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  • THE STAR SEEKERS: O que você precisa saber sobre o webtoon do TXT?

    Com lançamento marcado para 16 de janeiro, o novo projeto do boygroup da HYBE é uma aventura que mistura fantasia e realidade (Reprodução/LINE & HYBE) As webtoons - quadrinhos digitais - são uma sensação na Coreia do Sul, principalmente, após a alta demanda de adaptações audiovisuais. A HYBE prova que os quadrinhos ainda podem se expandir mais ao uni-los com a música. Entre o novo projeto está o The Star Seekers, destinado ao TOMORROW X TOGETHER, também conhecido como TXT. A trama mostra Yeonjun, Soobin, Beomgyu, Taehyun e Hueningkai inseridos em uma ficção no dia 16 de janeiro. A obra está inclusa na coleção de quatro HQs e web novels desenvolvidos para mais dois agenciados da empresa: 7 Fates: Chakho do BTS e Dark Moon do ENHYPEN. Além do Crimson Heart, que até o momento não é destinado a um artista específico. Apesar do anúncio em novembro, a história de The Star Seekers (TSS) acompanha o quinteto desde o debut e ainda há muito para saber sobre o universo construído para o TXT até o dia da estreia. Leia também: Nevertheless na Netflix: Conheça a webtoon que deu origem ao dorama e saiba onde ler Anúncio e Divulgação A HYBE revelou, por meio de uma transmissão do Community Briefing, os planejamento para os três boygroups: BTS, ENHYPEN e TXT. Dessa forma, o público foi informado sobre os novos conteúdos para o trio em 2022, em parceria com a Naver Webtoon - plataforma de quadrinhos digitais -, como o The Star Seekers. A conta THE STAR SEEKERS by HYBE (@THESTARSEEKERS_) abriu oficialmente no começo de novembro, com uma prévia que pouco revela sobre o rumo da história, junto com uma imagem do quinteto. Somente em janeiro as divulgações começaram de verdade, com o cronograma de publicações e um vídeo introdutório. Dessa vez, a produção elaborada agrega mais detalhes fantasiosos, além de novas fotos individuais e em grupo. A divulgação dividiu as imagens conceituais em cinco temas: The Star Seekers, Star One, Boys of Destiny, Five Boys e Together. Para completar, o Story Film — breve vídeo de apresentação da história — agrega mais uma grande produção ao projeto, cada personagem é apresentado em um ambiente similar a uma escola de magia. O universo de The Star Seekers Na história da webtoon, um grupo de K-Pop vive em um mundo mágico, onde a realidade e a fantasia coexistem. O quinteto deve se unir para lutar contra os segredos em torno da queda do mundo. Assim, ficção e o real se misturam com os elementos fantásticos, como animais imaginários e performances mágicas. As fotos de Boys of Destiny e Five Boys se destacam ao apresentar as posições e nomes dos integrantes na ficção. O Soobin é o arqueiro chamado Soule, Yeonjun é o cavaleiro Eugene, Beomgyu é o druida Viken, Taehyun é o mago Taho e, por fim, Hueningkai é o invocador Avys. Pode-se dizer que as funções de cada membro se assemelham com as de um jogo de RPG. A série será publicada nas plataformas Naver Webtoon, LINE e Wattpad, com capítulos semanais, porém, não há informações a respeito da quantidade. Além disso, o conteúdo é pago, com exceção do primeiro capítulo. A trama estará disponível em 10 idiomas, na versão em quadrinho e webnovel. (Reprodução/HYBE) Leia também: Yumi's Cells: Dorama baseado em webtoon explora as emoções no estilo "Divertidamente" O projeto não é uma novidade para o fandom do TXT. Anteriormente, o TSS era conhecido como TU ou +U, abreviação para TOMORROW X TOGETHER Universe. A trama é um quebra-cabeça para os Moas, logo, há expectativas para que partes das dúvidas que são discutidas entre eles, sejam respondidas agora. O +U antes da webtoon Desde o debut em março de 2019, o TXT desenvolve o +U. Para apresentá-lo, a última música dos álbuns - com exceção de Magic Island - são escolhidas para integrarem a narrativa. São elas: Nap of a Star (TDC: STAR), Magic Island (TDC: MAGIC), Eternally (TDC: ETERNITY) e Frost (TCC: FREEZE). As canções em questão recebem uma produção mais elaborada e, por vezes, ultrapassam o tempo de um Music Video normal. Por exemplo, o Eternally possui 20 minutos de duração. O foco se distancia da música e passa a ser mais nas cenas construídas. O grupo é conhecido por abordar tópicos específicos em suas músicas, os quais também são temas do universo, como: autoaceitação, amizade e exclusão. Vale lembrar que a webtoon não é o primeiro contato que os fãs têm com o novo nome do +U. Em abril de 2021, meses antes do grande anúncio da HYBE, os fãs foram surpreendidos com The Doom's Night, uma animação de 10 minutos que cruza com a premissa do quadrinho e mostra pontos não vistos nos MV de +U. Na abertura é possível ver a logo do TSS. A partir disso, para tornar mais fácil a identificação de fragmentos que compõem a narrativa, os trabalhos passaram a ser acompanhados pelo selo “The Star Seekers”. Porém, é importante frisar que nem todos o possuem, mas ainda assim estão relacionados. Como é o caso do minisode1:Blue Hour, EP de outubro de 2020, que não está oficialmente inserido, mas possui certos pontos de conexão. Por exemplo, quando a versão VR antecipou as funções de cada membro membro, mostradas no Boys of Destiny. Na ocasião, eles apareceram como personagens de jogos, com funções, pontos de habilidades e fraquezas. É notório que os elementos apresentados para o TSS não estão dispostos aleatoriamente, mas construídas ao longo dos quase três anos em que o TXT está ativo. Essas histórias são contadas por meio de várias formas de mídia: Music Videos, prévias de lançamentos, photocards e, inclusive, no livro ilustrado The Tale of a Magic Island. Leia também: Cherry Blossoms After Winter: Quem são os atores que farão Taesung e Haebom no BL? A aguardada estreia da HQ está marcada para 16 de janeiro, às 23h, horário de Brasília. A publicação será semanal, disponível em 10 idiomas nas plataformas Naver Webtoon, LINE e Wattpad.

  • The New Employee e outros: Conheça dramas BL coreanos baseados em webtoons e HQs

    Ainda mais pessoas estão assistindo e conhecendo o gênero Boys Love, e títulos como "Semantic Error", "Blueming" e outros estão na lista (Next Entertainment World/Watcha/W Story/Divulgação) Com o início de 2023, os fãs de dramas já podem esperar pela chegada de mais produções coreanas Boys Love nos próximos meses. Como um gênero que tem se firmado no audiovisual já há algum tempo, o BL integra a lista de tipos de doramas que foram adicionados no streaming e que estão sempre presentes em fóruns. E mais recentemente, The New Employee estreou no VIKI para integrar o vício dos que adoram os enredos. Para além de The New Employee, que tal conhecer ou até mesmo relembrar de alguns BLs que também são inspirados em webtoons? Os quadrinhos digitais são fonte de inspiração para produções do gênero, e há títulos que já caíram nas graças do público. Das HQs para o vídeo, os Boys Love não devem parar de trazer novidades tão cedo. Continue lendo a lista para conferir produções BL baseadas em quadrinhos, que poderão ser boas adições às watchlists do ano! 7 títulos do gênero Boys Love que foram inspirados em webtoons e demais obras 1. The New Employee (2022-2023) / VIKI Já mencionado acima, The New Employee prometer entregar aos espectadores uma trama leve de romance de escritório. Aqui, o personagem Seung Hyun (feito por Moon Ji-yong) está prestes a começar um estágio numa grande empresa de publicidade, que poderá lhe abrir portas para uma grande carreira; que é o seu maior desejo. Apesar disso, logo no primeiro dia, Seung Hyun conhece um executivo aparentemente frio e nada simpático. Para sua surpresa, tal desconhecido é o seu chefe dentro da empresa: Kim Jong-chan (Kwon Hyuk). Agora, enquanto enfrenta os desafios do trabalho para se destacar e ter experiências, Seung Hyun também lidará com os sentimentos que afloram entre ele e Jong-chan. A adaptação de The New Employee teve início em dezembro de 2022, e novos episódios sairão em 2023. Leia também - Lookism: Confira a nova animação sul-coreana da Netflix e conheça outras para assistir 2. Cherry Blossoms After Winter (2022) / VIKI Bastante aguardado na época da estreia, Cherry Blossoms After Winter trouxe ao audiovisual o manhwa escrito por Banwoo. Na história, o personagem Haebom (Ok Jinwook) tem vivido com Taesung (Kang Hui) e a mãe do garoto desde que seus pais faleceram. Inicialmente muito amigos, os jovens perderam contato ao longo do tempo apesar de viverem sob o mesmo teto; mas as coisas podem mudar na atualidade, ao que ambos estão no ensino médio e os acontecimentos da escola passam a afetar a relação. Cherry Blossoms After Winter pode ser visto completo na plataforma VIKI. 3. Semantic Error (2022) / VIKI É impossível ter assistido aos BLs de 2022 e não ter se deparado com Semantic Error, não é? A produção que está disponível no VIKI foi um grande destaque da dramaland no ano passado, e até chegou a concorrer em categorias de premiações. O Boys Love mostra a história de Chu Sang-woo (feito por Park Jae-chan do grupo DKZ), um estudante de ciências da computação que decide tomar todos os créditos de um projeto após ser deixado de lado pelos colegas. Na empreitada, Sang-woo acaba prejudicando o aluno Jang Jae-young (Park Seo-ham), que é de um curso totalmente diferente do seu; mas ambos precisam trabalhar juntos para consertar o erro. A aproximação dos personagens começa a acontecer, e sentimentos poderão surgir. 4. Color Rush (2020) / VIKI Lançado em 2020 e presente no VIKI, o drama Color Rush foge um pouco das tramas mencionadas antes. Aqui, o garoto Yeon Woo (Yoo Jun) consegue apenas enxergar tons de cinza por conta de uma cegueira neurológica, e cresceu sem poder distinguir as cores que existem no mundo. Entretanto, as coisas mudam quando Yeon Woo conhece Yoo Han (feito por Hur Hyun Jun), e o universo ao redor é tomado pelo arco-íris quando os rapazes ficam próximos. Ao se relacionar com Yoo Han, Yeon Woo decide pedir ajuda ao novo "amigo" na busca por sua mãe, que desapareceu há anos. Color Rush possui uma continuação (Color Rush 2), e vale dizer que a produção foi originária de uma web novel, ao invés de um webtoon. 5. In Between Seasons (2016) / Web Exibido pela primeira vez no Festival Internacional de Cinema de Busan, In Between Seasons é inspirado na graphic novel de mesmo nome lançada em 2013. A produção, que no caso é um filme ao invés de uma série, apresenta a relação entre uma mãe e seu filho após a chegada de um novo garoto na vida da família. Anos depois, já na idade adulta, um acidente fará com que o jovem desconhecido e a mãe de seu melhor amigo se aproximem, e revelem segredos um para o outro. In Between Seasons foi escrito e dirigido por Lee Dong-eun, que também é o autor do quadrinho original. É possível encontrar o longa do circuito LGBTQ+ coreano em alguns sites da internet. Leia também aqui no site - Mês do Orgulho: 7 filmes sul-coreanos com temática LGBTQ+ 6. Blueming (2022) / iQIYI A produção Blueming está no streaming da iQIYI, e também foi uma das principais novidades de 2022. No BL, o protagonista Cha Si-won (Kang Eun-bin) tem um grande objetivo para seu novo ano de estudos: ser alguém popular. Para isso, Si-won decide adotar uma postura nova que o faça ser mais carismático, no intuito de fazer parte dos alunos mais prestigiados pelos colegas. Mas é claro que as coisas não serão fáceis. Logo no início das aulas, Si-won conhece Hyeong Da-un (Jo Hyuk-joon), um estudante que também parece ser extremamente amigável, vindo de família rica e bem-sucedido. Agora, o personagem terá um forte concorrente na hora de conseguir notas altas e agradar a todos, quando os dois rapazes passam a se encontrar pelos corredores. Blueming foi baseado na história Who Can Define Popularity?, que passou por algumas mudanças na adaptação. 7. The Director Who Buys Me Dinner (2022-2023) / iQIYI The Director Who Buys Me Dinner, que está no iQIYI, é um dos lançamentos mais recentes entre os Boys Love. No enredo, dois personagens possuem um histórico extenso de reencarnações, mas apenas um deles se lembra de tais vidas passadas. Na atualidade, os protagonistas se reencontram como funcionários de uma empresa, e um tentará conquistar o outro para quebrar a maldição da reencarnação repetidas vezes. Os episódios de The Director Who Buys Me Dinner ainda estão sendo lançados, ao que a estreia ocorreu em dezembro. Conhece algum outro título que poderia estar na lista? Nos conte mais nas redes sociais do Café com Kimchi!

  • Além de As Três Irmãs: Veja outros k-dramas que foram baseados em livros

    A série baseada no livro "Mulherzinhas", de Louisa May Alcott, não é a única da indústria inspirada na literatura mundial; confira outros títulos (Divulgação / Netflix / TvN) As Três Irmãs, série da Netflix, lançou em setembro desse ano e, desde então, se tornou uma das séries de maior sucesso da plataforma, chegando a aparecer no Top 10 Mais Assistidos do streaming. A série é baseada em um clássico literatura, Mulherzinhas, de Louisa May Alcott, um livro lá do século XIX, e que até hoje inspira vários autores e roteiristas. A produção sul-coreana surpreendeu positivamente o público e os críticos, devido à complexidade e pelo elenco de peso, que inclui Kim Goeun, de Yumi’s Cells, Nam Jihyun, de Suspicious Partner e um rosto novo, mas de muito sucesso, a Park Jihu, que estrelou All Of Us Are Dead, que inclusive foi renovada para segunda temporada. Mas você sabia que esse não é o único dorama inspirado na literatura coreana e internacional? São vários nessa lista, e nós trouxemos alguns para você que gosta de séries que são adaptações de livros. Confira abaixo e veja se algum te interessa: A Enfermeira Exorcista (2020) (Divulgação / Netflix) Apesar do nome com carinha de terror, não precisa se preocupar, essa é uma série de fantasia. A série da Netflix é baseada no livro Professora de Enfermagem, Ahn Eun Young, de Jung Serang, e além da temática fantasiosa, também contém comédia. O k-drama vai falar sobre uma jovem enfermeira, Ahn Eun Young, interpretada por Jung Yumi, que é contratada para trabalhar em um colégio de ensino médio. Lá, começam a surgir alguns acontecimentos estranhos, e, graças a um poder que ela tem, ela consegue ver os monstros que estão causando caos na escola. Quando as coisas começam a sair do controle, ela precisa da ajuda do professor Hong In-pyo, personificado por Nam Joo-hyuk, para derrotar os monstros que apenas ela consegue enxergar. Os seis episódios estão disponíveis na Netflix, prontinhos para serem assistidos. Ah, importante! Algumas pessoas com tripofobia (medo de pequenos buracos) relataram que não conseguiram nem terminar o primeiro episódio, e alguns disseram que era muito pontual na série, mas não a ponto de incomodar. Caso você tenha essa condição, talvez não seja uma boa ideia assistir a essa série. Mas não se preocupe que selecionamos outros títulos que com certeza vão servir e agradar! Cinderela e os quatro cavaleiros (2016) (Divulgação / TvN) A série é uma adaptação de um livro de mesmo nome, que por sua vez é uma releitura do clássico infantil, Cinderela. A história acompanha Eun Hawon (Park Sodam), uma aluna de ensino médio que sonha em se tornar professora, até que sua mãe morre em um acidente de carro e seu pai se casa novamente, e sua madrasta rouba todas as suas economias. A partir disso, Hawon começa em trabalhos de meio período para conseguir todo dinheiro que havia perdido, e um dia ajuda um velho rico, que muda sua vida completamente. Ele oferece a ela moradia e o trabalho de governanta da casa, na esperança de que ela ajude seus três netos a se tornarem pessoas melhores. Além dos três jovens bonitos e irresistíveis, ainda se soma a essa história o guarda-costas bonitão dos meninos. Hawon se encontra em uma relação amorosa complicada, e quem ela escolherá no fim? A série tem 16 episódios e está disponível na Netflix ou, caso você não seja assinante, está disponível gratuitamente no Viki. King Maker: A Mudança do Destino (2020) (Divulgação / Viki) Essa série histórica é uma adaptação do livro Wind, Clouds and Tombstone de Lee Byung-joo, lançado nos jornais coreanos entre 1977 e 1987. A história acompanha uma briga pelo poder e governo da Coreia durante a Dinastia Joseon. Choi Cheon Joong (Park Shi hoo), um grande vidente e fisionomista, além de lutador de artes marciais, decide enfrentar seu maior desafio ao tentar substituir o regime corrupto de seu país pelo governo de um príncipe de uma linhagem real menor, que ele crê ser a melhor opção. Ele encontra o que seria a melhor escolha para uma consorte: uma menina de origem humilde e moradora de rua. Então, Cheon Joong vai usar todos os seus poderes para transformar os dois nos novos governantes. No meio do caminho, ele recebe ajuda de uma princesa que também é vidente, a Hwang Bong Ryun (Go Sung Hee) e eles começam a desenvolver sentimentos um pelo outro. A série está disponível de forma gratuita no Viki, e vale super a pena assistir para conhecer um pouco mais sobre a cultura coreana e sobre a Dinastia Joseon, que é super importante para a história do país. Seduzida (2018) (Divulgação / MOC) Essa série é inspirada em uma obra francesa muito antiga, do século XVIII, chamada As Ligações Perigosas, do autor Choderlos de Laclos. O dorama trata sobre amor, traições, decepções amorosas, de tudo um pouco pro caos. Três amigos de infância, Choi Su-ji (Moon Ga Young), Kwon Si-hyeon (Woo Do-hwan) e Lee Se-ju (Kim Min-jae) já passaram por muitas coisas juntos, inclusive o término de namoro de Suji e o casamento dos pais de Si-hyeon e Suji. Em um determinado momento, surge Eun Tae-hui (Joy), uma jovem universitária que calhou de ser o primeiro amor do ex de Suji. Muitas reviravoltas, paixões e desilusões norteiam esse k-drama. A série está disponível no Viki, na versão paga da plataforma e pelo Kocowa+. Caso você não tenha nenhum desses streamings, vale a pena dar uma conferida em fansubs porque com certeza tem esse título em algum deles. A Love so Beautiful (2020) (Divulgação / Netflix) A Love So Beautiful é uma série inspirada em To Our Pure Little Beauty, de Zhao Qianqian, que deu origem a uma série chinesa e posteriormente à versão coreana e está disponível na Netflix. O dorama acompanha a vida de cinco estudantes do ensino médio desde os momentos na escola até o início da vida adulta. Shin Sol-i (Soo Joo-yeon) é uma menina que nutre sentimentos por seu colega e vizinho, Cha Heon (Kim Yo-han), e se confessa para ele repetidas vezes, mas nunca teve resposta, já que para ele é muito difícil expressar qualquer tipo de sentimento. Um dia, Woo Dae-seong (Yeo Hoe-hyun), um nadador da equipe nacional, se muda para a mesma escola que eles e se apaixona por Sol-i. Leia também: Triângulos amorosos: 7 doramas que dividem o dramaland Café Minamdang (2022) (Divulgação / Netflix) Café Minamdang é uma série da Netflix baseada na web novela Minamdang: Case Note da escritora Jung Jae-ha, publicado na KakaoPage e vencedor da competição de web novelas da plataforma. O K-drama acompanha Nam Han-jun (Seo In-guk), um ex-perfilador da polícia e que virou um fraudador - ele usa um disfarce de xamã para enganar suas vítimas. Além de ganhar dinheiro fácil dos clientes, ele também se envolve em casos deles e os ajuda a resolver problemas, e até oferece consultoria. Ele não trabalha só, seus parceiros são Su-Cheol e Nam Hye-Jun, e, eventualmente, sua irmã certinha e super hacker, Han Jae-Hui (Oh Yeon-seo), acaba envolvida nos esquemas do irmão fraudulento. Já assistiu algum desses? Conta pro Café nas redes sociais, vamos gostar de saber!

  • Pachinko e outros livros coreanos que você precisa adicionar na sua lista de leitura

    A obra de Min Jin Lee virou um dorama da Apple TV+, mas há outros bons romances da Coreia do Sul que também valem a pena conferir! (Reprodução/Google) Pachinko é o assunto do momento! Baseado no best-seller no New York Times, escrito por Min Jin Lee, o dorama adaptado da obra homônima chegará ao catálogo da Apple TV+ em 25 de março. O livro, publicado no Brasil pela Editora Intrínseca, foi um dos grandes sucessos no ano de lançamento e entrou para a lista de romances favoritos de Barack Obama em 2019. O enredo da história gira em torno de Sunja, uma adolescente de 16 anos que se apaixona e engravida de Hansu, um empresário mais velho que passa a sondá-la. Ao descobrir que o homem é casado e tem filhos, Sunja o renega como pai, dando início a uma saga de quatro gerações de sua família, marcada pela colonização japonesa, xenofobia, guerras, vergonha e não-pertencimento. Além do famoso livro que contextualiza a história sul-coreana desde o início do século XX, há muitas outras obras interessantes sobre o país asiático, ficcionais ou não, que valem a pena ser lidas. Por isso, o Café Com Kimchi preparou uma seleção de publicações que você precisa adicionar na sua lista de leitura! Por Favor, Cuide da Mamãe A promessa deste livro é que “você nunca mais vai pensar na sua mãe da mesma maneira após esta leitura”. Escrito por Shin Kyungsook, o best-seller Por Favor, Cuide da Mamãe é um dos favoritos de Kim Namjoon (RM, líder do BTS) e conta a história de Sonyo, uma mulher de 69 anos que se perde do marido na multidão de Seoul e desaparece. Desesperados, seus filhos buscam por ela e acabam descobrindo desejos, mágoas e segredos que jamais imaginavam que a matriarca guardava em seu coração. Atos Humanos Com uma história que pode lembrar bastante o cenário político do dorama Snowdrop, Atos Humanos, de Han Kang, é ambientado no período de revolta estudantil na Coreia do Sul, quando um jovem chamado Dongho é brutamente morto. A partir deste trágico acontecimento, uma série de problemas se desenvolvem com diferentes personagens que incluem seu melhor amigo, um editor que luta contra a censura ditatorial, um presidiário e um operário de fábrica. Distribuída pela Editora Todavia, a história narra dores, desgostos coletivos e um povo traumatizado que tenta fazer com que sua voz seja ouvida. Kim Jiyoung, Nascida em 1982 Chegando às prateleiras de todo o Brasil em março, pela Editora Intrínseca, Kim Jiyoung Nascida em 1982 é uma trama que acompanha a deterioração mental de uma mulher atingida profundamente pela misoginia. A protagonista Kim Jiyoung vive em seu apartamento em Seoul, cuidando de sua filha recém-nascida quando começa a ter comportamentos estranhos, como a personificação de outras mulheres, vivas e mortas. Preocupado, seu marido a leva a um psiquiatra e a mente de Jiyoung viaja para todos os momentos em que foi mais doloroso ser uma mulher na Coreia do Sul. Shine: Uma Chance de Brilhar Se engana quem acha que só de K-pop vive um idol. Podendo ocupar setores diversos que vão desde a moda até a atuação em doramas e filmes, um cantor sul-coreano tem muitas possibilidades de carreira. No caso de Jessica Jung, ex-integrante do grupo Girls Generation, não foi diferente e a artista se dedicou a escrever o conto ficcional intitulado Shine: Uma Chance de Brilhar. Publicado no Brasil pela Intrínseca, o livro acompanha Rachel Kim, uma jovem que luta para estreiar como cantora de K-pop e precisa enfrentar pressão estética, rotinas arbitrárias, dietas restritivas e competições acirradas para realizar o seu sonho. Há quem diga que o livro é baseado em histórias reais dos bastidores da indústria da música sul-coreana… Nossas Horas Felizes Popular na Coreia do Sul, o livro Nossas Horas Felizes conta uma história ambientada no corredor da morte. Escrito por Gong Jiyoung, o romance acompanha Yujung, uma mulher que se recupera de sua terceira tentativa de suicídio quando recebe a visita da tia, que insiste que a mesma a acompanhe para uma visita a presidiários condenados à pena de morte. Chegando lá, Yujung conhece Yunsoo, um assassino ao qual se apega e cria uma relação de confiança, em que ambos compartilham seus segredos mais íntimos e as dores que moldaram suas vidas. Conectados, eles sabem que seus momentos felizes serão breves. O Bom Filho Quem gosta de histórias sobre crimes, certamente vai se interessar por O Bom Filho. A trama escrita por Jeong Yujeong conta a história de Yujin que, certa manhã, acorda com um estranho cheiro metálico e um telefonema de seu irmão perguntando se está tudo bem em casa. Ao perceber que perdeu uma ligação de sua mãe no meio da noite, continua vagando pela casa e logo descobre o corpo da mulher banhado em uma poça de sangue. Por sofrer convulsões na maior parte de sua vida, sua memória ficou afetada mas, enquanto tentava descobrir o que aconteceu, lembrava de sua mãe chamando seu nome. Mas ela estava pedindo ajuda ou implorando pela própria vida? Sukiyaki de Domingo Com o grande sucesso da música, cinema e televisão coreana, é comum que tenhamos dificuldade em imaginar que a Coreia do Sul tenha pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza — afinal, com que frequência esse retrato é mostrado em seus produtos, senão em uma situação tão pouco usual quanto em Round 6? Em Sukiyaki de Domingo, são contadas muitas histórias de pessoas vivendo com o mínimo, em situações precárias, esquecidas pelo governo, em periferias tão semelhantes às de quaisquer países de terceiro mundo. Se você deseja conhecer um novo e desconfortável ângulo da sociedade sul-coreana, esta é uma leitura indispensável. A Espera A autora Keum Suk Gendry-Kim descobriu, quando adulta, que tinha sido separada de sua irmã durante a Guerra da Coreia, que dividiu o país em dois. Inspirada pela própria história, decidiu entrevistar outros coreanos separados pela guerra e, assim, nasceu a história fictícia (mas fundamentada em fatos reais) intitulada A Espera. O livro acompanha Gwija, uma adolescente de 17 anos que, quando soube que os japoneses estavam sequestrando mulheres solteiras, se casou às pressas com um homem que não conhecia. Os dois formaram uma família de quatro pessoas e, em meio à colonização e a consequente queda do Japão, fugiram para o sul da Coreia. Porém, na estrada, enquanto amamentava, Gwija foi separada do marido e de seu outro filho. Setenta anos depois, a filha de Gwija, Jina, está disposta a cumprir a promessa de encontrar seu irmão perdido.

  • "Bem-Vindos à Livraria Hyunam-dong", importante livro da "ficção de cura" na Coreia, chega ao Brasil

    Romance da autora estreante Hwang Bo-reum conta a história de uma jovem que redescobre o sentido da vida por meio da literatura; conheça! (Intrínseca/Divulgação) Se você está atrás da sua próxima leitura, nós temos a solução: neste mês de agosto, foi lançado no Brasil o romance Bem-vindos à Livraria Hyunam-dong, escrito pela autora coreana Hwang Bo-reum — este é, inclusive, seu livro de estreia. Com uma premissa reconfortante e curiosa, a obra chega para somar à lista de histórias sul-coreanas publicadas por aqui, dessa vez pela Editora Intrínseca. Na história, uma jovem chamada Yeongju decida investir em um novo empreendimento depois de várias experiências que trouxeram frustração para ela. No caso, a personagem opta por abrir uma livraria, que na verdade é um sonho de infância deixado de lado há muito tempo. Quando a protagonista inaugura a loja, é claro que desafios em relação a como cuidar de um negócio vão surgir a todo vapor. Apesar disso, a Livraria Hyunam-dong se torna um espaço para pessoas que, assim como Yeongju, têm uma história para compartilhar. Enquanto a moça administra a livraria, seus clientes vão se tornando fiéis e encontram conforto e cura entre as prateleiras da loja. A partir disso, uma rede de apoio espontaneamente surge entre os personagens de Bem-vindos à Livraria Hyunam-dong, e Yeongju descobre um sentido para o que faz na Terra. O lançamento no Brasil de Hwang Bo-reum traz uma história transformadora, e aborda a ressignificação de uma vivência que antes parecia perdida. O romance, só na Coreia do Sul, já vendeu mais de 250 mil exemplares, e será traduzido para outros idiomas. Confira a sinopse oficial do romance, divulgada pela Editora Intrínseca: Após a publicação na Coreia do Sul, o Brasil é um dos primeiros países a conhecer esta obra em tradução direta do coreano. Bem-vindos à Livraria Hyunam-dong é considerado um dos expoentes da chamada “ficção de cura” (healing fiction), subgênero que conquistou os leitores asiáticos. São narrativas que abraçam o leitor com histórias como a da protagonista,Yeongju. Desmotivada após uma sucessão de frustrações, ela sente um vazio eterno em seu peito. Cansada de viver assim, Yeongju decide deixar tudo para trás e colocar em prática um antigo sonho: abrir uma livraria. Desde a infância, Yeongju encontra conforto nos livros, e abrir um espaço dedicado à literatura parece ser a solução ideal para os seus problemas. Mas começar um negócio nunca é fácil, e Yeongju precisa aprender que ser uma amante dos livros não é o suficiente para tornar o seu sonho realidade. Conforme vai entendendo como administrar uma livraria, Yeongju também descobre mais sobre si mesma e quem ela quer ser. Cercada por livros, ela encontra um novo significado para a vida à medida que a Livraria Hyunam-dong se transforma em um espaço convidativo para que almas feridas descansem, se curem e descubram o que realmente importa. E quando os clientes começam a ficar confortáveis para compartilhar suas histórias, experiências, esperanças e emoções naquele espaço, Yeongju finalmente sente que encontrou o seu lugar. Leia também: "Amêndoas", livro da autora Sohn Won-pyung, retrata emoções onde você não pode encontrá-las O que é a healing fiction, que o livro Bem-vindos à Livraria Hyunam-dong faz parte? Como te falamos no título, o romance de Hwang Bo-reum integra a recente corrente da "ficção de cura", que ficou muito popular na Ásia nos últimos anos. A healing fiction é, no caso, um subgênero que aborda histórias comuns que poderiam acontecer no cotidiano de qualquer pessoa, e que não demandam um exercício exaustivo de leitura por parte do público; são livros feitos para você se sentir "confortável" enquanto os lê. De acordo com artigo publicado pelo site K-Book Trends, a healing fiction traz temas como coragem, solidariedade e empatia nas obras, e os autores estão interessados em produzir narrativas com contextos que sejam similares à vida dos leitores. Os romances do subgênero também podem ser lidos em qualquer trecho ou página — pois é! — e as histórias dos personagens são verossimilhantes para quem entra em contato. Inclusive, para que esses livros possam acontecer, as figuras que integram os plots precisam se encontrar em algum lugar: cafeterias, saunas, lojas de conveniência ou livrarias, como em Bem-vindos à Livraria Hyunam-dong. Também é comum que os livros da ficção de cura tenham esses estabelecimentos nas capas. Veja mais exemplos: Ficou curioso para ler o romance? Bem-vindos à Livraria Hyunam-dong já pode ser adquirido nas livrarias e demais lojas do Brasil Não se esqueça de acompanhar o Café com Kimchi também nas redes sociais!

  • Primeiras impressões: Em "Doona!", K-drama com Bae Suzy, uma estrela do K-pop está em queda livre

    Na série inédita da Netflix, Suzy interpreta uma ex-cantora que perdeu a vontade de se apresentar para o mundo (Netflix/Divulgação) Para muitos fãs de K-pop, o mundo das celebridades coreanas pode ser o espelho de uma vida que, na verdade, não existe. Por trás dos tapetes vermelhos, shows icônicos e looks de dar inveja, há mentes impactadas pelas expectativas de uma indústria que nunca serão alcançadas. E é sobre isso que Doona!, novo K-drama da Netflix com Bae Suzy, aborda com maestria já nos primeiros capítulos. A produção é um dos lançamentos de outubro que chega ao catálogo do streaming nesta sexta-feira, dia 20; e o público voltará a ver a Suzy com seu charme e visuais incomparáveis. Mas o que há em Doona, além disso? A busca por segurança e anonimato fazem a protagonista Lee Doona deixar tudo para trás, na tentativa de recomeçar no caos que sua vida se tornou — principalmente em relação a sua saúde mental. Doona é um K-drama que apresenta uma estrela do K-pop em queda livre. O Café com Kimchi teve acesso aos quatro primeiros episódios do drama, e você pode conferir nossas primeiras impressões logo abaixo: Doona é um K-drama sobre recomeços tortuosos e choques de percepção No drama inédito, o espectador acompanha de início o personagem Lee Won-jun (feito pelo fofíssimo Yang Se-jong) em sua busca por um emprego para arcar com as despesas da faculdade. A vontade pela independência e a chegada da vida adulta levam Won-jun a se mudar para um dormitório novo — e o mais inusitado dos vizinhos é, na verdade, uma jovem reclusa e temperamental. No caso, estamos falando de Lee Doona: a principal integrante do girlgroup Dream Sweet que interrompeu a carreira de forma abrupta. Antes uma diva nos palcos, a cantora optou por um hiato inexplicável ao público com uma desculpa que poucos aceitaram, em especial os internautas que têm muito a falar sobre ela (e não de maneira positiva). A relação de Doona com Won-jun, que começa inesperadamente e de um jeito nada amigável, é obrigatória de ser acompanhada por uma disparidade de realidades. O personagem de Yang Se-jong é inocente, gentil até demais e convencido de que sua vida nunca teve nada de especial. Lee Doona, por outro lado, é uma estrela cuja vida tinha apenas os holofotes como objetivo e prioridade. O protagonista masculino sequer a reconhece de imediato, o que também é um motivo para a cantora da série desconfiar de sua sinceridade. Leia também este post: Além de "Strong Girl Nam-soon" da Netflix, veja outros K-dramas que são spin-offs Contudo, uma maior aproximação dos dois é inevitável quando seus círculos sociais passam a interagir, e Won-jun enxerga na vizinha alguém que vai além de uma idol num MV. Já nos primeiros episódios de Doona, o K-drama mostra que a formação de um laço entre eles é algo que faz parte do plot, mas que é um ponto assistido por uma celebridade de vivências traumatizantes que busca recomeçar. (Netflix/Divulgação) A amizade dos protagonistas convence, e é proposital que o enredo de Lee Won-jun seja tão profundo quanto o pires de uma xícara; afinal, o foco é Lee Doona. Ainda assim, o manic pixie dream boy de Yang Se-jong conduz muito bem as descobertas da vida mundana que Doona faz no caminho. A "verdadeira face" dos K-idols na protagonista de Bae Suzy A personagem de Suzy é envolta num mistério que coloca seu psicológico em cheque. Por trás de seu olhar entusiasmado, porém blasé, e do jeito peculiar com que se aproxima de Won-jun, a ex-main vocal do Dream Sweet enfrentou poucas e boas na mão do seu antigo agenciamento. O drama pontua nos quatro episódios iniciais o que pode ter acontecido com a artista, para que ela decidisse abandonar os palcos, em pinceladas que aumentam sua curiosidade. O enredo particular de Lee Doona não é entregue logo de cara, por mais que tenha um caráter óbvio em certos aspectos. Os momentos de "gatilho" e PTSD da protagonista quando sua confiança e senso de segurança são postos à prova, em consonância às cenas de sua explosões de humor, fazem com que a personagem seja muito mais interessante do que o rapaz de Yang Se-jong — o que talvez seja o objetivo da Netflix desde sempre. Por mais que a garota interpretada por Suzy seja deslumbrante (pois a atriz o é), Won-jun se depara com uma camada a mais na personalidade dela. Há raiva, presunção e uma agressividade em Lee Doona que, por conta da fama, nunca foi exposta ao público que a acompanhava e a amava. E a causa de seus momentos de fúria são seu próprio fandom. Mesmo que Doona não seja uma "má pessoa" o tempo todo — até porque ela não é alguém ruim —, os "fantasmas de seu passado" são onipresentes quando ela menos espera, e também quando ela mais deseja. Bae Suzy faz um trabalho ótimo ao mesclar uma K-idol impulsiva em suas atitudes com uma mulher que confrontou superiores para defender seu direito de ser quem quisesse (ou pelo menos tentar). Doona, K-drama que terá nove episódios ao todo, coloca na mente do público a reflexão sobre como os artistas do K-pop são nos bastidores. Numa indústria que engole artistas antigos para beneficiar os mais novos, tomada pelo cyberbullying e que, implícita e explicitamente, só tem a ganhar com a competitividade entre artistas, você já parou para pensar se o cantor que gosta é de fato a pessoa que você vê num show ou numa entrevista? Lee Doona está exausta da fama, mas por que ela é tão criticada por seguir suas vontades após tanto tempo vivendo em abnegação para agradar uma audiência? (Netflix/Divulgação) Doona é um K-drama agridoce sem tempo para gracinhas no plot Algo que não agrada o autor desta resenha é quando os dramas adicionam núcleos cômicos desnecessários e com tempos de tela exorbitantemente chatos. Porém, Doona felizmente não perde tempo com tais personagens que não adicionam nada ao enredo, e o elenco também é reduzido para focar em quem importa: Bae Suzy e Yang Se-jong (este que também não ofusca a verdadeira estrela do show). Entretanto, os demais atores também contribuem para os sub-enredos que, dependendo do que o espectador achar, serão legais ou não. Até porque, como pontuado ao longo do texto, Doona é sobre o passado da protagonista, e o que Won-jun descobrirá de tudo isso após anos vivendo à mercê do mundo das celebridades. E claro que, pelo enredo da série envolver o K-pop, é legal ver elementos como photocards, álbuns, roupas oficiais e outros itens que constam no vernáculo do pop coreano nas cenas. A Netflix fez um trabalho de verossimilhança notório com quem assiste, até na hora de mostrar o lado sombrio da coisa — como os netizens fervorosos nos fóruns coreanos destilando horrores pelos teclados. As coisas boas e ruins que permeiam o universo da música tornam o enredo agridoce, assim que temos contato com uma garota tão mimada, aventureira e enigmática quanto Lee Doona. Você pode gostar de ler: Ji Chang Wook é um sucesso nas telas e nos palcos, conheça a carreira do ator de “The Worst of Evil” Os primeiros episódios do drama nos deixam com vontade de saber mais sobre a história da protagonista. Queremos saber mais sobre o Dream Sweet, o sumiço de Doona da mídia, e de quem ela está se escondendo. Somos curiosos por natureza e nos tornamos potencialmente obcecados pelos passos de quem decora nossos wallpapers e fan accounts no Twitter; até nas horas em que tais figuras intocáveis se revelam como fumantes desenfreados e cronicamente reclusos em casa. (Netflix/Divulgação) Para os fãs fictícios do Dream Sweet, Lee Doona pode até ser uma fracassada, mas nós queremos vê-la triunfar na hora em que desce do palco. E não há ato mais cruel do que o de um fã desejando o bem de seu ídolo com base no reflexo de um espelho quebrado. Você vai assistir ao drama Doona? Não se esqueça de acompanhar o Café com Kimchi também nas redes sociais!

  • Quem é Byeon Woo Seok, o ator que faz o vilão de "Strong Girl Nam-soon"?

    Spin-off de Strong Woman Do Bong-soon foi lançado há uma semana e o vilão vem chamando a atenção do público por sua beleza; saiba mais sobre o ator (Reprodução / Varo Ent.) O drama spin-off Strong Girl, Nam Soon, que retoma a história da superpoderosa família de Do Bong Soon (de Strong Woman Do Bong Soon), estreou na semana passada e já está dando o que falar. Além das semelhanças e diferenças do drama original, o elenco e os personagens vêm ganhando destaque — especialmente o vilão, interpretado por Byeon Woo Seok. O ator já atuou em dramas conhecidos, como Welcome to Waikiki 2 (2019) e Passarela dos Sonhos (2020). Strong Girl, Nam Soon acompanha a jovem Kang Nam Soon (Lee Yumi), prima por parte de mãe de Do Bong Soon e, portanto, dotada de super força. Na trama, ela, sua mãe e sua avó se envolvem em uma investigação criminal e ajudam a polícia com os seus dons. O querido Byeon Woo Seok interpreta Ryu Si Oh, o CEO de uma empresa de venda e distribuição chamada Dugo, e o vilão de sangue-frio da série. Leia também: Além de "Strong Girl Nam-soon" da Netflix, veja outros K-dramas que são spin-offs Para conhecer melhor a carreira de Byeon Woo Seok, o vilão de Strong Girl, Nam Soon, o Café com Kimchi separou algumas curiosidades sobre o ator e seus principais trabalhos no audiovisual para já adicionar na sua lista. Continue lendo para conferir! Conheça o vilão de 'Strong Girl, Nam Soon': a trajetória das passarelas para as telas de Byeon Woo Seok (Reprodução / ELLE Korea) Muito antes de brilhar como o vilão de Stong Girl Nam Soon, Byeon Woo Seok começou sua carreira como pessoa pública como modelo, em 2014, logo após seu serviço militar. Na época, ele estava sob o selo da YG KPLUS, a mesma agência em que Nam Joo Hyuk, Jang Ki Young e outros começaram suas carreiras. Ele começou como modelo fotográfico e logo se tornou modelo de passarela, tendo participado de vários desfiles e eventos. Woo Seok apareceu em capas de revistas como a COSMOPOLITAN, International BNT e Korea W. Atualmente, além de integrar o elenco de Stong Girl Nam Soon como vilão, Byeon Woo Seok ele ainda é modelo e participa de ensaios fotográficos, mas seu foco está na carreira no audiovisual. Em 2016, ele fez suas pequenas aparições em dramas, sendo “Dear My Friends” a primeira série da sua vida. Depois, ele esteve também em Fada do Levantamento de Peso e Moon Lovers, ambos em 2016. Em 2019, o ator deu um passo adiante e recebeu seu segundo papel principal, em Os Casamenteiros de Joseon, que solidificou sua carreira na atuação de vez. Leia também: Um falso sequestro vai longe demais em "O Acordo Perfeito"; conheça o novo drama baseado em webtoon Cinco títulos com Byeon Woo Seok — o vilão de Strong Girl Nam Soon —para adicionar na lista Bem vindos a Waikiki 2 - 2019 Nesta continuação, todos os residentes da pousada Waikiki, com exceção de Lee Joon Gi (Lee Yi Kyung), saem da pousada para seguirem suas vidas. Agora, lidando com uma falência e lutando com a sua carreira de ator, acompanhamos Joon Gi e seus amigos, Cha Woo Sik (Kim Sun Ho) e Kook Ki Bong (Shin Hyun Soo), em uma tentativa para tirar a pousada do prejuízo. Além deles, Han Soo Yeon (Mun Ka Young), Kim Jung Eun (Ahn So Hee) e Cha Yoo Ri (Kim Ye Won) se juntam aos meninos para morarem na pousada. A série está disponível na Netflix com 16 episódios. Leia mais: Não acaba quando termina: Conheça 8 doramas com mais de uma temporada Os Casamenteiros de Joseon - 2019 O drama acompanha Lee Soo (Seo Ji Hoon), um homem comum que de repente se vê nomeado Rei. Mas com essa nova condição, as coisas se complicam para ele — romanticamente falando. Ele sonha em se casar com Gae Ddong (Gong Seung Yeon), mas ela é uma camponesa, e por isso o casamento não pode acontecer. Para solucionar o problema, ele contrata uma equipe de casamenteiros para transformar o amor da sua vida em uma mulher da nobreza e assim eles poderem se casar. Todos os 16 episódios estão disponíveis na Netflix. Passarela dos Sonhos - 2019 Nesse drama de 16 episódios da Netflix, acompanhamos jovens adultos que lutam diariamente no mundo da moda e das passarelas para realizarem seus sonhos. Sa Hye Joon (Park Bo Gum) é um modelo muito bonito e inteligente cujo sonho, na verdade, é ser ator. Ele já tentou várias audições para papéis em dramas, mas infelizmente nunca foi bem-sucedido. Já An Jeong-Ha (Park So-Dam) é uma maquiadora que trabalha com modelos e sonha com seu próprio espaço. Won Hae-hyo (Byeon Woo Seok) é um dos melhores amigos de Hye Joon e também é modelo, mas, diferente do amigo, ele vem de uma família rica e tem sua carreira controlada pela mãe. Leia também: Conheça os trabalhos da atriz Lee Yoo Mi, protagonista de "Strong Girl Nam-soon" Moonshine - 2021 A série se passa em um contexto histórico em que o álcool era proibido, e acompanhamos Kang Ro Seo (Hyeri), a filha de um aristocrata que perdeu toda a sua riqueza e não tem nenhuma fonte de renda. Querendo ajudar sua família, ela decide investir na produção de álcool caseiro — mesmo com a proibição — e tenta juntar dinheiro para pagar a prova do seu irmão mais velho Kang Hae Soo (Bae Yoo Ram), para que ele se torne oficial do governo. Na fiscalização das bebidas alcoólicas está Nam Young (Yoo Seung Ho), um dos melhores e mais rigorosos inspetores do país, que acaba se apaixonando por Ro Seo. As coisas começam a se complicar quando o príncipe e amante de bebidas, Lee Pyo (Byeon Woo Seok), começa a se esgueirar para fora do palácio em busca de novas bebidas alcoólicas. Ao seu lado está a rebelde Han Ae Jin (Kang Mina), que decide que as aventuras serão do jeito dela. Por essa série de 16 episódios disponível no KOKOWA, Byeon Woo Seok recebeu o prêmio de Melhor Novo Ator no KBS Drama Awards de 2022. Garota do Século 20 - 2022 Em 1999, a estudante Na Bo Ra (Kim Yoo Jung) e sua melhor amiga, Kim Yeon Du (Roh Yoon Seo), encontram o amor juntas na época da escola. Para ajudar a amiga, ela começa a vigiar o garoto por quem ela é apaixonada, Baek Hyun Jin (Park Jung Woo). Para essa missão, ela conta com a ajuda de Poong Woonho (Byeon Wooseok), um amigo do próprio Hyun Jin. As coisas começam a sair do controle quando ambos os meninos começam a se apaixonar por Bo Ra. Leia mais: Garota do Século 20: O amor sobrevive à virada do século? Filme coreano da Netflix te conta!

  • 3 razões para assistir "A Good Day To Be A Dog", nova comédia romântica lançada no Viki

    Lançamento exclusivo da plataforma apresenta Cha Eun Woo e Park Gyu Young em adaptação de webtoon de 2017 do Naver (Divulgação / Viki) Dentre os lançamentos de k-dramas no mês de outubro está A Good Day To Be A Dog, produção que chegou ao Viki esta semana com os seus três primeiros episódios. Baseado no webtoon homônimo de Lee Hye, o drama conta com o protagonismo de Cha Eun Woo e Park Gyu Young, além da direção de Kim Dae-Woong. Na trama a professora de literatura do ensino médio Han Hae Na, interpretada por Gyu Young, sofre de uma maldição peculiar: se ela beijar um homem estará fadada a se transformar em um cachorro todas as noites, retornando a sua forma humana apenas pela manhã. Mas existe uma forma infalível e um pouco estranha de quebrar a maldição. Com um enredo que mistura romance, pets e fantasia já surge uma curiosidade para assistir, certo? Mas caso ainda não esteja convencido, continue lendo para conferir algumas razões para dar uma chance ao lançamento. Leia também: O passado vem cobrar! Além de "Nosso Destino", conheça outros 6 K-dramas com enredos de maldição Três razões para você assistir “A Good Day To Be A Dog”: Uma trama de enemies to lovers com um toque de fantasia Em Um Bom Dia Para Ser Um Cachorro, o público conhece a professora de literatura coreana do ensino médio Han Hae Na, que sofre de uma maldição. Na escola em que trabalha, ela tem uma queda por Lee Bo Kyum (Lee Hyun Woo), um colega que também dá aulas no local e a pessoa que se torna uma motivação para ela ir trabalhar todos os dias. Mas em uma noite em que está bêbada ela acabando beijando-o, mas descobri que na verdade beijou Jin Seo Won (Cha Eun Woo) seu outro colega de trabalho, que apesar de também ser lindo e interessante, possui naturalmente uma certa aversão a personalidade de Hae Na e eles não se dão muito bem. Agora que ela o beijou, Hae Na se transforma em cachorro todas as noites e só existe uma maneira de quebrar a maldição: receber um beijo do mesmo homem que a beijou, mas enquanto está na forma de cachorro. Uma missão quase impossível, pois além de Seo Won não ir com a cara dela, ele também tem pavor de cães devido a um evento traumático em seu passado. Leia também: Dos palcos às telas: Entenda a ascensão do Eunwoo do ASTRO na atuação Misturando o típico enredo do conhecido enemies to lovers (de inimigos para amantes), o drama também mergulha no universo da fantasia para tornar a história ainda mais singular e interessante. Assim a protagonista precisa conquistar o coração do seu colega de trabalho para conseguir um beijo ou passar o resto de sua vida como cãozinho, uma tarefa que é um prato cheio para momentos engraçados. Cha Eun Woo e Park Gyu Young formam o casal principal Os atores Cha Eun Woo e Park Gyu Young dão vida aos personagens criados por Lee Hye lá em 2017 e formam o casal principal dessa história um tanto peculiar. Para os que já são adeptos dos dramas sul-coreanos, Cha Eun Woo é uma figura conhecida na dramaland, com trabalhos que surgem quase sem uma pausa entre eles. O ator esteve em vários títulos de sucesso como Island, True Beauty, Gangnam Beauty e Hae-Ryung, a historiadora atuando ao lado de Shin Se-kyung. (Divulgação / Viki) E a atriz Park Gyu Young também não fica para trás, a artista premiada é conhecida por seu protagonismo no drama da Netflix Celebrity, além de ter participado de outras produções como Tudo Bem Não Ser Normal, Sweet Home, The Devil Judge, Romance Is a Bonus Book e muitos outros. Durante uma conferência de imprensa, ela comentou sobre a química com seu parceiro de gravações e disse que as risadas não paravam. “Eu aprendi muito com Eun Woo e ele sempre transmite uma energia brilhante e confortável.” O elenco de A Good Day To Be A Dog também conta com nomes como Lee Hyun-Woo, conhecido por estrelar a versão sul-coreana de La Casa de Papel, desempenhando o papel do personagem Rio. Além de Yoon Hyun-Soo (Kill Heel), Kim Yi-Kyeong (O Tempo Traz Você Para Mim) e Ryu Abel (Young Adult Matters) Perfeito para amantes de pets Para além de um enredo chamativo e um elenco incrível, o drama também conta com muita fofura e pode se dizer que é perfeito para quem é amantes de pets. Como a maldição da protagonista a transforma em um pequeno cachorro, o que não vai faltar são cenas fofas do tão amado amigo de quatro patas circulando pela cidade, ou melhor, a jovem Hae Na andando por aí. O amiguinho que é uma peça central na trama até mesmo esteve presente na conferência de imprensa, onde os atores falaram sobre a relação no set, as expectativas para o lançamento. Fofo não é?! (Divulgação / MBC) E aí ficou interessado? Os episódios de A Good Day To Be A Dog serão lançados semanalmente no Viki

  • Quais são as diferenças entre “Strong Girl Nam-soon” e “Strong Woman Do Bong-soon”?

    O K-drama resgata pontos da série de 2017 e traz novas características divertidas e encantadoras (Divulgação Netflix / JTBC) No último sábado (7), um dos K-Dramas mais aguardados do mês estreou na Netflix. Strong Girl Nam-soon tem um diferencial entre as produções de outubro por ser o spin-off do queridinho da dramaland Strong Woman Do Bong-soon. Os fãs estão ansiosos para saber o que o universo dessas mulheres super fortes ainda tem a oferecer, e conhecer novos personagens. O drama que veio seis anos após o original vale a pena pelo simples fato de ser ter Lee Yoo Mi, atriz de Round 6 e All of Us Are Dead como personagem principal, e por ser uma trama carregada de super-poderes. Além de tudo, é impossível assistir e não sentir nostalgia da tão amada série original. Entenda quais as características do plot que interligam ambas histórias e o que é diferente. Leia também: Prima de Do Bong-soon aparece em "Strong Girl Nam Soon" - conheça o K-drama spin-off da Netflix Singularidade entre os plot Ambos os plots envolvem muito a linhagem das personagens e seus ciclos familiares estão sempre em pauta de forma direta ou indireta. Além disso, Bong-soon e Nam-soon também têm em comum o empoderamento através da super força que faz parte da herança familiar. O que diverge uma história da outro são as motivações de cada uma delas, enquanto a primeira busca sua vocação profissional, seguir um sonho, e tenta entender seu lugar no mundo, Nam-soon está retornando para casa após anos afastada de tudo e todos que ela conhecia, mas sua jornada vem cheia de surpresas. A questão familiar vem ainda mais forte em Strong Girl Nam-soon, com uma pitada de feminismo, humor e determinação digna de histórias de quadrinhos de super-heróis. A relação entre as mulheres dessa linhagem e seus superpoderes foi mais explorada para a série, e corre de forma muito natural e leve, provocando a vontade de ver ainda mais da produção. E é claro também que todo super-herói tem seu vilão, e dessa vez, não apenas criminosos das ruas com um chefe misterioso no comando vem para testar os limites de Nam-soon. Mas também, alguém que está debaixo de seu próprio nariz, que veio para tentar enganar sua família e causar ainda mais surpresas para os personagens. A super força entre as duas histórias (Divulgação / JTBC / Netflix) Embora Strong Girl Nam-soon seja uma série bem independente e se sustente sozinha, para quem conhece o k-drama original, é muito mais interessante assistir as duas, compreender as conexões e lembrar que é um spin-off. A roteirização e produção foi um tanto respeitosa com a linearidade que cruza as duas, e conseguiu deixar ainda mais claro alguns pontos que foram pouco explorados em Strong Woman Do Bong-soon. Vale ressaltar que o foco do spin-off é a super força e a conexão familiar, bem como a original. E para sustentar essa ideia, a trama vem carregada de ação, e claro, humor para equilibrar a história agitada. O romance é apenas um plus para a poderosa família de mulheres super fortes, e nunca de fato uma questão mega importante e essencial para o desenvolvimento pessoal da personagem. Uma parte marcante deste desenvolvimento de Nam-soon, e também uma característica que separa um pouco mais a série original e sua derivada, é como os super poderes da protagonista vão bem além da força. A protagonista conseguiu desenvolver algo que não estava presente em Do Bong-soon, sugerindo não só originalidade, mas uma espécie de modificação acerca do poder de super força. Alguns pontos aprimorados em Strong Girl Nam-soon causam uma série de questionamentos para os próximos episódios e também podem provocar uma vontade de ter o universo das super fortes ainda mais expandido. Personagens bem executados, cheios de essência e excêntricos trazem todo carisma para o k-drama e contribuem para esse efeito, bem como foi para sua série original. Cada um com sua individualidade e colaboração para elevar a produção de uma forma inesperada. Leia também: 8 doramas com personagens femininas fortes e inspiradoras Animados para os próximos episódios do k-drama? Conte em nossas redes sociais.

  • (G)I-dle retorna com "Heat", primeiro álbum em inglês do grupo de K-pop

    Lançamento do grupo da CUBE sob o selo da 88rising se destaca pelo foco no público internacional; veja mais sobre a novidade (Divulgação/ Cube Entertainment) Irreverente desde a estreia em 2018 com o EP "Latata", o (G)I-dle está volta. Seu novo projeto é o EP "HEAT", que se destaca dos demais lançamentos do grupo por ser cantado inteiramente em Inglês. Lançado na última quinta-feira (5), o álbum foi divulgado como um presente para os fãs internacionais, em especial os americanos, já que o (G)I-dle encerrou uma tour nos Estados Unidos há pouco tempo. A turnê mundial "I am FREE-TY" se iniciou em junho na Coreia do Sul e também percorreu países como França, Alemanha e Japão. O álbum "HEAT" é composto por cinco faixas, incluindo a title "I WANT THAT". Todas as cinco integrantes do grupo agenciado pela Cube Entertainment — Soyeon, Miyeon, Yuqi, Shuhua e Minnie — participam do lançamento. A 88rising, gravadora americana focada em artistas asiáticos, produziu a coletânea e impulsionou as promoções do álbum no exterior. A 88rising também administra a carreira internacional de idols como a Chungha e o Jackson Wang (solista e membro do GOT7). Confira o mais novo music video do (G)I-dle abaixo. Leia Mais: (G)I-DLE flerta com o perigo e esbanja atitude no clipe de 'TOMBOY', faixa título do novo álbum As demais faixas na tracklist de "HEAT" são: "Eyes Roll", "Flip It", "I DO", e "Tall trees". "I Do" já havia sido divulgada mais cedo neste ano, em julho, marcando a primeira collab do grupo com a 88rising. Sobre as três músicas inéditas, a vocalista Yuqi disse em entrevista para a Billboard que "são estilos [musicais] totalmente diferentes, que nós nunca tentamos antes." E vale reiterar: todo o álbum é cantado em inglês. Sobre a proposta do álbum, Minnie disse: "Nós nos divertimos muito trabalhando nisso. Estávamos muito nervosas por ser nosso primeiro álbum em inglês [...] então foi muito desafiador. "HEAT" é o segundo lançamento do (G)I-dle em 2023 e sucessor imediato de "I Feel", álbum que registrou mais de um milhão de vendas e figurou no topo do chart de álbuns da Billboard no mês de junho. Você provavelmente se lembra dele pelo sucesso implacável da faixa-título "Queencard", que conquistou mais de dez prêmios em programas musicais, virou hit no TikTok e ainda trouxe, no MV referências a um filme queridinho dos brasileiros: As Branquelas. Foi também o MV mais rápido a alcançar 100 milhões de views no Youtube em 2023. Relembre este hino abaixo. Você gostou de "HEAT", o novo álbum em inglês do (G)I-dle? Siga o Café com Kimchi nas redes sociais para ficar por dentro das novidades do grupo e demais lançamentos de k-pop e k-drama! Leia Mais: Confira 20 Músicas de K-pop cantadas em inglês pelo TXT, BTS, ITZY e muito mais

  • Participantes precisam mostrar seu verdadeiro "eu" no polêmico reality show "O Jogo do Diabo"

    Público se prepara para os episódios finais do programa que chegam a Netflix em 10 de outubro Imagem: Reprodução/Netflix Depois de deixar transparecer um forte investimento em K-Dramas nos últimos anos, outro segmento no entretenimento sul-coreano que tem chamado atenção da Netflix são os realities shows. Depois de A Batalha dos 100, Sirene: Sobrevivência na Ilha, Solteiros, Ilhados e Desesperados e outros títulos em 2023, chegou a vez do enigmático O Jogo do Diabo se juntar ao catálogo. Realities shows dinâmicos são o forte da Coreia do Sul e um prato cheio para os fãs dos programas mais enigmáticos. Seguindo por esta linha, O Jogo do Diabo é a recente adição ao catálogo da Netflix, que promete atiçar até o raciocínio do público na hora de resolver os mais complexos desafios. Leia também: Casais em Crise: Quem fica com quem no final do reality-show coreano na Netflix? O Jogo do Diabo estreou em 26 de setembro na plataforma. O reality show contará com 12 episódios no total, até o momento apenas nove estão disponíveis, os próximos chegam na terça-feira (10). O programa de sobrevivência reúne 12 participantes em jogos de estratégia ao longo de uma semana em busca da vitória e do grande prêmio. Quem são os participantes de O Jogo do Diabo? Imagem: Reprodução/Netflix Um jogo como este não seria o mesmo sem pessoas escolhidas a dedo. Todos os jogadores possuem uma habilidade no currículo que vão garantir uma vantagem durante os desafios e os apresenta como aptos a estarem no Jogo do Diabo. Conheça brevemente os participantes abaixo e como o diretor do programa os descreveu: Boo Seung Kwan Imagem: Reprodução/Pledis Seung Kwan é um famoso idol de K-Pop, conhecido por sua voz potente como vocalista do SEVENTEEN. O cantor estreou em 2015 ao lado do boygroup e tem experiência em diversos programas de variedade sul-coreanos. "Seung Kwan tem uma presença imensa e é um jogador que irá atender às suas expectativas graças às suas muitas experiências em outros programas." Ha Seok Jin Imagem: Reprodução/Netflix Seok Jin é um experiente ator com formação em engenharia mecânica. Na atuação, possui um currículo extenso, incluindo, Drinking Soo (2016) e Pousando no Amor (2019). Além disso, ficou conhecido entre os programas de variedade sul-coreano como parte do elenco de Problematic Men (2015). “Ha Seok Jin cuida do jogo e faz julgamentos com calma. Às vezes, ele também surpreende a todos com seu movimento inovador." Lee Siwon Imagem: Reprodução/Netflix Siwon começou na atuação em 2012, conhecida pelos papéis em Who Are You: School 2015 (2015) e Memorias de Alhambra (2018). Fora da vida artística, possui um mestrado em psicologia evolutiva e mais de 10 patentes em seu nome. “Através de seu jogo criativo e ousado, Lee Si Won mostrará um novo lado dela que ela nunca mostrou antes." Park Kyung Lim Imagem: Reprodução/Netflix Atriz, comediante e apresentadora, Kyung Lim possui um currículo com passagens por diferentes ramos da TV. Além disso é vencedora de um Daesang. "Park Kyung Lim joga o jogo com mais habilidade como alguém que tem uma longa carreira na indústria de broadcast." Seo Dong Joo Imagem: Reprodução/Netflix Advogada com diploma em matemática pelo MIT e um MBA pela Wharton School. Dong Joo é filha da atriz Seo Jeong Hee e do comediante Seo Se Won. “Seo Dong Joo é uma jogadora com formação acadêmica brilhante e currículo extraordinário." Kwak Joon Bin Imagem: Reprodução/Netflix Conhecido pelo canal de viagens KwaTube, que acumula mais de 1 milhão de inscritos. Além disso, é um poliglota com experiência na embaixada do Azerbaijão. "Kwak Joon Bin mostrará sua extraordinária capacidade de sobrevivência graças à sua excelente proficiência em língua estrangeira, habilidades de comunicação e capacidade de adaptação rápida.” Kwedo Imagem: Reprodução/Netflix Especializado em Astronomia e Ciências Espaciais, Kwedo é um youtuber com foco em ciência e ex-conselheiro político na Casa Azul. “Kwedo demonstrará uma alta compreensão de qualquer jogo com seu pensamento e análise científica e provará que os jogos também são ciência”. Guillaume Patry Imagem: Reprodução/Reprodução Guillaume é vencedor da Star League, competição de StarCraft. Atualmente, segue carreira como jogador profissional de pôquer e investidor. “Guillaume foi o único estrangeiro a chegar ao Hall da Fama coreano do StarCraft quando era jogador profissional. Ele é excelente em ataques não convencionais e é calmo mesmo em crises” Lee Hye Sung Imagem: Reprodução/Netflix Hye Sung foi apresentadora da KBS de 2016 a 2020. Em 2023 fez uma pequena aparição nos K-Dramas Celebridade e Sorriso Real. "Os espectadores devem se atentar ao trabalho árduo de Lee Hye Sung, que perseverará através de sua diligência e persistência.” Seo Yoo Min Imagem: Reprodução/Netflix Yoo Min é uma médica ortopedista e poliglota com diploma na Escola de Medicina de NYU. Seo Yoo Min, fluente em coreano, inglês e espanhol, mostrará um charme inesperado com sua imensa paixão que até a trouxe [para a Coreia] dos EUA” Kim Dong Jae Imagem: Reprodução/Netflix Dong Dae atualmente segue carreira como jogador profissional de pôquer. Ele também equilibra a carreira com a vida de estudante de biomedicina na Universidade da Coreia. “Kim Dong Jae recebeu a pontuação perfeita no teste escrito para a exibição pública [não-celebridade] e, por não ser uma celebridade, ele tem um charme imprevisível”. Cho Yeon Woo Imagem: Reprodução/Netflix Yeon Woo é uma jogadora profissional de Go e dá aulas desde 2005. Além disso, é formada pela University College Dublin e atualmente trabalha como professora na Universidade de Seul. "Cho Yeon Woo tem uma mente afiada e habilidades de jogo dignas de seu título de jogadora de elite de Go" Leia também: Heechul em reality coreano de namoro? Conheça "O Jogo da Mentira", programa do catálogo da Star+ Como funciona O Jogo do Diabo? Imagem: Reprodução/Netflix O Jogo do Diabo é descrito como "polêmico", afinal, é um reality show em que tudo é permitido para vencer, exceto roubo e violência. Semanalmente, os jogadores recebem peças, que são parte central na disputa, uma vez que podem ganhar ou perder estes itens. As peças são usadas como moeda e o jogadores podem utilizá-las para comprar determinados objetos para ajudá-los ao longo do jogo. É essencial manter essas peças, além de serem utilizadas como dinheiro, são elas que decidem quem é eliminado e quem avança para a final. No fim, apenas dois participantes passam para a última etapa. Os participantes se enfrentam ao longo da semana em dois tipos de partidas, as principais e as premiadas, que também podem resultar em eliminações. Nas principais, os dois jogadores com menos pontos não participam das premiadas, além de ficarem presos em uma cela até o dia seguinte. As premiadas são focadas em trabalho em equipe, em que os desafiados precisam cooperar para encontrarem uma solução para o desafio. Esta categoria de partida é a responsável por definir o vencedor. Quem é a mente por trás de O Jogo do Diabo? Imagem: Reprodução/tvN O recente reality show é produzido por Jung Jong Yeon, diretor e produtor de televisão conhecido por programas populares, voltados enigmas e desafios. O diretor possui em seu currículo títulos como O Gênio (2013), O Jogo da Sociedade (2016) e A Grande Fuga (2018). Apesar de tantos títulos de sucesso na carreira, polêmicas o acompanham quase na mesma proporção. Seus trabalhos O Gênio e A Grande Fuga foram acusados de plagiar dois programas japoneses, Liar Game e Kamen Rider Kugga. Além disso, o reality show Decoding Meow (2020) foi cancelado no sexto episódio, após acusações de fraude de adoção, discriminação de raça e abuso de animais. No mesmo ano, o diretor foi acusado por internautas de envolvimento no Nth Room, porém, ele e sua agência negaram e confirmaram que entrariam com uma ação contra estes rumores. Qual é o prêmio do O Jogo do Diabo? De acordo com o site da Netflix, o premio final do reality show pode chegar a ₩ 500 milhões, cerca de R$ 1,9 milhões. Leia também: Hit the Stage e outros programas coreanos que desapareceram sem ninguém perceber Para quem vai a sua torcida em O Jogo do Diabo? Conta para gente em nossas redes sociais.

  • Não é fake news, é hit! O NCT 127 retorna com o álbum “Fact Check”

    Abusando de batidas ousadas do funk e do afrobeat, o boygroup mostra seu gingado com algumas ressalvas no novo disco (SM Entertainment/Divulgação) Marcando o início do mês de outubro, o NCT 127 fez seu comeback após aproximadamente oito meses sem lançamentos da unit. No dia 06, os nove integrantes retornaram com o quinto álbum de estúdio denominado Fact Check, composto por seis canções diversas no que diz respeito a estilos musicais. Apesar dos longos meses sem releases em conjunto, os membros do NCT 127 se mantiveram muito bem ocupados com outros trabalhos. Alguns dos projetos recentes incluem o comeback e turnê mundial do NCT DREAM — unit da qual Mark e Haechan são integrantes —, o debut solo de Taeyong com o EP SHALALA em junho, e o retorno do NCT em sua formação completa com o disco Golden Age. Apesar da quantidade de trabalhos diversos recentemente, o NCT 127 provou ser capaz de demonstrar sua identidade musical única e diversa mesmo com uma agenda cheia em paralelo. Contudo, mesmo com a energia eletrizante da faixa principal, as b-sides deixaram a desejar e acabaram sendo ofuscadas. Confira alguns detalhes de Fact Check logo abaixo, e a resenha de cada música do álbum: Apesar dos pesares, o NCT 127 voltou e a todo vapor Os contratempos envolvendo, por exemplo, a saúde e segurança dos integrantes do NCT 127 foi um dos pontos discutidos pelos NCTzens em tópicos recentes sobre os integrantes na mídia sul-coreana. Em 2023, o grupo finalmente pôde realizar a tão sonhada turnê mundial pós-pandemia, mas determinados acontecimentos também fizeram parte da jornada do conjunto este ano; como o acidente de moto envolvendo o Taeil, que realizou uma cirurgia após uma fratura ter sido detectada em seus exames. Infelizmente, o acidente impediu o integrante de participar do show NCT NATION : To The World, que ocorreu no dia 26 de agosto, e o afastou das gravações do MV de Fact Check. Por esse motivo, o membro não está presente nas cenas de dança, e não consta na agenda de promoções da canção no comeback. Porém, Taeil gravou trechos do videoclipe e suas respectivas partes individuais de cada canção antes do lançamento, o que permitiu aos fãs ter um gostinho da impressionante voz do main vocal no retorno. Fact Check é um retrato da globalização, que é diversa, inovadora e capaz de conectar o mundo No disco inédito, o NCT 127 foi capaz de entregar mais uma faixa-título inovadora e cheia de identidade, que mistura dois gêneros musicais complementares e os adapta à marca particular do K-pop. Na música Fact Check, a mistura do afrobeat e do funk — dois estilos que estão em alta — foi uma ideia genial para criar uma intro dançante que dialoga muito bem com a estética musical experimental da unit. Além disso, o MV é cheio de efeitos especiais, looks ousados e cenas icônicas gravadas no Palácio Gyeongbokgung, que nos remetem à energia de Regular, canção mais antiga do NCT 127 que utiliza elementos da cultura leste-asiática no clipe enquanto explora os ritmos latinos na sua concepção. Um dos destaques de Fact Check foi o uso — mesmo que ainda escasso — dos vocais poderosos de Yuta em alguns dos pontos-chave do refrão. Afinal, é impossível não construir uma faixa ousada sem a participação mais ativa do integrante, cujo visual combina tranquilamente com a produção. Após uma música tão poderosa, vem uma sequência inconstante de b-sides Quando se tem uma title track tão empolgante, é de se esperar que as canções seguintes do disco deem sequência ao clímax proposto não somente pela primeira delas, como também pela estética visual do disco. No caso deste álbum, isso é até levado a frente pela faixa Space, que é uma pop de ritmo médio que expressa o sentimento de se apaixonar por alguém, que significa tanto ao ponto de se tornar o universo. A música soa como um funky alegre e envolvente, e conta com uma base instrumental divertida e dançante. Trata-se de uma boa faixa, mas não dialoga em nada com a canção principal. E nesse sentido, Parade atende ao requisito da combinação entre música, mas não faz tanto sentido quando observada a ordem de faixas proposta pelo disco. A canção é um hip-hop misturado ao pop tradicional que propõe expressar a energética imagem do NCT 127, e relembra a energia festiva de uma parada. Só que Parade não impressiona e soa como algo que poderia estar em Broken Melodies do NCT Dream, ou em algum álbum comemorativo de fim de ano. A música escolhida para possuir um MV especial foi Angel Eyes, que é muito interessante e mais empolgante do que a antecessora. Ela é um rock de ritmo médio que expressa o sentimento de amar com muita esperança, e compara a pessoa amada a um anjo nas letras. É genuinamente boa, mas ela acaba não fazendo tanto sentido no meio do disco em questão, e poderia ter sido tranquilamente um single especial. Na sequência temos a fofa Yatch, que também não surpreende em nada e mais uma vez soa como um descarte do NCT Dream — um bom descarte, mas que não impressiona — e não faz sentido dentro deste álbum. E a curiosa canção de nome em francês que deixou muitos fãs curiosos quando anunciada é Je Ne Sais Quoi, mais uma no estilo hip-hop, mas desta vez com a boa e velha essência experimental do NCT 127. A canção pode ser traduzida como “Eu não sei o quê” e carrega uma mensagem positiva sobre preencher o mundo com os bons momentos dos quais sonhamos. A música é uma das que mais faz sentido no comeback, mas parece uma tentativa de replicar a ideia da aclamada Time Lapse do antecessor 2 Baddies. Leia também: Show do NCT Dream no Brasil transportou fãs para um verdadeiro sonho A sequência perde o sentido mais uma vez com a romântica e leve canção pop Love is a beauty, que propõe quase uma balada sobre boas memórias e sentimentos cultivados entre os integrantes após tantos anos convivendo como um time. É uma boa música, tem uma mensagem bonita, só que não tem qualquer conexão com Fact Check; soaria melhor caso posicionada como a última música da setlist do disco. As duas últimas canções são Misty e Real Life que soam completamente parecidas com a faixa anterior, sendo mais uma vez duas baladas românticas com energia pop com mensagens adoráveis sobre superação, seguir em frente e coisas do gênero. São canções bonitinhas, mas sem qualquer identidade e não dialogam em nada com a proposta inicial desse disco. Já temos nosso veredito: Fact Check é um "half hit" Ao ouvir o álbum na sequência e sem interrupções, as três últimas músicas soaram como uma longa canção de aproximadamente nove minutos que poderiam ser distribuídas de forma individual em outros discos. A experiência em si não acrescenta em nada, e sem dúvidas não se iguala a antecessores icônicos como Sticker e Cherry Bomb que demonstraram da melhor forma possível a versatilidade do NCT 127 do início ao fim. Entretanto, é inegável que as canções são até boas com algumas ressalvas e, se escutadas separadamente em playlists, podem soar melhor do que na sequência da tracklist. Vale uma menção honrosa para Angel Eyes, Space e Je Ne Sais Quoi como as medalhas de prata do disco. Porém, é inegável que a grande estrela é Fact Check, que merecia uma sequência melhor de b-sides. Sendo assim, é possível afirmar que a faixa-título do NCT 127 carregou o comeback nas costas com sua energia eletrizante e diversidade que possuem a cara de uma boa faixa de verão, mesmo tendo sido lançada fora de época em pleno outono sul-coreano. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

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