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- O que é melodrama? “Nosso Filme” e outros K-dramas tristes que vão partir seu coração
"Nosso Filme" é só o começo: veja o que define um melodrama e conheça doramas para sentir (e sofrer) junto! (Divulgação / SBS) Se você é fã de K-dramas tristes, já deve ter se deparado com cenas como o protagonista sendo atropelado para salvar o interesse romântico. Ou aquele momento em que o vilão atira no mocinho e todos acham que ele morreu (mas ele sobrevive, claro, com uma recuperação milagrosa). Gravidez falsa? Teste de paternidade de última hora? Tudo isso é marca registrada do melodrama , o gênero ideal para quem curte romance intenso, reviravoltas e aquele toque de caos emocional. E o mais novo representante chegou com tudo: a série Nosso Filme . O drama da SBS terá 12 episódios no total, e tem tudo o que um bom melodrama precisa: encontros improváveis, romance em meio à dor e dilemas de vida e morte. A trama gira em torno de Lee Je Ha ( Namkoong Min, de My Dearest ), um diretor de cinema que vive um bloqueio criativo há cinco anos, e Lee Da Eum ( Jeon Yeo-been , de Vincenzo ), uma aspirante a atriz com uma doença incurável. Quando os dois se encontram durante a pesquisa para o novo filme de Je Ha, nasce ali uma parceria intensa e delicada, que se transforma em algo mais. Leia também: Mocinho ou vilão? 10 dramas como "A Lição" e "Vincenzo" em que os protagonistas são anti-heróis Mas o que é um Melodrama? (Divulgação / SBS) A palavra vem do francês mélodrame , uma combinação de “melos” (melodia, em grego) com “drama”. O termo surgiu no teatro europeu, onde as emoções exageradas eram acompanhadas por trilhas sonoras dramáticas, ajudando o público a sentir cada reviravolta como se fosse parte da história. Com o tempo, o estilo ganhou as telas e virou um gênero por si só! Nos K-dramas, o melodrama mergulha em dilemas familiares, doenças terminais, romances impossíveis e decisões de vida ou morte. É o tipo de história que mexe com tudo ao mesmo tempo: razão, emoção e, muitas vezes, os lencinhos. Exemplos marcantes? Moon Lovers: Scarlet Heart Ryeo (2016), Uncontrollably Fond (2016), The Heirs (2013), “ A Lição ” (2022), Secret Garden (2010)... e a lista só cresce. O Café com Kimchi separou aqui uma seleção de K-dramas que representam o melhor (e o mais dramático) do gênero melodrama. Confira a seguir! Melodramas para quem adora K-dramas tristes e intensos Meu Diário para a Liberdade (2022) (Divulgação / JTBC) Para quem gosta de histórias introspectivas, lentas e profundas, My Liberation Notes (ou Meu Diário para a Liberdade) é um prato cheio. O drama acompanha três irmãos que vivem presos a uma rotina monótona no interior da Coreia, até que um misterioso homem aparece na vizinhança e muda o ritmo de suas vidas. O foco aqui não é a ação, mas o silêncio, os olhares e a vontade de se libertar do que sufoca por dentro. Além disso, o K-drama também traz citações lindíssimas que fazem o espectador repensar e refletir sobre vários aspectos da vida. Então, se é isso que você procura no momento, pode ir sem medo! No elenco principal, estão os atores Lee Min Ki ( Behind Your Touch ), Kim Ji Won (do dorama de sucesso Rainha das Lágrimas ), Lee El ( Mr. Plankton ) e Son Suk Ku ( Sense 8 ). Um time afiado para entregar cada nuance dos K-dramas tristes, que fala menos do que mostra, e, justamente por isso, emociona tanto. My Mister (2018) (Divulgação / tvN) E se um melodrama tivesse uma trilha sonora de silêncios, mágoas não ditas e encontros improváveis? O dorama My Mister é exatamente isso. E quem dá vida a uma das protagonistas é ninguém menos que a cantora e atriz IU, uma das artistas mais elogiadas por papéis densos e carregados de emoção. Ela já brilhou como Jang Man Wol em Hotel del Luna (2019), como Ko Ha Jin em Moon Lovers: Scarlet Heart Ryeo (2016) e, mais recentemente, como O Ae Sun em " Se a Vida te Dá Tangerinas " (2024) - todos ótimos melodramas! No enredo de My Mister , acompanhamos Park Dong Hun ( Lee Sun Kyun , do filme blockbuster Parasita ), um engenheiro de meia-idade que leva uma vida cansada: um casamento infeliz, irmãos desempregados e um ambiente de trabalho cheio de jogos sujos. É nesse contexto que ele cruza o caminho de Lee Ji An (IU), uma jovem cheia de dívidas e responsabilidades. Os dois criam uma conexão silenciosa, dolorosa e transformadora. A direção é de Kim Won-seok , o mesmo por trás de sucessos como Crônicas de Arthdal (2019) e Signal (2016), o roteiro fica por conta de Park Hae‑young , conhecido por criar dramas que tocam a alma. Não à toa, My Mister foi um sucesso de crítica e público: levou os prêmios de Melhor Drama e Melhor Roteiro na 55ª edição do Baeksang Arts Awards. Leia também: Choro livre 6 doramas para desidratar de chorar na Netflix Navillera (2021) (Divulgação / tvN/ Netflix) Falando de tramas com personagens de idades bem diferentes, Navillera entrega uma das histórias mais delicadas e emocionantes da lista. O drama acompanha Shim Deok Chul, um senhor de 70 anos que decide, depois de uma vida inteira de trabalho e responsabilidades, realizar seu maior sonho: dançar balé. Ao entrar numa companhia de dança, ele cruza o caminho de Lee Chae Rok, um jovem talentoso mas desmotivado pela vida. Apesar da diferença de gerações - e de visões de mundo - os dois desenvolvem uma relação linda de parceria, aprendizado e afeto, que transforma os dois por dentro e por fora. No elenco principal, estão Park In Hwan (de Brilliant Heritage ), como o determinado Deok Chul, e o ator Song Kang (o borboletão de Nevertheless ), no papel do introspectivo Chae Rok. Uma história sobre sonhos, superações e conexões improváveis, baseada no webtoon de mesmo nome criado por Hun e ilustrado por Ji Min. Vale a pena assistir se você gosta de histórias sensíveis, com crescimento emocional, laços inesperados e muitos momentos pra aquecer o coração! Find Me in Your Memory (2020) (Divulgação / MBC) Find Me in Your Memory é o tipo de melodrama que brinca com o tempo e com a memória, literalmente. A história mostra Jeong Hoon, um âncora de telejornal com hipertimesia: uma condição rara que faz com que ele se lembre de absolutamente tudo, inclusive da mulher que amava e desapareceu há anos. Do outro lado da trama, está Ha Jin, uma atriz em ascensão que tem lapsos de memória. Dois extremos, duas dores diferentes; e um encontro improvável que coloca sentimentos à prova. Entre o que se lembra demais e o que se esquece com facilidade, nasce uma relação cheia de camadas, mágoas e possibilidades em Find Me in Your Memory. No elenco principal, estão Kim Dong Wook (do dorama Coffee Prince ), como o intenso Jeong Hoon, e Moon Ga Young (do enorme sucesso True Beauty, ou Beleza Verdadeira ), como a encantadora Ha Jin. Vamos combinar, esse outro drama dela também é cheeeio de chororô e cenas típicas de um bom melodrama, né? Leia também: O sucesso de "Beleza Verdadeira" na Netflix O que faz o K-drama ser tão atemporal e dividir a internet? Doom at Your Service (2021) (Divulgação / tvN) Ainda no tópico de atrizes que sabem chorar em cena… a Park Bo Young , a diva dos melodramas, entrega mais uma performance de arrancar lágrimas em Doom at Your Service, ou Desgraça ao Seu Dispor . No drama, ela vive Tak Dong Gyeong, uma editora de webnovels que, após uma sequência de tragédias e um diagnóstico de câncer cerebral, decide que já sofreu o suficiente. Em um momento de desabafo, ela deseja que tudo desapareça, e acaba invocando Myeol Mang, a própria encarnação da destruição! O que começa como um contrato sobrenatural de 100 dias logo se transforma em uma jornada sobre amor, medo, escolhas e o valor de estar vivo, mesmo quando tudo parece desmoronar. É aquele tipo de melodrama com fantasia e romance existencial na medida certa, e que ainda ganha uma camada extra de emoção com uma trilha sonora marcante, com faixas de Baekhyun , Ailee , TXT e até mesmo do próprio ator Seo In Guk . O Café recomenda esse se você ama histórias com um pé na fantasia, personagens quebrados por dentro e reviravoltas que fazem o coração bater mais forte (ou parar por um segundo). Mr. Sunshine (2018) (Divulgação / tvN) Clássico é clássico, né? Mr. Sunshine emociona, mas também ensina, tudo com uma produção de tirar o fôlego. A história começa com Choi Yu Jin, um menino nascido em uma família de servos, que foge da Coreia durante a expedição americana de 1871. Anos depois, ele retorna como oficial dos fuzileiros navais dos Estados Unidos, e é nesse reencontro com sua terra natal que ele conhece Go Ae Sin, uma jovem da aristocracia com espírito revolucionário. Mais do que um romance em meio à turbulência histórica, o drama mergulha em temas como identidade, lealdade e a luta contra a colonização. E sim, prepare o coração, porque emoção é o que não falta aqui. No elenco principal, estão Lee Byung Hun ( Round 6 ), como o intenso Choi Yu Jin, e a Kim Tae Ri no papel de Go Ae Sin - a atriz que levou Melhor Atriz em Televisão e Atriz Mais Popular na 58ª edição do Baeksang Arts Awards por sua atuação no K-drama queridinho Vinte e Cinco, Vinte e Um (2022). Lovers of the Red Sky (2021) (Divulgação / SBS) Misturando romance, fantasia e drama histórico, Lovers of the Red Sky se passa na Dinastia Joseon e conta a história de Hong Chun Gi, uma jovem pintora prodígio (algo raríssimo numa época em que o confucionismo ditava o que mulheres “podiam ou não” fazer). Nascida cega, Chun Gi milagrosamente recupera a visão e passa a frequentar a escola de pintura mais prestigiada do reino. Lá, ela conhece Ha Ram, um astrólogo que teve o destino inverso: nasceu enxergando, mas perdeu a visão na infância. Mesmo cego, ele carrega um dom especial: consegue ler os movimentos do céu com precisão. Os dois se aproximam, mas logo se veem no meio de intrigas da corte e da disputa entre dois príncipes que podem mudar o rumo da história (e do romance deles). No elenco principal, estão o ator Ahn Hyo Seop (que esteve no dorama Business Proposal ), como o enigmático Ha Ram, e Kim Yoo Jung (de My Demon ), como a determinada Chun Gi. Conhecido por papéis em comédias românticas, Hyo Seop surpreende com uma atuação intensa e dramática aqui! Leia também: Rowoon e Hyo Seop formam um casal gay no K-drama "O Tempo Traz Você Pra Mim" da Netflix? The Red Sleeve (2021) (Divulgação / MBC) Para fechar a lista com chave de ouro, o K-drama The Red Sleeve conquistou corações (e prêmios!) com uma história de amor intensa, contida e profundamente triste, daquelas que ficam ecoando depois do último episódio. Mais do que um romance histórico, o seriado é um retrato delicado sobre escolhas, poder e renúncia. O Príncipe Yi San, herdeiro do trono e marcado pela morte traumática do pai, precisa equilibrar suas obrigações reais com os próprios sentimentos. Já Sung Deok Im, uma dama da corte com espírito livre, resiste à ideia de ser apenas mais uma concubina real, mesmo que isso signifique abrir mão do amor. A relação entre os dois se constrói nos silêncios, nos gestos contidos e nas decisões difíceis. Inspirado no romance The Sleeve's Red Cuff, o drama dosa romance e política com maestria, e se destaca justamente por dizer tanto com tão pouco. No elenco principal, estão Lee Junho ( King the Land ), que além de brilhar nos palcos com o 2PM , já provou seu talento em dramas como Just Between Lovers (2017), e Lee Se Young , que começou a carreira ainda criança e acumulou papéis de destaque em produções como The Crowned Clown (2019), The Story of Park's Marriage Contract (2023) e What Comes After Love (2024). Agora conta pra gente: qual desses melodramas já fez você chorar litros? Ou qual você vai maratonar primeiro?
- Nova temporada de "Round 6" e outros K-dramas dos streamings em junho de 2025
Confira a lista completa de lançamentos da Netflix, Disney+ e Prime Video (Divulgação / Netflix) O ano está quase chegando na metade e os streamings continuam alimentando a dramaland com diversas produções. O mês de maio foi marcado por dramas como Resident Playbook e Uma Desconhecida em Seul , ambas produções da Netflix. E agora em junho, as plataformas trazem títulos promissores como a última temporada de Squid Game e Nosso Filme . Preparados para mais um mês? Confira a seguir a lista completa de K-dramas que serão lançados nos streamings em junho de 2025. Leia também: Quem são os personagens de "Resident Playbook", spin-off do drama "Hospital Playlist"? Netflix Sem Piedade | Mercy For None (06/06) Gêneros: ação, suspense 7 episódios Nam Gi Jun ( So Ji Sub ), fazia parte da Gangue Bongsan, e era considerado uma peça chave. Porém, tudo muda quando seu irmão se une à gangue rival, fazendo com que Gi Jun não pense duas vezes antes de deixar seu cargo e prometer não olhar para trás. Ele passa anos administrando um pequeno negócio e vivendo uma vida tranquila. Porém seu irmão é encontrado morto, e assim ele não tem escolha a não ser voltar a ativa para descobrir a verdade e se vingar. O K-drama é baseado no webtoon Plaza Wars. Guerreiras do K-pop (20/06) Gêneros: animação, musical Filme Rumi, Mira e Zoey são um girlgroup conhecido mundialmente, mas também são guerreiras que protegem o mundo de ameaças. O trio precisará lidar com um novo problema, demônios que estão disfarçados de uma nova boyband, os Saja Boys. Leia também: Guerreiras do K-Pop: Netflix lança animação com música do TWICE e estrelas de K-dramas Squid Game 3 (27/06) Gêneros: ação, suspense 6 episódios Na temporada final do grande sucesso da Netflix, Gi Hun ( Lee Jung Jae ) — ou o participante número 456 está lidando com uma péssima fase consequente de traições, mortes de pessoas próximas e uma rebelião fracassada. Independente de tudo o Round 6 não para, e 456 e os participantes sobreviventes precisam lidar com jogos ainda piores que colocam a prova a resistência e a vontade dos participantes de se manterem vivos. Leia também: Tiro, porrada e bomba: 5 doramas de ação para assistir e se exaltar Viki A Primeira Noite com o Duque | The First Night With The Duke (11/06) Gêneros: fantasia, romance 12 episódios Neste K-drama de época , estudante universitária K ( Seo Hyun ), um dia acorda em seu romance preferido. Ela agora vive o papel da personagem secundária Cha Seon Chaek, membro de uma família rica. Um dia, ela acaba se encontrando com Lee Beon ( Ok Taec Yeon ), príncipe e personagem principal da história. Os dois se interessam um pelo outro, o que acaba interferindo na história original e mudando o curso da trama. I Am a Running Mate (19/06) Gêneros: drama, juventude 8 episódios Após sofrer um incidente que acaba com sua reputação, Sehun ( Yoon Hyun Soo ) precisa restabelecer sua reputação. Ele recebe o convite para participar da chapa para a próxima eleição do colégio, e encara como uma boa oportunidade para melhorar sua imagem. Quando percebe que teria que disputar a atenção com muitos outros companheiros da chapa, ele se une ao grupo oposto. Leia também: Do romance ao apocalíptico, confira 10 doramas ambientados em escolas e universidades Disney+ Nosso Filme | Our Movie (13/07) Gêneros: romance, melodrama 12 episódios O cineasta Lee Je Ha ( Namkoong Min ) decide quebrar seu hiatus de cinco anos e lançar um novo filme. O roteiro conta a história de um personagem que viveria pouco tempo, e durante o processo de criação, ele conhece a atriz Lee Da Eum ( Jeon Yeon Been ), que possui uma doença rara e incurável que encurtará seu tempo de vida. Ela se interessa pelo papel, e o diretor se interessa por ela e sua história. Hunter With a Scalpel (16/07) Gêneros: suspense, criminal 16 episódios Uma patologista forense é assombrada pelo seu passado quando seu pai, que ela presumia estar morto, reaparece para ameaçar todas as suas conquistas. Seo Se Hyeon ( Park Ju Hyun ) precisa lidar com este inesperado retorno para lutar pelo seu futuro. Prime Video Head Over Heels (23/06) Gêneros: drama, fantasia 12 episódios Park Seong A ( Cho Yi Hyun ) vive duas identidades, é uma estudante, mas também é uma xamã Fairy Cheon Ji durante a noite. Um dia, Bae Gyeon U ( Choo Young Woo ) visita a xamã com sua mãe, e o rapaz recebe a previsão de que corre risco de vida e poderá morrer em breve. No dia seguinte, o jovem é transferido para a mesma escola de Seong A, e ela decide que deve salvá-lo de seu destino.
- Compositora! Vezes em que Charli XCX escreveu músicas de grupos de K-pop
TXT e TWICE estão entre os artistas que já ganharam canções do ícone pop por trás do álbum "BRAT" (Bighit Music/JYP/Harley Heir/Reprodução) Você sabia que a Charli XCX já se aventurou pelo K-pop? A responsável pelo disco de sucesso BRAT e o sleeper hit "party 4 u", em algumas ocasiões, deixou sua marca no pop coreano com uma de suas maiores habilidades: a composição. Isso mesmo: Charli XCX fez, ou co-participou, das letras de músicas que ouvimos nos nossos fones. Recentemente, Charli apareceu creditada na faixa Gabriela do girlgroup global KATSEYE. A canção faz parte do comeback Beautiful Chaos das meninas, que também conta com a música Gnarly na tracklist — trabalho que dominou as redes sociais em 2025. Apesar de ter integrantes estrangeiras, o KATSEYE também realiza promoções na Coreia do Sul e são administradas pela HYBE, em contrato com a Geffen Records. Assim, independente da nacionalidade das integrantes, as divas entram na lista de grupos agraciados com as canetadas chiclete de Charli XCX. Leia também: Carimba que é "Brat"! 9 músicas de K-pop que têm a essência club classics Agora, pensando nos atos coreanos, vamos relembrar das vezes em que a dona do " brat summer" compôs para eles: Quando a Charli XCX compôs músicas de grupos do K-pop: "Dream Glow" do BTS A primeira composição notória de Charli no K-pop foi Dream Glow, parceria com o BTS divulgada em 2019. A faixa está inclusa na trilha sonora do jogo BTS World, lançado no mesmo ano, que também teve Zara Larsson e Juice WRLD na lista. O featuring EDM possui as vozes de Charli, Jin, Jimin e Jungkook em destaque. Além disso, Dream Glow é a segunda versão de uma unrelesead da cantora, que nunca entrou na tracklist de seus discos. "Girls Like Us" do TWICE Para representar os girlgroups, o TWICE foi presenteado com uma música de Charli no disco Fancy You. A cantora britânica compôs a canção Girls Like Us , e a sonoridade é muito influenciada pelo trabalho de Charli XCX nos discos Sucker e True Romance. É dito que Girls Like Us havia sido dada para a girlband Fifth Harmony antes de chegar no grupo da JYP Entertainment, fazendo parte do EP de estreia do conjunto americano. Contudo, a música não foi listada na versão final do projeto, sendo assim dada ao TWICE anos depois. Leia também: Acompanhe a evolução de Jihyo, líder do TWICE, através das eras do grupo "We Lost The Summer" do TXT Sim, o TXT tem uma composição da Charli! A cantora aparece na discografia do início da carreira dos meninos, no EP minisode1: Blue Hour. No caso, Charli XCX é uma das responsáveis pela música We Lost The Summer, divulgada em 2020. As letras em coreano desta música possuem Yeonjun, Taehyun e Hueningkai nos créditos também. Aliás, uma curiosidade: este é um dos casos em que Charli é creditada com seu nome verdadeiro, Charlotte Aitchison, ao invés do nome artístico. Bônus: Quando o Vernon do SEVENTEEN apareceu no álbum CRASH Não foi só uma canetada, mas uma collab completa: o Vernon do SEVENTEEN já cantou numa música com a Charli XCX. Como bônus da lista, adiciono a vez em que Vernon apareceu num dos remixes da canção Beg for You — feat de Charli e Rina Sawayama para o disco CRASH. O integrante do boygroup adicionou novos versos ao remix feito pelo DJ A.G. Cook, influente produtor do hyperpop e antigo colaborador de Charli. E o Vernon também é muito fã dela! Confira o resultado da parceria abaixo: Gostou destas curiosidades envolvendo a Charli? Acompanhe o Café com Kimchi nas redes sociais para mais notícias do mundo do K-pop!
- Guerreiras do K-Pop: Netflix lança animação com música do TWICE e estrelas de K-dramas
Superestrelas do K-pop enfrentam demônios na nova produção que estreia em 20 de junho (Divulgação / Netflix) A Netflix está prestes a lançar uma das animações mais aguardadas do ano: Guerreiras do K-Pop (título original: K-Pop Demon Hunters ), uma mistura vibrante de música, ação sobrenatural e representatividade da cultura pop sul-coreana. Com estreia marcada para o dia 20 de junho, a produção é uma parceria entre a gigante do streaming e a Sony Pictures Animation, estúdio responsável por sucessos como Homem-Aranha: Através do Aranhaverso . Na trama, três estrelas do K-pop — Rumi , Mira e Zoey — levam uma vida dupla: nos palcos, são ídolos mundiais com milhões de fãs; fora deles, são guerreiras secretas, encarregadas de proteger o mundo de ameaças demoníacas que usam a música para manipular e roubar almas. A missão se intensifica quando uma boyband recém-lançada, os Saja Boys , surge como a nova sensação da indústria — mas na verdade, eles são demônios disfarçados tentando conquistar o mundo com seus poderes sombrios. Leia também: Idols de K-pop que fizeram transição de carreira e se tornaram atores em tempo integral Uma mistura de "Três Espiãs Demais", K-pop e demônios Guerreiras do K-Pop se destaca por seu enredo inusitado, que une o universo colorido e estilizado do K-pop com a fantasia urbana das caçadas sobrenaturais . Além das batalhas épicas, o filme também mergulha em temas como amizade , coragem, empoderamento feminino e lealdade aos fãs, explorando a pressão da fama com um toque sobrenatural. A animação conta com trilha sonora original cantada em coreano e português, com destaque para a música-tema “Takedown” , interpretada por Jeongyeon, Jihyo e Chaeyoung , integrantes do grupo TWICE . O longa ainda traz músicas de artistas como EJAE , Audrey Nuna , REI AMI e a lendária Lea Salonga . Elenco de peso une K-pop e estrelas dos Kdramas As personagens principais são dubladas por Arden Cho (de Hierarquia (2022) ), como Rumi, May Hong (de Hospital New Amsterdam: Toda Vida Importa (2018) ) como Mira, e Ji-young Yoo (de Until Dawn (2025) ) como Zoey. O trio forma o grupo fictício HUNTRX , que divide sua rotina entre ensaios de dança, sessões de gravação e batalhas contra entidades demoníacas. (Divulgação / Netflix) No papel do enigmático vilão Jinu , líder dos Saja Boys, está Ahn Hyo-seop (de Dr. Romântico (2016) e Pretendente Surpresa (2022) ). Completam o elenco nomes de peso como Yunjin Kim ( Lost (2004) e La Casa de Papel: Coreia (2022) ), Daniel Dae Kim ( Hawaii Five-0 (2010) ), Ken Jeong ( Se Beber, Não Case! (2009) ), Joel Kim Booster ( Fire Island (2022) ), Lee Byung-hun ( Round 6 (2021) ) e Liza Koshy ( Transformers: O Despertar das Feras (2023) ). As Guerreiras: quem são Rumi, Mira e Zoey? (Reprodução / X) Antes de enfrentarem forças demoníacas, Rumi, Mira e Zoey brilham como estrelas do grupo fictício HUNTRX. Unidas pela música e por um segredo poderoso, elas formam o trio central de Guerreiras do K-Pop , cada uma com habilidades únicas, personalidades distintas e um papel essencial tanto nos palcos quanto nas batalhas sobrenaturais. Conheça mais sobre as atrizes que dublam essas heroínas: (Divulgação / IMDb) Rumi ( Arden Cho ): Líder natural do grupo HUNTRX, Rumi é carismática, centrada e movida por um forte senso de dever. Nos palcos, encanta com sua presença magnética e vocais poderosos; fora deles, assume com firmeza a missão de proteger os fãs das forças do mal. Sua postura estratégica e calma sob pressão a torna a figura central nas decisões do time, sendo a ponte entre o brilho do estrelato e a escuridão do mundo sobrenatural. Seus poderes envolvem manipulação de energia pura, que ela canaliza em ataques de luz intensa capazes de purificar entidades demoníacas. A personagem ganha vida por meio de Arden Cho , uma atriz, cantora, compositora e modelo, reconhecida mundialmente pelo papel de Kira Yukimura, uma kitsune-trovão na série Teen Wolf (2011) , da MTV, e pelo Hierarquia (2022) da Netflix. Seu talento também se estende à música — em 2011, lançou o single “I’m Just a Girl” e já participou de diversos videoclipes no YouTube. (Divulgação / Into the Gloss) Mira ( May Hong ): Inteligente, analítica e detalhista, Mira é a estrategista do trio HUNTRX em Guerreiras do K-Pop . Responsável por desvendar mistérios sobrenaturais e montar os planos de ataque contra os demônios, ela é quem mantém a calma e a lógica mesmo nos momentos mais intensos. Seu poder de manipular luz e criar ilusões visuais faz dela uma peça-chave nas batalhas, confundindo inimigos e protegendo seus aliados com táticas engenhosas. A personagem é dublada por May Hong , atriz, artista e modelo nascida na Coreia do Sul e criada em Nova York. Formada em belas artes pela RISD, ela começou sua carreira no mundo da moda desfilando para marcas como Gucci, Marc Jacobs e Eckhaus Latta. Como atriz, se destacou no papel de Margot Park na série Tales of the City (2019) e Hospital New Amsterdam: Toda vida importa (2018) . (Divulgação / Deadline) Zoey (Ji-young Yoo): A mais impulsiva e energética do trio, Zoey é o coração vibrante das Guerreiras do K-Pop. Com uma personalidade espontânea e cheia de atitude, ela traz leveza e bom humor mesmo diante das ameaças mais sombrias. Suas habilidades especiais envolvem velocidade sobre-humana e combate corpo a corpo, tornando-a uma lutadora feroz e imprevisível em batalhas contra as forças demoníacas. Zoey é interpretada por Ji-young Yoo , atriz norte-americana de origem coreana que ganhou destaque no cinema independente e na TV. Ela começou sua carreira em Moxie (2021) , mas conquistou reconhecimento ao estrelar Expats (2024) , ao lado de Nicole Kidman , e no terror Until Dawn (2025) , onde sua atuação foi aclamada por críticos. Uma aposta certeira da Netflix no público jovem Com direção de Maggie Kang (em sua estreia na direção de longas) e Chris Appelhans ( Dragão Genial (2021) ), a produção aposta em uma estética visual inspirada na moda, nos videoclipes de K-pop e no mundo dos animes, com paletas vibrantes e animação fluida. A trilha sonora, produzida por nomes como THEBLACKLABEL , Marcel Zarvos e Ian Eisendrath , foi pensada para se integrar ao universo musical real da indústria coreana, conferindo autenticidade ao grupo fictício HUNTRX. Apostando no sucesso global da cultura K-pop e no apelo por histórias femininas empoderadas, Guerreiras do K-Pop surge como um novo marco da Netflix na animação voltada ao público jovem. Ao combinar entretenimento musical, fantasia urbana e representatividade asiática, a plataforma busca engajar tanto os fãs de música quanto os de histórias de ação e fantasia. Leia também: Como a dublagem impulsionou o sucesso dos K-dramas no Brasil? Com trilha sonora inédita, elenco internacional e direção criativa inspirada, o filme chega prometendo ser um fenômeno. Se você curte K-pop, cultura pop asiática, ação sobrenatural e trilhas viciantes, marque na agenda: Guerreiras do K-Pop estreia dia 20 de junho , exclusivamente na Netflix .
- The Judge from Hell: Park Shin Hye retorna em novo K-drama de fantasia e ação
A atriz se transforma em uma juíza-demônio em "A Juíza do Inferno" que explora questões de justiça e redenção enquanto mistura sobrenatural e romance (Divulgação / SBS) O aguardado K-drama The Judge from Hell ( A Juíza do Inferno ) estreou no dia 21 de setembro de 2024, trazendo Park Shin Hye de volta às telas em um papel inusitado e desafiador. A série, que mistura fantasia, ação e romance, será transmitida pela SBS e estará disponível para streaming na Disney+ . Com direção de Park Jin Pyo ( Voice of a Murderer ) e roteiro de Jo Yi-Soo , o drama promete cativar o público com uma história de justiça sobrenatural. Leia também: Idols de K-pop que fizeram transição de carreira e se tornaram atores em tempo integral Qual é o enredo da produção? The Judge from Hell gira em torno de Kang Bit Na (Park Shin Hye), uma juíza aparentemente perfeita com uma beleza estonteante e um currículo de elite. No entanto, há um segredo sombrio por trás de sua aparência impecável: ela é, na verdade, um demônio enviado do inferno. Sua missão? Punir pessoas más que, apesar de serem responsáveis por tragédias e mortes, não demonstram remorso. A tarefa de Bit Na é levá-las ao inferno, onde elas pagarão por suas ações. Mas tudo muda quando ela cruza o caminho de Han Da On (Kim Jae Young), um detetive de bom coração com uma mente afiada e uma forte habilidade de observação. Embora tenha uma personalidade calorosa e gentil, Han Da On carrega uma dor interior que poucos conhecem. O encontro entre o detetive e a juíza-demônio promete transformar drasticamente suas vidas, ao mesmo tempo em que levanta questões sobre justiça, moralidade e redenção. Personagens principais A narrativa apresenta personagens complexos, com camadas profundas de dilemas morais e conexões inesperadas. Cada um traz sua própria bagagem, e suas jornadas pessoais se entrelaçam, criando um ambiente denso e cheio de tensão emocional. Abaixo, conhecemos os principais nomes que dão vida a essa trama intrigante. (Divulgação / SBS) Kang Bit Na (Park Shin Hye) é uma juíza aparentemente perfeita, respeitada por sua beleza e carreira de sucesso. No entanto, por trás dessa fachada, esconde-se um ser possuído por um demônio cuja verdadeira missão é eliminar aqueles que causam dor sem arrependimento. A personagem representa uma grande transformação na carreira de Park Shin Hye, que se afasta das protagonistas românticas para interpretar uma figura sombria e manipuladora. (Divulgação / SBS) Han Da On (Kim Jae Young) é um detetive do departamento de crimes violentos, conhecido por sua gentileza e por conseguir derreter até o coração de um demônio. Contudo, ele também carrega uma profunda ferida emocional, que o liga de maneira inesperada a Kang Bit Na, criando uma tensão constante entre seus papéis na trama. (Divulgação / SBS) Koo Man-do (Kim In Kwon) atua como um demônio ajudante de Kang Bit Na na 18ª Divisão Criminal do Tribunal Distrital Central de Seul. Apesar de sua origem infernal, ele surpreende com uma personalidade bem-humorada e agradável, muitas vezes aliviando a tensão nos momentos mais sombrios da história. Além deles, há a presença de personagens como Jung Tae-Kyu (Lee Gyu-Han), Lee A-Rong (Kim A-Young), Kim So-Young (Kim Hye-Hwa), Seo Hwa-Sun (Lee Mi-Do) e Joo Hyeong-Seok (Han Sang-Jin) que enriquecem a narrativa com suas complexidades e motivações próprias. Jung Tae-Kyu, com sua rigidez moral, e Lee A-Rong, com sua idealização ingênua da justiça, contrastam com as forças sombrias em jogo. Já Kim So-Young, com sua visão cínica da lei, e Seo Hwa-Sun, com sua capacidade investigativa afiada, trazem perspectivas mais realistas e cruas da luta contra o mal. Por fim, Joo Hyeong-Seok, com seu passado enigmático e intenções ocultas, adiciona uma camada extra de mistério à trama. Esses personagens complementam o universo da série, tornando a jornada de Kang Bit Na e Han Da On ainda mais intrigante e cheia de reviravoltas. Park Shin Hye fala sobre seu novo papel e expectativas para o drama Durante uma coletiva de imprensa recente, Park Shin Hye comentou sobre sua empolgação em interpretar um personagem tão diferente de suas escolhas anteriores. " Normalmente, pensamos em vilões como pessoas que fazem mal a outros ou cometem crimes contra a sociedade. Kang Bit Na é mais como um demônio travesso, alguém que gosta de brincar com as situações e manipular os acontecimentos ", disse a atriz. Para ela, o papel oferece uma oportunidade única de explorar novos aspectos de sua atuação. (Reprodução/Disney Plus Korea) The Judge from Hell se destaca por sua abordagem única sobre justiça e punição, incorporando elementos sobrenaturais em uma narrativa carregada de ação e emoção. O diretor Park Jin Pyo destacou que a série vai além de um drama jurídico tradicional, focando na dor das vítimas e de suas famílias. "Espero que os espectadores vejam a série como um drama de ação e fantasia, onde o bem e o mal coexistem, e que encontrem um senso de catarse ao assistirem", afirmou o diretor. Leia também: Como a dublagem impulsionou o sucesso dos K-dramas no Brasil? Com 14 episódios, The Judge from Hell será exibido todas as sextas e sábados, às 22h KST. A combinação de uma trama inovadora, personagens complexos e o talento de Park Shin Hye no papel principal faz deste K-drama uma das estreias mais aguardadas de 2024. Prepare-se para embarcar nessa jornada entre o bem e o mal já nesse mês!
- Uma Seul Desconhecida: 3 motivos para assistir o K-drama com Park Bo Young e Jinyoung do GOT7
Produção que chegou ao público em 24 de maio já está no top 10 da Netflix (Divulgação / Netflix) O mês de maio está quase no fim, mas ainda tem lançamento fresquinho na dramaland . O k-drama Uma Seul Desconhecida , estrelado por Park Bo Young (Uma Dose Diária de Sol) e Jinyoung ator e integrante do GOT7 chegou na Netflix em 24 de maio e já está chamando a atenção do público. Mesmo com menos de uma semana de estreia, o título já entrou para o top 10 do streaming aqui no Brasil. O romance onde Park Bo Young interpreta gêmeas pela primeira vez, aborda uma temática intimista e contará com 12 episódios, que serão liberados aos fins de semana. Por isso, trouxemos 3 bons motivos para você conferir o lançamento. Mas, antes dê uma olhada na sinopse! Qual é a sinopse de Uma Seul Desconhecida? As gêmeas Yoo Mi Ji e Yoo Mi Rae (Park Boyoung) são idênticas fisicamente, mas completamente opostas na personalidade e no estilo de vida. Mi Ji, a mais nova, deixou para trás sua breve carreira como atleta e agora segue uma vida mais leve. Já Mi Rae, a mais velha, é perfeccionista e a maior parte de sua vida se resume ao trabalho no escritório. Após uma reviravolta do destino, elas decidem trocar de identidade, uma escolha que dá início a um caminho de descobertas e desafios desconhecidos, enquanto aprendem mais sobre si mesmas. Nesse meio tempo, a vida Lee Ho Su (Park Jinyoung) é impactada depois de reencontrar uma das gêmeas, sem saber que elas trocaram de identidade. 3 motivos para assistir Uma Seul Desconhecida O elenco do k-drama vai te conquistar Se essa trama intrigante não chamou a sua atenção, o elenco com certeza vai fazer você pensar de novo. A protagonista, Bo Young é um rosto muito conhecido dos k-dramas, então você provavelmente deve reconhecê-la de títulos como Uma Dose Diária de Sol (2023) , Um Amor de Cinema (2025) ou Mulher Forte, Do Bong Soo (2017) um dos clássicos de sua carreira. (Divulgação / NEWS 1) Ao seu lado está Jinyoung, integrante do GOT7 e ator que vem conquistando seu espaço nas telas com trabalhos marcantes. Você deve reconhecê-lo de títulos como As Células de Yumi (2021) , The Devil Judge (2021) e A Bruxa (2025) . O elenco também conta com a participação de Ryu Kyung Soo ( Apaixonados na Cidade) , Im Chul Soo ( Alquimia das Almas ) e Jang Yang Nam ( O Amor Mora ao Lado ). Leia também: Conheça da trajetória do cantor e ator Park Jin-young, integrante do GOT7 Park Bo Young interpreta gêmeas (Divulgação / Netflix) Não é muito comum ver K-dramas com a presença de gêmeos no elenco ou de um ator interpretando esse papel duplo, por isso, Uma Desconhecida Seul já se torna um título muito interessante. Inclusive, mesmo com anos de experiência, esta é a primeira vez que Bo Young interpreta gêmeas, assim como é a primeira vez que ele aparece loira nas telas. Em entrevista à Variety, a atriz falou sobre a experiência de ter participado do drama, dizendo que sentiu que esse era “um desafio único na vida”. Segunda ela, a parte difícil é que as personagens tem personalidades completamente opostas: “ Foi muito mais difícil do que eu imaginava. Sinceramente, parecia que eu estava filmando dois dramas ao mesmo tempo ”, explicou. Uma história sobre descobertas e autoconhecimento Embora todo mundo goste de um bom romance - e Uma Seul Desconhecida tem isso - essa é uma história que também fala muito sobre descobertas e autoconhecimento. Uma trama que promete trazer reflexões sobre os modos de viver, enquanto aborda a importância de viver o presente e outros temas sensíveis como resiliência e entrega no amor. Como um bom K-drama, algumas questões do passado vão interferir bastante na maneira como os personagens se conectam, trazendo aquele pitada de melancolia que deixa a história ainda mais profunda. Leia também: Quando o amor é servido à mesa: K-dramas com restaurantes no enredo
- Baekhyun no Brasil! TUDO sobre o show e DATA EXTRA da turnê "Reverie" e os ingressos
Pela primeira vez no Brasil, solista e membro do EXO shows por SP em junho, com direito a data extra! (INB100/Divulgação) O Baekhyun está vindo pro BR! Este ano, o cantor surpreendeu os fãs ao incluir o Brasil na sua turnê mundial para divulgar o novo álbum, Essence of Reverie . Nisso, o membro do EXO desembarca no país em 14 junho para dois shows em São Paulo, como parte da Reverie - 2025 Baekhyun World Tour . Ao longo da tour, o ídolo promoverá o EP inédito previsto para dia 19 de maio, com um setlist que deve mesclar o quinto mini-álbum e outras canções da discografia solo. A produtora brasileira Gig Music é responsável por produzir o show nacionalmente, conhecida pelas vindas de Taemin e Bambam no país. Com a proximidade do concerto do Baekhyun, o Café com Kimchi reuniu as principais informações para ajudar os EXO-Ls que estão ansiosos para a vinda do divo! Veja abaixo: Baekhyun no Brasil: Informações úteis para os shows em São Paulo (INB100/Divulgação) Onde será o show do Baekhyun? O Baekhyun estará no Brasil em 14 e 15 de junho de 2025, e com duas apresentações no nosso país. O show acontece na casa de shows VIBRA São Paulo, localizada no bairro Santo Amaro, na capital paulista. Inicialmente, apenas o show de domingo (15) havia sido confirmado pelas produtoras, no entanto, a forte demanda do cantor possibilitou a abertura de uma data extra no sábado (14), anunciada hoje (28). Os preços do concerto variam de R$ 180 a R$ 2500, além da taxa de serviço do site da Pixelticket , sendo possível comprar dois ingressos por CPF. As formas de pagamento incluem Pix parcelado e cartão de crédito, e vale lembrar que os parcelamentos possuem juros, com exceção de parcelamentos em até 3 vezes. Quando os ingressos do Baekhyun no Brasil vão vender? Os vendas para a data extra da Reverie Tour estão marcadas para o dia 29 de maio, a partir de 12h (horário de Brasília) na Pixelticket ou na bilheteria física do Vibra São Paulo. Em caso de compra presencial, não é necessário o pagamento da taxa de serviço online. Os valores e benefícios permanecem iguais aos divulgados anteriormente para o concerto no dia 15 de junho. Confira os preços dos ingressos para o show do Baekhyun (sem taxas virtuais): VVIP: R$ 2.500 (inteira) | R$ 1.250 (meia estudante, professor, PCD e idoso) VIP: R$ 2100 (inteira) | R$ 1.050 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Pista Premium: R$ 1.050 (inteira) | R$ 525 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Pista Comum: R$ 480 (inteira) | R$ 240 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Camarote: R$ 650 (inteira) | R$ 325 (meia estudante, professor, PCD e idoso) Plateia: R$ 360 (inteira) | R$ 180 (meia estudante, professor, PCD e idoso) (Gig Music/Divulgação) Sobre "soundcheck" e "goodbye session" Todos os ingressos receberão um photocard da turnê. A respeito dos ingressos mais caros, o VVIP e o VIP incluem acesso à pista premium ( Premium Zone ), entrada antecipada no VIBRA, chance de participar do sorteio de pôsteres autografados ( 50 unidades ) e acesso ao soundcheck e goodbye session . Ainda, o VVIP inclui uma foto em grupo (com outros fãs presentes) com o Baekhyun. O soundcheck é a famosa "passagem de som" antes do show — um momento em que o artista ensaia algumas canções que estarão na setlist exclusivamente para um grupo restrito de fãs. E o goodbye session ocorre no final, quando os fãs vão para uma área designada e interagem brevemente com a celebridade. Além do mais, a foto em grupo acontecerá com um grupo de 20 fãs por vez ao lado de Baekhyun. Para os fãs brasileiros do Baekhyun que planejam chegar na fila antes, é bom lembrar que os setores camarote e plateia costumam ter cadeiras numeradas e marcadas (dependendo do show), enquanto pistas são por ordem de chegada e em pé. Segundo a imagem do mapa do VIBRA São Paulo, o palco não terá uma passarela para o artista. Leia também: [Opinião] O EXO, com "The First Snow", superou o apagamento com ajuda da afetividade Pode ir menor de idade ao show do Baekhyun? A classificação do evento é para maiores de 16 anos. O público abaixo da idade permitida só poderá entrar acompanhado de um responsável legal. Os beneficiados com a meia entrada estudante deverão apresentar a carteirinha estudantil (a DNE) no dia do show. Os horários das entradas, soundcheck, foto em grupo e send-off ainda não foram divulgados. Esta será a primeira vez do Baekhyun no Brasil em mais de 10 anos de carreira! Com 13 anos de estrada no K-pop, Baekhyun iniciou a vida artística ao debutar no EXO em 2012 na SM Entertainment , com a canção MAMA . Desde então, o grupo é uma das principais referências da terceira geração do gênero musical, enquanto o integrante se consagrou como um vocalista de excelência, conhecido pelo apelido de "genius idol" . A expansão para a carreira solo iniciou em 2019 com o EP City Lights , com referências ao R&B e pop. No ano seguinte, o artista lançou o Delight — tornando-se o primeiro cantor sul-coreano, em quase duas décadas desde o último recorde, a vender mais de um milhão de cópias na indústria fonográfica do país. Baekhyun repetiu o sucesso nos dois álbuns seguintes, Bambi (2021) e Hello, World (2024) . Agora, o lançamento Essence of Reverie será o segundo do artista sob o selo da INB100 , agência independente que fundou após deixar a SM Entertainment em 2023 . O texto será atualizado conforme novas informações sobre o show do Baekhyun no Brasil saírem! Serviço: Baekhyun no Brasil com a turnê mundial "Reverie" Data: 14 de junho (sábado) e 15 de junho (domingo) de 2025 Local: Vibra São Paulo ( Av. das Nações Unidas, 17955 - Vila Almeida, São Paulo – SP) Horário: 20h (começo do show) Classificação: Maiores de 16 anos Venda de ingressos online : Pixelticket ( confira o site aqui ) Venda presencial: Bilheteria do Vibra São Paulo
- [ENTREVISTA] Touch the Sky retorna ao Brasil para show solo: "Minhas músicas são para quem precisa de conforto e motivação"
De olhos no céu e pés no Brasil, rapper acredita estar preparado para mostrar mais da sua essência em sua próxima passagem no país (Daytona/Divulgação) Após conquistar os fãs brasileiros com sua autenticidade e energia contagiante, o rapper sul-coreano Touch the Sky retorna ao país para uma apresentação especial na segunda edição da AY-YO , balada de K-hip-hop e K-R&B, em 31 de maio. O Brasil não é uma novidade para o rapper, que já marcou passagem pelo país em março de 2023, acompanhado de Vapo, M1NU, MASON HOME, Raf Sandou, Matt e DJ Shateou na balada Next Level . Na ocasião, Touch the sky foi um dos convidados do X Concert, show que tinha Vapo como a atração principal . Na ocasião, Touch the Sky foi o primeiro a subir no palco para apresentar Emoji ao lado do rapper brasileiro, em seguida resgatou a nostalgia do High School Rapper 4 com Naro e Red Light , por fim, finalizou com Green Light . Com uma setlist que promete agitar o público, o rapper deve misturar seus sucessos do reality show High School Rapper 4 com as principais canções de sua discografia, incluindo Purpose , seu Full Album mais recente, que mostrou uma nova face do artista. Leia também: [Entrevista] Conheça TE.O, cantor de K-R&B que produz as próprias músicas de forma independente Em coletiva de imprensa, o Touch the Sky revelou que está pronto para mostrar mais de si como rapper para o público brasileiro. Conhecido por seu estilo melódico e letras que exploram emoções profundas, ele promete um show mais pessoal, refletindo a maturidade artística e emocional que desenvolveu desde sua última passagem pelo Brasil em 2023. Artista deseja mostrar mais da sua essência no próximo show (Daytona/Divulgação) Essa é a segunda vez no Brasil. O que você espera ver dessa vez, especialmente em São Paulo? Touch the Sky: Da última vez, vim com muita gente e não consegui conhecer o Brasil de forma mais livre. Agora, vindo sozinho, quero realmente entender como as pessoas vivem aqui no dia a dia, me inserir na rotina brasileira. Também quero fazer amizades e, claro, mostrar mais da minha música e da minha identidade. Qual foi sua principal memória do Brasil? Touch the Sky: Na Coreia, os gritos nos shows são mais contidos. Quando vim ao Brasil, fiquei chocado porque antes mesmo de subir no palco, a galera já estava gritando, animada. Foi uma surpresa incrível. Os brasileiros sabem mesmo curtir! O que diferencia o Touch the Sky de 2023 para o que retorna em 2025? Touch the Sky: Em 2023, eu tinha 19 anos (20 na idade coreana), agora tenho 21 (22 na idade coreana). Sinto que amadureci bastante. Durante esse tempo, pratiquei muito, me tornei mais profissional. Acho que vou conseguir fazer um show melhor, mais maduro e com mais presença no palco. Seu estilo vocal único chamou atenção no High School Rapper 4 . Como você desenvolveu essa técnica e quais artistas influenciaram seu som? Touch the Sky: Desde pequeno, eu achava minha voz decepcionante. Passei muito tempo tentando encontrar uma forma de fazer com que ela combinasse com a música. Com o tempo, fui descobrindo esse tom mais jovial que uso hoje, e o feedback das pessoas me ajudou a consolidar esse estilo. Um artista que me influenciou bastante nesse sentido foi o Young Thug. Por que Touch the Sky ? Touch the Sky: No começo, nem eu sabia se esse nome era bom. Foi decidido em uma reunião com a empresa. Com o tempo, percebi que ele combinava comigo. Sou animado, energético e caloroso. E esse nome representa bem essa paixão, essa energia — como se, com tudo isso, eu realmente pudesse tocar o céu. Hoje, vejo que é o nome certo pra mim. Seu nome artístico é Touch the Sky (tocar o céu), mas qual foi o momento da sua carreira em que você mais se sentiu no chão? E como isso moldou o artista que você é hoje? Touch the Sky: Teve uma época em que eu não tinha dinheiro suficiente nem para comer ou procurar tratamento médico. Isso me afetava até na forma de pensar, eu era muito negativo. Mas quando percebi isso, decidi mudar. Desde então, minha vida e minha carreira começaram a melhorar. Esses momentos difíceis me moldaram e me deram força para continuar. Qual céu você acredita que ainda precisa tocar em sua carreira? Touch the Sky: Meu grande objetivo agora é fazer um bilhão com minha música. Claro, sem perder a essência de criar músicas com as quais as pessoas possam se identificar. Mas sim, eu quero muito ganhar dinheiro com minha arte. Você começou sua trajetória em 2021 em meio a uma nova geração de artistas coreanos. O que sente que ainda não foi dito sobre você, mas que tenta expressar nas entrelinhas das suas músicas? Touch the Sky: No começo deste ano, passei por algo muito difícil. O que eu quero colocar nas entrelinhas das minhas músicas agora é justamente isso — que eu consegui sair dessa situação, e que outras pessoas também podem. Quero que minhas músicas carreguem essa mensagem de superação. Leia também: [Entrevista] BÉBE YANA fala sobre sua relação com a música pop no lançamento de "64" Como foi o processo de lançamento do Purpose ? Touch the Sky: Foi um processo bem difícil. No meio da produção, tive um problema na garganta e fiquei sem voz por um tempo. Apesar disso, fui fazendo as músicas aos poucos, e o álbum acabou sendo essa junção de tudo o que fui conseguindo produzir durante esse período desafiador. Quais foram as principais inspirações por trás do Purpose ? Como reflete seu crescimento como artista? Touch the Sky: Sinto que esse último álbum me ajudou muito a crescer como artista. Eu não tinha o costume de fazer raps mais lentos ou sentimentais. Sempre tentei passar uma mensagem positiva, mas no Purpose senti a necessidade de colocar algo mais verdadeiro, mostrar um lado mais obscuro da minha vida. Isso me ajudou a crescer e a mostrar mais da minha sinceridade. Qual é a ideia principal com o Purpose ? Touch the Sky: O Purpose veio direto das minhas vivências. Eu não me baseei em influências externas. Na Coreia do Sul, os índices de suicídio e depressão são muito altos, então eu quis mostrar os lados mais obscuros da minha vida para que outras pessoas pudessem se identificar e talvez encontrar uma nova motivação para continuar. Como você começou sua carreira? Você sempre foi ligado à música? Touch the Sky: Meus pais são cristãos, então eu só podia ouvir gospel quando era pequeno. Mas no ensino fundamental, uma colega me mostrou uma letra que ela escreveu depois de ver um programa de rap, e pediu pra eu fazer um rap com ela. Foi aí que percebi o quanto eu gostava daquilo. Desde então, comecei a praticar e seguir esse caminho naturalmente. [...] O mais difícil foi que eu não tinha apoio. Nem dos meus pais, nem dos professores, nem dos amigos. Mas mesmo assim, segui meu caminho. Uma das coisas que me motivaram foi meu desejo de ter meu trabalho reconhecido. Sempre me esforcei muito, e ver as pessoas aprovando o que eu fazia me dava mais vontade de continuar. Como o hip-hop influencia seu processo criativo e quais artistas você gostaria de colaborar no futuro? Touch the Sky: O hip-hop foi o que me tirou de momentos bem obscuros da vida. É o gênero que eu escuto desde sempre e foi minha motivação pra continuar. No momento, não estou pensando muito em colaborações; meu foco é mostrar mais de mim e do meu trabalho. Você está com planos para um novo lançamento. Pode nos dar algum spoiler? Touch the Sky: Sim! Esse novo álbum vai ter uma vibe mais animada, algo que dá vontade de se mexer. Eu planejava lançar no mês 4, mas fiquei doente e tive que adiar. Ainda estou trabalhando nele e quero lançar o mais breve possível. Como você apresentaria seu trabalho para alguém que ainda não conhece você como artista? Touch the Sky: Eu me apresentaria como um artista melódico, que fala muito sobre sentimentos verdadeiros. Minhas músicas são para quem precisa de conforto, de motivação, ou apenas alguém que entenda o que estão sentindo. Você sente que a sua conexão com o público brasileiro cresceu desde a última vez que esteve aqui? Touch the Sky: Com certeza. Na época, os fãs brasileiros já gostavam de mim, mas depois da experiência que tive aqui, eu comecei a amar ainda mais vocês. A conexão ficou muito mais forte. O que os fãs brasileiros podem esperar para o próximo encontro? Touch the Sky: Da última vez não pude mostrar tanto de mim como rapper. Dessa vez, vocês podem esperar mais da minha música e essência. Vai ser algo mais verdadeiro, mais meu mesmo. [...] Sempre fico preocupado quando faço shows fora por causa da barreira linguística. Fico pensando se o que digo vai ser compreendido. Por isso, foco muito em transmitir energia — e com o público brasileiro, que é super animado, eu tento dosar essa energia para me conectar melhor com vocês. Leia também: [Entrevista] Hanuel está mirando sucesso no R&B coreano e sonha em fazer parceria com Jay Park A segunda edição da AY-YO está marcada para 31 de maio e contará com a presença de Touch the Sky como atração. O evento acontece na Arena Show SP, localizada na Av. Nove de Julho, 1100, no bairro Bela Vista, em São Paulo, a partir de 22h (horário de Brasília). Os ingressos ainda estão disponíveis no site Zig.tickets , no valor de R$ 50 (+ taxa de serviço de R$ 5).
- Me chame de "Poeta | Artista": um emocional presente do SHINee aos fãs
"Poet | Artist", single album do boygroup, chega no aniversário de 17 anos do grupo com homenagens especias a Jonghyun (Divulgação / SM Entertainment) SHINee's back . Após quase dois anos desde o último material inédito, ONEW , KEY , MINHO e TAEMIN realizam um aguardado comeback , marcado por duas grandes celebrações na trajetória de um dos mais célebres grupos de K-pop . O projeto chegou às plataformas digitais no dia 24 de maio. Primeiro single album do SHINee , Poet | Artist fixa não apenas o aniversário de 17 anos do quarteto, mas também acontece no ano em que o membro JONGHYUN comemoraria 10 anos do seu primeiro lançamento, o EP Base . Não coincidentemente, o título do projeto leva o nome do álbum póstumo do líder, lançado um mês após sua morte em 2017, em uma produção liderada pelo mesmo. Ouça Poet | Artist do SHINee! Lançado na meia-noite (KST) do dia 25 de maio, data do debut do grupo, Poet | Artist contém duas faixas. Apresentado como um electro-pop de poderosos riffs vocais e um ritmo de reggae , a title Poet | Artist foi composta e escrita por Jonghyun, e traz uma mensagem sobre aplicar licença poética e literal não apenas à arte, como artistas, mas também na nossa vida cotidiana. Uma ode à necessidade de se quebrar expectativas e ser capaz de criar algo novo e belo de uma forma coletiva, a faixa ainda traz vocais inéditos do líder no refrão e na ponte, que evoca " Me chame de poeta, artista / Eu sei que esta moldura não pode me confinar ". Por sua vez, tanto o MV quanto a coreografia trazem referências a outras eras do SHINee e ao Jonghyun. Já Starlight , uma produção dance-pop de tempo médio marcada pela assinatura vocal do grupo, mistura riffs funk de guitarra elétrica com letras que traçam um paralelo metafórico entre o sentimento de encontrar alguém pela primeira vez e estrelas que brilham no vasto escuro. Ambas as produções trazem um lado mais animado do quarteto, em um álbum facilmente representado pelo sentimento de esperança e frescor. Leia também: Review | P1Harmony faz comeback com o mini álbum "DUH!", e abraça sua essência com atitude O lançamento físico do comeback O single album do SHINee é marcado por um lançamento físico significativo. Ainda que os quatro membros constantemente compartilhem anedotas, afirmem que " SHINee é cinco " e façam postagens em datas importantes, o artista não era referenciado ou creditado de forma oficial em lançamentos do grupo desde o compilado The Story of Light , lançado em três EP ao longo de 2018. (Divulgação / SM Entertainment) Além de participar na composição de letra e melodia, o álbum físico de Poet | Artist possui uma versão photobook (acompanhada de um disco) e outras cinco de membros, das quais uma delas é dedicada ao "segundo filho" (em tradução livre) Jonghyun. As versões popularmente conhecidas como "SMini" (álbuns físicos em que o disco é digital) são acompanhadas de pelúcias que fazem referência aos membros do SHINee , na hierarquia coreana do nascimento. ONEW é o Firstborn (primogênito, na tradução), seguido por JONGHYUN , KEY e MINHO . TAEMIN , por fim, recebe o título de maknae , por ser o mais novo do grupo. (Divulgação / SM Entertainment) Outro interessante detalhe é a foto presente nas embalagens Mini. Enquanto cada membro aparece estendendo a mão em suas respectivas versões, de forma que as pelúcias repousam acima dela, a de Jonghyun é composta pelas mãos dos quatro membros juntas. Leia também: Confira 5 álbuns do SHINee para relembrar ou virar fã do grupo O (pré-) aquecimento para o retorno do SHINee SHINee WEEK Entre os preparos para o aniversário do SHINee , os fãs puderam contar com o SHINee WEEK , um evento online gratuito de cinco dias. Entre os dias 18 e 22 de maio, os Shawols acompanharam pelo Youtube oficial do grupo a exibição na íntegra das cinco primeiras turnês feitas pelo quinteto: o SHINee WORLD I , II , III , IV e V , respectivamente. SHINee WORLD VII As comemorações para o 17º aniversário do grupo seguem com uma apresentação especial. O SHINee WORLD VII: E.S.S.A.Y aconteceu em Seul , no KSPO DOME , entre os dias 23 e 25 de maio. O show é a primeira aparição do grupo desde a turnê SHINee WORLD VI: Perfect Illumination , que contou com 18 apresentações em três países ( Coreia do Sul , Japão e China ) realizada majoritariamente com apenas três membros. Na época, ONEW entrou em hiato por problemas de saúde antes da estreia da turnê em junho de 2023, participando apenas dos shows Encore , que ocorreram em maio de 2024. (Divulgação / SM Entertainment) Com pouco mais de 3h de duração, as apresentações do E.S.S.A.Y , uma abreviação para Every Stage Shines Around You ( Todos os Palcos Brilham ao Redor de Você , em tradução livre), são iniciadas pelo novo lançamento do grupo, Poet | Artist , enquanto Starlight fica por conta de anteceder a última Ment . Em uma setlist com 31 músicas, o SHINee não apenas performa antigas conhecidas do público, como Everybody , Don't Call Me e Replay , mas também apresenta pela primeira vez SHIFT e X10 , em formação completa. A apresentação ainda conta com uma banda ao vivo, um acontecimento não-tão-comum para o K-pop . Leia também: De membro do SHINee a solista de sucesso: Conheça a carreira do Key, um dos maiores ícones do K-pop Os 10 anos do álbum Base Lançado no dia 12 de janeiro de 2015, o Base foi o primeiro e único EP lançado por Jonghyun , cujo catálogo é composto por mais dois full albums e dois compilados. Base não só ganhou o Disk Bonsang no 30th Golden Disc Awards , mas também debutou em #1 no Gaon Album Charts e atingiu o pico da Billboard World Albums em sua segunda semana, sendo o primeiro #1 para um artista K-pop em 2015. Majoritariamente soul e R&B, o disco do líder do SHINee traz participações de grandes nomes da música coreana, como Zion.T , na pré-título Déjà-Boo , e Younha , em Love Belt . Liricista das sete faixas presentes no álbum e compositor de quatro (cinco, contando a faixa extra na versão física), Base , assim como seus lançamentos posteriores, exemplifica a genialidade e importância de Jonghyun para a indústria de K-pop . O cantor foi o primeiro artista da SM a participar ativamente na composição de letra e música dentro da empresa e do próprio grupo, sendo o responsável por músicas como as titles Juliette e View , do SHINee , e as b-sides Playboy , do EXO , e Already , do TAEMIN . Além de até então ser inédito para a SM dar tamanha liberdade criativa para um de seus artistas (solo ou grupo), também era incomum para outros idols de sua geração usufruírem do mesmo privilégio em suas respectivas empresas. A carreira de Jonghyun também estendeu-se escrevendo músicas para outros nomes fora da SM, como a b-side A Gloomy Clock , de IU , e a title Breathe , de Lee Hi . Esta última é uma famosa balada cuja letra busca oferecer conforto em meio a um sentimento desesperador de sufocamento, tendo sido um grande sucesso na época de lançamento (2016) e alcançando o famoso Perfect All Kill (PAK) — quando uma música atinge o pico dos principais charts da Coreia ao mesmo tempo. A mesma já ganhou covers de grandes artistas, como KYUHYUN , do Super Junior , e SAN , do ATEEZ . Leia também: Choi Minho retorna com "Stay for a night": Conheça outros trabalhos de sua carreira para além do SHINee Legado para a indústria JONGHYUN , que foi um grande ativista de causas de gênero, identidade e saúde mental, faleceu em dezembro de 2017. Seu falecimento causou grande comoção em toda a indústria do entretenimento coreano, também reverberando no cenário musical mundial. (Divulgação / SM Entertainment) Nisso, em 2018, uma organização sem fins lucrativos foi estabelecida por sua família, que detém os direitos únicos de royalties do cantor. A SHINY Foundation busca ajudar jovens artistas em dificuldade por meio de bolsas de estudo, financiamento e divulgações de projetos, além de oferecer um serviço mensal de aconselhamento psicológico para os mesmos. A ONG é parcialmente mantida pela conversão de 100% dos lucros gerados pelas músicas de JONGHYUN. Por suas contribuições artísticas, ele ainda é referenciado pela The Korea Times como um dos quatro idols que mais se distinguiram na indústria por seu " excepcional talento em composição, produção e dança, além de outras habilidades que os tornam músicos bem sucedidos ", ao lado de G-Dragon ( BIGBANG ), ZICO ( Block B ) e Jinyoung ( B1A4 ). É inegável que Poet | Artist , já disponível em todas as plataformas digitais, é uma bela homenagem do SHINee para o seu amado líder, além de um presente mais do que especial para os Shawols de todo mundo neste aniversário de 17 anos.
- Quando o amor é servido à mesa: K-dramas com restaurantes no enredo
Conheça sete K-dramas em que a comida vai muito além do sabor, conectando personagens e temperando histórias inesquecíveis (Divulgação / Netflix) Nos últimos anos, os K-dramas conquistaram o mundo com suas narrativas emocionantes, personagens cativantes e produções de altíssima qualidade. Mas, além dos romances e reviravoltas, uma tendência vem ganhando cada vez mais destaque nas tramas coreanas: a gastronomia. Em muitas dessas séries, a comida não é apenas um elemento de cena — ela se transforma em ponte afetiva entre os personagens, instrumento de cura emocional e até mesmo motor de transformação pessoal. Leia também: Como a dublagem impulsionou o sucesso dos K-dramas no Brasil? Neste especial, o Café com Kimchi reuniu alguns K-dramas com restaurantes na trama. Seja em cozinhas reais, estabelecimentos movimentados ou palácios históricos , cada sabor tem um papel central na história. Se você já se emocionou com uma boa história e sentiu fome só de assistir, prepare-se: esses títulos vão tocar o coração e abrir o apetite. Prepare seu lanchinho e venha conferir! K-dramas com Restaurantes: Confira títulos que servem amor, comida e emoção em cada episódio: Oh My Ghost (2015) Emissora original : tvN Onde assistir : Netflix Número de episódios : 16 A tímida Na Bong-sun (interpretada por Park Bo-young , de Strong Woman Do Bong-soon (2017) ) trabalha como assistente de cozinha no Restaurante Sun , onde passa despercebida por todos — inclusive pelo chefe Kang Sun-woo ( Jo Jung-suk , de Hospital Playlist (2020) ), por quem tem uma paixão secreta. Sua vida muda quando ela é possuída pela sedutora fantasma Shin Soon-ae ( Kim Seul-gi , de Splash Splash Love (2015) ), que só pode seguir para o além se viver os desejos que não realizou em vida — especialmente os românticos. A transformação de Bong-sun chama a atenção de Sun-woo e desencadeia uma reviravolta emocional e sobrenatural na trama. O drama combina romance, comédia e mistério ao explorar tanto a aproximação entre os protagonistas quanto a investigação sobre a morte não resolvida de Soon-ae, revelando conexões sombrias entre os personagens. Com roteiro de Yang Hee-seung ( Weightlifting Fairy Kim Bok-joo (2016) ), Oh My Ghost se tornou um clássico entre os fãs de K-dramas e pode ser assistido na Netflix. Pasta (2010) Emissora original : MBC Onde assistir : Viki Número de episódios : 20 Seo Yoo-kyung (interpretada por Gong Hyo-jin , conhecida por When the Camellia Blooms (2020) ) sonha em se tornar uma grande chef de cozinha. Após três anos trabalhando no restaurante de luxo La Sfera , ela finalmente é promovida. Porém, tudo muda com a chegada de Choi Hyun-wook ( Lee Sun-kyun , de Parasita (2019) ), um chef perfeccionista que acredita que mulheres não devem trabalhar em sua cozinha. Entre pratos elaborados, conflitos de gênero e muitas reviravoltas, a relação entre os dois evolui. A série mistura romance e drama com o universo da alta gastronomia, abordando os desafios de uma mulher tentando se firmar em um ambiente machista e competitivo. Disponível para streaming em plataformas como Viki , o Pasta conquistou o público coreano com altos índices de audiência e permanece até hoje como um queridinho dos fãs de dramas culinários. My Secret Romance (2017) Emissora original : OCN Onde assistir : Netflix Número de episódios : 13 No K-drama My Secret Romance (2017) , o restaurante da empresa onde Cha Jin-wook ( Sung Hoon , de Oh My Venus (2015) ) atua como diretor é o palco para o reencontro inesperado entre ele e Lee Yoo-mi ( Song Ji-eun , ex-integrante do grupo de K-pop Secret ). Três anos após uma noite inesquecível em um resort, Yoo-mi passa a trabalhar como nutricionista justamente na cafeteria corporativa comandada pela empresa de Jin-wook. O ambiente gastronômico se torna o cenário para as tensões e emoções reprimidas entre os dois, recheado de trocas de olhares, encontros acidentais e refeições que despertam lembranças e sentimentos. Entre pratos preparados com cuidado e mal-entendidos servidos à mesa, Jin-wook tenta esconder seus sentimentos por Yoo-mi enquanto ela luta contra sua insegurança e o estigma da reputação de sua mãe. Mr. Queen (2020) Emissora original : tvN Onde assistir : Viki Número de episódios : 20 + 2 especiais Na comédia histórica Mr. Queen , a Cozinha Real da Dinastia Joseon se torna um inesperado palco de caos e reinvenção quando Jang Bong-hwan , um chef da Casa Azul presidencial, acorda misteriosamente no corpo da Rainha Kim So-yong ( Shin Hye-sun , conhecida por De Volta às Raízes (2023) ). Acostumado aos sabores da alta gastronomia moderna, Bong-hwan leva suas habilidades e seu temperamento irreverente para o mundo rígido da corte, transformando a Cozinha Real. Sob o olhar dos cozinheiros tradicionais como o leal Man-bok ( Kim In-kwon ), a Rainha So-yong começa a quebrar protocolos, reinventar pratos reais e cativar a todos com técnicas culinárias desconhecidas na época. Cada refeição se torna uma forma de conquistar aliados, esconder intenções políticas e se aproximar do enigmático Rei Cheoljong ( Kim Jung-hyun, de Pousando no Amor (2019) ), cuja bondade esconde um segredo. Com muito humor, intrigas palacianas e fartas porções de ironia, Mr. Queen mostra como a cozinha pode ser o centro do poder — e do coração — dentro de um palácio. A mistura inusitada entre um chef do século XXI e a etiqueta do século XIX transforma a rotina da Cozinha Real em um espetáculo à parte, onde tempero e política andam lado a lado. Outros K-dramas com restaurantes que servem comida com emoção: Se você gosta de histórias que misturam romance, superações e um toque de tempero, aqui vão mais alguns K-dramas onde a gastronomia é parte essencial da narrativa, seja em restaurantes tradicionais, cafeterias charmosas ou cozinhas cheias de drama: Wok of Love (2018): Nesta produção, um restaurante chinês se torna o centro de uma trama saborosa e inesperada. Após ser traído e demitido, o talentoso chef Seo Poong ( Lee Jun-ho , do grupo 2PM ) encontra refúgio e um novo começo no restaurante comandado por Doo Chil-sung ( Jang Hyuk ), um ex-gângster de coração mole que administra o local com a ajuda de seus antigos comparsas. Ao lado deles surge Dan Sae-woo ( Jung Ryeo-won ), uma herdeira falida que descobre novos sentidos para a vida depois de experimentar um prato simples de Jajangmyeon. Leia também: Quando e como surgiu o K-pop? Entenda a evolução do famoso gênero musical Flower Boy Ramen Shop (2011): Neste K-drama, Yang Eun-bi ( Lee Chung-ah , de Celebrity (2013) ), uma jovem que sonha em ser professora, vê sua vida virar de cabeça para baixo quando começa a trabalhar em uma loja de ramen herdada por Choi Kang-hyuk ( Lee Ki-woo , de Tale of Cinema (2005) ), após a morte de seu pai. O local se torna o centro de encontros e desencontros amorosos quando Cha Chi-soo ( Jung Il-woo , de Cinderela e os quatro cavaleiros (2016) ), um estudante rico e arrogante, também entra para a equipe. A loja vira um espaço de convivência onde os ingredientes principais são comida, juventude e sentimentos à flor da pele. Chocolate (2019): O K-drama acompanha o reencontro entre Lee Kang ( Yoon Kye-sang , ex-integrante do grupo G.O.D ), um neurocirurgião que sonhava em ser chef, e Moon Cha-young ( Ha Ji-won , estrela de Secret Garden (2010) ), uma renomada chef. Os dois se cruzam em uma enfermaria de cuidados paliativos, onde começam a cozinhar para os pacientes, usando a comida como um elo de cura emocional. Entre lembranças, traumas e afetos não resolvidos, o drama transforma cada prato servido em uma oportunidade de redenção, consolo e reconexão com o passado. Mais do que simples refeições, os restaurantes presentes nesses K-dramas carregam memórias, afetos e histórias que nos fazem refletir sobre o poder simbólico da comida. E para os fãs de K-dramas, ou para quem está começando agora, esses títulos com restaurantes no enredo são uma deliciosa porta de entrada para um universo onde cada mordida carrega emoção. Bon appétit, ou melhor: 잘 먹겠습니다! Leia também: 6 doramas de época para maratonar na Netflix e no Viki
- Opinião | Fanservice no K-pop: Quando o prazer de agradar se torna uma obrigação tóxica
Embora o fanservice no K-pop seja essencial para fortalecer a relação entre ídolos e fãs, ele também pode levar a comportamentos que beiram o abusivo (Reprodução/J-Hope via Instagram) O K-pop é mais do que apenas música; é um fenômeno cultural que conquistou corações globalmente, impulsionado por uma interação intensa entre artistas e seus fãs. Esse vínculo é muitas vezes estabelecido através do " fanservice ", que englobam práticas cuidadosamente cultivadas na indústria do entretenimento asiático. No entanto, esse costume, que inicialmente parece inocente e benéfico, pode ter um lado sombrio que contribui para a toxicidade dentro do meio e entre os próprios fãs. Mas o que é o fanservice no K-pop? Leia também: Quando e como surgiu o K-pop? Entenda a evolução do famoso gênero musical O que é fanservice no K-pop? No contexto do K-pop, o fanservice se refere a gestos, ações e comportamentos de artistas que são feitos especificamente para agradar seus fãs. Isso pode incluir desde interações diretas em redes sociais e durante shows, até atos de carinho e demonstrações de afeto em público. Muitas vezes, essas ações são vistas como uma forma das empresas de entretenimento manterem os fãs engajados e fiéis, garantindo o sucesso contínuo dos grupos e solistas. Alguns exemplos notáveis de fanservice no K-pop e entre outros artistas asiáticos são: Interações físicas durante performances : Ídolos frequentemente realizam gestos de afeto, como abraços, carinhos no rosto ou segurar as mãos de outros membros do grupo durante shows, criando momentos de proximidade que os fãs adoram. Eventos de fan meetings e Hi-Touch : Em eventos em que ídolos se encontram pessoalmente com os fãs, tiram fotos, conversam e, em alguns casos, participam de sessões de " hi-touch ", nas quais os fãs podem tocar nas mãos dos artistas. Mensagens personalizadas em aplicativos pagos : Muitos ídolos utilizam plataformas como Weverse , Lysn ou Bubble para enviar mensagens personalizadas para seus fãs, criando uma sensação de comunicação direta e exclusiva. Participação em programas de variedades : Ídolos frequentemente participam de jogos e desafios divertidos em programas de variedades, nos quais podem mostrar um lado mais leve e engraçado, tudo para entreter os fãs. Atos especiais para fãs em concertos : Durante concertos, não é incomum que os ídolos dediquem músicas específicas aos fãs, leiam cartas emocionantes ou até realizem propostas fictícias de casamento, tudo para criar momentos memoráveis. "Ships" entre membros do grupo : Muitos grupos de K-pop exploram a dinâmica de casais entre membros, na qual dois integrantes agem como se estivessem em um relacionamento romântico, algo que, se bem recebido, é encorajado pelos fãs e pelas próprias agências. Distribuição de presentes pessoais : Alguns ídolos são conhecidos por distribuir presentes pessoais ou lembranças para os fãs, como lanches, cartas escritas à mão ou até itens comprados por eles mesmos, demonstrando carinho e apreço. Confira abaixo o trailer de um evento de fansign realizado pelo TREASURE em 2023. Atos de Fanservice: a relação entre fãs e ídolos de K-pop O poder do fandom no K-pop é inegável. Independente da geração à qual pertencem, grupos como BTS , BLACKPINK , EXO , Red Velvet , BIGBANG , SNSD e Super Junior devem grande parte de seu sucesso duradouro à lealdade de seus fãs. Esses fãs não apenas compram álbuns e produtos, mas também votam incansavelmente em premiações e defendem seus ídolos de qualquer crítica. A capacidade de um fandom de influenciar a carreira de um artista é tão grande que muitas empresas agora têm departamentos dedicados exclusivamente ao marketing para fãs, com gerentes especializados em manter a conexão entre os artistas e seus seguidores. Empresas de entretenimento estão cientes de que, sem fãs, não há estrelas . Por isso, a interação ativa com o público é uma prioridade. Além dos tradicionais shows e fan meetings , que são, em sua maioria, eventos presenciais, os artistas frequentemente realizam transmissões ao vivo e oferecem serviços personalizados em aplicativos pagos, mantendo uma comunicação constante com seus seguidores. Dessa forma, eles também conseguem se conectar com fãs internacionais, que formam um público tão fiel e engajado quanto o coreano. (Reprodução/J-Hope via Instagram) Outras ações, como enviar presentes para os fãs, também são muito populares entre os idols de K-pop. A cantora e atriz IU , por exemplo, é conhecida pela sua constante dedicação aos fãs, seja através de presentes, eventos ou mesmo pequenas gentilezas. Ela é conhecida por comprar lanches para aqueles que a aguardam nas filas de shows e no aeroporto desde o início da carreira, um gesto que se mantém há mais de uma década. Em 2017, IU compartilhou um vídeo em seu canal do YouTube, "IU Official" , mostrando as compras dos presentes. (Reprodução/ IU via YouTube) Com isso, o fanservice se torna mais do que uma simples estratégia de marketing : é uma necessidade dentro da indústria do K-pop e além. Ele fortalece a conexão emocional entre fãs e ídolos, garantindo que essa relação continue a prosperar em meio a um cenário musical competitivo e em constante evolução. Para além do fanservice : A pressão sobre os artistas de K-pop devido a comportamentos possessivos A expectativa de que os ídolos estejam constantemente à disposição dos fãs pode gerar uma pressão insustentável . A cultura do fanservice cria um ambiente onde os artistas sentem que precisam agradar seus fãs a todo momento, seja em eventos públicos, redes sociais ou até em sua vida pessoal. Nesse cenário, as cobranças vêm tanto das empresas de entretenimento, que desejam maximizar a popularidade dos artistas, quanto dos próprios fãs, que esperam um certo tipo de comportamento e interação. Esse nível de exigência pode levar ao esgotamento físico e mental dos artistas, que muitas vezes não têm espaço para viver uma vida privada. Dessa forma, os ídolos, muitas vezes jovens e ainda em desenvolvimento emocional, podem se sentir presos em uma posição onde sua identidade e dignidade são sacrificadas em prol de manter a popularidade e a aprovação pública. A ausência de controle sobre suas próprias ações e a obrigação de constantemente agradar podem criar uma sensação de alienação e perda de si mesmo. Casos como o de V , do BTS , que um tempo atrás foi criticado por não saudar fãs e repórteres no aeroporto, mostram como os ídolos podem ser julgados severamente por ações que, em qualquer outra circunstância, seriam vistas como normais. A exigência para sempre "performar" pode resultar em ansiedade, estresse e outros problemas de saúde mental, como já foi relatado por artistas ao longo dos anos. Além disso, o fanservice também pode alimentar comportamentos possessivos por parte dos fãs de K-pop. Quando os ídolos demonstram afeto e atenção especial a seus seguidores, alguns fãs podem interpretar essas ações como sinais de um relacionamento mais íntimo e exclusivo, levando a expectativas irrealistas e uma sensação de posse. Isso pode gerar ciúmes, obsessão e até mesmo ações invasivas, como perseguir ídolos ou violar sua privacidade. A necessidade de atender a todas as demandas dos fãs pode levar os ídolos a situações desconfortáveis ou humilhantes, onde eles se veem forçados a adotar comportamentos ou realizar atividades que não desejam, apenas para manter a aprovação de seu público. Relações de toxicidade entre fãs Outro reflexo preocupante do fanservice é a toxicidade que ele pode criar indiretamente dentro dos fandoms de K-pop. O fanservice frequentemente coloca os fãs em uma posição de poder, onde eles sentem que têm o direito de ditar os comportamentos e decisões de seus ídolos. Isso pode levar a uma cultura de cancelamento e ataques online contra os próprios artistas, quando estes falham em corresponder às expectativas impostas. Os conflitos entre diferentes fandoms também podem ser exacerbados, criando divisões, rivalidades e até campanhas de ódio direcionadas a outros grupos e seus fãs. Assim, a competição por atenção e reconhecimento pode gerar um ambiente tóxico, onde a rivalidade supera a apreciação genuína pela música e pela arte. As rivalidades entre fandoms no K-pop são uma realidade que frequentemente causa conflitos desnecessários. Por exemplo, quando grupos como BTS e BLACKPINK , ambos com uma base de fãs imensa, alcançam marcos significativos, surgem disputas para determinar qual artista é "superior". Essas rivalidades levam a insultos e ataques, e contribuem para uma visão negativa acerca das comunidades de K-pop nas redes sociais. Em busca de um equilíbrio duradouro Enquanto o fanservice é uma parte integral do K-pop e outras indústrias de entretenimento asiáticas, é crucial que haja um equilíbrio. As empresas e artistas precisam estabelecer limites claros para proteger tanto a saúde mental dos ídolos quanto para garantir que o relacionamento com os fãs permaneça saudável e respeitoso. Muitos artistas já fazem isso. Em 2020, o Baekhyun , solista e membro do EXO, teve seu prédio invadido por duas "fãs" abusivas, as chamadas sasaengs. Elas descobriram seu apartamento e andar e esperavam o retorno do cantor após as suas atividades diárias. Felizmente, ele estava acompanhado de um assessor que escoltou as intrusas para fora do prédio. Depois de expor a situação e revelar como o episódio afetou o seu emocional, ele pediu: "por favor, respeitem a minha privacidade." Recentemente, o Renjun do NCT também expôs o assédio que sofreu por parte de sasaengs . Em um aplicativo de mensagens — como já vimos, um meio comum de reforçar a conexão entre ídolos e fãs através de fanservice — ele disse "existem muitas maneiras de amar [um artista], mas você não precisa chegar a esse extremo." Na ocasião, ele expôs as pessoas que estavam ligando no seu número pessoal e afirmou que tomaria medidas judiciais. Depois, por determinação da SM Entertainment , ele teve que se desculpar, o que mostra que o debate sobre a falta de limites ainda tem muito a avançar. Educar os fãs sobre os perigos do comportamento tóxico e promover um ambiente de apoio mútuo são passos essenciais para evitar que o fanservice se torne prejudicial. Afinal, a base de qualquer fandom deve ser o respeito e a compreensão, tanto para com os ídolos quanto entre os próprios fãs. Somente assim, a prática pode continuar sendo uma força positiva na relação entre artistas e seus seguidores, sem cair na armadilha da toxicidade. Leia também: Fortes emoções: Músicas de K-pop com significados importantes para os fãs
- Quando e como surgiu o K-pop? Entenda a evolução do famoso gênero musical
Descubra como o gênero conquistou corações em todo o mundo e se tornou um dos mais populares da atualidade (Divulgação/ allkpop) Se você ama música e está antenado nas redes sociais, já deve ter percebido o fenômeno mundial que é o K-pop . Movido pela força da internet, grupos como BTS , BLACKPINK , EXO , Twice , e NCT , entre muitos outros, tomaram conta das plataformas de streaming e elevaram o gênero musical ao status de um dos mais consumidos globalmente. Mas como surgiu o K-pop? Leia mais - Ingressos, datas e tudo o que você precisa saber sobre os próximos shows de K-POP no Brasil Como surgiu o K-pop? Influências e primeiros passos A história do K-pop remonta ao final da década de 1980, um período em que os sul-coreanos ainda consumiam predominantemente entretenimento europeu e norte-americano. Com o crescente desejo de valorizar a cultura local, um movimento começou a ganhar força. Nesse contexto, o governo da Coreia do Sul decidiu investir fortemente na exportação de sua cultura, incluindo música, filmes, séries e gastronomia. Esse foi o início da "Onda Coreana", também conhecida como Hallyu , que impactou inicialmente o Japão, China e o Sudeste Asiático. O K-pop, que já existe há mais de 30 anos, passou por uma evolução significativa, marcada por diferentes gerações de grupos que ajudaram a moldar o gênero. A primeira geração, que vai de 1992 a 2003, começou com grupos como Seo Taiji and Boys , que introduziram elementos que definiriam o K-pop, como a fusão de estilos musicais ocidentais com letras em coreano e inglês. A popularidade explosiva do grupo ao longo dos anos seguintes, culminando em seu auge em 1996, incentivou o governo sul-coreano a remodelar a cultura do país. Essa geração também viu o surgimento de outros grupos influentes, como H.O.T. , Sechskies , Baby V.O.X , e S.E.S , que consolidaram o K-pop como um fenômeno cultural na Coreia do Sul. Poucos anos depois, a música começou a ser tratada como uma commodity — bens primários, produzidos em grande escala e usados como matérias-primas por diversos setores econômicos — , com leis de incentivo que impulsionaram poderosos investimentos na indústria musical. A ascensão do K-pop: Gerações e impacto global A explosão do K-pop no Leste Asiático durante os anos 1990 fez com que três empresas dominassem o mercado: SM Entertainment , YG Entertainment , e JYP Entertainment . Essas empresas não apenas supriram a crescente demanda do público, mas também contribuíram para a expansão da cultura sul-coreana no mundo. O K-pop pode ser dividido em diferentes gerações, cada uma marcada por grupos icônicos. A primeira geração, iniciada por Seo Taiji & Boys , inclui grupos como H.O.T e g.o.d. A segunda geração, de 2003 a 2012, foi marcada pela expansão do K-pop para mercados internacionais, especialmente nos Estados Unidos, onde artistas coreanos começaram a ganhar prêmios e a figurar em paradas musicais importantes, como a Billboard 200. Grupos como TVXQ , Super Junior , BIGBANG , Wonder Girls , Kara e 2NE1 se destacaram nessa fase, ajudando a estabelecer o K-pop como um gênero global. Já a terceira geração, de 2012 a 2019, trouxe uma nova onda de popularidade internacional com o sucesso viral de Gangnam Style de PSY e o surgimento de nomes como BTS , BLACKPINK e NCT , que continuam a dominar o cenário musical global. A principal mudança ao longo dessas gerações foi a propagação em tempo real do K-pop, facilitada pela internet e o crescimento das redes sociais como YouTube, Facebook e Twitter. Isso permitiu que o K-pop se tornasse acessível a fãs em todo o mundo, transformando a forma como a cultura é apresentada, consumida e distribuída. Além disso, a quarta geração, iniciada em 2019, ainda se destaca por uma estética mais influenciada pelo ocidente e pela forte presença de elementos eletrônicos. Grupos como Stray Kids e TXT representam essa nova era, na qual as redes sociais e os fandoms desempenham papéis essenciais na propagação global do K-pop. O K-pop no Brasil: Uma história de paixão e crescimento No Brasil, o K-pop começou a ganhar força no final da década de 2000, especialmente com o advento das redes sociais como Orkut, Twitter e YouTube. Esses canais foram essenciais para que os fãs brasileiros chamassem a atenção das empresas sul-coreanas, que começaram a perceber o potencial do mercado na América Latina. Em dezembro de 2011, os primeiros grupos de K-pop chegaram ao Brasil, com a Cube Entertainment trazendo artistas como B2ST , 4Minute e G.NA para uma turnê especial. Esse evento foi um marco, que abriu portas para que outros grupos viessem ao país nos anos seguintes. Desde então, o Brasil se tornou um importante centro de fãs de K-pop fora da Ásia. Grupos como BTS , Super Junior , Monsta X , e muitos outros já se apresentaram para legiões de fãs em estádios e casas de shows brasileiras. Dados do Spotify revelam que, desde 2014, o consumo de K-pop aumentou mais de 2.000% no Brasil, com o país sendo atualmente o quinto maior consumidor do gênero no mundo. Em uma matéria para a Universidade Federal Fluminense (UFF) em 2023, Daniela Mazur, doutoranda em Comunicação e pesquisadora vinculada ao MidiÁsia, afirmou que “o Brasil é um país atraente porque o público é caloroso, a experiência de se apresentar para uma plateia como a brasileira é normalmente citada como marcante para artistas de diferentes lugares do mundo. Além disso, é um fandom engajado, está muito presente e participa intimamente das lógicas do consumo de fãs, especialmente nos espaços online, os mais comuns para os fãs da Hallyu. Também não podemos esquecer que o Brasil é um país que dita influências especialmente na América Latina, então conquistar o público brasileiro é importante para um fenômeno como o da Onda Coreana”. Com isso, muitos artistas passaram até mesmo a se apropriar de sonoridades e estéticas consideradas latinas, misturando-as com elementos pop. Em seus videoclipes, há uma tendência a destacar aspectos como a sensualidade, a festa e a vivacidade, constantemente presentes nas culturas latino-americanas. Ao incorporarem ritmos como reggaeton e salsa em suas músicas conseguem alcançar um público maior e, também, promovem um entendimento mais profundo da diversidade cultural latina. Essa influência é possível ser observada, principalmente, em que feats (parcerias) com artistas latinos, como no caso do cantor J-Hope , integrante do BTS , com o hit Chicken Noodle Soup e o grupo Super Junior com o single Lo siento . O Futuro do K-pop: Uma Cultura em Expansão Com uma base de fãs leal e crescente, o K-pop não mostra sinais de desaceleração. Seu impacto cultural vai além da música, influenciando moda, comportamento e, até mesmo, a percepção global sobre a Coreia do Sul. À medida que o gênero continua a evoluir, novos artistas e grupos surgem, prontos para conquistar o mundo. O K-pop é mais do que um gênero musical; é um fenômeno cultural que continua a redefinir o cenário global da música. E, sem dúvida, a história desse movimento está apenas começando. Leia mais - Gerações do K-pop: Quais são? Onde começa e termina? Entenda a divisão Que outros artistas de K-pop e hip-hop sul-coreano você gostaria de ver se apresentando no Brasil? Compartilhe sua opinião com o Café aqui nos comentários e nas nossas redes sociais!










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