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- Investigações e romance compõem a trama de "A Pousada Romântica Secreta", do Viki
Shin Ye-eun protagoniza seu primeiro drama histórico ao lado de atores já conhecidos do público (Divulgação / SBS) Se você é dorameira(o) apenas pelos romances água com açúcar, o Viki está trazendo um novo drama para você chamar de seu. A Pousada Romântica Secreta foi lançado na Coreia do Sul no dia 20 de março, e já está disponível pela plataforma Viki aqui no Brasil. Serão 18 episódios e eles serão lançados duas vezes por semana, às segundas e terças, às 22h (KST) e estão sendo disponibilizados logo em seguida na plataforma. Esse drama atende um pouquinho de cada público: uma história de época, mistério e, óbvio, a sua dose de romance, então tem muitas chances de te agradar por ai. A série é inspirada em um livro, chamado Flower Scholars' Love Story, de Kim Jeong-Hwa, e está sendo produzida em parceria entre a Apollo Pictures, Pan Entertainment e Studio S, esse último sendo responsável por Cheer Up, The Penthouse e Revenge of Others. A direção ficou por conta de Kim Jung Min, e podemos dizer que ele é quase um especialista em séries de época, já que participou de muitas produções do tipo, como Grand Prince (2018) e Gunman in Joseon (2014), então com certeza terá bastante qualidade. Veja abaixo mais informações sobre a série: Leia também: Casamento "fake" e gravidez não planejada unem casal de "The Real Deal Has Come", novo drama da KBS Procura-se príncipe desaparecido Yoon Dan-o (Shin Ye-eun) tinha uma vida bem confortável como a preciosa filha mais nova, mas isso muda. De repente ela se vê como a chefe de família, administrando Ihwawon Inn, uma pousada que recebe aqueles que procuram estadia durante visita a Hanyang. A maioria de seus visitantes são homens que estão prestando concurso para se tornarem funcionários públicos de alto escalão, então os estudiosos são clientes frequentes. Alguns desses são Kang San (Ryeoun), Kim Si Yeol (Kang Hoon) e Jeong Yoo Ha (Jung Gun Joo), rapazes muito diferentes entre si, mas todos com muitos segredos escondidos. Enquanto estudam e se preparam para o concurso, eles e Dan-o começam a encontrar algumas pistas que possam solucionar o caso de desaparecimento de Lee Seol, um homem que sumiu há mais de 13 anos, e que por acaso também é o filho mais velho do príncipe herdeiro deposto. Unindo seus conhecimentos, será que eles conseguem desvendar esse mistério, ou será que os sentimentos poderiam atrapalhar essa busca? Confira abaixo o trailer: Leia também: [Entrevista] BÉBE YANA fala sobre sua relação com a música pop no lançamento de "64" Muitos elogios e muita química (Reprodução / SBS) No elenco principal, o que não falta é talento. Shin Ye-eun, que participou de A Lição, Revenge of Others e Yumi's Cells, dá vida à Yoon Dan-o, uma personagem confiante e adorável, além de dona do estabelecimento central do programa. Ye-eun é uma atriz muito premiada, com Novata do Ano, Estrela em Ascensão, Best New Actress, mesmo com uma carreira tão recente. Ryeoun se une ao elenco, e, assim como sua colega, possui uma carreira bem recente, com apenas seis anos de atuação, e no seu currículo já conta com o sucesso 18 Again. Ele interpreta Kang San, um aluno do programa de artes marciais e com uma atmosfera fria. Além deles dois, temos também Jung Gun-joo, que atuou em Extraordinary You e True Beauty. Ele dá vida a Jeong Yoo Ha, um estudante nobre e com uma personalidade delicada, com tendências a tomar bastante cuidado com os sentimentos dos outros. Por fim, para completar o quadro principal de atores, está Kang Hoon, um ator com um pouco mais de bagagem cinematográfica, e que participou de Vinte e Cinco, Vinte e Um e Meus Dezoito Anos. Ele também tem alguns prêmios expostos na sua prateleira em casa, como o de Estrela em Ascensão, Melhor Novo Ator e Melhor Novato na categoria Atuação. Leia também:Conheça 4 doramas com Lee Do-hyun, protagonista de “A Lição” ao lado de Song Hye-kyo Os produtores elogiaram bastante a química dos atores durante uma entrevista, porque "eles são sempre animados, são como vitaminas que elevam os espíritos das pessoas apenas com a energia positiva deles. A paixão deles irá brilhar através de A Pousada Romântica Secreta, por isso, esperem muito e tenham muito interesse [pela série]". Essa é a primeira série de época que Ye-eun participa em toda sua carreira e adicionou que: “Esses três atores e eu desenvolvemos um vínculo tal que ríamos apenas olhando uns para os outros. Chegamos ao ponto que tinhamos que manter distância, porque estávamos preocupados de estarmos tão próximos que estávamos nos distraindo na hora de atuar. Seus encantos individuais são tão diferentes que a energia que sinto ao gravar [com cada um deles] também é distinta." E ai, ansioso para os próximos episódios? Conta pro Café nas redes sociais!
- Yonder: Saiba tudo sobre o novo dorama de ficção científica do Paramount+
A produção conta com um elenco de peso, com prêmios de Melhor Ator/Atriz e participante do filme ganhador do Oscar, Parasita; saiba mais sobre a série (Divulgação / TVING) Mais uma série de ficção científica saindo do forno! Novo drama produzido pela TVing será lançado hoje (sexta-feira, 14) na plataforma de streaming Paramount+, com episódios semanais ao meio-dia na Coreia do Sul. O k-drama é uma adaptação de um livro, chamado Goodbye, Yonder, e vai ser bem curtinho, com seis episódios no total com duração média de 30 minutos cada capítulo. Leia também: Anomalia: Alienígenas são abordados de forma original em novo dorama da Netflix A série é dirigida pelo renomado diretor Lee Joon-ik, responsável por títulos como O Rei e o Palhaço (2005), Sunny (2008) e Anarquista da Colônia (2017). O drama é fruto de uma colaboração entre os estúdios DooDoong Pictures, que produziu The Sunkist Family (2019), e a CJ ENM, administradora de produtoras como TvN, OCN, Mnet e Studio Dragon. Só aqui já dá para saber que a produção esteve em boas mãos, e nem chegamos no elenco ainda. Confira abaixo o trailer: Qual vai ser o enredo da série? (Divulgação / TVING) O dorama tem uma pegada futurista, com bastante ficção científica e drama, óbvio, para fazer chorar um pouquinho. A trama se passa na Coreia do Sul, mas no ano de 2040, e vai seguir a vida de um homem, Jae-Hyun (Shin Ha-Kyung) que vive agoniado desde a morte da sua mulher devido ao câncer. Um dia, ele recebe uma mensagem da sua falecida esposa, em que ela pede para que a encontre em Yonder, um espaço misterioso que fica entre a vida e a morte, e ele decide encontrá-la, mesmo com muitas dúvidas. Sua esposa, Yi-Hu (Han Jimin), pouco tempo antes de morrer, assinou um contrato muito misterioso. É uma história com muitas reflexões sobre a vida e a morte, a memória e o esquecimento e, principalmente, sobre a vida eterna. Quem está no elenco? (Reprodução / Viki ) O elenco está cheio de rostos conhecidos e muitos atores premiados, o que garante de cara uma atuação impecável. Teremos Shin Ha-Kyung como o personagem principal, Jae-Hyun. Ele já atuou em Além do Mal, Less Than Evil e Brain. A esposa do personagem principal será personificada pela atriz Han Jimin, que participou de Miss Baek, Yi San e Rooftop Prince. Para completar o time de peso, a série conta ainda com Jung Jin Young, que atuou em May It Please the Court, Minha Família Nada Familiar e Brain, e ainda a renomada atriz Lee Jung-eun, que atuou no filme ganhador do Oscar, Parasita, e em séries como Oh My Ghostess e Law School. Onde posso assistir e quando? Para alegria geral da nação, a série chega no Paramount+ brasileiro no mês de abril! O programa será lançado na plataforma global no próximo mês, no dia 11, em paíse como Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido, América Latina, Brasil, Itália, Suíça, Áustria e França. Além disso, em abril chegarão outros programas licenciados da CJ ENM na plataforma da Paramount+. E ai, está ansioso para o primeiro k-drama da nova plataforma de streaming? Conta pro Café lá nas redes sociais, vamos adorar saber! Leia também: Outubro de 2022: Confira o calendário de lançamentos de doramas nas plataformas de streaming
- Conheça 4 doramas com Lee Do-hyun, protagonista de “A Lição” ao lado de Song Hye-kyo
Confira ou relembre a filmografia do ator da série da Netflix, e seus projetos que estreiam ainda esse ano (Divulgação / Yuehua Entertainment) Não é novidade para ninguém que A Lição - ou The Glory tem sido extremamente aclamada entre os dorameiros. Sua trama sensível e dramática tem cativado a todos, e não podemos deixar de citar que os personagens são marcantes, como a protagonista Song Hye Kyo, que teve uma preparação muito rigorosa para o papel de Moon Dong Eun. Além dela está Joo Yeo Jung, interpretado por Lee Dohyun, que está ganhando o coração de todos com sua interpretação. O ator esbanjou seu carisma também em outras produções passadas, por isso, o Café selecionou algumas delas para você relembrar ou conhecer. Leia também: "A Lição" trouxe Song Hye-kyo de volta aos holofotes! Conheça a carreira da atriz do drama 18 Outra Vez (2020) 18 Outra Vez conta a história de Hong Daeyoung (Yoon Sanghyun) e Jung Dajung (Kim Ha Neul), um casal com o relacionamento já muito desgastado pelo tempo. A situação piora quando Daeyoung é demitido de seu trabalho, então a esposa entra com o pedido de divórcio. Um dia ele acorda em um corpo de 18 anos, assim muda seu nome para Ko Woo Young (Lee Dohyun) para reviver a juventude de outra perspectiva na tentativa de reparar seus erros. O dorama é um remake do filme 17 Outra Vez. Sweet Home (2020) Nesse dorama, vários incidentes estranhos começam a acontecer na Coreia do Sul, o país começa a ser dominado por monstros e as pessoas passam a viver em estado apocalíptico. O jovem Cha Hyun Soon (Song Kang) se reúne com os outros residentes de seu prédio para tentarem sobreviver nessa nova realidade. Entre esses moradores estão Pyeon Sang Wook (Lee Jin Wook), Seo Yi Kyung (Lee Si Young) e Lee Eun Hyuk, interpretado por Dohyun. A Juventude de Maio (2021) Essa história reúne política, medicina e romance em sua trama, onde uma série de fatores leva o estudante de medicina Hwang Hee Tee (Lee Dohyun) vai até um encontro com uma potencial pretendente escolhida pelo seu pai, a enfermeira Kim Myung Hee (Go Minsi), que vai no lugar de uma amiga. No entanto, os dois acabam se interessando um pelo outro. Leia também: Além de Hospital Playlist: 5 doramas médicos para assistir Fadas da Limpeza Fadas da Limpeza, é uma comédia romântica sobre Jang Sungyeol (Yoon Kyunsang), um CEO de uma empresa que sofre com compulsão por limpeza, por isso é dono de uma empresa especializada no assunto. Ele conhece sua nova funcionária Gil Oh Sol (Kim Yoojung), que é mais despreocupada com o assunto e o ajuda a lidar com sua fobia. Projetos futuros A Lição está entrando para mais um dos grandes sucessos que Dohyun fez parte, já que a série é a mais assistida na Netflix ao redor do mundo na última semana, e está entre as mais assistidas no Brasil atualmente, após a estreia da sua segunda parte, que ocorreu no dia 10 de março. Mas além disso, a agenda do ator para 2023 está bem agitada, já que está confirmado para mais três produções. The Good Bad Mother, marcado para 26 de abril, conta a história de uma mãe que sempre viveu para cuidar de seu filho, que acaba em um acidente e sofre amnésia que o leva de volta para sua infância. Confira o trailer abaixo: Além do dorama, ele também está com o filme Pamyo, ao lado de Kim Go Eun de As Três Irmãs e Choi Min Shik de A Próxima Aposta. A produção está prevista para a segunda metade de 2023, e o k-drama Death Game, que será lançado nesse mesmo período. Animados para os projetos do ator? Conte em nossas redes sociais.
- 5 doramas musicais para quem gostou da série "Daisy Jones & The Six"
Dramas com música são clássicos da dramaland, e títulos como Do You Like Brahms? e The Entertainer fazem sucesso entre os fãs do gênero (Prime Video/KBS/Divulgação) Muitos livros de sucesso ganham espaço nas telinhas e conquistam ainda mais fãs em sua versão audiovisual. O livro best-seller Daisy Jones & The Six da autora Taylor Jenkins Reid ganhou uma adaptação e é a mais nova série da Prime Video. A história acompanha a trajetória de uma banda dos anos 1970 e conta o protagonismo de Riley Keough e Sam Claflin na versão para o streaming. Para quem está acompanhando todos os episódios da série norte-americana mas também tem um pezinho do mundo dos k-dramas, o Café com Kimchi preparou uma lista com 6 doramas musicais que falam sobre as maravilhas e desafios de se tornar um super star. Vem conferir! The Entertainer (2016) (Divulgação / SBS) Um grupo de pessoas se reúne para ter uma banda de música e confiam em uma pequena empresa para alcançar seu sonho. Shin Suk Ho (Ji Sung) trabalhava na grande indústria gerenciando nomes famosos do mundo da música, mas decide sair para abrir sua própria empresa de entretenimento. Enquanto tenta se reerguer, ele ajuda Kyle (Gong Myung), Ha Yeon Soo (Lee Tae Sun), Seo Jae Hoon (L.Joe) e Ha Neul (Kang Min Hyuk), quatro jovens estudantes que possuem talentos notáveis. Durante os 18 episódios da produção, eles contam com o apoio de Geu-Rin (Hyeri), que os incentiva enquanto enfrentam desafios na indústria e em suas vidas pessoais. O drama está disponível no Viki e no Kocowa. Leia também: Da vida real para a ficção: K-dramas com personagens idols — e que desvendam a indústria de K-pop Do You Like Brahms? (2020) Song Ah (Park Eun Bin) é aceita na escola de música de uma prestigiada universidade e decide seguir o seu sonho de ser tornar violonista, indo contra as vontades de sua família. Ela logo conhece Joon Young (Kim Min Jae), um pianista talentoso que toca o instrumento desde os seis anos de idade e é considerado um prodígio. Assim, os dois começam uma história realista de amigos que se apoiam enquanto enfrentam seus problemas pessoais e tentam quem realmente são. Você pode assistir os 16 episódios desse dorama no Viki e no Kocowa. Let Me Be Your Knight (2021) Se além de gostar dos doramas você também é fã de kpop, Let Me Be Your Knight é uma ótima pedida! O protagonista Yoon Tae In, interpretado por Lee Jun Young do U-KISS, é o líder e produtor da banda Luna. Quando o álbum mais recente do grupo se torna um fracasso total, Tae In começa a enfrentar problemas de sonambulismo e estresse. No meio dessa situação, seu caminho se cruza com o de In Yoon Joo (Jung In Sun), uma guia turística que sonha em ter sua casa própria, mas que não tem condições e nem mesmo o trabalho necessário para isso. Yoon Joo então se passa por médica, começa a ajudar Tae In com seus problemas de sonambulismo e a conviver com os outros integrantes do grupo. O dorama de 12 episódios que está disponível no Viki conta ainda com a participação de Yoon Jisung (Wanna One) e JR (NU’EST). Vai assistir? Hit The Top (2017) E se você tivesse a oportunidade de trabalhar com um ídolo da música dos anos 90? Hit The Top, ou O Maior Sucesso em seu título em português, se passa em torno de Lee Ji Hoon (Kim Min Jae) e Choi Woon Seung (Lee Se Young), dois amigos de infância que precisam lidar com a chegada da vida adulta e arrumar um emprego. Mas acontece que Ji Hoon, na verdade, quer se tornar um cantor e está inscrito no secretamente como estagiário de ídolos. A vida de ambos vira uma fantasia quando conhecem Yoo Hyun Jae (Yoon Si Yoon), um ídolo de sucesso dos anos 90 que acidentalmente viajou no tempo e foi parar no ano de 2017. Juntos eles eles decidem ir atrás de seus sonhos como artistas. O drama que conta ainda com a participação do ator em ascensão Cha Eun Wo, possui 32 episódios e está disponível para maratonar no Viki. Page Turner (2016) Duas vidas conectados por um acidente que transforma suas trajetórias. Lançado em 2016, este mini drama de apenas 3 episódios é estrelado pela atriz Kim So Hyun (conhecida por seu papel em Love Alarm), que interpreta Yoon Yoo Seul, uma pianista talentosa que sofre um acidente que pode comprometer sua capacidade de voltar a tocar o instrumento. Já Jung Cha Sik (interpretado por Ji Soo) é um atleta que corre o risco de não poder mais competir após sofrer um grave acidente. Ambos precisam se adaptar e ressignificar suas vidas para seguir seus sonhos em meio às dificuldades. Você pode assistir a essa breve história no Viki. Leia também: 10 dramas de fantasia histórica para quem gostou de "Alquimia das Almas" Qual desses dramas coreanos te deixou mais curioso para assistir? Siga o Café com Kimchi nas redes sociais e conte para a gente!
- Conheça "Our Dating Simulation", novo dorama BL que se passa em uma start-up de jogos
Com oito episódios, o mais novo BL coreano está conquistando o público pela boa produção e seus momentos fofos; saiba mais (Reprodução/ Google) O ano de 2023 só está no começo e já está repleto de séries do estilo BLs (Boys Love) — não só na península coreana como em diversos países. Alguns exemplos disso são a 2ª temporada de Utsukushii Kare e The End of the World, With You do Japão, My School President e Moonlight Chicken da Tailândia e também Individual Circumstances da Coreia. E vem mais por aí! Um dos novos BLs coreanos é Our Dating Sim (ou Nossa Simulação de Namoro), que começou a ser exibido em 9 de março e terá 2 episódios semanais lançados pelo Viki Rakuten, totalizando 8 episódios no final. A previsão de término é para o dia 30 de Março. Mesmo em tão pouco tempo, o K-Drama BL já conquistou os telespectadores, e a produção tem sido elogiada nas redes sociais assim como os momentos fofos da série. Leia Também - 5 doramas musicais para quem está assistindo a série Daisy Jones & The Six Qual a sinopse de Our Dating Sim? Em Our Dating Sim, conhecemos a história de Lee Wan (Lee Jong Hyuk) e Shin Ki Tae (Lee Seung Gyu), dois melhores amigos quase inseparáveis na escola e que também estavam sempre juntos fora da sala de aula. Um dia, Lee Wan percebe que se sente atraído por Ki Tae e que deseja começar um relacionamento romântico com ele; mas, quando ele finalmente toma coragem e confessa seus sentimentos ao amigo, o choque de Ki Tae faz com que os dois se separem de uma maneira nada feliz. Sete anos depois, os dois estão tentando iniciar seu caminho no mercado de trabalho. Ki Tae se tornou um gerente intermediário em uma start-up de jogos, sendo um ás da programação. Já Lee Wan se tornou um ilustrador aguçado. Os ex-melhores amigos voltam a se encontrar quando a empresa de Ki Tae abre uma vaga de emprego para ilustrador de um jogo novo com tema de namoro, e Lee Wan se candidata para o trabalho. Como será este reencontro? Só assistindo à série para saber! O elenco e produção de "Our Dating Sim" (Reprodução/ Google) Os atores Lee Jong Hyuk e Lee Seung Gyu estrelam a produção nos papéis principais de Lee Wan e Ki Tae respectivamente. Eles já atuaram juntos anteriormente no webdrama User Not Found (2021). Em um papel menor, como Lee Yeon, está a atriz Kim So Young, que já atuou em The Guest (2018) e em Money Heist: Joint Economic Area (2022), a versão coreana da série La Casa de Papel. Junta-se a ela Yu Seong Yong como o Produtor Ahn; Seong Yong já atuou em Weak Hero Class (2022) e Love in Sadness (2019). Além disso, o drama foi dirigido pela diretora estreante Lim Hyun Hee. Leia Também - Vingança é um prato que se come frio? Conheça "Pandora", novo thriller do Disney Plus Mais lançamentos de K-dramas boys love em março: Unintentional Love Story Unitentional Love Story conta a história do Jin Won Young (Gongchan), que quer conseguir seu emprego de volta e, para isso, vai atrás do artista favorito de seu chefe, que vive em uma cidade remota. Conforme conhece melhor o Yoon Tae Joon (Cha Seo Won), o protagonista passa a a questionar sua motivação. O dorama começou a ser exibido em 17 de março e irá terminar no dia 14 de abril. All the Liquors Han Ji Yu (Kim Jun Hyung) trabalha na equipe de marketing de uma empresa de licor. Um dia, ele é chamado para uma colaboração com o restaurante do Park Ki Hoon (Won Do Hyun), porém, os dois tem ideias muito diferentes de trabalho. Na pegada de enemies to lovers, o BL teve início dia 2 de março e terminará no dia 23 de março. The Eighth Sense The Eighth Sense é um drama de romance universitário que aborda a confusão de sentimentos particulares a este período período da vida, com relação ao amor e a vida em si. Sua estreia está prevista para o dia 29 de março. Com 10 episódios, o elenco é composto por Im Ji Sub e Oh Jun Taek. A Shoulder to Cry On Após o adiamento por conta das polêmicas nos bastidores, o BL protagonizado por membros do grupo de K-pop OMEGA X finalmente ganhou uma nova data de lançamento. A exibição de A Shoulder to Cry On terá início no dia 14 de março, com previsão de término no dia 29 de março. Na trama de enemies to lovers, Jo Tae Hyun (Shin Ye Chan) persegue e perturba Lee Da Yeol (Kim Jae Han). Seria isso uma forma de esconder seus sentimentos? Para qual desses BLs você está mais ansioso pela estreia? Conta para o Café Com Kimchi no nosso Twitter e Instagram! Leia Também - De dietas a tensões no set, como Song Hye-kyo se preparou para o K-drama "A Lição"?
- [Entrevista] BÉBE YANA fala sobre sua relação com a música pop no lançamento de "64"
Artista solo retorna neste mês de março após sua ascensão com "Space Mulan", iluminando a cena do hyper pop na Coreia do Sul A música pop sul-coreana é plural como qualquer outro mercado fonográfica no mundo. Para além da primeira camada do K-pop, gêneros se misturam e incorporam o eletrônico, o r&b, o hip hop e mais numa teia de lançamentos; e a solista Bébe Yana faz parte do espectro de artistas que representam uma geração que experimenta, se desafia e leva à audiência projetos que merecem o mainstream. 64, o mais novo single de Bébe lançado nesta segunda-feira (20), é a prova disso. Após estrear no K-pop com o girlgroup EVOL, Bébe passou a trilhar o caminho solo a partir de 2017, desenvolvendo seu estilo que incorpora a new wave, o hyper pop e o drum & bass. E em 2022, a discografia da artista atingiu um novo patamar com o impressionante Space Mulan, EP de cinco faixas que trouxe a cantora ainda mais para os holofotes de novos ouvintes. Se você gosta de nomes como Charli XCX, Shygirl, A.G. Cook e Hannah Diamond, Bébe Yana é a próxima artista que precisa constar em suas playlists — o futurismo de seu trabalho leva para fora da Coreia a cena alternativa da música eletrônica que se faz presente no país. Leia também - XG: Conheça o "Xtraordinary Girls", girlgroup japonês que tem chamado atenção dos fãs de K-pop Agora, a também compositora retorna com um release à altura dos projetos que fez até então, com produção do DJ coreano KHYO, que trabalhou anteriormente com o grupo WayV e solistas do K-hip hop como Woo e Mokyo. Bébe Yana pode ser considerada representante de um novo movimento underground na Coreia do Sul, e o Café com Kimchi falou com a artista a respeito de suas inspirações, gostos musicais e objetivos com sua arte; além de ter tido a oportunidade de ouvir a música 64 de antemão! Veja a capa oficial de 64 a seguir, e confira a entrevista exclusiva com Bébe Yana logo abaixo: Bébe Yana: "meu objetivo principal é criar algo que faça os outros se sentirem livres." Café com Kimchi: Antes de tudo, obrigado por aceitar nosso convite, Bébe. Primeiro, nos conte um pouco sobre quando e como você começou a se interessar por música, tanto em cantá-la quanto criá-la. Quando você percebeu querer ser uma artista? BÉBE YANA: Eu cresci ouvindo diferentes tipos de músicas, influenciada pelos meus pais, e fui introduzida à música ao aprender a tocar violino aos cinco anos. Então acho que sempre fui cercada por música. Até hoje, dançar e cantar são meus maiores prazeres, então a ideia de querer me tornar uma artista veio naturalmente. Adentrar a indústria como membro de um girlgroup de K-pop foi quando aprendi a criar música, e continuo a desenvolver minhas habilidades desde então. Depois que você decidiu ser uma artista solo e continuar a buscar uma carreira, quais objetivos você colocou para si mesma? Que tipo de música decidiu fazer, e o que você quer contar por meio de suas composições? Acho que hoje, eu quero experienciar muitos momentos especiais. Meu objetivo principal é fazer músicas que sejam experimentais, divertidas, e criar algo que faça os outros se sentirem livres, e isso também se aplica às composições. Apesar delas serem mais inspiradas no amor, eu foco mais em fazê-las soarem "livres" e legais. A respeito dos gêneros musicais que você gosta mais, o que você curte ouvir? Quem são seus artistas favoritos hoje, tanto da Coreia do Sul quanto de fora? Eu geralmente ouço mais música eletrônica. Recentemente, eu estou numa vibe mais calma e tenho ficado obcecada com uma artista chamada ELIZA. E onde você consegue inspiração para o seu trabalho? Como você se inspira para moldar sua produção através da música? Acho que sempre é diferente. Eu pessoalmente prefiro focar no momento, nas histórias que tenho no presente, nas emoções pelas quais estou passando. Na maior parte do tempo, a fonte vem do que me cerca. Eu também faço várias anotações que às vezes me ajudam a lembrar de certas memórias. Sobre os gêneros musicais outra vez, nós podemos ver toques de hyper pop, EDM e R&B em suas músicas e visuais. Esses tipos de música te permitem ser mais criativa do que o cenário pop mais genérico? Sim, eu acho. Eu gosto de ouvir canções pop mais usuais também. Mas quando o quesito é me divertir e experimentar com isso ou aquilo, acho que esse é o maior ponto forte que a música eletrônica possui. Leia também esta review - Crítica: TWICE retorna mais potente do que nunca com "SET ME FREE" Depois de seu último EP, Space Mulan, o público espera novas músicas suas! O que podemos aguardar de Bébe Yana em 2023? Meu EP foi uma boa introdução ao que eu quero representar como uma artista. Com base nisso, eu quero tentar novos sons, diferentes tipos de gênero, e só curtir com a música. Você acha que seu novo single, 64, será seu melhor lançamento até agora? Como ele será? Particularmente acho que minha nova canção é a mais dinâmica até então. Eu quis mostrar uma perspectiva diferente, algo mais "sônico". Deixe eu te dar um exemplo. Sabe quando há certas peças de arte que são uma coisa, mas que podem ser algo diferente quando você foca em pontos diferentes delas? Acho que 64 é assim, e quando você sacar o que me refiro, poderá se divertir muito ouvindo ela. E como tem sido para você criar novas músicas este ano? Haverá mais elementos "dinâmicos" introduzidos no meu trabalho agora, e mal posso esperar para mostrar a vocês! E sobre parcerias? Há algum artista com quem você deseja colaborar em algum momento? Na Coreia ou fora. Quando se trata de colaborações, há muitas que sonho em fazer. Se eu tivesse que escolher apenas um músico no mundo, seria Pharrell Williams. Descreva o seu trabalho de três formas, para alguém que acabou de conhecê-lo. Y2K, experimental, e "Space Mulan". E por último, mas não menos importante: o que a música significa, como um conceito e espaço de liberdade e criatividade, para Bébe Yana? Significa "vida" para mim. É a coisa que mais me motiva, que me cerca e que me representa. Escute 64 de BÉBE YANA logo abaixo, no YouTube e no Spotify: Gostou da entrevista? Não se esqueça de acompanhar o Café com Kimchi também nas redes sociais!
- [Crítica] TXT cai em tentação com álbum "The Name Chapter: Temptation" e mostra que está evoluindo
Comeback foi lançado na sexta-feira (27), e apresenta o quinteto da HYBE com estilo mais maduro ainda em formação É certo falar que o TXT tem surpreendido a quarta geração do K-pop a cada lançamento. Coreografias bem sincronizadas, músicas que destoam da maioria dos boygroups e visuais que chamam a atenção são itens presentes, e tudo isso retorna agora. No dia 27 de janeiro, o TXT fez seu primeiro comeback de 2023 com The Name Chapter: Temptation, mini álbum que volta a explorar a angústia jovem; dessa vez no que diz respeito a expectativas, sonhos e desejos. O lançamento é mais uma adição ao coming of age do TXT. A cada release, o quinteto formado por Soobin, Taehyun, Beomgyu, Yeonjun e Hueningkai expande os assuntos juvenis abordados em suas canções, e The Name Chapter: Temptation recebeu a função de falar a respeito do medo do futuro, e como abandonamos a inocência e vontades da infância conforme nos deparamos com o mundo real. Em cinco músicas, o TXT é capaz de transmitir tal mensagem. Leia outra review do grupo: TXT nos convida à inconsequência juvenil com "Good Boy Gone Bad" O mini álbum começa com Devil by the Window, faixa que inicia a jornada dos cantores na busca pela realização de seus desejos, mas que logo são enganados por demônios. A canção bebe da água do que o TXT tem feito em seus últimos lançamentos, que foi divulgar trabalhos influenciados pelo pop rock (aqui em menor intensidade). A música pode facilmente se tornar uma fan favorite, além de ter sido escolhida para promoção junto da title. Contudo, a faixa principal de The Name Chapter: Temptation surpreende o ouvinte logo nos primeiros segundos. Sugar Rush Ride, title track que ganhou um MV recheado dos melhores visuais do TXT até então, parece um comeback de verão fora de época; o que não é um demérito. A canção energética possui um refrão que quebra a expectativa de um drop eletrônico potencialmente exagerado, e coloca o quinteto numa maré de olhares sensuais para a câmera e passos mais marcados. Talvez essa não seja a melhor title lançada pelo TXT até hoje, mas cumpre o papel de fazer os fãs caírem na tentação de ficarem obcecados pela quantidade de pele exposta no figurino. Há um salto aparente entre o TXT de poucos anos atrás e o de agora. O estilo hippie chic nas roupas escolhidas para o grupo combina com os cenários paradisíacos do MV, como se o espectador fosse levado para um lugar remoto no qual o boygroup da HYBE é a tentação a ser combatida. Além do mais, as transições entre o ingênuo e o sexy no videoclipe não se tornam enfadonhas, fazendo com que o TXT consiga subir mais um passo na escadaria de um conceito mais maduro e sensual — sem que isso se torne forçado ou "roubado" de grupos que realizam tal concept de maneira mais agressiva. Um pouco de bossa nova e reggaeton também aparecem no comeback do TXT Mas voltando às músicas em si, Happy Fools foi uma ótima escolha para manter o estilo summery de The Name Chapter: Temptation. A parceria com a cantora de hip hop Coi Leray é um acerto do TXT para o disco, e a canção entra para a lista de músicas de K-pop inspiradas no ritmo da bossa nova. Na letra, em contraposição às primeiras duas músicas da tracklist, o eu lírico procura aproveitar o que ainda resta de sua juventude, e ilumina um lado mais positivo de sua vida em constante mudança — mesmo que a maioria das pessoas o enxergue como inconsequente. Quer mais do TXT? Então leia - “Minisode1: Blue Hour”: TXT mostra crescimento musical e oferece esperança em meio a solidão Tinnitus (Wanna be a rock), por outro lado, retorna para as consequências do envelhecimento, sendo uma delas a solidão. Sonoramente, talvez seja a canção mais "fraca" do mini álbum do TXT. Porém, sua batida com base no reggaeton ajuda com uma atmosfera mais dançante e menos melancólica que os lyrics. E por fim, a música Farewell, Neverland surge como a mais diferenciada de todo o comeback, fechando o disco do TXT com chave de ouro. O violão acompanha o fim da jornada do herói proposta em The Name Chapter: Temptation, quando o boygroup deve enfim abandonar o mundo dos sonhos e imaginação e retornar ao mundo real em que todos estão crescendo. Fazendo referências à história de Peter Pan, Farewell, Neverland deixa um gosto de "quero mais" dentro de um mini álbum que poderia ser maior com total facilidade. A HYBE poderia ter pesado menos sua mão de ferro na hora de montar uma tracklist tão curta em um conceito tão interessante para o quinteto. O TXT está crescido, e não estamos preparados para o que está por vir The Name Chapter: Temptation coloca o TXT num patamar acima dentro de sua própria discografia. Claro, será difícil o grupo superar fortes lançamentos como Anti-Romantic e Lovesong (I Know I Love You) tão cedo, mas o disco com a inédita Sugar Rush Ride é perfeito para abordar assuntos além do amor jovem, e colocar sob os holofotes um tipo de angst que tantos adolescentes enfrentam no linear entre a juventude e a maturidade. E o TXT, como já dito acima, está ficando bem diferente. Não só pelos visuais mais avassaladores como também em relação à discografia que está sendo formada, com músicas cada vez mais interessantes e produzidas com bastante qualidade. (HYBE/Reprodução) Agora na casa dos vinte anos, o boygroup parece estar atrás de novos conceitos para explorar, mesmo que o estilo dreamy e boy crush ainda não seja abandonado tão cedo. Pouco a pouco, o TXT fará com que os fãs caiam cada vez mais em tentação — seja pelas músicas que ficam grudadas na cabeça, ou pelos penteados e figurinos cada vez mais ousados e delicadamente conquistadores. E não dá para negar que o TXT é, na quarta geração, um dos atos mais proeminentes e interessantes de se acompanhar entre os grupos masculinos. Leia também - NewJeans: Após impactar o K-pop em 2022, o que esperar de "OMG", o primeiro comeback do grupo & seu futuro? Enquanto os garotos deixam seus sonhos de lado para ingressarem no universo dos adultos, e tentam não cair nas tentações que um mundo de possibilidades pode proporcionar, o público acompanha o TXT em sua caminhada para um conceito amadurecido e, quem sabe, provocativo. O álbum The Name Chapter: Temptation é uma porta de entrada para o crescimento artístico do boygroup, que se desenvolve para coreografias cada vez mais legais e suspiros tirados dos fãs atrás das telas. Se o TXT é o epicentro de alguma terra de sonhos, muitos nunca mais vão querer sair dela. Escute The Name Chapter: Temptation abaixo: Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- [Crítica] Após sucesso de "Poppy", STAYC retorna com "Teddy Bear" e dose extra de fofura
Novo álbum repete a fórmula do lançamento anterior e avança na definição da essência do grupo; confira a review (Divulgação/ High Up Ent.) Poucos grupos de K-pop geraram uma expectativa tão grande para o seu próximo comeback quanto o STAYC. Isso porque, no final do ano passado, o ato da High Up Entertainment emplacou um sucesso improvável e gigantesco: o hit Poppy no idioma japonês. Desde então, a volta do grupo feminino foi cercada de especulações que iam das mais otimistas às pessimistas — afinal, como superar uma música que rompeu a barreira do idioma e agradou tanto aos fãs? A resposta é clara: repetindo a fórmula. No single álbum Teddy Bear divulgado na manhã da última terça-feira (14), as meninas do STAYC apostaram em mais fofurices para o videoclipe da title homônima. Na produção, o grupo formado por J, Sieun, Seeun, Isa, Sumin e Yoon disputam biscoitos de ursinho, jogam videogames e bagunçam em uma sala de estudos. Tudo isso, é claro, em meio a muita pelúcia rosa e takes divertidos e cheios de efeitos — uma marca registrada do sexteto desde o debut. Confira o MV abaixo. Leia Mais: We Need Love: StayC reafirma versatilidade e entrega o que o verão precisava Chicletão, no bom sentido Comparações são inevitáveis, então vamos direto a elas: A faixa-título é menos infantil que Poppy, o que é, de certa forma, um trunfo. Por outro lado, ela mas exige do ouvinte um tempo maior para se fazer compreensível. Caímos, portanto, na máxima que vem dominando a indústria — é preciso ouvir a musica mais de uma vez para gostar. Mas Teddy Bear vale o investimento. À segunda escuta, a faixa já conquista e deixa clara sua razão de ser. Apesar da referência mais recente ser o debut japonês, Teddy Bear retoma ainda os pontos fortes de um outro lançamento icônico do grupo: ASAP. O refrão sintetizado e carregado de pop dance traz uma vibe caricata para música. Poderia ser uma cartada enjoativa, mas não quando ela pertence à discografia do STAYC, que sabe brincar com essa pegada chiclete como nenhum outro grupo da sua geração. Leia Mais: RUN2U: Versatilidade e brilho marcam o retorno do STAYC com o novo álbum YOUNG-LUV.COM Em Teddy Bear, vale ainda destacar a coreografia. Apesar de não dominar o MV, ela aparece em momentos precisos e suficientes para encantar os fãs, em especial aqueles mais devotos que adoram aprender os movimentos e reproduzir em casa. Descomplicada e com gestos que reforçam o conceito fofo da faixa (como as orelhas de ursinho), a dança é um charme à parte e um convite para acompanhar as promoções do grupo, tais como stages e dance practice. O álbum Teddy Bear é composto por mais uma faixa: Poppy — sim, Poppy — que foi relançada em coreano e divulgada no formato de performance video. Ela serviu como um esquenta para o single principal, e mesmo quem se acostumou a ouvir a faixa em japonês não estranhou a versão cantada em coreano. Música boa é assim mesmo: não importa o idioma, ela sempre irá cativar. Leia Mais: Um Ano de STAYC Girls: Relembre os principais lançamentos do grupo Sucinto e representativo Afinal de contas, Teddy Bear superou Poppy? Sim e não. Musicalmente, Poppy ainda é superior, mais viciante e ganha pontos por seduzir de imediato, de primeira. Além disso, Teddy Bear peca pela concisão — é um álbum de apenas duas faixas, sendo apenas uma inédita. Por fim, as escolhas que tornam a novidade excelente também expõem uma certa redundância nos lançamentos do STAYC. Não são exatamente "mais do mesmo", mas revelam a preferência por um caminho confortável. Teddy Bear supera o lançamento anterior, porém, ao exprimir a essência do grupo feminino de uma forma direta. Basta olhar uma vez para identificar o crescimento e a capacidade de adaptação do sexteto, que foi de um debut potente para estéticas mais suaves, e agora, mais do que nunca, mostra que se encontrou. Poppy foi uma aposta fofa; Teddy Bear é o STAYC sem tirar nem pôr. Daqui para frente, o desafio será achar o equilíbrio entre essa autenticidade e inovação. Nota: Vale lembrar que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre uma obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui! E não esqueça de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!
- [Crítica] TWICE retorna mais potente do que nunca com "Set Me Free"
A faixa principal de "Ready To Be" ganhou versões em coreano e inglês, e a apresentação de estreia do novo álbum ocorreu na TV americana (Divulgação / JYPE) Para um grupo que está no topo desde 2016 com "Cheer Up" e que ainda tem muito — muito mesmo — para apresentar, é difícil definir é qual a era de maior destaque na carreira do TWICE; porém, a temporada atual é uma forte candidata ao título de ápice do girlgroup. Na última sexta-feira (10), o ato da JYP Entertainment tornou o momento atual ainda mais memorável com o lançamento do álbum "READY TO BE." Antes de falarmos do álbum, vale contextualizar: no início do mês, o grupo recebeu o título de Artista Revelação (Breakthrough Artist) no Billboard Women in Music, tornando-se o primeiro grupo de K-pop a conquistar esse prêmio. Todas as nove membros estiveram presentes na premiação, que ocorreu em Los Angeles, em 1º de março. No evento, o TWICE ainda apresentou o pré single em inglês "Moonlight Sunrise," divulgado em fevereiro. Agora, o single está enfim disponível junto à sua coletânea completa. "Ready To Be" possui sete faixas, das quais são duas assinadas pela membro Dahyun. Este é o primeiro trabalho do grupo desde BETWEEN 1&2, lançado há cinco meses. Quer descobrir o que o Café com Kimchi achou de cada música no novo álbum? Confira a crítica após a publicidade. Dançante e descomplicada SET ME FREE, a faixa título do novo álbum, é impactante tanto no âmbito sonoro como no visual. Na primeira esfera, o destaque vai para a introdução da faixa, com o bass marcado que não permite que o ouvinte divida sua atenção com outros elementos. Há um toque de retrô em toda a construção da faixa, mas nada que ameace a sua fluidez ou a torne saturada. Porém, a falta de rimas fora do refrão incomoda um pouco, mesmo que este artifício não seja tão importante no K-pop como é para outros gêneros. No videoclipe, as integrantes Nayeon, Jeongyeon, Momo, Sana, Jihyo, Dahyun, Chaeyoung, Mina e Tzuyu protagonizam cenas alucinantes, dirigindo carros esportivos, dançando em outro planeta e até explodindo um cinema — um daqueles cinemas antigos, com letreiro neon, reafirmando a pegada vintage na faixa. A coreografia coloca em foco o gesto de romper uma algema imaginária, que combina com a letra da música ("me liberte", em tradução literal). Confira a produção abaixo. Apesar de intensa, a faixa título é uma aposta segura do grupo, sem grandes inovações; até o gesto chave da coreografia já foi usado e reusado diversas vezes no K-pop. A missão de apresentar algo diferente, então, recaiu sobre o pré-single MOONLIGHT SUNRISE, que faz isso com excelência. Mesmo cantada em inglês, a faixa de EDM consegue traduzir muito da essência do grupo. Viciante, sensual e com o melhor rap dentre as sete músicas no álbum, o single explica em si só as mais de 70 milhões de visualizações no Youtube. Confira o MV abaixo. B-sides em evidência Aquele pezinho no retrô volta na introdução de GOT THE THRILLS, a terceira faixa do álbum. O pré-refrão é o ponto alto, com os vocais divinos da Jihyo que ganham realce no trecho com a velocidade reduzida. Na da segunda metade, a música chega perto de pecar pelo excesso de informação; nesse sentido, a ponte iniciada pela Mina seguida do refrão isolado na voz da Nayeon faz um trabalho fundamental para resgatar o equilíbrio e a qualidade melódica do início. BLAME IT ON ME, escrita por Dahyun, rivaliza com a title como a intro mais potente do álbum — e ela leva vantagem por flertar com os acordes do rock. Com o avançar da faixa, é impossível que ela não conquiste mesmo os ouvintes mais exigentes. Os versos instigantes que antecedem o refrão e a repetição da sequência intacta na segunda estrofe trazem uma coerência à sua construção que é muito bem-vinda. Uma b-side para ouvir em loop! WALLFLOWER começa tímida e não se dá muito por ela a princípio, mas, assim como a anterior, temos aqui uma hidden gem, isto é: uma joia escondida no álbum. Com o avançar do instrumental e dos vocais repletos de leveza, a faixa vai ganhando forma — e que forma! Ela brinca com elementos sutis de electro, mas sem descaracterizar o pop mais sóbrio e menos bubblegum no qual o grupo vem se especializando nos últimos anos. Acaba se sobressaindo no conjunto justamente por ser simples e fazer valer a máxima de "menos é mais." Os acordes de rock voltam em CRAZY STUPID LOVE, também escrita pela Dahyun. Aqui é oportuno aclamar a sequência das canções, a minúcia no ordenamento do álbum que soube como valorizar cada música individual e também coletivamente. Esta é outra faixa que poderia ser resumida na expressão impactante, com ritmo bem marcado somado à qualidade no vocal das integrantes. Ela "encerra" o álbum de um jeito melancólico, realocando expectativas para os próximos trabalhos do grupo. A última música do álbum é a versão em inglês da title, SET ME FREE. É preciso dar o braço a torcer: a versão em inglês consegue superar a coreana, pois rimas acertadas fazem toda a diferença no primeiro e segundo trecho da faixa. É difícil fazer essa avaliação em se tratando de um gênero tão singular como o K-pop, que luta contra uma espécie de imperialismo musical por conta de referências externas. Mas, se serve de consolo, o grupo debutou a faixa no programa americano The Tonight Show Starring Jimmy Fallon e cantou a versão coreana. Em suma, READY TO BE honra o nome que estampa suas versões físicas mostrando que o TWICE está "pronto para ser" o que bem entender. Com longos anos na indústria, o grupo feminino já não precisa mais provar nada a ninguém, está livre para trafegar nos conceitos que lhe favorecem e, mesmo na zona de conforto, surpreender pela capacidade de se superar. E você, o que achou do lançamento do TWICE? Conta pro Café com Kimchi nas nossas redes!
- [Crítica] Ídolo dos ídolos, KAI transborda sensualidade em "Rover"
Em seu terceiro ato solo, membro do EXO acha o equilíbrio entre inovação com toques latinos e a celebração da sua carreira na indústria (Divulgação/ SM Ent.) Na última segunda-feira (13), o KAI fez seu tão aguardado comeback com o mini álbum "Rover". O lançamento conta com seis músicas inéditas, além de um music video para a faixa principal, também chamada de "Rover." Neste que é seu terceiro ato solo, o membro do EXO mostrou mais das suas cores únicas que lhe renderam o apelido de "ídolo dos ídolos", dada a sua popularidade entre outros artistas de K-pop. No videoclipe para a title, KAI muda de identidade diversas vezes, mas sem perder o gingado! Como de praxe, a coreografia permanece em evidência na produção mesmo com a mudança improvável de cenários — de um salão de beleza retrô ao palco de um teatro luxuoso. Confira o MV abaixo e, após a publicidade, um pouco mais do que o Café Com Kimchi achou da novidade faixa a faixa. Para a faixa principal, Kai trouxe uma salada de referências internacionais. A sample é do produtor romeno Monoir e interpretada originalmente pela cantora búlgara Dara; mas a sonoridade que sobressai é, sem dúvidas, a latina. "Rover" é envolvente do início ao fim, com um refrão que gruda na cabeça e versos dançantes. A faixa ainda exemplifica algo que é cada vez mais tangível no K-pop: os produtores estão de olho na música latina. A segunda música, "Black Mirror", parece ocupar a vaga deixada por Vanilla no álbum Peaches, lançado por KAI em 2021. É a faixa menos coerente à primeira escuta — ou mais diferentona, como preferir —, mas, com o avanço da introdução, sua assimetria se torna um charme à parte, potencializando o KRNB luxuriante no qual as notas se amparam. Ela também complementa a pegada sexy da faixa anterior, mostrando que seu lugar no álbum é estratégico. Em termos de sensualidade, o álbum atinge seu ápice na terceira música: "Slidin'". Novamente com um KRNB lento, KAI explora a suavidade da sua voz nesta faixa que possui momentos de impacto pontuais e extremamente assertivos. Escutando-a na sequência do álbum, o ouvinte pode ter a impressão de "lugar comum", comodidade ou até pouca inovação; porém, descartada das faixas que a antecedem, a música se reveste de um potencial inédito, figurando até entre as melhores faixas do KAI desde o seu debut como solista em 2020. Leia também - 5 anos de debut solo de Lay: Como a carreira do solista evoluiu desde o álbum Lose Control? Mais "latinidades" Desde o seu anúncio, "Bomba" despertou a expectativa e a curiosidade dos fãs na América Latina, e apesar do resultado final dividir opiniões — há quem ame, há quem odeie —, é preciso elogiar o KAI por se jogar de cabeça nesse projeto repleto de referências latinas. Bomba é uma faixa autêntica, carismática e alinhada ao que foi proposto em seu teaser (abaixo). Ela combina com o conjunto do álbum e se prova uma adição valiosa à coletânea na ponte desacelerada. Se até aqui o KAI inovou, em "Say You Love Me" o solista está mais próximo das canções que compõem seu primeiro álbum de estúdio, sobretudo "Amnesia." A faixa desperta nostalgia, é clássica e tem aquele quê de um KRNB raiz e instigante, além de muita sedução. Apesar das inovações serem bem-vindas, é inegável que aqui vemos a imagem do KAI como idol, o que ele faz de melhor e também o que exprime fielmente a sua essência artística. "Sinner" encerra o álbum em um ritmo mais lento e novamente mais familiar ao estilo que o KAI domina. É uma música suave e que, como se brincasse com o próprio título ("pecador" em português), faz uma remissão acerca das músicas mais agitadas. É o timing de se despedir, e o solista faz isso abusando de um timbre melódico que deixará todos morrendo de saudades. Felizmente, essa despedida deve ser curta — a priori, o KAI está confirmado para o comeback do EXO agendado para o verão coreano. Uma viagem a novos destinos (estilos) sem tirar o pé do chão "Rover" parece ser um experimento no qual o KAI prova da sua versatilidade, buscando novos estilos — com destaque para a sonoridade latina — sem abandonar aqueles elementos que já são intrínsecos à sua personalidade artística. De certa forma, ele já havia feito uma viagem similar em "Peaches", porém, resgatando elementos musicais tradicionais da cultura coreana. Agora, KAI aprendeu que dá, sim, para ir mais longe, e este novo álbum é mais um trabalho que justifica o apelido que ele recebeu após dez anos na indústria — ídolo dos ídolos. O que você achou de "Rover" do KAI? Conte para o Café no nosso Twitter e Instagram!
- [Entrevista] Após impressionar em audição para a HYBE, RIKA brilha em carreira independente
Também conhecida como Erica Kim, a artista fez audições para a HYBE e JYP, enfrentando o tribunal da internet antes mesmo de lançar seu primeiro EP (Divulgação/RIKA) A música sul-coreana não é apenas feita de pop, embora os menos entendedores tendam a crer que sim. Em uma indústria bilionária, comandada por grandes companhias de entretenimento, talentos jovens e músicos independentes tentam conquistar seu próprio espaço e fazer sua arte chegar ao público geral. RIKA é uma dessas artistas. A cantora e compositora de R&B ganhou notoriedade na internet em 2020, com um vídeo feito para a audição da BE:LIFT, empresa formada pela união da HYBE com a CJ ENM, em 2020, conquistando incríveis 3,4 milhões de visualizações. Apresentando-se com um rap escrito por ela mesma, a artista Erica Kim (ou Kim Sihyun, em seu nome coreano) acabou não sendo aprovada, mas deixou uma boa impressão a quem assistiu. RIKA não se deixou afetar pela negativa e começou a produzir suas músicas autorais, resultando no recente EP intitulado TOXIC. Lançado em 29 de julho, o trabalho conta com quatro canções e se baseia em experiências pessoais. O Café Com Kimchi teve a oportunidade de entrevistar a cantora e descobrir as motivações por trás de sua recente carreira independente, seu amor por música e aspirações para o futuro. “Relacionamentos tóxicos em todas as perspectivas” TOXIC conta com as faixas "Genie", "Motels & Cheap Wine", "Addicted" e "Goodbye", todas escritas e interpretadas por ela. Este é o seu primeiro EP, após ter escrito outros singles como "Playboy" e "baby in blue", abrindo caminho para a expansão de sua carreira independente. Nas letras do álbum, utilizou os dois idiomas que mais domina (inglês e coreano) para expressar suas conflituosas vivências românticas. Antes de tudo, gostaria de saber o que fez você se apaixonar por música e aprender habilidades como cantar e compor? “Acho que sempre amei música desde criança! Eu tenho cantado desde que comecei a falar – embora não tenha sido a melhor. No entanto, sou do tipo que sempre termina as coisas em que me dedico e acho que a música era um desses casos. Eu realmente não tive nenhum treinamento musical formal, mas continuei até que comecei a soar decente. Eu fiz poesia falada (slam) no ensino médio e, eventualmente, acabei combinando meu amor por escrever e pela música. E aqui estamos hoje!” De que forma você preparou o conceito para o seu primeiro EP "TOXIC" e como foi o processo para obter o resultado que você queria? “TOXIC é sobre relacionamentos tóxicos de todas as perspectivas. Às vezes eu sou, às vezes o outro é, e às vezes nós dois somos. Eu tenho uma longa história de namoro e envolvimento romântico com pessoas tóxicas e acho que esse EP foi uma maneira de expressar todos esses sentimentos e experiências.” “Em termos de processo, sou uma grande perfeccionista e trabalhei muito de perto tanto com meu produtor/gerente, Aeon, quanto com meu engenheiro de som, Nomichit, para obter cada detalhe como eu queria. Devo muito a estes dois e todo este projeto não teria sido possível sem eles.” Audições para a HYBE e JYP (Divulgação/RIKA) RIKA tem tentado emplacar a carreira como cantora profissional desde 2019. Sua primeira aposta foi na audição Plus Global Audition, promovida pela HYBE (antiga Bighit), empresa responsável por grupos como BTS e TXT. Ao ser convocada, fez uma viagem de oito horas de Bay Area, onde nasceu na Califórnia, até Los Angeles. Após anos focada apenas em artistas masculinos, a HYBE finalmente estava recrutando meninas para a criação de um novo girlgroup, e essa foi a oportunidade que RIKA encontrou de adentrar à indústria. Nascida em 2002, tinha 17 anos na época e acredita ter sido considerada muito mais velha do que as demais concorrentes, que beiravam entre os 13 e 14 anos. Ao ser reprovada na audição, tentou a sorte no ano seguinte, mas dessa vez na JYP, companhia que emplacou grandes grupos de K-pop como TWICE, 2PM e GOT7. Para a seleção, publicou um vídeo no TikTok, cantando How You Like That, do BLACKPINK, com o rap reescrito por ela mesma. Além de não ter passado, também foi vítima de ataques online, em que pessoas questionaram seu talento e a música escolhida. Sua última e mais recente tentativa aconteceu em 2020, em audição global e virtual para o novo girlgroup da BE:LIFT, também da HYBE e responsável pelo debut do ENHYPEN. O vídeo ganhou muita atenção no YouTube, fazendo com que os espectadores lamentassem pela sua terceira reprovação na seleção para se tornar uma idol de K-pop. O mercado sul-coreano pode ser desafiador para artistas que estão começando de forma independente, sem o apoio de grandes empresas de entretenimento. Como você enxerga sua posição nesse cenário atualmente? “Com a ascensão da mídia coreana no ocidente, a indústria coreana de entretenimento se tornou ainda mais competitiva do que antes. Há tantas pessoas que são artistas independentes neste espaço e eu meio que vejo isso como algo que não está inteiramente em minhas mãos.” “Eu coloco tudo de mim na minha música e adoro conhecer meu público, mas, no fim do dia, não consigo decidir quem gosta ou não da minha música. Apenas confio que o que quer que aconteça deve acontecer e, até então, estou aqui apenas para aproveitar a jornada para me tornar uma artista melhor.” Em 2020, você se tornou viral com um vídeo de sua audição para a BE:LIFT. Naquela época, o que passava pela sua cabeça quando você começou a chamar a atenção de tantas pessoas na internet? Teve alguma consequência negativa? “Quando publiquei aquele vídeo de audição, não levei muito a sério. Eu escrevi o rap apenas algumas horas antes e o filmei às três da manhã. Não fazia ideia que tanta gente iria assistir e muito menos me apoiar. Embora menor em comparação com a quantidade de amor que recebi, também recebi muita atenção negativa.” “Eu tenho feito conteúdo nas redes sociais há muito tempo e acho que acabei me acostumando com a ideia de que nenhuma atenção é má atenção e, se eu tenho haters, significa que eu consegui. Eu criei uma camada protetiva para esse tipo de coisa. Você não precisa que as pessoas gostem de você ou te odeiem, porque, no final do dia, se você está tão na mente delas a ponto de sentirem a necessidade de expressar isso, elas são fãs.” Atualmente, o TikTok tem sido uma importante plataforma para aumentar o alcance de novos artistas e suas músicas. Como você tem usado isso a seu favor? “Na verdade, comecei toda a minha “carreira” online no TikTok. Sou criadora e consumidora ávida de conteúdo desde 2019 e tive a chance de entender como a música tende a ser notada. Graças ao meu empresário Aeon, eu fiz um cronograma de postagem de conteúdo todos os dias até o lançamento do meu EP, para que ele fosse notado pelo algoritmo.” “Eu sabia que meu EP não seria para todos, então fiz muito conteúdo tentando despertar o interesse dessa comunidade especial de amantes do R&B coreano, “sad girls”, e qualquer pessoa que me conhecesse como uma personalidade online.” RIKA está mais interessada na jornada do que no destino (Divulgação/RIKA) “Lembre-se do meu nome e do meu rosto, porque se eu colocar minha mente nisso, posso fazer qualquer coisa.” Esse é um dos trechos mais marcantes de seu vídeo para a audição na BE:LIFT. E, podem acreditar: ela está muito determinada em levar sua música para todo o mundo. Apesar de entender as dificuldades do que é ser uma artista independente, RIKA está criando seu império gradativamente, trabalhando em músicas autorais e colaborando com cantores que compartilham do mesmo sonho que o seu. No R&B, quais foram suas maiores inspirações? “Tenho tantos artistas favoritos dos quais me inspiro. Quanto aos artistas coreanos, eu amo BIBI, Leebada, DEAN e JUNNY, admiro muito eles. Já em relação aos artistas ocidentais, sou uma grande fã de NIKI, SZA e Lolo Zouai.” O que você gostaria de vivenciar em sua carreira no futuro e qual é a sua maior ambição como artista? “Eu sempre digo que tendo a sonhar grande porque sou de Peixes. Astrologia à parte, eu tenho muitos objetivos realmente ambiciosos, como me apresentar em um local cheio de pessoas que ouvem minha música e poder ouvir a multidão cantar junto. Eu adoraria lançar um álbum completo em um futuro próximo também e quero escrever mais em coreano.” “Outro sonho muito grande e meio trivial meu é ter alguém me notando em público ou assinar um autógrafo. Acho que isso seria uma loucura. Outra coisa que eu gostaria de trabalhar como meta de longo prazo é ter sucesso o suficiente para comprar uma casa nova para minha mãe e colocar minha irmãzinha na faculdade.”
- [Entrevista] Omega X declara vontade de vir ao Brasil e revela expectativas para o futuro
O grupo promove seu álbum "Story Written In Music" nos Estados Unidos e compartilha em entrevista coletiva o que pretendem alcançar; confira (Divulgação / Spire Entertainment) Com turnê em andamento nos Estados Unidos, Omega X tirou um tempo em sua agenda para uma roundtable em que o Café pôde participar e conversar com os integrantes. Na sexta-feira (21), o grupo rookie contou um pouco sobre sua trajetória durante o primeiro ano em conjunto, como é estar em turnê e suas expectativas para o futuro, incluindo os países que deseja visitar. Conheça mais sobre o boygroup e o que eles têm vivido desde sua estreia. Jaehan, Yechan, Kevin, Xen, Hangyeom, Hwichan, Hyuk, Jehyun,Taedong, Junghoon e Sebin formam o grupo agenciado pela SPIRE Entertainment, e é a junção de integrantes que já fizeram parte da formação de outros grupos ou que participaram de survival shows, agora eles têm uma nova chance na carreira. Os rapazes já estão fazendo seu nome no k-pop e criando memoráveis feitos, como composições próprias e a primeira turnê internacional, que tem sido uma experiência divertida mas também desafiadora. “O processo de se locomover, ir de um lugar para o outro é um pouco desafiador para mim, pois acontece muito rápido, mas quando penso nos amor que os fãs tem por nós, tudo vale a pena”, conta Hwichan. Atualmente o boygroup encerrou sua turnê nos Estados Unidos, passando por 11 cidades. Além do país da América do Norte, os membros mostram animação para conhecer outros países, como foi citado por alguns deles, Paris, Espanha e também o Brasil, que junto com outros países da América do Sul tiveram a presença do grupo cancelada. Os concertos estavam previstos para ocorrer em setembro, e o grupo estaria em São Paulo no dia 28 daquele mês.“Quando descobrimos que nos apresentaríamos no Brasil, ficamos muito animados, principalmente Jaehan que já esteve no país. Estávamos muito ansiosos, infelizmente tivemos que cancelar, espero que possamos ir em breve conhecer e performar para nossos fãs brasileiros”, conta Hangyeom ao Café. A tour Connect: Don’t Give Up promove a discografia do grupo, principalmente seu projeto mais recente, Story Written In Music, um álbum com 12 faixas assinadas por alguns dos integrantes. Compor já é uma atividade que tem se tornado mais comum entre os idols, e isso não tem sido diferente para Omega X, que mesmo completando apenas um ano de lançamento, já estão por trás dos versos das faixas. Leia também: DPR: Grupo coloca Audio a baixo com performance explosiva da "The Regime World Tour"; saiba mais A subunit dos sonhos do Omega X e outros desejos Embora esse seja um feito animador, os membros são bem ambiciosos e também buscam alcançar outros aspectos dos bastidores e produção, tanto dos álbuns quanto dos shows. “No momento de criar o design de um álbum é muito importante focar nas tendências atuais, tenho certeza de que eu poderia fazer isso muito bem, escolher conceitos minimalistas, sustentáveis e simples, eu amaria participar do design dos nossos próprios álbuns”, idealiza Sebin enquanto Hangyeom pensa que gostaria de decidir o que poderia estar por trás do conceito de um álbum e Yechan, deseja fotografar os membros. O grupo valoriza muito a liberdade em poder compor músicas e torcem para dar um passo à frente para desenvolverem as habilidades citadas. Os integrantes também demonstraram muita empolgação com a ideia de se dividirem em subunits, já que alguns já estão familiarizados a produzirem músicas juntos, eles se imaginam em conjunto em sub grupos, onde surgiu várias sugestões de nomes para as subdivisões, levando os sobrenomes dos integrantes. Seja cantando ou compondo, o grupo é muito satisfeito pelas suas conquistas até agora, relembrando que esse ano em junho fizeram o primeiro aniversário de seu debut. Eles afirmam que foi um ano de altos e baixos, em que trabalharam e continuam trabalhando incansavelmente, “são os fãs que nos motivam a seguir em frente, por eles estamos performando, cantando e produzindo sem parar!, conta Junghoon, e os outros membros concordam. É uma oportunidade na vida que nem todos têm a chance de experimentar, então somos muito gratos aos nossos fãs por isso. Nem sempre a vida de uma estrela é fácil, e como qualquer pessoa, os membros do grupo também se sentem cansados, mas também lutam contra alguns momentos difíceis que os deixam a ponto de desistir. Lembrando que o nome da tour é Connect: Don't Give Up, eles respondem em conjunto que além de serem guiados pelo amor dos fãs, ver o trabalho duro um do outro também é motivador. Não desistir um pelo outro é o nosso lema durante a turnê. Muitas expectativas são criadas conforme os corações de mais fãs são conquistados, então o boygroup não deixou de citar o que pretendem alcançar no próximo ano. "Gostaria de viajar o mundo todo, essa é nossa prioridade. Mas ganhar prêmios seria incrível também, claro que temos que trabalhar duro para que isso aconteça", planeja Sebin. Leia também: MAMA 2022: Confira a lista completa de indicados na premiação de K-pop Quem são os membros? (Reprodução / SPIRE Ent.) Cada membro do grupo tem seu passado já como artista antes de se tornarem Omega X, muitos estiveram em outras boybands e chegaram a participar de realities de sobrevivência, outros ainda fazem parte de conjuntos que estão em hiatus, e assim podem se dedicar ao grupo atual. Jaehan e Taedong participaram da 2ª temporada do Producer 101, Hyuk, Junghoon e Kevin fizeram parte do grupo ENOI, que disbandou em janeiro enquanto Xen e Jehyun estiveram no 1TEAM, que teve seu disband anunciado em março. Mas não só na carreira musical, alguns deles estão presentes nas telas. Sebin fez pequenas aparições em filmes como Cart (2014) e Mourning Grave (2014). Além disso, Yechan e Jaehan estão confirmados para contracenar juntos no BL coreano A Shoulder To Cry On, que está previsto para sair esse ano, ainda sem data oficial. Esse é Omega X, que tem seguido à risca o título da turnê Connect: Don't Give Up, e correndo atrás de seus objetivos. Não deixe de acompanhar nossas redes sociais para saber mais sobre o boygroup. Saiba também: Jay B: Saiba tudo sobre a turnê "Tape: Press Pause" do solista e membro do GOT7 no Brasil








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