Love e as incertezas no amor O single álbum tem essa aproximação com o público em toda a sua construção. A escolha do tema foi correto, afinal todos possuem inseguranças no que diz respeito ao amor. O StayC apresenta esse cenário e mostra que está tudo bem em uma sucessão de vocais reconfortantes e emotivos. Dando continuidade a tracklist, a primeira b-side é I Like It, é uma faixa positiva em que o StayC busca trazer conforto e sensibilidade para o público, como uma mensagem de "está tudo bem, não é sua culpa". A sonoridade é diferente de Beautiful Monster, com sons bem expressivos de instrumentos como bateria e baixo. A melodia dá bastante destaque as vozes das integrantes, porém, as notas altas foram deixadas para a música anterior. LOVE surge em seguida, e não tinha como abordar outro assunto que não o romance. A b-side retoma a sinceridade da paixão e relembra o primeiro amor. Na letra, as integrantes questionam "Por que o amor é tão difícil para mim?", uma situação já enfrentada por muitos. Em diversas trechos, a música mostra a sinceridade e os sentimentos confusos de uma desilusão amorosa. Mais uma vez, o StayC merece elogios por suas vozes. Em LOVE, a batida fica mais leve para dar maior destaque aos vocais do sexteto, o que funciona para surpreender ainda mais o público com as habilidades das integrantes. A dupla Sieun e Yoon volta a ter uma parte marcante juntas, com um pré-refrão em que se encaixam harmoniosamente. Porém, diferente de Beautiful Monster, LOVE não tem um refrão impactante, apenas um instrumental com uma linha repetida pelas membros. RUN2U, faixa-título do álbum anterior, já é bem conhecida. Dessa vez, a música retorna em We Need Love como um remix feito pelo produtor TAK. Ao contrário da versão original, essa apresenta uma sonoridade mais contida e tranquila, sem grandes explosões no instrumental. Leia também: Para mandar de indireta: músicas românticas de girlgroups para falar sobre seus sentimentos Em geral, dificilmente o StayC decepciona. A discografia é repleta destaques, mas o que faz o comeback perder algumas xícaras nesta crítica não é inferioridade a outros trabalhos, mas na analisar do conjunto que foi apresentado. A faixa-título está muito bem produzida, porém, as b-sides não conseguiram acompanhar. Por exemplo, a transição de Beautiful Monster para I Like It não é das melhores; entre as três novidades, a segunda b-side talvez seja a mais fraca e pode até passar despercebida quando LOVE começa a tocar. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Está tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • NO THANKS: Hyolyn traz o calor e a diversão para o verão sul-coreano

    Comeback da ex-Sistar com mini-álbum 'iCE' aconteceu na segunda-feira (18); confira nossa crítica! (Reprodução / Brid3) O k-popper das antigas já sabe: falou em verão, falou em Sistar. O girlgroup, na época em que era ativo, era marca registrada no início da estação na Coreia do Sul, lançando hits sazonais que deixava toda a nação viciada em pouquíssimos dias, com coreografias fáceis e chicletes. De certa forma, após o disband, as integrantes seguiram por esse caminho, especialmente Hyolyn: See Sea é a cara do verão, e sua colaboração com Dasom, colega de grupo, Summer or Summer, é autoexplicativa. Entretanto, não há como esperar que um artista siga a mesma linha por toda a sua carreira, e inovações não são apenas esperadas como são encorajadas. Assim, era de se aguardar que a solista tivesse uma mudança de direção, especialmente após sua participação no Queendom 2. Será que iCE, novo lançamento da Hyolyn, entregou todo o carisma e talento da artista? Confira nossa resenha logo após a publicidade: Às vezes, é melhor o mais do mesmo (Reprodução / Brid3) Over you é a canção que abre o álbum. É um hino de superação — “Amor, não me ligue / Porque não estou solitária” — e funciona muito bem como a primeira faixa da lista, já que não é forte demais, inovadora demais nem fraca demais. É uma entradinha leve, que abre o apetite para o que vem em seguida, forrando o estômago de uma forma suave e gostosa. É uma pena que o próximo prato deixe um gosto tão insatisfatório na boca. NO THANKS é a estrela principal do comeback, sendo a faixa-título, e é um tanto insossa. O refrão é repetitivo de maneira ruim, sendo um eterno anti-drop que não sai do mesmo lugar nos três minutos de duração da faixa, e o break, tentativa falha de salvar a música, é mal colocado e muito mal aproveitado. Apesar das repetições de “No thanks, no thanks, no thanks” ficarem na sua cabeça, elas não são cativantes o suficiente para te deixar com vontade de cantar. Hyolyn salva o clipe da canção por conta de seu carisma. A coreografia é divertida e ela é uma performer incrível, conseguindo vender uma música que não chega aos pés do que ela pode entregar. BODY TALK já é um grito da Hyolyn que conhecemos e amamos. É um R&B sensual, que pega o ouvinte pela mão e o envolve numa dança um tanto agradável. Você encontraria essa faixa em playlists “chill”, porque é exatamente o tipo de clima que ela traz. Um dos destaques do álbum, com certeza, com o maior replay factor da lista devido à duração curta. Ah yeah vem logo após e é uma canção mais dançante, do tipo que tocaria em um pré-festa enquanto todos se arrumam. É animada e boa de se ouvir, apesar de não se destacar muito das outras. As duas próximas faixas são pré-releases já conhecidas do público. Layin' Low foi lançada no início deste ano, pouco antes da entrada da solista no Queendom 2, e é a continuação do que vimos em Dally. Hyolyn entrega o conceito sexy como ninguém; em Layin' Low, ela não somente sabe disso como usa e abusa do fato, desde a melodia e letra até a coreografia e impecável química com os dançarinos. Já Waka Boom foi a faixa lançada por ela na fase final do reality show, etapa em que todas as participantes deveriam divulgar uma canção inédita para os fãs. Apesar da letra motivadora e feel good — “Não quero estar no topo se eu precisar pisar nas costas de outros” —, Waka Boom é a Hyolyn empoderada e femme fatale em sua essência, com uma batida forte e autoritária. Isso, infelizmente, não significa que a canção vai ser extraordinária, e ela não é. Chega a ser uma transição brusca na tracklist, visto que Layin' Low é bem mais suave que sua sucessora. Infelizmente, iCE não empolga. É uma pena, já que Hyolyn tem um histórico impecável de singles e lançamentos-título, mas NO THANKS também não emplaca nenhum diferencial. Dessa vez, seria mais interessante ver a rainha do verão fazendo um lançamento comum de verão, mesmo sendo genérico, porque é sempre bom ter aquilo que temos certeza de que será excelente. Mesmo experimentando e pulando em caminhos novos, a essência da artista segue em suas b-sides, e os saudosistas vão precisar ficar satisfeitos com elas. Seguiremos no aguardo dos 40ºC e biquínis que ela trará da próxima vez. E aí, o que achou do comeback da Hyolyn? Não se esqueça de contar para o Café nas redes sociais! Ouça 'iCE', lançamento da Hyolyn, abaixo:

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