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  • One Bad Night: novo EP da Jamie é cheio de atitude e versatilidade

    Após lançamento de single, cantora retorna com EP de 5 faixas que impressionam por vocais e rap notáveis (Reprodução/ Warner Music Korea) Na última quarta-feira (05), a cantora e rapper Jamie, também conhecida como Jamie Park, lançou seu EP One Bad Night, contendo 5 faixas. Neste ano, a cantora que tem a carreira agenciada pela Warner Music Korea já havia lançado um single, uma participação e uma OST para o drama Moonshine. Este é seu primeiro retorno com EP desde Jiminxjamie, lançado em 2018, e encerra de vez a espera dos fãs por um novo projeto com mais músicas. O novo trabalho esbanja a atitude da cantora e confirma suas habilidades, apostando em estilos como o R&B, pop e hip-hop. Saiba mais do Café com Kimchi achou da novidade após a publicidade! A faixa título 3D Woman transmite personalidade e confiança. O instrumental traz uma vibe mais futurística, que é um ponto positivo, mas o refrão infelizmente não é tão cativante. É uma uma música que talvez fique na cabeça se o ouvinte escutar uma segunda vez, mas, no primeiro contato, não gera muita empolgação. O MV conversa com o arrojo que há na letra da música e monstra que a Jamie busca fazer algo mais direto, sem as amarras de preconceito que existem por muitos lados em relação ao seu trabalho. Os visuais são surpreendentes e, se você ainda não conferiu, fica aqui o convite para o dar o play aqui em baixo. Vale a pena! Girls é uma faixa super pop, com um instrumental simples, mas que entrega o que se espera da maioria das músicas nesse ritmo. O refrão é bom e gruda na cabeça com facilidade. Aqui, a Jamie mostra suas habilidades tanto como vocalista quanto como rapper. Uma artista completa! Já In My Bag traz um lado mais forte de hip hop para o EP, e esse estilo combina muito bem com a cantora — é refrescante e complemente bem sua composição e voz. Quem curte as músicas da rapper Jessie vai facilmente curtir essa faixa. Leia também: EXID: Girlgroup retorna com "X" e comemora os 10 anos de aniversário Em seguida, Bedtime Story com participação do rapper e produtor GEMINI. Ela se difere das músicas anteriores ao trazer o R&B que vemos com frequência nos trabalhos da Jamie e que já é uma de suas especialidades. A faixa é envolvente, e o feat com o vocal leve do GEMINI se conecta quase que perfeitamente com a voz da Jamie, apesar dos dois não cantarem sincronizados, o que é uma pena. Fechando o EP, Honesty transporta o ouvinte para outra atmosfera, mas que não gera total estranhamento pela abertura com o R&B feita com a faixa anterior. Com influência de blues e jazz, Jamie entrega vocais limpos e delicados, demonstrando mais uma vez sua versatilidade. Em conjunto, o EP entrega muito mais do que se espera. A escolha das faixas foi feita de forma inteligente e, apesar da faixa principal ser pouco impactante, Jamie explora estilos, gêneros e versões de sua vocalidade que só reafirmam sua capacidade de surpreender. One Bad Night tem faixas para quase todos os gostos, agradando quem já é fã e também com potencial de cativar novos ouvintes. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • Maxident: A receita de bolo do Stray Kids chega ao ponto certo em novo comeback

    Boygroup retorna com músicas de composição e produção próprias, e divulga um dos melhores lançamentos masculinos de 2022; leia a crítica (JYP Entertainment/Reprodução) É possível dizer que, entre os comebacks dos boygroups em 2022, poucos tiveram proeminência para entrar na célebre lista de "melhores do ano". Mas indo contra esta tendência preocupante, o Stray Kids voltou neste mês de outubro (07) com MAXIDENT, álbum que recorre à fórmula que já dá certo ao conceito do grupo e que manifesta o diferencial do conjunto da JYP no meio dos artistas masculinos. O disco de oito faixas, todas com produção e composições próprias, ajuda a embasar o fato de que o Stray Kids é um dos bg's mais fáceis de se afeiçoar na 4º geração. Mesmo que a carta de apresentação do grupo sejam as title tracks banhadas no noise music (que não agrada a todos), os projetos do grupo como um todo são interessantes e formam uma discografia com diversas surpresas em qualquer imersão. Leia também - HallyuConn 2023: Preços, datas e tudo o que você precisa saber sobre o festival de K-pop no Brasil A faixa Case 143 é a que abre o álbum, e também é a que ganhou MV: divertida, com um refrão catchy e um rap bem demarcado. A música segue uma "receita de bolo" que o Stray Kids tem em seus projetos, mas que não é um demérito — há carisma e algo que te contagia. Em duas ou três ouvidas, Case 143 já estava grudada nos meus ouvidos. E é bom quando boygroups voltam a explorar ideias mais engraçadinhas e deixam um pouco de lado o conceito sexy; que é bom também, mas alguns não nasceram para isso. Felizmente, o Stray Kids é capacitado para ambas as entregas. Case 143 também é contagiante na coreografia, e posso afirmar que fiquei um bom tempo vendo e revendo os vídeos ao vivo que saíram até então. A title é uma soma de fatores que dá certo, e a semelhança do formato da música com outras que o Stray Kids já lançou é algo a se acrescentar — você aperfeiçoa aquilo que já é bom fazendo. A faixa CHILL dá segmento ao disco num estilo mais relaxante com um hip-hop usual e chiclete, e entra para o grupo de músicas do MAXIDENT que o replay fica pressionado. O mesmo não aconteceu com Give Me Your TMI, que parece um filler no comeback; a música ainda precisa amadurecer com o tempo. Apesar disso, SUPER BOARD retoma a jocosidade viciante da title e o ânimo para continuar o álbum volta com força total — quanto mais o Stray Kids explora onomatopeias e pauta isso com uma produção que tem identidade, melhor. 3RACHA, TASTE e Can't Stop são uma montanha-russa de emoções e indicam crescimento do Stray Kids A partir deste ponto, MAXIDENT sofre uma reviravolta na tracklist com uma performance da unit 3RACHA, que tem papel essencial na progressão identitária do Stray Kids. E no trio formado por Bangchan, Changbin e Han, é uma química que derruba portas no chute. Devo admitir que a música self-titled do trio de hip-hop se tornou a minha favorita do comeback por trazer um rap de respeito, um beat que não sobressai as vozes e um projeto que é autoral. TASTE, que vem em seguida, é igualmente impressionante e dá calafrios ao longo de seus mais de três minutos de duração. É uma faixa misteriosa e que mescla vozes tão diferentes dentro do Stray Kids (no caso, Hyunjin, Felix e Lee Know), indo do vocal mais doce até o mais gutural (detalhe para o Felix que, desde sua collab com a Nayeon do TWICE, tem me impressionado com sua voz). A variação que MAXIDENT sofre entre as músicas faz muito sentido. A certeza de que as músicas foram criadas com total opinião do grupo denota o poder que o Stray Kids teve sobre minha mudança de opinião a respeito do boygroup. Minha vontade de ouvir mais b-sides do octeto cresce a cada ouvida no MAXIDENT, e acredito que o álbum seja uma das melhores portas de entrada para que ainda torce o nariz pros cantores. Chegando ao final do comeback, Can't Stop volta para o estilo upbeat do início da tracklist, e é um pop rock bonitinho com Seungmin e I.N. É claro que, como a trend do Y2K ainda não deixou o K-pop, a canção cumpre o papel de representar a nação "rockeirinha" no disco, e ela pode cair ainda mais no gosto do ouvinte com o passar dos plays. Você pode curtir saber - TXT: Saiba tudo sobre o líder da 4º geração e uma das atrações do Music Bank Chile 2022 O Stray Kids está em sua melhor forma no MAXIDENT. Sim, o grupo segue uma receita de bolo para os discos, mas é uma receita de bolo muito boa; não há muitos pontos fora da curva no CD — na verdade, são praticamente imperceptíveis. Eu, como ouvinte casual do grupo e que não conhece os bastidores com detalhes, fiquei impressionado com tamanha maturidade que o grupo alcançou. Apesar das críticas pessoais que tenho acerca da quarta geração do K-pop, o ato da JYP ficou tão interessante de conhecer, que o Stray Kids se tornou um representante de respeito da atual leva de k-idols que estão dominando o público. Ainda, reforço a admiração que tenho pelo Bangchan na constante produção do grupo, que provavelmente é um dos responsáveis pelo incentivo dado ao Stray Kids para explorar suas capacidades como artista para além do palco — na composição de um comeback como um todo. Leia esta crítica também - EXID: Girlgroup retorna com "X" e comemora os 10 anos de aniversário Se você não gosta do Stray Kids, como minha versão do passado, dê uma chance a eles com MAXIDENT. Alguma faixa irá te conquistar, sejam as agitadas ou as fatais; o grupo entrega um banquete completo para degustação. Mesmo com a pequena mudança de humor após a title e as duas faixas que precisam de mais escutadas para te convencer, o retorno do boygroup contorna tais pontos com uma atmosfera divertida e muito carismática; eles são uns fofos. Por favor, Stray Kids, continue com esta receita do melhor dos bolos. Eu ainda não me cansei dela. Ouça o álbum "MAXIDENT" do Stray Kids logo abaixo: Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • "Apocalypse: Follow Us": Dreamcatcher marcha para a guerra em VISION

    Com um single similar ao anterior, o Dreamcatcher trás uma continuação da série de álbuns Apocalypse, com o desfecho da guerra (Imagem: Divulgação/Dreamcatcher Company) No mês do Halloween, não pode faltar o grupo que deixa a celebração ainda mais interessante, em termos musicais, pelo seu conceito com elementos sombrio. O Dreamcatcher realizou o seu comeback na última terça-feira (12), com VISION, single pertencente ao EP Apocalypse: Follow Us. O sétimo mini-álbum acompanha seis faixas, além de ser uma continuação da agora dualogia, Apocalypse: Save Us (2022). Em setembro, as contas oficiais do grupo disponibilizaram uma imagem misteriosa de um código para marcar o inicio da divulgação do álbum que seria lançado em outubro. O código foi sucedido por uma série de imagens teasers individuais e em grupo, assim como prévias do Music Video e do álbum. Apocalypse: Follow Us é o segundo comeback do grupo em 2022, o Dreamcatcher retorna após o lançamento do primeiro álbum da série Apocalypse em abril de 2022. O atual EP dá continuidade aos acontecimentos mostrados em MAISON, faixa principal do Apocalypse: Save Us. Em um cenário distópico em que a única esperança de salvação é o grupo composto por JiU, SuA, Siyeon, Handong, Yoohyeon, Gahyeon e Dami. Leia também: (G)I-DLE, Stray Kids, MAMAMOO e mais: Confira o calendário de lançamentos de K-pop de outubro A guerra e o futuro do mundo em VISION VISION é uma faixa forte, porém, é difícil pensar esse seria o lançamento mais impactante do grupo se comparado a comebacks anteriores, como Odd Eye (2021). A faixa-título apresenta uma sonoridade similar com MAISON, ambas com uma certa introdução de EDM. A canção é marcada por essa mistura do rock com o EDM em diversos momentos, a qual a parte eletrônica está bem mais audível. Dessa vez, é difícil apontar um ponto alto da canção, que parece seguir uma linha estável no inicio ao fim, sem grandes picos de destaque. No Music Video, as sete integrantes retornam ao cenário pós-apocalítico futurista apresentado em seu comeback anterior. Os elementos na ambientação e nas roupas mostram que uma guerra mais avançada ocorreu. Mas com seus poderes especiais o grupo consegue sair vitorioso e salvar o mundo, representado pelo momento em que elas aparecem na televisão. Um escudo é liberado em volta da Terra por Dami ao final, trazendo esperança para o fim da invasão. Em Follow Us, elas mostram que não precisam mais serem salvas, mas seguidas, além de deixarem isso claro na letra ao convocar todos para marchar para a guerra. Marche junto com os passos e recarregue / Em direção à colina cheia de inimigos Leia também: TXT: Saiba tudo sobre o líder da 4º geração e uma das atrações do Music Bank Chile 2022 O álbum é aberto pela intro, Chaotical X, apenas com instrumental, que parece ter objetivo de ambientar o ouvinte em um filme de ação. Funciona bem como uma prévia de VISION, que em seguida resgata bem essa sensação. A terceira canção é Fairytale, com um rock diferente das duas músicas anteriores, assim como o título sugere, é sobre viver momentos felizes, fazendo o público se sentir da mesma forma. O refrão é entusiasmante e Siyeon guia para uma sensação de liberdade com facilidade. Some Love é outra b-side, que foge do rock intenso misturado com o EDM de VISION e da sonoridade leve de Fairytale. Nesse groove rock sobre amor próprio é fácil de identificar os sons de guitarra misturados com o sintetizador. Ainda assim, talvez não seja um dos pontos fortes do álbum. Após canções mais agitadas, a última canção é uma ballad para encerrar o ciclo do Follow Us. Em Rainy Day, os vocais marcantes das sete integrantes fica ainda mais em evidência. A canção se trata de um momento delicado de saudades, representada pela chuva. Uma situação em que a pessoa não tem outra alternativa além de aceitar as fortes emoções que acompanham um dia chuvoso. O EP ainda possui uma ending — similar a uma introdução, que se posiciona no final do álbum — de sonoridade aposta a Chaotical X, representando que o caos instaurado na intro, e visto no MV, foi cessado no fim em Mother Nature. Leia também: EXID: Girlgroup retorna com "X" e comemora os 10 anos de aniversário No geral, o Dreamcatcher trouxe um bom álbum, mas um pouco mais do mesmo dentro do que já está acostumado a entregar ao público. A organização e escolhas da tracklist seguem um padrão já conhecido do grupo, uma intro com apenas instrumental, o single, duas b-sides mais diferenciadas sonoramente e uma ballad. As faixas secundárias do álbum não possuem um destaque tão forte no álbum e podem passar despercebidas, com exceção de Fairytale, que mostrou uma ótima proposta e potencial, podendo ser apontada como um dos pontos altos do EP. O uso do EDM não é novidade, mas os dois últimos lançamentos mostram uma tendência de tentar diversificar sua sonoridade dentro da própria discografia. É fácil notar a similaridade de sonoridade de MAISON e VISION, algo normal, visto que, fazem parte de uma duologia. Mas se comparados ao som de outros singles, não mostram a mesma presença marcante, como em Odd Eye ou BOCA. Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Então, tá tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

  • Jay B: Saiba tudo sobre a turnê "Tape: Press Pause" do solista e membro do GOT7 no Brasil

    Cantor fará apresentação única em novembro, na cidade de São Paulo; saiba tudo sobre local, ingressos, horários e mais (CDNZA RECORDS/Divulgação) Se tem uma coisa que adoramos quando acontece no Brasil, são os concertos de K-Pop; e agora, há mais um evento marcado para rolar ainda em 2022. O Jay B, integrante do GOT7 e que também é solista, fará um show único no país na cidade de São Paulo, que será rota de sua mais nova turnê: a 2022 World Tour - JAY B "TAPE: PRESS PAUSE". O show na capital paulistana marcará a primeira vinda de Jay B, e de um integrante do GOT7 no geral, para um show no Brasil. Além dos projetos com o grupo de sete membros que está na ativa desde 2014, o cantor (cujo nome verdadeiro é Lim Jaebeom) também está promovendo uma carreira solo promissora nos gêneros hip hop e r&b. Por se tratar de uma única data em terras brasileiras na leg sul-americana da tour, esta será a chance do fandom Ahgase (do GOT7) ver o líder do boygroup de perto. Leia também - DPR: Grupo coloca Audio a baixo com performance explosiva da "The Regime World Tour"; saiba mais Continue lendo o post abaixo para saber mais informações sobre a turnê Tape: Press Pause, como local do concerto, data e demais coisas importantes: Show do Jay B no Brasil acontecerá em novembro, na casa de espetáculos Vibra São Paulo De acordo com informações da Noix Entertainment, produtora que está cuidando do show, a turnê de Jay B passará no Brasil no dia 26 de novembro, que cai num sábado. O concerto acontecerá na casa de shows Vibra São Paulo, que tem capacidade de aproximadamente 6.900 pessoas. A performance de Jaebeom está marcada para 20h. Além do show no Brasil, o membro do GOT7 também estará no Chile e no México, e todas as apresentações acontecerão na mesma semana. (CDNZA RECORDS/Divulgação) Conforme foi divulgado, Jaebeom deve se apresentar em São Paulo com um concerto "intimista" e ao mesmo tempo "energético", com performances de seus setlist como solista. Se você acompanha o Jay B em sua carreira individual, já deve saber que a discografia do artista (que também usa os nomes Def e Offshore em alguns projetos) mistura o pop com o hip hop, o que promete muito. Leia nossa review - "NANANA": Fora da JYP, GOT7 exibe sua melhor fase em novo álbum Quais músicas Jay B apresentará na turnê Tape: Press Pause? Como dito acima, Jay B tem sido um dos nomes individuais do K-pop mais interessantes de se acompanhar recentemente. Nesse caso, o cantor divulgou dois EPs solo, SOMO: FUME (2021) e Be Yourself (2022), além de OSTs e colaborações. No SOMO: FUME, por exemplo, há parcerias com Jay Park e a Wheein do MAMAMOO, e produção do cantor GRAY. Ainda não se sabe se o artista apresentará algum projeto inédito ou algo relacionado, mas quem sabe não há surpresas na lista de canções do concerto de São Paulo, não é? Vale lembrar como curiosidade que Jay B já fazia parte de duas sub-unit do GOT7 antes de debutar como solista: O JJ Project com o membro Jinyoung, e o JUS2 com Yugyeom. Além disso, há um setlist que já está circulando na internet com as faixas dos outros shows da turnê: Quando começarão as vendas, e quais são os valores dos ingressos do show? Os ingressos para a Tape: Press Pause começarão a ser vendidos na terça-feira do dia 25/10, praticamente um mês antes do show. Nisso, os lugares disponíveis no Vibra São Paulo foram divididos entre VIP, Pista Premium, Pista, Camarote Central e Camarote Lateral. A venda online será feita no site de ingressos Uhuu. No caso da meia-entrada, é importante ficar à par do que dará direito a ela, conforme a Lei Federal 12.933 e o Decreto 8.537. (Noix Entertainment/Divulgação) O pacote VIP, inclusive, dá direito à soundcheck do show junto de brindes e credenciais. Veja os valores logo abaixo: PRESS PAUSE VIP (inclui Pista Premium + Soundcheck + Photocard + Credencial do Show + Goodbye Session): R$1050 Pista Premium: R$345 (meia-entrada) | R$690 (inteira) Pista: R$215 (meia-entrada) | R$430 (inteira) Camarote Central: R$290 (meia-entrada) | R$580 (inteira) Camarote Lateral: R$260 (meia-entrada) | R$520 (inteira) Serviço: 2022 World Tour - JAY B "TAPE: PRESS PAUSE" Data: 26 de novembro de 2022, sábado Local: (Vibra São Paulo) Av. das Nações Unidas, 17955 - Vila Almeida, São Paulo/SP | CEP 04795-100 Horário: 20h Classificação: 14+ (menores que a idade indicada apenas acompanhados de responsáveis) Vendas começam em: 25/10 (terça-feira), às 12h pelo site da Uhuu.com Bilheteria: (Vibra São Paulo) Av. das Nações Unidas, 17955 - Vila Almeida, São Paulo - SP, 04795-100 | Segunda à sexta das 12h às 15h, e das 16h às 19h aos sábado, domingos e feriados

  • KAMP Los Angeles: Tudo sobre o festival que reúne grandes nomes do K-pop em outubro

    O evento acontecerá nos dias 15 e 16 de outubro e dentre os artistas confirmados estão Monsta X, Taeyeon, KAI, Jeon Somi, Super Junior e muitos outros (Divulgação / KAMP Global) O festival KAMP faz seu grande retorno nesse ano, após o sucesso com KAMP Singapura em 2019, desta vez nos Estados Unidos. O evento acontecerá no Rose Bowl Stadium, na cidade de Los Angeles em outubro, nos dias 15 e 16, e está sendo organizado pela empresa de entretenimento KAMP Global, em parceria com Eventim Live Asia (ELA). A festa promete ser uma das maiores da história do k-pop dos Estados Unidos — e talvez até da América. Leia mais: Music Bank no Chile 2022: Tudo sobre o festival de k-pop que traz a 4° geração para a América do Sul. Se você vai estar de passagem pelos Estados Unidos no período de outubro, mora por aí, ou está interessado no evento e quer saber mais, o Café te conta tudo o que sabemos sobre o festival até agora. É importante lembrar que essa matéria será atualizada conforme novas informações vão sendo liberadas, então, fique de olho! Quais são as atrações confirmadas? As lineups ainda estão sendo atualizadas, mas o que sabemos até agora é que IKON, Taeyeon, Kai, Super Junior, Bambam, P1Harmony e Lapillus já estão confirmadissímos para o primeiro dia de evento, no sábado (15). Já no domingo, terá Aespa, Monsta X, Somi, Momoland, Epik High, T1419 e Zion T. também 100% confirmados. Aespa foi divulgado como atração apenas nessa semana, no dia 22 de agosto, então podemos esperar grandes atrações sendo divulgadas nos próximos dias para integrar essa lineup poderosissíma. Leia também: Moda Y2K no K-pop: Confira quais grupos e solistas aderiram à tendência irresistível dos anos 2000 Quando começa a venda de ingressos? A venda de ingressos regular começou no dia 22 de agosto, mas para aqueles que se inscreveram com antecedência, a pré-venda começou um dia antes. O festival oferece vários pacotes diferentes, desde pacotes VIP’s, até pacotes mais simples. Também é possível comprar ingressos para apenas um dia do evento, caso você não curta tanto algum artista ou prefira investir em um pacote mais caro para ver o seu cantor favorito. Os tickets estão com valores um pouco salgados, considerando o preço do dólar, mas caso você esteja juntando um dinheirinho para ver seu grupo ou solista preferido e tem a chance de estar por lá, pode valer a pena. O ingresso mais barato, para só um dia do festival, está custando $90 e o mais caro está por volta de $1100 — aproximadamente de R$460 a R$5622. Havia a possibilidade de Meet & Greet, mas, infelizmente, os ingressos já estão esgotados. Como está a situação de covid-19 e vacinação? Como sabemos, os Estados Unidos foram um país bastante afetado pela pandemia, então existem algumas regras para as quais é necessário atentar. Para entrar no país é preciso apresentar um teste negativo para a doença com um prazo de um dia para testes de antígeno e dois dias para PCR. Além disso, viajantes internacionais são obrigados a atestarem que a vacinação está em dia para entrar no país e as máscaras ainda são obrigatórias para mega eventos, como o caso do KAMP Los Angeles. Então, confere tudinho antes de viajar que é só sucesso!

  • Music Bank no Chile 2022: Tudo sobre o festival de K-pop que traz a 4ª geração para a América do Sul

    O grande evento acontecerá em 12 de novembro, em Santiago, e terá a presença de NCT Dream, The Boyz, (G)_IDLE, ATEEZ, TXT e StayC (Divulgação/Noix Entertainment) Após 10 anos desde a primeira edição no Chile, o Music Bank retorna para o país sul-americano em 12 de novembro deste ano. Organizado pela emissora KBS e a Noix Entertainment, empresa responsável por outros eventos como SMTown 2019 no Chile e a turnê “Eyes On You”, do GOT7, o evento terá NCT Dream, The Boyz, (G)_IDLE, ATEEZ, TXT e StayC como atrações principais. Leia também — Conexão Brasil-Coreia: Os melhores exemplos de bossa nova no K-pop Se você está pensando em juntar uma graninha e sair do país para ver seus grupos favoritos, confira tudo o que o Café Com Kimchi sabe até agora sobre o Music Bank no Chile. Vale lembrar que essa matéria vai ser atualizada conforme novas informações surgem, então fiquem de olho por aqui! Preço dos ingressos e início das vendas A equipe da Noix Entertainment revelou os preços do Music Bank no Chile, que vão de R$226 até R$1.036 ao total. As vendas começam em 14 de setembro, entre as 10h e 12h para membros VIP (Dreamers) e 13h para o público geral. Os horários aqui mencionados já estão no fuso horário de Brasília e os preços estão convertidos para o real e com a taxa já inclusa. Vale mencionar que será possível pagar parcelado com cartão de crédito no site Ticket Master. Confira o mapa com as cores indicadas para cada setor e, abaixo, os valores convertidos dos ingressos. (Divulgação/Noix Entertainment) Dreamers (Área VIP): R$1036 Rapa Nui (assentos numerados): R$939 Océano (assentos numerados): R$712 Cancha: R$323 Cordillera: R$388 Galería Lateral: R$291 Galería Central: R$226 Áreas para pessoas com deficiência: Cadeira de rodas "Dreamers" + 1 acompanhante + estacionamento: R$1036 Noix Care You "Dreamers": R$1036 Cadeira de rodas "Océano" + 1 acompanhante + estacionamento: R$712 Noix Care You "Oceáno": R$712 Todos os grupos vão se apresentar no mesmo dia? Sim! O evento acontecerá apenas no dia 12 de novembro. Segundo a Noix Entertainment, não seria possível realizar mais de um dia de evento, por causa da agenda dos grupos. Ainda de acordo com a produção do festival, foi difícil trazer TXT e ATEEZ, enquanto The Boyz foi o primeiro grupo a ser confirmado na lineup. Quanto à formação do NCT Dream, que foi uma pergunta recorrente à equipe do festival, virão apenas cinco integrantes (sem Mark e Haechan). Menores de idade podem entrar? Sim, e sem a necessidade de algum adulto como responsável — exceto os menores de 12 anos. Os menores de 18 anos (e maiores de 12) são responsabilidade de seus próprios pais e, se quiserem ir sozinhos, podem. Vale mencionar que menores de 4 anos não pagam ingresso, apenas se os pais escolherem assentos numerados. Quem será o MC do Music Bank in Chile? Já adiantamos que não será ninguém dos seis grupos que se apresentam no dia 12. Em um spoiler divulgado pela Noix Entertainment, foi dito que o evento seria apresentado por um artista masculino. Além disso, a hastag deu a dica de que pode ser um ator de dorama. No dia 31 de agosto, anunciaram que Rowoon seria o MC oficial do Music Bank no Chile. Quem acompanhou os últimos doramas de sucesso da Netflix, o conheceu como protagonista de O Rei de Porcelana e Tomorrow. Há também quem o conheça pela música, já que ele também é integrante do grupo SF9. Precisa de passe de mobilidade ou PCR negativo? A partir de 1 de setembro, não é mais obrigatório fazer a validação de vacinas para entrar no Chile. Isso significa que o seu próprio comprovante brasileiro já está valendo para data do festival de K-pop e não haverá necessidade do passe de mobilidade, documento que permite que os viajantes entrem em bares, restaurantes, shoppings e outros locais fechados. As vacinas aceitas são: Janssen, CoronaVac (Sinovac), Pfizer, AstraZeneca, Moderna, Sinopharm, CanSino e Sputnik-V. Viajantes não-vacinados precisam apresentar um teste PCR com resultado negativo, realizado em menos de 48 horas antes da viagem para o Chile. Quanto aos que estão inseguros que as regras do Ministério de Saúde do Chile pode mudar a qualquer momento, há a possibilidade de fazer um passe de mobilidade chileno mesmo sem necessidade. Basta entrar no portal MeVacuno e adicionar informações de passaporte, identidade e doses tomadas no Brasil.

  • The Rose: Conheça a carreira da talentosa banda sul-coreana que vem ao Brasil no fim de 2022

    O quarteto traz ao solo brasileiro a turnê Heal Together World Tour com show único em São Paulo (Divulgação / Transparent Arts) O Brasil está definitivamente na rota dos shows e festivais de K-pop para 2023, mas alguns artistas já se adiantaram e se apresentam no país ainda em 2022. É o caso do The Rose, a boyband sul-coreana que se apresenta em São Paulo no Espaço Unimed em 4 de dezembro (domingo). A banda traz ao país a turnê mundial Heal Together World Tour, que, na América Latina, também passa por cidades como Santiago (Chile) e Lima (Peru). Leia Mais: CRAXY: Saiba tudo sobre o grupo de K-pop que virá ao Brasil em 2023 O The Rose é uma banda que existe desde 2015, mas só debutou formalmente em 2017, sob o selo da J&Star Company. Atualmente, a é agenciada pela Transparent Arts, gravadora que pertence aos veteranos do Far East Movement. Oscilando entre os estilos pop, pop rock e pop indie, o grupo já foi listado pela Billboard como um ato de K-pop para ficar de olho. E você, já conhece os divos? Saiba mais sobre a banda após a publicidade. Membros e Início do The Rose O The Rose é formado por quatro integrantes: Dojoon, Jaehyeong, Hajoon e Woosung. Dojoon e Jaehyeong se conheceram em 2015 através de apresentações de rua — os famosos buskings. Mais tarde, com Hajoon na formação, o trio formou a banda Windfall, e Woosung foi o último a entrar para a empreitada. Em 2016, já como um quarteto, os músicos assinaram com sua primeira gravadora. O debut como The Rose ocorreu no ano seguinte, com a faixa Sorry. Apesar da estreia mainstream, o grupo conseguiu manter sua essência mesmo nesse primeiro trabalho — assim como mantém até hoje. Elogiada pela crítica e escrita pelo membro Hajoon, a música foi eleita pela Billboard uma das melhores de 2017, e ela também rendeu ao grupo indicações a prêmios na categoria Rookie do Ano. Confira o MV abaixo. Trabalhos memoráveis e mais recentes Seguindo o sucesso do debut, a banda realizou shows e até tours pela Europa (com singles autorais e covers em inglês). Em 2018, foram lançados os dois primeiros mini álbuns Void e Dawn. O ano seguinte foi marcado por participação em OSTs, em um reality de survival chamado Superband e, por fim, no processo contra a gravadora J&Star. Foi em 2019 também que a banda lançou um single especial para os fãs, chamado Black Rose. O presente para o fandom precedeu um curto intervalo na carreira da banda, com o alistamento dos membros Hajoon, Dojoon e Jaehyeong. Durante o hiatus, o Woosung lançou seu primeiro álbum solo, intitulado Moth. Após a conclusão do serviço militar dos integrantes e o contrato com a nova gravadora, o grupo retornou em 7 de outubro de 2022 com HEAL, álbum de dez faixas e que dá nome à turnê mundial que passa pelo Brasil. Leia Mais: Jay B: Saiba tudo sobre a turnê "Tape: Press Pause" do solista e membro do GOT7 no Brasil Já está no esquenta para o show em dezembro? Os ingressos ainda estão à venda no site oficial da turnê. E não esquece de contar para o Café quais as suas expectativas para a apresentação da banda no Brasil nas nossas redes sociais!

  • A Maldição - Despertar dos Mortos: Terror coreano é continuação de famoso k-drama e está nos cinemas

    Filme do mesmo roteirista de Invasão Zumbi estreou nas telonas do Brasil no dia 17 de novembro (Divulgação / Diamond Filmes) A dramaturgia coreana sempre acerta em doramas e filmes de terror, e um bom exemplo disso é o k-drama The Cursed, que foi lançado em 2020 e está disponível na Netflix. Agora, a trama ganhou uma continuação com o filme chamado The Cursed: Dead Man's Prey, ou A Maldição: Despertar dos Mortos, que estreou nas telonas brasileiras nesta quinta-feira (17). O longa acompanha a jornalista Im Jin Hee, interpretada pela Uhm Ji Won (As Três Irmãs e Falsify) nos acontecimentos que sucedem o final do dorama. Im trabalha investigando casos sobrenaturais e é chamada para entrevistar o suspeito de um assassinato, porém, descobre que o sujeito já está morto há alguns meses. Ele avisa que mais três assassinatos irão acontecer e serão executados por meio de zumbis chamados Jaechaui. Quem está por trás desses assassinatos e porquê? Essa é a premissa de A Maldição: Despertar dos Mortos. Com direção de Kim Yong Wan, e escrito por Yeon Sang-ho, e distribuição no Brasil pela Diamond Filmes, o Café com Kimchi foi conferir de pertinho a exibição realizada pela distribuidora Diamond Films e traz agora os maiores destaques da produção. Confira após a publicidade. Leia Também: 6 doramas da OCN que envolvem terror, mistério e investigação para assistir Suspense, zumbis e magia estão presentes no longa Apesar do filme ser uma sequência do k-drama, não é necessário assistir à série original para entender o que acontece nas quase 2 horas do longa-metragem. Em outras palavras, plot do filme é independente, mas, sim — ele chama atenção e desperta a curiosidade para a prévia disponível no streaming. Apesar da trama relativamente simples, o filme captura a atenção de quem está assistindo, trazendo sempre novas descobertas. Como os zumbis são controlados? Quem está fazendo isso e quem são esses mortos? O que aconteceu com eles? Essas são apenas algumas das perguntas que deixam a audiência ansiosa para saber as respostas. Confira um trailer abaixo. Um dos elementos mais interessantes do longa é o foco na magia, algo que não costuma ganhar visibilidade em obras do gênero. A Maldição acerta em trazer um elemento inusitado para filmes de Zumbi. Outro acerto é que o filme apetece até mesmo os mais "fracos" para esse tipo de produção, aquele público que está iniciando no terror. Nesse sentido, a obra lembra um pouco de Invasão Zumbi (2016). Rostos novos e conhecidos no elenco de "A Maldição: Despertar dos Mortos" Maldição traz personagens já conhecidos do público que assistiu ao k-drama: além da jornalista Jin Hee, temos a volta de Bae So Jin interpretada pela Jung Ji So (W, Empress Ki), uma garota que consegue exorcizar espíritos ruins. Novos rostos também aparecem, como Jessie que é uma nova funcionária na empresa da Jin Hee. Ela foi interpretada pela Lee Seol que já participou de k-dramas como When the Devil Calls Your Name (2019) e D.P Dog Day (2021). Leia Também - Revenge of Others: Saiba tudo sobre a nova aposta do Disney+ no gênero thriller O longa foi roteirizado pelo Yeon Sang-Ho, que foi diretor e roteirista de Invasão Zumbi (2016) e Penninsula (2020); além de ser o autor do Webtoon de Hellbound, que originou a adaptação para o dorama Profecia do Inferno (2021). O roteirista contou em entrevista que: "Eu queria dar um toque contemporâneo às histórias de fantasma asiáticas, e a ideia de um homem morto voltando a vida através de um feiticeiro capturou meu coração." O filme foi dirigido pelo Kim Yong Wan, que dirigiu doramas como If You Wish Upon Me (2022) e Love Cells (2014). É também ele quem assina a direção do dorama-prévia The Cursed. Leia Também - Saiba tudo sobre "Somebody", novo dorama da Netflix baseado em "Psicopata Americano"

  • Existe cinema LGBTQ+ na Coreia do Sul? Saiba a história do audiovisual queer no país

    Apesar de algumas produções terem alcançado o público mainstream, a sétima arte deste nicho continua sem espaços de ampla representatividade (Korean Film Council/Reprodução) Será que a Coreia do Sul tem uma indústria cinematográfica LGBTQ+? Esta pergunta pode soar óbvia para alguns, caso a primeira ideia de cinema queer que vem à cabeça seja a das produções Boys Love, por exemplo. Contudo, não é deste tipo de audiovisual, exclusivamente, que estamos falando a respeito. Ao longo de décadas, com registros datados dos anos 60, diretores e roteiristas sul-coreanos tem tentado abordar a representatividade em seus filmes. Apesar disso, barreiras mercadológicas e sociais estiveram à frente destes projetos até hoje, e a passos vagarosos, a Coreia está caminhando para fomentar um nicho de cinema que inclua a comunidade LGBTQ. Quando pensamos no cinema queer da Coreia do Sul, propõe-se a árdua tarefa de criar uma linha cronológica, encontrar referências e saber o porquê de tais filmes serem importantes. Nisso, trilhar de forma metódica a temporalidade dessa indústria é difícil, e uma análise sobre o futuro deste cinema é ainda mais complicada. Coreia do Sul: pouco investimento em mostras LGBTQ+ e alcance mínimo de filmes Antes de tudo, é preciso entender como a Coreia do Sul enxerga esta categoria de produção cinematográfica. De acordo com Kelley Dong, colunista de cinema da plataforma de streaming MUBI, em seu texto para a coluna Notebook Primer, as produções feitas por diretores, produtores e roteiristas LGBT no país recebem um alcance ínfimo se comparados a outros projetos blockbusters. Em suas palavras, este "acesso limitado compõe (também) uma tarefa de determinar o que se qualifica como um longa coreano queer"; a falta de visibilidade a este cinema gera obstáculos na hora de formar um nicho, ou uma vanguarda delimitada, de títulos que sejam qualificados como LGBTQ+. Longas com temáticas lésbicas, gays ou trans na Coreia do Sul, até certo tempo atrás, não encontravam nenhum espaço. Um exemplo está na produção Mascara, de 1995, estrelada pela atriz transgênero Ha Ji-na e que teve participação do diretor Park Chan-wook: um filme de baixo orçamento, completamente indisponível na web, e que teve literalmente uma exibição registrada com bilheteria de $170. Ou então o romance lésbico Jealousy, de 1960 e feito por Han Hyung-mo, cuja única cópia existente está desaparecida. Notam-se, neste cenário, barreiras para registrar onde o cinema queer começa e termina na Coreia do Sul. E o acesso limitado do público às produções, seja em grandes salas ou em festivais, tem como consequência a dificuldade de cunhar um gênero para tais filmes no país. Poster de "Mascara" (1995) (Korean Film Council/Reprodução) Contudo, há certos títulos que podem ser tidos como pioneiros, e que ajudam a nortear o reconhecimento desses projetos. The Pollen of Flowers, de 1972, é visto por muitos como "o primeiro filme gay da Coreia" — uma história de tragédia envolvendo um grupo familiar, cujas nuances de uma relação homoafetiva entre dois homens fizeram com que o título fosse revisitado anos depois, tanto por críticos quanto por acadêmicos. O problema principal está na falta de distribuição e acervo coletado, para desenvolver a historicidade do cinema queer sul-coreano. Mesmo que haja exemplos de filmes e dos nomes que criaram tais filmes, a limitação do público à obra fez com que tais projetos caíssem no esquecimento. Vale ressaltar que, nos exemplos citados acima, suas exibições aconteceram ou em festivais de cinema específicos do país, como o Korea Queer Film Festival, ou uma única vez numa sala. Os filmes queer na Coreia e sua "aceitação social" Outro ponto importante a respeito do cinema LGBTQ+ na Coreia é que sua existência está conectada à situação política do país. Nesse sentido, o movimento dos direitos LGBT sul-coreanos passou a ter maior visibilidade nos anos 90, e em setembro de 1997 foi realizado na Universidade de Yonsei o primeiro Festival Internacional de Filmes Queer de Seul — organizado por ativistas ligados ao sociólogo Seo Dong-Jin. Seo Dong-Jin foi um dos protagonistas na introdução da chamada "teoria queer" nas universidades sul-coreanas, e também é considerado um dos primeiros ativistas do Chingusai: um dos principais e mais antigos grupos de luta pelos direitos homossexuais e demais minorias queer na Coreia. No festival de 97, os organizadores exibiram uma cópia do longa clássico Happy Together, de Hong Kong, que havia sido anteriormente banido pelo governo. As cenas de romance entre Leslie Cheung and Tony Leung no filme — que inclusive deram a Wong Kar-wai a Palma de Ouro de Melhor Diretor em Cannes — foram um ultraje para as autoridades. Porém, o debate que este e outros longas estrangeiros e locais trouxeram foi mais do que o suficiente, e o movimento LGBTQ+ na sétima arte da Coreia pôde ganhar um pouco mais de força na época. Assim, é visto que a censura permeia o público coreano desde sempre. Em vários momentos, foi necessário que estudiosos e defensores do movimento fossem à frente do sistema, para que filmes de temática queer pudessem ter mínimos espaços na Coreia do Sul. E ao longo dos anos 90 e início dos 2000, houveram filmes do nicho mainstream que tentaram também apresentar tramas e interações que fugissem da heteronormatividade, mas de maneira "camuflada"; assim como descreve os autores Pil Ho Kim e C. Colin Finger no artigo acadêmico Three Periods of Korean Queer Cinema: Invisible, Camouflage and Blockbuster: Alguns filmes mainstream produzidos entre 1998 e 2005 tem características similares na hora de "esconder" seu conteúdo queer no background, para evitar desentendimentos com as autoridades e os conservadores homofóbicos. Até mesmo dentro do movimento Chingusai da Coreia do Sul, como apontam Ho Kim e Colin Finger, houve a discussão a respeito da "normalização" do queerness para encaixá-lo dentro da aceitação social sul-coreana; numa estratégia de esconder a sexualidade e as expressões artísticas para serem inseridas na sociedade como algo "normal e comum", aos olhos do conservadorismo. Este comportamento, que é intrínseco à nações cujo preconceito está sistematizado, afeta diretamente a produção cultural das pessoas, e o mesmo acontece na Coreia. Em 2002, o longa Road Movie (que teve o ator veterano Hwang Jung-min protagonizando) quase alcançou o estrelato de um blockbuster, e o diretor Kim In-Sik foi reconhecido com prêmios pelo trabalho. No entanto, o título vendeu apenas 16 mil ingressos nos cinemas sul-coreanos, e isso colocou as grandes produções do gênero para trás outra vez. O último filme que chegou aos holofotes de forma parecida no país foi No Regrets, de 2006, com o ator Kim Nam-Gil e dirigido por Leesong Hee-il. No Regrets é considerado o primeiro longa-metragem sul-coreano a ser feito por um diretor abertamente gay. Há produções Boys Love, mas poucos atores publicamente assumidos na indústria dos k-dramas. O marketing em cima das relações homoafetivas é real, mas este existe dentro dos interesses de uma empresa para vender um produto e exportá-lo. Há personagens LGBTQ+ em séries e filmes, mas seus papéis são pouco explorados e/ou representativos. O cinema queer na Coreia do Sul, que deveria teoricamente ser representado por diretores, produtores e demais profissionais da comunidade, sofreu um apagamento antes mesmo de conseguir levantar voos maiores. Leia também: LADY: Conheça o primeiro grupo de K-pop formado por mulheres trans Quer dizer que não há mais cinema LGTBQ+ na Coreia do Sul? Muito pelo contrário. O que se propõe com este texto é uma reflexão acerca da existência de um cinema que, mesmo com tamanhos obstáculos ao longo dos anos, ainda tem pinceladas de se reerguer. Alguns dos exemplos citados acima, que datam dos anos 90, 70 e 60, são apontados como "vanguarda" de maneira superficial, por justamente haver pouca informação acerca do cinema queer sul-coreano do passado — e é até difícil pensar se tais títulos poderiam se encaixar nos moldes atuais do que é representatividade. E no presente, há sim mérito na produção de seriados Boys Love e Girls Love. Independente da fabricação destas mídias para um nicho de público, ocupar um espaço tão restrito na massa de enredos heteronormativos é uma pequena vitória que ainda pode ser incrementada e aperfeiçoada — pois estes seriados não são financiados por grandes canais coreanos. Criadores, produtores e artistas LGBTQ+ continuam a existir na Coreia do Sul, assim como os festivais de cinema e as exibições nas salas; mas ainda é necessário espaço para mais no mainstream. Em 2014, a diretora July Jung lançou o longa A Girl At My Door: drama com a atriz Bae Doona que buscou representar como a mulher lésbica é vista dentro da sociedade coreana, principalmente em áreas externas às grandes cidades. A Girl At My Door, que condecorou Jung com quatro prêmios (incluindo o de Melhor Diretora/Roteirista no Women in Film Korea Awards) teve o orçamento limitado também por conta da representação lésbica no enredo; e boa parte do investimento veio do Conselho de Cinema Coreano. Nisso, Bae Doona e a atriz Kim Sae-ron aceitaram os papéis sem serem pagas. A Coreia do Sul é, assim como diversos países cuja sociedade é conservadora e tradicional, um território em que a produção queer ainda precisa quebrar muitas barreiras — tanto nos blockbusters quanto no circuito independente. Há cineastas coreanos que buscam por espaço para expor suas ideias e produções, mas a falta de investimento somada ao acesso limitado do público às obras dificultam este cenário. Isso é reflexo de uma nação em que os direitos LGBTQ+ ainda não estão 100% garantidos legalmente, e de um estigma social erguido em não reconhecer a vivência queer tanto dentro quanto fora do audiovisual, caso não seja representada por papéis modestos, caricatos ou secundários nas mídias maiores. Quantos filmes com ou feitos por LGBTQ+ sul-coreanos você já viu? Sabe o porquê desses longas-metragens não chegarem até você?

  • Round 6: Sabia que atriz da série interpreta personagem LGBTQ+ em filme com Hani de EXID?

    O dorama disponível na Netflix ganhou vida própria nas redes sociais nos últimos dias e tornou o elenco mais conhecido pelo público geral (Reprodução/Netflix/Google) Round 6 se tornou um dos maiores sucessos da Netflix no último mês, alcançando o público geral e se tornando série mais assistida da plataforma — com a 2ª temporada já confirmada pelo criador Hwang Donghyuk. Com a visibilidade do dorama, os integrantes do elenco ganharam muitos seguidores e, consequentemente, novos fãs. Se você faz parte de um dos dois grupos mencionados, certamente vai gostar de conhecer outro importante trabalho de uma das atrizes da atração. Lee Yoomi, que interpreta a jovem ex-presidiária Jiyeong em Round 6, foi protagonista no filme Young Adult Matters (originalmente intitulado 어른들은 몰라요), ao lado de Hani, integrante do grupo de K-pop chamado EXID. Exibido pela primeira vez na 25ª edição do Busan International Film Festival, em 2020, o longa-metragem acompanha Yoon Sejin, uma adolescente inconsequente que está vivendo momentos tensos em sua vida: a descoberta de uma gravidez não desejada e o luto pela recente morte de sua namorada. Lee Yoomi em Round 6 (Reprodução/Netflix) Em meio ao caos de sua vida, Sejin conhece Jooyoung (Hani), uma jovem da mesma idade que a apresenta o mundo complicado e impiedoso das ruas, enquanto as duas tentam encontrar uma saída segura para que a adolescente consiga interromper a gravidez. O filme, que chegou aos cinemas sul-coreanos em 15 de abril de 2021, é dirigido por Lee Hwan — que também interpreta um personagem inserido na trama — e tem o elenco formado por Heo Joonseok, Park Kangsub e Bang Eunjung. Confira o trailer: Lee Yoomi aprendeu a andar de skate para viver a protagonista do filme (Reprodução/Google) Lee Yoomi foi excelente em sua performance em Round 6 e em Young Adult Matters não foi diferente. Com personalidade e história de fundo similar à sua personagem na série da Netflix, a atriz também interpretou uma jovem sarcástica, sem esperança, com ausência de suporte emocional e, principalmente, sem nada a perder. No filme, porém, a personagem de Lee Yoomi precisava de uma característica específica: andar de skate. Para interpretar Sejin, a atriz passou três meses aprendendo a fazer manobras e danças no skate — e o resultado das práticas foi excelente e pode ser visto no longa-metragem. De acordo com Yoomi, este treinamento foi “essencial para compreender o senso de liberdade pessoal de Sejin”. Lee Yoomi também relatou os primeiros estágios da preparação de elenco, em que conheceu a co-protagonista Ahn Heeyeon e afirmou ter sido um dos momentos mais surreais durante as gravações de Young Adult Matters. Nos bastidores do filme, a atriz contou que Hani a encorajava nas cenas mais difíceis e tornava o ambiente mais familiar. Hani foi recrutada para o filme após sair da empresa Banana Culture Entertainment (Reprodução/Google) Em 2019, Hani saiu da agência Banana Culture Entertainment, que gerenciava o grupo EXID, do qual a atriz e cantora fazia parte. Após a finalização do contrato, Hani viajou para a Grécia com o objetivo de organizar sua vida — e foi neste momento em que o diretor Lee Hwan a contatou, pedindo para que revisasse o roteiro de Young Adult Matters. "Depois que meu contrato com minha ex-agência expirou, fiz uma viagem de um mês para a Grécia e Itália. Naquela época, não sabia o que queria fazer. Precisava de algum 'tempo para mim' para pensar sobre meu próximo passo", disse ela, durante entrevista ao jornal The Korea Times em abril deste ano. Hani leu o roteiro e, inicialmente, recusou o papel porque achou a premissa excessiva devido aos palavrões, violências gráficas e adolescentes fugitivos. Além disso, a cantora ainda estava avaliando se gostaria de seguir carreira como atriz. Ao receber a negativa de Ahn Heeyeon (nome verdadeiro de Hani), o cineasta marcou uma conversa presencialmente e a convenceu a participar do projeto. “Quando finalmente conheci e conversei com Lee Hwan pessoalmente, de repente senti que ele poderia trazer à tona muitas coisas em mim. Minha mãe também me disse: 'Mesmo que haja apenas uma razão para fazer isso, faça’”, afirmou a atriz.

  • Pirates 2: Saiba mais sobre o filme estrelado pelo Sehun do EXO, que sairá na Netflix

    Com o título de "Os Piratas: Em Busca do Tesouro Perdido" em português, produção estreou no mês de janeiro na Coreia do Sul (SM Entertainment / Divulgação) Entre o final de 2021 e começo de 2022, várias produções inéditas do mercado sul-coreano chegaram a estrear; e entre filmes e dramas, um dos títulos que chegaram ao público foi o longa The Pirates 2 (também chamado de The Pirates: Goblin Flag). A produção, que em português se chama Os Piratas: Em Busca do Tesouro Perdido, tem no elenco nomes como Kang Haneul, Han Hyojoo, Lee Kwangsoo e Oh Sehun do EXO. Agora, depois de ser transmitido nos cinemas sul-coreanos, Pirates 2 será adicionado ao catálogo da Netflix Brasil com o título traduzido. A entrada da produção na plataforma de streaming será no dia 2 de março, e já consta no catálogo para ativar notificação. Leia também: Quer assistir só doramas e filmes coreanos? Confira os códigos da Netflix para encontrar no catálogo Mas do que se trata Os Piratas: Em Busca do Tesouro Perdido? Algumas informações divulgadas dão dicas da sinopse, do que será possível ver no streaming (no caso do público ocidental), e o que o filme promete entregar. Qual é a história dos filmes da série The Pirates? O filme é uma continuação de The Pirates (Haejuk: Badaro Gan Sanjuk, no título original romanizado, e Os Piratas em português), lançado em 2014. No primeiro longa, uma embarcação que carrega um dos principais selos reais da Dinastia Joseon é atacado por uma baleia, que engole o símbolo real. Com isso, um grupo de ladrões decide recuperar o selo em troca de uma recompensa, mas acabam encontrando um navio tripulado por piratas no meio da aventura. The Pirates tem a atriz Son Yejin (conhecida por papéis em dramas como Pousando no Amor e Something In The Rain) e o ator Kim Namgil como protagonistas. Com um orçamento de US$ 13 milhões, o projeto arrecadou cerca de US$ 64 milhões em bilheteria. Na sequência, há um novo cast e um enredo inédito. Em The Pirates 2, os personagens irão em busca do tesouro perdido da dinastia Goryeo, que desapareceu sem nenhuma pista. O personagem do ator Kang Haneul, Woo Moochi, será um dos líderes da caçada, junto de Hae-Rang (Han Hyojoo) e grande elenco. Leia também: Nevetheless na Netflix: Tudo o que você precisa saber sobre o dorama estrelado por Song Kang Vale ressaltar que os dois filmes têm como distribuidora a Lotte Entertainment, que é o selo de produção cinematográfica da Lotte Corporation, uma corporação multinacional com sede na Coreia do Sul. A Lotte é considerada um dos maiores conglomerados de entretenimento do leste asiático. Sehun do EXO e seus outros trabalhos como ator Como idol, Sehun adquiriu um nome versátil dentro do entretenimento sul-coreano. Além de ser um dos integrantes do EXO, o artista mantém um nome relevante no mundo da moda, e já trabalhou em alguns projetos como ator. O mais conhecido internacionalmente foi sua presença no programa Jogo do Detetive, produzido pela Netflix entre 2018 e 2021. No variety show, um grupo de investigadores recebe a missão de solucionar diversos mistérios, que variam em cada episódio. A produção também contou com a participação de outras celebridades sul-coreanas. Ainda, Lee Kwangsoo integrou o elenco protagonista de Busted (nome original de Jogo do Detetive), e suas interações com Sehun tiveram destaque. No ano passado, o filme Catman também chegou a ser lançado: uma produção sino-coreana que foi dirigida em 2016. Na trama, um homem tem o poder mágico de se transformar num gato, e convive com a criadora de um aplicativo de traduz sons e gestos dos felinos. O longa viu a luz do dia apenas cinco anos depois de ser dirigido, mas foi retirado das plataformas chinesas pouco depois de sair. Entretanto, isso não impediu que o breve lançamento fosse bem recebido pelo público espectador, principalmente na China, onde Sehun é conhecido por ter um grande fandom. O cantor tem certa influência como artista sul-coreano no mercado estrangeiro, e Catman será um sucesso quando sua divulgação e release forem retomados. Conforme saiu, Os Piratas: Em Busca do Tesouro Perdido foi promovido na Coreia do Sul No mês de setembro, o elenco de The Pirates 2 apareceu no programa House on Wheels, variety show da emissora TVN. Em três episódios transmitidos como um spin off, o cast pôde mostrar um pouco de suas interações e dinâmicas antes do filme sair. Assim, é provável que a participação especial não tivesse como ser adiada. Inicialmente, Pirates havia sido programado para sair no mês passado, durante o feriado de Chuseok, e a aparição no House on Wheels serviria como agenda promocional. (TVN / Divulgação) Vale destacar que Os Piratas já alcançou mais de um milhão de espectadores nos cinemas da Coreia do Sul, arrecadando mais de 10 milhões de dólares em bilheteria doméstica. Portanto, a união de um elenco famoso com a reabertura das telonas no país rendeu muito para a bilheteria. Ainda, o filme será disponibilizado no catálogo da Netflix de mais de 190 países, legendado em 31 idiomas. Quer saber mais novidades sobre The Pirates 2? Acompanhe as redes sociais e o portal do Café Com Kimchi para ficar por dentro de tudo!

  • BLACKPINK na Netflix: Documentário Light Up The Sky vai atiçar sua simpatia pelo girlgroup da YG

    O documentário foi a primeira produção original da plataforma de streaming sobre um grupo sul-coreano (Divulgação / Netflix) Outubro é um mês especial para os fãs de BLACKPINK. Além do lançamento do The Album, o primeiro full album das meninas, foi também em outubro do ano passado que ocorreu a estreia do BLACKPINK: Light Up The Sky, o documentário da Netflix. A produção, dirigida por Caroline Suh, foi a primeira na plataforma de streaming sobre um grupo de Kpop. Light Up The Sky acompanha Rosé, Jennie, Jisoo e Lisa nos seus primeiros passos na indústria, com o debut em 2016, até a escalada fenomenal do seu sucesso, no início de 2020. Teddy Park, produtor musical do grupo desde o debut single Boombayah, também é uma presença importante no documentário, oferecendo uma perspectiva única sobre as integrantes. Mais Netflix: Confira quatro doramas tão bons quanto Round 6, o maior sucesso da plataforma O original da Netflix traz momentos de descontração do quarteto em estúdio e em salas de ensaio, e também faz uma breve retomada histórica sobre o kpop, a estrutura de agenciamento e os trainees. Mas o destaque fica por conta das entrevistas individuais, acompanhadas de filmagens raras das meninas, às quais o grupo reage em uma sala de cinema preparada especialmente para o documentário. Um ano após a estreia do documentário, as integrantes do BLACKPINK têm focado em atividades solo. Rosé e Lisa fizeram seu debut como solistas em 2021. Jisoo deve estrear no dorama Snowdrop em breve, e Jennie mantém o posto de It Girl da Coreia (em novembro, será capa da revista W Korea). Sabemos que os fãs estão com saudade do grupo, por isso, o Café com Kimchi fez uma lista com 3 momentos marcantes do documentário. Vamos relembrar? (Divulgação / Netflix) 1. Dias de Trainee No especial para a Netflix, o grupo relata a rotina como trainees para a YG Entertainment, a empresa sob a qual debutaram e continuam listadas até hoje. O período de treinamento foi difícil. Além de conviver diariamente com mais garotas — suas concorrentes diretas —, o quarteto teve de praticar por cerca de 14 horas por dia, por um período de 4 a 6 anos. Também não eram autorizadas a beber, fumar ou a fazer tatuagens, e ficavam muito tempo afastadas da família. Jisoo, a unnie do grupo, conta que costumava ter entre 3 e 4 aulas de dança por dia, além dos ensaios. Jennie lembra que, além do trabalho duro, ainda precisavam lidar com críticas constantes e com a eliminação de outras trainees que, às vezes, eram amigas queridas. Ao final de cada mês de treinamento, as quatro precisavam se apresentar para os produtores. Algumas filmagens foram inseridas no documentário. Uma dessas apresentações foi usada como teaser para o debut do grupo. Confira: 2. A Amizade do Grupo Durante o treinamento, Lisa e Rosé relatam que enxergavam as demais trainees como concorrentes — “tudo era competição naquela época”. Jennie conta que era comum discussões entre as trainees; mas, quando as quatro Pinks trabalhavam juntas, havia harmonia. O produtor Teddy também teve um bom pressentimento quanto àquela formação do grupo, que acabou debutando sem eliminações ou adições. A amizade que nasceu no pré-debut fez com que as meninas aprendessem umas com as outras. Rosé diz que quis aprender a dançar depois de ver o bom desempenho da Lisa, a quem considera como uma irmã. Jisoo, que nunca havia cantado antes da sua audição, conta que aprendeu muito com a Jennie, que treinava há mais tempo. Até hoje a amizade do grupo permanece forte, e é listada por fãs como um dos atributos do BLACKPINK. (Divulgação / Netflix) 3. Turnê Mundial e Coachella O documentário destaca ainda a rotina de viagens do grupo para a turnê mundial. Na Ásia, o BLACKPINK passou por cidades como Seul, Jakarta, Manila, Bangkok e Hong Kong. A correria e o frenesi trouxeram desgaste, mas a união do quarteto colaborou para que tudo ocorresse bem. Em abril de 2019, a turnê chegou à América do Norte, no palco do Coachella. O BLACKPINK foi o primeiro grupo a representar o Kpop no festival americano, considerado um dos palcos mais famosos do mundo. Nos bastidores do festival, o original revela a animação do grupo para se apresentar, bem como a preocupação com as impressões da audiência. Mas o show foi um sucesso e um marco na carreira do BLACKPINK. Para Jennie, o Coachella foi o momento em que o grupo se libertou da ideia de apenas um ato de Kpop para o público. “Foi um momento em que senti [...] como se todos os anos de treinamento valessem a pena”, conta a integrante. (Reprodução / Google) O show para o festival americano acabou compondo outro documentário, o Coachella: 20 Years in the Desert. A produção é um original do YouTube, e está disponível no canal oficial do Coachella na plataforma de vídeos. As performances isoladas do grupo no festival também estão no YouTube, no canal oficial do BLACKPINK.

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