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- Hora do desabafo: conheça 8 músicas tristes no k-pop para ouvir e chorar
Nem só de músicas felizes vive o kpopper, confira canções melancólicas, desde o instrumental até a letra (Reprodução SM Ent. / YG Ent. / CUBE) Todo mundo adora um bom R&B, ou uma música divertida e agitada. Não são todas as pessoas que curtem uma balada romântica, uma canção que acalma a alma, mas muitas também correm de músicas tristes que tocam o coração e provocam aquela dorzinha no peito, seja por desamores, arrependimentos ou por inseguranças. Se você é um kpopper (ou não-kpopper), e gosta de viver e processar sua tristeza até que ela desapareça, aqui está uma lista perfeita para ter como trilha sonora. Você é essa pessoa? Então vem com a gente! Não é fã desse estilo, mas está curiosa ou aberta para explorar um pouco mais? Está convidada também. Leia também: Não é apenas mais uma de amor: músicas de k-pop que fogem do romance com temas sociais Hope Not - BLACKPINK Vamos começar essa lista com uma música arrasadora. BLACKPINK é conhecido por seu conceito girl crush, canções fortes e com instrumentais marcantes. Mas ao passear pelas b-sides do girlgroup, é possível encontrar boas surpresas como Hope Not, que é tão boa quanto qualquer outra title do grupo, porém se difere no estilo que costumam apresentar. Vocais bem sensíveis e letra dolorosa compõem essa faixa do álbum Kill This Love que marca o término de uma relação que não acabou bem, assim elas cantam “Você precisa conhecer alguém melhor que eu e ser feliz, Mas quero que não a ponto de me esquecer”. Universe - EXO Faixa título do último álbum de inverno lançado pelo EXO, Universe é uma canção perfeita para cantar o mais alto que puder e colocar toda a dor para fora. A música é sobre uma relação que chegou ao fim, mas quem canta ainda tem um ponto de esperança para uma reconciliação. Além da letra e instrumental marcante, o MV possui um conceito de cafeteria, estética impecável, com paleta de cores suaves, demonstrando melancolia e serenidade ao mesmo tempo. “Eu buscarei através do universo, Até que te encontre novamente, Eu não apagarei nem as menores memórias”. Leia também: 10 anos de EXO! Relembre alguns momentos emocionantes da carreira do grupo The Truth Untold - BTS Uma das músicas mais tristes do BTS, e bem propensa a te fazer chorar, esta é a b-side do Love Yourself: Tear. Não é necessário entender a letra para captar a essência melancólica de The Truth Untold. A faixa é sobre duvidar da própria personalidade e se sentir insuficiente para a pessoa que gosta. O grupo entrega tanta sensibilidade através desta, que é perceptível através dos vocais de cada integrante. Da forma mais dolorosa, eles cantam "Você sabe que eu não consigo, Me mostrar para você, Me entregar a você, Eu não posso te mostrar esse meu lado miserável". How can I love the heartbreak, You're the one I love - AKMU Piano imponente e vocais harmônicos são as principais características dessa balada do AKMU. O duo formado por irmãos sempre entrega o melhor em qualquer gênero que se proponha. Dessa vez, o desamor é a temática da música, que conta a história de um relacionamento que está apenas a alguns passos do fim, e por mais doloroso que seja, não tem volta. A canção ressalta que apenas amor não é suficiente. "Percebi naquele momento, Que não posso ir além, A cada passo mais perto do término, Parecia que nossas mãos dadas desapareciam". Empty - Winner Você já se sentiu vazio ao ser deixado por alguém? É esse o tópico tratado em Empty, aquela decepção amorosa que vai levar muito tempo para curar. O instrumental acústico da música não reflete tanto o sentimento que a letra passa, é como se fosse uma tristeza mascarada pela melodia R&B, ao invés de um ritmo lento proporcionado por uma balada romântica. "Acabou meu amor, Onde você está? Agora nós só somos memória, Nós éramos felizes, Não me esqueça, Vamos nos encontrar de novo". Leia também: Mino vira cowboy cibernético no clipe de TANG!♡, faixa título do novo álbum Missing You - BTOB Missing You do BTOB - que completa 10 anos em 2022, é a faixa título do álbum Brother Act, e não é nada mais e nada menos que um popzinho acústico sereno onde voz e violão se ressaltam mais. A letra é sobre sentir falta de alguém que foi embora mesmo depois de ter passado muito tempo, é sobre ver os dias e anos se passando e se dar conta de que aquela saudade ainda se faz presente. "Meu coração não mudou, Mesmo depois de alguns anos ainda sinto sua falta". Beautiful Goodbye - Chen Chen do EXO é ótimo em servir baladas, então ele não poderia estar fora dessa lista. Beautiful Goodbye é a title do seu primeiro álbum solo, o April And a Flower. O piano em conjunto com seu vocal muito forte e evidente combinam com a letra melancólica da faixa. O cantor coloca os trechos com bastante emoção, então é possível sentir toda emoção que ele pretende passar, e a música evidencia um término amigável, onde há uma conversa e uma despedida. "Quando abril se acabar, Vamos andar por aí, Como se nada estivesse errado, Para que nosso último adeus seja lindo, Apenas sorria um pouco até lá". Hero's Soup - Stray Kids Com uma letra bastante subjetiva, Hero's Soup dá a ideia de um filho que canta inocentemente sobre um pai que lida com o alcoolismo. De forma bem sucinta, o grupo faz um paralelo sobre essa doença com a sopa de ressaca que é bem comum de ser consumida na Coreia do Sul no dia seguinte a uma noite de bebedeira. Na música, eles cantam sobre o pai tomar a sopa frequentemente, todos os dias, mesmo que seja picante ele não deixa de consumi-la, e o filho não entende o por quê. "A sopa de ressaca que meu pai toma toda manhã, Não gosto dela, é muito apimentada, Não sei por que ele gosta". Para você, qual dessas é a mais triste? Leia também: Choro livre: 6 doramas para desidratar de chorar na Netflix
- La Casa de Papel Coreia: Qual é o significado da nova máscara do remake coreano da Netflix?
Money Heist Korea chega à plataforma em 24 de junho e os ladrões mais ousados do mundo estão com um novo disfarce (Divulgação/ Netflix) Fãs de doramas de ação e super produções terão um bom motivo para se alegrarem no próximo mês. La Casa De Papel: Coreia, remake coreano da série espanhola La Casa De Papel, estreia na Netflix no dia 24 de junho, reunindo grande elenco e fotografia de arrasar. Mas enquanto a nova equipe de ladrões liderada pelo Professor não chega às telinhas, são as máscaras da versão coreana que têm roubado a cena. Na série original, os assaltantes da Casa da Moeda da Espanha usam máscaras com a face do Salvador Dalí. O ator Park Haesoo (Squid Game) até recebeu uma máscara do pintor espanhol do colega de profissão Pedro Alonso, que deu vida ao personagem Berlim que Haesoo assume agora. Mas, na versão coreana, as máscaras são outras e elas resguardam um significado especial. Veja qual após a publicidade. Qual o significado da nova máscara de La Casa De Papel: Coreia (Money Heist Korea)? As máscaras que os ladrões do remake coreano usam são máscaras de Talchum, uma dança tradicional da Coreia. É uma performance artística milenar que surgiu em pequenos vilarejos e que envolve movimentos rítmicos e contação de histórias. O nome é a união literal das palavras Tal (탈) e Chum (춤) que significam respectivamente Máscara e Dança. Os primeiros registros da dança teatral são de 57 AC, e as máscaras podem ser feitas de madeira, papel ou bambu. As máscaras que aparecem em La Casa de Papel: Coreia não representam uma pessoa em particular, como no caso da série original, mas toda uma classe: a classe aristocrata ou Yangban. As pessoas pertencentes a esta classe, mais abastadas e em boa posição social, eram geralmente alvo de piadas e ridicularização nas danças Talchum; afinal, as danças eram executadas por cidadãos de classes inferiores. Embora as máscaras utilizadas pelos ladrões coreanos sejam as do modelo Yangban, outras máscaras de Talchum figuram em um dos teasers divulgados pela Netflix. Na prévia, o ator Yoo Ji Tae que interpreta o Professor aparece escolhendo o disfarce que seu grupo de assaltantes irá usar. Confira abaixo. Por que mudaram a máscara em La Casa De Papel: Coreia? A escolha da nova máscara aproxima a produção da cultura e das tradições coreanas, o que confere à série mais autenticidade, ainda que seja um remake. Além disso, o simbolismo e a questão histórica envolvida na nova máscara aponta para um roteiro com maior profundidade em temas sociais, uma marca nos doramas da Netflix como o premiado Round 6 e o impactante Profecia do Inferno (Hellbound). O último trailer divulgado pela Netflix consagra a ideia que o plot da série vai além de um mero roubo. Há uma expectativa em torno das ações dos assaltantes, o que é reforçado com a citação "O ladrão que rouba pouco dinheiro é morto ou acaba na cadeia; mas o que rouba em grande escala pode mudar o mundo e até mesmo virar herói." O conflito de classes pode ser um tema presente na produção. O que já sabemos sobre La Casa De Papel: Coreia? O remake tem a direção de Kim Hong-Sun, o mesmo do k-drama de suspense Black e do dorama policial Voice. No elenco, se juntam ao Park Haesoo (como Berlim) e Yoo Ji Tae (Professor) os atores Lee Wong Jong (Moscou), Kim Ji Hun (Denver), Jang Yoon Jun (Nairóbi), Lee Hyun Woo (Rio), Kim Ji Hoon (Helsinki), Lee Kyu Ho (Oslo), Kim Yunji (Woojin) e Jun Jong Seo (Rio). La Casa De Papel Coreia é uma produção original da Netflix e chega à plataforma em 24 de junho. E caso você sinta falta de um toque da série espanhola na versão coreana, não se preocupe: os icônicos macacões vermelhos foram mantidos.
- Faixas homônimas no K-pop: Mais de 10 músicas com o mesmo nome entre artistas da SM Entertainment
Monster, Paradise, Angel e outras dão nome a várias faixas de artistas da empresa; veja a lista completa no fim do texto (Divulgação / SM Ent) Existem muitas músicas de K-pop com o mesmo nome e isso não é de se admirar. A indústria musical coreana é enorme, a lista de produtores de K-pop e artistas que assinam suas composições é vasta e é natural que coincidências assim aconteçam. Mas e quando as músicas homônimas estão sob um mesmo selo? É, isso acontece também. E se há um lugar onde isso ocorre com frequência ímpar é a SM Entertainment. A SM é talvez a maior responsável por faixas homônimas no K-pop, e até fãs recentes de grupos como EXO, aespa e NCT conseguem notar. Há quem goste da tendência, reconhecendo um esforço nos bastidores de fortalecer a imagem de um artista da 'Big Three'; mas há ainda quem desaprove, argumentando falta de criatividade e identidade nas composições. Seja qual for o seu caso, o Café Com Kimchi preparou uma lista com alguns nomes de músicas que se repetem na SM Entertainment. Confira após a publicidade. Monster Certamente um dos títulos que mais se repetem na sala de gravação da SM Ent., Monster dá nome a uma faixa do Super Junior (2009) — do mesmo ano e álbum do hit Sorry Sorry —, a uma title do EXO (2016) e a uma música do Super M (2020). Também em 2020, Monster foi a faixa titular do primeiro mini álbum da unit Irene & Seulgi do Red Velvet. Bem diferente do último lançamento do grupo, o MV entregou cenas sombrias e impactantes. Talk to Me Um caso não tão recorrente mas que precisa figurar nesta lista é Talk To Me, que dá nome a duas músicas de girlgroups igualmente muito boas. Em 2010, este foi o título de uma b-side do Girls' Generation para o álbum Run Devil Run. Em 2017, a quarta faixa do álbum Rookie do Red Velvet ganhou o mesmo nome. Qual das b-sides é a sua favorita? Beautiful Com ao menos 5 repetições, Beautiful entra na lista como a OST do drama "levinho" EXO Next Door cantada pelo Baekhyun, uma OST do programa Heart 4 U cantada pelo Chen, uma faixa do EXO (2015) e uma b-side do Kyuhyun no seu último álbum solo (2017). Mais recentemente, Beautiful foi o nome de uma faixa no mega projeto NCT 2021, com direito a um super MV. Paradise Este título dá nome a uma faixa das veteranas S.E.S, relançada em 2017. Também aparece no álbum Lion Heart do Girls' Generation (2015) e no primeiro mini álbum do NCT, o NCT #127 (2016). No ano passado, Paradise figurou como uma b-side no álbum especial Don't Fight The Feeling do EXO. E há quem ache ela a melhor música do álbum, viu? Forever Forever é o nome de uma canção lenta e suave do Girls' Generation (2010, Run Devil Run) e de música mais agitada e com nuances de trap e hip-hop do EXO (2017, The War). Num continuum entre as duas faixas, mais perto do "GG" está o single homônimo do aespa que antecede o lançamento do álbum Savage e tem um MV lindíssimo. Veja a lista com mais de 10 músicas homônimas de artistas da SM após a publicidade. Forever (Girls' Generation, aespa, EXO) Paradise (EXO, S.E.S, NCT, Girls' Generation) Monster (Super Junior, EXO, Super M, Irene&Seulgi) Talk to Me (Red Velvet, Girls' Generation) Beautiful (Chen, Baekhyun, EXO, Kyuhyun, NCT) We Young (EXO-SC, NCT Dream) First Love (EXO, NCT 127, Donghae) Promise ou Promise You (EXO, Yoona, Kyuhyun, Super Junior, Girls' Generation, NCT) Devil (Super Junior, Max Changmin) With You (EXO, Super M) Angel (EXO, Taeyeon, NCT 127) Love Again (NCT Dream, Baekhyun) Candy (Super Junior, Baekhyun) Hello (Chen, Donghae&Eunhyuk, Ryeowook)
- Tiro, porrada e bomba: 5 doramas de ação para assistir e se exaltar
Conheça produções coreanas desse gênero disponíveis no Viki e Netflix (Divulgação / tvN / KBS / Netflix) Doramas para chorar, para se apaixonar, triângulos amorosos, alguns para voltar no tempo e até mesmo produções recriadas; é assim o mundinho da dramaland, com histórias para todos os gostos. Nossos leitores sabem que o Café nunca falha em entregar uma lista com produções bem selecionadas, para que os fãs de cada gênero tenham as melhores escolhas para assistir. A coletânea da vez são doramas para quem gosta de adrenalina, muita emoção, lutas e pancadaria, chegou o momento daqueles que amam produções de ação! Veja tudo abaixo. Leia também: De romance ao terror: Conheça os melhores doramas do Kocowa no catálogo do streaming O Curandeiro (2014) Há muitos anos, um grupo de amigos operava uma radiodifusão ilegal que acabou prejudicando a vida de várias pessoas. Apesar de não terem nenhuma conexão, unidos por esse evento, o âncora de jornal Kim Moon Ho (Yoo Ji Tae), a repórter de tabloide Chae Young Shin (Park Minyoung de Clima do Amor) e o mensageiro Seo Jung Hoo (Ji Chang Wook de O Som da Magia) buscam ajudar os afetados pelas consequências. No decorrer da trajetória, eles descobrem informações decisivas para o futuro. Signal (2016) Protagonizado por Kim Hye Soo de Juvenile Justice, esse dorama conta a história de Cha Soo Hyun, uma experiente detetive trabalha com Park Hae Young, (o Lee Je Hoon de A Caminha do Céu) para desvendar um caso, quando eles acabam se conectando com o passado através de um walkie talkie. O detetive Lee Jae Han (Jo Jin Woong) está há décadas no passado, procurando soluções para o mesmo caso. Signal é uma produção baseada em fatos reais. Black (2017) Ao procurar um colega fugitivo, o ceifador #444 assume a identidade do detetive Han Moogang (Song Seung Heon) e descobre algo chocante sobre uma série de assassinatos que ocorreu 20 anos atrás. Ele quebra as regras do mundo sobrenatural ao investigar o caso e acaba prejudicando seu trabalho como ceifador, que é de guiar a alma das pessoas após a morte, e além disso, ele acaba se apaixonando por uma mortal. Vagabond (2019) Impossível falar de doramas de ação sem mencionar Vagabond. O k-drama conta a história de Cha Dal Gun (Lee Seung Gi), que lida com uma perda causada por um trágico acidente de avião que tirou a vida de mais de 200 pessoas. Apesar de ser apenas um dublê, ele resolve investigar a causa por conta própria, já que suspeita que o acidente não foi causado por falhas técnicas. Hae Ri (Bae Suzy) é uma agente do Serviço Nacional de Inteligência em ascensão que entra em cena como sua parceira de investigação. Taxi Driver (2021) Após ter a mãe assassinada por um serial killer, o ex-oficial das Forças Armadas Do Ki (Lee Je Hoon) é convidado por um conhecido para trabalhar na Rainbow Taxi, que na verdade não é uma empresa comum, mas uma organização secreta que se vinga por vítimas que não são protegidas pela lei. A partir disso, Do Ki passa a buscar justiça em seu novo trabalho enquanto a promotora Ha Na (Esom), suspeita da empresa e começa a investigar. Leia também: Amor no ar: Melhores doramas de romance para assistir na Netflix Conta pra gente, qual desses é seu preferido?
- Flashback: iKON faz seu retorno com title retrô
Novo mini álbum do boygroup entrega faixas boas, mas não é o melhor projeto do grupo (Divulgação / YG Ent.) No dia 3 de maio, iKON lançou seu 4º mini álbum, intitulado Flashback. O grupo sempre mostrou ser autêntico e memorável, e teve sua identidade bem ressaltada através de cada projeto. Dessa vez não deixaram de entregar faixas bem elaboradas, mas na busca por inovação em seu conceito, podem ter errado em escolher um gênero saturado para a title. O k-pop costuma adotar muitas tendências que se consolidam ao ser aderidas por diversos grupos, que aproveitam para se enquadrar no que o momento pede. O estilo retrô foi bem forte no pop coreano nos últimos anos, Dynamite de BTS, LA DI DA do Everglow e Can’t Stop Me do TWICE foram algumas das músicas marcantes dessa era. Seguir ou não trends não é uma regra, mas será que iKON fez uma boa escolha ao escolher um gênero possivelmente saturado para arriscar? Leia também: K-Pop em maio de 2022: Confira o calendário com os lançamentos do mês BUT YOU é a primeira faixa do álbum, a title do projeto é uma música retrô que é bastante marcante. O grupo escolheu uma canção de gênero muito explorado entre as grandes empresas de k-pop, porém isso não a faz ruim. Muito memorável, uma boa representante para o Flashback em si, mas não convence o suficiente quanto às outras faixas títulos que o grupo já entregou. A segunda é DRAGON, uma música que é a cara dos projetos da YG Entertainment, bem eletrizante e cheia de energia que ressalta bem os traços comuns que os artistas da empresa tem. Enquanto FOR REAL? tem como sua melhor característica os vocais do grupo, leveza e sua essência serena, quebrando um pouco a agitação proporcionada pela canção anterior. Para os fãs de R&B, o grupo entregou GOLD, que também pode ser caracterizada como uma das faixas mais carismáticas e divertidas do álbum. Enquanto isso, a sucessora NAME também traz uma quebra de estilos, é carregada de emoção, bons vocais, uma grande candidata para ser a queridinha de Flashback. Em busca de inovação O que torna Flashback inferior aos outros projetos do iKON não é apenas a decisão de explorar o retrô. Mas a ideia de que o álbum por inteiro não trás o que há de melhor no grupo que tem a identidade marcada não somente por grandes músicas como Love Scenario ou Killing Me, mas também por b-sides tão memoráveis quanto. Embora seja um projeto mais fraco, é compreensível que o boygroup esteja se aventurando no meio musical e explorando sua autonomia. Os membros estão envolvidos na composição e produção de cada música de Flashback, comprovando sua liberdade criativa e desejo de experimentar o que sentem vontade. Mesmo entregando um álbum pouco envolvente, é mais do que aparente que o grupo tem todo potencial para se aventurar em novos conceitos. Leia também: LE SSERAFIM debuta 'sem medo', trazendo um diferencial para a geração
- Mais que amigos, friends: Conheça as amizades mais poderosas do K-pop
Alguns k-idols são mais próximos do que se imagina e demonstram sua amizade ao público, deixando os fãs contentes com as interações (Reprodução/Twitter) Há vários artistas que se conhecem através de programas musicais, eventos ou programas televisivos e em alguns casos acabam desenvolvendo uma amizade pela frequência em que se encontram, podendo até resultar em uma amizade mais profunda que vai além dos palcos e das câmeras. Muitos idols de k-pop tem uma amizade forte e compartilhada publicamente, alguns se conhecem desde antes de debutar e outros se conheceram na indústria da música, cultivando um relacionamento desde então. Para deixar o coração quentinho o Café com Kimchi trouxe uma lista com as amizades mais lindas do k-pop. Somi e Daehwi A solista Jeon Somi possui uma amizade linda com Daehwi do AB6IX, eles se conheceram na época do ensino médio, quando foram trainees juntos na JYP Entertainment antes de Daehwi se mudar para a Brand New Music. O cantor já revelou que Somi lhe deu apoio em seus momentos difíceis da rotina de um idol assim que ele havia debutado. Sempre que se encontram em programas e eventos não deixam de se cumprimentar e tem interações muito fofas, algo que os fãs gostam bastante e costumam comentar nas redes sociais. A dupla já trabalhou junta em um comercial e Somi comentou em uma entrevista dada a Idol Radio, programa da MBC, que como filmou o comercial com um amigo foi como se estivessem apenas brincando e se divertindo juntos ao invés de trabalhando. Reciprocidade é tudo! Lisa e Bambam Esses dois não têm apenas a nacionalidade em comum! Lisa do Blackpink e Bambam do GOT7, ambos tailandeses, são amigos de infância e se conhecem há mais de 10 anos. Se encontraram em um grupo de dança chamado We Za Cool, onde chegaram a performar juntos Rainism do Rain em 2009. Com uma amizade de tanto tempo até mesmo as famílias dos dois idols se conhecem bem, tendo fotos do Bambam com a mãe da Lisa. Além disso, eles afirmaram ter um grupo de conversa chamado Thai living in Korea (Tailandeses morando na Coreia) que inclui também a Sorn do CLC e o Ten do NCT. Assim como Somi e Daehwi, a dupla também gravou um comercial, mostrando a química dos dois até no trabalho. Padding Squad Esse grupo já são amigos há um bom tempo, a junção inesperada do Taemin (Shinee), KAI (EXO), Jimin (BTS), Timoteo (ex-HotShot) e SungWoon (ex-Wanna One) agradou muitos fãs. Eles já saíram várias vezes juntos publicamente e os fãs os intitularam de ‘padding friends’ nas redes sociais. Sempre que se encontram em eventos e apresentações não perdem a oportunidade de se cumprimentarem e além disso Taemin deu a eles casos combinando como símbolo da amizade do grupo. Recentemente alguns membros do squad apareceram no programa Kai’s Bucket List, além do lançamento de With You do Jimin e do Sungwoon, OST de Our Blues que atingiu recordes sendo a primeira música da história a alcançar o 1° em 114 países. Além de fofos ainda são super talentosos, quem não queria um squad desse?! 97 Line Nada como um grupinho de amigos! Esse squad mais famoso do k-pop é composto pelo Yugyeom e Bambam do GOT7, Jungkook do BTS, Mingyu, The 8 e DK do Seventeen. Um tempo depois Eunwoo do ASTRO e Jaehyun do NCT também foram vistos com alguns dos integrantes do squad, dando a entender que o grupo cresceu. Como todos nasceram em 1997 o grupo é conhecido com a 97 line e eles costumam publicar fotos juntos nas redes sociais quando se encontram e pode se notar que eles se divertem bastante. Leia também: Genius Lab: confira trends que o Baekhyun do EXO popularizou no Kpop Rose e Hyeri Hyeri, ex integrante do Girl's Day e Rosé do Blakcpink são boas amigas! Elas se conheceram através do programa da TVn chamado Amazing Saturday e desenvolveram um relacionamento desde então. Elas não tem problema em demonstrar o carinho que tem uma pela outra, falam sobre sua amizade abertamente e ambas apoiam seus projetos individuais. Durante a aparição das duas no programa de variedade Knowing Bros Rosé estava promovendo seu álbum e levou Hyeri junto, a amiga confessou que foi para incentivar e animar a Rosé. Elas falaram sobre como se aproximaram e que gostam de conversar, comer e fazer compras juntas e durante a conversa Rose se emocionou e revelou que a amiga a ajudou a aliviar seu estresse nos momentos mais difíceis. Fofas ao extremo! P.O e Mino Esses dois rappers super talentosos se conhecem desde a época do ensino médio, P.O do Block B e Mino do Winner, tinham em comum a vontade de se tornarem artistas. Eles quase debutaram no mesmo grupo, pois chegaram a ser trainees juntos para debutar no Block B, mas Mino resolveu deixar a empresa antes do debut e apesar de não terem ficado no mesmo grupo desenvolveram uma amizade. Assim como a Lisa e Bambam, os dois se conhecem há mais de 10 anos, dividem o gosto por fotografia e até mesmo lançaram um dueto chamado Promise em 2019. Ambos já revelaram em entrevistas o quanto apoiam um ao outro em momentos difíceis e a importância da amizade que cultivaram. Sunmi e Chungha Essa dupla de solistas super talentosas são amigas! Sunmi (ex Wonder Girls) e Chungha (ex I.O.I) se conheceram em um episódio do programa Weekly Idol e desde então desenvolveram uma amizade. Além disso, elas já apresentaram juntos alguns programas de variedade como Running Girls e Amazing Saturday. Em uma entrevista dada em conjunto a revista Marie Claire, com direito a um sessão de fotos incrível, elas revelaram que a energia delas é um dos motivos pelos quais elas gostam de estar juntas. Chungha ainda comentou que elas se falam com frequência, mas que por conta das agendas lotadas não conseguem se ver com facilidade. E ai, sabia dessas amizades? Qual seria o seu squad de k-pop idols? Conta para o Café nas redes sociais! Leia também: Choro livre: 6 doramas para desidratar de chorar na Netflix
- La Casa de Papel: tudo o que já sabemos sobre o remake coreano da série
A produção espanhola de sucesso ganhará uma nova versão com um cast promissor (Divulgação / Netflix) Em dezembro de 2020 foi anunciada uma versão coreana da série espanhola original da Netflix, La Casa de Papel, e logo o projeto começou a ser executado. O remake, estreará no dia 24 de junho, e é uma das produções aguardadas pela dramaland para o ano de 2022. Ainda não se sabe exatamente o que podemos esperar, mas além da data de lançamento, foi confirmado que a série terá 12 episódios que serão divididos em duas partes. Diversas informações foram reveladas ao longo dos últimos meses, e o Café agrupou tudo para deixar nossos leitores a par desse grande lançamento. Confira. Leia também: Remakes: conheça 4 doramas que inspiraram ou foram inspirados em outras obras Nada sobre a premissa foi dito em detalhes, porém a essência da série não deve fugir da história original, já que mantém os nomes dos personagens, mas dessa vez, a trama será adaptada para um cenário e contexto coreano. Embora busque preservar a essência, foi revelado por uma das atrizes do elenco que os espectadores da versão espanhola, perceberão diferença na personalidade dos personagens coreanos. "São os mesmos nomes, porém personalidades diferentes na adaptação dos personagens. Os ladrões que roubam o banco são os personagens principais, mas há uma humanidade inevitável na série", afirmou a atriz Jun Jongseo para a revista Dazed Korea. Ainda com Round 6 em alta, em novembro a Netflix revelou o primeiro vídeo promocional de La Casa de Papel apresentando Park Haesoo (que interpretou Cho Sangwoo), como o Berlin coreano para o mundo. O ator deixou claro que para a versão coreana, teremos uma máscara diferente daquela do Salvador Dalí que marcou a série. Em sequência, no dia 17 de janeiro, o primeiro trailer revelou a aparição do professor, e mostra máscaras diferentes, gerando um mistério de qual será a escolhida para a versão, e ainda exibe o nome da série e o elenco principal, La Casa de Papel coreana recebeu o nome Money Heist Korea: Joint Economic Area, que pode ser traduzido literalmente para “Roubo de Dinheiro: Área Econômica Conjunta”. Além de Haesoo, como elenco principal, a série terá Yoo Jitae como Professor, Jun Jongseo como Tokyo, Lee Wonjong interpreta Moscow, Denver será interpretado por Kim Jihoon, Nairobi por Jang Yoonju, Rio por Lee Hyunwoo e os irmãos Helsinki e Oslo serão interpretados respectivamente por Kim Jihoon e Lee Kyuho. O elenco foi dirigido por Kim Hongsun, que dirigiu os doramas The Guest e Voice, e com ele, Álex Pina, o criador da série original, foi o produtor executivo do projeto. “Os criadores coreanos vêm desenvolvendo sua própria língua e cultura audiovisual há anos. Eles conseguiram, como a nossa série, ultrapassar as fronteiras culturais e se tornar uma referência para milhares de telespectadores em todo o mundo, principalmente entre os jovens”, afirma Alex ao se mostrar muito animado para a série que tem planos de contar com 5 temporadas, assim como La Casa de Papel espanhola. O que há de novo? Mesmo aqueles que não acompanharam a série, a conhecem pela sua identidade visual. O macacão vermelho e a face do Salvador Dalí são a marca registrada de La Casa de Papel, embora seja diferente, a máscara não deixou de estar presente na versão coreana, que entrega um significado bem profundo. Os ladrões coreanos cobrem seus rostos com máscaras tradicionais coreanas, utilizadas nas danças Talchum durante rituais. A escolha foi feita para representar a classe aristocrata Yangban, composta por camponeses mais pobres. (Divulgação / Netflix) A opinião do público A recepção do público causou reações bem diversas, uma parte reagiu bem, principalmente os dorameiros que tem expectativas no elenco. Já uma outra parte não vê necessidade em outra versão pela saturação da série, embora a proposta não tenha sido totalmente revelada, ainda que não tenham deixado claro se será de fato uma adaptação fiel ou se terá a versão original apenas como uma inspiração, e o assalto planejado pelos coreanos será um complemento para o universo da série espanhola. Com todas as informações já lançadas, queremos saber a opinião de nossos leitores, será que o remake terá um bom retorno como a série original? O que você espera? Leia também: Disney+ e K-Dramas: Investimento em doramas marca estreias do streaming em 2022
- LE SSERAFIM debuta 'sem medo', trazendo um diferencial para a geração
Novo grupo feminino da HYBE e Source Music fez seu debut nesta segunda-feira (02); confira nossa resenha do álbum (Reprodução / HYBE) A nova promessa da junção entre a HYBE e a Source Music, empresas que são referência na indústria de entretenimento sul-coreano, debutou na segunda-feira (02). O LE SSERAFIM é uma ideia antiga que surgiu a partir da dissolução do IZ*ONE, grupo formado durante o survival show Produce 48, e que era altamente aguardado desde então. Formado pelas integrantes Sakura, Chaewon, Yujin, Kazuha, Garam e Eunchae, cujas idades vão dos 22 anos até os 16, era de se esperar que o grupo chamasse bastante atenção. Sakura, uma experiente do entretenimento, fez parte do IZ*ONE assim como Chaewon, além de já ter sido uma integrante do HKT48, grupo feminino japonês. Kazuha, por ter sido pessoalmente recrutada pelo CEO da Source Music, também foi aguardada ansiosamente. De forma geral, havia muita especulação sobre como o LE SSERAFIM seria. O nome do grupo é um anagrama da expressão “I'm fearless” e faz referência à 'les seraphim', uma entidade angelical de seis asas, e já entrega no primeiro contato o conceito. Entretanto, apesar de prometer muito, o resultado poderia ser decepcionante… Será que foi? Bravura, classe e internacionalidade (Reprodução / HYBE) The World Is My Oyster, faixa que abre o álbum, evoca flashes de passarela, marcas de luxo, comerciais de moda, passarela e catwalk. Quase chega aos dois minutos, servindo meramente como uma introdução e um pequeno vislumbre do que o grupo está prestes a nos oferecer. As partes faladas são feitas em coreano, japonês e inglês, refletindo as línguas que cada integrante fala — mostrando que, de fato, o K-pop está atingindo patamares muito além da própria península —, e elas carregam a confiança que o conceito pede. “Suas palavras que me dizem para esconder a minha ambição são esquisitas / Não vou mais fingir ser humilde”: Em Fearless, essa confiança e autoestima continuam. O baixo predominante, o ritmo feito com as vozes e o refrão sussurrado contribuem para a aura classuda da canção, fazendo com que Sakura, Chaewon, Yujin, Kazuha, Garam e Eunchae se demonstrem realmente destemidas. Sendo a faixa-título, era de se esperar que ela fosse mais explosiva e seguisse o rumo que a quarta geração está tomando para os grupos femininos. Entretanto, o gênero de Fearless está mais para o sensual do que o hyperpop de grupos como o aespa, por exemplo, e isso é interessante; a pluralidade de conceitos que estão surgindo e formando essa nova geração demonstra que o K-pop está acordando e se renovando. Leia também: Além de A Caminho do Céu, conheça outros doramas e filmes estrelados por Lee Je Hoon Em seguida, temos Blue Flame, que nos traz um pouco do retrô que já apareceu em diversos momentos nos últimos dois anos. Blue Flame lembra o álbum Future Nostalgia, da cantora Dua Lipa, que utilizou dos mesmos mecanismos: fortes riffs de baixo, melodia groovy e focada no ritmo e refrão fácil de ser cantado junto à faixa. Essa, em especial, ganhou muita atenção nas redes sociais após a fascinante performance no showcase — e merecidamente. Adentramos o mundo mágico com The Great Mermaid que, pelo título, já deixa clara a referência à história da princesa Ariel, A Pequena Sereia. Na letra, o LE SSERAFIM canta que não vai desistir da própria voz para se casar com um príncipe e rejeita totalmente a possibilidade do amor. Para combinar com a composição, o instrumental é tão forte quanto a mensagem, puxando mais para o eletrônico, quase PC music, e deixando a melodia um pouco de lado. O gênero seria uma ótima oportunidade para utilizar de carro-chefe em um próximo lançamento. O ritmo desacelera quando chegamos no encerramento do álbum, Sour Grapes. A balada traz influências de trap e o início com notas em instrumentos de corda remete um pouco à Feel My Rhythym, recente comeback do Red Velvet. A faixa, apesar de não ser forte o suficiente para se sustentar sozinha, é uma adição excelente à tracklist, e a analogia entre o medo de se apaixonar ser como uma fruta azeda combina com a juvenilidade do grupo. Quando você estiver precisando de uma pausa da eterna movimentação energética do K-pop, os vocais classudos e bem postos do LE SSERAFIM irão te fazer bem. Não existe muita inovação no que o grupo traz, mas ao se lançarem no mercado que passa por tempos de inovação até demais, esse sopro de ar fresco é muito bem vindo. O conceito pictórico do LE SSERAFIM vai te atrair, mesmo que você lute contra — elas podem até cantar para que você se afaste, mas vai ser difícil. Afinal, elas são destemidas.
- Há 14 anos, protesto iniciado por fãs de K-Pop era notícia na Coreia e no mundo; conheça o movimento
"Meninas adolescentes" iniciaram manifestações contra a importação de carne bovina dos EUA na Coreia; veja curiosidades ao fim da matéria (Google/ Wikipedia) Em 2008, o presidente sul-coreano Lee Myung-Bak pôs fim ao bloqueio na importação de carne bovina americana na Coreia do Sul. A reentrada da carne no país ocorreu após uma negociação com o presidente dos Estados Unidos George W. Bush e sem nenhuma consulta ao povo — o que gerou protestos conhecidos como "anti-beef". O produto estava suspenso no país há 5 anos, depois da descoberta de contaminação pela doença da vaca louca na carne. Quem alavancou e protagonizou os movimentos? Foram meninas jovens fãs de K-pop. Para Clay Shirky, teórico da Comunicação, o destaque se deve principalmente às Cassiopeias, fãs do grupo TVXQ. Em 2008, elas eram consideradas pelo Guinness Book (Livro dos Recordes) o maior fandom do mundo. Com tamanha expressividade e forte presença online, o fã-clube do grupo da SM Ent. se organizou e iniciou protestos pacíficos nas ruas. O ápice dos protestos foi em maio de 2008, com mais de 100 mil participantes. Com a popularidade comprometida, o presidente Lee pediu à Polícia para dissolver os protestos. A polícia atacou brutalmente os manifestantes, que incluíam as meninas adolescentes. A ação cruel dos policiais piorou ainda mais a imagem do governo, gerando greves e protestos generalizados. Enfim, sem saída, o presidente recuou. Lee se desculpou na TV pela forma como os protestos foram reprimidos e por não consultar o povo coreano ao permitir a reentrada da carne dos EUA no país. Ele obrigou seu ministério a se demitir e criou restrições adicionais à carne americana importada, e ainda culpou o seu entusiasmo para governar. Os protestos foram os maiores da Coreia desde 1987, quando a reivindicação do povo era a volta das eleições democráticas. Leia mais após a publicidade. A onda de manifestações iniciada pelas Cassiopeias é só um dos muitos exemplos de ativismo presente nos fandoms de K-pop. Em anos mais recentes, este ativismo é cada vez mais digital, com ações pontuais que "saem" do mundo on-line em prol de promover um pensamento social. Conheça mais dos protestos de 2008 através de 4 curiosidades. 1. Candle-Light Girl Um símbolo dos protestos contra a reabertura do mercado para a carne americana foi a Candle-Light Girl, a "Garota da Vela" em tradução livre, ou "Menina Vela". A espécie de mascote ajuda a visualizar bem o perfil das pioneiras do movimento: meninas adolescentes, muitas até jovens demais para votar, que não estavam ligadas a nenhum grupo político e nem tinham um histórico de ativismo. Eram apenas meninas segurando uma vela. (Google / Alamy) 2. Vigílias O modelo de protesto escolhido foi o da vigília: as manifestantes ocupavam um lugar e permaneciam ali com as velas acesas. Um desses lugares foi o Cheonggyecheon Park. Pelo perfil das participantes (meninas jovens) e a preferência por locais family friendly por assim dizer, muitas famílias inteiras participaram dos atos, incluindo crianças pequenas e bebês. Foi a primeira vez que aconteceu algo assim na Coreia. 3. Barricadas Para proteger a segurança do presidente Lee durante os protestos, foi levantada uma barricada de containers de navio para impedir que os manifestantes chegassem ao seu escritório. Os containers eram revestido com óleo para impedir que os protestantes os escalassem, e eram cheios com sacos de areia para impedir que fossem derrubados. (The Gainesville Sun) 4. Lee Wan Yong Com as manifestações, o índice de aprovação do presidente Lee despencou de 75% para 20% em pouquíssimo tempo. Ele então chegou a ser chamado de Lee Wan Yong, o primeiro-ministro japonês que, em 1910, assinou o Tratado de Anexação Japão-Coreia e iniciou a ocupação japonesa no país. Wan Yong é tido como o maior traidor da história da Coreia. O presidente Lee Myung-Bak conseguiu continuar no mandato mesmo após os protestos. Ele foi preso em 2018, porém, acusado de corrupção. Sua sentença é de 15 anos.
- Cyber Hell na Netflix: Conheça o 'Caso Nth Room', crime sexual que chocou a Coreia do Sul
Novo documentário da Netflix, Cyber Hell: Exposing an Internet Horror, revela organização criminosa no Telegram, que envolvia pornografia infantil e chantagem (Reprodução/Google) Mais uma vez, a Netflix está trazendo histórias reais para os holofotes, em produções como O Golpista do Tinder e O Assassino da Capa de Chuva: Caça ao Serial Killer. Dessa vez, uma nova produção sul-coreana revela o escândalo do Caso Nth Room, crime cibernético sexual que ganhou atenção da mídia em 2020. O documentário intitulado Cyber Hell: Exposing an Internet Horror chega ao catálogo do streaming em 18 de maio e traz um olhar para as vítimas expostas nos bate-papos eróticos no Telegram e investiga os mecanismos utilizados pelos criadores dos chats para chantagear mulheres vulneráveis. Para te ajudar a entender melhor o assunto abordado na produção "true crime" da Netflix, o Café Com Kimchi trouxe informações sobre o crime que chocou a Coreia do Sul em 2020. O que é o "Caso Nth Room”? (Reprodução/Netflix) O caso Nth Room refere-se a um enorme crime sexual que ocorreu no Telegram, entre 2018 e 2020, e vitimou dezenas de mulheres, muitas delas menores de idade, ainda no ensino médio. Mais de 260 mil pessoas pagavam para acessar as salas de bate-papo, criadas pelos criminosos Cho Joo Bin e Moon Hyung Wook, para assistir a vídeos em que mulheres eram estupradas e filmadas sem consentimento (prática conhecida como molka). Alguns arquivos compartilhados nas salas eram de mulheres que tiveram seus celulares invadidos por hackers, chantageadas para enviar mais materiais íntimos para que seus dados pessoais não fossem vazados. Assim, iniciava-se um sistema de escravidão sexual por meio de coerção. Conhecido como o dono da sala, um usuário com o nome “Baksa”, que significa “Doutor”, vendia as imagens e vídeos de teor sexual nas salas de bate-papo, nas quais os usuários pagavam de 250.000 (cerca de 200 dólares) a 1,55 milhão de wons (equivalente a 1.200 dólares) pela taxa de entrada. Posteriormente, foi revelado que “Baksa” era Cho Joo Bin, de 26 anos, condenado a 45 anos de prisão e obrigado a usar uma tornozeleira eletrônica por cinco anos após sua libertação — além disso, também foi proibido de ser empregado em qualquer escola ou instalações de assistência social. Já o usuário “God God”, co-criador da sala, era Moon Hyung Wook, também com 26 anos, preso em maio de 2020 e indiciado por 12 acusações. Os promotores exigiram que ele pegasse prisão perpétua, mas acabou sendo condenado a 34 anos de prisão. Ao todo, a polícia investigou 3.500 suspeitos, mas só prendeu 245. Vulnerabilidade das vítimas (Reprodução/Netflix) Entre as vítimas do Nth Room, 76 foram chantageadas a alimentar os conteúdos das salas de bate-papo, sendo 16 delas menores de idade — e a mais nova tinha nove anos. Um dos pontos em comum entre elas era a vulnerabilidade financeira, que fazia com que os hackers se aproveitassem para roubar seus dados e chantageá-las. Em uma entrevista à CBS Radio, uma vítima anônima compartilhou estar procurando desesperadamente por um emprego enquanto estava no ensino médio, quando foi abordada por um usuário online. A ela foi oferecido um emprego de meio período de 4 milhões de won (3.200 dólares) por mês, além de um telefone gratuito e pagamento antecipado. Depois de fornecer suas informações pessoais e número do banco ao seu novo empregador, o usuário começou a pedir conteúdos explícitos, como vídeos rasgando o próprio uniforme escolar e se masturbando, ameaçada de ter seus dados expostos caso se negasse. Outros casos envolviam automutilação e introdução de objetos dentro do corpo e, em situações mais extremas, os homens com maior poder aquisitivo (membros das “salas superiores”) pediam para estuprá-las. Apesar da prisão dos envolvidos, a maioria das vítimas ainda não se sente segura em relatar o que viveram. Celebridades envolvidas no Nth Room As salas superiores eram compostas por pessoas com muito dinheiro, como CEO’s de empresas, atletas, professores, atores de televisão e até mesmo cantores de K-pop. Os dados dos membros pagantes não foram divulgados porque os homens com maior poder aquisitivo (cerca de 10 mil integrantes da sala) pagavam com criptomoedas. Apesar de serem difíceis de rastrear, o governo pode conseguir os dados dessas pessoas — por algum motivo, ainda não foram revelados. Por outro lado, celebridades femininas também estavam envolvidas, mas na condição de vítimas. Um dos donos do Nth Room, Cho Joo Bin, confessou ter oferecido dinheiro para que staffs da equipe de atrizes e cantoras como Shin Sekyung e Bomi, do girlgroup Apink, as filmassem ilegalmente e compartilhasse as imagens nas salas do Telegram. O criminoso também tinha como alvos algumas trainees de empresas de entretenimento. Para trazer visibilidade às petições que exigiam a punição dos criminosos da Nth Room, alguns idols entraram em ação e compartilharam em seus perfis, pedindo que os fãs assinassem e garantissem a prisão dos responsáveis pelos crimes sexuais. Entre os artistas que ajudaram a divulgar o caso, estão Baekhyun e Chanyeol do EXO, elogiados por usarem sua influência em um assunto tão importante. Na época, mais de 2,7 milhões de pessoas assinaram uma petição para a Casa Azul, exigindo que a identidade dos criminosos da Nth Room fosse revelada ao público. Confira o trailer do documentário Cyber Hell: Exposing an Internet Horror:
- K-Pop em maio de 2022: Confira o calendário com os lançamentos do mês
Além do aguardado debut do LE SSERAFIM, maio traz o retorno do WOODZ e novidades dos grupos TXT e Seventeen (Divulgação/ Stone Ent. /HYBE) Abril foi um mês agitado para os fãs do pop sul-coreano, tendo como alguns destaques o retorno aos palcos do SUHO e o aniversário de 10 anos do EXO, o novo álbum do PSY e, claro, a presença ilustre do BTS no Grammy Awards! Mas se o mês passado foi intenso, com come backs também do Dreamcatcher, MONSTA X e IVE, se prepare — maio terá novamente uma agenda cheia pela frente! Um dos atos mais esperados do mês já até foi lançado. O LE SSERAFIM, novo girlgroup da da HYBE Labels fez seu tão aguardado debut na manhã desta segunda-feira (02) com o mini álbum FEARLESS. A estreia do novo grupo feminino foi muito celebrada entre os fãs, e o videoclipe da faixa titular do álbum (também chamada FEARLESS) acumula quase nove milhões de views no YouTube em pouco mais de 12 horas. Sucesso! E tem mais novidade de grupo feminino, sim! As meninas do NMIXX lançaram, também nesta segunda-feira, uma OST para a série de animação infantil Gabby's Dollhouse, uma produção da Netflix. Com uma estética bem diferente do que vimos no debut do grupo, a música intitulada Hello Gabby ganhou ainda um MV super divertido e colorido. Confira a produção abaixo. Agora, vamos falar do que ainda vem por aí em maio? Confira após a publicidade. iKON - 03/05 O iKON tem come back marcado para a primeira semana de maio com o 4º mini álbum intitulado FLASHBACK. Será o primeiro trabalho do grupo em mais de um ano, desde o lançamento do single digital Why Why Why, Dá para entender a ansiedade dos fãs, né? O MV de BUT YOU, title no novo projeto, também será divulgado no dia 03/05. Confira o teaser. WOODZ - 04/05 O WOODZ, que tem uma história curiosa com o Brasil, também apresenta um novo projeto no comecinho do mês. O solista retorna às atividades com COLORFUL TRAUMA, seu mini álbum de número quatro. O teaser para I Hate You, a faixa título do lançamento, já está disponível nas redes e no YouTube do cantor. Já conferiu? TXT - 09/05 Os meninos do Tomorrow X Together voltam aos palcos para promover o álbum minisode 2: Thursday’s Child. É o quarto mini álbum do grupo e terá 5 faixas, entre as quais a título, chamada Good Boy Gone Bad. As informações para o come back foram divulgadas ao mesmo tempo que o TXT anunciou uma turnê mundial, que começa em julho. Torcendo desde já para o Brasil entrar na lista de cidades! SEVENTEEN - 27/05 O grupo da Pledis Entertainment lançou há pouco tempo o single Darl+ing, e agora está na contagem regressiva para o 4º álbum: Face The Sun. Todos os treze integrantes estão ganhando teasers individuais para promover o come back previsto para o final do mês. As últimas atividades do SEVENTEEN incluem a exibição de um filme especial com a trajetória do grupo. Veja a lista completa de lançamentos em maio após a publicidade. LE SSERAFIM - 02/05 NMIXX - 02/05 (OST) iKON - 03/05 RYEOWOOK (Super Junior) - 03/05 ALICE (ex Elris) - 03/05 Gaeko x Sumi - 03/05 ENHYPEN - 03/05 WOODZ - 04/05 TXT - 09/05 Golden Child - 11/05 (single japonês) B.I - 13/05 WOOSUNG (The Rose) - 13/05 ASTRO - 16/05 HYO (Girls Generation) - 16/05 ONEUS - 17/05 AB6IX - 18/05 Kang Daniel - 24/05 ATEEZ - 25/05 (álbum japonês) SEVENTEEN - 27/05 THE BOYZ - 27/05 (álbum japonês) Para qual desses lançamentos você está mais ansioso? Conta pra gente no Insta e Twitter do Café!
- Esse hit é de quem? Conheça os produtores musicais de K-pop
Nos bastidores, mas muito presentes; entenda mais sobre quem está por trás de icônicas músicas do gênero (Reprodução / Brave Entertainment / SM Entertainment) Se a música tem o Timbaland, você já sabe que vai ser um sucesso. O “Mike Will made it” no início não esconde que aquela faixa será tocada em todas as festas. Trocadilhos legais como “Murda on the beat, so it's not nice” atraem o ouvinte de primeira, e qualquer um conhece pelo menos uma produção do Max Martin. Os produtores musicais são extremamente importantes para qualquer artista. São eles que elaboram o produto principal do lançamento — não é o clipe, a coreografia, o conceito; é a música. Podendo utilizar samples para criar uma sensação de familiaridade com a faixa ou alterando acordes e letras para amadurecer os intérpretes, os produtores estão presentes desde o início até o final. Sua participação é muito importante para a construção de uma identidade para o artista, sendo comum que existam casos de equipes que assinam com os mesmos grupos e solistas por muito tempo. O K-pop leva esse conceito à próxima potência. Sendo uma indústria que inova a todo momento, trazendo aspectos diferentes e pioneiros para os grupos, é interessante que, pelo menos em uma questão, ela seja igual às outras. Pensando nisso, o Café Com Kimchi trouxe um compilado de alguns dos produtores musicais mais famosos do K-pop para você conhecer! Sweetune Formado pelos colegas Han Jae Ho e Kim Seung Soo, o Sweetune começou seu trabalho em 2002. Desde o início da carreira eles desenvolveram um som muito característico, puxando inspiração da década de 80 e trazendo muito synth para as produções, investindo em refrões explosivos e melódicos. Eles são responsáveis pela discografia de grupos como Infinite, Kara, Nine Muses e BOYFRIEND. Com pouco tempo ouvindo, você conseguirá identificar rapidamente uma produção Sweetune. Shinsadong Tiger Lee Ho Yang, após participar de audições para a SM Entertainment e YG Entertainment e ser rejeitado, deu início a sua carreira como produtor. Fundou sua própria empresa, a AB Entertainment, e debutou o grupo EXID nela, sendo responsável pelo som único do girlgroup. O estilo do Shinsadong Tiger é bem simples: músicas que grudam na sua cabeça. Os refrões repetitivos e o toque de eletrônico/EDM nas produções vão te deixar cantando os maiores sucessos do BEAST, 4Minute e T-ARA o dia todo. Teddy Park Se é da YG Entertainment, muito provavelmente é do Teddy Park. Trabalhando exclusivamente com a empresa há quase vinte anos, o produtor fundou seu império misturando o hip-hop dos anos 1990 e influências do R&B ao pop mais moderno dos anos atuais. Apesar dos hits para grupos como BIG BANG e 2NE1 seguirem a fórmula conhecida de faixas energéticas, animadas e com refrões de anti-drop, ele já produziu canções mais melodiosas, se mostrando um profissional versátil e que combina perfeitamente com a imagem da YG. Leia também: Pachinko e Snowdrop: A representação da história coreana provoca rejeição do público nativo do país? MonoTree Composta por membros dissidentes do Sweetune, é claro que essa equipe de produção não teria um estilo muito diferente. A MonoTree foi formada em 2014 e, desde então, tem trilhado um exímio caminho para se destacar no cenário de produção. Assim como a antiga equipe fazia, as produções sob a MonoTree têm a característica oitentista, mas de uma forma muito mais suave, preferindo um BPM menor e mais fáceis de se acompanhar. Produziram grande parte da discografia do Stellar, A.C.E e os solos do LOONA, mas costumam aparecer em b-sides de outros grupos, como My Answer e Stronger, do EXO, e Hear the Sea, do Red Velvet. LDN Noise A SM Entertainment tem o costume de trazer suas produções musicais de produtores fora do nicho asiático, e o LDN Noise combinou perfeitamente com essa proposta. Sendo uma dupla formada por Greg Bonnick e DJ Hayden Chapman, eles já trabalharam com artistas fora do K-pop, mas começaram a criar sua identidade quando entraram nessa indústria. Apesar de trabalharem majoritariamente com artistas da SM, já trabalharam em b-sides de grupos de outras empresas. O som LDN Noise é marcado pela forte presença de subgêneros do house e retro funk. No canal do YouTube da dupla, é possível ver vídeos sobre o processo de produção de algumas músicas. JYP Um dos tag names mais fáceis de identificar da indústria, o sussurrado “JYP” no início das músicas já indica que ela será um hit. As faixas produzidas pelo fundador de uma das empresas da Big 3 são icônicas e são acompanhadas por um modelo bem específico de canto: metade voz, metade ar. As melodias são mais suaves e fáceis de identificar quais instrumentos estão sendo utilizados, proporcionando um aspecto clean às produções. Geralmente, as canções produzidas pelo Park Jin Young vão para os artistas da própria empresa, mas ele já produziu para outros, como Very Very Very do I.O.I. e.one Um pouco mais desconhecidos no mainstream, já que geralmente as produções são de b-sides, o e.one tem um catálogo muito rico, investindo no som eletrônico e batidas fortes. Os refrões são pegajosos e memoráveis, às vezes distinguindo do house para focar no jazz e na melodia, como em Say Something, do TWICE, e Secret, do Cosmic Girls. Produziram muitas faixas para o IZ*ONE e continuaram com o KEP1ER, produzindo uma b-side do álbum de debut, MVSK, que envelopa perfeitamente o som característico do time. E-Tribe Gee, gee, gee, gee, baby, baby… Responsáveis por possivelmente o maior sucesso do K-pop, a dupla E-Tribe não poderia ficar de fora dessa lista. Eles possuem uma grande influência no som do gênero, tendo iniciado a carreira em 2006, e são conhecidos pelas músicas que grudam na primeira ouvida. Já produziram enormes sucessos como U Go Girl, da Lee Hyori, e Oh!, do Girls' Generation. Apesar de não possuirem uma extensa discografia, aquelas que receberam o toque da dupla com certeza saíram em vantagem. Leia também: Quem fez primeiro? Conheça as tendências no K-pop e os grupos que as criaram Black Eyed Pilseung Mais novos no K-pop, começando em 2014, a dupla Black Eyed Pilseung, comumente abreviados como BEP, se tornaram conhecidos por trabalharem com artistas da JYP Entertainment. Recentemente, os produtores se tornaram responsáveis pelo STAYC, girlgroup debutado pela empresa deles, e o som característico das produções está contido nelas. Canções animadas como So Bad e viciantes como ASAP são a melhor forma de definir o estilo do Black Eyed Pilseung: diverso, mas sempre repleto de melodia e grandes momentos. Também produziram Touch My Body, do Sistar, e If You Do, do GOT7. Brave Brothers Bravesound, drop it! Que atire a primeira pedra quem nunca ouviu esse tag name numa música de K-pop. Talvez um dos produtores mais icônicos do gênero, Kang Dong Chul, que assina como Brave Brothers ou Bravesound, fez seu nome na indústria musical por ser um profissional com um estilo distinto entre todos os outros — refrões grandiosos ou midtempos sensuais. Fizeram grande parte da discografia do AOA, produzindo clássicos como Miniskirt e Heart Attack, e também deram Something para o Girl's Day e Rollin' para o Brave Girls, grupo da própria empresa. Quase todos os grandes atos do K-pop já deram a sorte de trabalhar com o produtor, e todos eles são muito sortudos. E aí, seu grupo favorito tem uma canção produzida por algum desses? 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