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  • "Dimension: Dilemma": Enhypen vai do EDM ao rock em novo álbum e entrega seu melhor

    Comeback do boygroup conta com participação de Yeonjun do TXT, e produção do icônico duo LDN Noise (Belift Lab / Divulgação) É inegável que o K-Pop é intrinsicamente ocupado pela música eletrônica. Principalmente entre os grupos masculinos, o EDM faz parte da discografia de praticamente todos os conjuntos; mas há diferença entre reciclar um gênero, e torná-lo divertido outra vez. No caso do Enhypen, o álbum Dimension: Dilemma traz um ânimo para o cenário dos boygroups, e faz do ato de conhecer a atual geração de idols algo instigante. Em oito faixas, sendo duas delas intros e outros para caberem no conceito do grupo, os garotos entregam uma faixa-título upbeat e dançante. Nesse sentido, a música Tamed-Dashed ganhou um MV de cores vibrantes e elementos que gostamos de ver no K-Pop: uniformes colegiais, idas à praia, interações com a câmera e bons visuais. Poderia ser um comeback de verão, mas o Enhypen fez bem em retornar com este conceito fora da época usual. Estamos em outubro e, como é mais comum de ver, boygroups buscam por ideias que fogem das paletas super coloridas nesta época do ano. Bom ver que o grupo da subsidiária Belift Lab foi pelo caminho contrário, e apresentou um estilo "garotos de uniforme" que não ficasse repetitivo. A tracklist plural de "Dimension: Dilemma" do Enhypen Em Dimension: Dilemma, a escolha de músicas foi certeira. Como dito acima, o EDM obviamente está presente no álbum, mas não há exageros. As canções, quase todas produzidas pela dupla Wonderkid e "Hitman" Bang (Bang Sihyuk, fundador da Big Hit Entertainment), vão do house music ao pop-rock, num ritmo de trocas de faixas que não cansa. O que poderia ser uma mescla maluca de ritmos eletrônicos, ou uma experimentação que cabe (ou não deveria caber) à muitos grupos de hoje, o Enhypen opta por algo mais sofisticado. São músicas simples e diretas ao ponto, sem artifícios de breaks desnecessários para alguma performance aleatória no meio do stage. Elas dão vontade de apertar o replay. Além do mais, entre as músicas mais puxadas para o pop-rock, o Yeonjun do TXT faz uma participação especial. O Tomorrow X Together é um boygroup interessante da atual geração do K-Pop, e a adição de Yeonjun deu um toque à mais na faixa Blockbuster. Vale ressaltar também o trabalho do duo LDN Noise em Go Big or Go Home, que é a pura dance music já característica dos produtores. O LDN Noise já trabalhou com muitos artistas do K-Pop, em destaque os da SM (EXO, F(x), SHINee, Red Velvet), então o investimento no Enhypen foi bem qualificado. Para onde o Enhypen vai daqui em diante? O Enhypen está numa linha de lançamentos muito boa desde seu debut. Em 2021, o grupo também divulgou o mini álbum "Border: Carnival", e Dimension: Dilemma é onde está o equilíbrio entre os dois releases: enquanto um trouxe as frenéticas Drunk-Dazed e Fever, o outro carrega o "ar fresco" que todo grupo precisa ter entre lançamentos de ritmos mais pesados. Ainda há muito para o Enhypen trilhar no K-Pop. Eles são um grupo novo, que debutou no ano passado, mas que apresenta certo crescimento. Particularmente falando, é muito difícil que um grupo da geração vigente do pop sul-coreano chame minha atenção; porém, o boygroup conseguiu me fisgar. Eles são jovens, bastante energéticos e sua música tem carisma. Em Dimension: Dilemma, Enhypen mostra que a indústria ainda é capaz de debutar grupos em conceitos já conhecidos, mas que conseguem inovar o "mais do mesmo". Espero que este boygroup ainda cresça muito. Escute "Dimension: Dilemma" abaixo:

  • ELEVEN: IVE transborda elegância e se destaca pelos vocais em sua estreia

    Novo girlgroup da Starship lança primeiro single álbum ELEVEN e realiza o debut com altas expectativas (Divulgação/Starship) Dezembro foi aberto com uma novidade para a indústria do K-POP. Depois de cinco anos desde o debut do seu último girlgroup, a Starship formou o IVE, composto pelas seis integrantes: Yujin, Wonyoung, Gaeul, Liz, Rei e Leeseo. A estreia aconteceu na quarta-feira (1), com o single álbum ELEVEN, que contempla apenas duas músicas, a faixa-título ELEVEN e a b-side Take It. O IVE realizou o seu debut com altas expectativas, não é por menos, entre o sexteto há duas integrantes que carregam dois anos e meio de experiência. ELEVEN marca o retorno de Wonyoung e Yujin aos palcos após o fim do IZ*ONE, girlgroup temporário formado pelo Produce 48. Como se não bastasse ter feito parte da line-up de sucesso, Wonyoung ainda carrega o legado de ter conquistado de center do ex-grupo. As duas veteranas se juntaram ao quarteto de novatas para formarem o IVE, tornando-se o novo rookie feminino da Starship depois de cinco anos. Para o lançamento do novo girlgroup, a empresa passou o mês de novembro investindo na divulgação, apresentou as membros individualmente e a produziu o vídeo HAVE WHAT WE WANT. ELEVEN é um dance pop de sonoridade elegante e com influências do Oriente Médio. Na letra, ELEVEN retrata uma garota que se apaixona por vários encantos. As membros souberam mostrar o que tem de melhor, suas vozes, transmitindo que são seis vocalistas capazes. O girlgroup apostou mais em vocais, e dessa vez, o rap não teve espaço. As linhas foram bem distribuídas e cada integrante conseguiu mostrar o seu diferencial. Em geral, single não possui partes que deem um diferencial chamativo a canção, com exceção da ponte para o refrão assume uma linha mais lenta e cria uma transição para refrãos animados. Porém, vale ressaltar um dos pontos altos sendo as linhas cantadas na primeira parte da música por Wonyoung e na segunda por Liz - que ao longo da música mostrou um forte potencial como vocalista -. Wonyoung sabe se destacar, caso parte do público não a conheça, é facilmente identificado que a idol é experiente. Ela surpreende com a bela voz e expressões faciais que capturam atenção a cada momento em que aparece. Rei também é uma surpresa, mesmo que tenha a possibilidade de ser designada para função de rapper, é dona de um timbre com um toque diferenciado e parece ser uma boa candidata para a vocal line do grupo. Leia também: ‘Re:T-ARA’ marca o retorno deslumbrante e tão esperado das rainhas do T-ARA A b-side Take It segue pelo caminho oposto, trazendo uma combinação do EDM com Trap. Pelos gêneros, a música é mais forte do que a title, mas não necessariamente superior. O girlgroup segue com foco nos vocais, mas dessa vez, com versos repetitivos e rápidos que dão um ritmo animado a faixa. IVE trás uma música que combina para o debut, não é nada tão impactante, mas isso não a torna ruim. A elegância e os vocais podem se tornar um diferencial e a marca do sexteto, principalmente, pelas vozes se encaixarem bem juntas. O girlgroup iniciou sua carreira e ainda tem muito para mostrar, com certeza um single álbum não é o suficiente para o potencial do IVE. Leia também: Em "Race", Bang Yongguk retorna com voz inconfundível para um grande "o que vem por aí"

  • Our Blooming Youth: Park Hyungsik é protagonista em mais um dorama de época; conheça a série coreana

    Depois de Hwarang, o ator está na produção épica baseada em um drama chinês (Divulgação / TvN) Na próxima segunda-feira, dia 6 de fevereiro, estreia a mais nova série épica da TvN. A série é um romance épico com um toque de mistério e terá 20 episódios com dois lançamentos semanais, na segunda e na terça-feira, sempre as 20h50 no fuso horário coreano. Park Hyunsik, um dos integrantes do Wooga Squad, retorna como personagem principal ao lado de Jeon Sonee. A série é uma adaptação do c-drama O Grampo Dourado, transmitido na China pela BTV e Hunan TV. Na produção da série, estão velhos conhecidos do dorameiros. A roteirista Jung Hyun Jung é responsável por séries de sucesso como Apaixonados na Cidade (2020) e Romance é Um Livro Bônus (2019). A direção ficou sob a responsabilidade de Lee Jong Jae, que trabalhou nos k-dramas Diário de Um Psicopata (2019) e Meu Príncipe por 100 Dias (2018), com D.O. e Han So Hee. O programa foi desenvolvido e produzido pelo Studio Dragon e Sony Pictures. Qual é o enredo do k-drama? A série acompanha a vida de Min Jae Yi (Jeon Sonee) e de Lee Hwan (Park Hyunsik). Jae Yi é a noiva do filho do Segundo Conselheiro de Estado, e sabe que a forma de honrar a sua família, e a si mesma, é aceitar o destino de se casar, o que ela faz de bom grado. Ela se dedica diariamente a aprender como ser uma boa esposa e boa mãe, até que a sua vida vira de cabeça para baixo. Faltando dias para seu casamento, toda a sua família é assassinada e ela se vê no centro das acusações, já que não havia nenhum suspeito. Com todo esse problema, o príncipe herdeiro Lee Hwan aparece em seu caminho na hora certa para ajudá-la a sair dessa situação sombria, mas tudo tem um preço. Lee Hwan é um príncipe com uma maldição misteriosa que oferece sua ajuda a Jae Yi para descobrir a verdade por trás da morte dos pais, mas pede em troca que ela lhe ajude a quebrar a maldição. Jae Yi não vê outra opção a não ser aceitar a oferta, mas essa decisão os coloca na direção para se envolverem em uma relação mais forte do que apenas parceiros. Quem está no elenco? (Divulgação / TvN) O elenco principal é composto por Park Hyunsik, que recentemente fez Hapiness (2021) e a série de viagem com o Wooga Squad, In The Soop Friendcation (2022), e Jeon Sonee, que participou do filme de 2019, Jo Pil-Ho: O Despertar da Ira. Além deles, estão no elenco Pyo Yejin, a Ahn Go-eun de Taxi Driver (2021). que interpreta Garam, a única amiga de Jae Yi, o ator Yoon Jong Seok, que participou de Jirisan (2021), dará vida a Han Seong-on, o noivo de Jae Yi e o melhor amigo do Lee Hwan, e, por fim, Lee Tase-sun, ator de Hotel Del Luna (2019), e será Kim Myung-jin, o maior estudioso de Joseon que sabe de tudo no mundo. Quando lança e onde assistir? (Divulgação / TvN) A série estreia na segunda-feira, às 20h50, na Coreia do Sul - 8h50 da manhã aqui no Brasil -, e estará no Viki, para assinantes do Viki Pass Standard, e em fansubs.

  • GOT7 sob nova direção: Entenda a situação dos membros após saída da JYP e o que esperar do novo EP

    Além da música, os integrantes do GOT7 são ativos em áreas como moda e atuação; conheça os trabalhos mais recentes de cada um (Reprodução/Google) O contrato do GOT7 com a JYP, empresa que faz parte da BIG 3, chegou ao fim em janeiro de 2021. Seu último lançamento como grupo foi Encore, em fevereiro do mesmo ano, mas, agora, os sete membros já têm um comeback marcado para 23 de maio. Além de esperado pelos fãs — entre os quais, muitos brasileiros, com quem o GOT7 sempre interage —, o retorno é muito aguardado pelo fato de ser o primeiro que conseguiu manter os direitos de uso do nome, mesmo após todos os membros saírem da empresa. Os integrantes do GOT7 ficaram ativos em diversas áreas durante esse período pós JYP — música, atuação e moda, por exemplo. E apesar desse tempo separados, eles sempre interagiram entre si e sempre deixaram claro para os fãs que o grupo não acabou. Até mesmo uma live no Instagram, com muita gambiarra para que todos os membros pudessem participar, rolou! Não conseguiu acompanhar o que os membros fizeram durante esse período? O Café Com Kimchi resumiu tudo para você. Leia Também — Coreano na ponta da língua: Músicas de K-pop fáceis de cantar e aprender o idioma Mark Logo após a saída da JYP, Mark iniciou um canal no Youtube que rapidamente conquistou um milhão de inscritos, antes mesmo de ter qualquer vídeo publicado. Em fevereiro de 2021, o cantor abriu a Mark Tuan Studio em Pequim, na China, tendo foco nas suas atividades e promoções no país. No mesmo mês, lançou o single "One In a Million", em colaboração com Sanjoy Deb. Em março, sua terceira coleção de roupas em colaboração com a Represent, chamada XC3, chegou às vitrines. Já em abril, o artista assinou com a Creative Artists Agency. Na segunda metade do ano, Mark lançou "Never Gonna Come Down" com a cantora coreana Bibi para a trilha sonora do filme do universo Marvel Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis. Assíduo em eventos de marcas importantes, o integrante do GOT7 participou também da Paris Fashion Week em setembro. Dois meses depois, lançou o single digital "Last Breath", seguido das músicas "My Life", "Lonely" e "Save Me", respectivamente em janeiro, março e abril de 2022. Jaebeom No dia 11 de maio de 2021, o líder Jay B assinou contrato exclusivo com a H1ghr Music e fez seu debut como solista com o single "Switch It Up", com participação do rapper Sokodomo. Em agosto, foi lançado seu primeiro EP de nome "SOMO:Fume", com sete músicas e um clipe para a faixa-título "B.T.W (Feat. Jay Park)". Em meios às atividades, participou do programa King of Mask Singer, a versão coreana (e original) do reality que fez sucesso no Brasil. Em setembro, foi lançada sua segunda linha de roupas, a Def. Collection, que representa viver sem arrependimentos. Em novembro, JB participou da campanha de inverno da Adidas "Open Spirit", junto com o grupo Blackpink. No último dia do ano, o cantor presenteou as fãs com o anúncio do EP "Play Love", lançado em 26 de janeiro de 2022. Jackson A Team Wang continua coordenando as atividades internacionais do Jackson, mas, em janeiro de 2021, o artista também assinou com a Sublime para promoções na Coreia. Em março do mesmo ano, o cantor lançou o single em inglês "LMLY", apresentando a música ao vivo no The Late Late Show With James Corden. Mas este não foi seu único trabalho em inglês, uma vez que o astro lançou o chamado "Drive You Home". Em agosto, Jackson ingressou no grupo de hip-hop Panthepack, junto com o rapper Ice, J.Sheon e Karencici. O single "Buzz" foi lançado com o álbum "The Pack" em setembro. Já em 2022, o cantor chegou com tudo com o lançamento do single "Blow", cujo videoclipe foi dirigido e roteirizado pelo próprio. Seu grande triunfo veio com o álbum MAGIC MAN, o qual é o carro-chefe da turnê mundial do artista — que, inclusive, vem para o Brasil em 2023. Leia Também - Hora do desabafo: conheça 8 músicas tristes no k-pop para ouvir e chorar Jinyoung Após a saída da JYP, o idol assinou um contrato exclusivo com a BH Entertainment. Em julho de 2021, lançou o single digital "Dive", composto e escrito por ele mesmo, como um presente para os fãs. Junto ao lançamento, foi também divulgado um vídeo com uma performance especial. Em setembro, o artista estrelou no curta digital da New York Fashion Week, disponibilizado no Youtube da Korea Creative Content Agency. Muito presente na área da atuação também, Jinyoung participou em diversos filmes e doramas, como The Devil Judge, lançado em agosto de 2021, e o filme Yaksha, disponível na Netflix. Vale lembrar também que o integrante do GOT7 participou ainda de Yumi Cells e está confirmado para a 2ª temporada do dorama baseado em webtoon. Youngjae Youngjae assinou com a Sublime Artist Agency. O cantor participou do musical Midnight Sun como protagonista e algumas OST's do musical até chegaram a ser publicadas em plataformas de streaming. Quanto a outros projetos de trilhas sonoras originais, o membro do GOT7 lançou OST's de doramas como You & I, em colaboração com Soyeon do (G)-IDLE, para o dorama My Roommate Is a Gumiho, e Pop Star para So I Married The Anti-fan. O cantor lançou seu álbum solo Colors from Ars em outubro de 2021, com a música título "Vibin". No último mês do ano ele lançou o single digital "Walk With Me" Vale mencionar que o astro também se aventurou no mundo da moda, lançando a coleção de inverno em colaboração com marca coreana PLAC. Na área do entretenimento, participou como apresentador especial na Dream Radio nos primeiros meses de 2022, e, a partir de março, tornou-se apresentador fixo na Got7 Youngjae's Best Friend. Mesmo com toda essa agenda lotada, Youngjae também tem um canal no Youtube onde posta vlogs. BamBam Em março de 2021, BamBam assinou com a Abyss Company e fez seu debut solo na Coreia do Sul, com o EP "Ribbon". Não demorou muito para divulgar seu próximo single "Who Are You", com colaboração da Seulgi do Red Velvet. Em janeiro de 2022, lançou o segundo EP intitulado "Play;B" com a música título "Slow Mo" e mais o um clipe para "dreamlike". Na moda, sua investida mais recente foi em setembro de 2021, quando BamBam lançou sua segunda linha de roupas em colaboração com a Charm's. Uma parte dos ganhos com as vendas foram doadas. Leia Também - Mais que amigos, friends: Conheça as amizades mais poderosas do K-pop Yugyeom Yugyeom assinou contrato exclusivo com a AOMG depois de deixar a empresa BIG 3. Em junho de 2021, fez seu primeiro lançamento na empresa nova, o EP chamado Point of View: U, com um total de sete músicas. O álbum teve participação de artistas como Loco, Gray e Jay Park. Em março de 2022, o vocalista, agora muito envolvido com R&B, lançou o single digital "Take You Down" junto com Coogie. De 5 a 13 de maio do mesmo ano, fez uma mini turnê solo pela Europa, passando por diversos países do continente. O que esperar do comeback do GOT7? O EP autoentitulado GOT7 será lançado no dia 23 desse mês. A tracklist foi liberada e foi possível saber um pouco mais do que esperar da novidade. A música título se chama NANANA, composta pelo líder Jay B, que assinou a composição como Def. Ele está presente em três das seis músicas do álbum. Youngjae, que assinou como Ars, fez parte da composição de Drive Me to the Moon, enquanto Yugyeom ajudou a compor as músicas TWO e Don't Care About Me, que também contam com a participação de Jinyoung. Com os membros tão presentes na produção do álbum, já temos a certeza de que será um lançamento incrível, com as cores únicas do GOT7. Confira abaixo o teaser do MV de NANANA: Leia Também - Não é apenas mais uma de amor: músicas de k-pop que fogem do romance com temas sociais Está ansioso pelo álbum novo do GOT7? Conte para o Café nas nossas redes sociais!

  • Em meio à turnê mundial, NCT 127 lança Ay-Yo — e tem participação brasileira no álbum!

    Ao mesmo tempo em que passava por diferentes países com a turnê Neo City: The Link, o NCT 127 também se preparava para o lançamento do novo álbum (Divulgação/SM Entertainment) Quatro meses depois de seu último lançamento, o NCT 127 retorna com Ay-Yo nesta segunda-feira (30). O lançamento é um repackage do último Full Album, 2 Baddies (2022), e conta com três músicas novas. Acostumado a ter uma agenda movimentada, o grupo teve toda a divulgação de seu comeback nas redes sociais enquanto rodava por diferentes países na turnê mundial Neo City: The Link. A série de shows teve seu encerramento no México em 28 de janeiro, dois dias antes do lançamento oficial do mais recente disco. A Neo City: The Link é a segunda turnê mundial do boygroup da SM, que ocorreu de dezembro de 2021 a janeiro de 2023. A extensa atividade teve início no Gocheok Sky Dome em Seoul, Coreia do Sul, e desde então passou por 17 países e reuniu mais de 700 mil pessoas. O Brasil não ficou de fora dos destinos do NCT 127 e contou com três datas em solo brasileiro, nos dias 18,19 e 20 de janeiro no Vibra São Paulo, casa de shows com capacidade para quase 7 mil pessoas. O boygroup abriu a temporada de shows de K-Pop no país, que também se prepara para receber Super Junior, Oneus, Mirae e mais. Equilíbrio entre turnê mundial e comeback (Divulgação/SM Entertainment) O primeiro anuncio de Ay-Yo foi revelado em dezembro, enquanto o boygroup estava em pausa na turnê após terem encerrado os shows no continente asiático e se preparava para três concertos na América do Norte no mês seguinte. Ay-yo marca o primeiro comeback do NCT 127 em 2023 e é um dos primeiros comebacks do ano. Programado para 30 de janeiro, os nove membros Taeil, Johnny, Taeyong, Yuta, Doyoung, Jaehyun, Jungwoo, Mark e Haechan precisaram encontrar um equilíbrio para darem conta dos preparativos de ambas as atividades. Leia também: Jaehyun do NCT encanta com Forever Only; Confira outras músicas do projeto STATION: NCT LAB Pouco antes da retomada da turnê, em 6 de janeiro, Haechan precisou se ausentar para cuidar da saúde. Segundo a SM Entertainment, o integrante sentiu palpitações cardíacas e foi aconselhado pelo médico a repousar. Três dias depois, o grupo se apresentou no United Center em Chicago, e posteriormente embarcaram para Houston e Atlanta. A medida que os shows aconteciam, teasers de Ay-Yo já gravados pelos membros com antecedência eram liberados nas redes sociais oficiais do NCT 127. Depois do último show em Atlanta, os oito membros tiveram quatro dias para descansar até embarcarem ao Brasil e darem inicio a turnê pela América Latina. Diferente dos países vizinhos, o Brasil foi o único a receber três datas de apresentações do NCT 127, com shows em 18, 19 e 20 de janeiro no Vibra São Paulo, espaço de eventos com capacidade para quase sete mil pessoas. Após completarem as datas, o boygroup partiu para o Chile, Colômbia e México, local de encerramento da turnê em 28 de janeiro. (Divulgação/SM Entertainment) Dois dias depois do fim dos shows, a nova canção Ay-Yo teve seu lançamento oficial nas plataformas musicais. De volta a Coreia do Sul, o grupo infelizmente não teve tanto tempo para descanso e já iniciaram as promoções do single, com transmissões ao vivo e performances em programas musicais. Leia também: NCTzen de primeira viagem? Confira 5 programas para conhecer melhor o NCT O retorno do NCT 127 com Ay Yo Com um álbum que misturam músicas de seu último Full Album, 2 Baddies, com novas canções, o NCT 127 teve seu primeiro comeback de 2023. Ay-Yo pode ser descrito como um disco que contempla bem a sonoridade do boygroup, com produções bem marcantes por instrumentais potentes e refrãos memoráveis. O hip-hop característico é utilizado de uma forma diferente, porém, no geral pode-se dizer que o grupo trouxe algo novo, o mesmo gênero musical, entretanto, mais controlado e de certa forma sofisticado. Leia também: Sucesso global do K-pop: O que torna o pop coreano tão bom? Demonstrando que já pensava no Brasil mesmo antes de sua passagem pelo país, o novo álbum do grupo possui produção do duo brasileiro Tropkillaz. A faixa-título "Ayo-Yo" é fruto desta parceria e pegou diversos fãs de surpresa. A novidade foi compartilhada pelo Tropkillaz e pelo NCT nas redes sociais. A canção também contou com a participação do produtor DEM JOINTZ, conhecido por seus trabalhos ao lado do boygroup da SM. Em Ay-Yo como single, NCT 127 repete o que foi feito com Favorite (Vampire), uma sonoridade um pouco mais leve e que tem chances de agradar tanto seu público fiel, quanto aqueles que não apreciam tanto a dinâmica agitada de suas músicas, como Sticker e 2 Baddies. Assim, seguem as novas canções do Repackage, DJ e Skyscraper. Com o retorno de Haechan, as promoções do novo álbum acompanham performances do single principal e da b-side, DJ. Assim como a faixa-título do disco, DJ possui uma coreografia forte, cheia de movimentos rápidos e elaborados, executados com facilidade pelos membros. Diferente de Ay-Yo, nesta canção eles abandonam o hip-hop e assumem o gênero mais voltado para jazz mais dançante, que remete aos anos 70, com um funky untempo. A canção teve a participação dos membros Taeyong e Mark nas linhas do rap. Além disso, a letra da música se trata da vontade dos integrantes em se tornarem DJs e apresentarem um momento especial com uma playlist escolhida por eles mesmos. Em Skyscraper, NCT 127 retoma o hip-hop, dessa vez, mais selvagem e mais marcado pela linhas de rap e com um refrão bem expressivo. A b-side também contou com a participação de Mark e Taeyong. Na letra, os membros mostram suas vontades desafiadores de superar constantemente seus limites e subir mais alto, como um arranha-céu.

  • 1 ano de Hello: single digital de Chen do EXO faz aniversário

    A música bastante intimista marca uma despedida temporária entre o cantor e os fãs, enquanto ele cumpre o serviço militar obrigatório (SM Ent. / Divulgação) No dia 8 de outubro de 2020, o Twitter oficial do EXO anunciava algo inesperado. Um single digital de Chen, intitulado Hello (안녕), que seria lançado uma semana depois, no dia 15 do mesmo mês. Faz 1 ano que o fandom EXO-L escutou pela primeira vez essa canção tão significativa e sensível cantada pelo membro do grupo que ficou algum tempo sem dar notícias. Hello foi definida como um sentimento caloroso de outono, e é caracterizada como brit pop, subgênero de rock alternativo que conta com a presença marcante de guitarra suave, que harmoniza bem com a voz de Chen. A letra é uma carta desejando o bem estar da pessoa para quem é destinada e a preocupação de que as palavras são suficientes para conseguir transpassar esse sentimento de forma clara. "Meu amor, durante esse longo tempo de hesitação, não consegui encontrar as palavras certas para expressar meus sentimento, com toda sinceridade nesses olás comuns, eu quero só perguntar se você está bem" Leia também: Bird: relembre o single japonês do EXO que emocionou os fãs durante o hiato do grupo Analisando a interpretação de Hello e a situação, existe uma certa ambiguidade, pois embora o vocalista esteja mostrando sua preocupação por quem passou muito tempo aguardando por notícias suas, Chen também anunciou sua breve despedida. Algumas horas após o lançamento da música, o cantor contou aos fãs através de uma carta escrita à mão, que seu alistamento estava próximo, se deu no dia 26 do mesmo mês. Leia abaixo a carta traduzida: O clipe apresenta uma estética aconchegante e vintage, com um tom bem íntimo e paleta de cores impecáveis. É um MV que se distingue bastante entre os outros da carreira solo de Chen, como Beautiful Goodbye e Shall We?. Porém embora seja uma canção lenta como outras de sua discografia, ela se diferencia em seu gênero, e ainda mostra o que não precisa ser provado, que os vocais do membro do EXO são inigualáveis e podem perpassar por onde quiserem. Durante a gravação do clipe, o cantor conta nos bastidores que para manter a linha emocional da música, era necessário transmitir emoções bem aparentes através de seu semblante, resultando em cenas bem emocionais. "Do início ao fim das gravações, tudo que eu pensava era 'como expressar meus sentimentos?'", ele afirma. Lançar uma música antes de se alistar já se tornou uma tradição entre o EXO, é como um presente para seus fãs. Com Hello não foi diferente, para o fandom, a música carrega dois significados, uma boa recepção e alívio após enfrentar um longo tempo sem ter notícias, mas também a aflição de ter mais um membro do grupo longe por um período de tempo. Leia também: KAI 2021: Com 100M de views em "Mmmh", o que vem por aí do integrante do EXO? Leia também: BLACKPINK na Netflix: filme Light Up The Sky completa um ano Aparições pré-alistamento Por que é importante lembrar do aniversário desse single? A música foi anunciada de surpresa, em meio a um tempo muito conturbado para o fandom EXO-L, já que Chen passou um tempo longe da mídia após anunciar seu casamento e a espera de sua primeira filha. Ao longo de 2020, Chen fez poucas aparições, porém todas muito marcantes e memoráveis, em sua maioria projetos musicais. Seu primeiro projeto do ano foi You, uma colaboração com Dynamic Duo lançada em janeiro. Meses depois, em seu canal no YouTube, Chen surpreendeu os fãs com um cover sentimental de Breath, música de Park Hyoshin, e seu último projeto antes do single digital, Your Moonlight, uma OST para o k-drama Do You Like Brahams?. Poucos dias após o 1º aniversário de Hello, Chen cumprirá 1 ano de alistamento e está a menos de 200 dias de sua dispensa, que está marcada para abril de 2021. Os fãs aguardam ansiosamente pelo seu retorno e pelos seus próximos projetos, seja como solista, como membro do EXO ou da sub-unit EXO-CBX, que tem estado inativa por conta do alistamento dos integrantes que a compõem, primeiro o Xiumin que retornou em dezembro de 2020, Chen e agora, em 2021, Baekhyun. Leia também: 5 anos de debut solo de Lay: Como a carreira do solista evoluiu desde o álbum Lose Control?

  • Park Jimin: Conheça a carreira do cantor de BTS, marcada por talento e conquistas

    Veja alguns momentos marcantes da trajetória do artista, desde sua fase como trainee, até os dias atuais (Reprodução / HYBE) Hoje já é dia 13 de outubro na Coréia do Sul, portanto, o dançarino principal e lead vocal do grupo BTS, completa 26 anos - 27 na idade coreana. Para comemorar seu dia, o Café Com Kimchi selecionou alguns de seus feitos para conhecer um pouco mais de sua essência particular, e para aqueles que já conhecem, relembrarem um pouco de quem é Park Jimin. Ao contar sua história, Jimin ressalta que se interessou pela dança no 2º ano do fundamental e passou a frequentar uma escola de dança. Ele sempre praticava com muita dedicação, e participava de grandes performances. Conforme foi crescendo percebeu que gostaria de ter a dança como profissão. Leia também: Run BTS entrará em pausa: Relembre 5 melhores momentos do programa de entretenimento "Enquanto eu ponderava sobre meu futuro, pensei que gostaria de um emprego em que pudesse estar em cima do palco". Afirmou em entrevista para revista do fã clube oficial japonês. Jimin foi o último integrante a ingressar no grupo, e para se equiparar aos outros, ele trabalhou duro e persistiu muito em seu sonho, dormindo poucas horas de sono por noite e passando grande parte do tempo acordado treinando. Por isso, os outros membros do grupo o reconhecem como uma pessoa aplicada e rigorosa. Leia também: Namjoon: conheça alguns dos hobbies do líder do BTS A essência em seus solos (Reprodução / HYBE) Em 2016, através do álbum WINGS de BTS, Jimin lançou Lie, um pop autêntico e eletrizante que ressalta bem suas habilidades como cantor. A faixa possui uma letra bem madura, ele canta em seus versos sobre querer se afastar de alguém e retornar para sua essência mais pura. Ao apresentar Lie, o cantor entrega uma performance impecável, dando seu melhor como vocalista e dançarino. Leia também: 5 anos de ‘WINGS’: o disco que definiu a carreira de BTS Em 2018 Jimin lançou Promise, sua primeira música solo, uma faixa bastante significativa composta pelo próprio cantor. A letra é bem paupável e também foi dedicada para os fãs, abordando em seus versos a importância de ser a própria luz e força, frisando uma das temáticas mais expressivas tratadas pelo BTS, que é muito admirada por quem os acompanha, o autocuidado e amor próprio. "Eu quero que você seja sua própria luz, baby / Você deveria ser sua própria luz / Para não se machucar novamente" (Promise, Jimin) Ouça abaixo a faixa completa: Carisma e relevância Todo o esforço de Jimin durante seus anos como trainee foi reconhecido, além das realizações como parte do BTS, um dos maiores grupos de k-pop da 3ª geração e da atualidade, Jimin também tem grandes conquistas individuais e um retorno encantador vindo de seus fãs. Além disso, ele foi escolhido em 2018 e 2019, como ídolo favorito pelo público geral coreano, levando em consideração seu carisma e talento. Tal escolha se deu através de uma votação realizada no relevante site Gallup, voltado para pesquisas e análises de tendências. Para seu aniversário desse ano, a PARK JIMIN BAR, um de seus fansites chineses divulgou que um de seus projetos de celebração, serão publicadas promoções nos jornais New York Times e The Times, o tornando o primeiro ídolo coreano a receber tal feito. Leia também: "Euphoria": Saiba mais sobre o solo de Jungkook do BTS, do lançamento ao recorde no Spotify

  • Mr. Handy, Mr. Hong: a comédia romântica que inspirou Hometown Cha-Cha-Cha

    Conheça a história que serviu como base para o dorama que acabou de chegar na Netflix Brasil e as similaridades entre as duas obras (Divulgação) A dramaland já está familiarizada com Hometown Cha-Cha-Cha por sua repercussão e seu casal principal impecável, composto pelo queridinho Kim Seonho e Shin Mina. O k-drama estreou em agosto nas telinhas coreanas, e é uma das estreias no catálogo na nossa Netflix no mês de outubro. O que muitos não sabem é que a história, na verdade é o remake da comédia romântica Mr. Handy, Mr. Hong. O longa de 2004 é protagonizado por Kim Joohyuk e Uhm Junghwa, e bem como no dorama, interpretam um faz-tudo charmoso e uma dentista cabeça-dura. O cenário é uma cidade litorânea no interior da Coreia, com poucos moradores. Assim como grande parte dos k-dramas, existe uma mistura de vários gêneros, dessa vez, os que predominam são o romance e o drama com resquícios de humor na dose certa, formando um filme bem atraente, embora passe a impressão de que cada cena corre muito rápido. Leia também: Hometown Cha-Cha-Cha: drama chega ao final com recorde de audiência Leia também: Hometown Cha-Cha-Cha: Produtores pedem que os fãs parem de visitar casa onde o dorama foi gravado O que mudou? Levando em conta as impressões passadas por Mr. Hong, podemos esperar que a adaptação não tenha cenas tão sucintas como no filme. Mas o que também pode ser levado em consideração é o intervalo de tempo entre a obra original e o remake, enquanto um se passa em 2004, o outro se passa duas décadas depois. Principalmente em termos socioculturais, embora a Coreia ainda trate grande parte de suas produções de forma conservadora, seria interessante que alguns aspectos do filme sejam explorados com mais atenção. O casal de Hometown é bem carismático e atraente, como abordagem da trama, o faz-tudo e a dentista merecem cenas mais intensas e detalhadas. Enquanto o filme trata o passado dos personagens de forma bem sintética, o k-drama poderia abusar da imaginação para explorar esse âmbito da vida deles, bem como os coadjuvantes que os contornam podem ganhar mais vida e participação, como não é proposto no filme. Hometown Cha-Cha-Cha ainda está em exibição na emissora coreana, e os episódios serão lançados semanalmente pelo serviço de streaming brasileiro. Muitos dorameiros já acompanham através de fansubs, porém, comparando as duas obras, podem gerar muitas expectativas de como uma trama de poucas horas foi desenvolvida para se tornar um dorama com 16 episódios. O que será que foi acrescentado a narrativa para se sustentar e conquistar o público sem perder a essência da história original? Leia também: Hometown Cha-Cha-Cha: Gostou do Kim Seonho? Conheça 4 outros doramas com o ator

  • COLORS from Ars: Youngjae mostra suas cores em primeiro mini álbum solo

    Cantor de GOT7 debuta como solista e entrega toda sua essência em um projeto leve e confortável (Divulgação / Sublime Ent.) COLORS from Ars, o próprio nome do álbum carrega muita originalidade e diz tudo sobre a aura que o projeto oferece. Para aqueles que não sabem, ars significa arte em latim, mas também é o nome Youngjae usa para assinar suas composições, sendo assim, ele exerceu liberdade criativa e está envolvido na letra e arranjo de cada música do disco. Desde a saída do GOT7 da JYP Entertainment, cada um dos sete integrantes do grupo seguiu um caminho diferente, e desde então, estão se dedicando a projetos solo nos mais diversos conceitos, mas prometem se reunir no futuro. Youngjae, agora associado a Sublime Artist Agency, até então era o único membro sem um disco inteiramente cantando por ele, além das várias OSTs em sua discografia. Leia também: Colors from Ars: Antes do lançamento do álbum, relembre as melhores OSTs da carreira do Youngjae Em entrevista para a revista L'Officiel, o cantor conta de onde tem se inspirado para compor suas músicas: "Pensei no dia a dia, tudo foi inspirado na minha rotina. Trabalhei pensando nas emoções que tive acerca de situações boas ou ruins". Com base nessa afirmação, era de se esperar que fosse um projeto bastante palpável e nada enigmático, por ser inspirado em situações rotineiras que podem ser vividas por qualquer pessoa. Todas as canções entregam essa energia, causam leveza, conforto através de um álbum mais íntimo, capaz de expressar diversas sensações. Para a faixa título, o cantor escolheu Vibin, um pop dançante com um videoclipe animado repleto de coreografia e dançarinos de apoio, o conjunto remete bem uma música de verão. A letra é um tanto quanto romântica e o refrão fica preso na cabeça. Além da título, Youngjae escolheu duas b-sides para performar em seu primeiro showcase. Tasty tem algumas semelhanças com Vibin, é bem animada e dançante, ele apresenta com dançarinos uma coreografia bem animada, o que difere é a pegada de R&B e a letra sensual. Eternal por sua vez é bastante emotiva e expõe a estabilidade vocal impecável do cantor. Leia também: Sugar: Youngjae mostra o lado mais dócil de si em novo álbum Diferentes cores são sinônimos de versatilidade Youngjae mostra que sua essência não se dá apenas em uma única cor, tendo em vista que o álbum perpassa por diversos estilos e cada canção contém uma personalidade. No final, todas são as cores de Ars, 7 faixas impecáveis passíveis de agradar todos os humores e naturezas, passeando entre o pop dançante, a balada emocional e romântica e até mesmo um R&B sexy. O conceito de utilizar cores para demonstrar diversidade em seu estilo, faz pensar que Youngjae tem interesse em explorar sua versatilidade, e leva a acreditar que sempre irá perpassar por diversos gêneros, e todos poderão estar presentes em suas canções. COLORS from Ars é uma pequena prova de que ele tem habilidade para explorar qualquer campo musical. Apesar de serem faixas bem diferentes entre si, são todas muito bem estruturadas e formam um conjunto completo. Mostrando que é um artista versátil, Youngjae não deixou nada a desejar, entregou um bom conteúdo para um projeto solo inicial e gerou expectativas para imaginarmos como serão os diferentes tons de suas cores, e como elas serão exploradas futuramente. Leia também: ‘BAD LOVE’: viaje pelo incrível universo de Key Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Está tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • Colors from Ars: Antes do lançamento do álbum, relembre as melhores OSTs da carreira do Youngjae

    Confira algumas das trilhas sonoras que estão na voz do cantor, enquanto aguarda pelo seu álbum solo, que será lançado no dia 5 de outubro (Reprodução / Sublime Artist Agency) Após saída da JYP Entertainment, Youngjae do GOT7 anuncia seu primeiro disco solo, intitulado COLORS from Ars, que será lançado no dia 5 de outubro. Apesar de ser seu primeiro projeto como solista, o cantor possui uma discografia repleta de trilhas sonoras para k-dramas, e por isso, o Café Com Kimchi selecionou algumas faixas para relembrar enquanto aguardamos seu projeto estreante. Leia também: Idols em cena: 7 doramas com cantores de K-pop para assistir na Netflix Seus trabalhos mais recentes entre as OSTs está You & I, uma colaboração com Soyeon do grupo feminino (G)-IDLE, para o dorama My Roommate Is a Gumiho, estrelado por Jang Kiyong, Lee Hyeri e Kang Hanna. A música é uma faixa bem animada com bastante presença de violão, sua voz harmoniza bem com a da artista feminina presente. É uma canção que assimila ao gênero de Pop Star, trilha sonora de So I Married The Anti-fan, que estreou também este ano, desta vez Youngjae canta sozinho. A primeira música OST na voz de Youngjae, foi lançada em 2018, com o nome de At The Usual Time para o drama Wok of Love. Essa conta com uma pegada bem diferente puxada para o rock, com som predominante de guitarra. O trio Junho, Jang Hyuk e Jung Ryeowon são os protagonistas dessa trama. Por sua vez, Fall In Love, uma parceria com Choi Jungyoon, é a trilha sonora mais reproduzida em seu perfil no Spotify. A faixa para o k-drama When My Love Blooms tem uma natureza bem romântica e agradável. Leia também: Novos K-dramas na Netflix: veja 5 doramas que chegarão em outubro no streaming Expectativas para o solo É a primeira vez que o artista terá um projeto bem autêntico para mostrar sua essência pessoal, bem além das trilhas sonoras ou dos álbuns do GOT7. COLORS from Ars, promete mostrar um Youngjae além do que conhecemos, em termos de gênero musical e também de conceito. O teaser da faixa título Vibin entrega algo dançante e cheio de energia, a coreografia eletrizante e os vocais dóceis merecem atenção. O mini álbum contará com 7 faixas e será lançado no dia 5 de outubro às 6h AM, no horário de Brasília. Confira o teaser de Vibin. Leia também: Cherry Blossoms After Winter: Drama de BL coreano sairá no fim do ano; saiba mais

  • Red Velvet dá vida a obras de arte em Feel My Rhythm; veja as referências que aparecem no MV

    Novo mini álbum do grupo da SM acerta com vibe primaveril e traz b-sides surpreendentes, confira a crítica completa (Divulgação / SM Ent.) O Red Velvet está de volta! O grupo feminino retornou nesta segunda-feira (21) com The Reve Festival 2022 - Feel My Rhythm, mini álbum com seis faixas inéditas. O lançamento chega para acalentar o coração dos fãs que, na semana passada, receberam a notícia que a Irene, a Yeri e a Joy testaram positivo para COVID-19; mas, mais do que isso, a novidade traz um frescor inigualável para o K-Pop. Com Feel My Rhythm (faixa título), o Red Velvet apresenta um universo único e autêntico. Quem esperava referências à Kwangya — se é que alguém realmente torcia por isso — se frustrou. Ao invés de um mundo selvagem e tecnológico, o grupo apostou no clássico e no requinte, levando até obras de arte para o videoclipe. O resultado? Um estética belíssima e exclusiva. Confira abaixo (a crítica continua após a publicidade). O clima primaveril combina com a estação que chegou à Coreia no último domingo e transporta o espectador para uma atmosfera leve, ainda que um pouco confusa. A produção também acerta ao propor algo refrescante, um contraste com o conceito girl-crush que vem bombardeando (e por vezes poluindo) o pop sul-coreano. Só neste trimestre, vimos o debut do NMIXX, o retorno ousado do (G)I-dle e o Weeekly investido na imagem mais hardcore. Leia Mais: NMIXX, o novo grupo feminino da JYP: o que já sabemos das integrantes? O videoclipe também se destaca por trazer obras de arte na fotografia. Quadros de artistas como Claude Monet, Hyeronimus Bosch e Sandro Botticelli ganharam vida através das integrantes, e as referências podem ser captadas mesmo sem um olhar minucioso ou um conhecimento profundo sobre arte. Os fãs, é claro, se apressaram para nomear todas as obras que são retratadas no vídeo, e o tweet abaixo mostra um pouco desse esforço. Se pelo lado visual a faixa titular é apaixonante, a parte musical deixa a desejar. Com refrão morno e momentos irregulares de impacto, Feel My Rhythm só não é inteiramente apática porque se reinventa na segunda metade. As adições dão cor e personalidade à música que se apaga quando olhamos para o conjunto do EP. No entanto, é preciso fazer uma ressalva — o timing pode ter desfavorecido a impressão sobre o lançamento. Feel My Rhythm apela para o uso de uma sample clássica no momento em que estamos tentando nos acostumar com releases agitados e que beiram o barulhento; afinal, quantas vezes você usou a expressão "bate-panela" para descrever uma música de K-pop no último ano? A faixa titular do RV, embora tediosa, está longe de ser desagradável ou agressiva neste nível, e é melhor pecar pela falta do que pelo excesso. Leia mais após a publicidade. As b-sides se sobressaem. Elas quebram a monotonia da title com bom gosto e são fieis à sonoridade inconfundível do grupo. Rainbow Halo é um bom exemplo disso; a segunda faixa supera a primeira já à primeira escuta. Com um ritmo mais marcado, uma mistura de R&B, hip-hop e pop, a música se torna envolvente sem muito esforço. Destaque para o sax que integra o instrumental já no finalzinho da música. Sensacional! Beg For Me, a terceira faixa, é divertida e instigante desde os segundos iniciais. Começa leve, mas logo o R&B aliado ao pop toma conta. O refrão é surpreendente, e a faixa consegue se manter dançante até nos trechos em que registra um instrumental mais tímido. O rap no minuto final, ainda que curto, dá uma cara nova à música. É também uma música sensual — percepção que transborda do arranjo e contempla também a composição (letra). BAMBOLEO tem uma pegada retrô, com elementos de funk music perceptíveis já nos primeiros segundos. A volta ao passado é outra tendência dos lançamentos recentes de K-Pop. O refrão divertido combina com a proposta da faixa e, apesar da produção exagerar nos efeitos em diversos momentos, é uma boa oportunidade para apreciar os vocais do Red Velvet — sempre um ponto positivo do grupo que completa oito anos em agosto. Good, Bad, Ugly tem um quê de jazz para além do R&B já muito bem trabalhado até aqui. É uma faixa bem equilibrada, os vocais são novamente o destaque e a canção exprime bom gosto. E este mesmo bom gosto é repetido — se não amplificado — na última faixa do EP. In My Dreams alia o R&B a uma boa dose de classicismo, que complementa perfeitamente o conjunto. Sedutora, nostálgica e emocionante, é uma boa pedida para encerrar álbum. Em uma palavra, The Reve Festival 2022 é encantador. É uma prova de como o Red Velvet consegue se manter autêntico mesmo em uma empresa que insiste em arrastar o grupo para projetos mirabolantes — como o SMCU Express —, e de como o quinteto sabe aproveitar o que dá certo para agradar os fãs. O álbum é tão bom visualmente quanto na sua sonoridade, e representa mais uma grande entrega deste grande grupo. Leia também: Em nome de Kwangya: 5 Referências bíblicas no universo de grupos da SM

  • Em "Glitch Mode", NCT Dream entrega comeback maduro, mas parecido com contemporâneos

    Álbum de onze faixas contém altos e baixos, mas unit do NCT consegue fortalecer crescimento (SM Entertainment/Reprodução) Dentro do K-Pop, um grupo se torna duradouro caso ele passe por uma progressão de conceito, e amadureça musicalmente. E em quase cinco anos de existência, o NCT Dream evidentemente cresceu tanto em imagem quanto em altura; eles não são mais os mesmos de Chewing Gum. Contudo, mesmo que Glitch Mode seja um comeback forte e com músicas interessantes, há alguns fatores que fazem o álbum não alcançar a nota máxima. O disco lançado no dia 28 de março contém 11 faixas, que intercalam o já conhecido bubblegum pop do NCT Dream com tentativas curiosas de mudança. Nesse sentido, tais "mudanças" tem a ver com o fato de que a SM Entertainment, neste comeback, cautelosamente aproxima o Dream das demais units do projeto com mais de 20 rapazes — uma sonoridade mais parecida com seus contemporâneos. O álbum começa com as estrondosas Fire Alarm e Glitch Mode (faixa-título), promessas de um trabalho totalmente upbeat e que lembram um pouco alguns lançamentos do NCT 127, por exemplo, como Sticker e Kick It. E sobre a própria música Glitch Mode, é curioso o fato dela progredir conforme o número de ouvidas: o blueprint do NCT Dream de cantar em uníssono no refrão aparece aqui. É uma title divertida e que não cansa, complementada com um bridge banhado no pop rock. Em seguida, a música Arcade não apresenta nenhuma diferença em relação às anteriores, e a mudança palpável aparece a partir de It's Yours. A quarta canção de Glitch Mode trás uma sensação de nostalgia em relação aos trabalho passados do NCT Dream, e fica evidente nela que o grupo detém dos vocais mais doces e "juvenis" entre as units (grandes créditos para o integrante Haechan, inclusive). Com isso, Teddy Bear aparece como uma das melhores, senão a melhor, música do comeback: a SM mais uma vez dá aula de produção e sobre como usar bem das influências do r&b. Ainda, vale ressaltar que Mark está presente na composição de algumas faixas, e o cantor continua como a força motriz de todo o NCT desde seu debut. E Teddy Bear é tão diferente na tracklist que salta aos ouvidos. Facilmente seria uma música do SHINee, que são mestres em ter trabalhos neste estilo. Para completar a primeira parte do disco, Replay dá uma complementada na vibe 90s que o comeback pretende entregar (mas que fica, na maior parte do tempo, mais nas roupas dos meninos do que nas músicas). Leia também: O que é Kwangya? Conheça o multiverso da SM que engloba grupos como aespa, EXO e NCT Segunda parte do álbum Glitch Mode dá escorregada, mas termina com vontade de "quero mais" Passadas as seis primeiras músicas de Glitch Mode, a segunda metade do comeback é um tanto quanto questionável. Se o começo do álbum pode ser visto como o início de uma montanha-russa antes da descida, as últimas cinco canções são altos e baixos no projeto inédito do Dream. Saturday Drip é a música mais esquecível do CD, e este ponto será retomado mais adiante na resenha. Em contrapartida, Better Than Gold é animada e completamente influenciada pelo soul e funk americano, algo que os produtores da SM também são bons em fazer. Entretanto, entra Drive logo depois e o carrinho da montanha-russa permanece no platô outra vez até o final de Never Goodbye. Ambas são músicas que poderiam estar encaixadas em outro lugar da tracklist. Rewind, para concluir Glitch Mode, consegue unir a miscelânea de alturas e ritmos com certo respiro: não é inovadora, mas cumpre o trabalho de terminar o álbum. Nota que o comeback do NCT Dream é como um gráfico que ascende ao topo do início ao meio, e que depois treme na base para se manter acima? Felizmente o boygroup consegue finalizá-lo com estabilidade (e uma leve vontade de uma versão deluxe, parecida com as primeiras seis faixas). O principal conflito que o autor da resenha encontrou no álbum foi, justamente, a vontade da SM de querer transformar o NCT Dream em todos os outros grupos da geração. Fire Alarm, Arcade e Saturday Drip são pedras no sapatos desse comeback, que combinariam com outro boygroup, e não o Dream. Mesmo que em menor quantidade se comparadas às outras canções reluzentes do CD, as três músicas apontadas são exemplos do que a SM Entertainment não precisa repetir. (SM Entertainment/Reprodução) Alguns podem dizer que a própria Glitch Mode é parecida com as canções lançadas por outros grupos recentemente — a mistura de tecno com pop-rock é a tendência do K-Pop para 2022. Porém, ela é a faixa promocional do projeto, e foi feita para vender. A discografia de um grupo vai muito além do que se torna um videoclipe para vendas, e engloba todas as b-sides e músicas que serão lembradas nos anos seguintes. Não é ideal que o NCT Dream, com uma lista de canções tão ímpar se comparado ao 127 e o NCT U, entre na mistura duvidosa que grupos masculinos da atual geração estão fazendo em outras empresas. Leia também: Samples no K-pop: Entenda o que é e conheça músicas de grupos que já utilizaram O Dream não precisa seguir as tendências de outros boygroups. Ele deve ser o NCT Dream, e ponto final, sem tirar nem por. Os membros formam uma aliança harmoniosa, e sinceramente, seria um desperdício por parte da SM se os integrantes perdessem toda a essência "jovem" que demarca a identidade da unit. Mesmo crescidos, eles ainda são aqueles que carregam a essência dreamy de não envelhecer e se tornar igual a todos os outros. Glitch Mode é um comeback com pinceladas do que o grupo pode fazer a seguir. Caso a SM foque nos pontos fortes que já é detentora, o NCT Dream pode se dar melhor do que se fosse pelo caminho oposto de imitar aqueles que não devem ser imitados. No K-Pop, há exemplos péssimos a serem seguidos atualmente, e um experimentalismo exacerbado não é a cara dos Dreamies. A progressão e amadurecimento citados no início da review devem ser feitos com cuidado, e Lee Soo-man precisa ficar esperto. Ouça Glitch Mode do NCT Dream logo abaixo:

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