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- Conheça “Kill Bok Soon", novo filme de ação da Netflix com Jeon do Yeon
Cheio de mistério e com protagonista de Intensivão do Amor, Kill Bok Soon chega no plataforma ainda este mês (Divulgação / Netflix) O mês de março está quase no fim, mas ainda tem coisa boa vindo por aí! Com uma agenda cheia de novidades para quem gosta das produções leste asiáticas, a Netflix entrega Kill Bok Soon, lançamento que chega para o público no próximo dia 31 (sexta-feira). A nova aposta do serviço de streaming vem seguido de outras obras do gênero que conquistaram o público como Yaksha, No Ritmo de Seoul e The Pirates, por exemplo. O longa-metragem conta com a direção de Byun Sung-hyun e com o protagonismo de Jeon Do Yeon. A atriz também protagoniza o dorama Intensivão do Amor e o filme Emergency Declaration, obra em que contracena com Song Kang Ho, conhecido pelos filmes vencedores do Oscar e Cannes Parasita e Broker. Descubra mais sobre Kill Bok Soon após a publicidade. Leia também: Investigações e romance compõem a trama de "A Pousada Romântica Secreta", do Viki Uma vida dupla e segredos fatais estão no enredo de Kill Bok Soon Gil Bok Soon (Jeon Do Yeon) é uma mãe solteira que dedica parte de sua vida para cuidar da adolescente Gil Jae-young (Kim Si Ah). A outra parte, no entanto, é dedicada ao trabalho de assassina de aluguel em agência de matadores chamada MK Ent. Reconhecida por obter sucesso em todas as suas missões, Bok Soon tem a confiança de Cha Min-Kyu (Sol Kyung-Gu) o carismático CEO da agência e o responsável por treiná-la ainda quando jovem. Na intenção de melhorar o relacionamento com sua filha e mantê-la em segurança, Bok Soon decide se aposentar e não renovar o contrato de trabalho. Porém, durante sua última missão ela descobre um segredo que a impede de terminar o serviço, quebrando uma regra valiosa. Agora ela precisa fugir de toda a máfia de assassinos de aluguel e da própria agência onde trabalhava, tornando-se o alvo principal do antigo chefe. Jeon Do Yeon contou durante uma coletiva de imprensa realizada na Coreia do Sul que aceitou o papel antes mesmo do roteiro estar completo. “Eu sempre quis fazer filmes de ação," declarou a atriz, "então, fiquei tentada com a proposta do diretor Byun Sung Hyun”. Depois que pôde conferir o roteiro, ela confessou que ficou assustada, pois as cenas de ação e briga eram mais intensas do que imaginava. Um elenco e direção de veteranos premiados Apesar deste ser o primeiro papel de Jeon Do Yeon em um filme de ação, a atriz sul-coreana tem uma carreira extensa e premiada, tendo estreado no audiovisual em 1992. Em 2007, ela recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes e no Asia Pacific Screen Awards pelo seu papel no filme Secret Sunshine. Mais recentemente, também levou um prêmio de Melhor Atriz pelo filme Birthday em 2020. Para o diretor Byun Sung Hyun, o gênero de ação também era um território ainda não explorado. Responsável pelo roteiro e direção, ele está por trás de obras como Merciless (2017) — que ganhou uma exibição na 70° edição do Festival de Cannes — e Kingmaker (2022). Leia também: Conheça 4 doramas com Lee Do-hyun, protagonista de “A Lição” ao lado de Song Hye-kyo (Divulgação / Netflix) Agora, com Kill Boksoon, o diretor parece ter acertado mais uma vez. Mesmo de seu lançamento ao público geral, o longa ganhou uma exibição especial no Berlinale (Festival de Cinema de Berlim) este ano. Durante o evento, o diretor revelou em entrevista que, para trabalhar da melhor forma possível, assistiu a muitos filmes durante o período de pré produção e teve encontros com o diretor de artes marciais. O ator Sol Kyung Gu, que faz o papel de CEO dos assassinos, já tem experiência em produções do gênero e já havia trabalhado com o diretor em títulos que lhe renderam os prêmios de Melhor Ator, Ator Mais Popular e Melhor Ator Principal. Os atores coadjuvantes Koo Kyo Hwan (que participou dos dramas Uma Advogada Extraordinária e D.P Dog Day) e a atriz Esom (de Taxi Driver) também já foram premiados na indústria. E aí, ficou ansioso para assistir? Então segue o Café com Kimchi nas redes sociais para não perder este e outros lançamentos!
- Os melhores em serem os piores: Relembre grandes vilões que marcaram os K-dramas
De "A Lição" a "Save Me", há doramas que sempre serão lembrados por seus vilões que podem até ser considerados traumatizantes pelo público. Confira a lista (Reprodução/Netflix) Toda produção precisa de um vilão forte e marcante para movimentar o enredo de verdade. Além das histórias envolventes, casais memoráveis e protagonistas fortes, os K-Dramas sabem como construir vilões capazes de despertar o ódio do público. Grandes atores conseguiram impressionar e elevar o nível das expectativas com atuações memoráveis em papéis que testam os limites da crueldade. Donos de uma lista extensa de crimes, estes personagens mostraram que são os melhores quando o assunto é serem os piores. O Café com Kimchi separou uma lista com grandes vilões de K-Dramas, que mostraram uma crueldade sem limites e despertam o pior do telespectador. Confira abaixo: Park Yeon Jin - A Lição (2023) (Reprodução/Netflix) É inegável que A Lição possui um núcleo recheado de bons vilões, desde a fase da adolescência até a vida adulta, que conseguem despertar o pior do público. Afinal, como não se revoltar com tanta crueldade, especialmente, em um enredo sobre violência escolar? Mas não há como negar que Park Yeon Jin (Lim Jiyeon/Shin Ye Un) se destacou pela atuação que retratou tão bem a frieza ao executar cada ação. Tanto em flashbacks que reconstituem o sofrimento da vida de Moon Dong Eun (Song Hye Kyo), quanto a fase atual, mostram uma Park Yeon Jin de presença assustadora e cruel. A personagem é a líder do grupo de agressores e perseguiu a protagonista e outras estudantes apenas por diversão, com perseguições que se estendiam para além dos muros da escola e deixaram marcas permanentes em cada uma. Yeon Jin conseguiu mostrar aos telespectadores que estava disposta a tudo e sem nunca sentir remorso. Choi Moojin - My Name (2021) (Reprodução/Netflix) Um grande plot twist de My Name é sem dúvidas a verdade que foi escondida por anos de Yoon Ji Woo (Han Soo Hee). Na trama, Choi Moo Jin (Park Hee Soon) é o líder que uma organização criminosa, a qual o pai de Ji Woo trabalhava, pelo menos era o que a jovem acreditava. Após presenciar a morte de seu pai, ela busca pelo apoio do chefão em sua vingança e é levada a crer que um oficial da política era o assassino. Durante anos ela foi treinada para o dia em que o mataria e para isso trocou de identidade, se infiltrou na política e passou a ajudar Moo Jin como uma agente duplo. A vingança parecia encaminhada, até que uma reviravolta mostra que aquele que ela acreditava ser sua salvação, era o motivo da sua ruína. Na verdade, Moo Jin era o assassino e criou todo um cenário falso para que ela ficasse longe da verdade. A informação foi tão chocante para o público, quanto foi para Ji Woo. Não há como negar a genialidade do chefão do crime, ao utilizar a filha do agente duplo infiltrado em sua organização para no fim acabar com seus principais inimigos da mesma forma. Assim como não dá para ignorar a crueldade do personagem, ao percebermos que Ji Woo foi usada e enganada desde a adolescência por aquele em que ela tentou proteger. Leia também: My Name: Han Sohee entrega realismo e desconforto na melhor atuação de sua carreira Jang Joon Woo - Vincenzo (2021) (Reprodução/Netflix) Jang Joon Woo (Taecyeon) é uma surpresa em Vincenzo e mostra como as aparências enganam e como o caós pode vir de onde se menos espera. Em suas primeiras aparições no K-Drama, Joon Woo parece só um estagiário ingênuo, indefeso e com uma personalidade engraçada, mas tudo não passava de um disfarce para que ninguém fosse capaz de desconfiar do que ele é capaz. Na verdade, o chefe do Grupo Babel é um sociopata, que mata e não sente qualquer remorso, na verdade, ele deixa claro que se diverte com suas próprias ações. Taecyeon elevou seu nível de atuação, com um personagem diferente do que o público estava acostumado a vê-lo interpretar. Joon Woo fez todos perceberem o quanto o ator sabe construir um bom vilão. O personagem transmite uma crueldade assustadora, que leva o telespectador duvidar de qual é o seu limite e se existe realmente algum. Bom, em muitos momentos ele deixou claro que não há um ponto final em sua violência, principalmente, quando esmagou a cabeça de uma pessoa com um taca de hóquei em uma sequência de arrepiar. Cheon Seo Jin - A Cobertura (2021) (Reprodução/SBS) Cheon Seo Jin (Kim So Yeon) e Park Yeon Jin são duas vilãs que recebem muitas comparações entre os fãs desde a estreia de The Glory. Porém, antes da bully alcançar as telas, a influente cantora de Soprano estava sendo perversa em A Cobertura. A personagem de Kim So Yeon é narcisista, sente que o mundo gira ao seu redor e fará de tudo para manter a sua vida desta forma. Porém, nem tudo consegue estar sob seu controle, começando pelo seu casamento fracassado e as pressões que coloca na filha quando lembra que é mãe. Seo Jin ainda vive um caso extra conjungal com Joon Dan Tae (Uhm Ki Joon), também morador do Hera Palace e ambas as famílias possuem contato. A personagem é especialista quando o assunto é manter as aparências para que nada afete sua vida quase perfeita. "Quase" porque a grande carreira no soprano é fruto do nepotismo, mas além de usar a influência de sua família para ter sucesso, ela ainda destruiu de diversas formas a vida da sua rival da musica, Oh Yoon Hee (Eugene). Os anos não concederam nenhuma evolução positiva para a vilã, o que deixaram o reencontro das duas ainda mais tenso. Como se não bastasse, ela ainda acumula uma lista profunda de crimes, entre eles, sequestro e assassinato. Joo Dan Tae - A Cobertura (2021) (Reprodução/SBS) Marido infiel, pai agressor e assassino são apenas algumas formas que é possível resumir Joo Dan Tae (Uhm Ki Joon). Em A Cobertura, ele é um dos ricaços que vivem no luxuoso condomínio Hera Palace e divide os holofotes com Cheon Seo Jin (Kim So Yeon) como vilões marcantes do K-Drama. Logo nos episódios inicias da primeira temporada é fácil compreender que a família Joo não é nada daquilo que apresenta para as pessoas ao seu redor e o principal responsável disso é o patriarca. Além de possuir um caso extraconjugal com Seo Jin, que ainda possui um relacionamento relativamente próximo de sua família, Dan Tae ainda agride frequentemente seus dois filhos por qualquer mínimo erro que eles cometam, levando-os até um quarto secreto em seu escritório para torturá-los. Como se não bastasse, ele esconde um segredo de sua esposa maior do que sua traição, que foi a causa para que o casamento ocorresse. Leia também: 3 motivos para assistir “Island”, drama do Prime Video protagonizado por Cha Eunwoo Baek Jun Ki - Save Me (2017) (Reprodução/OCN) A história de Save Me é densa e pesada, sendo um K-Drama que precisa ser assistido com cautela. Uma das características que fazem a obra ter cenas sufocantes é um dos vilões, Baek Jun Ki (Jo Sung Ha). Interpretado por Jo Sung Ha, ele é chamado de Pai Espiritual da comunidade religiosa, que "acolhe" a família de Im Sang Mi (Seo Yeji) em meio a dificuldades. Mas o que deveria ser apenas uma religião normal transforma-se em um pesadelo, com um culto de práticas perversas. O discurso do líder é forte o suficiente para fazer uma lavagem cerebral nos pais de Sang Mi, que passam a segui-lo cegamente. Baek Jun Ki é um vilão sorrateiro, por mais que o apóstolo Jo (Jo Jae Woon) tenha mais cenas capazes de despertar a fúria do público, é importante lembrar que tudo é possível graças ao poder de manipulação do Pai Espiritual. Ele entrou na mente de uma grande comunidade de pessoas que acreditavam que poderiam encontrar conforto na fé religiosa, essas vítimas passaram a defender com unhas e dentes a igreja, principalmente, o seu líder, que é visto como alguém confiável. O personagem ainda é responsável por outros crimes, como estelionato, corrupção e assédio sexual. Leia também: "A Lição" trouxe Song Hye-kyo de volta aos holofotes! Conheça a carreira da atriz do drama Nam Gyu Man - Remember: War of the Son (2016) (Reprodução/SBS) Nam Goong Min apresentou um vilão detestável sob a pele de Nam Gyu Man, um poderoso empresário que consegue deixar evidente seu caráter desprezível desde a primeira cena. É por culpa dele que a vida de Seo Jin Woo (Yoo Seung Ho) desmorona e todos os eventos tensos em Remember: War of the Son dão início. Gyu Man é o típico homem rico que acredita que é intocável pelo seu dinheiro, ele tem um temperamento explosivo e agressivo, e por conta disso desencadeou uma série de fatalidades. O vilão é um personagem que consegue despertar a ira e indignação do público com facilidade, principalmente, ao vê-lo se safar de responsabilidades após cometer atos cruéis em seus frequentes ataques de fúria. O vilão é dono de um comportamento tão denso, que afetou o próprio ator, Nam Goong Min revelou que durante o processo coisas insignificantes passaram a deixá-lo mais agitado e sofreu com um episódio em que um deslize de seu manager o fez liberar Gyu Man interior do nada, algo que não faria normalmente. Assistiu algum K-Drama da lista? Conta para a gente em nossas redes sociais.
- Investigações e romance compõem a trama de "A Pousada Romântica Secreta", do Viki
Shin Ye-eun protagoniza seu primeiro drama histórico ao lado de atores já conhecidos do público (Divulgação / SBS) Se você é dorameira(o) apenas pelos romances água com açúcar, o Viki está trazendo um novo drama para você chamar de seu. A Pousada Romântica Secreta foi lançado na Coreia do Sul no dia 20 de março, e já está disponível pela plataforma Viki aqui no Brasil. Serão 18 episódios e eles serão lançados duas vezes por semana, às segundas e terças, às 22h (KST) e estão sendo disponibilizados logo em seguida na plataforma. Esse drama atende um pouquinho de cada público: uma história de época, mistério e, óbvio, a sua dose de romance, então tem muitas chances de te agradar por ai. A série é inspirada em um livro, chamado Flower Scholars' Love Story, de Kim Jeong-Hwa, e está sendo produzida em parceria entre a Apollo Pictures, Pan Entertainment e Studio S, esse último sendo responsável por Cheer Up, The Penthouse e Revenge of Others. A direção ficou por conta de Kim Jung Min, e podemos dizer que ele é quase um especialista em séries de época, já que participou de muitas produções do tipo, como Grand Prince (2018) e Gunman in Joseon (2014), então com certeza terá bastante qualidade. Veja abaixo mais informações sobre a série: Leia também: Casamento "fake" e gravidez não planejada unem casal de "The Real Deal Has Come", novo drama da KBS Procura-se príncipe desaparecido Yoon Dan-o (Shin Ye-eun) tinha uma vida bem confortável como a preciosa filha mais nova, mas isso muda. De repente ela se vê como a chefe de família, administrando Ihwawon Inn, uma pousada que recebe aqueles que procuram estadia durante visita a Hanyang. A maioria de seus visitantes são homens que estão prestando concurso para se tornarem funcionários públicos de alto escalão, então os estudiosos são clientes frequentes. Alguns desses são Kang San (Ryeoun), Kim Si Yeol (Kang Hoon) e Jeong Yoo Ha (Jung Gun Joo), rapazes muito diferentes entre si, mas todos com muitos segredos escondidos. Enquanto estudam e se preparam para o concurso, eles e Dan-o começam a encontrar algumas pistas que possam solucionar o caso de desaparecimento de Lee Seol, um homem que sumiu há mais de 13 anos, e que por acaso também é o filho mais velho do príncipe herdeiro deposto. Unindo seus conhecimentos, será que eles conseguem desvendar esse mistério, ou será que os sentimentos poderiam atrapalhar essa busca? Confira abaixo o trailer: Leia também: [Entrevista] BÉBE YANA fala sobre sua relação com a música pop no lançamento de "64" Muitos elogios e muita química (Reprodução / SBS) No elenco principal, o que não falta é talento. Shin Ye-eun, que participou de A Lição, Revenge of Others e Yumi's Cells, dá vida à Yoon Dan-o, uma personagem confiante e adorável, além de dona do estabelecimento central do programa. Ye-eun é uma atriz muito premiada, com Novata do Ano, Estrela em Ascensão, Best New Actress, mesmo com uma carreira tão recente. Ryeoun se une ao elenco, e, assim como sua colega, possui uma carreira bem recente, com apenas seis anos de atuação, e no seu currículo já conta com o sucesso 18 Again. Ele interpreta Kang San, um aluno do programa de artes marciais e com uma atmosfera fria. Além deles dois, temos também Jung Gun-joo, que atuou em Extraordinary You e True Beauty. Ele dá vida a Jeong Yoo Ha, um estudante nobre e com uma personalidade delicada, com tendências a tomar bastante cuidado com os sentimentos dos outros. Por fim, para completar o quadro principal de atores, está Kang Hoon, um ator com um pouco mais de bagagem cinematográfica, e que participou de Vinte e Cinco, Vinte e Um e Meus Dezoito Anos. Ele também tem alguns prêmios expostos na sua prateleira em casa, como o de Estrela em Ascensão, Melhor Novo Ator e Melhor Novato na categoria Atuação. Leia também:Conheça 4 doramas com Lee Do-hyun, protagonista de “A Lição” ao lado de Song Hye-kyo Os produtores elogiaram bastante a química dos atores durante uma entrevista, porque "eles são sempre animados, são como vitaminas que elevam os espíritos das pessoas apenas com a energia positiva deles. A paixão deles irá brilhar através de A Pousada Romântica Secreta, por isso, esperem muito e tenham muito interesse [pela série]". Essa é a primeira série de época que Ye-eun participa em toda sua carreira e adicionou que: “Esses três atores e eu desenvolvemos um vínculo tal que ríamos apenas olhando uns para os outros. Chegamos ao ponto que tinhamos que manter distância, porque estávamos preocupados de estarmos tão próximos que estávamos nos distraindo na hora de atuar. Seus encantos individuais são tão diferentes que a energia que sinto ao gravar [com cada um deles] também é distinta." E ai, ansioso para os próximos episódios? Conta pro Café nas redes sociais!
- Yonder: Saiba tudo sobre o novo dorama de ficção científica do Paramount+
A produção conta com um elenco de peso, com prêmios de Melhor Ator/Atriz e participante do filme ganhador do Oscar, Parasita; saiba mais sobre a série (Divulgação / TVING) Mais uma série de ficção científica saindo do forno! Novo drama produzido pela TVing será lançado hoje (sexta-feira, 14) na plataforma de streaming Paramount+, com episódios semanais ao meio-dia na Coreia do Sul. O k-drama é uma adaptação de um livro, chamado Goodbye, Yonder, e vai ser bem curtinho, com seis episódios no total com duração média de 30 minutos cada capítulo. Leia também: Anomalia: Alienígenas são abordados de forma original em novo dorama da Netflix A série é dirigida pelo renomado diretor Lee Joon-ik, responsável por títulos como O Rei e o Palhaço (2005), Sunny (2008) e Anarquista da Colônia (2017). O drama é fruto de uma colaboração entre os estúdios DooDoong Pictures, que produziu The Sunkist Family (2019), e a CJ ENM, administradora de produtoras como TvN, OCN, Mnet e Studio Dragon. Só aqui já dá para saber que a produção esteve em boas mãos, e nem chegamos no elenco ainda. Confira abaixo o trailer: Qual vai ser o enredo da série? (Divulgação / TVING) O dorama tem uma pegada futurista, com bastante ficção científica e drama, óbvio, para fazer chorar um pouquinho. A trama se passa na Coreia do Sul, mas no ano de 2040, e vai seguir a vida de um homem, Jae-Hyun (Shin Ha-Kyung) que vive agoniado desde a morte da sua mulher devido ao câncer. Um dia, ele recebe uma mensagem da sua falecida esposa, em que ela pede para que a encontre em Yonder, um espaço misterioso que fica entre a vida e a morte, e ele decide encontrá-la, mesmo com muitas dúvidas. Sua esposa, Yi-Hu (Han Jimin), pouco tempo antes de morrer, assinou um contrato muito misterioso. É uma história com muitas reflexões sobre a vida e a morte, a memória e o esquecimento e, principalmente, sobre a vida eterna. Quem está no elenco? (Reprodução / Viki ) O elenco está cheio de rostos conhecidos e muitos atores premiados, o que garante de cara uma atuação impecável. Teremos Shin Ha-Kyung como o personagem principal, Jae-Hyun. Ele já atuou em Além do Mal, Less Than Evil e Brain. A esposa do personagem principal será personificada pela atriz Han Jimin, que participou de Miss Baek, Yi San e Rooftop Prince. Para completar o time de peso, a série conta ainda com Jung Jin Young, que atuou em May It Please the Court, Minha Família Nada Familiar e Brain, e ainda a renomada atriz Lee Jung-eun, que atuou no filme ganhador do Oscar, Parasita, e em séries como Oh My Ghostess e Law School. Onde posso assistir e quando? Para alegria geral da nação, a série chega no Paramount+ brasileiro no mês de abril! O programa será lançado na plataforma global no próximo mês, no dia 11, em paíse como Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido, América Latina, Brasil, Itália, Suíça, Áustria e França. Além disso, em abril chegarão outros programas licenciados da CJ ENM na plataforma da Paramount+. E ai, está ansioso para o primeiro k-drama da nova plataforma de streaming? Conta pro Café lá nas redes sociais, vamos adorar saber! Leia também: Outubro de 2022: Confira o calendário de lançamentos de doramas nas plataformas de streaming
- Conheça 4 doramas com Lee Do-hyun, protagonista de “A Lição” ao lado de Song Hye-kyo
Confira ou relembre a filmografia do ator da série da Netflix, e seus projetos que estreiam ainda esse ano (Divulgação / Yuehua Entertainment) Não é novidade para ninguém que A Lição - ou The Glory tem sido extremamente aclamada entre os dorameiros. Sua trama sensível e dramática tem cativado a todos, e não podemos deixar de citar que os personagens são marcantes, como a protagonista Song Hye Kyo, que teve uma preparação muito rigorosa para o papel de Moon Dong Eun. Além dela está Joo Yeo Jung, interpretado por Lee Dohyun, que está ganhando o coração de todos com sua interpretação. O ator esbanjou seu carisma também em outras produções passadas, por isso, o Café selecionou algumas delas para você relembrar ou conhecer. Leia também: "A Lição" trouxe Song Hye-kyo de volta aos holofotes! Conheça a carreira da atriz do drama 18 Outra Vez (2020) 18 Outra Vez conta a história de Hong Daeyoung (Yoon Sanghyun) e Jung Dajung (Kim Ha Neul), um casal com o relacionamento já muito desgastado pelo tempo. A situação piora quando Daeyoung é demitido de seu trabalho, então a esposa entra com o pedido de divórcio. Um dia ele acorda em um corpo de 18 anos, assim muda seu nome para Ko Woo Young (Lee Dohyun) para reviver a juventude de outra perspectiva na tentativa de reparar seus erros. O dorama é um remake do filme 17 Outra Vez. Sweet Home (2020) Nesse dorama, vários incidentes estranhos começam a acontecer na Coreia do Sul, o país começa a ser dominado por monstros e as pessoas passam a viver em estado apocalíptico. O jovem Cha Hyun Soon (Song Kang) se reúne com os outros residentes de seu prédio para tentarem sobreviver nessa nova realidade. Entre esses moradores estão Pyeon Sang Wook (Lee Jin Wook), Seo Yi Kyung (Lee Si Young) e Lee Eun Hyuk, interpretado por Dohyun. A Juventude de Maio (2021) Essa história reúne política, medicina e romance em sua trama, onde uma série de fatores leva o estudante de medicina Hwang Hee Tee (Lee Dohyun) vai até um encontro com uma potencial pretendente escolhida pelo seu pai, a enfermeira Kim Myung Hee (Go Minsi), que vai no lugar de uma amiga. No entanto, os dois acabam se interessando um pelo outro. Leia também: Além de Hospital Playlist: 5 doramas médicos para assistir Fadas da Limpeza Fadas da Limpeza, é uma comédia romântica sobre Jang Sungyeol (Yoon Kyunsang), um CEO de uma empresa que sofre com compulsão por limpeza, por isso é dono de uma empresa especializada no assunto. Ele conhece sua nova funcionária Gil Oh Sol (Kim Yoojung), que é mais despreocupada com o assunto e o ajuda a lidar com sua fobia. Projetos futuros A Lição está entrando para mais um dos grandes sucessos que Dohyun fez parte, já que a série é a mais assistida na Netflix ao redor do mundo na última semana, e está entre as mais assistidas no Brasil atualmente, após a estreia da sua segunda parte, que ocorreu no dia 10 de março. Mas além disso, a agenda do ator para 2023 está bem agitada, já que está confirmado para mais três produções. The Good Bad Mother, marcado para 26 de abril, conta a história de uma mãe que sempre viveu para cuidar de seu filho, que acaba em um acidente e sofre amnésia que o leva de volta para sua infância. Confira o trailer abaixo: Além do dorama, ele também está com o filme Pamyo, ao lado de Kim Go Eun de As Três Irmãs e Choi Min Shik de A Próxima Aposta. A produção está prevista para a segunda metade de 2023, e o k-drama Death Game, que será lançado nesse mesmo período. Animados para os projetos do ator? Conte em nossas redes sociais.
- 5 doramas musicais para quem gostou da série "Daisy Jones & The Six"
Dramas com música são clássicos da dramaland, e títulos como Do You Like Brahms? e The Entertainer fazem sucesso entre os fãs do gênero (Prime Video/KBS/Divulgação) Muitos livros de sucesso ganham espaço nas telinhas e conquistam ainda mais fãs em sua versão audiovisual. O livro best-seller Daisy Jones & The Six da autora Taylor Jenkins Reid ganhou uma adaptação e é a mais nova série da Prime Video. A história acompanha a trajetória de uma banda dos anos 1970 e conta o protagonismo de Riley Keough e Sam Claflin na versão para o streaming. Para quem está acompanhando todos os episódios da série norte-americana mas também tem um pezinho do mundo dos k-dramas, o Café com Kimchi preparou uma lista com 6 doramas musicais que falam sobre as maravilhas e desafios de se tornar um super star. Vem conferir! The Entertainer (2016) (Divulgação / SBS) Um grupo de pessoas se reúne para ter uma banda de música e confiam em uma pequena empresa para alcançar seu sonho. Shin Suk Ho (Ji Sung) trabalhava na grande indústria gerenciando nomes famosos do mundo da música, mas decide sair para abrir sua própria empresa de entretenimento. Enquanto tenta se reerguer, ele ajuda Kyle (Gong Myung), Ha Yeon Soo (Lee Tae Sun), Seo Jae Hoon (L.Joe) e Ha Neul (Kang Min Hyuk), quatro jovens estudantes que possuem talentos notáveis. Durante os 18 episódios da produção, eles contam com o apoio de Geu-Rin (Hyeri), que os incentiva enquanto enfrentam desafios na indústria e em suas vidas pessoais. O drama está disponível no Viki e no Kocowa. Leia também: Da vida real para a ficção: K-dramas com personagens idols — e que desvendam a indústria de K-pop Do You Like Brahms? (2020) Song Ah (Park Eun Bin) é aceita na escola de música de uma prestigiada universidade e decide seguir o seu sonho de ser tornar violonista, indo contra as vontades de sua família. Ela logo conhece Joon Young (Kim Min Jae), um pianista talentoso que toca o instrumento desde os seis anos de idade e é considerado um prodígio. Assim, os dois começam uma história realista de amigos que se apoiam enquanto enfrentam seus problemas pessoais e tentam quem realmente são. Você pode assistir os 16 episódios desse dorama no Viki e no Kocowa. Let Me Be Your Knight (2021) Se além de gostar dos doramas você também é fã de kpop, Let Me Be Your Knight é uma ótima pedida! O protagonista Yoon Tae In, interpretado por Lee Jun Young do U-KISS, é o líder e produtor da banda Luna. Quando o álbum mais recente do grupo se torna um fracasso total, Tae In começa a enfrentar problemas de sonambulismo e estresse. No meio dessa situação, seu caminho se cruza com o de In Yoon Joo (Jung In Sun), uma guia turística que sonha em ter sua casa própria, mas que não tem condições e nem mesmo o trabalho necessário para isso. Yoon Joo então se passa por médica, começa a ajudar Tae In com seus problemas de sonambulismo e a conviver com os outros integrantes do grupo. O dorama de 12 episódios que está disponível no Viki conta ainda com a participação de Yoon Jisung (Wanna One) e JR (NU’EST). Vai assistir? Hit The Top (2017) E se você tivesse a oportunidade de trabalhar com um ídolo da música dos anos 90? Hit The Top, ou O Maior Sucesso em seu título em português, se passa em torno de Lee Ji Hoon (Kim Min Jae) e Choi Woon Seung (Lee Se Young), dois amigos de infância que precisam lidar com a chegada da vida adulta e arrumar um emprego. Mas acontece que Ji Hoon, na verdade, quer se tornar um cantor e está inscrito no secretamente como estagiário de ídolos. A vida de ambos vira uma fantasia quando conhecem Yoo Hyun Jae (Yoon Si Yoon), um ídolo de sucesso dos anos 90 que acidentalmente viajou no tempo e foi parar no ano de 2017. Juntos eles eles decidem ir atrás de seus sonhos como artistas. O drama que conta ainda com a participação do ator em ascensão Cha Eun Wo, possui 32 episódios e está disponível para maratonar no Viki. Page Turner (2016) Duas vidas conectados por um acidente que transforma suas trajetórias. Lançado em 2016, este mini drama de apenas 3 episódios é estrelado pela atriz Kim So Hyun (conhecida por seu papel em Love Alarm), que interpreta Yoon Yoo Seul, uma pianista talentosa que sofre um acidente que pode comprometer sua capacidade de voltar a tocar o instrumento. Já Jung Cha Sik (interpretado por Ji Soo) é um atleta que corre o risco de não poder mais competir após sofrer um grave acidente. Ambos precisam se adaptar e ressignificar suas vidas para seguir seus sonhos em meio às dificuldades. Você pode assistir a essa breve história no Viki. Leia também: 10 dramas de fantasia histórica para quem gostou de "Alquimia das Almas" Qual desses dramas coreanos te deixou mais curioso para assistir? Siga o Café com Kimchi nas redes sociais e conte para a gente!
- Conheça "Our Dating Simulation", novo dorama BL que se passa em uma start-up de jogos
Com oito episódios, o mais novo BL coreano está conquistando o público pela boa produção e seus momentos fofos; saiba mais (Reprodução/ Google) O ano de 2023 só está no começo e já está repleto de séries do estilo BLs (Boys Love) — não só na península coreana como em diversos países. Alguns exemplos disso são a 2ª temporada de Utsukushii Kare e The End of the World, With You do Japão, My School President e Moonlight Chicken da Tailândia e também Individual Circumstances da Coreia. E vem mais por aí! Um dos novos BLs coreanos é Our Dating Sim (ou Nossa Simulação de Namoro), que começou a ser exibido em 9 de março e terá 2 episódios semanais lançados pelo Viki Rakuten, totalizando 8 episódios no final. A previsão de término é para o dia 30 de Março. Mesmo em tão pouco tempo, o K-Drama BL já conquistou os telespectadores, e a produção tem sido elogiada nas redes sociais assim como os momentos fofos da série. Leia Também - 5 doramas musicais para quem está assistindo a série Daisy Jones & The Six Qual a sinopse de Our Dating Sim? Em Our Dating Sim, conhecemos a história de Lee Wan (Lee Jong Hyuk) e Shin Ki Tae (Lee Seung Gyu), dois melhores amigos quase inseparáveis na escola e que também estavam sempre juntos fora da sala de aula. Um dia, Lee Wan percebe que se sente atraído por Ki Tae e que deseja começar um relacionamento romântico com ele; mas, quando ele finalmente toma coragem e confessa seus sentimentos ao amigo, o choque de Ki Tae faz com que os dois se separem de uma maneira nada feliz. Sete anos depois, os dois estão tentando iniciar seu caminho no mercado de trabalho. Ki Tae se tornou um gerente intermediário em uma start-up de jogos, sendo um ás da programação. Já Lee Wan se tornou um ilustrador aguçado. Os ex-melhores amigos voltam a se encontrar quando a empresa de Ki Tae abre uma vaga de emprego para ilustrador de um jogo novo com tema de namoro, e Lee Wan se candidata para o trabalho. Como será este reencontro? Só assistindo à série para saber! O elenco e produção de "Our Dating Sim" (Reprodução/ Google) Os atores Lee Jong Hyuk e Lee Seung Gyu estrelam a produção nos papéis principais de Lee Wan e Ki Tae respectivamente. Eles já atuaram juntos anteriormente no webdrama User Not Found (2021). Em um papel menor, como Lee Yeon, está a atriz Kim So Young, que já atuou em The Guest (2018) e em Money Heist: Joint Economic Area (2022), a versão coreana da série La Casa de Papel. Junta-se a ela Yu Seong Yong como o Produtor Ahn; Seong Yong já atuou em Weak Hero Class (2022) e Love in Sadness (2019). Além disso, o drama foi dirigido pela diretora estreante Lim Hyun Hee. Leia Também - Vingança é um prato que se come frio? Conheça "Pandora", novo thriller do Disney Plus Mais lançamentos de K-dramas boys love em março: Unintentional Love Story Unitentional Love Story conta a história do Jin Won Young (Gongchan), que quer conseguir seu emprego de volta e, para isso, vai atrás do artista favorito de seu chefe, que vive em uma cidade remota. Conforme conhece melhor o Yoon Tae Joon (Cha Seo Won), o protagonista passa a a questionar sua motivação. O dorama começou a ser exibido em 17 de março e irá terminar no dia 14 de abril. All the Liquors Han Ji Yu (Kim Jun Hyung) trabalha na equipe de marketing de uma empresa de licor. Um dia, ele é chamado para uma colaboração com o restaurante do Park Ki Hoon (Won Do Hyun), porém, os dois tem ideias muito diferentes de trabalho. Na pegada de enemies to lovers, o BL teve início dia 2 de março e terminará no dia 23 de março. The Eighth Sense The Eighth Sense é um drama de romance universitário que aborda a confusão de sentimentos particulares a este período período da vida, com relação ao amor e a vida em si. Sua estreia está prevista para o dia 29 de março. Com 10 episódios, o elenco é composto por Im Ji Sub e Oh Jun Taek. A Shoulder to Cry On Após o adiamento por conta das polêmicas nos bastidores, o BL protagonizado por membros do grupo de K-pop OMEGA X finalmente ganhou uma nova data de lançamento. A exibição de A Shoulder to Cry On terá início no dia 14 de março, com previsão de término no dia 29 de março. Na trama de enemies to lovers, Jo Tae Hyun (Shin Ye Chan) persegue e perturba Lee Da Yeol (Kim Jae Han). Seria isso uma forma de esconder seus sentimentos? Para qual desses BLs você está mais ansioso pela estreia? Conta para o Café Com Kimchi no nosso Twitter e Instagram! Leia Também - De dietas a tensões no set, como Song Hye-kyo se preparou para o K-drama "A Lição"?
- [Entrevista] BÉBE YANA fala sobre sua relação com a música pop no lançamento de "64"
Artista solo retorna neste mês de março após sua ascensão com "Space Mulan", iluminando a cena do hyper pop na Coreia do Sul A música pop sul-coreana é plural como qualquer outro mercado fonográfica no mundo. Para além da primeira camada do K-pop, gêneros se misturam e incorporam o eletrônico, o r&b, o hip hop e mais numa teia de lançamentos; e a solista Bébe Yana faz parte do espectro de artistas que representam uma geração que experimenta, se desafia e leva à audiência projetos que merecem o mainstream. 64, o mais novo single de Bébe lançado nesta segunda-feira (20), é a prova disso. Após estrear no K-pop com o girlgroup EVOL, Bébe passou a trilhar o caminho solo a partir de 2017, desenvolvendo seu estilo que incorpora a new wave, o hyper pop e o drum & bass. E em 2022, a discografia da artista atingiu um novo patamar com o impressionante Space Mulan, EP de cinco faixas que trouxe a cantora ainda mais para os holofotes de novos ouvintes. Se você gosta de nomes como Charli XCX, Shygirl, A.G. Cook e Hannah Diamond, Bébe Yana é a próxima artista que precisa constar em suas playlists — o futurismo de seu trabalho leva para fora da Coreia a cena alternativa da música eletrônica que se faz presente no país. Leia também - XG: Conheça o "Xtraordinary Girls", girlgroup japonês que tem chamado atenção dos fãs de K-pop Agora, a também compositora retorna com um release à altura dos projetos que fez até então, com produção do DJ coreano KHYO, que trabalhou anteriormente com o grupo WayV e solistas do K-hip hop como Woo e Mokyo. Bébe Yana pode ser considerada representante de um novo movimento underground na Coreia do Sul, e o Café com Kimchi falou com a artista a respeito de suas inspirações, gostos musicais e objetivos com sua arte; além de ter tido a oportunidade de ouvir a música 64 de antemão! Veja a capa oficial de 64 a seguir, e confira a entrevista exclusiva com Bébe Yana logo abaixo: Bébe Yana: "meu objetivo principal é criar algo que faça os outros se sentirem livres." Café com Kimchi: Antes de tudo, obrigado por aceitar nosso convite, Bébe. Primeiro, nos conte um pouco sobre quando e como você começou a se interessar por música, tanto em cantá-la quanto criá-la. Quando você percebeu querer ser uma artista? BÉBE YANA: Eu cresci ouvindo diferentes tipos de músicas, influenciada pelos meus pais, e fui introduzida à música ao aprender a tocar violino aos cinco anos. Então acho que sempre fui cercada por música. Até hoje, dançar e cantar são meus maiores prazeres, então a ideia de querer me tornar uma artista veio naturalmente. Adentrar a indústria como membro de um girlgroup de K-pop foi quando aprendi a criar música, e continuo a desenvolver minhas habilidades desde então. Depois que você decidiu ser uma artista solo e continuar a buscar uma carreira, quais objetivos você colocou para si mesma? Que tipo de música decidiu fazer, e o que você quer contar por meio de suas composições? Acho que hoje, eu quero experienciar muitos momentos especiais. Meu objetivo principal é fazer músicas que sejam experimentais, divertidas, e criar algo que faça os outros se sentirem livres, e isso também se aplica às composições. Apesar delas serem mais inspiradas no amor, eu foco mais em fazê-las soarem "livres" e legais. A respeito dos gêneros musicais que você gosta mais, o que você curte ouvir? Quem são seus artistas favoritos hoje, tanto da Coreia do Sul quanto de fora? Eu geralmente ouço mais música eletrônica. Recentemente, eu estou numa vibe mais calma e tenho ficado obcecada com uma artista chamada ELIZA. E onde você consegue inspiração para o seu trabalho? Como você se inspira para moldar sua produção através da música? Acho que sempre é diferente. Eu pessoalmente prefiro focar no momento, nas histórias que tenho no presente, nas emoções pelas quais estou passando. Na maior parte do tempo, a fonte vem do que me cerca. Eu também faço várias anotações que às vezes me ajudam a lembrar de certas memórias. Sobre os gêneros musicais outra vez, nós podemos ver toques de hyper pop, EDM e R&B em suas músicas e visuais. Esses tipos de música te permitem ser mais criativa do que o cenário pop mais genérico? Sim, eu acho. Eu gosto de ouvir canções pop mais usuais também. Mas quando o quesito é me divertir e experimentar com isso ou aquilo, acho que esse é o maior ponto forte que a música eletrônica possui. Leia também esta review - Crítica: TWICE retorna mais potente do que nunca com "SET ME FREE" Depois de seu último EP, Space Mulan, o público espera novas músicas suas! O que podemos aguardar de Bébe Yana em 2023? Meu EP foi uma boa introdução ao que eu quero representar como uma artista. Com base nisso, eu quero tentar novos sons, diferentes tipos de gênero, e só curtir com a música. Você acha que seu novo single, 64, será seu melhor lançamento até agora? Como ele será? Particularmente acho que minha nova canção é a mais dinâmica até então. Eu quis mostrar uma perspectiva diferente, algo mais "sônico". Deixe eu te dar um exemplo. Sabe quando há certas peças de arte que são uma coisa, mas que podem ser algo diferente quando você foca em pontos diferentes delas? Acho que 64 é assim, e quando você sacar o que me refiro, poderá se divertir muito ouvindo ela. E como tem sido para você criar novas músicas este ano? Haverá mais elementos "dinâmicos" introduzidos no meu trabalho agora, e mal posso esperar para mostrar a vocês! E sobre parcerias? Há algum artista com quem você deseja colaborar em algum momento? Na Coreia ou fora. Quando se trata de colaborações, há muitas que sonho em fazer. Se eu tivesse que escolher apenas um músico no mundo, seria Pharrell Williams. Descreva o seu trabalho de três formas, para alguém que acabou de conhecê-lo. Y2K, experimental, e "Space Mulan". E por último, mas não menos importante: o que a música significa, como um conceito e espaço de liberdade e criatividade, para Bébe Yana? Significa "vida" para mim. É a coisa que mais me motiva, que me cerca e que me representa. Escute 64 de BÉBE YANA logo abaixo, no YouTube e no Spotify: Gostou da entrevista? Não se esqueça de acompanhar o Café com Kimchi também nas redes sociais!
- [Crítica] TXT cai em tentação com álbum "The Name Chapter: Temptation" e mostra que está evoluindo
Comeback foi lançado na sexta-feira (27), e apresenta o quinteto da HYBE com estilo mais maduro ainda em formação É certo falar que o TXT tem surpreendido a quarta geração do K-pop a cada lançamento. Coreografias bem sincronizadas, músicas que destoam da maioria dos boygroups e visuais que chamam a atenção são itens presentes, e tudo isso retorna agora. No dia 27 de janeiro, o TXT fez seu primeiro comeback de 2023 com The Name Chapter: Temptation, mini álbum que volta a explorar a angústia jovem; dessa vez no que diz respeito a expectativas, sonhos e desejos. O lançamento é mais uma adição ao coming of age do TXT. A cada release, o quinteto formado por Soobin, Taehyun, Beomgyu, Yeonjun e Hueningkai expande os assuntos juvenis abordados em suas canções, e The Name Chapter: Temptation recebeu a função de falar a respeito do medo do futuro, e como abandonamos a inocência e vontades da infância conforme nos deparamos com o mundo real. Em cinco músicas, o TXT é capaz de transmitir tal mensagem. Leia outra review do grupo: TXT nos convida à inconsequência juvenil com "Good Boy Gone Bad" O mini álbum começa com Devil by the Window, faixa que inicia a jornada dos cantores na busca pela realização de seus desejos, mas que logo são enganados por demônios. A canção bebe da água do que o TXT tem feito em seus últimos lançamentos, que foi divulgar trabalhos influenciados pelo pop rock (aqui em menor intensidade). A música pode facilmente se tornar uma fan favorite, além de ter sido escolhida para promoção junto da title. Contudo, a faixa principal de The Name Chapter: Temptation surpreende o ouvinte logo nos primeiros segundos. Sugar Rush Ride, title track que ganhou um MV recheado dos melhores visuais do TXT até então, parece um comeback de verão fora de época; o que não é um demérito. A canção energética possui um refrão que quebra a expectativa de um drop eletrônico potencialmente exagerado, e coloca o quinteto numa maré de olhares sensuais para a câmera e passos mais marcados. Talvez essa não seja a melhor title lançada pelo TXT até hoje, mas cumpre o papel de fazer os fãs caírem na tentação de ficarem obcecados pela quantidade de pele exposta no figurino. Há um salto aparente entre o TXT de poucos anos atrás e o de agora. O estilo hippie chic nas roupas escolhidas para o grupo combina com os cenários paradisíacos do MV, como se o espectador fosse levado para um lugar remoto no qual o boygroup da HYBE é a tentação a ser combatida. Além do mais, as transições entre o ingênuo e o sexy no videoclipe não se tornam enfadonhas, fazendo com que o TXT consiga subir mais um passo na escadaria de um conceito mais maduro e sensual — sem que isso se torne forçado ou "roubado" de grupos que realizam tal concept de maneira mais agressiva. Um pouco de bossa nova e reggaeton também aparecem no comeback do TXT Mas voltando às músicas em si, Happy Fools foi uma ótima escolha para manter o estilo summery de The Name Chapter: Temptation. A parceria com a cantora de hip hop Coi Leray é um acerto do TXT para o disco, e a canção entra para a lista de músicas de K-pop inspiradas no ritmo da bossa nova. Na letra, em contraposição às primeiras duas músicas da tracklist, o eu lírico procura aproveitar o que ainda resta de sua juventude, e ilumina um lado mais positivo de sua vida em constante mudança — mesmo que a maioria das pessoas o enxergue como inconsequente. Quer mais do TXT? Então leia - “Minisode1: Blue Hour”: TXT mostra crescimento musical e oferece esperança em meio a solidão Tinnitus (Wanna be a rock), por outro lado, retorna para as consequências do envelhecimento, sendo uma delas a solidão. Sonoramente, talvez seja a canção mais "fraca" do mini álbum do TXT. Porém, sua batida com base no reggaeton ajuda com uma atmosfera mais dançante e menos melancólica que os lyrics. E por fim, a música Farewell, Neverland surge como a mais diferenciada de todo o comeback, fechando o disco do TXT com chave de ouro. O violão acompanha o fim da jornada do herói proposta em The Name Chapter: Temptation, quando o boygroup deve enfim abandonar o mundo dos sonhos e imaginação e retornar ao mundo real em que todos estão crescendo. Fazendo referências à história de Peter Pan, Farewell, Neverland deixa um gosto de "quero mais" dentro de um mini álbum que poderia ser maior com total facilidade. A HYBE poderia ter pesado menos sua mão de ferro na hora de montar uma tracklist tão curta em um conceito tão interessante para o quinteto. O TXT está crescido, e não estamos preparados para o que está por vir The Name Chapter: Temptation coloca o TXT num patamar acima dentro de sua própria discografia. Claro, será difícil o grupo superar fortes lançamentos como Anti-Romantic e Lovesong (I Know I Love You) tão cedo, mas o disco com a inédita Sugar Rush Ride é perfeito para abordar assuntos além do amor jovem, e colocar sob os holofotes um tipo de angst que tantos adolescentes enfrentam no linear entre a juventude e a maturidade. E o TXT, como já dito acima, está ficando bem diferente. Não só pelos visuais mais avassaladores como também em relação à discografia que está sendo formada, com músicas cada vez mais interessantes e produzidas com bastante qualidade. (HYBE/Reprodução) Agora na casa dos vinte anos, o boygroup parece estar atrás de novos conceitos para explorar, mesmo que o estilo dreamy e boy crush ainda não seja abandonado tão cedo. Pouco a pouco, o TXT fará com que os fãs caiam cada vez mais em tentação — seja pelas músicas que ficam grudadas na cabeça, ou pelos penteados e figurinos cada vez mais ousados e delicadamente conquistadores. E não dá para negar que o TXT é, na quarta geração, um dos atos mais proeminentes e interessantes de se acompanhar entre os grupos masculinos. Leia também - NewJeans: Após impactar o K-pop em 2022, o que esperar de "OMG", o primeiro comeback do grupo & seu futuro? Enquanto os garotos deixam seus sonhos de lado para ingressarem no universo dos adultos, e tentam não cair nas tentações que um mundo de possibilidades pode proporcionar, o público acompanha o TXT em sua caminhada para um conceito amadurecido e, quem sabe, provocativo. O álbum The Name Chapter: Temptation é uma porta de entrada para o crescimento artístico do boygroup, que se desenvolve para coreografias cada vez mais legais e suspiros tirados dos fãs atrás das telas. Se o TXT é o epicentro de alguma terra de sonhos, muitos nunca mais vão querer sair dela. Escute The Name Chapter: Temptation abaixo: Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- [Crítica] Após sucesso de "Poppy", STAYC retorna com "Teddy Bear" e dose extra de fofura
Novo álbum repete a fórmula do lançamento anterior e avança na definição da essência do grupo; confira a review (Divulgação/ High Up Ent.) Poucos grupos de K-pop geraram uma expectativa tão grande para o seu próximo comeback quanto o STAYC. Isso porque, no final do ano passado, o ato da High Up Entertainment emplacou um sucesso improvável e gigantesco: o hit Poppy no idioma japonês. Desde então, a volta do grupo feminino foi cercada de especulações que iam das mais otimistas às pessimistas — afinal, como superar uma música que rompeu a barreira do idioma e agradou tanto aos fãs? A resposta é clara: repetindo a fórmula. No single álbum Teddy Bear divulgado na manhã da última terça-feira (14), as meninas do STAYC apostaram em mais fofurices para o videoclipe da title homônima. Na produção, o grupo formado por J, Sieun, Seeun, Isa, Sumin e Yoon disputam biscoitos de ursinho, jogam videogames e bagunçam em uma sala de estudos. Tudo isso, é claro, em meio a muita pelúcia rosa e takes divertidos e cheios de efeitos — uma marca registrada do sexteto desde o debut. Confira o MV abaixo. Leia Mais: We Need Love: StayC reafirma versatilidade e entrega o que o verão precisava Chicletão, no bom sentido Comparações são inevitáveis, então vamos direto a elas: A faixa-título é menos infantil que Poppy, o que é, de certa forma, um trunfo. Por outro lado, ela mas exige do ouvinte um tempo maior para se fazer compreensível. Caímos, portanto, na máxima que vem dominando a indústria — é preciso ouvir a musica mais de uma vez para gostar. Mas Teddy Bear vale o investimento. À segunda escuta, a faixa já conquista e deixa clara sua razão de ser. Apesar da referência mais recente ser o debut japonês, Teddy Bear retoma ainda os pontos fortes de um outro lançamento icônico do grupo: ASAP. O refrão sintetizado e carregado de pop dance traz uma vibe caricata para música. Poderia ser uma cartada enjoativa, mas não quando ela pertence à discografia do STAYC, que sabe brincar com essa pegada chiclete como nenhum outro grupo da sua geração. Leia Mais: RUN2U: Versatilidade e brilho marcam o retorno do STAYC com o novo álbum YOUNG-LUV.COM Em Teddy Bear, vale ainda destacar a coreografia. Apesar de não dominar o MV, ela aparece em momentos precisos e suficientes para encantar os fãs, em especial aqueles mais devotos que adoram aprender os movimentos e reproduzir em casa. Descomplicada e com gestos que reforçam o conceito fofo da faixa (como as orelhas de ursinho), a dança é um charme à parte e um convite para acompanhar as promoções do grupo, tais como stages e dance practice. O álbum Teddy Bear é composto por mais uma faixa: Poppy — sim, Poppy — que foi relançada em coreano e divulgada no formato de performance video. Ela serviu como um esquenta para o single principal, e mesmo quem se acostumou a ouvir a faixa em japonês não estranhou a versão cantada em coreano. Música boa é assim mesmo: não importa o idioma, ela sempre irá cativar. Leia Mais: Um Ano de STAYC Girls: Relembre os principais lançamentos do grupo Sucinto e representativo Afinal de contas, Teddy Bear superou Poppy? Sim e não. Musicalmente, Poppy ainda é superior, mais viciante e ganha pontos por seduzir de imediato, de primeira. Além disso, Teddy Bear peca pela concisão — é um álbum de apenas duas faixas, sendo apenas uma inédita. Por fim, as escolhas que tornam a novidade excelente também expõem uma certa redundância nos lançamentos do STAYC. Não são exatamente "mais do mesmo", mas revelam a preferência por um caminho confortável. Teddy Bear supera o lançamento anterior, porém, ao exprimir a essência do grupo feminino de uma forma direta. Basta olhar uma vez para identificar o crescimento e a capacidade de adaptação do sexteto, que foi de um debut potente para estéticas mais suaves, e agora, mais do que nunca, mostra que se encontrou. Poppy foi uma aposta fofa; Teddy Bear é o STAYC sem tirar nem pôr. Daqui para frente, o desafio será achar o equilíbrio entre essa autenticidade e inovação. Nota: Vale lembrar que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre uma obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui! E não esqueça de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- [Crítica] TWICE retorna mais potente do que nunca com "Set Me Free"
A faixa principal de "Ready To Be" ganhou versões em coreano e inglês, e a apresentação de estreia do novo álbum ocorreu na TV americana (Divulgação / JYPE) Para um grupo que está no topo desde 2016 com "Cheer Up" e que ainda tem muito — muito mesmo — para apresentar, é difícil definir é qual a era de maior destaque na carreira do TWICE; porém, a temporada atual é uma forte candidata ao título de ápice do girlgroup. Na última sexta-feira (10), o ato da JYP Entertainment tornou o momento atual ainda mais memorável com o lançamento do álbum "READY TO BE." Antes de falarmos do álbum, vale contextualizar: no início do mês, o grupo recebeu o título de Artista Revelação (Breakthrough Artist) no Billboard Women in Music, tornando-se o primeiro grupo de K-pop a conquistar esse prêmio. Todas as nove membros estiveram presentes na premiação, que ocorreu em Los Angeles, em 1º de março. No evento, o TWICE ainda apresentou o pré single em inglês "Moonlight Sunrise," divulgado em fevereiro. Agora, o single está enfim disponível junto à sua coletânea completa. "Ready To Be" possui sete faixas, das quais são duas assinadas pela membro Dahyun. Este é o primeiro trabalho do grupo desde BETWEEN 1&2, lançado há cinco meses. Quer descobrir o que o Café com Kimchi achou de cada música no novo álbum? Confira a crítica após a publicidade. Dançante e descomplicada SET ME FREE, a faixa título do novo álbum, é impactante tanto no âmbito sonoro como no visual. Na primeira esfera, o destaque vai para a introdução da faixa, com o bass marcado que não permite que o ouvinte divida sua atenção com outros elementos. Há um toque de retrô em toda a construção da faixa, mas nada que ameace a sua fluidez ou a torne saturada. Porém, a falta de rimas fora do refrão incomoda um pouco, mesmo que este artifício não seja tão importante no K-pop como é para outros gêneros. No videoclipe, as integrantes Nayeon, Jeongyeon, Momo, Sana, Jihyo, Dahyun, Chaeyoung, Mina e Tzuyu protagonizam cenas alucinantes, dirigindo carros esportivos, dançando em outro planeta e até explodindo um cinema — um daqueles cinemas antigos, com letreiro neon, reafirmando a pegada vintage na faixa. A coreografia coloca em foco o gesto de romper uma algema imaginária, que combina com a letra da música ("me liberte", em tradução literal). Confira a produção abaixo. Apesar de intensa, a faixa título é uma aposta segura do grupo, sem grandes inovações; até o gesto chave da coreografia já foi usado e reusado diversas vezes no K-pop. A missão de apresentar algo diferente, então, recaiu sobre o pré-single MOONLIGHT SUNRISE, que faz isso com excelência. Mesmo cantada em inglês, a faixa de EDM consegue traduzir muito da essência do grupo. Viciante, sensual e com o melhor rap dentre as sete músicas no álbum, o single explica em si só as mais de 70 milhões de visualizações no Youtube. Confira o MV abaixo. B-sides em evidência Aquele pezinho no retrô volta na introdução de GOT THE THRILLS, a terceira faixa do álbum. O pré-refrão é o ponto alto, com os vocais divinos da Jihyo que ganham realce no trecho com a velocidade reduzida. Na da segunda metade, a música chega perto de pecar pelo excesso de informação; nesse sentido, a ponte iniciada pela Mina seguida do refrão isolado na voz da Nayeon faz um trabalho fundamental para resgatar o equilíbrio e a qualidade melódica do início. BLAME IT ON ME, escrita por Dahyun, rivaliza com a title como a intro mais potente do álbum — e ela leva vantagem por flertar com os acordes do rock. Com o avançar da faixa, é impossível que ela não conquiste mesmo os ouvintes mais exigentes. Os versos instigantes que antecedem o refrão e a repetição da sequência intacta na segunda estrofe trazem uma coerência à sua construção que é muito bem-vinda. Uma b-side para ouvir em loop! WALLFLOWER começa tímida e não se dá muito por ela a princípio, mas, assim como a anterior, temos aqui uma hidden gem, isto é: uma joia escondida no álbum. Com o avançar do instrumental e dos vocais repletos de leveza, a faixa vai ganhando forma — e que forma! Ela brinca com elementos sutis de electro, mas sem descaracterizar o pop mais sóbrio e menos bubblegum no qual o grupo vem se especializando nos últimos anos. Acaba se sobressaindo no conjunto justamente por ser simples e fazer valer a máxima de "menos é mais." Os acordes de rock voltam em CRAZY STUPID LOVE, também escrita pela Dahyun. Aqui é oportuno aclamar a sequência das canções, a minúcia no ordenamento do álbum que soube como valorizar cada música individual e também coletivamente. Esta é outra faixa que poderia ser resumida na expressão impactante, com ritmo bem marcado somado à qualidade no vocal das integrantes. Ela "encerra" o álbum de um jeito melancólico, realocando expectativas para os próximos trabalhos do grupo. A última música do álbum é a versão em inglês da title, SET ME FREE. É preciso dar o braço a torcer: a versão em inglês consegue superar a coreana, pois rimas acertadas fazem toda a diferença no primeiro e segundo trecho da faixa. É difícil fazer essa avaliação em se tratando de um gênero tão singular como o K-pop, que luta contra uma espécie de imperialismo musical por conta de referências externas. Mas, se serve de consolo, o grupo debutou a faixa no programa americano The Tonight Show Starring Jimmy Fallon e cantou a versão coreana. Em suma, READY TO BE honra o nome que estampa suas versões físicas mostrando que o TWICE está "pronto para ser" o que bem entender. Com longos anos na indústria, o grupo feminino já não precisa mais provar nada a ninguém, está livre para trafegar nos conceitos que lhe favorecem e, mesmo na zona de conforto, surpreender pela capacidade de se superar. E você, o que achou do lançamento do TWICE? Conta pro Café com Kimchi nas nossas redes!
- [Crítica] Ídolo dos ídolos, KAI transborda sensualidade em "Rover"
Em seu terceiro ato solo, membro do EXO acha o equilíbrio entre inovação com toques latinos e a celebração da sua carreira na indústria (Divulgação/ SM Ent.) Na última segunda-feira (13), o KAI fez seu tão aguardado comeback com o mini álbum "Rover". O lançamento conta com seis músicas inéditas, além de um music video para a faixa principal, também chamada de "Rover." Neste que é seu terceiro ato solo, o membro do EXO mostrou mais das suas cores únicas que lhe renderam o apelido de "ídolo dos ídolos", dada a sua popularidade entre outros artistas de K-pop. No videoclipe para a title, KAI muda de identidade diversas vezes, mas sem perder o gingado! Como de praxe, a coreografia permanece em evidência na produção mesmo com a mudança improvável de cenários — de um salão de beleza retrô ao palco de um teatro luxuoso. Confira o MV abaixo e, após a publicidade, um pouco mais do que o Café Com Kimchi achou da novidade faixa a faixa. Para a faixa principal, Kai trouxe uma salada de referências internacionais. A sample é do produtor romeno Monoir e interpretada originalmente pela cantora búlgara Dara; mas a sonoridade que sobressai é, sem dúvidas, a latina. "Rover" é envolvente do início ao fim, com um refrão que gruda na cabeça e versos dançantes. A faixa ainda exemplifica algo que é cada vez mais tangível no K-pop: os produtores estão de olho na música latina. A segunda música, "Black Mirror", parece ocupar a vaga deixada por Vanilla no álbum Peaches, lançado por KAI em 2021. É a faixa menos coerente à primeira escuta — ou mais diferentona, como preferir —, mas, com o avanço da introdução, sua assimetria se torna um charme à parte, potencializando o KRNB luxuriante no qual as notas se amparam. Ela também complementa a pegada sexy da faixa anterior, mostrando que seu lugar no álbum é estratégico. Em termos de sensualidade, o álbum atinge seu ápice na terceira música: "Slidin'". Novamente com um KRNB lento, KAI explora a suavidade da sua voz nesta faixa que possui momentos de impacto pontuais e extremamente assertivos. Escutando-a na sequência do álbum, o ouvinte pode ter a impressão de "lugar comum", comodidade ou até pouca inovação; porém, descartada das faixas que a antecedem, a música se reveste de um potencial inédito, figurando até entre as melhores faixas do KAI desde o seu debut como solista em 2020. Leia também - 5 anos de debut solo de Lay: Como a carreira do solista evoluiu desde o álbum Lose Control? Mais "latinidades" Desde o seu anúncio, "Bomba" despertou a expectativa e a curiosidade dos fãs na América Latina, e apesar do resultado final dividir opiniões — há quem ame, há quem odeie —, é preciso elogiar o KAI por se jogar de cabeça nesse projeto repleto de referências latinas. Bomba é uma faixa autêntica, carismática e alinhada ao que foi proposto em seu teaser (abaixo). Ela combina com o conjunto do álbum e se prova uma adição valiosa à coletânea na ponte desacelerada. Se até aqui o KAI inovou, em "Say You Love Me" o solista está mais próximo das canções que compõem seu primeiro álbum de estúdio, sobretudo "Amnesia." A faixa desperta nostalgia, é clássica e tem aquele quê de um KRNB raiz e instigante, além de muita sedução. Apesar das inovações serem bem-vindas, é inegável que aqui vemos a imagem do KAI como idol, o que ele faz de melhor e também o que exprime fielmente a sua essência artística. "Sinner" encerra o álbum em um ritmo mais lento e novamente mais familiar ao estilo que o KAI domina. É uma música suave e que, como se brincasse com o próprio título ("pecador" em português), faz uma remissão acerca das músicas mais agitadas. É o timing de se despedir, e o solista faz isso abusando de um timbre melódico que deixará todos morrendo de saudades. Felizmente, essa despedida deve ser curta — a priori, o KAI está confirmado para o comeback do EXO agendado para o verão coreano. Uma viagem a novos destinos (estilos) sem tirar o pé do chão "Rover" parece ser um experimento no qual o KAI prova da sua versatilidade, buscando novos estilos — com destaque para a sonoridade latina — sem abandonar aqueles elementos que já são intrínsecos à sua personalidade artística. De certa forma, ele já havia feito uma viagem similar em "Peaches", porém, resgatando elementos musicais tradicionais da cultura coreana. Agora, KAI aprendeu que dá, sim, para ir mais longe, e este novo álbum é mais um trabalho que justifica o apelido que ele recebeu após dez anos na indústria — ídolo dos ídolos. O que você achou de "Rover" do KAI? Conte para o Café no nosso Twitter e Instagram!










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