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  • Além de A Caminho do Céu, conheça outros doramas e filmes estrelados por Lee Je Hoon

    Confira alguns trabalhos do ator que interpretou Sang Gu, protagonista no drama Move To Heaven disponível na Netflix (Reprodução / Netflix) Com mais de 30 produções audiovisuais no currículo e mais de 14 anos de carreira, é inegável o quão excepcional é o trabalho de Lee Je Hoon dentro da indústria cinematográfica coreana. O ator desde o início de sua carreira teve destaque em seu trabalho, já que em seu primeiro papel como protagonista em 2011 no filme Bleak Night ganhou o prêmio de Best Newcomer no Blue Dragon Awards, a maior premiação coreana da indústria cinematográfica. Um Fun Fact é que ele ganhou contra ele próprio nesta categoria, e foi indicado também pelo papel no filme The Front Line no mesmo ano. Conhecido por começar sua carreira com filmes indie, Je Hoon ganhou cada vez mais reconhecimento na indústria com diversos papéis em filmes comerciais e doramas que tiveram grande audiência. E neste último ano de 2021, pudemos presenciar um alavanque na carreira do ator que segue em alta demanda, sendo mais e mais requisitado pelas grandes empresas audiovisuais do país. Confira também: Calendário de maio de 2022: Confira as produções coreanas que chegam ao streaming este mês Com o dorama disponível na Netflix A Caminho do Céu, o ator ganhou destaque tanto na Coreia do Sul quanto internacionalmente ao interpretar o papel do protagonista Sang Gu ao lado de Tang Jung Sang, que interpreta Han Geu Ru. O K-Drama conta a história de Han Geu Ru, um jovem com Síndrome de Asperger – síndrome dentro do espectro autista – que perde seu pai precocemente fazendo com que seu tio, Sang Gu, que recentemente saiu da prisão. Sang Gu então fica responsável legalmente pelo garoto assim como da empresa em que ele e o pai geriam, a Move To Heaven. A história gira em torno da relação dos dois, na humanização da morte e também na relação das pessoas com o autismo. (Reprodução / Netflix) O dorama ganhou muita visibilidade pelo enredo e também pela atuação dos protagonistas que, de forma impecável, demonstraram a realidade, emocionando e tocando o coração dos telespectadores da obra. Por conta desse destaque de Je Hoon na produção, o Café com Kimchi decidiu selecionar alguns dos principais filmes e doramas que têm a participação do ator no elenco. Confira a lista abaixo! Taxi Driver (2021) Em Taxi Driver, Lee Je Hoon é o protagonista Do-Ki que foi um oficial das forças armadas. Sua mãe é assassinada por um serial killer e ele sofre muito com isso. Até que ele recebe a proposta de Jang Sung-Chul para trabalhar em sua empresa, a Rainbow Taxi que, na verdade, não é uma empresa convencional de serviço de transporte, mas um grupo de mercenários que busca vingança para quem não foi protegido pelas leis. No entanto, ao serem investigados pela promotora Kang Ha-Na as coisas ficam mais emocionantes. Ha-Na ao mesmo tempo que está furiosa com os crimes cometidos pela Rainbow Taxi, fica completamente perplexa com a capacidade que eles têm de resolverem coisas que a lei não resolve. O drama é baseado no webtoon The Deluxe Taxi e apresenta a busca de Do-Ki pelo verdadeiro significado de justiça. Tomorrow With You (2017) Neste dorama de romance, Je Hoon vive o protagonista Yoo So Joon, um CEO de uma empresa imobiliária super bem-sucedida. So Joon simplesmente tem a capacidade de viajar no tempo quando pega o metrô. Indo e voltando no tempo, ele vê seu eu futuro vivendo uma vida de muito sofrimento e desgraça e se desespera. Assim, ele começa a procurar formas para tentar mudar esse seu futuro trágico. Nesse vai e vem, So Joon decide então se casar com Song Ma Rin para tentar compensar seu futuro já fadado. Sua futura esposa, é uma fotógrafa muito alegre e que leva a vida de forma leve. Com o passar do tempo, So Joon aprende a amar Ma Rin e ao longo do dorama os acontecimentos facilmente os surpreendem. Leia também: Choro livre: 6 doramas para desidratar de chorar na Netflix Signal (2016) Em Signal, Je Hoon faz o papel de Park Hae Yeong que é um policial que estuda sobre comportamento de criminosos com o objetivo de identificar o perfil criminal destes. Mesmo sendo um policial, ele não confia em seus parceiros de profissão principalmente pelas suas experiências quando criança. Quando era estudante do ensino fundamental, há quinze anos, Hae Yeong presenciou o sequestro de uma jovem a caminho de casa e que foi encontrada morta dias depois. Na época, os policiais não conseguiram encontrar o assassino e, por isso, Hae Yeong começou a desconfiar que estavam envolvidos no crime. Em um ponto chave do drama, Hae Yeong encontra um walkie-talkie e se comunica com um homem. Ele descobre então, que este homem é Jae-Han, detetive que está investigando o caso da garota que Hae Yeong viu ser sequestrada há quinze anos. A questão é que Jae-Han é do ano 2000, não de 2015. Então, Hae Yeong começa a se comunicar com o policial do passado para juntos resolverem o intrigante caso. I Can Speak (2017) No filme, Je Hoon faz o personagem Min Jae, que é um estagiário do serviço público que forma amizade com Ok-Bun, interpretada por Na Moon Hee, uma senhora idosa que constantemente se queixa das coisas que acontecem ao seu redor no gabinete local onde Min Jae trabalha. Eles tornam-se amigos pois Ok-Bun vê Min Jae falar fluentemente em inglês e pede para que ele o ensine, já que ela quer muito aprender a língua. Então ele começa a ensiná-la e, enquanto estudam juntos, Min Jae descobre o passado doloroso que Ok-Bun viveu durante a Segunda Guerra Mundial. O filme é baseado na história real de mulheres coreanas que testemunharam perante a Câmara dos Representantes dos EUA em 2007, para a aprovação da Resolução da Câmara nº 121 que afirma que o Japão deveria formalmente reconhecer e se desculpar pela coerção de jovens que foram sexualmente escravizadas durante os tempos coloniais e na Segunda Guerra Mundial. O nome do filme "I Can Speak" – “eu posso falar” em português – não mostra apenas a capacidade de Ok-Bun de aprender o inglês, mas também simboliza a coragem e a força das vítimas da escravidão sexual de levantarem suas vozes para se defenderem. Leia também: Por que Business Proposal é tão bom? Confira 5 acertos do dorama que chegou à Netflix em abril Collectors (2020) Na comédia Collectors, Je Hoon é o personagem Kang Dong-Goo, um especialista em furtos de tumbas. O filme mostra a aventura de um grupo de ladrões experts nestes roubos que estão tentando obter tesouros preciosos como estátuas de ouro e bronze de Buddha em templos antigos e murais da tumba de Goguryeo. Então, Dong-Goo recebe uma oferta tentadora de um curador de arte e antiguidades, Yoon (Shin Hye Sun) para ir atrás de alguns objetos antigos com valor histórico alto. Completamente instigado pela missão ousada, ele elabora um plano minucioso para roubar as tumbas do período Goguryeo na China. Logo depois, ele se vê sondando a espada real de Yi Song-Gye, escondida em uma tumba do período Joseon, localizada no meio da capital sul-coreana, em Gangnam. O humor inicia quando Dong-Goo se junta ao Dr. Johns (Jo Woo Jin), especialista em murais de tumbas, e ao lendário escavador de túneis, Sabdari (Im Won Hee), para roubarem as relíquias e cada um tenta enganar o outro para ficar com os tesouros para si. Dessa forma, enquanto eles vão tentando passar a perna nos colegas de crime, usando de truques e peripécias, eles conseguem fazer quem assiste ao longa se divertir. Time to Hunt (2020) Situado em uma distópica Coreia do Sul, após uma forte crise financeira, Time to Hunt é um filme que mostra a vida de quatro jovens ladrões que decidem roubar um cassino subterrâneo. Lee Je Hoon estrela a produção como Jun-Seok, um jovem recém libertado da prisão, que planeja este roubo do cassino com o objetivo de melhorar a sua vida e a de seus familiares e amigos. Porém a expectativa de uma vida diferente é quebrada ao encontrarem um assassino impiedoso que começa a perseguir o grupo a fim de tirar suas vidas. Time to Hunt não é um simples filme de ação onde grande parte da emoção do enredo vem de sua habilidosa cinematografia e edição de som que criam uma atmosfera de tensão e suspense. O mundo apocalíptico que o filme apresenta reflete a sociedade coreana, trazendo uma crítica social ao que os jovens sul-coreanos vivenciam no país em que trabalhadores têm salários baixíssimos e condições de trabalho péssimas, embora vivam numa economia emergente. Assim como no filme Parasite (2019), em Time to Hunt, os amigos de Jun-Seok se veem incapazes de escapar da pobreza, por isso recorrem a medidas não tão boas para tentar melhorar suas vidas e acabam se encontrando em uma encruzilhada. Veja também: Quer assistir só doramas e filmes coreanos? Confira os códigos da Netflix para encontrar no catálogo

  • In The Soop Friendcation: Conheça a carreira de cada integrante do Wooga Squad

    A amizade que começou nos bastidores do dorama Hwarang é a grande protagonista de nova série do Disney+, que acompanha uma viagem do grupo (Reprodução / Park Seo-joon ) Que na indústria do entretenimento coreano a maioria dos famosos são amigos e interagem direto uns com os outros todo mundo sabe. E nesse ano, um dos grupos de amigos mais famosos do mundinho do k-drama, o Wooga Squad, está lançando semanalmente episódios de sua nova série com a JTBC e Disney+, o In The Soop: Friendcation. A nova série acompanha uma viagem de quatro dias com os cinco membros, em uma mansão no meio da floresta, todinha para eles. O primeiro episódio foi ao ar em 22 de julho, mas infelizmente o programa ainda não está disponível aqui no Brasil. A amizade de milhões começou nos bastidores do dorama Hwarang, que já está disponível na Netflix, inicialmente com os atores Park Hyung-sik, Park Seo-joon e V, membro do BTS, que atuaram juntos na mesma novela coreana. Com o tempo, foram chegando novos membros, o produtor Peakboy e o, também ator, Choi Woo-shik. Pensando no grande talento do grupo e também no lançamento dos episódios, trouxemos um resuminho da carreira de cada integrante do Wooga Squad para vocês conhecerem melhor o grupo e já entrarem no clima para quando o programa chegar no país. Leia também: Mais que amigos, friends: Conheça as amizades mais poderosas do K-pop Park Hyung-sik (Reprodução / JtBC) Você sabia que ele já foi um idol? Pois ele foi! Park Hyung-sik debutou no grupo ZE:A, sob o selo da Star Empire Entertainment, em 2010. O grupo entrou em um hiatus em 2017, e os membros disseram que não era um disband, e que o grupo poderia voltar algum dia caso fosse o momento certo. Já no ramo da atuação, Hyung-sik começou com pequenos papéis ainda em 2010, mas só ganhou reconhecimento em 2013 com seu personagem Jo Myung-soo em The Heirs. Depois disso, várias oportunidades surgiram pro ator, que atuou em vários doramas e até filmes, como High Society (2014) e Jurado 8 (2019). Park Hyung-sik fez uma pausa na carreira para se alistar no exército sendo dispensado no início de 2021, e já voltou a participar de algumas produções, como Happiness, da TvN. Leia também: Happiness aborda temáticas desgastadas mas não deixa de ser envolvente Park Seo-joon (Reprodução / TvN) Park Seo-joon é uma carinha bastante conhecida pelos dorameiros de plantão. Sua primeira aparição no audiovisual foi em um videoclipe de Bang Yong-guk, I Remember, em 2011. Ainda em 2011, fez sua estreia como ator, no filme Perfect Game, e no ano seguinte começou no mundo dos doramas em Dream High 2. Seo-joon tem uma carreira recheada de sucessos, como O Que Houve com a Secretária Kim?, que é por onde a maioria dos dorameiros começa, Itaewon Class, uma série original da Netflix que fez muito sucesso quando lançou, e Hwarang, onde os meninos se conheceram, e o filme Parasita, vencedor do Oscar de 2020. Tanto talento rendeu a ele prêmios como o de Melhor Ator Revelação em 2013 e de Prêmio de Nova Estrela em 2014. Além disso, já foi confirmado sua participação no novo filme da Capitã Marvel com lançamento previsto para 2023. Leia também: Universo Marvel: conheça os atores de ascendência asiática que atuaram nos filmes de super-heróis V do BTS ( Reprodução / HYBE Labels) O mais novo do grupo, Kim Taehyung, também tem uma bagagem profissional bem grande. Em 2013, com apenas 17 anos, ele debutou no BTS, com o nome artístico V, ao lado de Jin, RM, SUGA, J-Hope, Jimin e Jungkook. Ao longo desses 9 anos de carreira, o grupo lançou 295 músicas, sendo que Taehyung participou da produção de algumas delas, como por exemplo Boyz with Fun, Run e Stigma. Ele também lançou algumas músicas solo pelo soundcloud do grupo, com Sweet Night, que foi a OST de Itaewon Class, 4 o’clock, Winter Bear e Snow Flower, que foi produzida pelo Peakboy. No último álbum que o grupo lançou, foi lançada uma nova versão de Spring Day feita por V. A carreira dele como ator é mais curta, ele atuou apenas em Hwarang em 2016, embora não tenham faltado convites para outras participações. Peakboy (Reprodução / Peakboy) Peakboy é produtor musical desde 2012 e lançou seu primeiro single em 2017, que foi Gin & Tonic e seu primeiro álbum no ano seguinte. Seu sonho de criança era se tornar cantor, e para isso ele assinou com uma empresa e treinou para ser idol - já que tinha uma meta de debutar até os 22 anos. Com o passar do tempo ele desistiu, e só ficou na produção de músicas, e foi servir ao exército coreano. Em 2016 foi dispensado e resolveu correr atrás do seu sonho de novo, e em 2017 finalmente debutou sob o selo da Neuron Music. Ele lançou dois álbuns em 2019 e mais um em 2020, totalizando quatro álbuns na carreira, com uma média de cinco músicas por álbum. Choi Woo-shik (Reprodução / SBS) Choi Woo-shik completa a equipe de atores do grupo. Quando era mais novo, ele e sua família se mudaram para o Canadá, onde passou sua adolescência, até que decidiu que voltaria para a Coreia para ingressar na carreira de ator. Em 2011 debutou no dorama de época The Duo, e fez seu primeiro curta-metragem no mesmo ano, o “Etude, Solo”. Ele também participou de Parasita, junto com Seo-joon, Trem para Busan (2016), Okja (2017) e muitos outros títulos. Quem é o seu preferido do squad? Conta para o Café!

  • Casais em Crise: Conheça 5 reality-shows parecidos para maratonar

    O famoso programa de namoro conquistou o público e para quem gostou dessa proposta vale conferir produções similares tão boas quanto (Reprodução) Imagine estar em um relacionamento problemático e ter a oportunidade de viajar para uma ilha e conhecer novas pessoas para então decidir se continua o namoro ou recomeçar com outro alguém. Essa é a dinâmica de Casais em Crise, o reality sul coreano da Netflix que ganhou um grande público desde o lançamento de sua segunda temporada este ano. Nessa segunda parte do programa, 4 casais passam 12 dias juntos na famosa ilha de Jeju e cada episódio traz novidades e discussões que nos prendem ao caminhar do reality. De torcer para que um novo casal surja até se sentir mal após uma briga entre a dupla que gostamos, esse reality é puro entretenimento pra quem gosta de um bom reality de namoro. Se você está curtindo Casais em Crise com certeza vai gostar desses programas que seguem uma dinâmica parecida. Vem ver a lista que o Café com Kimchi separou! EXchange Este programa da emissora coreana TVing reúne quatro casais separados em uma casa em que no início não podem revelar aos outros quem são seus respectivos ex-companheiros. Enquanto fingem não conhecer seu ex-namorado e ex-namorada, seus batimentos cardíacos são monitorados, mostrando a tensão que os integrantes da casa estão passando, o que deixa tudo ainda mais interessante. Um detalhe importante é que nem mesmo o público sabe quem são os casais separados, tornando também um desafio para quem assiste descobrir. Enquanto interagem entre si, não se sabe se estão falando com um ex ou com uma pessoa que os interessa romanticamente. Se você curtiu De Férias Com o Ex, com certeza vai gostar desse reality! Single's Inferno O famoso reality show de namoro da Netflix em parceria com a JTBC não poderia ficar de fora né?! Dez homens e dez mulheres são levados a uma ilha deserta, onde se conhecem pela primeira vez, desenvolvendo relações entre si e tendo a oportunidade de sair do programa em um par romântico. Em Solteiros, Ilhados e Desesperados, nome brasileiro, a emoção é constante pois pode surgir um casal a qualquer momento e talvez aquela dupla que você achava que tinha uma química pode não terminar junta. O programa fez muito sucesso na Coreia do Sul e fora dela pelo elenco ser repleto de jovem adultos muito bonitos e dispostos a começar um relacionamento enquanto se conhecem. Heart Signal Este programa lançado em 2017 reúne 8 participantes, 4 mulheres e 4 homens em uma casa para conviverem juntos e se conhecerem melhor durante um mês. Assim como em Casais em Crise há muitos encontros entre os participantes, momento em que podem conversar fora do convívio com os outros participantes e talvez desenvolver sentimentos por alguém. Apesar de poderem desenvolver sentimentos uns pelos outros eles não podem demonstrar suas intenções diretamente e é aí que fica ainda mais interessante. Caso se interessem por alguém, eles devem escrever uma mensagem de forma anônima para a pessoa. Disponível na Disney Plus e no Viki o programa contém 3 temporadas, então pode aproveitar e maratonar a vontade. Leia também: 'In The Soop Friendcation: Tudo sobre o reality show com o Wooga Squad no Disney Plus.' I Am Solo Esse reality de 2021 conta com 12 participantes, 6 mulheres e 6 homens que estão em busca de um relacionamento duradouro e desejam casar. Com uma proposta similar a Casamento às Cegas, mas sem o mistério de não ver a pessoa e apenas conhecê-la pela voz em primeiro momento, os integrantes não utilizam seus nomes verdadeiros e só os revelam ao final do programa caso encontre seu parceiro. Eles são levados até o Solo World, lugar onde os participantes que convivem juntos passam a se conhecer melhor e quem sabe encontrar o parceiro que tanto procuram. A emoção de ver possíveis casais se formando torna o programa um ótimo entretenimento para quem gostou dessa temática, então se quiser assistir é só conferir pelo Kocowa. Love Catcher Você prefere ganhar uma grande quantia de dinheiro ou encontrar seu verdadeiro amor? É basicamente essa decisão que os integrantes desse reality tem que fazer. Dez participantes são divididos em dois grupos: os que querem ganhar dinheiro no programa e os que querem encontrar um parceiro. Separados assim então, eles são os love catchers e os money catchers, os que buscam amor devem fugir dos que estão interessados no prêmio de 50 milhões de won e os que buscam dinheiro só poderão levar o prêmio se escolherem um par romântico que está no programa em busca de um relacionamento. Outra regra interessante do programa é que caso duas pessoas interessadas no dinheiro se juntem, ambos são automaticamente eliminados. Essa dinâmica se passa no período de um mês onde todas as relações feitas são questionadas e duvidosas, sendo preciso ter cuidado com quem jura amor, mas na verdade só quer sair milionário. Leia também: Casais em Crise: Quais são os melhores casais do reality-show coreano na Netflix? E os piores?

  • Casais em Crise: Conheça o reality-show coreano que está fazendo sucesso na Netflix

    Crises de relacionamento em meio a uma ilha paradisíaca? Saiba tudo sobre o reality da Netflix que está dando o que falar (Reprodução/Netflix) Depois de doramas como o premiado Round 6 e o apocalíptico All of Us are Dead, a Netflix tem conseguido furar a bolha dos dorameiros que acompanham o streaming e atingir públicos cada vez mais diferentes. A "Onda Coreana" ou Hallyu tem marcado presença na plataforma, arrastando audiência também para um novo formato: o reality show. Um bom exemplo disso é o reality Casais em Crise, o mais novo sucesso da Netflix. O programa tem se mantido em alta no streaming, junto a outros títulos renomados como Uma Advogada Extraordinária (Extraordinary Attorney Woo) e Alquimia das Almas (Alchemy of Souls). Descubra mais sobre o show após a publicidade. Ao final do post você vai querer correr para assistir! Como funciona o reality? "Casais em Crise" está atualmente lançando sua 2ª temporada na Netflix. A dinâmica do show é a seguinte: 4 casais que estão passando por problemas no relacionamento viajam para uma ilha. Em um primeiro momento, imaginamos que eles vão para lá fazer muita terapia e resgatar o amor entre eles. Mas, não é bem assim… Mesmo comprometidas, as pessoas são livres para irem em a dates com pessoas de outros casais. No final, capa participante decide se quer optar por ficar solteiros, com o casal original ou com a outra pessoa que conheceu nos encontros. Inusitado, não é? Atualmente o show está na 2ª temporada e toda quinta sai um episódio novo. Corre para maratonar que no dia 11 de agosto sai o episódio final! Leia também: Casais em Crise: Quais são os melhores casais do reality-show coreano na Netflix? E os piores? Fofoca saudável A parte mais legal do reality é acompanhar as discussões dos casais e julgar as decisões e atitudes que cada um toma — sem contar a torcida para o nosso casal preferido dar certo! Mas o Café alerta: como nem tudo é perfeito, pode ser frustrante se decepcionar com casais que tinham tudo para dar certo mas que acabam separados. Apesar disso, o reality consegue ser emocionante, e é super fofo ver os casais em encontro e interações cheias de química. Ao mesmo tempo, é impossível fugir de sentir um pouco de vergonha alheia em determinados momentos. Se você já sentia vergonha alheia em alguns doramas, prepare-se para conhecer um novo nível de constrangimento! Leia também: O que é dorama? Entenda o significado da famosa palavra. Os casais têm muita química Um dos destaques de Casais em Crise é que quase não sentimos que os casais estão sendo artificiais ou seguindo algum roteiro. Pode até ser que estejam seguindo, mas o importante é que o sentimento de algo verdadeiro e real é passado para o público. Um dos pares favoritos da audiência é o formado por HyoGi e HuiHyeon. Fofos demais! (Reprodução/Netflix) Vale a pena assistir? É uma fonte de entretenimento muito boa, que deixa o público muito empolgado com diversos acontecimentos inusitados e é uma ótima desculpa para fofocar com os amigos que assistem. E quem não gosta de uma fofoca? Não seria exagero dizer que esse é um dos reality shows sul-coreanos mais legais e divertidos da Netflix. Pode assistir sem culpa que nós do Café só recomendamos coisa boa! Veja mais indicações no nosso Twitter e Instagram! Surte com a gente: BLACKPINK tem comeback marcado: O que as integrantes do grupo fizeram durante dois anos de hiatus?

  • Casais em Crise: Quais são os melhores casais do reality-show coreano na Netflix? E os piores?

    Seguindo o sucesso de Solteiros, Ilhados e Desesperados, o programa de namoro tenta salvar relacionamentos fadados ao término (Reprodução/Netflix) Os reality-shows coreanos estão com tudo! Depois do sucesso de Solteiros, Ilhados e Desesperados na Netflix, agora é a vez de Casais em Crise brilhar no catálogo do streaming. Com uma proposta ousada, o programa — atualmente na 2ª temporada — reúne quatro casais que estão prestes a se separar. Leia também — New World: Conheça 4 outros programas de variedades para você assistir e relaxar Nessa viagem de duas semanas, eles terão encontros com outras pessoas de dentro da casa (uma troca de casal), passando por situações românticas e, no fim do dia, discutem a relação com seus pares originais. Até o final do programa, precisam decidir se vão seguir com o relacionamento, se ficarão com a pessoa que conheceram no reality ou se vão embora sozinhos. Como bons apreciadores de Casais em Crise, o Café Com Kimchi fez um ranking com os melhores e piores casais do programa, incluindo os que já chegaram juntos e os que se formaram posteriormente em algum encontro armado pela equipe. Desde já fica o recado: está permitido discordar! Tanto que, no final dessa matéria, vamos deixar uma enquete para você votar no seu favorito! Do pior ao melhor casal que já estava formado Hyogi e Yunseul (Reprodução/Google) É difícil até achar uma boa foto dos dois juntos! Hyogi e Yunseul têm uma rachadura quase palpável no relacionamento e é só vê-los juntos, agindo como dois estranhos, que fica nítido o quanto precisam de um tempo. Eles mal conseguem olhar para o rosto do outro, não conversam, não se escutam, se expõem na frente dos outros como se fossem incapazes de lidar com seus problemas sozinhos. Quando tentam conversar, as mágoas tomam conta da situação e os ânimos se abalam, resultando em gritos e choradeira. O futuro não parece muito promissor para este relacionamento! Hyeyeon e Taewan (Reprodução/Netflix) Tanto Hyeyeon quanto Taewan são lindos, engraçados e conquistam facilmente o afeto de quem se aproxima. Mas, quando se trata um do outro, são frios e não conseguem manter um diálogo pacífico. Enquanto Taewan reclama de não receber atenção da namorada, Hyeyeon parece interessada em qualquer pessoa que não seja ele. Individualmente, são ótimos parceiros, mas não funcionam tão bem como casal. Jiyu e Dohyeong (Reprodução/Netflix) Jiyu elevou o nível do que chamamos de “ghosting”: ao invés de apenas sumir, ela também mudou de telefone e de casa no dia seguinte em que brigaram seriamente. Levou três anos para que Dohyeong a encontrasse novamente e reatassem o namoro. Mas, incapaz de conversar sobre o ocorrido, o casal parou de comunicar um ao outro o que sentia. Eles não falam sobre eventuais incômodos com medo de brigar, mas que relação vai à frente sem diálogo? No entanto, Jiyu e Dohyeong também demonstram amor em pequenas atitudes. Aparentemente, é um dos casais com mais chances de continuar junto. Huihyeon e Jeonghun (Reprodução/Netflix) É difícil falar apropriadamente sobre o melhor casal em um programa em que eles estão lutando para não se desfazer (ou para terminar definitivamente). Mas, apesar disso, Huihyeon e Jeonghun são os que lidam mais sobriamente com os problemas da vida a dois. Eles dialogam sobre questões incômodas, demonstram gostar um do outro e tentam fazer dar certo até mesmo quando tudo indica que o fim da dupla está próximo. Afinal, ele está indo para o exército, enquanto ela não quer demorar a casar. Estão em fases muito diferentes da vida e o fator financeiro pesa muito na decisão de ficarem juntos. No entanto, é nítido o quanto se amam e preservam os sentimentos um do outro. Melhores casais temporários formados no programa Para início de conversa, isso não é spoiler, viu? Não sabemos quem ficará ou não junto ao final do programa — principalmente porque, na data da publicação deste artigo, o reality ainda não terminou de ser exibido na Netflix. Mas, além de ter carinho pela jornada dos casais que chegaram juntos, também tivemos momentos de apego com alguns encontros de alma que rolaram no programa. E aqui estão: Hyeyeon e Dohyeong (Reprodução/Netflix) Se é química que vocês querem, Hyeyeon e Dohyeong estão sempre prontos para entregar! A dupla tem como namorados originais o Taewan e a Jiyu e, embora o namoro da primeira esteja em nítidos pedaços jogados ao chão, o do segundo tem grandes chances de dar certo. Mas, isso não impediu que Hyeyeon e Dohyeong se conectassem. Juntos desde o primeiro episódio, a afinidade e semelhança entre eles fez crescer a torcida por um futuro (e possível) relacionamento entre eles. Huihyeon e Taewan (Reprodução/Google) Huihyeon queria alguém que a empolgasse, que fizesse seu coração bater mais rápido (palavras dela) — e encontrou essa pessoa em Taewan. O contrário também aconteceu: o rapaz descobriu que também podia receber afeto após tanto tempo em um relacionamento frio. A conexão aconteceu dentro da casa e, quando foram ao primeiro encontro juntos, a proximidade se tornou ainda maior. Sorriram do início ao fim e tiveram um dos melhores dates do programa. O Café Com Kimchi encoraja a democracia, então aqui não é apenas a nossa opinião que vale. Por isso, como prometido nos parágrafos iniciais, trouxemos uma enquete para você votar no melhor casal aqui listado. Caso não consiga acessar à votação, entre diretamente pelo site e procure por essa matéria!

  • Pachinko e Snowdrop: A representação da história coreana provoca rejeição do público nativo do país?

    Espectadores sul-coreanos são zelosos com a forma pela qual suas histórias são contadas em doramas; confira a entrevista abaixo e entenda! (Divulgação JTBC / Apple TV+) A essência dos doramas está em servir os mais diversos temas e ter a capacidade de agradar todos os públicos. Romance, ação e dramas hospitalares são bem recorrentes entre os gêneros, mas também não podemos deixar de lado as tramas históricas, aquelas que abordam o passado da Coreia do Sul e são significativas para demonstrar, através de produções que unem a ficção e o mundo real, como o país se tornou o que é hoje. Os doramas de época retratam bem o contexto histórico da antiga Coreia, mostrando através de ambientações, vestimentas, poder e hierarquias e, frequentemente, abordam como funcionava o país durante as dinastias, principalmente a Joseon, estado coreano fundado pelo rei Taejo Yi Seon Gye que perdurou de 1392 até 1897. Porém, algumas produções fogem da conjuntura onde o aspecto histórico é apenas o cenário da trama, e passa a ser o foco central da história. O que há em comum entre esses dois tipos de narrativa é o fato de que elas precisam ser tratadas com sensibilidade, pois são assuntos delicados aos olhos dos nativos sul-coreanos. Snowdrop se enquadra nessa categoria, a história estrelada por Jisoo do Blackpink e Jung Haein é baseada nos manuscritos de um homem que fugiu da Coreia do Norte. Im Suho é um espião norte-coreano que aparece ferido no dormitório de uma faculdade na Coreia do Sul. O rapaz recebe cuidados da Eun Yeongro, que o acoberta, e eles acabam engatando em um romance. A trama se passa em 1987, quando o país sul coreano estava protestando em busca de democracia. Tal enredo, mesmo antes de seu lançamento, teve repercussão negativa por parte dos coreanos, resultando na criação de petição organizada pela Casa Azul, assinada por 300 mil pessoas que solicitaram que o drama não fosse desenvolvido. O dorama foi acusado de gerar controvérsias sobre a história coreana, resultando na perda de inúmeras marcas que patrocinariam a produção. A emissora JTBC, que esteve por trás da produção, justificou que seria uma trama ficcional, apesar de se passar em uma época importante para as definições políticas do país. Leia também: D.P. Dog Day: O quão realista é o dorama? Ex-soldados coreanos têm opiniões divididas [ENTREVISTA] A atração sofreu alterações em seu roteiro, e a personagem de Jisoo teve seu nome alterado para não ser relacionada com a ativista pró-democracia Chun Youngcho e consequentemente gerar um conflito político entre os espectadores. De acordo com Kim Ji Yun, nativa do país e professora do curso de coreano da USP, a grande preocupação dos coreanos é que a história sofra distorções e gere interpretações incoerentes. Ela explica: A rejeição pelo público é sobre interpretação errada que acontece em algumas obras midiáticas, não pelo conteúdo do passado. E acho que as distorções dos fatos históricos em favor da narrativa da ficção são fortemente criticadas mesmo que o conteúdo seja fictício. Neste contexto, é possível enxergar o zelo do povo coreano sobre sua própria história, embora a reação para com o k-drama não seja algo tão incomum. Portanto, a professora e coordenadora do curso da USP de Língua e Literatura Coreana, Yun Jung Im Park, reafirma o motivo da insatisfação e nega que exista uma rejeição do conteúdo. “Boa parte das polêmicas em torno de conteúdos históricos vem de posições políticas controversas no que tange à interpretação do passado. Por exemplo, se uma novela retrata o movimento estudantil da década de 80, vai acabar pisando em ovos: uma parcela da população acredita que eles sofreram lavagem cerebral por parte dos espiões norte-coreanos, enquanto que há uma outra parcela que os têm como heróis que ajudaram a construir a democracia plena que vive a Coreia hoje”, ela conta. "O problema para os conteúdos históricos tem sido a ascensão Hallyu" Mesmo que haja uma preocupação acerca de como a história será contada, a coordenadora levanta um ponto relevante sobre a importância de k-dramas que entreguem conteúdos mais densos e realistas como Snowdrop. Yun Jung Im ressalta que espectadores comuns se tornam melhor informados através desses e, em paralelo, a Coreia do Sul tem a chance de mostrar, para um público maior, o cenário que o país viveu em decorrência das suas condições geopolíticas. Em contrapartida, a especialista considera que tais produções estejam passando por um esgotamento, trazendo ao público histórias que entregam apenas a estética, sem nada além disso relacionado ao contexto histórico. “O problema maior para os conteúdos históricos tem sido a ascensão da hallyu, pois, com a explosão da demanda internacional, os produtores passaram a pensar nas novelas com o foco na exportação”, afirma. Tendo em vista esse raciocínio, mesmo que sejam histórias de ficção, manter a essência genuína do passado do país é imprescindível. O drama Pousando No Amor, muito querido por fãs internacionais, também foi alvo de críticas. A produção foi acusada, pelo Partido de Liberdade Cristã, de romantizar o estado recluso e mostrar soldados norte-coreanos de forma pacífica. Além disso, a emissora tvN, responsável pela trama, foi notificada pelo partido de, supostamente, violar a Lei de Segurança Nacional e retratar que a Coreia do Norte é a principal oponente da Coreia do Sul. Ainda, o partido de extrema direita afirmou que a lei de segurança do país deixa nítido que não devem simpatizar com organizações que promovem o anti-governo. (Divulgação / tvN) Leia também: Atores de Pousando No Amor vão se casar; conheça mais 5 casais de doramas que namoraram na vida real Em resposta, o produtor do dorama, Lee Jung Hyo, defendeu a história: "Sabemos que algumas pessoas estão desconfortáveis com o nosso assunto, mas não abordamos uma Coreia do Norte tão autêntica em nosso dorama. O cenário predominante é baseado em fantasia e apenas alguns aspectos refletem um panorama norte-coreano". Apesar da tentativa de boicote, Pousando No Amor teve uma boa audiência. De acordo com a agência de audiência Nielsen Korea, o dorama teve seu maior pico no episódio final, com 19.2%. Com enredo histórico, Joseon Exorcist também sofreu críticas. A produção da emissora SBS tinha a dinastia Joseon como cenário, porém o roteirista Park Kye Ok foi acusado de ter construído um roteiro para propositalmente "zombar" da história coreana através da sua base ficcional, onde o rei Lee Sung Kye, sucessor de Taejo Yi Seon Gye, decide converter seu reino budista em católico, e todos que se opõem são punidos. Ao contrário dos outros dois exemplos, o dorama foi cancelado após o segundo episódio. Assim como Snowdrop, uma petição foi criada, e atingiu mais de 100 mil assinaturas. A repercussão chegou até a Casa Azul e a emissora não pôde mais exibir a produção. Pachinko pode seguir pelo mesmo caminho? (Divulgação / Apple TV+) Enquanto algumas tramas sofreram desafios para seus lançamentos, Pachinko, baseado em livro homônimo da autora Min Jin Lee, teve uma boa recepção global. Até o fechamento desta reportagem, o k-drama recebeu avaliação de 98% de aprovação pelo site Rotten Tomatoes. O dorama original da Apple TV+ tem Lee Minho, Youn Yujung e Kim Minha no elenco e conta a história da jovem coreana Sunja, que migra para o Japão em busca de uma vida melhor. O enredo caminha por quatro gerações familiares que são marcadas pelo contexto histórico da época, envolvendo guerras e colonização. A atração tem uma premissa muito significativa para a população nativa na Coreia do sul, como afirma a YouTuber Carol Pardini, do canal Na Coreia Tem: "Pachinko dá voz a um povo que sofreu muito ao longo da sua história mas que segue firme, independente das adversidades, e com o drama a gente entende quão profundas foram essas adversidades". Tendo isso em vista, a adaptação cumpre bem a ideia central da roteirista Soo Hugh, que defende: "Esta é uma história e uma homenagem aos meus antepassados. É também uma história dedicada a todos os 'pioneiros' que existem na nossa história familiar." No ponto de vista mais generalizado, a coordenadora Yun Jung Im Park afirma que o dorama poderia despertar um sentimento anti-nipônico entre coreanos e provocar os japoneses que engrossam o movimento hate-Korea. Enquanto a professora Kim Ji Yun fala como foi o impacto de Pachinko em si mesma: "Li o romance e achei muito bom em vários sentidos, mas o que me impressionou mais foi a descrição detalhada sobre a cultura tradicional da Coreia de maneira tão exata e rica através dos personagens. Cada um carrega a cultura de cada espaço e época diferente. Enquanto lia a obra, sentia como se conhecesse os personagens na vida real". Mesmo gerando diferentes interpretações e reações, é indiscutível que produções que contextualizam o passado são imprescindíveis. Não apenas para entretenimento, mas, principalmente, para apresentar o momento histórico e cultural, seja da Coreia do Sul ou de qualquer outro país. "Acredito que através do entretenimento a gente consegue aprender demais sobre uma cultura e, principalmente, sobre a história dela. Obras audiovisuais podem e devem ser criativas, mas respeitando sempre o momento histórico e os fatos macros que aconteceram naquele período", afirma Pardini. Kim Ji Yun tem opinião similar e afirma que os conteúdos midiáticos permitem interpretações sobre histórias do passado da Coreia de maneira mais criativa, livre e variada do que é ensinado em sala de aula. "Mostram o fato de que o passado só existe através de determinado ponto de vista da interpretação, não como um único fato verdadeiro que aconteceu no passado", finaliza. Leia também: Vida longa aos fansubs! Conheça a realidade das equipes que democratizam doramas [ENTREVISTA]

  • Por dentro dos fansubs: Conheça a realidade das equipes que democratizam doramas

    Entenda como os fãs que legendam k-dramas trabalham para tornar a cultura asiática um pouco mais acessível no Brasil, e como lidam com os serviços por assinatura e outros desafios (Divulgação) Vivemos na era do streaming, e cada dia que passa observamos mais plataformas serem lançadas e junto desse crescimento, por ser um nicho tão grande e diverso, os doramas não são deixados de lado, e tem sido sempre requisitados pelos serviços por assinatura. Mas muito antes de vivermos num mundo em que serviços pagos dominam cada vez mais, os fansubs já eram grandes aliados da dramaland e se dedicam arduamente para entregar semanalmente os k-dramas mais recentes, o mais rápido possível. Kocowa, Viki, Netflix e até mesmo HBO Max, Disney+ e Apple TV+ não perdem tempo e têm investido em produções coreanas em seus catálogos. Esse feito certamente deu visibilidade para muitos doramas que consequentemente saíram da bolha dorameira, como por exemplo Round 6, que após meses de lançamento ainda é lembrado pelo público geral e grandes premiações de Hollywood. Embora o streaming por assinatura seja prático e variado, ter outros meios de consumir k-dramas, e ainda, ter pessoas por dentro desse nicho trabalhando para entregar esses conteúdos é fundamental. O trabalho dos fansubs são extremamente necessários para quem não está na terra das produções asiáticas e não tem a oportunidade de prestigiá-las na TV, como nós brasileiros fazemos com as novelas. Mas diversos fãs se dispõem a legendar séries e filmes, proporcionando a ótima sensação de recebê-los quase tão rápido quanto assisti-los durante uma transmissão de sua emissora. Esse ofício é de nível profissional, porém entregue por amadores que não esperam receber nada em troca, apenas o apoio a felicidade dos dorameiros, o que dá mais sentido a palavra, que significa nada mais que legendas feitas por fãs, para o entretenimento de outros fãs. Leia também:Qual é o futuro dos BLs coreanos? Central Boys Love comenta sobre produções para 2022 [Entrevista] (Divulgação / Netflix) "O que nós fansubs fazemos é a legenda, tentamos fazer o que dificilmente chegaria no Brasil, mas com o crescimento dos streams, quase tudo vem chegando", conta o tradutor o Life Fansubs. A realidade de cada equipe é uma, e cada uma delas lida com suas rotinas de sua forma e tem seus próprios métodos de traduzir, revisar e hospedar o conteúdo. Mas o aspecto mais comum entre elas é que todas reconhecem que é um serviço cheio de desafios, que deve ser valorizado. Os doramas têm sua popularidade no Brasil, e a ascensão dessas produções em diversos gêneros tem crescido constantemente, e os fãs que legendam trabalham duro para os tornar acessíveis. “O trabalho do nosso fansub é totalmente sem fins lucrativos, mas para legendar, nós temos um custo: a internet, a energia, nosso tempo, etc”, afirma um fansub em anonimato entrevistado pelo Café. Uma pesquisa do Ministério da Cultura, Esporte e Turismo realizada em 18 países pela Fundação Coreana para Intercâmbio Cultural Internacional em 2020, apontou o Brasil como o terceiro país que mais consumiu k-dramas durante a pandemia, ficando atrás apenas da Malásia e Tailândia. Não apenas os números apontam, mas os próprios tradutores sentem esse crescimento na pele. O Annyeong Fansubs afirma que essa evolução se deu por conta da qualidade dos doramas e também a inserção deles em português, seja através da legenda ou por dublagem. Já o fansub anônimo acredita que esse aumento de consumo dos doramas se deu através da ascensão do k-pop no país. “A onda do k-pop, com a popularização de grupos como BTS, Blackpink, EXO e etc., colocou a Ásia em evidência, tornando-se natural que o interesse pela cultura asiática crescesse cada vez mais. E, esperamos e desejamos, que isso continue”, afirma. Certamente esse aumento do interesse pela cultura midiática da Ásia, mais especificamente pelos dramas coreanos, reflete no trabalho dessas equipes, provocando altos e baixos para aqueles que legendam. Leia também: Por que doramas não costumam ter segunda temporada? Fansubs X Streaming Além dos desafios causados pela própria rotina de ter que dividir tempo entre as legendas e outras responsabilidades pessoais, os tradutores também têm que lidar com algumas preocupações, como o medo das emissoras e plataformas de streaming. Os fansubs tem seus meios de esquivar e continuar produzindo um trabalho bem feito para tornar os doramas acessíveis para além dos serviços por assinatura. "Nós apenas continuamos, tentando fazer as legendas da melhor maneira que um fã faria", declara o Life Fansubs. Embora fiquem receosos com as grandes plataformas, os tradutores entendem o investimento destas em k-dramas como algo positivo. O fansub anônimo conta que sua equipe fica muito felizes em saber que o gênero vem se tornando cada vez mais popular entre as pessoas "isso nos traz esperanças de que haja cada vez mais dramas pra gente assistir", continua. Mas também ressalta a via de mão dupla que é a situação para com o seu trabalho, com os streamings atentos aos trabalhos paralelos, eles temem perder todo o progresso de legendar e na pior das hipóteses, sofrerem um processo. Apesar do medo, as equipes sabem que estão na frente em muitos aspectos que os mantêm de pé, visto que nem sempre os grandes serviços entregam conteúdos com velocidade e acima de tudo, qualidade. Ser parte e estar em contato com a comunidade dorameira é o grande diferencial, somando a qualidade do serviço entregue, por isso a importância em contribuir e colaborar para que isso não mude. "A divulgação dos projetos, interação nos comentários são muito importantes. Para nós, administradores de fansubs, sabermos o que estão achando e o que precisamos melhorar. Assim, aumentando o nosso público", conta a equipe do Annyeong Fansubs. Embora seja financeiramente estratégico para as plataformas de stream ter doramas em seus catálogos, elas ainda não se sobressaem em alguns pontos, e a não simultaneidade é um dos aspectos que mais incomoda os dorameiros. Quando uma produção entra para um catálogo e já está muito avançado, grande parte do público está acompanhando por outros meios. Não há nada melhor que debater, estar por dentro e acompanhar uma história com outras pessoas com os mesmos gostos. Por que apoiar? (Divulgação / tvN) O apoio aos fansubs vem da forma mais pura possível e essa é a maneira de fazer com que eles continuem entregando o melhor com tanta responsabilidade. O essencial para as equipes, independente de qual seja seu foco principal, é receber como retorno o apoio do público que consome produções coreanas através de suas plataformas, como foi dito pelo tradutor do Life Fansubs: "Se você vai assistir algo através de um fansub, assista pelo meio que ele disponibiliza, pois vai ajudar a manter o trabalho ativo". É importante ressaltar que a percepção entre os fansubs e serviços de streaming são completamente diferentes, pois cada um elabora seu trabalho com um objetivo. Enquanto o primeiro se preocupa com o conteúdo e acessibilidade, as plataformas visam o lucro. Muitas pessoas têm as traduções gratuitas como única forma de acesso, o que já é motivo suficiente para se dedicarem nesse trabalho sem fins lucrativos. "Os fansubs surgem justamente para darem acesso à esses bens culturais elitizados, no sentido de serem bens culturais que têm um alto custo para serem acessados, e isso permanece", diz o fansub em anonimato. A dramaland defende os fansubs e sua importância, pois eles quem muitas vezes colaboram com o contato entre os fãs e a cultura midiática coreana, seja através de legendas para k-dramas ou para reality shows de grupos de k-pop. A democratização do acesso é indispensável para que essa ponte ocorra. "Ser capaz de entender uma nova cultura, comunicar com pessoas de diferentes países e estados, conviver diariamente com pessoas tão diferentes, tudo isso nos transforma em seres mais compreensivos com as diferenças e mais integrados ao mundo", conclui o fansub em anonimato. Leia também: D.P. Dog Day: O quão realista é o dorama? Ex-soldados coreanos têm opiniões divididas [ENTREVISTA]

  • Dos palcos para as telas: Conheça a trajetória do Rowoon do SF9 como ator

    O idol começou sua carreira na atuação em 2017 e já coleciona K-dramas de sucesso e prêmios no currículo (Reprodução / Viki Rakuten) O fato de já serem pessoas públicas acaba abrindo portas para que idols tenham oportunidades de expandir suas carreiras, como, por exemplo, dominando as telas e investindo em atuar. Além de muitos cantores terem dado super certo como atores, é interessante para que os fãs vejam os seus ídolos se desafiando em áreas novas, além de ser mais conteúdo para consumir, como é o caso de realities, como The Knowing Brothers e outros programas como o ISAC. Vários idols da terceira geração do k-pop têm apostado nessas novas experiências, como Joy do Red Velvet, Taehyung do BTS, Jennie e Jisoo do BLACKPINK, e também o Rowoon do SF9 não ficou para trás. Rowoon debutou no SF9 em 2016, ao lado de Youngbin, Inseong, Jaeyoon, Dawon, Zuho, Taeyang, Hwiyoung e Chani. Ao longo da carreira, o grupo lançou dois álbuns, sete mini-álbuns e um single. No grupo, todos os membros já experimentaram, em algum momento das duas vidas, explorar o lado ator que habita dentro deles, com exceção do Inseong e do Youngbin, que estão servindo no exército sul-coreano, então estão afastados das atividades do grupo. Como o Rowoon foi parar na dramaland? Rowoon começou sua carreira como ator dando pequenos passos. Seu primeiro papel foi um personagem coadjuvante menor na série da KBS, School 2017, ao lado de Kim Sejeong. Depois disso, aos poucos ele foi conquistando mais tempo de tela e papéis maiores. Em 2018, ele ganhou seu maior papel até então, atuando como o irmão da protagonista em Questão de Tempo (2018). No mesmo ano, foi anunciado que ele estrelaria o drama Onde As Estrelas Pousam (2018), junto com Chae Soobin, atriz que participou de Rookie Cops, uma série disponível no Star+. Desde então, Rowoon vêm se destacando no mundinho dramaland, e conquistando cada vez mais espaço no meio. Séries mais famosas de sua carreira (Reprodução / KBS2 / MBC ) Seu primeiro dorama, School 2017, faz parte de uma série com várias edições. Não, ela não tem temporadas propriamente ditas, mas são novas narrativas em anos diferente, mas que não tem ligações entre si. School tem sete temporadas, sendo as maios populares School 2013, School 2015, School 2017 e School 2021, as últimas lançadas pela KBS. Rowoon também participou de Extraordinária Você, um dorama baseado no webtoon July Found By Chance, interpretando Haru, o primeiro papel principal da sua carreira como ator. Nesse k-drama, ele atuou ao lado de Kim Hyeyoon, Lee Jaewook e Kim Young-dae, atores reconhecidos e experientes. Dois anos depois, o cantor ganhou o papel principal na série She Would Never Know, que está disponível na Netflix. Ao lado de Won Jina, Lee Joobin e Lee Hyunwook, Rowoon deu vida a Chae Hyun-seung, um novato que se apaixona pela sua colega de trabalho e decide a conquistar enquanto se adapta no time de marketing de uma empresa de cosméticos. Nos últimos dois anos, Rowoon estrelou em duas séries muito conhecidas que renderam ainda mais visibilidade para seu trabalho, tanto nos dramas quanto no k-pop. Ainda em 2021, ele participou de O Rei de Porcelana, um k-drama épico que fez muito sucesso na Coreia do Sul, como Jung Jiwoon, o tutor do príncipe Lee Hwi. Já em 2022, Tomorrow entrou para a lista de doramas famosos que Rowoon participou. Na pele de Choi Joon-woong, após muita procura por algum emprego, ele acaba sendo “contratado” para o time de gestão de crises dos Anjos da Morte. Prêmios que ele já ganhou como ator (Reprodução / SF9 via Twitter) Mesmo tendo pouco tempo de carreira, comparado com vários colegas de profissão, Rowoon já recebeu vários prêmios pela sua atuação. Em 2019, ele ganhou o prêmio de Melhor Novo Ator no Grimae Awards, uma premiação coreana promovida pela Associação de Produtores da Televisão Coreana, e no MBC Awards pela sua participação em Extraordinary You. Em 2020 ele recebeu o prêmio de Melhor Idol Ator do Ano na Brand of The Year Awards. Em 2021, mais prêmios foram parar na prateleira do Rowoon, como de Melhor Novo Ator, Prêmio de Ator mais Popular e Melhor Casal, durante a KBS Awards, todas com sua participação em Rei de Porcelana. No ano passado, ele não saiu de mãos abanando e recebeu o troféu de Melhor Idol Ator no Brand Customer Loyalty Awards. E aí, você sabia que o Rowoon tinha uma carreira tanto extensa assim na atuação e com tantos prêmios? Curte ele como ator? Conta pro Café nas redes sociais se tem mais alguma coisa que nós não trouxemos nessa matéria, vamos adorar saber!

  • K-pop Generation: Documentário desvenda os impactos da música pop coreana pelo mundo

    Kangta, TXT, IVE, 2PM e outras celebridades relatam esse grande universo através da perspectiva de suas carreiras (Divulgação / TVing) Lançada na última quinta-feira (26), a série documentário Kpop Generation, da emissora TVing, promete abordar diversos temas acerca da música popular coreana, que tem cada vez mais dominado o mundo através da onda hallyu. A série visa apontar diversas temáticas através do olhar dos próprios artistas das quatro gerações, que vivenciam na pele o que é o k-pop todos os dias, debatendo inclusive controvérsias e críticas através de seus próprios relatos pessoais. A produção levanta narrativas da perspectiva de idols de sucesso e também ouve fãs e artistas ao redor do globo inspirados pelo k-pop. Suho (EXO), Leeteuk (Super Junior), Minho (SHINee), Hwasa (Mamamoo), Doyoung (NCT 127) representam seus grupos e Kangta, IVE, TXT, Stray Kids aparecem para relatar suas experiências. Além deles, os grupos japoneses JO1 e NiziU o boygroup filipino SB19 também marcam presença para falar da influência e impacto do k-pop na indústria da música num contexto global. Leia também: Sucesso global do K-pop: O que torna o pop coreano tão bom? O documentário pode ser assistido através do Viki e terá seus episódios lançados semanalmente, sendo 8 no total. Muito será mostrado sob a perspectiva da própria Coreia do Sul e como os próprios artistas enxergam cada aspecto, porém um espaço também foi dado para os fãs globais, ressaltando o crescimento do k-pop pelo mundo. Além disso, críticos e executivos de empresas falam sobre as diversas camadas que englobam o k-pop, entre eles o poder dos grupos femininos, controvérsias da indústria, influências causadas pelos grupos, e artistas produtores de suas próprias músicas. Por que vale a pena assistir? O primeiro episódio já lançado se chama Cultura do Fandom, focado em falar sobre o papel dos fãs nas carreiras os grupos de k-pop. Através desse primeiro momento é possível perceber a profundidade que o documentário procura passar. Pessoas de diversos fandoms contam um pouco de sua rotina como fã, como organizam projetos, hobbies acerca disso, sua dedicação pelos seus idols preferidos e quais os impactos causados por eles em suas vidas. De cara é perceptível sua relevância, por abordar a temática com muita sensibilidade e realismo, por transpassar por várias fases de apreciar um artista, desde impacto econômico, inspirações, o carinho e até mesmo a desilusão causada após alguma polêmica. Ainda, é interessante ver os idols admirados com tanto carinho e também comparando a proximidade com seus fãs nos tempos passados e na atualidade, com avanços tecnológicos e novas ferramentas de comunicação. Documentários como esse não são importantes apenas para registrar a história do k-pop, mas também para lembrar sua evolução e sua grandiosidade ao redor do mundo, principalmente mostrando do ponto de vista de quem consome e de quem faz parte dessa indústria. Principalmente através das camadas apresentadas na produção de forma sólida e sincera. Leia também: [Opinião] Por que "Decisão de Partir" foi esnobado no Oscar 2023?

  • Jihyo: Acompanhe a evolução da líder do TWICE através das eras do grupo

    Jihyo assoprou velinhas no dia 1º de fevereiro e vem se mostrando uma artista cada vez mais completa ao longo dos anos; confira (Divulgação / JYP Ent.) A líder do TWICE e uma das maiores vocalistas do K-pop está fazendo aniversário! A Jihyo completou 26 anos nesta quarta-feira (1º de fevereiro), com direito a uma enxurrada de carinho dos fãs e declarações super amorosas das suas colegas de grupo. Seu aniversário também movimentou as redes sociais nesta semana, o que não é de se admirar: além de todo o sucesso da vocalista, a data foi celebrada em um momento de muita atividade no fandom ONCE. O TWICE lançou no último mês o pré-single em inglês 'Moonlight Sunrise'. Além disso, a unit japonesa do grupo finalmente deu seus primeiros passos com a divulgação de Bouquet, uma faixa única lançada também em janeiro. Mina, Momo e Sana ainda revelaram em entrevista recente que as integrantes devem realizar mais atividades individuais neste ano. Tudo isso só aumenta a nossa expectativa para o debut solo da Jihyo, não é? Leia Mais: O que esperar do K-pop em 2023? Confira as principais apostas para este ano Enquanto esperamos sua estreia como solista (e torcemos para que ela venha logo), o Café preparou uma lista com 6 fancams da Jihyo que acumulam milhões de visualizações e que mostram como a artista evoluiu ao longo dos anos. Confira após a publicidade. LIKEY (2017) Pra começar, que tal uma viagem ao passado? O TWICE lançou LIKEY em 2017, de dois anos após seu debut sob o selo da JYP Entertainment (empresa que administra a carreira das membros até hoje). A faixa no estilo bubblegum pop é do álbum Twicetagram, que repetiu o bom desempenho dos atos anteriores do grupo. Já nessa época, as integrantes transbordavam carisma, e Jihyo, com apenas 20 anos, mostrava que iria conquistar milhares de corações. Fancy (2019) Em 2019, o TWICE continuava a dominar a indústria e a se consolidar como um dos maiores nomes do K-pop. Foi nesse ano também que o grupo passou a investir em conceitos mais maduros, como os que serão mencionados a seguir. Fancy foi a faixa-título do sétimo EP do grupo, Fancy You, e marcou o início de uma era cheia de glamour e brilho nas produções. A líder Jihyo, com 22 anos à época, soube sustentar muito bem esse amadurecimento. Só um detalhe: a fancam abaixo acumula mais de 8 milhões de visualizações! Leia Mais: 15 coreografias de K-pop fáceis de aprender More & More (2020) No ano seguinte, o TWICE continuou a evoluir, a testar conceitos mais "adultos" e a colher os frutos do seu trabalho impecável. Em 2020, o girlgroup brincou com referências bíblicas com a divulgação de More & More, que pertence ao disco homônimo e é o nono mini álbum do grupo. Com uma pegada hippie nos figurinos e os primeiros flertes das integrantes com o estilo tropical house, o lançamento ainda apresentou aos fãs um novo visual da Jihyo que é aclamado e lembrado até os dias atuais. Alcohol-Free (2021) O estilo tropical house voltou com força no ano seguinte e ganhou também nuances de Bossa Nova. com o lançamento de Alcohol-Free. As titãs da indústria mostraram que não têm medo de ousar com essa faixa que está no décimo álbum do grupo, intitulado Taste Of Love. Misturando o melhor do verão, das altas temperaturas e da festividade da estação, Jihyo aparece resplandecente nessa era, no auge dos seus 24 anos. A fancam abaixo foi retirada de uma performance no Studio Choom e possui mais de 3,5 milhões de views. The Feels (2021) 2021 também foi especial para o TWICE pois foi o ano de lançamento do primeiro single em inglês do grupo. The Feels registrou várias conquistas e recordes em âmbito internacional, e um dos feitos a serem destacados foi a apresentação no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon — programa de talk-show americano da emissora NBC. Um marco assim com certeza afetou a confiança da Jihyo para a performance, e isso é notável na fancam abaixo. Ela está belíssima! Talk That Talk (2022) Para encerrar, nada mais justo do que falar do último álbum das divas, né? Between 1&2 foi lançada no segundo semestre do ano passado e aposta em músicas divertidas e referências à moda dos anos 2000 (Y2K). Além de qualidade de Talk That Talk, a faixa-título ganhou como apelo o visual irresistível das integrantes; e a Jihyo se destaca aqui com o bob hair que foi tendência em 2022. A fancam abaixo acumula mais de 2 milhões de visualizações. Qual a sua era favorita da Jihyo? Conta para o Café aqui nos comentários e já aproveita para seguir a gente no Instagram e no Twitter!

  • Por que "Decisão de Partir" foi esnobado no Oscar 2023? [Opinião]

    Com um desempenho de bilheteria e crítica excepcional, a audiência ainda não entendeu porque "Decision to Leave" não recebeu uma indicação (Reprodução / Korean Film Council) Apontado como um dos favoritos do ano da crítica especializada, o filme do aclamado diretor Park Chan-wook, responsável por sucessos como A Criada (2016) e Oldboy (2003), Decisão de Partir foi lançado em junho de 2022 e sua recepção tem sido avassaladora. Conquistando notas de destaque e uma enorme audiência, o filme foi escolhido para representar a Coreia do Sul nos Oscars de 2023. As expectativas, entretanto, não foram atendidas, e todos que apostaram em Decisão de Partir ficaram decepcionados quando, ao olhar a lista de indicados ao Oscar, o filme não foi contemplado com indicações em nenhuma das categorias, nem mesmo de Melhor Filme Internacional. Mas o que pode ter causado isso? O Café refletiu e pesquisou: por que um filme tão aplaudido por especialistas não foi capaz de segurar uma indicação? Leia mais sobre após a publicidade. Decisão de Partir: a não-indicação é uma oportunidade perdida (Reprodução / Korean Film Council) Os Oscars são, historicamente, uma premiação que dá preferência a obras estadunidenses e de língua inglesa. Em 23 edições, somente três filmes em língua não-inglesa receberam o principal prêmio da noite, Melhor Filme, um deles sendo Parasita (2019). A divisão entre os prêmios de Melhor Filme e Melhor Filme Internacional faz parecer que, enquanto premiação cinematográfica, a Academia só reconhece os longa-metragens de seu próprio país, quando a realidade é bem diferente — opções muito competentes são lançadas todo ano fora da bolha estadunidense, e muitas vezes são ignoradas. Leia também: Decisão de Partir: Conheça o novo filme de Park Chan-wook escolhido para o Oscar 2023 Nas principais categorias, como Melhor Filme e Melhor Direção, cerca de 89% das indicações foram dadas a pessoas brancas e 1.4% a pessoas asiáticas, segundo dados da própria Academia e do site IMDB. O afastamento, muitas vezes proposital, de filmes feitos, produzidos, dirigidos e protagonizados por pessoas racializadas não é de hoje, e essa razão é apontada por muitos fãs de Decisão de Partir e do cinema asiático em geral como o porquê do filme não ter recebido uma indicação. O sucesso de Decision to Leave foi igual, senão maior que o de outros indicados. Com uma bilheteria de aproximadamente 16 milhões de dólares (Conselho de Cinema Coreano, 2023), o romance foi exibido em diversos cinemas ao redor do mundo, inclusive em sessões especiais no Brasil. Além desses números, a crítica aclamou fervorosamente o trabalho de Park Chan-wook, rasgando elogios ao diretor. O filme foi exibido no Festival de Cannes, uma das premiações cinematográficas mais respeitadas da indústria e reconhecida por dar chance a obras fora do eixo estadunidense, e chegou a concorrer ao Palme D'Or, o prêmio mais importante da premiação. No site Rotten Tomatoes, dedicado às avaliações de críticos e da audiência sobre filmes, Decisão de Partir tem uma nota de 93% de aprovação pela crítica especializada. O filme é uma caixinha de compartimentos secretos; quando você acha que entendeu tudo, outra dimensão se abre. [O filme] é engraçado, às vezes, mas só até um certo ponto: em alguma parte do caminho, ele se transforma num trabalho sobriamente formal, com um dos finais mais louváveis que você verá no ano.” Stephanie Zacharek, crítica para a TIME Magazine A trama envolvente — roteirizada por Jung Seo-kyung, que já trabalhou com o diretor em A Criada (2016) — que mistura romance e mistério instigou a audiência, que perseverou durante as quase três horas de duração do longa-metragem e fez a experiência valer a pena. O trabalho dos atores principais, Park Hae-il e Tang Wei, merece mais do que somente palmas. Eles foram capazes de transmitir a angústia e as complicações do relacionamento entre detetive e suspeita para quem assiste, emendando tudo com uma química de cair o queixo e impressionar. Park Hae-il já é conhecido no cinema sul-coreano, tendo trabalhado em Memórias de Um Assassino (2003), do vencedor do Oscar Bong Joon-ho, e Tang Wei é uma atriz chinesa que também já atuou em filmes de sucesso. A escolha de uma atriz chinesa para uma produção sul-coreana é surpreendente, visto que os países têm um histórico de atrito, e a recepção positiva da atriz pela audiência sul-coreana é mais uma indicação que Park Chan-wook acertou em cheio. Leia também: Decisão de Partir: Filme sul-coreano traz um romance intrigante e complexo no enredo Se com todas essas honras e qualificações que, sob qualquer outra visão, seriam mais que suficientes para render uma indicação a ao menos uma categoria, por que a Academia resolveu não indicar Decisão de Partir? Uma possível resposta, apesar de clara e batida, ainda é triste: a aversão a produções não estadunidenses. O cinema sul-coreano não é novato na cena. Não é referência no ocidente como o francês, apesar de receber as mais diversas honras por todo o mundo e provar ano após ano que é mais que competente, mas ainda tem sua honra e seus elogios. A barreira da língua, entretanto, parece ser maior que a apreciação pela sétima arte, e os fãs das obras sul-coreanas se entristecem ao perceberem que as premiações dos Estados Unidos não mudam. Na última década, ao todo 74 pessoas racializadas foram indicadas. Em 2011 — em apenas um ano —, 72 criadores brancos foram indicados, segundo dados levantados pelo website Insider em 2021. Quando vocês superarem a minúscula barreira das legendas, vocês serão apresentados a muitos outros filmes incríveis.” Bong Joon-ho, 2020, em seu discurso ao ganhar o Globo de Ouro Decisão de Partir é um filme de mistério e romance que usa do clichê “Quem matou?” para avançar a trama, algo que Hollywood faz e ama. O filme também explora a dor da protagonista, cujo marido falece no início, além da divisão entre querer ajudar na investigação, ser a principal culpada e entender seus sentimentos pelo detetive. É o tipo de trama que, se protagonizada por atores estadunidenses e brancos, com certeza teria recebido mais aplausos e reconhecimento do que já recebeu. É uma pena que a visão da Academia ainda seja tão pequena e limitada que não consegue reconhecer talentos e obras excepcionais que lhe são apresentadas. Filmes como Parasita (2019) e Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo (2022) — que apesar de pertencer à A24, produtora estadunidense, traz um elenco chinês e partes do filme faladas em mandarim/cantonês — são exemplos de que, muito lentamente, a cabeça dos que comandam os Oscars está mudando. É triste, entretanto, que, a cada ano, os países precisam escolher quem terá o destaque daquela vez. Em suma, Decisão de Partir merecia um olhar mais benevolente por parte da Academia. Se um filme que atende os pré-requisitos e excede as expectativas da crítica não merece uma indicação, o quanto mais não estadunidenses precisam se esforçar para serem sequer considerados? Você assistiu Decision to Leave? Vem conversar com o Café nas redes sociais!

  • HBO Max: Quando e quais doramas vão entrar no catálogo do streaming? Por que a demora?

    Produções como "The Heirs" e "Dr. Romantic" estavam na mira da HBO para entrar na plataforma (SBS/WarnerMedia/Reprodução) A corrida dos streamings por k-dramas nunca esteve tão acirrada. Conforme mais títulos alcançam público e atingem amplas audiências, mais as plataformas estão buscando investir nas produções sul-coreanas para não ficar atrás. E depois da Netflix, com sucessos como Round 6, Profecia do Inferno, Pretendente Surpresa e muitos outros, agora o HBO Max também quer uma fatia do bolo. A HBO é uma das companhias a querer ingressar no audiovisual da Coreia do Sul, e trazer isso para o público ocidental. Mais recentemente, tivemos a Disney com algumas produções no Disney Plus (Snowdrop, Rookie Cops e mais), e também a Apple TV+, com Pachinko. Mas como o HBO Max vai investir nisso? Quais doramas vão entrar no streaming, e quando eles finalmente vão chegar? Ter informações concretas sobre a chegada dos dramas no catálogo está difícil. Contudo, já há algumas divulgações e anúncios que podem ajudar o público. HBO Max pretende, primeiro, trazer doramas da emissora SBS Até o momento, a HBO do Brasil anunciou três dramas que entraram no catálogo do HBO Max: The Heirs, Dr. Romantic e My Sassy Girl. Coincidência ou não, todos os títulos são produções da emissora SBS, então é provável que o streaming tenha adquirido os direitos da companhia em específico (a primeiro momento). Os três projetos foram adicionados à plataforma. Entretanto, mesmo que elas tenham aparecido nas listas de lançamentos que a HBO divulga periodicamente nas redes sociais, a dramaland está vendo navios com outros títulos mais novos. A mais recente promessa foi justamente Dr. Romantic, que tem 20 episódios no total e foi transmitido entre 2016 e 2017. Leia também: Netflix, Viki e Kocowa: Qual streaming de doramas vale mais a pena? Conheça os preços e os catálogos Doramas que podem entrar na HBO Max (atualizado): The Heirs (2013) - Entrou Dr. Romantic (2016 - 2017) - Entrou My Sassy Girl (2017) - Entrou Ou seja: mesmo que os três dramas citados sejam conhecidos, eles já são antigos. Inclusive, The Heirs já estava dentro da Netflix para ser assistido, sob o título de Herdeiros ("Inheritors"). Assim, vale pensar no que poderia ser o obstáculo para a HBO trazer produções mais recentes, ou então produzir dramas originais logo de cara — como os títulos chamados de Max Originals no streaming. Seria esta uma introdução inicialmente contida nos projetos sul-coreanos? Ainda, vale ressaltar que a WarnerMedia, uma subsidiária do grupo AT&T (da qual a HBO pertence), tem cerca de 2% das ações da emissora JTBC. Ainda não há informações sobre dramas desta companhia no HBO Max. O que poderia impedir a HBO Max de investir mais em doramas? Não só a HBO, como tantos outros serviços de streaming internacionais (Spotify, Disney Plus, YouTube Music e mais) estão enfrentando problemas na Coreia. Nesse sentido, as plataformas foram inseridas num mercado em que os próprios streamings do país, como o Melon e o Wavve, já são consolidados. No início do ano, o jornal The Korea Times divulgou gráficos mostrando a popularidade das plataformas lá. Foram considerados os usuários ativos mensalmente nos streamings de audiovisual, no mês de dezembro de 2021 (quando Disney Plus chegou na Coreia do Sul), e a porcentagem de presença de mercado nos serviços de música. Independente da divulgação, os produtos sul-coreanos ainda sobrepõem os importados. À esquerda, o número de usuários mensais em cada serviço de streaming popular. À direita, a porcentagem de cada serviço de música no mercado da Coreia do Sul. (The Korea Times/Reprodução) E em recente matéria do site Hypebeast, foi reportado que a HBO Max não entrará mais na Coreia do Sul em 2022. Os planos de ingressar no país com o streaming, o que também englobaria o incentivo às produções originais, ficaram para o futuro; e a HBO não prosseguiu com as entrevistas de emprego que fez com funcionários da futura sede sul-coreana, feitas no segundo semestre de 2021. De acordo com a notícia, a recente união da WarnerMedia com o grupo Discovery, e o desempenho ruim de outras plataformas estrangeiras fora a Netflix, são fatores levados em conta. Não só inserindo k-dramas já existentes nos catálogos que as companhias conseguirão sobreviver na Coreia do Sul. O público sul-coreano, que é atendido pelos streamings locais, espera que as empresas internacionais invistam em produtos originais também para que haja interesse nas assinaturas. Por mais que o mercado local e ocidental pareçam distantes, um aquece o outro para manter o gênero e as produções atrativas dentro do próprio prestador de serviços. O Disney Plus enfrentou uma queda expressiva de assinaturas nos últimos meses. A baixa quantidade de produções originais no streaming da Coreia, mesmo que haja interesse e programação da Disney para mais títulos, pode ter sido uma das razões. Segundo o site The Korea Bizwire, em janeiro de 2022, o Disney Plus mantivera pouco mais de 2 milhões de usuários ativos no país; muito atrás dos 12.41 milhões da gigante Netflix. Leia também: Idols em cena: 7 doramas com cantores de K-pop para assistir na Netflix Portanto, o HBO Max poderá ter uma futura entrada tímida na dramaland por vários fatores: a competição já consolidada com outras companhias; a missão de conquistar o público não só internacional, como da própria Coreia do Sul, para desenvolver projetos originais; o interesse, ou não, de trazer ao catálogo produtos recentes etc. Ainda, não há notícias novas sobre o acordo da WarnerMedia com a HYBE Labels. Em abril do ano passado, a Warner chegou a investir 500 bilhões de wons na empresa que detém contratos de grupos como BTS, Seventeen, TXT, Enhypen e mais. Contudo, conforme foi anunciado nesta semana, as produções do BTS irão para o Disney Plus; começando pela estreia do reality In The Soop: Friendcation. Maiores informações e atualizações serão adicionadas à publicação futuramente.

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