top of page

Buscar neste site

1467 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Coreano na ponta da língua: Músicas de K-pop fáceis de cantar e aprender o idioma

    Vai cantar no embromation pelo resto da vida? Caso a resposta seja negativa, trouxemos dicas que vão desde Red Velvet até GOT7 (Reprodução/Google) A música pode ser uma forte aliada para quem deseja aprender algum idioma. No caso do K-pop, você pode absorver conhecimentos de coreano, querendo ou não. Mas, sabemos que nem todo mundo quer, de fato, se tornar fluente nesta língua — às vezes, seu único desejo é conseguir cantar! Afinal, um bom embromation pode acabar se tornando a letra correta de sua canção favorita. Leia também — Não é apenas mais uma de amor: Músicas de K-pop que fogem do romance com temas sociais Para te ajudar nessa tarefa, o Café Com Kimchi trouxe uma seleção de músicas relativamente fáceis de cantar sem nem precisar ser um expert em coreano. Assim como em canções de qualquer idioma, você tem que conhecer a melodia para conseguir encaixar com a letra. Nossa recomendação é: escute bastante, comece com embromation (aquela enrolação em que a gente finge que sabe cantar e reproduz sons), aprenda primeiro o refrão e depois vai seguindo com outros versos. Nossa lista conta com refrões simples, curtos e até mesmo repetitivos. Além disso, apostamos em músicas menos conhecidas pelo rap (convenhamos, seria um pouco difícil cantar rap até mesmo no nosso idioma). Sem mais delongas, dá uma olhada nas dicas abaixo! Teenager — GOT7 Do álbum “7 for 7”, Teenager é a música certa para conseguir cantar em coreano! Apesar de ser uma música animada, a agitação fica por conta somente da melodia, já que a letra não é tão rápida. GOT7 acertou nesta e, agora que estão retornando para um comeback em grupo, devem mandar muitos novos hinos cantáveis para nós! Replay — SHINee Nata do K-pop, Replay é obrigatória em todas as playlists e festas de amantes do gênero sul-coreano. O hino cantado pelo SHINee é maravilhoso para dançar, mas, também, tem uma letra fácil de cantar e palavras fáceis de pronunciar. Awake — Jin A era WINGS, de BTS, trouxe um álbum repleto de músicas icônicas e, entre elas, canções solos como Awake, do Jin. Diferente das listadas acima, esta tem uma melodia bem calma e a letra segue o mesmo ritmo. Sem pressa, você vai conseguir cantar, mas o desafio é ouvir sem chorar. Move — Taemin Sensual, Move faz uma legião de pessoas cantar no melhor embromation possível porque tudo o que queremos é gritar essa música a plenos pulmões. Mas, é melhor acertar a letra, né? Por sorte, Taemin fez tudo por nós e nos presenciou com esse hino fácil de cantar! Baby Don’t Like It — NCT 127 “Café, vocês não disseram que era para fugir do rap?” — sim, dissemos e, mesmo assim, trouxemos música de um grupo conhecido por rap speedflow (lê-se: rápido na velocidade da luz). Mas, entenda: Baby Don’t Like It não é bem assim e já começa com versos pausados. Se o início é tranquilo, imagina o refrão. Confia na gente e vai! Mais músicas de K-pop fáceis de cantar: Baby Baby — WINNER Let’s Not Fall In Love — BIGBANG Love Dive — IVE That’s Okay — D.O. Prove It — GOT7 Bad Boy — Red Velvet Peaches — KAI Baby — The Rose Tell Me What To Do — SHINee Lights Up — WJSN For Life — EXO Mirotic — TVXQ Palette — IU feat. G-Dragon Starry Night — MAMAMOO Love Scenario — IKON The Little Prince — Ryeowook Tem mais alguma música que vocês adicionariam na lista? Conta por aqui, no Twitter ou no Instagram do Café Com Kimchi!

  • IU além da música: Melhores doramas da cantora de K-pop para assistir no streaming

    Também conhecida por seu nome verdadeiro, Lee Jieun, a artista brilha na televisão e nos cinemas! (Reprodução/Google) IU é um dos maiores nomes da música e da televisão sul-coreana. A artista é conhecida por dominar os principais charts do país asiático em seus lançamentos musicais e, também, é muito respeitada por seu trabalho como atriz. Tal reconhecimento pode ser notado até mesmo pela sua presença no Festival de Cannes 2022, por seu protagonismo no filme Broker ao lado de grandes estrelas como Song Kangho, de Parasita, e Doona Bae (Sense8). Em comemoração ao aniversário desta grande personalidade da Coreia do Sul, que completa 29 anos em 16 de maio, o Café Com Kimchi fez uma listinha de doramas para prestigiá-la. Vale mencionar que todos os citados podem ser encontrados no streaming. My Mister (Netflix) Se for assistir a My Mister, já prepara o lencinho, porque o que cairá de lágrima não é brincadeira! O K-drama mostra a união de duas vidas complicadas e solitárias por razões diferentes: Donghun, um homem de 40 anos casado com uma mulher que o trai, e Jian, uma jovem de vinte e poucos que mal consegue sustentar sua vó doente sozinha e ainda está devendo um agiota violento. No mesmo trabalho, os dois se unem para ajudar um ao outro, mas antes disso, ambos se envolvem em uma esquema de chantagem envolvendo 50 milhões de wons. Bel Ami (Kocowa) Bel Ami é uma daquelas histórias em que o cara mais desejado entre as mulheres se interesse por uma pessoa que é desinteressante aos olhos da maioria. Na trama, IU vive a protagonista comum Bo Tong, que inicia um romance imprevisível com Ma Te, um homem de aparência acima da média e popular entre as mulheres. Hotel del Luna (Netflix) Hotel del Luna tem uma proposta ousada: se passa em um hotel e os clientes são fantasmas. Isso mesmo! Trabalhando neste local horripilante estão Manwol (personagem interpretada por IU) e Chansung (Yeo Jingoo — ator protagonista do dorama policial Além do Mal). Enquanto Manwol está literalmente presa no hotel, devido a um grande erro do passado, Chansung começa a trabalhar como gerente no local. Você é a Melhor, Lee Soon Shin (Viki) Protagonizado por IU e Jo Jungsuk (ator principal do dorama médico Hospital Playlist), o dorama acompanha Lee Soon Shin, uma jovem adotada por uma família carinhosa. Sem sorte na profissão, concluiu a faculdade e, por não conseguir um emprego na área de estudo, trabalha em um emprego temporário com baixa remuneração. Um dia, ela consegue entrar em uma vaga de meio período em um hotel e, se for competente, pode conseguir uma posição permanente. No entanto, suas chances diminuem quando, sem querer, comete um erro grave com o CEO do hotel, iniciando um relacionamento conflituoso entre eles.

  • TNX: Conheça o primeiro grupo de K-Pop da PNATION, empresa do PSY

    Com estreia em maio, o boygroup de seis integrantes lançou o mini álbum "Way Up" (PNATION/Reprodução) Com um comeback recém-lançado nas paradas musicais, o cantor Psy tem se aventurado em outro campo além do k-pop nos últimos anos: o posto de empresário. Com a PNATION, empresa fundada em 2019, o artista passou a administrar nomes conhecidos da música sul-coreana, como Hyuna, Jessi e Crush. Agora, Psy vai se aventurar no mundo dos boygroups com seu mais recente projeto: o grupo TNX, que teve debut em maio deste ano. O TNX (da sigla The New Six) tem recebido certa atenção nas redes sociais, e a curiosidade é um tanto quanto óbvia: este será o primeiro grupo debutado pela PNATION. Com isso, os seis garotos que compõem a formação — já conhecidos pelo público, diga-se de passagem — em breve estarão na indústria, com a promessa de ser o novo interesse musical do k-pop. Se você tem curiosidade para conhecer mais sobre o grupo, os integrantes e como será o debut do TNX, continue lendo o post do Café com Kimchi logo abaixo. O TNX foi apresentado pela primeira vez no LOUD, reality show da PNATION com a JYP Como dito anteriormente, os integrantes do TNX já têm uma fanbase pré-organizada, pelo fato do grupo ter surgido a partir de um reality show. E assim como o Stray Kids e o Twice, atos do k-pop que foram criados em programas da JYP Entertainment, o TNX teve sua formação realizada no LOUD: reality de parceria entre a PNATION e a JYP, que durou de junho a setembro de 2021 na emissora SBS. Dessa forma, não é incomum já encontrar na web algumas fanbases e contas de demais conteúdos do TNX. Vale mencionar também que o LOUD produziu, na verdade, dois boygroups — um administrado pela PNATION, e outro sob o comando da JYP que ainda não estreou. Ainda, o TNX deveria ter sete integrantes; mas o membro Tanaka Koki (o mais jovem entre os rapazes) ficou de fora do line up do debut para, segundo a empresa, continuar com o treinamento para ser idol. Em comunicado oficial, a PNATION declarou que Koki ainda é um artista sob o selo de Psy, e que a decisão de não debutar no TNX foi conjunta com a empresa e a família do garoto. Leia também: LE SSERAFIM debuta 'sem medo' com "Fearless", trazendo um diferencial para a geração O TNX é formado por seis k-idols, todos nascidos depois de 2002 Como é comum entre os grupos mais atuais do k-pop, o TNX tem integrantes que nasceram após os anos 2000; mais precisamente, 2002. Nisso, o grupo é formado pelos cantores Taehun, Kyungjun, Hyunsoo, Junhyeok, Hwi e Sungjun, e cada um já tem sua posição no grupo. Como curiosidade, Taehun já foi trainee da The Black Label, que é uma gravadora e empresa filiada a YG, fundada pelo famoso produtor Teddy. Nesse caso, a formação do TNX é: Taehun, nascido em 19 de novembro de 2002, é líder Kyungjun, nascido em 30 de agosto de 2002, é rapper Hyunsoo, nascido em 16 de setembro de 2003, é dancer Junhyeok, nascido em 20 de setembro de 2004, é vocal Hwi, nascido em 11 de novembro de 2004, é rapper Sungjun, nascido em 30 de agosto de 2005, é vocal O grupo TNX, a esquerda para a direita: Taehun, Kyungjun, Hyunsoo, Junhyeok, Hwi e Sungjun (PNATION/Divulgação) No canal oficial do grupo no YouTube, é possível encontrar teasers, prévias do TNX e o reality show online deles, chamado The New Six. Os vídeos dos rookies foi hospedado na mesma conta do LOUD PNATION, que atualizava conteúdos dos integrantes quando ainda estavam em fase de treinamento. Confira também: Conheça feats e parcerias de K-Idols com artistas ocidentais em participações especiais O TNX vai hitar, por ser um grupo administrado pelo Psy? Não há como negar que existe expectativas acerca do TNX: o grupo foi formado após um reality de empresas conhecidas, com CEOs influentes na indústria, e será o primeiro grupo sob o selo da PNATION que até então só administrava solistas (estes também famosos). Apesar disso, se for levado em consideração o fato de Psy ser um produtor, e que o artista é mundialmente conhecido pelo seu trabalho, é possível que o TNX esteja em boas mãos. Além disso, nos créditos do primeiro trabalho do grupo, produtores como o cantor PENOMECO (que já colaborou com EXO, NCT, ITZY) e Damian Kang (Jessi, ASTRO, NCT U) estão presentes. Fora isso, alguns dos membros do TNX são creditados na composição e produção do disco de estreia. O debut do TNX aconteceu no dia 17 de maio com o primeiro mini álbum, Way Up, e você pode conferir a review clicando aqui.

  • 'DEEP': HYO entrega seu primeiro mini álbum sob vestimenta aracnídea e eletrônica

    Comeback da integrante do Girls' Generation ocorreu nesta segunda-feira; confira nossa crítica (Reprodução / SM Entertainment) Após muita antecipação, alcunhas de DJ e diversos singles e challenges no TikTok, a Hyoyeon do Girls' Generation, sob seu stage name de solista HYO, trouxe seu tão aguardado primeiro EP. O anúncio veio sob confusão, visto que foi postado sem hashtags e muitos acreditaram ser um comeback do grupo — que, por sinal, foi confirmado pela SM Entertainment também na segunda-feira —, mas o mini álbum chegou para o público. As expectativas de uma tracklist inédita foram curtas. DEEP contém a faixa-título homônima e uma b-side, Stupid, mas as outras cinco canções são lançamentos anteriores como Dessert, com Soyeon do (G)I-DLE, e Sober. Infelizmente, essa característica de relançamento quebra a novidade e desaponta o ouvinte. Deep precisava ser excelente para sustentar as cinco faixas já conhecidas pelo ouvinte. Confira o que achamos após a publicidade! A sonoridade eletrônica já é esperada da solista. Em Deep, entretanto, ela adentra o território do hyperpop e constrói três minutos incansáveis de diversas batidas e poucas alterações. É uma estrutura simples, fácil de digerir e que você com certeza já viu antes, seja nos próprios trabalhos antigos da solista ou em outros artistas. Entretanto, isso não a faz ser boa; na verdade, acaba até sendo um pouco decepcionante. Justamente por ser um estilo exatamente igual a tudo que já vimos antes vindo da Hyoyeon, Deep deixa um gosto um pouco amargo na boca. O refrão de duas palavras não ajuda muito e há muita repetição de letras e melodia, uma tentativa falha de ser chiclete. E logo no quesito mais esperado da Hyoyeon, a coreografia, já que ela é a main dancer do Girls' Generation e carrega a reputação de ser uma das dançarinas mais icônicas da segunda geração, também é abaixo do esperado. (Reprodução / SM Entertainment) Leia também: Hora do desabafo: conheça 8 músicas tristes no k-pop para ouvir e chorar Como ponto positivo, temos o belíssimo MV que usa e abusa das imagens de aranhas, trazendo movimentos que imitam o animal na coreografia e colocando a artista em frente a um letreiro escrito “arachne”. Esse foco em criar uma forma de personagem irrompeu teorias na internet, principalmente a questão: seria Hyoyeon a próxima vilã de Kwangya? Visto que a SM Entertainment busca integrar os universos de seus artistas, não seria de todo um choque. A letra não traz nenhuma das palavras do multiverso, mas os visuais deixam bastante subtexto. Stupid, a segunda faixa da lista e segunda inédita, também não inova muito. É uma canção mais básica, menos forte que Deep, mas que tenta buscar uma personalidade própria. Não é muito memorável e as outras faixas, mesmo que antigas, agregam mais ao produto final que ela. Deep, como álbum, poderia ser bem melhor. No final do dia, ele serve mais como uma introdução para uma possibilidade — teríamos em mão a próxima black mamba? — do que para lançamentos para se aguardar. Uma artista com tanto potencial quanto HYO poderia estar entregando singles e produções melhor trabalhadas… e novas.

  • Hora do desabafo: conheça 8 músicas tristes no k-pop para ouvir e chorar

    Nem só de músicas felizes vive o kpopper, confira canções melancólicas, desde o instrumental até a letra (Reprodução SM Ent. / YG Ent. / CUBE) Todo mundo adora um bom R&B, ou uma música divertida e agitada. Não são todas as pessoas que curtem uma balada romântica, uma canção que acalma a alma, mas muitas também correm de músicas tristes que tocam o coração e provocam aquela dorzinha no peito, seja por desamores, arrependimentos ou por inseguranças. Se você é um kpopper (ou não-kpopper), e gosta de viver e processar sua tristeza até que ela desapareça, aqui está uma lista perfeita para ter como trilha sonora. Você é essa pessoa? Então vem com a gente! Não é fã desse estilo, mas está curiosa ou aberta para explorar um pouco mais? Está convidada também. Leia também: Não é apenas mais uma de amor: músicas de k-pop que fogem do romance com temas sociais Hope Not - BLACKPINK Vamos começar essa lista com uma música arrasadora. BLACKPINK é conhecido por seu conceito girl crush, canções fortes e com instrumentais marcantes. Mas ao passear pelas b-sides do girlgroup, é possível encontrar boas surpresas como Hope Not, que é tão boa quanto qualquer outra title do grupo, porém se difere no estilo que costumam apresentar. Vocais bem sensíveis e letra dolorosa compõem essa faixa do álbum Kill This Love que marca o término de uma relação que não acabou bem, assim elas cantam “Você precisa conhecer alguém melhor que eu e ser feliz, Mas quero que não a ponto de me esquecer”. Universe - EXO Faixa título do último álbum de inverno lançado pelo EXO, Universe é uma canção perfeita para cantar o mais alto que puder e colocar toda a dor para fora. A música é sobre uma relação que chegou ao fim, mas quem canta ainda tem um ponto de esperança para uma reconciliação. Além da letra e instrumental marcante, o MV possui um conceito de cafeteria, estética impecável, com paleta de cores suaves, demonstrando melancolia e serenidade ao mesmo tempo. “Eu buscarei através do universo, Até que te encontre novamente, Eu não apagarei nem as menores memórias”. Leia também: 10 anos de EXO! Relembre alguns momentos emocionantes da carreira do grupo The Truth Untold - BTS Uma das músicas mais tristes do BTS, e bem propensa a te fazer chorar, esta é a b-side do Love Yourself: Tear. Não é necessário entender a letra para captar a essência melancólica de The Truth Untold. A faixa é sobre duvidar da própria personalidade e se sentir insuficiente para a pessoa que gosta. O grupo entrega tanta sensibilidade através desta, que é perceptível através dos vocais de cada integrante. Da forma mais dolorosa, eles cantam "Você sabe que eu não consigo, Me mostrar para você, Me entregar a você, Eu não posso te mostrar esse meu lado miserável". How can I love the heartbreak, You're the one I love - AKMU Piano imponente e vocais harmônicos são as principais características dessa balada do AKMU. O duo formado por irmãos sempre entrega o melhor em qualquer gênero que se proponha. Dessa vez, o desamor é a temática da música, que conta a história de um relacionamento que está apenas a alguns passos do fim, e por mais doloroso que seja, não tem volta. A canção ressalta que apenas amor não é suficiente. "Percebi naquele momento, Que não posso ir além, A cada passo mais perto do término, Parecia que nossas mãos dadas desapareciam". Empty - Winner Você já se sentiu vazio ao ser deixado por alguém? É esse o tópico tratado em Empty, aquela decepção amorosa que vai levar muito tempo para curar. O instrumental acústico da música não reflete tanto o sentimento que a letra passa, é como se fosse uma tristeza mascarada pela melodia R&B, ao invés de um ritmo lento proporcionado por uma balada romântica. "Acabou meu amor, Onde você está? Agora nós só somos memória, Nós éramos felizes, Não me esqueça, Vamos nos encontrar de novo". Leia também: Mino vira cowboy cibernético no clipe de TANG!♡, faixa título do novo álbum Missing You - BTOB Missing You do BTOB - que completa 10 anos em 2022, é a faixa título do álbum Brother Act, e não é nada mais e nada menos que um popzinho acústico sereno onde voz e violão se ressaltam mais. A letra é sobre sentir falta de alguém que foi embora mesmo depois de ter passado muito tempo, é sobre ver os dias e anos se passando e se dar conta de que aquela saudade ainda se faz presente. "Meu coração não mudou, Mesmo depois de alguns anos ainda sinto sua falta". Beautiful Goodbye - Chen Chen do EXO é ótimo em servir baladas, então ele não poderia estar fora dessa lista. Beautiful Goodbye é a title do seu primeiro álbum solo, o April And a Flower. O piano em conjunto com seu vocal muito forte e evidente combinam com a letra melancólica da faixa. O cantor coloca os trechos com bastante emoção, então é possível sentir toda emoção que ele pretende passar, e a música evidencia um término amigável, onde há uma conversa e uma despedida. "Quando abril se acabar, Vamos andar por aí, Como se nada estivesse errado, Para que nosso último adeus seja lindo, Apenas sorria um pouco até lá". Hero's Soup - Stray Kids Com uma letra bastante subjetiva, Hero's Soup dá a ideia de um filho que canta inocentemente sobre um pai que lida com o alcoolismo. De forma bem sucinta, o grupo faz um paralelo sobre essa doença com a sopa de ressaca que é bem comum de ser consumida na Coreia do Sul no dia seguinte a uma noite de bebedeira. Na música, eles cantam sobre o pai tomar a sopa frequentemente, todos os dias, mesmo que seja picante ele não deixa de consumi-la, e o filho não entende o por quê. "A sopa de ressaca que meu pai toma toda manhã, Não gosto dela, é muito apimentada, Não sei por que ele gosta". Para você, qual dessas é a mais triste? Leia também: Choro livre: 6 doramas para desidratar de chorar na Netflix

  • La Casa de Papel Coreia: Qual é o significado da nova máscara do remake coreano da Netflix?

    Money Heist Korea chega à plataforma em 24 de junho e os ladrões mais ousados do mundo estão com um novo disfarce (Divulgação/ Netflix) Fãs de doramas de ação e super produções terão um bom motivo para se alegrarem no próximo mês. La Casa De Papel: Coreia, remake coreano da série espanhola La Casa De Papel, estreia na Netflix no dia 24 de junho, reunindo grande elenco e fotografia de arrasar. Mas enquanto a nova equipe de ladrões liderada pelo Professor não chega às telinhas, são as máscaras da versão coreana que têm roubado a cena. Na série original, os assaltantes da Casa da Moeda da Espanha usam máscaras com a face do Salvador Dalí. O ator Park Haesoo (Squid Game) até recebeu uma máscara do pintor espanhol do colega de profissão Pedro Alonso, que deu vida ao personagem Berlim que Haesoo assume agora. Mas, na versão coreana, as máscaras são outras e elas resguardam um significado especial. Veja qual após a publicidade. Qual o significado da nova máscara de La Casa De Papel: Coreia (Money Heist Korea)? As máscaras que os ladrões do remake coreano usam são máscaras de Talchum, uma dança tradicional da Coreia. É uma performance artística milenar que surgiu em pequenos vilarejos e que envolve movimentos rítmicos e contação de histórias. O nome é a união literal das palavras Tal (탈) e Chum (춤) que significam respectivamente Máscara e Dança. Os primeiros registros da dança teatral são de 57 AC, e as máscaras podem ser feitas de madeira, papel ou bambu. As máscaras que aparecem em La Casa de Papel: Coreia não representam uma pessoa em particular, como no caso da série original, mas toda uma classe: a classe aristocrata ou Yangban. As pessoas pertencentes a esta classe, mais abastadas e em boa posição social, eram geralmente alvo de piadas e ridicularização nas danças Talchum; afinal, as danças eram executadas por cidadãos de classes inferiores. Embora as máscaras utilizadas pelos ladrões coreanos sejam as do modelo Yangban, outras máscaras de Talchum figuram em um dos teasers divulgados pela Netflix. Na prévia, o ator Yoo Ji Tae que interpreta o Professor aparece escolhendo o disfarce que seu grupo de assaltantes irá usar. Confira abaixo. Por que mudaram a máscara em La Casa De Papel: Coreia? A escolha da nova máscara aproxima a produção da cultura e das tradições coreanas, o que confere à série mais autenticidade, ainda que seja um remake. Além disso, o simbolismo e a questão histórica envolvida na nova máscara aponta para um roteiro com maior profundidade em temas sociais, uma marca nos doramas da Netflix como o premiado Round 6 e o impactante Profecia do Inferno (Hellbound). O último trailer divulgado pela Netflix consagra a ideia que o plot da série vai além de um mero roubo. Há uma expectativa em torno das ações dos assaltantes, o que é reforçado com a citação "O ladrão que rouba pouco dinheiro é morto ou acaba na cadeia; mas o que rouba em grande escala pode mudar o mundo e até mesmo virar herói." O conflito de classes pode ser um tema presente na produção. O que já sabemos sobre La Casa De Papel: Coreia? O remake tem a direção de Kim Hong-Sun, o mesmo do k-drama de suspense Black e do dorama policial Voice. No elenco, se juntam ao Park Haesoo (como Berlim) e Yoo Ji Tae (Professor) os atores Lee Wong Jong (Moscou), Kim Ji Hun (Denver), Jang Yoon Jun (Nairóbi), Lee Hyun Woo (Rio), Kim Ji Hoon (Helsinki), Lee Kyu Ho (Oslo), Kim Yunji (Woojin) e Jun Jong Seo (Rio). La Casa De Papel Coreia é uma produção original da Netflix e chega à plataforma em 24 de junho. E caso você sinta falta de um toque da série espanhola na versão coreana, não se preocupe: os icônicos macacões vermelhos foram mantidos.

  • Faixas homônimas no K-pop: Mais de 10 músicas com o mesmo nome entre artistas da SM Entertainment

    Monster, Paradise, Angel e outras dão nome a várias faixas de artistas da empresa; veja a lista completa no fim do texto (Divulgação / SM Ent) Existem muitas músicas de K-pop com o mesmo nome e isso não é de se admirar. A indústria musical coreana é enorme, a lista de produtores de K-pop e artistas que assinam suas composições é vasta e é natural que coincidências assim aconteçam. Mas e quando as músicas homônimas estão sob um mesmo selo? É, isso acontece também. E se há um lugar onde isso ocorre com frequência ímpar é a SM Entertainment. A SM é talvez a maior responsável por faixas homônimas no K-pop, e até fãs recentes de grupos como EXO, aespa e NCT conseguem notar. Há quem goste da tendência, reconhecendo um esforço nos bastidores de fortalecer a imagem de um artista da 'Big Three'; mas há ainda quem desaprove, argumentando falta de criatividade e identidade nas composições. Seja qual for o seu caso, o Café Com Kimchi preparou uma lista com alguns nomes de músicas que se repetem na SM Entertainment. Confira após a publicidade. Monster Certamente um dos títulos que mais se repetem na sala de gravação da SM Ent., Monster dá nome a uma faixa do Super Junior (2009) — do mesmo ano e álbum do hit Sorry Sorry —, a uma title do EXO (2016) e a uma música do Super M (2020). Também em 2020, Monster foi a faixa titular do primeiro mini álbum da unit Irene & Seulgi do Red Velvet. Bem diferente do último lançamento do grupo, o MV entregou cenas sombrias e impactantes. Talk to Me Um caso não tão recorrente mas que precisa figurar nesta lista é Talk To Me, que dá nome a duas músicas de girlgroups igualmente muito boas. Em 2010, este foi o título de uma b-side do Girls' Generation para o álbum Run Devil Run. Em 2017, a quarta faixa do álbum Rookie do Red Velvet ganhou o mesmo nome. Qual das b-sides é a sua favorita? Beautiful Com ao menos 5 repetições, Beautiful entra na lista como a OST do drama "levinho" EXO Next Door cantada pelo Baekhyun, uma OST do programa Heart 4 U cantada pelo Chen, uma faixa do EXO (2015) e uma b-side do Kyuhyun no seu último álbum solo (2017). Mais recentemente, Beautiful foi o nome de uma faixa no mega projeto NCT 2021, com direito a um super MV. Paradise Este título dá nome a uma faixa das veteranas S.E.S, relançada em 2017. Também aparece no álbum Lion Heart do Girls' Generation (2015) e no primeiro mini álbum do NCT, o NCT #127 (2016). No ano passado, Paradise figurou como uma b-side no álbum especial Don't Fight The Feeling do EXO. E há quem ache ela a melhor música do álbum, viu? Forever Forever é o nome de uma canção lenta e suave do Girls' Generation (2010, Run Devil Run) e de música mais agitada e com nuances de trap e hip-hop do EXO (2017, The War). Num continuum entre as duas faixas, mais perto do "GG" está o single homônimo do aespa que antecede o lançamento do álbum Savage e tem um MV lindíssimo. Veja a lista com mais de 10 músicas homônimas de artistas da SM após a publicidade. Forever (Girls' Generation, aespa, EXO) Paradise (EXO, S.E.S, NCT, Girls' Generation) Monster (Super Junior, EXO, Super M, Irene&Seulgi) Talk to Me (Red Velvet, Girls' Generation) Beautiful (Chen, Baekhyun, EXO, Kyuhyun, NCT) We Young (EXO-SC, NCT Dream) First Love (EXO, NCT 127, Donghae) Promise ou Promise You (EXO, Yoona, Kyuhyun, Super Junior, Girls' Generation, NCT) Devil (Super Junior, Max Changmin) With You (EXO, Super M) Angel (EXO, Taeyeon, NCT 127) Love Again (NCT Dream, Baekhyun) Candy (Super Junior, Baekhyun) Hello (Chen, Donghae&Eunhyuk, Ryeowook)

  • Tiro, porrada e bomba: 5 doramas de ação para assistir e se exaltar

    Conheça produções coreanas desse gênero disponíveis no Viki e Netflix (Divulgação / tvN / KBS / Netflix) Doramas para chorar, para se apaixonar, triângulos amorosos, alguns para voltar no tempo e até mesmo produções recriadas; é assim o mundinho da dramaland, com histórias para todos os gostos. Nossos leitores sabem que o Café nunca falha em entregar uma lista com produções bem selecionadas, para que os fãs de cada gênero tenham as melhores escolhas para assistir. A coletânea da vez são doramas para quem gosta de adrenalina, muita emoção, lutas e pancadaria, chegou o momento daqueles que amam produções de ação! Veja tudo abaixo. Leia também: De romance ao terror: Conheça os melhores doramas do Kocowa no catálogo do streaming O Curandeiro (2014) Há muitos anos, um grupo de amigos operava uma radiodifusão ilegal que acabou prejudicando a vida de várias pessoas. Apesar de não terem nenhuma conexão, unidos por esse evento, o âncora de jornal Kim Moon Ho (Yoo Ji Tae), a repórter de tabloide Chae Young Shin (Park Minyoung de Clima do Amor) e o mensageiro Seo Jung Hoo (Ji Chang Wook de O Som da Magia) buscam ajudar os afetados pelas consequências. No decorrer da trajetória, eles descobrem informações decisivas para o futuro. Signal (2016) Protagonizado por Kim Hye Soo de Juvenile Justice, esse dorama conta a história de Cha Soo Hyun, uma experiente detetive trabalha com Park Hae Young, (o Lee Je Hoon de A Caminha do Céu) para desvendar um caso, quando eles acabam se conectando com o passado através de um walkie talkie. O detetive Lee Jae Han (Jo Jin Woong) está há décadas no passado, procurando soluções para o mesmo caso. Signal é uma produção baseada em fatos reais. Black (2017) Ao procurar um colega fugitivo, o ceifador #444 assume a identidade do detetive Han Moogang (Song Seung Heon) e descobre algo chocante sobre uma série de assassinatos que ocorreu 20 anos atrás. Ele quebra as regras do mundo sobrenatural ao investigar o caso e acaba prejudicando seu trabalho como ceifador, que é de guiar a alma das pessoas após a morte, e além disso, ele acaba se apaixonando por uma mortal. Vagabond (2019) Impossível falar de doramas de ação sem mencionar Vagabond. O k-drama conta a história de Cha Dal Gun (Lee Seung Gi), que lida com uma perda causada por um trágico acidente de avião que tirou a vida de mais de 200 pessoas. Apesar de ser apenas um dublê, ele resolve investigar a causa por conta própria, já que suspeita que o acidente não foi causado por falhas técnicas. Hae Ri (Bae Suzy) é uma agente do Serviço Nacional de Inteligência em ascensão que entra em cena como sua parceira de investigação. Taxi Driver (2021) Após ter a mãe assassinada por um serial killer, o ex-oficial das Forças Armadas Do Ki (Lee Je Hoon) é convidado por um conhecido para trabalhar na Rainbow Taxi, que na verdade não é uma empresa comum, mas uma organização secreta que se vinga por vítimas que não são protegidas pela lei. A partir disso, Do Ki passa a buscar justiça em seu novo trabalho enquanto a promotora Ha Na (Esom), suspeita da empresa e começa a investigar. Leia também: Amor no ar: Melhores doramas de romance para assistir na Netflix Conta pra gente, qual desses é seu preferido?

  • Flashback: iKON faz seu retorno com title retrô

    Novo mini álbum do boygroup entrega faixas boas, mas não é o melhor projeto do grupo (Divulgação / YG Ent.) No dia 3 de maio, iKON lançou seu 4º mini álbum, intitulado Flashback. O grupo sempre mostrou ser autêntico e memorável, e teve sua identidade bem ressaltada através de cada projeto. Dessa vez não deixaram de entregar faixas bem elaboradas, mas na busca por inovação em seu conceito, podem ter errado em escolher um gênero saturado para a title. O k-pop costuma adotar muitas tendências que se consolidam ao ser aderidas por diversos grupos, que aproveitam para se enquadrar no que o momento pede. O estilo retrô foi bem forte no pop coreano nos últimos anos, Dynamite de BTS, LA DI DA do Everglow e Can’t Stop Me do TWICE foram algumas das músicas marcantes dessa era. Seguir ou não trends não é uma regra, mas será que iKON fez uma boa escolha ao escolher um gênero possivelmente saturado para arriscar? Leia também: K-Pop em maio de 2022: Confira o calendário com os lançamentos do mês BUT YOU é a primeira faixa do álbum, a title do projeto é uma música retrô que é bastante marcante. O grupo escolheu uma canção de gênero muito explorado entre as grandes empresas de k-pop, porém isso não a faz ruim. Muito memorável, uma boa representante para o Flashback em si, mas não convence o suficiente quanto às outras faixas títulos que o grupo já entregou. A segunda é DRAGON, uma música que é a cara dos projetos da YG Entertainment, bem eletrizante e cheia de energia que ressalta bem os traços comuns que os artistas da empresa tem. Enquanto FOR REAL? tem como sua melhor característica os vocais do grupo, leveza e sua essência serena, quebrando um pouco a agitação proporcionada pela canção anterior. Para os fãs de R&B, o grupo entregou GOLD, que também pode ser caracterizada como uma das faixas mais carismáticas e divertidas do álbum. Enquanto isso, a sucessora NAME também traz uma quebra de estilos, é carregada de emoção, bons vocais, uma grande candidata para ser a queridinha de Flashback. Em busca de inovação O que torna Flashback inferior aos outros projetos do iKON não é apenas a decisão de explorar o retrô. Mas a ideia de que o álbum por inteiro não trás o que há de melhor no grupo que tem a identidade marcada não somente por grandes músicas como Love Scenario ou Killing Me, mas também por b-sides tão memoráveis quanto. Embora seja um projeto mais fraco, é compreensível que o boygroup esteja se aventurando no meio musical e explorando sua autonomia. Os membros estão envolvidos na composição e produção de cada música de Flashback, comprovando sua liberdade criativa e desejo de experimentar o que sentem vontade. Mesmo entregando um álbum pouco envolvente, é mais do que aparente que o grupo tem todo potencial para se aventurar em novos conceitos. Leia também: LE SSERAFIM debuta 'sem medo', trazendo um diferencial para a geração

  • Mais que amigos, friends: Conheça as amizades mais poderosas do K-pop

    Alguns k-idols são mais próximos do que se imagina e demonstram sua amizade ao público, deixando os fãs contentes com as interações (Reprodução/Twitter) Há vários artistas que se conhecem através de programas musicais, eventos ou programas televisivos e em alguns casos acabam desenvolvendo uma amizade pela frequência em que se encontram, podendo até resultar em uma amizade mais profunda que vai além dos palcos e das câmeras. Muitos idols de k-pop tem uma amizade forte e compartilhada publicamente, alguns se conhecem desde antes de debutar e outros se conheceram na indústria da música, cultivando um relacionamento desde então. Para deixar o coração quentinho o Café com Kimchi trouxe uma lista com as amizades mais lindas do k-pop. Somi e Daehwi A solista Jeon Somi possui uma amizade linda com Daehwi do AB6IX, eles se conheceram na época do ensino médio, quando foram trainees juntos na JYP Entertainment antes de Daehwi se mudar para a Brand New Music. O cantor já revelou que Somi lhe deu apoio em seus momentos difíceis da rotina de um idol assim que ele havia debutado. Sempre que se encontram em programas e eventos não deixam de se cumprimentar e tem interações muito fofas, algo que os fãs gostam bastante e costumam comentar nas redes sociais. A dupla já trabalhou junta em um comercial e Somi comentou em uma entrevista dada a Idol Radio, programa da MBC, que como filmou o comercial com um amigo foi como se estivessem apenas brincando e se divertindo juntos ao invés de trabalhando. Reciprocidade é tudo! Lisa e Bambam Esses dois não têm apenas a nacionalidade em comum! Lisa do Blackpink e Bambam do GOT7, ambos tailandeses, são amigos de infância e se conhecem há mais de 10 anos. Se encontraram em um grupo de dança chamado We Za Cool, onde chegaram a performar juntos Rainism do Rain em 2009. Com uma amizade de tanto tempo até mesmo as famílias dos dois idols se conhecem bem, tendo fotos do Bambam com a mãe da Lisa. Além disso, eles afirmaram ter um grupo de conversa chamado Thai living in Korea (Tailandeses morando na Coreia) que inclui também a Sorn do CLC e o Ten do NCT. Assim como Somi e Daehwi, a dupla também gravou um comercial, mostrando a química dos dois até no trabalho. Padding Squad Esse grupo já são amigos há um bom tempo, a junção inesperada do Taemin (Shinee), KAI (EXO), Jimin (BTS), Timoteo (ex-HotShot) e SungWoon (ex-Wanna One) agradou muitos fãs. Eles já saíram várias vezes juntos publicamente e os fãs os intitularam de ‘padding friends’ nas redes sociais. Sempre que se encontram em eventos e apresentações não perdem a oportunidade de se cumprimentarem e além disso Taemin deu a eles casos combinando como símbolo da amizade do grupo. Recentemente alguns membros do squad apareceram no programa Kai’s Bucket List, além do lançamento de With You do Jimin e do Sungwoon, OST de Our Blues que atingiu recordes sendo a primeira música da história a alcançar o 1° em 114 países. Além de fofos ainda são super talentosos, quem não queria um squad desse?! 97 Line Nada como um grupinho de amigos! Esse squad mais famoso do k-pop é composto pelo Yugyeom e Bambam do GOT7, Jungkook do BTS, Mingyu, The 8 e DK do Seventeen. Um tempo depois Eunwoo do ASTRO e Jaehyun do NCT também foram vistos com alguns dos integrantes do squad, dando a entender que o grupo cresceu. Como todos nasceram em 1997 o grupo é conhecido com a 97 line e eles costumam publicar fotos juntos nas redes sociais quando se encontram e pode se notar que eles se divertem bastante. Leia também: Genius Lab: confira trends que o Baekhyun do EXO popularizou no Kpop Rose e Hyeri Hyeri, ex integrante do Girl's Day e Rosé do Blakcpink são boas amigas! Elas se conheceram através do programa da TVn chamado Amazing Saturday e desenvolveram um relacionamento desde então. Elas não tem problema em demonstrar o carinho que tem uma pela outra, falam sobre sua amizade abertamente e ambas apoiam seus projetos individuais. Durante a aparição das duas no programa de variedade Knowing Bros Rosé estava promovendo seu álbum e levou Hyeri junto, a amiga confessou que foi para incentivar e animar a Rosé. Elas falaram sobre como se aproximaram e que gostam de conversar, comer e fazer compras juntas e durante a conversa Rose se emocionou e revelou que a amiga a ajudou a aliviar seu estresse nos momentos mais difíceis. Fofas ao extremo! P.O e Mino Esses dois rappers super talentosos se conhecem desde a época do ensino médio, P.O do Block B e Mino do Winner, tinham em comum a vontade de se tornarem artistas. Eles quase debutaram no mesmo grupo, pois chegaram a ser trainees juntos para debutar no Block B, mas Mino resolveu deixar a empresa antes do debut e apesar de não terem ficado no mesmo grupo desenvolveram uma amizade. Assim como a Lisa e Bambam, os dois se conhecem há mais de 10 anos, dividem o gosto por fotografia e até mesmo lançaram um dueto chamado Promise em 2019. Ambos já revelaram em entrevistas o quanto apoiam um ao outro em momentos difíceis e a importância da amizade que cultivaram. Sunmi e Chungha Essa dupla de solistas super talentosas são amigas! Sunmi (ex Wonder Girls) e Chungha (ex I.O.I) se conheceram em um episódio do programa Weekly Idol e desde então desenvolveram uma amizade. Além disso, elas já apresentaram juntos alguns programas de variedade como Running Girls e Amazing Saturday. Em uma entrevista dada em conjunto a revista Marie Claire, com direito a um sessão de fotos incrível, elas revelaram que a energia delas é um dos motivos pelos quais elas gostam de estar juntas. Chungha ainda comentou que elas se falam com frequência, mas que por conta das agendas lotadas não conseguem se ver com facilidade. E ai, sabia dessas amizades? Qual seria o seu squad de k-pop idols? Conta para o Café nas redes sociais! Leia também: Choro livre: 6 doramas para desidratar de chorar na Netflix

  • La Casa de Papel: tudo o que já sabemos sobre o remake coreano da série

    A produção espanhola de sucesso ganhará uma nova versão com um cast promissor (Divulgação / Netflix) Em dezembro de 2020 foi anunciada uma versão coreana da série espanhola original da Netflix, La Casa de Papel, e logo o projeto começou a ser executado. O remake, estreará no dia 24 de junho, e é uma das produções aguardadas pela dramaland para o ano de 2022. Ainda não se sabe exatamente o que podemos esperar, mas além da data de lançamento, foi confirmado que a série terá 12 episódios que serão divididos em duas partes. Diversas informações foram reveladas ao longo dos últimos meses, e o Café agrupou tudo para deixar nossos leitores a par desse grande lançamento. Confira. Leia também: Remakes: conheça 4 doramas que inspiraram ou foram inspirados em outras obras Nada sobre a premissa foi dito em detalhes, porém a essência da série não deve fugir da história original, já que mantém os nomes dos personagens, mas dessa vez, a trama será adaptada para um cenário e contexto coreano. Embora busque preservar a essência, foi revelado por uma das atrizes do elenco que os espectadores da versão espanhola, perceberão diferença na personalidade dos personagens coreanos. "São os mesmos nomes, porém personalidades diferentes na adaptação dos personagens. Os ladrões que roubam o banco são os personagens principais, mas há uma humanidade inevitável na série", afirmou a atriz Jun Jongseo para a revista Dazed Korea. Ainda com Round 6 em alta, em novembro a Netflix revelou o primeiro vídeo promocional de La Casa de Papel apresentando Park Haesoo (que interpretou Cho Sangwoo), como o Berlin coreano para o mundo. O ator deixou claro que para a versão coreana, teremos uma máscara diferente daquela do Salvador Dalí que marcou a série. Em sequência, no dia 17 de janeiro, o primeiro trailer revelou a aparição do professor, e mostra máscaras diferentes, gerando um mistério de qual será a escolhida para a versão, e ainda exibe o nome da série e o elenco principal, La Casa de Papel coreana recebeu o nome Money Heist Korea: Joint Economic Area, que pode ser traduzido literalmente para “Roubo de Dinheiro: Área Econômica Conjunta”. Além de Haesoo, como elenco principal, a série terá Yoo Jitae como Professor, Jun Jongseo como Tokyo, Lee Wonjong interpreta Moscow, Denver será interpretado por Kim Jihoon, Nairobi por Jang Yoonju, Rio por Lee Hyunwoo e os irmãos Helsinki e Oslo serão interpretados respectivamente por Kim Jihoon e Lee Kyuho. O elenco foi dirigido por Kim Hongsun, que dirigiu os doramas The Guest e Voice, e com ele, Álex Pina, o criador da série original, foi o produtor executivo do projeto. “Os criadores coreanos vêm desenvolvendo sua própria língua e cultura audiovisual há anos. Eles conseguiram, como a nossa série, ultrapassar as fronteiras culturais e se tornar uma referência para milhares de telespectadores em todo o mundo, principalmente entre os jovens”, afirma Alex ao se mostrar muito animado para a série que tem planos de contar com 5 temporadas, assim como La Casa de Papel espanhola. O que há de novo? Mesmo aqueles que não acompanharam a série, a conhecem pela sua identidade visual. O macacão vermelho e a face do Salvador Dalí são a marca registrada de La Casa de Papel, embora seja diferente, a máscara não deixou de estar presente na versão coreana, que entrega um significado bem profundo. Os ladrões coreanos cobrem seus rostos com máscaras tradicionais coreanas, utilizadas nas danças Talchum durante rituais. A escolha foi feita para representar a classe aristocrata Yangban, composta por camponeses mais pobres. (Divulgação / Netflix) A opinião do público A recepção do público causou reações bem diversas, uma parte reagiu bem, principalmente os dorameiros que tem expectativas no elenco. Já uma outra parte não vê necessidade em outra versão pela saturação da série, embora a proposta não tenha sido totalmente revelada, ainda que não tenham deixado claro se será de fato uma adaptação fiel ou se terá a versão original apenas como uma inspiração, e o assalto planejado pelos coreanos será um complemento para o universo da série espanhola. Com todas as informações já lançadas, queremos saber a opinião de nossos leitores, será que o remake terá um bom retorno como a série original? O que você espera? Leia também: Disney+ e K-Dramas: Investimento em doramas marca estreias do streaming em 2022

  • LE SSERAFIM debuta 'sem medo', trazendo um diferencial para a geração

    Novo grupo feminino da HYBE e Source Music fez seu debut nesta segunda-feira (02); confira nossa resenha do álbum (Reprodução / HYBE) A nova promessa da junção entre a HYBE e a Source Music, empresas que são referência na indústria de entretenimento sul-coreano, debutou na segunda-feira (02). O LE SSERAFIM é uma ideia antiga que surgiu a partir da dissolução do IZ*ONE, grupo formado durante o survival show Produce 48, e que era altamente aguardado desde então. Formado pelas integrantes Sakura, Chaewon, Yujin, Kazuha, Garam e Eunchae, cujas idades vão dos 22 anos até os 16, era de se esperar que o grupo chamasse bastante atenção. Sakura, uma experiente do entretenimento, fez parte do IZ*ONE assim como Chaewon, além de já ter sido uma integrante do HKT48, grupo feminino japonês. Kazuha, por ter sido pessoalmente recrutada pelo CEO da Source Music, também foi aguardada ansiosamente. De forma geral, havia muita especulação sobre como o LE SSERAFIM seria. O nome do grupo é um anagrama da expressão “I'm fearless” e faz referência à 'les seraphim', uma entidade angelical de seis asas, e já entrega no primeiro contato o conceito. Entretanto, apesar de prometer muito, o resultado poderia ser decepcionante… Será que foi? Bravura, classe e internacionalidade (Reprodução / HYBE) The World Is My Oyster, faixa que abre o álbum, evoca flashes de passarela, marcas de luxo, comerciais de moda, passarela e catwalk. Quase chega aos dois minutos, servindo meramente como uma introdução e um pequeno vislumbre do que o grupo está prestes a nos oferecer. As partes faladas são feitas em coreano, japonês e inglês, refletindo as línguas que cada integrante fala — mostrando que, de fato, o K-pop está atingindo patamares muito além da própria península —, e elas carregam a confiança que o conceito pede. “Suas palavras que me dizem para esconder a minha ambição são esquisitas / Não vou mais fingir ser humilde”: Em Fearless, essa confiança e autoestima continuam. O baixo predominante, o ritmo feito com as vozes e o refrão sussurrado contribuem para a aura classuda da canção, fazendo com que Sakura, Chaewon, Yujin, Kazuha, Garam e Eunchae se demonstrem realmente destemidas. Sendo a faixa-título, era de se esperar que ela fosse mais explosiva e seguisse o rumo que a quarta geração está tomando para os grupos femininos. Entretanto, o gênero de Fearless está mais para o sensual do que o hyperpop de grupos como o aespa, por exemplo, e isso é interessante; a pluralidade de conceitos que estão surgindo e formando essa nova geração demonstra que o K-pop está acordando e se renovando. Leia também: Além de A Caminho do Céu, conheça outros doramas e filmes estrelados por Lee Je Hoon Em seguida, temos Blue Flame, que nos traz um pouco do retrô que já apareceu em diversos momentos nos últimos dois anos. Blue Flame lembra o álbum Future Nostalgia, da cantora Dua Lipa, que utilizou dos mesmos mecanismos: fortes riffs de baixo, melodia groovy e focada no ritmo e refrão fácil de ser cantado junto à faixa. Essa, em especial, ganhou muita atenção nas redes sociais após a fascinante performance no showcase — e merecidamente. Adentramos o mundo mágico com The Great Mermaid que, pelo título, já deixa clara a referência à história da princesa Ariel, A Pequena Sereia. Na letra, o LE SSERAFIM canta que não vai desistir da própria voz para se casar com um príncipe e rejeita totalmente a possibilidade do amor. Para combinar com a composição, o instrumental é tão forte quanto a mensagem, puxando mais para o eletrônico, quase PC music, e deixando a melodia um pouco de lado. O gênero seria uma ótima oportunidade para utilizar de carro-chefe em um próximo lançamento. O ritmo desacelera quando chegamos no encerramento do álbum, Sour Grapes. A balada traz influências de trap e o início com notas em instrumentos de corda remete um pouco à Feel My Rhythym, recente comeback do Red Velvet. A faixa, apesar de não ser forte o suficiente para se sustentar sozinha, é uma adição excelente à tracklist, e a analogia entre o medo de se apaixonar ser como uma fruta azeda combina com a juvenilidade do grupo. Quando você estiver precisando de uma pausa da eterna movimentação energética do K-pop, os vocais classudos e bem postos do LE SSERAFIM irão te fazer bem. Não existe muita inovação no que o grupo traz, mas ao se lançarem no mercado que passa por tempos de inovação até demais, esse sopro de ar fresco é muito bem vindo. O conceito pictórico do LE SSERAFIM vai te atrair, mesmo que você lute contra — elas podem até cantar para que você se afaste, mas vai ser difícil. Afinal, elas são destemidas.

bottom of page