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  • Fã de Zayn Malik e até de famosos matemáticos: Conheça curiosidades sobre Taehyun do TXT

    O integrante do grupo da HYBE está completando anos; veja algumas informações interessantes a respeito dele O grupo TXT lançou seu mais recente comeback no final de janeiro, mas fevereiro começa com mais um motivo para comemorar. O integrante Taehyun, nascido no dia 5 do mês lá em 2002, está completando 22 anos (contando a idade coreana); e é claro que, para novos fãs, ficar por dentro de algumas curiosidades a respeito do artista é algo sempre bem-vindo. Dessa forma, o Café com Kimchi separou alguns fatos a respeito do Taehyun que foram divulgados ao longo do tempo, em diferentes ocasiões dele no TXT. Assim, se você deseja conhecer um pouco mais a respeito do cantor, continue lendo o texto abaixo para ficar por dentro: Leia também - Família Huening e outros: Conheça idols que são irmãos e irmãs no K-Pop Algumas curiosidades sobre o Taehyun do TXT que você talvez não sabia 1- Taehyun tem o Zayn como um dos seus cantores prediletos Assim como muitos de nós no K-pop, Taehyun também foi fã de boybands do ocidente, e uma delas é o One Direction. Em bate-papo com fãs no aplicativo Weverse, o integrante do TXT já mencionou o quinteto pop quando perguntado sobre o show de Harry Styles na Coreia do Sul, e também declarou que seu favorito na época do grupo era Zayn; além de ter comentado no mesmo app que "não há como você desgostar do 1D". Taehyun também recomendou músicas do cantor para o fandom MOA: Outro detalhe é que Taehyun também já divulgou covers de músicas do Zayn, como no caso da faixa Let Me. O membro gravou a canção em um vídeo disponibilizado no canal do TXT no YouTube: 2- Ele possui créditos de composição em músicas do TXT Fora seu talento na voz e dança, Taehyun também é compositor no TXT. Nesse sentido, ele possui créditos em algumas faixas da discografia do grupo, como no caso de músicas dos álbuns The Chaos Chapter: Freeze, minisode 2: Thursday's Child e minisode 1: Blue Hour. Este fato curioso coloca Taehyun em destaque entre os idols de sua atual geração, visto que ele participa do processo de criação das letras do boygroup que integra. Leia também - K-pop Generation: Documentário desvenda os impactos da música pop coreana pelo mundo 3- Taehyun é fluente em inglês desde a infância Na grande lista de k-idols que falam inglês, Taehyun figura com facilidade dentro dela. Além de ter aprendido o idioma quando era criança, é dito que o artista teve seu primeiro contato com o inglês por uma razão bem específica: Taehyun queria aprender as dicas que estavam num livro de truques de mágica na infância. Desde então, o integrante tem se aperfeiçoado como falante de uma segunda língua, assim como os outros membros do TXT. Além do mais, ele apareceu em comerciais de TV quando era criança, e em alguns deles ensinava palavras e expressões em inglês para a audiência infantil: 4- Seu filme favorito é "A Lista de Schindler" Além de recomendar músicas, Taehyun também já indicou filmes; e segundo ele, sua produção favorita é o longa A Lista de Schindler. Lançado em 1993 e dirigido por Steven Spielberg, o filme conta a história de um empresário alemão que cria uma estratégia para salvar milhares de judeus durante a Segunda Guerra Mundial, entre eles holandeses e poloneses. Tal história inspirada num livro de 1982 recebeu doze indicações ao Oscar, e acabou vencendo sete delas. Ainda, o longa foi considerado pelo American Film Institute como um dos filmes americanos mais importantes de todos os tempos (lista de 2007). Você pode gostar de ler - XG: Conheça o "Xtraordinary Girls", girlgroup japonês que tem chamado atenção dos fãs de K-pop 5- Taehyun nutre respeito por um famoso matemático Fora seus gostos culturais, Taehyun possui interesses relacionados ao academicismo, e em vídeo com o TXT chegou a mencionar que respeita muito o matemático Gauss. Johann Carl Friedrich Gauss foi um importante teórico que viveu entre os séculos XVII e XVIII, e ficou conhecido por ter desenvolvido muitos estudos com matemática, física, geometria e mais. Bem específico, não é? Taehyun, inclusive, chegou a citar Gauss mais de uma vez. 6- Justin Bieber é considerado seu cantor favorito Assim como outros artistas do K-pop, Taehyun também tem Justin Bieber como seu artista predileto. O membro do TXT mencionou o astro pop em mais de uma ocasião; além do fato de Justin ser bastante popular na Coreia do Sul, ainda mais entre os idols. Outro integrante do boygroup que tem um artista norte-americano como ídolo é Soobin, que é muito fã da cantora Bebe Rexha. Taehyun e Yeonjun, aliás, já postaram um cover da música Stay (parceria de Justin com The Kid LAROI) no YouTube: E aí, o que achou dessas curiosidades sobre o Taehyun do TXT? Não se esqueça de acompanhar o Café com Kimchi também nas redes sociais!

  • The Last Of Us: 6 doramas com zumbis para quem está assistindo à nova série da HBO Max

    Os zumbis coreanos não deixam nada a desejar em comparação com os "nascidos" em Hollywood; confira a lista abaixo (Divulgação / HBO Max / Netflix) Quem é fã de produções apocalípticas, realidades distópicas e uma dose generosa de monstros com certeza está amando o mais novo sucesso da HBO Max, a série The Last Of Us. Com Bella Ramsey e Pedro Pascal no elenco, a novidade estreou em 15 de janeiro e ganha novos episódios todos os domingos. Mas, para quem acha que um episódio por semana é pouco para mergulhar nesse universo de arrepiar, o Café preparou uma lista com 6 séries coreanas cheias de sustos e zumbis. 'Bora conferir? Kingdom (2019) Descrito por um site especializado como "o encontro de Game Of Thrones com a Dinastia Joseon [período imperial da Coreia]", Kingdom é uma produção original da Netflix baseada em um webtoon renomado. A trama acompanha a história do príncipe Lee Chang (Ju Ji-hoon), que vê seu direito ao trono questionado após o falecimento misterioso do Rei. Em meio às suas tentativas de desvendar a morte do pai e um golpe político no governo, Lee se depara com uma realidade assustadora: uma praga que transforma os mortos em zumbis está se espalhando pela nação. Kingdom está disponível na Netflix com duas temporadas — algo incomum para as séries coreanas, que geralmente possuem um formato de resolução em etapa única. Também participam do elenco principal a atriz Bae Doona e o ator Ryu Seung-ryong. Leia Mais: Não acaba quando termina: Conheça 8 doramas com mais de uma temporada All Of Us Are Dead (2022) Não é um mero trocadilho dizer que todo mundo morreu de amores por All Of Us Are Dead em 2022. A série original da Netflix fez um sucesso estrondoso entre os fãs de histórias de zumbis, e é claro que ela não iria faltar nessa lista. Na trama, um grupo de estudantes do ensino médio acaba preso em um colégio durante o despertar caótico de uma epidemia de zumbis. Eles devem lutar para permanecerem salvos, e isso inclui derrotar seus pais, professores e colegas que já se tornaram mortos-vivos — além de terem que conviver com suas próprias diferenças. Também chamada de uma versão adolescente de The Walking Dead, a série está disponível na Netflix e já foi confirmada para a segunda temporada. Ela conta com Park Ji-hoon, Choi Yi-hyun e Lomon no elenco e é também baseada em um webtoon. Leia Mais: Doramas de terror: 7 k-dramas para quem quer começar no gênero #Alive (2020) Você conseguiria sobreviver a um apocalipse zumbi sozinho, trancado em seu apartamento? Essa pergunta guia a premissa de #Alive, um filme — sim, filme — que é baseado em um longa-metragem americano. A versão coreana conta a história de Oh Joon-woon (Yoo Ah-in), um jovem gamer que se tranca no seu apartamento para sobreviver a uma epidemia de zumbis que destruiu sua cidade. Espiando o mundo apenas pela janela e o olho mágico da porta, o protagonista tenta encontrar uma saída para salvar a si e a sua vizinha. Produzido e disponível na Netflix, o filme tem ainda Park Shin-hye no elenco. Leia Mais: 6 doramas da OCN que envolvem terror, mistério e investigação para assistir Zombie Detective (2020) Com uma pegada bem diferente dos doramas que retratam um apocalipse zumbi, Zombie Detective se concentra em um único e inofensivo indivíduo. O dorama da KBS acompanha a trajetória pós-morte de Kang Minho, um homem que acorda como um zumbi e não consegue se lembrar de nada da sua vida. Ele começa, então, a investigar seu passado, assumindo o papel de um detetive e tentando ao máximo disfarçar os efeitos que o vírus zumbi trouxe ao seu corpo. Quem dá vida ao protagonista — se é que podemos dizer isso — é o ator Choi Jin-hyuk, e ele trabalha ao lado de Park Jun-hyun na série. O dorama está disponível no VIKI. Train To Busan (2016) Mais um filme que mereceu o seu espaço nessa lista de doramas: Train to Busan ou Invasão Zumbi é um dos clássicos do gênero e do cinema coreano, e conquistou fãs até fora da bolha dos k-dramas. O longa com Gong Yoo e Jung Yu-mi segue a fuga desesperada de pai e filha durante uma epidemia de mortos-vivos. Os dois precisam chegar até a única cidade que não foi contaminada pelos zumbis, mas a jornada de trem até lá não será livre de sustos. Invasão Zumbi tem ainda, no elenco, Don Lee, o primeiro ator coreano a interpretar um super-herói da Marvel. O filme está disponível na Netflix e tem uma sequencia — Invasão Zumbi 2: Península —, disponível no Telecine e Amazon Prime. Happiness Para encerrar, Happiness é um dorama apocalíptico que flerta com o cult, já que o foco aqui não são os zumbis, mas sim o comportamento humano frente ao abalo completo do mundo como conhecemos. Na trama, uma doença infecciosa começa a se espalhar e a retomar os protocolos de quarentena de um passado não muito distante — a pandemia de COVID-19. Porém, o novo cenário traz vítimas mais agressivas e uma urgência ainda maior para encontrar a cura. Happiness está disponível no VIKI e é estrelado por Park Hyung-sik e Han Hyo-joo. Também vale a pena conferir Se para você tanto faz se os monstros são zumbis ou não, anote aí mais 2 dicas disponíveis na Netflix. A primeira é Sweet Home, que apresenta um mundo pós-apocalíptico no qual humanos viram criaturas terríveis, capazes de destruir tudo o que veem pela frente. Já em Hellbound: Profecia do Inferno, o perigo toma forma de monstros sobrenaturais; mas, com o surgimento de religiosos e líderes fanáticos, os monstros não são os únicos a ameaçar a humanidade. Por que dar uma chance às séries de zumbi coreanas? Ao contrário do que muitos possam pensar, os zumbis coreanos não deixam nada a desejar com os "nascidos" em Hollywood; na verdade, em muitos sentidos, eles até os superam. Os doramas conseguem trabalhar com o terror de mortos-vivos explorando uma gama imensa de subgêneros, e ainda transmitir uma visão única do estilo. Isso é visto em Train to Busan, por exemplo, e a discussão acerca desses aspectos "exclusivos" do filme já tomou as redes sociais. Além disso, vale destacar a inserção de temas sociais nas produções — mesmo produções de fantasia. Em All Of Us Are Dead, por exemplo, muitos foram os paralelos com o Naufrágio de Sewol, um trágico acidente ocorrido em 2014 na Coreia e que vitimou fatalmente mais de 300 pessoas, sendo a maioria estudantes adolescentes. Qual dos doramas citados nessa lista você ainda pretende conferir? Conta pra gente nos comentários, e já segue o Café com Kimchi no Twitter e Instagram!

  • Mino vira cowboy cibernético no clipe de TANG!♡, faixa título do novo álbum

    To Infinity é o terceiro álbum solo do Mino e conta com dez músicas autorais; confira a nota ao final da crítica (Divulgação / YG Ent.) Os fãs do MINO tiveram um bom motivo para acordar de bom humor nesta terça-feira (07). O rapper principal do WINNER lançou hoje To Infinity, seu terceiro álbum como solista com dez músicas inéditas. Todas as faixas foram escritas pelo próprio MINO, que já possui mais de sessenta letras creditadas em seu nome. Com o novo trabalho, o artista prova que a lista não cresce apenas em quantidade, mas também em qualidade. Leia Mais: Lançamentos de K-pop em dezembro de 2021: Confira o calendário com os comebacks e debuts do mês A title da vez é TANG!♡, uma música inusitada que mistura hip-hop e uma forte presença de guitarras, além de um rap sólido, bem característico do MINO. No MV, o rapper recorre ao universo dos videogames para se transformar em um cyber cowboy e (tentar) conquistar sua amada. Porém, o mundo real interfere no jogo e acaba gerando uma série de ciladas virtuais que esbanjam efeitos especiais. Já conferiu? Seguindo para o álbum em si, LOVE IN DA CAR é a música que introduz as b-sides. É uma track potente e cheia de personalidade, que mistura trap e hip-hop com o barulho de carros acelerando e alarmes sonoros. Justamente por ser tão ousada, pode não agradar a todos os públicos. Assim como TANG!♡ (a title), sua energia caótica acaba ofuscando as b-sides mais equilibradas e que, estas sim, dão o nome ao álbum. As duas faixas seguintes são uma amostra do que o MINO faz de melhor. PYRAMID, o feat com IIIBOI e Gaeko, surpreende com a precisão do ritmo: forte e ostensivo, mas sem ferir os ouvidos de quem a escuta. As inferências de rap combinam perfeitamente com o refrão inebriante e, para os amantes de hip-hop, é impossível ouvir uma única vez. MINO acertou muito nesta que é uma das quatro collabs do álbum. O feat seguinte é com o BOBBY (iKON), com quem MINO também tem um duo, o MOBB. A música resgata a dinâmica e o estilo único do dueto da YG Entertainment e que deixou os fãs saudade desde o último lançamento em 2016. Dois oriundos de realities de survival, Mino e Bobby aplicam toda a agressividade que aprenderam no ambiente de competição na faixa LANGUAGE, que é agitada do começo ao fim. (Divulgação / YG Ent.) Com exatos três minutos de duração, KILL é a quinta música do álbum. Mais lenta do que as antecessoras, sua proposta é em um hip-hop mais calmo, pouco impactante e com picos de volume concentrados apenas no refrão. Juntamente de MUAH, a sexta faixa, KILL atua como a intermissão de duas metades do álbum: a primeira mais enérgica, e a segunda mais tranquila, com vocais e batidas serenas. A exceção à divisão de águas quase perfeita é QUESTION MARK. Não se engane com o início suave: ao avançar da faixa, ela se revela como a aposta "diferentona" do álbum — afinal, todos os lançamentos de 2021 precisam de um quê experimental na discografia. Esta longe de ser a música mais coerente do conjunto, mas é possível destacar a presença de elementos de funk brasileiro na composição (ainda que mal aproveitados). DRUNK TALK, com participação especial da Sogumm, é uma faixa que transborda sentimento. Com poucos ornamentos, a música emociona sem grandes esforços, e a mesma energia melancólica é aproveitada na faixa seguinte, LOSING U. Nesta, porém, o violão dá lugar ao teclado, e os versos suaves, a um refrão repetitivo. Ainda que não supere a anterior, LOSING U não deixa de ser uma música boa, pois reúne elementos do pop clássico como o solo de teclado nos segundos finais da gravação. Quem encerra o álbum com chave de ouro é SAD WALK, uma collab com a Sunwoojunga. A música reúne, em pouco mais de três minutos, todos os maiores atributos do álbum, a excelência no gênero das primeiras faixas e a sensibilidade das últimas. Os vocais melódicos do refrão também representam uma das escolhas mais assertivas de feat no álbum que teve, como destaque, as canções colaborativas. De modo geral, o retorno do MINO com To Infinity é repleto daquilo que o consagrou como um dos maiores nomes do k-hip-hop atual: autenticidade. Seja através de faixas autorais, de escolhas inusitadas ou conceitos ousados, o integrante do WINNER sempre deixa a sua personalidade explícita quando o assunto é produção musical. E é esta capacidade de se manter fiel a si mesmo que o faz conquistar uma nova legião de fãs a cada comeback.

  • RUN2U: Versatilidade e muito brilho marcam o retorno do STAYC com o novo álbum YOUNG-LUV.COM

    O grupo dono de hits como 'ASAP' está de volta com faixas inéditas e viciantes; confira a nota no fim da crítica (Divulgação/ High Up Ent.) Uma das apostas do Café Com Kimchi para o ano de 2022 veio aí: o STAYC fez o seu tão aguardado comeback na manhã desta segunda-feira (21), com o álbum YOUNG-LUV.COM. A novidade possui seis faixas inéditas, entre as quais estão duas creditadas ao duo de hitmakers Black Eyed Pilseung, que atualmente dirige a empresa das meninas. E se a assinatura desse time de peso não é o bastante, a qualidade das músicas fala por si só. RUN2U, a faixa título do novo álbum, entrega uma batida viciante ao mesmo tempo que expressa um lado mais maduro do grupo feminino que completou um ano em novembro. A música também reflete a originalidade do sexteto, que não se encaixa totalmente no conceito de girl-crush, mas atende com êxito os requisitos de um grupo da 4ª geração do K-pop, com ênfase na busca por inovação e um quê de sonoridades experimentais. Assim como a música, o videoclipe agrada e resgata a memória de quem é fã — ou SWITH — há mais tempo, com elementos que parecem fazer referência a SO BAD, faixa de debut do girlgroup. Os cenários coloridos, cheios de brilho e criativos também cativam a atenção, por vezes se mostrando tão fabulosos quanto os figurinos usados por Sieun, Seeun, Yoon, Isa, J e Sumin. Confira após a publicidade. Seguindo para as demais faixas, temos SAME SAME. A música começa lenta, mas logo cresce até apresentar um pop brando, com leves nuances de K-R&B; um gênero que, já nessa primeira música, parece promissor. Os vocais são refrescantes e bem alinhados à sonoridade, e a inferência do rap é precisa, de modo a não trazer agressividade para a faixa. Em seguida, é impossível não balançar a cabeça ou os pés, ainda que minimamente, com 247, a terceira faixa do álbum. Suave, a canção se desenvolve naturalmente, sem pressa para alcançar o refrão. Com elementos rasos de funk music e hiphop, os ouvintes são seduzidos pela harmonia dos versos e personalidade desta música que comprova, mais uma vez, a aposta em vários estilos no grupo da High Up Ent. YOUNG LUV surpreende já nos primeiros segundos, com um solo de guitarra na introdução. Conforme a música avança, percebemos que, de fato, se trata de uma faixa com um forte quê de pop-rock; tendência também vista nos lançamentos de grupos como o SEVENTEEN e no single ANI, do Ravi e da Soyeon. Se pop-rock é a trend do momento, o STAYC fez questão de deixar a sua marca, e elas foram muito bem sucedidas. Na sequência, BUTTERFLY, a quinta música, apresenta um ritmo confortável, beirando um mid-tempo R&B e dance pop. Pouco agitada, a faixa combina com a tradução do nome, pois é delicada como uma borboleta. O momento mais nítido desta leveza é certamente a ponte. Há também um equilíbrio — embora mais repetitiva que as demais, o que poderia a tornar enjoativa, a faixa não é um skip. Por fim, o K-R&B retorna com força na última faixa, I WANT U BABY. A música que encerra o projeto tem uma batida lenta e é, até certo ponto, sensual. Esta impressão reitera o fato de que o STAYC está agora em sua era mais madura. Com refrão e estrofes marcantes, é certamente uma das melhores b-sides do grupo, e é uma pena que seja a faixa mais curta do álbum. YOUNG-LUV.COM, em geral, é um álbum sofisticado, que consegue aliar a personalidade do grupo à qualidade ao inovar. Mais do que isso, é também um marco na carreira do sexteto que, embora jovem, já consegue provar a sua ousadia para tentar novos ritmos. As meninas do STAYC amadureceram muito desde o pop-chiclete de ASAP, e o novo mini álbum é a prova disso. Mas, se por um lado tivemos mudanças, a qualidade nas produções continua intocável, provando que o grupo têm uma longa trajetória de sucessos pela frente.

  • IVE traz sample de Gloria Gaynor em After Like, primeiro lançamento após Love Dive

    Grupo feminino arrisca em união de clássico e contemporâneo com sample de I Will Survive da Gloria Gaynor (Divulgação / Starship Ent.) O IVE está de volta! O sexteto da Starship Entertaninment divulgou nesta segunda-feira (22) o single álbum After Like. A novidade conta com duas músicas inéditas, além de um Music Video cheio de personalidade para a title. Em pouco mais de 6 minutos de duração, as integrantes Yujin, Gaeul, Rei, Wonyoung, Liz, e Leeseo deram o recado e mostraram porque são um dos atos femininos de maior destaque no K-pop atualmente. O novo álbum chega aos fãs — chamados DIVE — quatro meses após o sucesso implacável de Love Dive, e oito meses após o debut igualmente irresistível com ELEVEN. Apesar de pouco tempo ter se passado desde a estreia, o lançamento já apresenta um grupo mais seguro de si e assumindo riscos. Será que a ousadia das meninas deu certo? Descubra o que achamos de After Like após a publicidade. Leia Mais: Melhores músicas de K-pop para ouvir em festas e turbinar a balada Um MV repleto de cores Revolucionário já nos primeiros segundos — quando o início do vídeo simula uma "saída" da contagem regressiva do Youtube —, o videoclipe de After Like é uma delícia de acompanhar e é, quase literalmente, um arco-íris para os olhos. Cada uma das seis integrantes aparece em um cenário de cor distinta, até que, no refrão, todas estão juntas em takes dominados por preto, branco e muito brilho. O arco-íris se manifesta, por fim, na ponte da música. Confira! O vídeo encerra com uma explosão de fogos, marcando o fim de uma super produção. Além do jogo de cores, outro ótimo destaque do MV é o uso de referências. Há cenas da Yujin que remetem à performance clássica da Marilyn Monroe 'Diamonds Are A Girl's Best Friend', e trechos parecidos com o cenário disco de Hush Hush do grupo The Pussycat Dolls. Esta última, aliás, 'sampleia', a mesma música de After Like. Vamos falar mais disso a seguir. Uma Sample de respeito After Like não foge do uso de samples, tendência que vem se consolidando no K-pop. A base aqui, porém, não é somente uma música, mas um hino: I Will Survive, da Gloria Gaynor. A batida familiar e envolvente embalou toda a década de ouro do Disco e é respeitada ao extremo no lançamento do IVE. Nenhuma nota do pós-refrão, o trecho mais característico, é alterada, e aqui ela também se faz presente nesse mesmo momento. A única adição de voz sobre o ritmo se dá durante o rap. Leia Mais: Moda Y2K no K-pop: Confira quais grupos e solistas aderiram à tendência irresistível dos anos 2000 O que o IVE faz, então, é adicionar suas próprias cores e individualidade para formar sua faixa-título, e faz isso de forma brilhante. After Like é dançante, agitada de um jeito coerente e nada barulhento, e traz destaque aos vocais das integrantes. Nesta receita cativante que une um clássico ao melhor do contemporâneo, o IVE consegue entregar algo tão bom e arrebatador quanto Love Dive. O novo álbum conta ainda com My Satisfaction, uma faixa que transborda empoderamento. Potente e experimental na medida certa, ela complementa a faixa-título na missão de mostrar um lado mais maduro do girlgroup, mas sem abrir mão do luxo e da elegância que são sua marca registrada desde o debut. Em suma, o IVE vem se mostrando especialista na fórmula de inovar, arriscar e não comprometer a qualidade das suas entregas.

  • 'Attacca': Seventeen mostra mais uma vez porque é um dos maiores grupos de kpop da atualidade

    Misturando estilos e tendências de forma coerente, o álbum inova com assertividade e reafirma o talento dos integrantes no projeto (Divulgação / HYBE LABELS) Attaca é o 9º mini álbum do SEVENTEEN e, sem dúvidas, um dos melhores trabalhos do grupo. Lançado na madrugada desta sexta-feira (22), o EP possui sete faixas, das quais seis são regulares e uma extra. O álbum apresenta uma variedade de ritmos aliados ao pop, como rock, trap e hip-hop, e o resultado final é uma obra harmoniosa, digna de receber a nota máxima na crítica do Café com Kimchi. O nome Attaca sugere um conceito maduro, que acompanha a maturidade dos artistas que debutaram em 2015 e representam o kpop há mais de seis anos. A estética sóbria está presente em toda a estética do EP, nos ensaios fotográficos e no MV. Mas, apesar do nome sugerir uma certa agressividade, o que ouvimos no álbum é o contrário: uma coletânea de faixas suaves e que encantam até os ouvintes mais exigentes. Seguindo a ordem das faixas, temos To You como a primeira. É uma canção que transborda synth pop de forma dançante e envolvente. Como uma introdução, faz um ótimo trabalho para apresentar o álbum. Serve como uma prévia do que está por vir: um conjunto bem balanceado e com melodias suaves, complementadas pela performance vocal impecável — sempre um destaque do SEVENTEEN. Partindo para a segunda faixa, conhecemos a title. Rock With You leva o rock ao pop tão característico do grupo. Com ela, o SEVENTEEN entregou exatamente o que o kpop precisava no momento: uma música que o ouvinte pode assimilar e gostar facilmente. Não é preciso ouvir duas ou três vezes para entender a proposta da title. E não seria extremo dizer que a música, majoritariamente composta pelo integrante Woozi, é uma das melhores escolhas de faixa titular do grupo. Crush, a terceira faixa, retoma um estilo familiar ao SEVENTEEN. Com batidas de hip-hop e R&B, provoca a lembrança de titles antigas, como Very Nice e Clap. Para quem é fã, é fácil identificar as cores únicas dos treze integrantes nessa música. Dançante e alegre, há um quê de anos 80 na faixa — como há em praticamente todos os lançamentos deste ano —, mas a referência é gostosa e não soa forçada, para se encaixar em um padrão. A partir da quarta música, temos os trabalhos exclusivos de cada unit (team) do SEVENTEEN. PANG! abre este repertório, e é interpretada pela unit de performance, composta por Dino, THE8, Hoshi e Jun. É a mais singular das músicas; um híbrido de trap e hip-hop. É a faixa “diferentona”, mas não chega a ser um skip. Quem pular, estará perdendo a chance de ver como o kpop pode inovar sem ferir a audição do público. Entre tantos lançamentos experimentais e, por vezes, apenas barulhentos, PANG! consegue se destacar entregando algo diferente mas que, em nenhum momento, agride o ouvinte. Assusta um pouco, nos vinte segundos iniciais, mas a leveza e a criatividade do refrão e pré-refrão fazem a experiência valer a pena. (Divulgação / HYBE LABELS) Imperfect Love é a quinta música do álbum, e é performada por Woozi, Jeonghan, DK, Joshua e Seungkwan — a unit de vocalistas do SEVENTEEN. É uma canção delicada e sentimental, que faz jus à potência vocal dos principais cantores do grupo. O fato de ser uma música lenta, de ritmo medium tempo, e vir logo após PANG! traz uma desaceleração para o álbum, que é também explorada na faixa seguinte. Cria-se uma impressão de despedida, o que faz sentido, já que estamos quase no fim da apreciação da coletânea. A última faixa regular é I can’t run away, da unit composta por Vernon, Wonwoo, S.COUPS e Mingyu. É uma música que surpreende, porque não é que o ouvinte espera ouvir dos representantes do hip-hop do grupo. Traz ao álbum a sensibilidade que faltava, uma dose de melancolia e anseio, que combina perfeitamente com as vozes dos intérpretes. Divide, com a title, o posto de melhor faixa do álbum. (Divulgação / HYBE LABELS) Enfim, a faixa extra 2 MINUS 1 é interpretada por Joshua e Vernon. Toda cantada em inglês, a música reproduz elementos de pop-punk semelhantes aos presentes na title. Mesmo com os features que a tornam especial, 2 MINUS 1 não é dissonante das demais canções. Ela encerra o álbum com maestria, reafirmando a sincronia musical e ainda deixando o ouvinte com um gostinho de quero mais. Com o novo mini álbum, O SEVENTEEN prova que realmente merece o destaque que recebe como um dos maiores grupos de kpop da atualidade. Com a participação dos treze membros na composição das faixas, Attaca é genial em misturar diferentes ritmos sem transformar o EP em uma colcha de retalhos. As músicas se complementam juntas, tornando a experiência de ouvir um álbum, no pleno sentido da expressão, extremamente prazerosa.

  • MONSTA X: músicas autorais e visual de cowboys do asfalto marcam Rush Hour, a nova era do grupo

    Primeiro comeback sem o líder Shownu consegue captar a essência ostensiva do grupo; confira a crítica (Divulgação/ Starship Ent.) Na sexta-feira (19), o MONSTA X fez seu retorno com 'No Limit', o décimo mini álbum do grupo. O álbum conta com sete faixas, e todas têm a participação dos membros I.M e Joohoney na composição. Figurando como um dos comebacks mais aguardados de novembro, o MONSTA X conseguiu — mais uma vez — demonstrar sua força no novo trabalho, que capta a essência do sexteto desde a title até as b-sides. A faixa titular da vez é Rush Hour, uma música agitada com fortes influências de hip-hop e EDM. Como em boa parte dos trabalhos, o destaque da faixa é o rap frenético e imponente que domina as estrofes. O single se mantém agressivo do começo ao fim, mesmo com os vocais melódicos e harmoniosos dos membros. Para quem curte titles dinâmicas e cheias de garra, é uma boa pedida. Para o videoclipe, o grupo escolheu o conceito de cowboys urbanos. Com a formação reduzida de seis para cinco (o líder Shownu está no exército cumprindo o alistamento obrigatório), Joohoney, I.M, Kihyun, Hyungwon e Minhyuk aparecem no MV ao lado de carros, no meio de um deserto, com chapéus de caubói e jaquetas de corrida. O conceito também acompanha elementos da música, como o assobio de faroeste presente na faixa. Autobahn é a música que introduz as b-sides ao ouvinte. As influências eletrônicas são constantes na faixa desde a introdução, e se fazem até mais presentes do que na title. O EDM se torna potente no refrão, revelando uma música tão agitada quanto Rush Hour. No entanto, o rap concentrado apenas em um trecho (a segunda metade), e os versos mais lentos, fazem de Autobahn um sigle mais equilibrado. Ride with U é terceira faixa do álbum. Com nuances de synth-pop, seu estilo acompanha a tendência dos lançamentos retro-vibes de 2021 — diga-se de passagem, já bem saturados. No entanto, o MONSTA X prova com Ride with You que ainda há espaço para cativar os fãs com a musicalidade inspirada nos anos 80/90. A faixa é equilibrada e divertida, e agrada ainda na primeira escuta. A faixa de número quatro, Got Me In Chains, é a mais curta do álbum. Com pouco mais de três minutos, os vocais poderosos do Kihyun e Minhyuk são o destaque da música que, novamente, traz referências ostensivas de pop eletrônico. Há uma contemporaneidade sensível na batida, que também explora breaks inusitados e quebras de ritmo. Essas interrupções, em certa medida, são agradáveis para o ouvinte. (Divulgação/ Starship Ent.) O álbum interrompe abruptamente a crescente eletro-pop das faixas com Just Love, mais voltada ao gênero do K-R&B, com um ritmo suave, lento e instrumentos isolados marcantes. Os rappers roubam a cena na música: as inferências do rap são cirúrgicas, e os vocais do I.M e Joohoney exemplificam o porquê da rap line do MONSTA X fazer sucesso até entre não-fãs. É uma das melhores b-sides. A decrescente de ritmo segue, então, até o final do álbum. Mercy é a penúltima música de No Limit, e também uma das mais lentas; mas o toques fortes e os breaks impactantes da faixa a fazem parecer mais dinâmica do que realmente é, especialmente ao se ouvir mais de uma vez. Em Mercy, além do Joohoney e do I.M, o Hyungwon também participou da sua composição. E ele arrasou nos vocais da intro e da ponte da canção! I Got Love encerra o álbum com um pouco mais de K-R&B, uma aposta certeira do quinteto em uma faixa envolvente e suave, com vocais limpos e que contrasta acertadamente com a agitação das músicas que abrem o trabalho. Ao mesmo tempo que é uma música excelente, também desperta uma melancolia: talvez pelo fim do álbum, talvez pelo estilo R&B ter sido pouco explorado no lançamento. De forma geral, No Limit reforça a essência poderosa do MONSTA X para os MONBEBES, os fãs de carteirinha. Já para os potenciais novos fãs, o grupo se apresenta como um ato musical versátil, que sabe trabalhar com diversos estilos e não tem medo de arriscar. O sexteto provou que os verbos "inovar" e "experimentar", tão chaves na carreira de grupos recentes, já faz partem do seu dicionário há muito tempo.

  • ‘BAD LOVE’: viaje pelo incrível universo de Key

    Key do SHINee, após sua dispensa do exército, retorna com um inesquecível álbum de pegada retrô intitulado Bad Love (Divulgação / SM Entertainment) Após seu debut solo em 2019 com Face, Key retornou no dia 27 de setembro de 2021 com Bad Love trazendo um mix de synth dance-pop dos anos 80, toques de R&B junto de vocais fortes e marcantes em seis faixas extremamente boas e extravagantes. Tanto o conceito do comeback quanto o conteúdo das músicas gritam a personalidade do cantor, dando cor à sua individualidade artística de uma forma um tanto quanto teatral e melodramática. O solista foi entrevistado pelo portal NME e os confirmou: “(Durante) meu primeiro álbum solo, ‘Face’, (eu estava) envolvido em fazer escolhas, mas essas escolhas foram feitas para mim. (...) Mas dessa vez, desde o início, fui capaz de dizer o que eu queria fazer, o que queria criar e qual era a minha visão.” Explorando o universo de Key em cada faixa Começando com Bad Love, faixa que dá nome ao EP, Key nos traz uma faixa com gênero synth dance-pop bem estilo retrô. A batida cativante nos faz voar alto em uma viagem pelo espaço e nos envolve em uma dança deslumbrante com o vocal excepcional do cantor. A música recheada de high notes (notas altas) traz imensa emoção à canção, em conjunto com a letra que relata uma relação extremamente tóxica, mas ao mesmo tempo satisfatória, mostrando a confusão de sentimentos que a pessoa tem sobre aquilo. Ou seja, está preso àquele “mau amor”. O clipe da faixa principal nos traz um enredo cinematográfico cativante, em que Key é a estrela principal que tenta escapar dos pesadelos e fantasmas daquele relacionamento tóxico. Ele segue por diversos segmentos do entretenimento, como talk-shows, ensaios em set, camarins, estúdios, palcos… As cores vibrantes e os cenários extravagantes, atrelados à música, fazem do vídeo algo muito interessante de se assistir. Em complemento, o vídeo mostra também a coreografia feita para a canção, na qual em diversas cenas ele aparece performando-a com os dançarinos. Seguindo pelo álbum, temos a segunda canção Yellow Tape, também com uma pegada mais retrô. A música traz uma melodia groove e dançante, novamente mostrando os vocais muito bem trabalhados por toda a faixa que só nos reafirma o poder que Key esbanja como cantor. A terceira faixa Hate That… em colaboração com a renomada solista – e amiga íntima de Key – Taeyeon, do grupo Girls Generation, foi um pré-lançamento do EP, estreou dia 30 de agosto, praticamente um mês antes de seu retorno oficial. (Reprodução / SM Entertainment) A música fala sobre os sentimentos após um término mal resolvido, em que o artista canta “E eu odeio e odeio que você seja feliz sem mim, e eu rezo e rezo, quero que você se arrependa mais do que eu, se você me amou, eu apenas odeio que você seja feliz.”. A harmonização da voz de Key com a de Taeyeon faz a faixa ser incrivelmente tocante e apaixonante. Sem dúvidas, é uma das melhores collabs que aconteceram este ano – e com certeza uma das maiores b-sides de Bad Love. Helium é o título da quarta música do compilado e já começa com vocais de arrepiar qualquer um. Os melismas e adlibs de Key nessa música são extremamente estáveis e bem trabalhados mostrando mais uma vez a versatilidade do cantor. A faixa completamente em inglês narra os sentimentos de uma pessoa apaixonada que não consegue se desvencilhar de seu amor, dizendo “Aqui fora estou me afogando por você, não, eu não me canso”. O refrão é tão bom que você não para de cantar mesmo depois da canção finalizada. A tracklist de Bad Love segue com Saturday Night, música escrita por Key com versos apaixonados que contam a história de como uma pessoa poderia agir depois de um término durante um tempo difícil. Neste caso específico, o cantor quis relatar sobre a pandemia da COVID-19 que nos assola há dois anos. A melodia de vibe groove dançante descreve alguém que tenta esconder os sentimentos tristes indo a festas, tentando esquecer seus problemas, mas não tendo tanto sucesso assim. A b-side é bem envolvente e gostosa de escutar, assim como todo o restante do álbum. Leia também: The Album: um ano do lançamento mais aguardado do Blackpink Por fim, a sexta música do EP, intitulada Eighteen, é outra faixa escrita por Key e é como se o artista falasse consigo mesmo conforme se escuta a letra. Ele canta “Não deixe tudo desabar, apenas sonhe e voe alto, meus dezoito”, desejando que seu 'eu' de anos atrás continue lutando e correndo atrás de seus sonhos, sem se deixar ser atingido pelos problemas que aparecerem pelo caminho. “Eighteen” é o que eu quero dizer ao Key de 18 anos. Algo como: ‘vai garoto, você pode fazer o que quiser. Você vai falhar às vezes, mas não se machuque com isso. Você será Key, então não se preocupe” - disse o artista sobre a canção. A faixa é bem emocional e mostra como, durante sua carreira cheia de altos e baixos, ele ainda consegue passar por tudo e se manter mais forte do que nunca. (Reprodução / SM Entertainment) Em suma, Key nos entrega um álbum onde suas músicas conversam perfeitamente entre si, desde o conceito ao gênero e letras. O solista queria mostrar sua verdadeira face com a obra e, com clareza, conseguimos enxergar o que ele propôs – não há dúvidas que o artista é um all-rounder que faz seu trabalho com perfeição e minuciosidade desde seu debut em 2008 no SHINee. “Nada mudou (depois que fiz 30). Eu fiz meu álbum ‘Bad Love’ (mas de certa forma) é totalmente diferente. (...) Eu finalmente me tornei “eu”. Tenho a chance de mostrar ao público que sou eu. Este álbum é a versão Key em forma de álbum” - disse Key para o portal NME.

  • ‘Close To Me’: conceito diferenciado marca a volta de BLACK SWAN

    BLACK SWAN retornou com seu segundo single ‘Close To Me’ quase um ano após o debut, confira na review como foi o comeback do girlgroup (Divulgação / DR Entertainment) O grupo BLACK SWAN composto por quatro integrantes multinacionais – Young Eun e Judy são coreanas, Fatou é belga e Leia é brasileira – debutou em 2020 com o single Tonight e retornou no último dia 15 de outubro com seu segundo single intitulado Close To Me que chamou atenção por seu conceito inspirado em prisioneiras, mais precisamente na personagem Arlequina de Esquadrão Suicida. (Reprodução / Divulgação) Sobre a música, Close To Me é uma faixa de gênero pop dançante que, segundo a empresa que agencia o grupo, maximiza o encanto de BLACK SWAN, o que não é exatamente verdade, uma vez que a canção não mostrou realmente o melhor de cada integrante. Por mais que a DR Entertainment tenha divulgado que a música teve participação de pessoas que já trabalharam com artistas globais como BTS, BLACKPINK, Justin Bieber e Dua Lipa, não conseguiu passar a essência que o grupo porta. Leia também: 1 ano de Hello: single digital de Chen do EXO faz aniversário Em suma, a faixa ficou bem bagunçada e parecendo que foi gravada em qualquer estúdio, mixada e lançada, sem nem ter tratamento sequer. Você consegue perceber que a produção parece ser rotineira e soa um tanto genérica, mas ainda assim há algumas partes gostosas de se ouvir como o pré-refrão e partes do refrão. A canção ainda possui uma versão alternativa em inglês. Sobre o MV pode-se dizer que a produção não é de alto custo, mas foi até que bem estruturada. O conceito de prisioneiras e referências à Arlequina ficaram bem divertidos e cativantes, assim como a coreografia animada e o visual das integrantes que são notáveis. Lembrando que o BLACK SWAN é um grupo agenciado por uma empresa de pequeno porte, com pouco orçamento disponível para o funcionamento dos grupos que suporta, principalmente quando são recém-debutados e com uma base de fãs ainda pequena. No geral, o esforço das integrantes do BLACK SWAN é notável e admirável, com a pandemia ainda em nossas vidas, com pouco orçamento e vários outros empecilhos, ainda conseguiram se manter de pé e seguir seus sonhos. Embora tenham tentado fazer algo diferente em Close To Me, seu single de debut, Tonight, é incrivelmente melhor e traz uma vibe muito mais imponente das meninas juntas, seria interessante que se mantivessem nessa linha para que possam apresentar algo muito mais atraente de se acompanhar.

  • COSMOS: B.I retorna em busca do amor eterno e mostra seu poder com músicas intensas

    Primeira parte do álbum mistura mensagens profundas e reafirma o talento de B.I para grandes produções (Divulgação/ 131 Label) COSMOS marca o retorno de B.I nesta quinta-feira (11), sendo o segundo álbum lançado por ele em 2021. Com 7 faixas no total, uma exclusiva para CD, o rapper manteve o alto nível de qualidade de seus trabalhos. O rap e Hip-hop característicos de B.I estiveram presentes em todas as canções, misturadas com outros gêneros e diferentes mensagens. O disco é descrito como "o amor que faz sonhar com a eternidade e dar tudo sem nada em troca", abordando tópicos como a paixão e a liberdade. Não é uma novidade saber que B.I foi o letrista e compositor de suas músicas, sendo o único letrista de todas, com exceção de NERD, que contou com a participação do cantor Colde. Vale lembrar que em toda sua carreira, B.I esteve empenhado em escrever suas próprias músicas, e inclusive, para outros artistas. Ele recebeu destaque pelos trabalhos de alta qualidade, que inclusive, já lhe renderam o prêmio de Songwriter of the Year no Melon Music Awards 2018. Na ocasião, se tornou o primeiro idol masculino a receber o prêmio. Até o momento, apenas ele e a cantora IU possuem essa enorme conquista entre os idols. Leia também: MMA 2021: Confira a lista de indicados ao MelOn Music Awards, uma das maiores premiações de K-POP COSMOS recebeu uma organizada e detalhada divulgação. A 131 Label, agência do artista, publicou um vídeo intitulado de “What is Your Cosmos?”. A pergunta se refere a qual seria a coisa mais importante para a pessoa. Foram reunidos atores que trabalham com B.I para responderem a pergunta do título. Respostas como: mãe, saúde e dança, foram ditas pelos convidados. No fim, deixou um mistério sobre qual seria o Cosmos do cantor, estimulando os fãs a aguardarem pelo álbum. A partir disso, iniciou-se uma série de publicações de dois pôsteres para cada faixa, dando alguns indícios de qual caminho cada uma seguiria. Junto com os photo teasers, também foram divulgados o Message Film como uma prévia das canções. Qual é o seu "Cosmos"? Em COSMOS, B.I atingiu as expectativas e mostrou novamente sua competência como artista. Desta vez, trouxe um Alternative Rock, com melodia mais tranquila e romântica como faixa-título. O lançamento é uma música que pode facilmente ser ouvida em qualquer momento do dia pela calmaria transmitida. O cantor teve êxito em refletir seus sentimentos através da title. COSMOS recebeu um Music Video sonhador e romântico, onde vemos B.I dividido entre o real e o fictício, enquanto busca pelo seu amor. Na realidade, ele observa as pessoas ao lado de suas paixões, fazendo-o ansiar pelo o encontro com a sua. Como um sonho, B.I transita do real para um universo romântico criado por ele, quando seu lado apaixonado o leva a imaginar um momento feliz ao lado do que tanto buscava. No fim, vemos B.I retornar para casa e escrever para seu Cosmos, deixando todos intrigados novamente para saber qual seria o amor eterno do rapper. Os IDs - nome do fandom do cantor - foram peça fundamental para a inspiração da title. Segundo B.I, eles o fizeram entender o significado do termo "para sempre”. Por isso, foram representados no MV pela atriz que atua como o amor do rapper. A mistura de mensagens da tracklist Em relação ao álbum, a faixa de abertura é bem distinta de COSMOS. No primeiro instante, o instrumental leva o ouvinte a crer que estará diante de uma música mais lenta, mas logo é capturado pelo rap intenso em Alive. Para aqueles que buscarem a fundo sobre a música, encontraram a genialidade do rapper ao trazer referência do filósofo Nietzsche, partindo do princípio de que não é possível derrubá-lo com facilidade, e que pode encontrar alegria nas adversidades. Para ilustrar isso, a canção fala sobre perdas e como às vezes é necessário perder tudo para se sentir verdadeiramente livre e vivo. Se você quer sentir uma nova liberdade sem pisar nela / Você precisa perder tudo que você tem Em NINETEEN, é passada uma atmosfera diferente, a segunda b-side tem uma sonoridade mais alegre, principalmente no refrão. Assim, como a title, NINETEEN tem potencial para ser uma música tranquila e ideal para ser ouvida a qualquer momento. Segundo o cantor, a música foi feita a partir da combinação de várias partes que havia escrito ao longo dos dias. Na letra, B.I retrata a situação em que muitos jovens já atravessaram, as responsabilidades precoces. Com 20 anos, já são vistos como adulto e, consequentemente, pressionados pela sociedade a tomar grandes decisões. A liberdade é simbolizada pela época em que se tem 19 anos. A faixa transmite a vontade de retornar aquela idade sem se preocupar com as pressões e poder viver livremente. Eu não quero ser responsável por nada / Eu não quero estar profundamente na frente do amor / Eu não quero ser um pobre adulto / Meu coração ainda tem dezenove Em NERD, B.I apresenta uma colaboração com o cantor e compositor Colde. A música em primeiro momento passa uma sensação de rapidez pelo instrumental e o rap de B.I. Mas logo é induzida a desacelerar pela voz tranquila e agradável de Colde seguida da de B.I no pré-refrão e refrão. A letra apresenta a triste situação de não ter coragem de confessar um amor e, a partir disso, viver em um dilema. Esta é uma luta solitária / Este amor não me dá uma chance / Tenho medo de deixar essa confissão empoeirada como está / A vida já é baseada na emoção Se na faixa anterior, B.I entregou sofrimento amoroso, em Lover, o rapper segue um caminho diferente. Apostando em um conceito mais sensual, a música encaixa com facilidade em sua voz, ao retratar uma provocativa história de amor, mas ao mesmo tempo perigosa e sem hesitações . O amor é indistinguível da loucura / Não somos nós que somos loucos B.I iniciou com força e soube finalizar da mesma forma. Quando você pensa que o álbum do pode melhorar, eis que chega em Flame. Logo nos primeiros segundos ela chama atenção por introduzir um instrumental diferenciado, e até com um toque nostálgico, que transita para o rap poderoso. Os versos ditos com tamanha intensidade dão uma forte presença a Flame no álbum. Eu cheguei ao fundo do poço, mas boa sorte / Tentando adivinhar o quão alto irei / Eu sou teimoso mirando no sol Apenas 6 músicas estão disponíveis nas plataformas digitais. Mas aqueles que adquirirem a versão física do disco terão a oportunidade de ouvir a sétima faixa, Buddy Buddy. Leia também: MAVERICK: THE BOYZ luta pela sobrevivência em Music Video e surpreende com b-sides promissoras No geral, B.I soube ser perspicaz na produção de cada canção, fazendo os primeiros segundos de cada uma mudarem para uma sonoridade diferente, e assim, surpreender o público. As músicas se encaixam perfeitamente, e B.I conseguiu acrescentar ainda mais qualidade em sua discografia. Segundo o artista, COSMOS não é um EP, mas a primeira parte de seu segundo álbum. A próxima ainda não tem uma data definida, mas ele deseja explorar várias novidades e trazer um trabalho tão bom quanto o atual.

  • Relembre BE, o álbum do BTS que emocionou os fãs durante o pico da pandemia de COVID-19

    Lançado como uma carta de esperanças para os armys, BE se destaca como uma das produções mais pessoais do grupo (Divulgação / Big Hit Ent.) Até novembro do ano passado, mais de 1,2 milhão de pessoas morreram na pandemia de COVID-19. Um dos períodos mais sombrios da história da humanidade afetou não só as atividades corriqueiras, mas também o mais alto escalão da indústria musical sul-coreana e global. Nesse contexto, o BTS lançou BE, um full album com 8 faixas produzido para levar esperança aos fãs do grupo em todo o mundo. BE completou um ano ontem, no dia 20 de novembro. No álbum, os integrantes do BTS — Jin, RM, Jungkook, J-Hope, Suga e V — compartilham seus com o público os sentimentos de ansiedade, solidão, medo e tristeza, que assolaram o grupo durante a pandemia. Mas há também uma mensagem positiva, de esperança e superação, sobretudo na faixa titular Life Goes On (traduzida literalmente para A Vida Segue Em Frente). As faixas do álbum são compostas majoritariamente por pop, aliadas a nuances de hip-hop, EDM, disco, synth-pop, funk e R&B. Apesar de refletirem um momento conturbado, o BTS entregou suavidade e alíviono decorrer de BE, que recebeu críticas positivas da mídia especializada. A revista Clash chamou o álbum de "mais simples" do que os lançamentos anteriores do grupo, "mas igualmente reconfortantes." Leia Mais: HAPPY JIMIN DAY! Cantor do BTS completa 26 anos plenos de talento e conquistas Além do bom desempenho entre as reviews, BE também obteve excelentes resultados comerciais — o que, a este ponto, é um fato redundante na carreira do BTS. O álbum debutou no topo da Billboard 200 estadunidense. Foi o quinto EP do grupo a alcançar o pico do chart, o que fez com que os meninos superassem os Beatles como o ato musical mais rápido a alcançar cinco primeiros-lugares do ranking. Lendas demais! Para além do significado otimista e da performance que encheu os ARMYs de orgulho, BE também é especial pela ampla participação dos membros no resultado final. Todos os sete figuram na composição das faixas, o Jimin assumiu a posição de gerente do projeto e o V foi o diretor visual da produção. Além deles, o Jungkook dirigiu os dois videoclipes de Life Goes On. O trabalho também é considerado intimista por mostrar um lado mais humano dos artistas, sem adornos. Na coletiva de lançamento, o J-Hope disse à imprensa que o álbum foi pautado em "histórias honestas" com as quais ele esperava que as pessoas pudessem se identificar. Além disso, os fãs conseguiram acompanhar "de perto" a produção do álbum: muitos dos processos foram compartilhados pelo grupo através das redes sociais. BE foi o último álbum lançado pelo Bangtan Boys que, em 2021, se concentrou na promoção de Butter. O single ganhou dois remixes e, em um deles, teve a participação ilustre da rapper estadunidense Megan Thee Stallion. Agora, o BTS se prepara para voltar à rotina de atividades no pós pandemia, e o primeiro passo é a retomada dos shows offline, já que a última turnê mundial do grupo teve de ser cancelada pelos surtos de COVID. A retomada está mais próxima do que nunca: os primeiros concertos presenciais do grupo serão em Los Angeles, nos dias 27 e 28 de novembro, e depois em 1º e 2 de dezembro. Serão os primeiros shows do BTS desde 2019! Por aqui no Café com Kimchi desejamos boa sorte ao meninos, e que eles voltem logo com um novo álbum tão primoroso quanto BE.

  • "Formula of Love: O+T=<3": Twice estuda sobre o amor e apresenta um dos melhores álbuns da carreira

    As nove integrantes aparecem como cientistas para encontrar a fórmula do amor em novo comeback (Divulgação/JYP) O lançamento de Formula of Love: O+T=<3 marca o retorno do TWICE, nesta sexta-feira (12). As membros, Nayeon, Jeongyeon, Momo, Sana, Jihyo, Mina, Dahyun, Chaeyoung e Tzuyu aparecem como cientistas para a faixa-título Scientist e se unem para encontrar a fórmula do amor. O terceiro Full Album do girlgroup mistura diversos gêneros, como: dance pop, latin pop e hip-hop, nas 16 faixas que o compõem. O TWICE teve um ano movimentado, o álbum é o quinto projeto do grupo em 2021. Sendo dois coreanos, Taste of Love e Formula of Love: O+T=<3; dois japoneses, Kura Kura e The Perfect World, além do Music Video para o single em inglês The Feels, que foi lançado para comemorar o aniversário do girlgroup, e está presente no novo álbum. Leia também: Aniversário do TWICE: relembre a trajetória do grupo feminino que completa seis anos Qual é a fórmula do amor? O TWICE responde Em Scientist, as integrantes incorporam cientistas que buscam a fórmula do amor. A narrativa do MV gira em torno das tentativas de alcançar a resposta. A title aborda o estudo do amor e descoberta que não existe uma resposta certa para ele. Na verdade, a pessoa deve seguir em frente. Siga seu coração / Faça o que seu coração manda, o que você está esperando? Esteticamente, o MV utiliza cores e cenários com toques fantasiosos. Além disso, o MV utiliza as expressões faciais das integrantes para dar uma leve inclinada para um conceito um pouco mais fofo, bem característico na trajetória do grupo. Porém, a title do Formula of Love não é tão inovadora, se for comparada ao comeback anterior, a bossa-nova em Acohol-Free, e também não acompanha a sonoridade do resto do álbum. Mas não significa que seja ruim, pelo contrário, mesmo não sendo uma canção tão diferenciada em meio as outras da discografia, ainda assim, é mais um bom elemento para compor a lista de canções. As b-sides são mais arriscadas na mistura de gêneros e agregam mais diversidade a discografia. No disco, fica evidente o constante crescimento musical do girlgroup, que retorna com uma sonoridade mais madura, principalmente, em canções como: Last Waltz, Espresso e Rewind. Outra inovação foram as introduções de músicas totalmente em inglês, sendo elas: The Feels, Icon, Moonlight e Candy. Além disso, a última faixa é um remix de Scientist e está disponível apenas no álbum digital. No geral, TWICE trouxe um álbum focado nas diferentes formas de amor, seja na busca por ele, um término cruel ou um amor puro. Na produção, quatro das membros participaram das letras. A líder Jihyo foi a letrista de Real You e Cactus, também participou da composição da última; Dahyun escreveu Cruel; Nayeon foi responsável por F.I.L.A. (Fall in Love Again) e, por fim, Chaeyoung participou da letra da versão coreana de The Feels, disponível apenas em CD. Vale lembrar que os Onces - fãs do grupo - puderam escutar uma das músicas do álbum com antecedência, com o lançamento de The Feels no começo de outubro. A canção é um disco pop, que acompanha uma letra romântica e cheia de sentimentos. No MV colorido, as membros se preparam para o baile de formatura e esbanjam a elegância. Sem contar a coreografia poderosa, digna do TWICE. Formula of Love ainda marcou a primeira vez em que as nove membros não estiveram juntas em uma música. As integrantes foram divididas em trios para a participação em três faixas diferentes. Jihyo, Sana e Dahyun formaram uma unit focada em vocal para Push & Pull, e conseguiram deixar em mais evidencia como suas vozes se completam. Em Hello, a vocalista Nayeon se juntou a Momo e Chaeyoung para um composição de Hip-Hop. O pop latino de 1,2,3 ganhou vida nas vozes de Jeongyeon, Mina e Tzuyu. Leiam também: Lançamentos de K-pop em novembro de 2021: Confira o calendário de todos os comebacks do mês Apesar do extenso, o álbum não é cansativo, já que o grupo conseguiu proporcionar sonoridades distintas e agradáveis, fazendo o ouvinte a querer mais. Cada música possui uma forte presença no álbum, que juntas tornam o Formula of Love um dos melhores lançamentos do TWICE.

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