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- Gasoline: KEY lança álbum vibrante com destaque para a qualidade técnica e visual do MV
O membro do SHINee está de volta com um álbum solo dinâmico que mistura terror e excentricidade; veja a nota ao fim da review (Reprodução/ SM Entertainment) Ele está de volta! O KEY, rapper do SHINee, lançou nesta terça-feira (30) o seu 2º álbum como solista, intitulado 'Gasoline'. A novidade chega às plataformas digitais quase um ano após seu último lançamento no formato (o álbum 'BAD LOVE') e conta com onze faixas, incluindo um feat com o Jeno, membro do NCT DREAM. Além de aguardado pelos fãs da música, o álbum também aguçou as expectativas de quem curte um conceito grandioso e com visual marcante. A title, também chamada 'Gasoline', ganhou um MV que impressiona pela fotografia e estética impecável. Confira após a publicidade e leia o que achamos do álbum completo na resenha abaixo. Só um spoiler: ele está maravilhoso! Um álbum versátil e vibrante Ao escutar 'Gasoline' (o álbum) na íntegra, o ouvinte pode acabar esbarrando no clichê de considerar cada nova faixa a sua favorita. Realmente, todas as músicas são muito boas e expressam as cores ímpares do KEY. Neste lançamento, o cantor se mostra mais uma vez como um artista versátil e dinâmico. São justamente essas características que o colocam na prateleira de cima dos solistas do K-pop, por assim dizer. Aqui, seu dinamismo e versatilidade ganham aliados interessantes: um toque de conceito futurista — muito explorado nos lançamentos na vibe Y2K — e uma pegada de terror. Inusitado, mas dá certo! Algumas faixas de 'Gasoline' lembram os hits do artista americano Sub Urban. São músicas vibrantes, que trabalham com o pop misturado ao rap, rock, metal e hip-hop. Um álbum como esse consegue materializar nas músicas — principalmente na title — o que o KEY tem de melhor e, ao mesmo tempo que é fiel à sua originalidade, manifesta-se como um grande sucesso. Leia também: Mark Tuan lança primeiro álbum solo e Jay B impressiona com digital single Impecável para além do áudio Neste lançamento específico, o apoio visual é tão impactante quanto a produção sonora. O MV da title homônima é uma bela representação audiovisual do que Gasoline' propõe. Quanto à direção de arte, um grande destaque é o figurino — KEY aparece usando vários looks excêntricos e arrasadores, como vemos abaixo. Difícil escolher um preferido! (Reprodução/Youtube) Por outro lado, o figurino ser um destaque não tira o protagonismo da direção de fotografia e cenografia. Em alguns videoclipes, ou os cenários são bons, mas não são tão valorizados pelo enquadramento da fotografia, ou acontece o contrário. É difícil alinhar os dois e fazê-los "conversarem", porém, esta qualidade técnica pode ser vista do MV de ''Gasoline'. Aqui, cenas épicas são enquadradas da melhor forma possível, e isso sem mencionar os movimentos de câmera usuais do K-pop que, junto das transições da montagem como um todo, criam a sensação de imersão para o público. No final, a direção do MV fez um ótimo trabalho; mesmo nos detalhes, 'Gasoline' é coerente, assertivo e fiel ao conceito. Vale destacar também o êxito nas filmagens de dança. A sequência de movimentos cheia de pontos-chave é transpassada para a tela de forma também arrasadora, o que deve fazer sucesso entre aqueles fãs que amam as danças e não veem a hora de aprender mais uma coreografia de K-pop. Esse é o seu caso? (Reprodução/Youtube) Leia também: Confira tudo sobre o Music Bank no Chile de 2022. A recepção dos fãs diz tudo Quanto às críticas dos fãs, basta rodar os comentários do videoclipe no YouTube para ver a unanimidade de elogios. 'Gasoline' entrega para os entusiastas do gênero tudo aquilo que já era esperado: uma track poderosa que encanta no visual e agrada até mesmo os ouvintes mais exigentes. Porém, isso passa longe de significar que o KEY se manteve na zona de conforto. Atender à expectativa dos fãs é, na verdade, um sinal de que o solista soube trabalhar muito bem o conceito, definindo e explorando os limites dele com uma excelência acima da média. Confira o álbum completo no player do Spotify abaixo. Leia também: Shows de K-pop no Brasil: Quais grupos e solistas deveriam vir? Produtora de eventos quer saber! Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é sempre apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Está tudo bem concordar ou discordar da gente, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- MAGIC MAN: Jackson Wang faz "mágica" em seu novo álbum
O lançamento do álbum do membro do GOT7 ocorreu no dia 09; confira a review do comeback do talentoso cantor de Hong Kong (Reprodução / TEAM WANG) Um dos lançamentos mais aguardados desse mês, MAGIC MAN, terceiro álbum de estúdio de Jackson Wang, finalmente está entre nós. Ele foi lançado no dia 9 de setembro e traz dois pré-lançamentos, Blow e Cruel, além do mais recente single, Blue, na tracklist, que conta com mais sete faixas inéditas. Esse é mais um trabalho do solista que iniciou sua carreira solo ainda no GOT7, boygroup que pertencia à JYP Entertainment, e que encerrou o contrato com a empresa no início de 2022. Era de se esperar que Jackson entregasse um trabalho impecável. O contrato com a empresa TEAM WANG permite total controle criativo sobre seus lançamentos em inglês e promoções nos Estados Unidos. Também era esperado que os gêneros utilizados no álbum fossem parecidos com rock e eletrônico, conforme visto nos pré-lançamentos. O artista conseguiu entregar um trabalho satisfatório mesmo passando por alguns percalços no caminho. Confira a crítica do Café Com Kimchi logo após a publicidade: Leia também: Music Bank na América do Sul: Relembre os melhores momentos do festival de K-pop O místico em MAGIC MAN (Reprodução / TEAM WANG) Blow abre o álbum com excelência. A guitarra é constante e a bateria é agressiva, ecoando o sentimento que a letra busca passar. Sendo uma canção já conhecida pelo público, lançada em primeira mão no mês de março, ela dita o ritmo da tracklist e é acompanhada por um videoclipe teatral e intenso como a faixa. Em seguida, temos Cruel, uma canção um pouco mais lenta que sua antecessora e mais inclinada para o lado sensual. A partir dela, podemos perceber uma temática na tracklist do álbum — aqui, o rock comanda o conceito e está presente em todas as faixas. O clipe de Cruel é mágico e traz um cenário distópico de batalha. As cenas de luta foram muito bem coreografadas e os efeitos especiais fazem a diferença na versão final. Infelizmente, a partir desse momento, as músicas passam a se misturar entre elas. Por possuírem sonoridades parecidas, encontrar diferenças palpáveis e particularidades se torna uma tarefa difícil. Champagne Cool e Go Ghost são interessantes quando ouvidas separadamente, ambas trazendo uma mistura do eletrônico com o rock, mas quando postas na ordem da tracklist, perdem o brilho e suas características mais únicas. Drive It Like You Stole It é diferente, entregando mais um pop digno de ser tocado em uma boate ou festa. É um dos destaques do álbum e se parece com faixas antigas do próprio Jackson, como 100 Ways e Pretty Please. Come Alive vem em seguida e é tão boa quanto a anterior, mantendo o alto nível de canções eletrônicas e melódicas. Apesar de ter faixas que funcionam muito bem quando isoladas, o álbum ainda sofre com sua homogeneidade extrema. Just Like Magic muda o ritmo um pouco, apresentando versos lentos e um refrão acelerado, e a diferença a torna ainda mais interessante. É uma pena que seja tão curta assim como sua sucessora, All The Way, que também está na lista de melhores faixas. O refrão explosivo e com bastante reverb nos vocais torna a canção mais única e menos parecida com as outras. Dopamine começa a desacelerar e nos levar para o final do álbum, e o caminho até ele só é bom por causa dessa faixa. O instrumental realmente remete à um shot de dopamina, se encaixando perfeitamente com a letra e a energia que o conjunto transmitiu por esses 25 minutos de duração. Finalmente, chegamos em Blue, último single lançado. Apesar de soar um pouco morna, a canção é o encerramento perfeito para o álbum, deixando um gosto relaxado e satisfatório. MAGIC MAN tem alguns erros de estrutura. Os gêneros utilizados são muito parecidos entre si, fazendo com que o álbum se assemelhe a uma grande massa homogênea. Em alguns casos, isso pode ser bom; nesse, é apenas uma lástima. Entretanto, as canções conseguem se sustentar sozinhas e proporcionam uma boa experiência para o ouvinte, especialmente se consumidas independentemente do álbum, o que faz MAGIC MAN ganhar pontos. Jackson Wang conseguiu fazer mágica e se mostrar merecedor do sucesso que aparece em seu caminho. Ouça MAGIC MAN, do Jackson Wang, abaixo:
- Born Pink: BLACKPINK experimenta novos estilos em segundo full álbum
O girlgroup da YG traz letras poderosas e inovação para novo comeback, superando o primeiro; leia a crítica (Divulgação / YG Ent.) Nesta sexta-feira (16), faltando poucas semanas para The Album completar 2 anos de lançamento, BLACKPINK entrega seu segundo full album, BORN PINK. O projeto contém 9 faixas, incluindo o pré single PINK VENOM, a title Shut Down e mais outras incríveis músicas que mostram a essência do grupo em aspectos que já esperávamos, mas também em novos ares. Jisoo, Jennie, Rosé e Lisa se reuniram para atividades em grupo após meses se dedicando em seus projetos individuais, e provaram que BLACKPINK pode sempre se superar, caminhando entre suas raízes e algo novo. O bom R&B que está nas músicas do grupo desde seu início, retrô, pop são os gêneros musicais que marcam cada faixa do BORN PINK. Leia também: Gasoline: KEY lança álbum vibrante com destaque para a qualidade técnica e visual do MV Faixa por faixa A primeira faixa é PINK VENON, single de pré-lançamento que deixou o público dividido por ser muito divergente das canções enérgicas que BLACKPINK costuma fazer. A música é um hip-hop bem morno porém dançante, que harmonizou bem com o álbum, e funcionou bem com a função de pré-single, causando curiosidade sobre o que esperar no projeto como um todo. Shut Down, a faixa título e segunda do álbum é um tiro certeiro, principalmente para quem gosta de ver BLACKPINK cantando seu bom e imponente hip-hop. La Campanella, canção de 1838 do violinista romancista Paganinni foi utilizada como sample. A mescla da sonoridade clássica e refinada do violino com a magnitude das batidas do hip-hop deram vida a algo que o girlgroup nunca tinha feito. O MV é tão envolvente quanto a música, seu orçamento superou o de PINK VENOM, sendo assim o maior investimento da YG Entertainment em um videoclipe. A produção é um conjunto de referências, com cenas de outros MVs do grupo como parte de cada cena, trazendo nostalgia aos fãs, mas também relembrando seus grandes sucessos. Typa Girl seria uma boa candidata para pre-single, ela se assemelha bastante a Money, b-side de LALISA, projeto solo de Lisa. Com sonoridade parecida, a música também é um hip-hop com letra confiante e ambiciosa, um conjunto que a deixa bastante poderosa. É uma faixa sincera, em que o grupo canta sobre sua reputação e sucesso. Yeah Yeah Yeah é uma composição de Jisoo e Rosé, é sobre se apaixonar, estar naqueles primeiros momentos que causam dúvidas e ansiedade, reproduzidas no gênero pop e um refrão bem retrô, remetendo bem aos anos 80. É uma música divertida e nostálgica, uma boa representante para o lado "pink" do BLACKPINK. Hard to Love é cantada inteiramente por Rosé, uma das main vocals do grupo. É um pop com guitarra bem evidenciada. Esta remete bem a essência da cantora tanto em seus instrumentais quanto na letra, já que é bem romântica e melancólica como seu álbum solo - R -. O timbre de sua voz coloca essa melancolia em evidência, enquanto o ritmo pop trabalha para maquiar a música como feliz. The Happiest Girl prova que BLACKPINK também sabe fazer baladas, e que esse estilo musical não pode faltar em seus álbuns. O título engana, pois faz contraste com a verdadeira mensagem da música que na verdade é bem emotiva, sua essência é o piano em harmonia com as vozes das vocalistas. Tally mescla três gêneros, a predominância é o pop, porém rock e hip-hop também estão bem presentes. Seu ponto alto é a letra, sobre ser livre e se sentir confortável sobre si próprio, tudo isso, cantada de forma irreverente e ousada, representando bem a identidade do grupo. A música Ready For Love é um house-pop e EDM que foi descarte do primeiro full album, e foi oficialmente lançada a pedido dos fãs, e veio antes do lançamento de BORN PINK através de uma parceria do grupo com o PUBG. Descartá-la do The Album foi uma boa escolha, a música harmoniza melhor com as outras faixas do álbum. Leia também: Além de K/DA: 5 vezes que o Kpop invadiu o universo dos Games O projeto, que já é million seller no Hanteo, com mais de um milhão de cópias vendidas no primeiro dia, é sinônimo de mudanças e possibilidades, pois projeta expectativas de ver o grupo passeando por outros estilos. Ainda, é sobre confiança e evolução, já que esboça a sensação de que o girlgroup pareceu confortável em fazer algo novo. O tempo de espera valeu a pena, BLACKPINK entregou um projeto bem diferente do seu primeiro, com faixas bem trabalhadas, cada uma em seu estilo, porém que harmonizam muito bem como conjunto. BORN PINK mostra que sair da zona de conforto é algo fácil para elas, e que pode agradar qualquer público. Leia também: Você acha que BLACKPINK só tem música igual? Conheça as b-sides mais diferentes do grupo Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- DICE, do NMIXX, aposta em explosão de cores e referências à Alice No País Das Maravilhas
Seis meses após O.O, as rookies estão de volta com um álbum super colorido que organiza a bagunça do debut, veja a crítica (Divulgação / JYP Ent.) Seis meses após o debut peculiar com O.O, o NMIXX está de volta. O grupo rookie lançou na manhã desta segunda-feira (19) o segundo single álbum ENTWURF, composto por 4 faixas, entre as quais está a title DICE. Este é o primeiro come back do mais novo ato feminino da JYP Entertainment — famosa pelos acertos em girlgroups como o TWICE, ITZY e Wonder Girls. Seja qual for a sua opinião sobre a estreia das meninas — se amou ou odiou O.O —, DICE chega como uma espécie de rendição. A faixa preserva escolhas arriscadas do trabalho de debut, como as mudanças bruscas de ritmo, mas também apresenta características coerentes, como uma linearidade palpável e a agressividade mais controlada. Confira o que achamos da novidade após a publicidade. Leia Mais: Born Pink: BLACKPINK experimenta novos estilos em segundo full álbum Caótico mas coerente O grupo de sete integrantes aparece enérgico no videoclipe de DICE que, assim como O.O, também aposta em uma explosão de cenários, cores e figurinos. Elementos que reforçam as teorias particulares do fandom — como o barco nas nuvens que rendeu comparações ao conceito do ATEEZ —, foram mantidos, e outros foram adicionados, como as referências à obra Alice no País das Maravilhas. As meninas estão mesmo maravilhosas! Confira abaixo. No âmbito sonoro, DICE faz bom uso do Electro Pop para servir momentos de impacto, mas sem deixar a musicalidade de lado. Para os ouvintes que curtem uma mudança repentina no ritmo, a faixa apresenta o recurso após o primeiro refrão; mas até quem não gosta do break consegue tolerá-lo, já que se faz presente em um trecho pontual e não interfere tanto na linearidade da música. Além disso, é super dançante! Em suma, é uma faixa vibrante e cheia de personalidade. Como a própria letra afirma no pré-refrão, é "ousada, mas controlada". A letra de DICE, aliás, também merece destaque. O NMIXX canta aqui sobre o entusiasmo de se aventurar no 'vasto universo' e jogar os dados para a vida e seus desafios — uma mensagem muito apropriada para as rookies que estão apenas começando a sua caminhada na empresa 'BIG 3' e pioneira do k-pop. (Divulgação / JYP Ent.) Se DICE já surpreende e causa uma boa impressão, COOL (Your rainbow), a segunda faixa do álbum, é ainda mais encantadora. Lenta e mais romântica, ela coloca o holofote sobre um lado inédito das membros, ou melhor, quase inédito. O talento para músicas mais suaves já havia sido apresentado durante o pré-debut, mas ficou escondido debaixo de várias camadas caóticas. Ele reaparece com uma vibe nostálgica aqui, comprovando a versatilidade do grupo. As demais faixas no álbum são os instrumentais de DICE e COOL (Your Rainbow). Leia Mais: Gasoline: KEY lança álbum vibrante com destaque para a qualidade técnica e visual do MV É claro que ainda há um longo caminho a ser trilhado, e o NMIXX ainda precisa se encontrar. O pré-lançamento de DICE foi marcado, mais uma vez, por comentários sobre a originalidade do conceito, comparado-o a trabalhos do EXO e Red Velvet, e a sonoridade experimental segue não sendo um diferencial na geração de grupos como Stray Kids, aespa e outros. Contudo, ENTWURF consegue redimir boa parte dos erros do debut e já não agride o ouvinte na primeira escuta. Ele deixa claro porque o NMIXX merece a nossa atenção apesar do início frustrante com o álbum AD MARE. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- Brand New: Com debut solo, Xiumin do EXO mostra versatilidade sob o calor do verão
Mini álbum do artista foi lançado no dia 26; tracklist é diversa e entrega title track de produção segura e public-friendly (SM Entertainment/Divulgação) Nos aproximamos do final de 2022, e parece que (quase) todos os membros do EXO estão com solos garantidos. Dessa vez, o Xiumin foi o escolhido para lançar um projeto individual, e o release é ambicioso: Brand New, mini álbum de cinco faixas que é diverso, agradável para quem não é fã e multicolorido — tanto no conceito quanto no carisma esbanjado por Kim Minseok ao sem provar digno de um solo. O disco chegou às plataformas digitais na segunda-feira (26), e a mensagem é clara: já estava na hora do Xiumin estrear como solista. Com uma carreira que traz diversos trabalhos na bagagem, a pergunta que ficava era: por que a SM Entertainment o manteve longe do holofote individual por tanto tempo? Bem, está aí uma pergunta que só o Lee Soo-man poderia responder... O EP de estreia abre com Brand New, uma title track que é segura em sua criação. Não é inovadora em estilo; mas para o Xiumin é. Até hoje, o membro do EXO havia lançado majoritariamente ballads de forma individual, e a música-título quebra a regra; é direta ao ponto e animada, e tem semelhança com contemporâneos de Xiumin como Kai e Baekhyun. Ainda, a produção da canção fica por conta do duo Blaq Tuxedo, que foi a escolha perfeita da SM para uma title que deita e rola no hip-hop moderno. Leia também - 28 Reasons: Prestes a debutar solo, conheça a carreira e os talentos da Seulgi do Red Velvet O MV da música também é cheio de referências ao EXO e a Kwangya, o universo compartilhado da SM. No videoclipe, Xiumin tem direito a tudo: dançarinos, coreografia no estilo TikTok, um refrão que gruda na mente e vários momentos de close na câmera. Este é o momento do Minseok brilhar, e o MV de Brand New sabe como fazê-lo — ainda mantendo o "babyface" e os trejeitos que tornaram Xiumin um querido no K-pop. Além do mais, Brand New poderia ser uma canção de hit no próprio TikTok, ao que ela não foge muito de lançamentos no estilo Y2K que têm dominado a indústria. Até mesmo as fotos promocionais no EP dizem isso. É surpreendente ver o Xiumin estreando sozinho com uma música mega influenciada pelo Miami bass, e indo no reverso da maré de baladas como You, de 2019. "Feedback" e "How We Do", esta com Mark do NCT, parecem estabelecer onde Xiumin irá ficar Seguindo no mini álbum, as músicas Feedback e How We Do continuam a atmosfera iniciada por Brand New com batidas pesadas e o hip-hop que gira ao redor dos três releases. Enquanto a primeira é uma produção do cantor de neo-soul Daniel Caesar, a segunda é uma parceria com o Mark do NCT 127; artista com quem Xiumin tem uma amizade de anos. Foi legal ver que Minseok decidiu colocar Mark, que o conhece desde a época do SM Rookies, para formar o featuring. Até esse ponto de Brand New, a summer vibe prometida por Xiumin é mantida. Contudo, o álbum tem uma mudança a partir da quarta música, com Love Letter: uma ballad que faz jus à voz de Minseok já conhecedora das músicas românticas no K-pop. Para alguns, esta queda drástica de ritmo pode ser uma barreira, mas esta suposta "queda de temperatura" do começo ao fim do EP parece ser proposital. Isso mostra que Xiumin é capaz de transitar entre estilos com certa facilidade. E o mini álbum termina com Serenity, canção que funcionou como uma música promocional antes do lançamento oficial no stream. Xiumin já coleta algumas performances da faixa, que também denota a facilidade que Kim Minseok tem de se adaptar a gêneros diversos; do dance-pop às baladas em extremos que, afinal, formam um ciclo. Apesar disso, o autor da resenha não teve dificuldades em escolher suas favoritas: Brand New e How We Do são músicas poderosas dentro da gama de lançamentos recentes do EXO. Xiumin optou por trabalhos que agradam o público de modo geral, e continuou sua trilha numa das coisas que o seu boygroup já faz com excelência: entregar projetos dance-oriented que conquistam mais e mais fãs a cada comeback anunciado. Brand New encanta com a vivacidade de Xiumin, e sua vontade de se divertir Sempre considerei o Xiumin como uma peça-chave dentro dos projetos do EXO. E não só apenas com suas habilidades de canto e dança, como também com a identidade que ele transmite nas entrelinhas: divertida e animada, que combina com qualquer música pop ou faixa romântica sentimental. A formação do boygroup da SM, que completou dez anos em 2022, é feita de camadas e mais camadas de estilos e vozes, que se complementam no final das contas; e Brand New mostra que Xiumin está disposto a nadar contra a corrente daqueles que, por alguma razão sem sentido, duvidam dele. A faixa Brand New traz bons elementos do hip-hop e fascina ao colocar o intérprete num pedestal que ele sempre mereceu. Seja pelo seu jeito meigo e carismático, ou pela sua facilidade em encantar a audiência, Xiumin é um k-idol em sua essência; e seu debut solo é um prato cheio para quem ainda não o conhece. O momento "altos e baixos" do mini álbum, com a divergência de faixas do meio pro final, pode ser questionada; mas a title track é um dos lançamentos mais confortavelmente atraentes do K-pop em 2022 — sem depender de fanservices exagerados, ou tentar abusar do noise music que (alguns) grupos masculinos já deveriam ter repensado à essa altura. O verão brasileiro está chegando, e Brand New é indispensável para a sua playlist. Ouça Brand New do Xiumin logo abaixo: Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- EXID: Girlgroup retorna com "X" e comemora os 10 anos de aniversário
Depois de três anos longe dos palcos, o grupo fez seu comeback na última quinta-feira (29) e encanta com conceito marcante (Reprodução/ Sony Music) Na última quinta-feira o EXID fez seu comeback com o single álbum intitulado X. O lançamento é em comemoração aos 10 anos de carreira do grupo, que coleciona diversos prêmios e um fandom fiel. O álbum conta com 3 faixas e uma versão em inglês da faixa título. Este é seu primeiro lançamento desde a saída das integrantes de sua antiga empresa, a Banana Culture. A integrante LE participou da composição e letra de todas as faixas que apresentam um lado já característico do grupo, mas apostando em ritmos diferentes que impressionam com transições criativas. Saiba o que mais o Café com Kimchi achou deste álbum após a publicidade! Fire (불이나) é a faixa título do álbum de aniversário, e começa com um instrumental que chama a atenção. O estilo e conceito apresentados são a cara do EXID, com looks marcantes e um MV sensual e bem girl power. A canção ganhou uma versão em inglês. A música traz ainda algumas batidas que lembram o funk brasileiro, que tem ganhado reconhecimento internacionalmente e que com certeza foi uma boa aposta, deixando a música mais interessante. O pré refrão cria um crescendo com vocais incríveis de Hyelin e Solji, no entanto o momento do refrão em si é bom mas não impressiona muito. IDK (I Don’t Know) é a segunda faixa do álbum e tem um ritmo super animado, com elementos de disco dos anos 80. Os vocais mais uma fez abrem o refrão que é muito contagiante. A canção lembra faixas lançadas pelo grupo anteriormente, sendo um grande acerto e poderia facilmente ser a faixa título. Com um instrumental upbeat LEGGO é um uma música feita para os fãs e que diferente do que muitos grupos costumam fazer apostando em ritmos mais calmos e baladas românticas, o EXID trouxe um som completamente pop e agitado. Na letra as integrantes agradecem pelo amor do fandom e expressam a vontade de ficarem juntos por muito tempo. No conjunto o grupo apresentou o que sabe fazer de melhor e faixas que mostram que se trata do EXID, um grupo experiente e com um estilo próprio. A faixa título é boa, mas as b-sides entregaram elementos que faltaram na escolha principal. X é simples, mas contém muitos acertos, com escolhas de faixas que se completam. O grupo impressiona com os vocais e o rap chamativo das integrantes e ainda consegue dar um presente para o fandom que esperava por um retorno. Leia também: Brand New: Com debut solo, Xiumin do EXO mostra versatilidade sob o calor do verão Ouça ao álbum "X" do EXID logo abaixo: Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- One Bad Night: novo EP da Jamie é cheio de atitude e versatilidade
Após lançamento de single, cantora retorna com EP de 5 faixas que impressionam por vocais e rap notáveis (Reprodução/ Warner Music Korea) Na última quarta-feira (05), a cantora e rapper Jamie, também conhecida como Jamie Park, lançou seu EP One Bad Night, contendo 5 faixas. Neste ano, a cantora que tem a carreira agenciada pela Warner Music Korea já havia lançado um single, uma participação e uma OST para o drama Moonshine. Este é seu primeiro retorno com EP desde Jiminxjamie, lançado em 2018, e encerra de vez a espera dos fãs por um novo projeto com mais músicas. O novo trabalho esbanja a atitude da cantora e confirma suas habilidades, apostando em estilos como o R&B, pop e hip-hop. Saiba mais do Café com Kimchi achou da novidade após a publicidade! A faixa título 3D Woman transmite personalidade e confiança. O instrumental traz uma vibe mais futurística, que é um ponto positivo, mas o refrão infelizmente não é tão cativante. É uma uma música que talvez fique na cabeça se o ouvinte escutar uma segunda vez, mas, no primeiro contato, não gera muita empolgação. O MV conversa com o arrojo que há na letra da música e monstra que a Jamie busca fazer algo mais direto, sem as amarras de preconceito que existem por muitos lados em relação ao seu trabalho. Os visuais são surpreendentes e, se você ainda não conferiu, fica aqui o convite para o dar o play aqui em baixo. Vale a pena! Girls é uma faixa super pop, com um instrumental simples, mas que entrega o que se espera da maioria das músicas nesse ritmo. O refrão é bom e gruda na cabeça com facilidade. Aqui, a Jamie mostra suas habilidades tanto como vocalista quanto como rapper. Uma artista completa! Já In My Bag traz um lado mais forte de hip hop para o EP, e esse estilo combina muito bem com a cantora — é refrescante e complemente bem sua composição e voz. Quem curte as músicas da rapper Jessie vai facilmente curtir essa faixa. Leia também: EXID: Girlgroup retorna com "X" e comemora os 10 anos de aniversário Em seguida, Bedtime Story com participação do rapper e produtor GEMINI. Ela se difere das músicas anteriores ao trazer o R&B que vemos com frequência nos trabalhos da Jamie e que já é uma de suas especialidades. A faixa é envolvente, e o feat com o vocal leve do GEMINI se conecta quase que perfeitamente com a voz da Jamie, apesar dos dois não cantarem sincronizados, o que é uma pena. Fechando o EP, Honesty transporta o ouvinte para outra atmosfera, mas que não gera total estranhamento pela abertura com o R&B feita com a faixa anterior. Com influência de blues e jazz, Jamie entrega vocais limpos e delicados, demonstrando mais uma vez sua versatilidade. Em conjunto, o EP entrega muito mais do que se espera. A escolha das faixas foi feita de forma inteligente e, apesar da faixa principal ser pouco impactante, Jamie explora estilos, gêneros e versões de sua vocalidade que só reafirmam sua capacidade de surpreender. One Bad Night tem faixas para quase todos os gostos, agradando quem já é fã e também com potencial de cativar novos ouvintes. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- Maxident: A receita de bolo do Stray Kids chega ao ponto certo em novo comeback
Boygroup retorna com músicas de composição e produção próprias, e divulga um dos melhores lançamentos masculinos de 2022; leia a crítica (JYP Entertainment/Reprodução) É possível dizer que, entre os comebacks dos boygroups em 2022, poucos tiveram proeminência para entrar na célebre lista de "melhores do ano". Mas indo contra esta tendência preocupante, o Stray Kids voltou neste mês de outubro (07) com MAXIDENT, álbum que recorre à fórmula que já dá certo ao conceito do grupo e que manifesta o diferencial do conjunto da JYP no meio dos artistas masculinos. O disco de oito faixas, todas com produção e composições próprias, ajuda a embasar o fato de que o Stray Kids é um dos bg's mais fáceis de se afeiçoar na 4º geração. Mesmo que a carta de apresentação do grupo sejam as title tracks banhadas no noise music (que não agrada a todos), os projetos do grupo como um todo são interessantes e formam uma discografia com diversas surpresas em qualquer imersão. Leia também - HallyuConn 2023: Preços, datas e tudo o que você precisa saber sobre o festival de K-pop no Brasil A faixa Case 143 é a que abre o álbum, e também é a que ganhou MV: divertida, com um refrão catchy e um rap bem demarcado. A música segue uma "receita de bolo" que o Stray Kids tem em seus projetos, mas que não é um demérito — há carisma e algo que te contagia. Em duas ou três ouvidas, Case 143 já estava grudada nos meus ouvidos. E é bom quando boygroups voltam a explorar ideias mais engraçadinhas e deixam um pouco de lado o conceito sexy; que é bom também, mas alguns não nasceram para isso. Felizmente, o Stray Kids é capacitado para ambas as entregas. Case 143 também é contagiante na coreografia, e posso afirmar que fiquei um bom tempo vendo e revendo os vídeos ao vivo que saíram até então. A title é uma soma de fatores que dá certo, e a semelhança do formato da música com outras que o Stray Kids já lançou é algo a se acrescentar — você aperfeiçoa aquilo que já é bom fazendo. A faixa CHILL dá segmento ao disco num estilo mais relaxante com um hip-hop usual e chiclete, e entra para o grupo de músicas do MAXIDENT que o replay fica pressionado. O mesmo não aconteceu com Give Me Your TMI, que parece um filler no comeback; a música ainda precisa amadurecer com o tempo. Apesar disso, SUPER BOARD retoma a jocosidade viciante da title e o ânimo para continuar o álbum volta com força total — quanto mais o Stray Kids explora onomatopeias e pauta isso com uma produção que tem identidade, melhor. 3RACHA, TASTE e Can't Stop são uma montanha-russa de emoções e indicam crescimento do Stray Kids A partir deste ponto, MAXIDENT sofre uma reviravolta na tracklist com uma performance da unit 3RACHA, que tem papel essencial na progressão identitária do Stray Kids. E no trio formado por Bangchan, Changbin e Han, é uma química que derruba portas no chute. Devo admitir que a música self-titled do trio de hip-hop se tornou a minha favorita do comeback por trazer um rap de respeito, um beat que não sobressai as vozes e um projeto que é autoral. TASTE, que vem em seguida, é igualmente impressionante e dá calafrios ao longo de seus mais de três minutos de duração. É uma faixa misteriosa e que mescla vozes tão diferentes dentro do Stray Kids (no caso, Hyunjin, Felix e Lee Know), indo do vocal mais doce até o mais gutural (detalhe para o Felix que, desde sua collab com a Nayeon do TWICE, tem me impressionado com sua voz). A variação que MAXIDENT sofre entre as músicas faz muito sentido. A certeza de que as músicas foram criadas com total opinião do grupo denota o poder que o Stray Kids teve sobre minha mudança de opinião a respeito do boygroup. Minha vontade de ouvir mais b-sides do octeto cresce a cada ouvida no MAXIDENT, e acredito que o álbum seja uma das melhores portas de entrada para que ainda torce o nariz pros cantores. Chegando ao final do comeback, Can't Stop volta para o estilo upbeat do início da tracklist, e é um pop rock bonitinho com Seungmin e I.N. É claro que, como a trend do Y2K ainda não deixou o K-pop, a canção cumpre o papel de representar a nação "rockeirinha" no disco, e ela pode cair ainda mais no gosto do ouvinte com o passar dos plays. Você pode curtir saber - TXT: Saiba tudo sobre o líder da 4º geração e uma das atrações do Music Bank Chile 2022 O Stray Kids está em sua melhor forma no MAXIDENT. Sim, o grupo segue uma receita de bolo para os discos, mas é uma receita de bolo muito boa; não há muitos pontos fora da curva no CD — na verdade, são praticamente imperceptíveis. Eu, como ouvinte casual do grupo e que não conhece os bastidores com detalhes, fiquei impressionado com tamanha maturidade que o grupo alcançou. Apesar das críticas pessoais que tenho acerca da quarta geração do K-pop, o ato da JYP ficou tão interessante de conhecer, que o Stray Kids se tornou um representante de respeito da atual leva de k-idols que estão dominando o público. Ainda, reforço a admiração que tenho pelo Bangchan na constante produção do grupo, que provavelmente é um dos responsáveis pelo incentivo dado ao Stray Kids para explorar suas capacidades como artista para além do palco — na composição de um comeback como um todo. Leia esta crítica também - EXID: Girlgroup retorna com "X" e comemora os 10 anos de aniversário Se você não gosta do Stray Kids, como minha versão do passado, dê uma chance a eles com MAXIDENT. Alguma faixa irá te conquistar, sejam as agitadas ou as fatais; o grupo entrega um banquete completo para degustação. Mesmo com a pequena mudança de humor após a title e as duas faixas que precisam de mais escutadas para te convencer, o retorno do boygroup contorna tais pontos com uma atmosfera divertida e muito carismática; eles são uns fofos. Por favor, Stray Kids, continue com esta receita do melhor dos bolos. Eu ainda não me cansei dela. Ouça o álbum "MAXIDENT" do Stray Kids logo abaixo: Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- "Apocalypse: Follow Us": Dreamcatcher marcha para a guerra em VISION
Com um single similar ao anterior, o Dreamcatcher trás uma continuação da série de álbuns Apocalypse, com o desfecho da guerra (Imagem: Divulgação/Dreamcatcher Company) No mês do Halloween, não pode faltar o grupo que deixa a celebração ainda mais interessante, em termos musicais, pelo seu conceito com elementos sombrio. O Dreamcatcher realizou o seu comeback na última terça-feira (12), com VISION, single pertencente ao EP Apocalypse: Follow Us. O sétimo mini-álbum acompanha seis faixas, além de ser uma continuação da agora dualogia, Apocalypse: Save Us (2022). Em setembro, as contas oficiais do grupo disponibilizaram uma imagem misteriosa de um código para marcar o inicio da divulgação do álbum que seria lançado em outubro. O código foi sucedido por uma série de imagens teasers individuais e em grupo, assim como prévias do Music Video e do álbum. Apocalypse: Follow Us é o segundo comeback do grupo em 2022, o Dreamcatcher retorna após o lançamento do primeiro álbum da série Apocalypse em abril de 2022. O atual EP dá continuidade aos acontecimentos mostrados em MAISON, faixa principal do Apocalypse: Save Us. Em um cenário distópico em que a única esperança de salvação é o grupo composto por JiU, SuA, Siyeon, Handong, Yoohyeon, Gahyeon e Dami. Leia também: (G)I-DLE, Stray Kids, MAMAMOO e mais: Confira o calendário de lançamentos de K-pop de outubro A guerra e o futuro do mundo em VISION VISION é uma faixa forte, porém, é difícil pensar esse seria o lançamento mais impactante do grupo se comparado a comebacks anteriores, como Odd Eye (2021). A faixa-título apresenta uma sonoridade similar com MAISON, ambas com uma certa introdução de EDM. A canção é marcada por essa mistura do rock com o EDM em diversos momentos, a qual a parte eletrônica está bem mais audível. Dessa vez, é difícil apontar um ponto alto da canção, que parece seguir uma linha estável no inicio ao fim, sem grandes picos de destaque. No Music Video, as sete integrantes retornam ao cenário pós-apocalítico futurista apresentado em seu comeback anterior. Os elementos na ambientação e nas roupas mostram que uma guerra mais avançada ocorreu. Mas com seus poderes especiais o grupo consegue sair vitorioso e salvar o mundo, representado pelo momento em que elas aparecem na televisão. Um escudo é liberado em volta da Terra por Dami ao final, trazendo esperança para o fim da invasão. Em Follow Us, elas mostram que não precisam mais serem salvas, mas seguidas, além de deixarem isso claro na letra ao convocar todos para marchar para a guerra. Marche junto com os passos e recarregue / Em direção à colina cheia de inimigos Leia também: TXT: Saiba tudo sobre o líder da 4º geração e uma das atrações do Music Bank Chile 2022 O álbum é aberto pela intro, Chaotical X, apenas com instrumental, que parece ter objetivo de ambientar o ouvinte em um filme de ação. Funciona bem como uma prévia de VISION, que em seguida resgata bem essa sensação. A terceira canção é Fairytale, com um rock diferente das duas músicas anteriores, assim como o título sugere, é sobre viver momentos felizes, fazendo o público se sentir da mesma forma. O refrão é entusiasmante e Siyeon guia para uma sensação de liberdade com facilidade. Some Love é outra b-side, que foge do rock intenso misturado com o EDM de VISION e da sonoridade leve de Fairytale. Nesse groove rock sobre amor próprio é fácil de identificar os sons de guitarra misturados com o sintetizador. Ainda assim, talvez não seja um dos pontos fortes do álbum. Após canções mais agitadas, a última canção é uma ballad para encerrar o ciclo do Follow Us. Em Rainy Day, os vocais marcantes das sete integrantes fica ainda mais em evidência. A canção se trata de um momento delicado de saudades, representada pela chuva. Uma situação em que a pessoa não tem outra alternativa além de aceitar as fortes emoções que acompanham um dia chuvoso. O EP ainda possui uma ending — similar a uma introdução, que se posiciona no final do álbum — de sonoridade aposta a Chaotical X, representando que o caos instaurado na intro, e visto no MV, foi cessado no fim em Mother Nature. Leia também: EXID: Girlgroup retorna com "X" e comemora os 10 anos de aniversário No geral, o Dreamcatcher trouxe um bom álbum, mas um pouco mais do mesmo dentro do que já está acostumado a entregar ao público. A organização e escolhas da tracklist seguem um padrão já conhecido do grupo, uma intro com apenas instrumental, o single, duas b-sides mais diferenciadas sonoramente e uma ballad. As faixas secundárias do álbum não possuem um destaque tão forte no álbum e podem passar despercebidas, com exceção de Fairytale, que mostrou uma ótima proposta e potencial, podendo ser apontada como um dos pontos altos do EP. O uso do EDM não é novidade, mas os dois últimos lançamentos mostram uma tendência de tentar diversificar sua sonoridade dentro da própria discografia. É fácil notar a similaridade de sonoridade de MAISON e VISION, algo normal, visto que, fazem parte de uma duologia. Mas se comparados ao som de outros singles, não mostram a mesma presença marcante, como em Odd Eye ou BOCA. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- Jay B: Saiba tudo sobre a turnê "Tape: Press Pause" do solista e membro do GOT7 no Brasil
Cantor fará apresentação única em novembro, na cidade de São Paulo; saiba tudo sobre local, ingressos, horários e mais (CDNZA RECORDS/Divulgação) Se tem uma coisa que adoramos quando acontece no Brasil, são os concertos de K-Pop; e agora, há mais um evento marcado para rolar ainda em 2022. O Jay B, integrante do GOT7 e que também é solista, fará um show único no país na cidade de São Paulo, que será rota de sua mais nova turnê: a 2022 World Tour - JAY B "TAPE: PRESS PAUSE". O show na capital paulistana marcará a primeira vinda de Jay B, e de um integrante do GOT7 no geral, para um show no Brasil. Além dos projetos com o grupo de sete membros que está na ativa desde 2014, o cantor (cujo nome verdadeiro é Lim Jaebeom) também está promovendo uma carreira solo promissora nos gêneros hip hop e r&b. Por se tratar de uma única data em terras brasileiras na leg sul-americana da tour, esta será a chance do fandom Ahgase (do GOT7) ver o líder do boygroup de perto. Leia também - DPR: Grupo coloca Audio a baixo com performance explosiva da "The Regime World Tour"; saiba mais Continue lendo o post abaixo para saber mais informações sobre a turnê Tape: Press Pause, como local do concerto, data e demais coisas importantes: Show do Jay B no Brasil acontecerá em novembro, na casa de espetáculos Vibra São Paulo De acordo com informações da Noix Entertainment, produtora que está cuidando do show, a turnê de Jay B passará no Brasil no dia 26 de novembro, que cai num sábado. O concerto acontecerá na casa de shows Vibra São Paulo, que tem capacidade de aproximadamente 6.900 pessoas. A performance de Jaebeom está marcada para 20h. Além do show no Brasil, o membro do GOT7 também estará no Chile e no México, e todas as apresentações acontecerão na mesma semana. (CDNZA RECORDS/Divulgação) Conforme foi divulgado, Jaebeom deve se apresentar em São Paulo com um concerto "intimista" e ao mesmo tempo "energético", com performances de seus setlist como solista. Se você acompanha o Jay B em sua carreira individual, já deve saber que a discografia do artista (que também usa os nomes Def e Offshore em alguns projetos) mistura o pop com o hip hop, o que promete muito. Leia nossa review - "NANANA": Fora da JYP, GOT7 exibe sua melhor fase em novo álbum Quais músicas Jay B apresentará na turnê Tape: Press Pause? Como dito acima, Jay B tem sido um dos nomes individuais do K-pop mais interessantes de se acompanhar recentemente. Nesse caso, o cantor divulgou dois EPs solo, SOMO: FUME (2021) e Be Yourself (2022), além de OSTs e colaborações. No SOMO: FUME, por exemplo, há parcerias com Jay Park e a Wheein do MAMAMOO, e produção do cantor GRAY. Ainda não se sabe se o artista apresentará algum projeto inédito ou algo relacionado, mas quem sabe não há surpresas na lista de canções do concerto de São Paulo, não é? Vale lembrar como curiosidade que Jay B já fazia parte de duas sub-unit do GOT7 antes de debutar como solista: O JJ Project com o membro Jinyoung, e o JUS2 com Yugyeom. Além disso, há um setlist que já está circulando na internet com as faixas dos outros shows da turnê: Quando começarão as vendas, e quais são os valores dos ingressos do show? Os ingressos para a Tape: Press Pause começarão a ser vendidos na terça-feira do dia 25/10, praticamente um mês antes do show. Nisso, os lugares disponíveis no Vibra São Paulo foram divididos entre VIP, Pista Premium, Pista, Camarote Central e Camarote Lateral. A venda online será feita no site de ingressos Uhuu. No caso da meia-entrada, é importante ficar à par do que dará direito a ela, conforme a Lei Federal 12.933 e o Decreto 8.537. (Noix Entertainment/Divulgação) O pacote VIP, inclusive, dá direito à soundcheck do show junto de brindes e credenciais. Veja os valores logo abaixo: PRESS PAUSE VIP (inclui Pista Premium + Soundcheck + Photocard + Credencial do Show + Goodbye Session): R$1050 Pista Premium: R$345 (meia-entrada) | R$690 (inteira) Pista: R$215 (meia-entrada) | R$430 (inteira) Camarote Central: R$290 (meia-entrada) | R$580 (inteira) Camarote Lateral: R$260 (meia-entrada) | R$520 (inteira) Serviço: 2022 World Tour - JAY B "TAPE: PRESS PAUSE" Data: 26 de novembro de 2022, sábado Local: (Vibra São Paulo) Av. das Nações Unidas, 17955 - Vila Almeida, São Paulo/SP | CEP 04795-100 Horário: 20h Classificação: 14+ (menores que a idade indicada apenas acompanhados de responsáveis) Vendas começam em: 25/10 (terça-feira), às 12h pelo site da Uhuu.com Bilheteria: (Vibra São Paulo) Av. das Nações Unidas, 17955 - Vila Almeida, São Paulo - SP, 04795-100 | Segunda à sexta das 12h às 15h, e das 16h às 19h aos sábado, domingos e feriados
- KAMP Los Angeles: Tudo sobre o festival que reúne grandes nomes do K-pop em outubro
O evento acontecerá nos dias 15 e 16 de outubro e dentre os artistas confirmados estão Monsta X, Taeyeon, KAI, Jeon Somi, Super Junior e muitos outros (Divulgação / KAMP Global) O festival KAMP faz seu grande retorno nesse ano, após o sucesso com KAMP Singapura em 2019, desta vez nos Estados Unidos. O evento acontecerá no Rose Bowl Stadium, na cidade de Los Angeles em outubro, nos dias 15 e 16, e está sendo organizado pela empresa de entretenimento KAMP Global, em parceria com Eventim Live Asia (ELA). A festa promete ser uma das maiores da história do k-pop dos Estados Unidos — e talvez até da América. Leia mais: Music Bank no Chile 2022: Tudo sobre o festival de k-pop que traz a 4° geração para a América do Sul. Se você vai estar de passagem pelos Estados Unidos no período de outubro, mora por aí, ou está interessado no evento e quer saber mais, o Café te conta tudo o que sabemos sobre o festival até agora. É importante lembrar que essa matéria será atualizada conforme novas informações vão sendo liberadas, então, fique de olho! Quais são as atrações confirmadas? As lineups ainda estão sendo atualizadas, mas o que sabemos até agora é que IKON, Taeyeon, Kai, Super Junior, Bambam, P1Harmony e Lapillus já estão confirmadissímos para o primeiro dia de evento, no sábado (15). Já no domingo, terá Aespa, Monsta X, Somi, Momoland, Epik High, T1419 e Zion T. também 100% confirmados. Aespa foi divulgado como atração apenas nessa semana, no dia 22 de agosto, então podemos esperar grandes atrações sendo divulgadas nos próximos dias para integrar essa lineup poderosissíma. Leia também: Moda Y2K no K-pop: Confira quais grupos e solistas aderiram à tendência irresistível dos anos 2000 Quando começa a venda de ingressos? A venda de ingressos regular começou no dia 22 de agosto, mas para aqueles que se inscreveram com antecedência, a pré-venda começou um dia antes. O festival oferece vários pacotes diferentes, desde pacotes VIP’s, até pacotes mais simples. Também é possível comprar ingressos para apenas um dia do evento, caso você não curta tanto algum artista ou prefira investir em um pacote mais caro para ver o seu cantor favorito. Os tickets estão com valores um pouco salgados, considerando o preço do dólar, mas caso você esteja juntando um dinheirinho para ver seu grupo ou solista preferido e tem a chance de estar por lá, pode valer a pena. O ingresso mais barato, para só um dia do festival, está custando $90 e o mais caro está por volta de $1100 — aproximadamente de R$460 a R$5622. Havia a possibilidade de Meet & Greet, mas, infelizmente, os ingressos já estão esgotados. Como está a situação de covid-19 e vacinação? Como sabemos, os Estados Unidos foram um país bastante afetado pela pandemia, então existem algumas regras para as quais é necessário atentar. Para entrar no país é preciso apresentar um teste negativo para a doença com um prazo de um dia para testes de antígeno e dois dias para PCR. Além disso, viajantes internacionais são obrigados a atestarem que a vacinação está em dia para entrar no país e as máscaras ainda são obrigatórias para mega eventos, como o caso do KAMP Los Angeles. Então, confere tudinho antes de viajar que é só sucesso!
- Music Bank no Chile 2022: Tudo sobre o festival de K-pop que traz a 4ª geração para a América do Sul
O grande evento acontecerá em 12 de novembro, em Santiago, e terá a presença de NCT Dream, The Boyz, (G)_IDLE, ATEEZ, TXT e StayC (Divulgação/Noix Entertainment) Após 10 anos desde a primeira edição no Chile, o Music Bank retorna para o país sul-americano em 12 de novembro deste ano. Organizado pela emissora KBS e a Noix Entertainment, empresa responsável por outros eventos como SMTown 2019 no Chile e a turnê “Eyes On You”, do GOT7, o evento terá NCT Dream, The Boyz, (G)_IDLE, ATEEZ, TXT e StayC como atrações principais. Leia também — Conexão Brasil-Coreia: Os melhores exemplos de bossa nova no K-pop Se você está pensando em juntar uma graninha e sair do país para ver seus grupos favoritos, confira tudo o que o Café Com Kimchi sabe até agora sobre o Music Bank no Chile. Vale lembrar que essa matéria vai ser atualizada conforme novas informações surgem, então fiquem de olho por aqui! Preço dos ingressos e início das vendas A equipe da Noix Entertainment revelou os preços do Music Bank no Chile, que vão de R$226 até R$1.036 ao total. As vendas começam em 14 de setembro, entre as 10h e 12h para membros VIP (Dreamers) e 13h para o público geral. Os horários aqui mencionados já estão no fuso horário de Brasília e os preços estão convertidos para o real e com a taxa já inclusa. Vale mencionar que será possível pagar parcelado com cartão de crédito no site Ticket Master. Confira o mapa com as cores indicadas para cada setor e, abaixo, os valores convertidos dos ingressos. (Divulgação/Noix Entertainment) Dreamers (Área VIP): R$1036 Rapa Nui (assentos numerados): R$939 Océano (assentos numerados): R$712 Cancha: R$323 Cordillera: R$388 Galería Lateral: R$291 Galería Central: R$226 Áreas para pessoas com deficiência: Cadeira de rodas "Dreamers" + 1 acompanhante + estacionamento: R$1036 Noix Care You "Dreamers": R$1036 Cadeira de rodas "Océano" + 1 acompanhante + estacionamento: R$712 Noix Care You "Oceáno": R$712 Todos os grupos vão se apresentar no mesmo dia? Sim! O evento acontecerá apenas no dia 12 de novembro. Segundo a Noix Entertainment, não seria possível realizar mais de um dia de evento, por causa da agenda dos grupos. Ainda de acordo com a produção do festival, foi difícil trazer TXT e ATEEZ, enquanto The Boyz foi o primeiro grupo a ser confirmado na lineup. Quanto à formação do NCT Dream, que foi uma pergunta recorrente à equipe do festival, virão apenas cinco integrantes (sem Mark e Haechan). Menores de idade podem entrar? Sim, e sem a necessidade de algum adulto como responsável — exceto os menores de 12 anos. Os menores de 18 anos (e maiores de 12) são responsabilidade de seus próprios pais e, se quiserem ir sozinhos, podem. Vale mencionar que menores de 4 anos não pagam ingresso, apenas se os pais escolherem assentos numerados. Quem será o MC do Music Bank in Chile? Já adiantamos que não será ninguém dos seis grupos que se apresentam no dia 12. Em um spoiler divulgado pela Noix Entertainment, foi dito que o evento seria apresentado por um artista masculino. Além disso, a hastag deu a dica de que pode ser um ator de dorama. No dia 31 de agosto, anunciaram que Rowoon seria o MC oficial do Music Bank no Chile. Quem acompanhou os últimos doramas de sucesso da Netflix, o conheceu como protagonista de O Rei de Porcelana e Tomorrow. Há também quem o conheça pela música, já que ele também é integrante do grupo SF9. Precisa de passe de mobilidade ou PCR negativo? A partir de 1 de setembro, não é mais obrigatório fazer a validação de vacinas para entrar no Chile. Isso significa que o seu próprio comprovante brasileiro já está valendo para data do festival de K-pop e não haverá necessidade do passe de mobilidade, documento que permite que os viajantes entrem em bares, restaurantes, shoppings e outros locais fechados. As vacinas aceitas são: Janssen, CoronaVac (Sinovac), Pfizer, AstraZeneca, Moderna, Sinopharm, CanSino e Sputnik-V. Viajantes não-vacinados precisam apresentar um teste PCR com resultado negativo, realizado em menos de 48 horas antes da viagem para o Chile. Quanto aos que estão inseguros que as regras do Ministério de Saúde do Chile pode mudar a qualquer momento, há a possibilidade de fazer um passe de mobilidade chileno mesmo sem necessidade. Basta entrar no portal MeVacuno e adicionar informações de passaporte, identidade e doses tomadas no Brasil.














