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Sugar: Youngjae mostra o lado mais dócil de si em novo álbum

Após Colors from Ars, solista e membro do GOT7 entrega um tom mais suave de suas cores


(Divulgação / Sublime)




Não muito tempo depois do comeback super memorável do GOT7, após longos meses de hiatus do grupo, Youngjae aparece em trajes elegantes, dando o seu melhor na coreografia e o mais importante, totalmente rendido ao amor. Sugar é o segundo álbum solo do cantor, e sua essência é a mais doce forma de afeição, com letras bem românticas expressadas através das cinco faixas do projeto. O retorno ressalta bem o gênero em que o solista mais se sentiu confortável em explorar após seu primeiro álbum, Colors from Ars.





Com a saída do GOT7 da JYP, o boygroup da terceira geração pôde explorar tudo que sempre desejou. Cada membro oferece uma essência através dos estilos musicais em que gostam de se aventurar, e com Youngjae não foi diferente. Em seu primeiro projeto solo, ele explorou diversos gêneros, ou melhor dizendo, cores, fazendo jus ao título da obra. Dessa vez, ele preferiu arriscar algo mais linear, seguindo um único tema, um pop romântico, com a presença bem sucinta de R&B.


Youngjae parece ter encontrado conforto em trazer músicas suaves e descontraídas, e esse estilo casa perfeitamente com seu perfil, porém sempre traz aquele gostinho de quero mais, e leva a pensar que o cantor ainda tem muito a mostrar, dentro e fora da sua zona de conforto. Isso pode ser notado logo no início de Sugar, através da primeira faixa do álbum. A homônima se assemelha ao estilo de Vibin', a title do seu primeiro projeto, uma canção dançante energética. E ao escutar as outras quatro músicas, não provoca nenhum tipo de surpresa ou inovação.




O ponto mais marcante certamente não é a faixa título, pois leva a questionar qual seria a personalidade musical do álbum. A partir da segunda faixa, a proposta passa a ser mais clara, pois as b-sides certamente têm mais sentido e conexão com Sugar como um todo, enquanto a música principal não apresenta tanto vínculo com o corpo do projeto.


A canção provoca uma ideia melhor em sua individualidade, e ainda assim, ela oferece uma aparência muito mais comercial que não representa exatamente a harmonia que o resto do projeto tem. Enquanto isso, as b-sides provocam uma ideia de linearidade que não se perde conforme são reproduzidas, sempre caminhando entre o R&B e o pop.




Sugar, do início ao fim, desperta a ideia de que Youngjae quer reforçar sua preferência por um estilo específico, que seria algo repleto de leveza e mais voltado para o pop. Embora seja um projeto bastante comum, não deixa de ter qualidade em todos os âmbitos, desde a sonoridade até os versos propriamente ditos, sem deixar de mencionar também o que já é óbvio, a potência vocal do cantor e seu timbre muito notório e original. É um ótimo projeto para quem busca algo num tom romântico, doce e divertido.





Nota: Lembrando que o papel da nossa crítica, independente de positiva ou negativa, é apontar elementos para você construir a sua opinião sobre aquela obra; seja uma música de K-pop ou dorama. Está tudo bem concordar ou discordar de tudo o que a gente disse aqui, mas não esquece de dizer o que você achou desse lançamento nos comentários, no Twitter ou no Instagram do Café!

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