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- Lee Jong-suk volta às telinhas em "Law and The City", K-drama jurídico do streaming
Advogados jovens encaram dilemas éticos e dramas pessoais no K-drama que estará disponível no VIKI do Brasil (Divulgação/ TvN) Se há um tipo de K-drama que ganhou fôlego nos últimos anos, é o de enredos com advogados — mas Law and the City ( A Cidade e a Lei, em tradução livre) chegou para mostrar que ainda há espaço para abordagens mais humanas e realistas nesse tipo de universo. Estreando em 5 de julho de 2025, a produção da tvN marca o aguardado retorno do ator Lee Jong-suk às telinhas, após três anos afastado por conta do serviço militar obrigatório. Conhecido por sua sensibilidade em papéis intensos e introspectivos, o ator agora volta às origens interpretando um advogado que tenta equilibrar carreira, ética e vida pessoal. Leia também: Como a dublagem impulsionou o sucesso dos K-dramas no Brasil? Com uma estética urbana, roteiro sensível e atuações promissoras, Law and The City já vem despertando o interesse do público desde seus primeiros teasers. Especialmente para os fãs de narrativas que exploram relações humanas com delicadeza, e para quem acompanha a carreira de Lee Jong-suk, o dorama promete ser uma estreia marcante deste ano. Law and The City é um drama jurídico com coração e dilemas cotidianos Diferente dos K-dramas jurídicos tradicionais, Law and The City aposta em uma narrativa mais sutil, realista e emocional. A trama acompanha cinco jovens advogados que tentam equilibrar carreira, ética e vida pessoal enquanto lidam com as pressões de seus trabalhos em Seocho-dong. O dorama retrata com sensibilidade os altos e baixos desses profissionais, e aborda temas como ambição, afeto, amizade e esgotamento emocional. No centro da história está Ahn Ju-hyeong ( Lee Jong-suk ), um advogado experiente, mas exausto, que compartilha seus dias com colegas de diferentes firmas: o idealista Cho Chang-won ( Kang You-seok ), a perfeccionista Bae Moon-jung ( Ryu Hye-young ) e o determinado Ha Sang-ki ( Im Sung-jae ). Mesmo não trabalhando juntos, eles se apoiam mutuamente em encontros diários na hora do almoço, até que a chegada da advogada novata Kang Hee-ji ( Moon Ga-young ) mexer com a rotina do grupo. Otimista e misteriosamente familiar para Ju-hyeong, Hee-ji desperta sentimentos e lembranças adormecidas. Com uma ambientação urbana que reflete o estado emocional dos personagens, o roteiro evita clichês de tribunal e valoriza o dia a dia, mostrando que os verdadeiros conflitos muitas vezes estão fora das salas de audiência. Sem vilões caricatos nem heróis perfeitos, Law and The City entrega uma história "pé no chão", que ressoa especialmente com jovens adultos lidando com suas próprias dúvidas e desafios. O retorno de Lee Jong-suk aos K-dramas após o hiato Após três anos longe da televisão, Lee Jong-suk retorna ao mundo dos K-dramas com um papel que promete marcar uma nova fase de sua carreira. Como mencionado acima, o ator interpreta o protagonista Ahn Ju-hyeong, um advogado brilhante e metódico, que se destaca mais pela sua racionalidade do que por um senso de justiça tradicional. O personagem é um veterano na firma Johwa Law Firm, onde atua como associado sênior, e se mantém distante da ideia "romântica" de que advogados são heróis ou defensores dos oprimidos. (Divulgação/ TvN) Este retorno marca a primeira atuação do ator desde o sucesso de Big Mouth (2022) , seriado também distribuído pela Disney+ . Ao contrário dos papéis intensos e sombrios que já interpretou, Jong-suk volta a ser o "soft boy" que fez em títulos como While You Were Sleeping (2017) , Pinocchio (2014) e Romance is a Bonus Book (2019). Leia também este texto do site - Quando o amor é servido à mesa: K-dramas com restaurantes no enredo Além disso, o próprio ator destacou em entrevistas que, apesar de interpretar novamente um advogado, desta vez o drama realmente mergulha na profissão de forma mais real. “Aqui, eu de fato atuo como um advogado”, afirmou. A ausência de cenas grandiosas de tribunal reforça o tom mais humano e cotidiano do roteiro, o que promete aproximar o público dos dilemas enfrentados por profissionais do direito. Uma protagonista calorosa: Moon Ga-young brilha em novo papel (Divulgação/ TvN) Dividindo o protagonismo com Lee Jong-suk, a atriz Moon Ga-young interpreta Kang Hee-ji, uma advogada associada júnior que traz leveza e empatia ao ambiente competitivo do escritório. Hee-ji acredita no poder transformador da profissão e carrega como lema a frase: “se você muda a vida de uma pessoa, mudou o mundo inteiro daquela pessoa”. A personagem é extrovertida, sincera e cheia de idealismo, uma contraposição direta ao ceticismo do outro protagonista. Moon Ga-young, conhecida pelos sucessos Beleza Verdadeira (2020) e Link: Eat, Love, Kill (2022) , mostra aqui uma faceta mais madura, equilibrando o humor e a profundidade emocional de sua personagem. Hee-ji não é apenas uma advogada com brilho nos olhos, mas também uma jovem tentando sobreviver à pressão da carreira, aos conflitos internos e às exigências pessoais. Sua atuação promete atrair especialmente o público que já acompanhava sua trajetória, desde os dramas escolares até os romances adultos. (Divulgação/ TvN) O relacionamento entre Hee-ji e Ju-hyeong é outro ponto central da narrativa em Law and The City . Não se trata apenas de um romance em desenvolvimento; mas de um embate constante entre duas formas de ver o mundo: o pragmatismo e a esperança. A convivência entre os dois colegas (às vezes em conflito, outras vezes em sintonia) é o que costura o tom emocional da série coreana, oferecendo momentos de reflexão, tensão e afeto. Elenco afiado e personagens cativantes Law and the City reúne um elenco talentoso e bem escalado para dar vida aos diversos personagens que compõem o universo da firma Johwa. Kang You-seok, que vem se destacando em dramas como Black Knight (2023) , interpreta Jo Chang-won, um novato idealista que está descobrindo os bastidores do mundo jurídico, nem sempre muito éticos. Já Ryu Hye-young, eternamente lembrada por seu papel em Reply 1988 (2015), dá vida à estrategista Bae Moon-jung, uma advogada fria e calculista, mas com um senso de lealdade profundo. (Divulgação/ TvN) Completam o núcleo principal Im Sung-jae (de Newtopia ), como o realista Ha Sang-ki , um advogado que busca equilíbrio entre ambição e bem-estar, e Yeom Hye-ran (de The Glory ) no papel da advogada Kim Hyeong-min , proprietária do prédio da firma e mentora informal da equipe. Leia também: Por que a Coreia gosta tanto de K-dramas de viagem no tempo? Transmissão e expectativas: onde assistir Law and The City? Fora da Coreia, Law and The City estará disponível via Disney+ em regiões selecionadas, e também no VIKI do Brasil. A série terá ao todo 12 episódios, sendo lançados em formato bi-semanal (sábados e domingos), até o dia 10 de agosto na TV sul-coreana. Para os fãs de Lee Jong-suk, a série representa um recomeço promissor após anos de ausência. Para quem gosta de histórias humanas, centradas em crescimento pessoal e relações sinceras, Law and The City promete ser uma joia rara no cenário atual de dramas jurídicos. A expectativa é que, ao fim de seus 12 episódios, o público não apenas compreenda melhor o universo da advocacia coreana, mas também se veja nas lutas e escolhas de cada personagem! Então, se o peso da rotina anda te sobrecarregando, que tal se inspirar em Law and the City e descobrir que até nas salas de reunião e nos cafés depois do expediente pode nascer uma grande história?
- K-dramas na Ilha de Jeju impulsionam turismo na Coreia do Sul
Conheça as séries coreanas que se passam ou foram gravadas no famoso destino turístico (Reprodução) Se há um lugar que encapsula a beleza natural e a atmosfera romântica da Coreia do Sul, esse lugar é a Ilha de Jeju . Localizada ao sul da península coreana, a ilha vulcânica se tornou um dos destinos turísticos mais procurados do país – não apenas por suas paisagens deslumbrantes, mas também pelo seu papel de destaque em diversas produções de K-dramas . Com a estreia de Se a Vida Te Der Tangerinas (2025) , nova aposta da Netflix , Jeju volta aos holofotes como cenário de grandes histórias de amor, superação e drama. Mas esse não é o primeiro drama a explorar as maravilhas da ilha. Produções como Boys Over Flowers (2009) e Legend of the Blue Sea (2016) ajudaram a consolidar Jeju como um dos lugares mais icônicos da dramaturgia sul-coreana. Leia também: Como a dublagem impulsionou o sucesso dos K-dramas no Brasil? Se você ama K-dramas e sonha em conhecer a Coreia do Sul, confira esta lista de séries que fizeram da Ilha de Jeju o palco perfeito para suas tramas e impulsionaram o turismo na região! 1. Se a Vida Te Der Tangerinas (2025) – Netflix (Divulgação / Viator) A Ilha de Jeju não é apenas o pano de fundo de Se a Vida Te Der Tangerinas , mas um elemento essencial da narrativa, refletindo os desafios e os sonhos dos personagens. A série acompanha Ae-soon ( IU ), uma jovem determinada a escapar das limitações impostas às mulheres na década de 1950, e Gwan-sik ( Park Bo-Gum ), que, ao contrário dela, deseja permanecer e construir uma vida na ilha. Entre plantações de tangerinas e paisagens de tirar o fôlego, o drama explora a tensão entre tradição e mudança, capturando a beleza e a melancolia da vida em Jeju. Para os protagonistas, mergulhar nesse cenário foi fundamental para a construção dos personagens. Em entrevista à CNN, Park Bo-Gum destacou como a ambientação ajudou a aprofundar sua atuação: “Graças à habilidade da roteirista e ao cenário autêntico, conseguimos nos concentrar bem nos papéis. A IU trouxe à vida uma Ae-soon cheia de nuances, e foi impossível não me emocionar junto” . Já IU revelou que as cenas mais emocionantes vieram naturalmente: “Apenas ao seguir o roteiro e ler as falas, que já eram tristes, as lágrimas vinham sem esforço” , contou a atriz. O contraste entre a dureza da vida em Jeju e o desejo de Ae-soon por liberdade é um dos grandes trunfos da produção. A frase marcante dita pela mãe da protagonista, “É melhor nascer vaca do que mulher em Jeju” , ecoa ao longo da série, reforçando as dificuldades enfrentadas por mulheres na época. Ao longo da trama, vemos Ae-soon lutar contra as expectativas impostas a ela, enquanto Gwan-sik, apesar de seu amor, precisa compreender que não pode impedi-la de seguir seus sonhos. Além da história comovente e das atuações de destaque, Se a Vida Te Der Tangerinas também se destaca por sua cinematografia impecável, capturando o ciclo das estações na ilha como uma metáfora para a passagem do tempo e a evolução dos personagens. Com uma narrativa que mescla momentos de leveza e drama, a série promete emocionar o público e consolidar ainda mais IU e Park Bo-Gum como dois dos atores mais talentosos da sua geração. 2. Amor e Outros Dramas (2022) – Netflix A Ilha de Jeju é mais do que um cenário em Amor e Outros Dramas — ela é parte essencial da narrativa, refletindo a vida simples e as emoções profundas dos personagens. A série entrelaça histórias de diferentes moradores da ilha, desde pescadores e comerciantes até pessoas que retornam à terra natal em busca de recomeços. Em meio às paisagens deslumbrantes e ao ritmo tranquilo de Jeju, os personagens enfrentam desafios pessoais e reencontram antigos amores, destacando a dualidade entre a beleza serena da ilha e os conflitos internos de quem vive ali. Com 70% das cenas gravadas na ilha, o drama capta a essência da vida no litoral sul-coreano, mostrando costumes locais, como as haenyeo — mulheres mergulhadoras que sustentam suas famílias coletando frutos do mar. Diferente dos dramas urbanos convencionais, este aposta em uma narrativa fragmentada, onde cada episódio se aprofunda em diferentes histórias interligadas, todas ancoradas no ambiente único de Jeju. O personagem de Lee Byung-hun, por exemplo, é um caminhoneiro que vende mercadorias na ilha, enquanto Kim Woo-bin interpreta um capitão de barco que se apaixona por uma mergulhadora local. 3. Boys Over Flowers (2009) – Netflix Um dos dramas mais icônicos de todos os tempos, Boys Over Flowers marcou uma geração e ajudou a popularizar os K-dramas ao redor do mundo. A Ilha de Jeju serviu como cenário para momentos inesquecíveis entre Geum Jan-di ( Ku Hye-sun ) e os membros do F4, especialmente nas cenas românticas que consolidaram o triângulo amoroso entre a protagonista, Gu Jun Pyo ( Lee Min-ho ) e Yoon Ji Hoo ( Kim Hyun-joong ). Locais como o The Seaes Hotel & Resort ainda são visitados por fãs que desejam reviver a magia da série e explorar os mesmos lugares onde os personagens viveram seus momentos mais marcantes. Leia também: Desmascarado | K-drama que é a nova aposta do Disney+ chega com mistério e tensão Além de seu impacto na cultura pop, Boys Over Flowers ajudou a fortalecer o turismo em Jeju, incentivando fãs internacionais a conhecerem a ilha. As paisagens deslumbrantes serviram como um contraste perfeito entre o mundo luxuoso da elite da Escola Shinhwa e a simplicidade da protagonista, reforçando o choque entre suas realidades. Até hoje, a série continua conquistando novos espectadores e reafirmando Jeju como um destino romântico e nostálgico para os amantes de K-dramas. 4. Something in the Rain (2018) – Netflix O romance Something in the Rain , estrelado por Son Ye-jin e Jung Hae-in , não apenas conquistou o público com sua delicada história de amor, mas também trouxe à tona questões sociais importantes. Gravado em parte na Ilha de Jeju, especialmente no tranquilo distrito de Hangyeong-myeon, o drama utiliza as paisagens naturais como um reflexo da jornada dos protagonistas. A calmaria e a beleza da ilha contrastam com os desafios que Jin-ah e Jun-hui enfrentam para assumir seu relacionamento, destacando a dualidade entre o refúgio romântico e a realidade conservadora da sociedade sul-coreana. Além da história de amor sensível, Something in the Rain aborda temas como machismo no ambiente de trabalho e as dificuldades das mulheres para avançar profissionalmente, trazendo uma camada extra de profundidade à narrativa. As cenas gravadas em Jeju adicionam um tom poético à trama, tornando a ilha não apenas um cenário, mas um elemento fundamental para o desenvolvimento dos personagens. Com sua atmosfera serena e cinematografia envolvente, o drama segue encantando espectadores e reafirmando Jeju como um destino perfeito para histórias de amor e autodescoberta. 5. Jewel in the Palace (2003) – Viki O drama histórico Jewel in the Palace não apenas reconta a inspiradora jornada de Jang-geum, a primeira médica real da dinastia Joseon, mas também se destaca por sua recriação detalhada da cultura coreana. Um dos cenários mais marcantes da produção foi a Jeju Folk Village , um museu a céu aberto que preserva a arquitetura e os costumes tradicionais da Ilha de Jeju. As cenas gravadas no local transportam os espectadores para o passado, permitindo uma experiência visual autêntica e enriquecedora. A série, que se tornou um fenômeno global, continua atraindo fãs para Jeju, onde é possível visitar os cenários históricos e até vestir um hanbok, mergulhando na atmosfera do drama. Leia também: "Ainda Estou Aqui" e a Lei Marcial na Coreia: Produções que abordam a luta pela democracia no Brasil e na Coreia do Sul Além de seu impacto cultural, Jewel in the Palace ajudou a popularizar a gastronomia e a medicina tradicional coreana, elementos fundamentais na trama. A perseverança da protagonista e sua busca por conhecimento são temas que ressoam até hoje, tornando a série um marco na Hallyu (Onda Coreana). A conexão com Jeju reforça a importância da ilha não apenas como um destino turístico, mas como um verdadeiro portal para o passado da Coreia. Seja para reviver os momentos do drama ou para explorar a riqueza cultural da ilha, Jeju continua sendo um cenário essencial para os amantes de Jewel in the Palace . 6. Legend of the Blue Sea (2016) – Viki Misturando fantasia, romance e um toque de comédia, Legend of the Blue Sea conquistou o público com sua narrativa envolvente sobre reencarnação e destino. Estrelado por Jun Ji-hyun e Lee Min-ho, o drama transporta os espectadores entre a era Joseon e os tempos modernos, conectando o passado e o presente por meio do amor entre uma sereia e um vigarista. Uma das locações mais icônicas da série é o Maze Land , um labirinto natural na Ilha de Jeju, onde foram filmadas cenas memoráveis do casal protagonista. Com a popularidade do drama, o local se tornou ainda mais visitado, atraindo fãs que desejam reviver a magia da história e explorar as belas paisagens da ilha. Além de seu impacto turístico, Legend of the Blue Sea ajudou a fortalecer o gênero de fantasia nos K-dramas, trazendo efeitos visuais impressionantes e um roteiro que mistura mitologia e romance contemporâneo. A química entre os protagonistas e a alternância entre as tramas do passado e do presente criam uma história envolvente, reforçando o conceito de almas destinadas a se reencontrarem. Com isso, a natureza exuberante da Ilha de Jeju desempenha um papel essencial no encantamento visual da série, consolidando-se como um destino imperdível para os fãs do drama e da cultura coreana. Jeju: Uma ilha que encanta dentro e fora das telas A relação entre Jeju e os K-dramas é uma via de mão dupla: enquanto as séries aproveitam as paisagens paradisíacas da ilha para criar atmosferas inesquecíveis, a popularidade das produções impulsiona o turismo, fazendo com que mais pessoas queiram conhecer os cenários icônicos da televisão sul-coreana. Para os fãs de dramas, visitar Jeju significa muito mais do que explorar uma ilha paradisíaca. É reviver momentos inesquecíveis de suas histórias favoritas, pisar onde seus personagens preferidos estiveram e sentir na pele a magia que torna os K-dramas tão especiais. Leia também: Quando e como surgiu o K-pop? Entenda a evolução do famoso gênero musical Então, se a vida te der tangerinas, por que não embarcar para Jeju e viver sua própria história de K-drama?
- Primeiro comeback do Hearts2Hearts é cheio de “Style”: Conheça o novo girlgroup da SM Entertainment
O grupo, que fez sua estreia em fevereiro, realizou o primeiro comeback com o single "Style"; conheça as meninas! (Divulgação / SM Entertainment) Se você está em busca de um novo girlgroup para acompanhar, precisa conhecer o Hearts2Hearts . A nova aposta da SM Entertainment fez a sua estreia em 24 de fevereiro de 2025 com o single The Chase, que acompanha um MV de estética nebulosa e sonhadora. Mais recentemente, o grupo composto por Carmen, Jiwoo , Yuha , Stella , Juun , A-na , Ian e Ye-on fez o seu primeiro comeback em 16 de junho com o single Style , uma canção animada e perfeita para quem curte um pop chiclete. O fandom , que recebeu o nome de S2U , tem o formato de coração, simbolizando que os fãs sempre estarão no centro e continuarão ao seu lado. Saiba mais sobre as integrantes do Hearts2Hearts a seguir! Conheça o Hearts2Hearts, girlgroup mais recente da SM Entertainment O nome Hearts2Hearts traz um significado: as integrantes vão se conectar com fãs de todo o mundo através da sua música. Sob o gerenciamento da SM Entertainment, o conjunto fez seu tão esperado debut com The Chase, EP composto por duas faixas com toques de R&B; um prato cheio para quem prefere músicas mais calminhas e com vocais melódicos! Aliás, The Chase teve influência de Jorja Douglas, Stella Quaresma e Renée Downer, integrantes do trio de R&B britânico, FLO , que participaram da composição. Após a estreia na época, o girlgroup compartilhou seus pensamentos com a imprensa sul-coreana, e a integrante Ian disse: " assim como o nome do nosso grupo sugere, queremos nos conectar com nossos fãs globais e nos tornar uma família maior”. Leia também: Conheça o ALLDAY PROJECT, o novo grupo misto da THEBLACKLABEL O Hearts2Hearts aposta em um estilo fresh , com uma sonoridade mais sutil e dando prioridade aos vocais. O comeback do girlgroup com o single Style mostra um estilo mais animado, sendo uma típica música de verão influenciada pela house music . Além disso, o MV destaca a coreografia divertida das artistas, em meio ao clássico cenário de conceito escolar do K-pop. Quem são as integrantes do Hearts2Hearts? O grupo é composto por oito integrantes, sendo a mais velha de 2006 e a mais nova de 2010. A maior parte das membros é sul-coreana, mas uma delas tem dupla nacionalidade; além do conjunto ter apenas uma integrante totalmente estrangeira, natural da Indonésia. Inclusive, algumas das meninas a treinar com as integrantes do aespa no pré-debut. Carmen (Divulgação / SM Entertainment) Natural de Bali, Carmen é de 2006 e uma das vocalistas do grupo, além de ser a primeira idol da indonésia a estrear pela SM. Segundo ela, seu interesse em se tornar artista surgiu depois de assistir ao MV de The Boys , sucesso do Girls’ Generation . Ela treinou por cerca de dois anos, sabe tocar piano e se apresenta como o " sunshine " do Hearts2Hearts. Jiwoo (Divulgação / SM Entertainment) Nascida em Seul, Jiwoo é líder do Hearts2Hearts e começou sua trajetória artística cedo. Nesse sentido, ela entrou para a SM ainda na 6ª série da escola, após ser descoberta em uma loja de conveniência. Já era bailarina muito antes de ser idol , e impressionou na audição com uma apresentação de balé clássico com interpretação do hino nacional sul-coreano. Hoje, é uma das vocalistas do grupo. Yuha (Divulgação / SM Entertainment) Natural de Gangwon, Yuha foi descoberta em frente à escola e acabou escolhendo a SM Entertainment para seguir sua carreira, mesmo tendo recebido propostas de outras grandes empresas como YG, JYP, CUBE, Fantagio, Starship e Source Music. Ela treinou por cerca de quatro a cinco anos, período em que também esteve ao lado das integrantes do aespa. Vocalista principal, ela é de 2007 e também sabe tocar piano. Stella (Divulgação / SM Entertainment) Stella é sul-coreana, mas passou dez anos de sua vida no Canadá, o que lhe garantiu dupla nacionalidade. Ela estudou na Academia Music Doctor, em Busan, onde desenvolveu suas habilidades musicais, aprendendo a tocar violão, baixo e bateria. Stella treinou por dois anos na SM Entertainment, e assim como Carmen, seu interesse pela música começou depois de ser cativada pelo clipe de Gee , do Girls' Generation. Juun (Divulgação / SM Entertainment) Juun também é coreana e nasceu em 2006. Durante um showcase das trainees da SM, a cantora ganhou destaque ao ser apelidada de "ace", sendo considerada uma das melhores dançarinas de sua turma na época. Com quatro anos de treinamento, Juun também participou de uma competição internacional de dança e se especializou em hip-hop, sendo a rapper do Hearts2Hearts nos dias de hoje. A-na (Divulgação / SM Entertainment) A-na treinou por cerca de três a quatro anos e se destacou no showcase das trainees da SM, sendo bastante elogiada por seus visuais. Seu nome artístico, segundo ela, representa a frase “I am an A”, ou seja, “eu sou (nota) 10”. Nascida em 2008, A-na é vocalista do girlgroup e, desde março de 2025, é MC do programa musical Music Core, da emissora MBC. Ian (Divulgação / SM Entertainment) Nascida em 2009, Ian tem 15 anos e é uma das integrantes mais novas do grupo. Ela iniciou sua carreira como modelo ainda na infância e treinou entre três a quatro anos na SM Entertainment. Ian foi descoberta pela agência nas redes sociais e acabou se destacando ao aparecer no vídeo comemorativo de 30 anos do SMTOWN, pelo qual recebeu muitos elogios. Ian é vista como a grande responsável por manter o bom humor e a energia do grupo. Ye-on (Divulgação / SM Entertainment) E chegamos na integrante mais jovem do Hearts2Hearts! Ye-on nasceu em 2010 e estreou no conjunto com apenas 14 anos. Antes de entrar para o mundo dos idols, ela já era atriz de teatro musical e cantora mirim de trot. Ye-on começou a cantar aos seis anos, e chegou a participar do programa Wicked, da MNET. Foi recrutada pela SM Entertainment ainda na 6ª série, e hoje integra o vocal das garotas. O que você achou do Hearts2Hearts? Não se esqueça de acompanhar os demais posts do Café com Kimchi sobre o mundo do K-pop!
- Review | Em "BEAUTIFUL CHAOS", O KATSEYE sabe que as farofas pop trarão o pão de cada dia
Com cinco faixas ao todo, o EP do girlgroup denota sua vontade de conquistar a audiência jogando no que é seguro (HYBE Labels/Geffen Records/Reprodução) É certo dizer que o KATSEYE é um dos girlgroups mais proeminentes de 2025. Em abril, quando o sexteto divulgou o single Gnarly, ninguém imaginava que a faixa noisy e muito estranha seria um dos maiores virais do ano; uma farofada que colocou o grupo sob os holofotes. Agora, as meninas repetem a dose do suco do pop no EP BEAUTIFUL CHAOS. Divulgado em 27 de junho, o mini-álbum é composto por quatro músicas — além da já citada Gnarly — que destacam o girlgroup num período em que os conjuntos femininos ocidentais custam para bombar. Em BEAUTIFUL CHAOS, o KATSEYE faz a lição de casa de nos entregar a diversão. E convenhamos, o pop serve para ser divertido, não é? Com BEAUTIFUL CHAOS, o KATSEYE aprende a ser campy e a puxar os olhos da audiência Gnarly dispensa apresentações. A música que abre o comeback do KATSEYE, com seu MV meio camp e que beira o humor do Monty Phyton em sua conjuntura, é o inverso do que o girlgroup havia feito até então. Diferente das anteriores Touch e Debut, agora as meninas se jogam no hyperpop e um som muito mais industrial para dividir o público entre os que amam e os que não suportam a faixa. Mesmo que seja compreensível o desgosto por Gnarly, o KATSEYE foi bem-sucedido em experimentar com o retorno da música eletrônica ao pop (e o K-pop) que ocorre desde o ano passado. A canção é um meme completo, com uma letra cheia de bragging acompanhada por uma batida desconfortavelmente viciante; caótica, como o KATSEYE deseja fazer em BEAUTIFUL CHAOS. E não é que elas conseguiram? Eu amo esta! E na tracklist do álbum, Gabriela agrada quem busca algo mais verossimilhante nos fones de ouvido. A faixa r&b, que possui uma pontinha da sonoridade da música latina, foi genialmente divulgada com um divertido MV que homenageia telenovelas do nosso hemisfério, e a participação da atriz Jessica Alba foi a cereja do bolo. A música não é tão exagerada (no melhor sentido da palavra) e dançante quanto a anterior, mas é uma quebra agradável da introdução barulhenta de BEAUTIFUL CHAOS. Leia também: Compositora! Vezes em que Charli XCX escreveu músicas de grupos de K-pop Após isso, o lançamento do KATSEYE apresenta Gameboy, que é gostosinha de ouvir, mas sem muitos destaques. É uma faixa normal, com certo esforço de conquistar o ouvinte a partir da inspiração no afrobeat, e feita para ficar em looping na cabeça do público com sua produção mais palatável se comparada a Gnarly. O "caos" do KATSEYE perde força, mas consegue impulsionar o futuro das meninas Dá para dizer que o KATSEYE, em BEAUTIFUL CHAOS, é louco e experimental até certo ponto. Na segunda metade do comeback, as músicas Mean Girls e M.I.A não são instigantes o suficiente para manter as pessoas vidradas na fantástica e visualmente divertida maluquice que o começo do CD promete. Contudo, são o suficiente para deixar a impressão de que o girlgroup é um ato do pop que merece atenção, e que podem entregar muito mais no futuro. Talvez tenha faltado um pouco mais da atitude de "correr riscos", o que não é culpa das seis talentosas performers do grupo, e sim de sua gestão na HYBE Labels e Geffen Records. No final das contas, as cantoras introduziram algo curioso e diferente, mas acabaram jogando no lado seguro do campo. Entretanto, surge também o questionamento sobre o conjunto querer, ou não, sempre ser inovador e diferente das ondas que o pop leva e traz com o passar do tempo. Dá para ser disruptivo e divisor de opiniões toda hora? Ou isso, em algum momento, fica chato? De toda forma, o KATSEYE tem tudo para não ser um grupo "normalzinho". Querendo ou não, Gnarly chocou por ser cômica, sarcástica e doida, e o equilíbrio foi atingido em seguida com a prazerosa e bem-produzida Gabriela. Nisso, vemos que o conjunto é capaz de se beneficiar do melhor dos dois mundos, e torço para que a evolução de sua discografia seja constante. O girlgroup já tem os meus olhos atentos para as próximas divulgações, com o desejo de que elas sejam sempre o mais " gnarly" possível. Para ganhar o pão de cada dia, o KATSEYE pode contar comigo para o benefício de suas melhores farofas. Escute BEAUTIFUL CHAOS do KATSEYE abaixo:
- Review | Com “Interview X”, Xiumin do EXO volta ainda melhor em seu comeback solo
O projeto é o primeiro do cantor fora da SM Entertainment (Divulgação / INB100) Falar sobre versatilidade costuma ser clichê e não torna uma obra exatamente original e memorável. Mas esses são alguns dos fatores que tornam Interview X , o segundo projeto solo de Xiumin do EXO tão bom e carismático. O EP foi lançado na última segunda-feira (10), e superou as expectativas dos fãs, que o esperaram por tanto tempo. Confira a opinião do Café com Kimchi sobre o projeto a seguir. Após dois anos e alguns meses desde seu debut solo, Brand New , Xiumin retorna para seu primeiro projeto individual fora da SM Entertainment e sob o selo da INB100 . Esse fato por si só já é um tanto quanto satisfatório para os EXO-Ls após a saída conturbada do cantor da empresa BIG 3 , mas vê-lo lançar algo tão seu, com toda sua essência, torna tudo ainda mais especial que o projeto anterior. Leia também: Xiumin, Seulgi, Jennie: Confira esses e outros comebacks no K-pop em março de 2025 Faixa a faixa Composto por seis faixas, Interview X revela um pouco mais do que conhecemos de Xiumin: carisma, bons vocais e um excelente dançarino. É difícil definir qual música do projeto é a melhor, mas é muito fácil assumir que todas elas têm potencial para ter performances incríveis. Todas se destacam e tem força única e individual, mas também trabalham bem em conjunto, tornando o álbum muito consistente e linear. A faixa Can’t Help Myself abre o projeto já de forma animada e cativante. Com muita energia e alto astral, a title WHEE! tem nuances de músicas do EXO-CBX . Como terceira música do Interview X, temos Make You Lala , que introduz outro gênero para o álbum com uma generosa pitada de rock, e ainda muito dançante. Seguindo para a quarta faixa do álbum, temos Switch Off , essa vem com cara de músicas do Bruno Mars , sentimental e com influências de city-pop. Lost Paradise traz um R&B para o projeto, acalmando um pouco os ânimos antes de introduzir a última música, Love is U , uma balada que fecha Interview X com muito sentimento, composição do Chen do EXO , e uma bela dedicação aos fãs por parte de Xiumin. Constância e evolução Embora esteja na indústria musical por muito tempo, ainda é incrível ver o crescimento de Xiumin em seus projetos individuais. Ainda temos muito o que aprender sobre ele. Em Interview X, cada faixa mostra não apenas o esforço do astro, mas também sua solidez, constância em crescimento e clara evolução comparado ao projeto anterior. O segundo álbum de Xiumin vai muito além do que Brand New se propunha. Interview X é de fato a representação de identidade e carisma que somente Kim Minseok carrega. E ele não nega que busca melhorar, e mostrar sempre um novo lado seu: “Eu quero sim me tornar versátil. E para se tornar melhor, um artista não pode se contentar com onde está atualmente.” Ele conta para o site Genius em uma entrevista. Leia também: Review | G-DRAGON, em "Ubermensch", obriga o K-pop a lembrar quem é o ícone de uma geração Falar sobre visual Impossível falar sobre Interview X sem sequer citar a parte visual do projeto. Para as fotos conceituais, Xiumin trouxe conceitos diferentes que ornam com a vibe das músicas, passeando pelo doce e fofo, até o sexy e ousado, pleno em autoconfiança. As imagens promocionais reforçam a ideia de ser um comeback que mostra vários lados do artista que é, sem se apegar a uma estética específica. Através das fotos, fica bem claro que Xiumin ainda não se consolidou em um gênero musical específico e se mostra confortável e aberto para experimentar coisas novas. “Desejo que meu público veja como me dou bem com uma variedade de estilos musicais”, afirma. Um astro em constante evolução Quem acompanha Xiumin sabe que em seus quase 13 anos de carreira, através do boygroup EXO, o artista veterano já entregou vários tipos de conceitos em seus lançamentos. Então, de fato, a versatilidade não é nenhuma novidade sobre nenhum dos integrantes. O que se destaca aqui é sua constante evolução e vontade de explorar o vasto universo de possibilidades que a música pode oferecer, isso, Xiumin sabe fazer muito bem e promete entregar ainda mais em seus projetos futuros.
- Conheça o ALLDAY PROJECT, o novo grupo misto da THEBLACKLABEL
O novo quinteto formado pela subsidiária da YG Entertaiment fez seu debut no dia 16 de junho Não só de boygroups e girlgroups vive o K-pop, não é? Nesse universo temos grupos mistos como KARD, e icônicos que já disbaram, como Triple H e Trouble Maker. E agora, veio aí mais um conjunto híbrido novinho para o pop coreano! ALLDAY PROJECT , quinteto formado através da THEBLACKLABEL , debutou no dia 23 de junho com o single album FAMOUS . ALLDAYPROJECT conta com Annie, Tarzzan, Bailey, Woochan e Youngseo, e promete impactar a 5ª geração do K-pop. Seu debut oficial ocorreu no dia 23 de junho após o lançamento do MV da faixa título que ocorreu no dia 16 do mesmo mês. Na sequência, em comemoração ao lançamento e a boa recepção do fandom do quinteto rookie que vem se formando, os fãs foram nomeados como DAY ONE , com um significado especial: Um fandom que acompanhará o ALLDAY PROJECT desde o seu início até sua jornada infinita pela frente. Ainda não conhece ALLDAY PROJECT? Descubra a seguir tudo o que já se sabe sobre o projeto e seus membros. Leia também: "Interlunar": Yugyeom lança seu último álbum antes do alistamento militar Um novo grupo híbrido Sob a administração da subsidiária da YG Entertainment, o novo grupo ALLDAY PROJECT — ou ADP, é o primeiro grupo misto da 5ª geração do K-pop. Vale lembrar que a label é gerenciada pelo TEDDY , produtor de diversos hits de grupos como o BLACKPINK . O novo conjunto lançou seu primeiro projeto, FAMOUS , no dia 16 de junho. O single album é composto por duas músicas, que são bem diferentes entre si, mostrando duas versões do grupo. No projeto, a faixa título FAMOUS prometeu mostrar a essência individual de cada um dos integrantes para apresentá-los ao mundo. Já a b-side WICKED , mistura Trap, R&B e Funk brasileiro. As músicas contaram com a composição e produção dos integrantes do grupo. Leia também: Para descer até o chão! Músicas de K-pop parecidas com funk para você ouvir enquanto rebola ALLDAY PROJECT chegou com tudo, e faz uma declaração importante sobre a mensagem que pretendem passar: “ADP significa que não ficaremos confinados a gêneros e formatos, mas continuaremos a desafiar os limites. Também tendo a quebrar todos os padrões e preconceitos e sempre buscando novidades”, eles afirmam em entrevista para a Vogue Coreia. Já com uma mensagem definida, o conceito do ALLDAY PROJECT é diferente do comum, com três membros formando a rap line, enquanto há apenas um como vocal principal. Conheça a seguir um pouco mais sobre os integrantes que compõem este novo projeto. Bailey (Divulgação / THEBLACKLABEL) Bailey Drew Sok nasceu em 2004, em Orange County, na Califórnia. Ela é uma das rappers do grupo. Bailey é apaixonada pela dança desde pequena e ingressou no K-pop através do seu interesse por esta arte que a levou a ser instrutora de coreografia nos Estados Unidos por muitos anos, ensinando gêneros como jazz, balé e hip-hop. Antes de ingressar no ALLDAY PROJECT, ela apareceu em MVs como POP/STARS e Drum Go Dum do K/DA e Cruel do Jackson Wang . Woochan (Divulgação / THEBLACKLABEL) Nascido em Seul, na Coreia do Sul em 2005, Jo Woochan foi trainee na Cube e BigHit Entertainment . Ele foi o finalista mais novo de todas as edições do concurso Show Me The Money , na 6ª temporada do programa. Ele também ingressou no K-pop com forte interesse na dança, assim ele lançou um projeto solo com uma mixtape em 2019. Ele já apareceu em MVs como Jelly , da Soyeon , e colaborou com Hui do Pentagon . mas aos poucos seu amor pelo rap cresceu. Sua posição no grupo também é de rapper. Youngseo (Divulgação / THEBLACKLABEL) A única na vocal line e maknae do grupo, Lee Youngseo nasceu em 2005 na Coreia do Sul. Ela foi trainee por cinco anos, passando por empresas como SM Entertainment e Source Music , e treinou com as integrantes do NewJeans , além de ter ingressado para o Illit, mas deixou o grupo no pré-debut. Annie (Divulgação / THEBLACKLABEL) Moon Seoyoon , ou Annie Moon é a mais velha do grupo, nascida em 2002, na Coreia do Sul. Ela quase ingressou para o MEOVV , e é bisneta da presidente da Samsung. Apesar de sua família ser contra Annie se tornar idol, seu desejo em ser artista começou quando viu LOLLIPOP do BIGBANG e 2ne1 . Sua posição também é na rap line. Tarzzan (Divulgação / THEBLACKLABEL) O segundo mais velho do grupo, Lee Chaewon , ou Tarzzan , nasceu em 2002 em Ulsan, na Coreia do Sul. Antes de se tornar idol, foi modelo e desfilou durante o Seoul Fashion Week de 2022. Mas além de modelar, sempre teve apreço pela dança, estudando o gênero tanto no Ensino Médio quanto na faculdade. Ele já apareceu em MVs como DO do i-dle e Supernatural do NewJeans. Sua posição no grupo é de rapper. Ansiosos para as atividades do grupo? Conte em nossas redes sociais.
- Reverie: Shows de Baekhyun no Brasil são marcados por alta demanda de ingressos
Único país a receber data extra, Brasil foi o responsável por abrir a "Reverie Tour" depois dos shows na Coreia do Sul (INB100/Divulgação) Em um final de semana caloroso, a primeira vinda de Baekhyun no Brasil foi marcada por dois shows que deram um tom inesquecível a Reverie Tour ! Com duas datas, nos dias 14 e 15 de junho, a passagem do solista pelo país mobilizou fãs de diferentes estados brasileiros para presenciarem um momento há muito tempo aguardado. Anunciada no final de abril, a turnê Reverie marca o retorno de Baekhyun à América Latina — anteriormente com passagens no Chile e México ao lado do grupo EXO . Para os fãs brasileiros, a turnê tem um peso maior: ela representou a primeira vez do solista no país em 13 anos de carreira. Após os dois shows esgotados no KSPO Dome em Seul, Baekhyun embarcou para a primeira parada internacional da tour nova. (INB100/Divulgação) Venda de ingressos de Baekhyun no Brasil teve alta demanda Após divulgar a primeira data em São Paulo, que registrou mais de 40 mil contas online na venda de ingressos no dia 19 de maio, um show extra foi confirmado uma semana depois. Novamente, o Brasil mostrou a forte demanda por Baekhyun com a quantidade de dispositivos conectados na fila virtual. O interesse pelos ingressos dos concertos em São Paulo revelou o poder do artista em arrastar uma multidão de fãs fieis, com uma vontade por locais maiores do que os escolhidos. Isso foi visto nas filas virtuais do Brasil e também na Austrália, que registrou cerca de 300 mil dispositivos no aguardo para a compra. Leia também: Com “Interview X”, Xiumin do EXO volta ainda melhor em seu comeback solo A setlist da Reverie Tour presenteia os fãs de Baekhyun com um repertório dinâmico, abrangendo desde o primeiro álbum, com as canções UN Village e Psycho, ao lançamento mais recente do EP Essence of Reverie , como as faixas Elevador e Chocolate. Num dos soundchecks dos shows, o cantor apresentou à capela outras faixas aclamadas de sua discografia, incluindo trechos de Cry For Love, Paranoia, Stay Up e Ice Queen, satisfazendo um pouquinho os fãs com canções que não estavam originalmente programadas. Late Night Calls foi inclusa como uma surpresa no setlist final, uma das faixas de destaque de seu último lançamento, adicionando um momento especial para o público presente. Os concertos de Baekhyun no Brasil, que foram no VIBRA São Paulo, viralizaram nas redes sociais pela animação e engajamento da plateia com o artista, que aprendeu expressões em português e ficou impressionado com o coro dos fãs em cada faixa. (INB100/Divulgação) A Reverie Tour seguiu para Santiago, no Chile, em 17 de junho, e depois para o México e seu respectivo concerto no dia 20 do mês. O membro do EXO passará por mais de vinte localidades nos próximos meses. No momento desta matéria, Baekhyun desembarcou nos Estados Unidos e realizou o primeiro concerto no país no dia 23 em Newark, Nova Jersey; e possui um total de cinco datas por lá. As primeiras paradas da Reverie Tour marcam um novo capítulo em sua carreira, enquanto Baekhyun se conecta com fãs ao redor do mundo em sua primeira turnê global solo!
- Fim do Jogo: 3ª temporada de "Round 6" promete ser a mais impactante de todas
O fim de "Round 6" se aproxima e só os mais determinados sobreviverão à última rodada; saiba mais sobre a última temporada! (Divulgação/ Netflix) A contagem regressiva começou! No dia 27 de junho, estreia a terceira e última temporada de Round 6 , fenômeno sul-coreano que conquistou o mundo desde sua estreia na Netflix em 2021. Agora, depois de mortes chocantes, jogos cruéis e reviravoltas angustiantes, a série promete encerrar sua trajetória com a temporada mais sombria e emocional de todas. Em entrevista à revista Variety, o criador da série, Hwang Dong-hyuk , antecipou que os novos episódios trarão o aguardado "confronto de dois mundos": de um lado, Gi-hun (interpretado pelo ator Lee Jung Jae ) e os jogadores sobreviventes tentando resistir a novos desafios insanos; e do outro o enigmático Front Man , agora motivado por vingança após sabotar a rebelião do protagonista. "Será algo que o público nunca imaginou antes", garantiu Hwang, que também revelou uma participação especial na temporada como personagem coadjuvante. Leia também: Round 6 | Relembre a 1ª temporada da série global da Netflix Além da promessa de mais violência e emoção, o criador de Round 6 afirma que a última temporada trará respostas para perguntas que assombram os fãs há anos — mas também novas dúvidas. E, apesar dos jogos terem sido parcialmente revelados nos trailers, o final permanece em segredo. Atenção: o texto pode conter spoilers sobre a produção em questão e seu enredo. Relembrando a 1ª temporada de Round 6: onde tudo começou! A primeira temporada de Round 6 chegou como uma surpresa em setembro de 2021. Criada por Hwang Dong-hyuk, a série sul-coreana da Netflix chocou o público ao apresentar uma competição mortal com base em brincadeiras infantis, em que centenas de pessoas endividadas lutavam até a morte em busca de um prêmio bilionário. Com uma crítica social afiada sobre desigualdade e desumanização, a produção se tornou um marco cultural global. (Divulgação/ Netflix) Ao longo do K-drama, acompanhamos Seong Gi-hun ( Lee Jung-jae ), um pai divorciado e endividado, que se envolve nos jogos sem saber o quão letais eles seriam. A cada prova, aliados viram inimigos e amizades são testadas em meio ao desespero. O final surpreendente de Round 6 revelou que o enigmático Jogador 001, que parecia frágil e inofensivo, era o arquiteto por trás de todo o jogo! Foi um desfecho que fez o mundo inteiro refletir — e clamar por mais, é claro. A segunda temporada do dorama: rebelião, traição e perda Demorou três anos para a segunda temporada de Round 6 estrear em 26 de dezembro de 2024, e o seriado rapidamente retornou ao topo das produções mais assistidas da Netflix. Gi-hun, agora traumatizado e transformado, decide não ir para os Estados Unidos como planejava e opta por tentar destruir a organização por trás do jogo mortal. No entanto, seu plano de revolta é brutalmente frustrado. (Divulgação/ Netflix) A segunda temporada termina com um golpe emocional devastador: o Front Man ( Lee Byung-hun ) , que na verdade é o irmão de Joon-ho ( Wi Ha-Joon ) , trai Gi-hun e mata seu melhor amigo, Jung-bae ( Lee Seo-hwan ) , pouco antes do plano chegar ao fim. O protagonista terminou a temporada emocionalmente destruído, mas determinado a acabar com o que começou na trama. Leia também: Conheça Choi Seung-hyun, ou T.O.P, o Thanos de "Round 6" que também é rapper na vida real E o que esperar da 3ª temporada de Round 6 da Netflix? A nova temporada de Round 6 começa com Gi-hun em seu ponto mais baixo, devastado pelos acontecimentos recentes. Mesmo assim, ele retorna à arena dos jogos, agora com um objetivo maior: destruir o sistema por dentro. Para isso, o personagem se infiltra novamente na competição, enfrentando novos jogadores, novas regras e provas ainda mais letais . Algumas dessas provas, segundo rumores, envolvem desafios que exploram "medos primordiais". Ou seja, medos considerados “infantis”, como o de altura. A sinopse oficial da Netflix destaca que as escolhas dos jogadores, nos últimos episódios, terão consequências irreversíveis . A tensão está no limite, e a linha entre bem e mal ficará cada vez mais tênue. Enquanto isso, In-ho reassume o papel de Front Man , comandando os jogos com frieza, e recebendo os misteriosos VIPs para um jantar de luxo. Seu irmão, Jun-ho , continua tentando encontrar a localização da ilha dos jogos, mas não sabe que há um traidor entre seus aliados. As perguntas são muitas: Gi-hun conseguirá derrotar o sistema? Os jogos vão acabar? Quem sairá vivo? O trailer oficial da temporada foi revelado durante o evento Tudum 2025, da Netflix, e trouxe um vislumbre tenso e cinematográfico do que está por vir. As cenas mostram provas individuais , disputas físicas arriscadas e o retorno do medo e da paranoia entre os competidores. Novos e antigos personagens retornam para o fim A última temporada de Round 6 conta com grande parte do elenco original , incluindo os rostos mais queridos (e odiados) pelo público. Lee Jung-jae retorna como Gi-hun, enquanto Lee Byung-hun continua no papel do enigmático e manipulador Front Man. E o ator Wi Ha-joon , como o detetive Jun-ho , intensifica sua busca pela verdade e pela justiça, mesmo sem saber em quem confiar. (Divulgação/ Netflix) Entre os novos jogadores, aparecem Kang Ha-neul como Dae-ho (Jogador 388), Yang Dong-geun como Yong-sik (Jogador 007) e Kang Ae-sim como Geum-ja (Jogadora 149) ganham destaque. Há também nomes como Jo Yu-ri ( ex-membro do grupo Iz*One ) , Yim Si-wan , Park Gyu-young e Lee David , compondo um elenco diverso e emocionalmente potente. A dinâmica entre eles é crucial para o desfecho da série e o destino dos jogos. O fim do jogo em Round 6 — e talvez, um novo começo (Divulgação/ Netflix) Apesar da temporada ser anunciada como a última, o universo de Round 6 pode continuar. O criador da série, Hwang Dong-hyuk, já confirmou que tem ideias para um spin-off do K-drama. “Quero mostrar o que eles fizeram”, afirmou Dong-hyuk em entrevista, sugerindo que a história pode ser expandida para explorar outros personagens, origens dos jogos ou até mesmo a ascensão de novos organizadores. Leia também: Como a dublagem impulsionou o sucesso dos K-dramas no Brasil? No entanto, para o público, esta será a despedida de Gi-hun e dos jogos que marcaram a cultura pop mundial. A temporada final promete um encerramento grandioso, cheio de reviravoltas e reflexões. E, como sempre em Round 6, não se pode confiar em ninguém, nem mesmo em quem parece estar do seu lado! No dia 27 de junho, os fãs finalmente descobrirão quem sobrevive e quem paga o preço final! Você está animado para o desfecho da série hit?
- Novo álbum "Dual" atesta o talento e a sensibilidade musical do The Rose
Em seu segundo álbum completo, a banda sul-coreana quer mostrar que não perdeu o brilho e não planeja desacelerar tão cedo. (Divulgação/ Transparent Arts) Seis meses após a passagem pelo Lollapalooza Brasil, o The Rose divulgou, na última semana, o álbum " Dual ", com onze faixas que agora integram a vasta discografia do grupo. Nove músicas da coletânea são inéditas; as outras três — "You're Beautiful" , "Alive" e "Back To Me" — foram lançadas anteriormente como singles a partir de julho, o que denotou ainda mais a singularidade do projeto. Como próprio nome sugere, o grupo aposta na dualidade de estéticas e sonoridades para este lançamento: Dawn (dia) e Dusk (noite). Desde sua estreia em 2017, a banda sul-coreana The Rose conquistou corações ao redor do mundo com sua música cativante e performances emocionantes. O quarteto composto por Woosung (vocalista e guitarrista), Dojoon (vocalista e tecladista), Hajoon (baterista) e Jaehyeong (baixista) rapidamente se tornou um dos queridinhos da cena musical coreana e internacional. Eleito pelos leitores do G1 o melhor show do Lollapalooza 2023, a banda dá início agora a uma nova era, levando sua música e arte a novos patamares. Veja o que achamos do novo álbum do The Rose "Dual" após a publicidade. Doçura e profundidade: A marca registrada de The Rose está de volta em "Dual" O The Rose traz para seu lançamento "Dual" uma mistura harmoniosa de rock, pop e elementos do indie, envolvendo seus ouvintes em uma experiência única e apaixonante. Já há um bom tempo, o grupo se destaca por letras profundas e sinceras que abordam temas como amor, esperança, lutas pessoais e questões sociais, conectando-se diretamente com o público através de sua autenticidade e vulnerabilidade. Seus lançamentos anteriores, como "Sorry" , "Baby" e "She's in the Rain" , demonstraram a capacidade do grupo de tocar os corações de milhões de fãs em todo o mundo, estabelecendo The Rose como uma banda altamente respeitada e amada na indústria da música. Agora, com "Dual", o The Rose repete a dose com ainda mais maestria. Leia mais - The Rose: Conheça a carreira da talentosa banda sul-coreana que vem ao Brasil no fim de 2022 (Divulgação/ Transparent Arts) "Dual" foi lançado em sua completude no dia 22 de setembro. A banda revelou que este novo capítulo é marcado por um aprofundamento em suas próprias experiências pessoais e um mergulho mais profundo em sua musicalidade. Segundo o depoimento dos membros em uma live, o álbum reflete um crescimento na forma como eles se expressam como artistas e como indivíduos, e o trabalho no estúdio foi incansável para criar um repertório que falasse diretamente aos corações daqueles que os acompanham desde o início e também aos novos ouvintes. Leia também - "Our Lost Summer": Documentário do TXT nos lembra de algo que, como fãs, esquecemos o tempo todo "Dual" é o álbum sucessor de "Heal" , o primeiro álbum de estúdio completo do grupo lançado no final de 2022, e um projeto audacioso do The Rose que não estará limitado à música em sua nova era. A banda também está se aventurando em outras formas de arte e expressão, como colaborações com artistas visuais e cinematográficos, buscando contar suas histórias de maneiras diferentes. Nesse sentido, o grupo deve divulgar em breve o " Wonder — The Venn Diagram Project ", um vídeo de performance especial. Veja o teaser. O projeto ainda não possui data de lançamento. Pré singles de "DUAL" entregam o que o The Rose faz de melhor Em "Dual," Os fãs do The Rose (chamados de Black Roses ) podem esperar uma combinação de sons e letras cativantes que os farão refletir, emocionar-se e dançar ao mesmo tempo; o destaque aqui vai para as duas faixas lançadas em junho como pré singles . “Back To Me” s e estabelece como uma faixa de indie rock semelhante a um hino, em que os membros Woosung e Dojoon assumem a liderança nos vocais e cantam sobre um amor perdido devido a erros do narrador. A música ainda ganhou um MV enérgico e arrebatador, confira. Já “Alive” muda um pouco as coisas sonoramente e, em termos de visual, entrega algo mais elaborado e comprometido com a estética obscura da primeira parte do álbum. A faixa é suave e incorpora elementos do EDM. O grupo de indie pop-rock está "em casa" com este lançamento que assume, também, a faceta noturna do novo álbum. É uma ótima pedida para apresentar o grupo a um amigo que, em geral, não curte músicas coreanas. Confira o music video abaixo e a avaliação do álbum em seguida. Em suma, "Dual" do The Rose ganha pontos pelo conceito de dualidade, que foi muito bem trabalhado na arte do álbum e nas fotos promocionais. Através dessa proposta, a banda pôde investir em estilos musicais diferentes, o que tornou o projeto ainda mais interessante. Em muitas músicas, o ouvinte pode sentir uma vibe "Coldplay". As letras também trouxeram maior profundidade, e, se esse é um fator que você aprecia em álbuns, vale a indicação de ir conferir a tradução de cada uma das faixas.
- Conheça “Nosso Filme”, K-drama do Disney+ que promete uma história de amor digna de cinema
Nova aposta do streaming chegou ao público em 13 de junho e terá episódios semanais; saiba mais detalhes! (Divulgação / Disney+) A Disney+ está com uma série coreana fresquinha no catálogo! Nosso Filme , K-drama que estreou na plataforma em junho, é um melodrama que se passa no universo do cinema. Estrelado por Namkoong Min (de Meu Grande Amor ) e Jeon Yeo-been (do grande sucesso Vincenzo ), o lançamento conta a história de um diretor de cinema com bloqueio criativo e uma atriz que sonha com a oportunidade de ser uma protagonista. Com episódios liberados duas vezes por semana, a produção terá 12 episódios no total. Abaixo, o Café com Kimchi traz mais detalhes sobre o novo dorama! Qual é a sinopse do K-drama Nosso Filme? A história de Nosso Filme gira em torno de Lee Je-ha (Namkoong Mi), um diretor de cinema que seguiu os passos de seu pai, considerado um verdadeiro mestre da sétima arte. Após fazer sua estreia com um filme, Je-ha recebeu reconhecimento internacional, mas a sua sorte logo foi transformada em azar. Nisso, ele passou os próximos cinco anos sem conseguir trabalhar em nada. Para dar um fim nessa longa pausa, Je-ha começa a trabalhar em seu segundo filme, com o roteiro focado em um romance envolvendo alguém com uma vida limitada. Durante a etapa de pesquisas, ele conhece Lee Da-eum (Jeon Yeo Been), uma aspirante a atriz que sofre de uma doença rara e incurável, sem saber quanto tempo de vida ainda lhe resta. Leia também: Nova temporada de "Round 6" e outros K-dramas dos streamings em junho de 2025 A jovem se torna uma fonte de inspiração para Je-ha, e dá alguns conselhos para ele na construção do roteiro. Contudo, ela acaba se interessando pelo enredo, ganhando a oportunidade que sempre esperou. No meio dos problemas pessoais e profissionais, eles encontram conforto um no outro na trama de Nosso Filme. Conheça o elenco de Nosso Filme! (Divulgação / Newsen) O ator veterano Namkoong Min, escolhido para interpretar o protagonista de Nosso Filme , é conhecido por seu trabalho em títulos como Meu Grande Amor (2023) e Um Advogado por Um Dólar (2022), também do Disney+. A equipe de produção, para a imprensa sul-coreana, comentou que "Lee Je-ha é um personagem que passa por ondas de emoções diversas, desde dúvidas e fardos, até sua paixão ainda ardente por filmes, e até mesmo seu amor de partir o coração". Do outro lado do casal de protagonistas, está Jeon Yeo-been, que ganhou o coração de dramaland ao participar do dorama hit Vincenzo (2021), e também de O Tempo Traz Você para Mim (2023). Apesar das circunstâncias da vida, sua personagem segue sendo simpática com todos que a rodeiam, além de ser determinada, fazendo de tudo para atingir seu objetivo. O elenco de Nosso Filme também conta com a participação de Seo Hyeon Woo (de O Esquadrão de Seul ) e Lee Sol (de Somebody ). Você está animado para conferir este título da Netflix? Para mais notícias envolvendo a cultura pop coreana, acompanhe o Café com Kimchi também nas redes sociais!
- Round 6 | Relembre a 1ª temporada da série global da Netflix que retorna este mês
Round 6 apresentou ao mundo uma intensa jornada de sobrevivência e dilemas morais, deixando altas expectativas para a 2ª temporada (Divulgação/ Netflix) A estreia de Round 6 (ou no original, Squid Game ), em setembro de 2021, não só capturou rapidamente a atenção do público, como se tornou um dos maiores sucessos da história da Netflix . Criada por Hwang Dong-hyuk — também conhecido pelas produções Em Silêncio (2011) e Nas Muralhas da Fortaleza (2017) — , a série sul-coreana combina uma narrativa intensa de sobrevivência com críticas profundas sobre a desigualdade social e a natureza humana em tempos de desespero. Ao longo de seis jogos mortais, 456 participantes lutam por uma fortuna bilionária, enquanto enfrentam consequências fatais. Com personagens complexos como Seong Gi-hun ( Lee Jung-jae ), Cho Sang-woo ( Park Hae-Soo ) e Kang Sae-Byeok ( Jung Ho-Yeon ), a trama aborda a luta desesperada de cada um para se tornar o grande vencedor, enquanto revelações emocionantes e dilemas morais se tornam o centro da história. Confira os detalhes fascinantes e os momentos marcantes da primeira temporada de Round 6 , e descubra o que esperar da segunda temporada, na qual novos desafios e personagens intrigantes prometem ainda mais reviravoltas! O que aconteceu na 1ª temporada de Round 6 da Netflix? A jornada de Seong Gi-hun (Reprodução/ Netflix) A história começa com Seong Gi-hun , interpretado por Lee Jung-jae — um dos principais nomes do cinema e da TV sul-coreana, com atuações marcantes em filmes como The Housemaid (2010) e Deliver Us from Evil (2020). Em Round 6, ele é um homem caricato, divorciado e atolado em dívidas, que vive com sua mãe doente e mal consegue se conectar com sua filha. Em um encontro aparentemente aleatório, ele é desafiado a participar de um jogo simples de ddakji , um tradicional jogo coreano de dobradura de papel. O protagonista ganha e recebe um convite misterioso para participar de uma competição secreta, na qual o vencedor terá direito a um grande prêmio, o valor de 45,6 bilhões de won. (Reprodução/ Netflix) Desesperado para mudar sua vida, Gi-hun aceita e logo se vê sedado, acordando em um dormitório estranho junto a outros 455 competidores identificados por números. Os participantes logo descobrem que estão presos em um jogo mortal. A competição é supervisionada por guardas mascarados e pelo enigmático Front Man (interpretado por Lee Byung-hun , ator de Iris ), e aqueles que perdem qualquer uma das seis etapas do jogo, inspiradas em brincadeiras infantis, têm que pagar com suas vidas. Entre os personagens presentes nesse jogo estão os dos atores Park Hae-Soo (de La Casa de Papel ), que interpreta o ambicioso Cho Sang-woo , e Jung Ho-Yeon (de Disclaimer ), que dá vida à forte e emocional Kang Sae-Byeok . Ho-yeon, que iniciou sua carreira como modelo, recebeu uma indicação ao Emmy por esse papel. (Reprodução/ Netflix) Outros membros do elenco, como Wi Ha-Joon ( Hwang Joon-Ho ) e Yeong-su Oh ( Oh Il-Nam ), também têm uma trajetória consolidada na indústria do entretenimento, com Wi Ha-Joon se destacando em dramas como 18 Again (2020), e Oh Yeong-su, um veterano da cena coreana, sendo amplamente reconhecido por sua vasta carreira no teatro e no cinema. O início dos jogos em Round 6: Batatinha Frita 1, 2, 3 O primeiro jogo, Batatinha Frita 1, 2, 3 ou Red Light, Green Light , logo revela a brutalidade da competição . Os participantes devem atravessar um campo enquanto uma boneca gigante observa. A qualquer movimento errado, os jogadores são executados. O pânico se espalha quando mais da metade dos competidores é morta nesse primeiro teste, mostrando o quão mortal será o restante da competição. (Divulgação/ Netflix) Após o massacre inicial, os sobreviventes têm a oportunidade de abandonar o jogo. No entanto, muitos, incluindo Gi-hun, Cho Sang-woo, Kang Sae-byeok e Ali Abdul ( Anupam Tripathi ), optam por retornar, pois a realidade de suas dívidas e dificuldades financeiras os empurra de volta para o jogo, onde o risco de morte é iminente, mas a promessa de redenção parece mais forte. Leia também: O Ano Novo na Coreia do Sul: Duas comemorações, duas tradições Alianças e estratégias de sobrevivência em Round 6 (Divulgação/ Netflix) Conforme os jogos avançam, os participantes formam alianças para aumentar suas chances de sobrevivência. Gi-hun se une a Sang-woo, Sae-byeok, Ali e Oh Il-nam, um idoso com um tumor cerebral. No segundo jogo, Ppopgi (ou Dalgona Candy ) — que significa "escolha" em coreano — , é dado aos participantes um doce coreano feito com apenas dois ingredientes, açúcar e bicarbonato de sódio, e que é popularmente vendido na porta de escolas na Coreia. Eles devem extrair, usando apenas uma pequena agulha, formas do biscoito (triângulo, círculo, estrela, etc). A astúcia de Gi-hun em lamber o doce para derretê-lo e completar a tarefa é um exemplo da inteligência necessária para sobreviver. (Divulgação/ Netflix) O terceiro jogo, uma versão mortal de cabo de guerra, leva os jogadores a formarem equipes. A equipe de Gi-hun, composta por indivíduos aparentemente mais fracos, sobrevive graças a uma estratégia brilhante do experiente Il-nam, revelando como o jogo exige mais que sorte – é necessário raciocínio e adaptação. Traições e dilemas morais no enredo do K-drama (Divulgação/ Netflix) À medida que a competição fica mais intensa, dilemas morais surgem e as alianças começam a rachar. No quarto desafio, as duplas de jogadores têm que competir em um jogo de bolinhas de gude, mas precisam jogar contra seu próprio parceiro. Em um dos episódios mais emocionantes e trágicos da temporada, o destaque vai para a traição de Sang-woo, que engana Ali para vencer, e o sacrifício de Ji-yeong (Lee Yoo-mi), que se retira do jogo para permitir que Sae-byeok, mais necessitada, tenha uma chance. (Reprodução/ Netflix) Outro momento crucial é o jogo das bolinhas de gude entre Gi-hun e Il-nam, no qual Gi-hun aproveita a demência do idoso para vencer. No entanto, em uma reviravolta, Il-nam revela que estava ciente da trapaça e decidiu deixá-lo ganhar, provocando um dilema moral profundo em Gi-hun, que começa a questionar até onde está disposto a ir para sobreviver. O clímax: A ponte de vidro e a final mortal de Round 6 Com apenas alguns jogadores restantes, o penúltimo desafio é atravessar uma ponte de vidro, onde o risco de morte a cada passo é real. Sang-woo, em sua busca implacável pela vitória, trai seus aliados, empurrando um dos participantes para a morte para garantir sua sobrevivência. Os semi-finalistas acabam sendo Gi-hun, Sang-woo e Sae-byeok, mas a última mulher sobrevivente é mortalmente ferida. No jogo final, uma versão do Round 6 (o Squid Game ), Gi-hun e Sang-woo lutam pela vitória, mas Gi-hun se recusa a matar seu amigo de infância. Sang-woo, em um momento de desespero, se suicida, e Gi-hun se torna o único vencedor. (Reprodução/ Netflix) Com o prêmio em mãos, Gi-hun retorna à sua vida, mas não consegue encontrar paz. Sua mãe faleceu enquanto ele estava no jogo, e sua filha, distante, está prestes a se mudar para os Estados Unidos. Um ano depois, ele ainda não tocou no dinheiro e vive uma vida apática, até que recebe uma carta de Oh Il-nam, que revela ser o criador dos jogos. Il-nam confessa que criou a competição como uma forma de entretenimento para os ricos, tratando a vida humana como um simples jogo. Ele participou porque queria sentir a emoção de estar vivo novamente, antes de sua morte iminente. (Reprodução/ Netflix) No final, Gi-hun se vê diante de uma escolha: seguir com sua vida ou enfrentar a organização por trás dos jogos. Com o cabelo tingido de vermelho, simbolizando sua transformação, ele decide lutar contra os responsáveis por tanta dor e sofrimento, prometendo justiça. Leia também: Stray Kids no Brasil | Tudo sobre os shows e a DATA EXTRA em SP e RJ O que esperar da 2ª Temporada? A primeira temporada de Round 6 foi uma montanha-russa emocional, que deixou os espectadores ansiosos por respostas. Com isso, a segunda temporada, que estreia em 26 de dezembro, promete se aprofundar ainda mais no universo distópico dos jogos mortais que conquistaram uma audiência global. Três anos após a vitória no jogo, Seong Gi-hun vai retornar com um propósito claro: desvendar os responsáveis pelos jogos e impedir que mais vidas sejam sacrificadas em busca de um prêmio bilionário. Determinado a acabar com o sistema, Gi-hun precisará voltar ao pesadelo que o transformou, participando novamente da competição, agora com novos desafios ainda mais perigosos e complexos. Além de Seong Gi-hun, a temporada trará de volta personagens icônicos como o Front Man e o misterioso Recrutador ( Gong Yoo ), enquanto novos rostos entram em cena. O elenco inclui Yim Si-wan , que interpretará Myung-gi , um ex-influenciador de criptomoedas, e Jo Yu-ri ( ex-membro do grupo Iz*One ) , que dará vida à Jun-hee , uma mulher determinada a superar suas dificuldades financeiras. Outros atores também já foram confirmados, como o Choi Seung-hyun (T.O.P), ator e integrante do grupo BIGBANG , e Park Gyu-young (de Sweet Home ) , que viverá uma mulher trans na série . Kang Ha-neul , ator de Pirates 2 (2022) , e Kang Ae-sim , atriz de Open the Door (2022), também se juntarão ao elenco, acrescentando mais camadas à já narrativa da série. O retorno de Hwang Dong-hyuk como criador e diretor da série garante que o tom sombrio e a crítica social presentes na primeira temporada continuem, enquanto flashbacks e surpresas podem trazer mais revelações sobre personagens que pensávamos estar perdidos. Leia também: K-dramas do Disney+ para 2025: Confira as produções que estreiam na plataforma Com uma terceira temporada já confirmada para 2025, o futuro de Round 6 está mais emocionante do que nunca!
- Motivos para assistir a Newtopia, novo K-drama de zumbis estrelado por Jisoo do BLACKPINK
A integrante do girlgroup protagoniza nova série do Prime Video, que mistura ação, romance e humor em meio a um apocalipse zumbi (Divulgação / Prime Video) Na última sexta-feira (7), o K-drama Newtopia , estrelado por Jisoo , integrante do girlgroup BLACKPINK , estreou no Prime Video e já está ganhando destaque entre os fãs de dramas coreanos. A série, que mistura ação, comédia e romance, se passa em meio a um apocalipse zumbi, acompanhando a luta de um casal para se reconectar enquanto enfrentam uma Seul tomada por mortos-vivos. A trama segue Lee Jae-yoon (interpretado por Park Jeong-min ), um jovem que inicia o serviço militar obrigatório e enfrenta os desafios de um namoro à distância com sua namorada, Kang Young-joo ( Jisoo ). Após uma discussão que leva ao término do relacionamento, um surto de zumbis devasta a cidade, forçando o casal a se reunir no meio do caos e repensar seus sentimentos enquanto lutam pela sobrevivência. Leia também: Como a dublagem impulsionou o sucesso dos K-dramas no Brasil? Enredo inusitado de zumbis e romance Newtopia é um K-drama de comédia romântica, fantasia e zumbis que estreou no dia 7 de fevereiro de 2025 no Coupang Play e também está disponível no Amazon Prime Video em algumas regiões. A série acompanha a história do casal Lee Jae-yoon — interpretado por Park Jeong-min, conhecido por atuações em Star-Up (2019) e The 8 Show (2024) — e Kang Young-joo — interpretada por Jisoo, que, além do seu trabalho como idol no girl group BLACKPINK, também já atuou em Snowdrop (2021) — . Após uma briga, os dois decidem se separar, mas o surto de zumbis que atinge Seoul força Jae-yoon a liderar uma missão militar para conter a ameaça, enquanto tenta reatar com Young-joo. Por sua vez, a jovem luta para sobreviver e encontrar forças para reviver o relacionamento em meio ao caos da cidade infestada de mortos-vivos. Com isso, a trama mistura comédia e tensão, explorando não só os desafios do apocalipse zumbi, mas também a dinâmica de um casal em processo de reconciliação. O personagem de Park Jeong-min, Lee Jae-yoon, é um soldado determinado a proteger seus companheiros e resolver os conflitos com sua ex-namorada. Já Jisoo interpreta Kang Young-joo com uma força cativante, dando vida a uma mulher que, apesar das dificuldades, encontra coragem para se reinventar no meio da catástrofe. A interação entre os dois personagens principais cria uma química única, que equilibra momentos de tensão e romance com leveza e humor. A série é dirigida por Yoon Sung-hyun — conhecido por seus trabalhos em Bleak Night (2010) e Time to Hunt (2020) — e o roteiro foi coescrito por Han Jin-won — roteirista de Parasita (2019) — e Ji Ho-jin. O enredo é baseado no romance Influenza de Han Sang-woon e promete manter o público à beira do assento com sua mistura de ação, emoção e reviravoltas. Além de Park Jeong-min e Jisoo, o elenco também conta com nomes como Im Sung-jae, Hong Seo-hee e Kim Junhan, prometendo personagens diversos que tornam a trama ainda mais envolvente. O "Zom-Com": Um novo subgênero (Reprodução / IMDb) O "Zom-Com", ou comédia de zumbis — "zombie comedy" em inglês — , tem se consolidado como um subgênero único que mistura os elementos de terror e apocalipse zumbi com doses de humor ácido e momentos de pastelão. Em vez de seguir a linha pesada e angustiante que caracteriza muitos filmes e séries de zumbis, o Zom-Com oferece um contraste curioso entre o horror do apocalipse e o alívio cômico que vem da interação entre os personagens e as situações absurdas. Newtopia entra nesse universo de forma inovadora ao equilibrar a tensão do apocalipse zumbi com um tom leve e divertido, envolvendo comédia romântica, ação e até mesmo momentos de humor improvisado. Filmes como Zumbilândia , Todo Mundo Quase Morto e Dança dos Mortos são exemplos clássicos que misturam de maneira brilhante o terror com a comédia, criando narrativas que são ao mesmo tempo aterradoras e engraçadas. Zumbilândia, por exemplo, acompanha um grupo de sobreviventes tentando se adaptar a um mundo dominado por zumbis, mas com um tom irreverente e engraçado, que torna o apocalipse mais suportável e até cômico. Leia também: The Judge from Hell: Park Shin Hye retorna em novo K-drama de fantasia e ação Newtopia , por sua vez, traz a fórmula do Zom-Com para a televisão, com uma abordagem centrada em um casal que, apesar de ter se separado antes do surto zumbi, se vê forçado a se reaproximar enquanto enfrentam o caos. Essa combinação de romance e ação com o cenário apocalíptico zumbi é um prato cheio para aqueles que buscam algo diferente. Além disso, a série aproveita os melhores aspectos do Zom-Com, entregando cenas de ação intensas, mas também investindo em momentos de leveza, onde o humor cativante e as situações inesperadas fazem com que o público se envolva tanto com o drama quanto com a comédia da história. Assim, Newtopia está se consolidando como uma produção que promete atrair fãs não só do gênero zumbi, mas também de quem adora uma boa dose de humor em meio ao caos. Personagens interessantes e o destaque de Jisoo em cena (Reprodução / Prime Video) A trama não se resume apenas à luta pela sobrevivência em um mundo dominado por zumbis. Newtopia também explora as relações humanas e as tensões emocionais entre os personagens, com destaque para o dilema de Kang Young-joo e sua busca por reconciliação com Jae-yoon. A trama vai além do triângulo amoroso previsível, explorando questões sobre expectativas sociais e os dilemas pessoais de cada personagem. Jisoo, com sua atuação sensível, transmite muito mais do que uma simples heroína de ação. Conhecida mundialmente por seu talento como integrante do BLACKPINK, Jisoo estreia em Newtopia como Kang Young-joo, uma jovem determinada a lutar pela sua relação e pela sua sobrevivência. Ela se desafiou fisicamente para as cenas de ação, passando meses de treinamento intensivo para estar à altura das exigências da série. A atriz compartilhou que a experiência foi transformadora, especialmente ao enfrentar cenas de ação como cambalhotas e sequências de luta. Para os fãs da artista, é uma oportunidade imperdível de ver Jisoo em um papel totalmente diferente do que estamos acostumados. Com a direção de Yoon Sung-hyun, conhecido por seu trabalho em Time to Hunt , Newtopia traz um estilo visual cativante que combina cenas de ação com momentos de introspecção e humor. A série se dedica a construir um mundo meticulosamente organizado, oferecendo uma crítica à sociedade coreana antes do surto de zumbis. Quando a ordem é quebrada, o caos toma conta, criando uma tensão que vai além do simples apocalipse. Se você é fã de histórias que exploram a ruptura de sistemas estabelecidos, vai adorar o toque único da direção de Yoon. Comédia e ação: Uma combinação perfeita Em uma coletiva de imprensa realizada no dia 7 de janeiro, em Seoul, os atores Jisoo, Park Jeong-min e o diretor Yoon Sung-hyun compartilharam mais detalhes sobre o drama. A trama promete unir elementos de ação, romance e comédia, com Jisoo no papel principal ao lado de Park Jeong-min. (Reprodução / Prime Video) A dinâmica entre os dois protagonistas é marcada por uma história de amor em meio ao caos, com Jae-Yoon e Young-Joo enfrentando o distanciamento por conta das dificuldades da vida adulta. “Young-joo consegue um emprego antes dele, e Jae-yoon sente que deveria deixá-la ir”, explica Park Jeong-min sobre seu personagem. Contudo, o surto de zumbis os força a se reunirem, levando-os a uma jornada cheia de ação para estarem novamente juntos. O diretor Yoon Sung-hyun, fã do gênero, se dedicou a criar algo único dentro do universo dos zumbis, mesclando humor e personalidades distintas para garantir um drama leve, mas cheio de adrenalina. A gravação de Newtopia também demandou grande preparação física dos atores, especialmente de Jisoo, que, apesar de não ter experiência com cenas de ação, se dedicou aos treinos de dublê com afinco. “Antes de ir para a academia de dublês, eu nem sabia dar uma cambalhota para frente”, revelou a cantora, que hoje consegue realizar até cinco cambalhotas seguidas. Park Jeong-min, admirado pela dedicação de Jisoo, destacou sua resistência física, que foi um dos maiores desafios no set, especialmente quando as temperaturas subiram, mas o figurino de inverno teve que ser mantido. O que esperar na primeira temporada? Newtopia estreia com oito episódios, que serão lançados semanalmente no Prime Video, com o último episódio previsto para o dia 21 de março de 2025. Essa estrutura oferece aos fãs uma espera empolgante a cada sexta-feira, criando o clima de expectativa para as reviravoltas do enredo e o crescimento da relação entre os protagonistas, enquanto enfrentam as hordas de zumbis. Se você está em busca de um drama que mistura ação, comédia, romance e zumbis, Newtopia é a série que você não pode perder. Com um elenco talentoso, uma direção afiada e uma proposta que desafia os clichês do gênero, a produção promete se tornar um dos maiores sucessos de 2025. Não perca a chance de embarcar nessa aventura única, repleta de emoção e surpresas. Leia também: Desmascarado | K-drama que é a nova aposta do Disney+ chega com mistério e tensão Assista a Newtopia agora no Prime Video e prepare-se para uma jornada cheia de zumbis, risos e reviravoltas!














